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		<title>Correio do Estado - Correio B</title>
		
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				<title><![CDATA[Quando a doença se enquadra como grave para isenção de IR (Mesmo fora do rol da lei)]]></title>
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				<description><![CDATA[A busca pela isenção do Imposto de Renda (IR) para aposentados, pensionistas e militares reformados portadores de doenças graves é cercada de mitos. O maior deles é o de que, se o nome exato da sua enfermidade não constar no artigo 6º, inciso XIV, da Lei nº 7.713/88, o direito está automaticamente perdido.

Embora o cenário seja complexo, o Poder Judiciário possui um entendimento consolidado que permite a concessão do benefício através do enquadramento por equivalência médica. No entanto, o sucesso dessa jornada depende de um fator crucial: a força das provas e o resultado da perícia judicial.

O Rigor da Lei e o Famoso "Tema 250" do STJ

Para entender como funciona o direito à isenção, o primeiro passo é conhecer o limite imposto pelos tribunais superiores. O Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao julgar o Tema Repetitivo 250, fixou a tese de que o rol de doenças da Lei nº 7.713/88 é taxativo.

Isso significa que o Poder Judiciário não tem o poder de "esticar" a lei para criar novas hipóteses de isenção. Um juiz não pode, por exemplo, conceder o benefício para um portador de diabetes ou fibromialgia simplesmente por considerar tais doenças graves ou dolorosas. Não se aplica a analogia nesses casos.

Então, como é possível conseguir a isenção para uma doença que não está na lista?

A Estratégia Jurídica: O Enquadramento por Equivalência

A saída legal não está em inventar uma nova regra, mas em demonstrar que as sequelas e o estágio clínico da patologia do paciente correspondem, na prática, a um dos termos genéricos que já constam na lei.

A legislação utiliza conceitos médicos amplos que servem como "guarda-chuvas". Veja os exemplos mais comuns na jurisprudência:


	Alienação Mental: Condições como a Doença de Alzheimer ou demências severas não estão textualmente na lei. Contudo, quando avançam a ponto de retirar a capacidade cognitiva e de autodeterminação do paciente, o Judiciário as enquadra no conceito de alienação mental.
	Paralisia Irreversível e Incapacitante: Um Acidente Vascular Cerebral (AVC) não consta na lista da Receita Federal. Porém, se o AVC deixar sequelas motoras definitivas (como a perda dos movimentos de um lado do corpo), o direito à isenção nasce a partir do enquadramento na categoria de paralisia irreversível.
	Cardiopatia Grave: O Infarto Agudo do Miocárdio, isoladamente, não garante o benefício. Mas se o infarto evoluir para uma insuficiência cardíaca crônica e severa, o paciente ganha o direito por se enquadrar como cardiopata grave.


O Coração do Processo: Laudos Médicos e Prévios

Se o enquadramento por equivalência é perfeitamente possível, o que dita o sucesso ou o fracasso de uma ação judicial? A resposta é simples: a qualidade das provas documentais apresentadas logo no início.

O processo não se sustenta apenas com receitas de medicamentos ou atestados genéricos. O segurado precisa apresentar um histórico clínico robusto, composto por:


	Laudos detalhados emitidos pelos médicos.
	Exames de imagem, laboratoriais e biópsias que comprovem a evolução da doença.
	Relatórios que descrevam detalhadamente as limitações físicas ou cognitivas causadas pela enfermidade.


O médico que acompanha o paciente deve, idealmente, descrever o quadro clínico fazendo o nexo causal com os termos da lei (por exemplo, atestar que a patologia X evoluiu para um estado de cardiopatia grave ou paralisia irreversível).

O "Verdadeiro Juiz" do Caso: A Perícia Judicial

Por mais robusto que seja o laudo do seu médico particular ou do plano de saúde, o ponto de virada na imensa maioria das ações é a perícia médica judicial.

No curso do processo, o magistrado - que possui formação em Direito, e não em Medicina - nomeará um médico de sua confiança para avaliar o autor da ação. Esse perito judicial examinará os documentos, o histórico do paciente e realizará um exame clínico presencial para responder aos quesitos técnicos formulados pelas partes.

É fundamental compreender que o laudo do perito judicial, na grande maioria das vezes, vincula a sentença do juiz. Se o perito oficial atestar que a sequela do AVC não gera paralisia incapacitante, ou que o quadro cardíaco ainda é moderado (e não grave), a chance de improcedência da ação é altíssima. Por outro lado, se a perícia confirmar o enquadramento por equivalência, o caminho para a concessão da isenção estará praticamente consolidado.

Conclusão

Buscar a isenção do Imposto de Renda por vias judiciais para doenças fora do rol taxativo é um direito legítimo, mas que exige estratégia e rigor técnico. O Tema 250 do STJ fechou as portas para concessões por mera simpatia ou analogia, mas manteve abertas as vias do enquadramento científico.

Antes de acionar a Justiça, certifique-se de que sua condição clínica de fato preenche os critérios de gravidade exigidos e invista tempo na organização de um acervo médico impecável. Afinal, no tribunal, a caneta do perito judicial costuma ter o peso definitivo na balança da justiça.

* Leandro Amaral Provenzano – OAB/MS 13.035. Sócio do escritório Provenzano Advogados
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				<category>Exclusivo para Assinantes</category>
				<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 00:03:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Políticos que já foram campeões de votos em Mato Grosso do Sul, receberam... Leia na coluna de hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[Theodore Roosevelt - Estadista americano

"A justiça não consiste em ser neutro entre o certo e o errado, mas em descobrir o certo e sustentá-lo, onde quer que ele se encontre, contra o errado".

FELPUDA 

Políticos que já foram campeões de votos em Mato Grosso do Sul, receberam, sem dó nem piedade, cartões vermelhos dos eleitores. Um deles já chegou a ter mais de 100 mil votos para ficar "de boa" no Congresso, em Brasília, mas nas eleições deste ano o que recebeu dos eleitores, dá até vergonha de falar. Outro, considerado líder de expressão, com vários mandatos, foi colocado para fora pelo eleitor. Como diria vovó, citando famoso provérbio: "Um dia da caça, outro do caçador". Como nada é para sempre... 

Apoio

O governador Eduardo Riedel gravou vídeo junto ao Flávio Bolsonaro, Reinaldo Azambuja e Tereza Cristina. Ele foi postado nas redes sociais e pediu apoio dos eleitores de MS. 

Mais

Nele, Flávio prometeu, se eleito, ajudar o Estado com grandes investimentos. Os futriqueiros de plantão tem dito por aí que era tudo que Riedel queria ouvir. Essa gente...

Foto: Divulgação/Sesc

Nesta sexta-feira (16), às 19h, acontecerá ensaio aberto ao público  da Orquestra Corumbaense de Viola Caipira (OCVC).  Durante o ensaio, os participantes poderão vivenciar o processo de construção musical da OCVC, acompanhar a execução das músicas e conhecer um pouco mais sobre o universo da viola caipira e sua importância para a valorização da cultura e da música regional.A proposta é aproximar a comunidade da Orquestra, proporcionando experiência diferente de uma apresentação convencional e permitindo que o público acompanhe os músicos durante o momento de preparação e aperfeiçoamento do repertório. A participação é gratuita e o evento acontecerá na unidade do Sesc Corumbá.

Arthur Paek - Foto: Lu Prezia

 

Celine Dumas - Foto: Arquivo Pessoal

Raio X

Grupo de trabalho criado pelo governador reeleito Eduardo Riedel iniciou o levantamento dos servidores e respectivos cargos, visando preparar a máquina administrativa para o segundo mandato, a partir de 2027. A previsão é de que decreto no dia 31 de dezembro de 2026 exonere todos os comissionados, incluindo secretários e dirigentes de autarquias. O raio X deverá orientar a recomposição do governo. 

Ficam

O trio de secretários Frederico Felini (Comunicação), Walter Carneiro Júnior (Casa Civil) e Rodrigo Perez (Segov) são os cotados para continuar na próxima administração estadual. Eles, inclusive, integram a equipe de transição e tiveram  papel importante na reeleição. Os dois primeiros são do grupo político do senador eleito Reinaldo Azambuja.

Perda

Em 40 anos, o Estado de Mato Grosso do Sul perdeu mais da metade dos campos alagados e áreas pantanosas do seu Cerrado. Segundo a Coleção 11 do MapBiomas, essas áreas caíram de 1,01 milhão para 474,2 mil hectares entre 1985 e 2025. São cerca de 539,6 mil hectares a menos, com redução de 53%. O estado aparece entre os que mais perderam esse tipo de ambiente em termos proporcionais, ao lado de Paraná e São Paulo. A perda é grave, porque essas áreas retêm água e sustentam a existência dos rios. Lamentável!...

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Célia Aparecida Zanetti, 
	Lenita Maksoud Piccolo, 
	Dr. Wilson Luiz Maksoud, 
	Marilú Segatto Guimarães, 
	João Victor da Silva Neri,
	Marcelo Mansano, 
	Edinaldo Alves da Silva,
	Jurema Lima Siqueira,
	Harley Ferreira Silverio,
	Antonio Carlos Goes,
	Ramiro Martins,
	Juliana Ornela Ribeiro,
	Helaine Pontes de Oliveira,
	José Fleuri Decco,
	Amadeu Medina,
	Ednilson de Queiroz, 
	Katia Maria Gomes Ferreira Franco,
	Márcia Hideko Saito,
	Irineo Bortolas,
	Maria de Lourdes do Val Jorge,
	Terezinha de Jesus Moreira Coelho,
	Artur de Azevedo Perez, 
	Tereza de Fátima Contini, 
	Danilo Pereira Correa Neto, 
	Marcelo Hamilton Martins Carli,
	Lygia Maura Fontoura Campanhã de Souza, 
	Dyrma Elisa de Souza Chaves Soares,
	Emanuel Lacava,
	Aidina Mota de Souza,
	Mayza Gomes Galvão,
	Rogério Mainente,
	Mayara Chadid,
	Vilfrido Vargas,
	Maria Eliza Figueiredo,
	Camila Agatha Lovison, 
	Vivianne Oliveira Lima,
	Izaias Rodrigues,
	Velza Maria Fregapani,
	Nilson Prado da Silva,
	João Braz da Silva,
	Tereza Cristine Domingues do Amaral Yamashita,
	Luiz Cordella,
	Yoshiharu Guenka, 
	Dra. Helena Maria Libos Simionato Moreira, 
	Cecília Hercilia Moura, 
	Cláudia Nascimento,
	Fernando Asato,
	Alayde Nunes Martins,
	Marcos Antonio Carretoni,
	Anecy Antunes da Silva,
	Soraya Corrêa Barbosa,
	Cleyde Mara Mussi,
	Lavinia Pivot Franco,
	Breno Ney Mourão,
	Romualdo Farias,
	Moacir Vieira da Silva,
	Odilson Nepomuceno,
	Ozélia Delmondes Goes,
	Gumercindo Barbosa,
	Valdelice do Amaral,
	Odacir Albuquerque,
	Antonieta Tavares Acosta, 
	Terezinha Cruz,
	Gilda Vera Bigaton,
	Esdras Rodrigues de Souza,
	Marcelo Antonio de Barros Wanderley, 
	Guilherme Carneiro Camponez,
	Elben de Souza Braga,
	Nilce Alves de Oliveira,
	Antenor Doreto,
	Moacir Boer,
	Osney Novaes Dias,
	Ubirajara Aparecido Alves 
	de Oliveira,
	Nilza Pinto da Silva,
	Paula Rúbia Jornada Bastos,
	Reinaldo Ferreira Lino,
	Antonio Miguel Bichara,
	Teodoro Ribeiro,
	Mário Júlio Cerveira, 
	Tiago Costa Ferreira,
	Ezenilda Claro Chaves,
	Dilene Bottega Ebeling,
	Alexandre Barros Padilhas,
	Luis Fernando Cleveland Cartes, 
	Carla Figueiredo Garcia de Queiroz,
	Thiago Araújo Nepomuceno,  
	Ciro Maeda Filho,
	Walfrido Coelho de Souza,
	Claudemir Oliveira Cavalcante,
	Talita Albuquerque de Morais,
	Eduardo Alexandre Jorge Warde,
	Ricardo Alex Pereira Lima,
	Priscila Tirloni Josgrilbert,
	Francisco Cleiton Adriano,
	João Bosco de Araújo,
	Neusa Maria Teruel de Melo,
	Hélio Valdir Pereira,
	Carmen Lydia Alves Pereira 
	da Costa,    
	Onildo Santos Coelho, 
	Gilson Chaves de Moraes,
	Sandra Mattos Vieira Escalante,
	Roberto Fauri,
	Iolanda São José Falcão,
	Jeffrey Newton Lemos Dutra,
	Robson Valentini.


Colaborou com Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA["A menina e o Fim" traz três sessões gratuitas e terá bonecos gigantes em cena]]></title>
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				<description><![CDATA[Durante três dias de apresentação, o campo-grandense poderá acompanhar, entre hoje e sexta-feira, sempre às 20h, na sede do Grupo Casa, que fica no Bairro Amambaí, um espetáculo que traz mensagens profundas que passam por cenários de fugas, perseguições e perdas, em um verdadeiro grito de resgate à infância que envolve até mesmo bonecos gigantes em cena.

Escrito e dirigido por Ligia Tristão Prieto, sobre o texto, que tem uma década de existência, ela diz que sabia desde 2017 que “A Menina e o Fim” não sairia do papel à época.

“Tenho alguns textos que, quando eu escrevi de forma individual, no meu computador, sozinha, escrevendo esse texto, eu sabia que, ao escrevê-lo, eu não ia conseguir executar ele naquele momento, porque eu, enquanto diretora cênica, ainda precisava percorrer um caminho”, afirma Ligia. 

“A Menina e o Fim” nasce inspirado em relatos documentados sobre a fuga das irmãs Lispector da Ucrânia para o Brasil, ainda em 1922, por causa da Guerra Civil Russa, tentando escapar dos ataques violentos, batizados com o termo russo pogrom, que visavam massacrar, subjugar e expulsar a população judia do território. Entre as inspirações para o espetáculo estão textos como “No Exílio”, de Elisa Lispector, bem como a poesia sul-mato-grossense de Emmanuel Marinho, autor de “Margem de Papel”.

Ao Correio do Estado, Ligia destacou os pilares fundamentais que tornaram a execução deste espetáculo não somente possível atualmente, como também urgente para os dias contemporâneos. 

Segundo a criadora, “A Menina e o Fim” exige dela enquanto diretora uma suavidade e escuta ampla, para que as dores da protagonista existam no palco livre de julgamentos, o que, ela afirma, precisa ser feito de forma muito delicada. 

BONECOS GIGANTES

Foto: Marcelo Henrique

Nessa montagem, o público acompanha a jornada de fuga de Maria, que é interpretada por Kiohara, após a personagem perder seu lar e até mesmo seus familiares. Os bonecos gigantes surgem justamente para dar vida ao universo fantasioso e imaginário que servirá também de sustentação para a menina.

“A Maria vem e prova que é possível, sim, esses dois mundos coexistirem, que podemos ver o mundo com cor sem perder a noção da realidade”, cita Kiohara.

Ligia Prieto lembra que à época que o texto nasceu não havia, de fato, parceiros e pessoas profissionais suficientes para enfrentar a batalha de trazer o espetáculo à vida.

“Eu precisava lidar com a criação de bonecos gigantes, com uma trilha autoral muito específica, com uma iluminação autoral muito delicada. Essa estrutura toda... Olhava ao meu redor e pensava quem eram os profissionais que poderiam alcançar esse lugar também de criação. Precisava de artistas resistentes, inspirados, que pudessem se entregar de fato à criação do projeto”, diz.

Ela faz questão de frisar a criatividade de todas as partes, o que exigiu da mente por trás da obra toda uma trajetória a ser percorrida tanto como pessoa quanto como artista.

Ligia ressalta que as políticas públicas de incentivo à arte e à cultura que existiram nos últimos quatro anos foram o fator predominante para que essa e outros de seus textos para teatro e cinema pudessem ser colocados em cena, já que a execução de “A Menina e o Fim” foi viabilizada pela Política Nacional Aldir Blanc (Pnab) do Ministério da Cultura (Minc).

“Acho muito importante dizer que consigo também executar esse projeto hoje, e não há quase 10 anos, porque nos últimos quatro anos eu tive políticas públicas para a cultura e para a arte. Porque quando eu chego na montagem, na criação coletiva, aí eu estou falando de um grupo de pessoas. Esse projeto tem 26 artistas envolvidos, que precisam ser pagos, dedicar o trabalho deles a um projeto específico e mergulhar fundo na criação, na delicadeza desse espetáculo”.

Nesse quesito, as cabeças de papietagem dos personagens do primeiro ato são trabalhos de Sarah Caires e Said Danilo, enquanto Rafael Mareco assina a execução das cabeças gigantes que aparecem no segundo ato.

“O maior desafio aqui é construir grandes bonecos que sejam leves, expressivos e componham a cena de forma conjunta”, avalia Mareco, sobre a criação dos elementos cênicos.

Como comentou Ligia, a trilha sonora de “A Menina e o Fim” tem direção musical assinada por Sofia Maciel, que a executará ao vivo durante os três dias de apresentação, ao lado do maestro Eduardo Martinelli.
Renomado maestro, Martinelli lembra que tem certo costume de fazer trilhas sonoras, com trabalhos em documentários, curta-metragens e demais produções, mas afirmou ao Correio B que a execução ao vivo é muito diferente. 

“Porque a gente tem uma sensação de, além de criar a música, estar atuando. E sempre existem as nuances do fazer ao vivo, isso é uma coisa que diferencia muito de quando fazemos uma criação musical, gravamos e encaixamos em uma cena de filme ou o que quer que seja”, diz.

Martinelli também rememora a experiência que teve em um monólogo como ator, em São Paulo, há cerca de duas décadas, reforçando que a experiência com Sofia está lhe trazendo muitas sensações boas. Algo distinto do que está acostumado a viver, o maestro classifica a atual vivência como muito rica. 

“É uma sensação diferente a cada ensaio, a cada preparação. Já havia feito uma vez um monólogo do [Franz] Kafka [‘A Metamorfose’], mas faz muito tempo, já deve ter uns 20 anos ou mais, então, reviver essa experiência é muito interessante. E o mais rico e desafiador é tudo sendo executado ao vivo. Era sozinho, agora em dupla também torna a coisa diferente, a comunhão de fazer e executar. Para mim, por mais que tenha muita experiência com a música, porque só faço isso na vida [brinca], não deixa de ser uma sensação e uma situação nova”, complementa.

Como bem completa Sofia a respeito da trilha sonora, “A Menina e o Fim” emprega uma série de diversos instrumentos e sonoridades, que acompanham principalmente as mudanças vividas por Maria e ajudam a caracterizar propriamente cada personagem.

“Estamos usando instrumentos acústicos, percussões, sons produzidos pelo próprio corpo e pequenos motivos musicais que reaparecem em diferentes momentos. Na canção de Maria, por exemplo, temos um arranjo mais melancólico e introspectivo, que vai crescendo aos poucos. Já no encontro com o Rato, a proposta foi criar outra atmosfera, com uma sonoridade mais próxima do blues, trazendo humor, movimento e uma mudança na energia do espetáculo”, adianta. 

“A MENINA E O FIM”

Foto: Marcelo Henrique

Sobre o espetáculo e sua mensagem, Ligia destaca que há uma necessidade urgente de se falar sobre infância, reforçando que esta etapa da vida é fortemente atravessada pelas escolhas tomadas na fase adulta. 

“Infelizmente ainda, no Brasil, a gente tem uma média de 64 crianças sendo abusadas por dia. Tivemos mais de um milhão de crianças ficando órfãs, perdendo parentes na pandemia. A gente ainda tem muitas sendo mortas na guerra. E como que a gente sustenta a imaginação de uma criança, a alegria e a construção sensível e poética da infância num país sem arte?”, questiona a diretora. 

Lançando luz sobre a importância da arte na infância, o espetáculo busca mostrar esse potencial da expressão artística como ferramenta para melhor elaborar as feridas, ressignificar situações e imaginar saídas para o que, muitas vezes, nas palavras da diretora, a gente entende ser o fim. 
“Enquanto escritora, poeta, era um texto que me atravessava, me atravessou muito”.

O espetáculo conta com produção de Zuri Oliveira e produção-executiva assinada por Jessica Santos, com Leonardo de Medeiros como assistente. A direção de arte e cenografia é feita por Rafael Mareco e assistência é de Fannyah, Kyane Bravo e Lethícia Rodrigues. 

Maria encontra em sua jornada alguns personagens icônicos, como a boneca Buzuza, interpretada por Lethícia Rodrigues, o Rato, vivido por Tero Queiroz, a Borboleta, interpretada por Sofepoar Minott, e a avó em tamanho gigante, vivida por Zyan Nalrad (Anna Burton).

Os figurinos de “A Menina e o Fim” são assinados por Zyan Nalrad. No processo de montagem, o espetáculo contou com preparação de elenco de Lívia Lopes e preparação de equilíbrio de Bibi Gonçalves. A iluminação é de Anderson Lima.

O elenco é composto por: Kiohara, Leonardo de Medeiros, Lethícia Rodrigues, Lívia Lopes, Sofepoar Minott, Tero Queiroz e Zyan Nalrad (Anna Burton). Alex Cavalheri assina a sonoplastia e a direção de som, enquanto Douglas Luiz aparece como diretor de palco. 

Por fim, Ligia revela ao Correio B um lado que há nas mensagens que tenta transmitir ao público, já que o cenário de fugas, perdas e perseguições se liga às realidades externas e internas do ser humano. Segundo Ligia, esse grupo de adultos, ao desenhar a trajetória dessa menina, foi percebendo as solidões que existem dentro de cada um. 

“Ao ver a história dessa menina que vai ficando sozinha, percebe a solidão que já causou em uma criança, a solidão dentro de si durante a infância, que nunca morre, essa perda constante que a gente sente, essa saudade que não sabe dar nome, que a gente sente dentro do peito. As perdas e o desejo de casa, de conforto, do amor, de amar e ser amado são sensações que atravessam toda a humanidade. Então, ali a gente torna esse espetáculo universal. É muito difícil fazer arte no País, ainda mais aqui em Mato Grosso do Sul. Então, quando a gente tem essa chance, parece que estamos vivendo um sonho”, conclui.

Com classificação livre, esse espetáculo, realizado na sede do Grupo Casa, terá interpretação em Língua brasileira de Sinais (Libras) feita pela Comunique Acessibilidade. A entrada é gratuita, mas é necessário reservar os ingressos na plataforma Sympla, em razão da capacidade do espaço.

Serviço: 

Espetáculo: “A Menina e o Fim”
Data: de hoje até sexta-feira.
Horário: às 20h. 
Local: Grupo Casa – Rua Visconde de Taunay, nº 306, Bairro Amambaí, Campo Grande.
Entrada: gratuita.

Ficha técnica


	Direção e Dramaturgia – Ligia Tristão Prieto
	Produção Executiva – Jessica Santos
	Produção Geral – Grupo Casa Produções
	Produção – Zuri Oliveira
	Assistente de Produção – Leonardo de Medeiros
	Direção de Arte e Cenografia – Rafael Mareco
	Assistência de Arte – Fannyah, Kyane Bravo e Lethícia Rodrigues
	Cabeças de Papietagem Personagens Ato I – Sarah Caires e Said Danilo
	Cabeças Gigantes Personagens Ato II – Rafael Mareco
	Figurino e Beleza – Zyan Nalrad
	Direção Musical – Sofia Maciel
	Composição Musical Autoral – Ligia Tristão Prieto, Sofia Maciel, José Maciel e Eduardo Martinelli
	Trilha Sonora – Eduardo Martinelli e Sofia Maciel
	Elenco – Kiohara, Leonardo de Medeiros, Lethícia Rodrigues, Lívia Lopes, Sofepoar Minott, Tero Queiroz e Zyan Nalrad (Anna Burton)
	Preparação de Elenco – Lívia Lopes
	Preparação de Equilíbrio – Bibi Gonçalves
	Contrarregragem – Jessica Santos e Rafael Mareco
	Sonoplastia e Direção de Som – Alex Cavalheri
	Iluminação – Anderson Lima
	Direção de Palco – Douglas Luiz
	Interpretação em Libras – Comunique Acessibilidade
	Assessoria de Imprensa – Mariana Castelar e Tero Queiroz
	Assessoria de Comunicação – Hevo Mídia – Mario Oshiro e Paula Chermont
	Social Media – Marcelo Henrique
	Design Gráfico e Animação – Sudório


Assine o Correio do Estado
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 09:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[O senador eleito Reinaldo Azambuja (PL) recebeu 903.554 votos, a maior... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/o-senador-eleito-reinaldo-azambuja-pl-recebeu-903554-votos-a/474602/</link>
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				<description><![CDATA[Paulo Coelho - Escritor brasileiro

"Uma coisa é você achar que está no caminho certo, outra é achar que o seu caminho é o único. Nunca podemos julgar a vida dos outros, porque cada um sabe da sua própria dor e renúncia”.

FELPUDA 

O senador eleito Reinaldo Azambuja (PL) recebeu 903.554 votos, a maior votação para o Senado na história de Mato Grosso do Sul. O resultado consolida o ex-governador como presidente estadual do PL e principal liderança do partido no Estado. A legenda elegeu os dois senadores, três dos oito deputados federais, nove dos 24 deputados estaduais, e passa a ter a maior bancada sul-mato-grossense tanto na Câmara quanto na Assembleia. Na política, quem é bem votado não só se torna o “cacique da aldeia”, como também passa a dar as cartas. 



Especial

Entre os dias 26 e 30 deste mês, acontecerá a Mega Semana da Mega Sena. Serão cinco sorteios consecutivos correspondentes aos concursos 3076, 3077, 3078, 3079 e 3080.  A modalidade, em caráter especial, terá sorteios de segunda a sexta-feira, substituindo o calendário regular de concursos.

Mais

Após o encerramento dos concursos especiais, a Mega-Sena retomará seu calendário regular de sorteios e fará a abertura das vendas paralelas da Mega da Virada 2026, prevista para novembro. O limite de horário permanece o mesmo adotado nos concursos regulares.

Dra. Luciana Darrot - Foto: Arquivo Pessoal

 

Valentina Herszage - Foto: Lu Prezia

Bênção!

Nos bastidores, já ferve a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa de MS. Duas correntes disputam o segundo posto político mais cobiçado do Estado, e não é à toa: a Casa administra mais de meio bilhão de reais, quantia que boa parte dos 79 municípios de MS nem sonha em ter no caixa. Só que ninguém se elege presidente da Assembleia sem a bênção do governo. E é quando a queda de braço costuma terminar sempre do mesmo jeito: chapa de consenso.

Vilã

A inflação ganhou força após a deflação registrada em agosto, subindo para 0,82% em setembro, apontam dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Estimulada pela disparada dos preços das contas de luz, a variação é a maior para o mês desde 2021. Em 12 meses ela atingiu 4,58%, estourando novamente o teto da meta de 4,5% do Conselho Monetário Nacional.

Encolheu

Nem mesmo com votação recorde de Camila Jara, o PT conseguiu eleger dois deputados federais. Os seus companheiros não contribuíram para alcançar o quociente eleitoral. A diferença da votação de Camila de quase 155 mil votos para o segundo mais votado do PT é bem grande. Esse companheiro na disputa para Câmara Federal é Elias Ishy. Ele obteve apenas 18.045 votos. Não conseguiu conquistar a cadeira de Vander Loubet, que desistiu da reeleição para concorrer ao Senado. Como se vê...

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Renata Paula Possari Mendonça, 
	Marçal Gonçalves Leite Filho, 
	Silmara Silva Guimarães,
	José Octaviano de Andrade,
	Lilian Ajul Miyasato de Arruda, 
	Ney Correa Dias,
	Elaine Soares de Moraes,
	Ernestina Braz Dias,
	Deonisio Guedin Neto Deotti,
	Manoel Macena de Souza,
	Dr. Eduardo Ferreira da Motta,
	Fernanda Barros Piovano,
	Kátia Moreira Carneiro,
	Leda Santiago Ramos,
	Regiane Aparecida  Ferreira,
	Iria Pedrassa Ortiz,
	João Carlos Correa Fernandes,
	Ivone Paetzold Soares, 
	Tereza da Silva,
	Marcio de Almeida,
	Luely Sperandio da Costa,
	Cid Ramos de Oliveira,
	Paulo Cesar Zeni,
	Dra. Fátima Aparecida Antônio Margarido, 
	Geovana Souza,
	Vera Denise Diogo Chama,
	Elisabete Lescano Ferraz, 
	Ronald Calixto Nunes,
	Wlademir de Souza Volk,
	Noilza Rodrigues Noronha,
	Cecília do Carmo Raslan Silva, 
	Vanessa Silva, 
	Ricardo Kubitz Junior,
	Edson Vieira,
	Geraldo Teixeira de Almeida, 
	Vera Odete Pires Caminha,
	Antônio Carlos Castelo Branco,
	Jairo Alves Fontoura,
	Ivaldo Gonçalves Medeiros,
	Nely Nakazato,
	Sérgio Pereira de Assis, 
	José Alves de Rezende,
	Luiz Calixto de Bastos,
	Calisto Peralta Alvarez,
	José Henrique Cavalcante,
	José Antônio Rabello de Moura Brasil, 
	Luciana Angelita Ferreira Menezes,
	Frederico Soares Júnior,
	José Ricardo Corrêa Nasser,
	Sandra Maria Espíndola,
	Flaviano Januario da Silva,
	Nelson Sabino de Oliveira,
	Emmanuel Leander de Souza,
	Antônio Marques,
	Argentino José Nepomuceno,
	Fortunato Silva Sanches,
	Nancy Girão Arruda,
	Wanderlei Luiz de Oliveira,
	Vanilda Queiroz Yared,
	Oscar Peixoto Ennes,
	Bianca Soares de Brittes,
	Carlos Antônio Campos,
	Jefferson Greco Justino,
	Maria Inês Milanezi,
	João Seiko Shirado,
	Isidoro Ribeiro,
	André Bassil Fioravanti,  
	Karla Regina Borges Bittelbrunn,
	João Vieira Neto,
	Márcia Casamassa Tiago Quinteiro,
	Bianca Freitas Jorge Vieira,
	Paulo Henrique Soares,  
	Cineio Heleno Moreno,
	Fernando Guimarães de Souza,
	Luís Antonio Marchiori Perícolo,
	Júlio César da Silva,
	Aguinaldo Araújo de Sousa Júnior,
	Jeanny Santa Rosa Monteiro de Oliveira,
	Francisco Grisai Leite da Rosa,
	Edimar Tania Bertolucci de Araújo Martins,
	Gustavo Ferreira Santos,
	Irineu Pimentel Pinto,
	Jordelino Garcia de Oliveira,
	Roberto Prado do Nascimento,
	Mohamad Hassam Hommaid,
	Oswaldo Vieira Andrade,
	Maria Tereza de Moraes,
	Wagner Roberto Pereira de Lima,
	Aline Yonamine Miyahira, 
	Thaís Teixeira Lopes,
	Oséias Vitorino do Nascimento,
	Raquel Canton,
	João Alves Mendes,
	Marcos Ivan Silva,
	Silvio Pereira Filho,
	Wanderley José de Freitas,
	Valdete Souza Yarzon,
	Luiz Alberto Menezes,
	Valdenir Correa Mendes,
	Maria Sílvia Barbosa Lemos,
	Tyanna Flôres de Assis,
	Telma Nantes Arruda,
	Ana Maria Pimenta Garcia,
	Fátima Luzia de Souza Vieira,
	Vivianne Soares Silva,
	Suzana Carolina Franco,
	Mário Henrique Lima,
	Gilberto de Oliveira Cardoso.


Colaborou com Tatyane Gameiro
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Diagnóstico após cirurgia confirma câncer pulmonar no papa Leão XIV]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/diagnostico-apos-cirurgia-confirma-cancer-pulmonar-no-papa-leao-xiv/474638/</link>
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				<description><![CDATA[O procedimento cirúrgico ao qual o papa Leão XIV foi submetido confirmou o diagnóstico de adenocarcinoma pulmonar, conforme suspeitado pelos exames pré-operatórios, informou o Vaticano por meio de seu portal de comunicações nesta terça-feira, 13.

O adenocarcinoma pulmonar é o subtipo mais comum de câncer de pulmão maligno.

Segundo o boletim médico divulgado nesta noite, "o exame histológico intraoperatório confirmou o diagnóstico de adenocarcinoma pulmonar, conforme suspeitado pelos exames pré-operatórios".

"O Santo Padre foi submetido, conforme programado, a uma cirurgia torácica", disse o Vaticano. "Para assegurar a radicalidade da intervenção, foi removido o lobo inferior do pulmão direito por meio de técnica videoassistida", informou o Vaticano.

A cirurgia para retirada de um nódulo pulmonar do papa Leão XIV terminou "com sucesso" nesta terça-feira, 13, segundo o Vaticano. O procedimento foi realizado no Hospital Gemelli, em Roma, na Itália. O pontífice chegou ao hospital nesta terça e acenou para dezenas de pessoas que aguardavam sua chegada na entrada principal da unidade.

"A intervenção foi concluída com sucesso, dentro do tempo previsto e conforme o planejado, e o Santo Padre já retornou ao seu quarto", declarou o Vaticano no Telegram.

Leão revelou no domingo que os médicos haviam descoberto um pequeno nódulo localizado em seu pulmão e recomendaram sua remoção. Segundo o Vaticano, ele deve permanecer hospitalizado por pelo menos uma semana. Todas as suas audiências foram canceladas até 20 de outubro.

O pontífice americano, de 71 anos, demonstrou um nível incomum de transparência sobre o primeiro grande problema de saúde divulgado publicamente em seus 17 meses de pontificado. Ele revelou a descoberta do pequeno nódulo localizado durante a oração do meio-dia de domingo e anunciou que passaria pela cirurgia de remoção.

"São casos que podem ser muito bem tratados, se as palavras que ele usou refletirem a situação clínica", disse Lorenzo Spaggiari, diretor de cirurgia torácica do Instituto Europeu de Oncologia (IEO), em Milão - médico que não participa do tratamento do papa, mas conhece a equipe do Gemelli.

Um membro do clero que se encontrou com Leo na segunda-feira, o Cardeal de Tóquio Kikuchi Tsutomu, disse que Leo afirmou sentir-se bem e decidiu realizar a cirurgia imediatamente para não ter de alterar seus planos de viagem à América Latina.

No entanto, a decisão foi claramente uma surpresa: embora o hospital Gemelli disponha de um apartamento papal específico utilizado por papas anteriores - completo com uma capela privativa no 10º andar -, Leo ficará, na verdade, em um quarto próximo, uma vez que o apartamento papal passa atualmente por reformas, segundo a assessoria de imprensa do Vaticano.
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 17:41:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[De Campo Grande ao Top do Spotify: quem escreveu "Flash", a música da trend dos perfumes]]></title>
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				<description><![CDATA[No dia em que terminaram de escrever "Flash", em 18 de agosto de 2025, os quatro compositores criaram um grupo de mensagens chamado "FLASH - TOP 1". Pouco mais de um ano depois, a música gravada por Hugo & Guilherme está entre as mais ouvidas do país e virou trilha da trend em que famosos e anônimos mostram suas coleções de perfume nas redes. Por trás dela estão quatro amigos que saíram de Campo Grande para compor em Goiânia.

Um deles é Gabriel Guima, de 30 anos, nascido em Campo Grande e criado na região do Monte Castelo.


"A Flash nasceu de quatro amigos que saíram de Campo Grande pra escrever esse sucesso em Goiânia", conta. Os parceiros são Atayde Filho e Rafa Conter, também nascidos na Capital, e Will Andrade, que nasceu em Rondonópolis (MT), mas sempre morou em Campo Grande.


Lançada pela dupla em agosto, a faixa já soma mais de 23 milhões de reproduções no Spotify e ocupa o 3º lugar do ranking diário da plataforma no Brasil, com quase 1 milhão de execuções por dia, segundo o levantamento de domingo (11).

A primeira gravação da música, feita pela dupla Lucas & Higor, também está entre as mais ouvidas do país, com mais de 20 milhões de reproduções. Somadas, as duas versões passam de 43 milhões de plays só no Spotify. No YouTube, o clipe oficial de Hugo & Guilherme já passava de 23 milhões de visualizações na semana passada.

No último domingo (11), a música ganhou uma versão em forró gravada por Zé Vaqueiro, com participação de Hugo & Guilherme, durante o DVD "Diamante – Ao Vivo em Belém".

Uma ideia, um violão e um refrão pronto

Segundo Gabriel, a música foi montada em etapas, cada parceiro somando uma parte. Atayde Filho chegou com a história e leu a ideia para o grupo. Gabriel pegou o violão e criou a melodia do começo. Will Andrade mexeu na entrada da segunda parte. O refrão veio de uma vez só. "O Rafa saiu do quarto e soltou o refrão inteiro", lembra. Depois, os quatro definiram juntos a repetição do refrão e fecharam a canção.


"Quando terminamos, todos estávamos convictos de que tínhamos feito algo especial ali", diz.
A música foi gravada primeiro pela dupla Lucas e Higor, que não tinha exclusividade sobre ela. Foi por esse registro, de acordo com Gabriel, que Hugo & Guilherme conheceram "Flash" e decidiram gravá-la com exclusividade.


A trend dos perfumes, segundo ele, partiu de Guilherme, que coleciona fragrâncias, e de Zé Vaqueiro, e se espalhou de forma orgânica, sem ação de marca. "Sempre acreditamos muito no potencial dela, mas essa proporção que tomou acredito que ninguém imaginava", afirma. Para ele, o que está acontecendo é inédito no mercado da composição, "e acreditamos que está só no começo".

Sobre a versão em forró, a avaliação é positiva. "Acho que encaixou perfeitamente. Acredito que deu outro gás pra música, em todos os sentidos."

Do palco para a composição

Gabriel começou a compor profissionalmente em 2019, quando ainda cantava em dupla com Marco Antônio, que hoje segue carreira solo com o projeto CountryBoy. Marco escrevia desde os 13 anos, e os dois precisavam de repertório para gravar um DVD. Foi assim que Gabriel entrou no processo de criação. "Comecei a entender como funcionava e o quão importante era a composição, que é onde a música nasce", diz.

Em 2023, ele se mudou para Goiânia para ficar mais perto do mercado. Em 2025, deixou os palcos para se dedicar só à composição. Hoje, segundo ele, são praticamente 100 músicas gravadas, entre elas "Tem Amor, Tem Volta", de Jorge & Mateus, no álbum Check-in (2024); "Oposto", do Grupo Menos é Mais, no Churrasquinho 3; "Vai que Bate um Vento", de Fiduma & Jeca com Rio Negro & Solimões; e "Piscininha" e "Cessar Fogo", de João Gustavo & Murilo.

O compositor e o sucesso

Quando uma música vira trend, explica Gabriel, a divulgação e o consumo da obra aumentam, e o retorno financeiro acompanha. Em "Flash", os direitos são divididos de forma igual entre os quatro autores.

Perguntado se o compositor ainda é invisível no sertanejo, ele discorda, mas faz ressalvas. "Não somos invisíveis, mas acredito que muitas coisas em relação a isso podem melhorar e precisam mudar. O importante é o compositor saber o seu valor e dar o devido valor à sua obra."

A letra de "Flash" brinca com o duplo sentido. Sobre críticas, Gabriel defende a liberdade de quem escreve. "Pra nós, o limite e a interpretação ficam pra quem ouve. Por isso, nós, compositores, temos o direito de explorar a licença poética."

A rota Campo Grande–Goiânia

Gabriel afirma que existe uma cena de composição sertaneja em Mato Grosso do Sul, mas que ela já foi mais forte. Ele conhece muitos compositores de Campo Grande que hoje vivem em Goiânia, que aponta como um dos principais polos do setor, ao lado de Londrina, Fortaleza e São Paulo.

Para quem está começando no Estado, o conselho é unir "estratégia, persistência e estudo de mercado", usar a internet para divulgar as músicas e criar contato com artistas, e, sempre que possível, passar temporadas em Goiânia para compor por lá.
Sobre os próximos passos, ele não adianta nomes. "Tem muita coisa boa pra vir, muita música boa saindo. Se Deus quiser, em breve estarei contando muitas novidades."
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 14:37:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Saiba os tratamentos e os cuidados médicos após diagnóstico de câncer de mama]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/saiba-os-tratamentos-e-os-cuidados-medicos-apos-diagnostico-de-cancer/474597/</link>
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				<description><![CDATA[Como de costume, o período entre o dia 1° até o 31 deste mês é colorido de rosa, parte da campanha de conscientização e alerta voltada principalmente às mulheres, sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama e de colo do útero. 

