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CLÁUDIO HUMBERTO

Senador Eduardo Gomes (MDB-TO): "Não teremos dificuldade de negociar a derrubada dos vetos"

Senador Eduardo Gomes (MDB-TO), apostando em ambiente construtivo de negociação
24/09/2020 09:44 - Cláudio Humberto


Governo quer ‘resposta contundente’ à crise do covid

O presidente Bolsonaro, o ministro Paulo Guedes e líderes aliados acertaram nesta quarta (23) que a reforma tributária em discussão na Câmara e o “pacto federativo”. 

A cargo do Senado, devem dar “resposta contundente” ao período pós-covid, com a garantia de programas como o “Renda Brasil”, que amparem os que precisam, e os empresários que precisam da desoneração. 

Tudo sob duas “cláusulas pétreas”: não se mexe no Teto de Gastos e não haverá aumento da carga tributária.  

Haverá substituição

Se decidiu não aumentar a carga tributária, o governo e seus líderes admitem promover substituição de tributos, eliminando impostos.

Caminho pavimentado

Ao admitir a “substituição”, o governo abre caminho para criar o tributo sobre transações eletrônicas, extinguindo outros dois ou três impostos.

Base sólida no Congresso

Líder do governo, o senador Eduardo Gomes (MDB-TO) diz que a base de apoio a Bolsonaro é sólida e compreende a necessidade de ajustes.

Projetos finais

As forças do governo vão bater o martelo em relação às reformas e ao pacto em nova reunião, às 11h de segunda (28), com todos os líderes.

Piada pronta: partidos apontarão o que é ‘mentira’

Partidos políticos integrados por mentirosos compulsivos são a maioria dos parceiros da Justiça Eleitoral no site “Desinformação”, de combate às “fake news”. 

O DEM de Rodrigo Maia, personagem da Lava Jato, o PTB de Roberto Jefferson, estrela do mensalão, o PSC do Pastor Everaldo, preso mês passado, e o PP do petrolão ajudarão a definir o que é falso ou verdadeiro, na disputa eleitoral. 

O TSE ignora a sentença do estadista alemão Otto von Bismarck, que em 1871 advertiu: “Nunca se mente tanto como antes das eleições, durante uma guerra e depois de uma caçada.”

Partidos mandam

Também são parceiros da Justiça Eleitoral, Solidariedade, DC, PCdoB, PDT, PRTB, Podemos e Republicanos, recheados de velhos mentirosos.

Dois órgãos

O Programa Desinformação conta com a participação de apenas dois órgãos públicos: o Ministério da Justiça e o Ministério Público Federal.

Só velha imprensa

Só grupos da mídia tradicional (rádio, TV e impresso) são parceiros anti-fake. E as “agências verificadoras”, mas só as de velhos jornalões.

Abusando da paciência

Uma greve paralisou os Correios por 34 dias tentando manter privilégios que custam R$600 milhões por ano, incluindo “vale-peru” de mil reais, que quebraram a estatal. O TST ainda diz que a greve “não foi abusiva”.

Demagogia com dendê

Alguém do governo da Bahia garantiu acarajé de graça. No decreto que regulamenta a Lei Aldir Blanc, o governo local inclui as baianas de acarajé entre artistas e profissionais do setor que receberão o auxílio.

Falem mal, falem de mim

Somados apenas os maiores canais do Brasil, a íntegra do discurso do presidente Jair Bolsonaro na 75ª Assembleia Geral da ONU acumulou, até esta quarta (23), mais de 1,2 milhão de visualizações só no Youtube.

Escolha facilitada

O conselho federal da OAB caminhava para homenagear o criminalista Nabor Bulhões com sua comenda mais importante quando se candidatou à honraria o advogado Siqueira Neto, conhecido por sua participação na polêmica desapropriação da área onde hoje está o aeroporto do Galeão.

Tocador de projetos

Governador do DF, Ibaneis Rocha tem sido cumprimentado por nomear Roberto Andrade como secretário de Projetos Especiais. Ex-vereador do Recife, ele tem reputação de obstinado tocador de obras e projetos.

Pancadaria militante

Crítico de Bolsonaro, o ex-ministro Delfim Netto ficou impressionado com a pancadaria de jornalistas de TV no discurso do presidente na ONU. “Parecia até que o atual governo criou o aquecimento global”, ironizou.

Marca importante

Ao contrário do alarde quando os números do Brasil subiam, não houve repercussão da queda abaixo de 500 mil pessoas infectadas pelo coronavírus. A queda nos casos ativos, desde o pico, já chega a 40%.

Só 150?

A Câmara vai lançar um livro explicando 150 expressões que, segundo os autores, ajudará as pessoas entender a política. O lançamento será nesta quinta e o download gratuito pode ser feito na Livraria da Câmara.

Pensando bem...

...em vez do de Hipócrates, alguns médicos peritos parecem ter feito o juramento dos hipócritas.

PODER SEM PUDOR

Pleonasmo nos olhos

Político tão esperto quanto simplório, Benedito Valadares era governador de Minas quando encontrou na antessala de Getúlio Vargas o ministro da Educação, Gustavo Capanema, que estranhou seus óculos escuros. “É uma conjuntivite nos olhos”, explicou Valadares. 

“Benedito, isso é um pleonasmo!”, reagiu o ministro, professoral. Valadares ignorou a observação e entrou para falar com Vargas. O presidente também estranhou os óculos escuros. 

Ele reagiu: “Presidente, o médico lá em Minas disse que era uma conjuntivite nos olhos, mas o Capanema, que quer ser mais sabido que os médicos, me disse que é um pleonasmo!...

 
 

Felpuda


Mesmo sem ter, até onde se sabe, combinado com o eleitor, candidato a prefeito começou a apresentar nomes do seu ainda hipotético secretariado, pois parece estar convicto de que conseguirá vencer a disputa.

Os adversários dizem por aí que ele está muito distante de “ser um Jair Bolsonaro”, que, ainda na campanha eleitoral para presidente da República, já falava em Paulo Guedes para ser seu ministro de Economia. Como sonhar é permitido