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CLÁUDIO HUMBERTO

Senador Jorge Cajuru (Cida-GO): “Com toda franqueza? Me lixei”

Senador Jorge Cajuru (Cida-GO) sobre o fim da amizade de Davi Alcolumbre (DEM-AP)
02/02/2021 08:00 - Cláudio Humberto


Onyx deve deixar Cidadania, mas seguirá ministro

Na reforma prevista para este mês, após as eleições na Câmara e no Senado, o presidente Jair Bolsonaro tem uma certeza: Onyx Lorenzoni deixará o Ministério da Cidadania, mas seguirá em sua equipe de primeiro escalão, em pasta a ser definida. 

Deputado pelo DEM-RS, Onyx foi o primeiro apoio relevante a Bolsonaro em 2018, e a amizade se consolidou até que o presidente virou seu padrinho de casamento. O presidente não quer abrir mão de Onyx no seu ministério.

Programas sociais

O Ministério da Cidadania será desdobrado, mas continuará cuidando de programa sociais como Bolsa Família ou o sucedâneo Renda Brasil.  

Ministérios, de novo

As secretarias de Cultura e Esporte, vinculados à pasta de Lorenzoni, voltarão ao status de ministérios e estarão na mesa de negociações.

Últimas notícias

Areia demais...

Bolsonaro tem dificuldade de encaixar Davi Alcolumbre no ministério. A menos que seu sucessor, Rodrigo Pacheco, faça muita questão disso.

Na ponta da língua

Se pedir sugestão a Arthur Lira para pasta do Esporte, Bolsonaro ouvirá a resposta “deputada Celina Leão”, ex-secretária no governo do DF.

Brasil passa Itália e já é o 9º país que mais vacina

O Brasil tornou-se o 9º país a mais vacinar seus habitantes, após superar a Itália no último fim de semana. Já foram aplicadas 2,12 milhões de doses da vacina desde 17 de janeiro, segundo a plataforma Our World in Data, da universidade de Oxford. 

A Itália imunizou 1,9 milhão, mas iniciou a campanha de imunização em 27 de dezembro, três semanas antes do Brasil. A Turquia, 8º colocado, aplicou 2,14 milhões de doses.

E os elogios?

Na América do Sul, o Brasil responde por 85% dos imunizados. Elogiados na imprensa, Argentina vacinou só 375 mil e o Chile, 66 mil.

Brasil no G-9

Só nove países vacinaram mais de 2 milhões. Os EUA lideram a lista com mais de 30,5 milhões, mas começou 33 dias antes do Brasil.

Ritmo acelerado

Já são 99 milhões de imunizados em todo o mundo e uma média de mais de 4 milhões de vacinas por dia.

Alma lavada

Jair Bolsonaro se sentirá devedor do novo presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), por longo período. A derrota imposta a Rodrigo Maia, seu inimigo, lavou e enxaguou a alma do presidente.

Anão político

Rodrigo Maia se apequenou à medida que se aproximava o fim de sua presidência na Câmara. Abandonou os deveres da isenção para se transformar em “líder da oposição ao governo”. Virou um anão político.

Mineiro no poder

Rodrigo Pacheco (DEM-MG) é o primeiro mineiro eleito presidente do Senado desde a redemocratização. Aos 44 anos, é o segundo mais jovem no cargo, atrás apenas do antecessor Davi Alcolumbre (DEM-MG).

Eleição jurássica

A eleição do Senado, realizada através voto na cédula de papel, foram 20 minutos para apurar a escolha dos 80 senadores presentes. Com voto eletrônico de quase 500 deputados na Câmara, o resultado foi imediato.

Baixaria da vez

Ao contrário de Rodrigo Maia, o novo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, comportou-se com a elegância que escasseou no caso do ex-presidente da Câmara, que se desesperou diante de iminente revés.

Olho na proporção

Apesar do alto número absoluto (225 mil), proporcionalmente o Brasil é apenas o 27º em número de mortes por Covid, no mundo. Países ricos da Europa, como o Reino Unido e Itália (com cerca de 1,5 mil mortes por milhão de habitantes), têm 50% a mais de óbitos que o Brasil.

Sem intercorrências

Ao contrário da eleição de Davi Alcolumbre há dois anos, desta vez a senadora Kátia Abreu (PP-TO) não surrupiou pasta de documento e nem houve a frade evidenciada por votos enxertados na urna. Reinou a paz.

Regimento ignorado

PT e MDB registraram o bloco de apoio a Baleia Rossi após o horário-limite. Apesar dos protestos dos aliados do concorrente Arthur Lira, o ex-presidente Rodrigo Maia aceitou o registro, ignorando o regimento.

Pensando bem...

...se não deixou a vida para entrar na História, como certo estadista, Rodrigo Maia deixou o cargo para entrar na fila de check-in dos sem-jatinhos da FAB.

PODER SEM PUDOR

Prefeito periculoso

Prefeito do Recife, Gustavo Krause chegou atrasado para a inauguração de um centro de saúde batizado com o nome do seu pai, o dentista Bido Krause. O locutor já não sabia o que fazer para enrolar a assistência, enquanto o prefeito não dava as caras. 

Até que o homem chegou e o animador da cerimônia não conteve o entusiasmo. Nem o prefeito o riso: “Acaba de chegar esse grande... esse extraordinário... esse homem de... de... alta periculosidade: o prefeito Gustavo Krause!

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