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		<title>Correio do Estado - Correio B</title>
		
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				<title><![CDATA[A Justiça de Campo Grande condenou uma instituição de ensino superior... Leia na coluna de hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[Fabrício Carpinejar - escritor brasileiro

"Na infância...Bastava sol lá fora e o resto se resolvia".

FELPUDA 

A Justiça de Campo Grande condenou uma instituição de ensino superior a indenizar em R$ 5 mil uma acadêmica, por falha na formalização de contrato de estágio obrigatório. A estudante foi impedida de iniciar as atividades após erros no documento, como divergências na carga horária. Segundo a sentença da 7ª Vara Cível, a universitária tentou resolver o problema administrativamente por meses, sem sucesso. A juíza Gabriela Müller Junqueira entendeu que houve falha na prestação do serviço, causando angústia e prejuízos à estudante. Como se vê...

Batalha

Quem está retornando para Polícia Civil, por decisão da Justiça, é o ex-vereador Thiago Vargas. Ele conquistou cadeira de vereador em 2020, ficando no topo dos eleitos, obtendo 6.292 votos.

Mais

Mas, como estava respondendo processo, foi demitido. Apesar disso, concorreu a deputado estadual em 2022 e recebeu votos suficientes, mas o seu registro de candidatura foi anulado.

Foto: NASA/Aubrey Gemignani

A NASA recebeu quatro prêmios Telly 2026 pela cobertura histórica da missão Artemis II, que levou astronautas a orbitar a Lua pela primeira vez desde o programa Apollo. A transmissão ao vivo da missão alcançou quase 290 milhões de visualizações nas plataformas da agência e foi reconhecida nas categorias Ciência e Tecnologia, Eventos ao Vivo e Escrita Criativa. O lançamento ocorreu no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, com a nave Orion transportando astronautas dos Estados Unidos e do Canadá em voo de teste ao redor da Lua. Além da cobertura da missão lunar, a NASA também foi premiada por um documentário sobre os telescópios espaciais Hubble, James Webb e Nancy Grace Roman. Segundo a agência, a missão marcou uma nova era da exploração espacial e aproximou milhões de pessoas da experiência de viajar ao espaço.

Mônica Riedel e Theresa Hilcar - Foto: Arquivo Pessoal

 

Sara Castro Foto: Arquivo Pessoal

Cobiçada

Nos corredores da Assembleia Legislativa de MS cresce a avaliação de que os deputados Paulo Corrêa e Gerson Claro, se reeleitos, teriam dificuldades para permanecer no comando. Outros parlamentares já articulam apoios e alianças, principalmente as importantes "bênçãos"  para se chegar à cadeira muito cobiçada. Além do apoio dos colegas, os interessados têm que se viabilizar junto ao governo do estado que, na maioria dos casos, é a tal "mola propulsora".

Polêmico

A chiadeira no Senado em torno da minirreforma eleitoral aprovada pela Câmara dos Deputados já começou forte, principalmente entre a tchurma de Lula. O projeto, que segue agora para análise dos senadores, limita multas por irregularidades em prestações de contas, amplia prazos para quitação de dívidas partidárias, entre outros pontos polêmicos, como a autorização para disparos em massa de mensagens. O líder do MDB no Senado, Eduardo Braga, antecipou voto contrário e chamou o texto de "estapafúrdio".

Veto

A reação negativa à minirreforma eleitoral já chegou ao Planalto. Lula afirmou que pretende vetar o projeto aprovado pela Câmara, que flexibiliza regras da prestação de contas partidárias e autoriza disparos em massa de mensagens a eleitores cadastrados. A declaração foi feita durante entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil. Ele mostrou preocupação com os impactos da inteligência artificial nas eleições. Nada como o dito popular: "Cada um sabe onde o sapato aperta". Só!

Aniversariantes 

@@NOTICIA_GALERIA@@

Aparecido dos Passos;
Humberto Fernando Mendes;
Dr. Guilherme Luís Bertão;
Aluízio Lessa Coelho;
Edson Dib Bichara;
Gislene dos Santos Dronov;
Edna Maria Venturini;
Fabio Isidoro Oliveira;
Mauricio Ferreira de Moraes;
Elpidio Marone;
Floripes Ribeiro da Silva;
Marcelo de Paula;
Tancredo Alves Loureiro;
Luiz Sérgio de Almeida Galhardo;
José Antônio Canuto dos Santos;
Guilherme Rosa Gonçalves Dantas;
Asturio Loubet;
Willian Delgado;
Marcos Roberto Camargo;
Marco Antônio Teixeira;
Claine Chiesa;
Gilmar Ribeiro da Silva;
Auristela da Silva Lima dos Rios;
Thaís Helena Wanderley Maciel Rampazo;
Ricardo Augusto Zavariz Gonçalles;
Camila Oshika Fernandes;
Thais Assumpção Candia Braga;
Fábio Randall de Moura Fernandes;
João Palmas Villasboas Neto;
Hélio Pereira da Rocha;
Juliana Barbosa Lanzarini;
Rubens Alves da Silva;
Anne Caroline Malheiros Rodrigues;
Edmilson de Souza Reis;
Regis Pedroso da Silva;
Vilma da Silva Rodrigues;
Marcia Silvana de Avila Freitas Mariano;
Ralf Diego de Oliveira Mota;
Amanda Leite;
Rui Boeira Soares;
Antônio Francisco da Silva;
Gladis da Silva de Souza;
Sandra Regina Ribeiro Coelho;
Ariana Ramires Duque;
Carolina de Souza Gameiro;
Laís Maria Taborda de Figueiredo;
Maria Aparecida Massolin Brancaglion;
Aparecida da Silva Nazareti;
Margareth Marques Borba;
Célia Maria Nascimento;
Agustinha Ramires Lessonier;
Luiz Marcos Ramires;
Jordina Rezende Nogueira;
Aydano Soares;
Gisele Martins de Lima;
Antonio Oliveira Belmonte;
Wilson Roberto da Costa;
Rossana Soares;
Walker Fialho Vargas;
Jorge Antônio da Costa Queiroz;
Antônio Moreira;
Maria Auxiliadora Teixeira Batista;
Amâncio Ferreira Filho;
Éder Martins;
Andréa Teixeira Albaneze;
Ivanir Fróes;
Dênis Marsiglia Ocampos Orue;
Denise Marsiglia Ocampos Orue;
Victor Soares Mangiolardo;
Célia Regina Duarte Ferreira;
Wilson Takayassu;
Lucimara Rodrigues Freitas;
Wintceas Vilassa Barbosa de Godois;
Eurico Rezende;
Beatriz Assunção Barbosa;
Maria de Lourdes Santos;
José Antônio Moreira;
Maria Luiza Conrado;
Elza Quadro de Rezende Elero;
José Henrique Corrêa Lemos;
Gustavo Xavier Menezes;
William Conrado Ferreira;
Meire Lúcia da Silva Mendes;
Joana Darc Ferreira Dias;
Dr. Walter Ferreira;
Agostinho Jesus Estival;
Arnirio Rodrigues;
Eleanor Paula Corrêa de Oliveira;
Nestor Nadir Schowantz;
Otávio Augusto Higa;
Fulvio Henrique Ribeiro;
Petrona Molina Filartiga;
Heloisa Augusta Teixeira Coelho;
Paulo Amorim;
Manoel Estevão Neto;
Maria Eliza Khadur Rosa Pires;
Joyce Helena Prado Garcia;
Antenor Moises Previdelli Junior;
Rhode de Figueiredo Rocha;
Karina Angelica Farias Santos Miller;
Carlos Henrique Katayama;
Lara da Silva Radeke Bello Lobo;
Fábio Eugênio Canaveze;
Luiz Carlos Lanzoni Júnior;
Adélia Yassuko Tamashiro Simabuco;
Eric Paladino Tumitan;
Jean Carlos Scharf;

Colaborou Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 26 May 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Confira a agenda de festas juninas em Campo Grande em 2026]]></title>
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				<description><![CDATA[O mês de junho ainda não chegou, mas as tradicionais festas juninas já estão batendo na porta, com vários arraiás com data marcada. Em Campo Grande, há alguns eventos marcados para ocorrer ao longo do mês, com shows, quermesses e comidas típicas.

Como as festas costumam ocorrer entre junho e julho, com algumas até em agosto, muitos locais ainda não divulgaram as datas de seus arraiás.

O Correio do Estado compilou na agenda os eventos que já foram divulgados, mas a lista será atualizada conforme novas datas e eventos forem confirmados.

Veja as datas de festas juninas em Campo Grande:

Paróquia Sagrado Coração de Jesus

A 34ª Festa do Padroeiro da Paróquia Sagrado Coração de Jesus começa no dia 30 de maio e segue até 14 de junho, com shows e a tradicional quermesse. A entrada é gratuita.

Tradicionalmente, a quermesse começa após a missa, com encerramento às 23h30. Haverá barracas de comidas típicas, feira de artesanato, música e mais.

A Paróquia Sagrado Coração de Jesus está localizada na Avenida Mato Grosso, nº 3280, bairro Santa Fé.

Arraiá São Judas Tadeu

O Arraiá do Santuário São Judas Tadeu será nos dias 3, 5, 6 e 7 de junho, com quadrilhas juninas, comidas típicas, touro mecânico e shows ao vivo.

Conforme o santuário,dentre os quitutes haverá maça do amor, algodão doce, pé de moleque, tapioca, pastel, espetinho, arroz carreteiro, cachorro quente, milho cozido, quentão, entre outros.

No dia 3 de junho, a animação fica por conta de Guthy Leite e Banda, a partir das 19h30. No dia 5, quem sobe ao palco é Chicão Castro, enquanto no dia 6 o show é do cantor Léo Maciel.

O Santuário São Judas Tadeu fica na Rua Fernando Augusto Corrêa da Costa, 58, Jardim América.

Arraiá da Pestalozzi

A Associação Pestalozzi de Campo Grande promoverá o seu arraiá nos dias 5 e 6 de junho, com entrada gratuita.

Com muita animação e comidas típicas, a festa junina será realizada no estacionamento do Comper Itanhangá, das 17h às 22h. 

AACC

O arraiá solidário promovido pela Associação dos Amigos das Crianças com Câncer (AACC/MS) acontece no dia 6 de junho, no Centro de Convenções Albano Franco, das 11h às 22h.

A festa reúne empresas, voluntários e parceiros que colaboram na organização da festa, incluindo montagem, operação e atendimento nas barracas.

Toda a arrecadação é destinada à manutenção dos serviços da AACC/MS, cujas despesas mensais giram em torno de R$ 400 mil e incluem alimentação, hospedagem, atendimento multiprofissional e suporte às famílias.

Nesta edição, parte da renda será destinada à reforma da Casa de Apoio, que recebe pacientes e acompanhantes durante o tratamento em Campo Grande.

A programação inclui apresentações de quadrilhas de escolas da Capital e barracas com comidas típicas: arroz carreteiro, derivados de milho, doces, espetinhos e linguiça de Maracaju. A edição também terá área kids, com brinquedos e espaço voltado ao público infantil.

Os ingressos têm valor de R$ 20. Crianças de até 10 anos não pagam. As entradas estarão disponíveis para compra no local e também antecipadamente na sede da AACC/MS.

ACP MS

O 21ª Arraiá do Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP) será no dia 6 de junho, a partir das 18h, no Espaço de Formação e Clube de Campo ACP, localizado na Rua Conde de Boa Vista, 4151.

A festa é gratuita para filiados e dependentes, enquanto demais pessoas pagam R$ 5. Crianças até 10 anos e pessoas acima de 60 anos não pagam,

Além de barracas de comida, haverá shows do Grupo Zíngaro e da Banda Jotas.

Arraial de Santo Antônio de Campo Grande

Uma das mais tradicionais festas juninas de Mato Grosso do Sul, o 24º Arraial de Santo Antônio de Campo Grande será realizado de 12 a 14 de junho, na Praça do Rádio Clube.

O evento é organizado pela Prefeitura Municipal, por meio da  Fundação Municipal de Cultura (Fundac) e Fundo de Apoio à Comunidade (FAC), em parceria com o Governo do Estado e a Catedral Nossa Senhora da Abadia e Santo Antônio de Pádua, como celebração ao dia de Santo Antônio, padroeiro da Capital.

Durante os três dias de festa, a expectativa é reunir milhares de pessoas na praça, onde haverá barracas de comidas típicas e shows.

A programação oficial ainda não foi divulgada, mas já foi aberto o processo para seleção de entidades que ficarão responsáveis pelas barracas no local.

Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul

O tradicional Arraiá do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) será no dia 26 de junho, a partir das 17h, no estacionamento do tribunal.

Aberta aos servidores e à população em geral, a festa promete reunir música, gastronomia típica e atrações para toda a família. 

O evento contará com barracas de comidas e brincadeiras tradicionais, para adultos e para as crianças. Entre as opções gastronômicas estarão pamonha doce e salgada, curau, milho cozido, cachorro-quente, pastéis, caldos, arroz carreteiro, além de doces típicos, como canjica, maçã do amor e arroz doce. Também haverá venda de refrigerantes e quentão.

O evento é destinado a ajudar entidades filantrópicas e promover a aproximação da comunidade.

Para as crianças, a programação inclui parque de diversões com pula-pula, cavalo mecânico, tobogã e pescaria. A animação da festa ficará por conta do DJ Calixto Zulu e do grupo de forró Ipê da Serra. 

Lienca

O Arraial da Liga das Entidades Carnavalescas de Campo Grande (Lienca) acontecerá no dia 20 de junho de 2026, a partir das 16h, no Teatro de Arena do Horto Florestal.

O evento tem entrada franca e contará com quadrilha, comidas típicas, desfile de barracas e shows musicais de grupos locais. 

A animação ficará por conta dos grupos Sampri e Os Morenos. A entrada é gratuita.

Na data, também haverá sorteio da ordem dos desfiles das escolas de samba para o Carnaval 2027.

Assembleia Legislativa

O 4º Arraiá da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems) está marcado para o dia 27 de junho, segundo informou o presidente da Casa, deputado Gerson Claro (PP).

Oficialmente incluída no calendário de eventos do Estado pela Lei 6.123/2023, a festa, que tem entrada gratuita e é aberta a toda a população e reúne música, dança, gastronomia típica e ações solidárias.

Tradicionalmente realizada na rampa de acesso da Assembleia Legislativa, neste ano, a festividade deve ser realizada no novo estacionamento da Casa de Leis.

UCDB

A 16ª edição do Arraiá da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) será realizada no mês de julho, com a data exata ainda não divulgada.

Neste ano, haverá show da dupla Zé Neto & Cristiano, donos de hits do sertanejo.

O evento mistura o clima festivo das festas juninas com muita comida típica, animação e quadrilhas a grandes atrações nacionais.

O evento é uma realização da UCDB, em parceria com a Dut&#39;s Entretenimento.

@@NOTICIAS_RELACIONADAS@@
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 25 May 2026 16:00:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Especialista explica como se vestir para enfrentar manhãs geladas e tardes quentes]]></title>
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				<description><![CDATA[Apesar de o calendário ainda marcar outono, os sul-mato-grossenses já sentiram, na última semana, uma amostra do inverno que está por vir. Em diversas cidades de Mato Grosso do Sul, as temperaturas despencaram durante as madrugadas e manhãs, enquanto as tardes seguiram relativamente quentes, cenário típico do clima da região Centro-Oeste.

Em um mesmo dia, foi preciso sair de casa agasalhado, carregar casacos ao longo da rotina e terminar a tarde com calor.

Essa oscilação térmica, bastante comum no Estado, deve se tornar ainda mais desafiadora nos próximos meses.

Além da chegada oficial do inverno, meteorologistas já alertam para a influência do chamado Super-El Niño, fenômeno climático que pode intensificar extremos de temperatura, períodos de seca, ondas de calor e mudanças bruscas no tempo em Mato Grosso do Sul.

Diante desse cenário, o conceito de conforto térmico se torna uma ferramenta essencial para garantir o bem-estar em meio à variação climática. Mais do que apenas estar na moda, a escolha das roupas passa a envolver funcionalidade, respirabilidade, proteção e adaptação ao clima.

Para o fashion designer Ton Barbosa, vestir-se bem no inverno não significa usar o máximo possível de roupas ou abrir mão da estética em nome do conforto. Segundo ele, um dos principais erros das pessoas é justamente confundir conforto com desleixo.

“Às vezes as pessoas priorizam tanto o conforto que acabam saindo de casa praticamente com a mesma roupa que estavam usando dentro de casa. Claro que cada pessoa tem o direito de se apresentar da forma que quiser, mas existem ocasiões e existem formas de encontrar conforto sem perder o estilo e a elegância”, afirma.

Segundo Ton, o inverno costuma despertar uma vontade maior de montar produções mais elaboradas, mas o excesso também pode comprometer o resultado.

“As pessoas querem usar tudo o que têm de mais icônico no guarda-roupa ao mesmo tempo. Misturam estilos diferentes, muitos acessórios, referências esportivas com clássicas, e isso acaba gerando uma poluição visual. Em vez de elegante, o look acaba parecendo desorganizado”, explica.

AMPLITUDE TÉRMICA DE MS

Diferentemente de estados do Sul do Brasil, onde o frio costuma permanecer constante durante boa parte do dia, Mato Grosso do Sul apresenta um comportamento climático bastante específico. As manhãs começam frias, as tardes podem atingir temperaturas elevadas e as noites voltam a esfriar rapidamente.

Essa característica faz com que o vestuário precise ser adaptável. “O nosso clima varia muito ao longo do dia. Você sai cedo para trabalhar com bastante frio, depois faz calor no meio da tarde e à noite esfria novamente. A melhor forma de lidar com isso é através das camadas”, explica Ton Barbosa.

O chamado efeito cebola, conhecido na moda como técnica de sobreposição inteligente, vem justamente para solucionar esse problema. Mas, ao contrário do que muita gente pensa, conforto térmico não significa usar muitas roupas pesadas ao mesmo tempo.

“O excesso de camadas é um erro muito comum. As pessoas acreditam que quanto mais roupa colocarem, mais aquecidas vão ficar, mas muitas vezes elas apenas abafam o corpo. Isso gera suor, desconforto e ainda obriga a pessoa a carregar várias peças ao longo do dia”, pontua.

Segundo o especialista, três camadas bem planejadas já são suficientes para enfrentar as variações climáticas típicas do Estado.

COMO MONTAR CAMADAS

Construir camadas inteligentes é a melhor forma de lidar com o inverno sul-mato-grossense - Foto: Reprodução/Pinterest

A primeira camada, segundo Ton, é a mais importante. Ela funciona como uma base responsável por controlar a umidade e permitir que o corpo respire.

“Pode ser uma peça de algodão, linho ou uma segunda pele tecnológica. Essas malhas inteligentes ajudam a manter o corpo seco, controlam o suor e regulam a temperatura corporal”, explica.

A segunda camada tem como função reter calor. Entram nessa categoria peças como sweaters, tricôs, fleece e blusas mais quentinhas.

Já a terceira camada é responsável por proteger do vento e das temperaturas mais baixas. Casacos estruturados, jaquetas e corta-ventos cumprem esse papel.

“A pessoa não precisa usar mil peças. Com três camadas bem executadas, ela consegue conforto térmico, mobilidade e praticidade”, destaca.

Ton também chama atenção para o peso e o volume das roupas. “Muitas vezes as pessoas colocam vários casacos pesados um sobre o outro e acabam perdendo mobilidade. A roupa fica desconfortável, limita os movimentos e ainda gera mais calor do que o necessário”, alerta o fashion designer.

MODA INTELIGENTE

Se antigamente o conforto térmico estava associado apenas às fibras naturais, hoje a indústria têxtil investe cada vez mais em tecidos tecnológicos.

Embora o algodão, o linho, a viscose e o viscolinho continuem sendo considerados excelentes opções – principalmente para climas quentes e secos –, as chamadas malhas inteligentes vêm conquistando cada vez mais os consumidores.

“Hoje existe uma procura muito grande por peças tecnologicamente inteligentes. São tecidos que conseguem entender do que o corpo precisa naquele momento”, explica Ton.

Entre as principais características dessas malhas estão: controle de umidade; respirabilidade; retenção equilibrada de calor; proteção UV; secagem rápida; redução de odores; e leveza e elasticidade.

Segundo o designer, existem versões específicas tanto para o frio quanto para o calor. “No inverno, essas malhas costumam ser peluciadas por dentro e ajudam a reter o calor sem abafar. Já as versões esportivas, usadas no calor, ajudam o suor a evaporar rapidamente”, afirma.

Outro tecido citado por ele é o modal, conhecido pelo toque macio e pela capacidade de manter conforto térmico sem gerar superaquecimento.

“O modal é extremamente confortável, respirável, não amassa com facilidade e ainda tem uma proposta mais sustentável”, pontua Ton.

O crescimento das peças funcionais acompanha também uma mudança de comportamento dos consumidores. Em uma rotina cada vez mais acelerada, roupas práticas ganharam prioridade.

“As pessoas querem peças que acompanhem o ritmo delas. Que não amassem facilmente, sejam confortáveis, respiráveis e duráveis”, afirma Ton.

Por isso, a chamada moda funcional deve crescer ainda mais nos próximos anos, especialmente diante das mudanças climáticas.

Entre as tendências funcionais apontadas pelo especialista estão: modelagens amplas; peças atemporais; roupas versáteis; tecidos tecnológicos; proteção UV integrada; roupas leves e respiráveis; e maior durabilidade.

“As pessoas querem investir em peças que consigam ser usadas de diferentes formas e em diferentes temperaturas”, destaca.

ERROS COMUNS

As botas continuam sendo uma das peças mais desejadas durante o frio, mas também exigem atenção. “As botas têm modelagens específicas e precisam conversar com o restante do look. Existe um caimento ideal na perna para que o visual fique equilibrado”, pontua.

Ton alerta ainda para o uso de peças de couro sintético de baixa qualidade, especialmente o chamado corino fake. “Muitas vezes as pessoas investem caro em peças que acabam descascando rapidamente. E continuam usando mesmo deterioradas porque gostam da peça ou porque foi cara”, afirma.

Segundo ele, vale mais a pena investir em roupas duráveis e versáteis do que em tendências passageiras.

PARA ENCARAR O EL NIÑO

Além das mudanças típicas do inverno, Mato Grosso do Sul também deve enfrentar impactos provocados pelo Super-El Niño após a estação mais fria do ano.

Além de utilizar roupas com fibras naturais, é importante investir em peças com proteção UV para enfrentar o calor mais intenso - Foto: Reprodução/Pinterest

O fenômeno climático costuma provocar aumento das temperaturas, períodos prolongados de seca, baixa umidade do ar e episódios de chuva intensa concentrada em curtos períodos.

Para Ton Barbosa, isso exige ainda mais atenção na escolha das roupas.

“O El Niño é um período muito difícil para a gente porque ele atinge o Estado de uma forma muito intensa. O calor fica extremo, o clima muito seco e, de repente, podem surgir tempestades fortes”, destaca.

Nesse contexto, tecidos naturais ganham importância. “Linho, algodão, viscose e viscolinho ajudam muito porque são respiráveis. Eles permitem que o corpo fique mais confortável”, pontua o especialista.

Peças com proteção UV também devem se tornar ainda mais importantes diante da intensificação do sol. “O sol fica muito mais forte. Então acessórios como chapéus, bonés e óculos escuros ajudam bastante”, recomenda Ton.

Outro ponto destacado pelo designer é a necessidade de evitar tecidos muito pesados durante períodos extremos de calor. “O jeans muito pesado pode se tornar desconfortável. Vale buscar alternativas mais leves e respiráveis”, aconselha.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 25 May 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Mato Grosso do Sul passou a ser o estado das versões, e têm para todos os...Leia a coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/mato-grosso-do-sul-passou-a-ser-o-estado-das-versoes-e-tem-para-todos/467076/</link>
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				<description><![CDATA[Ernest Hemingway - escritor americano 

Agora não há tempo para pensar no que você não tem. Pense no que pode fazer com o que tem”.

 

FELPUDA

Mato Grosso do Sul passou a ser o estado das versões, e têm para todos os gostos, no que se relaciona à política. Aliás, mais uma vez as pré-candidaturas estão polarizadas, reflexo do que vem ocorrendo em nível nacional. Assim é que até os francos favoritos para uma ala “correm risco” de não conquistarem o pódio; outros, reconhecidamente “pangarés” na disputa, são considerados como “puro sangue” por outro segmento. Em ambos os casos, os defensores falam com tanta convicção que estariam até com os troféus preparados para ser entregues.



Se colar...

O senador Flávio Bolsonaro (PLRJ) e o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) trocaram acusações durante o debate sobre o Banco Master no Congresso. Lindbergh questionou a relação do senador com o banqueiro Daniel Vorcaro e citou investimentos do Rio Previdência. 

Mais

Flávio rebateu dizendo que Lula também teria se reunido com o empresário no final de 2025, em encontro fora da agenda oficial. O embate elevou a tensão no plenário. A esquerda quer colar o escândalo na família Bolsonaro; a direita quer mostrar que tudo é narrativa petista.

Dra. Denise Torres de Deus

Eva Siqueira Marchi

Tom

O pré-candidato ao Senado Reinaldo Azambuja já estaria dando sinais de como pretende conduzir sua estratégia eleitoral na disputa por uma das vagas. Entre os principais alvos dos discursos e das articulações estariam as obras inacabadas do governo federal, da administração do petismo, bem como o próprio Lula. Azambuja, que comanda o PL em MS, diz que pretende fazer cobranças do desperdício de recursos públicos.

Na defensiva

O governador Riedel deverá ter respostas rápidas para rebater críticas e denúncias contra sua administração. Adversários políticos estariam reunindo episódios envolvendo operações da Polícia Federal e do Ministério Público, incluindo incursões em gabinetes e “caça” a alguns assessores. Nos meios políticos, fala-se que ele terá como principais oponentes pré-candidatos que conhecem “o pedaço” e pretendem fazer “estragos”

Vapt-vupt

O reprocessamento da totalização de votos que mudou a configuração na Assembleia de MS foi sacramentado tão rápido, tipo assim, João César Mattogrosso “dormiu servidor do Detran e acordou deputado estadual”. A cadeira era do PL, ocupada por Neno Razuk, que perdeu o mandato pelo julgamento do TSE que cassou o diploma de Raquelle Alves Souza e de Loester Carlos Gomes de Souza (Trutis), ex-deputado federal. A sentença é definitiva e não cabe mais recursos. Neno, que enfrenta problemas na Justiça, perde o foro especial.

Aniversariantes

@@NOTICIA_GALERIA@@

 
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 25 May 2026 00:03:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Entrevista exclusiva com o ator Marcelo Alvim que estreia em breve na TV em "Ben-hur" na Record TV]]></title>
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				<description><![CDATA[Marcelo Alvim está celebrando 15 anos de carreira cheio de novidades. O artista é um dos protagonistas da recente temporada do musical “Chatô e os Diários Associados – 100 Anos de uma Paixão”, que retrata a trajetória de Assis Chateaubriand e o impacto dos Diários Associados na história da comunicação brasileira.

O espetáculo esteve em cartaz  no Claro Mais, no Rio. Já desde o dia 9 de maio, ele voltou a estrelar “Cartas para Gonzaguinha”, no Teatro João Caetano. A produção, que já foi vista por mais de 18 mil pessoas, está rodando o país desde 2019. Ainda este ano, o niteroense fará sua estreia na TV. Ele está gravando “Ben-hur”, a nova minissérie da Record, e vai participar também de “Amor em ruínas”, no canal.

Marcelo é formado pela Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna, bacharel em Teatro pela Faculdade CAL de Artes Cênicas e licenciado em Artes Visuais pelo Centro Universitário ETEP.  Em seu currículo constam trabalhos nos musicais “Rent” e “O beijo no asfalto”.

Marcelo Alvim idealizou o projeto Commedia D’Inclusão – Aulas inclusivas sobre Commedia dell’arte, da Secretaria das Culturas e da Fundação de Arte de Niterói. Em 2022, passou a integrar o núcleo de teatro musical da CAL como professor e diretor assistente em duas montagens. 

E, desde 2023, trabalha como professor de teatro e diretor cênico do Aprendiz Musical, um dos maiores programas de formação artística do país, presente em 100% das escolas municipais de Niterói e responsável por atender gratuitamente cerca de 10 mil crianças e jovens, promovendo formação musical, desenvolvimento social e experiências cênicas integradas.

O ator é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana, e em entrevista ao Caderno ele fala sua estreia na TV e gravações, carreira e também expectativas de novos projetos.

O ator Marcelo Alvim é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Nathan Quinhões - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Marcelo, você está comemorando 15 anos de carreira artística. Como analisa esse período? 
Já planeja os próximos 15?
MA - Olho para esses 15 anos com muita alegria. Passei por muitos palcos, personagens e aprendizados que me transformaram não só como artista, mas também como pessoa. Fico orgulhoso da trajetória que construí nesse período, vivendo experiências muito diferentes dentro do teatro, da música e agora também do audiovisual.

Para os próximos 15 anos, espero continuar sonhando, evoluindo, aprendendo e vivendo personagens e histórias que façam sentido para mim e para o público. 

CE - Quando surgiu seu interesse pelas artes? O que faria caso não fosse artista?
MA - Meu interesse pelas artes surgiu muito cedo. Lembro de passar as tardes no meu quarto desenhando quando era criança, inventando personagens e histórias.

Tive várias fases como toda criança/jovem… A primeira coisa que quis foi ser cartunista, depois escritor, cantor… A arte sempre esteve muito presente na minha vida. Caso eu não fosse ator, acredito que teria seguido no universo do desenho. Então acho que dificilmente eu não seria artista.

CE - Mesmo com 15 anos de trajetória, só agora você vai estrear na TV. Você está no elenco de “Bem-hur” e em “Amor em ruínas”, as próximas produções da Record. O que já pode contar sobre seus trabalhos nesses projetos?
MA - Foram projetos muito importantes para mim porque representam minha chegada ao audiovisual depois de tantos anos dedicados ao teatro. Cada produção tem universos muito diferentes, e isso foi muito estimulante como ator. Também foi muito bonito perceber que toda minha bagagem do teatro me preparou para chegar nesse momento com maturidade e segurança.

CE - Como foi pisar no set de tv pela primeira vez? O que mais te surpreendeu, oque mais foi uma novidade pra você?
MA - Pisar num set pela primeira vez foi uma baita novidade, mas, sinceramente, me senti muito confortável. Existe uma energia muito diferente entre palco e set. Acho que o que mais me surpreendeu foi a dinâmica e o ritmo de gravação.

No teatro, a gente passa meses ensaiando para repetir as cenas — e, muitas vezes, continua repetindo durante toda a temporada. Já no audiovisual, ensaiamos e gravamos no mesmo dia.

Aquele momento acontece ali e depois só revisitamos a cena ao assistir ao resultado final. É quase como enxergar o efêmero por dois pontos de vista completamente diferentes. E, se a TV tem um ritmo mais acelerado de criação, por outro lado o cuidado com os detalhes é algo incrivelmente impressionante. Mas, independentemente do formato, contar uma história com honestidade continua sendo o principal.

CE - Foram 15 anos vivendo de arte longe do holofote da TV. Por que essa demora? Acha que no Brasil um ator ainda precisa do audiovisual para ser reconhecido e valorizado?
MA - Acredito que cada carreira tem seu próprio tempo. Minha trajetória realmente sempre foi muito ligada ao teatro. O audiovisual acabou acontecendo agora, e tenho certeza de que foi no momento certo. A TV e o streaming têm um alcance enorme e acabam ampliando o reconhecimento do público.

Mas existe muito talento e muita dedicação fora do eixo do audiovisual. Toda cidade, por menor que seja, tem uma companhia teatral se apresentando numa praça, no teatro local ou nas escolas — e muitas vezes é ali que as pessoas têm o primeiro contato com a arte. Existem artistas que vivem de arte sem necessariamente serem conhecidos no Brasil inteiro.

Às vezes são conhecidos na própria cidade, no bairro, na comunidade onde atuam. E acho que não dá para medir a importância ou a grandeza dessa arte apenas pelo reconhecimento nacional.

CE - Você acabou de fazer no Rio o musical “Chatô”, substituindo Claudio Lins no papel de protagonista. Como é poder estrelar um projeto teatral?
MA - Foi uma responsabilidade enorme e, ao mesmo tempo, um privilégio. “Chatô” é um espetáculo que mistura música, humor, política e a história da comunicação no Brasil de uma forma muito interessante.

Assumir esse papel depois do Cláudio trouxe uma responsabilidade ainda maior, porque ele é um artista que admiro muito. Mas também foi uma oportunidade de construir minha própria leitura do personagem, respeitando todo o trabalho que já vinha sendo feito e trazendo minha verdade para a cena. 

O ator Marcelo Alvim é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Aloysio Araripe - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - E, atualmente, você está em cartaz no Rio protagonizando “Cartas para Gonzaguinha”, um espetáculo   que retrata as dificuldades da população através das músicas do artista. Como é usar a arte para falar de uma realidade social?
MA - Acho que uma das funções mais bonitas da arte é provocar reflexão. Gonzaguinha falava sobre amor, esperança, desigualdade, humanidade… temas que serão atuais enquanto existirmos. Levar essas questões para o palco através das músicas dele cria uma conexão muito forte com o público. Muitas pessoas se reconhecem nas histórias e nas letras. É um espetáculo que emociona justamente porque fala da vida real.

CE - Inclusive, você já participa desse projeto há anos. Como é manter um projeto com plateia lotada num mundo em que as pessoas estão cada vez mais conectadas e, muitas vezes, não conseguem sair dos celulares nem mesmo dentro das salas de teatro?
MA - É verdade que as pessoas estão cada vez mais conectadas e, às vezes, infelizmente um celular toca ou você percebe a luz da tela de alguém checando as mensagens no meio do espetáculo. Mas a experiência ao vivo continua sendo muito poderosa.

O teatro oferece algo que nenhuma tela consegue substituir: presença, troca e emoção acontecendo naquele instante, diante dos seus olhos. E acho que por ser um espetáculo que fala de questões tão ligadas ao povo brasileiro, a conexão com o público acontece de forma muito imediata.

É realmente um privilégio fazer parte de um projeto que mesmo com tantas temporadas continua um sucesso de público.

CE - Em paralelo, Marcelo Alvim ainda é professor e dá aulas de teatro pela prefeitura da cidade de Niterói, na região metropolitana do Rio. Como é ensinar arte para as novas gerações? Como tem sido esse trabalho?
MA - É um trabalho muito especial para mim. Ensinar também me transforma o tempo inteiro. A arte tem um impacto muito importante na formação humana. Ver alunos descobrindo suas potências através do teatro é algo muito bonito.

E, ultimamente, também tenho vivido uma emoção muito única: ter alunos me assistindo na plateia, sair de um espetáculo e receber um abraço emocionado deles. É algo que dá ainda mais sentido ao que faço. 

CE - Como você analisa o interesse dos jovens no assunto, tendo que competir como interesse delas pelas telas?
MA - As telas fazem parte da realidade dessa geração, então não tem como encarar isso como uma competição, porque, se for assim, é uma batalha perdida. O desafio é encontrar caminhos para aproximar os jovens da arte de forma interessante e verdadeira. E esse caminho passa por criar acessos, criar possibilidades de estudo. Porque a gente sabe que a prioridade de muita gente é colocar comida na mesa, pagar as contas.

O estudo da arte precisa ser acessível, porque, se os jovens só conhecem as telas, também não dá para culpá-los por isso. Percebo que, quando eles têm contato real com o teatro, com a música e com processos criativos, o interesse aparece de forma muito forte e natural. A experiência artística desperta algo humano que continua sendo essencial, independentemente da tecnologia.

 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 24 May 2026 16:00:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Pele no outono: especialista explica como mudanças de temperatura impactam a pele e orienta cuidados]]></title>
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				<description><![CDATA[O outono é marcado por temperaturas mais amenas e mudanças frequentes de clima, como chuvas irregulares e períodos de frio mais intenso. Essas variações influenciam diretamente a saúde da pele, que tende a ficar mais sensível e ressecada, reforçando a necessidade de cuidados diários.

Durante a estação, é comum o surgimento de sinais como repuxamento, descamação, coceira e aumento da sensibilidade, inclusive em pessoas que não costumam ter pele seca. O quadro é resultado da combinação entre clima mais seco, ventos frios e hábitos típicos do período, como banhos mais quentes e demorados, que reduzem a hidratação natural e podem comprometer a barreira cutânea, essencial para a proteção da pele.

“O outono traz mudanças importantes para a pele. A redução da umidade do ar e os hábitos comuns da estação podem fragilizar a barreira cutânea e favorecer o ressecamento, o que, em alguns casos, também aumentar a sensibilidade e a irritação”, explica Sylvia Ypiranga, dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD).

Para minimizar esses efeitos, a especialista destaca que pequenos ajustes já fazem diferença na saúde da pele durante a estação.

Entre os principais cuidados estão a hidratação diária, o uso de sabonetes suaves, de preferência líquido e sem esponja ou bucha, a ingestão adequada de água e a aplicação de protetor solar mesmo em dias nublados ou frios.

“Muitas pessoas ainda associam os cuidados com a pele apenas ao verão, mas a proteção deve ser mantida ao longo de todo o ano. A hidratação adequada ajuda a preservar não só a aparência, mas principalmente a função de barreira da pele”, afirma.

No caso de pessoas com predisposição à dermatite atópica, o período pode ser ainda mais desafiador, com intensificação de sintomas como coceira, vermelhidão, ressecamento e descamação.

Segundo a especialista, isso acontece porque a barreira cutânea já é naturalmente mais sensível, tornando a pele mais reativa às mudanças climáticas. “Qualquer mudança brusca de temperatura pode aumentar a inflamação e o desconforto nesses casos”, explica.

Outro fator de atenção é o uso excessivo de produtos irritativos, como ácidos, esfoliantes e itens muito adstringentes, geralmente indicados para controle da oleosidade. O uso frequente desses produtos pode comprometer ainda mais a barreira cutânea e aumentar a sensibilidade.

“A pele dá sinais quando está fragilizada, como ressecamento intenso e sensibilidade aumentada. Nesses casos, o mais indicado é simplificar a rotina e evitar excessos”, orienta a dermatologista.

Ela reforça que a hidratação deve ser adaptada ao tipo de pele e às condições individuais, lembrando que até peles oleosas precisam de cuidados no outono. “Todas as peles estão sujeitas ao ressecamento e às mudanças causadas pelo clima mais frio, não apenas as secas”, acrescenta.

De forma geral, uma rotina simples e consistente é suficiente para manter a saúde da pele durante a estação. “Limpeza com sabonetes suaves, hidratação diária e uso de protetor solar são pilares básicos e essenciais. Para peles mais sensíveis, também é importante evitar banhos muito quentes e demorados, além de produtos com fragrâncias intensas ou ativos agressivos”, orienta a especialista.

“O uso de ativos como ácido hialurônico, ceramidas e pantenol é um grande aliado durante o outono, pois ajuda a manter a hidratação e a fortalecer a barreira cutânea. A vitamina C também pode ser incorporada à rotina, contribuindo para a ação antioxidante e para a uniformização do tom da pele, sob orientação do médico dermatologista”, explica.

“Com a redução da intensidade da radiação solar nesta época do ano, alguns procedimentos dermatológicos passam a ser mais indicados, especialmente aqueles voltados à renovação da pele, estímulo de colágeno e melhora da textura. No entanto, a escolha deve ser sempre individualizada e feita com avaliação do dermatologista”, conclui.

Ao surgirem sintomas persistentes, como coceira frequente, vermelhidão, descamação intensa ou irritação contínua, a recomendação é buscar avaliação dermatológica. “Quando há desconforto persistente, é importante investigar. O acompanhamento especializado ajuda a identificar as necessidades da pele e orientar o tratamento mais adequado para cada caso”, finaliza Sylvia Ypiranga.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 24 May 2026 16:00:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Coluna Entre Costuras & CuLtura: Resetar o guarda-roupa, refinar a imagem e elevar a presença]]></title>
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				<description><![CDATA[Existe um momento silencioso e profundamente simbólico em que abrimos o guarda-roupa e percebemos que ele já não conversa com quem nos tornamos. As roupas continuam ali, organizadas em cabides, ocupando espaço, mas já não sustentam a narrativa da mulher que hoje habita aquele corpo, aquela rotina, aquela nova fase da vida. Na moda, chamamos isso de desalinhamento estético. Na cultura contemporânea, talvez possamos chamar de excesso.

Vivemos em uma era marcada pelo acúmulo: informações, tendências, compras impulsivas, referências visuais infinitas. E, paradoxalmente, quanto mais acumulamos, mais difícil se torna enxergar nossa própria identidade. O closet cheio nem sempre representa abundância.

É nesse contexto que surge um conceito cada vez mais relevante no universo da imagem pessoal: o movimento do: resetar, refinar e elevar. Mais do que uma reorganização do armário, trata-se de uma reorganização simbólica da própria presença.

O primeiro movimento é o reset.

Resetar não significa descartar tudo, mas olhar com honestidade para aquilo que ainda representa quem somos. É um exercício quase emocional. Algumas peças guardam memórias, outras sustentam versões antigas de nós mesmas. Há roupas que continuam impecáveis, mas já não traduzem nossa essência atual.

Nesse processo, o conceito de cluster wardrobe ou guarda-roupa coordenado, ganha força como resposta inteligente ao consumo excessivo. A proposta é simples e sofisticada: menos peças, mais coerência. 

Um pequeno acervo construído estrategicamente para que tudo converse entre si. Cores coordenadas, tecidos compatíveis, modelagens harmônicas e acessórios que funcionem em múltiplas combinações.

A segunda etapa é o refinamento. Refinar é perceber que elegância raramente está no exagero. Ela mora no ajuste perfeito da camisa branca, na estrutura correta do blazer, no tecido que veste bem, no comprimento adequado da barra, no acessório que comunica sem precisar gritar.

Pequenos detalhes alteram completamente a percepção de presença. Em uma sociedade acelerada pela estética imediata das redes sociais, o refinamento surge quase como resistência cultural. É a escolha pela permanência em vez da efemeridade è principalmente da construção de uma assinatura pessoal. 

E então chegamos ao terceiro movimento: elevar. A forma como nos vestimos antecede nossa fala. Antes mesmo de qualquer apresentação, entrevista, reunião ou encontro, nossa imagem já iniciou uma conversa silenciosa com o mundo. Roupas comunicam intenção, repertório, posicionamento e até autoestima.

Elevar a imagem significa construir coerência entre quem somos por dentro e aquilo que expressamos por fora. Existe algo profundamente contemporâneo em compreender que presença não nasce da quantidade de roupas, mas da clareza da identidade. 

Talvez por isso os guarda-roupas inteligentes estejam substituindo closets abarrotados. Talvez por isso o luxo moderno esteja migrando do excesso para a curadoria.

No fim, resetar, refinar e elevar não são apenas movimentos de estilo. São movimentos culturais. Uma escolha consciente sobre como desejamos ocupar espaço no mundo e sobre qual narrativa queremos deixar costurada em nossa imagem.

A seguir darei 5 dicas para você colocar o Reset em prática:

1. Edite seu guarda-roupa com honestidade.
Mantenha apenas as peças que representam a mulher que você é hoje.

2. Monte um closet inteligente.
Escolha peças coordenadas entre si para criar mais combinações com menos roupas.

3. Priorize caimento e qualidade.
Um bom ajuste transforma completamente a imagem e transmite sofisticação.

4. Descubra sua assinatura visual.
Cores, acessórios ou modelagens recorrentes ajudam a construir identidade e presença.

5. Compre com intenção, não por impulso.
Antes de adquirir algo novo, pergunte-se se a peça realmente conversa com seu estilo e com o que você já possui.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 24 May 2026 14:30:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[A energia do Tarô da semana de 25 a 31 de maio. Crie um caminho sólido para a riqueza e o sucesso.]]></title>
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				<description><![CDATA[Crie um caminho sólido para a riqueza e o sucesso.

O Rei de Ouros surge em sintonia com a temporada geminiana para mostrar que ideias inteligentes só prosperam quando encontram direção, disciplina e estratégia.

Enquanto Gêmeos movimenta a mente, amplia contatos e desperta novas possibilidades, o Rei de Ouros traz estabilidade e visão prática para transformar conhecimento em crescimento, oportunidades em resultados e planos em realizações concretas.

O Rei de Ouros simboliza o caminho sólido para o sucesso material e a prosperidade construída com paciência, disciplina e visão estratégica. Os touros presentes em seu trono fazem referência ao signo de Touro e representam determinação, estabilidade e comprometimento com objetivos de longo prazo.

Cercado por abundância e segurança, o Rei de Ouros demonstra que a verdadeira riqueza não nasce apenas dos bens materiais, mas da capacidade de construir algo duradouro por meio da preparação, da constância e da sabedoria.

Você tem se sentido inseguro em relação ao seu futuro financeiro? Existe algum sonho ou objetivo que deseja conquistar, mas ainda não sabe por onde começar? Reflita também sobre a forma como enxerga a prosperidade neste momento: seus pensamentos sobre dinheiro e abundância têm sido positivos ou limitantes?

O Rei de Ouros é um dos filhos prediletos da Imperatriz, símbolo da fertilidade, da abundância e da criação. Somente a ele foi confiado o cetro dourado capaz de fazer tudo prosperar. Essa confiança existe porque o Rei de Ouros aprendeu a unir paciência, preparo e dedicação amorosa em tudo aquilo que constrói.

Ao mesmo tempo, ele carrega a firmeza e a proteção herdadas do Imperador, representadas pela armadura e pelos muros que cercam seus domínios. Dentro dele, há equilíbrio entre sensibilidade e disciplina, intuição e estratégia.

As vestes do Rei são adornadas por uvas, símbolo de abundância, prazer e colheita. Mas cultivar uvas exige tempo, cuidado e constância. O vinho não nasce da pressa — nasce da paciência. O Rei de Ouros entende que o verdadeiro sucesso é construído aos poucos, com preparo, dedicação e amor pelo que se faz.

Antes mesmo da colheita chegar, ele já está preparando a terra, fortalecendo as raízes e cuidando do que ainda nem pode ser visto. É justamente essa postura que transforma esforço em prosperidade.

Esse Arcano ensina que toda conquista sólida precisa de três pilares essenciais. O primeiro é a paciência. Nem todos os dias serão ensolarados, mas até os períodos difíceis têm sua função no crescimento. Tudo aquilo que possui valor — sonhos, talentos, relacionamentos ou estabilidade financeira — precisa de tempo para amadurecer.

O segundo pilar é o planejamento. O Rei de Ouros pede metas claras, organização e visão de longo prazo. Quando você estabelece objetivos e divide seus passos de forma prática e possível, o caminho deixa de parecer tão distante.

O terceiro pilar é a forma como você se relaciona com suas responsabilidades. O Rei de Ouros mostra que resultados mais prósperos surgem quando o trabalho é realizado com presença, gratidão e propósito — e não apenas por obrigação, medo ou escassez. A energia colocada em cada ação influencia diretamente os frutos que serão colhidos no futuro.

O Rei de Ouros simboliza estabilidade, prosperidade, segurança material, maturidade e realização. Quando representa uma pessoa, fala de alguém confiável, estrategista e capaz de construir riqueza de forma sólida e consciente.

Também pode indicar figuras de liderança, pessoas com talento para negócios, finanças e empreendedorismo, além de alguém que valoriza estabilidade, segurança e crescimento duradouro.

Compromisso e segurança: A energia desta carta no amor indica relações sólidas, duradouras e focadas no futuro. O momento pede estabilidade e construção de um lar seguro.

Sucesso e conquistas: É uma das melhores cartas para o lado profissional. Representa o ápice dos seus esforços. Momento ideal para colher frutos, fechar bons negócios ou alcançar uma promoção.

Cautela e sabedoria: No campo financeiro, o Rei de Ouros incentiva planejamento, disciplina e visão de longo prazo, mostrando que a verdadeira prosperidade nasce da constância, da sabedoria e de escolhas bem estruturadas.

O Rei de Ouros é um provedor confiável, alguém que utiliza sua ambição, maturidade e confiança para construir riqueza e segurança, tanto para si quanto para aqueles ao seu redor. Sua autoestima nasce não apenas do que conquista, mas também da capacidade de compartilhar, orientar e oferecer estabilidade.

Como figura de autoridade, ele representa sabedoria, especialmente em questões financeiras, profissionais e materiais.

Quando o Rei de Ouros surge como carta regente, indica um momento de confiança na própria capacidade de atrair, administrar e expandir recursos. Você consegue enxergar oportunidades de crescimento com clareza e, ao mesmo tempo, possui disciplina e autocontrole para transformar ideias em resultados concretos e duradouros.

A presença deste Arcano revela um enorme potencial de materialização. Mais do que sonhar, você se encontra pronto para agir, estruturar planos e transformar objetivos em algo tangível e próspero.

O Rei de Ouros simboliza a pessoa empreendedora, estratégica e determinada, que entende que o verdadeiro sucesso é construído com consistência, planejamento e dedicação.

Existe aqui uma energia semelhante ao toque de Midas: aquilo que recebe sua atenção, cuidado e comprometimento tende a prosperar. Quando você direciona sua força para aquilo em que acredita, os resultados podem ser extremamente positivos, especialmente no campo financeiro e profissional.

O dinheiro passa a fluir de forma mais estável, trazendo sensação de segurança, realização e autonomia.

O Rei de Ouros também fala sobre conclusão e consolidação. Pode indicar a finalização bem-sucedida de projetos, investimentos, empreendimentos ou metas importantes.

Depois de muito esforço, responsabilidade e atenção aos detalhes, chega o momento de colher os frutos do que foi construído. Mais do que riqueza material, este Arcano representa a construção de uma base sólida para o futuro.

Sua principal lição é clara: o sucesso sustentável nasce da paciência, da estratégia e da constância. O Rei de Ouros entende que não é preciso agir por impulso ou correr riscos desnecessários para prosperar. A experiência já mostrou quais caminhos funcionam melhor.

Agora, o momento pede confiança no que já foi construído, estabilidade nas escolhas e maturidade para continuar avançando com segurança e sabedoria. “Sucesso não é o resultado de um golpe de sorte, mas da soma de pequenos esforços repetidos dia após dia.” (Robert Collier)

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 24 May 2026 12:00:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA['Queda para cima'; espetáculo traz oficina de circo grátis para Campo Grande]]></title>
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				<description><![CDATA[No próximo dia 31 de maio estreia em Campo Grande o 'Queda para cima', que prevê seis apresentações gratuitas em diversos pontos da Cidade Morena e, em paralelo, traz ainda para a Capital uma oficina gratuita de técnicas circenses para professores, artistas e estudantes. 

Através da Companhia de Circo e Teatro Apoema, esse projeto idealizado pela fundadora, Nathália Maluf, é descrito como uma investigação das relações humanas através "do peso, do risco e da confiança".

Batizado de "Giro Apoema: Percursos Formativos e Circulação", o projeto conta com recursos Fundo Municipal de Incentivo à Cultura (FMIC) 2024, investimento da Prefeitura de Campo Grande através da Fundação Municipal de Cultura (Fundac). 

Para além da fundadora da Cia. Apoema, o elenco ainda é composto por: Fran Corona, Moreno Mourão e Vinícius Mena, esse último que inclusive assina junto de Maluf a concepção e produção do espetáculo, que é de criação coletiva. 

Essa estreia está marcada para às 18h do próximo dia 31, na Feira Criativa da Orla Morena, com outras cinco sessões que devem acontecer nas seguintes datas e endereços: 


	1º.jun.26 (às 14h) | E.E Armando de Oliveira;
	2.jun.26 (às 14h) | Teatro de Arena da UEMS;
	3.jun.26 (às 10h) | E.E Maria Eliza;
	6.jun.26 (às 17h) |  Feira Ziriguidum; 
	7.jun.26 (à s 18h) |  Praça do Panamá. 


"Queda para cima"

Em descrição, o grupo aponta uma imagem "simples" mas "instável" que deu forma à dramaturgia do espetáculo: "Um corpo impulsiona o outro. Sustenta. Solta. Recebe de volta", cita o material de divulgação. 

Em outras palavras, esse espetáculo traz cenas em que esses artistas lançam-se uns aos outros em movimentos de voo, sustentação e queda. 

Segundo eles, isso cria uma espécie de jogo contínuo entre vertigem e apoio, colocando o corpo coletivo no centro da cena. 

Em complemento, o grupo destaca que a "Queda para Cima" trata-se de uma sequência da pesquisa iniciada em "Apoeme-se: Intervenção Circo Poética". 

"Entre as experiências destacadas está a residência artística de 40 horas com o grupo Mano a Mana, realizada em São Paulo como parte da Ação 01, que contribuiu para um novo olhar sobre a criação do espetáculo, incorporando outras possibilidades técnicas, estéticas e dramatúrgicas", completa a Apoema em nota.   

Além das apresentações, a companhia trará uma série de oficinas que acontece entre os dias 28 de maio e 5 de junho, uma formação para artistas, professores e estudantes. 

Esses encontros da oficina gratuita "Queda para cima: Técnicas Circenses", serão realizados na sede da Cia Apoema, localizada na rua Paissandu, 615, no bairro Amambai, sempre às 19h, com exceção dos sábados e domingos, quando as atividades começam às 13h30.

Nesse espaço, teoria e prática se unem aos processos criativos, passando por acrobacias básicas de solo, portagens até manipulação de objetos, com intuito de  ampliar o uso da linguagem circense inclusive como ferramenta pedagógica, mas também como recurso de criação artística.

Importante destacar que há um limite inicial de 15 vagas, com inscrição disponível através de formulário (CLICANDO AQUI) e os selecionados divulgados através do Instagram da Cia Apoema, com comunicados via e-mail ou celular. 
 

Assine o Correio do Estado
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 24 May 2026 08:57:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Coluna Desatando Nós: O casal que desaparece depois dos filhos]]></title>
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				<description><![CDATA[Muitos casais passam anos tentando aprender a ser bons pais e acabam esquecendo de aprender a continuar sendo casal. Depois da chegada dos filhos, a rotina muda, o cansaço aumenta e a relação, muitas vezes, começa a funcionar apenas no modo operacional.

Fala-se sobre escola, horários, consultas, tarefas e boletos! (Muitos boletos!). Mas quase já não se fala sobre o vínculo.

Na orientação parental, observamos com frequência pais extremamente dedicados aos filhos, mas emocionalmente distantes um do outro.

Aos poucos, o casal deixa de existir como espaço de troca, desejo, parceria e cuidado mútuo. E isso impacta não apenas a relação amorosa, mas também o ambiente emocional em que as crianças crescem.

As crianças aprendem pelo exemplo, copiando os adultos. Isso te acalma ou te aflige? 

Filhos não precisam de pais perfeitos. Precisam de adultos emocionalmente responsáveis, capazes de construir relações respeitosas e saudáveis dentro de casa. A forma como um casal se comunica, resolve conflitos, demonstra afeto e lida com frustrações ensina muito mais do que qualquer palestrinha sobre educação! 

Quando o casal (ou ex casal) está minimamente conectado, a família funciona de forma mais leve, segura e equilibrada. Crianças se desenvolvem melhor em ambientes onde existe diálogo, previsibilidade emocional e parceria entre os adultos.

Na terapia de casal, muitas vezes o trabalho começa justamente em reconstruir pequenos espaços de conexão que foram se perdendo. E isso não exige grandes transformações imediatas. Algumas mudanças simples já produzem impacto importante na dinâmica familiar.

Criar momentos de conversa que não envolvam apenas os filhos, dividir responsabilidades de forma mais equilibrada, validar emocionalmente o parceiro e aprender a fazer pedidos claros em vez de acumular ressentimentos são atitudes práticas que fortalecem o vínculo.

Cuidar do casal também é uma forma de cuidar da família. Porque filhos crescem observando relações. E aquilo que eles aprendem sobre amor, respeito e parceria começa, silenciosamente, dentro de casa.

Vamos desatar esses nós?

@vanessaabdo7
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 23 May 2026 16:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Frejat é a grande atração do Araruna Fest, dia 30 de maio, em Campo Grande]]></title>
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				<description><![CDATA[Frejat é a grande atração da segunda edição do Araruna Fest, que acontece no dia 30 de maio, no Bosque Expo, no Shopping Bosque dos Ipês, em Campo Grande. O músico encerra a noite com o show Frejat Ao Vivo, revisitando parcerias com Cazuza, como Exagerado, Bete Balanço e Pro Dia Nascer Feliz, além de canções de carreira solo como Por Você, Amor pra Recomeçar e Segredos.

Em sua segunda edição, o festival reúne nomes históricos do rock brasileiro, artistas da cena de Mato Grosso do Sul e promove encontros que não acontecem regularmente no circuito de shows do Centro-Oeste.

Um dos destaques da programação é a participação de Alec Haiat, integrante da formação clássica da Metrô, banda que ajudou a definir a estética pop-rock dos anos 1980 no Brasil com músicas como Beat Acelerado, Johnny Love e Tudo Pode Mudar. No Araruna Fest, Alec sobe ao palco ao lado de Erica Espíndola. Além dos clássicos do Metrô, o show inclui o lançamento de um single inédito.

"Vai ter mais clássicos do que músicas novas, claro. Mas eu nunca parei de compor. Já são quase 50 músicas inéditas. As pessoas vão ver que não é só uma experiência nostálgica. Existe uma continuação", afirma Alec Haiat. Para Erica Espíndola, a participação no festival representa também uma mudança para a cena cultural local.

"Nem nos meus sonhos mais selvagens eu imaginaria viver um momento como esse. E eu não falo só da minha carreira. Eu falo de Campo Grande estar entrando nesses movimentos grandiosos da música e abrindo espaço para diferentes estilos", diz a cantora.

Outro momento especial da noite é o retorno de Clemente Nascimento, das bandas Plebe Rude e Inocentes. Na primeira edição do Araruna Fest, o músico passou mal antes do show e precisou ser submetido a uma cirurgia cardíaca de emergência na Santa Casa de Campo Grande.

Recuperado, ele volta ao festival com o projeto Violões em Fúria, com versões de clássicos do rock nacional e internacional, e também como mestre de cerimônias da noite, ao lado da jornalista Maria Cândida, curadora do evento. A abertura fica por conta da School of Rock. Na sequência, O Bando do Velho Jack sobe ao palco. O grupo completa 30 anos como uma das principais referências do blues e do rock de Mato Grosso do Sul.

Os ingressos estão em reta final de lote e podem ser parcelados em até 12 vezes. A Área VIP Pista tem valores entre R$ 75 e R$ 150. O setor Bistrô, com quatro lugares, varia entre R$ 95 e R$ 190. Os Setores A, B e C têm preços entre R$ 160 e R$ 420.

SERVIÇO:

Araruna Fest
Data: 30 de maio de 2026
Local: Bosque Expo, Shopping Bosque dos Ipês, Campo Grande/MS
Abertura dos portões: 17h30
Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/115842
Valores: a partir de R$ 75 + taxas
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 23 May 2026 15:00:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Legends: a inacreditável história real que inspirou a série da Netflix]]></title>
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				<description><![CDATA[Entre as muitas séries policiais lançadas pelo streaming nos últimos anos, poucas começam de maneira tão desconfortável quanto Legends. A produção britânica, disponibilizada internacionalmente pela Netflix, até poderia ser confundida inicialmente com mais um thriller sobre tráfico internacional, infiltrações perigosas e agentes secretos vivendo vidas duplas.

Mas a série rapidamente deixa claro que seu verdadeiro interesse não está na adrenalina da espionagem, mas no desgaste psicológico provocado por ela.

E talvez o aspecto mais impressionante seja justamente o fato de que quase tudo ali parte de histórias reais.

A série se inspira nas operações secretas conduzidas pela HM Customs and Excise, equivalente à alfândega britânica, durante os anos 1990. Na época, o Reino Unido enfrentava um crescimento alarmante da entrada de heroína e cocaína no país, especialmente através de redes internacionais ligadas ao tráfico vindo do Afeganistão, Oriente Médio e América do Sul.

A resposta das autoridades foi criar uma unidade de infiltração formada não por agentes cinematográficos à la James Bond, mas por funcionários aparentemente comuns transformados em identidades falsas ambulantes.

O título original da série ajuda a entender muito desse universo. No vocabulário das operações infiltradas, “legend” é o nome dado à identidade falsa construída para um agente sobreviver.

Não se trata apenas de um nome inventado, mas de uma biografia inteira cuidadosamente fabricada: profissão, passado, contatos, hábitos, histórico financeiro, pequenas histórias pessoais e até traços emocionais que precisavam resistir à convivência diária com criminosos reais.

A lógica era simples e ao mesmo tempo aterrorizante: a persona precisava parecer tão convincente que até o próprio agente precisava acreditar nela. Caso contrário, morreria.

É exatamente aí que entra Guy Stanton, homem cuja trajetória serviu de inspiração para um dos personagens centrais da série.

Stanton não vinha do exército, da inteligência militar ou do universo glamoroso normalmente associado à espionagem britânica.

Funcionário da HM Customs and Excise, ele foi recrutado para integrar a unidade secreta justamente porque parecia comum o suficiente para desaparecer dentro daquele mundo sem chamar atenção.

Uma de suas primeiras missões envolveu infiltrar redes de traficantes turcos, curdos e cipriotas responsáveis por levar enormes quantidades de heroína do Afeganistão para o Reino Unido. Assim como acontece em Legends, Stanton precisou atuar ao lado de um informante para conseguir acesso ao grupo criminoso.

Na série, esse parceiro é o personagem Mylonas, interpretado por Gerald Kyd. Na vida real, era um dono de cassino grego-cipriota conhecido pelo apelido de Keravnos, ou “Thunderbolt”.

Foi através de Keravnos que Stanton passou a circular entre alguns dos maiores traficantes do mundo em operações extremamente perigosas que o levaram inclusive à América do Sul. Em determinado momento, segundo relatos posteriores, ele foi vendado e levado para um galpão remoto por um primo de Pablo Escobar.

O encontro fazia parte de negociações ligadas ao tráfico internacional de cocaína e acabaria levando à apreensão de uma grande carga da droga no Brasil.

Embora muitos detalhes permaneçam protegidos por sigilo, o episódio ajuda a entender como o Brasil já aparecia nos anos 1990 como peça estratégica nas rotas internacionais do narcotráfico monitoradas por autoridades europeias.

Décadas antes do país se consolidar publicamente como um dos principais corredores globais da cocaína rumo à Europa, agentes infiltrados britânicos já operavam dentro dessas conexões sul-americanas extremamente violentas.

Stanton descreveu essas operações como algumas das experiências mais perigosas de sua vida infiltrada. Para sobreviver, precisava convencer traficantes ligados a organizações internacionais de que realmente pertencia àquele universo. Qualquer hesitação, inconsistência ou falha significaria morte imediata.

Ao longo dos anos infiltrado, Stanton escapou da morte inúmeras vezes. Em Curaçao, por exemplo, enquanto tentava concluir um acordo criminoso, um homem passou de carro atirando contra ele com uma submetralhadora Uzi. Em entrevistas recentes, Stanton afirmou que sequer consegue calcular quantas vezes teve armas apontadas para sua cabeça.

Mas talvez o aspecto mais perturbador de sua história seja justamente a dimensão emocional da infiltração. Porque sobreviver naquele universo exigia construir relações reais com homens que ele eventualmente entregaria às autoridades.

Em diversos momentos, Stanton precisou testemunhar em tribunais contra criminosos de quem havia se aproximado durante anos. Em Haia, chegou a depor disfarçado para proteger sua identidade.

A série entende algo fundamental sobre infiltração que thrillers tradicionais muitas vezes ignoram: o maior risco não é apenas ser descoberto, mas deixar de conseguir retornar para si mesmo depois.

O próprio Stanton descreveu essa transformação de forma dolorosamente direta anos depois. Em determinado momento, passou a ser investigado pela polícia sob suspeita de aceitar propinas de Keravnos, acusação que sempre negou e acabou abandonada por falta de provas.

Ainda assim, a situação marcou o fim de sua atuação infiltrada. “Eu tinha orgulho de ser um agente infiltrado, mas minha persona, Stanton, se tornou notória demais e precisou morrer”, afirmou ao jornal The Sun.

A frase parece saída diretamente da série, mas revela algo muito mais profundo sobre o impacto psicológico desse tipo de vida. Porque Legends não trabalha infiltração como fantasia de poder ou aventura glamorosa, mas como erosão progressiva da identidade.

Os agentes vivem tanto tempo interpretando personagens que a fronteira entre atuação e existência começa lentamente a desaparecer.

E talvez seja exatamente isso que Tom Burke consegue captar tão bem em sua interpretação.

Burke já vinha construindo há anos uma das carreiras mais respeitadas da televisão britânica contemporânea, quase sempre interpretando homens emocionalmente ambíguos, inteligentes e ligeiramente deslocados do mundo ao redor. Filho dos atores David Burke e Anna Calder-Marshall, cresceu cercado por teatro e televisão, mas nunca seguiu exatamente o caminho convencional do galã britânico.

Grande parte do público passou a conhecê-lo através de Strike, adaptação dos romances policiais escritos por J.K. Rowling sob o pseudônimo de Robert Galbraith, onde interpreta o detetive Cormoran Strike.

O personagem se tornou um enorme sucesso justamente porque Burke construiu algo muito mais complexo do que o típico investigador genial e torturado. Sua atuação trabalha exaustão física, trauma emocional, ironia e vulnerabilidade de forma contida, quase sempre deixando mais coisas sugeridas do que explicitamente ditas.

Antes disso, também chamou a atenção em War & Peace, da BBC, e em Mank, de David Fincher, onde interpretou Orson Welles. Mesmo em papéis menores, costuma dominar cenas por uma combinação rara de magnetismo silencioso e introspecção. Há algo muito ligado ao velho cinema britânico em sua presença: atores que parecem pensar enquanto atuam.

Isso se torna essencial em Legends. Porque a série depende justamente de um protagonista capaz de transmitir a sensação de alguém permanentemente dividido entre o personagem que interpreta e a pessoa que lentamente deixa de reconhecer em si mesmo.

Hoje, Guy Stanton está na casa dos 60 anos. Depois de deixar as operações infiltradas, trabalhou como investigador privado e passou a dar palestras para forças policiais estrangeiras sobre técnicas de infiltração e operações encobertas. Também recebeu um MBE, uma das honrarias concedidas pelo governo britânico por serviços prestados ao país.

Mesmo décadas depois, ainda evita revelar totalmente sua identidade pública. Em entrevistas recentes para divulgar Legends, afirmou que muitos dos criminosos daquela época já morreram ou envelheceram. Mas admitiu também que jamais saiu emocionalmente ileso da experiência.

“Eu costumava ser um otimista absoluto”, disse ao The Times. “Hoje, às vezes, vejo o copo meio vazio. Você olha para o noticiário e, em vez de pensar que tudo vai passar, pensa no pior. Isso me afetou. Saber que essas pessoas existem, saber que esse mundo existiu e continua existindo.”


Talvez seja justamente essa a grande força de Legends. No fundo, não é apenas uma série sobre tráfico internacional ou operações secretas. É uma história sobre identidade. Sobre o que acontece quando alguém passa anos sobrevivendo através de personagens fabricados até o ponto em que a linha entre atuação e existência lentamente desaparece.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 23 May 2026 13:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Veja como harmonizar petiscos com cervejas e se preparar para a Copa]]></title>
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				<description><![CDATA[Quando chega a Copa do Mundo, o clima muda completamente. As ruas ganham bandeiras verde e amarelas, as famílias se reúnem na frente da televisão e os grupos de amigos encontram qualquer desculpa para transformar uma partida da seleção brasileira em evento. E, junto da torcida, a combinação de cerveja gelada e petiscos também entra em campo.

Dos clássicos amendoins e batatas fritas até tábuas mais elaboradas com carnes, queijos e molhos especiais, a gastronomia também faz parte da experiência de acompanhar o campeonato mundial de futebol.

Para quem vai receber convidados em casa durante os jogos, no entanto, surge uma dúvida bastante comum: como harmonizar corretamente os petiscos com diferentes estilos de cerveja?

Segundo a nutricionista Cláudia Mulero, entender as características de cada bebida ajuda a valorizar os sabores e deixa o encontro mais interessante.

A ideia não é apenas servir comida e bebida, mas criar combinações equilibradas, capazes de tornar os momentos de torcida ainda mais marcantes.

“Para montar uma mesa de petiscos prática que agrade a todos, o ideal é oferecer ao menos uma cerveja leve, uma amarga e uma opção diferente, como de trigo ou agridoce, além de petiscos variados, entre fritos, carnes e opções leves. Com essa variação, os convidados podem experimentar diferentes sabores e texturas, além de torcerem pelo Brasil”, destaca Cláudia Mulero.

Cervejas leves

As cervejas leves costumam ser as mais populares durante os jogos, especialmente em dias quentes. Refrescantes e com baixo amargor, elas harmonizam bem com petiscos simples e tradicionais, que normalmente aparecem em qualquer reunião de torcida.

Batata frita, mandioca crocante, amendoim torrado, salgadinhos, pastel e queijos suaves, como muçarela e queijo prato, funcionam muito bem nesse caso. A leveza da cerveja ajuda a limpar o paladar entre uma mordida e outra, sem competir com os sabores mais delicados dos alimentos.

Outro ponto positivo é que essas opções costumam ser práticas e rápidas de preparar, ideais para quem deseja acompanhar o jogo sem passar horas na cozinha.

Cervejas de trigo 

As cervejas de trigo possuem notas frutadas e leve acidez, características que combinam especialmente com pratos menos gordurosos. Elas harmonizam bem com frango a passarinho, iscas de peixe, saladas frescas e queijos suaves.

Nesse tipo de combinação, a bebida complementa os sabores sem deixar a refeição pesada, o que é interessante para jogos realizados durante a tarde ou em dias mais quentes.

Além disso, cervejas de trigo também funcionam muito bem com molhos cítricos, ervas frescas e preparos com limão.

Cervejas amargas 

As cervejas mais amargas, conhecidas pelo aroma cítrico e sabor intenso, são indicadas para acompanhar petiscos mais marcantes. Elas ajudam a equilibrar preparos gordurosos e picantes, criando uma sensação mais agradável no paladar.

Costelinha suína, hambúrguer artesanal, onion rings, batata com cheddar e bacon, além de petiscos apimentados, combinam muito bem com esse estilo de cerveja. Queijos fortes, como cheddar e gorgonzola, também entram nessa lista.

O contraste entre o amargor da bebida e a gordura da comida evita que os sabores fiquem excessivamente pesados.

Cervejas escuras 

Mais encorpadas e com notas que lembram café e chocolate, as cervejas escuras harmonizam melhor com preparos robustos e sabores intensos. Elas costumam ser ótimas companhias para churrasco, linguiça artesanal, carnes assadas e hambúrgueres mais elaborados.

Outro diferencial é que essas cervejas também podem acompanhar sobremesas, especialmente as que levam chocolate.

A combinação cria contrastes interessantes e torna a experiência gastronômica mais sofisticada, mesmo em encontros descontraídos durante os jogos.

Cervejas agridoces

As cervejas com perfil agridoce ou levemente ácido são bastante versáteis e permitem harmonizações menos óbvias. Elas funcionam bem tanto com frutos do mar quanto com petiscos delicados.

Camarão empanado, dadinhos de tapioca, bruschettas e tábuas de frios leves são boas escolhas. O segredo é evitar sabores excessivamente fortes, que possam se sobrepor às características da bebida.

A mistura entre acidez, doçura e salgado cria combinações equilibradas e interessantes para quem deseja inovar no cardápio da Copa.

Batata rústica crocante (para cervejas leves)

Batata rústica crocante - Foto: Magnific

Ingredientes


	 4 batatas grandes;
	 azeite;
	 sal a gosto;
	 páprica defumada;
	 alecrim;
	 pimenta-do-reino.


Modo de Preparo

Lave bem as batatas e corte em gomos, mantendo a casca. 

Tempere com azeite, sal, páprica, alecrim e pimenta-do-reino. 

Leve ao forno preaquecido a 220°C por cerca de 40 minutos, mexendo na metade do tempo para dourar dos dois lados. 
Sirva com molho de alho ou maionese temperada.

Onion rings crocantes (para cervejas amargas)

Onion rings crocantes - Foto: Magnific

Ingredientes


	 2 cebolas grandes;
	 1 xícara (de chá) de farinha de trigo;
	 1 colher (de chá) de páprica;
	 1 lata de cerveja gelada;
	 sal;
	 óleo para fritar.


Modo de Preparo

Corte as cebolas em rodelas grossas. 

Misture farinha, páprica, sal e a cerveja até formar uma massa cremosa. 

Passe as rodelas na mistura e frite em óleo quente até dourarem. 

Sirva imediatamente.

Dadinho de tapioca (para cervejas agridoces)

Dadinho de Tapioca - Foto: Magnific

Ingredientes


	 250 g de tapioca granulada;
	 250 g de queijo coalho ralado;
	 500 ml de leite quente;
	 sal;
	 geleia de pimenta para servir.


Modo de Preparo

Misture a tapioca e o queijo em uma tigela. Adicione o leite quente e mexa bem. 

Tempere com sal. 

Coloque em uma forma untada e leve à geladeira por cerca de 3 horas. 

Corte em cubos e frite até dourar. 

Sirva com geleia de pimenta.

 
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 23 May 2026 10:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Moradores da Vila Morumbi e bairros adjacentes vêm enfrentando uma onda... Leia na coluna de hoje ]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/moradores-da-vila-morumbi-e-bairros-adjacentes-vem-enfrentando-uma/466978/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/moradores-da-vila-morumbi-e-bairros-adjacentes-vem-enfrentando-uma/466978/</guid>
				<description><![CDATA[Silas Resende - poeta de ms
"Vida- vela vela a vida. Vida revela a revelia. E a vela [que] queima e luz irradia fica menor a cada dia, como a vida [que] se esvazia”.

FELPUDA

Moradores da Vila Morumbi e bairros adjacentes vêm enfrentando uma onda de furtos em residências. 
Nem alarmes, cercas elétricas, concertinas e serviço privado de segurança, têm intimidado os marginais que estão entrando nas residências em plena luz do dia. Imagens das câmeras mostram os larápios tocando campainhas para checar se tem alguém em casa. Quando vêem que não há ninguém, pulam os muros e “fazem o limpa”. Alguns veículos foram flagrados, sendo usados para dar cobertura aos gatunos. 

No bolso

Alguns deputados já estão se movimentando para cobrar explicações da Cassems (Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de MS), que anunciou reajuste na contribuição fixa dos cônjuges dos beneficiários, após estudos apontarem desequilíbrio no custeio. O novo valor passa de R$ 35 para R$ 450. A entidade informou que não haverá mudanças nas contribuições dos titulares nem dos filhos dependentes.

Rombo

A Cassems informou aos usuários que o grupo de cônjuges arrecadou cerca de R$ 61 milhões nos últimos 12 meses, mas gerou despesas assistenciais superiores a R$ 250 milhões. O rombo chegou a R$ 189 milhões, segundo a instituição. Na prática, a cada R$ 1 arrecadado com esse grupo, precisou desembolsar aproximadamente R$ 4,08 para cobrir os atendimentos. Apesar disso, alguns parlamentares estão discutindo a adoção desse reajuste considerado um tanto quanto, digamos, “salgado”.

De bandeja

A Câmara dos Deputados aprovou projeto da minirreforma eleitoral que facilita a aprovação de contas partidárias com ressalvas quando as falhas não ultrapassarem 10% das receitas anuais. O texto também amplia regras do Refis para partidos políticos e fixa prazo de um ano para a Justiça Eleitoral apontar inconsistências nas prestações de contas.

