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Capcom lançará seriado oficial de Street Fighter para web

Capcom lançará seriado oficial de Street Fighter para web

techtudo

16/07/2012 - 02h00
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A Capcom anunciou durante o evento San Diego Comic-Con que vai lançar um seriado com atores reais de Street Fighter para a Internet em 2013. Street Fighter: Assassin’s Fist é o nome da série, que vai ser produzida pela equipe de Joey Ansah, fã responsável por vídeos caseiros inspirados pelo jogo que fizeram sucesso na web – e provavelmente chamaram a atenção da Capcom.

O anúncio foi feito por Yoshinori Ono, produtor de Street Fighter IV. Joey e sua equipe montaram um pequeno vídeo onde se apresentaram e falaram um pouco da futura produção. Ele promete que o filme vai ser fiel ao game e deixar os fãs de queixo caído, com direito a lutas frenéticas e efeitos especiais de ponta.

No início deste ano Joey lançou o fã-filme Street Fighter: Legacy, curta-metragem que foi publicado no YouTube e mostra uma luta entre Ryu e Ken, com coreografia digna de grandes filmes de artes marciais e atores bem caracterizados como os personagens.

Apesar de ser criado por um fã Street Fighter: Assassin’s Fist vai ser um produto oficial da Capcom. Resta torcer para que seja melhor que os filmes anteriores de Street Fighter.

Confira a apresentação da Joey abaixo, e logo depois relembre o curta Street Fighter: Legacy.

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Capa B+: Entrevista exclusiva com a atriz Andréa Bak destaque na novela "Rancho Fundo" na TV Globo

"Sempre almejei desde criança trabalhar no audiovisual, e agora virou realidade estar na TV".

22/07/2024 06h00

Entrevista exclusiva com a atriz Andréa Bak destaque na novela

Entrevista exclusiva com a atriz Andréa Bak destaque na novela "Rancho Fundo" na TV Globo Foto: Thais Ramos

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Atriz, poeta e rapper, Andréa Bak está estreando nas novelas em “No Rancho Fundo”, na TV Globo. Na trama, ela dá vida a Esperança, a filha do meio de Primo Cícero (Haroldo Guimarães) que é muito bem-humorada e se faz de santa apenas para agradá-lo. Com apenas 23 anos, a carioca também pode ser vista na série musical “Vicky e a Musa”, disponível no catálogo do Globoplay.

"As artes de rua me encantam desde nova. A arte sempre me chamou e eu nunca neguei estar com ela. Não importa se eu trabalho com poesia e sofro preconceito, vou sofrer também dentro de um laboratório de química como técnica formada que sou e ainda sim com diploma podem subjugar minha intelectualidade o assunto", explica Andreia.

Com o curta “Ficção suburbana” e a peça "Marielle Presente" (que ganhou o prêmio Musical Rio por Melhor Musical Original) no currículo, a artista também contribuiu como autora no livro de antologias “Favela em Mim” e participou como uma das autoras do livro "Tabuleiro de Ficções"

Com formação em química e cursando bacharelado em artes cênicas na CAL, Andréa Bak integrou o grupo de Rap Nefetaris Vandal e faz parte do coletivo de poetas Slam das Minas RJ desde 2017 - um movimento artístico de mulheres LGBT’s. Inclusive, em 2018 estreou os clipes “Manicômio Cypher 3” e “Dororidade”, tendo este concorrendo ao melhor videoclipe no Festival Internacional de Cinema em Brasília.

A carioca também trabalha como ativista social. Desde 2016, a moradora do Antigo Quilombo da Praça Onze, no Rio, atua em defesa dos direitos humanos e do preconceito racial. Entre suas atividades estão a participação na luta pelo Passe Livre e na organização de atos e palestras acerca do acesso ao ensino a todos. Ela também propaga a literatura produzida por mulheres negras e apresenta oficinas de poesias falada para colégios públicos.