Apesar dos esforços, o País vê uma tendência crescente nos registros de casos dessa doença, diante ainda de um cenário paralelo de cada vez mais mulheres próximas da melhor idade deixando de fazer exames de mamografias e preventivos, sendo que ainda há toda uma vida e uma rotina de cuidados oncológicos após o diagnóstico. 

Análises estimativas feitas pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca) indicam que, até 2028, o Brasil deve atingir a marca de 78.610 novos casos dessa doença em todo o País, tornando o câncer de mama o tipo mais incidente entre brasileiras, depois de tumores de pele não melanoma. 

Dra. Fernanda Ronchi, chefe do serviço de oncologia do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie - Foto: Divulgação/FEMPAR

Como bem relata a chefe do Serviço de Oncologia do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie (Huem), dra. Fernanda Ronchi, que também é professora da Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná (Fempar), a doença e seus subtipos estão cada vez mais “mapeadas”, com os diagnósticos tornando-se cada vez mais precisos.

Ela ressalta a oportunidade do Outubro Rosa, de falar sobre tratamento, prevenção e diagnóstico precoce, para que mulheres conheçam seu corpo. “Estejam atentas a alterações e procurem atendimento quando houver qualquer sinal de alerta. É importante mostrar que, quando o câncer é diagnosticado, temos hoje muito mais ferramentas para enfrentá-lo”, afirma.

Em comparativo da estimativa até 2028, há dois anos, o País encerrou 2024 com 20.849 mortes registradas pela doença, conforme dados compilados pelo Inca. Nesse mesmo período houve 4,4 milhões de mamografias realizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com cerca de quatro milhões de exames voltados para o rastreamento de mulheres sem sinais ou sintomas da doença.

Porém, quando o assunto é sobre preventivos há dois movimentos opostos em paralelo a esse cenário.

Levantamento feito pela Fundação Integrada de Diagnóstico, Pesquisa, Educação e Inovação em Saúde (Fidi) segundo raios-x sobre as mamografias no País: enquanto o número desses exames apresentou uma crescente de quase trinta por cento (28,1%) entre as mulheres de 40 a 49 anos, na faixa etária já mais próxima da melhor idade, entre 50 anos e 69 anos, houve uma queda de mais de 20% no total de mamografias realizadas.

Houve ainda uma queda de aproximadamente 11% no que diz respeito à busca pela realização desse procedimento nesse mesmo período. 

DIAGNÓSTICO PRECOCE

Importante frisar que a mamografia se mantém como pilar indispensável à saúde da mulher, mesmo com avanços na área, pois possibilita a identificação de alterações ainda em fases iniciais, antes mesmo até que os primeiros sintomas apareçam, como frisa a médica radiologista especialista em mama da Fundação, dra. Vivian Milani. 

“É importante que a mamografia não seja vista apenas como um exame a ser realizado diante de uma suspeita ou de algum sinal de alerta. Mesmo quando o resultado é negativo, o acompanhamento deve continuar de forma regular, respeitando a periodicidade indicada para cada mulher. É o que aumenta as chances de identificar precocemente eventuais alterações e, quando necessário, iniciar o tratamento o quanto antes”, diz.

Deste o começo deste ano é assegurado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) o acesso à mamografia para mulheres na faixa etária entre 40 anos e 49 anos, ainda que essas não apresentem sintomas iniciais, desde que seja uma decisão tomada em compartilhamento com o médico, já que para o chamado rastreamento mamográfico populacional a orientação é que o exame seja feito a cada dois anos em mulheres ente 50 anos e 74 anos.

Das novidades para o tratamento aparecem medicamentos cada vez mais inteligentes, já especificamente direcionados para subtipos da doença. A mais frequente, o câncer de mama luminal, apresenta os chamados receptores hormonais positivos. No cenário metastático a inovação fica por conta do remédio que aparece na classe dos “conjugados anticorpo-fármaco, ou ADCs”: o datopotamab deruxtecan.

Essa tecnologia combina anticorpo capaz de reconhecer características específicas das células tumorais com uma substância quimioterápica, para transportar a quimioterapia mais direcionadamente até o tumor.

ALÉM DO DIAGNÓSTICO

O mês salienta cuidados que passam por horas de sono e até pela sexualidade, que as mulheres precisam estar atentas mesmo após um diagnóstico de câncer de mama, como reforça a ginecologista e mastologista Fernanda Bauk.

Ela lembra que a atenção à saúde mamária necessariamente precisa estar conectada às demais necessidades das pacientes que: “continuam tendo menopausa, sexualidade, sintomas geniturinários, alterações metabólicas e questões de qualidade de vida. O câncer não apaga a mulher”.

Há tratamentos que provocam ou intensificam os sinais da menopausa, como mostra revisão sistemática com meta-análise publicada neste ano no The Journal of Sexual Medicine, reunindo 36 estudos que envolveram 9.749 mulheres sobreviventes de câncer de mama.

O estudo estimou prevalência combinada de disfunção sexual em 70% do público-alvo. Ou seja, uma combinação de fadiga e alteração da imagem corporal podem se somar a episódios de dores nas relações, ressecamento vaginal e mudanças de desejo que afetam o cotidiano feminino. 

Por isso, Fernanda faz questão de explicar que a terapia hormonal sistêmica para sintomas de menopausa geralmente não é recomendada após o câncer de mama. Sobre as possibilidades, a médica lista medidas que vão desde hidratantes e lubrificantes vaginais, fisioterapia do assoalho pélvico, educação sexual e apoio psicológico ou sexológico, conforme a necessidade.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 08:45:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul barrou o recurso de presidiário...Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/tribunal-de-justica-de-mato-grosso-do-sul-barrou-o-recurso-de/474560/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/tribunal-de-justica-de-mato-grosso-do-sul-barrou-o-recurso-de/474560/</guid>
				<description><![CDATA[Silvana Duboc - escritora brasileira


"Alague seu coração de esperanças,
mas não deixe que ele
se afogue nelas”.


Felpuda

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul rejeitou o agravo e barrou o recurso de presidiário que queria porque queria ser indenizado pelo Estado por conta das “más condições” das instalações em Corumbá. Ele alegou superlotação e insalubridade do local, apresentando testemunho de pessoa que já tinha cumprido pena por lá. Entretanto, a Justiça não aceitou as alegações, rejeitando sua pretensão, pois não se comprovou nenhum dano causado ao indivíduo em consequência dos problemas. Se essa moda pega...



De 29 de outubro a 1º de novembro, a Feira Central de Campo Grande realizará o MS Moto Week – Rota Bioceânica, encontro que pretende reunir motociclistas de Mato Grosso do Sul e de países vizinhos, visando movimentar a cidade e deixar o evento como atração permanente ligada ao motociclismo e ao turismo de experiência. Ele conta com as parcerias do Sesc-MS e do Senac-MS. A proposta é de aproveitar a localização de Campo Grande no corredor internacional para estimular a permanência dos viajantes por aqui, movimentando hotéis, comércio, postos de combustíveis, gastronomia e artesanato. A programação prevê três palcos, com atrações de rock, sertanejo e diversidade, além da gastronomia característica da feira, com pratos como sobá e espetinhos. Também estão programadas atividades recreativas e infantis, oficinas, jogos e ações culturais e artísticas.

Bruna Vilela

Camila Yunes Guarita

Na cola

O Ministério Público de Mato Grosso do Sul está fechando o cerco aos suspeitos de desviarem milhões de reais da Santa Casa. Os promotores pediram à Justiça quebra de sigilo fiscal e bancário de mais dois dirigentes do hospital. E sai de baixo!...

Pupila

Cassy Monteiro recebeu enxurrada de votos, quase 45 mil, para deputada federal, mas não levou e ficou na primeirasuplência. Entretanto, não está desamparada, pois vai ocupar, de forma definitiva, a vaga de André Salineiro na Câmara Municipal de Campo Grande. A futura vereadora fez campanha com forte engajamento nas redes sociais e teve a participação de Nikolas Ferreira, campeão de votos no Brasil. Nos vídeos, Nikolas pediu votos para sua pupila, que por pouco não foi eleita deputada federal. “Quem tem padrinho não morre pagão”, né?

Pode, sim

Os mais de 33,4 milhões de eleitores que faltaram ao primeiro turno, realizado no dia 4, poderão votar normalmente no segundo turno, marcado para o dia 25. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cada turno é uma eleição independente. Por isso, quem faltou na primeira etapa poderá participar da segunda, desde que o título não esteja cancelado nem suspenso. No primeiro turno, cerca de 125,2 milhões de brasileiros votaram. Isso equivale a quase 79% dos mais de 158,7 milhões de eleitores aptos.

Aniversariantes

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Dra. Maria José Martins Maldonado,
	Rubens Fernando de Camillo,
	Naína Caroline Hernández Dibo Soares,
	Jair de Jesus Fiorentino,
	Leida Gualberto Ferreira,
	Alfredo Aparecido da Silva,
	Thiago Brites da Silva,
	Delmir Antonio Comparin,
	Lucas Rojas Franco de Souza,
	Manoel Barbosa de Souza,
	Leonina Arantes Bueno,
	Wellyngton Dantas de Abreu,
	Sérgio de Almeida Bomfim,
	Leonis Rocha da Costa,
	Dr. Hamilton Fagundes,
	Marcelo de Moura Bluma,
	Eduardo Lopes,
	Paulo Roberto Gonçalves Ishikawa,
	Luiz Alexandre Inacio do Amaral,
	Jalmir Batista Modesto,
	Silvio Roberto Carrato Júnior,
	José Ferreira Durães,
	Neide Regina do Carmo Raslan,
	Marcos Fernando Rabello de Moura Brasil,
	Luiz Paulo Duarte de Assis,
	Dinair Rezende Marques,
	Hiana Duarte Romeiro,
	Jefferson Mazureck,
	Jéssica Lapas,
	Olegário Teodoro de Carvalho,
	Elza Shimabukuro,
	Célia Maria Rodrigues Ferreira,
	Diego Tófoli,
	Nídia Fátima Ferreira,
	Plínio Ferreira Garcia,
	Francisco Portela,
	Maria Jorge Leite da Silva,
	Antônio Eduardo Livramento,
	José Tenório Gomes,
	Maria Rosana de Almeida Teodoro,
	Natalia Gama dos Santos Vieira da Cunha,
	Sildo Francisco Frutuoso,
	Manoel da Silveira Borges,
	Maria de Fátima Oliveira Sales,
	Rui Ballerine Fernandes.
	Ana Márcia da Cunha,
	Sérgio Ostetto Oliveira,
	Darlan Soares Miranda,
	Tatiana Lelis Lima,
	Luiz Pereira Cavalcante,
	Mateus Augusto Guerreiro,
	Daniel Freire,
	José Luiz Barbosa,
	Sergue Faria Barros,
	Cinthia Estela Mendonça Ximenes,
	Arlindo Fernandes de Paiva Neto,
	Noel Martins,
	Claudinéia Gonçalves da Silva,
	Hélio José Casamassa,
	Américo Soares de Souza,
	Clauber Elizio Ferreira,
	Daniel Florenço de Santana Filho,
	Willian Flores da Silva,
	Valdemar José dos Santos,
	Eduardo Gerson de Oliveira Gimenez,
	Dra. Silvia Naomi de Oliveira Uehara,
	Gleice Aparecida Oliveira Proença,
	Ailton César Sanches Moreno,
	Karina Aiko Miyashiro,
	Jeanete Marilia Schiefelbein Kieling,
	Rosana Siqueira Vertucci,
	Maria Amélia Escame de Almeida Guimarães,
	Mario Roberto Perussi,
	Carla Aparecida de Campos Melo,
	Eduardo Ramão Pereira Gimenez,
	Neveton Isac dos Santos,
	Fátima Maria de Oliveira,
	José Cândido Alves,
	Luciley Farias,
	Eduardo Duarte Flores,
	Ariene Rezende do Carmo,
	Marcelo Roberval Dias,
	Admir José Romualdo,
	Creginaldo de Castro Câmara,
	Joaquim Dias da Mota Longo,
	Edgard Alberto Froes Senra,
	Dr. Orivaldo Gazoto Júnior,
	Virna de Oliveira Leite,
	Emerson Vieira Cação,
	Francisco das Chagas de Siqueira Júnior,
	Karina Lopes Antunes Santos,
	João Domingues Jeronymo Sobrinho,
	Sueli Duarte da Costa,
	Maria Aparecida Oliveira,
	Kátia Aparecida Santana Gonçalves,
	Sônia Regina Silveira Dupin Duarte,
	Luiz Eduardo Silva Parreira,
	Flávia Rejane de Rezende Oliveira,
	Cleuza de Andrea,
	Kelly Viega de Lima,
	Miriam Cilene Reis Costa,
	Esmeraldo Alves do Nascimento,
	Paulo Shigueru Kisaki,
	Luis Edmundo Malisek Rodrigues.



* Colaborou Tatyane Gameiro
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 00:01:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Congresso de Nutrologia revela: transtornos podem ter ligação com cultura alimentar]]></title>
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				<description><![CDATA[Mudar a alimentação vai muito além de receber uma lista de alimentos permitidos e proibidos. Hábitos alimentares são construídos ao longo da vida e podem estar associados a emoções, experiências, crenças, relações sociais e até a diferentes formas de funcionamento do cérebro. Por isso, estratégias de aconselhamento e o reconhecimento de transtornos alimentares são cada vez mais importantes no acompanhamento de pacientes.

O tema esteve entre as discussões do 30° Congresso Brasileiro de Nutrologia (CBN), realizado de 24 a 26 de setembro, em São Paulo (SP). Promovido pela Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), o evento reuniu profissionais e pesquisadores para discutir avanços no diagnóstico e no tratamento da obesidade e de outras questões relacionadas à saúde e à alimentação. 

Durante as palestras, especialistas chamaram atenção para situações que podem ser confundidas com falta de disciplina, “frescura” ou simplesmente dificuldade para seguir uma dieta.

Mudança de hábito

Segundo os especialistas, uma das dificuldades no tratamento da obesidade é justamente compreender que o comportamento alimentar não é determinado apenas pelo conhecimento sobre nutrição.

Mesmo quando o paciente sabe o que deveria comer, isso não significa que conseguirá modificar seus hábitos imediatamente.

Nesse processo, estratégias utilizadas em intervenções motivacionais e na terapia cognitivo-comportamental podem ajudar o paciente a reconhecer a distância entre a maneira como se comporta e a forma como gostaria de agir.

A abordagem passa, por exemplo, pela empatia. Em vez de confrontar alguém que não conseguiu seguir determinada orientação, o profissional pode investigar o que aconteceu, quais sentimentos estavam envolvidos e quais obstáculos apareceram na rotina.

A chamada “resistência” também deve ser compreendida como parte do processo. Para quem está acostumado a determinados sabores, horários e formas de comer, uma mudança brusca pode parecer inviável. Por isso, metas menores e possíveis de serem cumpridas tendem a ser mais úteis do que uma série de restrições difíceis de manter.

Outra estratégia é identificar os estímulos associados ao comportamento alimentar. Um paciente pode, por exemplo, comer diante do estresse, do cansaço ou da ansiedade sem necessariamente reconhecer essas situações como gatilhos. Com o tempo, pode passar a confundir fome com vontade de comer.

Recaídas acontecem

A prevenção de recaídas também foi apontada como parte fundamental do tratamento. Um episódio fora do planejamento pode provocar a sensação de fracasso e desencadear um ciclo de compensação, culpa e abandono.

A proposta, nesse caso, é transformar o episódio em informação: entender o que aconteceu, quais fatores contribuíram e o que pode ser feito de maneira diferente na próxima situação.

O apoio social também tem papel importante. Família e amigos podem facilitar ou dificultar mudanças de comportamento, especialmente quando não compreendem o tratamento. Por isso, esclarecer as pessoas próximas sobre a condição e sobre as estratégias utilizadas pode melhorar a comunicação e a adesão.

Pós-bariátricos exigem atenção

A necessidade de olhar além do peso também foi destacada durante a discussão sobre pacientes submetidos à cirurgia bariátrica.

A médica Fernanda Miranda, pediatra e psicoterapeuta especializada em transtornos alimentares, chamou atenção para mudanças que podem aparecer principalmente após o primeiro ano da cirurgia. Segundo ela, o reganho de peso nem sempre representa uma falha do procedimento. Em muitos casos, pode estar relacionado a alterações no comportamento alimentar.

A especialista destacou que pacientes com obesidade grave apresentam elevada frequência de diagnósticos psiquiátricos ao longo da vida e que transtornos alimentares e sintomas relacionados à perda de controle sobre a alimentação precisam ser investigados antes e depois da cirurgia.

Entre os comportamentos que merecem atenção estão a compulsão com perda de controle, o grazing, caracterizado pelo chamado beliscar repetidamente ao longo do dia, além de padrões restritivos e relacionados ao medo de recuperar peso.

Um dos desafios é justamente identificar o grazing. O paciente pode não perceber ou não se lembrar da quantidade de pequenos episódios de alimentação que acontecem durante o dia. Por isso, a especialista recomenda ferramentas como diários alimentares e registros das refeições para ajudar a reconstruir o comportamento.

“Não é simplesmente uma questão de força de vontade”, é a lógica defendida durante a palestra: é necessário compreender qual comportamento está acontecendo para, então, definir a intervenção.

A avaliação deve ainda considerar possíveis alterações anatômicas relacionadas à cirurgia. Uma queixa do paciente não deve ser automaticamente atribuída a um transtorno alimentar. Caso exista dificuldade para comer, por exemplo, é necessário investigar também possíveis causas clínicas e encaminhar o paciente ao cirurgião responsável quando necessário.

Tratamento multidisciplinar

Outro ponto destacado no congresso foi a importância do acompanhamento multidisciplinar. Pacientes com alterações importantes do comportamento alimentar podem precisar de nutricionista, psicólogo, psiquiatra, nutrólogo e, dependendo do caso, outros profissionais.

A terapia cognitivo-comportamental aparece como uma das estratégias utilizadas no tratamento de diferentes transtornos alimentares. A ideia é trabalhar pensamentos, emoções e comportamentos que mantêm o problema.

Para os especialistas, o profissional que acompanha a obesidade não deve tentar conduzir sozinho um quadro de transtorno alimentar. O rastreamento deve ser contínuo, já que diferentes comportamentos podem aparecer ou se modificar ao longo do tratamento.

Medo de comer

Outro tema abordado foi o transtorno alimentar restritivo evitativo (Tare). Diferentemente de transtornos como anorexia nervosa, o problema não está necessariamente relacionado ao medo de engordar ou à insatisfação corporal.

O Tare pode se manifestar por diferentes motivos. Um deles é a sensibilidade a características dos alimentos, como textura, cheiro, sabor ou aparência. Outro é o medo de consequências relacionadas à alimentação, como engasgar ou vomitar. Também existe o perfil marcado pelo desinteresse pela comida ou pela dificuldade de perceber sinais internos de fome e saciedade.

A consequência pode ser uma redução importante da variedade alimentar, deficiência nutricional, dependência de suplementos ou prejuízos na vida social.

Um exemplo discutido durante a apresentação foi o de pessoas que, após um episódio de engasgo, passam a evitar determinado alimento ou até grupos inteiros. O medo pode se generalizar e fazer com que a pessoa restrinja progressivamente a alimentação.

Por isso, chamar alguém de “fresco” ou “enjoado” pode contribuir para o estigma e atrasar a procura por ajuda. A orientação apresentada no congresso é para investigar o motivo da restrição e encaminhar o paciente para uma terapia específica quando necessário.

A seletividade alimentar, por sua vez, não significa necessariamente que exista um transtorno. Uma pessoa pode ter preferência por um número menor de alimentos sem apresentar prejuízo nutricional, funcional ou social. O diagnóstico depende justamente da presença de consequências relevantes.

O saudável que prejudica

Outro comportamento discutido foi a ortorexia nervosa, caracterizada por uma preocupação excessiva e rígida com a qualidade e a “pureza” dos alimentos.

A busca por uma alimentação saudável, por si só, não representa um problema. A questão surge quando a preocupação se transforma em uma fixação que provoca sofrimento, ansiedade, isolamento social ou restrições cada vez maiores.

O paciente pode passar horas planejando, comprando e preparando alimentos, além de eliminar progressivamente grupos considerados “impuros”, como produtos com conservantes, corantes, açúcar, glúten ou outros ingredientes.

Com o tempo, a lista de alimentos proibidos pode se tornar maior do que a de alimentos permitidos, aumentando o risco de deficiências nutricionais.

As redes sociais podem contribuir para esse processo ao reforçar continuamente determinados discursos sobre alimentação “limpa” e estilos de vida considerados superiores. O problema não está em escolher alimentos naturais ou evitar determinados produtos, mas na rigidez e no impacto que essas escolhas passam a ter sobre a vida.

O isolamento também pode aparecer quando a pessoa deixa de frequentar restaurantes, encontros ou eventos porque não consegue controlar a origem e a composição da comida oferecida.

 

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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 10:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["Quem pensa que a disputa eleitoral terminou no dia 4 de outubro por..." Leia na coluna de hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[José Saramago - Escritor português

"Todos sabemos que cada dia que nasce é o primeiro para uns e será o último para outros e que, para a maioria, é só um dia mais”.

FELPUDA

Quem pensa que a disputa eleitoral terminou no dia 4 de outubro por essas bandas, está muito enganado. Com a polarização entre Flávio Bolsonaro e Lula, há quem garanta que o bicho promete pegar a partir de hoje, Dia de Nossa Senhora Aparecida. Dizem até que, pelo que se tem visto, serão muitos e muitos pedidos de intercessão da Santa para os dois candidatos. De um lado, os senadores eleitos Reinaldo Azambuja e Capitão Contar; do outro, Vander Loubet, Camila Jara e Fábio Trad. Pelo jeito, descanso mesmo, só depois do dia 25. E olhe lá!...



Devagar

Quem aguarda a ponte sobre o Rio Paraguai, peça-chave da Rota Bioceânica, não pode ter pressa. O corredor só deverá funcionar de fato em 2028. Ainda faltam das obras de estrutura aduaneira à papelada necessária para liberar a entrada e a saída de cargas entre os países da rota.

Martelo

Os aeroportos regionais de Bonito, Dourados e Três Lagoas devem entrar no contrato de concessão do Aeroporto Internacional de Brasília, cuja repactuação prevê leilão em dezembro. O pacote reúne terminais de Mato Grosso do Sul, Goiás, Mato Grosso, Paraná e Bahia.

Rafaela Brighentti

Maria Gal

Rolando

Nos bastidores de Brasília, rola a conversa que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai indicar a sua ex-ministra do Planejamento, Simone Tebet, para ministra do Supremo Tribunal Federal (STF). O nome dela seria apresentado ao Senado ainda neste ano, para ocupar a vaga do ministro Luís Roberto Barroso.

Em falta

Na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, três deputados que buscavam a reeleição foram barrados: Junior Mochi (MDB), Lia Nogueira (PSDB) e Antonio Vaz (Republicanos). Mochi garante que não faltou empenho. Em 40 dias de campanha, rodou milhares de quilômetros pelo Estado, mas seus esforços não se converteram em votos suficientes. Nem sempre quem corre mais chega primeiro.

Baixas

Na Câmara dos Deputados, dois nomes de Mato Grosso do Sul ficaram sem mandato: Geraldo Resende (União Brasil) e Luiz Ovando (PP). Resende teve 31.714 votos e enxerga no resultado o avanço do voto ideológico no Estado. Para ele, o eleitor escolheu mais pela bandeira política do que por trajetória ou pelo trabalho parlamentar. Como dizem por aí: “Nem sempre o serviço prestado vale tanto quanto a camisa vestida”.

E?...

Como vão acelerar a operação tapa buracos, se nem mesmo deram conta de fazer a licitação do asfalto, hein?

ANIVERSARIANTES

@@NOTICIA_GALERIA@@

 


	Milvia Anna Tonissi Nasser,
	Flávio Regis Wanderley,
	Eva Elise dos Santos Bumlai (Neca),
	Flávio Orsi Abdul Ahad,
	Elenice Maricone Garcia Cardoso,
	Claudia Gomes Gusman,
	Horacio Porto Filho,
	Ed Chaves de Oliveira,
	Maria da Glória Alves da Silva,
	Railson Vieira,
	Scheila Kassar do Amaral,
	Ronaldo José Severino de Lima,
	Ana Concepcion de Andrade,
	José Eduardo de Souza,
	Flávio Shoji Miguita,
	Antonia Zanario da Silva,
	Sérgio Maidana da Silva,
	Roberto Razuk Filho (Neno),
	Sergio Rodrigues Diaz,
	Edina Ferreira de Souza,
	Marcus Paulo Ferreira da Silva,
	Lucilene de Fátima Agustini Pineis,
	Felipe Schinaider, 
	Ana Beatriz Maiolino Volpe (Bia),
	Mário Marcius Bacha,
	Luiz Gustavo Cunha,
	Jarina de Campos,
	Eluid Josafat Lima,
	Frederico Mezenga Vieira,
	Edevaldo Soares Vilhagra,
	Célio Evaristo de Oliveira,
	Rose Mary dos Santos Fiúza,
	Clodoaldo Soares Rodrigues,
	Marcos Gonçalvez Nascimento,
	Marina Rodrigues de Jesus,
	Sueli Tereza Soares,
	Daniel Vieira Lossavero,
	Enzo Amaral,
	José Airton Saraiva,
	Sônia Zanuncio Martins,
	José Divino de Souza,
	Antonio Reginaldo Arakaki,
	João Bosco da Silva,
	Irineu Araujo Pael,
	Alline Tomikawa,
	Leonardo Saad Costa, 
	Sebastião de Oliveira Barbosires,
	Pedro Paulo Sperb Wanderley,
	Dr. Jaime Balejo,
	Dr. Euclides Lopes Martins,
	Luiz Roberto Faria,
	Sônia Prata Chacha,
	Ana Paula Oliveira Capilé,
	Dirce Loureiro Chioveti,
	Marcos Antônio Capilé,
	Daniella Bandeira,
	Fabyo Luiz Assunção,
	Dênis Ricardo Pedrosa,
	Vanildo de Souza Leão,
	Nadir Nogueira de Brito,
	Regina Bittencourt,
	Dra. Ana Paula Ribeiro Costa,
	Taciana Albuquerque,
	José Wilson Ramos Costa Junior,
	Gabriela Neves,
	Conrado Baptista,
	Augusto Carlos Cabral da Silva,
	José Tamarindo Melo,
	Virlaine Bardella Lopes, 
	Juno Paula Correa Paes,
	Antonio Carlos de Novaes Filho,
	Pamela Elena Oliveira de Souza,
	Marco Antonio Girão D`Avila,
	Gislaine de Araújo Alegre,
	Nelma Barbosa Souza,
	Carolina Ribeiro,
	Inio Roberto Coalho,
	Gilson Prazeres dos Santos,
	Luciano Anechini Lara Leite,
	Raimunda de Oliveira Ferreira,
	Rôney Pini Caramit,
	Sandra Priscila Nomura,
	Donizete Aparecido Jacomelli,
	Grisiela Cristine Aguiar Coelho,
	Maria Mercedes Gonçalves de Souza,
	Wagner de Oliveira Soares,
	Adriano Muniz Rebello,
	João Miguel Machado da Silva,
	Margareth da Silva Coutinho,
	Patricia Macedo de Queiroz,
	Aurelio Vinicius Silva Marinho, 
	Dr. Fábio Molinari,
	Mauricio Serra Gigliotti,
	José Carlos de Santana,
	Jackeline Almeida Dorval,
	Marco Antonio Pimentel dos Santos,
	Andressa Hiraoka Pereira,
	Leonardo Rupp Catarino,
	Clodoaldo Marques,
	José Armando Sangiuliano,
	Danieli Aparecida Pedroso Marcondes,
	José Laureano Ribeiro,
	Diego Luiz Rojas Lube,
	Agostinho Adair Gonçalves,
	Eduardo Icasati,
	Glaucirley Martins de Miranda,
	Irene Maria dos Santos Almeida,
	Nilza de Souza Jaffal,
	Simone Aparecida Cabral de Amorim.


 

Colaborou Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 00:03:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[NG Home leva o design brasileiro à mesa durante o Adore Paris ]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/ng-home-leva-o-design-brasileiro-a-mesa-durante-o-adore-paris/474537/</link>
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				<description><![CDATA[Recentemente em Paris, na França, marca brasileira de design participou da 5ª edição da experiência promovida por Carol Bassi e propõe um olhar sobre a mesa como lugar de encontro, celebração e memória.

Durante a 5ª edição do Adore Paris, realizada em meio à Paris Fashion Week, a NG Home levou seu olhar sobre design, casa e o receber para um almoço no La Société, em Saint-Germain-des-Prés.

Conduzido por Elisa Kovalski e NG Home, o encontro partiu de um elemento cotidiano carregado de significado: a mesa.

Lugar onde famílias se encontram, celebrações acontecem, conversas se prolongam e decisões são tomadas, a mesa serviu como ponto de partida para uma experiência que aproximou design, comportamento e os rituais do receber.

DESIGN BRASILEIRO À MESA

Criada pela arquiteta Nauíra Cordeiro, a NG Home é uma marca brasileira de design autoral que explora as relações entre forma, matéria, função e os pequenos rituais da casa. No Adore Paris, esse olhar ganhou um novo cenário. A participação da marca foi construída não apenas a partir dos objetos apresentados, mas

dos diferentes detalhes que compuseram a experiência, da mesa ao gifting, reforçando uma visão em que o design participa da forma como um momento é vivido e lembrado.

NG Home leva o design brasileiro à mesa durante o Adore Paris - Divulgação

UM NOVO CENÁRIO PARA A NG HOME

A participação no Adore Paris insere o design da NG Home em uma programação que transitou por moda, arte, cultura, gastronomia e lifestyle, criando um novo contexto para apresentar o repertório da marca brasileira. Para Nauíra, a experiência também reforça uma ideia presente desde a criação da NG Home: objetos ganham significado pela maneira como passam a participar da vida dentro de casa.

“A mesa é um lugar muito simbólico para mim. É onde a gente recebe, celebra, conversa e cria memórias. Poder levar um pouco do olhar da NG para uma mesa em Paris e, depois, fazer com que cada convidada levasse um detalhe dela para casa tornou essa experiência ainda mais especial.” — Nauíra Cordeiro, arquiteta e fundadora da NG Home.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 11 Oct 2026 18:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Entrevista exclusiva com Fabiana Tchalian, destaque e inspiração no empreendedorismo feminino]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/entrevista-exclusiva-com-fabiana-tchalian-destaque-e-inspiracao-no/474520/</link>
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				<description><![CDATA[Empreender é, antes de tudo, acreditar que é possível fazer diferente. É enxergar oportunidades onde muitos veem desafios, transformar ideias em atitudes e compreender que o sucesso de uma marca também pode ser medido pelo impacto positivo que ela deixa no mundo. Foi movida por essa visão que Fabiana Tchalian construiu sua trajetória no empreendedorismo e conquistou um lugar de destaque no cenário brasileiro, unindo inovação, propósito e sustentabilidade.

Com experiência em grandes empresas internacionais, como Procter & Gamble e Amazon, Fabiana percorreu os caminhos do marketing, dos negócios e do relacionamento com o consumidor antes de dar vida, em 2016, a um projeto que mudaria sua história profissional. Ao lado do primo e sócio Rodrigo Gedankien, fundou a ÁGUA NA CAIXA®, uma iniciativa que nasceu com a proposta de repensar um hábito tão essencial quanto beber água. Em 2021, a marca lançou o que apresenta como a primeira água mineral carbono neutro do Brasil, apostando em uma embalagem reutilizável, 88% renovável e 100% reciclável.

Mais do que criar uma alternativa para o consumo de água mineral fora de casa, Fabiana abraçou o desafio de mostrar que escolhas cotidianas podem abrir caminhos para um futuro mais consciente. Sua jornada revela a força de uma mulher que transformou visão de negócios em um movimento de mudança, provando que inovação e responsabilidade ambiental podem caminhar juntas. Afinal, grandes transformações nem sempre começam com gestos grandiosos: às vezes, nascem de uma ideia, da coragem de acreditar nela e da disposição de fazer diferente todos os dias.

Nesta entrevista exclusiva ao Correio B+, Fabiana Tchalian fala sobre empreendedorismo, os desafios de construir uma marca com propósito, a importância da sustentabilidade nos negócios, família, escolhas, e a trajetória por trás da ÁGUA NA CAIXA®. Uma conversa sobre coragem, visão de futuro e a possibilidade de transformar o mercado — e a relação das pessoas com o planeta — a partir de escolhas que fazem a diferença.

A empresária Fabiana Tchalian é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Divulgação - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana 

CE - Fabiana, antes da empresária e CEO, quem é a mulher por trás dessa trajetória? Quais experiências de vida e pessoas foram fundamentais para formar a profissional e empreendedora que você é hoje?
FT - Antes de empresária e co-CEO, eu sou filha, eu sou irmã, eu sou neta, esposa e mãe. Eu sou tudo isso, antes do meu cargo. E em todas essas funções, eu vejo que existe um prazer muito grande em ser um bom exemplo, inspirar as pessoas. Inspirar as pessoas a serem boas filhas, boas irmãs, boas mães, boas empreendedoras e, principalmente, mostrar que é possível fazer tudo isso junto.

Não quer dizer que tudo isso vai acontecer perfeitamente ao mesmo tempo, mas que se esse for o seu sonho, você não deve desistir: Ah, eu sou mãe, então não vou conseguir empreender; ah, eu sou empreendedora, não vou conseguir casar agora&#39;... Ou seja, é possível. Não é uma conta fácil, mas essa sou eu por trás dessa trajetória. Uma pessoa que adora ser um bom exemplo e que busca constantemente isso. Com muitas falhas ainda, mas sempre buscando ser um bom exemplo. É algo que eu aprendi em casa.

CE - Você construiu uma carreira em grandes empresas, como Procter & Gamble e Amazon. Em que momento percebeu que queria deixar o mundo corporativo para construir o seu próprio negócio? O que despertou esse desejo?
FT - Eu lembro que eu já estava há uns seis anos na P&G, eu namorava meu marido já na época, e eu, que sempre fui uma pessoa muito entusiasmada, cheia de coisas para contar, adorava compartilhar novidades sobre os meus projetos, sobre as questões da empresa, inovações, ativações e propagandas... De repente eu me peguei desanimada.

E eu até falei assim: &#39;Ah, acho que é um período, tal&#39;. Voltei, me concentrei, e aí eu enxerguei: &#39;Não, não é temporário&#39;. Ainda eu tentei mudar de empresa, eu fui para a Amazon e aí, depois de um tempo, realmente não era uma questão da empresa, porque eu mudei de empresa; era uma questão minha.

Ou seja, “dentro de mim”, um desânimo estava querendo me dizer que era tempo de colocar a minha energia em um novo projeto, na minha ideia da ÁGUA NA CAIXA®️, que já existia na época, mas que era hora de me dedicar 100% para a ÁGUA NA CAIXA®️.

O que me fez perceber foi eu deixar de ser como eu sempre fui: animada, entusiasmada, cheia de energia. Quando eu vi que eu já não estava mais conseguindo ser esse entusiasmo todo dentro do mercado corporativo, eu senti que era o momento de me dedicar 100% para a ÁGUA NA CAIXA®️.

CE -  Em 2016, você e Rodrigo Gedankien decidiram empreender e fundaram a ÁGUA NA CAIXA®️. De onde surgiu a ideia e o que fez você acreditar que aquele projeto poderia realmente se transformar em uma empresa?
FT - Em 2016 eu tive essa ideia em uma viagem para os Estados Unidos, na cidade de Salt Lake City, no estado de Utah. Fui tomar um café da manhã com o meu irmão, que hoje também trabalha com a gente na ÁGUA NA CAIXA®️. E lá eu tive, pela primeira vez, a oportunidade de ver uma água na caixa. Peguei uma água na caixa na mão e foi assim, instantânea a ideia, a possibilidade de fazer isso no Brasil.

Porque logo de cara, achei o produto muito bonito. Eu acho que esse aspecto de estética, de belo, de bonito, uma coisa assim de você olhar e falar: &#39;Cara, isso aqui dá vontade... não dá vontade de jogar fora, dá dó de jogar fora&#39;.

Então esse aspecto do design foi o que realmente me chamou mais atenção e que me deu convicção de falar assim: &#39;Cara, não tem uma água tão bonita assim no Brasil&#39;.

E o ser humano gosta muito de coisa nova, de coisa bonita, descolada. Vivemos indo atrás de coisas que nos representem, produtos que nos representem. Através da beleza do produto, você se sente representado. A gente está o tempo todo comprando isso através de tênis, roupa, carro... Hoje em dia as pessoas estão indo em cafeterias tomar cafés, milk-shakes, sorvetes...

O tempo todo procurando no produto, na experiência, no serviço, algo que te represente em inovação, em ser algo bonito, descolado. Então, logo que eu vi a caixinha pela primeira vez em 2016, eu já tive essa certeza de que daria certo.

CE - Empreender como mulher ainda traz desafios particulares? Você já sentiu que precisou provar mais sua capacidade ou ocupar espaços de uma maneira diferente por ser mulher?
FT - Na minha experiência, eu não precisei me provar mais — a minha capacidade — ou ocupar espaços de uma maneira diferente por ser mulher.

Nisso eu tive muita sorte de ter investidores que são pais, avôs... Eu tive muita sorte de ter pessoas por perto que entendem e compreendem esse espaço da mulher empreendedora que também é casada e quer ter filhos. Então eu nunca tive desafios em relação a isso.

Mas eu tive, sim, um desafio enorme porque a gente lançou a ÁGUA NA CAIXA®️ em 2021; a Sofia, minha primeira filha, nasceu em 2020, o José em 2022 e a Bianca em 2024. Foi um desafio enorme que eu nem imaginava: empreender na ÁGUA NA CAIXA®️ e empreender no maior “empreendimento da minha vida”, que é criar a minha família. Acho que o grande desafio foi fazer os dois juntos!

CE - A ÁGUA NA CAIXA®️ nasceu com um propósito muito claro de unir consumo, praticidade e sustentabilidade. Como transformar uma preocupação ambiental em um produto que também conquiste emocionalmente o consumidor?
FT - A ÁGUA NA CAIXA®️ nasceu com um propósito muito claro de unir inovação, experiência e sustentabilidade. E o que conseguimos fazer até hoje é transformar sustentabilidade — que hoje é um tema que muitas vezes existe um preconceito de ser algo chato, boring, o caro que não é descolado — no nosso grande desafio: transformar algo sustentável em algo também muito bonito, muito atraente, muito desejado, descolado... Esse não só foi, como é o grande desafio da ÁGUA NA CAIXA®️. Usar do aspecto de design, de estética, de inovação e de experiência para tornar um produto sustentável e desejado também.

CE - Em 2021, a empresa lançou a primeira e única água mineral carbono neutro do Brasil. Qual foi o momento mais desafiador dessa jornada e aquele em que você pensou: “agora conseguimos”?
FT - Acho que toda empresa nova deve passar por esse desafio que a ÁGUA NA CAIXA®️ passou, que me fez pensar: &#39;será que agora vamos conseguir?&#39;, que eu acho que é o aspecto de caixa. Ou seja, você como uma empresa nova, uma marca nova, precisa investir muito. Por outro lado, eu e o Rodrigo sempre fomos muito pé no chão em relação a isso.

E teve momentos em que a falamos: &#39;Cara, a gente precisa investir mais, mas a gente quer também proteger o nosso caixa, a gente não quer gastar mais do que a gente pode&#39;, mas tinham oportunidades na mesa que exigiam investimento...

São todas essas dúvidas que naturalmente irão aparecer na mesa do empreendedor e que trouxeram esse sentimento de: &#39;será que a gente vai conseguir agora?&#39;. E nós conseguimos, e, estamos conseguindo! Acho que é uma questão de ter esses dois lados bem balanceados: investir e o guardar.

Eu e o Rodrigo na ÁGUA NA CAIXA®️ temos muito essa composição, que é fundamental para um negócio de sucesso. Ou, se é um empreendedor único, dentro dele precisa ter esses dois lados: um corajoso de investir, de empreender, de dar um passo sem você ter todas as páginas do livro preenchidas, mas também precisa do outro lado alguém muito pé no chão, muito responsável, muito prudente, sempre querendo minimizar os riscos da empresa. E é essa composição que eu e o Rodrigo fizemos para trazer a ÁGUA NA CAIXA®️ até o dia de hoje.

