Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

GIBA UM

“Ela queria um furo. Ela queria dar o furo a qualquer preço contra mim”

Jair Bolsonaro, presidente da República, repetindo suposta insinuação sexual contra a jornalista Patricia Campos Mello
20/02/2020 05:00 - Giba Um


“Ela queria um furo. Ela queria dar o furo a qualquer preço contra mim”

JAIR BOLSONARO // presidente da República, repetindo suposta insinuação sexual contra a jornalista Patricia Campos Mello.

 

Em 2018, o PIB brasileiro correspondeu a 9,08% do PIB dos EUA e a 13,73% do PIB da China. Em 2017, o Brasil era oitavo colocado e em 2018, desceu para o nono colocado

Mais: em 2018, o PIB dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) foi de US$ 20.284,7 bilhões, praticamente o mesmo PIB dos EUA, que foi de US$ 20.580,2 bilhões.

 
 

Prontas para o Carnaval

Já em ritmo de carnaval, musas e rainhas de baterias das escolas espalham fotos de ensaios e dão suas dicas para aguentar a folia. A cantora Iza (primeira foto a esquerda) que estreia como rainha da bateria da Imperatriz Leopoldinense, garante que a melhor maneira de  aguentar a folia é fortalecer a musculatura; Lexa (segunda foto), rainha de bateria da Unidos da Tijuca também acredita que exercícios é a melhor maneira de ter fôlego;  Paolla Oliveira (terceira foto), rainha de bateria da Grande Rio, fala que além dos exercícios, uma boa alimentação com são verduras, frutas e um bom cereal integral, não pode faltar; Aline Riscado (quarta foto) rainha de bateria da Vila Isabel dá mais uma dica, hidratação; e Nicole Bahls (última foto), musa da Beija flor, diz que até hoje segue dica dada por Luma de Oliveira, antes do desfile: come chocolate.

Outras bananas

Na Wikipedia, se lê: “República das bananas é um termo pejorativo para um país, normalmente latino-americano, politicamente instável, submisso a um país rico e frequentemente com um governante corrompido e opressor ou por uma junta militar. Tem uma empobrecida classe trabalhadora e uma plutocracia que compreende elite de negócios, política e militares”. Historicamente, o Brasil já foi chamado repetidas vezes de “república de bananas”. Há semanas, uma matéria sobre a Olimpíada do Japão, o The Guardian voltou a usar o termo em referência ao Brasil e nesses dias, repetiu a dose – só que sob outra inspiração: a segunda banana dada por Bolsonaro a jornalistas. No texto, The Guardian trata de fazer uma explicação: banana de Bolsonaro são agressões nem um pouco polidas usando-se os braços.  E faz uma comparação ao “ok” dos americanos para dizer que está tudo bem e o “ok” dos brasileiros mandando seu antagonista experimentar específico ato sexual. The Guardian insiste em dizer que as bananas de Bolsonaro nada tem a ver com as frutas. É um ato ofensivo. A fruta vai bem: sete milhões de toneladas (é a mais consumida do país) e outro milhão de tonelada exportado anualmente. 

 
 

Apaixonada por Carnaval

Giselle Prattes, 39 anos, é atriz, foi a Josefina na novela Tempo de Amar (2017-2018) mas é mais conhecida como a mãe do ator Nicolas Prattes e até já foi confundida, achavam que ela era uma suposta namorada do filho por estar em plena forma. Atuando também no teatro Giselle começou  no Planeta Xuxa, como garota do zodíaco, representando Libra. Desfilando há dois anos como musa da Mocidade Independente de Padre Miguel, diz que realizou um sonho porque desde pequena era apaixonada pelos desfiles. E claro recebe total apoio do filho.

De propósito

Criticando pelos erros de português que comete, Abraham Weintraub, ministro da Educação, resolveu cometê-los de propósito, esta semana no Twitter: “Oje, integramos 120 ônibus escolares a municípios de São Paulo. No ano paçado, mais de 1300 foram entregues em todo Brasil”. E morreu de rir, com o dicionário do lado, para qualquer eventualidade.

 
 

Bons modos

Quem também resolveu criticar o presidente – e  nem poderia ser diferente – depois do ataque a jornalista Patricia Campos de Mello, foi o ex-presidente Lula. Depois de se encontrar com a bancada do PT em Brasília, disparou que Bolsonaro precisava aprender “bons modos”. “Educação faz bem pra todo mundo. Esse comportamento do presidente já virou cotidiano dele. Ofender e achincalhar as pessoas. Lamentavelmente me parece que a democracia não chegou na cabeça das pessoas, a educação e o respeito não chegaram à cabeça do Bolsonaro”.

 

In – Cinema: Maria e João: O Conto das Bruxas  

Out – Cinema: Dolittle

 

Farra aérea

A farra da compra direta de passagens às empresas aéreas usando cartão corporativo continua. No governo Dilma, motivou ação da PF. O esquema objetivou eliminar as agências de viagem no processo de compra, transformar as aéreas em únicas fornecedoras pagas à vista, garantir aumento dos lucros coma “tarifa cheia” e dispensar o recolher impostos na fonte. Foram quase R$ 50 milhões embolsados em quatro anos. Nos primeiros 50 dias do governo Bolsonaro, já se gastou R$ 45 milhões em passagens, tudo à vista, tarifa cheia. O governo não economiza nada: apenas dispensa de pagar comissão às agências.

 

EMBAIXADAS

Depois de Xangai e Dubai, o governador João Doria vai abrir um escritório de representação de São Paulo em Nova York. Nos tempos da Embratur, também inaugurou escritórios do governo, fechados posteriormente. Os mais entusiastas da candidatura de Doria ao Planalto chamam os escritórios de “embaixadas do João”.

