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LITERATURA

Aos 8 anos, Mariana usou sua imaginação para escreveu um livro que virou tema de prova escolar

"Um tigre que não queria ser listrado" é o primeiro livro da campo-grandense Mariana
09/11/2020 11:04 - Carol Alencar Cozzatti


A leitura na infância é extremamente importante, por ser capaz de provocar sentimentos e estimular a criatividade. A campo-grandense Mariana Canéppele de Melo Alves, 8 anos, descobriu cedo o amor pela literatura ao escrever o seu primeiro livro. “Um Tigre que Não Queria Ser Listrado”, lançado pelo Instituto Ser, foi o título escolhido por Mariana para narrar a sua primeira história. “O livro retrata um tigre que queria ser diferente de todos e, para isso, resolveu tirar suas listras. Mas ele não contava que as suas listras é que o mantinham aquecido. Assim, sem as suas listras, ele passou a ficar com frio e a se esconder em casa”, detalha a escritora.

Mariana, que cursa o terceiro ano do Ensino Fundamental, teve a ideia de escrever seu primeiro livro após o incentivo da professora de sua escola. “A gente tinha de fazer uma redação. Este era o trabalho, daí surgiu a ideia de escrever sobre o tigre que não queria ser listrado. Minha mãe me auxiliou em algumas correções gramaticais, e tudo foi incentivado pela minha família”, conta. 

De acordo com Mariana, o propósito do livro é levar uma mensagem de aceitação. “Eu espero que as pessoas fiquem contentes com a história, que sejam felizes como são”, pontua. 

Mas o contato com a leitura surgiu muito antes, quando ela ainda estava na pré-escola. “Desde o Jardim comecei a me interessar por leitura, inicialmente com os gibis do meu irmão e depois com alguns livros”, ressalta Mariana.
A escritora mirim virou até mesmo referência para outras crianças quando o título do livro foi citado em uma questão de matemática na escola em que frequenta. 

Brincar

Apesar de já ter lançado um livro, Mariana não deixa a infância passar em branco. Ela intercala seu tempo livre com o amor pela leitura e brincadeiras tradicionais de pega-pega e esconde-esconde. “Meus personagens favoritos são os heróis da Marvel”, frisa. 

 
 

Felpuda


Comentários ouvidos pela “rádio peão”, em ondas curtas, são de que figurinha só ganharia apoio dos colegas caso pessoa agregada fosse “curtir a aposentadoria” de uma vez por todas. Como seu acordo político acabou naufragando nesta campanha, agora dito-cujo estaria querendo recuar e não ceder o lugar. 

Isso até poderia acontecer, se não fosse a sua, digamos, eminência parda. Afe!