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TITE DESATA UM NÓ

Treinador da seleção brasileira tem mais convicções do que contradições

Confira a coluna de Paulo Vinicius Coelho desta sexta-feira (14)
14/01/2022 00:03 - Paulo Vinícius Coelho - PVC

A primeira convocação de Tite no ano da Copa do Mundo expõe o nó que o técnico da seleção precisa desatar, entre jogadores que julga indispensáveis e outros que o dia a dia grita que precisam jogar: Vinicius Junior e Paquetá.

Tite foi rápido ao perceber o crescimento de Paquetá e fez dele o seu grande curinga. Não foi tão veloz com Vinicius Junior, mas é justo dizer que a crítica brasileira também demorou para acreditar que o atacante do Real Madrid alcançaria tão rapidamente o protagonismo que alcançou.

O erro de Tite foi não tê-lo convocado para as partidas de novembro, contra Colômbia e Argentina. A correção se deu em tempo pelo corte de Firmino. Todo o mundo se lembra de que Vinicius não estava na convocação inicial, em novembro. Pouca gente fala que ele foi titular contra a Argentina.

Mais do que isso, o nome de Vinicius Junior esteve em todas as listas de 2021.

O contraponto está em Coutinho e Daniel Alves. Procura-se contradição no técnico da seleção. Mais fácil enxergar convicção. Ele só não pode morrer abraçado com os dois, mas tenta até a última gota contar com ambos, capazes de fazer a transição experiência-juventude.

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