A empresária Fabiana Tchalian é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Divulgação - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana 

CE - Qual foi o maior erro ou aprendizado da sua trajetória como empreendedora? Existe alguma decisão difícil que, olhando hoje, acabou sendo essencial para o crescimento da empresa?
FT - Eu acho que o maior erro — mas que é muito difícil você chamar de erro —, é muitas vezes pelo medo de errar... Olha que interessante: pelo medo de errar, você acaba demorando para tomar decisões importantes para a empresa. Com o passar do tempo, essa demora causada pelo medo de errar se torna um erro que a gente gostaria de não ter errado.

Mas é uma equação muito complexa, muito difícil. Eu acho que a tomada de decisão rápida é o maior acerto de uma empresa. Eu gosto de falar sempre no positivo, não gosto de falar do negativo, do erro, do não. E qual foi o maior acerto que tivemos na ÁGUA NA CAIXA®️? Foi sempre que conseguimos tomar decisões importantes, conscientes e rápidas.

CE - Você está à frente de uma empresa, mas também de uma marca que carrega um propósito. Como conciliar liderança, resultados, inovação e, ao mesmo tempo, manter os valores que deram origem ao negócio?
FT - Essa pergunta é muito boa, é sobre como conciliar e como alcançar altos níveis de liderança, altos níveis de resultados positivos, de inovação e, ao mesmo tempo, manter os valores do negócio. Minha resposta é muito simples: se eu quero ir rápido, eu vou sozinha; se eu quero ir longe, eu preciso ir junto.

A única forma de eu conseguir manter o meu negócio com altos níveis de inovação, com uma boa liderança, com uma boa gestão, é só pedindo ajuda. E aqui, pedindo ajuda é: para o fundo que investiu na ÁGUA NA CAIXA®️, para os investidores que investiram na ÁGUA NA CAIXA®️, para os funcionários da ÁGUA NA CAIXA®️, para a minha rede de apoio,  — porque sem ela eu também não consigo dar o meu melhor para a ÁGUA NA CAIXA®️ — para os meus amigos que têm experiências de empreendedorismo e que podem colaborar comigo, para pessoas que trabalharam comigo na P&G ou na Amazon e que podem me ajudar nessa jornada...

Então, a única forma que eu acredito que pode dar certo nessa jornada empreendedora de segurar vários pratinhos lá em cima é só pedindo e contando com a ajuda da sua rede — você pode chamar de networking, amigos, família, funcionários e tudo mais. Só pedindo ajuda.

CE - Que conselho você daria para uma mulher que tem uma ideia, um sonho de empreender, mas ainda sente medo de dar o primeiro passo? O que você gostaria de ter ouvido quando começou?
FT - Essa pergunta é superdifícil de responder, que conselho daria para uma mulher que tem uma ideia, um sonho, porque foram muitos aspectos que juntos me deram condições de conseguir seguir o meu sonho de empreender. Mas eu vou focar naquele que dependeu só de mim.

Primeiro: não desistir. Porque se você tem um sonho de empreender, não desista. E o segundo é: faça tudo, faça tudo da melhor maneira possível, dê o seu melhor! Não faça pela metade, não faça uma conversa com meia energia, não assine um contrato que está &#39;meio bom&#39;... Tente fazer, dê o seu máximo para fazer tudo da melhor maneira possível.

E não se compare! Ou seja: &#39;Ah, porque o fulano de tal está fazendo outra coisa que é melhor que o meu&#39;. Não se compare. Você está fazendo o seu máximo, então segue em frente.

Resumindo: não desista e dê o seu melhor em todos os pequenos aspectos desse trabalho, desse empreendimento, dessa relação. Em conversas importantíssimas com grandes empresas ou em conversas simples com fornecedores, com pessoas com quem você se encontra, com clientes com quem você tem relacionamento: dê o seu melhor! Esse é o conselho que eu daria.

A empresária Fabiana Tchalian - Divulgação

CE - Como é conciliar vida pessoal e profissional? E como elas te inspiram?
FT - Conciliar a vida pessoal e profissional é um grande mestrado em gestão. Essa é a minha conclusão. Uma mãe de três filhos que também está empreendendo e tem um negócio bem-sucedido, ela tem um mestrado e pós-doutorado em gestão, pode ter certeza absoluta. Ela talvez pode não ter a expertise financeira muito específica, mas que ela consegue resolver qualquer problema que aparecer na frente dela, disso você pode ter certeza absoluta.

Minha frase aqui é: conciliar a vida pessoal e profissional tem sido um mestrado e um pós-doutorado em gestão. Gestão de pessoas, gestão de recursos, gestão de inteligência emocional...  Tem sido uma grande formação em gestão e isso me deixa muito feliz, porque eu tenho certeza absoluta que a ÁGUA NA CAIXA®️ é só o meu primeiro negócio, eu vou fazer muitos outros...

CE - Para terminar, olhando para tudo o que já construiu, qual é o seu grande sonho daqui para frente — para a ÁGUA NA CAIXA®️, para o empreendedorismo feminino e para a Fabiana como mulher?
FT - O meu sonho daqui para frente é: primeiro, que meus filhos sintam orgulho de mim da mesma, da maneira como eu sinto orgulho da minha mãe, da minha avó. E eu sei que a minha mãe também sente orgulho da mãe dela. Isso é primordial para mim!

Que eu e meu marido sigamos muito felizes nesse nosso sonho de empreender dentro da nossa família! E que eu, como empreendedora, me torne investidora. Eu não vejo a hora de investir em outros empreendedores e empreendedoras, em outras ideias, e que eu possa colaborar como mentora, como conselheira — coisa que eu já comecei a fazer — para outras ideias que também me apaixonam.

E que, junto com tudo isso, eu também possa dar vazão a outras ideias que eu também já tenho e que estou guardando para o momento certo para poder me dedicar mais a esses novos negócios.

Fabiana ao lado do primo e sócio Rodrigo Gedankien - Divulgação

 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 11 Oct 2026 14:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[A energia do Tarô da semana entre 12 e 18 de outubro. Inteligência sem abrir mão da honestidade]]></title>
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				<description><![CDATA[A arte de enxergar além das aparências

O Sete de Espadas acende o sinal de alerta para a falsidade, a dissimulação e os interesses ocultos. Pode simbolizar alguém que aparenta amizade, mas age pelas costas, ou pessoas que tentam tirar proveito de uma situação em benefício próprio.

Fofocas, intrigas, manipulações, mentiras e possíveis perdas também fazem parte de seu simbolismo. Portanto, observe as atitudes, desconfie de promessas duvidosas e aja com astúcia nos próximos dias. Prudência nunca é demais.

Este é um arcano que nos convida a olhar além das aparências. Nem sempre as palavras correspondem às intenções, e nem todos aqueles que demonstram proximidade estão genuinamente ao nosso lado.

Por trás de uma atitude aparentemente inofensiva, pode haver conveniência, rivalidade ou o desejo de obter alguma vantagem. A carta pede atenção às contradições, aos comportamentos evasivos e àquilo que parece não se encaixar no discurso de alguém.

Mas o Sete de Espadas também traz uma questão delicada: quem está agindo com falsidade? Somos nós que escondemos nossas verdadeiras intenções ou estamos sendo vítimas da dissimulação alheia?

Afinal, esse arcano tanto pode revelar alguém tentando nos enganar quanto denunciar nossas próprias estratégias para escapar de uma situação ou conseguir o que desejamos.

Tradicionalmente associado aos segredos, à astúcia e à dissimulação, o Sete de Espadas nos leva a refletir sobre a tênue fronteira entre a discrição e a desonestidade.

Preservar a intimidade e manter certos planos em sigilo é legítimo; manipular, mentir ou omitir informações importantes para obter vantagens é outra coisa. A carta nos desafia a reconhecer essa diferença, tanto nas atitudes dos outros quanto nas nossas.

Sob sua influência simbólica, convém observar com mais cuidado as relações e as circunstâncias ao nosso redor. Promessas vagas, versões contraditórias, explicações evasivas e atitudes que não correspondem às palavras merecem atenção. Isso não significa desconfiar de todos ou transformar qualquer silêncio em prova de mentira, mas evitar que a ingenuidade ou o desejo de acreditar impeçam uma avaliação lúcida dos fatos.

Ao mesmo tempo, o Sete de Espadas representa inteligência estratégica e a capacidade de encontrar saídas quando uma situação parece desfavorável. Diante de um ambiente marcado por intrigas ou interesses ocultos, nem sempre o confronto direto é a melhor resposta. Observar, reunir informações e escolher cuidadosamente como agir pode ser mais eficaz do que reagir por impulso.

A principal advertência dessa carta é não confundir aparência com verdade, palavras com atitudes ou esperteza com integridade.

O Sete de Espadas nos ensina a preservar o discernimento, reconhecer possíveis armadilhas e compreender que a verdadeira inteligência não está em enganar ou levar vantagem a qualquer custo, mas em perceber o que se esconde por trás das aparências sem perder a consciência dos próprios valores.

A entrada do Sol em Escorpião no sábado, 23, acrescenta uma camada simbólica interessante à leitura do Sete de Espadas. Na astrologia, Escorpião está associado à profundidade emocional, à transformação, aos vínculos de confiança e à investigação daquilo que se encontra sob a superfície.

Se o Sete de Espadas nos ensina a observar antes de agir, Escorpião nos convida a aprofundar o olhar. A combinação sugere um período favorável para rever acordos, investigar motivações e reconhecer aspectos de uma situação que talvez tenhamos evitado encarar.

Nem sempre a primeira impressão revela o quadro completo; às vezes, é preciso olhar com mais atenção para compreender o que realmente está em jogo.

Essa energia também nos leva a refletir sobre o valor da discrição. Em uma época marcada pela exposição constante, preservar determinados planos e sentimentos pode ser uma maneira de proteger aquilo que ainda está em construção. Nem toda decisão precisa ser compartilhada, assim como nem toda transformação necessita de testemunhas.

Escorpião, porém, não representa apenas mistérios. Seu simbolismo também envolve a capacidade de atravessar crises e abandonar padrões que perderam o sentido.

Sob essa perspectiva, o Sete de Espadas pode indicar a necessidade de rever uma estratégia, reconhecer um erro ou deixar para trás uma situação que já não oferece possibilidades reais de crescimento.

Essa aproximação entre Tarô e astrologia é simbólica, não uma previsão inevitável. Seu valor está nas perguntas que desperta: que aspecto de uma situação ainda precisamos compreender? Estamos agindo com prudência ou evitando uma verdade desconfortável? O que precisa mudar para que possamos seguir adiante com mais consciência?

Na representação tradicional do Tarô Rider-Waite-Smith, um homem se afasta de um acampamento carregando cinco espadas, enquanto outras duas permanecem fincadas no chão.

Ele olha para trás, como se verificasse se alguém percebeu sua movimentação. Ao fundo, tendas e figuras humanas compõem uma cena que sugere uma ação realizada à margem da atenção coletiva.

As cinco espadas carregadas podem representar informações, recursos, ideias ou vantagens que alguém procura obter ou preservar. As duas deixadas para trás lembram que toda escolha envolve renúncias e que nem sempre é possível resolver todas as questões de uma só vez.

O olhar lançado para trás revela a tensão entre o desejo de avançar e a preocupação com aquilo que ficou para trás. O personagem demonstra cautela, mas sua atitude também levanta uma dúvida: ele está encontrando uma saída ou tentando escapar das consequências de suas ações?

As espadas simbolizam o elemento Ar, associado à razão, à linguagem, ao pensamento e ao discernimento. Por isso, a carta não se limita à ideia de roubo ou engano. Pode representar planos mantidos em sigilo, negociações delicadas e decisões que exigem discrição. O sentido depende das intenções envolvidas e dos efeitos que essas escolhas produzem.

Há também uma interpretação mais favorável para a cena. O personagem pode estar se afastando de um ambiente hostil, preservando recursos ou deixando para trás uma situação da qual precisa se libertar.

Nem todo afastamento é covardia, assim como nem toda reserva significa desonestidade. Às vezes, estabelecer limites e deixar de participar de conflitos improdutivos é a atitude mais sensata.

A imagem nos convida, portanto, a avaliar o contexto antes de julgar. A mesma astúcia que permite superar uma dificuldade pode ser usada para manipular; a mesma discrição que protege um projeto pode servir para esconder uma verdade. Cabe a nós reconhecer a diferença.

No amor, o Sete de Espadas pede atenção a segredos, omissões e possíveis atitudes desonestas, sem presumir que uma traição esteja acontecendo. Nas relações, comportamentos ambíguos e a dificuldade de enfrentar conversas necessárias podem minar a confiança.

Para quem está só, vale observar se as atitudes correspondem às palavras e se há clareza nas intenções. A carta também alerta para a autossabotagem: por medo, insegurança ou tentativa de evitar a verdade, podemos comprometer justamente aquilo que desejamos preservar.

Reconhecer esses padrões é o primeiro passo para construir vínculos mais honestos e consistentes. O que precisa vir à luz para que suas relações sejam mais verdadeiras?

No campo financeiro, o Sete de Espadas aconselha prudência diante de investimentos arriscados e promessas de lucro fácil. Examine contratos, verifique as condições dos acordos e investigue possíveis custos ocultos antes de tomar decisões.

Em momentos de dificuldade, use o pensamento estratégico para encontrar soluções criativas, sem recorrer a atalhos que possam comprometer sua segurança financeira. Planejamento, análise crítica e boa administração dos recursos ajudam a evitar prejuízos e a construir resultados duradouros.

No campo profissional, o Sete de Espadas recomenda estratégia, discrição e atenção às intenções de quem está ao seu redor. Rever métodos, encontrar soluções criativas e demonstrar suas competências com clareza pode favorecer o reconhecimento.

Por outro lado, a carta alerta para fofocas, intrigas, disputas desleais e apropriação de ideias. Pode haver alguém agindo como adversário nos bastidores, por isso convém observar o ambiente sem alimentar suspeitas precipitadas. Diante de conflitos ou mudanças, avalie os fatos e planeje os próximos passos com cautela. O verdadeiro avanço combina inteligência estratégica, ética e clareza de objetivos.

A sabedoria de saber quando avançar

Em sua face desafiadora, o Sete de Espadas alerta para mentiras, traições, omissões e tentativas de obter vantagens desonestas. Convida também a reconhecer possíveis interesses ocultos e a ouvir a intuição diante de situações que despertam desconfiança.

Por outro lado, ensina que a inteligência estratégica consiste em estabelecer prioridades, encontrar alternativas e preservar a própria energia. Nem todo obstáculo precisa ser enfrentado pelos meios habituais, mas fugir das responsabilidades ou adiar decisões importantes pode agravar os problemas. A sabedoria está em saber quando agir com discrição, quando mudar de rumo e quando encarar a verdade.

A verdadeira astúcia começa pelo autoconhecimento. Ao compreender nossos desejos, medos e motivações, tornamo-nos menos vulneráveis à manipulação e menos propensos a comprometer nossos valores para alcançar o que queremos. É possível preservar a intimidade sem abrir mão da honestidade e buscar soluções sem ignorar suas consequências.

Que o Sete de Espadas nos ensine a reconhecer os sinais sem alimentar suspeitas infundadas, a proteger o que importa sem confundir discrição com dissimulação e a perceber quando é hora de seguir por outra direção.

Afinal, nem sempre podemos remover os obstáculos do caminho, mas podemos ampliar nossa perspectiva, descobrir novas possibilidades e avançar sem perder de vista nossos valores e aquilo que dá sentido às nossas escolhas.

“Aquele que conhece o inimigo e a si mesmo não será derrotado em cem batalhas.” Sun Tzu, A Arte da Guerra

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 11 Oct 2026 12:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Dia das Crianças (12/10): Panquecas Coloridas são opções criativas para surpreender a criançada]]></title>
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				<description><![CDATA[O Dia das Crianças é uma oportunidade de celebrar a alegria, a criatividade e os pequenos momentos que se transformam em grandes lembranças. E que tal aproveitar a data para reunir a família na cozinha e preparar uma receita divertida, colorida e cheia de sabor? Além de estimular a imaginação dos pequenos, cozinhar juntos é uma maneira deliciosa de compartilhar experiências e despertar o interesse das crianças pelos alimentos.

Para deixar a comemoração ainda mais especial, o Divino Fogão ensina a preparar uma panqueca colorida, que promete conquistar a criançada pelo visual e pelo sabor. Uma receita prática e criativa para transformar a hora da refeição em uma verdadeira brincadeira gastronômica. Quer aprender a fazer essa delícia em casa? Confira o passo a passo e entre nessa aventura de cores e sabores!
 

PANQUECAS COLORIDAS

Ingredientes:


	1 xícara de farinha de trigo
	1/2 xícara de leite
	1 ovo
	1/2 cenoura, espinafre e beterraba pequena cozidas.
	1 colher de sopa de óleo
	1/2 colher de chá de fermento químico
	1 pitada de sal


Modo de preparo:

Bata todos os ingredientes no liquidificador até obter uma massa lisa e homogênea. Aqueça uma frigideira antiaderente, coloque pequenas porções da massa e doure dos dois lados. Sirva em seguida.

 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 11 Oct 2026 10:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Roer unhas pode provocar desgaste irreversível dos dentes e alterar a mordida, alertam especialistas]]></title>
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				<description><![CDATA[Muito além de uma simples mania, roer unhas pode provocar danos permanentes à saúde bucal. O hábito, conhecido clinicamente como onicofagia, favorece o desgaste irreversível do esmalte dentário, pode alterar a mordida, sobrecarregar a articulação da mandíbula e aumentar a exposição da boca a bactérias presentes sob as unhas.

Frequentemente associado à ansiedade e a outros comportamentos repetitivos relacionados ao estresse emocional, o problema pode surgir em qualquer idade e, muitas vezes, evoluir de forma silenciosa. Como os danos costumam aparecer gradualmente, é comum que só sejam percebidos quando a estrutura dos dentes já foi comprometida.

Segundo a cirurgiã-dentista Dra. Jose Daniela Delgado, especialista em GBT (Guided Biofilm Therapy) da EMS e especialista em Estomatologia e Odontologia Legal e Forense, a onicofagia não deve ser encarada apenas como um hábito estético.

“A onicofagia é um comportamento repetitivo frequentemente relacionado à ansiedade e que acontece de forma inconsciente. Não representa falta de controle ou fraqueza, mas uma maneira que algumas pessoas encontram para lidar com determinadas emoções. O problema é que, quando se torna frequente, pode causar consequências importantes para a saúde bucal”, explica.

Embora fatores como rotina acelerada, excesso de estímulos e estresse sejam frequentemente associados ao aumento da ansiedade, a especialista ressalta que não existe um único gatilho para esse comportamento.

“Cada pessoa manifesta a ansiedade de uma forma diferente. Assim como algumas comem compulsivamente, outras desenvolvem hábitos repetitivos, como roer as unhas. Por isso, é importante compreender a origem desse comportamento para tratá-lo adequadamente”.

Um dos principais riscos está no desgaste do esmalte dentário, camada responsável por proteger os dentes e que não possui capacidade natural de regeneração.

O atrito constante entre os dentes provocado pelo hábito acelera esse processo e pode comprometer permanentemente sua estrutura.

“Diferentemente da pele, o esmalte do dente não se regenera. Quando ele é perdido, não volta naturalmente. Dependendo da extensão do desgaste, o paciente pode precisar de restaurações, facetas ou coroas para recuperar a função e a estética dos dentes”, alerta.

Além do desgaste, a onicofagia pode favorecer pequenas fraturas dentárias, aumentar a sensibilidade e provocar alterações na mordida. O esforço repetitivo também sobrecarrega a articulação temporomandibular (ATM), responsável pelos movimentos da mandíbula, favorecendo dores, inflamações, estalos e alterações funcionais da mastigação, especialmente em pessoas que também apresentam bruxismo ou apertamento dental.

Outro risco pouco conhecido está relacionado à contaminação por microrganismos.

As unhas entram em contato diariamente com diferentes superfícies e acumulam biofilme bacteriano. Ao levá-las repetidamente à boca, esses microrganismos podem ser introduzidos na cavidade oral, aumentando o risco de infecções e desequilíbrios da microbiota bucal.

“As unhas acumulam bactérias presentes nas superfícies que tocamos ao longo do dia. Ao levá-las repetidamente à boca, aumentamos a exposição a microrganismos que não fazem parte da microbiota bucal, favorecendo infecções e outros problemas de saúde”.

Além dos impactos físicos, a onicofagia é reconhecida pela comunidade médica como um comportamento repetitivo focado no corpo (Body-Focused Repetitive Behavior – BFRB). O transtorno está descrito no Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM-5-TR), da American Psychiatric Association, e integra o grupo dos transtornos obsessivo-compulsivos e relacionados. Revisões científicas também apontam associação entre o hábito e desgaste dentário, alterações na mordida, lesões gengivais, disfunções da ATM e maior exposição da cavidade oral a microrganismos potencialmente patogênicos. 

Para interromper o comportamento, a especialista destaca que simplesmente tentar parar de roer as unhas costuma não ser suficiente.

“Parar de roer as unhas sem tratar a causa costuma ser apenas uma solução temporária. É preciso identificar o gatilho emocional. Dependendo do caso, o tratamento pode envolver acompanhamento psicológico ou psiquiátrico, além de recursos odontológicos para proteger os dentes durante esse processo”.

Ela alerta ainda que muitas pessoas acabam substituindo a onicofagia por outros hábitos igualmente prejudiciais, como morder tampas de caneta, lápis ou outros objetos rígidos, o que pode intensificar o desgaste dentário.

Além do controle do comportamento, o acompanhamento odontológico periódico é fundamental para identificar precocemente sinais de desgaste e de acúmulo de biofilme. Nesse contexto, protocolos preventivos como o Guided Biofilm Therapy (GBT) permitem evidenciar o biofilme antes da remoção, tornando a limpeza profissional mais precisa e ajudando o paciente a compreender melhor sua condição e participar de forma mais ativa dos cuidados com a saúde bucal.

Para a Dra. Daniela, o principal alerta é não subestimar hábitos aparentemente inofensivos. “Quando um hábito começa a desgastar os dentes, alterar a mordida ou provocar dores na mandíbula, ele deixa de ser apenas uma mania e passa a ser uma questão de saúde. Quanto mais cedo o problema for identificado e tratado, maiores são as chances de evitar consequências permanentes”.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 15:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Mudanças na pele e nos pelos estão entre primeiros sinais de envelhecimento nos pets]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/mudancas-na-pele-e-nos-pelos-estao-entre-primeiros-sinais-de/474483/</link>
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				<description><![CDATA[Não existe uma regra que determine a idade em que os pets são considerados idosos, uma vez que o envelhecimento depende de porte, genética e estilo de vida. As mudanças na pelagem costumam ser um dos sinais mais visíveis, porém, não se limitam ao aparecimento de fios brancos: a pele tende a ficar mais seca e fina, enquanto os pelos podem perder brilho, densidade e maciez.

As alterações ocorrem devido à renovação celular, que pode se tornar mais lenta, assim como a diminuição na produção da barreira lipídica e as mudanças no ciclo folicular. Além dos resultados visíveis, a pele pode ficar mais sensível e o crescimento dos pelos, mais lento.

“O pet idoso pode apresentar uma barreira cutânea mais delicada e uma capacidade de recuperação menor. Banhos excessivos, produtos muito detergentes, água muito quente e principalmente secagens muito quentes podem remover excessivamente a proteção lipídica natural e favorecer ressecamento, sensibilidade e desequilíbrio da microbiota cutânea”, explica a médica-veterinária Nathália Starek, CEO da Vidaá Care.

Portanto, é necessário adaptar a rotina de higiene para garantir a saúde e o bem-estar integral. A frequência de banhos depende de cada animal, visto que alguns podem precisar de protocolos terapêuticos mais frequentes, enquanto outros podem tomar banhos de imersão mais espaçados.

Nos intervalos, a rotina de skincare deve seguir de acordo com as características individuais, com limpeza a seco e aplicação de séruns específicos.

“O maior erro é continuar fazendo tudo exatamente como quando o animal era jovem, ou ir ao extremo oposto e deixar de cuidar da pele porque ele envelheceu. O ideal é adaptar o cuidado para uma rotina com menos estresse e mais conforto, com produtos adequados, movimentos delicados e respeito aos limites de cada pet”, orienta Nathália.

A médica-veterinária destaca que nem toda alteração na pele e nos pelos são causadas pelo avanço da idade. Queda excessiva, alopecia, coceira, descamação intensa, odor ou mudanças abruptas na pelagem podem sinalizar também questões metabólicas, nutricionais ou hormonais, e devem ser investigadas.

Saúde integral

Além dos cuidados tópicos, cuidar do animal idoso exige um olhar integral. Sinais sutis como hesitação ao subir em sofás, dificuldade para se levantar e falta de disposição para passeios costumam ser atribuídos à “coisas da idade”, mas podem indicar dor e problemas articulares, por exemplo. 

Já a insegurança em ambientes escuros, esbarrões, dificuldade para encontrar objetos ou hesitação diante de degraus podem significar questões na visão. “Mudanças de sono, apetite, consumo de água, peso, disposição, interação social e comportamento merecem atenção. Nem tudo é simplesmente velhice e muitas mudanças físicas e de comportamento são condições que precisam ser diagnosticadas e tratadas para dar mais qualidade de vida”, afirma Nathália.

Além disso, a alimentação se torna ainda mais importante para os pets idosos. Isso porque o metabolismo e, consequentemente, a necessidade energética mudam. Paralelamente, a manutenção da massa muscular e do peso requerem mais atenção à qualidade das proteínas e ao aporte adequado de gorduras, fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes.

“A alimentação não deve ser pensada apenas como ‘encher o potinho’. Ela faz parte do cuidado diário e influencia na saúde intestinal e metabólica, na imunidade, na pele e na pelagem. O melhor alimento e complemento alimentar não é o que tem mais ingredientes, mas aquele que atende à necessidade daquele animal”, assinala Nathália.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 14:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Dia das Crianças: seis filmes para aproveitar o feriadão em família]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/dia-das-criancas-seis-filmes-para-aproveitar-o-feriadao-em-familia/474482/</link>
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				<description><![CDATA[O Dia das Crianças cai na segunda-feira (12), garantindo um fim de semana prolongado para quem quer aproveitar o tempo com a família. E, como cinema continua sendo um dos programas mais divertidos para reunir gerações, a boa notícia é que não faltam opções, tanto nas salas quanto no streaming.

Das aventuras dos brinquedos mais famosos da Pixar ao retorno dos Vingadores, passando pela brasileiríssima Galinha Pintadinha, há histórias para os pequenos, os adolescentes e até para os adultos que não resistem a uma boa dose de nostalgia.

Se me permitem palpitar, aqui vão seis filmes para entrar no clima do feriadão, lembrando que nem toda aventura familiar é necessariamente indicada para todas as idades.

Toy Story 5 — Disney+

Woody, Buzz Lightyear, Jessie e os brinquedos que conquistaram diferentes gerações estão de volta, desta vez enfrentando um adversário bastante contemporâneo: a tecnologia. A chegada de um tablet à vida de Bonnie ameaça deixar os brinquedos tradicionais de lado, numa disputa que não poderia ser mais atual.

Afinal, como convencer uma criança a brincar quando as telas oferecem tantas distrações? A Pixar recupera seus personagens mais queridos para discutir justamente a importância da imaginação e das brincadeiras. E, de quebra, oferece aos adultos a oportunidade de reencontrar velhos amigos. Já disponível no Disney+.

O Mandaloriano e Grogu — Disney+

É praticamente impossível resistir ao pequeno Grogu, carinhosamente conhecido como Baby Yoda, que conquistou o público de Star Wars muito além dos fãs tradicionais da saga. Depois do sucesso da série The Mandalorian, Pedro Pascal retorna como Din Djarin, agora numa aventura cinematográfica ao lado de seu inseparável protegido.

Com ação, criaturas fantásticas e a relação de afeto entre os dois personagens, o filme oferece uma nova porta de entrada para uma galáxia muito, muito distante. Também está disponível no Disney+.

Vingadores: Ultimato — Cinemas

Os super-heróis da Marvel voltaram às telonas com o relançamento de Vingadores: Ultimato, de 2019, um dos maiores sucessos de bilheteria da história do cinema. É a oportunidade de rever, na tela grande, o confronto definitivo contra Thanos e o encerramento de uma etapa histórica do Universo Cinematográfico Marvel.

Para os adolescentes que cresceram acompanhando os heróis, a experiência ganha outra dimensão no cinema. Vale lembrar, porém, que o filme tem mais de três horas de duração, cenas intensas de ação e classificação indicativa de 14 anos. Não é uma aventura para os pequenos.

De Toy Story à Galinha Pintadinha, estreias e reencontros nas telas oferecem diversão para crianças de diferentes idades - Divulgação

Galinha Pintadinha – O Filme — Cinemas

Uma das personagens brasileiras mais queridas das crianças finalmente chegou às telas de cinema. Depois de conquistar milhões de famílias com suas músicas e vídeos, a Galinha Pintadinha ganhou seu primeiro longa-metragem, lançado em 1º de outubro.

É uma opção especialmente interessante para os menores, que agora podem acompanhar sua personagem favorita numa experiência diferente, com a magia da sala escura e da tela gigante. Como destacamos na coluna da semana passada, a trajetória da Galinha Pintadinha é também uma história impressionante de sucesso da animação brasileira, que começou na internet e se transformou em um fenômeno infantil.

Um Tio Quase Perfeito 3 — Cinemas

Marcus Majella retorna como Tony, o tio divertido e atrapalhado que conquistou o público em 2017. Só que os tempos mudaram. Os sobrinhos cresceram, estão mais independentes e já não precisam tanto dele, uma situação que deixa Tony bastante perdido.

Tudo muda quando uma bebê é deixada à sua porta, obrigando a família a se reunir novamente para enfrentar uma confusão inesperada. A comédia brasileira também marca o reencontro do público com os jovens atores da franquia, entre eles Julia Svacinna, que tinha apenas 11 anos no primeiro filme e agora está com 21. Uma história sobre família, crescimento e os laços que sobrevivem à passagem do tempo. Estreou nesta quinta-feira (8).

As Aventuras de Tadeo e a Lâmpada Mágica — Cinemas

Para quem gosta de aventuras no estilo Indiana Jones, mas em versão animada, Tadeo Jones está de volta. O arqueólogo atrapalhado, acompanhado de Sara e seus inseparáveis amigos, acaba envolvido em uma nova confusão depois de despertar acidentalmente um antigo feitiço.

O resultado é uma viagem cheia de mistérios, perigos e situações absurdas, com o humor característico da franquia espanhola. A animação também chegou aos cinemas nesta quinta-feira (8) e é uma opção para crianças um pouco maiores, com classificação indicativa de 10 anos.

Com tantas opções, o desafio será escolher apenas um. E, para as famílias com crianças de idades diferentes, talvez a solução seja mesmo aproveitar os três dias de feriado para mais de uma sessão. Afinal, o Dia das Crianças também pode ser uma ótima desculpa para os adultos recuperarem um pouco da própria infância.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 13:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Aprenda três receitas fáceis que podem ser feitas com os pequenos no Dia das Crianças]]></title>
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				<description><![CDATA[No Dia das Crianças, celebrado em 12 de outubro no Brasil, os presentes e as brincadeiras costumam ocupar o centro das comemorações.

A data, que também coincide com o feriado nacional de Nossa Senhora Aparecida, foi oficialmente instituída para homenagear as crianças em 1924. O feriado, por sua vez, foi estabelecido por lei em 1980.

Mas, além dos brinquedos e passeios, a celebração também pode ser uma oportunidade para criar experiências compartilhadas dentro de casa. Uma delas é levar as crianças para a cozinha.

Com tarefas adequadas à idade e sempre acompanhadas por um adulto, preparar uma receita pode deixar de ser apenas uma atividade doméstica e se transformar em um momento de convivência, descoberta e aprendizado.

A cozinha permite que a criança tenha contato com diferentes alimentos, texturas, cheiros, cores e formas.

Mexer uma massa, misturar ingredientes, lavar frutas, montar uma preparação ou decorar um prato são pequenas tarefas que ajudam a tornar a alimentação uma experiência mais participativa.

O próprio Ministério da Saúde orienta que a criança seja envolvida, de acordo com a idade, em diferentes etapas relacionadas à alimentação.

O Guia Alimentar para Crianças Brasileiras destaca, por exemplo, que durante o preparo dos alimentos os pequenos podem ajudar em procedimentos como amassar e misturar ingredientes, sempre com vigilância para evitar acidentes.

Participação das crianças na cozinha ajuda no desenvolvimento da autonomia e da coordenação motora - Foto: Pexels

PREPARAÇÃO

A participação pode começar ainda na escolha do que será preparado. Em vez de simplesmente colocar um prato pronto à frente da criança, os adultos podem apresentar algumas opções e perguntar o que ela gostaria de fazer, quais ingredientes prefere ou como gostaria de decorar a preparação.

Essa participação não significa deixar a criança responsável pela alimentação da casa. A ideia é dividir pequenas tarefas e permitir que ela acompanhe as etapas de uma receita, entendendo que preparar comida também envolve organização, higiene, paciência e colaboração.

Lavar as mãos, separar os ingredientes, contar quantidades, misturar, amassar e organizar os utensílios são algumas das atividades que podem ser adaptadas conforme a idade. Para crianças maiores, também é possível acrescentar outras tarefas, desde que não envolvam riscos incompatíveis com sua faixa etária.

O momento ainda pode ser uma maneira de ampliar o contato com alimentos que nem sempre fazem parte das preferências da criança. O Ministério da Saúde recomenda estimular o consumo de frutas, verduras e legumes e destaca a importância de compartilhar o planejamento e a organização das refeições entre os familiares.

Nesse processo, porém, não é necessário transformar a cozinha em uma aula ou obrigar a criança a experimentar tudo.

O mais importante é que a atividade seja agradável e que o alimento não seja utilizado como recompensa ou punição. Preparar uma receita pode ser simplesmente uma oportunidade para estar junto.

ADEQUAÇÃO DAS TAREFAS

Não existe uma única forma de incluir crianças na cozinha. As atividades precisam considerar idade, desenvolvimento e familiaridade com os utensílios.

Os menores podem participar de tarefas simples, como lavar frutas, colocar ingredientes já separados em uma tigela, misturar preparações frias ou ajudar a decorar biscoitos e frutas. Conforme crescem, podem assumir tarefas mais complexas, sempre com acompanhamento.

Atividades que envolvem fogo, forno, líquidos quentes, objetos cortantes ou equipamentos elétricos devem ficar sob responsabilidade dos adultos.

A Sociedade Brasileira de Pediatria alerta que a cozinha é um dos ambientes de maior risco para acidentes domésticos na infância, especialmente queimaduras e lesões provocadas por objetos cortantes.

Por isso, receitas que podem ser montadas ou misturadas pelas crianças são uma boa alternativa para transformar o momento em brincadeira sem deixar de lado a segurança. Facas, panelas quentes, fogão e forno devem ser utilizados pelos adultos.

Outro cuidado importante é não deixar a criança sozinha na cozinha. A supervisão deve acompanhar todo o processo, inclusive quando a receita parece simples. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, crianças pequenas não devem permanecer na cozinha sem a presença de um adulto responsável.

O IMPORTANTE É PARTICIPAR

Quem cozinha com crianças também precisa estar preparado para alguma bagunça. Farinha espalhada, ingredientes fora do lugar e uma decoração diferente daquela imaginada pelo adulto fazem parte da experiência.

A proposta não é produzir um prato perfeito, mas permitir que a criança participe. Nesse sentido, uma receita simples pode ser mais interessante do que uma preparação elaborada que não permite nenhuma intervenção dos pequenos.

Para o Dia das Crianças, o cardápio pode ser pensado justamente a partir dessa ideia. As receitas abaixo são preparações que permitem dividir algumas etapas com os pequenos, enquanto o adulto fica responsável pelas partes que envolvem forno, fogão ou utensílios que oferecem risco.

Minipizzas de pão

Minipizzas de pão - Foto: Reprodução

Ingredientes:


	4 fatias de pão de forma;
	4 colheres (sopa) de molho de tomate;
	1 xícara (chá) de muçarela ralada;
	Tomate-cereja ou tomate picado a gosto;
	Orégano a gosto;
	Milho, ervilha ou outros ingredientes de preferência.


Modo de Preparo:

> Coloque as fatias de pão sobre uma assadeira. Essa etapa pode ser feita pela criança, com os ingredientes já separados pelo adulto.

> Espalhe uma pequena quantidade de molho de tomate sobre cada fatia e cubra com a muçarela. Em seguida, deixe que a criança escolha os ingredientes para completar a pizza e monte a própria combinação.

> Finalize com orégano e leve ao forno preaquecido a 180 °C por cerca de 10 minutos, ou até o queijo derreter e o pão ficar levemente crocante. O forno deve ser usado pelo adulto.

Biscoitinhos de banana e aveia - Foto: Reprodução

Biscoitinhos de banana e aveia

Ingredientes:


	2 bananas maduras;
	1 xícara (chá) de aveia em flocos finos;
	1 colher (sopa) de canela em pó;
	2 colheres (sopa) de uvas-passas ou gotas de chocolate (opcional).


Modo de Preparo:

> Amasse as bananas com um garfo até formar um creme. Acrescente a aveia e a canela e misture bem.

> Essa é uma das etapas que pode ser feita pelas crianças, sempre com supervisão. Se quiser, acrescente uvas-passas ou gotas de chocolate.

> Com as mãos limpas, faça pequenas porções da massa e coloque em uma assadeira forrada com papel-manteiga. Achate levemente cada porção.

> Leve ao forno preaquecido a 180 °C por aproximadamente 15 a 20 minutos, ou até os biscoitos ficarem firmes e levemente dourados nas bordas. Espere esfriar antes de servir.

Copinhos de frutas com iogurte

Ingredientes:


	1 banana;
	1 maçã;
	1 manga ou outra fruta de preferência;
	2 xícaras de iogurte natural;
	2 colheres (sopa) de aveia em flocos;
	Canela a gosto.


Modo de Preparo:

> Lave bem as frutas. O adulto deve ficar responsável por descascar e cortar as frutas em pedaços adequados à idade da criança.

> Distribua uma camada de iogurte em copinhos ou potes pequenos. Em seguida, deixe a criança montar as camadas com as frutas e a aveia.

> Finalize com canela e leve à geladeira até o momento de servir.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 09:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["A ASL contribui para o pensamento crítico local e para o intercâmbio educativo"]]></title>
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				<description><![CDATA[A trajetória recente da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras (ASL) é marcada por um dinamismo que aproximou a tradição acadêmica da sociedade e ampliou sua atuação cultural.

No centro desse processo está o escritor, publicitário e jornalista Henrique Alberto de Medeiros Filho, que encerra, no dia 30 deste mês, nove anos à frente da presidência da instituição, com uma gestão marcada pela modernização e projeção institucional.

Entre os marcos desse período, destaca-se a criação de pontes com grandes centros de pensamento do País, especialmente por meio do projeto ABL na ASL: Palestras Imortais, que viabilizou a presença de 17 dos 40 membros da Academia Brasileira de Letras (ABL) em Mato Grosso do Sul.

Sua gestão também realizou, em Campo Grande, o Congresso Brasileiro das Academias Estaduais de Letras, que reuniu representantes de 23 Academias Oficiais Federativas em Mato Grosso do Sul e consolidou o Fórum Brasileiro das Academias Estaduais de Letras, entidade nacional que Henrique também preside.

Para além das conferências, a gestão ampliou a multidisciplinaridade das tradicionais sessões dos Chás e Rodas Acadêmicas, com parcerias como Música Erudita e suas Fronteiras, com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), e Arte na Academia, em aliança com a Confraria SociArtista, levando diferentes manifestações artísticas para dentro da ASL, promovendo a aproximação entre literatura, música e artes visuais.

No plano editorial e pedagógico, a consolidação dos Concursos Literários estaduais, a curadoria do Suplemento Cultural e o incentivo à formação leitora nas redes de ensino reforçaram a atuação cultural e educacional da ASL.

Nesta entrevista, Henrique de Medeiros faz um balanço dos resultados alcançados e reflete sobre os desafios da governança cultural contemporânea, o patrimônio imaterial do Estado e o legado de nove anos à frente da ASL, que honrou o seu passado e a projetou para o futuro.

Como avalia a evolução da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras desde a sua fundação até os dias atuais?

A Academia tem importância fundamental na história, sobretudo literária, da cultura sul-mato-grossense, por meio dos grandes nomes que a integraram e que representam exemplos de presença e reconhecimento no Estado, no Brasil e até internacionalmente.

