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Dica da Semana: “Ghost: Do Outro Lado da Vida”

Estrelado por Patrick Swayze, Demi Moore e Whoopi Goldberg, “Ghost” é um filme sensível e engraçado que vem sensibilizando o público à trinta anos
17/03/2020 13:47 - Kreitlon Pereira/Via Streaming


 

Um dos filmes românticos mais clássicos de todos os tempos, "Ghost: Do Outro Lado da Vida" foi lançado em 1990. Trinta anos depois, ainda é responsável por fazer o público chorar copiosamente ap redor do mundo. Ao se falar de "Ghost", não tenha quem não lembre da icônica cena amorosa entre os personagens principais enquanto moldam um vaso de argila ao som da grandiloquente "Unchained Melody" (The Righteous Brothers), canção que marcou a geração. Além de conquistar o coração do público, o longa também foi muito aclamado pela crítica, tendo vencido dois Oscars, o de Melhor Roteiro e o de Melhor Atriz Coadjuvante (Whoopi Goldberg). Hoje em dia, o clássico pode ser visto na Netflix e no YouTube. 

No filme, Patrick Swayze e Demi Moore, ambos bonitos de fazer doer a vista, interpretam o banqueiro Sam Wheat e sua namorada Molly Jensen. Completamente apaixonados um pelo outro, a vida dos dois muda radicalmente quando, ao reagir a um assalto, Sam é assassinado na frente de Molly. Porém, o espírito do jovem banqueiro não consegue fazer a passagem para o outro plano enquanto ainda existem questões mal resolvidas que colocam a vida de sua amada em perigo. 

Preso no mundo dos vivos, mas sem conseguir se comunicar com ninguém, o espírito de Sam descobre uma cruel verdade por trás de seu assassinato. Desesperado com o fato da vida de Molly estar em risco, o falecido rapaz procura a ajuda de uma médium para criar uma ponte de comunicação com a namorada. Porém, ele encontra com Oda Mae Brown (Whoopi Goldberg), uma mulher carismática que finge ser vidente e ganha dinheiro enganando as pessoas. Assim, mesmo com sua trama dramática e melancólica, as interações entre o espírito e a médium falsa (que acaba descobrindo de fato possuir uma conexão especial com os mortos) rendem cenas muito divertidas que quebram a atmosfera melancólica que permeia o filme.

 

Psique assassina

Nova série da Netflix introduz o pai da psicanálise ao universo dos thrillers investigativos

 
 

Neurologista austríaco e fundador da psicanálise, Sigmund Freud conduziu estudos que revolucionaram a forma como os médicos enxergam a mente humana, em especial aquelas com algum distúrbio. Sua teoria é pautada no entendimento dos processos psíquicos, em sua maioria, como são inconscientes e dominados pelas pulsões sexuais. Ou seja, do ser humano como um animal dotado da razão imperfeita e influenciado por desejos e sentimentos. Dessa forma, desenvolveu técnicas como a interpretações de sonhos e a terapia falada para estimular o paciente a externar os pensamentos e memórias que causavam neuroses. No entanto, apesar de Freud ter exercido bastante influência sobre os registros de sua vida, sabe-se que em seus momentos privados mostrava-se extremante ambicioso e fazia uso exacerbado de cocaína. Com o intuito de mostrar essa face do renomado médico, e com grandes doses de ficção, estreia dia 23 de março na Netflix a série “Freud”.

Ao longo de oito episódios com 45 minutos cada, a série acompanha um jovem médico austríaco chamado Freud (Robert Finster) que tenta se firmar na carreira. Por utilizar em suas sessões abordagens pouco convencionais para época, como a hipnose e a exploração do inconsciente, era impopular e subestimado pelos colegas de profissão. Assim, com o intuito de provar a validade de seus métodos, Freud irá se unir ao detetive Alfred Kiss (Georg Friedrich) e a médium Fleur Salomé (Ella Rumpf) para desvendar os misteriosos assassinatos que assolam Viena em 1886.  Essa abordagem ficcional do pai da psicanálise é pautada na oposição entre instinto e racionalidade, muito presente em seus trabalhos, que ilustra bem as experiências de uma mente atormentada que conhece bem as múltiplas faces do ser humano. Com direção de Marvi Kren, conhecido por ser um entusiasta do terror, “Freud” é a primeira produção austríaca-alemã original da Netflix. 

 

Cabelo importa

Em oito capítulos, a nova minissérie da Netflix conta a história da primeira mulher negra a se tornar milionária nos Estados Unidos

 
 

Estrelada por Octavia Spencer - vencedora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por "Histórias Cruzadas" -, a nova minissérie da Netflix conta a história da primeira mulher negra a se tornar milionária por conta própria nos Estados Unidos. Ao longo de seus oito capítulos, que estreiam dia 20 de março na plataforma, "A Vida e a História de Madam C.J. Walker" vai contar a incrível jornada da empreendedora filha de escravos recém-libertos de apanhadora de algodão até dona de um império de cosméticos para cabelos afro. 

Nascida 1867 em Louisiana, no sudeste dos Estados Unidos, Sarah Breedlove teve uma vida muito difícil. Órfã aos 7 anos, foi morar com sua irmã e seu marido em Vicksburg (Mississippi). Aos 14 já trabalhava em campos de algodão e como solução encontrada para escapar dos abusos e maus tratos que sofria de seu cunhado, se casou com Moses McWilliams, que morreu dois anos depois do nascimento de sua única filha, em 1885. Assim, Sarah se mudou para St.Louis, onde seus irmãos tinham se estabelecido como barbeiros. 

Lá, Sarah trabalhava como lavadeira ganhando cerca de US$ 1.50 por dia, o suficiente para conseguir fazer com que sua filha estudasse na escola pública da cidade. Além disso, sempre que podia, Sarah ia às aulas noturnas em uma escola pública. Durante o período dos anos 1890, começou a ter problemas com uma doença em seu couro cabelo, que a levou a perder parte do cabelo. Por conta disso, experimentou diversos produtos e remédios capilares caseiros feitos por Annie Malone, uma mulher negra que empreendia nesse ramo. Apesar de ter trabalhado como agente de vendas para Malone durante um tempo, não tardou para que Sarah fundasse o seu negócio, onde vendia o seu próprio produto para condicionamento e cura do couro cabeludo, o Wonderful Hair Grower. Indo de porta em porta para vender seus produtos, com o tempo a empresa virou uma grande corporação nacional que chegou a empregar mais de 3 mil pessoas.    

Felpuda


Pré-candidatos que em outras eras cumpriram mandato e hoje sonham em voltar a ter uma cadeira para chamar de sua estão se esmerando em apresentar suas folhas de trabalho. O esforço é grande para mostrar os serviços prestados, mas estão se esquecendo que a cidade cresceu, os problemas aumentaram e aquilo que já foi tido como grande benefício hoje não passa da mais simples obrigação diante do progresso e das novas exigências legais. Assim sendo....