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AGENDA CULTURAL

Blocos de rua mantêm a contagem regressiva para o Carnaval neste fim de semana

Os blocos de rua mantêm a contagem regressiva para o Carnaval em alta vibração neste fim de semana, com eventos na Rua Barão do Rio Branco, na Esplanada Ferroviária e na Feira Borogodó

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A vibração pré-carnavalesca segue em alta em Campo Grande, com eventos dos blocos de rua animando diferentes regiões da cidade, além dos ensaios técnicos das escolas de samba. O baticum já começa amanhã de manhã, quando os 13 blocos que integram o Aglomerado de Blocos de Carnaval de Rua de Campo Grande (ABC) se reúnem, a partir das 9h, no Bar do Zé, na Rua Barão do Rio Branco, nº 1.213.

A proposta do evento é marcar “simbolicamente o início da folia”, com o lançamento oficial do calendário do carnaval de rua da entidade. Cordão Valu, Capivara Blasé, Farofolia, Farofa com Dendê, Forrozeiros MS, IPA Lê Lê, Bloco do Reggae, Nada Sobre Nós Sem Nós, Só Love, Bloco As Depravadas, Calcinha Molhada, Bloco Eita e Subaquera são os blocos atualmente filiados ao ABC, que foi criado em julho de 2024.

Ou seja, do forró (Forrozeiros MS) ao reggae (Bloco Reggae), naturalmente passando pelo samba, as marchinhas e o axé baiano, um mosaico bem diversificado da música de Carnaval deve ressoar na calçada do Bar do Zé, dando partida à festança.

“O Carnaval é diverso por natureza. Blocos grandes só fazem sentido se caminharem junto com os menores, que trazem inovação, identidade e resistência cultural. Essa convivência garante um Carnaval plural, democrático e verdadeiramente popular”, diz Silvana Valu, idealizadora do Cordão Valu.

BLOCO REGGAE

Também neste sábado, o Bloco Reggae marca presença na Plataforma Cultural (Esplanada Ferroviária), das 16h às 22h, recebendo dois sound systems – o Rockers e o Radiola Reggae. As duas atrações prometem embalar o público presente com clássicos e novidades do gênero, do roots reggae ao raggamuffin e o dancehall, vertente consagrada por nomes como os jamaicanos Shabba Ranks e Shaggy. O último esquenta do bloco tem uma feirinha com arte, artesanato e moda e a tradicional campanha para doação de alimentos não perecíveis.

BOROGODÓ

Já a 20ª edição da Feira Borogodó, neste domingo, das 9h às 15h, na Praça Coophafé (Rua das Garças), promove mais um encontro dos blocos de rua, com a participação de passistas da escola de samba Igrejinha, roda de samba do grupo SambaCaos e do Samba do Borogodó, a pipoca do cantor Silveira, aula de axé com Roberto Coutinho e matinê infantil, além feira de expositores de economia criativa, envolvendo, arte, artesanato, colecionismo, antiguidades e moda.

BÊBADOS

No lineup rocker da Cervejaria Canalhas (Rua Oceano Atlântico, nº 99, Chácara Cachoeira), tem duas bandas fazendo covers hoje – Dona Zica e Rock de Garagem (R$ 15 + R$ 3,99 de taxa via Sympla) – e mais dois shows gratuitos – Brothers Jam, amanhã, e Bêbados Habilidosos, no domingo. Sempre a partir das 19h.

CINEMA

Na trama de “Socorro!”, novo longa do diretor Sam Raimi (“Homem-Aranha”, “Uma Noite Alucinante”, “Oz: Mágico e Poderoso”, “Rápida e Mortal”), dois colegas, interpretados por Rachel McAdams e Dylan O’Brien, vão parar em uma ilha deserta e são os únicos sobreviventes de um acidente de avião. Eles devem superar ressentimentos passados e trabalhar juntos para sobreviver, mas, em última análise, é uma batalha de vontades e inteligência para sair de lá vivos.