Entre tantos saudosos imortais, temos Maria da Glória Sá Rosa, Abílio Leite de Barros, J. Barbosa Rodrigues, Paulo Coelho Machado, Hildebrando Campestrini, Nelly Martins, Elpídio Reis, Manoel de Barros, Wilson Barbosa Martins, Oliva Enciso, Hélio Serejo, Guimarães Rocha e Flora Egídio Thomé, apenas alguns exemplos da grandiosidade dos nomes que fizeram parte da história da ASL e de Mato Grosso do Sul.

A evolução da Academia se faz justamente pela participação de seus imortais, saudosos e atuais, na construção da identidade cultural do Estado e pelo papel que desempenharam, individual e coletivamente, ao longo dos 54 anos da ASL.

Antes de tudo, são eles que representam a nossa evolução e permanecem como referência para tantos projetos e para o futuro da Academia.

A sua gestão é reconhecida por trazer um olhar contemporâneo para a instituição. Ao assumir a presidência da ASL em 2017, quais foram as prioridades e objetivos que nortearam o seu plano de gestão?


O objetivo principal foi abrir as portas da Academia ao público e aproximá-lo cada vez mais daquilo que a ASL busca: o desenvolvimento do pensamento e a força da palavra como instrumentos de integração, crescimento e autocrítica.


A educação e a consciência, como partes da formação do ser, precisam muito do humanismo. É isso que encontramos na leitura, em suas múltiplas vertentes, entre fantasias, realidades e raciocínios, que permite a discussão de temas capazes de engrandecer as pessoas e influenciar a evolução da sociedade.

Esse sempre foi o objetivo: valorizar a palavra e o pensamento como instrumentos de avanço social, por meio de eventos e da difusão de ideias, com a Academia aberta à população e atividades sempre gratuitas.

Em nove anos, a ASL integrou literatura, artes visuais e música em sua programação. Qual a importância dessa interdisciplinaridade para o ecossistema cultural do Estado?

As iniciativas da ASL, tanto em suas atividades fixas tradicionais quanto nas que foram criadas pelas diretorias das três gestões que presidi, contaram com o envolvimento ativo dos acadêmicos que delas fizeram parte.

Não tenho como deixar de citar, entre os integrantes dessas Diretorias, Américo Calheiros, Elizabeth Fonseca, José Pedro Frazão, Marisa Serrano, Raquel Naveira, Oswaldo Barbosa, Rubenio Marcelo, Samuel Medeiros e Valmir Batista Corrêa.

Muitos outros acadêmicos participaram e buscaram demonstrar a convergência literocultural que representa a Academia, mas não tenho como citar todos.

Eu não teria como realizar esse trabalho sem essa contribuição, e minha proposta sempre foi trazer outras artes para nossas atividades, ampliando o diálogo da literatura com as diversas manifestações culturais.

Daí surgiram projetos com a participação da UFMS, o incentivo à música erudita e suas fronteiras e a inserção das artes visuais na ASL, por meio de projetos conjuntos com a Confraria SociArtista e de trabalhos independentes. A ASL é aberta à cultura como um todo e ao infinito significado das Belas Artes.

A ASL expandiu sua atuação para além da sede, participando de festivais, bienais e municípios, além de dialogar com outras instituições. Essa expansão fez parte de uma estratégia deliberada?

A ASL não pode ficar restrita à Capital. Precisa fazer parte do todo que é Mato Grosso do Sul, e isso também se busca por meio dos nomes representativos de seus acadêmicos, que estão presentes em diversas regiões do Estado.

E precisa sair do casulo: teve presença em eventos tanto no interior de Mato Grosso do Sul quanto em outros Estados, como Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Paraíba, Pará e Alagoas.

Essa presença também se projetou institucionalmente com a realização, em Campo Grande, do Congresso Brasileiro das Academias Estaduais de Letras, que reuniu representantes das academias oficiais de 23 unidades federativas, além da presença da Academia Brasileira de Letras.

O Congresso consolidou o Fórum Brasileiro das Academias Estaduais de Letras, que atualmente presido nacionalmente, representando a ASL, em posse realizada na Academia Brasileira de Letras.

A aproximação com a Academia Brasileira de Letras ganhou uma dimensão particularmente significativa, com o projeto ABL na ASL e a presença de diversos imortais em Campo Grande. O que a ASL pode oferecer ao cenário literário sul-mato-grossense?

O projeto surgiu de iniciativas da ASL e da proximidade entre as academias oficiais e a Academia Brasileira de Letras, o que facilitou um intercâmbio maior entre a ASL e a ABL.

Nessa área, tivemos a fundamental parceria com o governo do estado de Mato Grosso do Sul, por meio da Setesc [Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura] e da FCMS [Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul], que já haviam apoiado a realização do Congresso Brasileiro das Academias em Campo Grande e acreditaram na importância cultural do projeto ABL na ASL, com a presença dos imortais em palestras aqui realizadas.

Tivemos nesse período 17 dos 40 acadêmicos da Academia Brasileira de Letras convivendo com representantes da educação e da cultura e com o público em geral, em eventos totalmente gratuitos promovidos pela nossa Academia, com palestras importantes e a abordagem de temas extremamente pertinentes ao pensamento acadêmico.

Isso representa uma contribuição significativa para o pensamento crítico local e para o intercâmbio educativo.

A ASL justamente faz isso: oferecer qualidade de pensamento.

Os concursos Ulysses Serra, de Contos, e Oliva Enciso, de Poesia, ganharam continuidade e visibilidade durante sua gestão, revelando novos autores. Como a ASL enxerga seu papel no incentivo à formação de novos escritores?

É de total importância para o incentivo à produção literária no Estado.

Também tivemos a parceria da Setesc e da FCMS, que confiaram nas ações difusoras de estímulo da ASL aos escritores radicados em Mato Grosso do Sul, por meio de seus tradicionais concursos, que abrem espaço a toda a classe envolvida na criação de textos.

Os Concursos de Contos e de Poesia revelam sempre novos escritores, aproximam a classe cultural e fomentam o pensamento artístico-literário. É uma forma da ASL estimular a produção e oferecer espaço para que novos autores possam mostrar seu trabalho.

O uso de ferramentas digitais – como a disponibilização on-line de suplementos, revistas e palestras – ampliou o acesso ao acervo da Academia. Por que essa preservação e difusão digital é estratégica para a ASL?

É a memória e a qualidade do nosso pensamento, disponibilizadas de forma totalmente gratuita à população, como patrimônio histórico da Academia e do Estado.

O Suplemento Cultural da ASL, que o jornal Correio do Estado publica semanalmente há cerca de 50 anos, de forma ininterrupta, numa ação que considero inédita no País, representa o acesso a uma verdadeira enciclopédia da literatura produzida em Mato Grosso do Sul, além de reunir relatos importantes sobre nossos costumes, nossa história e nossa identidade cultural.

Achamos importante demais disponibilizar esse acervo ao público, junto com nossas revistas, para consulta. Temos cerca de 15 anos de Suplementos disponíveis, nossas revistas e inúmeros vídeos de palestras em nossos canais no site, no YouTube e nas redes sociais.

Isso é importante como facilitador da formação de público e da atenção à literatura, ao pensamento e à preservação do arquivo.

O senhor chegou à presidência levando uma trajetória que reunia literatura, jornalismo, publicidade e participação histórica ativa na vida cultural de MS. De que maneira essas experiências profissionais e intelectuais influenciaram a sua forma de administrar uma instituição como a ASL?

Acredito que meus lados publicitário e jornalístico, que acompanharam o escritor e sua ligação com a cultura ao longo da vida, tiveram importância na visão dos projetos desenvolvidos e na filosofia que buscamos implantar.

O marketing é fundamental para a formação de imagem e para o estímulo de atitudes, e o que se buscou foi justamente isso: formar uma imagem da importância da literatura, da educação e da cultura; da relevância do desenvolvimento humano por meio da autocrítica e do pensamento; da contribuição para a autoestima da população; da preservação e valorização da memória; e da Academia como vitrine de exemplos de personalidades que aqui se imortalizaram e contribuíram para a sociedade.

Ao deixar a presidência no dia 30 deste mês, após nove anos, o senhor encerra um longo ciclo. Como essa convivência diária com a Academia transformou sua visão da literatura, da cultura e do papel da instituição?

Levo uma enorme alegria pela oportunidade que tive de representar os saudosos e atuais grandes nomes que ocuparam e ocupam a imortalidade na ASL, sua memória e seu presente.

Foi uma oportunidade de ajudar a manter e construir a história de alguns dos mais importantes nomes e símbolos do imaginário sul-mato-grossense e de compreender, ainda mais profundamente, o seu significado.

O mais importante, entretanto, foi poder contribuir para o que não só eu, mas todos os que estão na ASL desejam: a construção de um Estado digno de sua Cultura.

Henrique Alberto de Medeiros Filho - Escritor, publicitário e jornalista
Foto: Divulgação

{Perfil}

Henrique de Medeiros

Escritor, publicitário e jornalista, é executivo de Comunicação, Marketing e Gestão Institucional com mais de 40 anos de sólida trajetória empresarial, liderando corporações, órgãos públicos e entidades de classe de relevância nacional. Atua nos setores público, político, privado e cultural.
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 08:25:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Na campanha eleitoral deste ano, chamou atenção o empenho de certos... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/na-campanha-eleitoral-deste-ano-chamou-atencaoo-empenho-de/474417/</link>
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				<description><![CDATA[Isaac Ramos - Poeta de MS

"Pressinto poesia, mas um imberbe poema desavisado e desarrumado chega sem trazer-me qualquer novidade”.

FELPUDA

Na campanha eleitoral deste ano, chamou atenção o empenho de certos servidores comissionados. Parecia que, inesperadamente, eles foram tomados por um “amor repentino” pelos candidatos, mas visivelmente atuando sob livre e espontânea pressão. Teve dancinhas, enxurradas de selfies e presença assídua em reuniões políticas dos mais variados candidatos. Tudo para garantir mais quatro anos de crachá no Governo. Deu até dó!

Foto: Divulgação/Sesc

Neste sábado (10), a partir das 16h., no Sesc Teatro Prosa, acontece o espetáculo “Xico e Mixirica em Truques e Trapalhadas”, com apresentação circense voltada ao público infantil. Em cena, Xico e Mixirica tentam surpreender a plateia com números de mágica, mas as coisas nem sempre acontecem do jeito esperado. É justamente a partir dos erros e das tentativas atrapalhadas que a dupla constrói as brincadeiras e convida o público a participar do espetáculo.A montagem utiliza elementos do circo e da mágica para explorar a imaginação e mostrar às crianças que uma tentativa que dá errado também pode se transformar em diversão. Os ingressos são gratuitos e estão disponíveis na plataforma Sympla.

Scarlett Boschi Santos - Foto: Arquivo Pessoal

 

Marcos Pitombo - Foto: Lu Prezia

Força

Com 903.554 votos, o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) bateu o recorde da Tereza Cristina (PP) na disputa para o Senado. Nas eleições de 2022, ela obteve  829.149 votos. O Capitão Contar (PL) também ultrapassou o número de votos da senadora com os seus 856.045 votos. É a força do PL bolsonarista em MS. 

Efeito

A expressiva votação de Camila Jara, reeleita deputada federal, tem explicação. Os eleitores do deputado federal Vander Loubet migraram em massa para Camila, que obteve 154.157 votos. Só que a decisão de Vander em trocar a candidatura à reeleição para tentar o Senado, tirou o poder de força do PT de eleger pelo menos dois deputados federais, como vinha ocorrendo nas últimas eleições. Nas urnas, ela superou os bolsonaristas do PL, mas eles elegeram três dos oito deputados federais.

Aí...

Quando a gente pensa que já viu tudo e mais um pouco neste mundo, aparece figurinha pedindo “força” para influenciadores junto aos seus seguidores. Nada demais se os ditos-cujos divulgassem assuntos sérios e não dancinhas, “abobrinhas” e outras “inhas” mais. Surreal! Dá licença, vai!...

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@

SÁBADO (10)


	Dra. Silvia Kamiya Yonamine Reinheimer, 
	Dr. Ary Velásquez,
	Dr. Waldemir Moka Miranda de Britto, 
	Silvelena Sandim da Silva,
	Juliana Cristina Ribeiro da Silva,
	Dimitrios Kristos Karavaslis,
	Moacir da Silva,
	Eliezer da Silva Neves,
	Jair Kiyoshi Tamashiro,
	Tadashi Tada,
	João Gabelone,
	Odanir Yule Queiroz,
	Vergílio Rodrigues Terra,
	Alfredo Fernandes,
	Kempes Newton Dias da Silva,
	Leo Renato Miranda,
	Antoninho Borges de Lima,
	Angelo Luiz Fabre,
	Felipe Ribeiro Casanova,
	Joel Gonçalves da Rosa,
	Josué Pereira de Souza,
	Édio de Souza Viegas,
	Dário de Oliveira Lima Filho,
	Nair Fortes Teixeira,
	Ney Kuasne, 
	Dr. Allan Kardec Cordeiro,
	Ruy Sérgio Pazin, 
	Dr. Vladimir Abreu da Silva,
	Zózima Augusta Teixeira Lopes,
	Carlos Eduardo Souza Soares,
	Willian Ney Portela de Souza Júnior,
	Adercio Barbuio,
	Luis Evandro Loeff,
	Enio Davi Oliveira Silva,
	Dalva Ribeiro Rodrigues,
	Francisco Irala Guerra,
	josé Mauricio Andrade Menezes,
	Maria Aparecida Lima Barão Sabino,
	Sergio Afonso Vendrame,
	José Carlos Climato da Silva (Fuminho),
	Josiane Arce Vieira Cesco, 
	Geanine Veiber Silva, 
	Carlos Eduardo Tonissi Nasser,
	Rosalina Rodrigues Morilhas,
	Carla de Carvalho Pagnoncelli Bachega,
	Patricia Tieppo Rossi,
	Salvador Tadeu Rizzo,
	Marco Antonio Guimaraes Marcondes,
	Fernando Madeira, 
	Dra. Elizabeth Jamile Dibo Nacer Hindo, 
	Rayter Abib Salomão,
	Dr. Luciano Anechini Lara Leite,
	Márcia Maluf Haddad,
	Evandro Pagnoncelli Peixoto,
	Karolina Furquim de Oliveira Milani,
	Dr. Neraldo Marques, 
	Elaine Margarida Fagundes Prado,
	Dr. Rodrigo Silva Lacerda César,
	Larissa Diniz Paraguassu,
	José Auto Junior,
	Linei Jacques Teixeira,
	Daniela Leite Langassner,
	João Pereira da Silva,
	Marcos Antonio Tinoco,
	Verusca Regina Calegari, 
	Bruna Capelari,
	Leni Helena Longo,
	Marta Lúcia Miglioli,
	Éder Adania,
	Marcelo Juarez Manfrinato,
	Anselmo Darolt Salazar,
	Maria Aparecida Bispo,
	Aires Fernando Monteiro Milleo.


DOMINGO (11)


	Taís Marina Tellaroli Fenelon,
	Ana Maria Arinos da Silva El Daher, 
	Leila Del Valle Palhano, 
	Dr. Edmar Cassaro, 
	Antônio Simão Abrão Filho, 
	Oseli Sanches Possari, 
	Gilsemar Fagundes Euzébio,
	Nádua Ale Sayd,
	Elisangela Bueno dos Santos,
	José Roberto Vieira de Moura,
	Cleonice Ferreira Dario, 
	Ana Paula Melo Machado,
	Cristiane Kanda Abe,
	Hélio Gomes Diniz,
	Ivan de Souza Lima,
	Luiz Henrique de Souza,
	Juliana Naomi Igarashi, 
	Bernardo José Bettini Yarzon, 
	Luiz Iha, 
	Vanubia Farias Gonçalves,
	Dayci Pereira,
	Gilberto Franco,
	Nelson Lam Kowai Fook,
	Alfredo Machado Júnior,
	Jean Carlos Pereira da Silva,
	John Carlos Pereira da Silva,
	Carmem Lúcia Santiago,
	Djair Pinheiro,
	Ieda Normand Tosta Pecantet, 
	Terezinha Alves Takagi, 
	Paola Scaff, 
	Estalinda Ribeiro Sobreiro,
	Aparecida Lemes Braz,
	Ana Paula Farias,
	João Manoel Vargas,
	Lincoln Tôrres,
	Maria Aparecida Forin,
	Renato Flôres,
	Noritoshi Sato,
	Neli Todesquini Câmara,
	Eloísa Chagas Correa,
	Maria de Lourdes Medina Coutinho,
	Fátima Gonçalves Batista Carvalho,
	Luiz Gonzaga Crosara Júnior,
	José João Di Martini,
	Marlene Gomes Gabilan,
	José Roberto Carvalho,
	Nilson da Rocha Silva,
	Inês Frattini da Rocha,
	Sérgio de Oliveira Vasconcelos,
	Nadyr Côgo Santiago,
	Hernane Alves de Oliveira,
	Ronie Garcia Ferreira,
	Regina Dornte Broch,
	Ricardo Joerke,
	Helena Célia Guimarães,
	André Mariani,
	Rodrigo de Andrade Oliveira,
	Cibele Irene Bodelão,
	Priscilla Zacharias Rodrigues,
	Cézar Augusto Martins Cáceres,
	Fabiany Aparecida Ferraz de Oliveira,
	Marcelo Corrêa da Costa Mota,
	Rosângela Junqueira Rossetto,
	Leandro Nunes Barros,
	Rafael Augusto Tamazato da Silva,
	Francisco Carlos Pierette,  
	Israel dos Santos,
	Walter Ney Varanis,
	Ivone Ottoni,
	Eduardo Mineo Yamasaki,
	José Nelson Marin Ferraz,
	Antonio Nicacio Maidana,
	Luiz Felipe Nery Enne,
	Matheus Podalírio Tedesco Dandolini,
	Vanessa da Silva Torraca,      
	José Antonio Abbade.


Colaborou com Tatyane Gameiro
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Fim de semana tem "Rock in Gil", Beatles Maníacos e show de mágica para a família]]></title>
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				<description><![CDATA[Neste fim de semana, em Campo Grande, a diversão é garantida para todas as idades, com a programação cultural trazendo opções que vão desde shows que rememoram ícones musicais atemporais para os papais e mamães, com “Rock in Gil” e Beatles Maníacos, até uma agenda com show de mágica e palhaçadas.

Entre hoje e domingo, há atrações para o entretenimento de toda a família, com feira e oficinas para os pequenos, já entrando no ritmo do dia das crianças.

“ROCK IN GIL”

Cantora baiana Larissa Luz traz o lado rock de Gilberto Gil em novas versões para grandes clássicos - Foto: Divulgação

Hoje, no Sesc Teatro Prosa, acontece a segunda apresentação da cantora baiana Larissa Luz com o show “Rock In Gil”, um espetáculo gratuito, às 19h, que navega por diversas etapas da carreira musical do ícone da música popular brasileira cocriador do movimento da Tropicália.

Amantes da música ligam de cara Larissa Luz à banda Ara Ketu, da qual foi vocalista. Em carreira solo, acumula uma série de colaborações com ícones da música nacional, transitando desde Adriana Calcanhotto até nomes da nova geração como Pitty e Emicida.

No show, focado principalmente na parte rock da discografia de Gilberto Gil, o público confere novas versões de sucessos como

“Back in Bahia” e “Punk da Periferia” e clássicos como “Palco” e “Barracos” com arranjos reinventados na interpretação da artista. Para esse espetáculo, que tem classificação indicativa de 14 anos, os ingressos podem ser retirados gratuitamente por meio da plataforma Sympla.

DE LIVERPOOL PARA CAMPO GRANDE

Também hoje, no Sesc Camillo Boni, Campo Grande recebe uma apresentação que revive memórias, referências visuais e, claro, a música do popular quarteto de Liverpool com o show da banda Beatles Maníacos.

Projeto fundado há mais de duas décadas, idealizado pelo multi-instrumentista e compositor Jaime Miguel, o Miguelito, em 2002, a Beatles Maníacos busca resgatar os sucessos da carreira do quarteto, incorporando toda a autenticidade visual da icônica banda britânica durante as apresentações.

Com Miguelito na bateria e na voz, a Beatles Maníacos é composta por Eloy Paulucci (guitarra e voz), Daniel Aigner (baixo, gaita e voz), Guilherme Baioni (guitarra, violão e voz) e Ana Gabriella Floriano Santos (teclados e percussão).

Os clássicos da banda prometem animar a noite do Happy Hour Sesc Sabor & Arte, com entrada gratuita e opções de pratos selecionados, bebidas e porções, a partir das 18h.

CIRCO PARA A FAMÍLIA

Amanhã há programação para aproveitar com toda a família, com mágicas e trapalhadas circenses em um show voltado para o público infantil, mas que promete agradar a todas as idades.

“Xico e Mixirica em Truques e Trapalhadas” é um espetáculo de surpresas para o público, ou melhor, de tentativas, já que nem sempre as coisas saem conforme o esperado.

A trupe mostra justamente que, por meio dos erros e tentativas, muitas vezes atrapalhadas, é possível construir brincadeiras marcantes.

Com elementos circenses e mágica, o espetáculo mostra que a diversão também pode nascer daquela tentativa que muitas vezes dá errado.

Desse jeito, o público se torna parte das descobertas dessa dupla, que promete animar amanhã, no Sesc Teatro Prosa, a partir das 16h. Para o espetáculo, que é gratuito, é necessário retirar os ingressos na plataforma Sympla.

OFICINAS INFANTIS

Para já entrar no dia das crianças, neste fim de semana, há ainda uma programação inteira focada na infância, com atividades programadas para amanhã e segunda-feira, em celebração da data especial dedicada aos pequenos.

Voltado para crianças entre 3 e 12 anos, o evento Arte e Diversão traz dois dias de atrações, que acontecem na sala 115 do primeiro piso do Pátio Central Shopping.

Amanhã, a programação traz uma oficina de slime, que se estende das 12h até as 16h, em um evento que é gratuito, mas tem vagas limitadas.

Amanhã também acontece uma oficina de pintura criativa de ecobags, com duas horas a mais de duração, das 11h até as 17h. Importante frisar que as vagas são limitadas e garantidas por ordem de chegada.

Essa oficina de pintura criativa de ecobags se repete no Dia das Crianças, na segunda-feira, tendo início às 10h e se estendendo até as 16h.

DIA DAS CRIANÇAS

Para o Dia das Crianças há ainda uma versão especial da Feira Sementes Criativas, que teve sua terceira edição que aconteceria em setembro cancelada e volta nesta segunda-feira com muitas atrações, na praça do Jardim Colibri II.

Feira de cultura e economia criativa, o evento especial para as crianças, que acontece das 17h até as 22h, terá duas horas de brinquedos gratuitos, além de apresentação circense, música e espaço de praça de alimentação.

MÚSICA

Depois de promover um verdadeiro circuito com concertos didáticos e atividades educativas pelas escolas da Rede Municipal de Ensino (Reme) da Capital, o projeto batizado de Entre o Rural e o Urbano: Música e Poesia nas Canções de Almir Sater e Chico Buarque traz uma última apresentação, em encerramento que acontece no começo da próxima semana.

Criada para aproximar as novas gerações de crianças e adolescentes da música brasileira, a iniciativa amplia o acesso à cultura e leva arte, literatura e educação para escolas das regiões rurais e urbana, focada naqueles bairros classificados como de maior vulnerabilidade socioeconômica em Campo Grande.

Nesse show, o público acompanha releituras que passam pelas obras do prata da casa Almir Sater até chegar a Chico Buarque, um espetáculo interpretado pelo violinista doutor em Música Marcelo Fernandes.

Considerado um dos principais solistas brasileiros contemporâneos, ele conta com participação da regente doutora em Regência Ana Lúcia Gaborim.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[A senadora Soraya Thronicke (PSB) não conseguiu renovar o seu mandato. Em ... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/a-senadora-soraya-thronicke-psb-nao-conseguiurenovar-o-seu/474330/</link>
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				<description><![CDATA[Roberto Campos - Economista brasileiro

"Quando cheguei ao Congresso, queria fazer o bem. Hoje acho que o que dá para fazer é evitar o mal”.

FELPUDA

A senadora Soraya Thronicke (PSB) não conseguiu renovar o seu mandato. Em 2018, chegou ao Senado com 373.712 votos e o apelido de “Senadora do Bolsonaro”. Desta vez, já alinhada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, somou 340.788 votos. A mudança de lado não bastou para mantê-la em Brasília. Além do mais, como ensina o dito popular: “Quem resolve trocar de cavalo no meio do rio,  dificilmente consegue alcançar a margem”. Portanto...



Distância

A deputada federal eleita Rose Modesto continua querendo distância da prefeita da Capital, Adriane Lopes, apesar das duas serem filiadas a partidos aliados. Rose preside o União Brasil em MS, que está colado em Adriane, por causa do “casamento”.  Vai daí...

Reforço

O governador Eduardo Riedel (PP) e o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) chegaram a reta final da campanha buscando votos para seus candidatos a deputados estadual e federal. As redes sociais ficaram recheadas de vídeos desses líderes pedindo votos para candidatos de partidos aliados.

Nelly Braga de Souza e Claudio de Souza - Foto: Studio Vollkopf

 

Maria Laura Neves - Foto: Lu Prezia

Reprovados

Fracassou o plano da ex-ministra do Planejamento, Simone Tebet (PSB), que trocou MS por São Paulo para tentar voltar ao Senado. Os eleitores paulistanos e paulistas não quiseram saber dela, o que resultou na perda da disputa, mesmo com apoio do presidente Lula. Ela foi derrotada por lá e o seu marido, Eduardo Rocha (PSDB), não teve êxito na sua tentativa de ser eleito deputado estadual por aqui. Ele recebeu apenas 15.782 votos. Como se vê...

Cativos

O deputado estadual Londres Machado (PP) foi reeleito para o seu 14° mandato. Um recorde, porque na política de Mato Grosso do Sul não tem ninguém com mais tempo na Assembleia Legislativa. Ele já está há 52 anos no exercício parlamentar e ganhou mais quatro anos com a sua reeleição. Depois de Londres, aparece José Teixeira, que foi o campeão de votos. Com 32 anos na Assembleia, ele conquistou mais quatro nas eleições deste ano e vai cumprir seu nono mandato. 

Sem nome

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou a disputa entre Flávio Bolsonaro e Lula (PT) como “muito acirrada”. ”É uma grande vitória, bem apertada, mas uma grande, grande vitória. Incrível”, disse Trump a jornalistas ao deixar a Casa Branca, sem contudo mencionar o nome de Flávio. Tão incrível que o nome do vencedor ficou para depois. Ele terminou o primeiro turno com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula. Os brasileiros voltam às urnas no dia 25 de outubro.É esperar para ver.

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Dra. Dileta Terezinha Souza Thomaz,
	Adriana Sawaris, 
	Dra. Luciana Nakao Odashiro, 
	Dra. Camila do Amaral Nunes,
	Fernanda Garcia Arguello, 
	Dra. Eliane Takako Kanasiro, 
	Silvio Aracaqui,
	Nalda Ferreira Gonçalves,
	Rosimar Aparecida Ramos,
	Ney Inácio da Silva,
	Anderson Lacerda da Silva,
	Danilo Nunes Duraes,
	Dr. Algacyr Torres Pissini Neto,
	Manoel Santana,
	Francisco Vieira Gabriel,
	Yoneo Cesco,
	Guilherme Alves de Arruda,
	Bruno da Silva Bezerra,
	Giancarlo Camillo, 
	Marcus Garcia Gomes, 
	Ir. Zenaide Laurentina Mayer, 
	Thaline da Cruz Queiroz,
	Dr. Rubem Arnez Arandía,
	Iolanda Marins Consentini,
	Ivan Martins de Souza,
	Ivanete Ferreira Gonçalves da Silva,
	Jaime de Brito,
	José Luiz Ribeiro de Leon,
	Waldemir Lúcio Rômulo,
	Ronnie Garcia Ferreira,
	Maria Ely Rodrigues Antunes,
	Ricardo Medeiros Rocha,
	Darcila de Oliveira,
	Cristiano Gledson Sena Ribeiro,
	Ivan Francisco Leite de Moraes,
	Janilda dos Santos Araujo,
	Natalielena Frey,
	Orisvaldo Ferreira Gonçalves,
	Reinaldo Cezar Pedrosa,
	Diana Mara Ferreira,
	Isabelino Rios Lemes,
	Marina Alves Goulart,
	Silvio Fernandes Castro,
	Odenir da Silva Araujo,
	Nilza Terezinha Miyasato,
	Pedro Merem, 
	Dr. Carlos Alberto Mizoguti, 
	Sônia Maria Méca,
	Rafael Calixto Aguena,
	Maria Monteiro,
	Émerson Jamil Zarour,
	Célio Roberto da Silva,
	Marcelo Leite Teixeira,
	Charles Poveda,
	Mauricio de Souza,
	Vasti de Oliveira,
	Mirella Xavier Rodrigues,
	Adilson da Costa Oliveira,
	Sílvio Pinheiro,
	Claudir Peccini,
	Bruno Corrêa Reiner,
	Maria Helena de Souza,
	José Ricardo Peralta,
	Maria Cileide Bataglia,
	José Adolar de Castro Filho,
	Rita de Cássia da Silva,
	Edison de Araujo Junior,
	Ana Silvia Pessoa Salgado,
	Dr. Arlindo D`Avila Filho, 
	Priscila de Souza Afonso Baggio,
	Thaís de Macedo Coimbra, 
	Elaine Teixeira Barbosa Ramires,
	Antonio Giovani Diniz da Rocha,
	Janaína José Mota,
	Deusdedith Francisco de Oliveira,
	Juracy dos Santos Pereira,
	Dionizio Recalde,
	Alexandre Amaral Evangelista,
	Dr. Reinaldo de Assis Espindola,
	Joab Barbosa de Azevedo,
	Andréia Silva Madeira Zamek,
	Edna Lucia Oliveira Rodrigues,
	Jorge Justino Diogo,
	Ricardo Eboli Gonçalves Ferreira,
	Bruno Ernesto Silva Vargas,
	Manoel Ribeiro Bezerra,
	Renata Shimni Gomes,
	Noely Aparecida Gandolfo Jareta,
	Seila Aparecida Leal,
	Nilo Eduardo Zardo,
	Max Antonio Souza Morais,
	Dr. Pedro Vendramini Neto, 
	Vânia Guilhermino Ventura, 
	Luiz Laerte Mendes,
	Nelson Barbosa de Souza,
	Rosilene Borges Machado,
	Carolina Franco Panovich,
	Elis Regina Dias de Freitas Coelho,
	Ivano Moreira Raulino,
	Kênia Camilo Pereira Paim,
	José Garcia Bergueti,
	Alonso Pereira de Matos,
	Letícia Lacerda Nantes Franceschini,
	Jean Marcos Saut,
	Nilton Leopoldino Rodrigues,
	Alexandre Souza Soligo,
	Rogério Risse de Freitas,
	Samir Jorge,
	Zélia Pereira Renovato da Silva.


Colaborou com Tatyane Gameiro
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Em "Hotel Amor", Marcelo Adnet encara comédia portuguesa dirigida pelo brasileiro Hermano Moreira]]></title>
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				<description><![CDATA[Doze minutos. É esse o tempo do plano mais longo de “Hotel Amor”, comédia dirigida pelo brasileiro Hermano Moreira e rodada em um hotel de Lisboa. Durante esse período, atores, câmera, equipe de som e figurantes precisam executar uma coreografia sem espaço para erros. Se alguma coisa dá errado no minuto 11, todo o trabalho é perdido e o take precisa começar novamente.

Para Marcelo Adnet, que interpreta no filme uma versão de si mesmo, é justamente aí que está a graça. “Acho o plano-sequência maravilhoso, fantástico, porque me sinto num jogo. Você está sempre com uma adrenalina a mais, aquela excitação de ‘vamos acertar essa cena de primeira’”, conta. “Se algo sai errado no minuto 11, todos aqueles minutos não valeram de nada e tem que fazer tudo de novo”.

“Hotel Amor”, que chegou aos cinemas brasileiros no dia 24 de setembro, conta a história de Catarina (Jessica Athayde), gerente de um tradicional hotel lisboeta que vê a sua rotina virar de cabeça para baixo quando o estabelecimento é vendido. Para mostrar serviço à nova administração, ela precisa administrar uma equipe imprevisível, hóspedes excêntricos e um fantasma do passado que reaparece pelos corredores.

Adnet, enquanto isso, surge como um comediante brasileiro que chega a Lisboa para fazer um show e, por acaso, se hospeda justamente no hotel onde tudo parece dar errado.

Um hotel cheio de histórias



A ideia de fazer um filme ambientado em um hotel surgiu da relação antiga de Moreira com esse tipo de espaço. Quando criança, ele associava hotéis a férias, viagens e à possibilidade de conhecer pessoas novas. Na vida adulta, a experiência ganhou outro significado, ligado também às viagens profissionais.

A ideia ganhou forma em Portugal, em 2022. Na época, Moreira dirigiu uma campanha publicitária para um hotel pertencente à mesma rede do Hotel Roma, onde “Hotel Amor” seria posteriormente filmado. O diretor estava encantado com “The White Lotus” e chegou a conversar com o proprietário sobre a possibilidade de transformar aquele universo em uma série.

A resposta, porém, veio acompanhada de uma alternativa: três meses de filmagem seriam inviáveis, mas um longa poderia ser realizado em cerca de um mês. Foi assim que começou o projeto.

“Além de mostrar os bastidores de um hotel, as pessoas que trabalham freneticamente para te proporcionar o melhor na sua estadia, me interessavam as histórias inusitadas de hóspedes que fui colecionando”, afirma Moreira.

Para desenvolver o roteiro, o diretor chamou Bruno Bloch. Moreira criou a ideia original, enquanto Bloch ficou responsável pelo roteiro. Por coincidência, a mulher do roteirista trabalha em um hotel – e acabou se tornando uma fonte involuntária de histórias.

“Eu levei as histórias que tinha ouvido e pesquisado, e ele trouxe outras tantas, verdadeiras, contadas por ela. Nosso laboratório foi bem eficiente, e o que não faltou foi história”, diz Moreira. “Ficaram de fora várias histórias tão esdrúxulas quanto as do filme, porque são 90 minutos, e não 300 [minutos], como numa série”.

O funcionamento do hotel também serviu de matéria-prima. Para Moreira, a equipe é tão importante quanto os hóspedes na construção desse universo, já que são os funcionários que precisam lidar diariamente com desejos, reclamações e situações inesperadas.

É nesse ambiente que o diretor também coloca uma personagem que considera central para o filme: Catarina, uma mulher que dedica praticamente toda a vida ao trabalho. A escolha, segundo ele, tem um componente crítico. “Nos tempos modernos, muitas vezes as pessoas colocam todo o seu esforço no trabalho e esquecem o que é mais importante. O trabalho é fundamental, claro, mas não é o mais importante na vida de um ser humano. Aliás, não deve ser”, diz.

Uma comédia sem espaço para erro

A estrutura do filme permitiu a Moreira colocar em prática uma ideia que o acompanha desde a faculdade: o plano-sequência. Filmes como “Arca Russa”, “Festim Diabólico” e “Birdman” alimentaram o interesse do diretor pela técnica, que em “Hotel Amor” aparece com alguns cortes escondidos.

O desafio não ficou restrito aos atores. Os ensaios aconteceram simultaneamente em diferentes frentes: enquanto Moreira trabalhava com o elenco, o diretor de fotografia ensaiava os movimentos da câmera com sua equipe, e o técnico de som estudava como acompanhar a ação pelo elevador, pelas escadas e até do lado de fora do hotel. “Foi muito bacana, porque exige 100% da atenção de todo mundo. Um errinho só, seja de foco, seja de um figurante, estraga o take inteiro”, explica Moreira.

Para Adnet, a experiência criou uma sensação de trabalho coletivo pouco comum. “É uma sensação de ‘caramba, está todo mundo aqui de mão dada para fazer cada take valer’”, afirma.

O ator diz que o desafio técnico não foi, porém, o principal motivo para aceitar o convite. O que mais o interessou foi a possibilidade de trabalhar pela primeira vez fora do Brasil. “Fazer algo inédito para mim, em Portugal, foi o que mais me motivou”, conta.

A experiência também mostrou a Adnet que as diferenças entre uma produção portuguesa e uma brasileira não são tão grandes no cotidiano de um set. Havia, inclusive, vários profissionais brasileiros na equipe, entre eles Moreira e o diretor de fotografia. O contraste maior, segundo ele, estava no contato com atores de outros países lusófonos.

A escolha de trabalhos também mudou com o tempo. Hoje pai, Adnet diz procurar projetos que ofereçam alguma experiência nova, mas que também façam sentido diante do tempo que ficará longe da filha.

“Busco prazer. Uma experiência que me acrescente alguma coisa, com a qual eu possa aprender. Algo desafiador e, ao mesmo tempo, prazeroso”, afirma. “Hoje sou pai e quero muito estar perto da minha filha. Então não pode ser qualquer coisa, porque é isso que vai me deixar longe dela”.

Poderia acontecer em qualquer lugar

Embora “Hotel Amor” seja ambientado em Lisboa e reúna personagens portugueses, brasileiros e americanos, Moreira não vê a história como exclusivamente portuguesa.

“Poderia muito bem se passar no Japão, com personagens coreanos”, diz. Para ele, o filme trata de uma relação reconhecível em qualquer lugar: a convivência entre quem trabalha em um hotel e quem está hospedado nele.

Essa universalidade também é, para o diretor, uma das portas de entrada para o público brasileiro. A expectativa é de que os espectadores reconheçam situações, tipos de hóspedes, funcionários ou até experiências pessoais vividas em hotéis e viagens. “Espero, primeiro, que o público vá ao cinema, assista e se divirta, porque todo o processo foi muito divertido, não só para mim, mas para a equipe inteira”, diz. 
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 09:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[A partir do ano que vem, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul...Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/a-partir-do-ano-que-vem-a-assembleia-legislativa-de-mato-grosso-do/474268/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/a-partir-do-ano-que-vem-a-assembleia-legislativa-de-mato-grosso-do/474268/</guid>
				<description><![CDATA[Rita Levi-Montalcini - escritora italiana


"As mulheres que mudaram o mundo nunca precisaram mostrar nada além da sua inteligência”


Felpuda

A partir do ano que vem, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul será dominada por bolsonaristas. Só o PL, partido do ex-presidente Bolsonaro, elegeu a maior bancada, com nove deputados. Se se juntarem com PP, parceiro e aliado do PL, os bolsonaristas vão controlar totalmente aquela Casa. O PP elegeu três deputados e o Republicanos, que tem o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, como maior estrela, terá uma bancada de dois parlamentares. Mas que fique bem claro: tem que combinar com os demais colegas, senão...

 



Amanhã, a partir das 18h, a banda Beatles Maníacos tem uma apresentação especial marcada para acontecer no Sesc Camillo Boni. Idealizada em 2002 pelo compositor e multi-instrumentista Jaime Miguel (Miguelito), a banda tem como proposta resgatar a trajetória do quarteto de Liverpool, interpretando canções que marcaram gerações e influenciaram a cultura musical mundial. O grupo é composto por Miguelito (bateria e voz), Eloy Paulucci (guitarra e voz), Daniel Aigner (baixo, gaita e voz), Guilherme Baioni (guitarra, violão e voz) e Ana Gabriella Floriano Santos (teclados e percussão). Durante as apresentações, os músicos também incorporam elementos visuais inspirados nos anos 1960, com figurinos e instrumentos que remetem ao período de maior destaque da banda inglesa. O repertório reúne sucessos da discografia oficial dos Beatles, proporcionando ao público a experiência de uma viagem no tempo. Após uma breve pausa, a Beatles Maníacos retornou aos palcos neste ano, mantendo viva a essência do trabalho do grupo que, mesmo décadas após o encerramento das atividades, continua presente na história da música. Além do menu musical, o público poderá saborear um cardápio diferenciado, com pratos selecionados, porções e bebidas especiais. A entrada é gratuita.

Carla Stephanini, Maria Olga e Dr. Hélio Mandetta

Camila Queiroz e Klebber Toledo

"Lapada"

Historicamente, Londres Machado e André Puccinelli sempre foram grandes rivais em Fátima do Sul. André foi médico na cidade e bom de voto. Só que, nas eleições deste ano, o eleitor do município do interior parece ter esquecido dele, que obteve apenas 557 votos, enquanto Londres recebeu 4.334 votos. Conhecido e antenado político disse: “Foi uma lapada!...”

Influência

Recordista brasileiro com mais de 3 milhões de votos para deputado federal por Minas Gerais, Nikolas Ferreira ajudou a eleger parlamentar em Mato Grosso do Sul. Daverson Matos, vereador de Rio Brilhante, conseguiu gravar vídeo com Nikolas pedindo votos para sua candidatura. E não é que deu certo? “Choveram” mais de 30 mil votos nas urnas e ele foi eleito deputado estadual. E, também com a influência de Nikolas, Cassy Monteiro, bolsonarista, por pouco não foi eleita deputada federal. Ela ficou na primeira-suplência, com quase 45 mil votos.