Capa do Correio B+ desta semana, Andréa Bak falou com exclusividade sobre sua estreia no audivisual, lutas ativistas, sua personagem na atual novela da TV Globo ao lado de grandes nomes e novos sonhos e projetos.

Entrevista exclusiva com a atriz Andréa Bak destaque na novela "Rancho Fundo" na TV GloboA atriz Andréia Bak é Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Thais Ramos - Diagramação: Denis Felipe e Denise Neves

CE - Andrea você está estreando nas novelas em “No Rancho Fundo”, na TV Globo. Como tem sido esse seu momento profissional? Como foi seu primeiro dia no set? Alguma curiosidade nesse momento como novata?
AB -
Tem sido um momento de realização dos sonhos da menina sonhadora que mora aqui dentro. Sempre almejei desde criança trabalhar no audiovisual, e agora o sonho partiu da imaginação para eu vivê-lo na realidade.  O primeiro dia de gravação já foi ao lado dos grandes nomes da teledramaturgia brasileira.

Era uma cena da família da Esperança com os seus primos Leonel Limoeiro, e ali eu contracenei com Alexandre Nero, Andréa Beltrão e Haroldo Guimarães. Atores que eu cresci vendo na TV. 

A curiosidade de estrear numa novela é o reconhecimento. As vezes esqueço que diariamente os 23 milhões de pessoas em média do mundo todo me assiste e que, portanto, vou ser reconhecida na rua e tenho que me comportar por isso. É porque eu sou muito brincalhona, as pessoas não esperam isso!

CE - “No Rancho Fundo” é um sucesso. Trata-se de uma novela ambientada no Nordeste e que conta com um grande número de atores nordestinos. Como é pra você, uma jovem carioca, fazer parte desse projeto?
AB -
 É muito delicioso porque através da minha personagem posso honrar toda a minha ancestralidade nordestina por parte de mãe. Com certeza tem parentes meus lá em Recife, e que super adora a Esperança e nem imagina que é do meu sangue.

Posso me conectar com eles. Além disso, a gente que é estudante de teatro passa a vida toda querendo viver personagens de outros mundos diferentes do seu. Um outro sotaque, uma diferente personalidade, uma região que não a sua, então é também uma realização da eterna estudante apaixonada pelas artes cênicas.

CE - Esperança, sua personagem, é uma jovem bastante esperta, ativa e bem-humorada. O que tem de Andrea nela e o que a personagem tem ensinado para você?
AB -
 Acho que isso tudo aí! Mas tem uma coisa bem em comum entre mim e Esperança: não se contentar com pouco. Tanto é que tenho algumas outras profissões porque sempre gostei de expandir meu mundo com o máximo de possibilidades, e a Esperança me lembra que esse é meu caminho também, com estradas pluriversais!

Entrevista exclusiva com a atriz Andréa Bak destaque na novela "Rancho Fundo" na TV GloboNa novela "O Rancho Fundo" - TV Globo

CE - Você tem apenas 23 anos e já tem uma trajetória de engajamento como mulher preta e LGBT. Como é ser referência para tantas mulheres e meninas mesmo tão nova?
AB -
 Eu sempre escutei, ao longo da minha trajetória, que sou um sonho materializado dos meus ancestrais. Portanto, não me permito fazer por menos. Se os meus mais velhos lutaram pela minha existência hoje ser brilhante, eu apenas dou continuidade a esse legado de vida! Temos que ser referência pra nós mesmos, afinal os olhinhos das nossas crianças brilham quando veem uma rainha reinando. Então, vamos fazer essas meninas acreditarem que são princesas reinando também!

CE - Aliás, de onde veio o interesse por esse engajamento social? Quando e como tudo isso começou?
AB - 
Tudo começou dentro de casa. Meus pais nunca foram calados diante das situações de vulnerabilidades sociais, então cresci vendo que fazia parte ajudar o próximo e lutar pela vida.