Com Kate Hudson e Hugh Jackman nos papéis principais, “Song Sung Blue”, do diretor Craig Brewer (do remake de “Footloose” e de “Um Príncipe em Nova York 2”), mostra dois artistas da música cheios de azar que acabam formando uma banda tributo a Neil Diamond, “provando que nunca é tarde demais para encontrar o amor e seguir seus sonhos”.

E em “O Primata”, de Johannes Roberts (“Medo Profundo”, “Do Outro Lado da Porta”), um chimpanzé em fúria persegue a estudante universitária Lucy (Johnny Sequoyah) e seus amigos.

Cordão Valu

O Cordão Valu é um dos 13 blocos que marcam presença no encontro que o Aglomerado de Blocos de Carnaval de Rua de Campo Grande (ABC) promove amanhã, a partir das 9h, no Bar do Zé, na Rua Barão do Rio Branco, nº 1.213; grátis

Bloco Reggae

Rockers Sound System e Radiola Reggae são os grupos de sound system que comandam o som no último esquenta do bloco; amanhã, a partir das 16h, na Plataforma Cultural, grátis

Feira Borogodó 

O grupo SambaCaos, o cantor Silveira e passistas da escola de samba Igrejinha estão entre as atrações da 20ª edição da feira cultural, na Praça Coophafé; no domingo, das 9h às 15h, grátis

Bêbados Habilidosos 

A banda, que se apresenta gratuitamente no domingo, está entre as atrações da Cervejaria Canalhas neste fim de semana; Dona Zica, Rock de Garagem e Brothers Jam também estão no lineup da casa 

 “Socorro!” 

Rachel McAdams (foto) e Dylan O’Brien protagonizam o novo longa de Sam Raimi (“Homem-Aranha”), em que dois colegas lutam para sobreviver numa ilha deserta cheia de riscos letais.

“Song Sung Blue” 

Dois músicos azarentos e idealistas – Kate Hudson e Hugh Jackman – acabam fazendo sucesso com covers de Neil Diamond, astro dos anos 1970, e enfrentam vários dilemas para seguirem com os seus sonhos.

“O Primata” 

A estudante Lucy (Johnny Sequoyah) e seus amigos precisam enfrentar os ataques de fúria de um incansável chimpanzé.

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FOLIA

Bebeu muito no Carnaval? Veja dicas de nutricionista para amenizar a ressaca

Ressaca acontece por conta de desidratação, hipoglicemia, efeitos tóxicos do álcool e acetaldeído no cérebro

15/02/2026 17h00

Pessoa com ressaca - Imagem de ilustração

Pessoa com ressaca - Imagem de ilustração

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Milhares de foliões pulam Carnaval nesta sexta (13), sábado (14), domingo (15), segunda (16) e terça (17).

Mas, muitos aproveitam a festa como se não houvesse amanhã e exageram na dose alcoólica. Como consequência, a ressaca é a primeira a 'dar as caras' no dia seguinte.

Ressaca é um conjunto de sintomas físicos e mentais, que causam dor de cabeça, sensibilidade à luz e som, fadiga, sede, tontura, náusea, vômito, boca seca, cansaço, sudorese e falta de apetite.

O álcool, em excesso, afeta a alteração da absorção de nutrientes, causa sobrepeso e aumento da barriga, altera a flora intestinal, interfere na imunidade, prejudica a pressão arterial e causa cirrose.

Em entrevista ao Correio do Estado, a nutricionista pós-graduada em Nutrição Esportiva, Lauana Emanuela Oliveira, afirmou que o fígado é o órgão do corpo que mais sofre com o excesso de álcool.

"O fígado é responsável por transformar substância tóxicas em não tóxicas no nosso organismo e o álcool é uma substância tóxica. Quando o álcool chega no fígado, é transformado em ácido acético, que é uma substância que não nos faz mal. Mas, antes desse processo acontecer, ele é transformado em acetaldeído, que é algo mais tóxico ainda. Então, o nosso organismo não fica apenas exposto apenas a uma substância tóxica, mas sim a duas", explicou.