Mais

O tal projeto também prevê que vagas no Legislativo sejam ocupadas por suplentes do mesmo partido da cadeira original, evitando convocação de parlamentares que trocaram de legenda. A regra vale para câmaras municipais, assembleias legislativas e Câmara dos Deputados. Vai vendo...

Comemorando

Para celebrar seus 38 anos de história e muita solidariedade, a Associação Beneficente dos Renais Crônicos de Mato Grosso do Sul (ABREC MS) promoveu o Sunset Beneficente Luz da Esperança, reunindo parceiros, apoiadores, voluntários, amigos e convidados, no Buffet Yotedy, dia 8. A história da ABREC MS começou a partir do olhar sensível da Dra. Maria Aparecida Arroyo, diante da realidade enfrentada por seus pacientes renais crônicos. Com o apoio de colaboradores voluntários, ao longo dos anos, passou a atuar de forma integrada. Os cliques são do Studio Vollkopf.



 



 



 



 



Aniversariantes

@@NOTICIA_GALERIA@@

SÁBADO (23)


	Annia Amélia Barbosa;
	Dr. Mozart Vilela Andrade;
	Maria Augusta Oliveira de Almeida Waqued;
	Antônio José de Almeida;
	Dr. Rômulo Henrique Jarson Escobar;
	Dr. Nilton Fernandes Brustoloni;
	Dr. Olivar Augusto Roberti Coneglian;
	Carla Cristina Rodrigues Medina Loosli;
	Iara Santiago de Mello;
	Ana Maria Abdo Wanderley;
	Milton Emílio Schmaedecke;
	Paulo José Soares;
	Tarcila Corrêa Gomes;
	José Pereira da Silva;
	Marlene Pereira Rodrigues;
	Cristhian Bourdokan da Silva;
	Dr. João Antônio Freire;
	Carlindo Rodrigues Sequeira;
	José Carlos Ferri;
	Carlos Roberto de Freitas;
	Manuela Christiane Alves Menezes Lourenoni;
	Shirley Pereira de Morais;
	Erika Gutierrez Jacob;
	Dr. Geraldo Antônio Barbier;
	Heitor Rodrigues Freire;
	Vanda Jacques Monteiro Leite;
	Dr. Josué de Oliveira;
	Hildebrando Campestrini Júnior;
	Waldecy Batista Nunes(Chocolate);
	Euclides Stoduti;
	Deborah Alexandra Viana da Silva;
	Elaine Cristina Viana Lopes;
	Miyoko Yamada;
	Maria Fernanda Silva Leite;
	Adeir Anna da Cunha;
	Celso Antônio Cerioli;
	Leomar da Silva Soares;
	Márcia de Freitas Cabral;
	Manoel Lopes Cançado Neto;
	Richard Perassi;
	Sebastião Santos Rosa;
	Nilce Maria de David;
	Vagner Martins Nabuco;
	Helena Rosa Faria Jovê;
	Naiara Corrêa Nogueira de Souza;
	Antero Pereira;
	Patricia de Moraes Bernardes;
	Paula Cecília da Luz Rodrigues;
	Marina Fornari Dreyer Pereira;
	Nívea Maria Chemin;
	Nona Alkhoury Rezende;
	Ítalo Picolotto;
	Lucien Fabio Fiel Pavoni;
	Rodrigo Manvailer Munhoz;
	Célia Maria Melo Pereira Abrate;
	Maristela Silveira Pereira;
	Glauco Oliveira e Silva;
	Diogo Araujo do Nascimento;
	Fabian Magalhães;
	Astir Gomes da Silva;
	Célia Maria Teixeira da Costa;
	Leina Auxiliadora Couto de Souza;
	Horácio Cardin dos Santos;
	Ozéias Pereira;
	Maria Solange Vieira de Arruda;
	Raquel Silveira Pessoa;
	Marly de Moraes Queiroz;
	Marcus Vinicius Vignolli;
	Reinaldo Tibechrani Salgado;
	Maria Amélia Batagella;
	Alysson Leonel Bandini;
	Nathalia Joseph Mouniergi Chamoun;
	Rosely Abdo dos Santos;
	Yuri de Moraes Murano.


DOMINGO (24)


	Leandro Olegário Caminha;
	Maria Luiza d´Ávila Stuhrk;
	Severina da Silva;
	Maria Auxiliadora Vianna Alvarenga;
	Dr. João Ricardo Filgueiras Tognini;
	Ivanilde Atallah;
	Maria Dulce (Madú) Machado Koim;
	Artemia Gimenez da Cunha;
	Milady Pedroso Grincevicus;
	Geraldo de Almeida Silva;
	Edoy Augusto Monteiro;
	Dr. Luiz Roberto Peralta Marti;
	Nelson Keigo Otsuka;
	Felipe Di Benedetto;
	Jorcy Barbosa de Oliveira;
	Mario Angelo Ajala;
	Edison da Silva Torres;
	Enéias Crispiniano da Rocha;
	Dr. Jacy de Souza Freire;
	Daniella Alves de Arruda;
	Rafael Cândia;
	Maria Auxiliadora Lopes Puccini;
	Ernesto Pereira Borges Neto;
	Sonia Maria Grincevicus Vareiro;
	João Bosco de Barros Wanderley Neto;
	Luciano Medeiros Barbosa Rodrigues;
	Gabriela Renata Gimenes Couto;
	Natel Henrique Farias de Moraes;
	Maria Luiza Barros da Costa Souza;
	Ana Lúcia da Silva;
	Mario Ubirajara Hofke;
	Dilson Cabral Fai;
	Amanda Evelyn Dias de Barros;
	Dr. Luiz Paulo dos Reis;
	Macalé Batista;
	Naercio Geraldo;
	Maria Auxiliadora Freire;
	Silvio Mori;
	Valdinei Alves Paniagua;
	Dr. João de Lima Couto;
	Igor Ramires Roque;
	José Pereira da Cruz;
	Mário Antônio dos Santos;
	Zuleica Loubet de Rosa;
	Margareth Alves Ferreira;
	André Ribeiro da Silva;
	João Batista Gonçalves;
	Célia Regina Silveira;
	Aurea de Almeida Freitas;
	Samuel Echeverria Brites;
	Paulo Jacques Monteiro Leite;
	José Antônio Nogueira de Oliveira;
	Dalta Tinoco de Araujo;
	Rosely Coelho Scândola;
	Márcia Sodré;
	Robson Teixeira dos Santos;
	Alfonso Vaitti;
	Volnei Abreu Ávila;
	Ari Marcio Gomes de Oliveira;
	Ruy Valim de Melo Junior;
	Maria Eliza Marques Soares Nucci;
	Carlos Eduardo Dal Fabbro;
	Cruz Matsuzo Furuse;
	Rubens Pozzi Barbirato Barbosa Filho;
	Dr. Alfeu Duarte de Souza;
	Honorá Dutra de Araujo Figueiredo;
	Juliana Romeiro Boniotti;
	Marcos Roberto Ogasawara;
	Marcelo Olassar Ramires;
	Alexandre Dal Bem;
	Angela Ceni Ferri Raymundi;
	Luiz Daniel Grochocki.


Colaborou Tatyane Gameiro

Assine o Correio do Estado 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 23 May 2026 00:03:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Dourados terá show gratuito de Natanzinho após cancelamento na Expoagro]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/gino-e-diretoria-garantem-show-de-natanzinho/466988/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente do Sindicato Rural de Dourados, Gino José, confirmou a realização do show do cantor Natanzinho Lima no próximo domingo (24), no Parque de Exposições João Humberto Andrade de Carvalho, em Dourados. Os portões serão abertos a partir das 16h

A apresentação, que estava prevista para acontecer durante a 60ª Expoagro, precisou ser adiada após a forte tempestade que atingiu a cidade no último sábado (16) e provocou danos na estrutura montada para o evento.

Após negociações conduzidas pela diretoria do Sindicato Rural junto às empresas responsáveis pela realização do espetáculo, ficou definido que o show será realizado uma semana depois e com uma novidade para o público: os portões da pista serão abertos gratuitamente.

De acordo com a organização, quem havia adquirido ingresso para a pista durante a Expoagro terá acesso exclusivo à área denominada “pista premium”, localizada mais próxima ao palco. 

Já o estacionamento do Parque de Exposições funcionará de forma paga para garantir organização e segurança aos veículos. As antigas credenciais de expositores não terão validade na nova data.

Segundo Gino, o adiamento foi uma alternativa encontrada para compensar o público que teve a expectativa frustrada devido ao temporal registrado momentos antes do início do show. 

A forte chuva acompanhada de ventania danificou parte da estrutura da arena, impossibilitando a apresentação do artista.

“A intensidade do evento climático fugiu totalmente do controle da organização. Desde o dia seguinte começamos a alinhar estratégias para garantir que o público pudesse ter esse show”, destacou o presidente do Sindicato Rural.

Estrutura para futuros eventos

Além de confirmar a nova data do espetáculo, Gino afirmou que o Sindicato Rural já iniciou uma mobilização para modernizar a estrutura destinada aos grandes shows no Parque de Exposições.

O projeto prevê melhorias no espaço de eventos, incluindo ampliação do estacionamento e reforço na segurança e na infraestrutura para receber atrações de grande porte no futuro.

Para viabilizar as mudanças, o Sindicato Rural iniciou tratativas com a concessionária Motiva Pantanal, responsável pela administração da BR-163, além da Prefeitura de Dourados e do Governo do Estado.

“Queremos garantir para Dourados e toda a região um espaço permanentemente estruturado, seguro e confortável para entretenimento e cultura, não apenas durante a Expoagro”, afirmou Gino.

Balanço positivo da Expoagro

Mesmo com os problemas climáticos registrados na área de entretenimento, a diretoria do Sindicato Rural avaliou de forma positiva a 60ª edição da Expoagro. Segundo Gino, o evento manteve forte participação do público e do setor produtivo ao longo da programação.

A feira recebeu leilões considerados estratégicos para o mercado pecuário nacional, com destaque para recordes de faturamento e valorização genética de animais, como os registrados pela Fazenda Santa Claudina e no Leilão Elite do Variedade de Pelagens.

Os julgamentos de raças também atraíram criadores de diferentes regiões do país e consolidaram Dourados entre os principais polos da pecuária nacional. Neste ano, a Expoagro passou a integrar a etapa ouro do ranking nacional do Nelore Variedade de Pelagem, presente em apenas quatro cidades brasileiras.

Além do setor pecuário, a feira promoveu palestras técnicas, debates e rodadas de negócios voltadas à agricultura, suinocultura, ovinocultura e avicultura. Empresas expositoras também concretizaram negócios ligados à venda de veículos, máquinas e implementos agrícolas.

A programação incluiu ainda visitação gratuita da comunidade, passeios guiados com acadêmicos e atividades educativas para estudantes de escolas da região, aproximando crianças e jovens do agronegócio sul-mato-grossense.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 22 May 2026 16:12:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Fim de semana tem de peça teatral a show de k-pop, brechó, literatura e muito mais]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/fim-de-semana-tem-de-peca-teatral-a-show-de-k-pop-brecho-literatura/466966/</link>
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				<description><![CDATA[O clássico da dramaturgia brasileira ganha nova leitura neste fim de semana em Campo Grande. Abrindo a agenda cultural, o espetáculo “O Bem-Amado”, do grupo Fulano di Tal, leva ao palco do Teatro Aracy Balabanian uma adaptação irreverente, popular e carregada de sátira política da obra de Dias Gomes.

A montagem mistura humor, carnavalização, exagero cômico e críticas que dialogam diretamente com o cenário político contemporâneo.

Mas a programação cultural da Capital vai muito além do teatro. Entre sexta-feira e domingo, Campo Grande recebe shows de rock e folk intimista, espetáculo inspirado no universo do k-pop, feira gigante de brechós, atrações gratuitas em shoppings, troca de figurinhas, pista de patinação no gelo, adoção de pets e estreias aguardadas no cinema.

TEATRO

Sem patrocínio, editais ou apoio institucional, o grupo Fulano di Tal coloca em circulação uma montagem que aposta diretamente na relação entre artistas e público.

Espetáculo acompanha as tentativas de Odorico Paraguaçu, prefeito da fictícia Sucupira do Sul, de inaugurar um cemitério municipal, sua principal promessa de campanha - Foto: Laryssa Miranda

A sessão única de “O Bem-Amado” acontece no domingo, às 19h, no Teatro Aracy Balabanian.

Livre adaptação da obra de Dias Gomes, o espetáculo acompanha as tentativas de Odorico Paraguaçu, prefeito da fictícia Sucupira do Sul, de cumprir sua principal promessa de campanha: inaugurar um cemitério municipal.

Para isso, ele conta com o apoio das irmãs Cajazeiras – Dorotéa, Dulcinéa e Judicéa –, do secretário Dirceu Borboleta e do fazedor de defuntos Zeca Diabo, enquanto enfrenta a oposição de Neca Pedreira, dono do jornal local.

A proposta do grupo aposta em uma estética popular, marcada pelo deboche, pelo exagero cômico e pela crítica política. Em cena, Douglas Moreira, Edner Gustavo, Luana Vilela e Nicoli Dichoff se dividem entre oito personagens.

A direção e produção são assinadas por Marcelo Leite, com iluminação de Breno Lucas e trilha sonora executada ao vivo pelo multiartista Ewerton Goulart.

Segundo Edner Gustavo, produtor, dramaturgo, diretor e ator do grupo, a montagem também representa uma forma de resistência do teatro independente em Mato Grosso do Sul.

“Estamos apostando na bilheteria como forma de sustentabilidade e valorização do trabalho dos artistas. Sabemos das dificuldades para manter espetáculos em circulação sem apoio ou patrocínio, mas acreditamos que esse movimento também fortalece a formação de público e a relação direta entre teatro e comunidade”, destaca.

Para Marcelo Leite, a atualidade do texto continua sendo um dos grandes motores da obra. “O ‘Bem-Amado’ continua atual justamente por rir de mecanismos de poder que ainda fazem parte da realidade brasileira”, afirma.

Os ingressos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia), com vendas pelo Sympla.

LITERATURA INFANTIL

O empresário e comunicador Clóvis Matto Grosso, sempre teve o hábito de escrever pensamentos e pequenas histórias, mas viu esses escritos se transformarem quando decidiu reuni-los em seu primeiro livro “O Menino do Canto da Parede”, que será lançado neste sábado, na cafeteria Doce Lembrança, a partir das 16h. O evento é aberto ao público e tem entrada gratuita.

A história transporta o leitor para o final dos anos 1970 e início dos anos 1980, em uma época em que emoções eram silenciadas, diferenças humanas eram vistas como defeitos e questões como o TDAH ainda eram desconhecidas pela sociedade.

O personagem principal é Rafael, um menino inquieto, criativo e sensível, que cresce tentando se encaixar em padrões que não compreendiam sua essência.

Ao longo da narrativa, surgem reflexões profundas sobre identidade, relações familiares, dores emocionais, espiritualidade, aceitação e transformação. 

K-POP

Os fãs da cultura pop coreana também terão programação especial neste fim de semana. O espetáculo “As Estrelas Guerreiras do K-Pop – O Show” chega ao Teatro Allan Kardec no domingo, com sessões às 15h e às 17h30min.

Inspirada no universo do filme “Guerreiras do K-Pop”, a produção promete reunir música, dança, figurinos chamativos e coreografias marcantes em uma experiência voltada para fãs do gênero e também para quem gosta de grandes produções visuais.

A proposta é transformar o palco em uma explosão de energia e emoção, trazendo a estética vibrante do pop coreano com a força de três jovens artistas que conduzem o espetáculo.

Com músicas envolventes, apresentações coreografadas e atmosfera colorida, a montagem busca oferecer uma experiência familiar e imersiva para o público sul-mato-grossense.

Os ingressos estão disponíveis pelo Sympla.

FOLK

A cena autoral sul-mato-grossense também marca presença na agenda cultural do fim de semana. Idealizado pelo cantor e compositor Jonavo, o projeto Casa Folk realiza sua segunda edição no sábado, no Estúdio Fábrika.

A proposta do evento é criar encontros intimistas em espaços privados e pouco acessíveis ao público, aproximando música, histórias e experiências em um ambiente acolhedor.

Desta vez, o espaço escolhido foi o Estúdio Fábrika, tradicionalmente dedicado à produção musical e que será transformado em palco para um pocket show de Jonavo. O artista promete reunir canções autorais, histórias de estrada e toda a atmosfera folk que marca sua trajetória.

A experiência inclui ainda recepção com caldos e vinhos para aquecer a noite de temperaturas mais baixas na Capital. O ingresso dá direito ao show e aos caldos servidos no local, enquanto o público pode levar a bebida que desejar consumir.

O evento acontece das 19h às 23h, com ingressos vendidos pelo Sympla.

ROCK

Já para quem prefere guitarras e clássicos do rock, o sábado também reserva programação especial no Road House Old Sheep.

O projeto Road House Sessions recebe, pela primeira vez, a banda Naip no palco do Road House Old Sheep - Foto: Divulgação

A banda Naip estreia na casa durante mais uma edição do projeto Road House Sessions, ao lado da banda Prépotentes e da DJ Nathalia Albuquerque.

Com 27 anos de estrada e mais de 400 apresentações realizadas, a Naip é considerada uma das bandas mais tradicionais do rock sul-mato-grossense. O grupo já dividiu palco com nomes como Jota Quest, Nando Reis, O Rappa e Ira!.

O vocalista Carlão destaca a importância do novo espaço para a cena musical local. “É uma alegria enorme fazer nossa estreia no Road House Old Sheep, um espaço que nasce com uma proposta muito verdadeira, valorizando a música ao vivo e prestigiando o rock de Mato Grosso do Sul”, afirma.

A programação começa às 16h e os ingressos também estão disponíveis pelo Sympla.

BRECHÓ

Neste sábado também acontece a 24ª edição do Desapega CG, no Parque Ayrton Senna.

Considerada uma das maiores feiras de brechós de Campo Grande, o evento reúne mais de 80 expositores e cerca de 30 mil itens disponíveis para venda, entre roupas, calçados, acessórios, brinquedos, itens de decoração, livros, plantas e roupas infantis.

O evento acontece das 8h às 16h, com entrada gratuita.
Idealizado por Val Reis, coordenadora do Coletivo de Brechós, o Desapega CG nasceu já em grande escala e se consolidou como espaço de geração de renda e fortalecimento da moda circular em Campo Grande.

“O Desapega CG já começou grande. Desde o início a gente entendeu que Campo Grande estava pronta para uma feira de brechós em grande escala”, afirma Val.

Além dos preços acessíveis, o público encontra peças de grife, itens vintage e promoções populares, como peças a partir de R$ 2 e araras promocionais.

A organização também percebe crescimento constante do público jovem no evento, impulsionado pelo interesse em moda sustentável e consumo consciente.

PARA TODA A FAMÍLIA

O Shopping Bosque dos Ipês inaugura nesta semana a Arena Bosque dos Ipês, espaço gratuito e interativo com atividades ligadas ao futebol.

O público poderá participar de chute ao gol, pebolim, subsoccer e outras atrações voltadas para toda a família. O local também recebe a Grande Troca de Figurinhas, com mais de mil cromos disponíveis para colecionadores.

Outra novidade é a estreia da Pista de Patinação Iceland, montada na praça central do shopping e disponível até 31 de agosto. A atração conta com carrinhos especiais para crianças de 2 anos a 4 anos e pista liberada para maiores de 5 anos.

No sábado, das 16h às 20h, o shopping também realiza uma ação de adoção de pets em parceria com o Projeto Vida Animais e a Superintendência de Bem-Estar Animal.

Outra opção para o fim de semana está no Shopping Campo Grande, que recebe a exposição “Nossos Gigantes”, realizada em parceria com o Instituto de Conservação de Animais Silvestres (Icas).

A mostra acontece entre os dias 22 e 26 deste mês e apresenta informações sobre espécies ameaçadas de extinção, como o tatu-canastra e o tamanduá-bandeira, por meio de painéis educativos, experiências interativas e atividades voltadas para crianças e adultos.

O shopping também recebe o Arena Park, espaço com brinquedos infláveis, escaladas, obstáculos, piscinas de bolinhas e atrações para crianças de até 13 anos.

Além disso, o local promove ações de troca de figurinhas da Copa do Mundo.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 22 May 2026 09:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Alguns pré-candidatos estão imaginando que as eleições continuam... Leia na coluna de hoje ]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/leia-na-coluna-de-hoje/466920/</link>
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				<description><![CDATA[Érico Veríssimo  - escritor brasileiro

"Na minha opinião existem dois tipos de viajantes: os que viajam para fugir e os que viajam para buscar”.

FELPUDA

Alguns pré-candidatos estão imaginando que as eleições continuam sendo aqueles tradicionais Bailes de Máscaras, onde podem continuar tentando enganar as pessoas. Muitas dessas figurinhas, que rodopiavam pelo salão escondendo suas verdadeiras intenções, cada vez mais caminham rumo às portas dos fundos para que, em breve, desapareçam da vida pública, tendo em vista que dificilmente encontrarão uma luz no fim do túnel. A internet vem sendo a principal arma, para mostrar quem é quem neste imbróglio. As máscaras estão caindo. E como estão caindo!... Afe!



De olho

Contratos de órgãos do governo do estado estão sendo vistos com lupa pelo PT na Assembleia. de Mato Grosso do Sul. O deputado Pedro Kemp, só em uma das sessões, apresentou dois requerimentos. Um deles à direção da MSGÁS e o outro para a Iagro.

Mais

No primeiro caso, quer saber o motivo pelo qual a relação dos pagamentos de diárias não está sendo publicadano Portal da Transparência. No outro o por que empresa de limpeza foi contratada com dispensa de licitação. Ano eleitoral é fogo!

Silvia Massocatto, que hoje está “quarentando”  - Foto: Arquivo Pessoal

 

Dra. Giovanna Gusmão Ribeiro - Arquivo Pessoal

“Noves fora...”

A guerra eleitoral não estaria só entre os pré-candidatos, na majoritária e nas proporcionais, avalia importante político. Segundo ele, o embate se verifica também entre as agências de pesquisas, incluindo as de todos os calibres: as sérias por serem confiáfeis, as que nunca acertam nada, as que têm histórico de apresentar números do “desejo do contratante” e as dos números fantasiosos. Afirmou que as confiáveis, se conta nos dedosde uma só mão. Só!...

Holofotes

A manifestação do pré-candidato ao governo Renato Gomes (DC) durante solenidade na Assembleia Legislativa de MS, dia 20, foi considerada desproposital que só. Ele causou tumulto e foi retirado por seguranças, depois que, aos brados, protestou sobre  valor investido na construção do estacionamento vertical. Nos bastidores, a avaliação é  que o episódio serviu mais para atrair atenção por denuncismo feito sem apresentação de provas.

Números

A Câmara Municipal de Campo Grande realiza na próxima segunda-feira (25), às 9h, audiência pública para prestação de contas da Sesau referente ao primeiro quadrimestre de 2026. O debate foi convocado pela Comissão de Saúde. O secretário municipal de Saúde, Marcelo Vilela, deverá apresentar números da pasta e responder questionamentos sobre unidades de saúde, medicamentos, insumos e atendimento. A prestação ocorre a cada quatro meses para fiscalização da aplicação dos recursos públicos. Mas...

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@

Silvia Helena Bonfim Massocatto;
Maria Leonor Castilho Guimarães;
Dr. Alberto Jorge Felix Costa;
Sarah Nantes Barbosa Genta;
Nadja Said Velasquez Maksoud;
Valéria Alves Setti;
Carlos Magno Guedes de Melo;
Edno Vicente Pereira;
Solange de Lima Cavalheiro;
José Moreira Neto;
Luzia Candido Bueno;
Evanilda Vieira de Oliveira;
Ruy Graças Gomes;
Isidoro Moraes;
Gerivaldo Cerqueira de Carvalho;
Maria Emília Brasil;
Munir Caram Anbar;
Helio Miyahira;
Jayra Pinto da Luz Ajala;
Paulo Dagenam Moreira;
Wilson Vilhalba Delgado;
Itamar Rodrigues Chaveiro;
Dayse Mônica Bobadilla;
Dr. Waldomiro Avelino de Rezende;
Dr. Osmar Rabelo de Andrade;
Nelson Szukala;
Dr. Renato Rosa Fernandes;
Ivan Souza;
Priscila Sanches;
Evanilde Lourenço;
Marlene Pereira;
Pastor Barbosa;
Samuel Moretto;
Iuri Holsback Rocha;
Maria Cristina Rodrigues Arantes;
Dr. José Silvio Gomes;
Francisca de Assis Santos;
Marcos Antonio Souza de Oliveira;
Lydia Santos;
Felício Gomes;
Milton Fernandes de Brito;
Valter Pereira Alves Júnior;
Nidia Witcov Candia;
Gerson Antonio de Souza;
Maria Helena Furtado;
Maria Luiza Camy;
Beatricce Colete Bruno;
Thomaz José Felix Bezerra;
Carlos Eduardo da Silva Bessa;
Irene Nogueira Raslan;
Antônio Epifácio Teodoro;
Anita Espíndola de Araújo;
Laura Raquel Flôres;
Fátima Nogueira de Oliveira;
José Antônio Vieira;
Márcia Maria de Souza;
Lilian da Silva Mendes;
Carolina Celeste da Silva;
Humberto Martins de Souza;
Denise Gomes Assis;
Maria Lucila Auto;
Geraldo Figueira de Arruda;
Maria Clara Lima de Almeida;
Henrique Conrado Vieira;
Vilma Elisa Gomes da Silva;
Maria Auxiliadora Junqueira;
Irma Celeste Pereira;
José Inácio Meira da Silva;
Gildo Oliveira da Silva;
Iolanda José Chacha Trad;
Ana Maria Weiss de Camargo;
Celso Borges de Mendonça Filho;
Pedro Alves da Silva Filho;
Rogério Alencar da Silva;
Rita de Cássia de Lima e Silva;
Carolina Rainche;
Tercila Correa Gomes;
Angélica Dias de Oliveira;
Elenice Rodrigues Cardoso;
Lourival Rodrigues da Silva;
Audinéia Fernandes Guimarães Nogueira;
Taiguara Onishi;
Cláudia Durand Zwarg;
Glaucy da Conceição Ortiz;
Hedyl Marcos Benzi;
Jandir Roberto Manica Junior;
Semi Kalil Georges;
Silvio Santos Lacerda;
Otacil de Souza Nogueira;
Dalton de Oliveira;
Francisco Cesar Moura Júnior;
Mariana Essir Simioli;
Ricardo Vieira Poletto;
Augusto Julian de Camargo Fontoura;
Taiani Tiemi Shirado Sakihama;
Hallan Bispo Coelho;
Jeferson dos Santos Soares;
Maria Carmem Cerejo Cabalheiro;
André Matsushita Gonçalves;
Giuliano Perez Maquerte;
Cassia Mariano Perez;
Emiliane Ferreira de Amorim;
Child Maria Alves Mambelli;
Francisca Rosa de Oliveira;
Márcio Alexandre Menegazzo;
Edilson Belone;
Larissa Machado Matos Catelan;
Flávia Franco Simioli;
Ana Priscilla Salles Rubinszteyn;
Ildeberto de Santana. 

Colaborou com Tatyane Gameiro

 
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 22 May 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Projeto "Afroafetos" chega hoje às plataformas digitais unindo música, poesia, moda e artes visuais]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/projeto-afroafetos-chega-hoje-as-plataformas-digitais-unindo/466915/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/projeto-afroafetos-chega-hoje-as-plataformas-digitais-unindo/466915/</guid>
				<description><![CDATA[Entre sons que atravessam o soul, o pagodão baiano, o R&B e a MPB, existe um fio condutor que costura o primeiro álbum de Silveira Soul: o afeto. Não o afeto simplificado ou romantizado, mas aquele construído como resistência, acolhimento e reencontro de identidade.

Hoje, o cantor e compositor sul-mato-grossense lança oficialmente “Afroafetos”, trabalho que nasce da música, mas ultrapassa as fronteiras do som para se tornar manifesto artístico, político e coletivo.

Natural de Corumbá, no interior de Mato Grosso do Sul, Silveira canta desde os 13 anos, quando começou no coral da igreja.

Anos depois, a voz potente e a presença de palco o levaram aos principais festivais culturais do Estado, como Festival de Inverno de Bonito, Festival América do Sul, MS ao Vivo, Sesc Cultura e Som da Concha. Também abriu shows para artistas como Liniker, Majur, Iza, Dudu Nobre e Rico Dalasam. Agora, transforma toda essa trajetória em seu primeiro álbum autoral.

“Afroafetos” nasce como um espetáculo afrofuturista e multidisciplinar. O projeto reúne música, poesia, moda, dança, artes visuais e audiovisual para imaginar novas possibilidades de existência preta no Brasil. Em vez de narrativas centradas apenas na dor histórica, a obra aposta no protagonismo, na ancestralidade e na construção de futuros possíveis sem opressão racial.
“‘Afroafetos’ já se tornou um coletivo. Nós temos diversas linguagens artísticas envolvendo todo o ‘Afroafetos’. Tem artes plásticas, poesia dentro do álbum. Tem essa coisa de se juntar e agregar arte”, explicou Silveira.

O lançamento oficial acontece após uma audição especial realizada na Casa de Cultura de Campo Grande na sexta-feira, em uma noite marcada por emoção, espiritualidade e senso de comunidade.

O evento reuniu referências afro-brasileiras, banhos energéticos, símbolos ligados às religiões de matriz africana e uma atmosfera de celebração coletiva que refletia exatamente o espírito do projeto.

“É muito bom quando a gente encontra ouvidos e olhos atentos para nossa arte. Não importa se eu não tenho um grande público, o que importa para mim é ter pessoas observando o que a gente está fazendo com o ‘Afroafetos’, como a gente está se aquilombando, se reorganizando para fazer uma arte com essência”, declarou o artista durante a pré-estreia.

REENCONTRO DA IDENTIDADE

Com cinco músicas e duas poesias, “Afroafetos” foi gestado ao longo de pelo menos cinco anos. Algumas composições nasceram em parceria com amigas que hoje integram o coletivo artístico criado em torno do projeto. O processo de construção, segundo Silveira, também foi uma forma de reencontro consigo mesmo.

“É um álbum muito diverso. Quem ouvir vai entender que a gente passeia por muitas sonoridades. Tem pagodão baiano, black music, várias referências. Eu cresci ouvindo isso, então, tem essa pluralidade. É o que nós somos”, afirmou.

Ao mesmo tempo em que dialoga com o futuro imaginado pelo afrofuturismo, o álbum mantém conexão direta com a ancestralidade negra e com os afetos construídos em comunidade. Essa dualidade aparece tanto nas letras quanto na estética visual e sonora do trabalho.

“‘Afroafetos’ surge como um grito que pretende não só expor uma produção artística autoral, mas também contar uma história através da ancestralidade e dos afetos que cercam a vivência de um homem preto e gay no Brasil”, resumiu o cantor.

As músicas falam sobre amor, desejo, pertencimento, liberdade e identidade. Em uma das poesias apresentadas no evento de pré-lançamento, versos como “Ser afetada, afeminada, com fome de mundo” e “É tudo sobre o amor e o amor sabe dizer o nosso nome” sintetizam a proposta do projeto: transformar vulnerabilidade em potência.

PROJETO COLETIVO

Embora o álbum carregue o nome de Silveira Soul, o artista faz questão de enfatizar que o projeto pertence a muitas mãos. Durante a audição, ele citou uma a uma as pessoas envolvidas na construção de “Afroafetos”, reforçando o caráter coletivo da obra.

“‘Afroafetos’ não sou só eu. Esse álbum está carregando o meu nome, mas não sou só eu. Somos vários, e eu quero que isso se multiplique muito”, disse.

Entre os nomes envolvidos estão as poetas Maria Carol e Afroqueer, integrante do ColetivA De Trans Pra Frente, as artistas visuais Lua Maria e Erika Pedraza, a estilista Jéssica Rabelo e o produtor musical Ton Alves. O projeto ainda envolve audiovisual, figurino, artes plásticas e performances.

Para Silveira, essa construção coletiva também é uma forma de resistência cultural em Mato Grosso do Sul, estado historicamente marcado pela predominância do sertanejo na cena musical.

“Eu faço uma música popular, mas diferente do comum aqui. Existe barreira, mas acredito no meu público e na minha arte. Fazer isso aqui é, sim, resistência”, pontuou.

AFETO AFRO

A coordenadora do projeto, Jéssica Rabelo, define Afroafetos como um espaço de acolhimento e reconstrução afetiva entre pessoas pretas, LGBTQIA+ e periféricas.

“Nós, pessoas pretas, não fomos ensinadas a amar e a contemplar por meio do amor. E na Afroafetos a gente conseguiu amar. Amar por meio da verdade, da constância e até da raiva”, declarou, emocionada, durante o evento.
Segundo ela, o projeto funciona como um “novo quilombo”, onde arte, espiritualidade e afeto caminham juntos.

“Todas as vezes que a gente se encontra é uma grande oração. A gente ri, chora, dança e cria um universo paralelo quando chega a qualquer lugar dessa cidade”, afirmou.

A dimensão coletiva também impactou profundamente o produtor musical Ton Alves, responsável pelos arranjos do álbum. Ele conta que inicialmente se impressionou pela potência vocal de Silveira, mas que acabou sendo conquistado pelas pessoas e pela proposta do projeto.

“O Afroafetos me impactou de várias formas. Não só musicalmente, mas pelas pessoas. Engloba literatura, teatro, dança, artes plásticas, religião de matriz africana. Tudo entrou no caldeirão e formou o Afroafetos”, disse.
Ton também lembrou a apresentação de abertura para Liniker como um momento simbólico.

“A gente não tinha 1% do orçamento daquela artista e entregou 250%. Aquilo me fez entender que o Afroafetos é muito mais do que música”, afirmou.

ARTE DE MS

Ao falar sobre o conceito do álbum, Silveira destaca que o afrofuturismo presente na obra parte da realidade de Mato Grosso do Sul e das experiências negras periféricas locais.

“É muito louco imaginar onde nossos objetos e acessórios já chegaram. Estarmos onde jamais imaginamos estar. O resgate vem muito disso: acreditar novamente no nosso potencial e reencontrar nosso valor”, afirma.

A ideia de territorialidade aparece como um elemento central do projeto. Em meio a uma realidade cultural frequentemente dominada por referências externas, o artista defende a valorização da produção preta local.

“Aqui a gente é devorado todos os dias por culturas e artes que não são as nossas. Então, quando a gente faz música, moda ou arte, a gente quer fazer o melhor possível. Isso é o mínimo. O máximo ainda está por vir”, pontuou.

Essa valorização também passa pela construção de referências positivas e pelo incentivo à criação artística dentro das próprias comunidades.

“A gente quer fazer arte, viver de arte, consumir arte, mas também criar. E para isso a gente precisa de incentivo”, reforçou o cantor.

Produzido de forma independente, “Afroafetos” foi viabilizado com financiamento do Fundo Municipal de Investimentos Culturais (Fmic), ligado à Fundação Municipal de Cultura de Campo Grande.

Segundo Silveira, o apoio foi fundamental para que o projeto alcançasse a dimensão desejada. “Foi um investimento crucial para que a grandiosidade desse projeto acontecesse”, destacou.

Além do álbum, o coletivo prepara um documentário e uma série de vídeos mostrando os bastidores do processo criativo. A intenção é de revelar o cotidiano da construção artística para além do palco. “Muitas vezes as pessoas só veem o show, mas existe muita coisa acontecendo no dia a dia que faz parte desse processo”, disse o cantor.

A expectativa agora é de que o trabalho reverbere para além das fronteiras de Mato Grosso do Sul. “É o melhor trabalho da minha vida até aqui. A gente não fez só música, despertou outros talentos também. E agora vamos deixar isso reverberar pelo mundo”, declarou.

O álbum “Afroafetos”, de Silveira Soul, está disponível nas plataformas digitais a partir hoje.

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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 21 May 2026 09:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lideranças do PT em MS têm afirmado, de boca cheia, que haverá... Leia na coluna de hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[Eleanor Roosevelt - diplomata americana

"As pessoas crescem através da experiência se elas enfrentam a vida honesta e corajosamente. É assim que o caráter é construído”.

FELPUDA 

Lideranças do PT em MS têm afirmado, de boca cheia, que haverá segundo turno nas eleições de 2026. Entre outras coisas, a aposta maior é num eventual “racha” da direita e projeções que são, digamos, um tanto quanto “estratosféricas” e carregadas de muito otimismo. Aliás, na declaração de um petista da cúpula nacional, o entendimento é que as redes sociais estariam sendo usadas pelos adversários de maneira metódica para divulgação de “preconceitos” contra Lula, que pensa em disputar a reeleição.  Se depender dessa galera, a “fatura estaria liquidada”. Sei não...

Outro rumo

A vice-prefeita de Dourados Gianni Nogueira poderá tentar conquistar uma das cadeiras na Assembleia Legislativa de MS.  Ela vinha tentando se viabilizar como pré-candidata ao Senado.

Mais

Isso, fiando-se numa manifestação do ex-presidente Bolsonaro de que poderia ser o nome para a disputa. Diante da indefinição, chegou a anunciar que poderia mudar de partido. Mas acabou recuando.

Foto: Divulgação

No próximo dia 25, o Insted realizará a cerimônia que marcará sua transformação institucional, passando a ser Centro Universitário, proporcionando a oferta de bolsas de estudo, atendimentos gratuitos à população, projetos de extensão e novas oportunidades acadêmicas em Mato Grosso do Sul. A expectativa da Instituição é ampliar significativamente os programas de bolsas acadêmicas vinculadas à pesquisa, extensão universitária e monitoria, com percentuais que podem variar entre 40% e 100%, dependendo dos critérios de participação e dedicação dos estudantes. “Teremos experiência acadêmica com mais qualidade e com mais entrega à sociedade, sem deixar de lado as metodologias ativas e protagonismo dos nossos acadêmicos”, afirmou Neca Bumlai, reitora do Centro Universitário.

Dione Anache - Foto: Studio Vollkopf

 

Dra. Eduarda Dias - Arquivo Pessoal 

“Tinta”

A moção de apoio em favor da vereadora Eliane Feitosa Tel, como era de se esperar, “levou tinta” na Assembleia de MS, sendo rejeitada por 12 votos a três, o que gerou descontentamento da trinca de parlamentares petistas, um deles protagonizando cena de incitação à violência e vociferando como se estivesse em uma briga de rua. No caso, foi o deputado José Orcírio.

À altura

O deputado Coronel David teve que responder à altura a “solicitação” do petista para que o colega do parlamento estadual desse “aviso” ao deputado federal Rodolfo Nogueira que ele iria apanhar. A moção de apoio foi apresentada por Gleice Jane à vereadora responsável por ato considerado uma agressão a Rodolfo, durante evento em Mundo Novo. Davi  disse que não poderia aprovar uma moção a quem teria praticado tal ato e que pessoas de ideologias diferentes têm é que debater no campo de ideias. Nada como viver num Estado sem problemas, né?...

Análise

Na bolsa de apostas políticas, há quem diga que o deputado estadual João Henrique Catan (Novo) poderá ultrapassar o petista Fábio Trad na corrida para o governo do estado. Embora ambos estejam muito aquém de Eduardo Riedel, primeiro colocado nas pesquisas divulgadas até agora, o perfil do eleitorado de MS poderá contribuir muito para isso. Nos bastidores, a análise é que a população é conservadora e já demonstrou que não “engole” o PT. Sendo assim...

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@

Maria Elisabete (Bete) Jeronimo Dias;
Dr. Thiago Alonso Domingos;
Paloma Ujacow Martins Rodrigues;
José Alberto D´Lamônica Guimarães;
Rafael de Cristo;
Eloisa Jorge Caiado;
Daniela Marques Caramalac;
Derci de Souza Moraes;
Elizete Miranda Granze;
Lidia Almada;
Tailini Xavier;
João Batista Pereira;
Cecilio Toledo Filho;
Eduardo Silva Rocha;
Antônio de Oliveira Valadão;
Severino Leandro da Silva;
Edson Zandonadi;
Domingos Henrique Medeiros Rostey;
Gilcinei Clovis de Oliveira;
Manoel Rezende;
Deusamar Rangel da Silva;
Artur Monteiro de Barros;
José Carlos Pettengill;
Miguel Pontes Pimentel;
Adir Gaffuri;
Eduardo dos Anjos dos Santos;
Silvia Martinez;
Walter Ferraz Pinto Pacheco;
Marcos Castilho Lopes;
José Ney Mendonça Silva;
Celso de Souza Martins;
Celia Gonçalves Ferreira;
Tecilio Toledo Filho;
Alina Munhoz;
Cibele Araújo Almeida;
Sérgio Teruya;
Iara Rosana Baseggio;
Solange de Fátima Duarte Vaz da Silva;
Adão de Arruda Sales;
Juarez Augusto de Carvalho;
Eveline Muller Azevedo;
José Hindo;
Aparecido Kavano dos Santos;
Dra. Karine Casartelli Falkenburg;
Dra. Lázara Sulzer;
Ibrahim Miranda Cortada Filho;
Auzeneide Maria da Silva;
Alice da Silva Moreira;
Maria Auxiliadora Meira;
Ana Cristina Rocha Negrão;
Sônia Assis de Oliveira Souza;
Elisa Guerrieri da Silva;
Hermes dos Santos Mourão;
Rosilange Ferreira Golveia;
Maria llka Guerreiro;
Luiz Seiji Tada;
Carlos Henrique Botura;
Lúcia Daniel dos Santos;
Teobaldo Velasques;
Marcelo Batistela Damasceno;
Elizeu Ferreira D’ Anunciação;
Shirlei Paz Pereira;
Dorisney Lima de Oliveira;
Júlio Cezar Ribeiro;
José Rogério Cotrim de Medeiros;
Élio dos Santos Mourão;
Dr. Marcilio Vargas Peixoto;
Dr. Rodrigo de Mello Scalla;
Solange Aguni;
Fernando Cremonesi Ferreira;
Daltro José Ferreira;
João Pantaleão Filho;
Luiz Gomes Cabral;
Edilsom José da Silva;
Wagner Chilavier Oliveira;
Felipe Laburu;
Francisco Juarez de Souza;
Carine Andréia Previatti Alves;
Gilberto Domingos;
Venâncio Josiel dos Santos;
Irma Foscaches Medina;
Edilson Morais de Araujo;
Maria Silvia Moreira dos Santos;
Luiz Henrique Augusto Costa;
Paulo Ricardo Junqueira;
Luciana de Morais Cândido;
Agner Cristina Maldonado Silva;
Key Fabiano Souza Pereira;
Vânia Meire Moreira;
Celso Massayuki Arakaki;
Sirley Cândida de Almeida Kowalski;
Ednéia Aparecida Santos Lisboa;
Patricia Zanatta Aranha Coneglian;
Luiz Carlos Silva;
José Evaristo de Freitas Pereira;
Lisandra Moreira Martins;
Heraldo Medeiros de Oliveira;
Marcelo Nogueira da Silva;
Ivan Figueiredo Chaves;
Daniel Florentin de Novaes;
José Garcez da Costa;
Laércio Araújo Souza Neto;
Astolfo Lopes Cançado Júnior;
Luiz Eduardo Lopes;
Neusa Maria Faria da Silva;
Luis Henrique de Sousa Rodrigues;
Edgar Martins Veloso;
Fernanda Lanteri de Almeida;
Luísa Mendonça Nunes.

Colaborou Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 21 May 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Especialistas alertam para os problemas que podem ser enfrentados com a extinção das abelhas ]]></title>
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				<description><![CDATA[Presentes silenciosamente no café da manhã, nas frutas consumidas ao longo do dia, nas plantações agrícolas e até no equilíbrio das florestas, as abelhas exercem um papel muito maior do que a simples produção de mel.

Hoje, data em que é celebrado o Dia Mundial das Abelhas, especialistas reforçam o alerta de que o desaparecimento desses polinizadores pode provocar impactos profundos na biodiversidade, na economia e até na segurança alimentar global.

Embora muitas pessoas associem as abelhas apenas às colmeias e aos produtos derivados, como mel, própolis e cera, a verdadeira importância desses insetos está em uma função vital para a manutenção da vida nos ecossistemas: a polinização.

É graças a esse processo que milhares de espécies vegetais conseguem se reproduzir, gerar frutos e manter a diversidade genética necessária para sobreviver.

Segundo o médico veterinário Mozarth Vieira Junior, coordenador do curso de Medicina Veterinária da Estácio, as abelhas ocupam uma posição central nos ecossistemas terrestres justamente por realizarem esse trabalho de maneira contínua e eficiente.

“O papel das abelhas vai muito além da produção de mel. Elas são verdadeiras engenheiras invisíveis da biodiversidade”, destaca o médico veterinário.

Durante a busca por néctar, as abelhas transportam pólen de uma flor para outra, permitindo a fecundação das plantas. Esse mecanismo garante não apenas a reprodução vegetal, mas também a formação de frutos, sementes e novas plantas, sustentando cadeias alimentares inteiras.

Na prática, isso significa que alimentos presentes diariamente na mesa da população dependem, direta ou indiretamente, da atuação desses insetos. Frutas, legumes, verduras, oleaginosas, sementes e leguminosas têm sua produtividade ligada à polinização.

“Aproximadamente um terço do suprimento alimentar humano depende da atuação das abelhas”, pontua Mozarth Junior.

IMPACTO INVISÍVEL

O trabalho das abelhas é tão essencial que especialistas consideram os polinizadores uma espécie de “infraestrutura natural” da agricultura, já que são essenciais para 75% de todo o alimento cultivado no mundo.

Sem elas, plantações inteiras podem produzir menos, gerar frutos menores ou até deixar de se reproduzir.

Culturas agrícolas como maçã, café, melancia, abóbora, amêndoas, morango, maracujá e soja estão entre as que dependem da polinização para alcançar bons índices de produtividade.

Em alguns casos, a presença das abelhas pode aumentar significativamente a qualidade dos alimentos, influenciando tamanho, sabor e valor nutricional.

O desaparecimento desses insetos, portanto, não representa apenas uma perda ambiental, mas também econômica. Menos polinização significa menor produção agrícola, o que pode gerar aumento no preço dos alimentos e dificuldades no abastecimento.

Em um cenário global marcado pelas mudanças climáticas e pela insegurança alimentar, a preservação das abelhas passou a ser considerada estratégica por pesquisadores e organismos internacionais.

Além do impacto direto sobre a agricultura, a redução das populações de abelhas afeta plantas silvestres e compromete habitats inteiros.

Muitas espécies vegetais dependem exclusivamente de polinizadores para sobreviver. Quando elas desaparecem, outros organismos que utilizam essas plantas como alimento ou abrigo também sofrem consequências.

Esse efeito em cadeia pode atingir aves, pequenos mamíferos e diversos outros insetos, alterando o equilíbrio ecológico de regiões inteiras.

BIOINDICADORES

A preocupação científica com as abelhas vai além da biodiversidade. Nos últimos anos, esses insetos passaram a ser observados também como importantes indicadores da saúde ambiental.

De acordo com Mozarth Junior, as abelhas funcionam como verdadeiras “sentinelas” do ecossistema, já que são extremamente sensíveis às mudanças ambientais.

“Tudo aquilo que afeta o ecossistema das abelhas também impacta a cadeia alimentar humana. Elas funcionam como sentinelas ambientais”, explica.

Na prática, isso significa que problemas observados nas colmeias podem servir como alertas sobre desequilíbrios maiores, envolvendo poluição, degradação ambiental e contaminação química.

O declínio das populações de abelhas registrado em diferentes partes do mundo vem sendo associado a diversos fatores simultâneos. Entre os principais estão o uso inadequado de pesticidas, a destruição de habitats naturais, o desmatamento, as mudanças climáticas, a poluição do ar e a disseminação de doenças e parasitas.

Pesquisas recentes apontam que esses fatores não atuam isoladamente. Pelo contrário: eles se combinam e potencializam os danos às colmeias.

As mudanças climáticas, por exemplo, alteram ciclos de floração e modificam temperaturas, dificultando o acesso das abelhas aos recursos necessários para sobrevivência. Já os pesticidas podem afetar o sistema nervoso dos insetos, reduzindo sua capacidade de orientação e reprodução.

A urbanização desordenada e a perda de áreas verdes também têm papel importante nesse cenário. Sem flores e vegetação adequada, muitas espécies de polinizadores encontram dificuldade para encontrar alimento e locais seguros para formar colmeias.

SAÚDE INTEGRADA

A situação das abelhas passou a ser observada dentro do conceito de One Health – ou Saúde Única – abordagem que integra saúde humana, animal e ambiental.

O conceito vem ganhando força entre pesquisadores justamente por reconhecer que os problemas ambientais impactam diretamente a qualidade de vida da população.

No caso das abelhas, os fatores que prejudicam as colmeias são os mesmos que afetam o equilíbrio dos ecossistemas e, consequentemente, a produção de alimentos, a qualidade da água, do solo e do ar.

A contaminação ambiental causada pelo uso excessivo de produtos químicos na agricultura, por exemplo, não afeta apenas os polinizadores. Ela também pode atingir rios, animais silvestres e até seres humanos.

Por isso, a preservação das abelhas deixou de ser vista apenas como uma pauta ambiental e passou a ser considerada uma questão de saúde pública e segurança alimentar.

Especialistas alertam que proteger os polinizadores significa proteger a própria capacidade humana de produzir alimentos em larga escala.

PRESERVAÇÃO

Apesar do cenário preocupante, pesquisadores afirmam que ações simples realizadas pela população podem contribuir para a proteção das abelhas.

Uma das principais recomendações é ampliar o cultivo de flores nativas em jardins, quintais, praças e até varandas de apartamentos. Mesmo pequenos espaços urbanos podem servir de abrigo e fonte de alimento para diferentes espécies de polinizadores.

Estudos recentes mostram que até mesmo pequenas áreas floridas já conseguem apoiar populações de insetos importantes para a manutenção da biodiversidade urbana.

Outra medida importante é reduzir o uso indiscriminado de pesticidas e produtos químicos, principalmente em ambientes domésticos e plantações. O manejo mais sustentável da agricultura é apontado como fundamental para reduzir os impactos sobre as colmeias.

A preservação de áreas verdes e matas nativas também aparece entre os principais caminhos para garantir a sobrevivência das abelhas. Isso, porque muitos desses insetos dependem da vegetação natural para construir ninhos e encontrar diversidade alimentar ao longo do ano.

ALERTA

O desaparecimento das abelhas é considerado hoje um dos principais alertas ambientais do planeta. A redução acelerada das populações de polinizadores acende preocupações sobre o futuro da produção agrícola, da biodiversidade e da estabilidade dos ecossistemas.

Embora os impactos ainda possam parecer distantes para parte da população, especialistas ressaltam que a ausência desses insetos teria consequências diretas no cotidiano, desde o aumento no preço dos alimentos até a diminuição da oferta de frutas, verduras e outros produtos agrícolas.

Para Mozarth Vieira Junior, a preservação das abelhas deve ser entendida como uma responsabilidade coletiva.

“As abelhas são infraestrutura ecológica viva. Proteger esses insetos significa proteger a segurança alimentar, a biodiversidade e a estabilidade ambiental”, conclui.

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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 20 May 2026 10:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Petista que em todas as eleições compete a "alguma coisa" e não se elege... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/leia-na-coluna-de-hoje/466800/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/leia-na-coluna-de-hoje/466800/</guid>
				<description><![CDATA[Davi Roballo - escritor brasileiro

Infelizmente descobrimos um pouco tarde, que devemos viver para deixar saudades, boas lembranças e não bens, já que tudo perece, menos a alma que é eterna”.

FELPUDA 

Petista que em todas as eleições compete a “alguma coisa” e não se elege a nada, decidiu neste ano eleitoral mostrar que está bem doutrinado pelo seu partido e “sugeriu” ao Ministério Público que “estaria” ocorrendo ato de nepotismo em  gabinete na Câmara Municipal de Campo Grande. Tudo começou porque a pessoa denunciada criticou a visita de Lula por aqui e a reação do esquerdista em questão foi violenta. Detalhe: no início do quiproquó, o dito-cujo teve que ouvir que o seu pai, quando vice-prefeito de cidade do interior, foi condenado. E por nepotismo. Vai vendo...



Dançou

O ex-deputado federal Loester Carlos Gomes, conhecido como Tio Trutis, meteu os pés pelas mãos nas eleições de 2022, quanto tentou renovar o mandato, e foi punido pelo TSE por lavagem de dinheiro, praticado através de uma manobra contábil.

Mais

Ttutis e sua esposa Raquelle, que disputou uma vaga na Assembleia de MS, teriam usado mais de R$ 700 mil e não prestado a devida conta. Além da condenação para que devolvam o dinheiro, acrescido de juros e correção monetária, devem  ficar inelegíveis por oito anos.

Dr. Sérgio Martins Sobrinho, que comemorou 94 anos dia 13 de maio, e sua filha Ana Cristina Martins - Foto: Arquivo pessoal

 

Luiza Campos - Foto: Arquivo pessoal

"Cachimbo"

A prefeita Adriane Lopes e 17 dos 29 vereadores fumaram o “cachimbo da paz”. Na divulgação oficial, o encontro teria sido para discussão de pautas conjuntas, fortalecimento das relações institucionais e futuras agendas de novos encontros. As sucessivas derrotas na Câmara Municipal estavam deixando a administração municipal à deriva, pois a gestora está sem uma base política. Resta saber quais serão os resultados.

Modéstia

Depois de anos sem partido, o deputado Lídio Lopes se filiou e assumiu a direção estadual do Avante, partido pelo qual disputará a reeleição. No ato de sua chegada à sigla, com a presença de Augusto Cury, pré-candidato à Presidência da República, Lídio disse que é um “construtor de chapas”. Lembrou que começou a trajetória política no então PEN, partido que, segundo ele, foi estruturado no MS praticamente do zero. Transformada em Patriota, a sigla passou a conquistar espaços.

Espaços

Sobre o Avante, Lídio afirmou que a sigla já mantinha alinhamento com o grupo e afirmou que o objetivo agora é abrir espaços para candidaturas de pessoas que dificilmente teriam oportunidade em partidos maiores para disputar as próximas eleições. A vice-prefeita de Campo Grande e secretária municipal de Assistência Social e Cidadania, Camilla Nascimento, era filiada ao partido quando disputou as eleições na chapa de Adriane Lopes. Em janeiro deste ano, ela anunciou sua desfiliação.

Aniversariantes 

@@NOTICIA_GALERIA@@

Daniele Barilli da Silveira;
Dr. Antônio Siufi Neto;
Camila Abreu Abdul Ahad;
Décio José Xavier Braga;
Zelinda Durão Delarissa;
Patricia Manvailer Esgaib Elias;
Abdo Mariano;
Marcia Shizuyo Oyadomari Kinjo;
Edna Rodrigues de Menezes Liberato;
Adelza Maria Grill Seeman;
Anderson Cleito Silva Nogueira;
Maria Celeste Vieira;
Giovanna Rubia Honorio de Faria Faleiros;
Dr. Ademir da Silva Nery;
Camila Akemi Uechi;
João André Canteiro;
Lindolfo Kenji Mise;
Cleonice Maria Fontoura Jeha;
Anita Salinas;
Octacílio Sakai;
Wilson Lourival Wolf;
Dr. Josephino Ujacow;
Lucas Potrich Dolzan;
Marilza Sartori Dib;
Maria Lair Faustina Ribas;
Fábio Zonta Pereira;
Reno Jatoba Brianezi;
Waldir Argentino;
Edinaldo Costa dos Santos;
Selmo Alves da Costa;
José Gualberpo da Silva;
Hudson Lemos Alves;
Marina Garcia de Mendonça;
Dr. Alexandre Silvestre Cabral;
João Pisani Netto;
Hilda de Figueiredo Garcia;
Maria Auxiliadora Garcia Ribeiro;
Waldeci Aleixo;
Nalvo Franco de Almeida Junior;
Múcio José Ramos Teixeira;
Terezinha Vanderley Bernardo;
Jonas de Paula;
Gilberto Castro de Toledo;
Roseli Pereira Lopes;
Marco Antônio Lechuga de Moraes;
Dulce Jacques Costa;
Munier Abrão Lacerda;
Rita de Cássia Nasser Cubel;
José Cândido da Silva;
Maria Mafalda de Paula Vieira;
Leonice Picoli da Silva Lorenzi;
Milton Freitas de Almeida;
Donato Godoy da Silva;
Eliezer Alves Mota;
Edison Carvalho Ozorio;
Orley Saravy Trindade;
Elivete Gomes Palermo;
Paulo Sérgio Pinho;
Bernadino Castro;
Erênio Vieira dos Reis;
Miroel Alves Chaves;
Newton Klauss Medeiros;
Eli Ferreira de Castro;
Máximo Teixeira de Queiroz;
Olivia Ribas;
Takao Egami;
Elenisse de Moraes;
Maria Túlia Bertoni;
Dra. Angela Maria Cruz Nogueira;
Sabrina Rocha Margarido;
Priscila Rocha Margarido;
Silvia Maria Tezelly;
Maria Eugênia Tavares de Souza;
Flávio Henrique Bernardo;
Valdimir de Andrade;
Nelson da Silva Feitosa;
Maria Bernardina Martinez;
Eduardo Henrique Ferreira da Silva;
Júlio Cezar Pereira da Silva;
Bernhard Bunning;
Ollyntho Damasceno Lyrio;
Mara Cristina Lopes Brandão;
Odir Mário Rubin Alessio;
João Rizzo;
Renê Yoshitatsu Higa;
Ivone Aquemi Higa;
Diana Paula Ajonas Rochas;
Dra. Márcia Maria Silva;
Araki Kenzi;
Roney Marques Gamba;
Dra. Micket Ziolkowski Saliba;
Fernanda Congro Leal;
Dra. Andyane Freitas Tetila;
Leandro Bittencourt Abe;
Juris Jankauskis Júnior;
Laura Cristina Miyashiro;
Manoel Carlos Mansano Gonçalves;
Vanessa Juliani Castello Figueiró;
William Márcio Toffoli;
Elder Seiji Ishiy;
Lilian Cristina Baraldi Borro;
Juraci de Andrade Mendes Menegucci;
Maxwell Thomé Gomez;
Paulo de Castro Thomé;
Celso Deleclodi Marques;
Priscilla Pissurno Rosa;
Felipe Ramos Baseggio;
Johanatann Gill de Araújo;
Alexandre Marques Silveira;

Colaborou Tatyane Gameiro
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 20 May 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Chef Paulo Machado leva gastronomia pantaneira ao Masp e participa do TEDx Carandá]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/chef-paulo-machado-leva-gastronomia-pantaneira-ao-masp-e-participa-do/466796/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/chef-paulo-machado-leva-gastronomia-pantaneira-ao-masp-e-participa-do/466796/</guid>
				<description><![CDATA[Reconhecido nacionalmente pelo trabalho de valorização da culinária pantaneira e de fronteira, o chef Paulo Machado participou ontem da Experiência Gastronômica Aromas & Sabores, no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), e hoje sobe ao palco da segunda edição do TEDx Carandá, no Bioparque Pantanal.

Os dois eventos têm em comum a valorização das identidades culturais e dos saberes regionais, colocando Mato Grosso do Sul em destaque no cenário nacional por meio da gastronomia, do turismo e das experiências ligadas ao Pantanal.

No Masp, o chef integrou a programação da Experiência Gastronômica Aromas & Sabores, ação promovida pelo governo do Estado dentro do projeto Mato Grosso do Sul – Especial por Natureza, realizado em São Paulo entre os dias 13 e 18. No evento, a gastronomia de MS foi apresentada como patrimônio cultural e experiência turística contemporânea.

A iniciativa reuniu cerca de 400 profissionais do setor turístico, entre agentes de viagens, operadores, representantes de entidades e autoridades. Foi oferecida uma imersão nos sabores sul-mato-grossenses, conectando tradição, técnica e identidade cultural.

Ao lado dos chefs Marcílio Galeano, Lucas Yonamine, Jadicelia Miyassato Tamasiro e Juanita Battilani, Paulo Machado ajudou a apresentar um menu com pratos clássicos e releituras contemporâneas de ingredientes típicos do Pantanal e da fronteira. Entre os destaques estão sopa paraguaia, sashimi de piloteiro, steak tartare de carne de sol, caldo de piranha, paçoca pantaneira com espuma de angico e macarrão de comitiva.

Também foram servidos doce de leite artesanal preparado em tacho de cobre e o drink MS mule, feito com guavira, fruta típica do Cerrado.

“Participar de um evento como o MS Por Natureza, no Masp, é uma grande honra e também uma responsabilidade muito bonita. É levar Mato Grosso do Sul para um dos espaços culturais mais importantes do Brasil, mostrando que nossa gastronomia, nossos biomas e nossa cultura têm identidade, sofisticação e muita história para contar. Quero levar como mensagem a força da cozinha pantaneira e de fronteira, o trabalho das mulheres que conheci e que cozinham diariamente no Pantanal e são guardiãs de receitas, valorizando ingredientes, produtos, enfim, tradições que constroem nossa cultura todos os dias”, explica o chef.

Durante o evento, Paulo Machado comandou uma aula-show ao lado de Jadicelia Miyassato Tamasiro, que participou do longa-metragem produzido pelo chef sobre as mulheres da fronteira. Ele também participou de uma conversa sobre turismo e gastronomia com o diretor-presidente da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul, Bruno Wendling, e com Georges Schnyder, diretor da revista Prazeres da Mesa.

Todo o serviço do evento foi realizado com materiais biodegradáveis, reforçando a proposta de preservação ambiental e valorização consciente dos biomas sul-mato-grossenses.

TEDX CARANDÁ

Além da participação no Masp, Paulo Machado será um dos speakers do TEDx Carandá, evento global que chega à segunda edição em Campo Grande. Com o tema “Encontro das Águas”, a iniciativa será realizada no Bioparque Pantanal e reunirá palestrantes para discutir temas ligados a meio ambiente, diversidade, cultura, negócios e causas sociais.

O TEDx é um programa internacional de eventos organizados de forma independente, seguindo o modelo das conferências TED Talks, conhecidas mundialmente pela disseminação de ideias e experiências inspiradoras. Mais de 4 mil eventos TEDx são realizados anualmente em diversos países.

A primeira edição do TEDx Carandá, realizada em novembro de 2024, consolidou Campo Grande como espaço de debate sobre inovação, liderança e impacto social. Neste ano, a programação também contará com transmissão ao vivo pelo YouTube.

Entre os speakers confirmados estão profissionais reconhecidos em diversas áreas, incluindo Paulo Machado e a chef Juanita Battilani, proprietária do Juanita Restaurante.

“Ser convidado para um TEDx é um sonho muito especial, porque é a oportunidade de transformar minhas vivências em uma maneira de inspirar pessoas. Mais do que falar de gastronomia, vou falar de territórios, histórias e vivências que moldam o que eu pesquiso há anos e respondem um pouco do que é a cozinha à qual eu pertenço, a dessa gente pantaneira, de fronteira, caipira e orgulhosa de ser do interior. Minha mensagem é mostrar que a cozinha de Mato Grosso do Sul carrega identidade ímpar e que valorizar nossas raízes também é pensar futuro”, resume Machado.

O organizador desta edição, o empresário Dijan de Barros, destaca a importância da continuidade do projeto em Campo Grande.

“Realizar um evento desse porte pela segunda vez em Campo Grande demonstra o crescimento da nossa relevância no cenário nacional. É uma grande satisfação reunir palestrantes com trajetórias inspiradoras e temas tão atuais”, afirma.

Para Paulo Machado, os eventos desta semana também ajudam a fortalecer a Rota Gastronômica Pantaneira, criada em parceria com a jornalista Tati Feldens, o Sebrae-MS e a Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul.

“A ação representa uma importante oportunidade para que operadores de turismo conheçam de perto o potencial cultural e turístico da rota”, finaliza Machado.

SERVIÇO

O TEDx Carandá será realizado hoje, a partir das 13h, no Bioparque Pantanal, localizado na Avenida Afonso Pena, nº 6.277.

Os ingressos estão disponíveis no site oficial do evento (www.tedxcaranda.com.br), que também terá transmissão ao vivo pelo canal do TEDx Carandá no YouTube.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 19 May 2026 11:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Doação de leite humano: o que toda lactante precisa saber]]></title>
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				<description><![CDATA[Celebrado no dia 19 de maio, o Dia Mundial da Doação de Leite Humano chama atenção para um gesto capaz de salvar vidas todos os dias dentro das unidades de terapia intensiva (UTIs) neonatais. O leite materno doado é essencial para recém-nascidos prematuros e bebês internados que, muitas vezes, não conseguem ser amamentados diretamente pelas mães.

No Brasil, referência mundial na área, a solidariedade das lactantes mantém funcionando a maior rede de bancos de leite humano do planeta.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o País tem uma estrutura considerada modelo internacional no incentivo, na coleta, no processamento e na distribuição de leite humano. Ainda assim, os estoques dependem de doações constantes para atender à demanda crescente dos hospitais.

Cada frasco doado pode alimentar diversos bebês internados e contribuir diretamente para a recuperação deles, reduzindo riscos de infecções, complicações intestinais e mortalidade neonatal.

Apesar da importância do ato, muitas mulheres ainda têm dúvidas sobre como doar, quais cuidados tomar durante a coleta e de que forma o leite deve ser armazenado e transportado.

Especialistas reforçam que a informação correta é uma das principais ferramentas para ampliar o número de doadoras e garantir que o alimento chegue com segurança aos recém-nascidos.

Como funciona

A doação pode ser feita por mulheres saudáveis que estejam amamentando e produzindo leite além das necessidades do próprio bebê. Após o cadastro em um banco de leite humano, a lactante recebe orientações sobre higiene, coleta e armazenamento.

O leite doado passa por um rigoroso processo de análise e pasteurização antes de ser destinado aos hospitais. Por isso, seguir corretamente os protocolos definidos pela Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (RBLH) é indispensável para preservar as propriedades nutricionais e imunológicas do alimento.

Entre as recomendações mais importantes está o armazenamento adequado. O leite materno pode permanecer congelado por até 15 dias sem perder suas características essenciais, desde que seja mantido em condições apropriadas de higiene e refrigeração.

Outro ponto fundamental é o descongelamento. Muitas pessoas não sabem, mas o uso do micro-ondas é contraindicado. O aquecimento inadequado pode destruir proteínas, anticorpos e nutrientes importantes presentes no leite humano. O método recomendado é o banho-maria com o fogo já desligado, garantindo que o alimento mantenha sua segurança biológica e qualidade nutricional.

Recipientes

Um detalhe que costuma gerar dúvidas é o tipo de recipiente aceito pelos bancos de leite e hospitais. As regras podem variar de acordo com a instituição de destino.

Nos hospitais públicos, normalmente há preferência por potes de vidro com tampa plástica esterilizados. Já em hospitais particulares algumas unidades permitem o uso de recipientes plásticos específicos desenvolvidos para armazenamento de leite materno.

Por isso, antes de iniciar a coleta, é importante que a família entre em contato com o banco de leite ou hospital escolhido para verificar quais recipientes são aceitos. Essa checagem evita desperdícios e garante que o transporte ocorra dentro das normas sanitárias exigidas.

Além da embalagem, o transporte também precisa ser realizado com cuidado. O leite deve permanecer refrigerado até chegar ao local de coleta, evitando alterações de temperatura que possam comprometer sua qualidade.

Facilitadores

Embora a doação seja um ato de solidariedade, a rotina da amamentação pode ser cansativa, especialmente nos primeiros meses após o parto. Neste cenário, acessórios desenvolvidos com apoio de especialistas têm ajudado mulheres a manterem a produção de leite de forma mais confortável, prática e segura.

Entre os itens que vêm facilitando o dia a dia das lactantes está a bomba tira-leite elétrica. O equipamento permite retirar o leite excedente de maneira rápida, silenciosa e confortável, reduzindo o desconforto e ajudando a manter a produção sem causar estresse adicional à mãe.

A tecnologia também auxilia no armazenamento. Os sacos próprios para leite materno, utilizados principalmente em hospitais particulares, são desenvolvidos para evitar vazamentos e contaminações externas durante o transporte. Como já vêm esterilizados e prontos para uso, tornam o processo mais simples e seguro.

Outro acessório bastante utilizado são os absorventes de seio, que ajudam a manter a região seca entre as sessões de coleta. Além de proporcionar conforto, eles auxiliam na proteção contra a proliferação de bactérias e irritações na pele.

É importante ressaltar, no entanto, que o uso desses produtos não substitui os cuidados básicos de higiene. Antes da coleta, é essencial lavar bem as mãos, prender os cabelos, utilizar recipientes esterilizados e realizar a ordenha em um ambiente limpo.

Remédio natural

A importância da doação vai muito além da alimentação. O leite humano funciona como uma espécie de “medicamento natural” para recém-nascidos internados, especialmente os prematuros extremos.

Rico em anticorpos, vitaminas, enzimas e fatores imunológicos, o alimento fortalece o sistema imunológico dos bebês e reduz significativamente o risco de doenças graves, como enterocolite necrosante, infecções respiratórias e sepse neonatal.

Em muitos casos, poucas gotas já fazem diferença. Bebês prematuros têm o estômago extremamente pequeno e recebem quantidades mínimas por alimentação. Isso significa que uma única doação pode beneficiar vários recém-nascidos ao longo do tratamento hospitalar.

Além dos benefícios físicos, o leite humano também contribui para o desenvolvimento neurológico e emocional dos bebês, favorecendo o crescimento saudável durante os primeiros meses de vida.

Quem pode doar?

De maneira geral, qualquer mulher saudável que esteja amamentando e tenha produção excedente pode se tornar doadora. É necessário não fazer uso de medicamentos incompatíveis com a amamentação e seguir as orientações fornecidas pelo banco de leite.

O primeiro passo é procurar a unidade mais próxima para realizar o cadastro e receber as instruções corretas. Muitas instituições oferecem acompanhamento individual para esclarecer dúvidas e orientar sobre técnicas de coleta e armazenamento.

Também é importante lembrar que a doação não prejudica a alimentação do próprio bebê. O organismo materno tende a ajustar a produção de leite conforme a demanda, e a retirada frequente pode até estimular a lactação.

Como doar?

As mulheres interessadas em doar podem consultar os pontos de coleta e bancos de leite disponíveis por meio do site oficial da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (www.rblh.fiocruz.br), que reúne informações sobre cadastro, orientações e locais de atendimento em todo o País.

O processo é simples, totalmente seguro e pode ser feito sem sair de casa, já que as unidades realizam coleta domiciliar.

Bancos de leite em Campo Grande

> Banco de Leite Humano (HRMS) – o Hospital Regional de Mato Grosso do Sul tem um banco de leite que fornece o kit (vidro, touca e máscara) e faz a coleta diretamente na casa da doadora.

Telefone: (67) 3378-2715.
Endereço: Av. Engenheiro Luthero Lopes, nº 36 – Aero Rancho.

> Banco de Leite Humano Irmã Maria José Machado (Santa Casa): localizado na Santa Casa de Campo Grande, também conta com equipe para suporte e coleta domiciliar.

Telefone: (67) 3322-4174 ou WhatsApp (67) 98472-5256.
Endereço: Rua Eduardo Santos Pereira, nº 88 – Centro.

> Banco de Leite Humano do Hospital Universitário (Humap-UFMS/Ebserh) – funciona como centro de referência estadual para bancos de leite e recebe doações de mães lactantes.

Telefone: (67) 3345-3027 ou WhatsApp (67) 99633-2510.
Endereço: Av. Senador Filinto Müller, nº 355 – Vila Ipiranga.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 19 May 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Político que não escondia suas convicções esquerdistas... Leia na coluna de hoje (19)]]></title>
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				<description><![CDATA[Cecília Meireles - escritora brasileira

"Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, não há ninguém que explique e ninguém que não entenda".

FELPUDA 

Político que não escondia suas convicções esquerdistas, adotou recuo quando tentou galgar importante cargo,  mas acabou vendo suas pretensões sendo soterradas, tanto é que perdeu o "rumo e o prumo". Passada a borrasca eleitoral da época, juntou os cacos e está em nova empreitada como pré-candidato, porém voltou a mostrar suas garras, atacando, ironizando, debochando daquele que lhe estendeu a mão "direita".O dito-cujo tem demonstrado, em suas redes sociais, que nunca deixou de ser raposa, e sim estava disfarçado de ovelha. Corre o risco de pegar o caminho da roça.

Bruno Rezende/Divulgação UEMS

Em parceria com a University of Birmingham, da Inglaterra, a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) realizará o programa "Immerse Pantanal: Interdisciplinary Transnational Education for Sustainable Bioeconomy", que promoverá uma imersão interdisciplinar no Pantanal sul-mato-grossense entre os dias 31  de maio e 11 de junho. O programa reunirá estudantes e pesquisadores brasileiros e britânicos em atividades de campo, debates científicos e diálogos interculturais voltados aos desafios das mudanças climáticas, da bioeconomia e do desenvolvimento sustentável.
O roteiro da imersão inclui atividades em Campo Grande, Bonito, Aquidauana, Anastácio e comunidades indígenas da região pantaneira. Entre os destaques da programação estão as atividades desenvolvidas na Unidade Universitária de Aquidauana da UEMS, considerada estratégica para a pesquisa aplicada em sustentabilidade, conservação do solo, agroecologia, piscicultura e reflorestamento de espécies nativas do Pantanal. 

Studio Vollkopf

 

Arquivo Pessoal

É cada uma...

Com prejuízo histórico de R$ 5,8 bilhões em 2025 e rombo preliminar de R$ 3,4 bilhões no primeiro trimestre deste ano, os Correios estão sendo "empurrados" para os bolsos dos campo-grandenses. Projeto da vereadora do PT, Luiza Ribeiro, propõe priorizar a contratação da empresa pela Prefeitura de Campo Grande e que, obviamente, vai pagar tal "parceria" com recursos dos impostos pesadíssimos que o contribuinte é obrigado a recolher. Como diria vovó, "Nada como viver numa cidade sem problemas!"

Arroubo

Os pré-candidatos da direita à Presidência da República, depois do arroubo do ex-governador Romeu Zema que saiu "atirando" em Flávio Bolsonaro tão logo vazou o áudio da conversa do liberal com Daniel Vorcaro, estão evitando comentar o assunto. Já Lula foi econômico em seus comentários sobre o assunto, afirmando que se trata de "um caso de polícia". Na análise de um filiado do PL, esse é o tipo de problema que pode ocorrer tudo. Inclusive, nada.

Golpe

Golpistas estão usando falsas ofertas de emprego. As mensagens chegam por WhatsApp, e-mail e redes sociais, prometendo salários altos e com poucas exigências. Depois, os criminosos pedem dinheiro para cursos, exames médicos ou solicitam documentos pessoais e dados bancários. A Federação Brasileira dos Bancos alerta para que os interessados confirmem a procedência das vagas em sites oficiais. 

