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ESTREIA

”The Voice Brasil” volta ao ar para sua nona temporada a partir do dia 15

O reality retorna com protocolos de segurança e reforço na interação com telespectador
11/10/2020 10:00 - Geraldo Bessa/TV Press


A realização de uma temporada do “The Voice Brasil” requer muito tempo de produção. O período de inscrição de candidatos, por exemplo, começa cerca de 10 meses antes do início das gravações. Com a quarentena que provocou o fechamento dos Estúdios Globo entre os meses de março e julho a nona edição do “reality” parecia uma incógnita até recentemente. Após promover uma série de adaptações nos bastidores para se adequar aos protocolos de saúde, o programa volta a figurar na grade da Globo. Com exibições programadas para as terças e quintas, na Globo, e reprises às quartas e sextas, no canal pago Multishow, a nova edição vai ao ar no próximo dia 15 de outubro “Foi ótimo rever todo mundo. Fiquei muito feliz que conseguimos um jeito seguro de fazer o programa, com impacto zero na qualidade do que mais importa: a música”, exalta o apresentador Tiago Leifert.

Entre o elenco, a principal “baixa” sentida é a ausência da cantora Ivete Sangalo entre os técnicos. Para ocupar a vaga, a direção escalou o retorno de Carlinhos Brown ao programa, que desde 2018 estava apenas na versão “kids” do “The Voice”. “Estar no 'The Voice Brasil' é sempre uma alegria. Conhecer novas vozes, aprender tantas coisas novas com quem chega para apresentar seu canto, sua arte. É sempre muito bonito ver a coragem de quem está ali compartilhando sua voz com todos nós”, valoriza Brown que, nesta edição, se junta aos colegas Michel Teló, Lulu Santos e Iza para buscar a nova voz do Brasil.

Com uma limitação nas cenas externas que complementam as apresentações ou introduzem os participantes, os técnicos ganham mais uma função em 2020. Além de treinar seus pupilos para as batalhas semanais e dar dicas técnicas e conselhos de carreira, o quarteto também vai ajudar na produção de conteúdo para mostrar o que rola nos bastidores da produção. “Tudo nesse programa é muito empolgante. Minha estreia na edição passada foi um divisor de águas na minha carreira. A troca profissional foi incrível. Agora estaremos ainda mais próximos do público”, ressalta Iza. Para evitar aglomerações no estúdio e backstage, quase todo o conteúdo é feito a partir de vídeos e fotos no modo “selfie”. Para Jeniffer Nascimento, que comemora seu segundo ano como repórter do “The Voice Brasil”, é preciso se policiar o tempo inteiro para seguir as instruções de segurança. “Fiquei muito feliz quando a direção me ligou para dizer que teríamos uma importante missão este ano. Não poder ter contato físico ainda é muito desafiador para mim. Tem sido um exercício incrível expressar minha empatia pelo outro sem essa proximidade”, explica a atriz e vencedora do “Popstar”.

Aproveitando-se do isolamento social e querendo estreitar ainda mais os laços com o público, a nova temporada do programa aposta em uma série de ações interativas para engajar ainda mais os fãs do “reality”. Além de conteúdos exclusivos na página oficial da produção no Gshow e nas redes sociais do “The Voice Brasil”, a área de stories do Instagram ganhou um filtro especial com o tema do programa. Tudo para que o público também se sinta um participante da produção. “Tudo está voltado para quem está em casa. Já que não teremos plateia no estúdio, nosso intuito foi fazer com que as pessoas tenham total acesso a tudo o que acontece nas gravações”, conta o diretor artístico Creso Eduardo Macedo. Iniciadas no último mês de julho, as gravações da fase de audições às cegas já foram finalizadas nos Estúdios Globo, que agora espera o início dos shows ao vivo para as famosas batalhas entre os times selecionados pelos técnicos. “Precisamos de mais tempo para elaboração de arranjos e ensaios. Mas está todo mundo comprometido com essa nova dinâmica de produção. Superação, em todos os sentidos, é a palavra que define essa temporada”, valoriza o diretor.

 

Felpuda


Ex-cabecinha coroada anda dizendo por aí ser o responsável por vários projetos para Campo Grande, executados posteriormente por sucessor. 

Ao fim de seus comentários, faz alerta para que o eleitor analise atentamente de como surgiram tais obras e arremata afirmando que não foi “como pó mágico de alguma boa fada madrinha. 

Houve muito suor nos corredores de Brasília”. Então, tá!...