"A sensação de mal estar é causada pelo acetaldeído. O fígado ficou trabalhando para processar o álcool e deixou de executar funções importantes, como liberar glicose nos momentos de jejum. O cansaço do dia seguinte é resultado de um corpo intoxicado que ficou lutando contra os baixos níveis de açúcar no sangue", finalizou.

As dicas que a especialista dá, para amenizar a ressaca, são:

  • Comer melancia, melão, abacaxi e laranja (frutas com alto teor de líquido)

  • Tomar bastante água

  • Ficar em repouso

  • Se alimentar bem

  • Tomar café preto

Coma alcoólico

Coma alcoólico é quando se ultrapassa o limite de metabolização do álcool pelo fígado. Com isso, o órgão não consegue mais realizar seu papel e o nível de álcool continua alto no sangue, causando intoxicação nos órgãos internos e no cérebro.

O excesso ocorre quando há mais de uma grama de álcool por litro de sangue e depende não apenas da dosagem que é consumida, mas também do peso, altura, alimentação e constituição física da pessoa. 

A partir das três gramas por litro, já é possível aparecer problemas cardiorrespiratórios, perda de consciência, desmaios, convulsão e hiportermia.

Capa da semana Correio B+

Entrevista exclusiva com a atriz Gabi Spaciari, ela interpreta a saudosa Elke Maravilha em filme

"Viver Elke Maravilha foi um trabalho de observação e detalhes muito grandes"

15/02/2026 16h00

Entrevista exclusiva com a atriz Gabi Spaciari, ela interpreta a saudosa Elke Maravilha em filme

Entrevista exclusiva com a atriz Gabi Spaciari, ela interpreta a saudosa Elke Maravilha em filme Foto: Arturo Cordero

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Celebrando 15 anos de carreira, Gabi Spaciari pode ser vista em duas produções recentes do streaming: Na Netflix, a atriz interpreta Elke Maravilha no longa “Silvio Santos vem aí”, ao lado de Leandro Hassum. Já na Prime Video, ela pode ser vista nos filmes “O armário mágico” e “Um caso de outro mundo”, que protagoniza ao lado de Glauce Graieb e Nívea Maria.

Paranaense, Gabi também é produtora. Entre seus projetos está o curta-metragem "Broken Hills", dirigido por Edmilson Filho. A obra, que ela escreveu e estrelou, recebeu diversos prêmios e indicações de Melhor Atriz em festivais internacionais. Atualmente, a artista está em fase de pós-produção do documentário longa-metragem "Mom Street", que dirigiu e produziu, abordando a comunidade de Skid Row, em Los Angeles, e possíveis soluções para a situação das pessoas em situação de rua.

Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Gabi Spaciari também atuou nos longas brasileiros "Love in Quarantine" e “Fora de Cena”.  Ela ainda tem trabalhos na Espanha, nos Emirados Árabes e nos Estados Unidos, onde participou da série americana "The Bold and the Beautiful", exibida pela CBS, e da peça "Paisaje Marino con Tiburones y Bailarina" - vencedora do Encore Award no Hollywood Fringe Festival (2018).

Gabi também tem no currículo campanhas para marcas nacionais e internacionais, como O Museu do Luvre, Warner Bros, Museu Sheik Zayed, e participações em videoclipes “Maresia", do cantor português Gohu, e "One Last Time", da cantora canadense Maggie Szabo.

Gabi é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana, e em entrevista ao Caderno ela fala sobre carreira, trabalhos e seu papel como a icônica Elke Maravilha em filme. 

Entrevista exclusiva com a atriz Gabi Spaciari, ela interpreta a saudosa Elke Maravilha em filmeA atriz Gabi Spaciari é Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Arturi Cordero - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Gabi você interpreta Elke Maravilha no filme “Silvio Santos Vem ai’”, que está disponível na Netflix. Como foi dar vida a esse ícone nacional? Como a caracterização impactou na sua atuação?
GS -
 Foi uma delícia! Não tem como colocar um ornamento na cabeça de 30 centímetros e agir naturalmente, imediatamente a gente vira Elke! Elke tem muitas camadas, nesse filme a gente vê só a caracterização. 