Aniversariantes 

@@NOTICIA_GALERIA@@

José Paulo Delmondes;
Nanci Nishiyama Balardin;
Helton Verão Lopes;
Elza Souza Lima Mansano;
Dr. Anízio Bispo dos Santos;
Adão Gonçalves Lemes Filho;
Carlos Roberto Ferreira de Moraes;
Ivair Pedro do Amaral;
Ferdinando José Urizar;
José Ferreira de Carvalho Filho;
Nilson Gonçalves de Oliveira;
Roberto Mitio Harada;
Valdir Caramalac de Almeida;
Oscar Higa;
Luiz de Matos Carvalho da Cunha;
José Roberto de Almeida;
Luís Fernando de Barros Fontolan;
Adelma Coelho Koyama;
Vilma Areco Gonçalves;
Milton Higashi;
Adriana Oliveira dos Santos de Queiroz;
João Pedro Mendes Fontoura;
Dra. Ana Cristina Wanderley Xavier Giacomini;
Dr. Ovídio Pereira;
Francisca Felisbela (Bela) de Barros;
Ana Maria Rios de Figueiredo;
Werther Catarinelli;
Ruane Gomes;
Maria Rebeca de Morais Abdala;
Laura Cavalieri;
Valdete Xarão Jorge;
Tânia Elizabete Vinholi Gonçalves;
Francisco Aguado;
Meire Mary Okabayashi;
Sônia Arantes;
Márcio de Souza Gualberto;
Jussara Kurrle Feller;
Dr. Erton Reis Fonseca;
Ivo Fidêncio Maia;
Valdemir Pacheco;
Miyashiro Kaná;
Ariana Foletto Nunes;
Dr. Reinaldo Oshiro;
Kelly Andrade Castillo;
Dr. Eduardo Machado Rocha;
Felipe Kenji Alves Kurose;
Karla Roa;
Marcelo Campos Belo;
Lenir Garcia Gonçalves;
Flávio Salomão Cândia;
Antônio de Pádua Vasconcelos;
Edna Dias Pompeu;
Ismael José Nogueira;
Renato Jorge Ferreira;
Maria Raquel Gomes;
Eny de Godoy Alves;
Altamiro de Oliveira Dias;
Aurea Rodrigues;
Pedro Liberato da Rocha;
Marta Mariani de Macedo Monteiro;
Carla Cristina Assis;
Rubens Medeiros;
Aidê Santos Rosa;
Dilma Aparecida Rodrigues Leite;
Antônio Coelho de Oliveira;
Carlos Alberto Cristaldo Estigarribia;
Daniele Paes de Abreu Raghiant;
Pedro Ramalho;
Celso Cavalheiro;
Ivo de Souza Martins;
José Antônio Paulino;
Kátia Gea Sanches Garcia;
José Leão Ribeiro;
Priscila Maciel de Souza;
Fábia Campos Belo;
Cleuza Guimarães do Nascimento;
Vera Lúcia de Almeida Ortiz;
Valdeci Eurames Barbosa;
Nilson Antonio Ribeiro;
Eraldo Dias de Castro;
Claudério Luiz Anton;
Gilson da Gama Jambeiro Filho;
Italo Saldivar Dueck;
Maria Tereza Rubia de Macedo;
Nelia Calves de Ávila Cintra;
Rosângela Gregório dos Santos;
Gissele Mougenot Pontes;
Claudinei da Silva;
Sérgio Luiz Ramos;
Mônica Aparecida Anchieta Curado Both;
Carlos Alberto Spinelli Júnior;
Wagner Cavalcanti Garcia;
Christiane Possik Salamene;
Livia Maria Rocha Falcão;
Elaine Cristina Silva Stuani;
Natalia Ravagnani Santos;
Juliana Alves de Lima Matera;
Elizabete Bagordakis Pinto;
Claudia Andréia Moreira;
Tatiane Romero;
Roberto Albuquerque Bertoni;
Karen Marcela Silva Legnaro Leone;
Mari Suse Finotti Ono;
Lauro Moreira Scholer;
Adhemar Kendi Kashiyama;
Luiz Henrique Almeida Zanin;
Itacir Molossi;
José Boris Davidoff Neto.

* Colaborou Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 19 May 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Festival do Hambúrguer terá 50 opções de lanches a R$ 30 ou R$ 40]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/festival-do-hamburguer-tera-30-opcoes-de-lanches-e-ja-tem-data/466753/</link>
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				<description><![CDATA[4° edição do Festival do Hambúrguer ocorre nos dias 29, 30 e 31 de maio de 2026, no estacionamento do Bioparque Pantanal, localizado nos altos da avenida Afonso Pena, em Campo Grande.

A entrada é gratuita e o evento é aberto ao público. Ao todo, serão três dias de muita gastronomia com hambúrgueres deliciosos.

São mais de 50 opções diferentes de hambúrgueres, com preço fixo de R$ 30 ou R$ 40. O evento terá área kids, show ao vivo e outras atrações. Além de hambúrguer, outras opções também estarão disponíveis no cardápio: cerveja artesanal e sobremesas variadas (crepe, pudim, sorvetes e cookies).

Confira quais são as hamburguerias que marcarão presença no evento:

- 7 Burg
- Alan’s Gourmet
- Black Rabbit
- Bonfim Lanches
- Bufalo Beef 
- Burguer Pub
- Cacimba Sorvetes 
- Carnívoros 
- Tio Marquinhos 
- Dellato Gelato Artesanal 
- Dumato
- El Parrudo
- HS Gastronomia 
- Insano Burguer
- La Burgezz
- MV Burguer
- Nabrasa
- Pro Burguer 
- Roast Burguer
- Safari
- Sagrado Burguer

Em 2026, o festival também vai em busca de um feito histórico: a conquista de um recorde oficial, consolidando o evento como o maior do segmento na região, com o objetivo de entrar para o Livro dos Recordes.

Em sua quarta edição, o festival já caiu no gosto da população: segundo a organização, o evento já movimentou mais de R$ 3 milhões nas edições anteriores e gerou cerca de 500 empregos diretos e indiretos.

O Dia Internacional do Hambúrguer é comemorado anualmente em 28 de maio.

SERVIÇO

Festival do Hambúrguer


	Data: 29, 30 e 31 de maio de 2026
	Local: Altos da Afonso Pena — Estacionamento do Bioparque Pantanal, Campo
	Grande/MS
	Entrada: Gratuita
	Valores: Burgers por R$ 30 ou R$ 40 (preços fixos em toda a praça)


@@NOTICIAS_RELACIONADAS@@

 
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 18 May 2026 17:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Calistenia ou musculação, qual é o melhor para manter a forma?]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/calistenia-ou-musculacao-qual-e-o-melhor-para-manter-a-forma/466733/</link>
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				<description><![CDATA[A busca por saúde, força e definição muscular fez crescer o interesse por modalidades de treino que vão além da musculação tradicional. Nos últimos anos, a calistenia deixou de ser apenas uma prática alternativa para ocupar espaço entre as principais tendências do universo fitness.

Popularizada nas redes sociais por vídeos de movimentos impressionantes, como barras, pranchas e exercícios acrobáticos, a modalidade conquistou adeptos pela praticidade, baixo custo e possibilidade de ser realizada em praças, parques ou dentro de casa.

Mas, em meio à popularidade crescente, uma dúvida continua frequente entre iniciantes e até praticantes experientes: a calistenia realmente funciona para quem quer ganhar massa muscular? Ou a musculação ainda é a opção mais eficiente para hipertrofia?

Segundo o educador físico especialista em calistenia Felipe Kutianski, é possível conquistar ganhos musculares expressivos utilizando apenas o peso do próprio corpo, desde que o treino siga princípios semelhantes aos utilizados na musculação tradicional.

A diferença, de acordo com ele, está muito mais na estratégia de progressão do que no resultado final.

“A hipertrofia acontece por tensão mecânica, dano muscular e estresse metabólico. A calistenia consegue gerar esses três estímulos quando o treino é realizado próximo da falha muscular e com volume adequado”, explica o especialista.

Estímulo muscular

A calistenia é baseada em movimentos compostos, ou seja, exercícios que recrutam vários grupos musculares ao mesmo tempo. Flexões, barras fixas, agachamentos, paralelas e pranchas são alguns dos exemplos mais conhecidos.

Diferentemente da musculação, em que máquinas e pesos isolam determinados músculos, a modalidade exige controle corporal constante, ativando também musculaturas estabilizadoras.

Por muitos anos, a crença dominante foi a de que apenas a musculação permitiria ganhos significativos de massa muscular.

No entanto, estudos recentes vêm mostrando que exercícios com peso corporal podem gerar hipertrofia em níveis semelhantes aos obtidos com cargas externas, especialmente quando os treinos são executados com intensidade suficiente.

A lógica fisiológica por trás do crescimento muscular é a mesma. Para que o músculo cresça, ele precisa ser submetido a estímulos progressivos. Na musculação, isso normalmente acontece pelo aumento gradual das cargas. Já na calistenia, o processo depende de adaptações mais complexas nos movimentos.

Enquanto uma pessoa na academia pode simplesmente adicionar mais peso a uma barra ou máquina, o praticante de calistenia precisa aumentar a dificuldade de outras formas.

Isso pode acontecer pela mudança do ângulo do exercício, pelo controle mais lento da fase excêntrica do movimento (quando o músculo alonga sob tensão), pelo aumento da amplitude ou pela inclusão de peso extra no corpo.

Segundo Felipe Kutianski, esse processo exige planejamento e consciência corporal. “Quando o praticante executa muitas repetições com facilidade, é necessário modificar o ângulo do exercício, adicionar lastro, aumentar o tempo sob tensão ou ampliar a amplitude do movimento”, afirma.

Em níveis mais avançados, a modalidade deixa de ser limitada ao peso corporal puro. Muitos atletas utilizam coletes com carga, correntes e anilhas presas ao corpo para elevar a intensidade dos exercícios. De acordo com o especialista, alguns praticantes chegam a realizar barras e dips com acréscimos de 40 a 50 quilos.

Isso mostra que a calistenia não se resume apenas a exercícios básicos ou leves, como muitas pessoas imaginam. Quando bem estruturada, ela pode atingir níveis elevados de exigência física e muscular.

Hipertrofia ou funcionalidade?

Embora ambas as modalidades sejam eficientes para ganho muscular, existem diferenças no tipo de desenvolvimento físico que normalmente cada uma proporciona.

A musculação continua sendo considerada o caminho mais rápido para hipertrofia, porque permite controle preciso das cargas e isolamento muscular. Isso facilita o aumento de volume em regiões específicas do corpo, além de tornar mais simples a progressão gradual dos exercícios.

Já a calistenia costuma desenvolver um físico mais atlético, funcional e definido. Como os movimentos envolvem múltiplos músculos simultaneamente, há grande exigência de equilíbrio, coordenação e estabilização corporal.

Segundo Felipe Kutianski, o ganho muscular pode acontecer de maneira mais lenta na calistenia, mas acompanhado de outras capacidades físicas importantes. “É um ganho mais lento, porém com mais qualidade, já que existe um forte trabalho de estabilização e coordenação neuromuscular”, avalia.

Na prática, isso significa que praticantes de calistenia frequentemente apresentam grande domínio corporal, mobilidade e resistência, além de força relativa elevada (capacidade de movimentar o próprio peso com eficiência).

Popularização

O crescimento da calistenia também está ligado ao impacto das redes sociais no universo fitness. Vídeos curtos mostrando movimentos avançados, desafios físicos e transformações corporais ajudaram a popularizar a prática entre jovens e adultos que buscam alternativas mais acessíveis às academias tradicionais.

Além do apelo visual, a modalidade ganhou força por exigir poucos equipamentos. Em muitos casos, uma barra fixa e o peso corporal são suficientes para iniciar os treinos.

Esse aspecto se tornou ainda mais relevante após o período da pandemia, quando muitas pessoas passaram a procurar formas de se exercitar em casa ou ao ar livre. Praças públicas com estruturas de treino começaram a atrair praticantes de diferentes idades, fortalecendo a cultura da calistenia em várias cidades brasileiras.

Alimentação

Apesar das diferenças entre os métodos de treino, especialistas reforçam que nenhum protocolo de exercícios gera hipertrofia sozinho. A alimentação continua sendo um fator determinante para o crescimento muscular.

De acordo com Felipe Kutianski, um dos erros mais comuns observados entre iniciantes é acreditar que apenas o treino será suficiente para gerar resultados. Sem ingestão adequada de calorias e proteínas, o organismo não possui os nutrientes necessários para construir massa muscular.

“Sem superavit calórico e ingestão adequada de proteínas, o corpo não tem substrato para crescimento, independentemente da modalidade escolhida”, alerta.

Acessibilidade

Uma das principais vantagens da calistenia é a acessibilidade. Diferentemente da musculação, que normalmente depende de mensalidades, máquinas e equipamentos específicos, a modalidade pode ser praticada gratuitamente em espaços públicos ou em casa.

Isso faz com que o método seja adaptável a diferentes realidades financeiras e rotinas. Iniciantes podem começar com exercícios básicos, utilizando apenas movimentos simples, enquanto praticantes avançados conseguem elevar gradualmente a complexidade dos treinos.

Além da hipertrofia, a prática também contribui para o desenvolvimento da força funcional, mobilidade, coordenação motora e resistência muscular.

Para o especialista, a escolha entre musculação e calistenia depende muito mais dos objetivos pessoais e da identificação com a modalidade do que de uma suposta superioridade absoluta entre os métodos.

Em muitos casos, inclusive, as duas modalidades podem ser combinadas dentro de uma mesma rotina de treinamento.

Orientação profissional 

Apesar da praticidade da calistenia, especialistas alertam que o acompanhamento profissional continua importante, principalmente para iniciantes. A progressão inadequada de exercícios, a má execução técnica e o excesso de intensidade podem causar sobrecargas articulares e lesões musculares.

Por isso, antes de iniciar qualquer modalidade, a recomendação é realizar avaliação física e seguir orientações individualizadas, especialmente em casos de pessoas sedentárias ou com histórico de problemas articulares e cardiovasculares.

“É possível conquistar hipertrofia com a calistenia, desde que exista um planejamento adequado de treino e alimentação. A grande vantagem é que a prática pode ser feita em casa ou em espaços públicos, sem necessidade de equipamentos caros, sempre com orientação profissional e liberação médica quando necessária”, conclui Felipe Kutianski.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 18 May 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Quem está pulando mais do que pipoca em carrinho de quermesse é a senadora... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/quem-esta-pulando-mais-do-que-pipoca-em-carrinho-de-quermesse-e-a/466719/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/quem-esta-pulando-mais-do-que-pipoca-em-carrinho-de-quermesse-e-a/466719/</guid>
				<description><![CDATA[Albert Schweitzer - teólogo alemão


"Com vinte anos todos têm o rosto que Deus lhes deu; com quarenta, o rosto que lhes deu a vida; e com sessenta, o rosto que merecem”.


Felpuda

Quem está pulando mais do que pipoca em carrinho de quermesse é a senadora Soraya Thronicke, na tentativa de se defender no Supremo Tribunal Federal (STF) de chamar o deputado federal Alfredo Gaspar, relator da CPMI o INSS, de “estuprador”. Depois de alegar que não tinha o dever de provar nada, partiu para nova estratégia: a de afirmar que tem imunidade parlamentar. Assim, tenta passar que está livre das consequências que pesam sobre os pobres mortais. Ela terá que dar explicações a respeito, diante da queixa-crime do parlamentar alagoano. Quem fala o que quer...



Atualizando

A Comissão Temporária para Reforma do Código Civil realizou, no dia 14, sua 18ª e última sessão dedicada aos temas de “direito das coisas” e “direito empresarial”. A senadora Tereza Cristina afirmou que foram consolidados consensos importantes na proposta.

Mais

Segundo ela, os debates reforçaram pontos como segurança jurídica, acesso ao crédito e autonomia do direito empresarial. E destacou que o objetivo não é preservar redações antigas ou criar um código, mas atualizar o atual.

Claudia Dibo

Ana Teresa Ferro

Avaliação

A direita tem três pré-candidatos disputando as duas vagas do Senado, enquanto o PT tem um postulante em condições de brigar pela vaga, e outro nome que é considerado “manco” . A avaliação é de um conhecedor dos bastidores, que ainda faz uma observação: Lula e o ex-presidente Bolsonaro têm totais condições de alavancar nomes e colocá-los em pé de igualdade na briga pelas cadeiras, ressaltando que poderá haver surpresas no final. A conferir.

Investigando

O Ministério Público de MS instaurou inquérito civil para apurar os recorrentes alagamentos no cruzamento das Avenidas Rachid Neder e Ernesto Geisel, em Campo Grande. A investigação busca obrigar o Município a apresentar e executar soluções definitivas de drenagem. A medida foi motivada por denúncias à Ouvidoria e pelo histórico de prejuízos materiais e riscos à vida. Dados técnicos indicam que o problema é estrutural e há insuficiência do sistema de escoamento

Conta

A Advocacia-Geral da União obteve na Justiça Federal decisão favorável ao Instituto Nacional do Seguro Social e determinou que condenado por feminicídio ressarcisse pensão por morte paga a dependente da vítima. A sentença na ação regressiva por violência contra a mulher e familiar prevê que o assassino, atualmente cumprindo pena, arque com as prestações mensais equivalentes a um salário mínimo à filha, até ela completar 21 anos de idade (março de 2040).

Aniversariantes

@@NOTICIA_GALERIA@@


	José Márcio Martins Oliveira,
	Dra. Beatriz Helena Martins Korndorfer Maymone,
	Dr. Rafael Silva de Almeida,
	Dra. Maria Isabel de Matos Rocha,
	Dr. Edson Tognini,
	Katsumi Iceri,
	Milton Satoshi Ishibashi,
	Nelson José Ribeiro Gonçalves,
	Nilo Nacao,
	Raulindo dos Santos,
	Bruna Bianca Larucy,
	Tereza Goulart Lima,
	Deoclécio Fernando Tonini,
	Josefina Marinete Martins,
	Thiago Arantes,
	Platão Capurro dos Santos,
	Alessandra Lemes Bezerra Machado,
	Ana Cristina Jacobowski,
	Decio Pessota Martins,
	Dr. Olavo Gignon Guimarães,
	Mariana Pereira Zanella,
	José da Cruz Bandeira,
	Mirela Jafar,
	Sergio Alves de Rezende,
	Júlio César de Albuquerque Setti,
	Dra. Lilian dos Santos Lins,
	Dra. Judith Amaral Lageano,
	Dr. Melki Bortotto Garcia,
	Berenice Camillo Pedroso,
	Anna Laura Ramos de Arruda,
	Gleysi Petroceli Arguelo,
	Adriano Aparecido dos Santos,
	Eliezer Gonçalves,
	Ricardo Stefanello Vieira,
	Paula Medeiros Maksoud,
	Araci Zorzo,
	Lilian Blanco Rodrigues,
	Marilu Fernandes,
	Judit Maria Grossal Chadid,
	Márcia Andréia Cordeiro,
	Janete Mara Martinho,
	Arani Silveira de Barcelos Sobrinho,
	Erico Pereira da Silva,
	Carmen Lúcia Dutra de Queiroz,
	João Francisco Volpe,
	Edson de Oliveira Santos,
	Lela Almeida Carneiro Monteiro,
	Eucinda de Souza,
	Mercedes Thomaz,
	Osni Antônio Butzhy Andrade Netto,
	Venâncio Morais de Souza,
	Cinira Rondon Rosa,
	Zacarias Duarte Passos,
	Nadir Ferreira Matos,
	Guilherme Riquelme Filho,
	Ana Claudia Pitanga da Silva Barbosa,
	Maria Lúcia Ferreira,
	José Maria Teófilo,
	Alci dos Santos Satiro,
	Maria Alzira de Souza,
	Zenir de Castro Cabral,
	Alberto de Mattos Oliveira,
	Arino Jorge Fernandes,
	Cleisy Maira Paes de Souza,
	Renata Guedes,
	Pedro Antonio Pegolo Filho,
	Mário Massao Kobayashi,
	Dra. Elisa Noliko Tamazato,
	José Ignácio Ferreira,
	Carlos Ivan Peralta,
	Maria Alice Albuquerque,
	Débora Souza de Lucena,
	Elaine Ramos Albuquerque,
	Maiza Silva Santos,
	Roberta Marie Masuko Alvarenga,
	Francolino Jose de Lima,
	Marielly Alcaraz Correa,
	Bartolo Coelho Espinosa,
	Fátima Grisólia Grisoste,
	Luciano Tiago da Rocha,
	Milton Aquino Victor,
	Alice Helena Marchi Mendes,
	Mariana de Barros Jallad,
	Francisco Pontes Bernal Filho,
	Júnior Cesar Patroni,
	Juceli Chaves Dias,
	Thiago Xavier de Souza,
	Luiz Carlos Morales de Souza,
	Dra. Ana Carolina Carli de Freitas,
	Marisol Mendes da Silva,
	Mario Guilhermino Páscoa,
	Delcides Dias Junqueira,
	Nilson de Oliveira Castela,
	Canan Juline Perosa,
	Silvio Luiz dos Reis,
	Carlos Magno Pereira Junior,
	Antonio Rodrigues Sobrinho,
	Luiz Fernando Tadano Miguita,
	Stelio Camargo de Miranda,
	Rosely Pereira Maia,
	Luciene Marina Militão dos Santos,
	Marcelo Costa,
	Marlene Albiero Lolli Ghetti,
	Elias Gadia Filho,
	Marcus Vinicius Bazé de Lima,
	Marco Aurelio Gomes Atalla,
	Ruth Yamashita,
	Tatiana Schmidt.


* Colaborou Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 18 May 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Entrevista exclusiva com a protagonista do musical "Flashdance" Marisol Marcondes]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/entrevista-exclusiva-com-a-protagonista-do-musical-flashdance/466725/</link>
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				<description><![CDATA[Com mais de 14 anos de atuação no teatro musical e uma relação com o palco que atravessa mais de três décadas, a atriz, cantora, bailarina e dubladora Marisol Marcondes vive um novo momento na carreira ao assumir a protagonista da montagem brasileira do musical “Flashdance”, adaptação do clássico do cinema de 1983, eternizado por Jennifer Beals, que estreou no dia 9 de abril no Teatro Claro Mais, em São Paulo.

Natural de Vinhedo, no interior paulista, a atriz construiu uma trajetória contínua nos palcos, iniciada ainda na infância e desenvolvida ao longo de diferentes produções.

O contato com a cena aconteceu cedo. Aos 7 anos, iniciou aulas de teatro, somando à prática da dança, que já desenvolvia há quatro anos, e ao canto coral. Nesse período, participou de sua primeira montagem, “Os Saltimbancos”, experiência que marca o início de sua relação com o palco.

Pouco depois, por incentivo do professor, assistiu ao musical “Victor ou Victoria” e identificou ali uma possibilidade concreta de atuação no mercado. “Me lembro de ter pensado sem alarme ou deslumbre: ‘Ah, tá, então é assim que trabalha quem faz o que eu faço (risos).’”, recorda ela, reconhecendo ali uma possibilidade concreta de caminho.

Sua trajetória profissional se inicia nos musicais aos 22 anos, quando integra o elenco de “A Família Addams” como cover de Mortícia, interpretada por Marisa Orth. A partir daí, passa a acumular trabalhos em produções de diferentes perfis, com destaque para personagens como Belisa Passaláqua, em “Se Essa Lua Fosse Minha”, de Vitor Rocha e Elton Towersey, e sua participação em “A Pequena Sereia”, onde atuou como cover de Ariel em diversas apresentações, papel interpretado por Fabi Bang.

Também integrou o elenco de “Cabaret Kit Kat Club” como cover de Sally Bowles, personagem igualmente vivida por Fabi Bang. Ao longo dos anos, esteve como cover de quatro protagonistas, função que demanda prontidão constante e domínio técnico para assumir a condução do espetáculo em cena.

Marisol Marcondes - Caio Gallucci

A formação multidisciplinar acompanha sua trajetória desde a infância. Marisol iniciou seus estudos ainda em Vinhedo, com aulas de ballet, jazz, teatro e canto coral, e manteve esse processo de aprendizado ao longo da carreira.

Aos 22 anos, passou a ter aulas particulares de canto, aprofundando sua preparação vocal de forma mais direcionada, em um percurso contínuo que se articula diretamente com sua atuação profissional no teatro musical.

Nos últimos anos, também passou a se dedicar a estudos voltados ao audiovisual, ampliando seu campo de atuação. “Certamente, a interpretação é a linguagem que mais me define”, afirma.

O protagonismo em “Flashdance” surge após um período específico de sua trajetória. Após alguns resultados negativos em processos de audição, situação inédita em sua carreira, a atriz passou a se dedicar também a outras frentes e integrou o elenco de “O Mercador de Veneza”, espetáculo de teatro de prosa em turnê nacional ao lado de Dan Stulbach, retomando esse tipo de trabalho após anos dedicada majoritariamente ao musical. “Avalio meu caminho como sendo sempre de muita garra, muitas conquistas e muita preparação para esse papel”, afirma.

A conquista do papel para viver Alex Owens veio após um processo de audições que se estendeu por seis dias e exigiu resistência física e emocional. Durante essa etapa, enfrentou inclusive um quadro de intoxicação por monóxido de carbono, que impactou sua condição vocal nos momentos finais dos testes.

Ainda assim, seguiu no processo e associa sua escolha ao repertório artístico desenvolvido ao longo dos anos. “Acredito que minha maturidade cênica e minha paixão pelo ofício possam ter sido fatores considerados na minha escolha.”

Essa trajetória também se conecta diretamente à personagem que agora leva aos palcos. Marisol começou a trabalhar aos 15 anos, em funções fora do universo artístico, para custear seus estudos em dança, canto e teatro, conciliando diferentes funções ao longo do caminho, em um percurso que dialoga com a dimensão de esforço, autonomia e construção presente na narrativa de “Flashdance”.

Em cena, constrói uma personagem atravessada por força, desejo e vulnerabilidade, em um trabalho que mobiliza simultaneamente corpo, voz e emoção ao longo da encenação.

A partir desse momento, Marisol projeta a continuidade no teatro musical, com interesse em personagens que ampliem sua investigação artística e aprofundem seu percurso em cena. Ao mesmo tempo, segue investindo na formação e no desenvolvimento de projetos voltados ao audiovisual, área que vem estudando nos últimos anos.

O foco está na ampliação de sua atuação em diferentes linguagens, com interesse em séries, filmes e televisão, em um movimento que articula sua experiência nos palcos com novas possibilidades de trabalho.

A atriz é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana, e em entrevista ao Caderno ela fala sobre carreira, trajetória e o sucesso no musical "Flashdance" em São Paulo.

A atriz Marisol Marcondes é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Brunno Rabelo - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Você começou no teatro muito cedo, ainda criança. Quando olha para essa menina que se apresentava em qualquer espaço possível, o que você reconhece nela hoje — e o que mudou completamente na sua relação com o palco?
MM - Sim, comecei aos 7. Reconheço quase tudo nela, mas, por sorte, fui ganhando mais segurança, pois, uma vez, quando criança, numa brincadeira com a turma de dança, ganhei uma faixa de “Miss Não Consigo”, de tanto que eu falava que não conseguia fazer as coisas rs. Acho que nada mudou completamente na minha relação com o palco - só fui amadurecendo essa confiança.

CE - Ao longo da sua trajetória, você passou por funções como ensemble e cover, que exigem uma disciplina muito específica. Como essas experiências moldaram a artista que você é hoje e de que forma elas aparecem no seu trabalho como protagonista?
MM - Aprimoraram minha agilidade para resolver problemas, minha prontidão para imprevistos, improvisos e mudanças. Acredito que isso apareça no meu trabalho como protagonista principalmente através de mais segurança e presença em cena.

CE - Assumir um papel como Alex, em Flashdance, envolve não só técnica, mas também resistência emocional. Em quais momentos do processo você se viu mais vulnerável e o que fez para atravessar isso?
MM - Quando, num ensaio, acabei me identificando demais com coisas da história da Alex, me emocionei além da conta e me permiti ser completamente vulnerável naquele momento, para expurgar de uma vez.

E também durante uma apresentação, em que eu estava com exaustão física (dentre outros problemas) e muito ansiosa. Como estudo autoconhecimento e técnicas de meditação, respirei fundo e consegui me autorregular. Nos dois momentos, tive o apoio essencial do elenco incrível e amoroso do musical.

CE - Existe uma ideia romantizada sobre o protagonismo, mas, na prática, ele vem acompanhado de pressão e responsabilidade diária. Como você lida com essa constância de “ter que estar bem” todos os dias?
MM - Muito autoconhecimento, exercícios de respiração e também lembrar constantemente o quanto eu amo estar no palco. Não sou um robô e sei que não estou bem todos os dias, ainda mais num musical que exige tanto fôlego. Me esforço para dar o meu melhor sempre e torço para que as pessoas saiam tocadas com a história e contagiadas pela minha entrega, mais do que analisando minhas técnicas.

CE - O espetáculo exige muito do seu corpo, especialmente na dança. Como é a sua relação com o preparo físico hoje? Existe um cuidado que vai além do palco para sustentar essa rotina?
MM - Quando esse teste apareceu, eu estava completamente fora da minha rotina de bailarina. Estava bem focada nos meus estudos de interpretação para audiovisual, mas, por sorte, eu estava fazendo academia. Desde que passei, intensifiquei os treinos de cardio e venho tentando manter essa preparação.

CE - A cena da água é um dos momentos mais aguardados pelo público, mas também envolve técnica e risco. Como foi transformar uma cena tão icônica em algo que funcione ao vivo, noite após noite?
MM - É diferente levar uma cena icônica de um filme, que é vista na tela com zoom e outros recursos, para o palco de um teatro.

As proporções acabam ficando um pouco diferentes e as soluções precisam ser mais práticas, ainda mais num palco com fios, cenário e pessoas dançando, onde existe risco de escorregar. Mas dizem que, com a luz, essa cena fica muito bonita no palco.

CE - Você comentou que não costuma planejar tanto a carreira, mas, ao mesmo tempo, demonstra clareza sobre o que quer explorar artisticamente. Como você equilibra esse instinto com as decisões profissionais que precisa tomar?
MM - Costumo usar muito a minha intuição, mas sempre associada ao que eu sinto, ao que realmente quero fazer. Ao mesmo tempo, também analiso de forma prática os prós e contras dos projetos para os quais sou convidada ou passo na audição.

A atriz Marisol Marcondes é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Caio Gallucci - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - O desejo de migrar para o audiovisual aparece como um próximo passo. O que te atrai nesse formato e que tipo de personagem ou narrativa você gostaria de encontrar nesse novo território?
MM - Na verdade, sempre fui atraída por esse formato e já estudo há um tempo. Me interesso por praticamente todos os formatos de interpretação e gosto de me expandir (tanto no CPF quanto no CNPJ hehe). Adoraria encontrar uma personagem com um arco interessante, dentro de uma narrativa com uma história relevante.

CE - Em um mercado competitivo como o teatro musical, quais foram os momentos mais desafiadores da sua trajetória até aqui, aqueles em que você precisou insistir mesmo sem garantias?
MM - Os momentos mais desafiadores são as chamadas “entressafras”, principalmente porque moro sozinha em uma cidade cara como São Paulo, apesar de amar viver aqui. Acho que ser artista é, o tempo todo, insistir sem ter garantia.

CE - Hoje, vivendo seu primeiro grande protagonismo, que tipo de artista você sente que está se tornando e o que ainda está em construção dentro de você?
MM - Acho que, cada vez mais, me consolido como uma artista versátil. Tudo ainda está em construção dentro de mim. A minha versão escritora, por exemplo, ainda engatinha dentro de casa hehe - quem sabe um dia ela não aprende a andar e depois corre para os palcos?

CE - Pensando em projetos futuros, têm algo já em andamento que queira compartilhar?
MM - Ainda não! Aliás, em breve estarei disponível. Produtores: podem me chamar para os projetos futuros hehehe
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 17 May 2026 20:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Coluna: Entre Costuras e CulTura: O luxo sob nova costura. O desejo, ética e futuro]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/entre-costuras-e-cultura-o-luxo-sob-nova-costura-o-desejo-etica-e/466712/</link>
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				<description><![CDATA[Por muito tempo, o luxo foi um território de certezas. Couro exótico, brilho raro, exclusividade quase intocável, símbolos de um imaginário que parecia imune ao tempo. Mas, como toda construção cultural, o luxo também envelhece. E, agora, ele é chamado a se reinventar.

A provocação do filósofo Gilles Lipovetsky ecoa com força: “há uma missão política que o luxo precisa assumir”. Não se trata apenas de estética ou status, mas de responsabilidade. O luxo, que sempre aspirou à eternidade, começa a confrontar uma contradição essencial: não há permanência possível quando os próprios recursos que o sustentam estão em risco.

Um exemplo emblemático é a bolsa de crocodilo. Antes ápice do desejo, hoje carrega um peso simbólico desconfortável. A consciência ambiental deslocou o olhar do consumidor, não basta mais possuir, é preciso saber de onde vem, como foi feito, quem foi impactado. O objeto de luxo deixou de ser apenas objeto: tornou-se narrativa.

Essa mudança não é superficial. Ela redefine o próprio valor. Se antes a raridade bastava, agora ela precisa ser ética. Se antes o acabamento importava, hoje a origem ganha protagonismo.

Nesse cenário, a artesania ressurge com potência não como nostalgia, mas como resposta contemporânea. O feito à mão, o saber transmitido, o tempo investido: tudo isso passa a representar não apenas qualidade, mas verdade.

Há algo de profundamente simbólico nisso. Em um mundo acelerado, o luxo começa a valorizar o tempo lento. Em uma lógica de produção em massa, ele volta a reconhecer o gesto individual. Em meio à artificialidade, busca autenticidade.

Mas não nos enganemos: essa transformação não é apenas espontânea, ela é também pressionada. Consumidores mais informados, crises ambientais visíveis e uma cultura cada vez mais crítica obrigam o setor a se reposicionar. O luxo, que sempre ditou tendências, agora precisa escutar.

Lipovetsky alerta: um luxo que destrói ecossistemas compromete o próprio futuro que pretende habitar. É uma frase que ultrapassa a moda e toca em algo mais amplo, a sustentabilidade como condição de existência, não como diferencial.

Nesse novo cenário, o luxo deixa de ser apenas um marcador social para se tornar um campo de escolhas morais. Comprar passa a ser um ato com implicações culturais, ambientais e políticas.

Talvez estejamos assistindo ao surgimento de um novo tipo de desejo. Um desejo menos ligado à ostentação e mais à coerência. Menos ao excesso e mais ao significado.

Entre costuras e cultura, o luxo segue sendo espelho do seu tempo. E, ao que tudo indica, o tempo agora exige mais do que beleza: exige consciência.

Abaixo darei dicas de como você pode consumir com mais consciência:


	Leia a etiqueta (de verdade): vá além do “made in”. Busque informações sobre origem da matéria-prima e cadeia produtiva.
	 
	Prefira o artesanal: peças feitas por pequenos produtores ou ateliês carregam história, duram mais e têm menor impacto.
	 
	Questione materiais exóticos: couros raros ou peles exigem atenção redobrada quanto à procedência e sustentabilidade.
	 
	 Valorize a longevidade: luxo hoje é o que permanece, escolha peças atemporais, reparáveis e de alta durabilidade.
	 
	Apoie marcas transparentes: empresas que comunicam seus processos tendem a ser mais responsáveis.
	 
	Considere o second hand: brechós de alto padrão e plataformas de revenda prolongam o ciclo de vida de peças de luxo.
	 
	Cuide do que já tem: manutenção, reparo e conservação também são atos de consumo consciente.


 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 17 May 2026 14:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[A energia do Tarô da semana entre 18 e 24 de maio. Uso da razão e rédeas da situação]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/a-energia-do-taro-da-semana-entre-18-e-24-de-maio-uso-da-razao-e/466705/</link>
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				<description><![CDATA[A semana se abre sob um céu que pede menos pressa e mais precisão. Enquanto Marte ingressa em Touro e desacelera os impulsos em favor da construção mais lenta e paciente, o Ás de Espadas surge como o Arcano da Semana para cortar excessos, dissipar ruídos emocionais e trazer clareza às decisões.

No Tarô, o Ás de Espadas representa o instante em que a mente finalmente atravessa a névoa. É a lâmina da verdade, da lucidez e das escolhas conscientes.

E essa energia conversa diretamente com a configuração astrológica atual: se Marte em Touro exige estratégia, constância e segurança material, o Ás de Espadas oferece o discernimento necessário para entender onde vale a pena investir tempo, energia e emoções.

Sob essa influência, somos convidados a abandonar atitudes impulsivas e agir com inteligência prática. O céu favorece revisões financeiras, reorganizações na rotina e conversas importantes capazes de redefinir acordos, relações e prioridades.

Aquilo que antes parecia confuso tende a ganhar forma por meio de diálogos mais honestos e de uma percepção mais racional sobre o que realmente sustenta os desejos e planos para o futuro.

Ao mesmo tempo, o Sol em Gêmeos amplia a circulação de ideias e cria pontes entre razão e adaptação. O contraste entre a firmeza taurina e a curiosidade geminiana faz desta uma semana poderosa para negociações, aprendizados e novas estratégias.

O Ás de Espadas entra justamente como mediador dessa dinâmica: ele corta ilusões, mas também abre caminhos. Mostra que palavras bem colocadas podem destravar situações paradas e que decisões inteligentes têm mais força do que reações precipitadas.

Esta é uma semana para pensar antes de agir, planejar antes de acelerar e confiar mais na consistência do que na ansiedade pelos resultados imediatos. O Ás de Espadas lembra que toda grande transformação começa primeiro na mente no instante em que enxergamos com clareza aquilo que merece permanecer e aquilo que precisa ser deixado para trás.

O Ás de Espadas traz uma forte onda de energia mental e intelectual, marcando o início de uma nova forma de pensar. Você pode estar à beira de um avanço importante ou de uma percepção que muda completamente a forma como enxerga o mundo, permitindo mais clareza e objetividade. “A verdade vos libertará.”

Também é possível que uma compreensão repentina surja, trazendo luz a um problema que antes parecia confuso e, finalmente, revelando o caminho à sua frente.

Veja este arcano como um sinal de incentivo: sua mente está em pleno movimento de expansão. Você se encontra mais aberto a novas ideias, aprendizados e experiências capazes de ampliar seu conhecimento e transformar a maneira como se expressa no mundo.

Este é um momento de metanoia: uma transformação profunda da mente e da forma de enxergar a vida. Antigos padrões, crenças e pensamentos deixam de fazer sentido, abrindo espaço para uma nova consciência.

Mais do que uma simples mudança, a metanoia representa um despertar interno, a coragem silenciosa de abandonar o que limita para abraçar uma versão mais verdadeira de si mesmo.

O Ás de Espadas revela que este é um excelente período para iniciar projetos que exijam intelecto, comunicação e força mental. Há uma tendência maior à clareza de pensamento, ao surgimento de insights importantes e ao desejo de desenvolver habilidades ligadas ao conhecimento.

Você pode sentir inspiração para iniciar um curso, aprimorar sua comunicação, desenvolver a oratória ou se dedicar a atividades que desafiem sua mente e ampliem sua visão de mundo.

O Ás de Espadas também aponta para conquistas no campo intelectual e acadêmico, favorecendo aprovações, bons resultados em avaliações importantes, reconhecimento pelo próprio desempenho e a conclusão bem-sucedida de etapas marcantes, como uma graduação, pós-graduação ou concurso. 

Como em todas as cartas do naipe de Espadas, o Ás de Espadas simboliza poder, mas um poder que exige consciência. A espada é uma lâmina de dois gumes: ao mesmo tempo em que pode abrir caminhos, revelar verdades e construir novas possibilidades, também pode ferir, romper e destruir.

Sua mensagem é clara: todo poder carrega responsabilidade. Caberá a você decidir de que forma utilizará essa força mental, escolhendo entre agir com sabedoria e discernimento ou deixar que o ego, a impulsividade e a agressividade assumam o controle.

Este arcano pede firmeza emocional, clareza de pensamento e maturidade para compreender como suas palavras, decisões e atitudes impactam não apenas a própria vida, mas também aqueles ao seu redor. A verdadeira força do Ás de Espadas nasce quando inteligência e consciência caminham juntas, colocando o poder a serviço do crescimento, da verdade e do bem maior.

O Ás de Espadas também incentiva a busca pela verdade e pelo senso de justiça. Este arcano revela coragem para enfrentar desafios, defender ideias e encarar situações com clareza e determinação. Em outras palavras, você está pronto para a batalha e o Ás de Espadas anuncia a possibilidade de conquista após a luta, especialmente quando há firmeza, discernimento e honestidade em suas ações.

O Ás de Espadas também simboliza a recuperação do poder pessoal e a capacidade de retomar o controle da própria vida. Como todo Ás, anuncia um novo começo, um momento de despertar, clareza e renovação interior.

Seu poder pessoal se assemelha a uma espada ainda guardada na bainha, esperando para ser revelada. Quando você reconhece aquilo que realmente o fortalece, torna-se capaz de transformar a própria energia, deixando para trás a postura de vítima e assumindo o papel de protagonista da sua história.

O Ás de Espadas corta padrões mentais limitantes e rompe estados de confusão ou estagnação. Sua luz intensa ilumina a consciência, desperta a autoconfiança e favorece decisões mais firmes e conscientes. Este arcano convida você a assumir o comando da própria vida e seguir adiante com lucidez, coragem e clareza mental.

No amor, o Ás de Espadas traz clareza emocional, sinceridade e diálogos importantes. A carta pode incentivar o afastamento de pessoas ou padrões tóxicos, abrindo espaço para relações mais verdadeiras e saudáveis.

Para quem está solteiro, indica a possibilidade de um novo vínculo baseado em transparência. Já nos relacionamentos, pede honestidade para resolver conflitos e enfrentar verdades necessárias para o fortalecimento da conexão.

O Ás de Espadas no trabalho representa clareza mental, novos começos intelectuais e o poder da razão. Ele indica um momento excelente para colocar projetos complexos em prática, assumir liderança ou iniciar uma nova oportunidade que exigirá foco, estratégia e comunicação clara.

O Ás de Espadas pode indicar o início de uma nova fase profissional marcada por desafios estimulantes, aprendizado e trocas intelectuais enriquecedoras. Este é um período favorável para desenvolver habilidades, compartilhar ideias e seguir com clareza os objetivos que deseja alcançar.

A carta também pode representar um novo trabalho, uma promoção ou qualquer oportunidade capaz de expandir sua visão e deixar sua mente ainda mais aguçada.

No campo financeiro, o Ás de Espadas pede clareza e racionalidade para tomar decisões, cortar excessos e identificar oportunidades com coragem e discernimento.

O Ás de Espadas representa o poder das suas palavras e comunicação, incentivando você a falar sua verdade e defender aquilo em que acredita. Abrace os novos começos que vêm com o Ás e deixe que isso te inspire a seguir em frente com confiança e propósito. Confie no seu poder pessoal e use-o com sabedoria para alcançar seus objetivos. Com o Ás de Espadas, a vitória está ao alcance.

Uma mão poderosa segura a espada reluzente. Faíscas crepitam de sua lâmina. A Espada representa sua vitalidade, força vital e poder pessoal. A espada é coroada. Isso simboliza que, quando você compreende seu poder, se torna apto para governar sua vida.

Você é o Rei ou Rainha do seu próprio mundo, investido com a autoridade divina para torná-lo tão bem-sucedido quanto ousar. As montanhas simbolizam as grandes alturas que você vai alcançar, se decidir agir.

Um ramo de oliveira balança do lado esquerdo da coroa. Isso simboliza que sua vida vai parecer mais tranquila quando você agir. Isso parece contraintuitivo para nossos medos, que nos dizem para evitar coisas que possam causar estresse. No entanto, a turbulência interna vem da evitação do confronto, não da responsabilidade.

Um ramo de palmeira adorna o lado direito da coroa. As palmeiras são primordiais, resistentes e robustas. Eles podem suportar calor semelhante ao deserto e furacões torrenciais. O ramo de palmeira simboliza sua resiliência. Você pode suportar muito mais do que pode estar se dando crédito.

Hoje, um novo começo bate à sua porta. Não se prenda ao passado nem se perca no que ainda está por vir. Seu poder pessoal vive no presente, no agora.

Direcione essa energia para o lugar da sua mente onde nascem a clareza, a coragem e as decisões que podem transformar sua vida. “A mente que se abre a uma nova ideia jamais volta ao seu tamanho original.” (Albert Einstein)

Que o Ás de Espadas inspire você a enxergar com clareza, agir com coragem e confiar mais na força das próprias escolhas. Afinal, toda grande transformação começa no momento em que decidimos pensar e viver de uma nova forma.

Uma ótima semana e muita luz!

Ana Cristina Paixão
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 17 May 2026 12:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Coceira, queda de pelo e alergias: veja qual a dieta ideal que ajuda a prevenir problemas em pets]]></title>
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				<description><![CDATA[Sinais como coceira, queda de pelo e alterações na pelagem dos pets, normalmente associados a fatores externos, podem ter origem na dieta. Assim como nos humanos, a qualidade da alimentação interfere diretamente no equilíbrio do organismo dos animais, com reflexos na saúde da pele e, por consequência, dos pelos.

A médica-veterinária Nathália Starek, CEO da Vidaá, primeira marca de skincare para animais do Brasil, reforça ao B+ que os tutores precisam ficar atentos a possíveis alterações.

"O primeiro sinal costuma ser a opacidade dos pelos, que ficam mais ressecados, sem brilho, porque os nutrientes não estão chegando adequadamente até a raiz. Quando a gente começa a ver no físico, é porque o organismo já está desregulado há algum tempo", explica.

As variações na textura ou na cor dos fios costumam anteceder quadros mais evidentes, como falhas na pelagem ou queda excessiva.

Chamada de atopia, a condição é comum principalmente em cães e pode ser agravada por ingredientes mais alergênicos presentes em algumas rações ou até mesmo alimentos utilizados na alimentação natural. 

Por isso, a escolha dos alimentos deve considerar não apenas o preço ou a aparência da embalagem, mas principalmente a composição nutricional, e, quando desenvolvida uma alimentação natural, sempre lembrar da necessidade do veterinário estipular a dieta mediante as necessidades de cada paciente.

"É um problema que vai muito além da estética. Às vezes, o tutor associa a coceira a uma questão ambiental ou de higiene, mas a alimentação também é um dos gatilhos que afetam o estado alérgico dos pets. Por isso, é essencial manter uma rotina diária de cuidado com a pele dos animais e, em qualquer sinal de alteração, consultar um médico-veterinário", aponta Nathália.

Como escolher?


	Não existe uma regra para escolher entre alimentação natural e as rações comerciais: a definição de qual é ideal depende de uma avaliação individualizada do animal e também disponibilidade de cada tutor.
	
	"Existe uma tendência de os tutores quererem preparar a alimentação por conta própria, mas isso pode gerar desequilíbrios importantes. A orientação profissional é essencial", destaca.
	 
	No caso das rações, opções com menor potencial alergênico e composição mais equilibrada tendem a ser mais indicadas.
	
	Proteínas como peixe, por exemplo, costumam ser mais leves e melhor toleradas por animais com predisposição a alergias. Além disso, itens complementares podem auxiliar na reposição de nutrientes essenciais.
	 
	Produtos que combinam ácidos graxos essenciais, como EPA e DHA, e ingredientes de origem natural, como própolis, chlorella e spirulina, são associados ao bem-estar geral dos animais. Seus benefícios incluem o suporte ao funcionamento intestinal e à adaptação a situações de estresse, fatores que, indiretamente, impactam a saúde dermatológica.
	 
	Além deles, ingredientes com função prebiótica, como MOS e FOS, aliados a proteínas de alta digestibilidade e nutrientes como ômega-3, ômega-6, vitamina E e biotina, têm sido utilizados para melhorar a absorção de nutrientes.
	
	"O foco não é excesso de suplementação, mas equilíbrio. Quando a dieta está ajustada, não há necessidade de sobrecarregar o organismo com nutrientes em excesso", explica Nathália.
	 
	Por fim, Nathália destaca a necessidade de uma abordagem integrada no cuidado com os pets, envolvendo alimentação, ambiente, fatores emocionais e produtos de higiene. "Tudo importa. Não existe uma única causa. É um sistema", resume a médica-veterinária.

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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 16 May 2026 16:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Imposto de Renda 2026: confira como evitar erros na declaração]]></title>
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				<description><![CDATA[A Receita Federal já recebeu mais de 16 milhões de declarações do Imposto de Renda 2026. Até o último domingo, dia 26, 16.093.257 declarações tinham sido enviadas. Do total de declarações enviadas, 60,2% utilizaram a opção pré-preenchida.

O prazo de entrega da declaração começou no dia 23 de março, e terminará em 29 de maio. A expectativa é de que 44 milhões de declarações sejam entregues até o final do prazo. Segundo o especialista em direito tributário pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Fabrício Tonegutti, a declaração pré-preenchida avançou bastante nos últimos anos, mas faz um alerta.

"Segundo a própria Receita, 60,5% das declarações entregues até 14 de abril foram pré-preenchidas. Isso ajuda muito. Mas aqui entra a complicação da história: pré-preenchida não é declaração automática. Ela reduz erro, mas não elimina erro.

Porque os dados vêm de terceiros. Então, se a empresa, o banco, o médico ou a fonte pagadora informaram algo errado, ou se o contribuinte não confere, o problema continua existindo", pontua o diretor da Mix Fiscal, empresa com 20 anos de experiência em inteligência tributária para o varejo.

A Receita tem esse ranking, e ele é muito útil porque mostra que a malha fina, na maior parte das vezes, não nasce de fraude mirabolante. Ela nasce de erro comum. Os quatro principais motivos oficiais de retenção são: despesas médicas, com 32,6%; omissão de rendimentos, com 30,8%; outras deduções, com 16%; e diferença no imposto retido na fonte, com 15,1%.

O especialista explica porque as despesas médicas tendem dar alteração no Imposto de Renda. 

"Porque é uma área em que o contribuinte costuma errar muito no detalhe. Lança valor errado, informa uma despesa que não é dedutível, inclui algo sem comprovante suficiente ou se esquece de descontar o reembolso do plano. E saúde pesa muito porque é uma dedução sensível para a Receita. É a despesa que pode gerar o maior impacto na dedução do imposto a pagar! Então, as pessoas tendem a lançar tudo, mas tem despesa que não é dedutível! Por exemplo, gastos com vacina, nutricionista, enfermeiro, etc, são até gastos com saúde, mas não são dedutíveis do imposto de renda! O jeito de evitar é simples na teoria, mas exige disciplina: declarar só o que foi efetivamente pago, conferir recibo por recibo e não confiar cegamente no que já veio carregado no sistema", resalta Tonegutti.

Já sobre a omissão de rendimentos, Fabrício avisa:

"aqui mora uma armadilha clássica: a pessoa lembra do emprego principal, mas esquece outra renda. Pode ser aluguel, estágio, aposentadoria, um freela, uma pensão, uma aplicação, ou até o rendimento do dependente. E esse detalhe do dependente é decisivo: se ele entra na declaração, os rendimentos dele entram junto também. É muito comum quem comprou e vendeu ações ou Fundos de Investimento Imobiliários terem problema por não declarar a renda que teve com essas operações!", pontua.

O diretor da Mix Fiscal esclarece o que entra na categoria ‘outras deduções’. "Entra um conjunto de tropeços muito comuns: dependente declarado em lugar errado, gasto com educação fora da regra, pensão alimentícia preenchida incorretamente, dedução sem documento e até escolha errada entre desconto simplificado e deduções legais.

Muita gente tenta “montar” a declaração achando que vai pagar menos, quando o melhor caminho é usar o sistema a seu favor. O programa compara os modelos e mostra qual é o mais vantajoso", esclarece.

Tonegutti, ainda, elenca cinco dicas rápidas para o cidadão declarar melhor e fugir da malha fina:

1.    Use a pré-preenchida, mas confira tudo.

2.    Reúna todos os informes antes de transmitir.

3.     Revise com muita atenção despesas médicas e rendimentos de dependentes, e consulte o Manual do Meu Imposto de Renda, disponibilizado pela Receita Federal na Internet.

4.    Compare o simplificado com as deduções legais antes de enviar.

5.     Se surgir pendência, cheque antes de sair retificando.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 16 May 2026 14:30:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Pretty in Pink aos 40: o final reescrito, a trilha e o filme que definiu uma geração]]></title>
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				<description><![CDATA[Nos anos 1980, adolescentes aprenderam rapidamente a reconhecer — e a esperar — os filmes assinados por John Hughes. O diretor que parecia saber “falar com a juventude” partia de fórmulas simples, mas o que o distinguia era menos a estrutura e mais o olhar: havia empatia, havia observação, e havia um interesse genuíno por personagens que o cinema raramente colocava no centro.

Em O Clube dos Cinco e Gatinhas e Gatões, os improváveis protagonistas deixavam de ser coadjuvantes sociais para se tornarem narradores de histórias sobre formatura, primeiro beijo e os desencontros silenciosos com os pais.

Em 1986, Hughes consolida esse movimento com um clássico imediato: A Garota de Rosa Shocking (Pretty in Pink), um filme que, quatro décadas depois, não funciona apenas como registro de uma geração, mas como um modelo emocional de como o cinema aprendeu a olhar para a juventude sem reduzir suas contradições.

Com roteiro de Hughes e direção de Howard Deutch, o filme nasce de um gesto simples e raro: levar adolescentes a sério. Não como arquétipos, mas como sujeitos atravessados por classe, desejo, vergonha e pertencimento.

A história de Andie Walsh, uma jovem de origem humilde que se apaixona por um garoto rico em meio a um ambiente hostil, é estruturalmente simples, mas emocionalmente precisa. É esse deslocamento — do clichê para a experiência — que sustenta sua longevidade cultural.

A lógica de classe que organiza o desejo

Se existe algo que diferencia Pretty in Pink de outras comédias românticas adolescentes da época, é a forma como o filme inscreve o romance dentro de uma estrutura social clara. Andie não é apenas uma outsider por estilo ou personalidade.

Ela é economicamente deslocada. A escola funciona como um microcosmo de hierarquias que não precisam ser explicadas porque já estão naturalizadas.

Blane, o interesse amoroso, não representa apenas um ideal romântico. Ele é também o acesso a um mundo que Andie observa de fora. E é justamente essa interseção entre desejo e pertencimento que o filme recusa simplificar. Quando Blane hesita, quando se afasta pressionado pelos amigos, o que está em jogo não é apenas covardia emocional, mas a dificuldade de atravessar uma barreira que o próprio filme insiste em tornar visível.

Nesse sentido, o conflito nunca foi exatamente um triângulo amoroso entre Andie, Blane e Duckie. O que se disputa ali é a possibilidade de circular entre mundos que não se misturam com facilidade.

Duckie e o gesto que atravessa gerações

Quarenta anos depois, poucas cenas resistem com tanta força quanto a dança de Duckie ao som de Try a Little Tenderness. O que poderia ser apenas um momento excêntrico se transforma, com o tempo, em uma espécie de manifesto involuntário sobre exposição e vulnerabilidade.

O próprio Jon Cryer revisitou recentemente a cena como um ponto de afirmação do personagem, um instante em que Duckie tenta provar seu valor em um mundo que o marginaliza.

Na época, parte do elenco considerou o momento constrangedor. Hoje, ele funciona como um dos gestos mais reconhecíveis do cinema adolescente, justamente porque não busca aprovação.

Há algo de profundamente contemporâneo nessa leitura. Em um ambiente cultural que recompensa a curadoria da imagem, Duckie permanece como um corpo fora de lugar que insiste em existir sem mediação.

Um final reescrito e o que ele revela

Um dos aspectos mais reveladores da história de Pretty in Pink está fora da tela. O final original previa que Andie terminaria com Duckie, mas a reação negativa do público em testes levou John Hughes a reescrever o desfecho, substituindo-o pelo encontro com Blane no baile.

Essa mudança não é apenas uma curiosidade de bastidor. Ela revela o quanto o filme já operava dentro de uma negociação com as expectativas do público. A lógica do conto de fadas — a ideia de que a protagonista deve terminar com o objeto de desejo — se impõe sobre a alternativa mais ambígua, reorganizando não apenas o final, mas a própria leitura emocional da história.

No ano seguinte, Howard Deutch e Hughes parecem revisitar essa decisão em Some Kind of Wonderful. O filme de 1987 funciona quase como uma variação estrutural de Pretty in Pink, mas desta vez mantendo o desfecho que havia sido abandonado: a escolha pelo melhor amigo, pela intimidade construída fora das hierarquias sociais.

Pretty in Pink aos 40: o final reescrito, a trilha e o filme que definiu uma geração - Divulgação

Ainda assim, embora tenha conquistado seu próprio público ao longo do tempo, nunca se aproximou do impacto cultural do filme anterior, como se a resolução mais coerente emocionalmente não fosse necessariamente a mais potente dentro do imaginário coletivo.

Mesmo tendo que alterar o fim, Pretty in Pink ainda tenta preservar Duckie, oferecendo a ele um gesto de continuidade, quase como uma promessa de que sua história não termina ali. É um compromisso curioso entre frustração e consolo, que diz muito sobre o tipo de romantismo que o cinema dos anos 1980 estava disposto a sustentar.

A trilha sonora como narrativa

Poucos filmes incorporaram a música de forma tão orgânica quanto Pretty in Pink. Não como pano de fundo, mas como extensão emocional dos personagens. O próprio John Hughes deixou claro que a trilha nunca foi um elemento secundário, mas parte central da construção do filme.

O diretor Howard Deutch inicialmente pensava em uma abordagem mais tradicional, baseada em música incidental, mas Hughes interfere diretamente nessa decisão ao insistir no uso de canções contemporâneas — não como hits isolados, mas como uma curadoria capaz de dialogar com o estado emocional das cenas.

A seleção mistura new wave, pós-punk e soul de maneira que hoje parece não apenas representativa, mas definidora de uma época. Esse desenho fica ainda mais evidente no processo de construção do final. Antes da mudança, o Orchestral Manoeuvres in the Dark havia composto Goddess of Love, pensada para o desfecho original com Duckie.

Com a alteração da narrativa, Hughes pede uma nova música que funcione emocionalmente para o reencontro entre Andie e Blane. OMD escreve If You Leave em menos de 24 horas.

O resultado não é apenas funcional. A música redefine o final, suaviza o conflito de classe, desloca a ambiguidade e entrega ao público uma sensação de resolução que o roteiro, por si só, talvez não sustentasse.

Esse é um ponto-chave para entender a trilha como curadoria. Ela não acompanha a história. Em momentos decisivos, ela a reorganiza.

Essa lógica explica por que tantas faixas parecem não apenas encaixar, mas definir momentos. Left of Center, de Suzanne Vega, não é apenas uma música; funciona quase como uma descrição da própria Andie. 

Please Please Please Let Me Get What I Want, dos Smiths, condensa o desejo adolescente em sua forma mais crua. E Bring on the Dancing Horses, do Echo & The Bunnymen, acrescenta uma camada de deslocamento que reforça a sensação de inadequação dos personagens.

Quarenta anos depois, o impacto dessa curadoria ainda é visível. Pretty in Pink ajudou a consolidar um modelo que se tornaria dominante nos anos seguintes: o de trilhas compostas por canções cuidadosamente selecionadas, capazes de viver fora do filme sem perder conexão com ele.

Mas talvez o mais interessante seja perceber que essa trilha não funciona apenas como nostalgia. Ela continua operando porque traduz algo que o filme também entende bem: a adolescência não é silenciosa. Ela se organiza por referências, por músicas, por aquilo que se escuta para tentar dar forma ao que ainda não se sabe nomear.

E, nesse sentido, Pretty in Pink não apenas usou música. Ele ajudou o cinema a escutar seus personagens. O relançamento em vinil rosa, com a inclusão de faixas como Otis Redding e Talk Back, não é apenas uma estratégia de mercado, mas o reconhecimento de que essa trilha continua sendo uma das mais influentes do cinema moderno, frequentemente listada entre as melhores já feitas.

O retorno aos cinemas e o que ainda resiste

Em 2026, Pretty in Pink voltou às salas em versão remasterizada em 4K, acompanhada de material inédito com Howard Deutch, reforçando algo que o tempo já tinha demonstrado: esse não é um filme que depende da nostalgia para existir.

Ele continua sendo revisitado porque ainda oferece uma leitura reconhecível sobre pertencimento, desejo e identidade. E talvez seja esse o ponto mais interessante ao olhar para seus 40 anos. O que poderia ter se tornado apenas um artefato dos anos 1980 permanece ativo porque nunca foi apenas sobre aquela década.

Foi, desde o início, sobre o desconforto de tentar ocupar um lugar no mundo sem saber exatamente onde esse lugar está.

E essa não é uma questão que envelhece.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 16 May 2026 13:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Conheça três adaptações de receitas clássicas sem a adição de farinha de trigo]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/conheca-tres-adaptacoes-de-receitas-classicas-sem-a-adicao-de-farinha/466674/</link>
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				<description><![CDATA[Celebrado neste sábado, o Dia do Celíaco chama atenção para a necessidade de uma alimentação totalmente livre de glúten para pessoas diagnosticadas com doença celíaca.

A condição exige mudanças permanentes na rotina, atenção aos ingredientes utilizados e cuidados rigorosos para evitar contaminação cruzada durante o preparo dos alimentos.

Considerada uma doença autoimune e inflamatória, a doença celíaca é desencadeada pela ingestão de glúten, proteína presente no trigo, na cevada e no centeio.

Quando consumido por pessoas celíacas, o glúten provoca uma reação do organismo que atinge principalmente o intestino delgado, prejudicando a absorção de nutrientes e podendo desencadear sintomas como dores abdominais, diarreia, anemia, fadiga, perda de peso e desconfortos gastrointestinais recorrentes. Em alguns casos, os sinais são mais discretos, o que contribui para o subdiagnóstico.

Estudos científicos apontam que cerca de 1% da população mundial convive com a doença celíaca, embora muitos pacientes ainda não saibam que têm a condição.

Por isso, a data também reforça a importância da informação, do diagnóstico precoce e da ampliação do acesso a alimentos seguros e inclusivos.

Nos últimos anos, o mercado alimentício passou a oferecer mais opções voltadas ao público celíaco, impulsionando adaptações culinárias que permitem manter receitas tradicionais no cardápio sem abrir mão do sabor.

Ingredientes naturalmente sem glúten, como farinha de arroz, fécula de batata e amidos vegetais, ganharam espaço nas cozinhas domésticas e na indústria alimentícia, possibilitando versões alternativas de massas, salgados, pães e sobremesas.

Além de atender pessoas com doença celíaca, as adaptações também atendem consumidores que buscam reduzir o consumo de glúten no dia a dia ou experimentar novas possibilidades culinárias. 

Veja a seguir releituras de pratos clássicos bastante presentes na rotina dos brasileiros. As receitas utilizam ingredientes alternativos ao trigo e mostram que é possível adaptar preparos tradicionais de maneira prática, acessível e saborosa.

Massa de pastel com vários recheios

Ingredientes

Para a massa


	 2 xícaras (chá) de farinha de arroz (300 g);
	 1 xícara (chá) de fécula de batata (200 g);
	 ½ xícara (chá) de amido de milho (50 g);
	 4 ovos;
	 1 colher (sopa) de azeite de oliva (13 ml);
	 2 colheres (sopa) de óleo vegetal (26 ml);
	 ½ xícara (chá) de água (140 ml);
	 1 ½ colher (chá) de sal (7,5 g);
	 1 colher (chá) de fermento químico (4 g);
	 1 gema de ovo para pincelar.



Para o recheio de frango cremoso


	 2 peitos de frango;
	 6 xícaras (chá) de água;
	 2 colheres (sopa) de óleo;
	 2 cebolas picadas;
	 2 tomates sem pele picados;
	 Sal, pimenta do reino e salsinha picada a gosto;
	 1 vidro de requeijão cremoso.


Para o recheio de carne refogada


	 500 g de carne moída;
	 1 cebola pequena;
	 1 colher (sopa) de azeite;
	 Sal a gosto;
	 4 tomates sem pele;
	 Pimenta do reino moída a gosto;
	 Cheiro-verde picado a gosto.


Modo de Preparo

Massa

Em um recipiente, coloque a farinha de arroz, a fécula de batata, o amido de milho, o fermento e o sal. Faça uma cavidade no meio desses ingredientes e adicione o óleo vegetal, o azeite de oliva, os ovos (passe os ovos em uma peneira para evitar pontos amarelos na massa), e misture. Adicione a água e mexa até que não grude nas mãos ou no recipiente.

Deixe a massa descansar na geladeira por 30 minutos antes de abri-la.

Preaqueça o forno a 180° C por 10 minutos.

Em uma superfície lisa e limpa polvilhe a farinha de arroz e abra a massa com as mãos. Polvilhe a massa com a farinha e termine de espichá-la com o auxílio de um rolo também enfarinhado.

Quando a massa estiver fina, corte no formato desejado e adicione o recheio de sua preferência. Feche os pastéis.

Coloque-os em uma forma antiaderente e pincele a sua superfície com uma gema de ovo. Asse por 15 minutos a 180° C.
recheio de frango cremoso

Cozinhe os peitos de frango na água temperada com um pouco de sal e pimenta até ficarem macios. Escorra e desfie. Aqueça o óleo e doure a cebola.

Adicione o tomate e mexa até murchar. Junte o frango desfiado e cozinhe por alguns minutos. Acrescente o requeijão cremoso e misture bem. Acerte o sal, tempere com pimenta do reino e a salsinha. Aguarde esfriar para utilizar.

Recheio de carne refogada

Aqueça uma panela com o azeite. Refogue a cebola. Acrescente a carne e frite até que fique bem sequinha. Junte os tomates e refogue por alguns minutos. Tempere com o sal e a pimenta e junte o cheiro-verde picado. Misture bem.

Quiche lorraine

Ingredientes

Para a massa


	 2 xícaras (chá) de farinha de arroz;
	 125 g de manteiga gelada cortada em cubos;
	 1 pitada de sal;
	 100 ml de água gelada;
	 50 ml de azeite.


Para o recheio


	 50 ml de azeite;
	 150 g de bacon em cubos;
	 4 ovos;
	 400 ml de creme de leite;
	 120 g de queijo emmental ralado;
	 Sal e pimenta-do-reino a gosto;
	 10 g de noz-moscada.


Para a montagem


	 4 ovos;
	 400 g de farinha de linhaça dourada;
	 400 g de farinha panko.


Modo de Preparo

Para fazer a massa, em um recipiente, misture a farinha de arroz, o sal e a manteiga com a ponta dos dedos, até formar uma farofa. Acrescente a água gelada aos poucos, até que a massa fique homogênea.

Coloque na geladeira coberta por um filme plástico por 25 minutos. Em seguida, abra a massa e forre a forma untada com o azeite. Faça furos na massa com um garfo e coloque para assar no forno preaquecido a 180° C por 10 minutos.

Para o recheio, em uma frigideira, aqueça o azeite e frite o bacon em fogo baixo até dourar. Retire e deixe escorrer. Em um recipiente junte os ovos, o creme de leite e o queijo ralado e misture bem com a ajuda de um fouet. Tempere com sal, pimenta e noz-moscada. Em seguida, acrescente o bacon.

Despeje a mistura uniformemente sobre a massa pré-assada e volte novamente ao forno por mais 25 minutos ou até começar a dourar e o recheio ficar firme. Desenforme e sirva em seguida.

Coxinha de batata-doce

Ingredientes

Para a massa


	 4 batatas-doces cozidas e amassadas;
	 1 colher (sopa) de azeite;
	 Sal;
	 2 colheres (sopa) de farinha de arroz.


Para o recheio


	 1 xícara (chá) de azeite;
	 2 dentes de alho amassados;
	 ½ cebola cortada em cubos;
	 400 g de frango desfiado;
	 2 tomates sem sementes cortados em cubos;
	 Sal e pimenta-do-reino a gosto;
	 250 g de creme de ricota ou requeijão;
	 Cebolinha ou salsinha picada (opcional).


Para a montagem


	 4 ovos;
	 400 g de farinha de linhaça dourada;
	 400 g de farinha panko.


Modo de Preparo


	Refogue a cebola e o alho na manteiga. 
	Acrescente os cogumelos até dourar. 
	Adicione o arroz e mexa por dois minutos. 
	Coloque o vinho e espere evaporar. 
	Aos poucos, adicione o caldo (uma concha por vez), mexendo sempre. 
	Quando o arroz estiver al dente e cremoso (cerca de 18 minutos), desligue o fogo. 
	Incorpore o parmesão e a salsinha. Sirva imediatamente.


 
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 16 May 2026 10:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[A aquisição de material didático por uma prefeitura... Leia na coluna de hoje ]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/a-aquisicao-de-material-didatico-por-uma-prefeitura-leia-na-coluna/466623/</link>
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				<description><![CDATA[Lucilene Machado - Poeta de MS

Passar ilesa pelos dias como quem assina um ponto ou cumpre tabelas, não me seduz. A ausência de emoção  não é só uma pausa, é uma deserção. E eu não quero desertar de mim”.

FELPUDA

A  aquisição de material didático por uma prefeitura do interior de MS, no valor de R$ 3.520.580,00, foi realizada sem licitação. A inexigibilidade do processo licitatório configurou “preferência por marca”, segundo o Tribunal de Contas do Estado. Houve desacordo com “as boas práticas na administração pública e jurisprudência consolidada de licitar, especialmente na modalidade pregão”. Entre outros pontos, foram apontados ausência de comprovação da inviabilidade de competição, blá-blá-blá, blá-blá-blá, etc. e tal... 

Foto: Divulgação

Ametista do Sul, localizada no norte do Rio Grande do Sul, é conhecida como a “Capital Mundial da Pedra Ametista” por abrigar a maior jazida de ametista do mundo. A cidade destaca-se pelo turismo subterrâneo, com minas desativadas convertidas em restaurantes, vinícolas, cervejarias e piscinas, além de oferecer lojas de minerais e museus. O Belvedere Mina é considerado o primeiro restaurante subterrâneo temático do mundo, todo feito com ametistas. Diferentes detalhes em pedra, tanto trabalhada quanto in natura, podem ser vistos em todas são as mesas e também em pontos no interior do restaurante. O visual rústico e a decoração natural fazem com que o restaurante dentro de uma mina torne-se uma das sensações turísticas do Rio Grande do Sul. A cidade também explora a uva e o vinho, tendo vinícolas subterrâneas nos garimpos. 
 

 Ana Cristina Martins e Luiz Orcírio Fialho de Oliveira - Foto: Studio Vollkopf

 

 Priscilla Alves - Foto: Arquivo Pessoal

Cena

O pré-candidato Flávio Bolsonaro foi “o tema” na última sessão da semana na Assembleia de MS. O petista Pedro Kemp e João Henrique, da direita,  digladiaram-se sobre áudio onde Flávio trata com Daniel Vorcaro,  do Banco Master, de recursos para o filme sobre  o seu pai, ex-presidente Jair Bolsonaro. Como se tivesse bola de cristal, Kemp afirmou que acreditava que a candidatura de Flávio “naufragou”.

Troco

Ao assumir a tribuna, Catan disse que Vorcaro teve duas agendas ocultas com Lula e que ninguém sabe do que foi tratado. Disse ainda que as mensagens foram vazadas e questionou quem teria feito isso. Segundo ele, essa troca de mensagens tem um peso diferente, alegando que o nome Bolsonaro possui marcas e atrai investidores. O presidente da Casa, deputado Gerson Claro, defendeu que haja debates, mas que o MS não seja esquecido. Só!

Carona

A ex-ministra Simone Tebet entrou em campo para “tirar sua casquinha” das denúncias contra Flávio Bolsonaro. Como atualmente ela está filiada ao PSB, partido de esquerda, fez insinuações a respeito dos recursos destinados ao filme sobre o ex-presidente Bolsonaro. E haja!...

ANIVERSARIANTES

@@NOTICIA_GALERIA@@

Sábado (16)

Ângela Ribeiro Duailibi;
Anderson da Silva Pereira;
Idara Negreiros Duncan Rodrigues;
Lúcia Maria Vieira;
Anamir Cunha do Nascimento;
Cícero Fernandes de Moraes;
Otávio Fernando Barboza Carneiro;
Gilson do Nascimento;
Marcos Antonio da Silva;
Dr. Julizar Barbosa Trindade;
Sedemir Alves;
Paula Frascinett Costa Bandeira;
Vinicius Leite Campos;
Hoover Orsi Pereira Martins;
Mariomárcio Fernandes;
Cel. Ociel Ortiz Elias;
Helena Amin;
Durvalina Gomes Garcia;
Maria Helena Nasser Cubel;
Renato Nascimento Oliveira;
Dr. Hamilton Domingos;
Suzely Furlan;
Angelina Ferreira Ribeiro;
Neusa Maria Sá Pessoa;
Claudinei Zilio;
Hugo Cesar Gomes;
Gustavo Jacobina Stephanini;
Waldson Loureiro;
José Antônio Batista de Oliveira;
Sônia Carla Ramos Escobar;
Nádia Mazlum Sandim;
Thúlio Ramos dos Santos;
Raphael Fiuza;
Rodrigo Otávio Machado;
Maria Aparecida Rondon;
Itamar Dalka Scardini;
Adão Fontoura Paes;
Vânia Maria Medeiros Bachenheimer;
Américo Ferreira Guimarães;
Jacy Marques Alcaraz;
Fred de Sena Lopes Rodrigues Ribeiro;
Benedito Mário Lázaro;
Marco Antônio Santullo Júnior;
Cecília de Fátima Argemon;
Breno Junqueira Sulzer;
Elias Carneiro de Arruda;
Hilton Carvalho Lariera;
Adão Rodrigues de Souza;
Rogério Teixeira dos Santos;
Ercilio Chinet Júnior;
Ana Cristina Gomes Amorim Pissin;
Olcir José Bigaton;
Dra. Dalva Tiacó Furuguem;
Maria Cristina Bandeira;
Júlio César Lopes da Silva;
Jocimar Corrêa Barbosa;
Iacy Barbosa de Souza;
Silvio Ernesto Bernardo Bess;
Cristina Chahuan Tobji de Aquino;
Leoponilda Correia Garcia Reis Gasperini;
Sônia Maciel Regiori Costa;
Dr. João Rocino Garcia de Menezes;
Maria Aparecida Draggiato dos Santos;
Walter Satoru Yura;
Adriana Giuliani;
Celso Massayuki Matsusita;
Marister Neves Braga Veronesi;
Elayne Cristina Todescato dos Santos Soares;
Victor Marino Montenegro Herrera;
Luis Alberto Camponez Petenatti;
Cinira Amarilia Otta Arashiro;
Márcia Aparecida Pasquarelli Betman;
Ligiane Cristina Motoki;
Úrsula Montesse.

Domingo (17)

Dra. Júlia Serra;
Dr. Fabrício Colacino Silva;
Dra. Arielle Silveira Denadai;
Gilberty da Costa Miglioli;
Lybia da Costa Miglioli;
Pericles Brandão Filho;
Silmara Pulcherio de Assis;
Levy Serrou Camy;
Paulo Guilherme Lins Costa;
Dr. João Nelson Lyrio;
Armando Luiz Nocera;
Jair Gregório Alves;
Leizo Inoue;
Júlio César Giansante Rossi;
Nilza Yonamine Miyahira;
Lucimara Rocha de Oliveira;
Danilo José Medeiros Figliolino;
Ieda Hessel Amado;
Marcos Tadeu de Paula Corrêa;
Paola Nádila Veras Gonçalves;
Dra. Milce Aparecida Eloy Silva;
Elizabete Machado Abreu da Silva;
Geraldo Junior Duarte Brites Cabreira;
Aldo Ferreira da Silva Junior;
Lourdes Coelho Barbosa;
Orlando Silvestre Filho;
Dr. Synezio de Oliveira Borges;
Abrão Diniz Junior;
Jarminda Félix Vanderlei;
Maria José Eugenio Pereira;
Aretha Larissa Muritiba;
Jussara Fatima Eloy Gabas;
Mara Cardoso;
Patricia de Andrade Barbieri;
Junior Nocko;
Luizinho Tenório;
Lucas Proença Gonçalves;
Antonio Micnov;
Neide Eliane Gordo de Oliveira;
Nerida dos Passos Pereira;
Gildo Tavares de Araujo;
Tarsis Ayron Santejan Marques;
Regina Maria Barreto Frias;
Ruth Fernandes Vieira;
Manoel Eugênio Nery;
Jorge Aníbal David;
Dr. Ozires Vieira de Souza Júnior;
Hugo José Bonfim;
Hermindo de David;
Eunice Flores Carretoni;
Adenir Amaral;
Dra. Giovanna Nascimento Hofke;
Adalgisa Flores Ressiel;
Ulisses Vieira da Costa;
Izabel Lopes Fontoura;
Carmem Lúcia de Andrade;
Filomena Neves Dutra;
Dr. Carlos Silva Mattos;
Sidiney Carlos Sabbag;
Adilson Shigueyassu Aguni;
Orlando Augusto Saab;
Dr. Edwaner Bondarczuk;
Ricardo de Souza Nogueira;
José Shinsei Toomi;
Iris Barbara Laudicena Tulux Rocha;
Luiza Amélia Tavares Lobo Trevizan;
Dr. Eduardo Conceição Reigota;
Marina Furlan e Fraga;
Francielli Vilela Spani Milani;
João Bosco Sarubbi Mariano;
Amira Ali Salem;
Liamar Aparecida dos Santos Villassanti;
Leandro Martins Abrão Costa. 

