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GIBA UM

“É preciso deixar as guerras. Ninguém aguenta briga todo dia"

Fábio Faria, ministro das Comunicações, sobre a fase “paz e amor” de Bolsonaro
28/07/2020 05:00 - Giba Um


Pesquisa do Sebrae mostrou que, no Brasil, depois da Covid-19, 25% dos bares, restaurantes, lanchonetes e cafés reduziram a zero seu faturamento. 29% sofreram queda superior a 75% nas receitas. 

Mais: no mesmo período, um em cada quatro (27%) fecharam as portas temporariamente, 4% em definitivo. Sete em dez não aguentam mais de dois meses na atual conjuntura; 45% já demitiram.

 

“É preciso deixar as guerras de lado. É ruim para os Poderes e pior para o governo. Ninguém aguenta briga todos os dias’, 

de FÁBIO FARIA // ministro das Comunicações, sobre a fase “paz e amor” de Bolsonaro.

 

In – Jardim interno

Out – Jardim externo

 
 

O lado empresária

A atriz Marina Ruy Barbosa, 25 anos, hoje morando nos Estados Unidos, acaba de entrar para o mundo empresarial. Ela e amiga Vanessa Ribeiro lançaram neste final de semana a grife  Ginger (gíria para ruiva em inglês) de moda sustentável, o material é reciclado, biodegradável e artesanal que recebe sementes no seu processo de fábricação e pode ser plantado após o uso. Marina confessou  que é um sonho realizado. São três diferentes looks (top, short e calça). Mais: toda a renda da primeira coleção será destinada para ações sociais. “Eu sempre procuro formas de me engajar e ajudar a comunidade e com a Ginger não seria diferente. A coleção da marca nasce com um propósito lindo,  100% do lucro das peças da primeira coleção será doado para a organização Gerando Falcões”.

Tirando da gaveta

O ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, quer retomar o programa de construção de presídios federais, que acabou relegado a segundo plano na gestão de Sérgio Moro. Estuda a instalação de três penitenciarias de segurança máxima no Sul, cada uma com capacidade de cerca de mil detentos. A construção e gestão do presídio ficaria a cargo de uma PPP e a segurança por conta do Estado, por meio de guardas penitenciários. A proposta dos três presídios enfrenta resistência dentro do próprio Ministério, mais precisamente do Conselho de Política Criminal e Penitenciária. Parte do colegiado estaria questionando o sistema de administração compartilhada. De fato, essa solução não é das mais inspiradoras. Modelo similar foi adotado no Complexo Anísio Jobim, em Manaus, no qual morreram 75 presos em duas rebeliões, uma em 2017 e outra em 2019. Outro ponto contestado é a falta de critério geográfico de Mendonça.

 
 

Inquietude artística

A atriz e cantora Cleo, 37 anos não irá renovar seu contrato com a Globo. Ao contrário do noticiado ela não foi demitida e sim preferiu não renovar seu contrato que vence agora no final do mês. Muito grata por tudo que viveu na Globo, ela confessa que 2020 é um ano muito diferente e acredita que é um boa hora para promover mudanças. Anteriormente, Cleo já havia confessado que queria se dedicar mais a música. “É um lance que eu venho estudando há bastante tempo, tenho uma inquietude artística que está me impulsionando para novos rumos há um tempo e estou pronta para esse novo ciclo”.

Melhor construir

Ainda os presídios: erguê-los não é um trabalho de Hércules, do ponto de vista fiscal. Na média, o Ministério da Justiça estima um custo em torno de R$ 50 mil por preso, o que daria algo como R$ 150 milhões no total. É pouco perto do que o governo teria de investir para reduzir o déficit carcerário do país. Para isso, teriam de ser abertas mais de 250 mil vagas, ao custo de R$ 12,5 bilhões.

Em Guaíba

Por outro lado, o governo do Rio Grande do Sul fará uma nova tentativa para retomar as obras de construção de um presídio em Guaíba, com 672 vagas. O Palácio do Piratini busca um construtora disposta a investir 18 milhões que faltam para a conclusão do projeto, uma novela carcerária que se arrasta desde 2010. O governo não quer tirar dinheiro do caixa; quer pagar a obra com cessão de imóveis.

 
 

Usado

O ex-ministro Sérgio Moro em entrevista à revista Financial Times explicou por que saiu do governo Bolsonaro. “Uma das razões para eu sair do governo foi que não estava se fazendo muito, pela agenda anticorrupção. Eles estavam usando minha presença como uma desculpa, então eu saí”. Outro motivo e o pouco comprometimento com o combate à corrupção. “Não acho que dá para combater corrupção sem respeitar a lei e a autonomia das instituições que investigam e denunciam crimes”.

Reforma: lá e cá

O Brasil vai iniciar o debate da reforma tributária onde muitos vão expor diretamente as duas ideias, num verdadeiro campeonato. Há quem defenda, contudo, simplesmente copiar a justa política tributária dos Estados Unidos, considerada a mais justa do mundo. Se não, vejamos: 1 – A  composição da carga tributária dos Estados Unidos tem como base 84,50% de sua arrecadação, incidindo sobre a primeira classe, que no Brasil é de 54,71%. E 2 – A composição de carga tributária dos Estados Unidos tem como base 15,50% de sua arrecadação, incidindo sobre a segunda classe, que no Brasil é de 45,83%.

