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Artista viaja pelo País e divulga impressionismo

Artista viaja pelo País e divulga impressionismo

OSCAR ROCHA

29/07/2011 - 00h00
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A principal missão do artista plástico Ronaldo Autuori é popularizar a técnica do impressionismo, criada no final do século 19 e que destacou os trabalhos de artistas como Monet, Renoir, Degas e outros. Filho de militar, Ronaldo percorreu várias partes do Brasil. A sua arte traduz os constantes deslocamentos, registrando paisagens diversas. Em Mato Grosso do Sul, fixou-se nas paisagens campestres, não se esquecendo do homem da região.
Para Ronaldo, a arte precisa conquistar todos os espaços possíveis.

Por isso, ele apresenta programa de televisão mostrando e comercializando peças artísticas, ministra oficinas livres, participa de leilões, coletivas individuais e, quando pode, como acontece agora em Campo Grande, pinta em espaço público com acompanhamento dos interessados. “A arte não pode ficar escondida, não adianta. Precisa estar em todos os lugares. Faço isso há mais de 30 anos e acredito na arte que tenha comunicação imediata com o público”, explica.

Autuori vive em constante itinerância pelo País, passando pequenas temporadas em pontos diferentes. “Eu morei em Campo Grande durante dois anos, na década de 1990, quando fiz muitos amigos e conheci muita gente. Atualmente, trabalho mais no Sul e na região Sudeste”, afirma.

Na atual temporada na Capital pretende permanecer por cerca de 30 dias, produzindo telas e orientando cursos livres. No currículo, o artista conta ainda com exposições no exterior, destacando mostra nos Estados Unidos e vários países europeus. Na sua avaliação, o ideal artístico não pode ser movido pela complexidade. “De um modo geral, as pessoas querem trabalhos de fácil entendimento. Querem algo próximo da fotografia, mais acadêmica, que tenha uma leitura simples”.

Ronaldo enfatiza que o impressionismo é um tipo de técnica, feito com espátula, destacando o trabalho com cor e contraste, luz e sombra, claro e escuro. As cores base são azul, vermelho, amarelo. As tonalidades nascem destas cores, com exceção do branco.    

Diálogo

Confira a coluna Diálogo na íntegra, desta sexta-feira, 1º de março de 2024

Por Ester Figueiredo ([email protected])

01/03/2024 00h01

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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George Bernard Shaw - escritor irlandês

"Errar é humano, mas se a borracha 
acaba antes que o lápis, 
estamos passando dos limites”.

FELPUDA

Há quem afirme que acordos políticos inimagináveis teriam sido celebrados em recantos secretos. Na mesa, dois tratados: o das eleições municipais e o da disputa em 2026. Com o vazamento, tornou-se fato até comum, e o que se sabe é que tem gente com acertos com este, aquele e aquele lá também, que sairão como “adversários”. A estratégia a ser adotada durante a campanha eleitoral será apoio ao candidato do partido no estilo “nem tanto ao mar nem tanto à terra”. Vai vendo...

Encontro

Estão abertas as inscrições para o 2º Encontro de Mulheres Empreendedoras – Mulheres à Frente: Reinvenção na Era Digital, que ocorrerá dia 11 de março, promovido pela Faculdade Insted. Da programação constam painéis e palestras, com a participação de destacadas personalidades.

Querendo

Quem estaria com intenções de disputar a prefeitura de Corumbá seria o ex-senador Delcídio do Amaral, presidente estadual do PRD (surgido da fusão do Patriota com o PTB). Em sua trajetória política, teve dois mandatos de senador, mas em maio de 2016 acabou cassado.

A partir do dia 5 de junho, começam a circular as cédulas de dinheiro do Reino Unido com a imagem do rei Charles III. O novo design poderá ser encontrado, inicialmente, em notas de cinco, 10, 20 e 50 libras. De acordo com o Banco da Inglaterra, as novas notas só serão impressas para atender a qualquer aumento na demanda ou para substituir as usadas. A decisão visa, segundo comunicado, minimizar o impacto ambiental e financeiro da mudança, com objetivo de condizer com a campanha ambiental do monarca.

Flavio Castro, Jair de Castro e Jary CastroVitor Thire. Foto: Lali Moss

Ressabiados

Alguns tucanos com intenções de disputar uma das cadeiras na Câmara dos Deputados estão analisando se valerá a pena entrar na briga em 2026. É que o ninho está congestionado de pretensos postulantes a uma das oito vagas. Atualmente, o partido ocupa duas cadeiras, e para qualquer agremiação conseguir eleger mais do que isso, é preciso que haja um milagre. Portanto...

