“Foi definitivamente um dos anos mais difíceis da minha vida. Passei por tanta coisa...”. Kesha se queixa, mas evita enumerar os problemas de 2014 ao G1. No entanto, não é difícil apontar as tais dificuldades. Ela se destacou menos pela música do que por começar o ano internada em umaclínica de reabilitação por distúrbio alimentar e terminar em uma briga judicial, ao acusar o produtor Dr. Luke de assédio sexual. A retomada em 2015, dessa vez focada nos palcos e estúdios, começa no Brasil.
“Gosto do Brasil, é inspirador. Ao mesmo tempo em que é diferente da Califórnia [onde ela nasceu], também me faz me sentir em casa. Da última vez [quando veio para o Rock in Rio, em 2011] as pessoas foram tão legais comigo”, diz. “Quero passear de barco, encontrar as praias, passar um tempo conhecendo a comida e as pessoas. Conhecer outra cultura para me inspirar”, planeja.
O trabalho no sucessor de “Warrior” (2012) será feito em 2015, mas não há data de lançamento confirmada. “Estou trabalhando em novas músicas sim, mas não sei quando sai”, diz. Alguma das músicas novas já prontas pode aparecer ao vivo no Brasil, ela diz. O som, como nos outros álbuns, não terá compromisso com coerência de estilos. “De rock and roll sujo a country music”, ela diz sobre o que ouve atualmente.