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Dica da Semana: “How I Met Your Mother”

Ao estilo de “Friends”, “How I Met Your Mother” é um sitcom que trata sobre amizades, desilusões e as dificuldades da vida adulta
05/03/2020 14:40 - Kreitlon Pereira/Via Streaming


 

How I Met Your Mother” é um sitcom americano criado em 2005 por Craig Thomas e Carter Bays. Esse gênero de comédia é bastante popular, tendo fortes representantes como “Friends”, “Todo Mundo Odeia o Chris” e “The Big Bang Theory”. O seriado, que se encerrou em 2014 e agora pode ser assistido na Amazon Prime Video, é composto por nove temporadas com episódios curtos, com não mais que 25 minutos de duração cada. Além de ter conquistado diversos fãs ao redor do mundo, a série também foi bastante aclamada pela crítica, tendo vencido diversos prêmios nos anos em que esteve no ar. Dentre eles, destacam-se as premiações do Emmy's, Critic's e People's Choice Award. 

A série é, na verdade, uma visita ao passado feita por seu personagem principal, o arquiteto Ted Mosby, que deseja explicar para seus filhos (em 2030) os acontecimentos de sua vida (a partir de 2005) que o levaram a conhecer a mãe deles. Assim, todos os episódios de “How I Met Your Mother” são narrados pelo ponto de vista de Ted, o que confere um humor especial, não só pelo fato de sua narração ser parcial, mas também pelas confusões que comete ao tentar lembrar das coisas e pelos cuidados que toma para esconder de seus filhos algumas práticas pouco edificantes de sua juventude. 

Assim, o telespectador é convidado a acompanhar a trajetória de cinco amigos, que sempre se reúnem para conversar em um bar chamado Maclaren's, por suas vidas na cidade de Nova York. Além de Ted, o grupo é formado por Marshall, um advogado que sonha em trabalhar com causas ambientais e namora com Lily, professora de jardim da infância e artista, desde o primeiro ano de faculdade. Também compõem o núcleo principal Robin, uma jornalista canadense que se muda para Nova York buscando sucesso na carreira, e Barney, um homem rico – cujo emprego nenhum dos amigos tem conhecimento certo – que usa seu tempo livre para aperfeiçoar suas técnicas de sedução e levar várias mulheres para a cama, sem qualquer tipo de compromisso.

 

Do porão à mansão

Vencedor do Oscar 2020, o sul-coreano “Parasita” chega ao Now e ao Looke como um dos filmes mais comentados dos últimos tempos

 
 

Com uma história que fala sobre um sentimento que extrapola as barreiras de nacionalidade, “Parasita” tem sido destaque recentemente pela forma inusitada que critica a estrutura sa sociedade capitalista atual. Grande vencedor do Oscar de 2020, o longa surpreendeu a todos ao levar tanto a estatueta de Melhor Filme Internacional quanto a de Melhor Filme, se tornando o primeiro filme não falado em língua inglesa a conquistar o prêmio na categoria. Além disso, o cineasta sul-coreano Bong Joon também foi premiado por Melhor Roteiro Original e Melhor Diretor. Apesar de ainda estar em cartaz em diversos cinemas, o grande sucesso de “Parasita” impulsionou sua rápida entrada nos serviços de streaming. Já está disponível no Now e no Looke. 

O filme conta a história da família Ki-taek que, com todos os familiares desempregados, luta para sobreviver em um pequeno porão em Seul. Conhecido nas Coréia do Sul como banjiha, esse tipo de apartamento subterrâneo é, na verdade, a residência de milhares de pessoas na capital. Tudo começa quando o filho adolescente é convidado por seu amigo a o substituir como professor particular de inglês para a filha de uma menina rica. Sem diploma oficial de uma faculdade para apresentar aos possíveis patrões, o menino falsifica um certificado com a ajuda de sua irmã, conhecida na família por suas habilidades de falsificação. 

Com o primeiro membro da família Ki-taek devidamente instalado na residência dos Park, os patrões ricos que vivem em uma mansão gigantesca projetada por um famoso arquiteto, começa uma verdadeira força-tarefa dos Ki-taek a fim de empregar todo o restante da família. Munidos com um plano muito bem calculado – e muitas vezes cômico –, logo a família consegue causar a demissão de todos os funcionários antigos da casa e fazer com que os próprios parentes ocupem os cargos em aberto, sem revelar para os patrões que todos fazem parte da mesma família. Essa é a premissa inicial de “Parasita”, que ainda serve aos telespectadores uma série de situações inusitadas e imprevisíveis, misturando diversos gêneros cinematográficos em uma verdadeira obra de arte, sem perder seu caráter crítico. 

 

Mistério na catedral

Nova adesão da Netflix acompanha a busca por um serial killer que imita assassinatos de vinte anos atrás

 
 

Para que um criminoso se encaixe no perfil de “serial killer” é preciso que, entre outros requisitos, tenha assassinado duas ou mais pessoas em situações isoladas, deixar uma "assinatura" qualquer e apresentar razões de cunho psicológico para justificar suas ações. Apesar das especulações a cerca do motivo para tamanha crueldade residirem em um passado traumático, não há uma fórmula capaz de identificar esse perigoso potencial, o que facilita a manutenção de um comportamento aparentemente normal e a convivência com outros grupos sociais. Por isso, quando esses assassinos em série são descobertos, costuma haver um extremo choque e comoção popular, que desperta o imaginário de diversos autores. Um deles foi Eva García Sáenz de Urturi, autora de “O Silêncio da Cidade Branca”, que inspirou a produção do longa homônimo com estreia marcada para 6 de março na Netflix.

A trama se inicia com um assassinato duplo no qual os cadáveres das vítimas, um casal de jovens, são encontrados nus e em um abraço encenado – referência à prática funerária de sacrifício basca – nas criptas de uma importante catedral vitoriana. Essa descoberta deixa as autoridades locais intrigadas, pois possui exatamente as mesmas características de um assassino em série que aterrorizou a cidade duas décadas antes e teve sua prisão conduzida pelo próprio irmão gêmeo. Assim, a única pessoa que pode ajuda-los a desvendar o caso é Unai Ayala, um investigador especializado em traçar o perfil de criminosos. No entanto, com uma investigação subordinada a interesses externos e a rapidez com que as mortes se sucedem, Unai precisa chegar aos seus próprios limites para ser capaz de confrontar um assassino implacável – que pode estar muito mais perto do que ele jamais imaginou.               

Felpuda


Alguns pré-candidatos que estão de olho em uma cadeira de vereador vêm apostando apenas nas redes sociais, esperançosos na conquistados votos suficientes para se elegerem. A maioria pede apoio financeiro para continuar mantendo suas respectivas páginas, frisando que não aceita dinheiro público ou de político, fazendo com que alguns se lembrem daquela famosa marchinha de carnaval: “Ei, você aí, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí...”. Como diria vovó: “Essa gente perdeu o rumo e o prumo”.