Revanche

A entrada em cena do vice-governador Barbosinha (PP) como pretenso pré-candidato a prefeito de Dourados coloca lenha no fogo político que está fazendo o caldeirão da disputa ferver ainda mais. Embora diga que
sua disposição de partir para o confronto não se trata de vingança, ele pretende derrotar o atual prefeito 
Alan Guedes, hoje colega de partido, que foi seu adversário em 2020 e ganhou. Quer dar o troco neste ano.

Novo endereço

Para brigar com Alan Guedes, o vice-governador Barbosinha terá de mudar de partido. Mas sua pretensão de disputar deverá continuar ou acabar em 10 de março, prazo que ele mesmo anunciou, pois até lá quer saber se a população se empolgará com seu nome no páreo. Ele não sinalizou, caso a decisão seja pela pré-candidatura, onde se filiará. Nos meios políticos, dizem que mudaria de mala e cuia para o Republicanos.

Aniversariantes

Marina Hojaij Carvalho Dobashi,
Carlos Alberto de Assis, 
Gisleide Vincensi, 
Renato Tedesco, 
Sônia Puxian, 
Márcio Fontoura Corrêa, 
Djalma de Campos Vieira,
Beatriz Miranda Cortada Gouvea,
Dr. Geraldo Felipe Corrêa,
Telson Mendes Fontoura,
Célia Satiko Horiguchi Arima,
Neusa Ângela de Paula Sandim,
Pedro Presotto,
Perci Antonio Londero,
Prudencio Roda,
Rafael de Souza Lima e Silva,
Mathildes Calixto Vieira, 
Regiane de Souza Azarias Freitas, 
Elizabete Coimbra Lisbôa, 
Denis Felinbert, 
Edmé Pereira de Santa Rosa,
Giovanna Kamiya Abdala de Sá Nascimento,
Dr. José Augusto Nasser, 
Dr. Márcio Martins, 
Nahara Tatiana Serejo de Carvalho, Isabel Arteman Leonel da Melo, Antonio Silveira,
Felipe Augusto Vendrametto Paes,
Marcela Tiaen, 
João Ilton Alves,
Rosemary Diacópolus,
Ena Margarita Melville Paiva,
Marcos Rogério Saes Santiago,
Adelcy Maria Rocha Simões Corrêa,
Maria Cristina Campos Casarin,
Mariza Augusta de Oliveira Castro,
Fernando Augusto de Salles,
Regina Paulina Fidalgo Figueira, 
Maria Auxiliadora Abe,
Ligia Engelberg de Souza, 
Irene Machado Pereira, 
Atanásio Chaves de Oliveira, 
Carlos Augusto Homrich, 
Eliana Mara da Silva Ferreira, 
Márcio Jamil Yachouh,
Dra. Kátia Fróes Seabra Duré, 
Paulo Tuyosi Kinoshita, 
Fernando Sanches Martinez,
Lourival Andrade Lima,
Alvino Moisés da Silva, 
Roza Maria Schunke,
Nilton Ferreira de Brittes,
Iluska Ribeiro Barbosa,
Magali Freire Barcello,
Rosemeire Ueti Oshiro,
Telema Holbach da Cunha,
Arão da Silva Rocha,
Luciana Reich,
Américo Amodio,
Veridyana Cardoso Fantinato,
Valter Sanches, 
Juliano Marques Fernandes,
José Paulo Miranda dos Santos,
Isabela Bandeiro de Melo Isso,
Alan Cândido da Silva, 
Leandro Silveira Plinta, 
Jair Arantes Sodré,
Eliane Buchala Bicca Rodrigues,
Dr. José Angelo Barbieri, 
José Nilson Reinert,
Jairo Izaul dos Santos, 
Rosane Ferri Pereira,
Vanderlei José da Silva, 
Aieska Cardoso Fonseca, 
Elizandra Thais Frezarin Rosa, 
José Paulo Scarcelli, 
Iranildo Ferreira de Souza,
Mário Lúcio Carneiro da Costa, 
Lizandra Gomes Mendonça, 
Seriberto Henrique de Almeida, 
Zuleica Ramos de Morais,
Fernando José Paes de Barros Gonçalves,
Adriana Moreira dos Santos,
Carlos Edilson da Cruz,
Heitor Evaristo Fabricio Costa,
Arismende Tavares Cardoso de Lima,
Karla Gonçalves Amorim,
Leonice Uhde Rovedo,
Raquel Goulart, 
Dr. Odilon Marques Filho, 
Edvan Thiago Barros Barbosa,
Jussimara Fernandes,
Maria Clara Rosa Mendes,
Conrado de Alcântara,
Isabel Cristina Ferreira da Silva,
Thaiany Brito Lima , 
Carlos de Andrade Lopes, 
Maria Lúcia Monteiro de Oliveira, 
Rogério Aparecido dos Santos,
Sirley Fonseca Leai,
Arthur Mário Rosa da Silva,
Francisco Pereira de Souza,
Vivi Gomes Costa,
Marcelo Conrado Batista,
Edna Barros da Cunha
Beatriz Larissa Flôres,
José Carlos Lemes de Almeida,
Lindaura Nantes Barbosa de Carvalho.

