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LITERATURA

Academia de Letras de Mato Grosso do Sul reelege presidente para o triênio 2020-2023

Escritor Henrique de Medeiros e escritora Marisa Serrano foram eleitos presidente e vice-presidente da academia
23/10/2020 08:00 - Naiane Mesquita


O escritor, publicitário e jornalista Henrique Alberto de Medeiros Filho foi reeleito para a presidência da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras (ASL) para o triênio 2020-2023.  

Além de Henrique, a escritora e ex-senadora Marisa Serrano foi eleita como vice-presidente.

A Academia de Letras é uma das mais importantes e influentes casas culturais do Estado de Mato Grosso do Sul, foi criada em 1971 e possui 40 cadeiras, aos moldes da Academia Brasileira de Letras.

A nova diretoria, além do presidente Henrique de Medeiros e da vice Marisa Serrano, tem o historiador Valmir Batista Corrêa – também atual presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul – como secretário-geral; o escritor Samuel Xavier Medeiros como secretário; o poeta Guimarães Rocha como 1º tesoureiro; e o professor e escritor Américo Calheiros como 2º tesoureiro.  

A posse está marcada para o dia 30 deste mês, quando também serão divulgadas as diversas novas Comissões da ASL, que em conjunto com a diretoria atuarão nas atividades da casa e participarão dos eventos/projetos acadêmicos que serão desenvolvidos na próxima gestão.

Referência cultural de Mato Grosso do Sul, a ASL foi fundada como Academia de Letras e História de Campo Grande, cuja denominação predominou até dezembro de 1978, quando em assembleia geral, às vésperas da instalação da nova unidade da Federação (MS), em 1979, a instituição foi transformada em Academia Sul-Mato-Grossense de Letras.

A ASL tem programas literoculturais importantes, como o Concurso de Contos Ulisses Serra e o Concurso de Poesias Oliva Enciso. E mantém ainda o Chá Acadêmico, a Roda Acadêmica – ambos apresentam palestras de interesse da sociedade – e o Suplemento Cultural – caderno literário mais antigo de forma ininterrupta no País.

 
 

Felpuda


Figurinha cuja eleição estava sub judice trabalha intensamente para ter a votação legalizada. Isso acontecendo, garante uma das cadeiras de vereador. Assim, quem hoje foi proclamado eleito vai para a fila da suplência.

Caso isso ocorra, a figurinha que corre o risco não deverá ficar desamparada, pois deixou secretaria municipal para disputar as eleições e poderá ter a cadeira de volta em 2021. Agora, resta esperar para ver onde vai parar.