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GIBA UM

“Houve compra de votos? Provavelmente. Foi feita pelo governo federal? Não Foi. Não foi pelo PSDB, não foi por mim, muito menos”

de Fernando Henrique Cardoso, reconhecendo que a reeleição foi um erro
09/09/2020 12:00 - Giba Um


“Houve compra de votos? Provavelmente. Foi feita pelo governo federal? Não Foi. Não foi pelo PSDB, não foi por mim, muito menos”, 
de FHC //  reconhecendo que a reeleição foi um erroEles aparecem em ciclos, ficam milionários e alguns depois evaporam. São advogados, famosos ou não, que cuidam  de clientes famosos como chamariz. É o caso de Karina Kufa, advogada de Bolsonaro.  

Mais: Karina faz política. Já deixou impressões no processo que afastou o governador do Rio,  Wilson Witzel e agora batalha em Santa Catarina para tirar Carlos Moisés do caminho do cadafalso.  

 
 

Sem pausa

A apresentadora Sabrina Sato, 39 anos, não para. Após ficar um tempo afastada da TV por conta do nascimento de sua filha Zoe, que fara 2 anos, voltou com tudo para tv. 

Comandou o Domingo Show (sem muito sucesso), e Made Japão, que também não foi sucesso de audiência. 

Com medo da concorrência, que andava sondado a ex-BBB, a Record decidiu lhe dar outro programa que já está em fase de gravação o Game of Clones. 

Trata-se de um reality show de casais em parceria com a Amazon e o ano que vem comandará o Dancing Brasil. 

Na capa da revista Cidade Jardim junto com sua mãe, D. Kika e sua filha, ela conta que apesar da quarentena não tem tido folga. 

"Nessa quarentena, eu fui câmera, maquiadora, cabeleireira, diretora, editora de vídeo. Chegava um momento em que eu dizia: ‘Mãe, não dá mais. Estou cansada”. 

Além do trabalho na TV, Sabrina também vem fazendo sucesso com seu canal no YouTube e vive postando fotos de trabalhos em suas redes sociais sem dar muitos detalhes.

Olho nos chineses

O STF – mais precisamente o ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news – deverá investigar a onda de ataques conjuntos que têm sido feitos contra o TSE e, de roldão, a Positivo Tecnologia nas redes sociais. 

Há evidencias de que a Suprema Corte Eleitoral e a fabricante de computadores tornaram-se alvos do “Gabinete do ódio”. 

Nos últimos dias, a Positivo vem sendo torpedeada com boatos que teria sido vendida para a chinesa Lenovo. 

Postagens recolhidas pelo STF insinuam que os chineses vão controlar as eleições brasileiras, com apoio do TSE. 

Mais uma vez, os autores das fake news valem-se do expediente para contar uma mentira falando verdade. 

Mais: para construir o raciocínio cita que Positivo ganhou a licitação do TSE para produção de 180 mil urnas eletrônicas, o que de fato ocorreu. 

Alguns perfis chegaram a postar no Facebook e posteriormente apagar mensagens chamando a empresa de “laranja” do governo chinês e insinuando pagamentos ilegais no Exterior. 

O enredo mistura sinofobia e suspeições  contra a Justiça Eleitoral e as urnas eletrônicas, dois temas que habitam o ideário bolsonarista. 

Bem a seu estilo, o próprio Bolsonaro já afirmou ter provas de fraudes no sistema de votação, sem jamais apresentá-las. 

 
 

A Nina cresceu

A atriz Júlia Maggessi, 22 anos, apesar de ter feito vários trabalhos na TV, ainda não caiu na graças do público. 

Começou aos 2 anos como Nina neta de Helena (Vera Fischer) filha de Fred (Luigi Baricelli) e Clara (Regiane Alves) em Laços de Família. 

Com a reapresentação da novela em Vale a pena ver de novo que estreou esta semana, Julia começou a divulgar seu trabalho e espera que algumas portas se abram. 

Ela diz que como era pequena tem pouca memória da gravações da novela, mas que tem muita gente que ainda a reconhece. 

“Eu fico boba, as pessoas realmente lembram muito bem de Laços de Família e da Nina, minha personagem. Tenho fãs muito especiais, que me acompanham desde essa época”.

Popularidade

O PSL que de dia é anti-Bolsonaro e de noite, flerta com o Capitão, vem cortejando a ministra Damares Alves com a possibilidade de uma candidatura ao governo de São Paulo em 2022 (e não mais ao Senado, como ela queria). 

Damares está na crista da onda. O PP, que já a convidou para suas fileiras já apresentou à ministra pesquisas sobre os altos índices de popularidade em oito estados. Acham que, como Bolsonaro, ao seu lado, ela se elege facilmente.

In – Torta cookie
Out – Torta pão de mel

 
 

Horário nobre

O gabinete do vice Hamilton Mourão anda movimentado. O general começou a gravar depoimentos para as campanhas dos candidatos do PRTB nas eleições em novembro. 

Considerado a carta-trunfo do modesto partido, a figura de Mourão será usada basicamente para as disputas das capitais. O partido planeja lançar candidato próprio em 18 delas.

Custo do litígio

Os mais de 78 milhões de processos nos tribunais do país, atualmente, custam R$ 4,3 mil, em média. 

O resultado dessa cultura de litígio é que os custos do Judiciário equivalem a 1,3% do PIB, enquanto na Argentina são dez vezes menos 0,13%. 

O alerta é de Marcelo Buhaten, presidente da Associação Nacional de Desembargadores (Andes). Nos Estados Unidos, são 0,11% Itália, 0,19%, chile 0,22. E na Alemanha 0,32% do PIB.  