Colaborou Tatyane Gameiro

proteção

Com a alta incidência de casos de dengue, confira dicas para escolher o melhor repelente

O melhor repelente

29/02/2024 10h00

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Com o aumento do calor, o ciclo reprodutivo dos mosquitos acelera, intensificando o incômodo das picadas e dos zumbidos, especialmente durante o verão. Além do desconforto, a preocupação com as doenças transmitidas por esses insetos, como a dengue, a zika e a chikungunya, torna os repelentes itens essenciais para a proteção.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprova três tipos de ativos para os repelentes: dietiltoluamida (Deet), IR 3535 e icaridina, cada um oferecendo níveis diferentes de eficácia e sendo recomendado para diferentes perfis. Todos esses são considerados seguros para gestantes.

Ao Correio do Estado, o doutor Alexandre Moretti de Lima, professor de Dermatologia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e sócio efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica o que é importante observar na hora de escolher o repelente e quais são as recomendações conforme a faixa etária.

“Existem três tipos de repelentes no Brasil: os sintéticos e químicos, que incluem a icaridina, o Deet e o IR 3535 a 30%. A icaridina é permitida para crianças a partir de dois anos, com concentrações de 25%, proporcionando proteção de até 10 horas”, esclarece.

“O Deet, com concentração de até 10%, pode ser utilizada em maiores de dois anos, com aplicação não superior a três vezes ao dia em crianças de dois a 12 anos. Já o IR 3535 a 30% é permitido para crianças acima de seis meses, com proteção de até quatro horas”, complementa.

Ele ressalta a importância de escolher repelentes de acordo com a faixa etária e destaca a eficácia da icaridina para adultos por conta de seu período de proteção mais longo.

“A recomendação é utilizar, no adulto, repelentes com maior período de duração, como os que são à base de icaridina, com concentração de 25%, que oferecem uma proteção mais prolongada, chegando de oito a 10 horas”, pontua.

O dermatologista enfatiza novamente a importância de considerar a faixa etária ao escolher um repelente, alertando sobre a contraindicação para recém-nascidos e recomendando medidas físicas de proteção nesses casos.

“É importante observar a escolha do repelente, principalmente considerando a faixa etária. Leva-se em consideração a idade, a concentração do produto, o tempo de ação e se ele é sintético, químico ou natural”.

Qualquer tipo de repelente é contraindicado para crianças desde o nascimento até os seis meses de vida, sendo recomendado o uso de proteção física, como telas nas janelas e mosquiteiros.

“Na escolha do repelente, deve-se considerar a faixa etária. Para crianças de zero a seis meses, não é indicado o uso de repelente, sendo preferível adotar medidas de proteção física, como roupas compridas e mosquiteiros. Dos seis meses aos dois anos, o IR 3535 a 30% é o único aprovado”, alerta o especialista.

“Acima de dois anos, tanto a icaridina quanto a dietiltoluamida podem ser utilizadas. Lembrando que repelentes naturais, por sua volatilidade e curta duração, não garantem proteção adequada contra o mosquito Aedes aegypti”, completa.

Além disso, deve-se evitar o uso e a fabricação caseira de repelentes naturais, como a citronela, por conta de sua curta duração e de potenciais efeitos adversos, como o risco de dermatite de contato e de intoxicação.

“Repelentes naturais à base de ervas, como citronela, têm efeito rápido, inferior a duas horas, podendo causar dermatite de contato, intoxicação e irritação na pele, sendo aconselhável evitá-los”, exemplifica.

Entre os grupos específicos, como o de gestantes, o dermatologista afirma que a Anvisa assegura que não há impedimentos no uso de repelentes, desde que os produtos estejam devidamente registrados e utilizados conforme as instruções.

“Em relação ao uso por gestantes, a Anvisa não impede a utilização de repelentes, desde que registrados e seguindo as instruções de uso. Todos os três produtos – Deet, icaridina e IR 3535 – podem ser usados por gestantes sem problemas”, explica.

Por fim, para o público específico de idosos, é preciso considerar a sensibilidade da pele, e por isso é aconselhado o uso de repelentes mais suaves, como a icaridina e o IR 3535.

“Para idosos, em razão da pele mais fina e sensível, são recomendados repelentes mais suaves, como a icaridina e o IR 3535, para minimizar a probabilidade de irritação na pele”, finaliza o dermatologista.

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