Então, quando passei a estudar num colégio público depois de anos em colégio particular, pude ver a discrepância entre os ensinos públicos e privado. Ali vi que estava errado esse sucateamento do aprender. Comecei no movimento estudantil. Paralelo a isso comecei no rap, no slam, no movimento negro, de mulheres e lgbt. Quando me vi, já era uma liderança política na cidade com menos de 18 anos!

CE - Inclusive, estamos vendo cada vez mais mulheres se posicionando abertamente sobre suas opções sexuais. Como foi pra você se colocar perante à sociedade?
AB -
 Nunca vi limitação no amor. Sempre gostei de pessoas. A partir do momento que concatenei essas ideias de consciência social, eu me encorajei para assumir minhas relações com pessoa de outras identidades de gêneros. Na verdade, o que sempre me importou foi o que a pessoa tem dentro dela.

Entrevista exclusiva com a atriz Andréa Bak destaque na novela "Rancho Fundo" na TV GloboAndréa Bak - Divulgação

CE - Também vemos cada vez mais pessoas pretas ocupando postos importantes na sociedade e na arte. Como você observa esse momento?
AB -
 Para nós, que corre o sangue de África pelo corpo, vivemos arte desde o nascimento. Somos um povo que cantamos e dançamos pra nos expressar: seja nas manifestações da espiritualidade aos movimentos artísticos pretos! Então, crescer no mercado artístico e ser reconhecido nesse lugar, é nada mais nada menos que reparação histórica. Quantos estilos de dança, pintura, música nosso povo preto criou? Estar imerso na arte não é novidade pra gente.

CE - Você chegou a se candidatar a vereadora do Rio na última eleição. Se de fato fosse eleita para um cargo político, quais seriam as metas da sua gestão?
AB -
 Vir candidata a vereadora em 2020 foi uma materialização de que podemos e devemos sim estar em cargos que gestam a vida. E a sociedade entendeu o recado e foi ano de maior de recorde de eleições pretas e lgbts no país inteiro. Foi histórico.

Até tem um documentário premiado mundialmente chamado Corpolitica que gravou esse meu processo. Tive quase 4000 votos no Rio de Janeiro com 20 anos! Eu e minha equipe iríamos fazer com afinco e representatividade o papel de um vereador: fiscalizar o executivo, propor leis municipais e alterações das mesmas.

CE - Andréa, além de atuar, também canta e faz rap, sendo integrante do movimento Slam das Minas, no Rio. De onde veio o interesse por essa arte que ainda tem tão  poucas mulheres? Aliás, já sentiu preconceito por fazer parte desse tipo de movimento?
AB - 
As artes de rua me encantam desde nova. A arte sempre me chamou e eu nunca neguei estar com ela. Não importa se eu trabalho com poesia e sofro preconceito, vou sofrer também dentro de um laboratório de química como técnica formada que sou e ainda sim com diploma podem subjugar minha intelectualidade o assunto.

O que quero dizer é que lidar com machismo dentro da ramo literário, é a mesma sensação que lidar com ele em qualquer lugar da vida. Mas enquanto o machismo grita, eu canto e declaro poemas o combatendo e quem não gostar tem o direito de tampar os ouvidos e virar as costas, porque do palco eu e todas mulheres poderosas, não sairemos.

CE - No seu currículo ainda constam trabalhos literários. Fale um pouco da sua vertente autora e do que te inspira.
AB -
 A minha vivência me inspira. Tenho 23 anos e já estou no meu segundo livro. Ambos são escritas coletivas com autores e poetas que são verdadeiramente minhas referências.

Entrevista exclusiva com a atriz Andréa Bak destaque na novela "Rancho Fundo" na TV GloboDivulgação TV Globo

CE - Hoje, estamos presenciando cada vez mais a importância das redes sociais na vida e na carreira de pessoas públicas. Como é sua relação com essa máquina?
AB -
 Apesar de jovem é um universo que não me agrada. Odeio a ideia de ter que ser atriz e influenciar, poeta e influencer, química e influencer, e por aí vai. Eu gostaria de me dedicar à atuação e ser reconhecida o suficiente para um papel sem que a quantidade de seguidores do meu Instagram fosse o determinante entre eu e outra atriz mais “hypada”. Chega disso. Queremos ser reconhecidos pelo nosso talento, não por like.