Colaborou com Tatyane Gameiro
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 16 May 2026 00:03:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Com entrada gratuita, Festa do Queijo começa hoje com muita gastronomia e cultura]]></title>
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				<description><![CDATA[A 9ª edição da Festa do Queijo começa hoje (15), no distrito de Rochedinho, em Campo Grande, a partir das 17h. O evento acontece durante esta sexta e o sábado, com entrada gratuita. O local da tradicional celebração é em frente à Escola Municipal Agrícola Barão do Rio Branco.

Uma das principais celebrações da produção artesanal da região, a festa terá mais de 60 expositores, que levarão queijos artesanais, doces derivados do leite, compotas, conservas, praça de alimentação, artesanato, brinquedos e atrações culturais. 

No local, o público encontrará os mais diversos tipos de queijos, entre eles o frescal, meia-cura e curado, além de outros sabores especiais, doces artesanais, gelatos e produtos ligados à identidade rural da festa. 

A programação desta sexta-feira segue até às 23h. A abertura oficial está prevista para as 19h, e às 21h o público acompanha o show de Zé Carrilho e Grupo Baile Bom. 

No sábado (16), a festa continua também das 17h às 23h, com apresentações do Grupo Uirapuru, Iko Cordeiro e Grupo Pé de Cedro. 

A expectativa da prefeitura de Campo Grande é receber um público de aproximadamente 10 mil pessoas durante os dois dias. 

Programação 

Sexta-feira (15) 

17h às 23h 
19h – Abertura oficial 
21h – Show de Zé Carrilho e Grupo Baile Bom 

Sábado (16) 

17h às 23h 
21h – Show do Grupo Uirapuru e Iko Cordeiro 
Show do Grupo Pé de Cedro 

O que o público vai encontrar?

Queijos artesanais


	Queijo maturado
	Queijo curado
	Queijo verde
	Outras variedades regionais


Praça de alimentação


	Churrasco
	Costela de chão
	Arroz carreteiro
	Pastel
	Fondue
	Gelato
	Diversas comidas típicas


Produtos coloniais e artesanais


	Embutidos
	Salames
	Mel e favo de mel
	Doces caseiros
	Pimentas artesanais
	Geleias
	Licor de limão
	Bolo de rolo tradicional pernambucano


Artesanato e cultura regional


	Moda country
	Berrantes
	Chapéus
	Esculturas de ferro
	Panos de prato
	Bordados
	Artesanato em geral
	Programação musical


 
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 15 May 2026 12:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[ Programação tem Circo Balão Mágico, teatro com Débora Falabella, show de Michel Teló e mais]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/x/466605/</link>
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				<description><![CDATA[Inspirado no universo do grupo Balão Mágico, fenômeno infantil das décadas de 1980 e 1990, o Circo Balão Mágico mistura nostalgia, música e números tradicionais circenses. A atração está instalada na Avenida Duque de Caxias, próximo ao aeroporto de Campo Grande.

Entre as atrações estão trapezistas, mágicos, equilibristas a mais de oito metros de altura, apresentações de bambolê, acrobatas, além do clássico globo da morte, com cinco motos simultaneamente dentro da estrutura metálica.

O palhaço Choquito também integra o elenco da temporada, que aposta em apresentações voltadas para toda a família.

As sessões acontecem de segunda a sexta, às 20h, aos sábados, às 18h e às 20h, e aos domingos e feriados, às 16h, 18h e 20h.

Os ingressos promocionais começam em R$ 10, para crianças, e R$ 20, para adultos no setor popular. No setor VIP, os valores partem de R$ 15, para crianças, e R$ 30, para adultos.

A temporada segue até o dia 31. Os ingressos podem ser adquiridos pelo site oficial www.circobalaomagicooficial.com.br.

CIRCO Balão Mágico - Circo da Simony está instalado na Avenida Duque de Caxias
Foto: Marcelo Victor / Correio do Estado

SEMANA S

A Semana S do Sistema Comércio acontece até domingo, com programação gratuita em diversas cidades de Mato Grosso do Sul. A iniciativa mobiliza unidades do Sesc-MS, Senac-MS, Fecomércio-MS e sindicatos empresariais, oferecendo cursos, palestras, oficinas, atendimentos gratuitos, atividades culturais e ações de lazer.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas previamente pelo site da Semana S: mkt.sescms.com.br.
Em Campo Grande, um dos principais polos da programação, a abertura acontece hoje, no Senac Hub Academy, com foco em qualificação profissional, empreendedorismo e inovação. A programação reúne mais de 30 workshops nas áreas de beleza, saúde, gestão, tecnologia da informação, comunicação e gastronomia.

Entre os palestrantes confirmados estão o especialista em educação financeira Gustavo Cerbasi, que fala sobre inteligência financeira nos negócios, às 18h, e o comunicador Marcelo Tas, que apresenta palestra sobre comunicação na aceleração digital, às 19h.

A programação também inclui atividades voltadas ao setor produtivo, com temas ligados à gestão financeira, inteligência artificial para RH, gerenciamento de riscos, hotelaria e empreendedorismo.

Amanhã, a programação segue no Parque das Nações Indígenas, com atividades gratuitas voltadas à população. Estão previstas recreação infantil, massoterapia, orientações de saúde bucal, bioimpedância, atividades físicas, oficinas itinerantes e exposições de empresas parceiras do Clube de Benefícios do Sesc.

A noite de sábado será encerrada com apresentação da Orquestra Jovem Sesc-MS, às 18h, e show gratuito de Michel Teló, às 19h. O Sesc Mesa Brasil também fará arrecadação de alimentos não perecíveis para famílias em situação de vulnerabilidade.

Neste domingo, a programação termina com o Circuito Sesc de Corridas – Etapa Horto Florestal, com caminhada de 3 quilômetros e corrida de 5 quilômetros. A largada será às 7h, em frente ao Senac Hub Academy. As inscrições são pagas e podem ser feitas pelo site www.kmaisclube.com.br 

“PRIMA FACIE”

Após temporadas esgotadas e mais de 150 mil espectadores em todo o País, o espetáculo “Prima Facie” chega a Campo Grande para apresentações de hoje a domingo, no Teatro Glauce Rocha.

A peça é protagonizada por Débora Falabella e dirigida por Yara de Novaes. O texto da dramaturga australiana Suzie Miller é considerado um dos mais impactantes do teatro contemporâneo recente.

No palco, Débora interpreta Tessa, uma advogada criminalista que construiu carreira defendendo homens acusados de violência sexual. A personagem, inicialmente confiante no sistema judicial, passa a questionar suas próprias convicções após vivenciar um episódio traumático.

A montagem discute temas como violência contra a mulher, desigualdade de gênero e os limites do sistema jurídico, conduzindo o público por uma narrativa intensa e emocional.

O espetáculo ganhou projeção internacional após montagem no West End londrino estrelada por Jodie Comer, vencedora do Laurence Olivier Award. Desde então, a obra passou por países como Estados Unidos, Alemanha, Turquia e Nova Zelândia.

No Brasil, a montagem se tornou um fenômeno de público e crítica. A atuação de Débora Falabella rendeu à atriz prêmios como Shell, APCA e Bibi Ferreira de Melhor Atriz.

As sessões acontecem hoje e amanhã, às 20h, e no domingo, às 18h. Os ingressos estão disponíveis no Sympla.

ÓPERA QUENN

Os fãs de rock amanhã terão uma noite especial com o “Jantar de Massas com Ópera Queen”, realizado no Salão Social do Clube Estoril.

O evento presta homenagem aos 35 anos da morte de Freddie Mercury e promete reviver clássicos eternos do Queen.

A banda Ópera Queen, considerada uma das principais covers do grupo no Brasil, apresentará sucessos como “Bohemian Rhapsody”, “We Will Rock You” e “Somebody to Love”.

A programação começa às 18h, com música ambiente. Às 19h30min, Roger Simons sobe ao palco, abrindo a noite. O jantar de massas será servido às 21h, e o show principal acontece às 22h.

Os ingressos estão disponíveis pelo Sympla.

OFICINA DE CROCHÊ

Em contraponto à correria cotidiana, o evento Desliga e Cria: Edição Café com Crochê aposta em uma experiência mais intimista e manual neste sábado, das 14h às 17h, no Café Bourbon.

A proposta é reunir pessoas interessadas em aprender crochê enquanto desfrutam de um ambiente acolhedor e desacelerado.

Mesmo quem nunca teve contato com a técnica poderá participar. Durante o encontro, os participantes vão confeccionar um porta-copo ou porta-xícara em crochê.

O ingresso inclui vale-café, ecobag, kit com fios e agulha, material de apoio e acompanhamento guiado durante todo o processo.

As vagas são limitadas e os ingressos estão disponíveis pelo Sympla.

AUGUSTO CURY EM DOSE DUPLA

A obra de Augusto Cury também chega aos palcos de Campo Grande com a peça “Nunca Desista de Seus Sonhos”, amanhã, às 20h, no Teatro Dom Bosco. Os ingressos estão disponíveis pelo Sympla.

A montagem, estrelada por Nizo Neto e Maximiliana Reis, mistura humor, drama e mensagens de esperança em uma narrativa sobre saúde emocional e autoconhecimento.

A trama acompanha a psicóloga Carol, personagem que ajuda pacientes utilizando conceitos da inteligência emocional, mas encontra dificuldades para lidar com os próprios conflitos pessoais.

A peça aborda temas como ansiedade, maternidade, relações familiares, dependência das redes sociais e busca por propósito.

Além da peça inspirada em sua obra, Augusto Cury estará em Campo Grande para uma palestra beneficente, hoje, às 19h, no Bosque Expo, localizado no Shopping Bosque dos Ipês.

Com renda revertida ao Hospital São Julião, o evento terá como tema “Gestão da Emoção na Era da Intoxicação Digital”.

A palestra abordará ansiedade, hiperconectividade e impactos emocionais provocados pelo excesso de estímulos digitais. Antes do encontro, o público acompanhará apresentação da Sinfônica de Campo Grande com a Orquestra Indígena, sob regência do maestro Eduardo Martinelli.

Os ingressos podem ser adquiridos pelo site oficial www.saojuliao.org.br.

SESC TEATRO PROSA

Hoje, às 19h, o público poderá conferir o show musical de Karla Coronel, que apresenta sua obra autoral com influências da MPB contemporânea e ritmos urbanos, abordando questões sociais, étnicas e afetivas.

Já amanhã, às 16h, haverá o espetáculo infantil “Será que Meu Pé Sabe?”, do Grupo Casa. A peça trata de adoção e afeto, contando a história de uma família que se constrói a partir do amor.

Ingressos podem ser retirados gratuitamente pelo Sympla.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 15 May 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, neste ano eleitoral, o...Leia na coluna de hoje ]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/leia-na-coluna-de-hoje/466561/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/leia-na-coluna-de-hoje/466561/</guid>
				<description><![CDATA[Albert Einstein - físico alemão

"A imaginação é mais importante que o conhecimento porque o conhecimento é limitado, ao passo que a imaginação abrange o mundo inteiro”. 

 

FELPUDA 

Na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, neste ano eleitoral, o cenário está inusitado. Os parlamentares, em tom de ironia, comentam que não se sabe se o PT passou a ser formado por quatro deputados ou se o Novo é que teria o mesmo número. Isto porque está vigorando o estilo “levanta a bola que eu chuto” entre os petistas Pedro Kemp e José Orcírio e João Henrique Catan, do Novo e representante da direita conservadora. Essa nova “aliança” tem como alvo preferido a administração de Eduardo Riedel. Vai vendo...



“No pé”

Por falar no deputado José Orcírio, quem entrou na mira dele foi o ministro dos Povos Indígenas, o sul-mato-grossense Eloy Terena, sob acusação de aproximação com “setores bolsonaristas”, conforme requerimento apresentado na Assembleia de MS e a ser encaminhado ao Planalto.

Mais

O dirigente do órgão chegou até a ser chamado de “traidor”, porque estaria circulando com pré-candidatos da direita o que, segundo o denunciante, é uma atitude incompatível, e, por isso, passível da tomada de providências político-administrativas.

Giovanna Trad

Dra. Ana Valéria Ramirez

Borrasca

O ex-prefeito Marcos Trad e a prefeita Adriane Lopes estão em meio ao turbilhão criado com as prisões na Operação Buraco Sem Fim, que levou uns e outros para a cadeia. Politicamente, ambos estão de lado opostos, mas isso não invalida o fato de que caminharam juntos no período em que o acusado principal atuava por lá. Adriane preferiu o silêncio, enquanto Trad resolveu “atacar o mensageiro e não a mensagem”.

Fora de foco

Nos bastidores, tem políticos dizendo que Marcos Trad preferiu defender o ex-subordinado, criticar a operação policial e insinuar que a ação ocorreu no período de eleições, causando-lhe “estranheza”. O fato, segundo eles, é que casos dessa natureza causam “furor” entre a população. Afirmam que, embora não se possa prejulgar alguém, é preciso ter muito cuidado em desmerecer uma investigação em que os recursos públicos são o ponto principal.

Opa!...

A deputada Gleice Jane (PT) e o seu colega de legislativo Paulo Duarte (PSDB) tiveram embate em plenário sobre a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A parlamentar disse que esse grupo de trabalho é formado apenas por homens e um dos seus projetos que tratava de proteção e respeito às mulheres teria sido arquivado. Integrante do colegiado, o tucano discordou e afirmou que não era machista nem misógino, dizendo ter sido desqualificado por Gleice. E ainda colocou sua vaga na comissão à disposição dela, que aceitou. Mas...

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@

Kátia Nunes Ribeiro Motti,
Adriana de Oliveira Siravegna,
Keila Mattioli Souza,
Fernanda de Araújo Ovelar,
Isidro Theodoro de Faria,
Modesto Aquino Filho,
Sônia Terezinha Girardi de Carvalho,
Antonio Petenatti,
Fauser de Oliveira Maia,
Jermina da Silva Leite,
Talmir Monteiro,
José Barbosa Cristaldo,
Railda de Freitas Oliveira Petenatti,
Valdonei Rodrigues da Silva,
Marila Domingos da Costa,
Gesse Martins de Souza,
Nilma Rocha Nimer,
Raphael Nunes Cance,
Asturio de Matos Ozorio,
Averaldo Oliveira Fernandes,
Roberto Mendes Cruzetta,
Beatriz Hoffmann,
Mateus Massocatto Vallezzi Cavalcante,
Domingos Sahib Neto,
Inah Luiza Metello,
Oscarlina de Brito,
Eliene Amorim da Costa,
Vera Maria Fortes Corrêa Meyer,
Maria Tereza Mangieri Pithan,
Milton Teruya,
Cirene Passarini Martins,
Guilherme Vaz do Couto,
José Claudio Adami,
Paulo Cesar Costa Alves,
Luiz Roberto Moreno,
Lucas Tognoli Rodrigues,
Ednaldo Rosa Ferreira,
Levino Ferreira da Silva,
Imbrolim Correa dos Santos,
Olga Prado Braga,
Maria Luiza Rezende Perez Ramos,
Eunice Gouvêa Colleto,
Maria Cabloco,
Eduardo Katsuki Takahachi,
Laura Munhoz Friozi,
Dr. Lauro Rodrigues Furtado,
Heloisa Helena Catelan,
José Carlos Corrêa,
Hilton Monteiro Leite,
Marissol da Silva Garcia,
José Paz Sodré,
Aparecida Domingues,
Nicéia de Fátima Barbosa Leite,
Maria Roselene Flôres Coimbra,
Silvia Maria Giordano Barem,
Mohamed Kalil Zaher,
Maria das Graças Fonseca Mella,
Maria Dora Barbosa Leite,
Paulo César de Almeida,
Fábio de Oliveira Artigas,
Déa Terezinha Almeida,
Eluiza Elena Comekti Assis,
Marcus Vinicius Martinez,
Luiz Fernando da Silva Bastos,
Eliza Maria Santiago,
André Mauro Rodrigues,
Raquel Medeiros,
Kei Uema do Carmo,
Valéria de Arruda Cunha,
Rosa Maria Pereira da Silva,
Arlene Mary Mazzi Alexandria,
Daniela Gonçalves de Queiroz,
Carlos Henrique de Souza,
Marcelo Marculino Gomes,
Arlinda da Silva Andrade,
Dirceu de Oliveira Corrêa,
Geraldo Gonçalves Siqueira,
Solange Pereira Cabreira,
Aldo de Oliveira Darzi,
Tosjio Gusiken,
Roberto Mattos Martins,
Priscila Arinos Catoci,
Cássio Rogério Boeira Giordano,
Eleilson de Arruda Azevedo Leite,
Julia Maristela Caduri Hartmann,
Iraci Mendes de Aquino,
José Gildo Pimentel,
Natalia Carolina Lourenço de Almeida,
Ana Carolina Ramirez Miranda,
Dra. Celina Shimabukuno Sakae,
João Henrique Rodrigues Andreus,
Débora Bataglin Coquemala de Sousa,
Osmar Pedrosa de Frias,
Dionatha Jones Bordignon,
Armando Urdan,
Luciana Cesar da Silva Setogute,
Laimute Laupinaitis,
Margareth Hokama,
Rosangela Alfena Juvenal Arakaki,
Ricardo Cardoso Duarte do Pateo,
Alexandre de Siqueira Linderberg,
Aparecida Regina Chaves Martins,
Cristina Tiemi Maehara Kai,
Dalva Pereira Espindola,
Renato Camillo,
Arenci Ferreira de Oliveira,
Camila Soares Sakr,
Patricia Franco Bellé.

Colaborou com Tatyane Gameiro
]]></description>
				
									<media:content url="https://cdn.correiodoestado.com.br/img/c/300/300/dn_arquivo/2023/03/8603c51d-751d-4b37-89cb-fe2c5ad0fc99-13_2.jpeg" medium="image"/>
				
				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 15 May 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[ Troca de figurinhas da Copa e novo parque viram atração na Capital]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/troca-de-figurinhas-da-copa-e-novo-parque-viram-atracao-na-capital/466585/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/troca-de-figurinhas-da-copa-e-novo-parque-viram-atracao-na-capital/466585/</guid>
				<description><![CDATA[O clima de diversão e Copa do Mundo vai tomar conta do Shopping Campo Grande neste fim de semana. O empreendimento lançou novas atrações voltadas ao público infantil e aos apaixonados pelo álbum oficial do Mundial de 2026, reunindo parques temáticos, ponto de troca de figurinhas, novidades no cinema e campanhas promocionais para os consumidores.

Com a chegada da Copa do Mundo, o shopping entrou oficialmente no clima do Mundial de 2026. Em parceria com Visa e Banco do Brasil, o empreendimento inaugurou um ponto oficial de troca de figurinhas do álbum da competição.

O espaço foi instalado no segundo piso, próximo à loja Claro, e deve reunir colecionadores, crianças e torcedores em busca das figurinhas mais difíceis do álbum.

A ação integra a campanha promocional “Torcida BB Colecione Momentooos”, criada para aproximar os fãs do universo da Copa do Mundo da FIFA 2026™. A iniciativa prevê promoções, sorteios e experiências exclusivas para clientes que utilizam cartões BB Visa.

Na primeira fase da campanha, consumidores concorrem a pacotes de viagem para assistir aos jogos do Mundial, incluindo semifinal e final. Já a segunda etapa, que segue até 31 de julho, prevê premiações de até R$ 300 mil.

Para quem deseja comprar novos envelopes, a Livraria Leitura também disponibilizou um ponto oficial de venda de figurinhas no segundo piso do shopping. Cada envelope está sendo comercializado ao valor de R$ 1.

Novo Parque

Uma grande novidade é o Arena Park, parque indoor instalado na Praça de Eventos do shopping, que promete transformar o local em um grande espaço de aventura para crianças e famílias. A atração reúne brinquedos interativos, desafios radicais e atividades recreativas voltadas para crianças de até 13 anos.

O espaço conta com percursos de obstáculos, áreas de escalada, passarelas elevadas, escorregadores iluminados, torres elásticas e brinquedos infláveis. 

Entre os destaques está o chamado “Rolo Maluco”, além de uma área temática com tobogãs iluminados e um circuito de atividades que mistura adrenalina e entretenimento.

Para os menores, o parque oferece uma piscina gigante de bolinhas e espaços lúdicos com minicozinhas, brinquedos educativos, blocos de montar e painéis sensoriais voltados ao estímulo da criatividade e interação infantil.

Segundo a organização, crianças menores de quatro anos devem permanecer acompanhadas por um responsável durante toda a permanência no parque. Já crianças com necessidades especiais têm direito a desconto de 50% no valor do ingresso, mediante comprovação.

Os ingressos variam conforme o tempo de permanência e o formato escolhido pelo cliente. Há opções de pacotes com livros físicos e e-books, com valores entre R$ 59,99 e R$ 79,99. Após o período contratado, é cobrada taxa adicional de R$ 5 a cada cinco minutos excedentes.

Outra atração que segue movimentando o shopping é o Yuup Experience, parque indoor com mais de 1,2 mil metros quadrados e 22 brinquedos espalhados pelo espaço. 

O ambiente reúne trampolins, arenas esportivas, jogos eletrônicos, infláveis, carrinhos temáticos, motos elétricas e áreas exclusivas para crianças pequenas.

Estreias no cinema

A programação da Cinemark também ganhou novidades nesta semana. Entre os destaques está o filme “Na Zona Cinzenta”, estrelado por Henry Cavill, Jake Gyllenhaal e Eiza González.

O longa acompanha especialistas em extração envolvidos em uma missão de alto risco para recuperar uma fortuna roubada, em meio a perseguições, traições e confrontos armados.

Já para os fãs de terror, a estreia é “Obcessão”, filme que aborda as consequências de paixões obsessivas e desejos não correspondidos.

O público infantil também ganha espaço com “Gênio do Crime”, aventura inspirada no universo das figurinhas da Copa do Mundo. 

O filme acompanha um grupo de jovens que tenta desvendar um esquema de falsificação de figurinhas, em uma trama repleta de investigações e humor, com participação do ator Marcos Veras.

Campanhas e promoções

Além das atrações de lazer, o shopping mantém ativa a Campanha do Agasalho 2026, promovida em parceria com o Fundo de Apoio à Comunidade (FAC) da Prefeitura de Campo Grande.

O ponto oficial de arrecadação está localizado próximo ao balcão do SAC, em frente à loja Renner. Estão sendo arrecadados cobertores, roupas e calçados novos ou usados, desde que estejam em bom estado de conservação.

O empreendimento também segue com ações promocionais voltadas ao Mês das Mães. Clientes cadastrados no Clube de Benefícios podem concorrer a um veículo elétrico GWM Ora 03 BEV58, avaliado em R$ 169 mil.

A campanha ocorre por meio do aplicativo oficial do shopping e contempla diferentes categorias de clientes, conforme o número de estrelas acumuladas no programa de fidelidade.

Outra promoção em andamento é o “Compre, Doe e Ganhe FARM”, que oferece bolsas exclusivas da marca FARM Rio ETC para clientes que cadastrarem notas fiscais e realizarem doações de alimentos não perecíveis, que serão destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 14 May 2026 18:37:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Fim de uma era? BK troca Pepsi por Coca-Cola e surpreende clientes]]></title>
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				<description><![CDATA[Quem nunca imaginou aquele combo clássico de hambúrguer na brasa, batata frita crocante e um copo bem gelado do refrigerante mais famoso do mundo? Em Campo Grande, esse desejo dos fãs de fast-food começou a virar realidade. O Burger King iniciou a troca das bebidas da antiga parceria pelos produtos da Coca-Cola.

A mudança começou pelas unidades administradas pelo Grupo Conforti e, nesta primeira etapa, os refrigerantes estão sendo vendidos em lata. Entre as opções disponíveis estão Coca-Cola, Coca-Cola Zero, Fanta Guaraná, Fanta Laranja e Sprite.

Segundo a empresa, a comercialização em lata faz parte de uma fase de adaptação operacional necessária antes da instalação das máquinas de autoatendimento no salão, modelo já conhecido pelos clientes da rede. Após esse período, os clientes terão de volta o consumo à vontade por até 30 minutos, agora com bebidas da Coca-Cola.

A transição acontece gradualmente em todo o Brasil e, por enquanto, nem todas as lojas de Campo Grande já concluíram a troca. As unidades localizadas na Avenida Zahran e na Avenida Afonso Pena seguem operando temporariamente com bebidas da antiga parceria, incluindo Pepsi e demais produtos da Ambev.

Já outras lojas da Capital passaram a oferecer os novos refrigerantes tanto no atendimento presencial quanto no delivery. É o caso das unidades dos shoppings Bosque dos Ipês e Norte Sul Plaza, além dos restaurantes localizados nas avenidas Gunter Hans, Mascarenhas de Moraes, Mato Grosso, Fernando Corrêa da Costa, Spipe Calarge e no Comper Itanhangá.

A expectativa é que todas as unidades avancem para a próxima fase da mudança nos próximos meses, consolidando o retorno do free refil, agora acompanhado da clássica Coca-Cola bem geladinha.

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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 14 May 2026 12:10:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Festival gastronômico valoriza a culinária brasileira e regional e reúne mais de 400 restaurantes]]></title>
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				<description><![CDATA[Entre receitas tradicionais, releituras criativas e ingredientes regionais, o festival Brasil Sabor chega à sua 20ª edição este ano, celebrando a diversidade gastronômica do País. Com o tema “A Seleção da Cozinha Brasileira”, o evento transforma bares e restaurantes em representantes oficiais dos sabores nacionais, com uma proposta que mistura identidade cultural, turismo, economia e experiências gastronômicas.

Realizado entre os dias 14 e 31 deste mês, o festival acontece em formato híbrido, permitindo que o público prove os pratos tanto presencialmente quanto por delivery. A iniciativa reúne centenas de estabelecimentos em diferentes regiões do Brasil, com menus exclusivos e preços promocionais definidos por cada restaurante participante.

Criado em 2006, o Brasil Sabor se consolidou ao longo das últimas duas décadas como um dos maiores festivais gastronômicos do País.

A proposta nasceu a partir da união de eventos culinários municipais já existentes em diferentes cidades brasileiras, em um movimento liderado pela Abrasel, Sebrae e Ministério do Turismo para fortalecer a gastronomia como diferencial turístico e cultural do Brasil.

Neste ano, a temática inspirada no universo esportivo busca destacar a cozinha brasileira como símbolo de orgulho nacional. Cada restaurante participante assume o papel de “convocado” para representar sua região, apostando em ingredientes típicos, técnicas locais e combinações autorais que revelam a riqueza da culinária brasileira.

Segundo José Eduardo Camargo, líder de Conteúdo e Inteligência da Abrasel, o festival vai além da experiência gastronômica e movimenta diferentes setores da economia.

“O Brasil Sabor tem um papel relevante para movimentar as economias locais. Ao valorizar a gastronomia regional, o festival estimula a circulação de pessoas, gera oportunidades para diferentes elos da cadeia produtiva e contribui para o desenvolvimento do setor de forma ampla”, afirma.

A expectativa para este ano é ampliar ainda mais o alcance do evento. Em 2025, o festival reuniu mais de 600 restaurantes distribuídos em 89 cidades de 18 estados e do Distrito Federal. Neste ano, a organização destaca a presença em 19 estados, mais de 40 cidades e mais de 400 restaurantes participantes.

Além de fortalecer a gastronomia regional, o festival também se tornou uma ferramenta estratégica para os estabelecimentos participantes. Para muitos empresários do setor, o evento funciona como uma vitrine para apresentar novos pratos, atrair clientes e ampliar a visibilidade dos negócios.

“Para os proprietários de bares e restaurantes, o festival é uma oportunidade de ampliar a visibilidade dos negócios, atrair novos públicos e fortalecer o relacionamento com os clientes. Além disso, o evento estimula a inovação nos cardápios e contribui para posicionar os estabelecimentos de forma mais competitiva no mercado”, completa José Eduardo Camargo.

TRANSFORMAÇÃO

Ao longo de 20 anos, o Brasil Sabor acompanhou mudanças importantes no comportamento do consumidor e também no próprio setor gastronômico. Desde a primeira edição, o evento passou por reformulações, expandiu formatos e incorporou novas tendências.

Em 2006, quando foi realizado pela primeira vez, o festival já demonstrava força nacional. Foram 1.057 restaurantes participantes em 24 estados brasileiros, consolidando o chamado “Movimento Brasil Sabor” como uma estratégia de promoção do turismo gastronômico.

Nos anos seguintes, o evento passou a apostar em temas específicos e ações promocionais. Em 2012, por exemplo, a edição foi dedicada à culinária italiana e utilizou o slogan “Quem tem boca vai a Roma”, oferecendo aos consumidores a possibilidade de concorrer a uma viagem para a Itália.

Em 2015, o festival celebrou seus dez anos reafirmando a posição de um dos maiores eventos gastronômicos do Brasil. Já em 2020, em razão da pandemia da Covid-19, o Brasil Sabor precisou se reinventar e realizou sua primeira edição totalmente voltada ao delivery.

A experiência acabou mudando definitivamente o formato do evento. Desde 2021, o festival acontece de maneira híbrida, unindo atendimento presencial, delivery e também take away. Naquele ano, a adesão chegou a 901 estabelecimentos – o maior número já registrado pelo festival.

CULINÁRIA REGIONAL

Em Mato Grosso do Sul, dezenas de estabelecimentos aderiram ao Brasil Sabor 2026 com pratos que passeiam entre referências pantaneiras, culinária italiana, receitas nordestinas, gastronomia contemporânea e clássicos reinventados.

As cidades de Bonito, Campo Grande, Corumbá, Dourados, Ponta Porã e Rio Brilhante participam da edição deste ano com opções que destacam ingredientes típicos e combinações criativas.

Em Bonito, os pratos participantes exploram sabores regionais e referências locais. O Beco da Arte apresenta a pizza pantaneira, enquanto o Pantanal Grill aposta no jacaré ao coco. Já o Raízes Restaurante participa com o prato raiz do Norte, e o Cantinho da Vovó leva ao festival o filé do poeta.

Campo Grande concentra o maior número de participantes no Estado e reúne uma diversidade de propostas gastronômicas. Há desde pizzarias e hamburguerias até restaurantes especializados em culinária regional, massas artesanais e pratos fitness.

Entre os destaques está a Pizzaria Dom Pauligi, que aposta em uma pizza de avestruz, enquanto o Poiá leva ao festival o tradicional cupim soleado. O Restaurante Lagoa Morena participa com o pacu à Morena, valorizando um dos peixes mais consumidos na região.

Também chamam atenção pratos como o sobá pantaneiro, do Jardim Secreto, o risoto de carne seca com banana-da-terra, do Restaurante Grattugia, e o pantaneiro, do Manjê Burger.

A criatividade aparece ainda em combinações inusitadas, como o paulistinha blue cheese, de O Paulistinha Sanduíches, as empanadas de ossobuco, da Steak Store, e o capivara parmê, da CapivaS Cervejaria.

O festival também contempla sobremesas e cafés especiais. Entre as opções estão os bolos da Cheiro d’ Bolo, a torta de maçã holandesa, da Doce Lembrança, e o combo memória de elefante, do Juna Café e Restaurante.

Em Corumbá, o Restaurante Migueis participa com uma coxinha de jacaré, reforçando a presença da culinária pantaneira no evento.

Já em Dourados, os restaurantes apostam em pratos sofisticados e fusões gastronômicas. O Restaurante Mandhi Cozinha Autêntica apresenta um filé de pirarucu grelhado com risoto de palmito pupunha orgânico, enquanto o Utida Sushi Bar participa com o combo do chef Utida. O Tapioca Nordestina leva ao festival a tapioca virada Lampião.

Ponta Porã participa com o filé Alfredo Flamboyant, do Flamboyant Restaurante Bar, e Rio Brilhante marca presença com o filé canavial, do Espaço Primazia.

IDENTIDADE CULTURAL

Além de ajudar a promover restaurantes, o Brasil Sabor ajuda a contar histórias por meio da comida. Ingredientes típicos, receitas afetivas e tradições culinárias se transformam em elementos de valorização cultural e pertencimento.

No caso de Mato Grosso do Sul, o festival evidencia a força da culinária pantaneira e das influências culturais que moldam a gastronomia regional. Peixes de água doce, carnes típicas, receitas de influência paraguaia e técnicas tradicionais aparecem lado a lado com propostas contemporâneas.

Ao mesmo tempo, o evento estimula chefs e cozinheiros a experimentarem novas combinações e releituras, criando um diálogo entre tradição e inovação.

A gastronomia também ocupa um papel importante no turismo. Em cidades como Bonito e Corumbá, por exemplo, a experiência culinária se tornou parte fundamental do roteiro turístico, atraindo visitantes interessados em conhecer sabores regionais, além das paisagens naturais.

O crescimento dos festivais gastronômicos no Brasil acompanha justamente essa valorização da comida como experiência cultural. Hoje, provar um prato típico deixou de ser apenas uma refeição e passou a integrar a forma como turistas conhecem cidades, tradições e modos de vida.

>> Serviço

Festival Brasil Sabor – 20ª edição

Datas: de 14 a 31 de maio.
Mais informações: www.brasilsabor.com.br.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 14 May 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Os conselheiros do TCE-MS estão debruçados sobre... Leia na coluna de hoje ]]></title>
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				<description><![CDATA[Adélia Prado - escritora brasileira

"Sofro por causa do meu espírito de colecionador-arqueólogo. Quero pôr o bonito numa caixa com chave para abrir de vez em quando e olhar”.

FELPUDA 

Os conselheiros do TCE-MS estão debruçados sobre denúncias de suspeita em licitações “estranhas”,   de contratação de empresas para realização de serviços que não constam legalmente como suas atividades, de contas de prefeitura e câmaras municipais que “não batem”, de liberação de diárias “astronômicas” para vereadores. Esses são alguns dos “pecados” da lista de afronta aos princípios éticos e morais de qualquer gestão. Imagine se o Tribunal não estivesse promovendo ações, orientando agentes públicos para que não aconteçam tantas “derrapadas”. Essa gente...

Cautela

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio caiu para 92,2 pontos em abril, recuo de 2,4% sobre março  e abaixo da linha dos 100 pontos, considerada pessimista.

Mais

O levantamento da CNC, analisado pelo IPF/MS, aponta piora nas expectativas dos empresários em relação à economia e ao desempenho do setor nos próximos meses.

Reprodução do Livro “Furacão Elis”

O álbum que Elis Regina lançou em 1973 pela Phonogram, aos 27 anos, em um dos momentos mais introspectivos da carreira, acaba de ganhar uma nova mixagem assinada pelo produtor João Marcello Bôscoli, filho da cantora, e pelo engenheiro de som Ricardo Camera, vencedor de três Grammys em 2025. O relançamento, com suporte da Universal Music Brasil, chega com tecnologia Dolby Atmos e oferece a escuta mais próxima do que seria um álbum de Elis Regina gravado hoje. O trabalho levou quase dois anos para ser concluído, em razão dos problemas que Bôscoli e Camera encontraram ao abrir as faixas originais. Até o final de 2026, o relançamento também chegará em LP. 

 Carlos Bonatto e Simone Flores Bonatto - Foto: Studio Vollkopf

 

Ane Gurgell - Foto: Arquivo Pessoal 

É que...

Para prestar esclarecimentos sobre o contrato entre o governo do estado e a Federação das Indústrias de MS,  destinado a estudos na área de desenvolvimento, o titular da Semadesc, Artur Falcette, irá a Assembleia dia 20, às 8h30min. A parceria custará R$ 7 milhões e foi alvo de muitas críticas por parte da bancada do PT, que chegou a apresentar requerimento pedindo informações a respeito, mas a iniciativa não foi aprovada.

Quase

Quem está a um passo de sair “leve e solta” da investigação do Conselho de Ética e Decoro da Câmara Municipal de Dourados é a vereadora Isa Marcondes. Isto porque, em tese, o grupo teria perdido o prazo para concluir os trabalhos. Com mandato marcado por fiscalização em unidades de saúde, ela foi acusada de ter invadido o local de descanso dos profissionais, fazendo filmagens e causando constrangimentos. A possibilidade da vereadora ser cassada está mais distante.   

Demora

Levantamento da CDL e do SPC Brasil aponta que 63% dos usuários do transporte coletivo em Campo Grande perdem, em média, quatro horas por dia em deslocamentos. A pesquisa mostra que, ao longo de um ano, o tempo gasto equivale a 44 dias inteiros dedicados apenas ao trajeto entre casa e trabalho. O estudo  percorreu as sete regiões urbanas da Capital e ouviu 280 trabalhadores e consumidores sobre os impactos na produtividade e na qualidade de vida.

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@

Dr. Carlos Roberto Tognini (Bebeto);
Alexis Prappas Salles;
Viviane Rodrigues Feitosa Bigatão;
Alexandre Rodrigues Pinheiro;
Marcelo Simioli;
Willian Cezar Haberland;
Ana Maria Rita da Costa Faria;
Cleuber Gonçalves Linares;
Zenildo Pereira Dantas;
Ladenir Zanela;
Nedio Rodrigues Machado;
Pedro Cesco;
Clovis Teixeira Marques;
Janete Oshiro;
Rosana Aparecida de Lima;
Justo Alcides Cuellar;
José Luiz Alves;
Orestes Costa Júnior;
Marco Antônio de Freitas Nantes;
Lucelia Vieira e Sales;
Maria Neci Ferreira Rocha;
Alison Gordo Pedroso;
Francimar Correia Crelis;
Maria Clara Scardini Duarte;
Bruno Kuninari;
Dr. Leandro Consalter Kauche;
João Ricardo Azevedo Pegolo;
Dalva Brum de Mattos;
Valter Dermidjian;
Dr. Rômulo Augusto Sugihara Miranda;
Paulo Renato Coelho Netto;
Michael Cavalcante Vieira;
Cheline Vincessi;
Leda Nogueira Marçal;
Thaise Duarte dos Santos;
Henrique Callejas Oliveira Lima;
Patrícia Ribas da Silva;
Vanessa Corrêa Faustino Nasser de Mello;
Ana Luiza Bandeira;
Valmir da Silva;
Roberto Barros de Oliveira;
Eraldo Graciano;
Renato da Silva Marques;
Waldir Peres Filho;
Dr. Paulo César Tabosa dos Santos;
Dr. Sérgio Bruno Camarim;
Alfredo dos Reis;
Jalcione Nazareno Nunes Diniz;
Claudia Quadros;
Erika Gutierrez Jacob;
Romilda Leal Irabi;
Andrés Fernandez Robles;
Silvani Vicente;
Mônica Borges;
Raquel Borges;
Cecília Pereira Ribeiro;
Alci de Souza Araújo;
Juliete da Silva;
Domingos Sávio de Souza Mariúba;
Marcelo Augusto da Silva Teixeira;
Arlindo Bittencourt da Silva;
Vanir Rodrigues;
Stela Ramos Felix;
Justina Leite;
Luiz Alberto Rodrigues;
Mara Lucia Regonato;
Maria José de Andrade;
Heloisa Helena Medina;
Elias de Andrade Brito;
André de Oliveira Menezes;
Larissa Orro Abdo;
Hélio de Albuquerque Chaves;
Arthur Judiel de Carvalho;
Bonifácio Tsunetame Higa;
Celso Rosa de Oliveira;
José Aparecido de Carvalho;
Olga Pedro Rabello;
Maria Gomes da Silva;
Lina Maria de Oliveira;
Maria Aparecida Sousa Garcia;
Helen Caroline Rocha de Souza;
Eunice Brito Santana;
Alzemira Rosana Alcione dos Santos;
Renato Shimabukuru;
Maria Cristina da Costa Santos Silva;
Durval Rabelo Guimarães Filho;
Rosa Izabel Câmara;
Ester Marques da Silva;
Iara Marin;
Cauê Bueno;
Raufi Antonio Jaccoud Marques;
Dra. Claudia Anelise de Souza Osório;
Edson Ney Galico Marroni;
Aldo Luis Olmedo;
Gaya Lehn Schneider;
Alonso Droppa;
Júlio Yassuo Aoki;
Ronilde Langhi Pellin;
Felix Alberto Leite Romero;
Marcos Sandoval Leonardo;
Roberto Cezar de Oliveira;
Mauricio Benedito de Oliveira;
Tarcizio Murilo Viana Adami;
Nelson Issamu Kanomata Junior;
Mark Anthony Duailibi;
Ayrton Roberto Geishofer;
Cleber Cleitom Chiodelli;
Adilson Silva Tabarini. 

Colaborou com Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 14 May 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Semana S traz show gratuito de Michel Teló a Campo Grande ]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/semana-s-leva-shows-esporte-e-cidadania-para-campo-grande/466508/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/semana-s-leva-shows-esporte-e-cidadania-para-campo-grande/466508/</guid>
				<description><![CDATA[A programação da Semana S 2026 promete movimentar Campo Grande e diversas cidades do país nos dias 16 e 17 de maio, com atrações culturais, atividades esportivas, ações de saúde, lazer e cidadania promovidas pelo Sistema Comércio.

O evento nacional é realizado pelo Sesc e Senac, em parceria com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), e contará com apresentações musicais, espetáculos teatrais e circuito de corridas.

Em Mato Grosso do Sul, uma das principais atrações será o show do cantor Michel Teló, marcado para o dia 16 de maio, das 19h às 21h, no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande. Os ingressos são gratuitos e já podem ser retirados pela plataforma Sympla desde o dia 8 de maio.

A programação cultural também inclui o espetáculo teatral “Esperando Beltrano”, da companhia Etc e Tal, do Rio de Janeiro, que será apresentado nesta terça-feira (13), no Teatro do Sesc. A peça utiliza humor, gestos e silêncio para abordar o universo do teatro contemporâneo.

Outra atração confirmada é o show da cantora paraguaia Karla Coronel, que se apresenta no Sesc Teatro Prosa com repertório voltado à MPB e música pop nacional e internacional.

Além das atrações culturais, a Semana S contará com o Circuito Sesc de Corridas, em comemoração aos 80 anos da instituição. As provas terão percursos entre 5 km e 15 km, além de caminhada de 3 km e corridas infantis, reunindo milhares de participantes em todo o país.

Segundo o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, o objetivo da iniciativa é promover qualidade de vida, lazer e capacitação aos trabalhadores e empresários. “A missão do Sesc e do Senac é fazer com que o trabalhador tenha cada vez mais condições de produzir em segurança, com seu devido momento de descanso e lazer”, afirmou.

Sesc 80 anos

O Sesc celebra, em 2026, seus 80 anos de atuação no Brasil com uma programação especial ao longo de todo o ano, reunindo ações nas áreas de educação, saúde, cultura, lazer e assistência. Criado pelo empresariado do comércio de bens, serviços e turismo, o Sesc é uma instituição privada de caráter social que atua em todo o país, promovendo qualidade de vida e bem-estar para trabalhadores do setor, seus dependentes e para a sociedade em geral.

A atuação da instituição na Semana S tem como foco levar ao público uma mostra do trabalho que contribui para a qualidade de vida e bem-estar dos trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo, seus familiares e o público em geral. São milhares de pessoas impactadas diariamente nas diversas ações desenvolvidas nas mais de 650 unidades da Instituições, em todo o país, além dos serviços itinerantes, promovidos por meio de uma frota de 169 unidades móveis.

Edição de 2025

Na edição de 2025, a Semana S reuniu mais de 1 milhão de participantes em atividades culturais, esportivas e sociais em todo o Brasil, além de arrecadar mais de 120 toneladas de alimentos para o programa Sesc Mesa Brasil. A expectativa da organização é superar os números neste ano, ampliando o alcance das ações e os pontos de atendimento ao público.

A programação completa da semana S pode ser conferida no site oficial do evento. (http://semana-s.portaldocomercio.org.br/).
 
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 13 May 2026 16:52:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Augusto Cury faz palestra sobre saúde mental, com música e solidariedade na Capital]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/augusto-cury-faz-palestra-sobre-saude-mental-musica-e-solidariedade/466473/</link>
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				<description><![CDATA[Mais de 574 mil atendimentos realizados em apenas um ano. O número impressiona, mas por trás dele existem histórias silenciosas de pacientes que encontraram acolhimento, tratamento e esperança em um dos hospitais mais tradicionais de Mato Grosso do Sul.

É para ajudar a manter essa estrutura funcionando que Campo Grande recebe, nesta sexta-feira, uma palestra beneficente do psiquiatra, escritor e conferencista Augusto Cury.

O evento será realizado às 19h, no Bosque Expo, espaço localizado no Shopping Bosque dos Ipês, e terá toda a renda líquida revertida ao Hospital São Julião.

O encontro une reflexão sobre saúde emocional, cultura e solidariedade em um momento em que a instituição reforça a necessidade de apoio da sociedade para continuar oferecendo atendimento quase integralmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Reconhecido nacional e internacionalmente pelos livros voltados à inteligência emocional, ansiedade e desenvolvimento humano, Augusto Cury apresentará a palestra “Gestão da Emoção na Era da Intoxicação Digital”, tema que dialoga diretamente com questões contemporâneas relacionadas ao excesso de estímulos, hiperconectividade, ansiedade e impactos das redes sociais na saúde mental.

Antes da palestra, o público acompanhará uma apresentação especial da Sinfônica de Campo Grande em conjunto com a Orquestra Indígena, sob regência do maestro Eduardo Martinelli.

Hospital São Julião

Hospital São Julião oferece atendimento quase integralmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) - Foto: Marcelo Victor / Correio do Estado

Com mais de 80 anos de história, o Hospital São Julião é referência em Mato Grosso do Sul em diversas áreas da saúde e atende pacientes de diferentes regiões do Estado. A instituição funciona praticamente de forma integral pelo SUS, com cerca de 99% dos atendimentos realizados destinados à rede pública.

Manter uma estrutura hospitalar desse porte exige investimentos constantes em equipamentos, profissionais, manutenção e melhorias. Por isso, a organização destaca que os recursos arrecadados com a palestra terão impacto direto na manutenção dos atendimentos realizados diariamente pela instituição.

“Cada atendimento que realizamos carrega uma história, uma família inteira por trás. Quando a gente fala em manter o hospital funcionando, estamos falando de garantir que essas pessoas continuem sendo acolhidas”, afirma Cátia Almeida, das Relações Institucionais do Hospital São Julião.

A direção do hospital destaca que, além de ampliar a capacidade de atendimento, os investimentos também têm sido direcionados à modernização dos serviços e à melhoria contínua do acolhimento aos pacientes.

A PALESTRA

A escolha do tema da palestra acompanha uma preocupação crescente de especialistas em saúde mental ao redor do mundo: os efeitos do uso excessivo de telas, redes sociais e hiperestimulação digital sobre o comportamento humano.

Nos últimos anos, questões como ansiedade, dificuldade de concentração, exaustão emocional e dependência tecnológica passaram a ocupar espaço central em debates sobre qualidade de vida. Nesse contexto, Augusto Cury pretende abordar formas de lidar com o excesso de informações e a aceleração da rotina contemporânea.

Autor de dezenas de livros sobre emoção, inteligência e comportamento humano, Cury popularizou conceitos relacionados ao gerenciamento da ansiedade e ao desenvolvimento emocional. Entre os temas frequentemente abordados em suas obras estão autocontrole, relações humanas, educação emocional e saúde psicológica.

A expressão “intoxicação digital”, utilizada no título da palestra, aparece também em uma de suas obras mais recentes e se refere ao impacto da hiperconectividade sobre o funcionamento emocional das pessoas.

O assunto ganha relevância especialmente diante do aumento de diagnósticos relacionados à ansiedade e ao estresse, principalmente entre jovens e adultos que convivem diariamente com excesso de estímulos digitais.

Segundo especialistas da área da saúde, o uso constante de redes sociais, notificações e dispositivos eletrônicos pode contribuir para alterações no sono, queda de produtividade, dificuldade de concentração e aumento da sensação de esgotamento mental.

Quem é Augusto Cury

Nascido em Colina, no interior de São Paulo, Augusto Jorge Cury construiu uma trajetória marcada pelo sucesso editorial e pela popularização de temas relacionados à inteligência emocional.

Formado em Medicina pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, o escritor dedicou parte de sua carreira ao estudo das emoções, comportamento humano e funcionamento da mente. Ao longo das últimas décadas, tornou-se um dos autores brasileiros mais vendidos no País.

Com uma carreira marcada por best-sellers, Augusto Cury construiu um catálogo extenso de livros voltados principalmente ao desenvolvimento emocional.

Segundo dados divulgados por suas editoras, seus livros foram publicados em mais de 70 países e venderam mais de 25 milhões de exemplares apenas no Brasil. Suas obras transitam entre ficção, autoajuda, desenvolvimento pessoal, educação emocional e espiritualidade.

Na área da ficção, um de seus maiores sucessos é a série “O Vendedor de Sonhos”, iniciada em 2008. A obra acompanha um personagem misterioso que desafia padrões sociais e provoca reflexões sobre felicidade, consumismo e sentido da vida.

Já no segmento de não ficção, Cury alcançou grande repercussão com títulos direcionados à educação e à saúde mental. “Pais Brilhantes, Professores Fascinantes” tornou-se um fenômeno editorial ao discutir o papel da inteligência emocional na formação de crianças e adolescentes.

Outro destaque é a série “Ansiedade”, que aborda estratégias para lidar com estresse, excesso de pensamentos e desequilíbrios emocionais em uma sociedade marcada pela aceleração constante.
Além da carreira literária, Cury também atua como conferencista e palestrante em eventos nacionais e internacionais voltados à educação, à saúde emocional e ao desenvolvimento humano.

Ao longo dos anos, desenvolveu a chamada Teoria da Inteligência Multifocal, apresentada como uma forma de compreender os processos de construção do pensamento e das emoções humanas.

A teoria inspirou projetos educacionais e programas voltados ao desenvolvimento socioemocional, como a Escola da Inteligência e o Programa Freemind.

EVENTO SOLIDÁRIO

A expectativa da organização é que a palestra reúna pessoas interessadas tanto no conteúdo apresentado por Augusto Cury quanto na possibilidade de colaborar com o Hospital São Julião.

Os ingressos já estão disponíveis para venda e podem ser adquiridos pela internet.

Segundo os organizadores, a arrecadação será integralmente destinada à instituição hospitalar.

O evento integra o calendário de ações solidárias promovidas pelo hospital ao longo do ano e busca ampliar o engajamento da comunidade em iniciativas de apoio à saúde pública.

>> SERVIÇO

Palestra solidária: Gestão da Emoção na Era da Intoxicação Digital, com Augusto Cury

Data: nesta sexta-feira.
Horário: às 19h.
Local: Bosque Expo – Shopping Bosque dos Ipês.
Ingressos: www.saojuliao.org.br.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 13 May 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[A aparente calmaria entre grupo político não passa de jogo de cena para... Leia na coluna de hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[Luis Fernando Verissimo - escritor brasileiro

"A verdade é que a gente não faz filhos. Só faz o layout. Eles mesmos fazem a arte-final”.

FELPUDA 

A aparente calmaria entre grupo político não passa de jogo de cena para ser demonstrado ao público, pois nos bastidores está ocorrendo de tudo. São tachinhas espalhadas pelo caminho, alçapões armados, canelas sendo untadas com óleo para as rasteiras, pó de mico pronto para ser jogado quando da proximidade da oficialização de nomes para disputa eleitoral. Um detalhe que começa a ganhar corpo nos bastidores: nem sempre o escolhido concretizará o sonho, tendo em vista que o resultado final poderá ser tramado antes mesmo da campanha propriamente dita. Afe!



Tiro ao alvo

O pré-candidato do PT ao governo de MS Fábio Trad começou a bater na tecla de que o governador Riedel e Adriane são do mesmo partido político e possuem ações administrativas em comum. E tem afirmado que o primeiro “evita” aparecer ao lado da segunda.

Mais

Mas ambos praticam, segundo Trad, “terrorismo fiscal” e desfere uma série de ataques. Enquanto usa suas redes sociais para bater duro nos dois gestores, nada fala que os petistas já fizeram parte do governo Riedel e que a prefeita apoiou seu irmão Marcos Trad ao governo em 2022.

Neiba Ota - Foto: Luciano Muta Fotografia

 

Dra. Maria Raulino - Foto: Arquivo pessoal

Só tapas

Neste ano, a campanha será entre “tapas e tapas”, pois beijos mesmo, só se for os da traição, avaliam pré-candidatos de todas as cores. Os ataques já começaram: a esquerda está com “síndrome de perturbação às baleias” (denúncia que fizeram contra Bolsonaro e que virou piada), enquanto a direita acha que tudo não passa de narrativa. O fato é que os eleitores podem se preparar para a baixaria que está vindo por aí  e a Justiça eleitoral, idem.

Mais uma

O projeto de lei que cria o programa “Parceiro da Escola Campo Grande”, em tramitação na Câmara Municipal, reacendeu o debate sobre terceirização na rede pública de ensino, depois da recente polêmica e derrota da prefeitura de repassar duas unidades de saúde para a iniciativa privada. A ACP, sindicato dos profissionais de educação pública, criticou a proposta do vereador Rafael Tavares e afirmou que a medida abre espaço para a iniciativa privada dentro das escolas.

Quiproquó

Em Mundo Novo, a vereadora Eliete Feitosa Tel, do PT, e o deputado federal Rodolfo Nogueira, do PL, protagonizaram espetáculo, para não dizer outra coisa, no encerramento da Festa das Nações. O fato ocorreu quando a primeira ficou irritada e teria tentado tomar o microfone das mãos do segundo, quando este defendia o ex-presidente Bolsonaro. Chapéu de Rodolfo “voou”, gritos foram ouvidos e até a turma do deixa-disso entrou na confusão. Vem aí cenas dos próximos capítulos.

Aniversariantes 

@@NOTICIA_GALERIA@@

Reinaldo Azambuja da Silva;
Nilza Miranda Balbuena;
Dr. Fábio Colagrossi Paes Barbosa;
Maria de Lourdes Jallad Veiga;
Eduardo Spipe Ferreira Calarge;
Valdete Oliveira;
Humberto Fernandes Pregelli;
Arquimedes Teodoro de Carvalho;
Dr. Beogival Wagner Lucas Santos;
José Dias da Silva;
Setsoko Umeda Yamazato;
Neiva Isabel Guedes;
Carmen Fátima Cortada Fiori Marteli;
José Mandu Neto;
Edmundo Pires;
Nadir Pereira de Oliveira;
José Carlos Renosto;
Lurdes Pereira Nunes;
Maria Gomes da Silva;
José de Moura;
Nivia Alexandre Fernandes da Silva;
Karyna Salles;
Dra. Renata Gasperin Abdul Ahad;
Alex Fraga;
Leonardo Leite Campos;
Carlos Alberto Cesar Oliva;
Fátima Guenka Monteiro da Silva;
Elizete Ortiz Coelho;
Mariana do Nascimento Zahran;
Aparecido Valdomiro de Jesus José;
Odair de Castro Ferreira;
Walter Alves da Silva;
Dr. João Eduardo Macedo;
Juvêncio Tenório Ribeiro Becker Barbosa;
Mirtes Pinto Centurião;
Rosária de Oliveira Bachim;
Adriano Cesco;
Floriano Suassuna Lacerda Neto;
Silvana Scaquetti;
Daniela Nakamura;
Mariana Galvão Cavalcanti;
Murilo Figueiredo Marinho de Sá;
Mirela Corrêa Varela;
Carlos Altino Paiva;
Dr. Sérgio Martins Sobrinho;
Gislaine Domingues Sartori;
Elvira Teixeira de Barros;
Almir Moraes Ribeiro;
Marlene Ferreira Nascimento;
Alvaro Barros de Almeida;
João Batista Camargo;
Luciane Garcia;
Flávio Marcio Gonçalves;
Christiano Alves;
Fátima Izabel Santos;
Leia Amador Provenzano;
Alfredo Soares dos Santos;
José Edison Cabral;
Ruy Guimarães;
Rodrigo Luiz Dalefi de Santana;
Geraldino Ayala;
Carlos Lopes Coutinho;
Carlos Alberto Dias Toledo;
Valdir Reis Megda;
Wilson Bento de Souza;
Alício Alves Chaves;
Margarida de Oliveira;
Melissa Ouriveis Razuk Serrano;
Jeanine de Brito Regaço;
Osmar Silva Luzio;
Patrocinio Magno Portocarrero Naveira;
Swamy Rodrigues Xavier;
Edgar Pereira Alves;
Andreza Venega;
Arthur João Palmeiras;
Carlos Gustavo Vieira de Mello;
Generoso Souza Pereira;
Isabel Fialho de La Fuente;
Antonio José de Queiroz;
Josino Leiria Martins;
Alvaro de Souza Dutra;
José Paulo Loubet Neto;
Liliane Bueno Simon;
Elenir Fábio Miranda;
Marcos Antonio Fabri;
Eunice Pardin;
Francisco José Ramalho Amstalden;
Antônio Duarte Hay Mussi;
Leonardo Gazal;
Amanda Galvão Serra e Jurgielewicz;
Dra. Neiva Isabel Guedes Garcez;
Renato Zancanelli de Oliveira;
Dr. Rui Malta da Silva Filho;
Maria de Fátima Olmedo Bagnoli;
Dr. Honório Benites Junior;
Zilei Guerreiro da Fonseca Barbosa;
Jutercio Tenório Ribeiro Becker Barbosa;
Sérgio Hiroshi Yamada;
Patricia Leite Paludo;
Luciano Bonfim Azambuja;
Fernando César Caurim Zanele;
Greice Aparecida Iaguzeski;
Jurema da Cruz Lubas;
Ricardo Eloi Schunemann;
Silvia Romor de Carvalho Faria;
Gean Carlo Volpato;
Renato Queiroz Coelho;

Colaborou Tatyane Gameiro
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 13 May 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Amores Maduros]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/amores-maduros/466381/</link>
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				<description><![CDATA[Minha amiga tem 82 anos e dois namorados. Claro que ela mora numa metrópole, mais precisamente em São Paulo; do contrário, fosse nestas plagas, os dois fatos seriam quase inadmissíveis.

Pergunto a ela o porquê de ter dois namorados. Ela responde que é para não virar rotina — para "revezar". Acho graça, mas tem lá sua lógica. Nesta idade, é comum criar hábitos, e tudo o que ela não quer é criar vínculo. O que Bia quer mesmo é ir ao cinema, jantar fora de vez em quando, visitar exposições de arte, caminhar no parque. Não que precise de companhia para isto. Não, minha amiga é, de longe, uma das pessoas mais independentes que conheço.

Ela me conta que conheceu um deles na antessala do cinema e o outro num restaurante. "Como assim?", pergunto curiosa e, de alguma forma, um pouco perplexa. Afinal, cenas desta natureza não são nada comuns por aqui. "A gente começou a conversar sobre o filme e vimos que temos muita coisa em comum", contou. Depois disso, engataram um namoro.

O segundo conheceu numa pizzaria, ela com uma taça de vinho na mão e ele também. Olha para cá, rabicho de olho para lá, o moço pede para fazer um brinde. Ela o chama para sentar-se à mesma mesa: "Melhor que conversar à distância", explica. Depois de muito papo, despedem-se, mas esquecem de trocar telefones.

Os dias passam e o moço não lhe sai da cabeça. Ela volta ao restaurante e pergunta por ele. "Ah, claro! Todos aqui o conhecem. Mora perto, no bairro". Com apenas o nome da rua, ela sai em uma cruzada em busca daquele que vem lhe tirando o sossego. No terceiro prédio, o porteiro confirma: sim, ele mora aqui. Ela deixa um bilhete carinhoso e espera.

Ele liga na sequência e combinam um jantar. Divorciado, cineasta e bom de papo. O resto virou história — história que me aguça a curiosidade e, por que não dizer?, uma certa inveja. Inveja das possibilidades que ela agarrou contra todas as probabilidades, num país que louva a juventude. Mas é certo que Bia é uma das pessoas mais lindas que conheço. Não apenas fisicamente, mas de alma e espírito. Conversa sobre tudo, não tem preconceitos, não faz julgamentos e se abre completamente para a vida. Um belo exemplo de ser humano.

Falar sobre Bia me faz lembrar de Danusa Leão. Cortejada por um desconhecido em seu restaurante favorito, ela resistiu ao flerte insistente. Mas coincidência ou destino, estavam hospedados no mesmo hotel. No quarto recebeu a ligação com o convite para um último drinque. Danusa parou, refletiu e se perguntou o que tinha a perder. Afinal, naquela noite, ela completava 70 anos e estava sozinha em Paris. Viva a sabedoria, o savoir vivre e as grandes metrópolis.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 12 May 2026 08:45:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Em 40 anos, a Ginga Cia. de Dança se consolidou como uma das maiores companhias do Centro-Oeste]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/em-40-anos-a-ginga-cia-de-danca-se-consolidou-como-uma-das-maiores/466418/</link>
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				<description><![CDATA[Em um país onde manter um grupo artístico ativo já é, por si só, um ato de resistência, completar quatro décadas de trajetória representa mais do que permanência. Significa passar por mudanças culturais, dificuldades financeiras, transformações estéticas e gerações inteiras sem perder o movimento.

Neste ano, a Ginga Cia de Dança chega aos 40 anos consolidada como uma das companhias mais longevas e importantes da dança contemporânea do Centro-Oeste brasileiro.

Fundada em 1986, em Campo Grande, pelo coreógrafo e diretor Chico Neller, a companhia nasceu sem grandes estruturas institucionais ou planejamentos formais. O ponto de partida foi o desejo coletivo de dançar.

A partir desse impulso, a Ginga construiu uma história marcada por experimentação artística, formação de bailarinos, circulação nacional e espetáculos que transformam temas sociais em dramaturgia corporal.

Ao longo de quatro décadas, mais de uma centena de bailarinos passaram pela companhia. Muitos iniciaram suas trajetórias ainda crianças, dentro do Projeto Dançar, criado em 1997, e seguiram carreira profissional. Outros encontraram na dança um espaço de acolhimento, reconstrução pessoal e pertencimento.

Hoje, a Ginga celebra seu legado olhando também para o futuro. Além da circulação estadual do espetáculo “Rompendo Silêncios”, a companhia iniciou a criação de “Corpo Território”, novo trabalho que investiga identidade, pertencimento e cultura sul-mato-grossense.

O COMEÇO

Quando a Ginga surgiu, em meados da década de 1980, a dança contemporânea ainda tinha pouca visibilidade em Mato Grosso do Sul. Os circuitos culturais eram limitados, os investimentos escassos e havia pouca circulação de grupos profissionais fora dos grandes centros do País.

Segundo Chico Neller, a companhia nasceu da união de bailarinos movidos pela vontade de estar em cena.

“A Ginga Cia de Dança surgiu da união de bailarinos que tinham, acima de tudo, o desejo de dançar. No início, não havia um propósito institucional definido ou uma estrutura consolidada. Existia a vontade de criar, estar em cena e compartilhar a dança com diferentes públicos”, relembra.

As primeiras coreografias, como “Passagens”, “Prisma”, “Phisma 2” e “Feras”, já indicavam características que se tornariam marcas da companhia: intensidade física, sensualidade, potência feminina e investigação das relações humanas por meio do corpo.

“Mesmo naquele início, existia um interesse pelo corpo como espaço de expressão e narrativa. Isso continua sendo uma marca da Ginga até hoje”, afirma o diretor.

Inicialmente ligada à linguagem do jazz e ao circuito competitivo de festivais, a companhia rapidamente ganhou reconhecimento regional e nacional. Nos anos seguintes surgiram obras como “Sistemas”, “Cúbica”, “Ginga Brasil”, “Pare e Pense”, “Por Você”, “Te Amar”, “Herança Negra” e “Influência”.

O grupo conquistou premiações importantes, incluindo o Jacaré de Prata, com destaque para Melhor Coreografia e Melhor Bailarina.

RECONHECIMENTO NACIONAL

A década de 1990 marcou a consolidação nacional da companhia. A participação no Festival de Dança de Joinville – considerado um dos maiores festivais de dança do mundo – mudou os rumos da Ginga.

Foi naquele palco que a companhia percebeu que o trabalho desenvolvido em Mato Grosso do Sul tinha potência para dialogar com a cena nacional.

“O Festival de Joinville teve um impacto fundamental na trajetória da Ginga. Foi ali que começamos a entender que o trabalho que fazíamos em Mato Grosso do Sul podia dialogar com o cenário nacional da dança”, afirma Chico.

Durante os anos 1990, a companhia apresentou coreografias como “Purificação”, “Olhe-me”, “Entre Nós”, “Espíritos que Dançam na Carne”, “Face a Face”, “Távora” e “Instinto”, conquistando prêmios importantes nas categorias jazz e dança moderna.

A participação na Noite de Gala do festival – espaço reservado às coreografias mais premiadas e de maior destaque – se tornou um dos momentos simbólicos da trajetória da companhia.

“Para nós, que estávamos longe dos grandes centros culturais do País, era muito significativo perceber que um grupo vindo de Campo Grande podia ocupar aquele espaço e ser reconhecido artisticamente”, destaca o coreógrafo.

Mas o impacto de Joinville foi além das premiações. O festival também funcionou como espaço de troca artística. “Tivemos contato com outros grupos, outras linguagens e outras formas de pensar a dança. Acho que isso foi determinante para o amadurecimento da companhia”, explica Chico.

ARTE QUE ACOLHE

Entre as artistas que tiveram suas trajetórias profundamente marcadas pela Ginga está Márcia Rolon, ex-bailarina da companhia e fundadora do Moinho Cultural.

Ela conta que chegou ao grupo em um momento de ruptura pessoal. “Eu estava totalmente sem chão. Saía de um relacionamento marcado por dor e violência. Tive que deixar minha cidade, meu Pantanal, e voltar para a casa dos meus pais em Campo Grande. A dança foi minha luz”, relembra.

Márcia procurou a companhia em busca de acolhimento artístico e emocional. “O Chico Neller me acolheu, me incluiu no grupo e me ensinou a ser mais fluida. Me trouxe de volta o respiro e o amor”, relembra.

Segundo ela, a Ginga foi determinante não apenas para sua formação artística, mas para a reconstrução de sua vida. “A Ginga me apresentou o palco profissional, me permitiu ser intérprete-criadora, me convidou para coreografar e me colocou no palco do maior festival de dança do mundo”, afirma.

Mais tarde, as experiências vividas dentro da companhia ajudaram Márcia a criar a Mostra Corumbá – Santuário Ecológico da Dança e a fundar o Moinho Cultural. “Tudo está interligado”, resume.

RESISTÊNCIA

Manter uma companhia de dança ativa por 40 anos fora do eixo Rio-São Paulo nunca foi simples. A falta de continuidade de políticas culturais, dificuldades de financiamento e os altos custos de circulação sempre fizeram parte da realidade da Ginga.

“Fazer dança no Brasil já exige resistência, e fora do eixo Rio-São Paulo isso se torna ainda mais difícil”, afirma Chico Neller.

Segundo ele, a permanência da companhia só foi possível graças à criação de redes de formação e pertencimento. “A companhia não se sustentou apenas pelos espetáculos, mas também pela construção de uma rede de pessoas que acreditam na dança como espaço de transformação”, diz.

Essa visão também aparece no depoimento do bailarino Paulo Oliveira, integrante da nova geração da companhia.

Paulo começou na dança ainda criança, por meio do Projeto Dançar, em 2004. “Boa parte da pessoa e artista que me tornei foi construída dentro desse espaço”, afirma.

Hoje, integrar uma companhia com quatro décadas de história representa, para ele, uma responsabilidade coletiva. “Estar na companhia entendendo toda a sua história, resistência e impacto cultural no MS é também assumir uma responsabilidade de continuidade”, defende.

Segundo o bailarino, o legado da Ginga não está preso ao passado. “A companhia nunca foi estática. Quem chega traz novas referências, novas urgências. O legado da Ginga está justamente nessa capacidade de permanecer em transformação”, explica o bailarino.

MUDANÇA

Um dos momentos mais decisivos da trajetória da companhia aconteceu em 1999, quando a Ginga decidiu abandonar o circuito competitivo de festivais e aprofundar sua pesquisa em dança contemporânea e criação autoral.

O espetáculo “Despalavras” marcou essa transição. “A energia dos bastidores, a comparação e a avaliação não combinavam com arte”, afirma Márcia Rolon.

Ela lembra que, em um ano, a companhia competia nos festivais; no seguinte, já aparecia como grupo convidado em grandes eventos. “Essa foi a grande virada da Ginga e o reconhecimento do Chico Neller como diretor e coreógrafo”, conta.

A partir daí, a companhia passou a investir em espetáculos completos, com maior elaboração dramatúrgica e aprofundamento conceitual.

Nos anos seguintes surgiram obras como “Conceição de Todos os Bugres”, “Corpo Latino”, “Um Tema para Quatro”, “Vem Dançar Comigo” e “Aqui ou em Qualquer Lugar”.

O processo também foi fortalecido por intercâmbios com importantes nomes da dança contemporânea brasileira, entre eles Mário Nascimento, Tíndaro Silvano, Luis Arrieta e Vanessa Macedo.

EXPRESSÃO

Nas últimas décadas, a Ginga aprofundou ainda mais sua relação com temas sociais e humanos.

Em 2022, a companhia estreou “Silêncio Branco”, espetáculo que aborda feminicídio e violência contra a mulher. A obra transformou em movimento o silêncio imposto às vítimas da violência de gênero.

Em 2023, o espetáculo foi contemplado pela Bolsa Funarte de Dança Klauss Vianna, fortalecendo sua circulação nacional.

Já em 2024, a companhia realizou a recriação coreográfica “Rompendo Silêncios”, assinada por Vanessa Macedo, ampliando a investigação artística sobre violência contra a mulher.

Para Paulo Oliveira, trabalhar temas urgentes altera profundamente o processo criativo. “Os trabalhos da Ginga partem muito das experiências humanas, das tensões contemporâneas, das questões de identidade, pertencimento e coletividade”, afirma.

Segundo ele, a dança possui capacidade de provocar reflexão social justamente por atuar no campo sensível. “A dança cria experiências e pode despertar perguntas no público, mesmo sem entregar respostas prontas”, pontua.

DANÇA CONTÍNUA

Chegar aos 40 anos não representa encerramento, mas continuidade.

Além da circulação estadual de “Rompendo Silêncios”, a companhia prepara “Corpo Território”, novo espetáculo que investiga as relações entre corpo, memória, identidade e pertencimento.

Ao olhar para trás, Chico Neller afirma que a maior conquista da companhia talvez seja justamente sua permanência. “Me orgulho de olhar para trás e ver quantos bailarinos passaram pela companhia, quantas vidas foram atravessadas pela dança e quantas pessoas descobriram um caminho artístico dentro da Ginga”, diz.

Depois de quatro décadas, a companhia segue inquieta. “Acho que o que mais me emociona é perceber que a companhia continua viva, em movimento, com vontade de pesquisar, criar e continuar acreditando na dança como espaço de encontro, reflexão e transformação”, conclui o diretor.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 12 May 2026 08:40:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Nas redes sociais, os "especialistas" de esquerda e da direita... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/leia-na-coluna-de-hoje/466369/</link>
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				<description><![CDATA[Umberto Eco - escritor italiano

"Nem todas as verdades são para todos os ouvidos, nem todas as mentiras podem ser reconhecidas como tais”.

FELPUDA 

Nas redes sociais, os “especialistas” de esquerda e da direita estão dando sugestões sobre nomes que “seriam indicados” por Lula para o STF, depois que o Congresso rejeitou Jorge Messias para ocupar a vaga. E não tem faltado os que apresentam as soluções com ironia. Assim é que muitos nomes acabam gerando comentários dos mais diversos, mostrando que o brasileiro continua espirituoso que só. O genial Stanislaw Ponte Preta (pseudônimo de Sérgio Porto) escreveu: “Difícil dizer o que incomoda mais, se a inteligência ostensiva ou a burrice extravasante”.

A caminho

A Comissão de Trabalho da Câmara Federal aprovou projeto que autoriza dirigentes sindicais a integrarem conselhos de estatais como representantes dos empregados.

Mais

Para evitar conflitos de interesse, o projeto veda a participação desses conselheiros em decisões sobre salários, benefícios e previdência complementar. O projeto é do deputado Reimont, do PT.

Foto: Reprodução Ahn Young-Joon/AP

Centenas de jovens se reuniram em um parque às margens do Rio Han, em Seul, na Coreia do Sul, com um objetivo incomum: dormir. O chamado “Concurso de Soneca”, promovido pelo governo metropolitano, chegou à terceira edição. Para participar, os organizadores exigiram fantasias inspiradas em personagens como princesas e príncipes, cansaço e até estar de estômago cheio. Assim que a competição começou, equipes distribuíram máscaras de olhos e, em seguida, monitoraram a frequência cardíaca dos participantes. Dessa forma, os organizadores avaliaram quem atingia sono mais profundo e estável. A Coreia do Sul está entre os países mais sobrecarregados de trabalho. O concurso visa alertar sobre a importância do equilíbrio entre trabalho e saúde.

Dr. Omar Kadri e Cassiane Kadri - Foto: Studio Vollkopf

 

Maria Clara Costa - Foto: Arquivo pessoal

 

Em alta

O nome da senadora Tereza Cristina vem sendo apontado como o mais forte para assumir a presidência nacional do PP, depois que o senador Ciro Nogueira, atual comandante da sigla, caiu no meio do furacão do escândalo do Banco Master. Em nível nacional, os defensores do seu nome acreditam que ela reúne condições de manter o consenso, para que o “centrão” continue fortalecido e ao mesmo tempo que venha a se cacifar para a presidência do Senado.

Tim-tim

Por falar na senadora Tereza Cristina, semana passada, ela e o governador Riedel, lideranças maiores do PP, reuniram prefeitos do partido. No cardápio, a união de todos para alavancar as pré-candidaturas dos representantes da sigla. Na oportunidade, foram apresentados os nomes que disputarão cadeiras de deputados federais e estaduais. Atualmente, os progressistas formam uma das maiores agremiações partidárias de MS.

Pulso

Os debates em plenário da Assembleia Legislativa de MS darão o tom se a decisão do ministro Alexandre de Moraes suspendendo Lei da Dosimetria, deu fôlego à oposição no estado, com possíveis efeitos na campanha eleitoral. Quando da derrubada do veto de Lula, pelo Congresso, houve chiadeira dos petistas que, aliada à rejeição de Jorge Messias, foi o pano de fundo para as críticas. Dependendo das reações, será o “termômetro político” de mais esse mover das peças.

