Aos 62 anos, Roberto Higa afirma que todos os dias registra imagens de Campo Grande (como na foto abaixo, de 1983, registrada na comunidade Tia Eva). Um dos repórteres-fotográficos mais importantes que a cidade já teve , há alguns anos está distante das redações, mesmo assim ainda mantém o hábito de sair pelas ruas e registrar aquilo que pode chamar atenção das pessoas. “Faço da fotografia minha rotina do fé, com ela acho que supero as coisas, inclusive problemas de saúde”, afirma.
Hoje, às 19h, na Antiga Estação Ferroviária – Avenida Calógeras, 3045, Higa realiza um antigo desejo, lança livro “Olhar”, que mostra alguns momentos da sua trajetória profissional, iniciada nos primeiros instantes da década de 1970 .
Antes de ser apenas um projeto de importância pessoal, o livro é fundamental para quem quer acompanhar as transformações sofridadas pela Capital nos últimos 40 anos.
“É uma publicação que eu queria ter lançado há muito tempo, mas que somente agora estou conseguindo viabilizar”, afirma.
A reportagem, de Oscar Rocha, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado no Caderno B.