CE - Você também pode ser vista nos longas “O armário mágico” e “Um caso de outro mundo”, do qual é protagonista, na Prime Video. Como você observa o espaço que streaming dá para produções e artistas hoje?
GS -
Acho que é uma via de mão dupla, custa tanto para fazer uma produção que ter uma quantidade tão diversa de filmes, sem precisar produzir é extremamente lucrativo para os streamings. E para os filmes é essencial exposição. Então, acho que ambos se beneficiam.

CE - Apesar de vários filmes no currículo, você ainda não tem novelas. Sonha em trabalhar nesse tipo de produção no Brasil?
GS -
Claro que sim! Poder ir ao set durante meses seguidos deve ser uma delícia para o ator. No cinema, as produções que participei duraram de 2 semanas a 2 meses. 

CE - Acha que fazer novela e TV aberta são ainda fundamentais para a visibilidade dos artistas?
GS -
 Depende do país que estamos falando. Se for Brasil, com certeza, já que somos o país das telenovelas. Ao redor do mundo, não. Os programas mais vistos não são novelas.

CE - Você fez vários trabalhos pelo mundo, como nos EUA e na Espanha. O que enxerga de diferente no mercado internacional? E como é se manter trabalhando fora do país?
GS -
 Cada país difere muito em termos de produção audiovisual. Os EUA são mais estruturados e acessíveis em termos de acesso aos castings, por exemplo. A Espanha é um mercado aquecido da Europa, onde já fiz comercial. Mas, em qualquer parte do mundo, oO caminho é sempre o mesmo: agências, testes, conhecer gente, manter material atualizado, continuar aprendendo…

CE - Em Paralelo à vida de atriz, você é produtora e tem curtas em festivais e está finalizando outros. Como é assumir as rédeas de projetos pessoais? 
GS -
 É gratificante ver ideias que eram só suas ganhando vida e sendo abraçadas por outras pessoas. Acho que esse é o poder da comunicação. Acredito que é uma necessidade contar histórias e, às vezes, elas ainda não foram abordadas por determinado ângulo. Então, surge daí a minha necessidade de contá-la.

Entrevista exclusiva com a atriz Gabi Spaciari, ela interpreta a saudosa Elke Maravilha em filmeA atriz Gabi Spaciari é Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Divulgação - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Você está festejando 15 anos de trajetória artística. Qual avaliação você faz da sua carreira até aqui? 
GS -
 Às vezes, eu olho pra trás e parece que já vivi várias vidas. A menina que fazia teatro na cidade de 6 mil habitantes é muito diferente da que trabalhou em Los Angeles. Sempre o que me motivou foi o aprendizado como ser humano para ser uma artista melhor. Acredito que ter morado e trabalhado em várias culturas ao redor do mundo transformou muito minha visão e trajetória enquanto artista.

CE - Você mora em Dubai. Como é a vida por ai? Como é atravessar oceanos pra fazer trabalhos como atriz?
GS -
 Sim! Em Dubai trabalho em comerciais e fotos para marcas bem conhecidas como Museu do Louvre e Warner Bros, por exemplo. Também como assistente de direção em produções locais. Sempre se ganha algo e se perde algo! Aqui as produções cinematográficas são quase inexistentes. 

CE - Quais seus sonhos profissionais?
GS -
 Quero continuar produzindo histórias com senso crítico social, como o documentário que estou trabalhando sobre Skid Row. E participar de filmes e projetos que sejam interessantes! De história, de equipe, mais do que quantidade estou buscando alinhamento e qualidade. 

CE - Quais os próximos projetos a caminho?
GS - 
Mom Street, meu documentário que está em pós-produção. Ele tem direção e produção assinadas por mim e aborda a comunidade de Skid Row, em Los Angeles, e possíveis soluções para a situação das pessoas em situação de rua.

 

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