CE - Quais seus sonhos profissionais?
AB -
 Minha próxima meta é participar de algum longa metragem e ter um papel protagonista. E de sonho, ah, imagina eu contracenando com a Viola Davis? Já estou pronta para ser sua filha.

Diálogo

Confira a coluna Diálogo na íntegra, desta segunda-feira, 22 de julho de 2024

Por Ester Figueiredo ([email protected])

22/07/2024 00h01

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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MARIA MONTESSORI - PEDAGOGA ITALIANA

As pessoas educam para a competição, e esse é o princípio de qualquer guerra. Quando educarmos para cooperarmos e sermos solidários uns com os outros, nesse dia estaremos a educar para a paz”

Felpuda

Figurinhas ficaram em um chororô só porque foram consideradas, por tabela, como do time do tinhoso  e botaram falação como se estivessem  precisando de sessão de exorcismo. Parecia até que nunca foram useiros e vezeiros em dedicar adjetivos não muito lisonjeiros aos seus adversários políticos, sem contar  que nem abriram o bico quando simpatizantes da ideologia das pecinhas raras saíram, em outros carnavais, praticando blasfêmias nos sambódromos da vida.  Como diria vovó: “O mundo gira!”.

Diálogo

Oficializadas

Quatro leis que incluíram  novas datas comemorativas  no Calendário Oficial  de Eventos de MS, aprovadas pelos deputados estaduais,  foram sancionadas pelo  governo do Estado. Uma delas  é a Festa da Pantaneta, realizada no município de Aquidauana.

Mais

A outra data oficializada  é o Dia da Agricultura Irrigada,  a ser comemorado  sempre em 15 de junho.  A terceira é o Dia do Atleta, definida para 10 de fevereiro.  Também a Campanha  do Agasalho passou a constar  na lista do calendário oficial.

DiálogoLoreta Zardo, Sergio Zardo e Claudia Elesbao
DiálogoFellipe Ramos e Julia Cunha (Creditos Nicolas Calligaro)

Prumo

Em Campo Grande, a direita  quer se “endireitar” depois  de enfrentar desgastes como  a briga interna no principal  partido que a representa,  o PL, que por sua vez desistiu  de lançar candidato a prefeito para caminhar com o PSDB.  O PP, sigla de ideais antiesquerda e que tem candidata, está  de braços abertos para receber  os liberais raiz, ou seja,  os ferrenhos bolsonaristas, descontentes com a aliança  com os tucanos. Além disso, quer trazer para a chapa de Adriane Lopes o ex-deputado Capitão Contar (PRTB), fidelíssimo  ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

De olho

Comissão suprapartidária composta por sete deputados estaduais foi criada para acompanhar a tramitação,  na Agência Nacional  de Transportes Terrestres,  do processo de relicitação  da Ferrovia Malha Oeste,  que soma mais de 1.600 km, ligando Corumbá (MS)  a Mairinque (SP). No novo processo, foi incluído o ramal  Campo Grande-Ponta Porã.  A previsão de investimentos  é de R$ 18 bilhões no período  de 60 anos

Telefone Sem Fio

Há inúmeros “cientistas políticos” em cada esquina, espalhando suas suposições como “certezas”, pois ouviram “a confirmação” do colega do enteado do primo da sogra da vizinha “ligada a um político”. Aliás, a população bem que merecia atenção maior,  para que todas as dúvidas fossem dissipadas.