Aniversariantes 

@@NOTICIA_GALERIA@@

Juliana Tavares Manzione;
Átilla Eugênio Rocha Rosa;
Maysa Maria Benedetti Faracco Bandeira;
Dr. Cerilo Casanta Calegaro Neto;
Maria Helena Segatto;
Ruberlei Bulgarelli;
Adriana das Dores Ferreira;
Maura de Morais Pires;
Oscar Montiel Ferreira;
Silas de Sousa Resende;
João Roberto Chicol do Carmo;
Almir de Carvalho;
Joana Neris Vera Carvalho;
Mateus Chaves;
Nuzete Borges;
Juvêncio Masahide Teruya;
José Polidoro Rosa Cabral;
Ivone Tege Alves;
Luiza Tibana;
Vanuza Maria dos Santos;
Polyanne Anderson de Souza;
Luiz Alberto Siliano;
Mariana Sáfadi Alves Nogueira Scardini;
Dra. Bruna Duarte Moron de Andrade;
Larissa Rodrigues;
Ana Paula Pereira Arantes dos Santos;
Ana Cristina Mandu Maluf;
Dr. Arnaldo Ferreira de Souza;
Gabriel de Deus Filho;
Juliany da Costa Melo;
Arley Nogueira Boeira;
Bruno de Oliveira Menezes;
Manoel Cícero da Silva;
Rodrigo Melquíades Bento Rios;
Priscila Guimarães;
Gabriela Moura Chicrala;
Paulo Jacques Monteiro Leite;
Cicero Martins de Vargas;
Iracy Rocha de Oliveira;
Enio Lopes Pinheiro Júnior;
Alfre Cristiano;
Rui Barbosa dos Santos;
Darcy Terra Fernandes;
Ana Amélia Barbosa;
Livia Maria Lopes;
Darcy da Costa Filho;
Maria Luiza Furuguen;
Márcio Oliveira e Silva;
Ciro Araujo França Júnior;
Andiara Holsback Rocha;
Nair Kalil Pinheiro;
Silvia Hvala;
Zulena Almeida Loureiro;
Terezinha Pereira Jucá;
Marlene Pria Balejo;
Fernando Tarsitano Neto;
Charles Bokor;
Airê Ribeiro Neto;
Bruno de Vasconcellos Reis;
Márcio César Maluf;
Valdomiro Garcia Barbosa;
Geraldo Garcia Antero da Silva;
Dulce Mara Rezende;
Terezinha Teixeira dos Santos Pereira;
Lêda de Moraes Ozuna Higa;
Antônio Pires de Oliveira Filho;
Maria Aparecida Brás;
Joycelene Neves Motta;
Paola Ellys Martins Régis;
Maria Inês Lopes da Motta;
Germano Mathias da Silva;
Hercília Mendes Barbosa;
Vilma Lúcia Garcia;
Rodrigo Felke Lajes;
Francisco Naércio de Souza;
Regiane de Fátima Martinez Ladislau Machareth;
Mônica Figueira;
Renato Silveira Brasil;
Fabiane Maria Ventorini Ferraz;
Eliane de Arruda Mendes;
Braulio Barbosa Oliver Junior;
Dionisio da Silva Andrade;
Manoel Erico Barreto;
Antonio Angelo Bottaro;
Sebastião Parente Teles;
Márcia Kaooru Murata;
David Rosa Barbosa Júnior;
Gilberto Gloor;
Alexandre Barreto Dettmer;
Renata Gondo;
Jamel Amado;
Sandra Mara Martines de Godoy;
Maria Cristina Inácio;
Ivete Saes Zana;
Nelson Coelho Pina;
Ives Quirino Diniz;
Sirlei Vieira Rech;
Michelle Simas Machado Maia;
Beatriz Cesar Sanches;
Carlos Roberto dos Santos Ximenes;
Armando Cézar Pontes Tussi;
Rosemary Sisti;
Ana Laurinda Mazzini;
Neris Gonçalves dos Santos;
Dogeval Ferreira Holanda;
Francisca Antônia Ferreira de Lima.

Colaborou Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 12 May 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Fondue do Outback volta ao cardápio por tempo limitado ]]></title>
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				<description><![CDATA[Depois de três anos fora do cardápio, o tradicional fondue do Outback Steakhouse está de volta às unidades da rede em todo o Brasil. A novidade retorna entre os dias 11 de maio e 14 de junho com a proposta de transformar refeições em experiências de conexão, reunindo casais, amigos e famílias em torno da mesa.

A retomada do prato atende a pedidos antigos dos consumidores e reforça uma estratégia da marca de investir em produtos voltados ao compartilhamento e à experiência gastronômica. O fondue, que já se tornou um dos itens mais lembrados do cardápio sazonal do restaurante, retorna reformulado, tanto na apresentação quanto nas combinações de sabores.

Segundo a rede, a proposta deste ano é ampliar ainda mais a experiência oferecida aos clientes. O tradicional formato ganhou bowls térmicos, criados para manter a temperatura ideal dos fondues durante toda a refeição. A mudança busca garantir maior conforto e qualidade ao consumo, especialmente em encontros mais longos e compartilhados.

CARDÁPIO

O cardápio conta com opções doces e salgadas, trazendo acompanhamentos que fogem do modelo clássico do fondue tradicional. 

Entre os destaques está o Fondue de Queijo, vendido por R$ 159,90. A receita reúne uma mistura de cinco queijos derretidos e é acompanhada de cubos de Ribs on the Barbie, camarões empanados, filet mignon, sobrecoxa empanada, Boomerang Potatoes e o tradicional pão australiano, um dos símbolos da marca.

Já a versão doce, o Fondue de Chocolate, sai por R$ 99,90 e aposta em ingredientes que misturam sobremesa e identidade própria do restaurante. Preparado com chocolate meio amargo, o prato acompanha mini cookies com gotas de chocolate, trufas feitas com o Havanna Thunder, morangos, uvas, marshmallow e pão australiano. Os clientes ainda podem substituir o marshmallow por uma porção extra de uvas.

Para quem deseja experimentar as duas versões, a rede também lançou o Combo Fondue, que reúne o fondue salgado e o doce por R$ 224,90.

FOCO NA EXPERIÊNCIA

De acordo com Claudia Vilhena, vice-presidente de Marketing e Vendas da Bold Hospitality Company, o retorno do prato tem relação direta com o vínculo afetivo construído ao longo dos anos com os consumidores. “Esse é um prato que tem um significado muito especial para a marca e para os nossos consumidores. O fondue é, acima de tudo, um convite para estar junto, compartilhar e transformar qualquer momento em uma ocasião especial”, afirma a executiva. “Estamos reforçando um território que ajudamos a construir no Brasil e seguimos evoluindo essa proposta para acompanhar o comportamento do consumidor”, complementa. 

A estratégia acompanha uma tendência crescente do setor de alimentação fora do lar, que tem investido cada vez mais em pratos voltados à experiência coletiva. Em vez de refeições individuais, restaurantes têm apostado em opções compartilháveis, capazes de estimular encontros e aumentar o tempo de permanência dos clientes nos estabelecimentos.

No caso do Outback, o fondue se diferencia justamente por fugir da proposta mais tradicional encontrada em restaurantes especializados. Ao longo dos anos, a rede incorporou elementos próprios do cardápio, como o pão australiano e cortes característicos da casa, criando uma identidade própria para o prato.

A volta do fondue também coincide com o período que antecede o Dia dos Namorados, data considerada estratégica para o setor gastronômico. A expectativa é de que casais procurem opções diferenciadas para comemorações, enquanto grupos de amigos e famílias também aproveitem a proposta de compartilhamento.
Outro ponto destacado pela rede é a ampliação dos formatos de consumo. Além do atendimento no salão, os produtos estarão disponíveis via delivery e na modalidade To Go, permitindo que os clientes levem a experiência para casa. A disponibilidade, porém, pode variar conforme cada unidade.

Nos últimos anos, o delivery se consolidou como uma das principais frentes do setor de alimentação, levando restaurantes a adaptarem pratos antes considerados exclusivos do consumo presencial. A aposta em bowls térmicos, por exemplo, também busca manter a qualidade do fondue durante o transporte.

Com o retorno do produto, a rede aposta na nostalgia dos clientes que já conheciam o fondue, mas também na atração de novos consumidores em busca de experiências gastronômicas diferentes. A combinação entre pratos compartilháveis, clima intimista e produtos exclusivos se tornou uma das principais estratégias de restaurantes para fidelizar o público.

Os fondues ficarão disponíveis até o dia 14 de junho em todas as unidades brasileiras do restaurante, enquanto durarem os estoques. 
 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 11 May 2026 12:45:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Longa-metragem filmado na Morada dos Baís, "Lydia" resgata a trajetória da artista de MS]]></title>
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				<description><![CDATA[Entre paredes antigas, móveis garimpados, afrescos desgastados pelo tempo e memórias que atravessam décadas, a Morada dos Baís voltou a respirar a presença de sua moradora mais enigmática.

É nesse espaço histórico de Campo Grande que ganha forma “Lydia”, longa-metragem de ficção produzido pela Pólofilme e inspirado na obra literária “História de T. Lídia Baís” (1960), escrita pela própria artista sob o pseudônimo de Maria Tereza Trindade.

Dirigido por Ricardo Câmara, com codireção de Mariana Villas-Bôas, o filme mergulha nas memórias, contradições, espiritualidade e processos criativos de Lídia Baís, uma mulher que rompeu padrões sociais no início do século 20 e construiu uma obra artística singular em um território ainda distante dos grandes centros culturais brasileiros.

Com filmagens iniciando nesta semana e com encerramento previsto para junho, o longa conta com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, e apoio institucional da Fundação Municipal de Cultura de Campo Grande, que cedeu a Morada dos Baís e o Museu José Antônio Pereira como locações.

No elenco, nomes consagrados da cena sul-mato-grossense e nacional dividem espaço para reconstruir a trajetória da artista: Beatrice Sayd, Alzira E, Ney Matogrosso, Ana Brun – vencedora do Urso de Prata no Festival de Berlim –, além de Breno Moroni, Gisele Sater, Antônio Salvador, Bianca Machado e participações especiais de Duda Mamberti, Jéssica Barbosa Cauim e Zahy Tentehar.

Além da direção e do elenco, a equipe criativa reúne nomes como Joel Yamaji na direção-assistente, Alziro Barbosa na fotografia, Fabianne Rezek na direção de produção e Mariana Sued no figurino.

O roteiro é assinado por Melina Delboni, enquanto a produção leva a assinatura de Joel Pizzini e Juliana Domingos.

UMA MULHER SURREAL

Nascida em Campo Grande em 1900, Lídia Baís cresceu em uma família tradicional sul-mato-grossense, mas escolheu um caminho distante daquele reservado às mulheres de sua época. Enquanto o destino esperado era o casamento e a vida doméstica, ela decidiu seguir pela arte.

Entre viagens ao Rio de Janeiro, Paris e Alemanha, a artista circulou entre intelectuais e modernistas importantes do século passado. Conviveu com o pintor surrealista Ismael Nery, com o poeta modernista Murilo Mendes e com os irmãos pintores Henrique Bernardelli e Rodolfo Bernardelli.

Apesar da proximidade com nomes hoje consagrados, Lídia permaneceu durante décadas à margem da história oficial da arte brasileira. Realizou apenas uma exposição em vida, em 1929, no Rio de Janeiro, e acabou transformando o espaço doméstico em território criativo.

Na casa da família, pintou murais, escreveu textos, compôs músicas e desenvolveu uma linguagem artística própria, atravessada pela espiritualidade, o surrealismo e o expressionismo.

Para Ricardo Câmara, a trajetória da artista representa uma parte essencial da história cultural sul-mato-grossense.

“A Lídia Baís é uma história das artes de Mato Grosso do Sul. Ela pode ser considerada a mãe de todos os artistas sul-mato-grossenses. Uma mulher que nasceu em 1900, acompanhou todo o século 20 e esteve ao lado de alguns dos principais artistas brasileiros da década de 1920”, afirma o diretor.

Segundo ele, a ideia do filme nasceu durante a pandemia, quando teve contato mais profundo com a biografia da pintora. “Quando li o livro sobre a Lídia, pensei imediatamente que precisávamos fazer um filme sobre ela. Era uma história muito potente, muito cinematográfica”, relembra.

MEMÓRIA E INVENÇÃO

Embora inspirado em fatos reais, “Lydia” não pretende seguir o caminho tradicional das cinebiografias lineares. A proposta narrativa abraça a subjetividade e a fragmentação das memórias.

A codiretora Mariana Villas-Bôas explica que o filme nasce justamente da autobiografia escrita pela própria artista, uma obra que mistura realidade, fabulação e autorrepresentação.

“A autobiografia dela já é uma ficção sobre ela mesma. A gente vê a Lídia como uma multiartista, quase uma performance. Para nós, esse livro já é uma obra de arte”, afirma.

No longa, o eixo principal da narrativa acontece em 1929, ano da exposição da artista no Rio de Janeiro. A partir daí, diferentes tempos se sobrepõem. A infância, a juventude e a velhice de Lídia aparecem entrelaçadas em uma construção não linear.

“O filme é sobre memória. Não existe uma preocupação de contar a história cronologicamente. O tempo funciona como funciona a memória: você olha um objeto e imediatamente é levado para outra época da sua vida”, explica Ricardo.

A artista será interpretada em diferentes fases por Maria Alice Bispo (infância), Beatrice Sayd (fase adulta) e Alzira E (velhice).

A LÍDIA EM NÓS

Responsável por interpretar Lídia na fase adulta, Beatrice Sayd descreve a personagem como um mergulho emocional intenso. A atriz afirma que encontrou uma identificação imediata com a pintora. “Ela me representa. Acho que representa todas nós, mulheres. Esse lado da arte, da resistência, da coragem de enfrentar tudo para seguir os próprios sonhos”, diz.

Para a atriz, interpretar Lídia exige muito mais do que reproduzir trejeitos ou características físicas. O processo passa por compreender os conflitos internos da artista e transformá-los em humanidade.

“Cinema é simplicidade, mas chegar na simplicidade é muito difícil. Estou em processo ainda. Cada descoberta muda a forma como eu vejo a personagem”, conta.

Beatrice relata que um dos maiores desafios tem sido compreender a complexidade psicológica de Lídia. “Ela era uma mulher muito intensa, muito espiritualizada, inquieta. Pintava, escrevia, compunha, estava sempre criando alguma coisa. Acho que existe ali uma complexidade emocional muito grande”, afirma.

A atriz também estabelece paralelos entre sua trajetória e a da pintora. Assim como Lídia, ela deixou Campo Grande para seguir carreira artística ainda jovem. “Eu saí de casa aos 18 anos para ser atriz. Quando penso no que a Lídia fez nos anos 1920, numa Campo Grande que nem luz elétrica tinha direito, é impressionante”, pontua.

ROMPIMENTO COM A TRADIÇÃO

Outro personagem importante da narrativa é o pintor Henrique Bernardelli, interpretado por Breno Moroni. Mestre da protagonista, Bernardelli representa o embate entre a pintura acadêmica tradicional e as vanguardas modernas que começavam a surgir na Europa. “Ele acreditava que a pintura existia para retratar a realidade exatamente como ela é. Já a Lídia caminhava para o surrealismo, para uma arte mais subjetiva”, explica o ator.

Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

Moroni afirma que o filme trabalha essa relação de maneira afetuosa, mas também conflituosa. “Havia respeito mútuo. Ele não a via como aluna, mas como discípula. Só que, aos poucos, ela começa a se rebelar artisticamente”, pontua.

Durante a entrevista, o ator também refletiu sobre o apagamento histórico sofrido por Lídia Baís. “Ela foi esquecida por ser mulher, por ser do interior, por ser uma artista que não se encaixava nos padrões. Mas ela entrou para a história da arte de verdade, e isso é uma fama que atravessa o tempo”, avalia o artista.

Moroni traça ainda um paralelo entre os conflitos enfrentados pela artista e os debates atuais sobre tecnologia, linguagem e transformação artística. “O novo sempre assusta. A Lídia rompeu padrões até dentro da arte, que já era rebelde por natureza”, destaca.

FAMÍLIA ACIMA DE TUDO

No filme, o patriarca Bernardo Baís será interpretado por Duda Mamberti. Figura importante na história de Campo Grande, o personagem aparece como um homem empreendedor, moderno para sua época, mas ainda preso às expectativas tradicionais sobre o papel feminino.

“Ele queria que a filha se casasse, tivesse filhos, seguisse o comportamento esperado para uma mulher daquele tempo”, explica o ator.

Ao mesmo tempo, Bernardo é retratado como um homem que admirava a arte e incentivava a educação da filha, ainda que em conflito com suas escolhas. “Ele brigava com ela, mas continuava financiando os estudos. Era um homem duro para os negócios, mas muito amoroso com os filhos”, aponta o ator.

Para Mamberti, o filme também tem a capacidade de ampliar o reconhecimento cultural do Estado. “Vai abrir uma janela enorme para a obra da Lídia e mostrar que Mato Grosso do Sul não é só agro, Aqui também existe arte, cultura e história”, destaca.

HISTÓRIA VIVA

Grande parte da força estética de “Lydia” nasce das próprias locações escolhidas para as filmagens. A Morada dos Baís, onde a artista viveu, se transforma em personagem central da narrativa.

Segundo Mariana Villas-Bôas, o espaço foi apropriado de maneira simbólica e afetiva pela equipe. “As paredes descascadas, os afrescos antigos, os objetos, tudo isso traz uma camada de tempo muito importante para o filme”, afirma.

A codiretora destaca que muitos elementos aparentemente surrealistas presentes no cenário partem de relatos reais sobre o cotidiano da artista. “As gaiolas, os animais empalhados, os objetos espalhados, tudo isso existia. Parece ficção, mas vinha da forma como ela enxergava o mundo”.

Já o Museu José Antônio Pereira será utilizado para representar a infância de Lídia, trazendo uma dimensão mais rural e ligada à natureza.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 11 May 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Enquanto alguns pré-candidatos folgam nas redes sociais, acreditando...Leia na coluna de hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[SILVANA DUBOC - ESCRITORA BRASILEIRA

"A vida cobra cedo ou tarde as dívidas acumuladas e pessoas que se julgam vencedoras acabam encurraladas. A vida não perdoa quem usa da vida de terceiros para se tornar o primeiro”.

 

FELPUDA

Enquanto alguns pré-candidatos folgam nas redes sociais, acreditando que existe só essa raia para se posicionar e conquistar lugar no pódio dos eleitos, os, digamos, mais antigos estão “correndo o trecho” na tentativa de sensibilizar o eleitor. Um deles conta que pegou carona em uma aeronave e, como chegou adiantado, descendo em pista de terra, não havia ninguém a esperá-lo. Ao avistar uma pessoa passando num trator, não teve dúvida em pegar carona e entrar triunfalmente na cidade “a bordo da máquina”, sob olhares de surpresa de todos. “Causar” foi pouco...



Curiosidade

Realizada pelo Instituto de Pesquisa Resultado (IPR) e publicada pelo Correio do Estado, pesquisa mostra uma curiosidade na espontânea: enquanto Riedel aparece com 10,33% na preferência popular, o deputado Henrique Catan tem índice de 0,13%.

Mais

O parlamentar empata com Carlos Roberto Massa, o apresentador Ratinho, que tem propriedade em Mato Grosso do Sul e nem sonha em disputar qualquer cadeira aqui por essas bandas. Já o petista Fábio Trad pontua com 1,40%.

Vanessa Juliana Rosendo Correia da Silva e Marisa Serrano

 

Cássia Giacon Vian

Projeto

A movimentação das peças no tabuleiro eleitoral neste ano não estão sendo feita de maneira aleatória, explica político enfronhado com as discussões. A jogada está sendo pensada já para 2030, que terá eleições. Na ótica de certo grupo político, o importante é fazer com que os principais postos estejam nas mãos, para que, assim, possam dar continuidade ao projeto de poder que começou a ser construído em 2014 e que não deverá sofrer interrupção.

“Atropelando”

Quem anda causando mal estar entre os seus colegas de Legislativo é o deputado José Orcírio, por não cumprir o rito de uma sessão. Ele interrompe os pronunciamentos, bate-boca com os deputados que estão defendendo suas propostas, ironiza e ataca a base aliada do governo de Riedel, enfim, seria o “quinta série fora de hora”, como vem sendo chamado. Dia desses, usou o mesmo sistema com o presidente da Casa e levou “puxão de orelha”. A continuar assim, poderá ser enquadrado pelo regimento que ele atropela.

Golpe

A Justiça de Campo Grande condenou um homem por “estelionato sentimental” contra uma aposentada de 73 anos. A decisão determinou o pagamento de R$ 150,9 mil por danos materiais e R$ 15 mil por danos morais. Segundo o processo, a vítima transferiu dinheiro, vendeu o único imóvel e contraiu dívidas durante o relacionamento, sob promessa de devolução. O juiz apontou abuso de confiança e exploração da vulnerabilidade emocional.

Aniversariantes

@@NOTICIA_GALERIA@@

Maria Olga Solari Mandetta,
Ana Luiza Barros Buainain,
Luiz Alberto Maksoud Rahe (Tetê),
Adriana Vasconcellos Almeidinha,
Patrice Koester dos Santos Pereira,
Dr. Edenir Leite Silva,
Flavio Aparecido da Silva,
Tacachi Iquejiri,
Zilda Adelaide Macedo da Costa,
Thamara Jeleilate Rezek,
Dra. Suely Sugui Fujii,
Marcelo Zauith,
Juliana Zampieri Geraldo,
Tereza Maria da Conceição da Silva,
Adilson Dias,
Maria Helena Suyama,
Flávio Cesar de Souza Freitas,
Arlei Sawaris Neto,
Silvana Amorim,
Sueli Sayuri Higashi,
Thiago Augusto Rocha Lemos,
Maximo Ballatore Holland,
Rafael Nunes Gratão,
Adriano Hany Reis Isoud,
Roberto Ferreira de Carvalho,
Amadeu Dias Figueiredo Júnior,
Vera Regina Drago Fernandes,
Nozemar Marques Machado,
Heliomar Klabunde,
José Geraldo Rodrigues Neto,
Vanessa Quinhones Oliveira,
Patrícia Marques Magalhães,
Neri Benevides Olarte,
Tânia Mara Cândia,
Lairton Saltiva,
Airthon Barbosa Ferreira,
Vera Lúcia Marques da Costa,
Ellen Machado dos Santos,
Lorna Nantes d’Avila,
Anabela Martins de Jonas,
Marlucia Mesquita Chaia,
Antônio de Araújo Chaves,
Ivan Bruno Szochaleyicz,
Angelo Dela Bianca Segundo,
Euza Lima Santana,
José Batista de Pontes,
Dra. Veridiana Lia Nicolatti,
Edmea Thaines Moreira,
Rubens Amaral de Mello,
Carlos Haguiuda,
Leandro Thomé Gomez,
Neusa Siena Balardi,
Luis Fernando Ennes de Miranda,
Oriovaldo Lino Leite,
Ivan Neri dos Reis,
Antonio Ferreira de Vasconcelos,
Marcelo Bonfim Azambuja,
Luciana Modesto Nonato,
Paulo Moreira de Oliveira,
Marcel Chacha de Melo,
Mario Márcio Ferreira Vida,
Jandir Trindade Soares,
Antonio Alderete,
Mário César dos Pires,
Joilce Silveira Campos,
Ayrthon Barbosa Ferreira,
Robson Marçal,
Tereza Alessandra Aquino de Medeiros,
Dr. Roberto Almeida de Figueiredo,
Matilde Diogo Chama,
Fabio Rodrigo Antonieto,
João Bosco Ferreira Satolani,
Andrea Costa Silva,
Otair de Paula e Souza,
Tânia Marli Viecili,
Willian Madalosso,
Farao Vieira de Matos,
Marcelo Souza Medeiros,
Guilherme Fontoura Joaquim,
Thiago Soares Fernandes,
Antonio Della Senta,
Andréia Martins Teixeira,
Fernanda de Paula Bento Olartechea,
Flavia da Silva Machado,
Marlene Bezerra da Silva,
Neide Mendes dos Santos,
Walmir Oliveira de Souza,
Maria Cecília Arantes,
Luiza Amélia do Nascimento,
Cláudio João Hahn,
Luciane D’Agosto Freitas Larranhaga,
Derlene Mendonça de Araújo,
Rinaldo José Figueiredo Dantas,
Marcelo Riquelme Ferreira de Castro Barros,
Renan da Cunha Soares,
Elcilande Serafim de Souza,
Orlando Silveira Martins Junior,
Thiago Mendonça Paulino,
Izabela Hermosilha de Paula,
Marcos Pereira Araújo,
Ismael Fernandes Urunaga,
Luciano Montalli,
Sérgio Antonio Rodrigues Novo,
Modesto Luiz Rojas Soto,
Doralice Marcuzo de Souza,
Paulo Sérgio Rocha Gimenes,
Shirlei Silva de Sousa,
Ervaldo Meira. 

COLABOROU TATYANE GAMEIRO
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 11 May 2026 00:03:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Entrevista exclusiva com a atriz Camilla Camargo]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/entrevista-exclusiva-com-a-atriz-camilla-camargo/466334/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/entrevista-exclusiva-com-a-atriz-camilla-camargo/466334/</guid>
				<description><![CDATA[Nascida em Goiânia, no dia 17 de outubro de 1985, Camilla Camargo descobriu ainda cedo sua paixão pelas artes.

Sua estreia aconteceu sob direção do próprio Wolf Maia, no espetáculo “O Musical dos Musicais”, no ano de 2005. Na sequência, atuou em diversas outras peças, entre elas, o “O Piramo e Tisbe” que teve direção de Vladimir Capella, “É batata – Contos de Nelson Rodrigues”, direção de Olayr Coan, “Fragmentos Rodriguianos”, direção de Marco Antônio Brás, e “Slavianski Bazaar”, do diretor Beto Bellini.

Ao todo, a atriz soma em seu currículo 20 produções teatrais. Entre seus projetos de maior projeção, destacam-se a montagem brasileira do musical “Zorro”, que protagonizou ao lado do ator Jarbas Homem de Melo, “Shrek, o Musical” e “Enlace – A Loja do Ourives”, ambos sucessos de público e crítica.

Em sua passagem pela Flórida, onde morou durante dois anos, a atriz estudou na American Heritage School e pôde conquistar fluência no inglês e espanhol. O domínio da língua americana trouxe a chance de atuar em uma produção internacional: o filme “The Brazilian”, dirigido por Brian Brightly. Este foi o segundo longa-metragem da atriz.

Ainda no cinema, Camilla participou do média-metragem “Peter’s Friends”, de Hudson Glauber, e do curta “A Vida Como Ela É”, baseado no texto de Nelson Rodrigues. Na televisão, a jovem fez parte do elenco da novela “Revelação”, no SBT. Em 2014, estreou no horário nobre da Rede Globo com “Em Família”, de Manoel Carlos, onde interpretou Ana, uma domadora de cavalos determinada e batalhadora, de Goiás.

Embora sua participação tenha sido limitada à fase inicial da novela, ela colheu ótimos frutos: foi vice-campeã no quadro Saltibum no Caldeirão do Huck (ficando em primeiro lugar entre as mulheres e segundo no geral) e recebeu o convite para atuar no longa “Travessia”, no qual formou par romântico com o ator Caio Castro. No filme, estrelado por Chico Diaz, Camilla vive Marina, uma jovem com boa condição financeira que se envolve com drogas, influenciada por um traficante por quem se apaixona.

Em junho de 2015, a atriz voltou ao ar como Isabellen, mocinha do humorístico “#PartiuShopping”, sitcom do canal Multishow protagonizado por Tom Cavalcante. Paralelamente, a atriz começou os ensaios como a boêmia cantora de rádio Leonor, na montagem teatral “Caros Ouvintes”. O espetáculo saiu duas vezes na revista “Veja” como o mais bem avaliado de São Paulo!

Camilla com o marido e os filhos - Divulgação

Entre 2016 e 2018, Camilla interpretou Diana na novela infantojuvenil “Carinha de Anjo”, do SBT. A trama manteve a vice-liderança de audiência durante quase todo o período em que esteve no ar. No início de 2019, a atriz voltou aos palcos no papel de Gina Praddo, na comédia “Divórcio”, escrita por Franz Keppler e dirigida por Otávio Martins.

Mesmo com os trabalhos interrompidos pela pandemia, Camilla continuou produzindo de casa. Em 2020, apresentou um monólogo no Instagram, no qual interpretou Lúcia, personagem de “Luciola”, de José de Alencar. Em dezembro do mesmo ano, lançou seu canal no YouTube, onde abordava temas como carreira, projetos, sonhos, maternidade, saúde e cotidiano, além de criar sátiras sobre situações diversas.

No ano seguinte, a artista participou do longa-metragem “Intervenção”, do roteirista Rodrigo Pimentel (o mesmo de “Tropa de Elite” 1 e 2), que narra a história dos bastidores das UPPs – Unidades de Polícia Pacificadora – e o conflito das políticas públicas na área de segurança, lançado na Netflix.

Nele, ela dá vida à repórter Luiza Bastos. Ainda na plataforma de streaming, Camilla teve a estreia da novela “Carinha de Anjo” (SBT), que, repetindo o sucesso da trama de quando foi exibida na televisão, conquistou diversas vezes o primeiro lugar entre as dez produções mais assistidas da Netflix no Brasil. A audiência foi tanta que a produção chegou a entrar no ranking mundial do streaming!

Com narração da atriz, chegaram ao aplicativo TikaBooks, em 2022, os audiobooks “ABC dos Bichos”, de Diogo Avelino, e “As Princesas Encaracoladas”, de Claudia Kalhoefer. Em julho, ela foi confirmada na segunda temporada de “Tudo Igual… SQN”, a primeira produção original brasileira do Disney+. Na série, lançada em setembro de 2023, ela interpreta Ariane, uma artista plástica.

Em 2025, sob o comando de Giovani Tozi, a atriz voltou aos palcos com o espetáculo “O Livro Vivo”, que transita entre o drama, o humor e a pulsação do jazz ao vivo. Em seguida, repetindo a parceria com Giovani, entrou em cartaz no segundo semestre com “Aqui Jazz”, cuja procura foi tão expressiva que a temporada precisou ser estendida por mais um mês além do previsto.

Camilla com a mãe Zilú - Divulgação

Após o retorno ao teatro, em dezembro estreou com a novela vertical “A Cinderela e o Segredo do Pobre Milionário” no Globoplay. Na história, interpreta Georgete, personagem que movimenta as tensões amorosas ao se aliar ao empresário Serginho para atrapalhar o romance de Cindy e Diego.

A atriz estreou em janeiro em São Paulo a peça “Dois Patrões”, clássico de Goldoni em uma versão contemporânea dirigida por Giovani Tozi e pela Neyde Veneziano, e que interpreta Clarice Lombardi.

Camilla, que esteve nas telonas com uma participação  especial em  “Inexplicável”, tem entre seus próximos lançamentos o longa-metragem "Caipora", o mais novo thriller nacional, em que interpretará uma das protagonistas, ao lado de Kayky Britto e Nill Marcondes; o filme “Coração Sertanejo”, em que interpretará Bruna, uma produtora musical; e o suspense “Pacto Maldito”.

A atriz Camilla Camargo é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana, e em entrevista ao Caderno ela fala de estreias, carreira e do seu principal papel que éo de ser mãe.

A atriz Camilla Camargo é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Pupin + Deleu - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Você vive um momento de forte presença no cinema, com títulos como “Coração Sertanejo”, “A Caipora” e “Pacto Maldito” em seu horizonte. O que tem guiado suas escolhas de papéis hoje e como você percebe a evolução da sua carreira nesse momento mais plural?
CC - Hoje, o que guia muito as minhas escolhas é verdade e propósito. Eu já vivi muitas fases dentro da minha carreira, e esse momento mais plural me encanta porque me permite explorar lugares que talvez antes eu não tivesse acesso.

Eu tenho buscado personagens que me desafiem emocionalmente, que me tirem de zonas confortáveis e que contem histórias que, de alguma forma, toquem as pessoas. Eu sinto que é uma fase de mais liberdade, de mais consciência artística… e isso é muito potente.

CE - Dois dos seus projetos mais recentes flertam com o terror e o thriller, gêneros que exigem uma entrega emocional e física muito específica. O que te atrai nesse tipo de narrativa e como foi mergulhar nesse território?
CC - O terror e o thriller me atraem muito porque mexem com emoções muito primárias, muito humanas. Medo, tensão, instinto… são lugares muito intensos de acessar como atriz. É um tipo de entrega que exige muito do corpo e da mente, e eu gosto desse desafio. Mergulhar nesse território foi intenso, mas ao mesmo tempo muito enriquecedor, porque me fez acessar camadas minhas que eu ainda não tinha explorado.

CE - Em “Cinderela e o Segredo do Pobre Milionário”, você completa uma virada interessante ao interpretar uma personagem com ares de vilania, em um formato diferente para a plataforma. Como foi essa experiência de explorar novas camadas como atriz e sair de um lugar mais esperado pelo público?
CC - Foi muito especial para mim. Sair de um lugar mais esperado pelo público e poder brincar com uma personagem com nuances de vilania me trouxe uma liberdade criativa muito gostosa. A gente, como atriz, também quer surpreender, quer se reinventar. E essa personagem me permitiu isso: explorar sombras, contradições… e entender que ninguém é uma coisa só. Espero que venham outras “vilãs” por aí, rs.

CE - Em projetos tão distintos, do drama ao suspense, passando por comédia e até personagens com traços mais sombrios, como você constrói suas personagens por dentro? Existe um método, uma “porta de entrada” emocional, ou cada papel pede um caminho completamente novo?
CC - Eu não tenho uma fórmula única, e acho que isso é o mais bonito do processo. Cada personagem me pede uma escuta diferente.

Mas, no geral, eu sempre começo tentando entender todos os “porquês” que envolvem aquela pessoa (o que move, o que falta, o que dói). A partir daí, vou construindo por dentro, emocionalmente, e isso naturalmente vai refletindo no corpo, na fala, no olhar. É um processo muito intuitivo, mas também muito profundo.

CE - Você já transitou por diferentes linguagens e formatos. Existe algum tipo de personagem ou história que ainda te provoca curiosidade e que você gostaria de explorar nos próximos anos?
CC - Existe muita coisa que ainda tenho vontade de fazer, rs. Eu ainda tenho muita curiosidade por personagens baseadas em histórias reais, mulheres fortes que deixaram algum tipo de legado. Também tenho vontade de explorar algo mais físico, talvez uma preparação mais intensa nesse sentido. Eu gosto de me sentir desafiada, então tudo que me tira do lugar comum me chama atenção.

CE - Sendo mãe de um menino e uma menina, como você lida com o desafio de educar filhos em um mundo atravessado por telas, redes sociais e estímulos constantes?
CC - É um desafio diário, né? A gente vive um mundo muito acelerado, com muitos estímulos… e eu tento trazer consciência pra dentro de casa. Não sou radical, busco equilíbrio.

A atriz Camilla Camargo é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Rrafael Garbuio - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

Evitamos ao máximo as telas aqui em casa, mas tem momentos que permitimos, porém tem muito momento de presença real, que é o que acredito e “invisto” no momento de brincar, conversar, estar junto de verdade. Eu acredito muito que o exemplo fala mais alto do que qualquer regra.

CE -  A formação de meninos mais conscientes, empáticos e respeitosos tem sido uma pauta importante hoje. Como você trabalha esses valores na criação do seu filho e quais conversas são fundamentais dentro da sua casa?
CC - Isso é uma pauta muito importante para mim. Eu acredito que começa dentro de casa, nas pequenas coisas: no respeito, na forma como ele vê o pai tratar a mãe, na forma como a gente conversa sobre sentimentos. Eu incentivo muito o meu filho a falar sobre o que sente, a entender o outro, a ter empatia. E são conversas constantes, no dia a dia mesmo, aproveitando as situações que aparecem.

CE - Em meio a uma fase profissional tão intensa, como você equilibra presença e qualidade de tempo com seus filhos? Existe algum valor ou ritual que funciona como “porto seguro” na rotina da família?
CC - Eu tento estar inteira onde eu estou. Quando estou trabalhando, estou focada. Mas quando estou com eles, eu realmente busco estar presente de verdade.

A gente tem rituais simples, mas muito valiosos: fazer tarefa de casa juntos, no final de semana que estamos juntos somos nós 4 (eu , Leo e as crianças) em todos os momentos, contar histórias antes de dormir, momentos sem celular, criamos coisas juntos, vamos pra cozinha e fazemos macarrão juntos por exemplo. procuramos criar memórias com eles o tempo todo, porque acredito que isso que fica… isso vira um porto seguro pra eles e pra mim também.

CE - Pensando novamente nos seus filhos, como você trabalha a construção de repertório cultural deles — seja em livros, filmes ou experiências — para formar um olhar crítico e sensível em meio a tanto conteúdo rápido e descartável?
CC - Adorei essa pergunta, pois acho isso tão necessário e importante. Eu procuro apresentar conteúdos que tenham valor, que despertem a imaginação, a sensibilidade.

Livros, histórias e filmes que tragam alguma mensagem. Mas também acredito muito na conversa que vem depois: perguntar o que eles entenderam, o que sentiram. Isso ajuda a construir um olhar mais crítico, mais consciente.

CE - Quando você imagina o futuro dos seus filhos, que tipo de mundo espera que eles ajudem a construir? E, dentro de casa, quais atitudes do dia a dia você acredita que realmente plantam essa visão de futuro?
CC - Eu espero que eles ajudem a construir um mundo mais humano, mais empático, com mais amor. Pode parecer simples, mas não é. E eu acredito muito que isso começa dentro de casa, nos valores que a gente planta todos os dias: respeito, gentileza, responsabilidade emocional. São pequenas atitudes, mas que, lá na frente, fazem toda a diferença.

 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 10 May 2026 16:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Coluna: Entre Costuras & CuLtura: Dia das Mães: quando a mulher no espelho já não é a mesma]]></title>
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				<description><![CDATA[O Dia das Mães costuma chegar envolto em flores, homenagens e imagens idealizadas de plenitude. Mas existe uma camada silenciosa da maternidade que raramente aparece nas campanhas: o momento em que uma mulher percebe que já não se reconhece completamente diante do espelho.

Não é apenas o corpo que muda. Mudam os ritmos, os desejos, as prioridades e, sobretudo, a forma como ela passa a ocupar o próprio espaço no mundo. O guarda-roupa, antes extensão natural da personalidade, pode se transformar em um território estranho. Algumas roupas deixam de servir fisicamente; outras deixam de fazer sentido emocionalmente.

E talvez uma das maiores delicadezas da maternidade seja justamente essa: compreender que ela não devolve a mesma mulher de antes. Ela inaugura outra.

No imaginário coletivo, ainda existe uma expectativa quase cruel sobre a mulher-mãe. Espera-se que ela permaneça bonita, produtiva, disponível, equilibrada e, de preferência, rapidamente “recupere” sua antiga versão. Como se a maternidade fosse apenas um capítulo e não uma transformação inteira.

Mas entre o romantismo das celebrações e a realidade do puerpério existe uma travessia emocional profunda. E ela também passa pelas roupas.

A moda, tantas vezes reduzida à superficialidade, é uma ferramenta íntima de construção de identidade. Escolher o que vestir nunca foi apenas sobre tecido. É linguagem. É pertencimento. É a forma como afirmamos presença mesmo nos dias em que nos sentimos invisíveis.

Por isso, quando uma mulher sente que perdeu o próprio estilo depois da maternidade, o que desaparece não é apenas uma estética é uma referência de si mesma.

Nossa colunista Gabriela Rosa com os filhos Mássimo e Mila - Foto: Divulgação

No consultório de imagem, também nas histórias que escuto diariamente e também por experiência própria, percebo quantas mães carregam culpa ao voltar a desejar vaidade, beleza ou prazer em se vestir. Como se o autocuidado competisse com a maternidade. Como se olhar para si fosse egoísmo.

Mas reencontrar a própria imagem não é um gesto fútil. É um processo de reconexão emocional.

A roupa pode funcionar como abrigo em períodos de vulnerabilidade. Pode ajudar a reorganizar afetos, reconstruir autoestima e devolver pequenas doses de identidade em meio à exaustão da rotina materna.

Não se trata de perseguir tendências nem de tentar “voltar ao corpo de antes”. Trata-se de compreender quem é essa mulher agora.

Talvez o verdadeiro amadurecimento feminino esteja justamente em abandonar versões antigas de si mesma sem interpretar isso como fracasso. Algumas roupas deixam de caber porque algumas identidades também já não cabem mais.E existe beleza nisso!

Neste Dia das Mães, mais do que flores ou presentes, talvez muitas mulheres precisem de permissão: permissão para mudar, desacelerar, amadurecer e experimentar novas versões de si sem culpa.

O estilo pessoal não desaparece depois da maternidade. Ele amadurece junto com a mulher.

Separei dicas de pequenos caminhos para te ajudar a reencontrar sua imagem: 


	Reorganize o guarda-roupa sem apego à versão antiga do corpo.
	Priorize conforto sem abrir mão de peças que expressem personalidade.
	Monte combinações simples que facilitem a rotina e aumentem a sensação de pertencimento.
	Evite consumir tendências impulsivamente durante fases de transição emocional.
	Procure referências de mulheres reais em diferentes fases da maternidade.
	Considere consultorias de imagem humanizadas, focadas em identidade e não em padrões.
	Reserve pequenos rituais de autocuidado, vestir-se também pode ser um gesto de afeto consigo mesma.


 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 10 May 2026 15:00:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Coluna Desatando Nós: Carta de uma mãe aos seus filhos]]></title>
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				<description><![CDATA[Filhos,

Hoje eu não quero ensinar nada. Não quero corrigir, orientar ou dar respostas. Hoje eu quero falar com vocês de um lugar mais verdadeiro. Quero pedir desculpas.

Desculpa pelos dias em que me faltou paciência. Pelas vezes em que levantei o tom, me irritei com coisas pequenas ou não consegui escutar como vocês precisavam. Nem sempre eu acerto. Nem sempre eu consigo ser a mãe que eu gostaria de ser.

Desculpa também pelos exageros. Pelo excesso de cuidado que, às vezes, vira controle. Pelas preocupações que transbordam e acabam chegando até vocês em forma de medo. Nem sempre eu percebo quando estou tentando proteger além do necessário.

Desculpa pelos dias em que estou cansada. Cansada de verdade. E, mesmo estando presente, não consigo estar inteira. Meu corpo fica, mas minha energia já acabou. Isso não tem a ver com vocês. Tem a ver com tudo o que eu sustento, muitas vezes em silêncio.

Ser mãe é viver entre o amor e a tentativa constante de fazer melhor. É aprender enquanto faz. É errar querendo acertar. É amar de um jeito tão grande que, às vezes, a gente se perde tentando dar conta de tudo.

Mas, junto com esses pedidos de desculpa, eu também quero que vocês saibam de uma coisa. Eu estou aqui. Imperfeita, cansada em alguns dias, impaciente em outros, mas profundamente comprometida com vocês.

Eu sigo tentando. Sigo aprendendo. Sigo amando.

E, se um dia vocês lembrarem de mim, eu espero que não seja pelos erros que eu cometi, mas pelo amor que sempre esteve aqui, mesmo nos dias difíceis.

Com amor,

Mãe

Vamos desatar esses nós?

@vanessaabdo7
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 10 May 2026 14:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[A energia do Tarô da semana entre 11 e 17 de maio. Tempo de reflexão e não agir antecipadamente.]]></title>
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				<description><![CDATA[O Sete de Ouros surge como a carta regente desta semana trazendo uma energia de construção gradual, amadurecimento e confiança no tempo das coisas.

Depois de períodos mais intensos ou acelerados, o Tarô aponta para uma fase em que será importante desacelerar para observar o que já foi plantado e perceber que muitos resultados começam a se desenvolver nos bastidores, mesmo que ainda não estejam completamente visíveis.

A forte presença da energia taurina no céu reforça esse movimento. O Sol em Touro, em conjunção com Mercúrio e Urano, favorece clareza, renovação e mudanças práticas capazes de criar mais estabilidade no futuro.

O Sete de Ouros conversa diretamente com essa vibração ao mostrar que crescimento verdadeiro não acontece de forma imediata, mas através de escolhas consistentes, planejamento e paciência.

Ao mesmo tempo, Mercúrio em aspecto positivo com Júpiter amplia a comunicação, facilita acordos e abre espaço para ideias promissoras, especialmente em questões profissionais, financeiras e familiares.

É uma semana de reorganizar prioridades, fortalecer projetos e perceber que certos caminhos começam finalmente a dar sinais concretos de evolução.

Mais do que falar sobre espera, o Sete de Ouros fala sobre confiança no processo. Existe um momento de pausa estratégica para avaliar conquistas, ajustar rotas e compreender que aquilo que está sendo cultivado agora poderá trazer frutos sólidos e duradouros mais adiante.

O Sete de Ouros mostra que você entende o valor de investir tempo e energia agora para obter recompensas a longo prazo, além de possuir um forte desejo de construir resultados sustentáveis.

Você não está em busca de vitórias rápidas. Também quer ter certeza de que está direcionando sua atenção para as áreas certas, em vez de desperdiçar tempo e esforço em tarefas que não trarão valor algum.

Da mesma forma, se você está planejando o futuro, o Sete de Ouros incentiva você a adotar uma visão de longo prazo e analisar onde pode investir melhor seu tempo e sua energia para obter o máximo de resultados.

Você não quer continuar colocando seu coração e sua alma em algo que não trará retorno pelo esforço dedicado e provavelmente já percebeu que algumas áreas da sua vida apenas drenam sua energia.

Se você tem trabalhado duro ou se dedicado além do normal a algo desafiador e importante nos últimos meses, esse projeto ou objetivo está próximo de chegar ao seu ápice. Fique tranquilo: todo o seu esforço valerá a pena. É muito provável que você veja recompensas financeiras ou outros resultados concretos por todo o trabalho realizado.

Às vezes, porém, o Sete de Ouros também pode indicar frustração com resultados lentos. Você vem se empenhando em algo importante e pode estar preocupado com a possibilidade de seus esforços não serem recompensados. Tenha paciência e valorize o progresso que já conquistou até aqui.

Se o seu trabalho ainda não trouxe os resultados esperados, lembre-se de que suas expectativas talvez estejam altas demais. Não existem garantias absolutas. Seja grato, mantenha o foco no presente e faça o melhor possível com aquilo que você tem agora. Lembre-se: "A paciência é amarga, mas seu fruto é doce." — Jean-Jacques Rousseau.

A carta também traz um importante alerta para evitar gastos excessivos e impulsivos. Em alguns casos, ela pode indicar um período marcado por desperdícios e desorganização financeira, reforçando a necessidade de mais equilíbrio, planejamento e controle sobre o dinheiro.

O Sete de Ouros aconselha cautela para não contar com recursos antes da hora, pois os resultados dos seus esforços podem demorar mais do que o esperado para se concretizar. Paciência, disciplina e planejamento serão fundamentais nesse período.

Também vale a pena observar seus hábitos de consumo. Evite compensar frustrações emocionais com compras desnecessárias ou gastos que não sejam prioridade no momento.

O Sete de Ouros representa reconhecer e valorizar o seu progresso.

Este arcano simboliza a necessidade de avaliar periodicamente suas conquistas: o que você conseguiu melhorar e quais objetivos ainda está buscando alcançar.

O caminho pode não ter sido fácil, e o trabalho talvez ainda não tenha terminado, mas suas bases estão firmemente enraizadas. Esta carta lembra você de parar de ignorar ou minimizar os seus sucessos!

Quais resultados positivos você manifestou na sua vida?

Você já escreveu suas conquistas para perceber o quanto realizou? Você para, às vezes, para olhar ao redor e apreciar tudo o que conseguiu manifestar?

O fazendeiro retratado na carta do Sete de Ouros está fazendo uma pausa no trabalho nos campos. Sua colheita ainda não está pronta, mas ele observa tudo o que construiu com um sentimento de orgulho. Foi ele quem fez aquilo, e ele consegue enxergar os resultados que criou.

Ele se apoia em sua ferramenta de jardinagem da mesma forma que o Eremita se apoia em seu cajado de sabedoria. O campo foi o santuário de autoconsciência e exploração do fazendeiro. Ele vê os frutos do seu trabalho, e não apenas uma tarefa concluída.

Essas realizações são provas concretas daquilo que ele manifestou. O fazendeiro se permite parar de produzir por um momento para realmente apreciar o próprio progresso. Ele é humilde, mas possui a saudável autoestima que apenas o trabalho árduo pode gerar.

Você consegue reconhecer o quanto já evoluiu? Faça uma lista de cinco conquistas pelas quais lutou muito para alcançar. Pense em momentos em que poderia ter desistido, mas escolheu continuar. Essas experiências provam a sua força e capacidade de superação.

Agora olhe para essa lista como se a estivesse vendo pela primeira vez. Lembre-se de quem você era antes dessas conquistas e dos medos que precisou enfrentar para chegar até aqui. Orgulhe-se do seu caminho. Agradeça ao seu corpo, à sua mente e ao seu coração por terem resistido aos momentos difíceis.

Tudo isso é fruto do que você manifestou. Para continuar evoluindo, é importante reconhecer e valorizar aquilo que já conquistou.

Você pode alcançar qualquer resultado positivo que desejar para o seu futuro. Basta olhar para a sua lista: você já conseguiu antes!

O Sete de Ouros sempre indica que muita coisa já foi conquistada, mas ainda existe trabalho a ser feito. Você já ultrapassou a parte mais difícil. O trabalho pesado de preparar a terra e plantar as sementes do seu sucesso já criou raízes.

Agora, você só precisa manter a consistência e cuidar do seu jardim com paciência até o momento da colheita. Continue se dedicando, e você terá sucesso!

Na vida afetiva, o Sete de Ouros mostra que o amor precisa de paciência, dedicação e tempo para amadurecer, seja na espera por alguém especial ou na construção de uma relação mais sólida e equilibrada.

No campo financeiro, o Sete de Ouros aconselha você a avaliar suas finanças com paciência e visão de longo prazo, continuando a investir nos seus objetivos com disciplina e confiança de que os esforços de hoje trarão recompensas futuras.

Quem sabe seja o momento de investir numa previdência privada e pensar nos seus planos de aposentadoria?

No trabalho, o Sete de Ouros pode indicar frustração pela sensação de muito esforço e pouco reconhecimento, mas a carta aconselha persistência, paciência e dedicação, pois os resultados tendem a chegar no tempo certo.

O Sete de Ouros como carta da semana traz uma energia de paciência, avaliação e colheita estratégica. É o momento ideal para revisar os esforços dedicados a um projeto ou relacionamento, ponderando se a direção atual trará o retorno esperado antes de investir mais energia, indicando sucesso através da perseverança. 

Principais mensagens da semana:

Reflexão Estratégica: Faça uma pausa para avaliar seu progresso e se o caminho está sendo produtivo.

Paciência e Perseverança: Não desanime se os resultados forem lentos; o 7 de Ouros favorece o crescimento constante e duradouro.

Avaliação de Resultados: Pode haver um sinal de insatisfação ou a necessidade de reavaliar seu caminho se algo não sair como o esperado.

Decisão Importante: Momento de decidir se continua investindo no que já foi criado ou se muda o foco da energia.

Às vezes, o crescimento acontece em silêncio, longe da pressa e dos aplausos, mas cada esforço, cada espera e cada passo dado com coragem também fazem parte da colheita que está por vir. “A árvore que demora a crescer é a que oferece os melhores frutos.”

Uma ótima semana e muita luz.

Ana Cristina Paixão

 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 10 May 2026 12:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[O Agente Secreto e Apocalipse nos Trópicos faturam Prêmios Platinos]]></title>
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				<description><![CDATA[Audiovisual brasileiro foi mais uma vez consagrado em um prêmio internacional, com O Agente Secreto faturando quatro Prêmios Platinos, na noite de sábado (9), em uma cerimônia em Cáncun, no México. 

O filme Apocalipse nos Trópicos, de Petra Costa, também venceu como Melhor Documentário a 13ª edição da premiação, a mais importante do cinema ibero-americano. O evento promove séries e filmes da América Latina, Portugal e Espanha.

Nesse sábado, o filme de Kleber Mendonça ganhou mais quatro Prêmios Platinos:


	Melhor Filme,
	Roteiro, 
	Diretor e
	Ator (a primeira vez que um brasileiro ganha o troféu)


Em 2025, Fernanda Torres foi eleita Melhor Atriz por sua atuação como Eunice Paiva, em Ainda Estou Aqui - o grande vencedor da premiação, no ano passado. Os prêmios somam-se a outros quatro Platinos que a produção já havia recebido.

Em O Agente Secreto, Moura interpreta Armando, um professor universitário perseguido pela ditadura militar. Na história, ele precisou fugir de São Paulo para Recife e assumir uma nova identidade. Ambientado na década de 1970, a filme traz vários elementos da cultura pernambucana, como a lenda da perna cabeluda, além da Banda de Pífanos de Caruaru. Tanto o som, como as escolhas da direção de arte, são parte da história.

Ao receber a estatueta prateada, Mendonça celebrou a oportunidade de contar histórias em meio a um cenário de desinformação. “É um momento onde a verdade está sendo discutida e manipulada”, afirmou.

“De fato, é um momento de mentiras no mundo, mas o cinema é um poderoso instrumento para narrativas cheias de poesia, de aventuras fantásticas, drama humano, histórias de amor e afeto, com verdade e honestidade”.

Oito Prêmios Platinos

O ator Wagner Moura estava em uma produção na Espanha e não pode comparecer ao evento. Em discurso de agradecimento lido por Mendonça, o ator brasileiro comemorou:

“Amo os Prêmios Platino, ver nossa cinematografia celebrada, encontrar amigos, descobrir talentos, filmes, artistas, trabalhadores do cinema falado em portugês e espanhol (...). Amo cada vez que percebo o Brasil integrado a uma cultura abrangente”

Ele dedicou o prêmio a Mendonça, que confirmou o convite para o artista participar de seu próximo filme.

Há poucos dias, Moura, vencedor do Globo de Ouro, tinha sido eleito Melhor Ator pelo júri popular do Platino, consagrando o ator brasileiro que este ano disputou o Oscar. 

Pela Direção de Arte, Música e Montagem, O Agente Secreto já havia levado três estatuetas, anunciadas previamente, para os criadores Thales Junqueira, os irmãos Tomaz e Mateus Alves, além de Eduardo Serrano e Matheus Farias.

No evento, o filme de Petra Costa, Apocalipse nos Trópicos, venceu a categoria Documentário, superando produções do Paraguai e da Espanha. O longa-metragem acompanha o governo de Jair Bolsonaro, retrata a tentativa frustrada de golpe de Estado em 2023 e discute a influência da fé evangélica na política brasileira.

Ao receber a estatueta, o produtor e pesquisador de Apocalipse nos Trópicos, Brunno Pacini, declarou que os documentários “têm a capacidade de transformar o trauma em memória e a memória em movimento” e agradeceu aos envolvidos no projeto.

Entre as séries, a brasileira Beleza Fatal, que se assemelha a uma novela, também levou o troféu de Melhor Série de Longa Duração. A diretora Maria de Médicis saudou o diretor de TV Dennis Carvalho, que faleceu há poucos meses, e celebrou o gênero novela, referência no audiovisual de toda a América Latina. “Viva a novela, viva o Brasil”, comemorou.

Nesta edição do Platino, o Brasil teve sete produções indicadas concorrendo, em 36 categorias, com cerca de 100 produções indicadas da ibero-América. 
*A repórter viajou a convite dos Prêmios Platino Xcaret.

 

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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 10 May 2026 12:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Você pratica exercício físico? Especialista reforça importância dele na terceira idade]]></title>
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				<description><![CDATA[Ter uma vida longa e saudável é um grande desafio. Para tentar chegar na terceira idade com independência é preciso manter o corpo em movimento. É o que orienta o fisiologista e educador físico do Imot, Ivan de Oliveira Gonçalves.

A musculação, segundo no especialista, é um dos caminhos para fortalecer a estrutura corporal e ainda pode agir diretamente no controle e na redução de quadros como hipertensão e diabetes.

Com especialidades em Reabilitação Cardíaca, Fisiologia e Exercício Físico como Terapêutica na Clínica Médica, Gonçalves explica os benefícios da atividade resistida, a musculação, em especial, na terceira idade:

“A musculação deve ser a principal modalidade de trabalho terapêutico da população idosa. Isso porque o treinamento de força é capaz de prevenir a sarcopenia (perda de massa muscular) e a dinapenia (perda da força no processo de envelhecimento). Contribui para a manutenção da força e da autonomia dos idosos”, explica.

Como consequência, um corpo fortalecido fica menos susceptível a quedas, uma das principais causas de mortes na população idosa.

Outro destaque é o impacto na redução de doenças como hipertensão, no controle da diabetes e na prevenção de Acidentes Vasculares Cerebrais (AVCs).

Mas, antes de iniciar a atividade física, Gonçalves ressalta que é preciso passar por uma avaliação física para que seja feita uma análise individual.

Como sugestão, a Imot Move Saúde é um programa que atende pacientes da terceira idade tanto com a avaliação clínica quanto com o acompanhamento dos exercícios, em um espaço moderno, com equipamentos de ponta que compõem a academia, localizada no 2º andar do Imot.

“O que percebemos hoje é um movimento grande de uma população que quer viver mais e melhor. A longevidade deve andar junto com a autonomia, mas, para isso, é preciso investir em prevenção”, reforça o fisiologista e educador físico.

 
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 09 May 2026 17:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[De capitais a praias: veja os destinos mais buscados para viajar na baixa temporada]]></title>
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				<description><![CDATA[A baixa temporada vem se consolidando como uma oportunidade estratégica para viajar, seja para aproveitar destinos urbanos com menor fluxo de turistas ou explorar cidades litorâneas com mais tranquilidade.

Para a baixa temporada, entre abril e junho de 2026, dados da Booking.com, empresa de reservas de hospedagem, voos e outros serviços de turismo, revelam para o B+ os destinos mais buscados por brasileiros indicando uma combinação de grandes capitais, destinos de clima ameno e cidades litorâneas entre as preferências.

Entre os destinos nacionais, o Rio de Janeiro mantém a liderança, refletindo seu apelo contínuo mesmo fora dos períodos de pico. Os demais destinos buscados mostram um mix de preferências que mantém o protagonismo do Nordeste mesmo em meses fora do verão.

1) Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

2) São Paulo, São Paulo

3) Maceió, Alagoas

4) Gramado, Rio Grande do Sul

5) João Pessoa, Paraíba

Entre famílias, Gramado lidera a lista como o mais buscado, o que reforça sua consolidação como destino versátil para diferentes faixas etárias. Os demais destinos evidenciam a preferência por locais com infraestrutura turística consolidada.

1) Gramado, Rio Grande do Sul

2) Porto de Galinhas, Pernambuco

3) Porto Seguro, Bahia

4) Maceió, Alagoas

5) Ubatuba, São Paulo

No cenário internacional, Paris ocupa a liderança das buscas. Santiago aparece na segunda colocação, mantendo sua relevância como opção próxima e prática para viagens mais curtas.

1) Paris, França

2) Santiago, Chile

3) Orlando, Estados Unidos

4) Roma, Itália

5) Lisboa, Portugal

O levantamento também revela o interesse de viajantes internacionais por destinos no Brasil durante a baixa temporada. Nesse quesito, também é observado o Rio de Janeiro no topo da lista de destinos mais buscados.

1) Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

2) São Paulo, São Paulo

3) Florianópolis, Santa Catarina

4) Búzios, Rio de Janeiro

5) Porto de Galinhas, Pernambuco

Se algum agradou, agora é a hora de se organizar, e boa viagem!
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 09 May 2026 15:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Dia das Mães: veja dicas de presentes personalizados que você mesmo pode fazer]]></title>
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				<description><![CDATA[Dia das Mães é celebrado neste domingo (10) no Brasil. Famílias brasileiras se reúnem para comemorar a data com mães, madrastas, avós, esposas e filhas, além de presenteá-las para não passar a data em branco.

Que tal sair da “mesmice” e presentar sua mãe com algo diferente e feito por você mesmo?

O Correio do Estado preparou dicas econômicas e criativas para presentear a sua rainha. Aliás, gestos sinceros e carinhosos não têm preço. Confira:

1. Cartinha manuscrita

Não tem preço que pague palavras sinceras e cheias de amor escritas em um papel. Sentimentos manuscritos valem mais do que qualquer presente comprado.

Veja o passo a passo para fazer uma carta manuscrita:


	escolha canetas de cores variadas
	separe um papel sulfite do tamanho de sua preferência
	expresse seus sentimentos por meio de palavras. Escreva o que a pessoa representa para você, a importância dela em sua vida, as qualidades dela e o principal: que você a ama
	coloque a carta dentro de um envelope e feche com adesivo de coração


2. Caixa com tudo o que sua mãe mais gosta dentro

Já pensou juntar tudo o que sua mãe mais ama dentro de uma caixinha? Você mesmo pode montar.

Confira o passo a passo para montar a “caixinha do amor”:


	compre uma caixa de madeira MDF do tamanho de sua preferência
	encha a caixa com itens ou guloseimas que sua mãe mais gosta: chocolate, bombom, pirulitos, botões de flor, fotografias, cartinhas, cosméticos, livros, acessórios, urso, garrafa de vinho
	decore a caixa com corações, fitas e adesivos


3. Álbum de fotos com momentos de mãe e filho(a)

Que tal revelar uma foto de cada mês para recordar os melhores momentos com sua mãe?

O presente pode proporcionar momentos de emoção, recordações e resgate de experiências, na data comemorativa.

Veja o passo a passo para montar o “álbum das lembranças”:


	revele fotos com sua mãe
	coloque uma legenda atrás de cada fotografia
	coloque as fotos em um álbum caracterizado


4. Café da manhã na cama

Sua mãe merece acordar em grande estilo, com a cama repleta de gostosuras. Aliás, quem não gosta de comer, não é mesmo?

Veja o passo a passo para montar uma bandeja repleta de delícias:


	prepare a bebida da preferência de sua mãe: suco, água saborizada, iogurte, café, chá
	compre pão, manteiga, requeijão, presunto, iogurte, biscoito, bolo, torrada, geleia e frutas
	coloque pratos, talheres, taças e xícaras para que sua mãe manuseie os alimentos
	decore a bandeja com um botão de rosa vermelha


Pronto! Viu como é possível presentear sua rainha gastando pouco? Siga as dicas!
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 09 May 2026 14:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[10 filmes sobre mães para rir e chorar no Dia das Mães]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/10-filmes-sobre-maes-para-rir-e-chorar-no-dia-das-maes/466288/</link>
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				<description><![CDATA[Mães no cinema raramente são simples. Hollywood passou décadas transformando maternidade em sacrifício absoluto, enquanto outras produções preferiram enxergar mães como figuras controladoras, exageradas ou emocionalmente impossíveis de escapar.

Entre o melodrama e a comédia, o cinema acabou criando retratos muito mais complexos do que parece à primeira vista. Existem mães que sufocam, mães que desaparecem, mães que tentam acertar e falham miseravelmente, mães exaustas, competitivas, engraçadas, ressentidas e profundamente amorosas.

Talvez por isso os filmes mais memoráveis sobre maternidade sejam justamente aqueles que conseguem fazer rir e emocionar quase ao mesmo tempo.

A seleção abaixo mistura clássicos, dramas contemporâneos, sátiras e filmes que entendem maternidade não como idealização, mas como relação humana. E sim, isso inclui até uma serial killer suburbana criada por John Waters. Mas é para divertir, tá? Feliz Dia das Mães!

5 filmes divertidos sobre mães (ou sobre tentar sobreviver a elas)

Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda (2025)

A refilmagem do clássico ganhou novo fôlego quando Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan transformam uma premissa de troca de corpos em uma das melhores comédias sobre conflito geracional dos anos 2000. O filme entende que mães e filhas frequentemente falam idiomas emocionais completamente diferentes. Em 2025, as duas voltam a interpretar Tess e Anna Coleman.

A história se passa anos depois que Tess (Curtis) e Anna (Lohan) passaram pela crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e uma futura enteada. Enquanto elas enfrentam os desafios que surgem quando duas famílias se unem, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar. 
Onde ver no Brasil: Disney+

Perfeita é a Mãe! (Bad Moms) (2016)

Mila Kunis, Kristen Bell e Kathryn Hahn desmontam a fantasia da mãe perfeita contemporânea em uma comédia sobre exaustão, culpa e pressão social. Funciona justamente porque reconhece o absurdo da expectativa imposta às mulheres. E de quebra ainda tem a versão Bad Moms Christmas. Vale para distrair!
Onde ver no Brasil: Prime Video e aluguel digital

Minha Mãe Quer Que eu Case (Because I Said So) (2007)

Vou assumir: essa comédia pequena e despretensiosa é uma das minhas favoritas, em especial na era "maternidade" de Diane Keaton. Aqui, ela interpreta uma mãe incapaz de parar de interferir na vida amorosa da filha. A comédia funciona porque transforma dependência emocional e culpa familiar em algo simultaneamente irritante e reconhecível.
Onde ver no Brasil: aluguel digital no Apple TV e Prime Video

A Sogra (Monster In Law) (2005)

Jane Fonda voltou ao cinema transformando possessividade materna em guerra psicológica cômica. Por trás do exagero, o filme fala sobre mães que não conseguem aceitar perder espaço na vida dos filhos.
Onde ver no Brasil: Netflix e aluguel digital

Lady Bird (2017)

Greta Gerwig constrói uma das relações entre mãe e filha mais precisas do cinema recente. Laurie Metcalf faz da personagem uma mulher difícil, amorosa, crítica e profundamente humana ao mesmo tempo.
Onde ver no Brasil: aluguel digital e catálogo rotativo na Netflix

5 dramas sobre maternidade para destruir emocionalmente

Laços de Ternura (Terms of Endearment) (1983)

Shirley MacLaine ganhou o Oscar merecidamente e ainda fez a continuação anos depois desse que é um dos filmes mais devastadores já feitos sobre amor materno, envelhecimento e perda. Juro, é para ver com muitos lenços por perto.
Onde ver no Brasil: Apple TV e aluguel digital

Mildred Pierce (2011)

Há o clássico do cinema com Joan Crawford (que ganhou o Oscar) mas a minissérie da HBO traz a espetacular Kate Winslet no papel título nessa história que transforma a maternidade em obsessão emocional. A relação entre Mildred a filha mistura amor, ressentimento e autodestruição de maneira quase sufocante.
Onde ver no Brasil: HBO Max

Flores de Aço (Steel Magnolias) (1989) e (2012)

O melodrama sulista definitivo sobre amizade feminina, maternidade e luto tem duas versões: a original, de 1989, com uma jovem Julia Roberts (indicada ao Oscar) e com Sally Field entregando uma das cenas mais emocionais do cinema americano dos anos 80. E há também a refilmagem, de 2012, com um elenco inclusivo e o mesmo dramalhão.
Onde ver no Brasil: MGM+ via Prime Video Channels e aluguel digital

O Quarto de Jack (Room) (2015)

Brie Larson ganhou um Oscar por interpretar uma mãe tentando preservar a infância do filho em circunstâncias extremas. O filme transforma maternidade em mecanismo de sobrevivência psicológica.
Onde ver no Brasil: Prime Video e catálogo rotativo no Telecine

Tudo Sobre Minha Mãe (All About My Mother) (1999)

Pedro Almodóvar transforma maternidade em memória, identidade, perda e reconstrução. Continua sendo um dos filmes mais emocionais da carreira do diretor.
Onde ver no Brasil: MUBI e aluguel digital
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 09 May 2026 14:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Conheça a história da origem do Dia das Mães e confira três receitas especiais para a data]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/conheca-a-historia-da-origem-do-dia-das-maes-e-confira-tres-receitas/466264/</link>
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				<description><![CDATA[O Dia das Mães é uma das datas mais emotivas do calendário. E muito mais do que flores ou presentes comprados, o que muitas mães desejam é presença, afeto e memórias compartilhadas. Poucas atividades reúnem tantos símbolos de cuidado quanto cozinhar juntos.

Conheça a história da data, o poder da cozinha familiar e três receitas especiais para você preparar ao lado de quem ama. Aproveite para surpreender sua mãe sem tirá-la da cozinha, se ela gosta de cozinhar, ou exatamente tirando-a do fogão se ela precisa de descanso.

Origens

Embora o Dia das Mães como conhecemos hoje tenha sido oficializado nos Estados Unidos em 1914 por influência de Anna Jarvis, suas raízes são muito mais antigas.

Na Grécia Antiga, celebrava-se Reia, mãe dos deuses. Os romanos tinham a Hilaria, em homenagem a Cibele. Já na Inglaterra medieval, existia o Mothering Sunday, quando servos podiam visitar suas mães e a igreja de sua infância.

Anna Jarvis criou a data nos EUA em homenagem à própria mãe, Ann Reeves Jarvis, que organizava grupos de mulheres para cuidar de soldados feridos na Guerra Civil. Anna era contra a comercialização – algo irônico, já que a data logo se tornou um dos maiores eventos de consumo do mundo.

No Brasil, o Dia das Mães foi instituído em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas, consolidando-se no segundo domingo de maio.

Mas a essência que resiste é a do encontro. E a cozinha, desde os rituais antigos de oferenda à grande mãe Terra até as mesas fartas de hoje, sempre foi um templo desse amor.

Cozinhar em família

Quantas lembranças afetivas não começam com cheiro de bolo assando, mãos enfarinhadas e vozes que se revezam entre uma dica de tempero e uma gargalhada? Cozinhar em família no Dia das Mães é um ato duplamente significativo, já que alimenta o corpo e nutre a memória.

A cozinha é um espaço de transmissão geracional. É ali que as receitas passam de avós para netos, que histórias são contadas enquanto se descasca uma batata, e que o afeto ganha forma de comida. Quando os filhos preparam uma refeição para a mãe, expressam gratidão. Quando cozinham com ela, criam um ritual horizontal, de troca.

Estudos mostram que cozinhar em conjunto reduz o estresse, melhora a comunicação e até ajuda crianças a desenvolverem paladar mais saudável. No Dia das Mães, que tal transformar a cozinha num palco de afeto? A ideia não é fazer pratos complexos, mas sim receitas que contêm histórias.

DICA

Nem todas as mães querem cozinhar no seu dia. Por isso, observe: se ela adora mandar na cozinha, façam tudo juntos; se ela vive sobrecarregada, a surpresa é levar para ela o café da manhã na cama e preparar o almoço com os irmãos sem que ela precise lavar um só prato.

Outra ideia é montar uma “estação de receitas”: cada filho fica responsável por um prato (entrada, principal, sobremesa) e a mãe só entra para dar o “ponto final”, se quiser.

O importante é o ambiente leve, sem pressa e sem cobrança por perfeição. Um brigadeiro queimado vira piada; um risoto muito duro vira sopa. A memória que fica é do riso juntos.

Pavê de limão

Ingredientes:


	1 pacote de biscoito de maisena (ou champanhe);
	1 lata de leite condensado;
	2 caixinhas de creme de leite;
	1/2 xícara de suco de limão (coado);
	Raspas de limão para decorar;
	Leite com 2 colheres (sopa) de açúcar para umedecer os biscoitos.


Modo de Preparo:

> Bata no liquidificador o leite condensado, o creme de leite e o suco de limão até engrossar (cerca de três minutos).

> Em um refratário, alterne camadas de biscoitos rapidamente molhados no leite adocicado e o creme de limão.

> Finalize com raspas.

> Leve à geladeira por quatro horas.

Bolo de cenoura com calda de chocolate

Bolo de cenoura com calda de chocolate
Foto: Magnific

Ingredientes:

> Para a massa


	3 cenouras médias picadas;
	3 ovos;
	1 xícara (chá) de óleo;
	2 xícaras (chá) de açúcar;
	2 xícaras (chá) de farinha de trigo;
	1 colher (sopa) de fermento em pó.


> Para a calda


	3 colheres (sopa) de manteiga;
	4 colheres (sopa) de chocolate em pó;
	1 lata de leite condensado (ou 1 caixa de creme de leite para versão mais leve).


Modo de Preparo:

> Bata no liquidificador as cenouras, os ovos, o óleo e o açúcar até ficar homogêneo.

> Transfira para uma tigela e misture a farinha peneirada.

> Por último, o fermento.

> Asse em forma untada (180°C por 35-40 min).

> Para a calda, derreta a manteiga com chocolate, acrescente o leite condensado e mexa até engrossar.

> Cubra o bolo ainda quente.

Risoto de cogumelos com vinho branco

Risoto de cogumelos com vinho branco
Foto: Magnific

Ingredientes:


	2 xícaras (chá) de arroz arbóreo;
	200 g de cogumelos frescos (shitake, shimeji ou Paris);
	1 cebola picada;
	2 dentes de alho;
	1/2 taça de vinho branco seco;
	1 litro de caldo de legumes quente;
	50 g de manteiga;
	50 g de queijo parmesão ralado;
	Sal, pimenta e salsinha.


Modo de Preparo:

> Refogue a cebola e o alho na manteiga;

> Acrescente os cogumelos até dourar;

> Adicione o arroz e mexa por dois minutos;

> Coloque o vinho e espere evaporar;

> Aos poucos, adicione o caldo (uma concha por vez), mexendo sempre;

> Quando o arroz estiver al dente e cremoso (cerca de 18 minutos), desligue o fogo.;

> Incorpore o parmesão e a salsinha. Sirva imediatamente.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 09 May 2026 09:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Percentuais de rejeição de cinco pré-candidatos ao Senado mostram que... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/leia-na-coluna-de-hoje/466229/</link>
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				<description><![CDATA[Américo Calheiros - poeta de ms

A fama é sempre maior que o homem. Os grandes a temem. Os tolos a enaltecem”.

FELPUDA 

Percentuais de rejeição de cinco pré-candidatos ao Senado mostram que a população de MS está dividida. Os resultados do Instituto de Pesquisa Resultado (IPR) e divulgados pelo Correio do Estado, indicam como anda o humor do eleitorado. Vander Loubet (PT) e Soraya Thronicke (PSB), estão na primeira e terceira colocação. Já o ex-deputado Capitão Contar aparece no segundo lugar. O senador Nelson Trad Filho (PSD) e Reinaldo Azambuja (PL) pontuam na quarta e quinta colocação, respectivamente. Como se vê... 

Foto: Divulgação

As obras da Rota da Celulose já começaram em Mato Grosso do Sul, marcando o avanço de um dos maiores projetos viários do Estado. A AGEMS acompanha de perto a execução, com fiscalizações contínuas para garantir qualidade e cumprimento do contrato. A concessionária Caminhos da Celulose apresentou balanço inicial das ações e cronograma do primeiro ano. O diretor-presidente da Agência, Carlos Alberto de Assis, destacou a importância desse início para consolidar a concessão. Os primeiros resultados incluem 402 quilômetros de rodovias com serviços executados e mais de 21 mil quilos de resíduos recolhidos. Também avançam ações de sinalização, roçada e instalação de dispositivos de segurança. A AGEMS já concluiu duas fiscalizações com relatórios técnicos que orientam ajustes. O coordenador da Câmara Técnica de Rodovias Vinícius Echeverria Brites reforça que o monitoramento começa ainda no planejamento das ações. A concessão também aposta em tecnologia, como o pedágio free flow e melhorias de conectividade.

 Luiz Octávio Pinho e Patricia Pinho - Foto: Studio Vollkopf

 

Sarah Oliveira - Foto: Divulgação

No quieto

Do lado do PP, há quem diga que a pretensão é eleger até três deputados federais, o que mostra que o partido está ciente de que precisa mostrar sua importância no contexto político. Atualmente, o Progressistas não tem nenhum representante na Câmara Federal, mas pretende mudar esse quadro. O partido trouxe Dagoberto Nogueira para o partido e nessas eleições pretende lançar outros, ainda guardados a sete chaves.

Otimismo

Esse grupo projeta que o governador Riedel poderá “encerrar a fatura” no primeiro turno, o que fortaleceria os nomes da senadora Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, líder maior do PP, e do ex-governador Reinaldo Azambuja, presidente do PL. A justificativa é que ambos sempre procuraram atuar juntos, o que não aconteceu nas eleições municipais passadas, mas isso não causou ruptura no relacionamento político entre as duas lideranças, que voltaram a jogar unidos.