De fora

Essas eleições não foram das melhores para a família Trad, que sempre foi boa de voto. Primeiro, começou com a desistência do senador Nelson Trad Filho (PSD) de concorrer à reeleição. Depois, veio a derrota nas urnas de Fábio Trad, que disputou a cadeira de governador pelo PT. Quem também perdeu foi o ex-prefeito da Capital e vereador Marcos Trad, que não conseguiu se eleger deputado federal, mesmo “empurrado” por Camila Jara. Ele é filiado ao PV, que forma federação com o PT.

Aniversariantes

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Dr. Aluízio Pessoa Frazão,
	Maria José Xavier,
	Nailor Vargas Marcondes de Souza,
	Eva Maria Katayama Negrisolli,
	Paulo César Katayama,
	Jonas Chaves Junior,
	Solange Mitsuko Yamamoto,
	Eloá Subtil Padial,
	Dario Pegoraro,
	Jorge Yoshimitsu Kurauchi,
	Rodrigo Soares de Freitas,
	Alexandre Maluf Victório,
	Ilma de Maria de Lima e Silva,
	Mitsuru Kurauchi,
	Walsao Maciel de Oliveira,
	Jair Perin,
	Sadi Bertin,
	Samuel Ferreira Sampaio,
	Erliete Palhano Canavarros,
	Vanderlei Amado,
	Ises Ferreira Nasser,
	Laura Achucarro,
	Simar Dias de Lessonier,
	Dr. Izaias Pereira da Costa,
	Renata Kamiya Abdala,
	Dra. Áisa Haidar Lani,
	Raquel Silva Fernandes,
	Aurenice Rodrigues Pinheiro Pilatti,
	Dr. Antônio Carlos Vasques,
	Adriano Magno de Oliveira,
	Cláudia Helena Bitencourt,
	Nelson Inácio Moreno,
	Francisco Alves de Araújo,
	Aparecido Ney Rodrigues,
	Idalino Alves da Silva,
	Heloisa Helena Mota Peres,
	Elisangela da Silva,
	Marcos Antonio Nery da Silva,
	Jomil Vinicius de Albuquerque,
	Terezinha Aparecida de Freitas,
	José Claudio Fabris,
	Aldo de Oliveira,
	Laerte Garcia Ferreira,
	Emílio Arruda Filho,
	Luiz Souza Meira,
	Eneide Gomes do Nascimento,
	Dr. César Aníbal Aguiar Benavides,
	Dra. Manuela Janini Gonçalves,
	Jonas de Paula Diniz,
	Haydeé Inácio Ribeiro,
	Jayme de Andrade Júnior,
	Marco Aurélio Vilanova,
	Dr. Evódio Teodoro da Silva,
	João Batista da Costa Vieira,
	Luiz Carlos Mello Castanheira,
	Marcolino Rodrigues,
	João Martins,
	Antonio Oshiro,
	Joaquim Pereira Alves Junior,
	Arnaldo Bastos da Silva,
	Nori Mateus Vieira,
	Anizio de Almeida Borges,
	Milton Mambelli,
	César Braga Maidana,
	Luiz Alberto de Souza,
	Wagner Lima,
	Moisés Teodoro Erbano,
	Alcides Rodrigues Filho,
	Maria Aparecida Mendes,
	Munira Ferzeli Neta,
	Paulo Henrique Souto,
	Maria Eunice Gomes,
	Cristina Ferreira,
	Renato Vilhena Silva,
	Samira Lopes,
	José Luiz da Silva Neto,
	Nelson Vieira de Souza,
	João Irinei Guimarães de Souza,
	Aparício Lopes Filho,
	João Marcelo Lima,
	Izabel Gomes da Silva,
	Mercedes Rodrigues de Brito,
	Brigida Brites Marques,
	Adauto Ribeiro de Souza,
	Isabel Cristina Rodrigues,
	Aparecida Quicue Koyanagui Inoue,
	Sônia Cristina Valtuille França Saigali,
	Leandro Martins de Almeida,
	Maxmiliano Alves Barbosa,
	Claudete Elias da Silva,
	Jânio Ribeiro Souto,
	Dr. Alberto de Oliveira Rosa Pires,
	Gustavo Silva Pelissaro,
	Diva Maria Valente Soares,
	Vivian de Josilco Olegário,
	Paola Azambuja Marcondes,
	Erondina Garcia Rodrigues,
	Ana Cláudia Araújo Santos,
	Thaissa de Sena Moraes,
	Brígido Fernandes,
	Mário Sérgio Pires,
	Rosinéia Brito de Oliveira Lopes,
	Leonardo Nicaretta,
	Euclides Nunes Junior,
	Sidnei Camargo do Nascimento,
	Ademar Amâncio Pereira Machado,
	Daniel Cavalcanti Hayashi,
	Thays da Silva Rosa Schwanz,
	Lidiane de Ávila Carpejani,
	Priscilla Anuda Quarti Vieira,
	Adilson Stiguvitis Lima.

]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Nutróloga explica se beber leite é recomendado ou não na fase adulta]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/nutrologa-explica-se-beber-leite-e-recomendado-ou-nao-na-fase-adulta/474206/</link>
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				<description><![CDATA[Entre opiniões nas redes sociais que defendem a retirada do leite da alimentação e recomendações que apontam seus benefícios nutricionais, o alimento continua no centro de discussões sobre saúde e alimentação.

Para a nutróloga Marcella Garcez Duarte, no entanto, a pergunta não deveria ser simplesmente se o leite “faz bem” ou “faz mal”, mas para quem, em qual quantidade, em que fase da vida e dentro de qual contexto clínico ele deve ser recomendado.

O tema foi discutido durante o Simpósio Satélite da Associação Brasileira da Indústria de Lácteos Longa Vida (ABLV) e da Tetra Pak, realizado durante a 30ª edição do Congresso Brasileiro de Nutrologia.

Com o título Ainda Faz Sentido Recomendar o Leite? O que Mudou nas Evidências e na Prática clínica, a palestra abordou o papel do leite e de seus derivados da infância ao envelhecimento.

Segundo Marcella, a retirada de um grupo alimentar sem diagnóstico ou evidência científica pode trazer prejuízos à alimentação.

Ela destaca que existem pessoas que não toleram ou não devem consumir leite, mas que essas situações precisam ser diferenciadas de escolhas baseadas apenas em informações disseminadas nas redes sociais.

“Não existe leite para todos. Existem situações em que você tem que fazer escolhas”, afirmou a especialista durante a palestra. Para ela, a indicação deve ser individualizada e considerar idade, estado nutricional, tolerância, necessidades de nutrientes, padrão alimentar e contexto clínico.

FONTE DE NUTRIENTES

O leite ocupa lugar de destaque na alimentação principalmente por sua composição nutricional. Um copo de aproximadamente 200 mililitros fornece cerca de 6 gramas a 7 gramas de proteína, além de cálcio, fósforo, potássio e vitaminas do complexo B, como B2, B6 e B12.

A nutróloga chamou atenção ainda para o conceito de “matriz alimentar”. Isso significa que os benefícios do alimento não devem ser analisados apenas pela soma isolada de seus nutrientes.

A interação entre proteínas, minerais, lipídios e outros componentes presentes no leite pode interferir na forma como esses nutrientes são utilizados pelo organismo.

Entre as proteínas, o leite possui principalmente caseína e proteínas do soro, utilizadas também na produção do whey protein.

Ambas são consideradas proteínas de alto valor biológico, com boa digestibilidade e presença de aminoácidos essenciais. A proteína do soro apresenta, ainda, quantidade relevante de leucina, aminoácido relacionado à síntese e à manutenção da massa muscular.

O cálcio também é um dos principais componentes associados ao consumo de leite e derivados. Marcella ressaltou que não basta considerar apenas a quantidade do mineral presente em determinado alimento, mas também sua biodisponibilidade, ou seja, quanto efetivamente pode ser absorvido e utilizado pelo organismo.

É IMPORTANTE NA INFÂNCIA

Nas primeiras fases da vida, a recomendação exige atenção especial. A especialista reforçou que, no Brasil, a orientação é para aleitamento materno exclusivo até os 6 meses, seguido da introdução alimentar, enquanto o leite de vaca deve ser introduzido a partir dos 12 meses.

A restrição ao leite de vaca antes desse período está relacionada, entre outros fatores, à necessidade de garantir adequada oferta de ferro e de outros nutrientes durante o primeiro ano de vida.

Depois dos 12 meses, porém, o alimento pode contribuir para o crescimento e o desenvolvimento infantil. Proteínas, cálcio, fósforo, vitamina B12, vitamina B2 e potássio participam de processos importantes para a formação muscular, a mineralização óssea e o desenvolvimento da criança.

Na adolescência, a atenção se volta também para o chamado “banco” de massa óssea e muscular. É durante essa fase que ocorre parte importante da aquisição de estrutura que terá impacto sobre a saúde durante o envelhecimento.

Por isso, segundo Marcella, retirar leite e derivados da alimentação de crianças e adolescentes sem uma justificativa clínica pode exigir uma compensação nutricional adequada para evitar deficiências.

A escolha entre leite integral, semidesnatado ou desnatado também não deveria seguir uma regra única. A decisão precisa considerar idade, crescimento, ingestão energética, padrão alimentar, presença de sobrepeso ou obesidade e fatores de risco cardiometabólico.

TAMBÉM NA VIDA ADULTA

A necessidade de nutrientes não desaparece quando a fase de crescimento termina. Na vida adulta, o leite e os derivados continuam sendo fontes de proteínas e cálcio, além de fornecerem outros micronutrientes.

A especialista também abordou a relação entre leite e saúde cardiovascular. Segundo ela, o conjunto de evidências disponível não sustenta a ideia de que o consumo de leite ou de lácteos seja, por si só, prejudicial ao metabolismo cardiovascular.

Uma metanálise apresentada durante a palestra, publicada em 2023, foi citada para destacar que o consumo de lácteos não apresenta efeito adverso consistente sobre peso corporal ou perfil lipídico.

Isso não significa, entretanto, que exista uma recomendação universal de consumo ou que quanto maior a ingestão, melhor. O alimento deve estar inserido dentro do conjunto da alimentação e das necessidades energéticas e nutricionais de cada pessoa.

CONTROLE DE PESO

Outro ponto discutido foi o papel das proteínas no controle do apetite. Por fornecer proteína e apresentar volume significativo quando consumido como bebida, o leite pode contribuir para a saciedade.

A questão ganha importância diante do crescimento do uso de medicamentos análogos de GLP-1 e outras terapias incretínicas no tratamento da obesidade.

Como esses medicamentos podem reduzir o apetite e a quantidade total de alimentos ingeridos, a qualidade nutricional do que é consumido passa a ter ainda mais importância.

Para Marcella, pessoas em tratamento com esses medicamentos precisam receber atenção especial à ingestão proteica e à distribuição das proteínas ao longo do dia. Nesse contexto, o leite e seus derivados podem ser opções práticas para contribuir com o aporte proteico.

Ela ressalta, porém, que medicamentos para obesidade não substituem mudanças no estilo de vida. A alimentação continua fazendo parte do tratamento e deve ser individualizada.

“O consumo de alimentos proteicos de fontes de proteínas de alta biodisponibilidade tem que estar no contexto desta orientação alimentar”, afirmou.

O leite pode aparecer em diferentes refeições e preparações, como vitaminas, acompanhando refeições ou combinado a suplementos proteicos, quando estes forem necessários para atingir as necessidades individuais.

MAIS PROTEÍNA NA VELHICE

Na velhice, o leite ganha outro destaque. Com o avanço da idade, é comum ocorrer redução do apetite e da ingestão alimentar, além de alterações na absorção de nutrientes. Ao mesmo tempo, aumenta a preocupação com a perda de massa muscular e óssea.

A proteína passa a ter papel fundamental na manutenção da massa muscular, e sua distribuição ao longo do dia também é importante. Nesse cenário, leite, iogurtes, queijos e outros derivados podem ser alternativas para facilitar o consumo de proteínas.

Além da proteína, o leite fornece cálcio, fósforo e vitamina B12, nutrientes relacionados à manutenção óssea e a diferentes funções do organismo. A bebida também tem elevado teor de água e pode contribuir para a hidratação, uma questão relevante para pessoas idosas, que podem apresentar menor percepção de sede.

Para a especialista, portanto, o leite não deve ser analisado apenas como uma bebida, mas como uma opção alimentar capaz de reunir diferentes nutrientes em um único alimento.

E O LEITE UHT?

A palestra também abordou um dos tipos mais presentes na rotina dos brasileiros: o leite UHT, conhecido como leite longa vida.

Marcella explicou que a durabilidade do produto está relacionada principalmente ao tratamento térmico e ao sistema de envase asséptico.

O leite é submetido a temperaturas elevadas por um curto período, processo que reduz a presença de microrganismos patogênicos, e depois é acondicionado em embalagem que ajuda a impedir novas contaminações.

A especialista também contestou a ideia de que o leite UHT necessariamente contém conservantes para permanecer meses nas prateleiras.

Segundo ela, o processamento térmico e a embalagem são justamente os responsáveis pela segurança e pela maior vida de prateleira do produto. A afirmação de que o alimento seria nutricionalmente inferior apenas por passar por esse processo também não encontra respaldo, de acordo com a apresentação.

Embora o aquecimento possa provocar alterações em alguns compostos sensíveis ao calor, nutrientes importantes presentes no leite, como proteínas e cálcio, permanecem disponíveis.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 09:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Vereador vem atuando muito bem como amigo da onça. Dito-cujo critica que... Leia na coluna de hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[Pedro Bial - Jornalista brasileiro

"Não existe falta de tempo, existe falta de interesse. Porque quando a gente quer mesmo, a madrugada vira dia. Quarta-feira vira sábado e um momento vira oportunidade”.

FELPUDA 

Vereador vem atuando muito bem como amigo da onça. Dito-cujo critica que só a gestão da prefeita Adriane de quem ele se diz aliado, mas ao mesmo tempo, garante que “ela vai ser derrubada do cargo”. Em plenário, nobre edil elevou o tom das cobranças e tem feito acusações e questionamentos. Aparentemente, a estratégia é provocar reações dos colegas, que até agora vêm preferindo manter distância da confusão e sem nenhuma disposição para entrar no embate. Como diria vovó: “Nada como um dia após o outro...”



Trabalhão

Na última semana antes da eleição, a Polícia Federal teve trabalho dobrado para conter a compra 
de votos em Mato Grosso do Sul, e de quebra, estragou a festa de candidatos que tentaram garantir o eleitor no dinheiro vivo. É um crime que atravessa décadas, apesar dos repetidos alertas.

Mais

Alguns nomes conhecidos, que passaram a campanha discursando sobre transparência e honestidade, deram  com os burros n’água e agora vão gastar um bom tempo se explicando. A maior parte das ocorrências foram registradas  no Nordeste.

Marcos Moreno de Lima e Ada Maria Pereira Tincani de Lima - Foto: Studio Vollkopf

 

Donata Meirelles - Foto: Lu Prezia

Fatura

Dos 12 vereadores da Capital que tentaram uma vaga na Assembleia Legislativa, apenas André Salineiro (PL) chegou lá, com 28 mil votos. Os demais amargaram a derrota. Analistas de plantão apontam o desgaste da Câmara Municipal diante do abandono de Campo Grande , com problemas pipocando por todos os lados e a buraqueira tomando conta das ruas. Em bom português: população cobrou a fatura da inércia e reprovou os nobres edis nas urnas. 

Recorde

Mato Grosso do Sul registrou a maior taxa de abstenção entre todos os estados brasileiros, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No total, 483.210 eleitores, ou 23,87% do eleitorado, não compareceram  às seções  para votar. No Brasil, 33 milhões de eleitores não compareceram. “Vamos aperfeiçoar mecanismos disponíveis para reduzir esses números já no segundo turno para a eleição presidencial”, afirmou o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques. 

Colheita

Os ex-prefeitos Odilon Ribeiro (PL), de Aquidauana, Ângelo Guerreiro (PSDB), de Três Lagoas, e Hélio Peluffo (PP), de Ponta Porã, garantiram mandatos. Os três contaram com as bênçãos do senador eleito Reinaldo Azambuja e do governador reeleito Eduardo Riedel, assim como tantos outros candidatos. Sinal de que o MS segue com o grupo que governa o Estado há oito anos e deverá manter essa toada até 2030. Pesou também o desempenho dos três em seus municípios, que deixaram as prefeituras com alta aprovação popular. A colheita veio na hora certa.

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Eclair Socorro Nantes Vieira, 
	André Luiz Scaff,   
	Diná Pontes de Oliveira Álvares Ferreira, 
	Francisco José Albuquerque Maia Costa,    
	Idete Miranda Balbuena Yule, 
	Emerson Paulo Barbosa,
	Oswaldo Filizola,
	Valdomiro Fernandes,
	Anderson Wallace da Silva Pereira,
	Dr. Elias César Kesrouani, 
	Paulo Essir,
	Sérgio Ferreira de Ornelas,
	Lucia Maria Nunes,
	Giulia Batista,
	Eduardo Marega de Souza,
	Luciana Baseggio,
	José de Mello,
	José Flávio Gonçalves de Oliveira,
	Lucia Maria Nunes,
	Ana Claudia Zamban,
	Celso Nicolau Albuquerque,
	Geraldo Ramón Pereira,  
	Sandra Aparecida Lopes,
	Yuri Garcia Anjos,
	Rubens Salim Saad,
	Arlindo de Almeida,
	Andréa Cássia Neves de Azevedo,
	Dr. Alcides Higa,     
	Darcy Lourdes Rondon,
	Paulo Roberto Braga,
	Elesbão Munhoz,
	Ulisses Pinto de Almeida,          
	José Alves Ferreira,            
	Mário Márcio Salomão Budib,                      
	Angelo Capela Mendonça,
	Ingrid do Carmo Godoy,           
	Simone de Albuquerque,             
	Jânio Pereira Padilha, 
	Jaci Guimarães Freire,               
	Albany Ferreira de Souza,            
	llto D’Oliveira Mariano,                
	Dr. Valdir Teles da Silva, 
	Elaine Cristina de Araújo,            
	Jair da Silva Almeida,        
	Mário Augusto Wanderley Xavier, 
	Marineide Guerreiro Ramos,             
	George Jaime Teixeira,          
	Jacy Duailibi,                     
	Aldo Conceição,               
	Eliasze Luizo Guimarães,            
	Geralda Berte Silva,                  
	Jorge Luiz Gigolotti,          
	Nora Nei de Almeida,           
	Cássia Liz Andrade,                    
	Denise Andrade,               
	Eloisa Costa Berro,
	Zoé Souza de Abreu,    
	Ademar Antonio da Silva,          
	Valmir Inácio de Souza,
	Karina Rios Ribeiro,                
	Álvaro Garcia Souza,                 
	Luzia Maria Teixeira,     
	Samuel Fernandes Correia,
	Paula Nunes de Souza,             
	Tatiane Nobue Iseki,            
	Ademir Alves de Paula,             
	José Gomes de Oliveira,  
	Padre José Marinoni, 
	Lione Kaviski Peixoto, 
	João Lemos Sandy,                 
	Nelson Alves Coimbra,            
	Aparecida Macedo Vieira,        
	Denise Regina Madureira,          
	Neusa Pinheiro,                   
	Eliane Neves dos Santos,
	Fábio Ferreira Gomes,             
	Jainara Fabrícia Santos da Costa,
	Maximiliano Barros Rodrigues,
	Ederson Silva Costa,
	Larissa de Barros,
	Terezinha Moranti,
	Elias Razuk Jorge Filho,
	Lino Omar Castilho Mendes,
	José Augusto Maia Vasconcellos,
	Soraya Maria Vieira da Silva Gabriel Ribeiro,
	Olimpio Alves dos Reis,
	Paulo Sérgio Soares,
	Anderson Umada Monteiro,
	Daniela Wanderley Ouriveis Mendes de Oliveira,
	Maria de Fátima Salles,
	Aroldo Ferreira Galvão, 
	Feliciano Marcos de Brito,
	Juliana Guimarães Teodoro,
	Maria Regina Martinelli Benez,
	Antonio da Silva Domingos,
	Delfio Cabreira,
	Sérgio Atilio Chiavoloni,
	José Roberto Mauro,
	Cristiane Pereira da Silva,
	Karina Herculano da Silva,
	João Correa Filho,
	Paula Silva Sena Capuci,
	Ildeu Leandro Souza,
	Sandra Maria Cáceres Barbosa,
	Marley Jara,
	Vanira Conceição Paulista,
	Sami Mahmud Alawi,
	Edson Martins de Araújo.


Colaborou com Tatyane Gameiro
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Envelhecimento dos cães exige atenção e adaptação da família, aponta especialista]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/envelhecimento-dos-caes-exige-atencao-e-adaptacao-da-familia-aponta/474118/</link>
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				<description><![CDATA[O focinho grisalho, as horas de sono mais longas, a dificuldade para subir no sofá ou a ausência na porta quando alguém chega podem ser sinais de que o cão entrou em uma nova fase da vida.

O envelhecimento dos animais não envolve apenas mudanças físicas. A rotina, o comportamento e a relação com os tutores também podem se transformar.

Juliana Sato, psicóloga especialista em vínculo humano-animal e luto pet - Foto: Helton Nóbrega

Para a psicóloga Juliana Sato, especialista em vínculo humano-animal e luto pet, perceber que o cão está envelhecendo pode ser um momento emocionalmente marcante para a família. Muitas vezes, a percepção acontece a partir de uma mudança aparentemente pequena.

“Esse reconhecimento raramente é gradual. Ele costuma vir de repente, a partir de um detalhe. Nesse instante, a família entende que o tempo passou, e isso mexe com ela”, explica.

Na chamada fase sênior, alguns cães podem ficar mais quietos e seletivos na interação, enquanto outros passam a procurar mais a companhia dos tutores. Ansiedade, irritabilidade, isolamento e maior dependência também podem aparecer. No entanto, nem toda mudança deve ser automaticamente atribuída à idade.

MUDANÇA DE COMPORTAMENTO

Um dos principais cuidados nessa fase é observar alterações que fogem do padrão habitual do animal.

Mudanças no sono, apetite, disposição, interação ou comportamento podem estar relacionadas a problemas de saúde e precisam ser avaliadas por um veterinário.

“Chamamos de teimoso o cão que talvez não esteja ouvindo, de manhoso o que pode estar sentindo dor e de birrento o que está desorientado. Toda mudança de comportamento deve ser levada ao veterinário antes de virar traço de personalidade”, alerta Juliana.

A orientação é que os tutores acompanhem o animal de perto e registrem alterações percebidas no dia a dia. Essas informações podem ajudar o profissional a identificar mudanças que nem sempre ficam evidentes durante uma consulta.

A RELAÇÃO TAMBÉM MUDA

O envelhecimento não significa, necessariamente, que o vínculo entre cão e tutor esteja enfraquecendo.

O que muda é a maneira como essa relação acontece. Um animal que durante anos acompanhou a família em caminhadas, brincadeiras e outras atividades pode passar a apresentar limitações físicas ou sensoriais.

Nesse momento, a expectativa dos tutores também precisa ser revista.

“A família precisa deixar de esperar que o cão se adapte a ela e passar a se adaptar a ele. O cão não está ficando difícil, ele está vivendo com um corpo e uma percepção diferentes”, afirma a psicóloga.

Isso significa, por exemplo, compreender que um cão que já não consegue acompanhar um passeio longo pode continuar aproveitando a atividade de outra forma. O tempo fora de casa pode ser mais curto e respeitar o ritmo do animal.

“O passeio deixa de ser exercício e passa a ser presença, exploração, tempo de farejar sem pressa”, explica.

MUDANÇAS QUE AJUDAM

A adaptação da casa também pode contribuir para o bem-estar do cão idoso. Manter os móveis nos mesmos lugares, estabelecer horários mais previsíveis e oferecer um espaço tranquilo para descanso são algumas medidas que podem proporcionar mais segurança ao animal.

A convivência, entretanto, não precisa desaparecer. Brincadeiras, passeios e momentos de interação podem continuar fazendo parte da rotina, desde que sejam adequados às condições físicas do cão e às orientações do veterinário.

Preservar hábitos conhecidos também é importante. Sempre que possível, o animal deve continuar participando da vida da família, ainda que algumas atividades precisem ser modificadas.

A autonomia também deve ser respeitada. Permitir que o cão faça escolhas dentro de suas possibilidades e mantenha seus próprios rituais pode contribuir para preservar a qualidade de vida e o vínculo com os tutores.

MUDANÇAS NOS HUMANOS

A velhice do animal pode provocar mudanças emocionais não apenas no cão, mas também em quem convive com ele.

Segundo Juliana, é possível que os tutores experimentem o chamado luto antecipatório, caracterizado pelo sofrimento diante da percepção de que o animal está envelhecendo e de que a despedida, em algum momento, acontecerá.

Esse processo pode vir acompanhado de tristeza, preocupação, medo e cansaço. A rotina de cuidados também pode se tornar mais exigente conforme surgem limitações ou necessidades específicas.

“Quem cuida também precisa de espaço para falar do que sente, inclusive do cansaço e da tristeza”, afirma.

Reconhecer essas emoções pode ajudar a família a lidar de maneira mais consciente com a nova fase, sem transformar sentimentos como irritação ou culpa em motivo de julgamento.

CONVERSA PREVENTIVA

O acompanhamento veterinário se torna ainda mais importante à medida que o animal envelhece. Além de investigar mudanças de comportamento, as consultas permitem acompanhar as condições de saúde e discutir adaptações necessárias para a rotina.

Outro assunto que pode ser abordado previamente é o fim da vida. Para Juliana, conversar com o veterinário sobre possibilidades, cuidados e decisões antes de uma situação de crise pode diminuir a pressão emocional enfrentada pela família quando o momento chegar.

“Essa conversa não antecipa a morte. Ela protege o tempo que ainda resta”, conclui a especialista.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ultimamente, a Prefeitura tem anunciado forças-tarefa para enfrentar a... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/ultimamente-a-prefeitura-tem-anunciado-forcas-tarefa-para-enfrentar/474063/</link>
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				<description><![CDATA[Hannah Arendt - Política alemã

"Vivemos tempos sombrios, onde as piores pessoas perderam o medo e as melhores perderam a esperança”.

FELPUDA 

Ultimamente, a Prefeitura tem anunciado forças-tarefa para enfrentar a buraqueira que “invadiu” as ruas de Campo Grande. A iniciativa é bem-vinda. O problema é que, para quem circula pelas ruas, a situação continua praticamente a mesma. Um remendo aqui, outro ali, enquanto a buraqueira segue avançando pelos bairros. O prejuízo aparece longe das coletivas de imprensa: pneu estourado, suspensão danificada, motociclista no chão, trânsito mais lento etc e tal. No final, a conta vai para o contribuinte. Primeiro no imposto. Depois, na oficina. Pode?

Foto: Divulgação

O turismólogo Bruno Wendling, diretor-presidente da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul (Fundtur-MS) integra a prestigiada lista dos 100+ Poderosos do Turismo. Promovida anualmente pela Revista PANROTAS, a premiação é o reconhecimento dos profissionais que mais fazem a diferença, inovam e lideram o desenvolvimento da indústria turística no Brasil. Bruno Wendling também foi selecionado para integrar a seleta lista de dez homenageados do prestigiado Prêmio M&E – Trajetória & Legado no Turismo, organizado pela revista e portal Mercado & Eventos. Essa premiação inédita, entregue durante a feira Abav Expo, celebra apenas 10 nomes, empresas ou instituições que deixaram marca profunda e legado duradouro para o desenvolvimento da indústria de viagens no Brasil. Wendling foi o escolhido para a vertente de “Sustentabilidade & Responsabilidade no Turismo”, consolidando o trabalho de inteligência de dados, conservação e ecoturismo que ele desenhou para o Mato Grosso do Sul. Na foto acima, Bruno Wendling no dia em que recebeu a premiação da Mercado & Eventos, durante a feira da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav).

Fernanda Bertoni Strengari Passos, idade nova hoje - Foto: Arquivo pessoal

 

Taciana Veloso - Foto: Lu Prezia

De direita

Mato Grosso do Sul reelegeu o governador Eduardo Riedel e mais dois senadores da direita: Reinaldo Azambuja e Capitão Contar. Esses são do PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro. Azambuja e Contar vão se juntar a senadora Tereza Cristina (PP), também de direita e que foi ministra da Agricultura do governo de Bolsonaro.

Elas

Pela primeira vez na sua história política, Mato Grosso do Sul terá metade da bancada federal formada por mulheres. Mara Caseiro (PL), Rose Modesto (União Brasil), Camila Jara (PT) e Isa Marcondes (Republicanos) vão dividir com os homens a bancada de oito parlamentares.

Em dupla

Bolsonaristas até debaixo d’água, o deputado federal Rodolfo Nogueira (PL) foi reeleito e, por tabela, acabou elegendo a esposa Gianni Nogueira (PL) para deputada estadual. Rodolfo, conhecido como “gordinho do Bolsonaro”, explorou a sua amizade com o ex-presidente para ganhar votos. Já a Gianni gravou até vídeo com a Michelle Bolsonaro, pedindo votos.

Lambuja?

O ex-governador André Puccinelli (MDB), que gosta de provocação, afirmou que teria maior número de votos em relação ao também ex-governador Zeca do PT. Ele daria 15 mil votos de lambuja para o Zeca. Porém, o petista foi mais votado: teve 42.714 votos e André 40.602.

ANIVERSARIANTES

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Fernanda Bertoni Strengari Passos,
	Synara Miranda, 
	Olinda Beatriz (Bia) Trevisol Meneghini,
	Lisandra Rauanny Queiroz Alves, 
	Kátia Aparecida Locatelli, 
	Mariana Oliveira Mônaco, 
	Marcelo Santos Alves,
	Adilson dos Reis Rondon,
	Marlene Santana dos Santos, 
	Nilo Arashiro,
	Dagmar Alves,
	Iduméa Erotides de Rosa Silva,
	Kenzo Takushi,
	Feliciano Marcos de Brito,
	João Leme Cabral,
	Viviane Bueno Bergamo,
	Alcione Azevedo Errubidart,
	Dr. José Neder Júnior,
	Jackeliny Dalavale Higa,
	Dra. Renata Corona Zuconelli,
	Sebastião Arruda,
	Roselene de Almeida Moraes,
	Ivone Aparecida Hotta Perez, 
	Ary Sortica dos Santos Junior,
	Soraya Rezek, 
	Dra. Regina Lúcia de Almeida e Souza, 
	José Júlio Saraiva Gonçalves, 
	Selma Aparecida de Andrade Suleiman, 
	Rodrigo Razuk,
	Amanda Caroline Dias, 
	Marcos Aurélio da Rosa Barberis,
	Mariana Oliveira da Silva,
	Vanderlei Estelvio Michalski,
	Eduardo Silveira Camargo,
	Nilza Gomes da Silva, 
	Sonia Manoelina Campos Leite,
	Antônio Soares Diniz,
	Janaína Lopes Neves,
	Aline Emanuelle Acosta,
	Vanir Teodoro de Freitas,
	Jussara Vieira Fernandes,
	Eunice Leite dos Santos,
	Suely Godoy,
	Maura Simões Corrêa Neder Buainain, 
	Dra. Tânia Maria Cardoso Arima,
	Ivanilze Guimarães,
	Luiz Domingos Cardoso Capucci,
	José Lima Neto,
	Ercilio Manoel de Oliveira Neto,
	Fatimo Ormundo,
	Priscyla de Souza Lopes,
	Valdecir Costa Campos,
	Jarbas Milton Ribeiro,
	Fátima Lima,
	Keila Ocampos,
	Delma Rodrigues Silva, 
	Maria Peralta do Carmo,
	Fernando Lopes Pereira,
	Waldemar Oliveira Nunes,
	Carlos Henrique Novaes,
	Telma Vieira,
	José Basilio da Silva,
	Noeli Cardoso,
	Ana Maria Moreira,
	Rita de Cássia Mendes, 
	Dr. Oton José Nasser de Mello,
	Renata Garcia Arguello, 
	João Eduardo Contar,
	Dr. William Ivan Miyasato, 
	Erotilde Arguelho Oruê,
	Maria do Carmo Barbosa,
	José Marcos Vieira,
	Antonio Rodrigues,
	Mauro Pompeu Felice Moreira,
	Dra. Lúcia Helena da Silva,
	Iracy Lima Brito,
	Walter Bruno Sandre Melo,
	Tiobaldo Cardoso da Cruz,
	Fátima Eugênia Palhano,
	Dr. José Renato Mendes da Silva,
	Ricardo Schauberlay Dias Pereira,
	Cristiane Ajalas Viana,
	Ivan dos Santos Oliveira,
	Rafael Conte dos Santos,
	André Luis Ribeiro Duarte,
	Kime Temeljkovitch,
	Rosana Tinatsu Ono,
	André Luiz Mambelli,
	Luis (Vitorino) Bruno Caetano Fonseca, 
	Bruno Hindo Dittmar, 
	Dr. Claudiu Marciu Ferreira Pereira,
	Glauber Tiago Giachetta,
	Dorval Baptista Dallagnolo,
	Erivaldo Lima de Oliveira,
	Lígia Christiane Mascarenhas de Oliveira,
	Nilza Lemes do Prado,
	Ubiracy Dantas da Silva,
	Moacir dos Santos,
	Toni Roberto Brandão,
	Célia Regina Cavalcanti Mortari,
	Renato Iwai Ogata,
	Paulo Cesar Gonçalves,
	Giselle Barbosa Marques,
	Martha Cristina de Almeida,
	Luiz Claudio Ferreira,
	Fátima Oliveira Pereira.


Colaborou com Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Emagrecer não é só perder peso]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/emagrecer-nao-e-so-perder-peso/474040/</link>
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				<description><![CDATA[A redução do peso na balança não é suficiente para determinar se um tratamento contra a obesidade está sendo bem-sucedido.

Durante o processo de emagrecimento, especialmente com o uso de medicamentos incretínicos, como os análogos do GLP-1, também é necessário acompanhar o que está sendo perdido: gordura, músculo ou até mesmo massa óssea.

O alerta foi um dos principais pontos discutidos pelo nutrólogo Dr. Luiz Luna durante o Simpósio Satélite Momenta, que abordou o tema A Era do GLP-1: repensando o suporte ao músculo, osso e intestino na jornada de emagrecimento, realizado durante o Congresso Brasileiro de Nutrologia (CBN) deste ano, entre os dias 24 e 26 de setembro.

Segundo o especialista, os medicamentos de alta potência utilizados no tratamento da obesidade podem proporcionar perda significativa de peso, mas parte dessa redução pode ocorrer às custas de massa magra.

Por isso, a preocupação atual da medicina não está apenas em quanto o paciente emagrece, mas em como esse emagrecimento acontece.

“O problema não é só o paciente emagrecer, é como o nosso paciente vai emagrecer”, afirma Luna.

A preservação da massa muscular ganha importância porque o músculo está diretamente relacionado à funcionalidade, à força e à saúde metabólica.

A redução excessiva dessa estrutura pode trazer consequências para a autonomia do paciente e, de acordo com o nutrólogo, estar associada a desfechos desfavoráveis, inclusive cardiovasculares e cognitivos.

“Não tem muito sentido emagrecer sem checar a saúde óssea, a saúde muscular”, explica.

MASSA ÓSSEA

A relação entre músculo e osso foi outro ponto central da discussão. Durante o processo de emagrecimento, a redução de massa muscular pode ser acompanhada por alterações na saúde óssea. Luna resume essa relação de maneira direta: “Pouco músculo caminha de mãos dadas com pouco osso”.

O acompanhamento da massa óssea é especialmente importante porque, segundo o médico, marcadores de reabsorção óssea utilizados na avaliação desses pacientes podem indicar alterações durante o processo de perda de peso.

A preocupação aumenta quando há redução importante de massa muscular, já que a combinação pode elevar o risco de quedas e fraturas.

Em pacientes acima dos 60 anos, pode ocorrer a chamada obesidade sarcopênica, caracterizada pela presença simultânea de excesso de gordura e baixa quantidade de músculo. Nessa situação, a perda adicional de massa magra pode ter consequências ainda maiores.

Luna ressalta que a idade, por si só, não impede o uso de medicamentos incretínicos quando há indicação.

O tratamento, porém, precisa ser acompanhado de maneira cuidadosa. Para esses pacientes, o médico destaca a importância de avaliar regularmente a força muscular e composição corporal, inclusive por métodos como a bioimpedância.

“O idoso tem mais chance de perder massa magra”, afirma. Por isso, segundo ele, a utilização de medicamentos nessa população deve ser individualizada e acompanhada de perto.

TRATAMENTO

A possibilidade de perda muscular durante o emagrecimento não está restrita aos medicamentos. Luna explica que qualquer processo de restrição calórica pode provocar redução de massa magra, já que o organismo não consegue direcionar a perda exclusivamente para a gordura.

A utilização de medicamentos de alta potência pode potencializar essa perda, tornando ainda mais importante a adoção de estratégias para preservar o músculo.

Nesse contexto, dois elementos ganham destaque: exercício físico e alimentação adequada, especialmente a ingestão de proteínas.

Segundo o nutrólogo, pacientes que não estimulam a musculatura por meio de exercícios resistidos, como a musculação, e que não têm uma oferta proteica adequada tendem a apresentar maior perda de massa muscular.

O médico também cita a correção de deficiências nutricionais e, quando houver indicação profissional, o uso de suplementos com evidências científicas, como proteína e creatina, como parte do cuidado individualizado.

A avaliação da composição corporal deve acompanhar a evolução do tratamento. Para Luna, não basta observar o número apresentado pela balança. É necessário verificar periodicamente a quantidade de músculo e gordura e utilizar essas informações para orientar a progressão ou redução das doses dentro dos parâmetros estabelecidos para cada medicamento.

EFEITOS INTESTINAIS

Os medicamentos incretínicos podem reduzir a velocidade do trânsito gastrointestinal, o que faz com que sintomas como constipação sejam frequentes entre os pacientes.

O tratamento desse problema, entretanto, não deve ser igual para todos. Luna explica que existem diferentes tipos de constipação e que a estratégia precisa levar em consideração as características de cada paciente.

“Nem todo paciente constipado é tratado da mesma forma”, explica.

Uma das dificuldades está justamente no uso indiscriminado de fibras. Em determinados pacientes, a lentificação do trânsito intestinal pode fazer com que uma quantidade elevada de fibras provoque distensão abdominal e cólicas, em vez de simplesmente resolver o problema.

Além da constipação, o médico destaca a necessidade de acompanhar possíveis alterações na microbiota intestinal e outros sintomas gastrointestinais. Esses efeitos podem interferir na qualidade de vida e, em alguns casos, contribuir para que o paciente abandone o tratamento.

BONS HÁBITOS SÃO FUNDAMENTAIS

Apesar da expansão das terapias contra a obesidade, Luna explica que nenhum medicamento deve ser encarado como solução isolada. A base do tratamento continua sendo a mudança do estilo de vida, com alimentação adequada e aumento do gasto energético por meio da atividade física.

“O que a gente vê é o paciente nos procurando com esperança de que o remédio vai fazer milagre”, relata.

Para o nutrólogo, a abordagem da obesidade precisa ser multidisciplinar, já que a doença pode envolver diferentes fatores metabólicos, endocrinológicos, comportamentais e psicológicos.

Dependendo das características do paciente, podem participar do tratamento médico, nutricionista, educador físico e psicólogo.

Um exemplo é o chamado comer emocional, quando a alimentação aparece como resposta a sentimentos como tristeza ou ansiedade. Nesses casos, o acompanhamento psicológico pode ser fundamental para trabalhar o mecanismo que contribui para a manutenção da obesidade.

Luna compara o tratamento à construção de uma casa: antes do acabamento, é preciso construir a fundação. “A fundação é a mudança do estilo de vida”, resume.

DOENÇA CRÔNICA

Segundo o nutrólogo, um dos principais problemas do tratamento contra a obesidade ocorre quando o paciente encara o medicamento como uma intervenção temporária: emagrece, interrompe o uso e espera que o resultado permaneça automaticamente.

Para Luna, esse entendimento ignora a característica crônica da obesidade. Quando o tratamento é interrompido, o organismo pode voltar a favorecer o ganho de peso.

“Se o paciente para o tratamento, ele ganha peso”, afirma.

