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AUDIOVISUAL

Ator de MS participa de série exibida na Amazon

Tero Queiroz integra elenco de produção filmada no Brasil
26/04/2020 09:00 - Naiane Mesquita


Com apenas 23 anos, o ator sul-mato-grossense Tero Queiroz, integra a série “Insustentáveis”, obra disponível no catálogo da Amazon Prime Video.

A obra de ficção acompanha a chegada de dois improváveis membros em uma comunidade alternativa no interior do Mato Grosso. Luísa, fugindo de um enorme vexame protagonizado ao vivo num famoso reality show, e seu namorado, Caio, publicitário, que nunca superou um amor de infância por sua amiga Kris, a autoritária, porém amável fundadora da comunidade.

Nesse ambiente está Well, o jovem trabalhador da comunidade vivido por Queiroz. “O meu personagem morava em uma cidade próxima à comunidade e ele é um cara sozinho que acaba entrando em contato com a família que mora na comunidade”, explica o ator.

A série foi filmada na Reserva do Jamacá, a 7km do centro da Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso. A locação escolhida é uma área pertencente ao fotógrafo e ambientalista Mário Friedlander, instalado na região desde a década de 1980.

O espaço foi o escolhido após sugestão de um dos diretores da produtora de cinema Cérberos Filmes, de Jaciara, Perseu Azul, que conhece Friedlander. O local conta com quilômetros de mata nativa, além de uma bela cachoeira e construções rústicas, como uma casa feita de adobe, onde reside o fotógrafo.

A obra foi possível por meio do edital público do Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Audiovisual Brasileiro (Prodav), voltado à região Centro-Oeste, do Fundo Setorial do Audiovisual da Agência Nacional de Cinema do Brasil.  

“Fui selecionado para a série por um teste on-line. Passei no teste e fui chamado para fazer o teste em Mato Grosso”.  

A série pode ser conferida no catálogo da Amazon brasileira. 

 

Felpuda


É quase certo que a aposentadoria deverá ocorrer de maneira mais rápida do que se pensava em determinado órgão. O que deveria ser a tal ordem natural dos fatos acabou sendo atropelada por acontecimentos considerados danosos para a imagem da instituição. Os dias estão passando, o cerco apertando e já é praticamente unanimidade de que a cadeira terá de ter substituto. Mas, pelo que se ouve, a escolha não deverá ser com flores e bombons de grife.