Em debate

“Maio Laranja – Mês de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes” é evento especial que o curso de Psicologia do Centro Universitário Anhanguera Unaes de Campo Grande realizará, nos próximos dias 11 e 12. Ele é aberto ao público, mas é necessário realizar inscrição.

Aniversariantes 

@@NOTICIA_GALERIA@@

Sábado (9)

Luzanidia Martins Miranda;
Rogelho Massud Junior;
Nicole Almeida Assis Mandetta;
Abilio Corrêa;
Gibran Ernesto de Oliveira;
Kazuo Sasai;
Marcos Antonio de Araújo Alarcon;
Dr. Roberto Guite Melges;
Sérgio Luiz Dall’Igna;
Fernando dos Santos Chaves;
José Jair Cantos Moreira;
Vesnilta Costa Coelho;
Laura Trindade de Abreu;
Irma Aparecida Beraldo de Andrade;
Antônio Mendes;
Francisco José Silva Filgueiras;
Alzira Luiza Pereira de Camillo;
Leonardo Ricartes;
José Benedito da Silva;
Dayana Pricilla da Silva Mota;
José Cardoso Sobrinho;
Anderson Machado Santana;
Marcos de Souza Martins;
José Oscar Pimentel Mangeon Filho;
Humberto de Matos Brittes;
Dr. Paulo Abdo do Seixo Kadri;
Olávio Striquer;
Cláudio Eduardo Geraldo Agi;
Geraldo Pedroso;
João Bispo Nascimento;
Diva Padoim;
Naho Zenhitsi Adania;
Sônia Regina Gebrim;
Mafalda Maria Pereira Targino;
Rui Menezes;
José Ricardo Lyvio;
Edson Takayassu;
Luiz José Bataglim Brum;
José Norberto Medeiros Junior;
Neide Rezek;
Gentil Teodoro do Espírito Santo;
Maria Aparecida Ortiz;
Cleuza Loureiro Mascarenhas;
Alessandra Barbosa Spence;
Ayres Ferreira Souto;
Márcia Gonzaga Rocha;
MariIda Otto Mata;
Olga Vieira Moraes;
Fátima Augusto Gonçalves Montanha;
Dr. Edil Afonso Albuquerque Junior;
Oscar Medina Baldomar;
Valdir Vieira Torres;
Carlos Alberto Alves;
Valdir de Souza Oliveira;
Ângela Nogueira Fonseca;
Luciano Nomura;
Cláudia Luciana Nomura;
Nair Barbosa Paes de Barros;
Maria do Carmo da Costa Castro;
Yolanda de Lima Valdez;
Olivar Joaquim Correa;
Maria Emilia Santeiro;
Gilberto Nunes de Almeida;
Maysa Porto Costa;
Sérgio Tetsuo Kague;
Luiza Sotoma Oshiro;
Fernanda Gotz;
Leandro Lyrio;
Yoshiyuki Saito;
Simone Pimentel Arguelho;
Terezinha Nunes Barbosa Dotto;
Samira Nimer;
Carlos Ismar Baraldi;
William Wagner Maksoud Machado;
Ademir Kades;
Wanessa Rossatti Spence;

Domingo (10)

Gleide Ramos Flores;
Dr. José do Couto Vieira Pontes;
Patrícia Tavares Manzione José Alfredo Buainain;
Mujica de Kamis;
Gabriela Rojas;
Afeife Mohamad Hajj;
Abigair Martins Barros;
Lucia Salsa Correa;
Margarida Maria Wanderley Ouriveis;
Pedro Alexandre de Oliveira;
Takaci Honji;
Vilma Maria Inocêncio Carli;
João Alencar Dosso;
Emiliano Dias;
Lázaro Queiroz Moreira;
Juscelene Pereira de Arantes;
Maria Cristina Zorzeto;
Daniela Rodrigues Azambuja Miotto;
Samy Weise Khouri;
Emerson Barbosa Holosback;
José Normando Ventrella;
Djalmir Medina Leirias;
Maria Lúcia Vieira Schwengber;
Antonio Airton Bezerra de Oliveira;
Bruno Henrique de Oliveira Rezende;
Arthur Ulisses Curado Filho;
Vera Lúcia Calixto Vieira Daige;
Dr. Sebastião Rolon Neto;
Olegna Ferreira de Macedo;
Cecília Britto;
Daniel Macedo Pavão;
Leandro Marques;
Laudelina Alves Costa;
Amarildo Miranda Melo;
Gabriel Yukio Shiraishi;
Severina do Nascimento Valério;
Amílcar Moreno Peixoto;
Ivanir de Oliveira Flôres Barros;
Antônio Carlos Monteiro Espíndola;
Giuara Camargo Rodrigues;
Dienyfer Nogueira Parra;
Sérgio Marques Martins;
Maria da Glória Conte;
Antonina da Silva Saraiva;
Luiz Aparecido Lanzarini;
Mauro Chacha;
Silvana Bastos da Costa;
Maria Cristina Arashiro;
Sônia Elvira Vieira Marques;
Homero Rebuá Cândia;
Levy Dias;
Paulo Henrique Cruz;
Cecilia Serpa Henz;
Caroline Faveron Trevizan;
Silvia Regina Massarotte Ibanhes Pereira;
Raffaella da Rosa Pellizzon;
Leiva Rodrigues do Prado Vendruscolo;
Anderson Régis Pasqualeto;
Fernanda Grezzi Urt;
Paulo Roberto Massetti;
Letícia Fernandes Reinoso;
Juarez da Silva Junior;
Fernando Varley Ramos de Souza;
Américo Oliveira Rezende;
Nalvo Zenhitsi Adania;
Lourival Angelo Ponchio;
Féis Hussem Jaruch Junior;
Carlos Alberto Abdo;
Roberto Fuchi;
Norma Regina da Silva Nakasone;
Paulo Sérgio Almeida Rego Prandini;
Ruben Diogo Urizar;
Virginia de Fátima Marques;

Colaborou Tatyane Gameiro
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 09 May 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Michel Teló faz show gratuito em maio em Campo Grande]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/michel-telo-faz-show-gratuito-em-maio-em-campo-grande/466233/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/michel-telo-faz-show-gratuito-em-maio-em-campo-grande/466233/</guid>
				<description><![CDATA[Nascido em 1981 na cidade de Medianeira, no Paraná, mas criado em Mato Grosso do Sul, Michel Teló trará uma apresentação gratuita para o sul-mato-grossense ainda este mês, com show marcado para o próximo dia 16, às 19h, no Parque das Nações Indígenas. 

Com cerca de doze milhões de seguidores nas redes sociais, o músico é dono de "hits" icônicos, como as músicas "Ei, Psiu Beijo Me Liga" e a popular  “Ai Se Eu Te Pego”, a qual o clipe já ultrapassa a marca de 1,2 bilhões de visualizações. 

Casado com Thaís Fersoza desde 2012, o pai da Melinda e do Teodoro, de nove e oito anos respectivamente, vêm até Campo Grande para apresentação na Semana S do Sistema de Comércio do Mato Grosso do Sul. 

Além de sucessos na sua voz, como a música "Casal Modão", gravada para a faixa estendida (EP) “Churrasco do Teló”, e a canção "Fuzuê" que ficou marcada como abertura de novela da Globo, esse show deve trazer novidades para o público. 

Isso porquê o repertório promete ainda algumas versões do projeto recém-lançado, “Sertanejinho do Teló”. Ouça: 



Nessa nova roupagem, o público poderá aproveitar a personalidade de Michel Teló para clássicos brasileiros, como “Convite de Casamento”, “Anna Julia” e “Exagerado”, além de “Metamorfose Ambulante”, imortalizadas, respectivamente, nas vozes dos icônicos Gian & Giovani; Los Hermanos; Cazuza e Raul Seixas.

Conforme divulgado, para essa versão do eterno "Maluco Beleza", inclusive, Michel Teló prepara até mesmo uma apresentação na bateria. 

“O repertório do show, que também tem novo cenário, segue com as músicas que não podem faltar, mas agora o público vai poder curtir e dançar também com as canções do ‘Sertanejinho’. São músicas que gosto de tocar quando não estou no palco, com meus amigos e família, mas que agora o público todo vai poder ouvir", conclui Michel em nota. 

SERVIÇO

Local: Parque das Nações Indígenas
Data: Dia 16 de maio | sábado
Horário: 19h
Preço: Entrada Gratuita

Assine o Correio do Estado
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 08 May 2026 13:03:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Beatles 4Ever traz show histórico a Campo Grande]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/beatles-4ever-traz-show-historico-a-campo-grande/466228/</link>
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				<description><![CDATA[Os fãs de rock clássico e da música britânica já podem se preparar para uma verdadeira viagem no tempo. O espetáculo “Beatles 4Ever – O Sonho Não Acabou” chega a Campo Grande no dia 20 de junho, às 20h, no Teatro Glauce Rocha, prometendo recriar no palco a atmosfera dos shows da banda que revolucionou a história da música mundial.

Considerada a maior banda do Brasil que realiza tributo aos Beatles, a Beatles 4Ever acumula quase cinco décadas de história e carrega um feito raro: foi o primeiro grupo tributo aos Beatles criado no País. Fundada em 1976, a banda estreou oficialmente em 1980, no tradicional Teatro Procópio Ferreira, e desde então construiu uma trajetória marcada pela fidelidade estética e musical ao quarteto de Liverpool.

O espetáculo se tornou referência entre admiradores da obra de John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr. A proposta da Beatles 4Ever é reproduzir diferentes fases da carreira dos Beatles, desde os primeiros anos da beatlemania até os períodos mais experimentais da banda inglesa, recriando não apenas as músicas, mas também os figurinos, instrumentos e o clima que marcaram época.

Ao longo de mais de 5 mil apresentações realizadas em todo o Brasil, a Beatles 4Ever consolidou um público formado por diferentes gerações. O fenômeno se explica pela permanência do legado dos Beatles na cultura popular e pela capacidade do espetáculo de unir nostalgia e emoção em uma apresentação que aproxima o público da experiência original vivida pelos fãs nas décadas de 1960 e 1970.

As roupas e acessórios utilizados no palco são réplicas fiéis dos figurinos usados pelos Beatles em apresentações históricas, reforçando a sensação de imersão no universo da banda britânica. Cada detalhe do show busca reproduzir a identidade visual que transformou o grupo em um dos maiores ícones da música mundial.

A preocupação com a autenticidade também aparece na sonoridade. Os músicos utilizam equipamentos e arranjos inspirados nos originais, recriando timbres que marcaram clássicos como “Hey Jude”, “Let It Be”, “Yesterday”, “Come Together” e “Twist and Shout”.

Além da performance musical, outro elemento que se tornou marca registrada da Beatles 4Ever é a interação constante com a plateia. Durante o espetáculo, o público é convidado a cantar junto, participar dos momentos mais emblemáticos do repertório e mergulhar na atmosfera da chamada beatlemania.

SHOW HISTÓRICO

Entre os momentos mais emblemáticos da trajetória do grupo está a apresentação realizada durante a 7ª edição da Virada Cultural de São Paulo 2011. Na ocasião, a Beatles 4Ever realizou um feito inédito: executou ao vivo todas as músicas lançadas pelos Beatles em uma apresentação de 24 horas consecutivas.

O evento reuniu mais de 100 mil pessoas e colocou a banda brasileira em evidência internacional. Até hoje, a Beatles 4Ever é reconhecida como a única banda do mundo a ter realizado um show com todo o repertório oficial dos Beatles executado ao vivo em uma única apresentação.

O marco ajudou a consolidar o grupo como uma das principais referências do gênero tributo na América Latina, ampliando o reconhecimento conquistado ao longo de décadas de estrada.

IMAGINÁRIO POPULAR

Mais de 50 anos após o fim oficial da banda britânica, os Beatles continuam sendo referência cultural para artistas, músicos e fãs ao redor do mundo. O quarteto formado em Liverpool redefiniu a indústria fonográfica, revolucionou a estética do rock e influenciou gerações inteiras com composições que atravessaram décadas.

Canções lançadas nos anos 1960 permanecem presentes em playlists, trilhas sonoras, filmes, séries e apresentações ao vivo, demonstrando a força atemporal do repertório criado pelo grupo inglês.

É justamente essa permanência que ajuda a explicar o sucesso contínuo de espetáculos como “O Sonho Não Acabou”. A apresentação aposta na memória afetiva do público, mas também dialoga com novas gerações que conheceram os Beatles por meio do streaming, das redes sociais e das constantes regravações feitas por artistas contemporâneos.

Para muitos fãs, assistir a um tributo como o da Beatles 4Ever é a oportunidade mais próxima de experimentar a energia de um show da banda inglesa, especialmente para aqueles que nasceram décadas após o fim do grupo original.

SERVIÇO

“Beatles 4Ever – O Sonho Não Acabou”
Data: 20 de junho;
Horário: às 20h;
Local: Teatro Glauce Rocha;

Os ingressos já estão à venda no stand localizado no Comper Jardim dos Estados, ao lado da loja O Boticário. O atendimento é realizado de segunda-feira a sábado, das 13h às 18h30min.

Também é possível comprar pela internet por meio do site oficial da produção: www.pedrosilvapromocoes.com.br

O espetáculo possui classificação indicativa de 10 anos.

A realização é de Pedro Silva Promoções & Jamelão.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 08 May 2026 11:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Feira de adoção tem pets à espera de um lar no Dia das Mães]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/feira-de-adocao-tem-pets-a-espera-de-um-lar-no-dia-das-maes/466227/</link>
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				<description><![CDATA[Feira de adoção de pets ocorre neste domingo (10), Dia das Mães, das 9h às 12h, na Praça Bolívia, localizada na esquina das ruas das Garças com Aníbal de Mendonça, bairro Coophafé, em Campo Grande.

São 50 animais, entre cães e gatos, filhotes e adultos, disponíveis para adoção. Esta é a oportunidade para adotar um filho de quatro patas em pleno Dia das Mães. Os pets estão vermifugados e passaram por avaliação médico veterinária.

Interessados em adotar um animal devem ser maior de 18 anos e apresentar documento oficial com foto e comprovante de residência. Também é importante levar coleira/corrente ou caixa de transporte.

Veja fotos dos pets:

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O objetivo é encontrar um novo lar para animais que foram resgatados em situação de abandono e maus-tratos, além de oferecer uma nova oportunidade para cães que sofreram no passado, mas que agora estão prontos para viver em um lar cheio de carinho e responsabilidade.

A realização é da Subsecretaria de Bem-Estar Animal (Subea), por meio da Prefeitura Municipal de Campo Grande (PMCG).

A adoção também ocorre de maneira permanente, todos os dias, inclusive aos finais de semana e feriados, no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), localizado na avenida Senador Filinto Muller, número 1.601, vila Ipiranga, em Campo Grande.

O CCZ funciona de segunda a sexta-feira das 17h às 19h30min e sábados, domingos e feriados das 14h às 19h.

SERVIÇO


	Data: domingo - 10/05/2026 
	Horário: das 9h às 12h 
	Local: Praça Bolívia - rua das Garças com Aníbal de Mendonça

]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 08 May 2026 10:40:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Fim de semana do Dia das Mães está repleto de atividades para todos os gostos e idades]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/fim-de-semana-do-dia-das-maes-esta-repleto-de-atividades-para-todos-os/466212/</link>
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				<description><![CDATA[O segundo fim de semana de maio chega movimentado em Campo Grande, com uma programação cultural que mistura música, teatro, cinema, gastronomia, ações sociais, manifestações religiosas, atividades infantis e grandes eventos gratuitos espalhados pela cidade.

No fim de semana do Dia das Mães, o público poderá acompanhar desfiles de moda autoral, shows históricos do rock sul-mato-grossense, espetáculos de dança, festas tradicionais centenárias e atrações para as crianças.

Entre os destaques estão o evento Mães no Bosque, no Shopping Bosque dos Ipês, o encontro das bandas Naip e Bêbados Habilidosos, no Road House Old Sheep, além da tradicional Festa de São Benedito, na Comunidade Quilombola Tia Eva, que completa 107 anos de história e resistência cultural.

Mães no Bosque

O Shopping Bosque dos Ipês prepara um dos fins de semana mais movimentados do Mês das Mães com a programação especial Mães no Bosque, que segue até o dia 17, reunindo moda, empreendedorismo feminino, cultura e entretenimento na praça central do shopping.

Os momentos mais aguardados da programação estão concentrados amanhã. Às 15h, acontece o painel Mães que Empreendem: Cuidando do Hoje, Construindo o Amanhã, com Adriana Cândido, CEO da Eloo Contabilidade, e Cleide Moreno, especialista em Ativos Digitais.

Na sequência, às 16h, a artista plástica Iacita Azamor apresenta o desfile “Das Telas para a Moda”, com peças inspiradas em suas próprias obras e referências à fauna e à flora sul-mato-grossense.

Às 16h30min, a empresária e influenciadora Sidney Volpe sobe à passarela com o desfile “Elegância Tem Assinatura”, promovido pela Maison Volpe, em parceria com Fernanda Amorim.

Fechando a programação fashion deste sábado, às 17h, o público acompanha o desfile “Tal Mãe, Tal Pet – Laços que Não Precisam de Palavras”, reunindo tutores e animais de estimação em um momento afetivo e descontraído.

Durante todo o fim de semana, o shopping também recebe a Feira de Economia Criativa, reunindo mulheres empreendedoras e marcas autorais, além da Sala da Mulher Empreendedora, em parceria com a Secretaria Executiva da Mulher (Semu).

No domingo, das 16h às 20h, acontece ainda a Feirinha de Adoção Pet, em parceria com o projeto Anjos da Dani.

Cinema

Cinema “Billie Eilish” - Dirigido por James Cameron, o longa acompanha apresentações e bastidores da última turnê da cantora
Foto: Divulgação

As telonas também prometem atrair o público durante o fim de semana. Entre as estreias estão “Mortal Kombat 2”, “Iron Maiden: Burning Ambition” e Billie Eilish – Hit Me Hard and Soft: The Tour”.

Continuam em cartaz produções como “O Diabo Veste Prada 2”, “Michael”, “Zico, o Samurai de Quintino” e “Super Mario Galaxy: O Filme”.

Outro destaque da programação cinematográfica é “Ovelhas Detetives”, produção voltada ao público infantojuvenil que acompanha um grupo de ovelhas investigando um misterioso incidente em uma fazenda.

Rock

MÚSICA Naip - O projeto Road House Sessions recebe, pela primeira vez, a banda Naip no palco do Road House Old Sheep
Foto: Divulgação

Amanhã também será marcado por uma noite histórica para os fãs de rock em Campo Grande. O projeto Road House Sessions recebe, pela primeira vez, a banda Naip no palco do Road House Old Sheep.

Com 27 anos de trajetória, mais de 400 shows e apresentações ao lado de nomes como Jota Quest, Nando Reis, O Rappa e Ira!, a Naip promete um repertório que mistura clássicos nacionais e internacionais do rock.

A noite terá ainda apresentação da lendária banda Bêbados Habilidosos, considerada uma das maiores referências do blues no Centro-Oeste, além de sets da DJ Nathalia Albuquerque.

O evento começa às 17h e os ingressos estão disponíveis pela plataforma Sympla.

Festa de São Benedito

De hoje ao dia 17, a Comunidade Quilombola Tia Eva realiza mais uma edição da tradicional Festa de São Benedito, considerada uma das manifestações religiosas e culturais mais importantes de Mato Grosso do Sul.

A celebração nasceu a partir de uma promessa feita por Eva Maria de Jesus, conhecida como Tia Eva, mulher negra fundadora da comunidade quilombola que hoje leva seu nome. Há mais de um século, a festa reúne fé, memória, música, esporte e confraternização comunitária.

A programação inclui missas, terços, procissões, rodas de samba, shows de pagode e sertanejo, bailes, apresentações culturais, torneios de futebol society, corrida de rua e atividades comunitárias.

FESTA São Benedito - Tradicional festividade comemora 107 anos de existência
Foto: Vaca Azul

Entre os momentos mais aguardados estão o tradicional levantamento do mastro de São Benedito e a procissão pelas ruas da comunidade.

A Igreja de São Benedito, construída inicialmente em barro e, posteriormente, em alvenaria, em 1919, é tombada como patrimônio cultural municipal e estadual desde 1998.

SESC 

O Sesc Teatro Prosa recebe uma programação gratuita com música e espetáculo infantil.

Hoje, às 19h, a cantora Bell Éter apresenta o show “Bell Éter Canta Grandes Vozes”, com releituras de artistas como Maria Bethânia, Marília Mendonça, Djavan, Liniker, Whitney Houston e Sam Smith.

Amanhã, às 16h, o público infantil poderá assistir ao espetáculo “Dona Joaninha e o Eclipse Solar”, do Grupo Casa.

No interior do Estado, o Sesc Corumbá realiza, hoje, às 18h, uma programação especial de contação de histórias voltada para crianças e famílias, reunindo narrativas, brincadeiras e atividades interativas.

Os ingressos gratuitos estão disponíveis pela plataforma Sympla.

Para a criançada

As crianças também têm diversas opções de lazer neste fim de semana em Campo Grande.

A Arena Nickelodeon entra em sua última semana de funcionamento, reunindo atrações inspiradas em personagens como Patrulha Canina, Bob Esponja Calça Quadrada e Dora Aventureira.

Já o Yuup Experience aposta em uma estrutura com mais de 20 atrações, incluindo arena de trampolins, basquete, infláveis, futebol interativo, motos elétricas, fliperamas e espaços para crianças pequenas.

Festa das Nações Amigas

Até amanhã, o Comper Itanhangá recebe a terceira edição da Festa Inclusiva das Nações Amigas de MS.

O evento reúne apresentações culturais, artesanato, comidas típicas e atividades infantis, com participação de representantes de Brasil, Bolívia, Espanha, Líbano, Japão, Paraguai, Portugal e Itália.

A programação também conta com forte caráter social. Toda a praça de alimentação será administrada por instituições beneficentes como Abreac-MS, AOMS, Iafra, Ismac e ONG Recanto da Criança, com renda revertida para os projetos participantes.

Ato inter-religioso

Amanhã, das 9h às 12h, a Praça Ary Coelho recebe o ato inter-religioso Campo Grande Veste Branco pela Paz.

A mobilização reúne representantes de diferentes crenças e tradições espirituais em defesa da liberdade religiosa e contra a intolerância e o racismo religioso.

A programação inclui apresentações culturais, falas públicas e tendas informativas sobre diferentes práticas religiosas. A organização orienta que os participantes vistam roupas brancas e levem 1 quilo de alimento não perecível ou 1 litro de água mineral para doação.

Aquece MS

Quem quiser aproveitar amanhã para praticar solidariedade também pode participar do dia D da campanha Aquece MS.

A arrecadação acontece das 8h às 13h, em formato drive-thru, no Comper da Avenida Brilhante. A campanha arrecada roupas, cobertores e itens de inverno para famílias em situação de vulnerabilidade social.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 08 May 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[O deputado Renato Câmara e o prefeito de... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/o-deputado-renato-camara-e-o-prefeito-deleia-na-coluna-de-hoje/466175/</link>
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				<description><![CDATA[Jean-Jacques Rousseau - filósofo suiço

"Não sei ver nada do que vejo; vejo bem apenas o que relembro e tenho inteligência apenas nas minhas lembranças”.

FELPUDA

O deputado Renato Câmara e o prefeito de Ivinhema Juliano Ferro continuam na luta de esgrima por questões administrativas. Os dois são adversários há anos e desde então sempre usam suas redes sociais na busca do touché  um contra o outro. Mais recentemente, o alcaide desafiou  o parlamentar para “esgrimir” em uma emissora de rádio para, num duelo verbal, fazer comparativos das duas administrações. O deputado já foi prefeito daquele município e, assim como o oponente, tece críticas sobre saldos alcançados pelas gestões em “estocadas” verbais cada vez mais contundentes. Vai daí...

Consumo

O Dia das Mães deverá aquecer o comércio de Campo Grande, com consumidores dispostos a gastar até R$ 200, priorizando pagamento à vista, segundo pesquisa do Procon Municipal realizada entre 23 e 30 de abril. Perfumes e cosméticos lideram a preferência (24,1%).

Mais

E são seguidos por acessórios como bolsas e relógios (16,1%) e calçados (12,6%). Também aparecem roupas e eletrodomésticos (8% cada), além de chocolates (6,9%), flores (5,7%), eletrônicos (3,4%) e livros (2,6%), indicando variedade nas escolhas para presentear.

 Sarah Bennett Farias e Caique Bueno Farias - Foto: Arquivo Pessoal

 

 Fátima Bernardes - Foto: Arquivo Pessoal

Complicou

A decisão do Conselho de Ética em suspender o seu mandato por dois meses, é tudo o que o deputado federal Marcos Pollon (PL) não desejava. Ele ainda mantém seu nome como pré-candidato à segunda vaga para o Senado e punição dessa natureza é um fator altamente complicador. Pollon poderá ainda recorrer à Comissão de Constituição e Justiça, antes do caso ser votado em plenário. Vale lembrar que ele é ainda alvo de outra representação: a de ter ofendido o presidente da Casa em praça pública. Assim sendo...

Companheiro

Durante entrevista à uma emissora de Campo Grande, no último dia 6, o governador Riedel declarou que o nome para compor a chapa da reeleição é do atual vice-governador Barbosinha. Assim, confirmou o que o Diálogo havia antecipado. Mais uma vez a região da Grande Dourados estará representada na disputa das eleições deste ano e esse mover de peças, segundo fontes políticas, prepara o terreno para 2030.

Galope

Na pesquisa espontânea de intenções de votos para o governo do estado, divulgadas pelo Correio do Estado,  o governador Eduardo Riedel (PP) está “ano-luz” a frente dos seus principais concorrentes, como o ex deputado Fábio Trad (PT) e o deputado estadual João Henrique Catan (Novo). A cinco meses das eleições, no tête-â-tête, fala-se que dificilmente haverá uma mudança considerável no humor do eleitor com relação ao momento atual.

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@

Roberta Capalbo;
Dr. José Augusto de Souza;
Neuza Fabrete da Silva;
Hélio Queiroz Daher;
Marluce Manvailer Esgaib;
Afonso Michels;
Jorge Benjamin Cury;
Roney Costa Cunha;
Osvaldo Avelino da Cruz;
Maria Taira;
Jair Antonio de Oliveira;
Maria Oneide Alves Evangelista;
Alba Regina Pereira de Souza;
Bráulio Barbosa de Oliveira Júnior;
Sandra Mara da Cunha;
Mario José Basso;
José Ricardo Pereira Cabral;
Alexandre Zavam;
Maria Divina de Oliveira;
Roberto Arcângelo;
Etiene Alves Vilela;
Charles Gonçalves Francisco;
Lourdes Elerbrock;
Franklin Rodrigues Masruha;
Gisele de Andrade Pereira;
Márcio Matsu Arakaki;
Miguel Angelo Lescano;
Thiago de Sá Arakaki;
Rita Cássia Santos Humsi Rayes;
Fernanda Porfírio Munhoz;
Dr. Ney Lacerda Faria;
Eduardo Machado Metello Junior;
Adelaide Dias;
Eduardo Correa;
Ricardo Girão D’Avila;
Edvaldo Alves de Queiroz;
Dr. Délcio Gonçalves da Silva Júnior;
Elizabeth Teixeira de Oliveira;
Bernardo Teixeira Domingues;
José Lucas da Silva;
Adriano Passarelli;
Fernando Augusto de Souza Melo;
Nelson de Paulo;
Vera Lúcia Rosa Telles;
Flávia Veiber de Abreu;
Izaura Girão Lacerda;
Décio Zunari Sena Neto;
Adão Ferreira Garcia;
Marcílio Miyahira;
Ayrton de Albuquerque Filho;
Hilton Cesar Aragão Leite;
Cristina de Barros Picon;
Sacha Dimitrou Kussarew;
Ezio Pedro Furlan;
Júris Jankauskis Junior;
Alcyone Pereira de Freitas;
Irma Rodrigues Pereira;
Ronaldo Calabrisi;
Luiz Agostinho do Espírito Santo;
Leandro Bossay Albuquerque;
Carlos Edy Sá de Medeiros;
José Henrique Cardoso da Silva;
Letícia Alves de Melo;
Nelma da Costa Ferreira;
Tereza de Castro Nogueira;
Eloísa Campos Monteiro;
Maria Helena Nantes Nogueira;
Alba de Souza Macedo;
Johny Peterson Vieira da Silva;
Dr. José Alberto Rondon Severo dos Santos;
Marcos Cesar Rezende;
Rafael de Oliveira Silva;
Walter Bonfim Manhães;
Cristina de Araujo Costa;
Maria Alzira Santiago;
Raul Garcia Mendes;
Ana Claudia Pereira da Silva;
Edgard Nunes Xavier;
Valdirene da Silva;
Margarida Barbosa;
Maria Emília Lopes;
Francisco Menezes Bandeira;
Patrícia Pereira;
Adão Loureiro de Oliveira;
Antônio Gomes do Vale;
Manoelino Donizete Ferreira;
Fábio Francisco Rondon Magalhães;
Afrânio Campagna Gonçalves;
José Roberto Oliveira Bonilla;
Mário Lima Espindola;
Marta Rodrigues de Matos;
Armen Chinzarian Junior;
Dr. Marcos Roberto de Almeida Lima;
Talita Pestana;
Diogo Gonzales Lelis;
Alvaro Cesar Cavazzani;
Jorge Elias Seba Neto;
Nelson Mitio Nakamura;
Larissa Maria Gomes Barca Everlin;
Ana Paula Yamada;
Josinett Maria Benites Martinelle;
Nelson de Oliveira Brait;
Orlando Ducci Neto;
Genicy de Fátima Mondadori Campetti;
Elisa Ajala;
Dina Akrama Eljaji;
Juliana Dalla Pria Ferreira da Silva;
Alexandre Ribeiro Brum;
Juliana Ramos Maffezzolli Sanches. 

Colaborou Tatyane Gameiro.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 08 May 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Clemente Nascimento volta a Campo Grande para o Araruna Fest após "renascer" na Capital]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/clemente-nascimento-volta-a-campo-grande-para-o-araruna-fest-apos/466152/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/clemente-nascimento-volta-a-campo-grande-para-o-araruna-fest-apos/466152/</guid>
				<description><![CDATA[A música sempre foi uma forma de traduzir sentimentos difíceis de explicar e poucos gêneros fazem isso com tanta intensidade quanto o rock. Em Campo Grande, essa força ganha forma na segunda edição do Araruna Fest, marcada para o dia 30, no Bosque Expo, no Shopping Bosque dos Ipês.

O evento se consolida como um encontro de gerações e histórias e, principalmente, uma celebração à vida.

Entre riffs, letras marcantes e memórias afetivas, o Araruna Fest deste ano carrega um significado ainda mais profundo.

Isso porque traz de volta à cidade o músico Clemente Nascimento, um dos nomes mais importantes do punk rock nacional, em uma participação que vai além da música: é um retorno simbólico após um dos momentos mais delicados de sua vida.

RETORNO

Figura central do rock brasileiro desde os anos 1980, Clemente Nascimento construiu sua trajetória em bandas como Plebe Rude e Inocentes, tornando-se referência no cenário punk. Sua presença no Araruna Fest, no entanto, carrega um peso emocional que ultrapassa a música.

Clemente Nascimento - Foto: Caru Leão

Em 11 de dezembro de 2025, durante a primeira edição do festival, o artista passou mal momentos antes de subir ao palco.

O que inicialmente parecia um infarto revelou-se uma condição ainda mais grave: uma dissecção de aorta dos tipos A e B – um rompimento na principal artéria do corpo humano, com altíssimo risco de morte.

Aos 62 anos, Clemente enfrentou uma corrida contra o tempo. Submetido a uma cirurgia complexa na Santa Casa de Campo Grande, sob os cuidados do cardiologista Raony Paniquar e sua equipe, o músico passou mais de 20 dias internado. Durante esse período, ainda enfrentou uma pancreatite, complicação que exigiu cuidados intensivos.

As chances de sobrevivência eram mínimas – cerca de 10%. Mas o desfecho contrariou as estatísticas.

Clemente se recuperou sem sequelas, em um processo que ele próprio descreveu como um “renascimento”.

Em suas redes sociais, o artista fez questão de agradecer à equipe médica e ao carinho recebido na capital sul-mato-grossense. A relação com a cidade se fortaleceu a ponto de ele se declarar “sul-mato-grossense de coração”.

Agora, seu retorno ao Araruna Fest não será como atração musical, mas como apresentador ao lado da jornalista Maria Cândida.

A organização do evento também prepara uma homenagem especial, reunindo na plateia os profissionais de saúde que participaram diretamente de sua recuperação, incluindo o próprio médico responsável pela cirurgia.

SHOW PRINCIPAL

Se a presença de Clemente representa a celebração da vida, o show principal do Araruna Fest traduz a trilha sonora dessa história. No topo do line-up está Frejat, um dos maiores nomes do rock nacional.

Frejat - Foto: Ian Rassari

Ex-integrante do Barão Vermelho e parceiro histórico de Cazuza, o cantor e compositor construiu uma carreira marcada por letras intensas e melodias que atravessam décadas. No espetáculo “Frejat Ao Vivo”, o artista revisita sucessos que continuam atuais e profundamente conectados ao público.

No repertório, não devem faltar clássicos como “Exagerado”, “Bete Balanço”, “Maior Abandonado” e “Pro Dia Nascer Feliz”, além de hits da carreira solo como “Amor Pra Recomeçar”, “Por Você” e “Segredos”. Canções que, mais do que nostalgia, funcionam como pontes entre diferentes gerações.

Acompanhado por uma banda experiente, Frejat promete uma apresentação que mistura energia, emoção e memória afetiva, elementos que ajudam a explicar por que suas músicas permanecem relevantes mesmo décadas após o lançamento.

CENA LOCAL

O Araruna Fest também aposta na valorização da cena local e na renovação do rock. A programação inclui artistas que representam diferentes momentos e estilos do gênero.

Entre eles está O Bando do Velho Jack, banda que celebra três décadas de trajetória e se consolidou como uma das mais importantes de Mato Grosso do Sul. Com forte identidade regional, o grupo mistura influências do rock clássico com elementos culturais locais.

Outro destaque é a cantora Erica Espíndola, conhecida por sua potência vocal e presença de palco marcante.

Abrindo a noite, a School of Rock leva ao palco jovens músicos, simbolizando o futuro do gênero.

O FESTIVAL

O Araruna Fest chega à segunda edição com a proposta de ir além do entretenimento. A ideia é criar um ambiente de encontro – entre artistas e público, entre passado e presente, entre memória e descoberta.

A escolha do Bosque Expo como cenário reforça essa proposta, oferecendo estrutura para receber o público com conforto e promover uma experiência completa. 

A mistura de gerações é um dos pilares do festival. De um lado, fãs que acompanharam o auge do rock nacional nas décadas de 1980 e 1990; de outro, jovens que estão descobrindo o gênero agora. No meio disso, histórias que se cruzam, reconhecem-se e se reinventam.

>> Serviço

Araruna Fest – 2ª edição

Local: Bosque Expo – Shopping Bosque dos Ipês.
Endereço: Av. Cônsul Assaf Trad, nº 4.796, Campo Grande.
Data: dia 30 de maio.
Ingressos: a partir de R$ 65 pelo Sympla.
Abertura dos portões: às 17h30min.

Programação:

18h30min – School of Rock;
19h – Erica Espíndola;
21h – O Bando do Velho Jack;
23h – Frejat.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 07 May 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Parlamentar que dificilmente aparecia cá por... Leia na coluna de hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[Ronald Reagan - estadista americano

"O governo é como um bebê: um canal alimentar com um enorme apetite numa ponta e nenhum senso de responsabilidade na outra”.

FELPUDA 

Parlamentar que dificilmente aparecia cá por essas bandas, ao que parece “descobriu” geograficamente onde fica Mato Grosso do Sul e tornou-se figurinha carimbada nos últimos tempos. O dito-cujo não está perdendo a chance de atuar como “papagaio de pirata” nos eventos públicos, colocando-se, na maioria das vezes, como protagonista de ações que, na verdade, têm muitos outros participantes. Tudo indica não estar disposto em abrir mão dessa prática considerada, digamos assim, oportunista. Para quem conhece a figurinha, sabe que é um “especialista”  em ser raposa em pele de cordeiro. 

Primeira

A juíza da Vara da Infância, Adolescência e Idoso de Campo Grande, Katy Braun do Prado, assumiu a presidência da Associação Brasileira de Magistrados da Infância e da Juventude (Abraminj), que reúne juízes especializados.

Mais

A eleição é histórica: pela primeira vez, a entidade será comandada por uma mulher. A atuação é voltada ao fortalecimento institucional, aprimoramento técnico e incentivo a políticas públicas na área.

Foto: Divulgação / Sesc

Amanhã (8), a partir das 18h, acontecerá o Sexta no Sesc, tendo como atração o Forró Ipê de Serra. O grupo traz a mistura de ritmos nordestinos, como forró, xote e baião, com versões de clássicos da MPB. O repertório é influenciado por grandes nomes como Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Alceu Valença, representando a tradição do forró e a diversidade da música popular brasileira. O evento terá como local o Sesc Sabor e Arte Camillo Boni (Avenida Afonso Pena, 3.469), e oferecerá também cardápio diferenciado, com pratos selecionados, porções e bebidas especiais.

Izabella Trad - Foto Arquivo Pessoal 

Dra. Letícia Voigt - Foto: Arquivo Pessoal

Não passou

Quem teve prestação de contas reprovada pelo TCE-MS foi a ex-prefeita de Sidrolândia Vanda Camilo. A decisão ocorreu por unanimidade dos conselheiros e os motivos seriam divergência de R$ 4,6 milhões e ausência de extratos bancários referentes a 2021. Ela corre o risco de ficar inelegível por oito anos se a Câmara Municipal assim decidir com base neste parecer. A ex-gestora vai recorrer e alega que a questão é contábil, sem prejuízo ao erário.

Rejeitado

Mais da metade do número de vereadores de Campo Grande votou contra o projeto da prefeita Adriane Lopes de terceirizar duas unidades de saúde como fórmula experimental. O placar foi 17 a 11 e alguns dos partidos mostraram união quando da rejeição da proposta. Outros, porém, transpareceram divisão na escolha. O plenário esteve lotado de representantes dos diversos segmentos contrários ao que eles estão chamando de “privatização”.

Sem efeito

A diferença no placar da votação pela terceirização das unidades de saúde voltou aos comentários, nos bastidores, de que faltou melhor articulação política. Sabe-se que o secretário de Governo da prefeitura, Ulisses Rocha, esteve visitando vereadores, mas as conversações mostraram-se infrutíferas. Para se ter uma ideia, dois vereadores do partido de Adriane Lopes, o PP, votaram contrários, assim como três do União Brasil, que forma a federação União Progressista com o PP, além de dois do PL que integra o grupo político ligado à prefeita.

Aniversariantes 

@@NOTICIA_GALERIA@@

Leni Rocha Menegazzo;
Tiago Merlone;
Andressa Duarte;
Dr. Eduardo Henrique Curado Elias;
Glória Arévalo Dias;
Arlene de Almeida Martins;
Victor Dib Yazbek Filho;
Eliane Flamínio Rosa;
Márcia Jaqueline Casteletto Nahas;
Estanislau Ramos;
Marcelo Hitoshi Nakamiti;
Dr. Joaquim Alves Vieira;
José Cláudio Securato;
Ana Lucia Correa de Arruda;
Daiana Toniazzo;
Valcyr Mariano Serafim;
José Marcos Fagundes;
Sérgio Koshi Tsukumi;
Joelson Gonçalves Benevides;
Fernando Augusto Vieira Caneppele;
Eli Rangel;
Tarsilla Franccesca da Silva Aguero;
Dra. Mariza Orondjian Verardo;
Eliane Cristina Chaves Silveira de Oliveira;
Roberto Assad Pinheiro Machado;
Antonio Morais dos Santos Junior;
João Alexandre Filho;
Itamar Alves dos Santos;
Ricardo Nantes D’Avila;
Augusto Cesar Portella Malheiros;
Marildo da Silva Freitas;
Davi Moreira de Andrade;
Vani Urder de Andrade Aquino;
Jair Godoy;
Valdemir João Frederico;
Mário José Oliva;
Aparecida Gonçalves Moreira;
Marilza Romero de Aquino;
Arnaldo Alves de Almeida;
Juliana Medeiros Vieira;
Gilson Nunes dos Santos;
Edwirges Gomes de Sá;
Maurício Castro Ferreira;
Jayr Moreira Pinheiro;
Rebeca Azambuja Ujacow;
Oldiney Taborda Papa;
Maria Regina Belmont de Barros Ribeiro;
Ivone Almeida da Luz;
Carlos Roberto da Cruz Viana;
Theodulo de Castro Júnior;
Patricia de Carvalho Buchara;
José Gomes de Abreu;
Carlos Henrique Dias de Almeida;
José Inácio de Lima;
Júlio César Ribeiro;
Anderson Peralta Vilasante;
Dilma Martins de Souza Leal;
José Lourival Almeida Sabóia;
Madalena Rios Ossuna;
Paulo Roberto da Silva Santos;
Dilza de Souza Oliveira;
Alba Ninfa Pereira Vieira;
Magna Aureni Pinheiro;
Cinthia Vanessa Nogueira Diniz Gomes;
Solange Maria Castelão Stella;
Alexandre Gonçalves Franzoloso;
Elgo Ritter;
Wagner Miranda Rocha;
Marcos Aurelio da Silva Ribeiro;
Sebastião Rolon Júnior;
Jurema de Freitas;
Fernando Cosmo Greco;
Afonso Teixeira Gomes;
Erika Cristina Antunes Gondim Braus;
Carmen Regina Creto de Carvalho;
Ana Pires Bartolo;
Carlos César Constantino;
Rosanne Ribeiro Figueira;
Fábio Trad Filho;
Denir de Souza Nantes;
Joel Vicente dos Santos;
Eliane Menezes Moreira;
Valdir Alves Machado;
Flávio Antônio Gonçalves;
Ernesto José da Silva;
Marina Lucia de Andrade Monteiro;
Valéria Torales de Lima Giacomini;
Vinicius Smaniotto Gasparelli;
Luis Sergio Costa Lemos;
Dr. Ariolino Moreira dos Santos;
Elaine Marimeire Dona;
Vanessa Vivian Sordi;
Adherson Ribeiro Aquino;
Eliana Cândido Carneiro;
Eduardo Fialho de Almeida Braga;
Luciane Mitsu Nakamiti;
Fabíola Cavalieri Pontes;
Graziela Santiago Chaves;
Monica Cristina de Lima;
Cacildo Tadeu Gehlen;
Mara Neide Rocha Lacerda Arruda;
Cinthya Raffa Teixeira;
Maria Aparecida Onishi Marchi Fernandes;
Silvia Leiko Nomizo;
Konrad Kaue Ribeiro Campos Morais.

Colaborou Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 07 May 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Brechó solidário oferece peças acessíveis e ajuda a financiar projetos sociais em Campo Grande]]></title>
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				<description><![CDATA[Entre roupas, calçados e objetos que carregam histórias, a solidariedade ganha espaço em mais uma edição do “Brechó do Bem”, promovido pela Fundação Manoel de Barros (FMB). O evento acontece amanhã e na sexta-feira, das 8h às 17h30min, na sede da instituição, em Campo Grande, com a proposta de unir consumo consciente e impacto social.

Com milhares de itens disponíveis – entre calças, camisas, blusas, sapatos, acessórios, roupas infantis, brinquedos e peças de decoração – o brechó convida o público a garimpar produtos a preços acessíveis, ao mesmo tempo em que contribui diretamente para a manutenção de projetos sociais desenvolvidos pela FMB.

A preparação do evento começou meses antes, com a seleção e higienização cuidadosa das peças. Segundo a assistente social Thaiza Abalem, toda a arrecadação será revertida para iniciativas que atendem diferentes públicos em situação de vulnerabilidade. “Estamos preparando o Brechó já há alguns meses, selecionando peças, higienizando roupas e sapatos, organizando tudo com muito carinho. Todo o valor arrecadado será revertido para as nossas ações e projetos sociais”, destaca.

CONSUMO CONSCIENTE

A proposta do brechó vai além da economia financeira. A ação reforça a importância do consumo consciente, incentivando a reutilização de itens e a redução do desperdício, ao mesmo tempo em que fortalece uma rede de apoio social.

Fundada em 1998, a Fundação Manoel de Barros atua na promoção do desenvolvimento social, científico e tecnológico, com foco na construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Suas ações são estruturadas a partir das necessidades da comunidade, respeitando contextos culturais e sociais.

Para manter os projetos em funcionamento, a instituição depende de recursos destinados à compra de alimentos, contratação de instrutores, aquisição de materiais e custeio de transporte para os participantes.

“Para manter esses e outros projetos precisamos comprar alimentos [para os lanches e almoços dos participantes], contratar instrutores para as oficinas, comprar materiais para as atividades, pagar transporte, são vários os custos e investimentos que fazemos diariamente para atender os nossos usuários. Convido a todos para o nosso ‘Brechó do Bem’, contamos com vocês para seguirmos transformando vidas!”, diz o diretor da fundação, Marcos Henrique Marques.

PROJETOS

Entre as iniciativas mantidas pela FMB está o projeto Ativa Idade, voltado para pessoas com mais de 55 anos. Criado em 2013, o programa busca valorizar o papel social da pessoa idosa, oferecendo gratuitamente atividades como dança, ginástica, inclusão digital, Tai Chi Chuan, pilates, teatro, canto e acompanhamento psicológico.

Com cerca de 160 participantes atualmente, o projeto tem contribuído para o fortalecimento da autoestima, da autonomia e da qualidade de vida desse público, além de promover a convivência e o bem-estar.
Outro destaque é o Jovem em Ação, direcionado a estudantes do Ensino Médio.

A iniciativa, que está em sua quinta edição, atende aproximadamente 35 jovens e tem como objetivo preparar os participantes para o mercado de trabalho. Por meio de encontros semanais, o projeto trabalha o desenvolvimento da autonomia, da autoconfiança e da ampliação de perspectivas profissionais.

SERVIÇO

O “Brechó do Bem” será realizado amanhã e na sexta-feira, das 8h às 17h30min, na sede da Fundação Manoel de Barros, localizada na Avenida Ceará, nº 119. A entrada é gratuita.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (67) 98166-0166 (WhatsApp), pelo site oficial www.fmb.org.br da instituição ou pelas redes sociais.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 06 May 2026 13:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Fadiga e dor são alerta para doenças autoimunes como lúpus e esclerose múltipla]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/fadiga-e-dor-sao-alerta-para-doencas-autoimunes-como/466098/</link>
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				<description><![CDATA[Cansaço persistente, dores pelo corpo, alterações de sensibilidade e até mudanças na visão. Sintomas aparentemente comuns, muitas vezes associados à rotina intensa, ao estresse ou à sobrecarga emocional, podem esconder doenças mais complexas: as chamadas doenças autoimunes.

Essas condições, em que o sistema imunológico passa a atacar o próprio organismo, afetam milhões de pessoas em todo o mundo e têm maior incidência entre mulheres.

Estimativas de entidades médicas internacionais apontam que entre 5% e 8% da população mundial convive com algum tipo de doença autoimune. No entanto, o número pode ser ainda maior, em razão do subdiagnóstico.

O cenário é ainda mais significativo no público feminino, que concentra a maioria dos casos e apresenta risco até quatro vezes maior de desenvolver essas doenças, especialmente entre os 30 e 40 anos.

Além da predisposição biológica, especialistas alertam para um fator cultural e comportamental que contribui para esse cenário: a tendência de muitas mulheres de normalizar sintomas.

Fadiga constante, dores musculares e indisposição são frequentemente atribuídas ao acúmulo de tarefas, ao trabalho, à maternidade ou ao estresse cotidiano.

Esse comportamento pode atrasar a busca por atendimento médico e, consequentemente, o diagnóstico correto.

Nos últimos anos, o tema ganhou visibilidade com relatos de figuras públicas. A cantora Selena Gomez revelou conviver com lúpus, enquanto as atrizes Selma Blair e Cláudia Rodrigues tornaram públicas suas experiências com a esclerose múltipla.

Os depoimentos ajudaram a ampliar o debate sobre essas condições e a importância do diagnóstico precoce.

Segundo a reumatologista Ana Cristina Boni Lenci, o início das doenças autoimunes costuma ser marcado por sintomas inespecíficos, o que dificulta o reconhecimento imediato.

“Observamos com frequência no consultório que sinais como fadiga, febre e dores no corpo acabam sendo atribuídos ao estresse ou à sobrecarga da rotina. Com isso, o paciente demora a buscar ajuda e, quando o faz, nem sempre é encaminhado ao especialista adequado”, explica.

ALÉM DO CANSAÇO

Entre as doenças autoimunes sistêmicas, o lúpus é uma das mais conhecidas e também uma das que mais geram confusão nos estágios iniciais.

Isso porque seus sintomas podem ser facilmente confundidos com reações comuns do organismo.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, o lúpus afeta entre 150 mil e 300 mil pessoas no País, principalmente mulheres jovens. O diagnóstico, em média, leva de três a seis anos para ser confirmado.

Os sinais variam de acordo com o órgão afetado. Entre os mais comuns estão lesões na pele do rosto, com vermelhidão em formato de “asa de borboleta”, frequentemente confundida com rosácea ou irritações causadas pelo sol

. A dor articular também é recorrente, mas nem sempre apresenta sinais inflamatórios visíveis, como inchaço ou calor, o que leva muitos pacientes a subestimarem o sintoma.

Além disso, o quadro pode incluir fadiga intensa, queda de cabelo localizada e, em casos mais avançados, comprometimento de órgãos como rins e coração.

Um detalhe importante é o padrão da dor inflamatória: ela costuma ser mais intensa ao acordar, acompanhada de rigidez, e melhora ao longo do dia com o movimento.

“O paciente pode levar uma vida normal. O principal risco está no diagnóstico tardio, quando a doença já provocou danos”, destaca a especialista.

Outro exemplo é a artrite reumatoide, que atinge principalmente as articulações e pode ser confundida com desgaste natural, como a artrose. A condição afeta duas vezes mais mulheres do que homens.

Nesse caso, a dor vem acompanhada de rigidez matinal e dificuldade para realizar movimentos simples, como fechar as mãos. Diferentemente da artrose, que tende a piorar com o uso, a dor inflamatória melhora ao longo do dia.

Já a síndrome de Sjögren é caracterizada pela secura persistente dos olhos e da boca. Ao contrário de quadros passageiros, os sintomas não melhoram com hidratação ou uso de colírios, podendo comprometer a saúde bucal e ocular.

Em situações mais graves, a condição pode estar associada a complicações como o aumento do risco de linfoma.

SINAIS NEUROLÓGICOS

As doenças autoimunes também podem afetar o sistema nervoso. A esclerose múltipla, por exemplo, ocorre com maior frequência em mulheres jovens, geralmente entre os 20 e 30 anos.

Os sintomas iniciais podem incluir alterações visuais, formigamentos, perda de força e dificuldades motoras. Muitas vezes, esses sinais surgem de forma isolada e são interpretados como episódios passageiros.

De acordo com a neuroimunologista Mariana Trintinalha, qualquer alteração neurológica sem causa aparente deve ser investigada. “O início precoce do tratamento é essencial para evitar sequelas e preservar a qualidade de vida”, afirma.

Outra condição relevante é a miastenia gravis, que também afeta principalmente mulheres por volta dos 30 anos. O principal sintoma é a fraqueza muscular flutuante.

Diferentemente do cansaço comum, a fadiga nesse caso tende a piorar ao longo do dia. A pessoa pode começar o dia bem, mas apresentar piora progressiva, com sintomas como visão dupla e dificuldade para realizar tarefas simples. Essa variação ao longo das horas é uma das características marcantes da doença.

COMO SURGEM

Apesar das diferentes manifestações, as doenças autoimunes compartilham um mecanismo em comum: o sistema imunológico passa a reconhecer estruturas do próprio corpo como ameaças.

As causas exatas ainda não são totalmente conhecidas, mas especialistas apontam para uma combinação de fatores: predisposição genética, influência hormonal e fatores ambientais estão entre os principais elementos envolvidos.

Infecções, estresse, exposição a agentes externos e alterações hormonais podem funcionar como gatilhos em pessoas predispostas.

Esse conjunto de fatores ajuda a explicar tanto a maior incidência em mulheres quanto o surgimento em fases específicas da vida adulta.

Outro ponto de atenção é que pessoas diagnosticadas com uma doença autoimune têm maior probabilidade de desenvolver outras ao longo do tempo, por isso, o acompanhamento médico contínuo é fundamental.

DIAGNÓSTICO PRECOCE

Embora muitas dessas doenças não tenham cura, o diagnóstico precoce faz toda a diferença no controle dos sintomas e na qualidade de vida dos pacientes.

Tratamentos adequados podem reduzir a atividade da doença, prevenir complicações e permitir uma rotina próxima do normal.

O principal desafio, no entanto, continua sendo reconhecer os sinais iniciais. Fadiga persistente, dores que não melhoram, alterações neurológicas, secura intensa ou sintomas que fogem do padrão habitual do organismo não devem ser ignorados.

Para especialistas, a chave está em observar o próprio corpo e não normalizar sintomas recorrentes. Em caso de dúvidas, a orientação é procurar atendimento médico e, se necessário, buscar avaliação com especialistas como reumatologistas ou neurologistas.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 06 May 2026 09:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Irritado com prefeitos que, segundo ele, estariam... Leia na coluna de hoje ]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/irritado-com-prefeitos-que-segundo-ele-estariam-leia-na-coluna-de/466068/</link>
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				<description><![CDATA[Roberto Campos - economista brasileiro

"A diferença entre a empresa privada e a empresa pública é que aquela é controlada pelo governo, e esta por ninguém”.

FELPUDA 

Irritado com prefeitos que, segundo ele, estariam “escondendo” quem foi o responsável por obras construídas com repasse de recursos federais, o deputado José Orcírio decidiu ser um “agente secreto”. Se autointitulando “013”, anunciou que vai percorrer os municípios para registrar tudo aquilo que ele imagina que foi o Lula que proporcionou. Alguns parlamentares consideraram a atitude hilária e sugeriram que o colega se utilize de “uma lupa” para encontrar algum benefício e lembraram que o “dinheiro não é do governo do PT” e sim proveniente dos impostos pagos pela população. Portanto...



Punição

A Justiça de Campo Grande condenou uma empresa  de transporte após uma passageira perder o velório e o sepultamento da mãe por atraso na viagem. A cliente sairia de madrugada rumo a Presidente Epitácio (SP), com chegada prevista antes das cerimônias. 

Mais

No entanto, o embarque atrasou cerca de 4 horas e ela não conseguiu chegar a tempo. E também não recebeu  resposta ao pedido de reembolso feito à empresa. A condenação foi o pagamento de R$ 5 mil por danos morais, além da restituição do valor da passagem.

Camilla Muzzi Grinfelder Tófano e Elton Fabricio Tófano - Foto: Studio Vollkopf
 

 

Dra. Lorena Gargaro - Foto: Arquivo Pessoal

Preferência

O governador Eduardo Riedel  já teria conversado com lideranças da Fiems e dito, em alto e bom som, que a preferência para compor sua chapa majoritária à reeleição continua sendo o atual vice, José Carlos Barbosa, o Barbosinha. A possibilidade de haver uma “troca” por Jaime Verruck, ex-titular da Semadesc, seriam apenas especulações. Fontes afirmam que essa tentativa de impor nomes “goela abaixo” já ocorreu em outras oportunidades e “deu ruim”.

Eu, não!

O ex-secretário Jaime Verrick, pré-candidato a deputado federal, fez questão de esclarecer à imprensa que não colocou sua assinatura em convênio de R$ 7 milhões com a Federação das Indústrias de MS e que está dando o que falar. Ele explicou que foi exonerado no dia 1º de abril e a parceria entre o governo, via aquela secretaria, com a entidade, foi feita no dia 9 de abril. Ele deverá ser chamado na Assembleia para explicar nos mi-ní-mos detalhes.

Aniversariantes 

@@NOTICIA_GALERIA@@

Teliane Alves Bisognin;
Henry Barcelos Ceolin;
Sandra Maria da Rosa Salomão;
Ludéverson Delmondes Simioli Cação;
Dra. Daniele Iunes Monteiro;
Andrea Moraes Coimbra Frandoloso;
Isamélia Saravy Soares;
Danilo Proença Brum;
Joaninha Asato;
Elizeu Fernandes Tabosa Filho;
João Silva de Oliveira;
Takashige Nakase;
Antonio Araujo Correia;
Giselle Queiroz dos Santos;
José Santos Urtado;
Rechelina Geremia Gasparetto;
Jeanete Vieira de Carvalho;
Dr. Rui Spínola Barbosa;
Luis Eduardo Longobardi;
Alexandre Osorio Pastorello;
João Pereira da Silva;
Andréa de Souza Ferrão;
Ana Cristina Cestari Sanches;
Egydio Paro Luiz Wilson;
Eric Palko Burigato;
Otalino José de Farias;
Ubirajara Cecilio Garcia;
Gustavo Trindade Correa;
Renato dos Santos Lima;
Carolina Fontana de Oliveira;
Maria Carmem Pedra;
Paloma Nayara Gomes da Silva;
Ana Paula Ajul de Menezes;
Virgínia Alves Barbosa;
Mario Turino Fieburger;
Vilson Bernardes Melo;
Ana Lúcia Rôa;
Rochele Tôrres Serejo;
Maria da Glória da Cruz Rocha;
Júlia Hiromi Iguma;
Alvina de Almeida e Castro;
Sonia Regina Cesar;
Antônio Castro de Souza;
Marinete Soares da Silva;
Heilaine da Costa Castro;
Marcilio Alves Chianea;
Roberto Mota Filho;
José Eduardo Sodré;
Maria Inez Marques Soares;
Alda Regina Rondon Pontes;
Marlene Silva Souza;
Fátima Dutra dos Santos;
Maria Aparecida de Oliveira;
Francelina Barbosa;
Cláudio da Rocha Maciel;
João Francisco Alves;
Maria Teresa Menezes;
Glória Maria da Silva;
Paloma de Souza Nunes;
Keila Lopes;
Leila Oliveira Pereira;
Viviane Gonçalves Leite;
Maria Auxiliadora Barbosa Costa;
Lucila Rodrigues Ribeiro;
Maria Lúcia Grimaldi;
Florípedes Açucena Lopes;
Aroldo Flôres da Rocha;
Jorge Tetsuo Taira;
Geraldo Humberto Ferreira;
Marcio Cândido Alves;
Eulina Vieira Andrade;
Aroldo Pereira da Silva;
Josemir da Silva;
Eder Rosa de Campos;
José Carlos Lopes;
Herivelto Carvalho Pereira;
João Bosco Martins de Barros;
Marco Antônio Vieira;
Sebastião da Silva;
José Mendes Rocha;
Mauro Fialho;
Aires Xarão de Souza;
José Antonio Vieira;
Alaide Aparecida Ricardo Rodrigues;
Maria de Lourdes Osório;
Olentino Garcia Queiroz;
Jefferson Eduardo Pessoa;
Fabiano Cação Cesco;
Roberto Carlos Correa Rinaldi;
Sandro Luiz Mongenot Santana;
Moacir Antonio de Oliveira Lima;
Antonio Adelar Silva Landfeldt;
Marleide Gonçalves Puig;
Gustavo Bottos de Paula;
Cassiano Alcântara;
Mara Maria Ballatore Holland Lins;
Eduardo Borges de Amaral;
Maria Auxiliadora Toledo Vilalva Freire;
Alexandra Loro Urio;
Clayton Alves Martins;
Joice de Souza Barbosa Garcia;
Raphael Suzini de Paula;
Eduardo Cassiano de Lima Mãnica;
Célia de Souza Vieira Moreira;
Lilia Porfiria Rivero Cordova Valdes;
Antonio Carlos Jorge Leite;
Arnaldo Puccini Medeiros;
Eder Luiz Redó. 

Colaborou TATYANE GAMEIRO
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 06 May 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Hotel Gaspar reabre as portas para performance de Halisson Nunes, com espetáculo gratuito]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/b/466047/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/b/466047/</guid>
				<description><![CDATA[Entre a aridez e a permanência, entre o que falta e aquilo que insiste em existir, um corpo se movimenta – lento, fragmentado, em constante reconstrução. É nesse território de tensões que nasce o espetáculo de dança “Corpo Sobre Penas”, nova criação do artista sul-mato-grossense Halisson Nunes, que estreia nesta sexta-feira e sábado, às 19h30min, no Hotel Gaspar, em Campo Grande.

Com entrada gratuita (mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível ou item de higiene para a Central Única das Favelas) a performance convida o público a uma experiência sensorial que passa pela dança, a literatura e as artes visuais, propondo uma reflexão sobre a seca, a lentidão e os modos de existência na contemporaneidade.

REFERÊNCIAS

Inspirado em obras clássicas como o livro Vidas Secas, a pintura “Retirantes” e a figura do monstro de Frankenstein, o espetáculo busca capturar a essência estética e simbólica que essas histórias carregam.

“A inspiração não vem como dramaturgia, mas na plasticidade em si. Aqui a proposta não é reproduzir a figura de cada obra, mas a força e a ideia de movimento e de tempo que as imagens carregam”, explica Halisson.

Com cerca de 40 minutos de duração e classificação livre, “Corpo Sobre Penas” constrói uma poética em que o corpo não representa personagens ou situações específicas – ele se transforma em campo de forças, marcado por ausência, resistência e reinvenção.

CORPO COMO TERRITÓRIO

Partindo do projeto “Corpo Fantasma – Protótipo A”, a performance investiga um corpo que passa por excessos e faltas, que busca se reorganizar diante das pressões do mundo contemporâneo. Em cena, o movimento surge como resposta à escassez, mas também como tentativa de permanência.

“É um corpo que se constrói no espaço, atravessando estímulos sensoriais e propondo a lentidão como gesto de resistência e diálogo com a plateia”, afirma o artista.

Essa escolha pela lentidão se destaca como contraponto ao ritmo acelerado da vida atual. Ao desacelerar, o espetáculo abre espaço para a percepção, para o detalhe e para o encontro, tanto entre corpo e ambiente quanto entre artista e público.

TRILHA SONORA

A criação é assinada em parceria com o artista paulista Fernando Martins, responsável pela trilha sonora e direção artística. Com quase quatro décadas de trajetória na dança, Fernando desenvolve pesquisas que articulam movimento, música e dramaturgia.

Segundo ele, o som não atua apenas como acompanhamento, mas como força ativa na construção da cena. “O som não acompanha a cena, ele interfere. Afeta decisões, ritmo e presença”, afirma.

O processo criativo ocorreu ao longo de meses, em um intercâmbio entre Mato Grosso do Sul e São Paulo, combinando encontros presenciais e investigações à distância. Para os artistas, o trabalho agora atinge um momento de maturidade.

“Hoje o trabalho está em um estado mais fino de lapidação. Não buscamos mais o que fazer, mas como sustentar o que emergiu”, completa Fernando.

PESQUISA CORPORAL

De forma sutil, a performance também passa por duas pesquisas desenvolvidas por Fernando Martins: “Brain Diving” e “Dieta Aranha”. Essas práticas investigam o corpo como um campo sensível, capaz de captar, organizar e responder às forças que o atravessam.

Enquanto o “Brain Diving” propõe um mergulho nas camadas musculares e articulares – ativando respiração, impulsos e microdinâmicas internas – a “Dieta Aranha” explora relações de percepção e composição com o ambiente, apostando na suspensão do tempo, no alongamento do movimento e na atenção ao entorno.

Esses elementos não aparecem de forma explícita, mas influenciam diretamente a qualidade do movimento em cena. “Conhecer o trabalho do Fernando amplia o campo de criação. Existe algo dessa pesquisa que atravessa a performance de maneira sensível, mesmo que não seja explícito”, comenta Halisson.

HOTEL GASPAR

Mais do que um simples cenário, o Hotel Gaspar é parte fundamental da narrativa. Inaugurado na década de 1950, o local foi um dos principais pontos de chegada e partida da cidade, funcionando inclusive como a primeira rodoviária de Campo Grande.

Hotel Gaspar - Foto: Arquivo / Divulgação

Conhecido como o “pai dos viajantes”, o espaço testemunhou histórias de encontros, despedidas e recomeços – elementos que dialogam diretamente com o conceito de deslocamento presente no espetáculo.

Atualmente desativado, o hotel reabre de forma pontual para receber o projeto, reforçando sua vocação como espaço de memória e transformação.

Para a proprietária, Chris Gaspar, a ocupação artística também carrega um significado afetivo. “O Halisson chegou com muito cuidado e respeito pela história do lugar. Isso fez toda a diferença”, afirma.

Ela destaca ainda que este será seu último evento à frente do espaço e manifesta o desejo de que o local seja preservado como equipamento cultural. “que o poder público pudesse manter este legado, abrindo o hotel como espaço para cultura da cidade, com eventos, saraus, biblioteca”, completa.

FORMAÇÃO

Além das apresentações, o projeto promove uma roda de conversa no domingo, às 10h, com café da manhã para os participantes. O encontro busca ampliar o diálogo sobre o processo criativo e aproximar o público das reflexões que sustentam a obra.

Halisson Nunes é acadêmico do curso de Dança – Licenciatura na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) e desenvolve, há mais de dois anos, uma pesquisa no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic).

Seu trabalho investiga imagens e textos como dispositivos de criação cênica, com foco em territórios e patrimônios históricos de Campo Grande.

Integrante do grupo de pesquisa Gpped – Corpo, Leitura e Memória – o artista utiliza referências como “Retirantes” e “Vidas Secas” para pensar a relação entre corpo, memória e espaço urbano, dando origem ao projeto Corpo Fantasma.

Já Fernando Martins atua há 39 anos na dança, com passagens por companhias nacionais e internacionais, como Galili Dance, Quasar e Balé da Cidade de São Paulo. Atualmente, vive em Piracaia (SP), onde conduz processos criativos e residências artísticas, mantendo forte colaboração com artistas de Mato Grosso do Sul.

>> Serviço

Projeto Corpo Fantasma – Espetáculo “Corpo Sobre Penas”

Local: Hotel Gaspar;
Endereço: Av. Mato Grosso, nº 2, no Centro.

Apresentações:
Datas: Sexta-feira e sábado;
Horário: 19h30min;
Entrada gratuita (doação de 1 kg de alimento ou item de higiene).

Roda de conversa – Processo criativo
Data: Domingo;
Horário: 10h (com café da manhã).

Para acompanhar mais sobre o projeto, o público pode acessar o Instagram 
do artista: @umcorposobrepenas.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 05 May 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[A situação atingiu um nível que chega a ser hilário. Não é que a Polícia...Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/a-situacao-atingiu-um-nivel-que-chega-a-ser-hilario-nao-e-que-a/466033/</link>
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				<description><![CDATA[Oscar Wilde - escritor irlandês 

"Se soubéssemos quantas e quantas vezes as nossas palavras são mal interpretadas, haveria muito mais silêncio neste mundo”.

 

FELPUDA

A situação atingiu um nível que chega a ser hilário. Não é que a Polícia Federal deflagrou a Operação Fraudis, com mandados de busca e apreensão cumpridos em Cascavel (PR), para, veja só, investigar suspeita de fraude em concurso da própria corporação? O caso teve início no Paraná, mas foi encaminhado à Justiça Federal em Campo Grande, onde os investigados fizeram as provas. Durante as diligências, foram apreendidos celulares e computadores. As investigações continuam para apurar a extensão das irregularidades e identificar outros envolvidos.

Ruído

Em sua “trincheira” na internet, o pré-candidato ao governo de Mato Grosso do Sul pelo PT, Fábio Trad, vem dando suporte ao trio de parlamentares do seu partido.

Mais

Ele não poupou críticas à atuação da base aliada do governador, que rejeitou requerimento do deputado Kemp, pedindo informações sobre certo convênio. Como se vê...

Apresentando releituras de intérpretes da música brasileira e internacional, promovendo conexões entre artistas de diferentes épocas, a cantora campo-grandense Bell Éter se apresenta na sexta-feira, às 19h, no Sesc Teatro Prosa. O repertório inclui nomes como Maria Bethânia, Marília Mendonça, Djavan, Liniker, Whitney Houston e Sam Smith. O show “Bell Éter canta Grandes Vozes” é aberto ao público e tem classificação livre. Os ingressos podem ser retirados gratuitamente no Sympla. Bell Éter iniciou sua trajetória com o lançamento de músicas autorais em plataformas digitais a partir de 2022 . Em 2025, ela ganhou projeção nacional ao chegar à final do programa “The Voice Brasil”.

Maria Clara Alvares e Fabiana Gibran

 

Dra. Cindia Bérnardelli

Querendo

Nos bastidores, apesar de se ouvir sobre a possibilidade do ex-secretário Jaime Verruck vir a integrar a chapa majoritária de Eduardo Riedel como vice governador, em meio a uma ala de políticos integrantes do grupo os comentários são outros. O desejo seria menos de Verruck e mais de lideranças do sistema Fiems, que há muito, segundo dizem, tentam emplacar nomes em cargos com maior visibilidade na classe política. 

Na real

O próprio Verruck demonstrou estar mais preocupado em cuidar de sua campanha a deputado federal. Ele sabe que para avançar com olhos em uma vaga majoritária teria que “convencer” trio de lideranças que é quem dá as cartas nas eleições deste ano: a senadora Tereza Cristina, o governador Riedel e o presidente estadual do PL, Reinaldo Azambuja. Eles têm a real dimensão do cenário eleitoral e não pretendem fomentar possíveis “ruídos” sobre vagas nas chapas.

Integração

Hoje, às 8h, ocorre o lançamento do Observatório Econômico de Campo Grande, pela Semades. A iniciativa busca fortalecer o planejamento estratégico com base em dados e indicadores socioeconômicos. O espaço será voltado à análise e ao monitoramento de informações que orientem decisões públicas. A implantação será gradual e reunirá dados de fontes municipais, estaduais e nacionais. A proposta é a integração e a ampliação do acesso a informações estratégicas.

Aniversariantes

@@NOTICIA_GALERIA@@

Sandra Maria Monteiro Serrano,
Luiz Augusto Lima Scarpanti (Guto),
Karyn Vanessa Ferreira Goulart,
Felipe Ramos Vollkopf da Silva,
Marli Suene Martins Lima,
Luana Paula da Silva,
Dr. Carlos Henrique Guidolin,
Ana Cristina Escobar Marques,
Daniel D´Oliveira Vieira,
Maria Rosa Seabra Gomes,
Osvaldo Barbosa dos Santos,
Regina Maria Pierette Camara,
Marilene Rezek,
Roberto de Souza Bastardo,
Pedro César Kemp Gonçalves,
Maria Heloisa Vasques Saldanha,
Antônio Lucio Neto,
Antônio Rodrigues da Rocha,
Ecilda Barbosa Bueno,
Onofre Sabino de Araujo,
Requelina Geremia Gasparetto,
Evanil Soares,
Gilberto Carneiro de Castro,
Luísa Massocatto Figueiredo Gameiro,
Leide Matsunaka Dias,
Mariana Gomes de Souza,
Guadalupe Oliveira,
Nilva Assis Soares,
Luana dos Santos,
Carlos Augusto Renck Brufatto,
Nerone Maiolino Simioli,
Alex Sander Ferreira de Souza,
Mariza Gonçalves Roryz,
Alexandre Pereira de Andrade,
Renato Neves Preza,
Paulo Ricardo Klein,
Marcelo Campos Monteiro,
Hamilton Queiroz de Castro,
Roberto Chinelli Pereira,
Rosemeire Alves Rodrigues,
Sandra Velho Mondragon,
Diógenes Lovato Nogueira,
Sebastião Luis de Melo,
Jorge de Oliveira Souza,
Fernando César Rodrigues,
Arlete Albuquerque Adames,
Vana Charbel Moura,
Nilton de Jesus Oliveira,
Antônio Gabriel El Daher,
Nelson Luiz Martins,
Marcello Brandão de Souza Chamorro,
Walter Soares,
Osvaldo Augusto Pereira,
Jussara Alves Corrêa,
Renato Ribas Dangui,
Antônio Abrão,
Adriano Azambuja,
Elias Santiago,
Maria Elisa Cação dos Reis,
André Luiz Saab,
Valéria Cristina Azambuja,
Luis Audi Nunes,
Marileide de Albuquerque Corrêa,
Volney Arruda,
Consuelo Aparecida Saab,
Élin Teruko Tokko,
Gecleine Godoy,
Atamaril Amaral Marques (Tatá Marques),
Zenaide Antonia Rosa,
Maria Luiza Rosa de Souza,
Altair Monteiro,
Célia Cristina de Souza Almeida,
Fernando Luiz Mendes,
Jorge Luiz Fernandes de Moraes,
Ivone Alves Rios,
Maria Jose Feliciano,
Luciene Rodrigues Fernandes,
Cleodete Coelho,
Marcelo Mori,
Jair Lemes de Souza,
Nereu de Oliveira Fonseca Júnior,
Elde Severino Corrêa,
Wilson Thomas,
Cledinair de Paula Silva,
Renato Sérgio Bruno,
Zoraida de Brito Silva Obara,
Bruno de Oliveira Garilan,
Maria Hammoud Brandão,
Lauro Malaquias Veloso,
Denise Hugueney Dal Farra,
Helin Fernanda de Souza Godoy,
Jair Ricartes de Oliveira,
Luiz Ricardo Rios Brandão Faria,
Neuza Uesato Kawahira,
Odete Rita de Almeida,
Valmir Cano,
Eder Luiz Redó,
Nazih El Kadri,
João Gonçalves Migueis,
Jezi Ferreira Alencar Xavier,
Silvia Maehara Abe,
Roberto Massakatsu Nishikawa,
Eugene Uwimana,
Jorge Luiz Martin,
Walter Yoshiro Kadoi,
Judite Barbosa Verlindo,
Ruth Mourão Rodrigues Marcacini,
Sérgio Luis Velasques Bruzadin,
Marcelo Miranda Cândia. 

COLABOROU TATYANE GAMEIRO
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 05 May 2026 00:03:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Três-lagoense Gilberto Arsiolli Júnior lança romance histórico sobre Mato Grosso do Sul]]></title>
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				<description><![CDATA[Natural de Três Lagoas, o escritor Gilberto Arsiolli Júnior acaba de lançar seus mais recentes livros: “Volte quando o Eco Acabar” e “Capitolina – Memórias Pervertidas”.

As obras, resultado de uma década de pesquisa e escrita, revelam um autor interessado em tensionar memória, história e identidade por meio de narrativas densas, experimentais e profundamente enraizadas no território.

O lançamento oficial acontece neste sábado, às 17h, na Sebinho Livraria, Cafeteria e Bistrô, em Brasília (DF), reunindo leitores, amigos e admiradores em uma noite dedicada à literatura.

Formado em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), Arsiolli optou por não seguir a carreira jurídica e voltou-se para as letras. Atuou como professor de idiomas e viveu em Manaus por cinco anos e em Macapá por um ano e meio – experiências que contribuíram para a ampliação de seu repertório cultural e literário.

Atualmente, reside em Brasília, onde cursa Letras na Universidade de Brasília (UnB).

Filho de educadores e proprietários de uma tradicional escola de idiomas em Três Lagoas, o contato com a linguagem começou cedo. Alfabetizado em português e inglês ainda na infância, cresceu cercado por livros, o que ajudou a moldar uma relação precoce com a literatura.

Essa formação se reflete em sua escrita, que combina erudição, experimentação e múltiplas referências.