Buhaten elogia um anteprojeto de lei complementar, formulado por uma comissão do CHJ, que regulamenta a cobrança das custas do Judiciário. 

O projeto propõe critério para fixação de valores, frequentemente exacerbados, na cobrança das custas.  

DIVIDIDA

O Ministério de Minas e Energia e a Aneel divergem sobre a retomada das licitações do setor. A agência defende que há espaço para um leilão de transmissão ainda este ano. 

A Pasta, no entanto, considera mais prudente empurrar todos os certames para 2021. O receio é que um leilão ainda em 2020 seja um fracasso de bilheteria, o que faz sentido.

Descarrilamento

A Vale é uma das grandes interessadas que o governo acelere a relicitação da Malha Oeste em Mato Grosso – atual concessionária, a Rumo Logística, já iniciou os tramites para a devolução da licença. 

O impasse e o atraso das obras de recuperação da ferrovia têm obrigado a empresa a recorrer a transporte rodoviário, mais caro, para escoar cem mil toneladas de minério de ferro extraídos da MCR, subsidiária integral da Vale.

DIVIDIDO

Alas do PT decidiram apoiar Guilherme Boulos para a para prefeitura, outras alas estarão com Jilmar Tatto. 

As duas tem certeza de que vão ganhar, embora as pesquisas não indiquem isso. Lula deverá fazer vídeos de apoio a Tatto. 

“Se ele não ganhar, fica a lição para ele, para mim e para o PT”. O ex-presidente fala desanimado. “Quando terminar as eleições essas pessoas vão ter um choque de realidade”.

Época de ouro

Houve uma época que era um orgulho ter um filho nos serviços públicos. No fim dos anos 80 e nos anos 90, houve uma depressão salarial por causa da crise da dívida. 

A descompressão veio a partir de 2003, no governo do PT quando uma corrida por concursos aumentou a força de trabalho em 180 mil servidores. 

Foi a época de ouro do setor público, quando salário de ingresso era cerca do dobro dos salários de profissões similares no setor privado.

Desastrado

Está cada vez mais difícil saber em que lado Olavo de Carvalho está. Considerado guru de Bolsonaro já teceu algumas críticas, até duras, ao presidente. 

E no último final de semana tuitou: “Já disse mil vezes: O Bolsonaro é o melhor administrador que este país já teve, mas em matéria de guerra política ele é ainda mais desastrado do que o Ciro Gomes. Um professor de impotência”. 

Em outro tuite, escreveu com seu linguajar chulo: “Não, seus bostas, não passei para o outro lado. Posso até cagar na cabeça do Bolsonaro, mas aos inimigos dele não concedo sequer um cocozinho”.

NADA DE NOVO

Em seu discurso de 7 de Setembro o presidente Jair Bolsonaro, voltou a defender o golpe militar de 1964. 

Críticos de plantão ficaram surpresos com a declaração, por se tratar de uma data onde se comemorava a Independência do Brasil. Só que para ministro Luís Roberto Barroso, não aconteceu nada de novo. 

“Não me impressiono com a retórica, seja a do primeiro-ministro da Hungria Orbán, seja a do presidente americano Trump, seja a do presidente do Brasil”.

MISTURA FINA

  • TODOS agora querem a presença de Bolsonaro em eventos da Região Norte. Querem tirar uma casquinha no aumento de popularidade do Capitão naquela área, no embalo do auxílio emergencial.
  • FHC quer celebrar seus 90 anos, em 2021, com um novo livro de memórias sobre sua trajetória intelectual, mesclando vivencias pessoais, produção acadêmica e atividade política. Contará “causos” e falará dos encontros marcantes dos pontos de vista político. “É sobre uma vida que continua sendo vivida”.  
  • OS 13 integrantes da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba andaram cogitando seguir Deltan Dallagnol e abandonar a operação. Recuaram após confirmação de que a força-tarefa será estendida por mais um ano.
  • A DEFESA de Flávio Bolsonaro havia pedido ao Ministério Público Federal adiamento da acareação entre o senador e o empresário Paulo Marinho, marcado para do dia 21 deste mês. Pedido feito, pedido negado, o MPF não avisou que não mudará a data.
  • DEPOIS de ser “acusado” de terminar “obras de outros”, Tarcísio Freitas (Infraestrutura) destacou o fechamento da ponte do Rio Parnaíba, na BR-235, entre Piauí e Maranhão. “Obra iniciada pelo governo Bolsonaro”, tratou de avisar.
  • O TRIBUNAL de Contas da União estima que 4,8 milhões de pessoas receberam o auxílio emergencial descumprindo regas. Outros 1,31 milhão de benefícios já foram cancelados por irregularidades até junho.
  • O REPUBLICANOS que recebeu Flávio e Carlos Bolsonaro, busca associar o presidente no Rio e em São Paulo. Ao lançar sua candidatura à reeleição, o prefeito do Rio, Marcelo Crivella, saudou a aliança com a família presidencial. Em São Paulo, o pré-candidato Celso Russomano mantém conversas frequentes com Bolsonaro.
  • DE acordo com Estudo Desempenho da Indústria no Mundo, da CNI, a indústria brasileira é a 16ª em participação na produção mundial do setor. Até 2014, início da pior crise que o país já enfrentou, o Brasil figurava entre os 10 maiores produtores do ranking mundial.

Felpuda


Esforços vêm sendo feitos por certos candidatos derrotados na tentativa de conseguir emplacar em cargos públicos comissionados alguns ex-integrantes das equipes de trabalho da campanha eleitoral.

A preocupação não seria, na realidade, com situação de dificuldades que essas pessoas enfrentariam a partir de agora, mas, sim, para livrarem-se de pagar pendências trabalhistas referentes ao período da disputa. Tem cada uma!