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NOVA TEMPORADA

Estreia de “Masterchef Brasil” na Band

Seguindo protocolos e regras de segurança, o reality volta ao ar com episódios independentes
14/07/2020 17:00 - Caroline Borges/TV Press


A pandemia do novo coronavírus atravessou a produção de diversos programas. O “Masterchef Brasil”, por exemplo, precisou paralisar seus trabalhos por 60 dias logo no início da chegada da doença ao Brasil. Não à toa, a nova temporada, que estreia na próxima terça, dia 14, ganhará novos protolocos de segurança para evitar possíveis contaminações nos estúdios da Band. Chegando à sétima edição de cozinheiros amadores, o “talent show” ganha novo formato não só pela pandemia, mas também pela busca da direção em atualizar o principal sucesso da programação da emissora. “Já vínhamos procurando uma competição que se aproximasse de uma cozinha mais popular e caseira. Queria revisitar a raiz do programa. Nosso objetivo é dar protagonismo para os pratos feitos em casa com ingredientes simples do dia a dia e entregar uma comida com personalidade e, é claro, com a essência de cada pessoa”, aponta Marisa Mestiço, diretora do programa.

Após a paralisação dos trabalhos, o “Masterchef” retornou aos estúdios com uma comissão multidisciplinar formada por médicos do trabalho, infectologistas e profissionais da área de saúde atuando na implementação e nas orientações das normas de prevenção. Além da ampliação do mezanino, as bancadas e as mesas do restaurante ganharam um espaçamento de 1,5 metro. Para as avaliações, os participantes irão produzir sempre três pratos de suas receitas escolhidas (uma para cada jurado), provadas e avaliadas em bancadas próprias. Todas as provas e etapas do programa serão realizadas dentro do estúdio, sem gravações externas ou desafios em grupo. Para evitar aglomeração, os participantes entram no mercado em dois grupos distintos e têm três minutos para escolher os produtos. “Ao contrário das outras edições, eu não fico mais dentro do mercado com eles. Fico contando o tempo do lado de fora. Tudo isso para a gente evitar a proximidade entre uns e outros. Não estamos fazendo mais nada na nossa vida de forma normal. Então, estamos tentando transportar essa realidade para dentro da competição”, explica a apresentadora Ana Paula Padrão.

Na nova temporada, cada episódio será independente com oito aspirantes a cozinheiros, e contará com um ganhador, apontado após duas provas. Além disso, a famosa prova da “Caixa Misteriosa” contará com participações especiais, como Ivete Sangalo, Claudia Leitte, Thiaguinho, Elba Ramalho e Elza Soares. Os artistas aparecerão através de chamadas de vídeo. “Esse formato deixa a competição mais acirrada porque os participantes têm muito pouco tempo para entender o que é o ‘MasterChef Brasil’. O que acontece no formato tradicional é que existe muito tempo para se acostumar e agora não. É mata-mata”, aponta a chef Paola Carosella. O vencedor de cada episódio levará o troféu “MasterChef 2020” e um prêmio de R$ 5 mil. O programa também doará uma quantia no mesmo valor para uma instituição de caridade envolvida no combate ao novo coronavírus. “Mais do que nunca, vamos olhar como cada candidato trabalha sua receita, como entende o tema da prova e o que apresenta no final. Nossa missão é identificar esse potencial em pouco tempo para escolher o melhor dos melhores a cada semana”, afirma o jurado Henrique Fogaça.  

Com edições independentes, o “talent show” não conta com um número de episódios fechados. De acordo com a diretora, o desejo da equipe é seguir gravando até o final do ano. Mas tudo dependerá de como os trabalhos irão se desenvolver ao longo do tempo. “Não é uma temporada matemática. A gente gostaria e quer estar no ar até o final do ano, mas estamos entendendo as mudanças que acontecem no mundo. Não estipulamos nenhum número para não trabalhamos com essa pressão. Já temos uma pressão enorme por tudo que está acontecendo. Vamos trabalhar para entregar o maior número que pudermos”, defende a diretora.

 

Felpuda


É quase certo que a aposentadoria deverá ocorrer de maneira mais rápida do que se pensava em determinado órgão. O que deveria ser a tal ordem natural dos fatos acabou sendo atropelada por acontecimentos considerados danosos para a imagem da instituição. Os dias estão passando, o cerco apertando e já é praticamente unanimidade de que a cadeira terá de ter substituto. Mas, pelo que se ouve, a escolha não deverá ser com flores e bombons de grife.