O médico defende que essa conversa aconteça desde a primeira consulta. O paciente precisa compreender a natureza crônica da doença e participar das decisões relacionadas ao tratamento.

Para ele, a chamada decisão compartilhada é um princípio fundamental: o profissional não deve simplesmente impor uma conduta, mas o paciente também não deve chegar ao consultório exigindo determinada medicação com base apenas em informações obtidas fora do acompanhamento médico.

A relação de confiança, segundo Luna, é particularmente importante porque muitas pessoas com obesidade chegam ao consultório depois de sucessivas tentativas frustradas de emagrecimento e carregam experiências de culpa e estigma.

“Esse paciente já vem sofrido”, diz. “A gente precisa acolher e conscientizar”.

NOVOS MEDICAMENTOS

O cenário da farmacoterapia da obesidade também está em transformação, com novas moléculas e combinações hormonais em desenvolvimento. Luna cita medicamentos que atuam em diferentes vias metabólicas e afirma que novas opções devem chegar ao tratamento da doença.

Ainda assim, ele ressalta que a chegada de novas terapias não muda o princípio básico do cuidado.

“Apesar de qualquer remédio que venha a aparecer, nada vai substituir o pilar básico, que é dieta e exercício”, afirma.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ex-cabecinha coroada parece não ter aprendido nada com os próprios tropeços...Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/ex-cabecinha-coroada-parece-nao-ter-aprendido-nada-com-os-proprios/474002/</link>
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				<description><![CDATA[Franklin Roosevelt - estadista americano


"As pessoas perguntam qual é a diferença
entre um líder e um chefe. O líder trabalha a descoberto,
o chefe trabalha encapotado. O líder lidera, o chefe guia”


Felpuda

Ex-cabecinha coroada parece não ter aprendido nadinha com os próprios tropeços de outrora, pois está enrolado novamente em atos que alguns gostam de definir como “pecado de alcova”. Desta vez, porém, o roteiro saiu do controle e o “melhor amigo” virou “desafeto declarado”. Aí, em meio ao caos familiar, o marido traído promete jogar, digamos, “m... no ventilador”. A “romântica história” ainda não ganhou as ruas, porque figurinha vem tentando resolver tudo debaixo do maior quieto. Há quem garanta que o tal Don Juan tupiniquim caiu do cavalo e rolou numa grota cercada de espinhos. Afe!



Nova data

O governador e o vice-governador eleitos neste ano tomarão posse no dia 6 de janeiro de 2027. Até então, isso ocorria no dia 1º de janeiro de cada ano. Em novembro de 2025, a Assembleia Legislativa de MS aprovou proposta de emenda constitucional.

Mais

O autor do projeto, deputado José Teixeira, apresentou justificativa de que o Congresso Nacional também havia aprovado, em 2021, uma emenda constitucional estabelecendo a data para todos os governadores e os vices assumirem os cargos. Assim sendo...

Neiba Ota e Múcio Marinho

Roberta Miranda

Sem essa

Aquelas figurinhas com currículos mais do que duvidosos e acostumadas a pegar carona nas tragédias ambientais das queimadas no Pantanal, promovendo vaquinha virtual em busca de grana para engrossar as contas pessoais, estão, digamos, “sem chão”. As chuvas chegaram mais cedo e as tais ameaças de grandes incêndios na planície pantaneira – pelo menos por enquanto – estão longe. A natureza agradece. É cada uma...

Mais cedo

O calendário deste ano vai mudar a data de pagamento da segunda parcela do 13º salário de milhões de trabalhadores. Isso porque o prazo tradicional, dia 20 de dezembro, cairá num domingo. Por isso, as empresas terão de antecipar o pagamento para sexta-feira, dia 18 de dezembro, último dia útil antes do vencimento. Dessa forma, o trabalhador deverá receber a segunda parcela do 13º antes da data tradicional.

"Pendurados"

O comprometimento de renda das famílias atingiu 49,9% em fevereiro, o maior nível da série histórica do Banco Central, iniciada em 2005. Segundo a CNC, os gastos das famílias com apostas cresceram 500% em três anos, e a entidade estima que a inadimplência associada às bets retirou R$ 143 bilhões do varejo entre janeiro de 2023 e março deste ano. Estudo do Ibevar, com a FIA, aponta as apostas como principal fator associado ao endividamento familiar, com impacto quase duas vezes maior que o dos juros e do crédito. Pode?

Aniversariantes

@@NOTICIA_GALERIA@@


	José Belga Assis Trad,
	Irenice Costa Corrêa,
	Leandro de Oliveira Ristow,
	Claudia Gouveia,
	Dr. João Jackson Duarte,
	Nori de Carvalho,
	Angelo José Bortoluzzi,
	Jorge Lopes Cáceres,
	Paulo Francisco Coimbra Pedra,
	José Rodrigues Dias,
	Antonio de Figueiredo Brito,
	Laura Rose Navarro Campos,
	Clair Regina de Souza,
	Ronaldo Serrou da Silva,
	Glaucy Stella Garcia de Andrade,
	Luciano Hofmann,
	Ana Cristina Fleitas Pereira,
	Paulo dos Santos Santiago,
	Izanélio José Rezende,
	Antonio Pereira Marques,
	Manuel Ferreira da Costa Moreira,
	Arildo Espindola Duarte,
	Edmilson Luchese,
	Tânia Lourdes Carneiro Cândido,
	Dra. Kátia Dutra do Souto de Arruda Alves,
	Angela Maria Oselane,
	Dr. Orcidney Aparecido Bissoli,
	Dra. Judith Amaral Lageano,
	Dr. Vaneli Fabrício de Jesus Gouliouras,
	Sônia Aparecida da Costa Moreira,
	Vanessa Hoffmann Boretti,
	Belkiss Galando Gonçalves Nantes,
	Stéfany Mendonza Duarte,
	Augusto Tinoco Barbosa Filho,
	Marlene Cândida Maneta de Jesus,
	Dr. Fernando José Barauna Recalde,
	Sônia Pereira da Silva Marques,
	Raquel Arakaki,
	Advaldo Barbosa Furquim,
	Cândido Ottoni,
	Geovani Luchiene Antunes Gadelone,
	Mario Marcio de Arruda,
	Neusa Maria Sobral,
	Rodrigo Barbosa de Oliveira,
	Elisângela Rossetto,
	Cleise Wolf Fedrizzi,
	Valmiro Nunes de Oliveira,
	Cláudio Henrique Bergamin Fabris,
	Ramona Gomes Jara,
	Carlito Araújo Gomes,
	João Martins Coelho,
	Silvana Frei Silva,
	Leila Brandão Monteiro,
	Osvaldo Jordão Secco Thomé,
	José Joaquim Sena de Jesus,
	Oswaldo Maciel Chama,
	Ludmila Lemes Nogueira,
	Jorge Tatsuo Miyashiro,
	Eduardo Henrique França,
	Almir José Felski,
	Mário Mitsuo Shiguematsu,
	Euleotero Corsino,
	Márcia Afonso Oliveira,
	Wilma Martins de Souza,
	Flaviano Ramos da Rosa,
	Gustavo Ribeiro Albres,
	Regina Hernandez Dibo Nacer,
	José Roberto Lima,
	Fabrina Bigaton,
	Maha Ali Tarchichi Hamie,
	Sílvia Pereira da Silva,
	Carla Rafaela Devechi,
	Lenira de Almeida,
	Vivianne Ramos,
	Palmira Tomikawa Tokeshi,
	Jeanne Saldanha dos Santos,
	Eliane Alves dos Santos,
	Oscar Ferreira Campos,
	Jorge Luiz Rolim,
	Jacob Nogueira Benevides Pinto,
	Maria Oly Paula de Freitas,
	Ana Karla Oliveira Souza,
	Fabricio Stivanelli Matheussi,
	Claudia Elisa Melo Hodgson,
	Cintia Couto,
	Paulo Tibana,
	Emilia Maria Cândido da Silva,
	Maria Bugosi,
	Clementino Ferreira Brites Filho,
	Elio Robalinho Pereira Junior,
	Nelson Paschoalotto,
	Rodrigo Vieira,
	Maria Herminia Rodrigues Kasecker,
	Ricardo de Melo Alves,
	Leila de Arruda Coelho,
	Danilo Vargas Junior,
	Márcio Alexandre da Guila Back,
	Chaiane Pereira da Silva,
	João dos Santos Pinheiro Filho,
	Melissa Azussa Kudo,
	Ricardo Mendes Miranda,
	Aracy Scaffa Chelotti,
	Juliana da Cruz Terra,
	Sirlene Acosta da Conceição Dezorzi,
	Elaine Brescianini Arantes da Silva,
	Paulo Cezar Santos do Valle.

]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 00:01:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[A energia do Tarô da semana entre 05 e 11 de outubro. Portal 10/10, movimento e transformação]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/a-energia-do-taro-da-semana-entre-05-e-11-de-outubro-portal-1010/473953/</link>
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				<description><![CDATA[Ás de Paus: quando a chama volta a acender

O Ás de Paus é um sinal verde. Esta carta surge quando o fogo criativo está pronto para ser canalizado para algo concreto  um projeto, um relacionamento, uma nova direção  e a energia que sustenta esse movimento é genuína, e não apenas fruto de uma expectativa.

Sem dúvida é uma carta extremamente poderosa, associada a êxito, ganho e conquista, que anuncia movimento em direção ao novo. Quando aparece, existe energia para fazer acontecer, entusiasmo para começar e uma sensação de que alguma coisa finalmente sai do lugar.

O Ás de Paus é a centelha que inaugura um ciclo. Traz a força de quem percebe uma oportunidade e sente que vale a pena apostar nela. É uma carta de iniciativa, coragem e impulso criativo, mas também de confiança: aquela sensação íntima de que existe uma possibilidade real de avanço.

Ela não fala apenas de começar, mas de começar com potência, disposição e desejo de chegar a algum lugar.

Na imagem criada por Pamela Colman Smith para o baralho Rider-Waite, uma mão surge de uma nuvem e oferece um bastão vivo, do qual já despontam folhas verdes. É uma imagem de força, potencial e começo.

E esse crescimento não é apenas uma metáfora: a carta anuncia algo vivo que chega até você, uma possibilidade que carrega em si a força de se desenvolver.

O que nascerá a partir dela, porém, depende do que você escolher fazer com essa energia. Toda chama precisa de combustível. Toda semente, de cuidado. E todo começo pede coragem para ser levado adiante.

E justamente por representar esse movimento de renovação, o Ás de Paus encontra um céu que também fala de mudanças, embora por um caminho mais profundo. Enquanto Vênus retrógrado em Escorpião convida a rever relações, valores e desejos, o Ás pergunta o que, depois de toda essa revisão, ainda merece ser escolhido. O que permanece vivo? O que ainda empolga?

E esse chamado encontra um céu particularmente intenso. A semana começa com Vênus retrógrado em Escorpião, movimento que coloca relacionamentos, desejos, valores e questões financeiras sob uma lente mais profunda.

Vênus entrou em retrogradação em 3 de outubro e permanecerá nesse movimento ao longo das semanas seguintes, convidando a rever sentimentos, escolhas afetivas e aquilo que realmente tem valor.

A carta traz fogo. Escorpião traz profundidade. O encontro dos dois sugere que aquilo que desperta agora não deve ser ignorado, mas também não precisa ser imediatamente transformado em ação.

O céu da semana fala de revisão; o Ás de Paus fala de renovação. Uma coisa não contradiz a outra. Pelo contrário. Às vezes, é justamente quando olhamos honestamente para o que ficou para trás que conseguimos descobrir para onde queremos ir.

Mercúrio também está em Escorpião e se aproxima de Vênus retrógrada, com uma conjunção exata na quarta-feira (7/10). É um aspecto que favorece conversas sobre sentimentos, desejos e assuntos que estavam guardados. Mas a profundidade escorpiana também pode tornar as palavras mais cortantes e as conversas mais carregadas de emoção.

Por isso, nesta semana, falar pode ser tão importante quanto saber quando ficar em silêncio.

O Ás de Paus não é uma carta de explicações intermináveis. Ele é uma carta de energia. Quando aparece, alguma coisa dentro de nós já sabe que precisa se mover. O desafio é não confundir impulso com urgência. Nem toda vontade precisa ser atendida imediatamente. Algumas precisam primeiro ser compreendidas.

Em uma leitura sobre o amor, o Ás de Paus indica uma conexão nova e estimulante, muitas vezes iniciada por uma forte atração física ou energética.

É aquela química que pode ser sentida antes mesmo de uma única palavra ser dita. A pergunta da semana é simples, embora nada fácil: você deseja essa pessoa ou a sensação que ela provoca?

Para quem já está em um relacionamento, essa carta costuma indicar o início de um novo capítulo: desejo renovado, uma viagem espontânea a dois, a decisão de começar uma família ou uma nova aventura compartilhada. A faísca é real.

O convite é agir sobre ela, em vez de pensar demais. Sob a energia do Ás de Paus, o amor pede movimento, não excesso de análise.

No trabalho, a carta favorece iniciativa, criatividade e a disposição para colocar algo em movimento. Pode surgir uma proposta, um projeto ou uma solução que mude a maneira de encarar uma tarefa. Nem todo começo chega como uma grande oportunidade: às vezes, nasce de uma ideia aparentemente pequena, mas com potencial para crescer.

Para quem pensa em mudar de área, iniciar um projeto ou apresentar uma ideia, a semana pode trazer o estímulo necessário para experimentar novas possibilidades.

Na carreira, o Ás de Paus fala de protagonismo. É, sem dúvida uma das cartas mais estimulantes que podem aparecer. Geralmente aponta para uma nova proposta de trabalho, uma ideia de negócio cujo momento finalmente chegou ou um projeto criativo com potencial concreto.

É a carta que aparece quando você está guardando uma ideia há algum tempo e, finalmente, recebe um sinal para colocá-la em prática. Pode ser uma proposta aprovada, um cliente que desperta entusiasmo ou um plano de negócio que começa a fazer sentido no papel.

Pode ser o momento de apresentar um projeto, retomar uma atividade criativa ou ocupar um espaço com mais confiança. Não significa necessariamente abandonar o que já existe, mas reconhecer onde há potencial de crescimento. Para quem trabalha com comunicação, criatividade, tecnologia ou conhecimento, uma ideia inesperada pode abrir uma nova possibilidade.

Financeiramente, o Ás de Paus é um bom presságio para uma nova fonte de renda ou para uma ideia com potencial financeiro. Esta não é uma carta sobre poupança passiva ou acúmulo lento, mas sobre uma ação inspirada capaz de gerar retorno.

Se você vem pensando em iniciar um projeto paralelo, lançar um produto ou investir em algo alinhado à sua paixão, a carta sugere que o momento é favorável. Existe energia disponível. A ideia tem potencial. O próximo passo é assumir o compromisso de colocá-la em prática.

Mas a carta representa o início do processo: primeiro surge a oportunidade, depois vêm o trabalho e a construção. Por isso, se aparecer uma possibilidade de ganhar dinheiro com algo que você sabe fazer bem, vale investigar seu potencial antes de descartá-la por parecer pequena.

Mais do que falar de conquistas externas, o Ás de Paus traz uma mensagem sobre vitalidade. Ele representa aquilo que volta a despertar interesse, curiosidade e vontade de experimentar. É a faísca que reacende o desejo de viver, criar, descobrir e se lançar ao novo. Afinal, para haver fogo, é preciso primeiro haver uma faísca.

A Lua Nova em Libra, que entra no sábado (10/10), reforça o tema dos novos acordos e das escolhas que buscam mais equilíbrio. Ao mesmo tempo, a tensão entre Vênus e Marte coloca frente a frente desejo e negociação, impulso e reciprocidade.

É nesse cenário que o Ás de Paus encontra o portal 10/10, ambos associados à energia dos recomeços. O 10/10 pode despertar uma vontade repentina de colocar em movimento aquilo que vinha sendo adiado. E o Ás representa justamente o desejo que ganha força e pede ação.

Pode ser um projeto, uma mudança na rotina, um novo hábito, uma relação ou até uma nova maneira de enxergar a própria vida.

Mas o fogo do Ás de Paus pede direção. Recomeçar não significa agir por impulso, e sim reconhecer o que ainda desperta entusiasmo e encontrar uma forma concreta de fazer isso crescer. O portal 10/10 pode marcar a passagem para um novo ciclo; o Ás de Paus acende a chama que dá início a ele.

O Ás de Paus não promete um caminho sem obstáculos. Ele oferece disposição para começar. E começar pode ser algo muito simples: retomar uma ideia, marcar uma conversa, apresentar um projeto, aceitar um convite ou finalmente deixar para trás aquilo que consome energia sem devolver sentido.

A coragem dessa carta não é barulhenta. É a confiança necessária para reconhecer aquilo que ainda desperta entusiasmo e dar a isso uma chance de crescer.

Nesta semana, observe o que desperta sua curiosidade. O que faz você imaginar possibilidades? O que, mesmo depois de algum tempo, continua pedindo sua atenção?

Talvez a novidade que se anuncia não esteja apenas no que acontece fora, mas na descoberta de que alguma coisa dentro de você voltou a querer movimento.

Dentro de cada pessoa existe uma centelha à espera de espaço para crescer e transformar desejo em movimento, coragem em ação e intenção em conquista. O Ás de Paus acende a primeira chama. O que vier depois dependerá de como você escolher alimentá-la.

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 04 Oct 2026 00:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Outubro Rosa: 5 situações em que a dor depois da mastectomia merece atenção]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/outubro-rosa-5-situacoes-em-que-a-dor-depois-da-mastectomia-merece/473954/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/outubro-rosa-5-situacoes-em-que-a-dor-depois-da-mastectomia-merece/473954/</guid>
				<description><![CDATA[O tratamento do câncer de mama chega ao fim, mas a dor nem sempre vai embora. A síndrome dolorosa pós-mastectomia costuma se manifestar como queimação, choques, formigamento e alterações na sensibilidade, e atinge uma parcela expressiva das mulheres operadas.

O Brasil deve registrar 78.610 novos casos de câncer de mama por ano entre 2026 e 2028, segundo o Instituto Nacional de Câncer e a maioria das pacientes passa por cirurgia.

Uma revisão sistemática publicada em 2025 no Journal of Plastic, Reconstructive & Aesthetic Surgery, que reuniu 91 estudos e 26.132 pacientes, estimou prevalência média de 41,8% de dor crônica após mastectomia e reconstrução mamária.

A causa mais frequentemente identificada é a lesão do nervo intercostobraquial, manipulado no acesso à axila durante a avaliação dos linfonodos, etapa necessária ao tratamento oncológico. A dor pode aparecer horas, semanas ou meses depois do procedimento.

No Outubro Rosa, o alerta também vale para o período após a cirurgia. "A paciente pode acreditar que a dor faz parte do processo e que precisa simplesmente conviver com ela. Mas quando o sintoma persiste ou muda de característica, é importante conversar com o médico, porque existem formas de tratamento", explica o Dr.

Jorge Luiz Andrade, médico anestesiologista, especialista em Dor e vice-presidente executivo da Unimed Nova Iguaçu.

1. A dor continua por mais de três meses

Uma dor que persiste ou retorna por mais de três meses após a cirurgia é considerada crônica e merece avaliação, principalmente quando interfere no sono, na movimentação ou nas atividades do dia a dia.

2. Surge uma sensação de queimação ou ardência

Queimação ou ardência no tórax, na axila ou no braço do lado operado pode estar relacionada a alterações nos nervos envolvidos na cirurgia e deve ser relatada ao médico.

3. A dor parece um choque ou uma fisgada

Sensações semelhantes a choques elétricos, pontadas ou fisgadas são características descritas em quadros de dor neuropática e podem aparecer espontaneamente ou durante determinados movimentos.

4. Um toque leve passa a provocar dor

Quando o contato da roupa ou outro estímulo que normalmente não causaria desconforto passa a provocar dor, pode haver alteração na sensibilidade da região. Formigamento e dormência também são sintomas que merecem atenção.

5. O desconforto começa a limitar a rotina

Evitar movimentar o braço, ter dificuldade para dormir ou deixar de realizar atividades habituais por causa da dor são sinais de que o quadro já está afetando a qualidade de vida e precisa ser investigado. A limitação do movimento, quando se prolonga, pode levar a rigidez de ombro e contribuir para o agravamento do linfedema.

"Descrever a dor ajuda muito na avaliação. Saber onde ela aparece, há quanto tempo, se é uma queimação, um choque ou uma pontada e se existe alteração de sensibilidade são informações importantes para identificar o tipo de dor e definir o tratamento", afirma o especialista.

O cuidado começa antes da cirurgia

A anestesiologia participa do controle da dor antes, durante e depois do procedimento, e diferentes estratégias podem ser utilizadas para melhorar a recuperação. A diretriz de prática clínica publicada em janeiro de 2026 na revista Anesthesiology, da American Society of Anesthesiologists, recomenda fortemente o uso de bloqueios de plano fascial para reduzir a dor e a necessidade de opioides nas primeiras 24 horas após a mastectomia, considerando as características de cada paciente e procedimento.

Para as mulheres que desenvolvem dor persistente, o tratamento é individualizado e pode combinar medicamentos, procedimentos para controle da dor, fisioterapia e reabilitação.

"Dor depois da mastectomia não deve ser normalizada. Se ela persiste, interfere na rotina ou apresenta características diferentes do desconforto esperado no pós-operatório, vale buscar avaliação para entender a causa e tratar", completa o Dr. Jorge.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 03 Oct 2026 17:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Entrevista exclusiva com o ator Caio Mutai]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/entrevista-exclusiva-com-o-ator-caio-mutai/473950/</link>
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				<description><![CDATA[Raspar as laterais do cabelo para acrescentar uma camada punkrock a um vampiro foi uma das últimas descobertas de Caio Mutai na construção de Yukun, personagem de “Furnas Fundas: Uma Fábula Gótica Brasileira”. Em cartaz nos cinemas desde 17 de setembro, o longa mostra uma das faces mais transformadas do ator, que, quase simultaneamente, viu outro trabalho atravessar fronteiras: “AYÔ” passou por festivais em Berlim e Nova York, ampliando a circulação internacional da produção.

Os dois projetos colocam Caio diante de registros e experiências bastante diferentes. Se em “Furnas Fundas” a construção de Yukun passou pela busca de um comportamento que transitasse do mais animalesco ao mais humano, além de uma transformação física descoberta também no próprio set, “AYÔ” apresenta outro momento de uma carreira que vem alternando cinema, séries e teatro.

Realizados anteriormente, os trabalhos ainda colocaram o ator diante de uma característica inevitável do audiovisual: o intervalo entre fazer e finalmente ver uma produção chegar ao público.

“Para uma pessoa ansiosa como eu (risos), é bom ocupar a cabeça com novos trabalhos. Acho que o melhor caminho que eu tenho pra poder lidar com essa espera é simplesmente não esperar. Entregar o meu trabalho e esquecer. O restante já não é trabalho meu: como vai lançar, quando, se alguém vai gostar ou não.”

A estratégia, admite, funciona melhor na teoria. “Embora eu acredite em tudo isso aí que falei, funciona mesmo? Mais ou menos (risos). Eu ainda fico extremamente na expectativa e sofro horrores, mas eu juro que tento.”

Em “Furnas Fundas”, Yukun representa uma das imagens mais diferentes que Caio já apresentou ao público. Segundo vilão de sua carreira, o vampiro nasceu de um processo que combinou referências que o ator já carregava, preparação corporal, improvisações e descobertas feitas durante as próprias filmagens.

“O que sempre esteve muito claro no roteiro era a relação dos três vampiros entre si. Como cada um era individualmente, fomos construindo ao longo da preparação. Eu sempre consumi filmes, livros e histórias sobre essa temática. Quando peguei o papel, também reli e revisitei muito material sobre.”

A preparação levou os atores a experimentar extremos antes de encontrar as particularidades de cada personagem.

“Na preparação, fomos de A a Z, do mais animalesco ao mais humano, experimentando no corpo todas as sensações que teríamos no filme, experimentando as cenas em improvisos e descobrindo as particularidades dessas relações e dessas personalidades.”

O ator Caio Mutai é a Capa do Correio B+ desta semana, e em entrevista ao Caderno, ele fala sobre estreias, carreia e planos.

O ator Caio Mutai é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Fabio Audi - Diagramação: Denis Felipe
Por: Flávia Viana

As descobertas continuaram no set, quando figurino, maquiagem, dentes e locação deram outra dimensão aos personagens. Foi também nesse momento que Caio sugeriu uma mudança no visual de Yukun.

“Inclusive visualmente, no primeiro dia de set, onde pude sugerir raspar as laterais do meu cabelo e me deixar com aquele visual punkrock. Yukun ganhou uma outra camada de estranheza.”

A possibilidade de experimentar universos e comportamentos diferentes é um dos aspectos que mais atraem Caio na profissão. Para ele, porém, o desafio não depende necessariamente de o personagem estar muito distante de quem ele é.

“Muitas coisas me divertem nesse ofício, mas acho que depende. Gosto dos desafios. Não posso negar que é realmente divertido poder explorar o que seriam sensações e sentimentos de um vampiro sedento por sangue ou um robô que começa a questionar as próprias diretrizes de sua criação, mas poder explorar os limites de uma psique mais próxima à minha também pode ser extremamente desafiador.”

Enquanto “Furnas Fundas” evidencia essa busca pela transformação, “AYÔ” vive outro tipo de expansão. A passagem por festivais em Berlim e Nova York colocou o projeto diante de novos públicos e profissionais, mas Caio evita transformar essa circulação em previsão sobre os próximos passos da carreira.

“Eu acredito, pautado em experiências próprias, que qualquer trabalho lançado, é trabalho visto. Sempre alguém importante pode te assistir, que vai lembrar de você, que vai te procurar mais pra frente e quem sabe te agraciar com um convite, um teste ou pelo menos uma indicação. Mas não acho que seja mensurável, não.”

A trajetória de Caio também inclui uma atuação pública em torno da representatividade amarela. Ele reconhece que assumir essa discussão pode fazer com que um artista passe a ser procurado repetidamente para falar sobre raça, mesmo quando deseja ser reconhecido por outras dimensões de seu trabalho.

“Com certeza, mas no final das contas penso que vale mais a pena levantar a bandeira do que a inércia. Se eu precisar ser a pessoa que vai ser procurada apenas por isso, sei que a próxima geração talvez não precise. De toda forma, adoraria me aproveitar das batalhas ganhas também.”

O ator afirma já ter enfrentado limitações profissionais relacionadas à sua origem e recorda um episódio ocorrido em 2015, quando havia sido escolhido para seu primeiro papel no audiovisual. O personagem seria um jovem que descobria a paixão pelo balé clássico, mas mudanças posteriores na trama fizeram com que a dança deixasse de fazer parte de sua história. Segundo Caio, ele acabou substituído porque não se encaixaria com os atores escolhidos para viver os pais do personagem.

“Sim, eu perdi meu primeiro papel numa novela exatamente por ser amarelo. E sabe o que é mais interessante? Sei que pelo menos dois personagens foram escolhidos a partir de ‘match’ comigo, mas ninguém foi trocado. Só eu.”

Para 2027, Caio já prepara novos lançamentos no audiovisual e também o retorno aos palcos em uma superprodução de teatro musical, a ser revelada em breve. E, quando pensa nos personagens que ainda gostaria de viver diante das cortinas, e não das câmeras, aparecem nomes como Jean Valjean, de “Les Misérables”, Phantom, de “O Fantasma da Ópera”, e Jesus e Judas, de “Jesus Christ Superstar”.

Já no audiovisual, o ator ainda quer avançar por territórios que experimentou pouco. “Tem muitos gêneros que eu gosto e pude experimentar pouco. Acho que para o cinema/séries eu ainda quero muito poder fazer algum vilão/serial killer/psicótico, como um Hannibal Lecter, Coringa e coisas nesse espectro. Também adoraria explorar mais o território do SCI-FI, Cyberpunk, robôs, IAs, como Blade Runner, THX, Matrix.”

Entre os trabalhos que agora encontram o público e os novos projetos que começam a se desenhar para 2027, Caio prefere não transformar cada lançamento em uma projeção sobre o próximo passo da carreira. “Prefiro celebrar o trabalho já realizado e continuar buscando os próximos. Um bom agente, boas relações e trabalhar bem. Não tem segredo.”

O ator Caio Mutai é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Fabio Audi - Diagramação: Denis Felipe
Por: Flávia Viana

 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 03 Oct 2026 16:30:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Conheça os sinais da fase sênior dos cães]]></title>
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				<description><![CDATA[O focinho ficou grisalho, as horas de sono são mais longas, a dificuldade para subir no sofá ou a ausência na porta quando alguém chega são indícios que o pet já não é o mesmo de alguns anos atrás.

Para a psicóloga Juliana Sato, especialista em vínculo humano-animal e luto pet, a chegada do envehecimento também provoca mudanças na relação entre o cão e sua família. “Esse reconhecimento raramente é gradual. Ele costuma vir de repente, a partir de um detalhe. Nesse instante, a família entende que o tempo passou, e isso mexe com ela”, explica.

Observe mudanças de comportamento antes de atribuir tudo à idade

Na fase sênior, alguns cães ficam mais quietos e seletivos no contato, enquanto outros passam a procurar mais os tutores. Irritabilidade, ansiedade, isolamento e maior dependência também podem aparecer. Antes de interpretar essas mudanças como características da idade ou da personalidade, porém, é importante investigar suas causas.

“Chamamos de teimoso o cão que talvez não esteja ouvindo, de manhoso o que pode estar sentindo dor e de birrento o que está desorientado. Toda mudança nova de comportamento deve ser levada ao veterinário antes de virar traço de personalidade”, aponta Juliana.

Entenda que o vínculo muda, mas não precisa enfraquecer

Para a especialista, a chegada da velhice não significa necessariamente um enfraquecimento do vínculo. A relação apenas muda. O cão que durante anos acompanhou a família em passeios, brincadeiras e outras atividades pode passar a ter limitações, e os tutores precisam rever as expectativas.

“A família precisa deixar de esperar que o cão se adapte a ela e passar a se adaptar a ele. O cão não está ficando difícil, ele está vivendo com um corpo e uma percepção diferentes”, afirma.

Adapte a rotina sem deixar de lado os momentos de convivência

Horários mais previsíveis, móveis mantidos no mesmo lugar e um espaço tranquilo para descanso ajudam a dar segurança ao animal. Passeios e brincadeiras também podem continuar, respeitando seus limites e as orientações do veterinário.

“O passeio deixa de ser exercício e passa a ser presença, exploração, tempo de farejar sem pressa”, diz Juliana.

Conheça os sinais da fase sênior dos cães - Divulgação

Observe e registre alterações para levar ao veterinário

O acompanhamento veterinário é fundamental nessa etapa, mas a família também tem um papel importante na prevenção. Observar mudanças no sono, no apetite, no humor e nos hábitos e levar essas informações para as consultas ajuda a identificar alterações que nem sempre são percebidas de imediato.

Olhe também para quem cuida

Outro ponto pouco discutido é a preparação emocional dos tutores. O envelhecimento pode trazer um chamado luto antecipatório, quando a família começa a sentir a perda do cão que ele era, mesmo com o animal ainda presente. O cansaço de quem cuida, as preocupações e até a culpa por sentir irritação também podem fazer parte desse processo.

“Quem cuida também precisa de espaço para falar do que sente, inclusive do cansaço e da tristeza”, afirma Juliana.

Preserve a autonomia e os rituais do cão

Para preservar a qualidade de vida e o vínculo, a orientação é respeitar a autonomia do animal sempre que possível, permitindo que ele faça escolhas, mantenha seus rituais e continue participando da rotina da família, ainda que de outra maneira.

Quando o assunto é fim de vida, conversar com o veterinário antes de uma situação de crise também pode ajudar a família a tomar decisões com mais tranquilidade.

“Essa conversa não antecipa a morte. Ela protege o tempo que ainda resta”, conclui Juliana.

 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 03 Oct 2026 15:30:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Galinha Pintadinha: do acaso no YouTube à tela grande, 20 anos depois]]></title>
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				<description><![CDATA[Há vinte anos, ninguém precisava apenas mandar um link. Era necessário explicar o que aconteceria depois do clique. Quando Juliano Prado e Marcos Luporini terminaram o primeiro vídeo da Galinha Pintadinha, em 2006, queriam apresentá-lo a produtores de televisão.

Juliano não conseguiria estar na reunião em São Paulo e a alternativa seria mandar o material de Campinas por motoboy. Resolveu experimentar uma novidade chamada YouTube. “Você vai clicar aí e vai passar um vídeo direto no seu browser”, lembra ele, rindo hoje da explicação que parecia necessária naquele momento.

O vídeo foi mostrado e não interessou ao canal. Juliano perguntou se já podia apagá-lo e ouviu que sim. Não apagou. O que aconteceu depois transformou aquela pequena desobediência digital em uma das histórias mais improváveis do audiovisual brasileiro. O público encontrou a Galinha antes que a indústria percebesse que havia alguma coisa acontecendo ali.

Vieram novos clipes, uma primeira tiragem de mil DVDs — quantidade que os dois já considerariam uma vitória se conseguissem vender —, distribuição nacional, produtos licenciados, outras plataformas, outros países e gerações inteiras de crianças.

Duas décadas depois, a personagem chega a um território que, de certa maneira, parecia muito mais distante em 2006 do que o próprio YouTube: a tela do cinema. Galinha Pintadinha: O Filme estreia em 1º de outubro celebrando os 20 anos de uma personagem que nasceu digital antes mesmo do termo fazer parte da nossa rotina e chega ao cinema depois de sobreviver não apenas à passagem do tempo, mas a uma transformação completa na maneira como crianças assistem, escolhem e repetem aquilo de que gostam.

Juliano gosta de lembrar que o primeiro vídeo surgiu quase no final da era do VHS, quando o DVD ainda não estava na casa de todo mundo e não existia iPhone. Naquele momento, produzir para a internet não parecia uma estratégia de futuro.

“Era um mercado meio marginal. Não era televisão, não era cinema, não era TV a cabo, não era nada. Só que estava acontecendo por ali”, lembra. E estava mesmo.

A Galinha Pintadinha cresceu até se tornar uma das propriedades infantis brasileiras de maior alcance, atravessando plataformas, idiomas e países sem deixar de permanecer sob o controle de seus criadores.

Juliano Prado e Marcos Luporini continuam à frente da marca por meio da Bromelia Produções, numa trajetória pouco comum em um mercado no qual propriedades de sucesso frequentemente acabam absorvidas por grandes conglomerados. Mais curioso ainda é perceber que a Galinha não precisou permanecer exatamente a mesma para continuar reconhecível.

Marcos conta que nem mesmo o visual hoje imediatamente identificável surgiu pronto. A personagem foi sendo construída por várias mãos, como costuma acontecer na animação. A primeira pessoa a pintá-la de azul foi a artista Ana Paula Indalêncio. As pintinhas, a forma e os demais elementos foram sendo refinados ao longo dos anos.

“Não somos o Maurício de Sousa da Galinha Pintadinha”, diz Marcos, justamente para ressaltar essa construção coletiva. Ainda assim, reconhece nele uma referência inevitável para qualquer pessoa que trabalhe com animação no Brasil. A simplicidade do desenho, as cores chapadas e a facilidade de identificação fazem parte dessa tradição. Hoje bastam uma galinha azul, bolinhas brancas e uma crista vermelha para que uma criança saiba quem está vendo.

Mas talvez a verdadeira força da personagem não esteja apenas no desenho. Está na música. Desde o começo, o projeto se apoiou no cancioneiro popular brasileiro, repertório que Marcos considera uma das grandes riquezas culturais do país. São músicas que chegaram até nós atravessando décadas — algumas, séculos — antes mesmo de dependerem de qualquer registro audiovisual. “Imagina o que é para uma música não ser esquecida sem precisar ser escrita”, diz.

                 Divulgação

A Galinha Pintadinha acabou funcionando como uma nova ponte para esse repertório. Pais e avós reconheceram músicas da própria infância enquanto as crianças passaram a conhecê-las pelo YouTube, pelo DVD, pelo streaming e, agora, pelo cinema. Essa talvez seja uma das razões de a marca ter adquirido algo que seus criadores definem hoje como uma característica transgeracional.

“O avô canta, o tio canta, a música já é isso. E agora a Galinha tem 20 anos”, observa Juliano. Ele já percebe adolescentes e adultos dizendo que querem assistir ao filme, mesmo quando precisam brincar que vão “pegar uma criança emprestada” para justificar a ida ao cinema.

A geração que conheceu os primeiros vídeos cresceu e alguns já levam os filhos. Isso cria para a Galinha Pintadinha uma situação curiosa: seu público principal continua se renovando rapidamente porque crianças pequenas crescem e deixam aquela fase, mas a personagem começa a acumular também a memória afetiva de quem já passou por ela. “Por 20 anos, a gente passou aquela barreira em que acabou a novidade e acabou a Galinha”, diz Juliano.

O cinema talvez seja a maior prova disso. A ideia de fazer um longa não surgiu de repente. O projeto levou cerca de cinco anos, e os criadores dizem que esperaram até sentirem que a marca e eles próprios haviam alcançado maturidade suficiente para enfrentá-lo. Havia ainda um risco que queriam evitar. “A gente não queria fazer um filme oportunista, só pegar e dar uma arremessada nas coisas que já tem”, diz Juliano.

Transformar pequenos clipes musicais em uma narrativa capaz de sustentar pouco mais de uma hora exigia reaprender a trabalhar com personagens que durante anos funcionaram perfeitamente em poucos minutos.

A experiência mais próxima havia sido o teatro, mas sua linguagem também era completamente diferente. O filme precisava ser, de fato, um filme, e precisava manter a atenção de uma geração que nasceu cercada por múltiplas telas, vídeos curtos e escolhas instantâneas.

Talvez por isso seja especialmente simbólico levar a Galinha para uma sala escura onde a experiência volta a ser coletiva. Juliano vê justamente aí um dos encantos do cinema para crianças: elas estão diante de uma única história, em um espaço concebido para a imersão e cercadas por outras pessoas vivendo a mesma experiência.

Visualmente, a mudança também é grande. A personagem deixa o universo essencialmente 2D e chega ao longa em animação 3D. Marcos admite que o processo traz limitações completamente diferentes. Em 2D, se é necessário um castelo, desenha-se um castelo.

No 3D, é preciso construí-lo: modelagem, textura, detalhes, luz. Ainda assim, considera essa transposição um dos grandes méritos do filme. “Você olha e vê o personagem 2D ali em 3D, com textura, tudo. Acho que é um dos trunfos do projeto.”

A equipe evitou, porém, uma estética que aproximasse demais o filme de um videogame. Juliano explica que buscaram uma linguagem que também dialoga com o stop motion, inclusive na maneira como os personagens se movimentam e são enquadrados. A escolha faz parte de uma decisão maior: encontrar uma identidade própria em vez de tentar competir visualmente com aquilo que os grandes estúdios internacionais fazem.

Marcos é direto sobre isso. Para ele, entrar numa disputa para fazer algo simplesmente parecido com uma grande produção da Pixar não faria sentido. “É uma luta muito desigual. Não é inteligente. Então vamos pelo nosso caminho.”

E o caminho escolhido também aparece na história. No longa, a Galinha Pintadinha e o Galo Carijó esperam o nascimento de seu primeiro filho. Uma troca de ovos faz o Pintinho Amarelinho acabar no ninho do Gavião, enquanto outro filhote chega à família da Galinha.

Antes de chegar a essa ideia, muita coisa foi considerada. Uma das possibilidades era usar uma criança que atravessaria um portal para entrar no universo da personagem. O problema, segundo Marcos, era que naquele momento o cinema parecia viver “um surto de portais”. Descartaram.

A inspiração para a troca dos ovos veio de um lugar surpreendentemente adulto. Marcos se lembrava de reportagens sobre bebês trocados em maternidades e da pergunta que sempre lhe vinha ao assistir àquelas histórias: como duas famílias voltavam a viver normalmente depois de criar, durante algum tempo, o filho uma da outra? “Você está ligado para sempre com aquela criança. Não tem mais jeito. E tem outra família que cuidou do seu filho.”

Dentro de uma aventura infantil, essa premissa permitiu falar de diferenças, aceitação, cuidado e pertencimento sem transformar o filme em uma aula. “Dá para falar de diferença, dá para falar de aceitação, dá para falar de várias coisas”, explica Marcos.

Juliano destaca outra preocupação: manter a própria Galinha no centro da ação. Pode parecer óbvio num filme que leva o nome dela, mas não é tão simples quando existe um universo cheio de outros personagens. Para os criadores, era importante que ela não fosse apenas alguém cercada por personagens que resolvessem os problemas em seu lugar. É a maternidade que a coloca em movimento e, ao longo da aventura, também a transforma.