ROMANCE FUNDACIONAL

Capa do romance histórico “Volte quando o Eco Acabar” - Foto: Divulgação

Considerado seu projeto mais ambicioso até agora, “Volte quando o Eco Acabar” nasce da inquietação do autor diante da ausência de uma grande narrativa literária que representasse Mato Grosso do Sul. Inspirado por obras fundacionais de outras regiões da América do Sul, Arsiolli decidiu construir sua própria epopeia.

O romance é estruturado em cinco partes e escrito em forma helicoidal, misturando diferentes gêneros e linguagens – da narrativa tradicional ao teatro, passando por documentos fictícios e fragmentos poéticos.

A proposta é acompanhar a formação histórica e simbólica do território sul-mato-grossense, desde o avanço dos bandeirantes no século 17 até eventos do século 20, como a Revolução de Maracaju.

A história se inicia com o massacre de uma aldeia indígena, cena que inaugura um território marcado pela violência e a disputa.

A partir daí, personagens atravessam diferentes épocas e contextos: Gaspar, movido por ambição e desorientação; soldados da Guerra do Paraguai consumidos pela fome e a doença; o imigrante japonês Nakano Jigorokoshi Osu, que leva disciplina e tradição à Serra de Maracaju; e figuras como Emaíra e Guavira Bravo, que representam tensões entre permanência e ruptura.

Pantanal, fronteira platina e Serra de Maracaju deixam de ser cenários para se tornarem agentes ativos, influenciando decisões, comportamentos e destinos.

A proposta do autor é tratar o espaço como método narrativo, rompendo com o regionalismo descritivo e apostando em uma abordagem mais simbólica e estrutural.

ENTRE MITOS E HISTÓRIAS

Para construir essa narrativa complexa, Arsiolli recorreu a uma ampla pesquisa, que inclui lendas indígenas, mitologia grega, história regional e cultura popular. Inspirado pelo conceito de antropofagia cultural, ele mistura diferentes tradições para criar uma obra híbrida e original.

Lendas dos povos guarani-kaiowá, histórias de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e narrativas do norte amazônico são entrelaçadas com referências clássicas da Grécia antiga. O resultado é uma espécie de “caldeirão narrativo”, no qual cosmologias distintas dialogam e se transformam.

A música também desempenha papel importante. Em um dos capítulos, por exemplo, um churrasco sul-mato-grossense é embalado por ritmos como chamamé, guarânia, polca paraguaia e sertanejo, reforçando a presença da cultura popular na construção da identidade regional.

Além disso, o autor cria elementos ficcionais que dialogam com a realidade, como a origem mítica do sobá – prato tradicional da região e patrimônio cultural e imaterial de Campo Grande –, atribuída a um personagem imigrante japonês.

MEMÓRIA E HERANÇA

A obra também carrega marcas autobiográficas. Bisneto de indígena, Arsiolli reconhece a influência da bisavó, pertencente ao povo terena, na construção de seu imaginário. Foi com ela que teve contato com muitas das lendas que hoje permeiam sua escrita.

Lápide de um dos primeiros imigrantes libaneses de Três Lagoas, que serviu para a criação do personagem Nemer Wahir - Foto: Divulgação

Três Lagoas, sua cidade natal, aparece de forma recorrente no romance, inclusive com referências a locais reais, como o Bar do Zé Miguel Piapara, onde um dos personagens toca violão. O autor chegou a pesquisar túmulos no cemitério da cidade para desenvolver personagens inspirados em famílias históricas da região.

O processo de escrita foi intenso e, em sua etapa final, exigiu isolamento. Entre dezembro de 2025 e fevereiro deste ano, Arsiolli se retirou para o sítio da família em Três Lagoas para concluir o livro, mergulhando completamente na narrativa.

Gilberto já começa a trabalhar na continuação, intitulada “Estação Abandono”. A sequência de “Volte quando o Eco Acabar” deve se passar em Três Lagoas e começar em 1933, ampliando ainda mais o universo narrativo criado pelo autor.

REESCRITA DE UM CLÁSSICO

Se “Volte quando o Eco Acabar” olha para a formação de um território, “Capitolina – Memórias Pervertidas” volta-se para a revisão de um dos maiores clássicos da literatura brasileira. A obra parte de uma provocação: e se Capitu, de Machado de Assis, pudesse contar sua própria versão da história?

Ambientado parcialmente no Cairo de 1975, o romance acompanha o arqueólogo Ezequiel Bento Santiago, que descobre os cadernos de sua mãe.

“Capitolina” é inspirada na obra “Dom Casmurro”, de Machado de Assis - Foto: Divulgação

 

A partir desses escritos, emerge a voz de Capitolina, decidida a recontar sua trajetória desde a juventude na Rua das Ciganas até os conflitos que envolvem Bentinho e Escobar.

A narrativa revisita temas como amor, ciúme, ambição e memória, mas sob uma nova perspectiva, a de quem foi historicamente silenciada. Ao dar voz à personagem, Arsiolli questiona a ideia de verdade única e propõe uma leitura mais complexa e contraditória dos acontecimentos.

O romance acompanha o desenvolvimento de um triângulo amoroso marcado por tensões crescentes, em meio a uma São Paulo em transformação. Casamento, suspeita, escândalo e exílio afetivo são alguns dos elementos que compõem a trama, que se estende por décadas.

No fim, quando a narrativa retorna aos cadernos desenterrados, o passado já não pode mais ser interpretado de forma linear. A história se reabre como um campo de disputa, onde memória e narrativa se entrelaçam.

>> Serviço

Os lançamentos e o livro de poemas “Poemas para Assistir ao Fim do Mundo”, também escrito por Gilberto Arsiolli, podem ser adquiridos on-line, pelo site da Amazon (www.amazon.com).

Mais informações podem ser encontradas no Instagram do autor: @gilbertoarsiolli.autor

 
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 04 May 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Com dianteira considerável dos demais candidatos, o governador Eduardo... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/leia-na-coluna-de-hoje/465945/</link>
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				<description><![CDATA[Pablo Neruda - escritor chileno

"Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências”.

Felpuda

Com dianteira considerável dos demais candidatos, o governador Eduardo Riedel poderá conquistar a vitória ainda no primeiro turno das eleições. E tudo indica que com ele vem um grande staff escolhido também pelas urnas, o que representa uma base sólida. Os responsáveis pela sua campanha, estão estudando cada passo para que nada atrapalhe essa situação. Estão agindo como mestre de obras, medindo aqui, ali, acolá, “concretando” alianças, como se estivessem acionando as betoneiras para não deixar faltar material na construção da escada que poderá levá-lo ao pódio. A conferir.



Em falta

O Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS) realizou fiscalização nos setores de armazenamento e planejamento de compras de fraldas e alimentação especial da Prefeitura de Campo Grande, voltadas a crianças neurodivergentes.

Mais

Mães relataram a falta de insumos essenciais. Os relatos apontam falta de assistência às crianças com autismo, síndrome de Down e paralisia cerebral. Também há casos de pacientes acamados ou dependentes de alimentação por sonda. Em breve, o resultado será apresentado.

Dileni Siufi - Foto: Arquivo pessoal

 

Luiza Santos - Foto: Arquivo pessoal

Vai ou racha?

A Câmara Municipal de Campo Grande está entre a cruz e a espada. Explica-se: vereadores começaram a apreciar projeto da prefeita Adriane Lopes, que quer terceirizar unidades de saúde e encaminhou proposta para que, de  maneira experimental, a medida seja adotada em duas delas. A votação que era para ser no dia 30, ficou para amanhã (5). A pressão popular tem sido grande, e se houver votação favorável, a população vai “cobrar a fatura” das excelências. Sendo assim... 

Bateu, levou

“Meu colega fazendeiro Zeca do PT, o Governo não dá um centavo. Quem dá são os bancos, com taxa de 15% ao ano. É dinheiro da instituição financeira que atende os produtores rurais, mas com a crise climática que se perde todo o ano, com guerras, com comodities, se o governo quer terminar de quebrar o Brasil é só não financiar o produtor, porque é o único setor que sustenta o país”. Deputado José Teixeira, rebatendo críticas do colega José Orcírio sobre os recursos para renegociação de dívidas do agronegócio.

Fechada

A Central de Atendimento ao Eleitor de Campo Grande, no Parque dos Poderes, foi desativada temporariamente desde o dia 1º. O serviço ficará suspenso até o fechamento do cadastro eleitoral, previsto para 6 de maio. A medida visa concentrar o atendimento nos últimos dias do prazo. O atendimento está  sendo feito somente no Memorial da Cultura, localizado na Avenida Fernando Corrêa da Costa, 559.

Aniversariantes

@@NOTICIA_GALERIA@@

Jamile Tannous;
Nauyr Cavalheiro Flores;
Maria Antonieta Amorim dos Santos;
Oscar Augusto Teixeira Neto;
Deborah Morbin;
Irineu Kraicvski;
Dacildes Fidelis de Souza;
João Carlos Guasso;
Telma Barbosa de Souza;
Gilson Rodolfo Martins;
José Aparicio Moreira dos Santos;
Maria Fátima Ferreira Livoratti;
João Gabriel dos Santos Vilalba;
Jorge Jacob;
Diná Haluco Tamasiro;
Gilson Gibaile;
Eliuda dos Santos Morais;
Luiz Flatin;
José Antônio Carriço de Oliveira Lima;
Wilmar Nery da Silva;
Selma Nunes Pereira Nascimento;
Dra. Maisa Castecki Meira Barros;
Antônio Arbex;
Luis Carlos Campos de Moraes;
Cristina Chramosta;
José Americo Oliveira Garcia;
Evair Costa Garcia;
Humberto Tadeu Lugli;
Nelson Gonçalves de Lima;
Selma Cristina de Oliveira Silva Baptista;
Nadia Maria Amado Costa Real;
Geraldo Tadeu de Melo;
Yvone de Souza Espírito Santo;
Ademar Vieira Júnior (Coringa);
Cecília Massako Yonamine;
Alfredo Kenji Yamamoto;
José Moreira dos Santos;
Maria Flordelici Ferreira;
Ana Carla Gomes Rosa;
José Rosendo de Almeida Junior;
Maurina Jacinto de Oliveira;
Maura de Oliveira Siqueira;
Raquel Miranda Paniago;
Vinicius Echeverria Brites;
Camila Amaral Garcia Vieira;
Aristides Villalba Sanchez;
Edna Maria Venturini;
Marcelo Ferrreira Girão;
Maria Raquel Leite Brun;
José Marques de Azevedo;
Cláudio Luiz Correa Echeverria;
Rivail Conte;
Marcilio Rodrigues Antunes;
Silvano do Espírito Santo;
Gilson Ferrucio Pinesso;
Elba Terezinha Cherbakian;
Conceição Maria de Paulo;
Lúcio Nascimento Cabrita de Santana;
Rafael Cândia;
Janike Lara Oliveira;
Rubia Ferreira Garcia;
David Amancio de Medeiros;
José Vicente Pires;
Renato Castro Rebello;
Vinicius Serrou D’Oliveira Mariano;
Dr. Eduardo Vargas Aleixo;
José dos Santos Pires;
Eraldo de Almeida;
Sônia Fátima dos Reis Calzolaio;
Cleone Machado de Lima;
Francisca de Arruda Corrêa;
Luciane Ramos da Silva;
Emerson Cleiton Dias;
Fátima dos Santos Silva;
Gabriel Chelotti Gonçalves;
Margareth Bezerra Cavalcanti Mendes;
José Scaransi Netto;
Ivelto Carrilho Alves;
Rodrigo Vasconcellos Braga;
Felippe Nimer Leite;
Rogê Teisser Delgado;
Antonio Braz Melo;
Mauricio de Barros Vaz;
Fernando Fonteles do Nascimento;
Ana Luiza Leão Congro de Matos;
Luiz Henrique de Almeida Magalhães;
Andrea Francisco de Mello Chiesa;
Dra. Cíntia Grundler;
Alessandra Barbosa de Oliveira Assis;
Mirna Aquemi Yasumoto Yamamoto;
Vailson Vargas de Freitas;
Carmelita Rodrigues da Silva;
Aurora Maria Alves Pinto;
Sonia Regina Teruya;
Paulo César Bogue e Marcato;
Alcineia Aparecida Sangalli;
Mônica Gazal Muniz;
Maria Camargo de Oliveira Gomes;
Marlete Freitas Sippel;
Rosa Madalena Franco de Castro;
Everton Floriano Pancini;
Adriana Rodrigues Bruzadin;
Humberto Braz Mustafá;
Livia Cristine Darin;

Colaborou Tatyane Gameiro
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 04 May 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Imprensa internacional destaca show de Shakira em Copacabana: 'a descoberta da latinidade']]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/imprensa-internacional-destaca-show-de-shakira-em-copacabana-a/465991/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/imprensa-internacional-destaca-show-de-shakira-em-copacabana-a/465991/</guid>
				<description><![CDATA[O "Lobacabana" de Shakira na noite deste sábado, 2, no Rio de Janeiro, repercutiu na imprensa internacional. Jornais da Europa e da América Latina destacaram a quantidade de público que o evento reuniu na praia de Copacabana - 2 milhões, de acordo com a Prefeitura do Rio. Outro ponto de atenção foi o show de drones no início do espetáculo, que formou uma loba, animal que fãs associam à cantora.

O francês Le Monde, em reportagem com a agência AFP, destacou que 2 milhões de pessoas "atenderam ao chamado da loba" sob a lua cheia. Outro destaque, para o jornal, foi o palco "monumental" de 1.345 metros quadrados.

A reportagem lembrou que os brasileiros geralmente são avessos às músicas dos vizinhos hispânicos. Mas eles têm uma relação especial com a colombiana, que fala fluentemente português e esteve no País diversas vezes desde 1996.

O El País, da Espanha, afirmou que Shakira foi "coroada rainha da música latina por um mar de pessoas". O jornal destacou que leques com a estampa "Lobacabana" e ambulantes vendendo cerveja e caipirinha ajudaram a refrescar o calor da noite carioca.

O jornal espanhol descreveu que o show veio em um momento em que os brasileiros estão descobrindo sua "latinidade" após o efeito Bad Bunny. Mas a reportagem lembra que Shakira percorreu o País muito antes, se apresentando até em lugares "improváveis", como Uberlândia.

O El País elogiou a segurança do evento, que empregou efetivo de 8 mil policiais.

O El Tiempo, da Colômbia, fez uma cobertura ao vivo do show da diva local. O jornal chamou a apresentação em Copacabana de &#39;histórica". A cobertura resumiu a noite como tendo reunido "música, convidados locais e momentos íntimos de empoderamento feminino". "O Brasil uivou com Shakira", publicou o jornal colombiano.

Os uivos do público também foram mencionados na reportagem do La Nación, da Argentina. De acordo com a reportagem, os fãs esperaram mais de uma hora para a entrada da cantora, enquanto uivavam como lobos e gritavam "Sha-Sha-Sha-ki-rá".

O The Independent, do Reino Unido, em reportagem com a agência AP, publicou que Shakira transformou a praia "em uma pista de dança". O texto destacou o show de drones no início da apresentação, que formou as palavras "Te amo, Brasil".

A matéria lembrou que muitos fãs têm uma relação de afetividade com Shakira desde pequenos, e que há uma identificação com a diva por ela ser latina.

Outro destaque foi o retorno econômico do show: cerca de R$ 777 milhões, de acordo com um estudo da Riotur. A reportagem apontou que a série de espetáculos Todo mundo no Rio, que começou com Madonna em 2024 e Lady Gaga em 2025, movimenta a cidade em um mês de baixa temporada.

A agência Ansa, da Itália, reforçou que a narrativa do show de Shakira foi voltada às mulheres, celebrando "a energia latina e a resiliência feminina". O texto também deu destaque à participação dos artistas brasileiros no espetáculo: Caetano Veloso, Maria Bethânia, Ivete Sangalo e Anitta.

A agência Reuters afirmou que o show foi o maior da carreira de Shakira, repetindo os sucessos de Madonna e Lady Gaga.

A BBC, do Reino Unido, também destacou o público de 2 milhões, mas lembrou que a Prefeitura do Rio havia divulgado números inflados para o show de Lady Gaga. A emissora britânica disse ter feito um cálculo em que seria necessária toda a extensão da praia de Copacabana para caberem 2 milhões de pessoas.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 03 May 2026 22:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Entrevista exclusiva com o protagonista da novela Coração Acelerado Filipe Bragança]]></title>
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				<description><![CDATA[Filipe Bragança é um ator e cantor brasileiro que vem se consolidando como um dos nomes de sua geração, com trabalhos de destaque no teatro, no cinema, na televisão e no streaming.

No cinema, é protagonista do filme “100 Dias”, inspirado na vida de Amyr Klink, atualmente em fase de produção, com estreia prevista para 2025. Seu lançamento mais recente nas telonas foi “Meu Sangue Ferve por Você” (2024), dirigido por Paulo Machline, no qual interpreta Sidney Magal.

No currículo, também estão os longas “45 do Segundo Tempo” (2022), de Luiz Villaça, “Cinderela Pop” (2019) e “Eu Fico Loko” (2017), ambos dirigidos por Bruno Garotti. Como dublador, empresta sua voz ao protagonista da animação brasileira “Abá e Sua Banda” (2025) e participou do filme “Encanto” (2012). Também interpretou a música de abertura de “Viva – A Vida é uma Festa” (2017).

Na televisão, ganhou grande repercussão ao viver Giovanni no remake de “Elas por Elas” (2023, Globo). Atuou ainda nas novelas “Órfãos da Terra” (2019, Globo) e “Chiquititas” (2013, SBT). Em 2026, assume seu primeiro protagonista em novelas, interpretando o cantor João Raul em “Coração Acelerado” (Globo).

No streaming, integrou o elenco de produções de destaque como "Justiça 2” (2024, Globoplay), as duas temporadas de “Dom” (2021 e 2023, Prime Video), “Betinho – No Fio da Navalha” (2023, Globoplay), além de ser um dos protagonistas das séries “Últimas Férias” (2023, Star+) e “Só Se For Por Amor” (2022, Netflix). Também atuou em “Natureza Morta” (2017, CineBrasil TV).

Nos palcos, teve reconhecimento nacional ao interpretar Marius na adaptação brasileira do musical “Les Misérables”, papel que lhe rendeu os prêmios de Ator Revelação no Prêmio Bibi Ferreira e no BroadwayWorld Brasil Awards, em 2017.

Ator desde os 5 anos de idade, Filipe iniciou sua trajetória na publicidade, em Goiânia. Aos 7 anos, fez seu primeiro espetáculo profissional e, ao longo da formação, estudou balé clássico e canto, habilidades que se refletem em sua versatilidade artística.

O ator é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana, e em entrevista ao Caderno ele fala sobre carreira, oportunidades, seu primeiro protagonista e próximos projetos.

 

O ator Filipe Bragança é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana  - Foto: Cássia Tabatini - Diagramação:Denis Felipe - 
Por: Flávia Viana

CE - “Coração Acelerado” marca seu primeiro grande protagonista em novela das sete. Como você recebeu esse convite?
FB - Recebi com muita alegria e também com um senso grande de responsabilidade. Protagonizar uma novela é um sonho para qualquer ator, ainda mais em uma história como “Coração Acelerado”. Quando li os primeiros capítulos, fiquei muito interessado pela jornada do João Raul.

É um personagem cheio de camadas, com vulnerabilidades, conflitos e contradições. Por exemplo, ele é o mozão do Brasil que rebola em cima do palco e flerta com várias mulheres na plateia, mas no fundo mesmo ele só quer ser amado pela paixão dele. Estou muito feliz de poder dar vida a ele.

CE - O João Raul rapidamente virou um dos personagens mais queridos do público. Como tem sido acompanhar essa repercussão?
FB - Tem sido emocionante. A gente grava a novela com muita dedicação, mas só quando ela vai ao ar é que sente o retorno das pessoas. Recebo muitas mensagens nas redes sociais, gente torcendo pelo João Raul, comentando as cenas, se envolvendo com a história. É muito bonito ver como o público abraçou o personagem.

CE - O personagem tem o apelido de “mozão do Brasil”. Como você reage a isso e ao assédio que o personagem ganha por conta das cenas rebolando?
FB - Eu acho engraçado. Faz parte do personagem. Não tem como fazer um papel desses se não se jogar 100%. Tudo que eu recebi foi apenas elogios e muito carinho.

CE - A novela se passa em Goiás e tem uma forte ligação com o universo sertanejo. Sendo você goiano, isso trouxe uma conexão especial com o projeto?
FB - Com certeza. Eu nasci em Goiás, não cresci ouvindo sertanejo mas convivi com essa cultura. Então existe um reconhecimento muito forte. Trazer um pouco dessa essência para o personagem foi muito natural para mim. É bonito ver a novela valorizando essa identidade e esse universo que faz parte da vida de tanta gente.

CE - Você já tem uma trajetória forte no cinema, teatro e musicais. O que a novela acrescenta na sua carreira?
FB - A novela tem uma dinâmica muito própria. É um ritmo intenso, com muitos capítulos, e exige uma entrega diária do ator. Ao mesmo tempo, tem essa coisa maravilhosa de entrar na casa das pessoas todos os dias. Para mim está sendo uma experiência muito rica, tanto profissionalmente quanto pessoalmente.

O ator Filipe Bragança é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana  - Foto: Cássia Tabatini - Diagramação:Denis Felipe - 
Por: Flávia Viana

CE - Sua experiência em musicais e projetos ligados à música ajuda na construção de um personagem dentro desse universo sertanejo?
FB - Ajuda muito. A música sempre esteve presente na minha vida artística. Já fiz musicais, já trabalhei com personagens ligados à música, como o Sidney Magal, então isso traz uma familiaridade com o ritmo, com a interpretação musical e com a emoção que a música carrega. Isso acaba enriquecendo o personagem.

CE - O João Raul vive uma história de amor intensa na trama com a Agrado (Isadora Cruz). Você gosta de interpretar personagens românticos?
FB - Eu gosto muito de personagens que sentem tudo de forma profunda. O João Raul é assim. Ele ama, sofre, luta, se entrega. Isso para um ator é muito interessante porque traz muitas nuances para trabalhar em cena.

Eu como João Raul já fiz cenas de todos os tipos de sentimento. E a novela das sete também tem essa tradição de grandes histórias de amor, então é muito especial fazer parte disso.

CE - Como está sendo a convivência com o elenco da novela?
FB - Muito especial. Temos um elenco muito talentoso e generoso. Desde o começo fui muito bem acolhido por todo mundo. Isso faz muita diferença no dia a dia de gravação, porque passamos muitas horas juntos e essa troca fortalece muito as cenas.

CE - Você começou a atuar ainda muito jovem. Hoje, vivendo esse momento de protagonista, o que passa pela sua cabeça quando olha para sua trajetória?
FB - Eu sinto muita gratidão. Comecei muito novo e fui construindo meu caminho passo a passo, passando por teatro, cinema, televisão, musicais… Cada projeto foi importante para minha formação como ator. Estar vivendo esse momento agora é resultado de muito trabalho e também de muitas pessoas que acreditaram em mim.

CE - O que o público pode esperar dos próximos capítulos de “Coração Acelerado”?
FB - Muita emoção. A história do João Raul ainda tem muitas viradas, desafios e decisões importantes pela frente. Ele conseguiu reencontrar a Agrado, o grande amor dele, mas é novela, precisa ter aquele obstáculo para de fato eles ficarem juntos.

 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 03 May 2026 15:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[A energia do Tarô da semana entre 04 e 10 de maio. Vamos aproveitar e celebrar.]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/a-energia-do-taro-da-semana-entre-03-e-09-de-maio-vamos-aproveitar-e/465982/</link>
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				<description><![CDATA[Foque na diversão!

O Três de Copas é uma carta de celebração, amizade, irmandade e colaborações criativas. Seus amigos e familiares estão aqui para apoiá-lo e impulsioná-lo a alcançar níveis ainda maiores de sucesso. Celebre com eles e desfrute da camaradagem.

O Três de Copas geralmente indica um período muito sociável, talvez um aniversário, um casamento, as festas de fim de ano ou férias com amigos. Veja isso como uma oportunidade para relaxar e esquecer os compromissos e obrigações do dia a dia por um tempo. Procure aproveitar momentos de qualidade com amigos e familiares e divirta-se!

Esta carta também convida você a colaborar com outras pessoas em um projeto criativo e a inspirar uns aos outros a alcançar novos patamares. Coletivamente, vocês estão trabalhando em prol de um objetivo comum para o bem maior de todos, e ao se conectar com outras pessoas e unir forças, vocês podem conquistar muito, compartilhando sua energia positiva e paixão com a comunidade em geral.

O Três de Copas também sugere que você pode buscar uma forma de expressão artística em um ambiente de grupo, como uma aula de arte ou de dança. Esta é uma ótima maneira de se conectar com outras pessoas e acessar suas habilidades criativas.

O Três de Copas retrata as famosas Três Graças da mitologia grega.

As Graças são deusas do carisma. Diz-se que, por onde passavam, flores brotavam e a alegria e o riso se espalhavam. As Graças (também chamadas de Cárites) representam atributos que você pode incorporar para elevar sua energia pessoal, transformando-a de um estado mais denso para outro mais leve e jubiloso.

As Três Graças exemplificam o poder transformador da positividade, da alegria e do carisma. Sua presença indica que você também pode cultivar essas qualidades, promovendo mudanças profundas na sua própria energia e atitude.

A palavra “carisma” tem origem nas Cárites (as Graças). Carisma é essa energia quase mágica que faz com que os outros se sintam atraídos por você. É uma aura de encanto que nasce da confiança pessoal e de uma energia positiva. Trata-se de um magnetismo que atrai as pessoas e as inspira por meio da sua paixão e alegria.

O carisma é um dom que todos nós podemos desenvolver. Qualquer pessoa pode ampliar seu carisma ao abraçar sua luz autêntica, levar a vida com mais leveza e irradiar energia positiva ao seu redor.

Essa ideia traduz a mensagem fortalecedora do Três de Copas: o carisma não é um traço inato reservado a poucos privilegiados, mas uma qualidade que pode ser nutrida e cultivada, uma expressão do seu eu verdadeiro, que irradia positividade e acolhimento.

A energia ao seu redor parece estagnada? Você se sente tão distraído pelo estresse que nem consegue pensar em trazer mais leveza? Talvez esteja na hora de se conectar com amigos próximos para recarregar as energias.

O Três de Copas evoca as três Graças: Eufrósine, Aglaia e Tália. Que tal se inspirar nessas deusas, símbolos de carisma, charme e expressão criativa?

Eufrósine significa “deleitar, alegrar, animar”. Ela nos mostra que o ambiente ao nosso redor se torna mais vibrante quando acolhemos o humor. Sempre que melhoramos o dia de alguém com um sorriso ou elevamos a energia com o riso, estamos canalizando seu dom.

A mensagem de Eufrósine é: “leve a vida com mais leveza!”. Use o humor para dissolver aquilo que causa medo. Rir daquilo que provoca ansiedade é uma ferramenta poderosa para superá-la.

Aglaia significa “radiância, brilho, luz”. Sempre que você compartilha sua luz interior, está acessando o dom dela. Ao se conectar com sua essência luminosa, você cria ao seu redor um campo de energia positiva que os outros percebem imediatamente.

Estar confortável com quem você realmente é faz com que as pessoas também se sintam seguras para se abrir. Quando você reconhece, no olhar do outro, uma luz igualmente sagrada e radiante, você está tocando o dom de Aglaia.

Tália significa “aquecer, nutrir, florescer”. Cada vez que você cultiva algo com paciência está incorporando a energia de Tália. Cuidar dos seus desejos e projetos dá sentido à vida. Tália traz sucesso por meio do cultivo gentil dos seus objetivos.

Ela também ensina que apoiar o outro justamente naquilo que você ainda atravessa é um caminho poderoso para fortalecer a autoestima e reconhecer o próprio valor.

Hoje, conecte-se ao seu carisma por meio do humor, irradiando sua luz autêntica e oferecendo calor humano e gentileza aos outros. Observe como o seu ambiente começa a se transformar com os dons das Graças.

Todos podem desenvolver seu carisma. Como qualquer habilidade, quanto mais você a pratica, mais natural ela se torna. O carisma eleva a energia. Ele transforma a atmosfera de um lugar quase como mágica.

É por isso que pessoas talentosas e carismáticas são tão valorizadas: buscamos nelas essa capacidade de elevar nossa energia e nos proporcionar alegria, seja por meio da música, das palavras ou do entretenimento.

Ao sermos brindados com o Três de Copas como carta regente somos convidados a nos abrir para a catarse emocional, a reconhecer a abundância que já existe em nossa vida e permitir que o coração transborde. A carta também pode indicar uma abundância que está por vir, um evento carregado de emoção.

Nesta semana, permita-se viver a alegria. Envolva-se em atividades que acendam o seu entusiasmo: participe de shows, festivais, festas ou qualquer celebração que faça seu coração vibrar. Brinque, experimente, esteja presente.

Leve consigo esse espírito leve por onde for. Reúna sua família, aproxime seus amigos e fortaleça esses laços em momentos compartilhados, cheios de afeto e celebração.

Em questões profissionais, o Três de Copas pode indicar a necessidade de fazer networking e cultivar boas relações com seus contatos.

No amor, esta carta sugere leveza: permita-se conhecer pessoas, circular, socializar e ativar o seu lado mais encantador e sedutor.

Já no lado financeiro, aproveite as oportunidades de parcerias e colaborações e invista em experiências que tragam realização pessoal e conexão social.

Os aspectos astrológicos da semana favorecem clareza, vitalidade e confiança. Com planejamento e consistência, há grande potencial de reconhecimento e ganhos materiais. Sob essa energia, desenha-se também um momento de celebração, alegria e comunhão: as circunstâncias se alinham, e seus esforços tendem a ser recompensados com sucesso e satisfação.

Como lembra Oprah Winfrey: “Quanto mais você glorifica e celebra sua vida, mais você tem na vida para celebrar.”

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 03 May 2026 14:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Praticidade na cozinha: sete passos para organizar o armário e otimizar espaço e tempo]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/praticidade-na-cozinha-sete-passos-para-organizar-o-armario-e/465975/</link>
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				<description><![CDATA[Um dos cômodos mais frequentados da casa, a cozinha pede organização e praticidade. No entanto, muitas vezes a bagunça fica escondida nos armários, o que acaba prejudicando a rotina e o acesso aos utensílios no momento de preparar as refeições.

Pensando em quem está montando a própria cozinha ou aqueles que têm planos de repaginar o espaço, Jéssica Benazzi, nutricionista do Divino Fogão, dá dicas para o B+ de como organizar o armário de cozinha de maneira funcional e eficiente.

Separe os utensílios e os alimentos

Comece esvaziando o armário e separando os utensílios e os alimentos por categorias. Dessa forma, fica mais claro quais itens devem permanecer e quais podem ser descartados ou realocados.

Também é uma boa oportunidade para verificar a validade dos alimentos, evitando a permanência de ingredientes vencidos e garantindo uma visão mais clara do que precisa ser reposto.

Coloque todos os objetos em uma mesa ou bancada para conseguir visualizá-los com clareza. Aproveite esse momento e desapegue do que não é mais necessário, inclusive itens quebrados ou velhos.

Quanto menos itens acumulados, maior a organização no dia a dia. Em seguida, separe os potes, as travessas e outros recipientes por categorias, facilitando o acesso durante o preparo das refeições.

Deixe os itens mais utilizados à vista

Itens como pratos, talheres, panelas e copos que são usados com maior frequência, devem ficar na parte da frente da prateleira, sempre no alcance das pessoas da casa. Essa organização garante o fácil acesso para todos no dia a dia e evita a necessidade de movimentar os outros objetos sempre que for preparar ou servir as refeições.

Invista em organizadores

Para otimizar o espaço nos armários e manter tudo em ordem por mais tempo, os organizadores verticais são ótimos aliados para separar os utensílios. Eles ajudam a acomodar objetos, como panelas e frigideiras, de forma mais acessível e liberar espaço nos armários.

As divisórias para talheres também proporcionam mais praticidade na hora das refeições, enquanto potes transparentes com etiquetas facilitam a identificação de temperos e outros alimentos, tornando a rotina na cozinha mais funcional.

Guarde os potes com tampas

Para evitar desencontros na hora de usar, armazene os potes já com suas respectivas tampas ou organize-as no mesmo espaço. Outra opção é guardar os recipientes um dentro do outro, com as tampas posicionadas de forma organizada, otimizando espaço. Assim, o uso do pote não fica comprometido, e o tempo gasto para procurar as tampas é reduzido.

Aposte em ganchos

Para armários pequenos, os ganchos são ótimos aliados, já que não comprometerão o espaço interno do armário. Dessa forma, é possível pendurar xícaras e talheres sem comprometer a área útil da prateleira, além de manter a organização e ganhar funcionalidade para a rotina.

Invista em potes herméticos

Além do toque decorativo, os potes herméticos ajudam na conservação, na textura e no sabor dos alimentos, por isso, devem ser sempre fechados para preservar as características de cada ingrediente. Outra dica é colocar etiquetas nos potes com temperos e demais insumos para facilitar a visualização e não gerar confusão na hora de cozinhar.

Crie uma rotina de organização que seja fácil de manter

Com uma rotina, o trabalho de organizar o armário deixa de ser algo cansativo e torna-se um hábito. Estabelecer uma organização semanal ou quinzenal, mas que seja simples e eficiente, evita que o espaço volte ao estado inicial e garante que tudo esteja adequado às necessidades do dia a dia da casa.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 03 May 2026 09:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Entre Costuras e CuLtura: O diabo amadureceu e a moda também]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/entre-costuras-e-cultura-o-diabo-amadureceu-e-a-moda-tambem/465966/</link>
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				<description><![CDATA[Existe um momento, em O Diabo Veste Prada 2, em que fica claro: ninguém ali está mais tentando provar nada.
E talvez seja exatamente isso que torna o figurino dessa sequência tão interessante e, para alguns, até menos “impactante” à primeira vista. Não há mais deslumbramento, mas controle.

A Meryl Streep volta a ocupar o espaço como quem nunca saiu e, honestamente, nunca saiu mesmo. Sua Miranda não precisa mais de discursos memoráveis para explicar poder. Basta lembrar do terno vermelho impecável, quase agressivo na precisão, ou dos casacos estruturados em tons escuros que parecem desenhar distância ao redor dela.

A alfaiataria rígida, os tons profundos, o vermelho que surge como assinatura: tudo comunica antes mesmo da personagem abrir a boca. É menos sobre moda e mais sobre posicionamento.

O diabo amadureceu e a moda também - Divulgação

Já Anne Hathaway faz algo mais sutil e talvez mais difícil. Sua Andy não rejeita mais o sistema, mas também não se submete a ele. Existe uma inteligência silenciosa nas escolhas: como no casaco preto de corte limpo usado sobre looks monocromáticos, ou no vestido de linhas simples que privilegia textura em vez de excesso.

Nada grita, mas tudo está exatamente onde deveria. É o tipo de elegância que não quer aplauso ela já é segura de si mesma.
 

Anne Hathaway - Divulgação

E então vem Emily Blunt, lembrando que a moda também é espetáculo e que alguém precisa sustentar o drama. Seja nas saias volumosas com estampas quase escultóricas, seja nos vestidos transparentes que brincam com luz e movimento, Emily continua sendo a personagem que entende que, no fundo, moda também é sobre ser vista. E ela garante isso.
 

Emily Blunt - Divulgação

Há ainda um momento que sintetiza bem esse novo capítulo: quando as três surgem juntas, de óculos escuros, com looks coordenados entre o sóbrio, o dramático e o irônico. Não é só styling, é comentário e consciência de imagem.

O curioso é que, ao contrário do primeiro filme, aqui o figurino não conduz uma transformação. Ele revela um estado final. Essas mulheres já passaram pelo processo e agora administram suas imagens como quem administra carreira, influência, legado.

Talvez por isso exista uma sensação difusa de que “faltou impacto”. Mas será que faltou mesmo? Ou estamos apenas acostumados a confundir novidade com relevância?

O Diabo Veste Prada 2 não quer ensinar ninguém a se vestir. Quer mostrar o que acontece depois que você aprende.

E, convenhamos, isso é muito mais interessante.

Separei algumas dicas para você levar do cinema para a vida, mas claro sem precisar de um closet da Runway

            •          Poder através da estrutura

    Pense no terno de Miranda: um bom corte vale mais do que qualquer tendência passageira. Se a peça veste bem, metade do caminho está feito.

Divulgação

            •          Escolha uma assinatura, não um personagem

    O vermelho dela, o minimalismo da Andy — pode ser uma cor, um tecido, um acessório. Estilo consistente sempre comunica mais do que looks “montados”.

Divulgação

            •          Elegância também é edição

    Repare como Andy nunca exagera. Saber o que tirar é tão importante quanto saber o que colocar.

Divulgação

            •          Exagero funciona quando é intencional

    Emily prova isso o tempo todo. O erro não está no excesso, está na indecisão.

Divulgação

            •          Roupa é linguagem

    Antes de sair, vale a pergunta: o que isso diz por mim hoje?

Divulgação

 
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 02 May 2026 20:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Você sabe a importância da prevenção para evitar risco de infarto durante atividade física?]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/voce-sabe-a-importancia-da-prevencao-para-evitar-risco-de-infarto/465955/</link>
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				<description><![CDATA[A prática de atividade física traz grandes benefícios à saúde, porém, para garantir o sucesso dos treinos, ter acompanhamento médico é fundamental.

Exames preventivos ajudam na detecção de problemas cardíacos e evitam casos, entre eles o infarto, que podem ocorrer quando há esforços intensos. O cardiologista do ImotCare, Roberto Moretti Secomandi, reforça a importância do check-up antes de iniciar os treinos.

Especialista em Cardiologia e Medicina Esportiva, Secomandi explica que é fundamental compreender que o exercício, embora altamente benéfico para a saúde cardiovascular, deve ser precedido de uma avaliação adequada, especialmente em adultos acima de 35 anos ou na presença de fatores de risco como hipertensão, diabetes, colesterol elevado, tabagismo ou histórico familiar de doenças cardíacas:

“Para a maioria das pessoas, uma consulta médica com avaliação clínica detalhada já permite identificar possíveis riscos. Exames complementares como eletrocardiograma, teste de esforço e exames laboratoriais são indicados para garantir maior segurança, sobretudo quando se pretende realizar atividades de maior intensidade”, considera o especialista.

De acordo com o médico do ImotCare, de forma geral, a prática regular de exercícios reduz significativamente o risco de infarto e outras doenças cardiovasculares.

No entanto, Secomandi afirma que existe um pequeno aumento transitório do risco durante esforços intensos, principalmente, em indivíduos sedentários que iniciam atividades vigorosas de forma abrupta ou naqueles que possuem doença coronariana ainda não diagnosticada.

O médico alerta ainda que situações como esforço excessivo, desidratação ou prática em ambientes muito quentes também podem contribuir para eventos adversos:

“Ainda assim, é importante destacar que os benefícios do exercício regular superam amplamente esses riscos, desde que haja orientação adequada e progressão gradual da intensidade”, pontuou.

Sintomas

O infarto agudo do miocárdio geralmente se manifesta por dor no peito em aperto ou pressão, localizada no centro do tórax, que pode irradiar para o braço esquerdo, pescoço, mandíbula ou costas, frequentemente acompanhada de suor frio, falta de ar, náuseas ou sensação de mal-estar.

Em alguns grupos, como idosos, mulheres e pessoas com diabetes, os sintomas podem ser menos típicos, incluindo cansaço excessivo, desconforto abdominal, enjoo ou tontura, o que pode atrasar o reconhecimento do problema.

Diante da suspeita de infarto, a rapidez na resposta é essencial, afirma o cardiologista. A primeira medida é acionar imediatamente o serviço de emergência (Samu – 192) e manter a pessoa em repouso e em posição confortável.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 02 May 2026 16:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Blue Moon: a atuação de Ethan Hawke que o Oscar não premiou e deveria]]></title>
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				<description><![CDATA[Em geral, filmes “pequenos”, os chamados “de Arte”, são populares entre críticos e nem tanto com o grande público. E é o caso aqui de Blue Moon, um filme que não ganhou o fôlego de um Hamnet, mas que desde a estreia no Festival Internacional de Cinema de Berlim de 2025 era uma obra destinada ao Oscar.

Agora que está disponível no streaming (ainda sob aluguel), consegui revê-lo e confirmar minha primeira impressão: é uma pérola. Daquelas que não pedem atenção, mas acabam exigindo entrega.

E sim, eu mantenho o que disse desde o início. Em um ano competitivo, com nomes como Timothée Chalamet, Wagner Moura e Michael B. Jordan orbitando a disputa, o ator “roubado” foi Ethan Hawke. Ele, que ganhou o prêmio de Melhor Ator pelos Críticos, tem uma atuação histórica que não se impõe: se infiltra.

O que Hawke faz aqui é raro. E, justamente por isso, paradoxalmente é fácil de ignorar.

Um enredo que parece simples até deixar de ser

Blue Moon acompanha um recorte específico na vida de seu protagonista, inspirado em uma história real que muitos reconhecem, ainda que o filme não dependa desse reconhecimento para funcionar. Não há aqui a tentação de abarcar toda uma biografia, como tantos filmes do gênero insistem em fazer. Ao contrário, o roteiro escolhe um momento, quase um intervalo, e o expande.

É nesse recorte que tudo acontece.

O letrista Lorenz Hart, metade da histórica dupla Rodgers and Hart, em um momento muito específico — e profundamente simbólico — de sua vida, revisita seus sucessos e fracassos em um jantar após a estreia do musical Oklahoma!, obra que marca a consagração de seu parceiro, Richard Rodgers, ao lado de um novo letrista, Oscar Hammerstein II.

Hart, interpretado por Ethan Hawke, não está no palco. Está à margem.

O filme se passa quase inteiramente em um bar, onde ele observa, comenta, ironiza e tenta, à sua maneira, se manter presente em um mundo que claramente já seguiu em frente sem ele. Entre um drink e outro, entre encontros casuais e diálogos que oscilam entre o humor e a melancolia, o que se constrói é o retrato de um homem em suspensão.

A narrativa não se organiza por grandes acontecimentos, mas por pequenas fraturas.

Hart relembra sua parceria com Rodgers, revive sucessos que agora parecem pertencer a outra vida e, ao mesmo tempo, enfrenta a realidade de um deslocamento inevitável, artístico, pessoal e emocional. Há também o peso de suas próprias fragilidades: o alcoolismo, a sensação de inadequação, a dificuldade de se adaptar a um
novo momento da indústria e da própria Broadway.

O título não é casual.

“Blue Moon”, uma das canções mais conhecidas da dupla, ecoa como símbolo desse estado de espírito, algo entre a nostalgia e a impossibilidade de retorno.

E o filme entende que essa noite não é apenas uma noite.

É um encerramento.

O resultado é um filme que parece pequeno, e, aos poucos, se revela vasto.

A encenação: entre o cinema e o teatro

O aspecto abertamente teatral em Blue Moon não é um demérito. Ao contrário. A mise-en-scène aposta na contenção, em espaços delimitados, em diálogos que carregam mais do que dizem. Não é difícil imaginar o texto sendo encenado em um palco, sustentado pela força dos atores.

Mas o cinema está ali, o tempo todo, fazendo o que o teatro não pode.

A câmera se aproxima quando é preciso. Observa quando convém. E, sobretudo, respeita o silêncio.

Essa escolha formal não é apenas estética. Ela dialoga diretamente com o tema. Porque Blue Moon não é um filme sobre grandes acontecimentos, mas sobre aquilo que não se resolve. Sobre o que fica suspenso.

Ethan Hawke: intensidade sem excesso

É aqui que o filme se torna incontornável.

Ethan Hawke constrói uma atuação que recusa qualquer gesto óbvio. Não há explosões calculadas, nem momentos desenhados para “clipes de Oscar”. O que há é uma composição minuciosa, feita de pausas, hesitações e olhares que parecem sempre chegar um segundo atrasados.

É uma atuação de escuta.

E talvez seja isso que a torne tão potente e tão invisível para premiações que ainda operam, muitas vezes, sob a lógica do impacto imediato. Dizer que ele foi ignorado é simplificar. Ele foi ultrapassado por performances mais fáceis de serem reconhecidas como “grandes”, mas, nem sempre o que é grande tem o mesmo valor. Ficou a sensação de dívida.

Um biopic que respeita o que não pode ser explicado

Há algo ainda mais raro aqui. Blue Moon é, em essência, um biopic, mas não se comporta como tal.

Não há didatismo. Não há explicação excessiva. Não há aquela obsessão em traduzir uma vida inteira em duas horas. O filme entende que há zonas que não podem ser completamente acessadas e decide não abusar delas.

Para quem conhece a história real, esse respeito é evidente. O roteiro não apenas se mantém fiel aos acontecimentos, mas preserva o que há de mais difícil: a ambiguidade.

E é justamente essa ambiguidade que sustenta o filme.

Por que ver e rever

Há filmes que se esgotam na primeira exibição. Blue Moon não é um deles.

Em um tempo em que tudo parece precisar ser imediato, explicável e compartilhável, Blue Moon pede tempo. Pede atenção. Pede disposição para lidar com o que não se resolve.

E entrega, em troca, algo cada vez mais raro: um encontro verdadeiro entre ator, texto e espectador.

Nem sempre o Oscar reconhece isso.


Mas isso não muda o que está ali.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 02 May 2026 14:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Doces como brigadeiro, beijinho e cajuzinho refletem tradição e identidade brasileira]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/b/465937/</link>
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				<description><![CDATA[Os doces de festa brasileiros são mais do que simples sobremesas, eles funcionam como pequenos arquivos da história social, econômica e cultural do País.

Presentes em aniversários infantis, casamentos, batizados e reuniões familiares, essas receitas atravessaram décadas se adaptando a contextos distintos – da escassez de ingredientes no pós-guerra à industrialização dos alimentos e à consolidação de uma identidade culinária tipicamente brasileira.

Clássicos como brigadeiro, beijinho, bicho-de-pé, olho de sogra, casadinho, cajuzinho e surpresa de uva revelam como a criatividade popular transformou poucos ingredientes em símbolos duradouros.

Brigadeiro

A história do brigadeiro está diretamente ligada ao contexto político e econômico do Brasil nos anos 1940. Durante o período do pós-Segunda Guerra Mundial, o País enfrentava dificuldades na importação de produtos como leite fresco e açúcar refinado, o que impulsionou o uso de alimentos industrializados de longa duração, como o leite condensado.

Foi nesse cenário que, durante a campanha presidencial de 1945, apoiadoras do candidato Eduardo Gomes passaram a vender um doce feito com leite condensado, manteiga e chocolate para arrecadar fundos. O produto ficou conhecido como doce do brigadeiro e, com o tempo, apenas brigadeiro.

Símbolo gastronômico do País, o doce representa um momento de redemocratização do Brasil após o fim do Estado Novo, quando campanhas políticas ganhavam apoio popular de formas criativas e comunitárias.

Receita

Ingredientes:


	1 lata de leite condensado;
	1 colher (sopa) de manteiga;
	3 colheres (sopa) de chocolate em pó;
	chocolate granulado.


Modo de Preparo:

> Cozinhe em fogo baixo até atingir o ponto de enrolar.

> Deixe esfriar, modele e finalize.

Beijinho

O beijinho, embora associado diretamente ao brigadeiro, carrega influências mais antigas da culinária brasileira, especialmente do período colonial. O uso do coco remete às regiões litorâneas e à forte presença da cultura afro-brasileira na formação gastronômica do País.

Durante os séculos XVI e XVII, o coco foi amplamente incorporado à culinária local, principalmente no Nordeste, onde se misturou a técnicas portuguesas de preparo de doces à base de açúcar – herança dos conventos europeus.

O beijinho pode ser visto como uma releitura moderna dessas receitas conventuais, simplificada com a introdução do leite condensado no século XX.

O nome, beijinho, reforça o caráter afetivo do doce, associado à delicadeza e ao carinho, elementos frequentemente ligados às celebrações familiares.

Receita

Ingredientes:


	1 lata de leite condensado;
	1 colher (sopa) de manteiga;
	100g de coco ralado.


Modo de Preparo:

> Cozinhe até desgrudar da panela, enrole e finalize com açúcar ou coco.

Bicho-de-pé

O bicho-de-pé é um doce que reflete um momento mais recente da história brasileira: a popularização dos produtos industrializados e da cultura de consumo a partir das décadas de 1970 e 1980.

Com o avanço da indústria alimentícia, produtos como gelatinas e pós saborizados passaram a fazer parte do cotidiano das famílias.

O bicho-de-pé surge dessa lógica: uma adaptação do brigadeiro com sabor artificial de morango, cor vibrante e apelo visual forte – características alinhadas ao universo infantil e à estética da época.

Seu nome curioso, associado à coloração avermelhada, também dialoga com o humor popular brasileiro, que frequentemente transforma referências inusitadas em nomes marcantes.

Receita

Ingredientes:


	1 lata de leite condensado;
	1 colher (sopa) de manteiga;
	3 colheres (sopa) de pó sabor morango.


Modo de Preparo:

> Cozinhe até o ponto de enrolar, deixe esfriar e finalize com açúcar.

Olho de sogra

O olho de sogra tem raízes mais antigas, diretamente ligadas à doçaria portuguesa. Em Portugal, doces à base de ovos, açúcar e frutas secas eram comuns, especialmente nos conventos. No Brasil, essas receitas foram adaptadas com ingredientes locais, como o coco.

A combinação de ameixa e coco cria contraste de sabor e textura, enquanto o nome irreverente reflete o humor típico das festas brasileiras.

Receita

Ingredientes:


	1 lata de leite condensado;
	coco ralado;
	ameixas secas.


Modo de Preparo:

> Cozinhe em fogo baixo até atingir o ponto de enrolar.

> Envolva a ameixa com o doce de coco e modele.

Casadinho

O casadinho não tem uma origem única definida, mas está fortemente associado às celebrações de casamento. Sua proposta de unir dois sabores diferentes em um só doce funciona como metáfora da união entre duas pessoas.

Esse simbolismo ganhou força especialmente a partir do século XX, quando festas de casamento passaram a incorporar elementos padronizados e decorativos, incluindo docinhos finos. O casadinho, nesse contexto, representa harmonia e equilíbrio.

Receita

Ingredientes:


	brigadeiro;
	beijinho ou brigadeiro branco.


Modo de Preparo:

> Una pequenas porções dos dois doces.

Cajuzinho

O cajuzinho é um exemplo claro da criatividade brasileira diante de limitações. Apesar do nome, não leva caju na receita tradicional. Seu sabor vem do amendoim, ingrediente mais acessível e amplamente disponível.

O doce se popularizou ao longo do século XX, especialmente em festas simples, por ser econômico e fácil de preparar. O nome vem do formato inspirado no caju, que mostra a importância estética mesmo em receitas humildes, além de reforçar a conexão com elementos da natureza brasileira.

Receita

Ingredientes:


	1 lata de leite condensado;
	amendoim moído;
	chocolate em pó.


Modo de Preparo:

> Cozinhe em fogo baixo até atingir o ponto de enrolar.

> Deixe esfriar, modele e finalize com açúcar.

Surpresa de uva

Diferente dos demais, a surpresa de uva é um doce contemporâneo, surgido provavelmente no final do século XX ou início do XXI, em um momento em que a confeitaria brasileira começou a incorporar elementos mais sofisticados.

A ideia de envolver uma fruta fresca em um creme doce e finalizá-la com cobertura remete a técnicas mais elaboradas, aproximando o doce caseiro de tendências da confeitaria profissional.

Sua popularidade cresceu com a internet e as redes sociais, em que receitas visuais e práticas ganharam destaque.

Receita

Ingredientes:


	1 lata de leite condensado;
	1 colher de sopa de manteiga;
	3 colheres de sopa de chocolate em pó ou leite em pó;
	uvas verdes.


Modo de Preparo:

> Cozinhe em fogo baixo até atingir ponto de enrolar.

> Deixe esfriar, envolva a uva com creme e finalize.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 02 May 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Quem está em palpos de aranha é o prefeito Nelson Cintra, de Porto Murtinho...Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/quem-esta-em-palpos-de-aranha-e-o-prefeito-nelson-cintra-de-porto/465922/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/quem-esta-em-palpos-de-aranha-e-o-prefeito-nelson-cintra-de-porto/465922/</guid>
				<description><![CDATA[Ismael Machado - poeta de MS

"Duas instâncias nos igualam na condição humana: a possibilidade de erro e a certeza da morte”

 

FELPUDA

Quem está em palpos de aranha é o prefeito Nelson Cintra, de Porto Murtinho. Uma aeronave, que seria de sua propriedade, foi flagrada fazendo acrobacias sobre e sob a ponte em construção da Rota Bioceânica. Vídeos das manobras, consideradas extremamente perigosas, foram postadas nas redes sociais. O deputado estadual José Orcírio (PT) oficiou a FAB, solicitando informações a respeito e pedindo providências. Chegou a falar até em cassação do prefeito e prometeu continuar fazendo barulho. Pode até ser...

A segunda edição do Ateliê Ricoeur na América Latina vai acontecer entre os dias 19 e 22, na UFMS de Campo Grande e o evento é aberto a toda a comunidade universitária e sociedade em geral. Há duas formas de participação: a submissão de trabalhos científicos e a participação como ouvinte. As inscrições como ouvinte são gratuitas e podem ser feitas até o dia 18 na página do evento.

 

O médico-veterinário e comunicador Osmar Pereira Bastos, foi eleito para a Academia Brasileira de Medicina Veterinária. 
Com mais de 40 anos de atuação, ele é um dos pioneiros do jornalismo agropecuário no Brasil e apresentador do programa “AgroEducativa”.

 

Luciana Lima

Opostos

Em dois importantes momentos da recente história política do País, representantes de MS no Senado tiveram participação ativa, mas seguiram rumos diferentes. Na votação da indicação de Jorge Messias para o STF, Nelson Trad Filho e Tereza Cristina Correa da Costa Dias votaram contra, enquanto Soraya Thronicke votou favoravelmente. Um vídeo que viralizou nas redes sociais mostra Soraya desolada com o resultado.

Repeteco

Já para derrubada do veto de Lula ao projeto da Dosimetria (que reduz penas aos condenados dos atos de 8 de aneiro) Nelson Trad Filho e Tereza Cristina votaram a favor, enquanto Soraya Thronicke foi contra. Do trio, apenas Tereza Cristina não concorrerá nas eleições deste ano, enquanto as outras duas cadeiras estarão na disputa eleitoral. Tanto Nelson Trad Filho como Soraya devem disputar a reeleição.

Posse

A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande empossou, no dia 30 de abril, sua nova diretoria para o triênio 2026-2029. O empresário Omar Aukar assumiu a presidência, sucedendo Renato Paniago, que liderou a entidade desde 2020. Aukar já presidiu a ACICG entre 2012 e 2014 e foi vice-presidente de 2020 a 2026.

Aniversariantes

@@NOTICIA_GALERIA@@

SÁBADO (2)
Mariana Zauith,
Simone Fraide,
Cilene Maria Elesbão Silva,
Victor Félix Álvarez Pineda,
Alziro Leite Reinoso,
Mauro Oliveira de Jesus,
Edite Tabordo,
João Batista Pereira dos Santos,
Guerino Tonelo Colnaghi,
Dr. Antônio João da Silveira Terra,
Cynthia da Silveira Fattor Lemos,
Luiz Guilherme de Noronha Neto,
Anderson da Silva Higa,
Victor Hugo Fretes Gomes,
Millena Chaves da Silva,
Elmio Leal Garcia,
Leandro da Costa Weber,
Vera Lucia Salviato Gorla,
José Luiz Toledo Volpe,
Miguel Farah Neto,
Kátia Regina Cação Tognini,
Dalva Pereira Terra,
João de Brito Torres,
Dr. Helton Elias de Arruda,
Wagner Simone Martins,
José Cândido da Silva,
Alexandre (Alê) Augusto Miranda Filho,
Suely Midori Otsubo Tanaka,
Dr. Osvaldo Benedito Ferreira,
José Alves Costa,
Arivaldo Romeiro,
Klei Ferreira de Jesus,
Edson José Pessoa Sandes,
Rhaisa de Mattos Iorio,
Angela de Cerqueira Caldas Correa,
Fabianny Carvalho,
Carlos Alberto Silveira Maia,
Flavio Luiz Ferreira Castelo,
Valdinéia Belarmino Siqueira,
Joaquim Rondon Pereira,
Maria Souza Araujo,
Nilene da Silva Coelho,
José Rodolfo Filho,
Marinerges Campos Pacheco,
Zita de Almeida,
Navile de Barros Filho,
Maria Helena Miranda Oliveira,
Ernesto de Souza Maia,
Lia Menezes Moncada,
Manoel de Oliveira Quintana,
Hilda Borba de Oliveira,
Rendrix Marcel Durães,
Pietra Coelho Lopez,
Antônio Martins de Moraes Gomes,
José Mário Amorim,
Mirtes Maria de Oliveira,
Cleonice Santana da Costa,
Juliana de Almeida Fava,
Célio Cruz de Lima,
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Juvenal de Farias,
Nilza Fonseca Dias,
Maria Sueli Mustafá Bornia,
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Mayara Battaglin Maciel,
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Geraldo José Zamproni,
Georgiana Martins Barros,
Mara Silvia Zimmermann,
Veronica Szucs Puertas,
Elfo Satiro,
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Ranieri Luis Schneider,
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Waldir Benetti,
Leonildo Aneas Marinelli,
Vagner Alves Guirado,
Silmara Alves Rozo,
Guilherme Santos Träsel.

DOMINGO (3)
Marta Tannous,
Kleber Geleilate Dittmar,
Marcia Scarabel,
Ana Paula Franco,
Paula Camilla Maldonado,
Domingos Savio Pereira,
Luiz Alberto Ramalho Pedrosa,
Maria Idalina Martins Resstel,
Hélvio Miagui Higa,
Dr. Paulo César Branquinho,
Milton Roberto Becker,
Onofre Lopes da Silva,
Valdemir Almeida Monteiro,
Juarez Altair Mateus,
Luiz Toshiharu Mise,
José Luiz Maluf Braga,
Eleonor Sebben,
José Rivassi da Motta,
Marinalva de Jesus Batista,
Maura Teodoro Jajah,
Grimaldo Borges de Freitas,
Willian Gomes Frazão,
Paulo Sérgio da Silveira Lemos,
Patrícia Maria de Souza Medeiros Prestes,
Tamara Denise Soares Barbosa,
Rafael Alex Podin Neto,
Elizabeth Maria Machado Puccinelli,
Selma Queiroz Silva,
Flávio da Costa Britto Neto,
Delcindo Afonso Vilela Júnior,
Mauro Farias Insfran,
Vera Regina Dalcin Baur,
Rudi Carlos Aquino,
Maria Margareth Escobar Ribas Lima,
Flávio Roberto Godoy,
Ana Paula Sivieiro Leite,
Dejair Gomes,
Élber Stilten de Souza,
João Gomes,
Dr. Paulo Cesar Pereira,
Maria Ilsa Silva Ferreira,
João da Cruz Pacheco,
Jandira Ferro,
Marlene da Silva Alves,
José Carlos Gazal,
José Carlos Medeiros Rocha,
Arlete Pitthan,
Waldir Gonçalves,
Selma Pinto,
Renato Barbosa de Oliveira,
Jacira Maria Vilanova Maia,
Iranilda Rezende Lara,
Horácio Cardin dos Santos,
Claudia Fernandes Lima,
Dr. André Buainain,
Maria Eunice Barbosa,
Deine Garcia Azambuja,
Ana Lúcia Cerveira,
José Carlos Lopes,
Paulo Henrique Vieira,
Angela Maria Ramirez,
Inêz Loureiro,
Célia de Araujo,
Dirce Centurion da Silva,
Enio Luiz Gasparetto,
Josias de Souza Monteiro,
Amarildo Gelain,
João Cândido Abella Porto,
Ione Jussara de Mattos,
João Eduardo Fernando Ferrari,
Orlando Vicente Abate Sacchi,
Claudia Sampaio da Silva Dichoff,
Edirnalva Rodrigues Zorzenon,
Franco Maegaki Ono,
Maria José Gonçalves Balvedi,
Bruno Fernandes Baraldi,
Juliana Machado de Faria. 

COLABOROU TATYANE GAMEIRO
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 02 May 2026 00:03:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Shakira visita o Maracanã antes de show em Copacabana]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/shakira-visita-o-maracana-antes-de-show-em-copacabana/465917/</link>
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				<description><![CDATA[ Na noite dessa quinta-feira, 30, a cantora Shakira fez uma visita ao estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, onde foi recebida pelo CEO da arena, Fred Nantes. A cantora colombiana está na cidade para se apresentar no show Todo Mundo No Rio 2026, marcado para este sábado, 2, na praia de Copacabana.

Durante a visita, Shakira recebeu camisas do Flamengo e do Fluminense e agradeceu em português: "muito obrigada! Para os meus filhos". Ela também autografou uma bola de futebol e uma camisa da Seleção Brasileira. O estádio celebrou o momento nas redes sociais: "Todo mundo no Maraca! E a Shakira também!"

A artista está hospedada no hotel Belmond Copacabana Palace e já demonstrou o carinho pelos fãs cariocas: durante a tarde, apareceu na sacada para acenar e mandar beijos, publicando depois um vídeo com a mensagem "amo vocês".

Vale lembrar que, ao longo do dia, imagens falsas geradas por inteligência artificial da cantora visitando pontos turísticos da cidade circularam pelas redes sociais - as fotos no Maracanã, no entanto, foram compartilhadas nos perfis do estádio.

O show de Shakira pode ser acompanhado ao vivo pela TV Globo, pelo Globoplay e pelo Multishow, a partir das 21h20.

@@NOTICIAS_RELACIONADAS@@
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 01 May 2026 23:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Emily Blunt e Stanley Tucci ganham estrelas na Calçada da Fama de Hollywood]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/emily-blunt-e-stanley-tucci-ganham-estrelas-na-calcada-da-fama-de/465915/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/emily-blunt-e-stanley-tucci-ganham-estrelas-na-calcada-da-fama-de/465915/</guid>
				<description><![CDATA[Os atores Emily Blunt e Stanley Tucci receberam suas estrelas na Calçada da Fama de Hollywood, em Los Angeles, na tarde de quinta, 30. A homenagem coincide com a estreia de O Diabo Veste Prada 2, filme que reúne os dois novamente nas telas. As estrelas de número 2.841 e 2.842 foram entregues em uma cerimônia que contou com a presença de grandes nomes do cinema americano.

Meryl Streep, que vive a icônica Miranda Priestly na franquia, foi um dos destaques do evento. Em discurso emocionado, ela brincou que sente Emily como uma filha e demonstrou carinho igualmente profundo por Tucci, com quem mantém amizade antiga.

Robert Downey Jr., que contracenou com Blunt em Oppenheimer (2023), também subiu ao palco para exaltar a colega, com direito a piadas sobre a experiência de trabalhar sob a direção de Christopher Nolan. Matt Damon e Dwayne "The Rock" Johnson completaram o time de celebridades que homenagearam os "estrelados".

Cunhados na vida real desde 2012 - Tucci é casado com Felicity Blunt, irmã da atriz -, os dois comemoram juntos o reconhecimento na mesma cerimônia.

O Diabo Veste Prada 2, já em cartaz nos cinemas, traz de volta também Anne Hathaway e Meryl Streep, além de novos integrantes ao elenco.
]]></description>
				
									<media:content url="https://cdn.correiodoestado.com.br/img/c/300/300/dn_arquivo/2026/05/whatsapp-image-2026-05-01-at-152647.jpeg" medium="image"/>
				
				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 01 May 2026 22:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Com feriado prolongado, Campo Grande está repleta de atrações para todas as idades e gostos]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/com-feriado-prolongado-campo-grande-esta-repleta-de-atracoes-para/465898/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/com-feriado-prolongado-campo-grande-esta-repleta-de-atracoes-para/465898/</guid>
				<description><![CDATA[O feriado prolongado do 1º de Maio chega com uma programação cultural diversificada em Campo Grande, reunindo estreias de cinema, espetáculos teatrais, dança contemporânea, atrações infantis e eventos voltados ao empreendedorismo feminino.

De hoje a domingo, moradores e visitantes terão à disposição uma agenda intensa, que mistura lazer, reflexão e experiências culturais em diferentes regiões da cidade.

A seguir, confira os principais destaques do fim de semana.

CINEMA -  "O DIABO VESTE PRADA 2"

O grande destaque das telonas é a estreia de "O Diabo Veste Prada 2", uma das produções mais aguardadas do ano. Mais de duas décadas após o lançamento do primeiro filme, a trama acompanha as mudanças no universo da moda e do jornalismo, com personagens icônicos revisitados sob uma nova perspectiva. A expectativa é de grande público nas salas de cinema da Capital.

A programação também inclui o documentário "Zico  O Samurai de Quintino", que oferece um olhar sensível sobre a trajetória de um dos maiores jogadores da história do futebol brasileiro.

A produção reúne imagens de arquivo, depoimentos e momentos marcantes da carreira do atleta, ampliando o repertório cultural disponível nas telonas.

Outros títulos seguem em cartaz, como produções familiares, comédias e animações, garantindo opções para públicos de diferentes idades ao longo do feriado prolongado.

PARA A CRIANÇADA

O fim de semana também é uma oportunidade especial para quem busca diversão em família. A Arena Nickelodeon, instalada no Shopping Campo Grande, entra em seus últimos dias de funcionamento e promete despedida em grande estilo.

Diversão  Arena Nickelodeon - Espaço de diversão para as crianças entra em seus últimos dias no Shopping Campo Grande

O espaço reúne ambientes temáticos inspirados em personagens conhecidos do público infantil, como Bob Esponja, Patrulha Canina e Dora Aventureira.

Com atividades interativas e circuitos lúdicos, a atração é voltada para crianças até 10 anos e proporciona experiências que estimulam a imaginação e o movimento.

Outra opção é o Yuup Experience, parque indoor que ocupa mais de mil metros quadrados e oferece uma ampla variedade de brinquedos. Entre as atrações estão trampolins, infláveis, estações esportivas, jogos eletrônicos e espaços temáticos com dinossauros.

A proposta é unir diversão e segurança em um ambiente planejado para receber famílias durante todo o dia.

TEATRO

A cena teatral sul-mato-grossense ganha evidência neste fim de semana com o espetáculo "Atriz de Quinta  Beth Terras por Trás das Luzes", que será apresentado no domingo, às 19h, no Teatro Aracy Balabanian.

A montagem, em formato de monólogo, presta homenagem à trajetória de Beth Terras, figura fundamental para o teatro no Estado. Em cena, a atriz Giovanna Zottino conduz o público por uma narrativa que atravessa diferentes fases da vida da personagem, revelando momentos de alegria, desafios e superação.

Com uma dramaturgia que equilibra humor e emoção, o espetáculo convida o público a refletir sobre os bastidores da arte e as escolhas que moldam uma vida dedicada aos palcos. Ao evidenciar o lado humano da artista, a peça reforça a importância do teatro como espaço de resistência e expressão.

DANÇA

A programação cultural também abre espaço para a dança contemporânea com o espetáculo "Rompendo Silêncios", apresentado pela Ginga Cia. de Dança, hoje, às 19h, no Teatro Aracy Balabanian.

Com entrada gratuita, a obra propõe uma reflexão sobre temas urgentes, como a violência contra a mulher e as estruturas de poder presentes na sociedade. Por meio do movimento, os artistas exploram tensões, silenciamentos e possibilidades de transformação, criando uma experiência imersiva para o público.

Além da apresentação, o projeto inclui oficinas e momentos de diálogo, ampliando o alcance da proposta e fortalecendo a formação de público para a dança contemporânea.

MÊS DAS MÃES

O Shopping Bosque dos Ipês dá início ao evento Mães no Bosque, que segue até o dia 17 e propõe uma programação que vai além do consumo.

Realizada em parceria com a BPW Campo Grande, a iniciativa valoriza o protagonismo feminino e reúne atividades que discutem temas como maternidade, liderança, inclusão e empreendedorismo.

Entre os destaques estão a exposição da artista Iacita Azamor, com obras exibidas diariamente na praça central, e a Feira de Economia Criativa, que acontece nos fins de semana e reúne mulheres empreendedoras com produtos autorais.

A programação inclui ainda palestras, oficinas e rodas de conversa, criando um espaço de troca de experiências e fortalecimento de redes de apoio entre mulheres. A proposta contempla diferentes realidades, incluindo mães atípicas e mães de pet, ampliando o olhar sobre a maternidade contemporânea.

INFANTIL

As crianças também têm espaço garantido na programação cultural com o espetáculo "Kalivôno", que será apresentado amanhã, às 16h, no Sesc Teatro Prosa.

A montagem utiliza a dança como linguagem principal para aproximar o público infantil das culturas populares brasileiras, valorizando saberes indígenas, afro-brasileiros e quilombolas. A proposta é promover o acesso à arte desde cedo, de forma lúdica e educativa.

Com entrada gratuita, o espetáculo se apresenta como uma opção acessível para famílias que desejam incluir experiências culturais na rotina das crianças.

 

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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 01 May 2026 10:08:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Parlamentar foi ler requerimentos propondo a recuperação de algumas ruas... Leia na coluna de hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[Mario Quintana - escritor brasileiro

"A preguiça é a mãe do progresso. Se o homem não tivesse preguiça de caminhar, não teria inventado a roda”.

FELPUDA

Parlamentar foi ler requerimentos propondo a recuperação de algumas ruas de Campo Grande. No meio da leitura das solicitações, olhou para os colegas e percebeu que estava “chovendo no molhado”, e aí entre uma pausa e outra, explicou que, na verdade, a Capital vive o drama de suas vias estarem tomadas pelos buracos e que seu pedido era voltado aos moradores das ruas citadas por ele porque, conforme frisou, eles podem ser “tragados pelas crateras”. “Buracos, buraquinhos, buracões e ruas totalmente tomadas por eles são as opções para o campo-grandense”, foi comentário irônico entreouvido por lá.



Poeirão

Quem anda percorrendo o trecho é o vice-governador José Carlos Barbosa (Republicanos), o Barbosinha, em agenda que integra governo, prefeitura e câmaras municipais. A estratégia é estabelecer sistema de trabalho onde há discussão ampla das ações desenvolvidas pelo governo de MS.

Mais

Tal iniciativa fortalece, tanto nas áreas política como administrativa, o programa de municipalismo do governador Eduardo Riedel e tem dado bons resultados. A proposta é percorrer de carro os 79 municípios, segundo Dorival Betini, chefe de gabinete do vice.

Denise Ramos Flores Bisogenin e José Luiz Bisogenin - Foto: Studio Vollkopf 

 

 Fernanda Coan - Foto: arquivo pessoal

Bonitos na fita

Pesquisas que estariam sendo realizadas para acompanhar a quantas anda o cenário político em Mato Grosso do Sul têm sido dadas ao conhecimento de gabinetes poderosos. Assim, segundo se ouve nos bastidores, alguns pré-candidatos estão sendo chamados para saber de como estão perante o eleitorado e para que continuem intensificando suas atuações para, caso tudo transcorra dentro dos conformes, possam subir no pódio no mês de outubro.

Prova dos nove

Segundo avaliação de políticos mais antenados, os deputados federais Dagoberto Nogueira (PP) e Geraldo Resende (União Brasil) terão que mostrar bom desempenho nas urnas. Isto porque foram responsáveis por ocasionar “debandadas” de alguns nomes que já haviam acertado a filiação nesses dois partidos. A expectativa é grande, tendo em vista que “peitaram” gente que tem forte base eleitoral, principalmente no interior de MS.

Termômetro

Os primeiros indicadores de 2026 confirmam a força da economia de MS. Levantamento do Termômetro do Varejo da Federação das Câmaras dos Dirigentes Lojistas-MS), com base no IBGE, mostra alta de 6,2% no varejo ampliado entre janeiro e fevereiro, bem acima da média nacional (1,0%). O comércio também avançou (0,5%), enquanto os serviços cresceram 4,3% e a indústria acumula alta de 8,1% em 12 meses. No campo, a projeção é de crescimento de 2,2% em 2026, na contramão da retração prevista para o país (-3,9%).

Aniversariantes

@@NOTICIA_GALERIA@@

Christiana (Kity) Puga de Barcelos;
Dr. Roberto Teixeira dos Santos;
Alessandra Assis Daros;
João Bosco Silvino de Medeiros;
Maria Augusta Pereira de Souza;
Alceu Guerra;
Carlos Ney Garcia Olegario;
Maria Beatriz Barbieri de Alencar;
Elisangela Cristina Passianoto;
Marcio Cosme Matos Alves;
Enzo Lemos Junior;
Circe de Souza Martins;
José Garcia Rosa Pires;
Cyro Jesus do Nascimento;
Matheus Rossanelli da Silva;
Wander Ricardo Gomes de Almeida;
Nelson da Silva Feitosa;
Dr. Antonio Carlos Barcellos Abrate;
Mario Ilto Rodrigues Moreira;
Edmur Augusto da Costa;
Juleica Lima Ribeiro;
Jones Mario de Avila Minervini Junior;
Fátima Barbosa Cavalcante Rangel Vinholi;
Tatiana Avelar;
Luiz Renato Affonseca Jardim;
Felipa Ramos Vasques;
Mauricio Shiroma;
Maria Aparecida de Almeida;
Valdir Custódio da Silva;
Luís de Morais;
Léo Mendonça do Amaral;
Lourdes Junqueira de Paula;
Arizoly Serrou Camy;
Felipe Cunha;
João Luiz de Aquino Santos;
Adriana Gonçalves Guerreiro Dure;
Alessandro Dantas dos Santos;
Hercules Hillesheim;
Antonio Lorenzi Sobrinho;
Jovaldino Walta;
Dr.Jorge Gonda;
Felipe Medina;
Ricardo Cruvinel Cardoso;
Sebastião Batista Souza;
Dr. Alexandre Geanini Péres;
Anny Carolini Malagolini Ribeiro;
Lucy de Souza Jesus;
Nylbert Arruda Gonçalves Cantero;
Mário Antonio de Almeida;
Ita Escobar Ajala;
Durval Coelho Barbosa;
Afonso Ribeiro de Sena;
Maria da Silva Albuquerque;
Ítalo Lopes Fontoura;
Elenir de Souza Braz;
Zita Maluf;
Dirce de Souza Martins;
Claudete Pereira dos Reis;
Antônio Gomes;
Lourdes Fontoura;
Afonso Nunes Leite;
José Alberto Vasconcellos;
Dávio Mello;
Jociane Dutra Nogueira Farias;
Otoni Cesar Coelho de Sousa;
José da Costa Vieira;
Delci Teixeira;
Dr. Marco Antonio Leite;
Juvenal Farias;
Francisco Pires de Oliveira;
Patrícia Teixeira Pellini;
Ivete Moreira Paes;
Tatiana Padilha Barreto;
Edinete de Fátima de Oliveira;
Alexandre Mario dos Anjos;
Alcebíades Santiago Franco;
Elis Antonia Santos Neres;
Monica Aratani;
Roberto Lopes da Silva;
Carolina Miranda Barbosa;
Olívia Nunes Campos;
Flávia Alessandra Carvalho;
Osmar Feliciano Dias;
Adriana Nunes Lopes;
Simone dos Santos Godinho;
Maria Fatima de Moraes;
Naiara Pael Lopes Aquino;
Rosimeire Zandona de Souza;
Maria Ivonete de Almeida Santos;
Rozilene de Oliveira Jara;
Dra. Maria Claudia Mourão Santos Rossetti;
Carlos Roberto dos Santos Okamoto;
Rosimary Emiko Iamamoto;
Solange Dantas;
Murillo Nicacio de Maraes;
Carlos Roberto Gonçalves;
Manoel Batista Dias;
Rosane Susery Nishimura Yoshimoto;
João Antonio Martello;
Luciana Bisco Ferreira;
Angela Irene Felipe da Costa Damico;
Renato Brandolim;
Mario Ronaldo Camargo;
Marilu Menezes Pereira Dias Rezende;
Dr. Ronaldo Chadid;

Colaborou Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 01 May 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Oficina de técnica vocal apresenta canto coral a jovens da Fundação Barbosa Rodrigues]]></title>
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				<description><![CDATA[A Fundação Barbosa Rodrigues realizou, no sábado, uma oficina de técnica vocal voltada para o público infantojuvenil. A atividade reuniu crianças e adolescentes entre 7 e 17 anos em uma imersão prática no universo do canto coral, com foco não apenas na voz, mas também no desenvolvimento global dos participantes.