ANIVERSARIANTES

- Jussara Palieraqui Pettengill
- Andréa Gregório
- Dr. Guilherme Gobbi Neto
- Maria Fernanda Gregório
- Tatiana Haas da Fonseca
- Anselmo Tamanaha
- Gustavo Fontoura Carlana
- José Hipólito Pereira
- Daiany de Albuquerque Proença
- Marco Antônio Vicente de Carvalho
- Ramão Amado Ocampos
- Sidney Nantes da Silva
- Marcelo Santos Porto
- Silvania Beatriz Schuster
- Ida Terezinha Menezes Petinari
- José Mauro Freitas
- Arcendino Bertan
- Arthur Galvão Serra
- João Sebastião do Couto
- José Henrique de Souza Nascimento
- Dr. Sirlei Paulo Queiroz
- Marilisa Santiago Knapik
- Jorge Selem
- Igor Zardo e Silva de Abreu
- Patrícia Siqueira Bettoni
- René Kawano
- Dra. Francisca Duarte Nogueira
- Daniela Guimarães Silva
- José Nilton da Silva Santos
- Lucia de Almeida
- Sonia Maria Dias Coelho Benites
- Luiz Kawano
- José Cleto Gonçalves
- Vera Maria Freire Ribeiro
- Oilso Rio Criado
- Laurentino Pavão de Arruda
- Neusa Dias Junqueira
- Zélia Bonfim das Virgens
- Irimar Carvalho Costa
- Carlos Alberto Gusmão
- Evelyn Silveira Pereira
- Silvio Silva
- Jonas Barbosa Garcia
- Maria Coelho
- Carolina Gomes Assis
- Yasmin de Castro Trindade Violin
- Mariana Batista Arruda
- Gilcleide Antunes Barbosa
- Leila Maria Souza
- Marília Oliveira Neves
- Lucila Ramos Rodrigues
- Marines Godoy Falcão
- Gustavo Antonelli Vidal
- Izarina Rezende Marques
- Carmen de Almeida Turini
- Alexandre Souza Soares
- Daniela Souza Soares
- Mauro Lúcio Abdalla Júnior
- Antônio João Ortiz
- Jeanet Alves Zielasko Garcia
- Waldemira Domiciano Fernandes
- Laura Aju Miyazato
- Antônio Alves dos Santos
- João Jacinto Neves Neto
- José Cabreira
- Walter Dourado de Andrade
- Ivan Gonçalves dos Santos
- Diniz Ferreira Azuaga
- Kathia Ritsuko Kavanami Suzuki
- Natanael Pereira do Lago
- Greicy Mara França Queiroz Costa
- Denise Jardim Pedrosa
- Vanderlei Leandro da Silva
- Cleberson Baez de Souza
- Naire Costa Cunha Silva
- Gentil Tomaz dos Santos
- Valter Tenório da Costa
- Eliza Cristina Mosca Queiroz
- Eduardo Cabral Kretsch
- Vanda Sousa Campos
- Claudionor de Freitas Queiroz
- Jane Brune Cardoso
- Adriano Henrique Jurado
- Wisnton Ramão Albres Garcia
- Ana Adele de Gonzaga Pitarelli
- Francieli Schmitz
- Anelise Almeida Castro
- Marcelino Fernandes Colino
- Ana Flávia Mambelli
- Mayara Paim Patel
- Célia Regina Bernardo da Silva
- Paula Tavares de Godoy Ferrucci
- Rosa Maria Araujo Silveira
- Cristhina D’elia Luciano
- Gilmar Simioli
- Nelson Gonçalves Brandão
- Márcia Gonçalves Mastroyannis
- Denise Cristina Adala Benfatti Leite
- Fernando Isa Geabra
- Liz Leide Costa d’Abadia
- Isabela Quevedo Gomes
- Lucinéia Ortega Santa Terra Assuiti
- Jorge Joji Tamashiro
- Luzia Guerra de Oliveira Rodrigues Gomes
- Maize Herradon Ferreira
- Cinthia Noemi Ambe Lopez Nascimento
- Mario Sidnei Corradi
- Fernando Sommer
- Juliane Aquino Brum

COLABOROU TATYANE GAMEIRO

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