CONTRA

A presidente da Associação Nacional das Universidades Particulares, Beth Guedes, ou rachou com o irmão Paulo ou assuntou com ele e recebeu algum spoiler ou sequer se falam. Ela lidera campanha contra o aumento do PIS/ Cofins, que é um tiro de morte no ProUni. Beth foi seu braço direito no Ibmec quando Guedes era o mandachuva na instituição. Caso a segunda hipótese acima seja verdadeira, Beth é uma boa fonte sobre a reforma tributária em discussão no governo.

Dinheiro do Covid

O senador Major Olímpio diz que o governo está fazendo “toma lá, dá cá” com o dinheiro do combate a Covid-19. De acordo com ele, um representante do governo ofereceu R$ 30 milhões em emendas parlamentares. A declaração foi dada na GloboNews. Olímpio também disse que a oferta não era para todos os senadores e não havia critérios objetivos e sim políticos, para distribuição da verba parlamentar. O representante do governo oferecia até uma planilha para ser preenchida pelo senador escolhido.

SEM CHUCHU

João Doria faz declarações partidárias a favor de José Serra e Geraldo Alckmin. Mas no caso da campanha de Bruno Covas, quer Alckmin longe. Ele já morre de amores pelos “cabeças brancas” do PSDB, mas acha que Alckmin se tornou um estorvo, após ser denunciado por crime eleitoral e corrupção. Não é de hoje que Doria quer distância de Alckmin, que pode ser candidato em 2022 à sucessão de João.

Traições

Existe um site chamado Ashley Madison, que ajudar pessoas comprometidas a marcarem encontros casuais, ou seja um site que estimula traições. O pior que o site está  fazendo sucesso entre brasileiros na quarentena. O site registrou um aumento diário de 19 mil novos usuários desde o início do isolamento social, devido à pandemia do coronavírus. Só de brasileiros foram 4.226 registros. Ashley Madison tem 65 milhões de usuários no mundo inteiro e o Brasil ocupa o segundo lugar de inscrito só perdendo para os Estados Unidos.

De segurança

Presidente da Frente Parlamentar de Segurança Pública, o deputado Capitão Augusto (PL-SP) marcou reunião na próxima quinta-feira (30) com o ministro André Mendonça, Justiça, para tratar da recriação do Ministério da Segurança Pública. O deputado garante que está mantida a ideia e que a recriação depende apenas que Jair Bolsonaro se livre do coronavírus, o que já aconteceu. E reiterou sua aposta na escolha do ex-deputado e coronel da reserva da PM Alberto Fraga (DF) para o novo ministério.

RENDA MAIS CARA

Levantamento feito por Marcelo Neri, da FGV, conclui que a maior renda por habitante entre as capitais brasileiras é a de Florianópolis, com R$ 3,998 mensais, seguida por Porto Alegre e Vitória. Só depois vem o eixo Brasília-São Paulo- Rio de Janeiro, nessa ordem. A renda média de Brasília é de R$ 2.981, mas o cálculo inclui todos os habitantes, não só quem declara Imposto de Renda. Agora, calculando entre os que pagam IR de Pessoa Física, a renda pula para R$ 11.994. no Lago Sul, região nobre da cidade, vai a R$ 38.460. não tem nenhum outro município brasileiro com essa renda.

MISTURA FINA

- SÃO grandes chances dos procuradores  convocarem o senador Flávio Bolsonaro e seu suplente, Paulo Marinho, para uma acareação, já em agosto. Há pelo menos duas contradições entre os depoimentos de ambos. Marinho garante que Flávio recebeu informações sigilosas sobre a Operação Furna da Onça, da Polícia Federal, que investigou o esquema de “rachadinhas” na Alerj. Flávio nega.

- RUBENS Novaes acabou confessando que quer deixar o BB por não aguentar “cultura de compadrio e corrupção”. Para substitui-lo a equipe econômica quer uma solução interna. São cotados Hélio Magalhães, presidente do Conselho de Administração do Banco do Brasil. Mauro Neto e Pedro Guimarães, presidente da Caixa. Detalhe: Novaes mantém relações muito amistosas com Olavo de Carvalho. 

- O EX-presidente do BB Rubens Novaes conversou com Paulo Guedes, da Economia pedindo um presente para celebrar seus 75 anos (22 de agosto), trocar Brasília pelo Rio, onde permaneceria como assessor especial do ministro. Perto dos netos e longe da cultua planaltina. 

- O BRASIL tem uma população de 24% de pessoas com deficiência e somente 6,7% chegam ao ensino superior.

- DESDE o início da pandemia, morreram cerca de dois médicos por dia por coronavírus, em todo território nacional. Mais: da indústria de respiradores que o país chegou a ter nos anos 80 e ensaiou reconstruir nos anos 2000, sobraram apenas quatro empresas, que hoje não conseguem atender nem 20% das necessidades nacionais.

- O DEPUTADO Arthur Lira (PP-AL), forte aliado de Jair Bolsonaro, tem vocalizado no Palácio do Planalto a insatisfação de parlamentares do Nordeste com o ministro Onix Lorenzoni. Entre outras críticas, os congressistas acusam o Ministério da Cidadania de dar prioridade a projetos do Sul e Sudeste, regiões de berço eleitoral de Lorenzoni.

- ESPIRIDIÃO Amin articula sua candidatura à presidência do Senado em 2021. Antes disso, o desafio é outro: brecar as manobras de Davi Alcolumbre para mudar o regime interno e concorrer a novo mandato. Sem isso Amin sabe que entra já na disputa derrotado.

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!