O projeto Som da Concha, que acontece quinzenalmente na Concha Acústica Helena Meirelles, no Parque das Nações Indígenas, realiza amanhã, às 17h30min, mais uma edição, destacando desta vez novas propostas da cena musical sul-mato-grossense.
A primeira atração será o o cantor Gustavo Vargas, que também atua na cena teatral e mostrará repertório diversificado com bossa nova, reggae, samba, forró e maracatu. Ele também destaca na apresentação paródias feitas de improviso.
Na sequência é a vez da banda Cara ou Coroa, originária de Dourados e formada no final de 2006 a partir de outras formações da cidade, Tarja Preta e Roleta Russa.
O nome do grupo remete ao estilo musical que apresenta lados opostos que se complementam, como o reggae, blues, funk e rock – de Alceu Valença a AC/DC, como os integrantes dizem.
Com João Paulo (Nego) no vocal, Alan Campione e Paulo Victor (PV) nas guitarras, Rogério (Baguá) no baixo, Claudio de Assis fazendo participação especial nos backing vocals e Marcos Vinicius na bateria, a banda apresenta composições próprias que expressam sobre dificuldades, amor e otimismo.
O show traz novas músicas, como “Do avesso”, “Sincero Amor”, com uma pegada de blues e rock clássico e a atual música de trabalho, “Crime passional”, que conta de uma forma bem humorada a história de uma mulher que roubou o coração de um homem que morreu por amor.
O show terá também a participação especial da cantora douradense Dani, na canção ‘Lágrimas’, do grupo Fase Terminal, na música “Quem sabe”, mistura de pop rock com hip-hop.
Correio B
Parque das Nações Indígenas
Som da Concha aposta em repertório variado
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