Há humor, música e personagens familiares, mas existe uma camada emocional que conversa de maneira diferente com os adultos que acompanham as crianças. Para quem viveu recentemente o nascimento de um filho, observa Juliano, algumas dessas emoções estarão especialmente próximas.

O longa chega ainda num momento quase perfeitamente coreografado. Ao mesmo tempo em que a Galinha Pintadinha completa 20 anos e estreia no cinema, uma área temática dedicada à personagem acaba de ser inaugurada no Beto Carrero World. São projetos independentes, desenvolvidos durante quatro ou cinco anos, que acabaram chegando ao público praticamente juntos. “Se a gente tivesse contratado a NASA, talvez não desse tão certo”, brinca Marcos.

Ele diz que, neste momento, prefere pensar no filme como celebração. Já existe interesse do mercado em novas possibilidades para esse universo visual, inclusive uma eventual série, mas os criadores parecem menos interessados em anunciar os próximos 20 anos do que em desfrutar os primeiros. “Agora a gente está pensando mais nas férias mesmo. Celebrar e tirar férias.”

Talvez tenham direito. Afinal, houve um tempo em que o sonho era vender mil DVDs. Agora, Juliano e Marcos chegam a uma sala de cinema e encontram crianças, adolescentes e adultos diante de uma galinha azul que, por muito pouco, poderia ter desaparecido quando alguém disse que aquele vídeo já podia ser apagado.

No fim da entrevista, pergunto a Marcos se, depois de ouvir as mesmas músicas durante duas décadas, ainda é possível escutá-las realmente como música ou se o “pó pó pó” já se instalou definitivamente em alguma parte do cérebro. Ele lembra da sessão recente, quando as canções tocavam enquanto o público entrava na sala. “Me traz um prazer imenso ouvir as músicas”, responde. “Eu não consigo enjoar delas.”

Vinte anos depois, talvez essa seja uma das explicações mais simples para tudo: eles ainda gostam da Galinha. E o público também.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 03 Oct 2026 13:00:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Tudo como era antes  só que pior]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/tudo-como-era-antes-so-que-pior/473923/</link>
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				<description><![CDATA[Estou lendo o livro “Lacerda: Coração de Tempestade”, de Mário Magalhães, há uma semana. Todas as noites leio de 20 a 30 páginas do volume que fica na minha cabeceira. É o primeiro tomo de uma história instigante que se passa nas décadas de 1914 a 1955. Fala sobre o envolvimento do pai de Lacerda, Maurício, na política brasileira e relata uma série de acontecimentos naquele Brasil cingido por paixões febris, revoltas tenentistas, cabeças quentes e discursos que pareciam incendiar as esquinas.

É inevitável a comparação e a percepção de um paradoxo desconcertante. A tecnologia avançou um século. Cruzamos dados na velocidade da luz, criamos inteligências artificiais capazes de emular a voz humana e carregamos supercomputadores no bolso. No entanto, o nosso comportamento tribal parece ter retrocedido aos tempos mais obscuros da velha República.

O que está acontecendo com as pessoas? Nas últimas semanas, o que se convencionou chamar elegantemente de “guerra de narrativas” transformou o cenário eleitoral em um pântano de ruídos e distorções explícitas. Mas, ao contrário dos comícios históricos que arrastavam multidões pela curiosidade ou pela revolta, o efeito atual na alma do cidadão comum tem sido o anestésico. As pessoas estão cansadas.

A desinformação industrializada não serve apenas para fazer alguém acreditar em uma mentira; sua função mais perversa é fazer com que as pessoas deixem de acreditar em qualquer verdade. Diante do bombardeio, o cérebro desliga para se proteger. Silenciam-se os grupos de mensagens, muda-se o canal de televisão, desvia-se o assunto no almoço de domingo. A apatia que vemos nas ruas não é ausência de civilidade, é exaustão mental.

Cem anos atrás, a mentira política dependia da perna curta do boato de boca em boca. Hoje, ela tem alcance global instantâneo e ganha fã-clube. Não há mais o pudor do desmentido. Se a ficção atende aos interesses da nossa “tribo”, nós a adotamos como brasão.

Maurício, Lacerda e seus contemporâneos sabiam que a política era o palco do conflito humano. Mas eles disputavam o destino do País com palavras, ideias e, sim, muita virulência. O que testemunhamos hoje não é paixão política; é um canibalismo digital que esvazia o debate e adoece quem assiste.

Caminhamos pela modernidade tecnológica com os mesmos instintos primitivos daqueles que viam fantasmas no início do século passado. Talvez o maior desafio desta eleição não seja decidir quem irá governar, mas sim como resgatar a nossa capacidade coletiva de respirar, discernir e, acima de tudo, voltar a confiar.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 03 Oct 2026 08:15:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Numa demonstração de nenhuma habilidade política, prefeito de cidade do... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/numa-demonstracao-de-nenhuma-habilidade-politica-prefeito-de-cidade/473882/</link>
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				<description><![CDATA[Sérgio Cruz - Poeta de MS

"As dores sem cura são as que doem menos;ao menos é o que sinto, depois de tanto sentir”.

FELPUDA 

Numa demonstração de nenhuma habilidade política, prefeito de cidade do interior de MS resolveu barrar 
o colega de um município vizinho no trio elétrico durante carreata. Para não deixar dúvida sobre a intenção, mandou retirar até a escada de acesso ao trio. O colega, mesmo com intervenção de outros políticos, perdeu a carona. Dizem que o prefeito apenas teria atendido um candidato. Seja como for, o episódio mostrou que há quem consiga transformar festa de aliado em demonstração de mesquinharia. E sai de baixo...

De olho

A Polícia Federal não está para brincadeira. Chegou, chegando no pessoal de MS, que nos últimos dias estava circulando com muita grana, certamente para compra de voto. Os deputados estaduais Marcio Fernandes e Lídio Lopes foram alvos de operação da PF,  além de outros candidatos sem mandato. Essa gente!...

Nem pensar?...

Nos bastidores, conversa é que a votação dos petistas na disputa para deputado federal será direcionada aos candidatos do partido. Isso mostra que o vereador Marcos Trad, mesmo sendo aliado do PT, deverá contar apenas com os votos dos seus eleitores para chegar a Câmara dos Deputados. Dos petistas, dizem, nem pensar.  A conferir.

Alertas

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está enviando notificações oficiais pelo aplicativo e-Título. Os alertas orientam eleitores a consultar o local de votação, manter o aplicativo atualizado e acessar informações e serviços eleitorais, além de contribuir para evitar a desinformação. O envio de notificações continuará durante o período eleitoral, inclusive em caso de 2º turno. A medida busca estabelecer canal direto e seguro de comunicação com o eleitorado.

É hoje

Por conta da realização do primeiro turno das eleições, a Caixa Loterias antecipou para este sábado (3) os sorteios previstos para domingo (4). Com a mudança, apostadores terão até as 19h (MS) de sábado pararegistro dos jogos. Já o Bolão Caixa continuará disponível até as 19h45 (MS), exclusivamente pelo aplicativo e pelo portal Loterias Caixa. Os sorteios ocorrerão a partir das 20h (MS).

Viva a vida!

Fotos: Studio Vollkopf

Em plena forma e estimada que só, a professora Maria Elisa Naglis comemorou seus 80 anos cercada pelo carinho de familiares e amigos. A noite especial aconteceu na Casa Park Home Restrô e foi marcada pela alegria e descontração dos convidados, embalados por animado grupo árabe de dança. Na abertura do elegante convite, estava o seguinte texto: “A vida é um dom do Criador e merece ser desfrutada com gratidão, amor, alegria, entusiasmo e esperança resiiliente!” 



ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@

SÁBADO (3)


	Dr. Ruben Figueiró de Oliveira,
	Beatriz Brites Mondadori, 
	Osmar Luiz Belin,
	Marcílio de Souza Silva, 
	Dannrley Maik Soares Balbuena,
	Adelcio de Souza,
	Cláudia Maria de Melo Hamana,
	João Candido Alves de Souza,
	Lindalva Carvalho Collante,
	Rosaria Escobar Freire, 
	Claudimor João Dal Pasqual,
	Luiz Justino Leal,
	Antonio Naglis,
	Adriana de Souza Gomes,
	Terezinha de Moraes Ribeiro,
	Walter Ferreira de Oliveira Filho,
	Savio Moral Rezuth,
	Bruno Terence Romero e Romero Dias,
	Sônia Maria Jim,
	Delcindo Afonso Vilela,
	Vera Maria Chaves Panete Lago,
	Giselle Maiolino Simioli,
	Alexandre Coutinho Souza,
	Rosana Cláudia Gonçalves,
	Maria Abdo Saddi, 
	Evaldo Garcia Ferreira,
	Alcir Nogueira Coelho,
	Armando Alves Corrêa,
	Viviane Tereza Castro Ferreira,
	Ênio Duarte Machado,
	Boanerges Campos Pacheco,
	Virginia Moreira,
	José Luiz Gonçalves dos Santos,
	Adenir Bertoni,
	Maristela Zapata,
	Luiz Mauro Corrêa,
	Rui Alves de Souza,
	Ana Paula Ribas dos Santos,
	Marli Tulu,
	Neder Emilio Coenga,
	Alessandra Rivas Paes,
	Varico de Paula,
	Zenilda Gregório de Souza,
	Catarina de Azevedo,
	Rosângela Xavier de Jesus,
	Juliana Cardoso Viana,
	Maria de Fátima Dantas de Araújo,
	Lilian Rita de Almeida,
	Ricardo Prata Chacha,
	Maria Célia Tôrres Alvim,
	Pedro Monteiro Teixeira,
	Dr. Luiz Felipe Terrazas Mendes, 
	Mônica da Silva Corrêa,
	Haroldo Conde de Almeida,
	Renata Fonseca Xavier,
	Tereza Cristina Alvin,
	Maria Carolina de Almeida,
	Maria do Socorro Vilela Barbosa,
	Sandro Noburo Shirado,
	Terezinha Camposano,
	Márcia Regina Gonzaga Alves,
	Vilma Marcos da Silva Ortega,
	Jurandir Francisco de Araújo,
	Dr. César Augusto Toledo,
	Antonio Eduardo Pagliuso Ascencio,
	Luciane Terezinha Zanchet Vieira,
	Priscila Wrbieta Ferezin,
	Ricardo Pedra Lourenço,
	Jaqueline Villa Gwozdz Rodrigues,
	Silvia Lechuga Capriata Nunes,
	Lucimar Cristina Gimenez Cano,
	Letícia Cerutti Facco,
	Emilio Winckler Novaes.


DOMINGO (4)


	Dra. Elizabeth de Albuquerque Furlani, 
	Lássara Regina Lessonier, 
	Daniela Correa Basmage, 
	José Eduardo Lugli Filho (Zé Du),
	Valter Masuzo Yasunaka, 
	Dra. Geny Nacao Ishikawa, 
	Maria Ignacia Ferreira Morettini,
	Venâncio Hokama,
	Antonio Assis dos Santos,
	Gilmar da Fonseca,
	Francisca Martins Fagundes,
	Jiuliano Torres de Almeida,
	Joe Assis Ton,
	Waldir José de Queiroz, 
	Huanderson Francisco da Silva,
	Thalita Sposito, 
	Rosimeire Leal, 
	Rosalba Daúde Santomo, 
	Luiz Foletto, 
	Air Marin Junior, 
	Caroline Godoy Larson,
	Milton Borges Ortiz,
	Jussara Adelaide Coló,
	José Carlos Gomes,
	Sofia Maciel Sousa Chaves Moreira, 
	Felipe Pacheco Swerts, 
	Dr. Ramiro Alberti Filho,
	Cristiane Belinati Garcia Lopes,
	Jorge Antônio Sanches,
	Wilson Ferreira da Cunha,
	Francisco Vanderley Mota,
	Luiz Benedito da Costa,
	Wanderley Dias Cardoso,
	Sílvia Rafaela Silva,
	Francisco dos Santos,
	Nadir Alves Barbosa,
	Eduardo Henrique de Oliveira,
	Emily Chagas de Arruda,
	Enize Mazarelo Carvalho,
	Evandro Ferreira Abreu,
	Wandir de Albuquerque,
	Eunice Almeida Benevides,
	Maria Lúcia Ribeiro,
	Ilton Aparecido de Assis,
	Jary Pavão Rodrigues,
	Francisco Sampaio,
	Celso Ferreira Weis,
	Maria de Lourdes Cerzósimo,
	Neyla Ferreira Mendes,
	Waléria Flôres Coimbra,
	Lisandra Verde Selva,
	Rosa Maria Gaya,
	Abigail do Valle Pereira,
	Mario Oshiro, 
	Dr. Helder Souto, 
	Merle Cafure,
	Francisco Andrade Nabhan,
	Dr. Neudes Ribeiro Cardoso,
	Keysli Osório Castilho,
	Leila de Oliveira Saffe,
	Wilson Olsen Junior,
	Luiz Carlos dos Santos,
	Mendel Moisés Glachman,
	Waldemar Perez Júnior, 
	Erika Fujimoto Fagundes, 
	Maria Cristina dos Santos,   
	Zélia Nakazone Teruia,
	Geanete Sayd Zaions,
	Carlos Alberto Gomide,
	João Oliveira Barros,
	Milton Oliveira Mendes,
	Maria Inêz Monteiro,
	Zahr Ahmad Salim Salem de Amorim,
	Larissa Gomes,
	Maria Terezinha Brandão Abdo,
	Carla Andréia Schweig,
	Cleomara Batista Arantes Izzo,
	Oceanide Dib Rolim,
	Edilson Barzotto.


Colaborou com Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 03 Oct 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Fim de semana terá shows, teatro e exposição de artes em Campo Grande, agradando a diversos públicos]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/fim-de-semana-tera-shows-teatro-e-exposicao-de-artes-em-campo-grande/473847/</link>
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				<description><![CDATA[O primeiro fim de semana de outubro chega a Campo Grande com uma programação cultural diversificada, que ocupa teatros, espaços públicos, centros culturais e casas de shows. Entre as opções estão o início da Mostra Cerrado Abierto, espetáculos infantis, exposição de artes visuais, apresentações musicais e noites dedicadas ao rock.

A agenda também reúne atividades para diferentes faixas etárias, desde a programação voltada às crianças até shows e eventos destinados ao público adulto. Confira os principais destaques.

CERRADO ABIERTO

A Mostra Cerrado Abierto – Fazendo arte com crianças de ontem, de hoje e de amanhã começa nesta sexta-feira e segue até o dia 9, com 15 atrações entre dança, teatro, circo, contação de histórias, oficinas, intervenções e brincadeiras. A programação é gratuita e reúne artistas e grupos de Mato Grosso do Sul, São Paulo e Goiás.

FOTO: GIL DOUGLAS

MOSTRA CERRADO ABIERTO

Programação segue até o dia 9, com 15 atrações entre dança, teatro, circo, contação de histórias, oficinas, intervenções e brincadeiras

Em uma edição especial chamada “Cerradinho”, a mostra propõe uma relação entre arte e infância a partir do brincar. A ideia é que crianças e famílias não sejam apenas espectadoras, mas participem das experiências, utilizando o corpo, os objetos, a memória e a imaginação como formas de criação.

Hoje, a programação começa pela manhã, com a oficina-instalação “Pés de Vento”, da Cia Dançurbana, na Emei Maria de Lourdes Vieira Castoldi. À tarde, na Escola Gappe, o grupo paulista Zumb.boys realiza a oficina “Jeito Zumb.boys”, seguida da apresentação de “Mané Boneco”.

A programação aberta ao público começa amanhã. Às 15h, o Teatro de Arena do Horto Florestal recebe “Mané Boneco”, do Zumb.boys. A intervenção parte do tradicional brinquedo brasileiro Mané Gostoso, boneco de madeira com braços e pernas articulados por cordões, para criar uma experiência que mistura dança, memória e brincadeira.

Às 15h30min, a palhaça Mixirica, personagem interpretada pela artista sul-mato-grossense Kelly Figueiredo, realiza um cortejo pelo Horto. A proposta é transformar o deslocamento pelo espaço em uma experiência de brincadeira, com movimentos, dança e interação com o público.

A mostra continua durante a semana, com apresentações da Cia Dançurbana, Circo do Mato, Ateliê do Gesto, Renda que Roda e Lagartixa na Janela, além de oficinas e atividades relacionadas às culturas indígena e popular.

O encerramento será no dia 9, no Centro Cultural José Octávio Guizzo, com oficina de grafismo indígena, contação de histórias e uma roda de danças populares brasileiras.
Todas as apresentações contarão com intérprete de Libras.

TEATRO INFANTIL

Amanhã, às 16h, o Sesc Teatro Prosa recebe “A Fabulosa História do Guri-Árvore”, do Grupo Fulano di Tal, que também integra a programação do Cerrado Abierto. A peça acompanha os irmãos Abílio e Palmiro, que encontram em um quintal um conjunto de objetos aparentemente sem utilidade.

A partir desse material, os personagens encontram uma espécie de dispositivo de memórias que os conduz à história de Bernardo, o Guri-Árvore. A montagem reúne referências da literatura e da cultura de Mato Grosso do Sul, incluindo personagens associados ao universo de Manoel de Barros, além de nomes como Lídia Baís, Wega Nery e Maria da Glória Sá Rosa.

O espetáculo utiliza teatro de objetos para aproximar o público infantil de uma ideia central da obra de Manoel de Barros: a possibilidade de transformar aquilo que parece pequeno, inútil ou banal em matéria de imaginação.
A classificação é livre e os ingressos gratuitos ficam disponíveis pela plataforma Sympla.

EXPOSIÇÃO

A Galeria Wega Nery, no Centro Cultural José Octávio Guizzo, abre hoje, às 19h, a exposição “O que permanece em nós?”, do artista visual Wendel Fontes. A abertura terá apresentação do grupo Vozmecê.

A mostra reúne 21 pinturas e uma instalação sonora produzidas ao longo de aproximadamente três anos. As obras partem de cenas cotidianas, fotografias, imagens de filmes e referências encontradas na internet para construir representações em que memória, infância e imaginação se misturam.

Crianças aparecem nas pinturas em situações de brincadeira, descoberta e introspecção. A infância, no entanto, não é apresentada apenas como lembrança nostálgica. As obras utilizam perspectivas distorcidas, sobreposições, objetos deslocados e cores intensas para criar situações em que realidade e ficção se confundem.

A instalação sonora também trabalha com a ideia de memória. Uma árvore seca de aproximadamente 2,5 metros recebe latinhas de alumínio penduradas nos galhos, em referência à brincadeira do telefone sem fio.

Por meio da instalação, o público poderá ouvir relatos de pessoas idosas sobre suas memórias de infância.
A exposição permanece aberta até o dia 30. A programação educativa terá visitas guiadas e oficinas de construção de imagem poética amanhã e nos dias 10, 17 e 24, das 14h às 17h.

MÚSICA

Hoje, o Teatro Dom Bosco recebe o cantor e compositor Dani Black, às 20h, com a turnê “Uma Cidade Chamada Eu Mesmo – O Maior Coral da Cidade”.

O espetáculo parte de dois momentos da trajetória do artista: o lançamento do álbum “Uma Cidade Chamada Eu Mesmo” e a experiência que ganhou repercussão nas redes sociais, quando Dani Black convidava pessoas nas ruas para cantar sua música “Muda Tudo” em formato de coral.

Na apresentação, a plateia assume o papel desse coral, acompanhando o artista em canções do novo álbum, músicas conhecidas de sua carreira e faixas inéditas preparadas para a turnê. Dani Black estará acompanhado por músicos, tocando violão e guitarra.
Os ingressos estão disponíveis pelo Sympla.

Ainda hoje, o Blues Bar recebe a banda Blaymorphed, especializada em repertório do Pearl Jam. O grupo realiza duas apresentações, hoje e amanhã, a partir das 20h. A programação inclui músicas como “Alive”, “Black”, “Jeremy” e “Even Flow”.

Amanhã, a Cervejaria Canalhas promove uma noite dedicada ao nu metal, com apresentações do System of a Down Cover Brasil e da banda Nu Metal Cover, em tributo ao Korn. O evento começa às 19h e reúne músicas de diferentes fases dos dois grupos.

ESPETÁCULO INFANTIL

O Teatro Glauce Rocha recebe hoje, às 19h, o espetáculo “Multiverso do Sonhar”. A montagem voltada para toda a família reúne personagens conhecidos do universo infantil, como Mickey, Minnie e Pateta, além de referências a “Toy Story”, “Frozen” e heróis da Marvel.

A história combina música, dança e humor em uma narrativa sobre amizade, coragem e a capacidade de acreditar nos sonhos. Os ingressos estão disponíveis pelo Sympla.

TERROR CINEMATOGRÁFICO

Para quem prefere cinema, o Sesc Teatro Prosa exibe hoje “A Praga”, dirigido por José Mojica Marins, o Zé do Caixão. O filme foi lançado em 2021 e acompanha Juvenal e Mariana, um jovem casal que encontra uma mulher durante uma viagem.

Depois de fotografá-la, Juvenal é atingido por uma maldição e passa a conviver com uma ferida que precisa ser alimentada com carne crua. A partir daí, a narrativa acompanha a transformação da vida do personagem, entre delírio e violência.

A sessão tem entrada gratuita, mediante retirada de ingressos pelo Sympla, e classificação indicativa de 16 anos.

CINEMA

O Shopping Campo Grande também reúne opções de lazer durante o fim de semana. Entre elas está o Adoleta Jump Park, instalado no estacionamento próximo ao Detran. O espaço ocupa 1.600 metros quadrados e reúne 22 atrações, entre circuito de obstáculos, rampas, escorregadores e estruturas para escalada.

A atração é indicada para pessoas a partir de 2 anos e funciona de terça-feira a sábado, das 16h às 22h, e aos domingos, das 16h às 21h. Os ingressos custam a partir de R$ 49,90.

Outra opção é a Arena Transformers, voltada para crianças de 2 a 13 anos. O espaço reúne piscina de bolinhas, escorregadores, cama elástica e estruturas infláveis inspiradas nos personagens da franquia.

A atração funciona de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 12h às 22h. Os ingressos variam conforme o tempo de permanência.

Já o Cinemark tem entre os lançamentos da semana “Verity”, adaptação do livro de Colleen Hoover, e “Digger”, além de outros filmes em cartaz. Horários, classificações e ingressos devem ser consultados na programação do cinema.

ENCONTRO DELAS

Amanhã, o “5º Encontrinho da Isa” reúne mulheres em Campo Grande para uma tarde com música ao vivo, DJ, conversas e atividades de integração. O evento acontece das 15h às 22h e foi criado com a proposta de aproximar mulheres interessadas em fazer novas amizades.

A programação inclui banda ao vivo, DJ, mimos e outras atividades. A participação é exclusiva para mulheres e não exige que as participantes já façam parte da comunidade ou conheçam alguém antes do evento.
Os ingressos estão disponíveis pelo Sympla.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 09:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Para colocar ponto final nas tretas com o ex-governador Reinaldo Azambuja... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/para-colocar-ponto-final-nas-tretas-com-o-ex-governador-reinaldo/473791/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/para-colocar-ponto-final-nas-tretas-com-o-ex-governador-reinaldo/473791/</guid>
				<description><![CDATA[Cecília Meireles - Escritora brasileira

"Em toda a vida, nunca me esforcei por ganhar nem me espantei por perder. A noção ou o sentimento da transitoriedade de tudo é o fundamento mesmo da minha personalidade”.

FELPUDA 

Para colocar ponto final nas tretas com o ex-governador Reinaldo Azambuja, o Capitão Contar revelou a participação decisiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, antes de ser preso. Por ser militar, Contar lembrou da disciplina nos quartéis de obediência e cumpriu as ordens de Bolsonaro para fazer as pazes com Azambuja e acabar de vez com as quedas de braço, mesmo “não se gostando”. No final, os dois selaram parceria na campanha eleitoral pela disputa das duas vagas ao Senado. Vamos ver no que vai dar...



Sem tempo

O senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT) não fizeram campanha em cinco Estados. Um deles é MS. Flávio esteve aqui na pré-campanha, quando participou da abertura da Expogrande. Outros Estados não visitados:  Tocantins, Rondônia, Acre e Espírito Santo.

Elas

O candidato a governador pelo PT, Fábio Trad, prometeu reservar 70% das secretarias para mulheres. Seria um feito histórico. Mas, para isso acontecer, ele precisa combinar,  muito bem combinado, com o eleitor para assumir o governo de MS. Senão...

 Amigas desde sempre: Marisa Serrano e Maria Aparecida Bueno - Foto: Arquivo Pessoal

 

Lázaro Ramos - Foto: Lu Prezia

Renovação?

Nos bastidores, persiste a conversa de que se confirmada a tendência do eleitorado, como indicaram as pesquisas realizadas para consumo interno dos partidos, a renovação será significativa. Assim, muitas “caras novas” deverão surgir no cenário político de Mato Grosso do Sul. Como diria vovó, parafraseando o genial poeta Vinicius de Moraes: “Que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure...”

Sonho meu...

A “velha guarda” da política de Mato Grosso do Sul sonha em poder voltar, e com tudo, para Assembleia Legislativa.Isso com a eventual eleição de Londres Machado, o mais antigo de todos, André Puccinelli e também Jerson Domingos. Há quem garanta que eles não querem muitas coisas não, mas só o comando do Poder Legislativo. Londres já presidiu Assembleia por 12 anos e Jerson por 8 anos. Sei não...

Sem lei seca 

Neste domingo (4), a maior parte do país, incluindo Mato Grosso do Sul, não terá proibição estadual à venda  de bebidas alcoólicas no primeiro turno das eleições. A restrição vale em sete estados: Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Maranhão, Pará e Piauí. Até agora, Ceará e Roraima ainda não definiram se vão adotar a medida.Em Goiás e no Tocantins, parte dos municípios terá proibição.  A lei seca eleitoral não é lei federal. Cada estado decide se adota a proibição. 

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Dr. Joenildo de Sousa Chaves, 
	Dra. Sandra Georges Sleiman Gomes, 
	Roneu Moreira Brum, 
	Eva Maria Cesar Oliva,
	Fernando Veríssimo Baruta, 
	Gilson José Portes da Silveira,
	Dr. Elson Yamasato,
	Otávio de Souza Escobar,
	Jorge Alberto Caravajal Leite,
	Hedil Amado Felicio,
	Wanderley Herculano Olive,
	Abelardo Teixeira Fraga,
	Walter Pereira dos Santos,
	José Raphael Fernandes Lins, 
	Thiago e Silva Teruya,
	Laércio Vendruscolo, 
	Ana Paula do Souto de Arruda Alves, 
	Henrique Xavier, 
	Samuel de Arruda Farias, 
	Dra. Ester dos Anjos Oliveira 
	de Moraes,
	Dra. Maithê Vendas Galhardo, 
	Dr. Marcio Vieira Recalde, 
	Kenia Pereira Ifran,
	José Ivanir Ribeiro Durães,
	Gilberto Fleuri Stefanelo,
	Lucas Junot Dutra Morisson,
	Alfredo Antunes Soares,
	Jamil Rossetto Schelela, 
	Antenor Balbinot Filho,
	Arcendina Oliveira Silveira,
	Carlos Eduardo de Souza Xavier,
	Cristian Queirolo Jacob,
	Durval Nunes da Silva,
	Allan Oliveira Gutemberg,
	Marta Maria Drumond,
	Dalcia Rodrigues da Silva,
	Eduardo de Paula de Souza,
	Angela de Jesus Santana,
	Edward de Figueiredo Cruz,
	Mario Pasini,
	Nelson Teruya,
	Paulo Sergio Fluninhan,
	Elias Torres Barbosa,
	Dra. Maria Auxiliadora Loschi, 
	Dr. José Carlos Carrato,
	Priscila Papasidero, 
	Ely Dias de Souza,
	Evaldo Rodrigues Patricio,
	Henrique João Ruas Pereira 
	Coelho,
	Jader Roberto de Freitas,
	Ana Lúcia de Carvalho,
	José Vander Lopes Batista,
	Leandro de Souza Godoy,
	Marcel Marques Santos,
	Patrícia Senedes,
	Marcelo Fernandes 
	de Carvalho,
	Mateus Bortolás,
	Orlando Cesar Costa,
	Pedro Ricardo da Silva,
	Rafael Cavazzoni Lima,
	Enio Villanova Torres,
	Renato Chagas Corrêa da Silva,
	Leontina Barbosa Alegre,
	Angela da Silva Dias, 
	Fabiano Espíndola Pissini, 
	Camila Corrêa de Souza,
	Elias de Araujo Alencar,
	Francisco de Paula Ribeiro,
	Munir Jorge,
	Vânia Maria Brum,
	Antonio Rodrigues Neto,
	Marisa Júlia Coutinho,
	Angela Maria Perez Donega,
	Carmélio José dos Santos Filho,
	Moysés Almeida Victório,
	José Vieira Lopes,
	Claudionor Teixeira,
	Angela Regina Bobadilha,
	Marco Aurélio Cardoso,
	Marilene Machado da Silva,
	Rosana Alves Correia, 
	Angela Glória da Silva,
	Luciene Aparecida Ferreira,
	Andréia de Oliveira,
	Jonas Pereira de Souza Neto,
	Raimunda Rosa de Lima,
	Milton Rodrigues Pereira,
	Dr. Aguinaldo Pereira de Nadai,
	Henry Harfuch,
	Valdir Martinelli,
	Ana Lucia Laburu,
	Dr. Edvardes Carmona Gomes,
	Maria Yolanda de Castelo Branco,
	Raul Pertuzzatti,
	Alcindo Ribeiro Vilela,
	Rondinelio Corrêa de Gouveia,
	Werner Hugo Dreyer,
	Jeanete Bittencourt Maia,
	Adair Martins Torres,
	Marlene Oliveira Cunha Gregol,
	Solange Pereira Queiroz Nantes,
	Odair Serrano de Oliveira,
	Paulo César de Arruda,
	Welder Souza Mongelli,
	Alexandre Alves Herculano,
	Valdelice Sueli dos Santos,
	Carolina Bergo Domingues.


Colaborou com Tatyane Gameiro
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["Digger", que chega aos cinemas, põe Tom Cruise na disputa pelo Oscar]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/digger-que-chega-aos-cinemas-poe-tom-cruise-na-disputa-pelo/473766/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/digger-que-chega-aos-cinemas-poe-tom-cruise-na-disputa-pelo/473766/</guid>
				<description><![CDATA[Digger Rockwell, o magnata fictício que empresta seu nome ao novo filme de Alejandro González Iñárritu (Birdman), é uma figura tão excêntrica quanto detestável.

Bilionário dono de uma petroleira que está em sua família há gerações, ele se torna responsável por um desastre ambiental sem precedentes – e se vê na posição de responder à catástrofe, que ameaça ceifar vidas em vários países.

É um papel bem distante daqueles a que o público se acostumou a ver Tom Cruise interpretar, já que nas últimas duas décadas ele priorizou seu lado astro de ação em filmes como “Top Gun: Maverick” e a franquia “Missão: Impossível”.

Em “Digger”, o ator de 64 anos atua sob várias camadas de próteses e maquiagem, assume um sotaque carregado e alterna entre momentos de exagero e contenção, em um dos grandes trabalhos de atuação de sua carreira.

“Eu nunca vi e muito menos tive o privilégio de viver um personagem como este no cinema. Nunca vi um personagem assim”, diz Cruise em conversa com jornalistas, com a presença do Estadão.

“É lindo; é muito rico poder criar um personagem como este”, completa, antes de estender um de muitos agradecimentos a Iñárritu, sentado ao seu lado.

Com estreia hoje nos cinemas, o filme coloca o astro na corrida para o Oscar, apesar da recepção mista da crítica especializada.

Ele tem na estante uma estatueta honorária, recebida em 2025 por conta de suas contribuições à indústria cinematográfica, mas nunca foi premiado pela Academia por suas atuações, embora já tenha sido indicado três vezes.

“Ele é sempre generoso; uma pessoa que trabalha há 46 anos com os maiores diretores e chegava todos os dias com entusiasmo e generosidade”, afirma o cineasta mexicano ao comentar a parceria com Cruise, também produtor do longa.

“Sua força e seu talento são tais que ele é como um pianista ou um violinista à frente de uma orquestra; ele carrega o ritmo e o rigor”, acrescentou, antes de definir o ator como o “santo milagreiro” responsável por um dos momentos cruciais do longa: um monólogo de 10 minutos, cujo teor não será discutido aqui para evitar spoilers.

Tom Cruise e Riz Ahmed em “Digger”, filme que estreia hoje nos cinemas do Brasil - Foto: Diuvulgação / Warner

“Documentário do futuro”

“Digger” é um daqueles filmes que devem ser vistos com o mínimo de informações possível. Mas não fere esta premissa dizer que ele faz uma sátira afiada da sociedade americana e de suas elites, personificadas tanto em Digger Rockwell como nos dirigentes políticos – em particular, no extravagante presidente Compson, interpretado com maestria por John Goodman.

É com ele que Digger precisa trabalhar para lidar com o desastre iminente: após uma explosão em uma de suas plataformas, localizada na Groenlândia, um grande iceberg se desprende e começa uma trajetória rumo à Europa, com potenciais consequências catastróficas para as quais Digger é alertado pelo dr. Ganesh (Riz Ahmed).

Iñárritu, começou a trabalhar no longa quando filmava “O Regresso” (2015), que renderia a Leonardo DiCaprio seu primeiro Oscar.

Ele interpretava um homem em uma dura jornada durante um inverno rigoroso; em certos momentos das filmagens, porém, a equipe deparou-se com locações sem a neve e o gelo que seriam esperados para aquela época do ano.

“A Terra está com febre e nós vivenciamos isso”, recorda o cineasta, referindo-se às mudanças climáticas.

Ele e a corroteirista Sabina Berman então iniciaram um processo de escrita, para pouco depois se depararem com notícias de que petrolíferas estavam interessadas em explorar possíveis reservas no Ártico, tornadas mais acessíveis com o degelo causado, justamente, pelas mudanças climáticas.

“[Esses empresários] optaram por não ver a realidade, por conta de um único interesse; então vimos a possibilidade de encontrar um personagem que vai de não enxergar a realidade a ter que se deparar com ela”.

Eles só não contavam que o noticiário os alcançasse tão rapidamente. “A realidade começou a nos ultrapassar, por mais que esticássemos a imaginação. Foi muito angustiante, era como se estivéssemos fazendo um documentário do futuro”, diz.

Em uma coincidência que parece ter sido roteirizada, em agosto uma petroleira americana desembarcou equipamentos na Groenlândia sem autorização, provocando mal-estar com autoridades do território, alvo do interesse do presidente americano Donald Trump.

“‘Digger’ tem o tom do mundo em que vivemos; são temas muito sérios, mas que vemos todos os dias com um tom satírico, absurdo; manipulado por pessoas que nos dizem que está tudo bem, mas nós sabemos que não está”, resume Iñárritu.

Para Cruise, a produção não aponta dedos, embora guarde muitas conexões com a vida real. “Ele ergue um espelho diante de nós, para que possamos refletir com um ótimo humor”, diz o astro.

Entusiasta das salas de cinema, ele espera que os espectadores assistam ao filme para formarem suas opiniões. “Quero que o público tenha sua própria experiência, que cada um saia com o seu ponto de vista. Eu amo filmes que nos permitam ter essas conversas juntos”.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Tem candidato prometendo o que não pode cumprir e, pior, sem nem... Leia na coluna de hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[George Bernard Shaw - escritor irlandês

"A vida é uma pedra de amolar: desgasta-nos ou afia-nos, conforme o metal de que somos feitos”.

FELPUDA

Tem candidato prometendo o que não pode cumprir e, pior, sem nem saber para que serve o cargo que disputa. O roteiro é conhecido: deixam o escrúpulo em casa, capricham nas promessas mirabolantes e oferecem o paraíso em troca do voto. E o País segue esperando o milagre dos “vendedores de sonhos”. Se metade do que se promete saísse do papel, o Brasil seria outro. Saúde ao alcance de todos, menos violência, impostos que não sufocassem quem produz e quem consome. E, de quebra, o fim da roubalheira. Mas tal qual papagaio, como se sabe, tudo só se repete...

Em falta

Convertido a esquerda e candidato a governador pelo PT, Fábio Trad, parece contar apenas com apoio dos petistas. Os milhares de votos que já o elegeram deputado federal, dizem por aí, evaporaram.

Mais

As pesquisas indicam os índices médios do PT em relação as eleições anteriores. A expectativa de Fábio era “engordar” a sua votação com apoio do eleitorado de origem. É esperar para ver.

Divulgação/Andre Lorenzoni

No próximo sábado (3), às 16h, será apresentado o espetáculo infantil “A Fabulosa História do Guri-Árvore”, inspirado no universo poético de Manoel de Barros. A montagem é do Grupo Fulano di Tal e tem classificação livre. Ela propõe uma viagem pela imaginação a partir de objetos encontrados num quintal, tendo em cena os irmãos Abílio, interpretado por Douglas Moreira, e Palmiro, vivido por Edner Gustavo. Ao explorarem os objetos espalhados pelo espaço, eles encontram uma Geringonça Desreguladora de Memórias, responsável por conduzi-los à história de Bernardo, o Guri-Árvore. O espetáculo tem como local o Sesc Teatro Prosa e os ingressos estarão disponíveis pela plataforma Sympla.

Nerone Maiolino Junior, comemorando idade nova hoje - Foto: Guilherme Molento

 

Fátima Trad Martins, que hoje está aniversariando - Foto: Arquivo pessoal

Vai ou racha?

A temporada de chuvas se aproxima, e Campo Grande já conhece o “roteiro”. Quando a água encontra asfalto deteriorado, o buraco cresce, outro aparece, a boca de lobo entope e o problema se multiplica. Se a operação tapa-buraco não apresentar resultado agora, antes das chuvas mais fortes, a conta será ainda maior depois. A cidade não precisa de mais anúncio de força-tarefa. Necessita de ruas recuperadas e prestação de contas sobre o que foi feito. É o mínimo que se espera do poder público, pois é a população que paga a conta.

Empurrãozinho

A candidatura da deputada Mara Caseiro para uma cadeira na Câmara federal, abriu grande espaço para o seu colega Lídio Lopes tentar a reeleição. Eles dividem a mesma base eleitoral: região do extremo sul do Estado. Mara é de Eldorado e Lídio de Iguatemi. A distância de uma cidade para outra é de 34 km. Lídio ainda tem esperança de “beliscar” alguns votinhos dos eleitores que simpatizam com a sua esposa, a prefeita Adriane Lopes.

Só rezando...

“Rendido à polarização, o Supremo pede reza: Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por seus magistrados, supremos pecadores, agora e na hora da morte do tribunal. Amém. A campanha foi de um extremo ao outro. Estava dominada pelo escândalo do Master, com os candidatos tentando grudar Daniel Vorcaro um no outro. De repente, a festa das astronautas deu lugar ao voto religioso. E só se fala de Nossa Senhora Aparecida...” (Josias de Souza  - coluna do Uol).

