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ARTE EM CORES

Artista plástico e médico José Roberto Amin busca novas possibilidades artísticas com obras em três dimensões

José Roberto Amin sempre priorizou as texturas em seu trabalho
08/07/2020 07:00 - Naiane Mesquita


 

Artista plástico há mais três décadas, José Roberto Amin não esconde sua paixão por texturas. As últimas obras inspiradas no colorido dos corais marítimos seguem o abstracionismo informal que sempre o orientou na arte. Porém, além das telas texturizadas, a novidade é o formado, também possível em três dimensões, o famoso 3D.  

“Desde o começo eu sempre busquei texturizar o meu trabalho. Comecei a pintar em 1987 e já fiz mais de 1.300 obras. Agora estou envolvido nesse novo projeto, em um novo mercado, que é a saída um pouco do quadro plano”, explica Amin.  

A possibilidade de transmutar a obra surgiu pelo convite da Marcelo Neves Art Gallery,  a qual Amin é artista exclusivo. “Estamos buscando novos projetos com o meu trabalho, dessa vez em 3D. Ainda está em fase de produção. Eu envio as telas pintadas para a galeria em São Paulo e eles desenvolvem o projeto para fixar essas telas em vários suportes diferentes, como cubos ou móbiles, ou seja, em formato de três dimensões”, explica.

Segundo Amin, o trabalho busca uma forma totalmente contemporânea, onde o olhar se confunde com a pintura e escultura. “Ainda estamos em fase de análise de como ficariam essas obras, em busca de quem vai fazer o complemento, se vai ser em acrílico, madeira. É uma fase destinada a pesquisa mesmo”, aponta.  

Carreira

Amin é artista plástico, mas também médico perito. Nasceu em Três Lagoas, no interior de Mato Grosso do Sul e mudou-se para Campo Grande em 1979.  

Seus quadros estão espalhados pela Capital sul-mato-grossense, especialmente em consultórios médicos. Nesta nova fase, busca conquistar o mercado de artes plásticas brasileiro, por meio da parceria com a galeria paulista. “Eu fiz uma exclusividade com essa galeria, mas aqui em Campo Grande eu tenho toda a autonomia de vender uma obra”, reforça.

Segundo Amin, no entanto, o mercado parece promissor em São Paulo. “Há um mercado interessante em grandes centros”, frisa. 

 
 

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!