Grosseria

A deputada estadual Janaina Paschoal, uma das autoras do pedido de impeachment de Dilma Rousseff  classificou como um “ato inegável de grosseria” o insulto de Bolsonaro à jornalista Patrícia Campos Mello.  E resolveu dar um conselho ao presidente: “Todo ser humano pode se esforçar para melhorar. Seria prudente o presidente se policiar e seus auxiliares não o instigarem. Essas situações não ajudam ninguém”. Mais: alerta que algumas atitudes do presidente se ganharem proporções maiores podem gerar um pedido de impedimento.

NOVO POSTO

Osmar Terra (MDB-RS) pode ganhar novo posto depois de deixar o Ministério da Cidadania, ocupada por Onyx Lorenzoni, que deixou a Casa Civil. Seu nome foi indicado para assumir o posto de líder do governo na Câmara. Se sua indicação for aceita, o MBD passa a ter a hegemonia no Congresso, já que o Fernando Bezerra Coelho (PE) é o líder do governo no Senado e o senador Eduardo Gomes (TO) é líder do governo no Congresso.

Organização

Ainda sobre Janaina: seu nome chegou a ser cogitado para prefeitura de São Paulo, só que ela mandou avisar que, por enquanto, não tem interesse. E alerta que depois da saída do presidente Jair Bolsonaro, o PSL ficou desorganizado. Ela acredita que se  “a gente não se organizar, não consegue passar para o segundo turno. Os votos vão ficar pulverizados.” Janaina apoia o nome de Joice Hasselmann para disputar a prefeitura paulistana.

Caveira honorária

333  Petistas estão chamando Sérgio Moro de “fascista” porque o ministro, no casamento de Carla Zambelli, disse em homenagem à noiva: “Não é todo mundo que sai na rua com coragem para protestar, manifestar pelo bem do país. Eu, sinceramente, não sei se teria esse tipo de coragem. É uma guerreira, sem formação de PM, mas merecia aqui uma medalha de caveira honorária de tropa especial do Bope”. Carla achou que a citação de “caveira honorária” foi de bom gosto.

DESCONFORTO

Bolsonaro ia lançar o programa “Brasil Mais”, do Ministério da Economia, suspendeu tudo em cima da hora e reuniu-se com Paulo Guedes, Augusto Heleno e Luis Eduardo Ramos, da Secretaria do Governo. Eles levaram até o Chefe do Governo o desconforto de diversas áreas do governo em relação ao episódio de Guedes quanto “as domésticas da Disney”. O presidente ouviu, ouviu e falou que Guedes “ficará até o último dia” (mesmo porque não teria quem colocar no lugar).

MISTURA FINA

  • O GENERAL Braga Netto quer manter Alberto Lupion na assessoria especial da Casa Civil. Apesar de seus vínculos com Onyx Lorenzoni, ele é discreto, não dá entrevistas e tem bom trânsito com seus antigos colegas do Parlamento. Os dois primeiros atributos são considerados raros em figuras do segundo escalão do governo.  
  • O EX-presidente Lula acaba de fechar um acordo para o PT apoiar no Rio a candidatura de Marcelo Freixo (PSOL) para a prefeitura. Em São Paulo, Fernando Haddad continua resistindo: não quer saber da prefeitura, só pensa no Planalto.
  • BOLSONARISTAS de São Paulo estão convencidos de que José Luis Datena não sai candidato a nada. E começam a pensar num plano B que pode ser o ex-vereador Andrea Matarazzo. Gilberto Kassab, dono do PSD, já iniciou suas costuras. Detalhe: Marta Suplicy não quer ser candidata. Só sai se for na vice de Haddad.
  • O DEPUTADO federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) repetiu ato de fazer uma banana, na sessão da Câmara na terça-feira (18), após se irritar com parlamentares mulheres que fizeram nota de repudio ao presidente Jair Bolsonaro após aos ataques do chefe do governo a jornalista Patricia Campos de Mello.
  • CIRCULA pelas redes sociais, vídeo de João Pedro Stédile, presidente do MST, falando sobre a nova política do Papa Francisco, que o convidou, pagando passagem e hotel para sua estadia em Roma, para participar de seminário sobre população sem-terra e assuntos semelhantes. Será um seminário sem a participação dos “conselheiros” do Vaticano apenas: terá líderes de movimentos sociais de diversos países.
  • DIAS desses, Natuza Nery entrevistava o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) na GloboNews e, à certa altura, perguntou se o governo tinha algum objetivo em convidar muitos militares para ministérios e outros postos. E aí, Flávio: “Se o governo quisesse ladrões, convidava o PT”.
  • NESSES dias Rodrigo Maia, presidente da Câmara, disparou: “Tem pessoas no governo que ainda acham que atacar o ex-presidente Lula vai resolver a qualidade da educação, vagas no hospital, reduzir a violência ou o desemprego. Esse ambiente de fake news não gera soluções para os problemas gerais da sociedade brasileira”. Ninguém entendeu o que ele quis dizer.
  • BOLSONARO está disposto a levar mais um general quatro estrelas para o Palácio do Planalto. É o atual comandante Militar do Sul, general Geraldo Antônio Miotto.

(Colaboração: Paula Rodrigues)

 

Felpuda


Dia desses, há quem tenha se lembrado de opositor ferrenho – em público –, contra governante da época, mas que não deixava de frequentar a fazenda de “sua vítima” sempre que possível e longe dos olhos populares. Por lá, dizem, riam que só do fictício enfrentamento de ambos, que atraía atenção e votos. E quem se lembrou da antiga história garantiu que hoje ela vem se repetindo, tendo duas figurinhas carimbadas nos papéis principais. Ô louco!