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TURISMO

Quando tudo isso acabar, para onde você vai viajar?

Enquanto a pandemia não termina, planejamentos incluem de chocolate quente em Curitiba a bater perna em Montevidéu
15/04/2020 07:30 - Naiane Mesquita


Quando tudo isso acabar, para onde você vai viajar? A pergunta é simples, mas os resultados são diferentes para cada um de nós. Há quem sonhe com a Itália e esteja juntando o investimento necessário desde janeiro, esperançoso que até o final de 2021 não exista mais preocupações com a pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Por outro lado, alguns só desejam visitar a família mesmo, lá em Corumbá, cidade história de Mato Grosso do Sul e porta de entrada para o Pantanal. Já outros almejam os encantos do Uruguai, país vizinho que tem a liberdade como principal bandeira. “Esse ano eu queria ir para o Uruguai, mas acho que vai ser difícil. Estávamos com uma viagem marcada para Curitiba em maio e a ideia era organizar a viagem para o exterior em novembro”, explica a jornalista Evelise Couto.

Ao lado do marido, Daniel Rockenbach, Evelise estava com as malas prontas para o show do Kiss e agora teve que se reorganizar. “A viagem para Curitiba foi remarcada para novembro”, explica.

Longe de cancelar tudo, Evelise e Daniel continuam com o sonho em dia, apenas esperando o momento certo. “A ideia é visitar Montevidéu. Quando viajamos, gostamos de ir aos pontos turísticos, bater perna e conhecer lugares que o pessoal vai no dia a dia. Que fogem um pouco do roteiro normal. Ir em cafeterias, livrarias, comida de rua, andar muito a pé e observar o que as pessoas gostam de fazer”, relata a jornalista, que fez uma viagem semelhante para outro ícone turístico da América do Sul, Buenos Aires. 

 
 

Melhor chocolate quente

Quem também tem um encontro marcado em Curitiba é artista Rachel Delvalle. Campo-grandense, ela morou por oito anos na cidade e descobriu uma verdadeira paixão, o chocolate quente na feirinha do Largo. “Essa feira é maravilhosa. Acontece todo domingo no centro antigo da cidade. No frito que começa em abril e acaba só em outubro, o chocolate quente é delicioso”, afirma.

O carinho pela cidade surgiu ainda na infância. “Sempre fui de férias, mas mudei para lá de vez quando fiz 20 anos. Amo demais a vida cultural que a cidade proporciona”, explica.