Centenas de pessoas participaram de caminhada na manhã deste sábado, no município de Corumbá (MS), lembrando o Dia Internacional de Combate ao Câncer de Mama, comemorado em 19 de outubro, e o Dia Municipal do Outubro Rosa, instituído pela Câmara de Vereadores, em 2013, para ser celebrado no segundo sábado de outubro. A mobilização percorreu as ruas centrais da cidade.
Promovida pela Rede Feminina de Combate ao Câncer, a iniciativa integrou as atividades do Outubro Rosa, que busca estimular a participação popular na luta contra a doença e sensibilizar o poder público sobre a importância da questão. “Essa mobilização é para alertar que existe tratamento e prevenção. Para dizer que o câncer não mata, se diagnosticado precocemente. É também para que a população tenha consciência e o poder público tenha a atenção necessária com as campanhas de prevenção, exames e tratamento”, disse Luciana Nery Candia, presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer, ao site Diário Corumbaense.
A caminhada contou com a presença da incansável Rosa Mavignier, que estava em Barretos, interior de São Paulo fazendo o tratamento contra um câncer de ovário, descoberto em 2013. Ela se tornou símbolo da campanha Lenço Solidário, que doa lenços às pacientes em tratamento. “A maior importância para mim é a conscientização, pois a minha campanha é uma mera coadjuvante em todo esse momento não só brasileiro, mas também mundial porque o Outubro Rosa é nosso e vendo todo esse pessoal reunido, sabemos que são pessoas que já se conscientizaram de que a prevenção é necessária”, disse Rosa.
A caminhada destacou a importância da prevenção e principalmente do autoexame que as mulheres acima de 40 anos devem fazer. “Estou com 53 anos e faço o autoexame e principalmente a mamografia, anualmente. Eu já tive um parente na família que faleceu devido ao câncer, então, a prevenção é muito importante”, falou Rosilene Justiniano. “Com 59 anos, eu faço todo ano a mamografia, exame necessário para a prevenção. Uma mobilização como essa anima e muito as pessoas que estão em tratamento. Elas se sentem apoiadas num momento difícil da vida e estão aqui firmes e fortes”, explicou Darci Gonçalves.
(Com informações do Diário Corumbaense)