Ministrada pela professora Ana Lúcia Gaborim, docente de Regência, Canto Coral, Fisiologia e Técnica Vocal da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), a oficina teve como principal objetivo apresentar, de forma acessível e dinâmica, como funciona um ensaio de coro.

A proposta surgiu como uma forma de aproximação com o público jovem, permitindo que crianças e adolescentes experimentem a atividade antes de assumir um compromisso contínuo.

“Hoje em dia, muitas pessoas têm receio de iniciar uma atividade sem saber exatamente como ela funciona. A oficina permite essa experimentação, especialmente importante para crianças e adolescentes, que precisam se sentir motivados e seguros antes de se comprometer”, explica a professora.

A ideia da oficina ganhou força após a visita da professora húngara Lilla Gabor à Fundação, no dia 2, o que impulsionou a realização da atividade como um evento pontual capaz de mobilizar novos participantes.

Com duração de aproximadamente uma hora e meia, a oficina reuniu tanto alunos da própria Fundação quanto participantes da comunidade, alguns já com experiência musical e outros iniciantes. Segundo Ana Lúcia, a diversidade do grupo contribuiu para uma troca enriquecedora e para a construção de um ambiente acolhedor e inclusivo.

ENSINO LÚDICO

A metodologia aplicada durante o encontro priorizou o aspecto lúdico e interativo. A oficina começou com exercícios rítmicos que envolviam o corpo, como palmas, gestos e percussão corporal. Além de estimular a coordenação motora, essas atividades também funcionaram como uma forma de integração entre os participantes.

“Para a criança, o jogo é um elemento fundamental. Quando ela aprende brincando, o processo se torna mais prazeroso e eficaz”, destaca Gaborim.

Ana Lúcia Gaborim ministrou a oficina - Foto: Divulgação

Na sequência, foram realizados exercícios de postura e respiração, considerados essenciais para o canto. A professora enfatiza que a respiração é a base da técnica vocal e que o alinhamento corporal influencia diretamente na qualidade do som produzido.

Outro momento importante da oficina foi a prática de vocalizes, exercícios que vão além do aquecimento vocal.

Segundo a docente, essas atividades contribuem para o desenvolvimento da afinação, da expressividade e da consciência vocal, preparando os participantes para um canto mais organizado e esteticamente apurado.

A parte prática foi concluída com o ensino de uma canção em formato de cânone, composição do músico carioca Maurício Durão.

Nesse tipo de estrutura, todos cantam a mesma melodia, mas em entradas diferentes, criando uma sobreposição de vozes que resulta em harmonia. A atividade permitiu aos participantes compreender, na prática, a dinâmica do canto coral.

“A beleza do coro está justamente na combinação de diferentes vozes que, mesmo executando partes distintas, se harmonizam. Isso amplia a percepção musical e o senso de coletividade”, explica.

DESENVOLVIMENTO

A oficina evidenciou o papel do canto coral como ferramenta de desenvolvimento integral. De acordo com a professora, a prática envolve aspectos cognitivos, emocionais, sociais e motores, contribuindo para a formação de indivíduos mais confiantes e comunicativos.

Durante a atividade, foi possível observar mudanças significativas no comportamento dos participantes.

Crianças, que inicialmente demonstravam timidez, passaram a se expressar com mais segurança ao longo do encontro.

“Percebi que muitos chegaram retraídos, com o corpo tenso e a voz contida. Aos poucos, foram se soltando, ganhando confiança e se envolvendo com as atividades. Isso se reflete diretamente na qualidade vocal e na postura”, relata.

Além dos benefícios técnicos e musicais, a oficina também reforçou o potencial do canto coral como instrumento de transformação social. A prática contribui para o fortalecimento da autoestima, da comunicação e das relações interpessoais, além de ampliar o repertório cultural dos participantes.

“Quando a criança participa de um coral, ela não está apenas aprendendo música. Ela está desenvolvendo habilidades sociais, aprendendo a trabalhar em grupo, perdendo a timidez e se expressando melhor”, ressalta Ana Lúcia.

Para a professora, iniciativas como essa são fundamentais para democratizar o ensino da música e proporcionar oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens.

“Eu acredito que toda criança deveria ter a oportunidade de cantar. O impacto na formação pessoal é enorme. A música transforma, integra e desenvolve em múltiplos aspectos”, conclui.

CUIDADOS

A docente também chama atenção para equívocos comuns entre iniciantes, como a crença de que é possível aprender a cantar rapidamente ou sem orientação adequada.

“Existe uma ideia equivocada de que o desenvolvimento vocal ocorre de forma imediata. O processo exige prática, orientação e cuidado, especialmente com o aquecimento vocal e o uso correto do corpo”, afirma.

Outro ponto destacado pela professora é o risco de imitar vozes de cantores profissionais, prática que pode levar a esforço vocal inadequado e até a problemas nas pregas vocais. Para Gaborim, o ideal é desenvolver uma identidade vocal própria, respeitando os limites individuais.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 10:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Feira Literária de Bonito celebra 10 anos com edição comemorativa e revisita trajetória do evento]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/flib-celebra-10-anos-com-edicao-comemorativa/465832/</link>
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				<description><![CDATA[A Feira Literária de Bonito (Flib) chega à 10ª edição consolidada como um dos principais eventos culturais do Estado e já tem data marcada para dar início às comemorações.

O lançamento oficial da programação acontece na segunda-feira, em Bonito, antecipando autores convidados, atividades formativas e parte da agenda cultural que deve movimentar a cidade entre os dias 7 e 12 de julho.

Realizada desde 2015, a Flib construiu ao longo dos anos uma trajetória marcada pela diversidade de vozes, pela valorização de escritores locais e nacionais e pela forte participação da comunidade escolar. A feira se consolidou como um projeto educacional e cultural que conecta leitores, autores e artistas em um ambiente de troca e formação.

Com o tema “Literatura: histórias de nossas memórias”, a proposta da edição deste ano é revisitar trajetórias, reafirmar identidades e destacar o papel da palavra como ferramenta de resistência e construção social.

O conceito também orienta o 4º concurso de redação, realizado em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, voltado a estudantes da rede pública de Bonito.

CRESCIMENTO

Em 2025, a feira registrou recorde de público, reunindo mais de três mil crianças ao longo de cinco dias de programação na Praça da Liberdade, além de escritores, editoras e livreiros. Ao longo das edições, o evento também se firmou como vitrine do mercado editorial e importante estímulo à economia criativa do livro.

Desde sua criação, a participação ativa das escolas tem sido um dos pilares da feira. Professores e estudantes ajudam a construir o evento, transformando a Flib em uma experiência pedagógica que vai além da sala de aula.

A curadoria temática, adotada desde a primeira edição, também contribuiu para a consolidação do evento. Ao longo dos anos, temas como “O Delírio da Palavra”, “Substantiva Feminina”, “Literatura e Natureza” e “Travessias” nortearam debates, encontros e apresentações, sempre conectando literatura a questões contemporâneas.

HOMENAGENS

A 10ª edição também será marcada por homenagens a duas figuras importantes da literatura. A escritora Lygia Fagundes Telles, um dos maiores nomes da literatura brasileira, será celebrada por sua contribuição à cultura nacional.

Também será homenageado o escritor e editor douradense Luciano Serafim, que teve participação marcante na história da feira e faleceu em 2025.

AUTORES CONFIRMADOS

A programação reunirá escritores de diferentes regiões do Brasil. Entre os nomes já confirmados estão Sergio Vaz, Mariana Salomão Carrara, Daniel Munduruku, Oscar Nakasato, Ana Martins Marques, Kaio Ramos, Jucélia Silva, Jusley Sousa, Jade Ribeiro, Miguela Moura e Leonardo Piana.

A agenda inclui ainda oficinas para mediadores de leitura, com Luciana Gerbovic e Bianca Resende, além de atividades voltadas a editores de livros infantis, conduzidas por Eva Vilma. Também estão previstos encontros temáticos sobre literatura feminina sul-mato-grossense, com Adrianna Alberti, e literatura indígena infantil, com Miguela Moura.

Outro destaque é a sessão “Dedo de Prosa”, que deve reunir cerca de 40 autores ao longo dos cinco dias de evento em conversas com coletivos literários, clubes de leitura e intelectuais negros.

INTEGRAÇÃO

Um dos traços marcantes da Flib é a integração entre diferentes linguagens artísticas. Além de mesas literárias e lançamentos de livros, a programação inclui contação de histórias, teatro de mamulengo, espetáculos musicais e atividades voltadas ao público infantil.

Entre as atrações confirmadas está o cantor Jorge Vercillo, que se apresenta gratuitamente durante o evento.

A Praça da Liberdade, principal palco da Flib, transforma-se durante o evento em um espaço de convivência cultural, reunindo moradores e visitantes em atividades que se estendem do dia à noite.

DEMOCRATIZAÇÃO

Desde sua criação, a Flib tem como objetivo fomentar a bibliodiversidade e democratizar o acesso ao livro e à leitura. O Pavilhão das Letras, por exemplo, garante o contato direto do público com editoras e livrarias, além da distribuição gratuita de livros.

Em nove edições, a feira já reuniu 261 autores, sendo 186 sul-mato-grossenses e 75 de outros estados. Mais do que números, esses dados refletem a construção de uma identidade literária regional e o fortalecimento do diálogo com o cenário nacional.

Para o organizador Carlos Porto, chegar à 10ª edição é resultado de um esforço coletivo. “A Flib completa 10 edições consolidando um trabalho relevante de formação de leitores e de valorização da literatura. Chegar a esse marco é resultado de uma construção coletiva, que envolve autores, educadores, parceiros e a comunidade”, afirma.

A curadora Maria Adélia Menegazzo destaca o papel da literatura como espaço de conexão. “Celebrar 10 edições da Flib é reconhecer a potência da literatura como linguagem que conecta histórias, memórias e identidades. Ao ampliar a presença de autores e fortalecer a formação de leitores, a feira reafirma seu compromisso com a pluralidade”, avalia.

BONITO

Conhecida internacionalmente por suas belezas naturais, Bonito também se consolida como território fértil para a cultura. A Flib contribui para ampliar essa identidade, mostrando que a cidade vai além do turismo ecológico e se afirma também como referência literária.

Durante o evento, a cidade se transforma em um grande palco cultural, onde literatura, arte e educação se encontram. Para a população local, a feira é uma celebração coletiva. Para os escritores, uma oportunidade de diálogo e visibilidade. E para os leitores, especialmente os mais jovens, um convite à descoberta.

CALENDÁRIO OFICIAL

Desde a publicação do Decreto Estadual nº 6.457, em agosto de 2025, a feira passou a integrar o Calendário Oficial de Eventos de Mato Grosso do Sul, reforçando sua importância no cenário cultural e educacional.

A edição deste ano conta com apoio de autoridades públicas e instituições, incluindo a Prefeitura de Bonito, o Ministério da Cultura, o Governo do Estado, além de parlamentares como Vander Loubet, Camila Jara e Soraya Thronicke.

>> Serviço

Lançamento da 10ª Feira Literária de Bonito (Flib)

Data: segunda-feira.
Horário: às 19h.
Local: Restaurante Espaço Jack.
Endereço: Rua Coronel Nelson Felício dos Santos, nº 865, Bairro Alvorada, Bonito.
Realização da Flib 2026: de 7 a 12 de julho, na Praça da Liberdade, em Bonito.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Na sessão de terça-feira da Câmara Municipal de Campo Grande "deu de um...Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/na-sessao-de-terca-feira-da-camara-municipal-de-campo-grande-deu-de/465810/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/na-sessao-de-terca-feira-da-camara-municipal-de-campo-grande-deu-de/465810/</guid>
				<description><![CDATA[Mario Sergio Cortella - escritor brasileiro

"Quando estiver no fundo do poço, a primeira coisa a fazer para sair dele é parar de cavar”.

 

FELPUDA

Na sessão de terça-feira da Câmara Municipal de Campo Grande “deu de um tudo”: manifestantes destemperados vaiando até leitura de moção de pesar, vereador dizendo que não tinha medo de gritos e o presidente da Casa, Epaminondas Neto, irritado, tentando colocar ordem. O movimento, que ninguém tem dúvida de que foi “orquestrado” por forças não tão ocultas assim, ocorreu principalmente por causa da sanção da prefeita a projeto que proíbe o uso de banheiro feminino por mulheres trans e o projeto Abril Verde e Amarelo, em contraponto ao Abril Vermelho do MST. Ufa!

Em falta

A Justiça determinou que a Prefeitura de Campo Grande adote medidas para regularizar o funcionamento de 11 Unidades Básicas de Saúde. A decisão atende a ação civil pública.

Mais

A investigação teve início em 2025. Vistorias técnicas identificaram falta de profissionais, ausência de equipamentos essenciais e problemas estruturais nas unidades.

A presença do porta-aviões USS Nimitz no litoral brasileiro, prevista para o dia 7 de maio, insere o País na agenda estratégica da Operação Southern Seas 2026, coordenada pela Marinha dos Estados Unidos. Os exercícios navais, que serão realizados entre 11 e 14 de maio, no Rio de Janeiro, reunirão meios das forças marítimas das duas nações. Criada em 2007, a operação chega à 11ª edição consolidada como um dos principais mecanismos de cooperação no hemisfério ocidental. A iniciativa envolve cerca de dez países da américa latina, com foco no fortalecimento de parcerias estratégicas e na atuação conjunta diante de ameaças no ambiente marítimo. A participação brasileira ocorre porque o País ocupa posição estratégica no atlântico Sul, área de interesse para a segurança das rotas marítimas.

Simone Tebet e Carla Stephanini

 

Gabriella Bertolini Fernandes

Pretexto

A oposição à administração estadual, como estava previsto, está se utilizando de qualquer “tema” para desancar o governador Eduardo Riedel durante as sessões na Assembleia Legislativa de MS. A estratégia é não deixar passar nada que possa receber holofotes nesse período que antecede a data oficial da campanha eleitoral. Os quatro parlamentares contrários ao governo, três do PT e um do Novo, sinalizam que intensificarão as críticas. Afe!

Elas

Participantes de seminário na Câmara dos Deputados defenderam que o País avance para a reserva de cadeiras, garantindo protagonismo feminino nos espaços de poder. O debate, promovido pela Secretaria da Mulher, reuniu parlamentares e especialistas. O encontro marcou os 30 anos da política de cotas. Atualmente, a Lei das Eleições f ixa mínimo de 30% e máximo de 70% de candidaturas por sexo nas disputas proporcionais.

Fichado

O Senado aprovou a criação do Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Violência contra a Mulher, que reunirá dados de agressores para acesso das forças policiais em todo o País. O projeto segue para sanção presidencial. O banco de dados terá informações como nome, documentos, foto, digitais e endereço, preservando o sigilo das vítimas. Os registros ficarão disponíveis até o fim da pena ou por três anos, em casos de condenações menores. Serão incluídos condenados por crimes como feminicídio, estupro, perseguição e violência psicológica.

Aniversariantes

@@NOTICIA_GALERIA@@

Patrícia de Britto Maiolino de Carvalho,
Dr. Alberto Cubel Brull,
Eliane Rodrigues Toniasso,
Eudmar Rogers Nolasco de Faria,
Bruno Anderson Silva de Oliveira,
João Felipe Damico,
José João Jesus da Fonseca,
Livio José Andrighetti,
Danilo de Andrade Batista,
Fernando Pereira de Jesus,
José Antonio de Oliveira,
Luiz Roberto Rosalim,
Marco Aurelio Alves Bardelin,
Osvaldo Boggi,
Reni Ali Akre,
Sallete Cristina Campos,
Edson Luis Queiroz Vieira,
Michael Douglas de Oliveira,
Lupercio Marques,
João Leonidio França Ricardo,
Dr. Ary Mituo,
Alessandro Pereira Tirolle,
Raquel Siufi Romanini,
Adriana Buainain Bomussa,
Ricardo Schettini Figueiredo,
Dra. Helenisse Mantovani de Oliveira,
Gustavo Ferrão,
Leatrice Couto Pinto da Silva,
Dr. Nereu Aristides Marques,
Aloísio Martins Pereira,
Edson Hidenobu Oshiro,
Dr. Oscar Martinez,
Eurico Mariano,
Ronan Pinheiro da Silva,
João Roberto Talavera,
Rodrigo Barbosa Fonseca,
Marluce Ortega de Arruda,
Otacílio Corrêa Espíndola,
Leda Couto Ferreira,
Hélcio Mendes Feitosa,
Adão de Oliveira,
Walmir Pinheiro de Araújo,
Everton Barcellos de Souza,
Oscar Miranda,
Dr. Francisco Carlos Grilo,
Dra. Cecília Andrade de Gouveia 
Maria José Fagundes,
Simplício Vieira Nego,
Athair Mariano de Queiroz,
Arlete Paro Melão Martinho,
João Carlos Aquino Lemes,
Vilela Guimarães,
Elizete Clarinda Sisti,
Ceila Regina Rocha e Silva,
Aristides dos Santos Caldo,
Leila Maluf,
Eva Cristina Ibrain,
Waldiney Clarisvan Alves Scudler,
Zilda Fernandes Vicente,
Walmir Pereira do Nascimento,
Zenate Ribeiro de Miranda,
Iglae Adélia Rocha,
Benoal Pedro Sobral,
Cláudia Pavão Chaves,
Eder Abruceze Gonçalves,
Paulo Barreto,
Rondiney Diniz Assis,
Dr. Flávio Miyahira,
Dr. Simei Ricardo de Lima,
Dr. Cláudio Marcos Mancini Júnior,
Eliane Barreira da Silva Bertolucci,
Katiuscia Ferreira da Silva,
Antonio José Pardo,
Euros Nunes Varanis Junior,
Luiz Antonio França Ricardo Miranda,
Silvana Mello,
Ayres Morgado,
José Antônio Rodrigues Malaquias,
Lourdes Maria Bandeira Vilhalba,
Alzira Amano,
Catalina Salazar Dussel Rodrigues,
Edimar Gimenes Gomes,
Maria Luzia Fidelis de Souza,
Elisangela Teodoro Serafim Gaeta,
Jones Yamada,
Diego Neno Rosa Marcondes,
Eduardo Zenyei Nacao,
Neide Lima Lopes,
Alyne Alves de Queiroz,
Giovana Tonietti,
Fernando Blasco Bossay Xavier,
Elias Faouzi Sassine,
Fernando Filiu Albuquerque Marques,
Moisés Graciliano Arguello,
Idaildo da Silva Ramalho,
Neize dos Reis Almeida,
Emiliene de Oliveira Marques,
Adriana da Silva Gomes Souza,
Susana Maria Fernandes de Souza,
Alex Barbosa Pereira,
Gerson Miranda da Silva,
Kalbio dos Santos,
Flávio José Van Den Bosch Pardo,
Geliane Moralina Ferreira da Cunha,
Orlando Hernandes Lopes,
Ronaldo Faro Cavalcanti,
Natascha Junko Sakamoto,
Aparecido Martins Patussi 

COLABOROU TATYANE GAMEIRO
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 00:03:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Circo Balão Mágico estreia nesta quinta (30) com a presença de Simony]]></title>
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				<description><![CDATA[Circo Balão Mágico, o circo da Simony, estreia nesta quinta-feira (30), às 20 horas, na avenida Duque de Caxias, esquina com a rua Manoel Ferreira, bairro Santo Antônio, próximo ao aeroporto, em Campo Grande.

A cantora Simony estará presente na estreia. As apresentações costumam durar cerca de 1 hora e 40 minutos.

Os ingressos custam R$ 10 para crianças e R$ 20 para adultos. Os bilhetes podem ser adquiridos neste site ou na hora do evento. O estacionamento é gratuito.

É a primeira vez que o circo se apresenta em Campo Grande. As atrações envolvem acrobatas, ginastas, palhaços, mágicos, malabaristas, globo da morte, trapezista, equilibrista, contorcionistas, mímicos, shows, entre outros.

O Correio do Estado esteve no local da atração, na manhã desta quarta-feira (29) e percebeu que a montagem está nos preparativos finais. Veja as fotos:

@@NOTICIA_GALERIA@@

Simony, além de ser dona do circo, também é artista e canta sucessos de pop, música popular brasileira (MPB) e música infantil. É nacionalmente conhecida pela Turma do Balão Mágico, grupo musical infantil formado em 1982 por Simony, Tob e Mike.

O último circo sediado em Campo Grande foi o Maximus, em 3 de abril de 2024.

@@NOTICIAS_RELACIONADAS@@
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 09:15:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Estrelado por Débora Falabella, monólogo "Prima Facie" chega a Campo Grande em maio]]></title>
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				<description><![CDATA[Após conquistar plateias em todo o País e ultrapassar a marca de 150 mil espectadores em dois anos, o espetáculo “Prima Facie” desembarca em Campo Grande para três apresentações especiais, nos dias 15, 16 e 17 de maio, no Teatro Glauce Rocha.

A montagem, protagonizada por Débora Falabella e dirigida por Yara de Novaes, chega à capital sul-mato-grossense cercada de expectativas, após temporadas esgotadas e forte repercussão crítica.

Escrita pela dramaturga australiana Suzie Miller, a peça é considerada um dos textos mais impactantes do teatro contemporâneo.

Ao abordar questões sensíveis como violência sexual, desigualdade de gênero e os limites do sistema judicial, “Prima Facie” extrapola o entretenimento e se estabelece como uma experiência teatral que provoca reflexão e debate.

ASCENSÃO E QUEDA

No palco, Débora Falabella dá vida a Tessa, uma advogada criminalista de origem humilde que construiu uma carreira sólida defendendo homens acusados de agressão sexual.

Inteligente, pragmática e confiante, a personagem acredita no sistema jurídico e nas regras que o sustentam até que sua experiência pessoal coloca essas convicções em xeque.

Atuação intensa de Débora Falabella resultou em sessões esgotadas e temporadas prolongadas ao longo dos dois anos em que a peça está em cartaz - Foto: Reprodução

A partir de um episódio traumático, Tessa passa a enxergar o Direito sob outra perspectiva. O que antes parecia uma estrutura lógica e imparcial revela falhas profundas, especialmente no tratamento dado às vítimas de violência sexual.

A narrativa, conduzida em formato de monólogo, acompanha essa transformação interna com intensidade crescente, conduzindo o público por um percurso emocional que mistura indignação, empatia e questionamento.

O título da peça, expressão latina que significa “à primeira vista”, dialoga diretamente com o universo jurídico, no qual decisões muitas vezes se baseiam em evidências iniciais.

No contexto da obra, no entanto, a expressão ganha novas camadas de significado, ao expor as limitações de um sistema que exige provas irrefutáveis em situações marcadas pela subjetividade e o trauma.

Ao questionar o funcionamento do sistema judicial e dar voz às experiências de vítimas de violência, o espetáculo convida o público a repensar conceitos de verdade, prova e justiça.

A força do monólogo, sustentado exclusivamente pela presença de Débora Falabella em cena, intensifica essa proposta. Sem distrações, o público é colocado frente a frente com a narrativa, em uma experiência que muitas vezes provoca desconforto, mas também empatia e consciência.

RECONHECIMENTO GLOBAL

A trajetória de “Prima Facie” começou em 2019, na Austrália, mas foi em 2022, com sua montagem no West End londrino, que a peça alcançou projeção internacional. Protagonizada por Jodie Comer, a produção foi aclamada pela crítica e venceu importantes prêmios, incluindo o Laurence Olivier de Melhor Nova Peça.

O sucesso se repetiu na Broadway, em Nova York, onde a obra também recebeu críticas majoritariamente positivas e consolidou sua relevância no cenário teatral global.

Desde então, o texto de Suzie Miller vem sendo encenado em diversos países, como Alemanha, Estados Unidos, Turquia e Nova Zelândia, além de ganhar adaptações em diferentes idiomas e contextos culturais.

Mas o impacto da peça vai além dos palcos. A autora foi convidada a participar de debates internacionais, incluindo uma assembleia da ONU sobre violência contra a mulher. Em alguns países, a repercussão chegou a influenciar discussões sobre mudanças na legislação relacionada a crimes sexuais.

MONTAGEM BRASILEIRA

No Brasil, a estreia de “Prima Facie” ocorreu em abril de 2024, no Rio de Janeiro, e rapidamente se transformou em um fenômeno de público.

A combinação de um texto potente com a atuação intensa de Débora Falabella resultou em sessões esgotadas, temporadas prolongadas e uma série de debates realizados após as apresentações.

Em Brasília, por exemplo, a peça reuniu importantes nomes do Judiciário, como a ministra do STF Cármen Lúcia, o ex-ministro Ayres Britto e a subprocuradora-geral Raquel Dodge.

As conversas abordaram temas como a dificuldade de comprovação em casos de violência sexual, a revitimização de mulheres nos tribunais e a necessidade de maior representatividade feminina no sistema de Justiça.

A montagem também passou por cidades como Belo Horizonte, Salvador e Curitiba, além de uma longa temporada em São Paulo, onde permaneceu em cartaz por oito meses com ingressos esgotados. O sucesso consolidou o espetáculo como um dos principais acontecimentos teatrais do País nos últimos anos.

PREMIAÇÕES

O trabalho de Débora Falabella em “Prima Facie” foi amplamente reconhecido por premiações importantes.

A atriz venceu o Prêmio Shell de Melhor Atriz, o Prêmio APCA e o Prêmio Bibi Ferreira, além de receber o Prêmio Arcanjo de Melhor Solo.

A montagem também se destacou no Prêmio APTR, conquistando cinco troféus, incluindo Melhor Atriz, Direção, Cenografia, Iluminação e Figurino. Esses reconhecimentos evidenciam a qualidade artística do espetáculo, que combina uma atuação visceral com uma encenação cuidadosamente construída.

Elementos técnicos desempenham papel fundamental na experiência cênica. O cenário de André Cortez, a iluminação de Wagner Antonio e o figurino de Fabio Namatame contribuem para criar uma atmosfera que acompanha a jornada emocional da protagonista, reforçando a imersão do público.

>> Serviço

“Prima Facie” em Campo Grande

Datas: 15, 16 e 17 de maio.
Horários: às 20h (sexta e sábado) e às 18h (domingo).
Local: Teatro Glauce Rocha.
Ingressos pelo Sympla.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[O ex-prefeito de Ponta Porã Hélio Peluffo está colocando a armadura... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/o-ex-prefeito-de-ponta-pora-helio-peluffo-esta-colocando-a-armadura/465745/</link>
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				<description><![CDATA[Isabel Allende, escritora chilena
"Todos temos dentro de nós uma insuspeita reserva de força que emerge quando a vida nos põe à prova”.

FELPUDA

O ex-prefeito de Ponta Porã Hélio Peluffo está colocando a armadura para entrar em campo e brigar por uma vaga na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. Ele deixou o PSDB e filiou-se ao PP do governador Eduardo Riedel, de quem foi secretário, e da senadora Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias. Em dezembro de 2022, Peluffo renunciou ao mandato de prefeito de Ponta Porã para assumir a Secretaria de Infraestrutura e Logística (Seilog), cargo que ocupou até agosto de 2024. Como se vê...



Em família

Tio e sobrinho irão disputar vagas na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul nas eleições de outubro. Estarão em campo, o deputado Jamilson Name, que buscará a reeleição, e o ex-conselheiro do Tribunal de Contas Jerson Domingos, que é irmão da mãe do parlamentar. 

Mais

Em 2022, Jamilson ficou na quarta posição no ranking dos mais votados. Seu tio, na última eleição que disputou, em 2010, alcançou a quinta colocação. Foi presidente da Assembleia de MS por oito anos, ou quatro vezes consecutivas.

Maritza Cogo e Carla Bernal, que foram empossadas, respectivamente, nos cargos de vice-presidente e presidente do MDB Mulher de Campo Grande, no último dia 15 - Foto: Arquivo pessoal

 

Jéssyca Panosso - Foto: arquivo pessoal

Beabá

Pré-candidatos de todas as cores partidárias estão buscando aprender os segredos da IA (Inteligência Artificial) para colocar em uso nessas eleições. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou alterações na resolução que trata da propaganda para regulamentar, entre outros pontos, o uso de IA pelos partidos, candidatos e provedores de Internet. Segundo o TSE, objetivo é garantir a realização de eleições seguras, transparentes e limpas.

Recuo

Nos meios políticos, há quem diga que o desejo das esposas dos deputados federais Marcos Pollon, Naiane Bitencourt, e a de Rodolfo Nogueira, Gianni Nogueira, ficará apenas “no querer”. A promessa de que poderiam  ser candidatas ainda quando o ex-presidente Bolsonaro estava atuando politicamente, teria perdido força. Assim, nenhuma deverá tentar qualquer cargo  e por três razões: apoio político diminuiu, espaço partidário reduziu e campanhas difíceis.

Na pauta

O Congresso Nacional deverá analisar nesta quinta-feira (30), o veto presidencial ao projeto que trata da dosimetria das penas para condenados ligados aos atos de 8 de janeiro de 2023. A decisão poderá alterar o tempo de prisão e as regras de progressão de regime. O texto aprovado no fim de 2025 estabelece critérios para o cálculo das penas, considerando gravidade, antecedentes e circunstâncias. Também prevê a possibilidade de redução das punições, podendo alcançar investigados, réus e já condenados.

Aniversariantes

@@NOTICIA_GALERIA@@

Dra. Thaynara Souza da Silva;
Tatiana Martinho Lescano Trad;
Maria Dileni Rezende Siufi;
Luana Ruiz;
Dra. Eluiza Bortolotto Ghizzi;
Sandra Coutinho Curado;
Dr. Alfredo Marquart Filho;
Ricardo dos Santos Widal;
Leonardo Teixeira Lage;
Rosa Carolina da Costa Rondon;
Sidnei Kunimatsu Guenka;
Adilson Amorim Puertes;
Maria Elisabeth Mitsuko Ricco;
Marcio Aparecido de Lacerda;
Diego Theodoro Loinaz;
Zuliney Medeiros Acosta;
Helio Sanches;
Maria Raquel Lins de Oliveira;
Ana Flávia Martins Cantarin;
Maria Angélica Velasques;
Milene de Oliveira Nantes;
Edman Yamazato;
Eliza Yoko Kanashiro Miyahira;
Gustavo de Arruda Castelo (Cegonha);
Juliana Abuhassan;
Nilo Peçanha Coelho Filho;
Miriam Heney;
Hugo Borges Soares;
Oneide Gomes;
Vanderlei Pinheiro de Lima;
Nivaldo Araujo;
Célia Flores Medeiros;
Elvira de Oliveira Marques;
Hugo Pinto de Almeida;
Alice Martins de Jonas;
José Silva;
Afonsina Santana Costa;
Honorina Gonçalves;
Tércio Waldir de Albuquerque;
Marilene de Oliveira Lima;
Jesus Delbar Ferreira Leite;
Bruno Kurt Fehauer;
Rogério Pereira Lobo;
Gabriela Maria Bastos Lucchesi Kadri;
José Rizkallah Júnior;
Bruno Schneider Pereira Sele;
Braulio Schneider Pereira Sele;
Dr. Antonio Carlos de Menezes;
Ary Campos de Oliveira;
Mário Sérgio Miranda;
Dilza Andrade Xavier;
Patrícia Carneiro de Melo;
Diana Maria Marques;
Cleuza Helena dos Reis Assis;
Eulália Maria Ferreira de Souza;
Odilza Nogueira;
Norma Suely Flores;
Maria Elza da Silva Cruz;
Sérgio Murilo de Souza Teixeira;
Maria Helena Cruz;
Florêncio Ruiz Esteche;
Maria Lucia Echeverria Rocha;
Douglas Lubacheski de Aguiar;
Ivanir Cardoso de Melo;
Fernando Câmara Ferreira;
Adilson de Souza Rodrigues;
Maria Artêmia Rocha da Silveira;
Luiz Felipe Santa Rita d’Athayde Gall;
Dr. Cesar Adania;
Alceu Roberto Ungari;
Bruna Arza Schneider;
Joracy Pereira Hernandes;
Antonia de Jesus Pereira;
Jacqueline Fatima Rodrigues de Mendonça;
Francisco Valter Azambuja;
Nair Barbosa Rodrigues;
Cláudia Olívia Cesco Ribeiro Harfouche;
Antonio Carlos da Silva;
Daniel de Paula e Souza;
Edu Mariano de Souza Júnior;
Jean Rodrigo Lisbinski;
Hedil Marcos Benzi Filho;
Carlos Alberto Machado;
Paula Balestieri Mariano de Souza;
Jaqueline Zambiasi;
Mario Kimio Sasada;
Messias Alipio de Oliveira Ribeiro;
Dra. Emília Emiko Tomé Alves;
Rosalva Darc Lopes Nakamura;
Walfrido Lourenço de Souza;
Ivando Dias da Silva;
Rodolfo Martins Costa;
Joaquim de Jesus Campos de Faria;
Tânia Cristina Pereira Souza;
Antonio Leite de Barros Neto;
Sérgio Luiz Romanholi;
Alessandro Consolaro;
Denivaldo Antônio de Oliveira;
Renato da Silva Cavalcanti;
Weber Luciano de Medeiros;
Adriana Teles Morele Monteiro;
Juarez Valerio Durex;
João Alberto Batista;
Gustavo Lauro Korte Junior;
Ana Patricia Pinesso;
Ester Cruciol;
Renatta Silva Venturini;

Colaborou Tatyane Gameiro
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Alimentação natural pode reduzir doenças renais em animais de estimação]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/alimentacao-natural-pode-reduzir-doencas-renais-em-animais-de/465716/</link>
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				<description><![CDATA[A hidratação adequada é um dos pilares da saúde de cães e gatos e sua negligência pode ter consequências sérias. Estudos e diretrizes internacionais apontam que a baixa ingestão de água está diretamente associada ao aumento da sobrecarga renal em pets, um fator de risco importante para o desenvolvimento e o agravamento de doenças renais crônicas, condição comum especialmente em animais mais velhos.

Segundo recomendações da International Renal Interest Society (Iris), referência mundial em nefrologia veterinária, manter níveis adequados de hidratação é essencial no manejo da doença renal crônica. Isso ocorre porque os rins dependem de um fluxo contínuo e suficiente de água para filtrar toxinas, equilibrar eletrólitos e garantir o bom funcionamento do organismo.

Quando esse consumo é insuficiente, a urina tende a ficar mais concentrada, o que aumenta o esforço dos rins para eliminar resíduos metabólicos. Com o tempo, essa sobrecarga pode contribuir para o desgaste do órgão e o agravamento de quadros clínicos já existentes.

ALIMENTAÇÃO COMO ALIADA

Embora muitos tutores associem a hidratação apenas ao consumo direto de água, a alimentação tem um papel igualmente relevante nesse processo. De acordo com a médica veterinária Iana Furtado, dietas com maior teor de umidade – como a alimentação natural ou rações úmidas – ajudam a complementar a ingestão hídrica ao longo do dia.

“Esse aporte amplia o consumo total de líquidos, ajudando a manter a urina mais diluída e reduzindo a sobrecarga sobre os rins. Quando o pet consome apenas alimentos secos, ele precisa compensar essa falta de umidade bebendo mais água”, explica.

Na prática, isso significa que animais alimentados exclusivamente com ração seca podem estar mais suscetíveis à desidratação leve crônica, caso não aumentem espontaneamente o consumo de água.

Já aqueles que recebem alimentos naturais ou úmidos conseguem ingerir parte significativa da água por meio da própria alimentação, o que favorece o equilíbrio fisiológico.

PROBLEMA SILENCIOSO

A doença renal crônica é uma das condições mais comuns em cães e, principalmente, em gatos idosos. Seu desenvolvimento costuma ser lento e silencioso, com sintomas que podem passar despercebidos pelos tutores nas fases iniciais.

Entre os sinais mais frequentes estão aumento da sede, maior volume de urina, perda de apetite, emagrecimento e apatia. Em estágios mais avançados, o quadro pode evoluir para vômitos, desidratação severa e alterações neurológicas.

Por isso, além da hidratação, o acompanhamento veterinário regular é fundamental para o diagnóstico precoce e o controle da doença.

ROTINA ALIMENTAR

Para estimular a ingestão de líquidos de forma natural, alguns alimentos podem ser incorporados à dieta, mas sempre com orientação profissional. A veterinária destaca que proteínas leves, legumes e frutas com alto teor de água podem contribuir para a hidratação.

Entre os vegetais indicados estão abobrinha e chuchu, que têm boa quantidade de água e são de fácil digestão. Já as proteínas podem ser oferecidas levemente resfriadas, o que também ajuda a tornar a refeição mais atrativa, especialmente em dias mais quentes.

No caso das frutas, algumas opções são naturalmente hidratantes e seguras para cães, como melancia, melão, morango, pera e maçã. No entanto, é essencial retirar sementes e caroços antes de oferecer.

Por outro lado, há frutas que devem ser evitadas por apresentarem potencial tóxico para os pets. Entre elas estão uva, carambola, açaí e abacate (principalmente casca e caroço), que podem causar desde distúrbios gastrointestinais até complicações mais graves.

A introdução de novos alimentos na dieta dos pets deve sempre ser feita de forma gradual. Quando combinada à ração comercial, a recomendação é iniciar com cerca de 10% a 20% da refeição composta por alimentos naturais, aumentando essa proporção ao longo de 7 a 14 dias.

Esse processo é importante para evitar desconfortos digestivos e permitir que o organismo do animal se adapte à nova dieta.

Além disso, cada pet tem necessidades específicas, que variam de acordo com idade, peso, raça e condições de saúde. Por isso, qualquer mudança alimentar deve ser orientada por um médico veterinário.

ESTRATÉGIAS

Para muitos tutores, fazer com que o pet beba mais água pode ser um desafio. No entanto, pequenas adaptações na rotina podem tornar esse processo mais fácil e até divertido.

É importante sempre garantir a oferta de água aos pets - Foto: Freepik

Uma alternativa prática é oferecer cubos de frutas geladas, como melancia ou melão, que funcionam como petiscos refrescantes. Outra opção são as forminhas de gelo nutritivas, preparadas com frutas ou proteínas batidas com água ou iogurte natural sem açúcar.

Também é possível preparar picolés caseiros específicos para pets, utilizando caldo de carne sem sal e sem temperos ou iogurte natural como base. Essas opções ajudam a aumentar a ingestão hídrica de maneira lúdica, especialmente em períodos de calor.

Apesar das estratégias complementares, a oferta de água limpa e fresca continua sendo indispensável. O ideal é disponibilizar mais de um recipiente pela casa e manter os potes sempre higienizados, estimulando o consumo ao longo do dia.

Alguns animais também preferem água corrente – nesse caso, fontes específicas para pets podem ser uma alternativa interessante para incentivar a hidratação.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Coincidência ou não, em ano eleitoral são comuns casos de realização de... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/leia-na-coluna-de-hoje/465677/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/leia-na-coluna-de-hoje/465677/</guid>
				<description><![CDATA[Carlos Hilsdorf, escritor brasileiro

"Escreva a sua própria história ou terá que se contentar com a história que os outros escreverão por você e para você".

Felpuda

Coincidência ou não, em ano eleitoral são comuns casos de realização de eventos, alguns fora do calendário habitual, que chamam atenção pelos cachês estratosféricos de alguns artistas. O detalhe é que a maioria é feita sem licitação, pois para isso sempre existe uma brecha. A "bomba" acaba explodindo posteriormente, quando um candidato ou outro bate às portas da Justiça Eleitoral denunciando uso abusivo do poder econômico. Geralmente, isso acaba não resultando em nada, até porque, como ensina o dito popular, "águas passadas não movem moinho..."

"Obrigação"

Com o governo do estado, a Prefeitura de Campo Grande e a presidência do legislativo estadual nas mãos, o Progressistas tem por "obrigação fazer bonito" nas eleições 2026.

Mais

Assim é que pensam parlamentares que projetam quais partidos terão um bom desempenho nas urnas. Segundo eles, a conexão entre os poderes poderá fortalecer o partido. A conferir.

Foto: Divulgação/UFMS

A professora Letícia Garcia, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, é Campeã Nacional do Brasil para 2026 e finalista do Prêmio Frontiers Planet. A pesquisa da professora e sua equipe mapeia paisagens resilientes ao clima em todo o Brasil, identificando áreas onde a biodiversidade é mais robusta às mudanças climáticas. O artigo de pesquisa que garantiu à professora da UFMS o prêmio de Campeã Nacional é "Mapeando Paisagens Resilientes às Mudanças Climáticas em um País Megadiverso", publicado na revista Global Change Biology. A indicação da professora Leticia foi feita pela UFMS e é a primeira vez da história da Universidade e de MS. A premiação é de US$ 1 milhão a três cientistas por ano. A cerimônia de entrega do Prêmio Frontiers Planet será realizada dia 18 de janeiro de 2027, em Davos, na Suiça.

Adelina Avesani Spengler e Eduardo Spengler - Foto: Studio Vollkopf

 

Dra. Mariana Dadalto - Foto: Arquivo pessoal

Escravos de Jó...

Dos 29 deputados estaduais, apenas três decidiram alçar voos mais altos. Mara Caseiro e Neno Razuk, ambos do PL, e Roberto Hashioka, do Republicanos, vão disputar vaga na Câmara Federal. Os demais tentarão a reeleição e, segundo se ouve nos bastidores políticos, poderá haver surpresas, pois alguns não deverão voltar. No "maior quieto", apostas vêm sendo feitas sobre quem deverá ser defenestrado do cargo por decisão do distinto eleitor. Fala-se até que a mudança pode ser considerável. Sei não... 

Enfim

A Câmara Municipal da Capital firmou um Termo de Cooperação com a Receita Federal para fortalecer a campanha "Eu Sou Cidadão Solidário", que incentiva a destinação de parte do Imposto de Renda aos Fundos Municipais da Criança, do Adolescente e da Pessoa Idosa. O acordo prevê ações de divulgação e conscientização, além do incentivo à participação de servidores, vereadores e da sociedade.

Prazo

O atendimento eleitoral será ampliado nos próximos dias, incluindo o feriado de 1º de maio e o fim de semana (dias 2 e 3), com plantão das 8h às 13h. Em Campo Grande, o serviço ocorre no Memorial da Cultura,  Avenida Fernando Corrêa da Costa, 559, Centro, com funcionamento normal de segunda a sexta, das 8h às 18h. O prazo para regularizar o título termina em 6 de maio, sem prorrogação, e a consulta pode ser feita no site do TSE. No interior, o atendimento está sendo das 8h às 18h até o fim do prazo.

Aniversariantes

@@NOTICIA_GALERIA@@

Elisandra Uesato;
Flávio de Alcântara Carvalho;
Dra. Raissa Yuri Silva Oshiro Dauzacker;
Erich Sacco;
Soraia Dibo de Faria;
Josiane Azevedo Barthimann;
Fernanda Pereira Zauith;
Ivone Almeida das Virgens;
Francisco Candido de Oliveira;
Luciana Aparecida Soares Recalde;
Tancredo Eduardo Ribas;
Wagner Braga Hildebrand;
Rubens Mesquita Sobrinho;
Eliane Penedo de Carvalho;
José Nilo Fernandes Queiroz;
Eli Rodrigues;
João Francisco Terra;
Alcindo de Miranda;
Adão Lopes Moreira;
Vitor Duarte Moron de Andrade;
Vera Siliano;
Alexandre Monteiro Rezende;
Amanda Corrêa Pereira Teodoro;
Fran Souza;
Maria Cristina Dias;
José Marcos Morais;
Olavo Hissao Takagi;
Sônia Simões Corrêa;
César Dilermando Lyrio Filho;
Maria Luisa de Menezes Pinto;
César Cortez;
Vera Lúcia Barbosa Nogueira;
Kátia Aparecida Camargo do Nascimento Pavão Pionti;
Arlete Saddi Chaves;
Caroline Marques d´Avila;
Olivia Hortega de Oliveira;
Marta Maria Basso;
Fausto Pereira Neto;
Vanderlei Pereira Barros;
Ana Amélia Rodrigues;
Jean Karlos Silva dos Santos;
Francisco Assis dos Santos;
Alceu Moreira Barros;
Pedro Nogueira de Azevedo;
Tatiana Saddi;
Geraldo Maffucci Correa;
Guilherme Barbosa Coelho;
Ayrton de Albuquerque;
Juliana Farias;
Dr. Valdir Antonio Ponchio;
Vanda Monteiro Salgado;
Inez Alexandre de Araújo;
Celso Matogrosso Pereira;
Tereza Alice de Barros Cunha;
Hilda Chaves;
Henriqueta de Araújo;
Nercílio Ferreira Leal;
João Herculano da Costa;
Antonio Kuroce;
Ralf Guerrieri da Silva;
Flávio Maritseu Oshiro;
Ismael da Silva Rosa;
Luiz Sérgio Mossin;
Nicole Barbeta Gattos;
Rosa Vitalina Guimarães e Silva;
Edna Tacako Miyashiro Benites;
José Antônio da Silva;
Tomie Matsue Correa;
Danielly Escher Anderson;
Ivaneide Gomes Sandim Coelho;
José Messias Alves;
Renato Yoshio Kaneki;
Hélio Rocco;
Vilson Valdeci Finger;
Fabio Claudino;
Eustáquio Lima Souza;
Dr. Fernando José Ferreira;
João Alexandre Teixeira Dutra;
Anabela Antunes Marques Negrisolli;
Vital Santos Fernandes;
Waldecir Demétrio;
Adeides Neri de Oliveira;
José Brasil da Silva Viana;
Renata Souza Louro;
Elton Leal Loureiro;
Jansen Moussa;
Scheila Adriana Milhan Gonçalves;
Terezinha Grubert de Deus;
Yara Aparecida Tondatto;
Victor Gibin Scarpellini;
Eva Nogueira Gomes de Carvalho;
José Jaime de Vasconcelos;
Mirtô Pereira Pimentel;
Rosana Daraia Moses;
Edgard Freitas;
Maria Elizabeth Barros;
Ricardo Cesar Roa Brum;
Damião Dias da Silva;
Claudia Christina Torraca de Freitas;
Larissa Novaes;
Antonio Carlos Asseff de Moraes;
Christiano Torchi;
Fabricio Venhofen Martinelli;
Ieda de Oliveira Freitas;
Wilson Ferreira;
Valdirene Pereira dos Santos;
Mauro Gilberto Santana;
Tiago Bonfanti de Barros;
José Bosco Dourado de Assis;

Colaborou Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Cantora de MS lança versão de clássico japonês em bossa nova ]]></title>
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				<description><![CDATA[Atravessar oceanos sem sair da própria história. É nesse território simbólico que a cantora nipo-brasileira Mariana Matsui constrói sua trajetória artística. Nascida em Dourados e criada com referências culturais brasileiras e japonesas, a artista lança no dia 1º de maio uma nova versão do clássico japonês “Kawa no Nagare no Yō Ni”, em parceria com Lisa Ono.

A releitura, que incorpora elementos de bossa nova e jazz, marca um percurso profundamente ligado à identidade, à memória e ao pertencimento.

A canção, eternizada na voz de Hibari Misora, é considerada uma das mais emblemáticas da música japonesa. Lançada originalmente em 1989, tornou-se um símbolo geracional, atravessando décadas e mantendo-se viva no imaginário coletivo do país. Na versão de Mariana, o arranjo ganha nova atmosfera, com influências da música brasileira, sem perder a delicadeza da original.

RAÍZES

Antes de alcançar palcos internacionais, a história de Mariana Matsui começa no interior de Mato Grosso do Sul. Foi em Dourados que ela viveu a infância e teve seus primeiros contatos com a música – e também com a cultura japonesa, que viria a se tornar um dos pilares de sua identidade artística.

A ligação com o Japão nasceu dentro de casa. Neta de uma imigrante japonesa, Mariana cresceu convivendo intensamente com a avó, a quem chama carinhosamente de “bachan” (vovó, em japonês).

As duas moravam lado a lado, e era na casa da avó que a futura cantora mergulhava em um universo cultural distinto: assistia à televisão japonesa, ouvia músicas tradicionais e conhecia artistas que marcaram sua formação musical ainda na infância.

“Foi tudo muito natural. Antes mesmo de entender o que era MPB ou jazz, eu já tinha essa conexão com a cultura japonesa”, relembra.

Aos quatro anos, já demonstrava interesse por música, incentivada por videogames e karaokês caseiros. Aos oito, começou a cantar.

Esse início precoce foi moldado por um ambiente cultural híbrido, característico de Mato Grosso do Sul, estado que abriga uma das mais fortes comunidades de descendentes japoneses no Brasil.

Além da influência familiar, Mariana destaca o acolhimento que recebeu ao longo da infância. Eventos locais, clubes e iniciativas culturais foram fundamentais para seu desenvolvimento artístico. “Eu tenho uma memória muito afetiva de tudo isso. Sempre fui muito bem acolhida”, afirma.

PONTE CULTURAL

Aos 14 anos, Mariana se mudou para São Paulo, onde aprofundou sua formação musical e deu os primeiros passos profissionais. Foi na capital paulista que entrou em contato mais direto com a música brasileira, especialmente a bossa nova, que, com o jazz, marca sua identidade artística.

Anos depois, em 2021, a cantora deu um novo salto ao se mudar para o Japão. A experiência, inicialmente motivada por circunstâncias pessoais, acabou se transformando em um ponto de virada em sua carreira.

“Foi lá que eu realmente comecei a entender minhas raízes. Eu sempre tive essa influência, mas viver no Japão me fez sentir isso de forma muito mais profunda”, explica.

No país asiático, Mariana se encontrou em um espaço de representatividade, sendo uma artista brasileira, com ascendência japonesa, levando a música do Brasil para um público que, surpreendentemente, já tem forte conexão com esse repertório.

GRANDES FÃS

Ao contrário do que muitos imaginam, a bossa nova não é apenas um símbolo cultural brasileiro – ela também é amplamente valorizada no Japão. Segundo Mariana, o país asiático está entre os maiores consumidores do gênero no mundo, superando inclusive o próprio Brasil em determinados nichos.

“O japonês, quando gosta de algo, se aprofunda. Eles estudam, colecionam discos, aprendem português. Já conheci pessoas que sabem mais sobre música brasileira do que eu”, relata.

Essa relação intensa com a música se reflete também na recepção do público aos shows da artista. Mariana conta que, ao incluir canções japonesas em seu repertório, frequentemente presencia reações emocionadas da plateia. “Já vi pessoas chorando durante as apresentações. Existe uma conexão muito forte”, diz.

Além disso, o fato de ter ascendência japonesa desperta identificação no público local, que vê na cantora uma espécie de ponte cultural. “Eles se sentem orgulhosos de ver alguém que cultiva essa ligação com o país deles”, afirma.

O SINGLE

A escolha de “Kawa no Nagare no Yō ni” como primeiro single do novo projeto não foi apenas estética, mas também profundamente afetiva.

A música, tradicional dentro da cultura japonesa, também faz parte da memória coletiva das famílias descendentes no Brasil.

“É uma canção que tocava muito na casa da minha avó. Ela me remete diretamente à minha infância, à minha família, à convivência entre gerações”, explica Mariana.

Ao revisitar a obra, a artista buscou ressignificar a canção a partir de sua própria trajetória. Para isso, incorporou elementos da bossa nova e do jazz, criando um arranjo que dialoga com sua identidade musical contemporânea.

A decisão também tem um significado pessoal importante. Aos 90 anos, sua avó acompanha com orgulho o lançamento do single em japonês – um gesto que a cantora define como uma forma de honrar suas origens em vida.

“Essa música me conecta com tudo: minha infância, minha família, minhas raízes. É um lugar muito especial no meu coração”, afirma.

Entre o Brasil e o Japão, entre o português e o japonês, entre a tradição e a reinvenção, a artista constrói um caminho singular, em que as diferenças não se anulam, mas se complementam.

“Eu me considero brasileira, mas minhas raízes orientais estão no meu DNA. Poder viver isso e levar a música brasileira para o Japão é um lugar de muita gratidão”, resume.

Capa do single “Kawa no Nagare no Yō Ni”, em parceria com Lisa Ono - Fotos: Divulgação

PARCERIA

Lisa Ono - Foto: Divulgação 

A participação de Lisa Ono no projeto reforça ainda mais essa conexão entre Brasil e Japão. Reconhecida como uma das principais responsáveis por popularizar a bossa nova no país asiático, a artista construiu uma carreira sólida ao longo de décadas, tornando-se referência nesse intercâmbio cultural.

O encontro entre as duas aconteceu no Japão e evoluiu de forma natural. “Quando pensamos no disco, o nome dela surgiu imediatamente. E foi um presente ter ela na faixa”, conta Mariana.

A parceria simboliza a continuidade de uma ponte entre gerações e culturas. Ambas compartilham trajetórias marcadas pela circulação entre Brasil e Japão, explorando identidades múltiplas por meio da música.

TURNÊ 

O lançamento do single marca o início de uma agenda intensa no Japão, com apresentações em eventos e espaços relevantes da cena musical do país. Entre os destaques estão participações no La Folle Journée Tokyo e na rádio J-WAVE FM, além de shows e eventos institucionais.

A turnê também funciona como uma prévia do álbum que Mariana prepara para lançar ainda este ano. Diferentemente do single, o disco será majoritariamente em português, reafirmando seu compromisso com a música brasileira, mas sem abrir mão das influências orientais que marcam sua trajetória.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 12:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[A cinco meses das eleições 2026, tem gente comentando que pré-candidaturas... Leia na coluna de hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[Khalil Gibran, escritor libanês

"Deve existir algo estranhamente sagrado no sal: está em nossas lágrimas e no mar..."

Felpuda

A cinco meses das eleições 2026, tem gente comentando que pré-candidaturas lançadas de afogadilho, de nomes   que desfrutaram do que hoje condenam, já se mostram no balão de oxigênio para sobreviver. A maioria da oposição colocou armadura para guerrear, mas adversário está muito distante, em céu de brigadeiro, enquanto tchurminha do contra ainda continua patinando, sem sair do lugar. Já se ouve que nada poderá melhorar os índices para causar qualquer ameaça. Como disse Rui Barbosa: "A memória é um hóspede incômodo, de que os homens políticos, neste país, se dão pressa em descartar-se".



Unidos

O trio de deputados de Dourados se uniu em plenário da Assembleia de MS para falar sobre a situação no município que vive epidemia de Chikungunya, deixando as autoridades sanitárias de cabelos em pé. Eles são de partidos diferentes, mas nessa questão decidiram se unir.

Mais

Isso, mais para alertar a população e menos para críticas. José Teixeira (PL), Lia Nogueira (PSDB) e Gleice Jane (PT) deixaram diferenças ideológicas de lado para centrar seus pronunciamentos sobre os estragos do mosquito transmissor da doença.

Luiza Brasil - Foto: Bruno Ryfer

 

Vanessa Giácomo - Foto: Webert Belicio

Desistência

Até as convenções, algumas desistências à disputa de vagas na Assembleia de MS e na Câmara Federal deverão ser anunciadas. A informação vem sendo tratada, neste momento, com muito cuidado para não causar reações maiores que possam comprometer a conclusão das chapas. Dizem que certos pré-candidatos estão somando "dois mais dois" e não conseguem fechar a conta com "quatro" e daí não querem nadar para morrerem na praia. A conferir.

Bamba

Decididamente, a prefeita Adriane Lopes não está conseguindo agir de forma política, nem mesmo entre alguns dos seus pares Progressistas na Câmara Municipal de Campo Grande. Sua administração vem sendo colocada em xeque por vereadores, que não estão dispostos a ser responsabilizados pela população sobre algumas decisões. Há quem diga que dois importantes sustentáculos seus estão "capengas": a Casa Civil e a Secretaria de Governo.

Derrubado

A Advocacia-Geral da União conseguiu, no Superior Tribunal de Justiça, derrubar mandado de segurança de ruralistas de MS contra portaria do Ministério da Justiça. O ato definiu os limites da Terra Indígena Ypoi-Triunfo, em Paranhos, com 19,5 mil hectares destinados ao povo Guarani Ñandeva. Na  ação, alegavam violação ao direito de propriedade e contestavam o Relatório de Identificação dos Povos Indígenas, base da portaria. Sustentaram que a área foi deixada no século passado, mas a Justiça não acatou as alegações.

Aniversariantes

@@NOTICIA_GALERIA@@

Ana Lúcia Alves Arruda Pereira;
João Bosco de Castro Martins;
Simone Oliveira de Mendonça Azambuja;
Walmir Guimarães Dias;
Christina Lima Paniago;
Antonio Emilio Zandavalli;
Carmo Marques Santos;
Erly Heberle;
Rosidelma de Andrea Silva;
Joaquim Lopes de Carvalho Barros;
Leonildo Antonio Corrêa;
Maria Herinqueta de Almeida;
Terezinha Maria Peruzzo;
Guarim Gonçalves Neto;
Venizelos Papacosta Filho;
Milton Figueiredo;
Karla Pierro Scaff;
Paulo Flávio Carvalho;
Ieda de Oliveira Cruz Pinheiro;
Geraldo Clemente Andrade;
Ronaldo Nonato;
Felipe Melo;
Silvia Iwamizu Tada;
Marcionilo Alves dos Santos;
Alexandre Vilhena;
Humberto Antonio Mandetta;
Marilis Mariotto Donato;
Maria Socorro da Costa Silva;
Danieli Santin Scarpanti;
Adriano Corrêa da Silva;
Marina Faria Callejas Oliveira Lima;
Rômulo Tadeu Menossi;
Isaias Avila de Paula;
Pascalle Inverso Ramires;
José Carlos Sousa Gonçalves;
Luiz Paulo Lemos Castelluccio;
Juscelino Soares Brum;
Ismael Antonio Borges;
Waldir Miranda de Britto;
Dr. Pedro Monteiro de Almeida;
Jovir Perondi;
Suely Yamazato;
Neuza Costa da Silva Camargo;
Claudiano Barcellos Ribeiro;
Benedito Nogueira;
Paulo Afrânio Figueiredo Ribeiro;
Moacir Corrêa de Oliveira;
Paulo César Fialho de Oliveira;
Cleide Noemia Souza;
Pedro Mendes Fontoura Filho;
Vera Lúcia Correia de Oliveira;
Suely Anderson Corrêa;
Celia Mara Fernandes da Silva;
Dra. Cleonice Lemos de Souza;
Dr. Elizeu Insaurralde;
Arlindo Flôres Filho;
Regina Maria Nunes Cardoso;
José Roberto Salomão Abud;
João Alberto Silva Filho;
Eraldo Holsback Alves Azambuja;
Orlando Franco Fernandes;
Maria Júlia Ribeiro;
Eliana Ferreira;
Idelma da Silva Faria;
Carlos Henrique Menezes;
Dr. Davi Hamilton Chaparro Rodrigues;
Maria de Lurdes Moraes Buzaglo;
Dr. Eduardo Machado Rocha;
Lúcia Correa Diniz;
Renata Sales da Costa;
Wilmo Cavalcante Vila Nova;
João Gabriel Lopes Simões;
Denise Carvalho de Figueiredo;
Valdemir de Oliveira Ribeiro;
Luciene Rodrigues Portela;
Yoshihito Ota;
Sulmar de Almeida Marques;
Pedro Freitas Silva Torraca;
Solimar Alves Almeida;
Donizete Januário do Prado;
Renata Mieko Fujii Ramos;
Hugo de Oliveira Araujo;
Dr. Reinaldo Rodrigues Barreto;
Oscar José Reginaldo Martins;
Maurilio Antonio Bruzamarello;
Regiane Karyn da Silva Castro;
Vanderlei Pereira Borges;
Arlindo Icassati Almirão;
Jorge Fusao Sato;
Conrado Wolfring;
Rafael Saad Peron;
Girlaine Maria Aparecida Manica Kube;
Agnaldo Massao Sato;
José Roberto de Souza;
Olindo Inácio da Silva;
Marco Antonio Rodrigues;
Karyna Hirano dos Santos;
Austrio Ruberson Prudente Santos;
Gustavo Romanowski Pereira;
Teodoro Martins Ximenes;
Glauce Maria Creado Medeiros;
João Carlos Ocariz de Moraes Filho;
Kelvin da Costa Lopes;
Tereza Cristina Dantas;
Dalva Maria Moreira;
Maria Alice Almeida Prado;
Patrícia Barbosa Pereira;
Paulo Henrique Castro Menezes;
Lídia Oliveira de Lima;

Colaborou Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Entrevista exclusiva com a atriz Priscila Fantin]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/entrevista-exclusiva-com-a-atriz-priscila-fantin/465652/</link>
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				<description><![CDATA[Entre personagens que marcaram época e novos desafios que reafirmam sua versatilidade, Priscila Fantin segue construindo uma trajetória sólida e sensível. Revelada ainda muito jovem para o grande público, ela rapidamente conquistou espaço na televisão com papéis que atravessaram gerações sendo lembrados até hoje, imprimindo autenticidade e emoção em cada interpretação.

Ao longo dos anos, sua carreira se desenhou com escolhas que equilibram popularidade e profundidade, transitando com naturalidade entre novelas, séries, cinema, teatro e também a internet.

O tempo, longe de acomodar, parece ter ampliado o olhar da atriz sobre a própria profissão. Se no início havia a intensidade típica de quem desponta sob os holofotes, hoje há uma consciência mais madura sobre o ofício de atuar — e sobre si mesma.

Priscila não apenas amadureceu artisticamente, como também passou a buscar projetos que dialogam com suas escolhas e com temas contemporâneos, revelando uma artista em constante evolução.

No presente ela se divide entre os palcos, pois estreou ao lado de Claudia Ohana sua nova peça: "As amantes de George Washington", gravações da nova temporada do seu programa &#39;Menos Pausa", e novos projetos. 

Mais do que revisitar sucessos do passado, Priscila Fantin olha para frente com curiosidade e coragem. Sua trajetória é, ao mesmo tempo, memória afetiva para o público e promessa de novas histórias que ainda estão por vir. Nesta entrevista, ela revisita momentos marcantes, compartilha aprendizados e revela o que a move hoje — dentro e fora de cena.

Linda, sensível e feliz, Priscila Fantin é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana, e em entrevista ao Caderno ela fala sobre carreira, saúde, bem estar, família e momento profissional.

Equipe de produção da Capa:

- Fotos: Sergio Bemfica

- Beleza: Lilian Lopez

- Locação: Casa Joá - Jardim Europa em São Paulo

- Edição de Vídeo - Sérgio Bemfica

A atriz Priscila Fantin é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Sergio Bemfica com exclusividade para o Correio B+ - Diagramação: Denis Felipe - Beleza: Lilian Lopez - Por: Flávia Viana

CE - Você começou muito jovem na televisão. Olhando para trás, o que a Malhação representou na construção da sua carreira?
PF - Representou toda a minha base. Eu fui alçada para uma carreira de atriz. Eu fazia fotos como modelo dos 11 aos 15 anos e trabalhava como modelo. Fiz um teste de vídeo quando um olheiro passou por BH e viu fotos minhas. Esse teste ficou lá guardado um ano, e um ano depois me chamaram para fazer Malhação. Na época eu estava fazendo o meu intercâmbio, não pensava em ser atriz, então eu nunca tinha estudado de fato para ser atriz.

Eu aceitei o desafio porque achei o convite muito insistente e achei que tinha alguma coisa por trás dessa grandiosidade que é aparecer na televisão num país como o Brasil que tem uma educação muito televisiva. Imaginei que tinha um motivo por trás dessa abrangência que que minha voz passaria a ter e aceitei esse desafio que o universo estava trazendo para mim.

Então eu fazia tudo muito intuitivamente e foi lá que eu aprendi toda a questão técnica da televisão, e foi toda uma base ali de como me posicionar para a câmera, para a luz, como funciona todo o maquinário por volta, o carrinho, o traveling, o steadicam, os cabos para as câmeras. Então foi uma grande base mesmo para tudo que viria a seguir na minha carreira.

CE - Personagens marcantes como a Serena em Alma Gêmea ainda são lembrados pelo público. Como você enxerga hoje esse sucesso tão forte?
PF - Com muito carinho, e fico muito feliz, porque foi uma personagem marcante não só pelo desempenho que ela teve na trama, o encaixe da Priscila com a Serena ali na interpretação, mas também pelas mensagens que ela passava. O que o Walcir Carrasco propôs com essa novela foi muito bonito e acolheu muita gente, então o que eu escutei bastante e ainda escuto sempre que a novela vem à tona, é que a Serena foi quase que uma guru para muitas pessoas, assim, que estavam vivendo situações em suas vidas que eram muito difíceis e dolorosas, e a Serena trazia uma palavra de acalento. Então foi uma personagem realmente muito marcante, muito importante até na vida de muita gente.

CE - Ao longo dos anos, você transitou entre TV, teatro e cinema. Existe alguma linguagem que te desafia ou encanta mais atualmente?
PF -  Eu gosto muito das três, acho que são muito diferentes. Eu não consigo traçar uma comparação para dizer gosto mais dessa ou daquela. As três têm suas delícias e suas dificuldades, então acho bem diferentes e sinto prazer nas três.

CE - Nos seus trabalhos mais recentes, o que mais te motivou a escolher esses projetos?
PF - Bom, é o meu trabalho atual, o meu trabalho recente que mais me completa, me preenche e toma espaço na minha vida, no meu coração e na minha mente, é o Menospausa. Ele é um projeto autoral que eu criei a partir de uma falta que eu senti, na nossa sociedade, na nossa cultura, e eu me debrucei sobre o assunto da peri-menopausa para poder ajudar as mulheres a viverem com uma qualidade de vida melhor, com mais bem-estar, porque a informação é o primeiro passo para a cura. Quando a gente tem conhecimento, a gente tem mais autonomia.

Sobre trabalhos como atriz, o que me levou a escolher o projeto da peça, por exemplo, foi a profundidade do texto, a rebusquês do texto, usar a língua portuguesa de forma tão bonita, tão enriquecida, o conceito de cada palavra, que também é uma coisa que me encanta, porque a gente vai mudando o significado das palavras ao longo do tempo, ao longo da história, então esse texto traz os significados reais de cada palavra e a construção das frases também, eu acho muito bonito, sim. Fora isso, a quantidade de camadas que a personagem tem, e a reflexão principal que eu enxergo nessa. Essa peça que é sobre o quanto a comunicação faz diferença nas relações.

Esse ano, também, eu vou lançar um filme que eu participei, eu filmei em 2024. É uma comédia que foi gravada toda rodada lá no sertão do Ceará, com o Halder Gomes, que é o diretor, ele é genial, tem uma visão, uma textura, ele traz uma seriedade, um requinte para a tela, para o cinema, para a trama, para as cenas, e consequentemente para a comédia, que eu acho genial.

Foi com Edmilson Filho, como protagonista, fazendo Shaolin do Sertão, essa é a segunda versão desse filme, a primeira foi há dez anos, eu não participei, eu e Marcelo Cerrado entramos na continuação dessa história e foi um universo muito diferente para mim. E fazer comédias que têm esse propósito de servir um bom enredo, de trazer qualidade cinematográfica, mas com a finalidade de gerar risos. Eu acho muito lindo o papel que a comédia tem.

A atriz Priscila Fantin é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Sergio Bemfica com exclusividade para o Correio B+ - Diagramação: Denis Felipe - Beleza: Lilian Lopez - Por: Flávia Viana

CE - Como você avalia a evolução da dramaturgia brasileira desde o início da carreira até hoje?
PF - Eu acho que as linguagens elas sofrem alterações de acordo com o tanto de tecnologia, porque passa a ter muito mais possibilidades de tratamento de pós-produção e até mesmo na captação, porque você já tem mais possibilidades de captar diferentes coisas com drone, por exemplo, você tem cenas hoje em dia que eram extremamente complicada de serem feitas quando não existia  drone.

Então, e esse é só um exemplo, então acho que as linguagens vão sofrendo essas alterações por conta da tecnologia e por conta da visão do espectador também que junto com esse tanto tecnologia quanto de tantas outras novas informações que chegam tão rapidamente.

Estamos numa nova era, uma era de seres humanos que são diferentes de uma geração atrás, por conta da quantidade de informações mesmo que as telas trazem, a internet traz, a globalização traz. Então, há sempre uma readaptação. Da linguagem de cada veículo.

Mas, acredito que sempre há o lugar do que é, do que passa a mensagem do que o importante, independente de toda a maquiagem que venha ou da velocidade da linguagem que venha, manter o princípio do entretenimento nesse lugar da dramaturgia, que é interpretar personagens como interpretar. Interpretar personagens, como contar histórias. Eu acho que esse é um princípio que precisa se manter sempre independente de toda a maquinária em volta.

CE - Em tempos de redes sociais, como você equilibra o influenciar pessoas, o que significa pra você?
PF - Eu acho que há um propósito por trás de ter uma abrangência da minha voz, e eu sempre, desde os meus 16 anos, desde que eu comecei minha carreira, eu me preocupo com isso, porque primeiro, naquela época, tinha... bom, os tempos eram outros, os acessos eram outros, as pessoas viam apenas revistas semanais ou mensais. Hoje em dia, a gente tem isso com muito mais fácil acesso, é ridículo, é muito fpacil.

Então, naquela época, tudo que vinha tinha uma lentidão no chegar, que fazia com que isso perdurasse por mais tempo. Hoje em dia tudo muda mais rápido, as coisas mudam mais rápido, e também as opiniões os padrões e os parâmetros. Então naquela época tinha uma questão do padrão de beleza das revistas de moda que eu não me encaixava nesse padrão, então eu acho que eu trouxe comigo desde sempre uma questão de despertar e validar a verdadeira natureza das pessoas.

Então eu vejo muito junto comigo e com a minha carreira essa questão do influenciar entre aspas, porque eu não me considero uma influenciadora porque eu acho que isso é uma nova profissão que surgiu através das redes sociais mas que eu sempre tive sim essa preocupação com o público que me acompanha.

A atriz Priscila Fantin é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Sergio Bemfica com exclusividade para o Correio B+ - Diagramação: Denis Felipe - Beleza: Lilian Lopez - Por: Flávia Viana

CE - Saúde e bem-estar é algo que faz parte da sua rotina. Como você cuida do seu corpo e da sua mente no dia a dia?
PF - Saúde e bem-estar precisa fazer parte da minha rotina, porque senão eu adoeço. Eu já tive episódios da minha vida muito difíceis, muito tristes e lugares que eu não quero mais voltar, então para eu não voltar eu preciso me manter sempre em contato com o meu movimento físico e com meu trabalho mental. 

São coisas diárias que eu não posso abrir mão, de fato, e hoje em dia o que eu tenho feito é meditação por dez minutos no mínimo, caminhada, ioga ou um treino de HIIT, alguma coisa assim, por 30 minutos também todos os dias. O segredo é a constância para a gente se manter são porque mexer o corpo não. Não tem a ver com ter resultados estéticos, mexer o corpo tem a ver com liberar substâncias que fazem você se sentir melhor.

CE - A maternidade trouxe mudanças na sua forma de ver o trabalho e a vida? O que mais se transformou para você?
PF - Eu fui uma adolescente que não tinha medo de nada, nem da morte, e eu me jogava em todas as aventuras porque por várias questões eu precisava sentir adrenalina e emoções muito fortes era uma demanda interna minha.

E desde que eu tive filho isso diminuiu a ponto de hoje em dia eu não ter mais vontade nenhuma de me arriscar, mesmo que os esportes radicais tragam segurança eu não sinto mais essa vontade barra necessidade, porque antes era necessidade mesmo. Então não tenho mais vontade de pular de paraquedas como já pulei, de pular de jump, como eu já pulei, de escalar lugares perigosos, eu realmente procuro não arriscar, mas não dá nenhuma chance pra... de risco pra minha vida.

CE - Existe algum sonho profissional que você ainda não realizou e gostaria de tirar do papel?
PF - Eu não sei se é profissional ou se é pessoal, mas eu tenho há mais de dez anos um livro na minha cabeça e no meu coração que já tem até título, mas que ele está sendo escrito com muito cuidado, com muito carinho, porque ele é sobre a minha vida, então esse é um que eu acho que ainda vai se realizar na hora que chegar a hora.

A atriz Priscila Fantin é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Sergio Bemfica com exclusividade para o Correio B+ - Diagramação: Denis Felipe - Beleza: Lilian Lopez - Por: Flávia Viana

CE - O que o público pode esperar dessas duas produções tão diferentes, mas que chegam quase simultaneamente na sua vida profissional?
PF - Bom, Menospausa, a gente estreou a terceira temporada, então o público já tem aí mais de seis meses de Menospausa no ar, em breve já preparando a quarta temporada, e acho que o que podem esperar é acolhimento, identificação, as mulheres conseguirem ver nas nossas convidadas todos os sintomas que elas também têm, e principalmente esclarecimento, além de conseguirem ter a explicação científica do que que está acontecendo no nosso corpo, por que que a gente sente as coisas que a gente sente e o que fazer para amenizar os desconfortos.

CE - O que te atraiu para integrar o projeto Menos Pausa e qual foi o maior desafio ao assumir esse formato, inclusive apresentando?
PF - Eu e a Vanessa (minha sócia), a gente se conheceu por causa de um suplemento, o Nutralive, que ela desenvolveu a partir da experiência dela como mulher, e passou por uma menopausa precoce, e ninguém sabia o que ela estava vivendo, ninguém conseguia explicar.

Ela ficou investigando por cinco anos, e quando ela entendeu a raiz de todos os problemas, ela desenvolveu essa fórmula. Ela é nutricionista e cientista social, e também desenvolveu essa fórmula para amenizar as dores dela. Os sintomas da Vanessa é uma fórmula que pode ajudar muitas mulheres, porque ela tem sete ativos que são muito indicados para amenizar vários dos sintomas.

Me contactaram para fazer a divulgação desse suplemento dela e acabou que a gente começou a se falar pessoalmente e diretamente, até que teve o lançamento desse produto e eu fui. Lá tinha o bioquímico falando e quando ele falou a palavra climatério, a palavra perimenopausa que eu entendi que eu já estava vivendo essas coisas sem eu nem ter nunca escutado esses termos antes, isso foi no início e já tem um ano.

Eu sei que hoje as pessoas já escutam muito mais essas palavras ainda que se confundam com seus significados, mas eu fiquei muito chocada de eu nunca ter escutado e comecei a procurar sobre, a pesquisar, ler e percebi que as pesquisas sobre o corpo feminino sobre o cérebro feminino são extremamente recente, são assustadoramente recentes, então de fato não tem essas informações disponíveis.

Níveis de fácil acesso para a grande população, e é isso que eu resolvi fazer junto com a Vanessa. A gente resolveu trazer para as mulheres essas informações que a gente não teve, e que a gente tem que ter o mais cedo possível na nossa vida, porque a forma como a gente vive a nossa vida nos vinte e poucos anos é o que vai ditar como vai ser a nossa menopausa.

Priscila e Vanessa apresentam o Menospausa - Divulgação

 

A atriz Priscila Fantin é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Sergio Bemfica com exclusividade para o Correio B+ - Diagramação: Denis Felipe - Beleza: Lilian Lopez - Por: Flávia Viana

 

A atriz Priscila Fantin é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Sergio Bemfica com exclusividade para o Correio B+ - Diagramação: Denis Felipe - Beleza: Lilian Lopez - Por: Flávia Viana

 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 19:30:00 -0400</pubDate>
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