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Nerone Maiolino Júnior, 
	Fátima Trad Martins, 
	Olga Maria Benevides, 
	Nayara Lummy Arashiro de Lima,
	Hyllen Suemi Monteiro Tomari, 
	Dra. Eulália Ribeiro Meloti Brandão,
	José Fernando Bazzoli Sader, 
	Amilso Alves Quieroz,
	Eduardo Harada,
	Marcia Gomes da Costa,
	Paulo Correa de Oliveira,
	Fátima Natalia Sotoma Pavon,
	Carlos Alberto Ferreira de Miranda,
	Genesio Manoel dos Santos,
	Francisco Carlos Lopes Oliveira,
	Manoel Roberto Ovidio,
	Iraci Barbosa Corrêa, 
	Mônica Abujamra,
	Adriana Junqueira Buainain, 
	Adrianus Lodevicus Maria Vosters,
	Atacino Teixeira Gomes,
	Wilson Pereira da Bella, 
	Helder Serem, 
	Graziela Guizzo Couto Vieira,
	Vanildo Gomes Martins,
	José Ramos Avelino Neto,
	Valdomiro Garcia Barbosa,
	Cristiano Tomicha Farias,
	José Anezi de Oliveira,
	Arlindo de Assis,
	Emerson Valle Petzold,
	Marta Hoff Araújo,
	Adão Verão Parentel,
	Max Loosli Junior,
	Teresa Kohatsu,
	Rodolfo Trelha Jacques de Carvalho, 
	Lisete Amorim de Barros,
	Maria Cristina Soares,
	Sofia Callejas Oliveira Lima,
	Jaiane Aparecida Lopes Rosso,
	Wagner Freitas,
	Hugues Lemes Borges,
	José Lino Benites,
	Manoel Gersino Rocha,
	Ricardo Vicente de Paula,
	Elton Fabrício Tofano, 
	Dr. Antônio Paulo Dorsa Vieira Pontes, 
	Dirce Zornitta Rosse,
	Nadia Samaniego,
	Tereza Katsuco Tomari, 
	Bruna Colagiovanni Girotto Fernandes,
	Maria Helena Silva de Faria,
	Paulo André Defante,
	Dr. Wilson Coutinho,
	Raimundo Rodrigues Nunes Filho,
	Hélio Coelho Neto,
	Marcos Antônio Vieira,
	Cátia Batista,
	Haydê Monteiro de Almeida,
	Marcos Roberto da Silva,
	Luciene Godoy,
	Marcello Leite dos Santos,
	Waldemiro de Arruda Fortes,
	Silene Costa da Guia,
	Ovídio Velasco de Oliveira,
	Pedro Braga Filho, 
	Maria Aparecida Rezek Albuquerque, 
	Sílvia Saffe de Souza Chacha,
	José Carlos da Silva,
	Aires Ribeiro de Matos,
	Lázaro de Godoy Neto, 
	Edmilson Nogueira Escobar, 
	Nilton Silva Tôrres,
	Edson Aparecido Bernardinelli Junior,
	Heitor Corrêa Lopes,
	Acyr Comás,
	Silvio Augusto Monteiro,
	Ana Lia Medeiros,
	Cristina Oliveira Mendes,
	Fábio Soares Carmo,
	Dulce Mara Bachega,
	Luiz Carlos Lima,
	Keila Nunes Leal,
	Renata Barbosa da Silva,
	Lucinda Cortinóvis Kauás,
	Marilda Monteiro,
	Sinval Martins Filho, 
	Rodrigo Scardini, 
	Dra. Eloina Brasil Ferreira, 
	Pedro Carlos Lopes,
	Paulo César Gomes,
	Larissa Lima,
	Sabrina Vieira,
	Paula Flôres Macedo,
	Carolina Gomes,
	Mário Márcio Mesquita,
	Lilian Melo Hodgson,
	Josias Dias de Oliveira,
	Artur Yutaka Moriya,
	Luis Alberto Rodrigues Guimarães,
	Otacílio Felipe de Mello,
	Nildes Maria das Graças
	Tristão Prieto,
	Flávio Watanabe Yamazaki,
	Moacir Akira Yamakawa,
	Masuo Chumzun,
	Roberto Augusto Calliari.


Colaborou com Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Após onda de calor, frente fria traz tempestades a MS nesta quinta-feira]]></title>
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				<description><![CDATA[Após a onda de calor ter elevado as temperaturas acima de 40°C em vários municípios de Mato Grosso do Sul, com sensação de quase 50°C em algumas regiões, uma frente fria avança no Estado nesta quinta-feira (1º),  favorecendo o aumento das áreas de instabilidade e a ocorrência de chuvas.

De acordo com previsão do Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec), a passagem da frente fria deve marcar o fim do episódio de onda de calor, com redução das temperaturas extremas observadas nos últimos dias e deve diminuir as temperaturas em grande parte do Estado, mas não haverá muito frio.

A frente fria deve impactar mais na ocorrência de chuvas, que tendem a se espaçar gradualmente pelo Estado, acompanhando o aumento da instabilidade atmosférica.

Na quinta-feira (1º), há alerta de perigo para tempestade em vários municípios do Estado, incluindo Campo Grande.

Conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), podem ocorrer tempestades acompanhadas de raios, rajadas de vento e eventual queda de granizo, de forma pontual.

Em algumas áreas, as chuvas poderão ser mais intensas, com acumulados significativos superiores a 40 mm em 24 horas.

Com a chegada da frente fria e o aumento da nebulosidade, também poderão ocorrer os fenômenos de mínimas invertidas, quando a menor temperatura ao longo do dia é registrada no final da tarde ou à noite.

As temperaturas devem ficar amenas, mas ainda há cidades que podem registrar 37°C. A mínima prevista é de 20°C.

As temperaturas previstas por região são:


	Regiões Sul, Cone-Sul e Grande Dourados: Mínima de 18°C e máximas de 31°C;
	Regiões Pantaneira e Sudoeste: Mínimas de 21°C e máxima de 32°C;
	Regiões Bolsão, Leste e Norte: Mínima de 21°C e máxima de 37°C;
	Campo Grande: Mínimas de 20°C e máxima de 31°C.


O Cemtec ressalta que  mudança nas condições atmosféricas representa a transição de um período marcado por calor extremo, baixa umidade e tempo predominantemente seco para um cenário de maior nebulosidade, chuvas e temperaturas mais amenas.

Onda de calor e tempestades na primavera

Conforme reportagem do Correio do Estado, prognóstico do Cemtec aponta que a  primavera, que começou no dia 22 de setembro e termina em 21 de dezembro, deve ser marcada por chuvas acima da média histórica, acompanhada por temperaturas elevadas e risco de ondas de calor em Mato Grosso do Sul.

A primavera representa um período de transição entre o regime predominantemente seco do inverno e o estabelecimento gradual do período chuvoso de verão na região central do Brasil.

Nessa transição, a estação combina o forte aquecimento diurno ao retorno gradual da umidade amazônica, gerando instabilidade e favorecendo tempestades severas de curta duração, mas com chuvas intensas, vendavais, descargas elétricas e granizo.

A média climatológica ,conforme dados históricos do órgão baseados nos últimos 30 anos, é de chuvas entre 400 a 500 mm em grande parte do Estado. Por outro lado, nas regiões nordeste e extremo sul as chuvas variam entre 500 a 600 mm e, na região noroeste, as chuvas variam entre 300 a 400 mm.

O órgão ressalta que, apesar da tendência de precipitações acima da média, essa condição não deverá ocorrer de forma homogênea em todo o Estado.


"Mato Grosso do Sul está inserido em uma zona de transição climática, apresentando elevada variabilidade espacial e temporal das condições atmosféricas. Dessa forma, mesmo em um trimestre com tendência de chuvas acima da média, podem ocorrer períodos de estiagem entre eventos de chuva, além de distribuição irregular das precipitações, com diferenças significativas entre regiões e municípios", diz o prognóstico.


Neste ano, há probabilidade de 98% da atuação de um El Niño de intensidade muito forte, que deve atuar como potencializador desses fenômenos extremos ao interagir com os sistemas regionais. Esse cenário eleva a severidade das tempestades e o risco de incêndios florestais.

Na primavera também há aumento da disponibilidade de radiação solar, que associado às condições ainda relativamente secas no início da estação, favorece o rápido aquecimento da superfície e da atmosfera, contribuindo para a elevação das temperaturas em todo o Estado, com períodos de calor intenso.

Conforme o Cemtec, as temperaturas devem se elevar gradativamente nos próximos meses, com o prognóstico indicando um trimestre mais quente que o normal para o período, com dias de calor intenso e episódios de onda de calor.    


"A tendência de temperaturas acima da média não impede, contudo, a ocorrência de episódios pontuais de temperaturas mais amenas associados à passagem de frentes frias e à atuação de sistemas atmosféricos que favoreçam o aumento da nebulosidade e das precipitações", diz o Cemtec.


@@NOTICIAS_RELACIONADAS@@
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 18:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Escritora de MS cria personagem em busca da alma gêmea impossível]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/escritora-de-ms-cria-personagem-em-busca-da-alma-gemea-impossivel/473663/</link>
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				<description><![CDATA[A procura por uma companheira que corresponda a uma imagem construída no imaginário conduz o personagem central de “Ele: Uma Procura Infinita”, novo romance da escritora e jornalista Mazé Torquato Chotil.

Em pré-venda pela Editora Patuá, o livro acompanha a trajetória de um homem identificado apenas como Ele, suas relações com diferentes mulheres e os filhos que surgem ao longo desse percurso.

Por trás da sucessão de encontros, separações e recomeços, a autora constrói uma reflexão sobre identidade, convivência e as transformações nas relações entre homens e mulheres.

O romance também passa por Mato Grosso do Sul. Embora atualmente viva em Paris, na França, Mazé mantém na literatura a presença das terras onde nasceu.

Livro “Ele: Uma Procura Infinita” - Foto: Divulgação

Em “Ele: Uma Procura Infinita”, as lembranças da infância do personagem aparecem ao longo da narrativa, associadas às idas e vindas da memória. A presença do Estado, porém, não é apenas um recurso da história: para a autora, trata-se de um território que passa pela sua produção literária.

“Nas idas e vindas das páginas, ele se lembra situações de sua infância nessas terras sul-mato-grossenses. Na verdade, aqui é a autora que não consegue se desvencilhar dessa terra!”, afirma Mazé.

A história nasce de uma inquietação da autora diante das mudanças ocorridas nas relações sociais nas últimas décadas. Para Mazé, enquanto as mulheres conquistaram novos espaços, parte dos homens passou a enfrentar dificuldades para compreender o seu papel diante dessa transformação.

“O homem ficou um pouco perdido. A mulher lutou e tem conquistado espaço nas relações sociais, enquanto o homem não está sabendo muito bem como reagir”, explica. Para ela, esse processo não se restringe ao Brasil, mas integra uma mudança mais ampla nas relações humanas.

O personagem criado no romance representa justamente essa dificuldade de adaptação.

Ele não consegue compreender a necessidade de que cada pessoa possa construir sua identidade e ocupar o seu espaço. Em vez disso, procura nas mulheres que encontra uma figura que corresponda àquilo que idealizou como companheira.

É nesse ponto que surge a procura infinita do título. A busca não termina porque o que o personagem procura não existe na realidade, mas apenas na imagem que construiu. “O que está no seu imaginário não pode ser real. Mas ele pode mudar!”, afirma a autora.

A sucessão de relacionamentos, portanto, não funciona apenas como uma coleção de histórias amorosas. Cada vínculo revela a dificuldade do protagonista em lidar com a autonomia da outra pessoa.

Quando a companheira passa a assumir a identidade e deixa de corresponder ao comportamento que ele considera correto, Ele abandona a relação, muitas vezes sem explicar as razões.

Mazé Torquato Chotil - Foto: Divulgação

Para Mazé, esse comportamento produz uma violência que ultrapassa o rompimento amoroso. “Uma enorme violência para a outra pessoa”, define.

Ao mesmo tempo, a autora procura não construir o personagem apenas como alguém que provoca sofrimento. Ele também é apresentado como uma pessoa incapaz de compreender plenamente o outro e, por isso, igualmente preso às limitações que tem.

“Ele não aprendeu, não sabe lidar com o outro e termina sofrendo – porque ele também é humano. Precisa ser ajudado; caso contrário, continuará a encontrar pessoas que, mesmo diante de seu amor, de seu carinho e de sua ternura, perceberão que não é possível construir uma vida a dois”, diz.

As relações

Ao acompanhar a vida afetiva do protagonista, o romance coloca em cena também os filhos e as diferentes configurações familiares que surgem dessas relações. A autora afirma ter buscado mostrar personagens que possuem desejos pessoais e precisam ter espaço para construir suas identidades.

Essa questão aparece especialmente quando a narrativa trata da adolescência. Para Mazé, é nesse período que o indivíduo começa a se confrontar de maneira mais intensa com o mundo e com as expectativas daqueles que o cercam.

“As pessoas são elas mesmas, com seus desejos, e devem se assumir. Sobretudo na adolescência, elas precisam se confrontar com o mundo. Devem e podem ser ajudadas, mas não podem ser obrigadas a fazer o que o outro quer”, afirma.

A dificuldade de Ele está justamente em não conseguir estabelecer essa relação de convivência. Ele ama, demonstra carinho e ternura, mas tenta encaixar as pessoas em uma ideia personalista de como uma relação deve funcionar.

A pergunta que passa por todo o romance, nesse sentido, não é apenas sobre encontrar alguém para amar, mas sobre como duas pessoas podem permanecer juntas sem que uma precise abrir mão de sua identidade.

“É como viver juntos, como ser ajudado, sem impor ao outro o seu ponto de vista”, resume a escritora.

Construir esse personagem exigiu também da autora um exercício de deslocamento. Ao escrever sobre um homem e acompanhar seus pensamentos e comportamentos, Mazé precisou se colocar na perspectiva de alguém diferente dela.

“Tinha a preocupação de não deixar o leitor se perder entre as múltiplas mulheres e os filhos. Aliás, lembro ao leitor, nas primeiras páginas, o que ele vai encontrar, de forma a guiá-lo”, conta.

A estrutura do romance acompanha as idas e vindas da trajetória do protagonista e costura diferentes relações ao longo da narrativa. A autora afirma ter buscado construir as conexões entre os personagens progressivamente, de acordo com a trajetória imaginada para Ele.

Do jornalismo à literatura

Jornalista, com doutorado e pós-doutorado, Mazé também encontra na literatura uma maneira diferente de abordar questões que fazem parte de sua observação do mundo. Para ela, a ficção permite tratar de assuntos humanos sem a mesma obrigação de objetividade presente no jornalismo.

“Gosto da forma literária – mesmo tendo feito doutorado e pós-doutorado – porque ela nos dá essa liberdade”, afirma.

A diferença, segundo a escritora, está também na forma como o leitor entra em contato com as informações. No jornalismo, ela explica, o texto apresenta elementos sobre o objeto abordado. Na literatura, esses mesmos assuntos podem ser incorporados à narrativa e descobertos pelo leitor no decorrer da leitura.

“Como jornalista, dou aos meus textos informações sobre o objeto em questão, mas a literatura permite abordá-las todas de forma leve, deixando o leitor se introduzir nas palavras escritas, aprender, ver ‘sem esforço’”, diz.

Terra natal

Embora o romance tenha como centro as relações afetivas de Ele, Mato Grosso do Sul permanece como uma espécie de território de memória. O personagem tem os “pés de sua infância” fincados no Estado, segundo Mazé.

A presença sul-mato-grossense se relaciona também com a trajetória da autora, nascida em Glória de Dourados. As lembranças do Estado aparecem em diferentes trabalhos de sua produção e, neste novo romance, surgem ligadas às memórias do protagonista.

“Em todas as minhas obras, essas terras estão presentes, menos ou mais, dependendo de se a obra é um romance ou uma biografia de pessoas que vivem longe desse lugar”, afirma.

A escritora pretende retornar ao Brasil no fim de outubro. Antes de voltar ao Estado, no entanto, a programação de divulgação do romance começa em São Paulo, onde está localizada a Editora Patuá.

A previsão é de que novembro seja dedicado a atividades em diferentes espaços paulistas e, depois, ao Rio de Janeiro, onde Mazé pretende participar da Primavera dos Livros Mar Livre.

A passagem por MS está prevista para o início de 2027. “Começarei por Glória de Dourados, onde nasci e guardo um grande carinho, pelas lembranças do lugar da minha infância e adolescência e pelo seu povo, até chegar à nossa capital”, conta.

Apresentação

“Ele: Uma Procura Infinita” chega ao público com apresentação do escritor e professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Godofredo de Oliveira Neto, membro da Academia Brasileira de Letras (ABL).

A aproximação entre os dois aconteceu em Paris, onde Mazé vive. Godofredo trabalhou durante anos na Sorbonne e, depois de conhecer o texto, recebeu da autora o convite para apresentar o romance.

A resposta foi recebida por Mazé como um reconhecimento importante para o trabalho. Entre as observações feitas pelo escritor está a avaliação de que o romance apresenta domínio da forma romanesca, originalidade na trama, estrutura capitular e uma temática relevante.

“O domínio romanesco da Mazé é evidente, a originalidade da ‘intrigue’, a sequência capitular, a escritura e o tema em si bem o provam. Obra importante na nossa literatura”, escreveu Godofredo.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Dia desses, todo-todo, o ex-governador Reinaldo Azambuja... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/dia-desses-todo-todo-o-ex-governador-reinaldo-azambuja-leia-na/473638/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/dia-desses-todo-todo-o-ex-governador-reinaldo-azambuja-leia-na/473638/</guid>
				<description><![CDATA[Carl Sagan - escritor americano


"Saber muito não significa ser inteligente; a inteligência não é só informação, mas também julgamento, a maneira pela qual uma informação é coordenada e utilizada”


Felpuda

Dia desses, todo-todo, o ex-governador Reinaldo Azambuja, que está disputando uma cadeira no Senado para chamar de sua, publicou um vídeo nas redes sociais em que ele sobe numa balança e afirma ter perdido quatro quilos desde o início da campanha eleitoral. Isso, segundo consta, mesmo não recusando uma comidinha ali, um pastelzinho acolá, uma chipa alhures. Ele só não mostrou como estão as solas dos seus sapatos. Mas dá para imaginar, né?!...



Até ela!

Nossa Senhora Aparecida não tem nada a ver com a disputa presidencial, mas acabou sendo envolvida, depois de divulgada uma notícia falsa de que Flávio Bolsonaro “cassaria” seu título de padroeira do Brasil. A notícia foi desmentida pela TV, que reconheceu o erro.

Mais

Só que as redes sociais publicaram a fake news e a disputa foi parar no Judiciário. O TSE mandou as redes suspenderem as postagens. Horas depois, o STF derrubou a decisão, mas o TSE manteve a suspensão. Nada como viver num país sem problemas...

Sandra Salomão, Maria Helena Pimentel e Dra. Mariam Kodjaoglanian

Dilla Oliveira

Ungidos

O eleitor desatento pode não ter percebido que pai e filha estão disputando eleição com as bênçãos do ex-presidente Jair Bolsonaro. O pai é o Tenente Portela, que, na condição de soldado, dirigia o jipe do então tenente Bolsonaro no Exército em Nioaque. Dessa convivência nasceu uma grande amizade, que transferiu para a política. A filha, Ana Portela, saiu do nada para ser eleita vereadora em Campo Grande, com Bolsonaro pedindo voto nas redes sociais.

De sola

O deputado federal Nikolas Ferreira, que busca a reeleição por Minas Gerais, entrou de sola na campanha de Capitão Contar na disputa por uma vaga no Senado. Ele gravou vídeo apelando para o eleitor sul-mato-grossense colocar Contar no Senado para apoiar impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal.

Munição

Durante debate promovido pelo jornal O Estado de S. Paulo entre candidatos ao Senado, Simone Tebet defendeu que a classe política tenha vergonha na cara e passe a “roubar menos”. Na tentativa de fazer parecer que é preciso dar um basta nessa situação, acabou soando mais como redução de danos do que fiscal da moralidade. O candidato Guilherme Derrite não perdeu tempo e disse que político não pode roubar de jeito nenhum, aproveitando para sugerir que ela estaria admitindo algum grau de tolerância com a corrupção. Simone, claro, recuou da afirmação e concordou que nenhum político deve roubar. Mas deu o que falar...

Aniversariantes

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Djanira (Deja) Estevão Correa,
	Márcia Raquel Prazeres Miotello Ferrão,
	Dr. Nélio Stabile,
	Eliana Izabel Regasso de Souza,
	Georgete Daude,
	Aroldo Romero Cândido,
	Ilda Moreno Sosa Ortiz,
	Laysa Emy Kamimura,
	Teresinha Prado de Albuquerque,
	Irone Alves Ribeiro Barbosa,
	Jerônimo Fernandes,
	Eunicio Marçal Rosa,
	Edison Yoshito Shinohara,
	Maria Helena Ramos Baseggio,
	Luiz Roberto da Costa,
	Elza de Deus Fossatti,
	Jerônimo Jeferson da Silva,
	Jorge Tastumi Hada,
	Edvaldo Zagatto,
	Alfredo Domingos Torres Filho,
	Milena Crestani Neto,
	Paulo Roberto Paraguassu,
	Maria Tereza Vendas Galhardo,
	Annelise Kudiess Kumpel,
	Célia Maciel Ferreira,
	Carlos Antônio Pettengill Novaes,
	Antônio Luiz Paulo,
	Selma Marquesi,
	Francisca Anizia Rocha de Sousa,
	Illi Moretti Cirqueira,
	Dr. José Roberto Oliva,
	Geni dos Santos,
	Edson Ruiz Albano,
	Reginaldo Aparecido Pereira,
	Hélio Yarzon Silva,
	Pedro Paulo de Barros Lima,
	Nair Lagemann Fedrizzi,
	Ivete Maria da Silva Lopes,
	Ana Maria Giraldo,
	Regina Saravy Ferro,
	Ivanir Ayala Alves,
	Walter Correa de Barros,
	Elizabeth Zocante,
	Francisco Maniçoba,
	Cleusa Medeiros Cândia,
	Maria Fernanda Marques Soares,
	Maria Beatriz Marques Soares,
	Dr. Edson Bossay Costa,
	Arnildo Fell,
	Rosa Malagoli,
	Nelson Assis de Aguiar,
	Gustavo Barbosa Coelho,
	Paulo Nobuo Tanamati,
	Joceli Murad Abrão,
	Marcos Luiz da Silva,
	Dalva de Lima Kusano,
	Olivio Ribeiro de Paulo,
	Lealson Serra Bella,
	Aurea Colenghi Oliveira,
	Israel Freitas Simões,
	Dr. Ricardo Leão de Souza Zardo,
	Osnaldo Ramão Mendonça,
	Maria Aparecida Zanda,
	Walber Luíz Castro Noleto,
	Rogério Brustoloni Guimarães,
	Elenir Souza da Cunha,
	Alisson Menezes Mendonça,
	Fabiana Feitosa dos Santos,
	Mário Sérgio Pache Anache,
	João Carlos Ramirez,
	Salete Teresinha de Luca,
	Eduardo de Godoi Pereira,
	Antônio Pedro da Costa Marques,
	Margareth Medeiros Sanches Cervieri,
	Bruno Denari,
	Marco Antonio Gehlen,
	Lauro Takeo Akiyama,
	Elaine Oliveira Oshiro,
	Abadio Queiroz Baird,
	Robson Cação Lechuga Diniz,
	Antônio Reginaldo Vasconcelos,
	Niwton Nogueira,
	Aparecido Martinez Espinola,
	Bertoni Aparecido Gonçalves Nantes,
	André Luis de Carvalho,
	Bianca Haddad Delfini Perez,
	Carlos Eduardo Bonfim e Messias,
	Elaine Dobes Vieira,
	Antônio Alves Corrêa,
	Claudete Abrão,
	Juliane dos Reis Lara Ponce Ruiz,
	Ana Beatriz Caparroz Sanches,
	Ricardo Martinez Froes,
	Sandra Cervo Stefanello,
	Roger Frederico Koster Canova,
	Eva Regina Ferreira de Freitas,
	Rosângela Cristina Cardoso Floriano,
	Izidoro Antonio Viana Gutierrez Filho,
	Ana Martinês Colman,
	Giuliana Porto Salvador,
	Ana Luiza Rodrigues Vale Almeida,
	Roberto Tortul,
	Alessandro de Souza Lopes,
	Lúcio André de Almeida,
	Mário Alves da Silva,
	Nivaldo Inácio Campos,
	Onorina de Menezes Fialho.

]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 00:01:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Mostra transforma Campo Grande em cenário de brincadeiras e imaginação]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/mostra-transforma-campo-grande-em-cenario-de-brincadeiras-e-imaginacao/473566/</link>
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				<description><![CDATA[Por alguns dias, Campo Grande se transforma em quintal, palco e espaço de brincadeira. É a proposta da Mostra Cerrado Abierto – Fazendo Arte com Crianças de Ontem, de Hoje e de Amanhã, que começa nesta sexta-feira e segue até o dia 9 de outubro com uma programação dedicada às diferentes formas de viver a infância.

Em uma edição especial chamada de Cerradinho, a mostra reúne 15 atrações, entre dança, teatro, circo, contação de histórias, oficinas, intervenções e brincadeiras. Participam grupos e artistas de Mato Grosso do Sul, São Paulo e Goiás, em atividades que ocupam escolas e espaços culturais da Capital. A programação é gratuita e voltada a crianças, famílias e públicos de todas as idades.

Muito além de apresentar espetáculos para o público infantil, a proposta desta edição é colocar a própria experiência de brincar no centro das atividades. O corpo, a memória, a imaginação, os objetos, as histórias e o território aparecem como ferramentas para que as crianças não sejam apenas espectadoras, mas possam experimentar diferentes maneiras de estar e criar no mundo.

É nesse sentido que o Cerrado, presente no nome e na identidade da mostra, funciona também como inspiração. O projeto nasceu com o propósito de conhecer e revelar o bioma a partir de Campo Grande e de Mato Grosso do Sul, aproximando artistas, pesquisadores e públicos de diferentes regiões. Nesta edição, a relação com o território passa pela infância e pela ideia de que brincar também pode ser uma maneira de conhecer o lugar onde se vive.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

A programação começa na manhã desta sexta-feira, quando a Cia. Dançurbana leva a oficina-instalação Pés de Vento à Escola Municipal de Ensino Infantil (Emei) Maria de Lourdes Vieira Castoldi. A atividade cria um espaço brincante dentro da escola, aproximando dança e experimentação.

À tarde, na Escola Gappe, o grupo paulista Zumb.boys conduz a oficina Jeito Zumb.boys, seguida pela apresentação de “Mané Boneco”. O trabalho da companhia parte da dança urbana e da relação do corpo com o espaço, explorando possibilidades de movimento e interação.

O primeiro dia de programação aberta ao público acontece neste sábado, com três atividades concentradas no Teatro de Arena do Horto Florestal e no Sesc Teatro Prosa.

Às 15h, o Teatro de Arena recebe o Zumb.boys, com “Mané Boneco”. A intervenção tem como referência o tradicional brinquedo brasileiro mané-gostoso, boneco de madeira com braços e pernas articulados por cordões.

A partir desse brinquedo simples, a companhia constrói uma experiência de dança relacionada à memória afetiva e ao ato de brincar. Os movimentos dos intérpretes estabelecem uma espécie de jogo com o público, criando situações em que as crianças podem reconhecer gestos e brincadeiras e, aos poucos, sentir-se parte da ação.

A escolha do brinquedo como ponto de partida também aproxima diferentes gerações. O mané-gostoso pertence a um repertório de objetos que atravessaram gerações de crianças e, na montagem, é transformado em referência para uma criação contemporânea de dança.

Às 15h30min, a programação continua no Horto com a palhaça Mixirica, interpretada pela artista sul-mato-grossense Kelly Figueiredo. Em formato de cortejo, a personagem convida as crianças a transformar o próprio caminho em brincadeira.

A proposta é de experimentar diferentes maneiras de caminhar, imitar movimentos, dançar e inventar percursos. Em vez de estabelecer uma separação rígida entre palco e plateia, a atividade utiliza o espaço público como lugar de encontro, permitindo que o público participe diretamente da ação.

“A Fabulosa História do Guri-Árvore”, do Fulano di Tal - Foto: Vaca Azul

Depois, às 16h, é a vez do Fulano di Tal entrar em cena no Sesc Teatro Prosa com “A Fabulosa História do Guri-Árvore”. Livremente inspirada na obra de Manoel de Barros, a montagem utiliza o teatro de objetos para construir histórias relacionadas ao quintal e ao universo da infância.

A escolha de Manoel de Barros também aproxima a programação de uma referência literária profundamente ligada ao imaginário de Mato Grosso do Sul. Em sua poesia, objetos aparentemente banais, pequenos acontecimentos e elementos da natureza podem adquirir novas dimensões. No espetáculo, essa perspectiva aparece em uma narrativa voltada à imaginação infantil.

Na segunda-feira, a programação segue com dança e circo. Pela manhã, às 9h, a Cia. Dançurbana apresenta “K-zuu” na Emei Maria de Lourdes Vieira Castoldi.

À tarde, o Teatro de Arena do Horto Florestal recebe o Circo do Mato, às 14h, com “O Grandioso Mini Cirquim das Arábias”. A montagem recupera elementos das antigas lonas circenses e combina teatro de repertório com técnicas de picadeiro.

A companhia utiliza referências da cultura árabe para recriar números circenses e recuperar uma ideia de circo ligada ao encantamento, à simplicidade e à relação direta com o público. A apresentação será seguida, às 14h45min, por outro cortejo da palhaça Mixirica.

Às 15h30min, o Circo do Mato volta ao espaço para a oficina Jogos Cênicos e Equilibrismo, em que o universo circense deixa de ser apenas algo a ser assistido e passa a ser experimentado pelos participantes.

Na terça-feira, às 8h, a Cia. Dançurbana conduz novamente “Pés de Vento”, desta vez na Emei Profa. Ayd Camargo Cesar. À tarde, às 15h, o Sesc Teatro Prosa recebe o grupo goiano Ateliê do Gesto, com “Fica Comigo”.

A montagem acompanha um antigo guardador de memórias que passou a vida armazenando suas lembranças nos porões da imaginação. Quando decide reviver momentos importantes, ele conta com a ajuda de três bonecos que ganham vida.

Por meio da dança, a história trabalha a relação entre memória e passagem do tempo. A presença dos bonecos acrescenta outra camada ao espetáculo, transformando objetos em personagens e lembranças em movimento.

“Fica Comigo” será apresentado novamente na quarta-feira (7), às 15h, no Sesc Teatro Prosa. Antes, às 9h, a Cia. Dançurbana apresenta “K-zuu” na Emei Profa. Ayd Camargo Cesar.

Na reta final da mostra, outras manifestações artísticas ampliam a relação entre infância, território e cultura.

Na quinta-feira (8), o grupo sul-mato-grossense Renda que Roda realiza a oficina e mediação Ensaios ou Brincadeiras para Espantar os Monstros, às 8h, na Escola Municipal de Tempo Integral (ETI) Profa. Ana Lucia de Oliveira Batista. Às 10h10in, o grupo apresenta “Kalivôno”.

No período da tarde, o Teatro de Arena do Horto Florestal recebe o grupo paulista Lagartixa na Janela. Às 14h, a companhia conduz a oficina Dançando Juntos e, às 15h30min, apresenta “Com as Coisas”.

Na sexta-feira (9), último dia da mostra, o Renda que Roda leva a oficina Ensaios ou Brincadeiras para Espantar os Monstros e o espetáculo “Kalivôno” à ETI Profª Iracema Maria Vicente.

A programação também abre espaço para conhecimentos e narrativas indígenas. Às 14h, a artista e multiartista indígena Jadi Ribeiro, de Mato Grosso do Sul, conduz a oficina Grafismo Indígena como Linguagem, no Centro Cultural José Octávio Guizzo.

No mesmo espaço, às 15h, a artista e escritora indígena Gleycielli Nonato Guató apresenta a contação de histórias “A Revolução de Cati Guató – Em Busca da Semente da Vida”.

O encerramento acontece às 16h, também no Centro Cultural José Octávio Guizzo, com uma roda de danças populares brasileiras, realizada pelo Renda que Roda.

Todas as apresentações contarão com intérprete de Libras.

>> SERVIÇO

Mostra Cerrado Abierto – Fazendo Arte com Crianças de Ontem, de Hoje e de Amanhã

Data: do dia 2 ao dia 9 de outubro.
Entrada: gratuita.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Justamente quem deveria dar o exemplo na aplicação das regras para... Leia na coluna de hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[Barão de Itararé - escritor brasileiro

"O banco é uma instituição que empresta dinheiro à gente se a gente apresentar provas suficientes de que não precisa de dinheiro”.

FELPUDA 

Justamente quem deveria dar o exemplo na aplicação das regras para gastos com verbas públicas, contratou sem licitação uma vaga em curso para servidor. Curiosamente, a empresa escolhida foi fundada por alta autoridade do cenário nacional. A inexigibilidade é justificada pela suposta singularidade do serviço, argumento questionável quando se trata de um curso aberto a qualquer um que pague a inscrição. Tal atitude faz lembrar o conhecido dito popular: “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”. Bem assim...

Foto: Divulgação/Senac

No dia 6 de outubro, às 15h, a Governança Regional (IGR) Celeiros do MS, receberá oficialmente uma plataforma web, criada por 14 alunos do curso Técnico em Desenvolvimento de Sistemas do Senac em Dourados. A plataforma reúne um catálogo digital de pontos turísticos, formulários para cadastro de informações e ferramentas de busca por cidade e categoria. A solução permitirá à IGR organizar e gerenciar o inventário turístico regional, acompanhar dados e ampliar a divulgação dos municípios participantes. O projeto foi feito no âmbito do Voucher Desenvolvedor, iniciativa do Senac MS e da Semadesc, visando modernizar e estruturar a divulgação dos atrativos turísticos dos municípios que integram a região. Para chegar à versão que será entregue, os estudantes participaram de todas as fases de desenvolvimento. Com a plataforma em funcionamento, a expectativa é facilitar o acesso de turistas e moradores às informações sobre os destinos da região Celeiros do MS. A ferramenta também deverá auxiliar gestores na organização das informações e no planejamento das ações relacionadas ao turismo.

Marcelo de Paula Oliveira e Joana Carvalho - Foto: Studio Vollkopf

 

Paola Cadore - Foto: Arquivo pessoal

Festival

Como ocorre em todo período de campanha eleitoral, a baixaria não ficou de fora nesta temporada. Nas redes sociais, há vídeos para todos os gostos, com ofensas, elogios, promessas e ataques pessoais desproporcionais, feitos unicamente para chamar a atenção e conseguir o maior engajamento possível. Tem até vídeo de candidata fazendo xixi na rua. Boas propostas, que seria bom, nadica de nada. Pode?

Caneladas

O que também se viu bastante nessa campanha eleitoral: líderes dos partidos aliados se atacando. Foi o caso da Rose Modesto, do União Brasil, que forma federação com PP. Ela não perdeu chances de  “chutar a canela” da prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, que é do PP. As duas foram rivais nas eleições de 2024 para prefeitura. Adriane levou a melhor no segundo turno. Imagine se não fosse de partido aliado? E deu no que deu...

Gastança

O poder público brasileiro movimentou R$ 4,015 trilhões em despesas primárias ao longo de 2026, de acordo com dados da plataforma Gasto Brasil, que reúne, em um único painel, informações do Governo Federal, dos estados, do Distrito Federal (DF) e dos municípios. Do total contabilizado até o último dia 18, mais de R$ 1,86 trilhão corresponde ao dispêndio do Governo Federal. Já a despesa primária pública dos estados ficou em R$ 1,08 trilhão, e dos municípios em R$ 1,06 trilhão. Vai vendo...

ANIVERSARIANTES

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Dra. Eduarda Nassar Tebet,
	Ana Elizabete de Miranda Barros Arruda,
	Cristiane Martins Escalante,
	Eli dos Santos Morais de Brites,
	Jaqueline Terra,
	Vanessa Tannus,
	Edinaldo Fidelis de Souza,
	Miguel João Calepes,
	Irineu Miguel Tissiane,
	Milton do Prado Ferreira,
	José Carlos Graffe,
	Miguel de Souza Brito,
	Raul Rosa da Silveira Falcão,
	Mitihiro Mise,
	Evaldo Aparecido Dueck,
	Rodrigo Gonçalves Pimentel,
	Miguel Rodrigues da Silva,
	Gerson Miguel Winck,
	Hudson Inácio Pereira,
	Gilson Altair Saratt Balbe,
	Herley de Melo Tobias,
	Carlos Henrique Escalante,
	Maria Cláudia Leite Rubio,
	Cleusa Inêz Fialho Canale,
	Dr. Miguel Marques de Oliveira,
	Rubens Bernades Conceição,
	Dra. Niva Gleuce de Ávila Minervini,
	Luiz Miguel Caldart,
	Jehnnifer Kariny Pereira Nantes,
	Homero de Carvalho Bastos,
	Dr. José Luiz de Aquino Amorim,
	Célio Poveda,
	Griselda Yule de Oliveira,
	Gisele Vegas,
	Isis Batista Morais,
	Ramona Santiago,
	João Clóvis Crivelli,
	Dr. Vivaldo Sebastião Marques Filho,
	Miguel Jost,
	Juracy do Couto Nince,
	Maria Amélia Ferreira,
	Maristela Curado do Amaral,
	Alice Flores Melo,
	Miguel Carvalho Rebello,
	Maria Elsa Medeiros Ramalho,
	Fabrizio Rafael Dias Fonseca,
	Ellen Milca Borges,
	Amélia Alves Rodrigues,
	Lúcia Yasue Nishiyama,
	Karolina Mary Ota de Souza,
	Miguel Bonin,
	Ogomar José Mohr,
	Analice de Jonas,
	Ciro Mário de Lima,
	Karoline Medeiros Santos,
	Valtuir Nunes de Souza,
	Jurandy Marcos da Fonseca,
	Dra. Maria Aparecida Mendes,
	Clayde Ribeiro,
	Jorge Nizete dos Santos,
	Domingos Carlos Corrêa,
	Jamil Sato,
	Meire Socorro Muzelli Cândido,
	Maria de Fátima Santos,
	Pedro Barbosa Gomes,
	Leiliane Almeida de Moraes Macedo,
	Eduarda Razuk Serrano,
	Dr. Luiz Darcy Gonçalves Siqueira,
	Dr. David Miguel Cardoso Filho,
	Edna Maria Lomes da Silva,
	Oneide Teixeira,
	Walmiro Pessoa Bastos,
	Arlete Shirlei Carneiro Lima,
	Jane de Moraes Pereira Soares,
	Heitor Miguel Scheibeler,
	Alice Greffe,
	Gerson Martins Hildebrand,
	Laudelino Nei Faria,
	Nelson Barreto do Nascimento,
	Marcelo Luiz Bonfim do Amaral,
	Thathyana Diniz de Moura,
	Damião Pereira da Silva,
	Miguel Baracat,
	André Seemann,
	Vitor Dias Girelli,
	Elcio Bispo dos Santos,
	Mariana Boigues Idalgo,
	João Miguel Pinto Costa,
	José Carlos Américo,
	Marcelo Monteiro Salomão,
	Marcos Nantes de Castro,
	Samuel Florenciano Nunes,
	Alexandre Alves Souto,
	Jerônimo Miguel Vicenzi,
	Arivanildo Duarte de Rezende,
	Bruno Tsutsui,
	Miguel Adilson Bochnia,
	César Caligaris de Cordova,
	Alessandra Nantes Monteiro,
	Débora Vasti da Silva do Bomfim,
	Marta Ereno Maia de Paula,
	Deise Queiroz de Oliveira,
	Rosinéia Alves Borin Barreto,
	Ilise Senger,
	Laís Magda da Silva Ulbrecht Patrizi,
	Dirceu Migueis Pinto Junior,
	Altair Braguini,
	Danyele Remane Sell,
	Michele Bittencourt Abe.


Colaborou com Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Nutricionista e cientista social fala sobre ciência e escuta à mulher a partir dos 35 anos]]></title>
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				<description><![CDATA[Vanessa Costa é nutricionista, cientista social e empresária. CEO-fundadora da NutrAlive, marca de suplemento alimentar para mulheres a partir dos 35 anos, ela criou a empresa para levar ao mercado e à comunicação a leitura que já fazia no consultório: a de que saúde da mulher não cabe só no exame.

“Eu nunca consegui olhar para a saúde da mulher só pelo prato ou pelo exame. Sempre olhei também para o contexto social: o que a sociedade espera dela, o que ela fala e o que ninguém pergunta”, explica.

“Eu via o mesmo padrão se repetir: mulheres competentes, informadas, que faziam tudo certo e mesmo assim não reconheciam as respostas do próprio corpo. O que faltava não era esforço delas, era explicação e escuta. Foi aí que eu entendi que a resposta que eu dava individualmente, no consultório, podia ser estruturada em formação de profissionais, conteúdo e comunidade”, Vanessa.

O suplemento alimentar da NutrAlive é uma dose diária de 6,5 g com 7 ativos: creatina (3000mg), vitamina D (20 μg), cálcio (500mg), beta-glucana (0,8 g), triptofano (200mg), ácido ortossilícico (0,5 mg) e extrato de cranberry (39 mg). A fórmula tem sabor natural de cranberry, sem conservantes, sem adoçantes artificiais e sem corantes. O produto é vendido na loja virtual própria da NutrAlive e na Amazon, com opção de assinatura mensal.

Natural do Rio de Janeiro (RJ), Vanessa Costa, 45, mora atualmente em São Paulo (SP). É casada e mãe de pet. Além da NutrAlive, é fundadora da MenoTech, criada em parceria com o professor e coordenador científico Kelvin Taporosky. A empresa capacita profissionais de saúde para o cuidado da mulher na menopausa, conecta esses profissionais às mulheres que buscam atendimento qualificado e apoia outras companhias a incluírem a saúde da mulher nessa fase em suas agendas de bem-estar. Vanessa também fundou uma comunidade que reúne mulheres que atravessam a transição, e é colunista da Gazeta de S. Paulo e do FitFeed, onde escreve sobre menopausa.

“A menopausa me escolheu antes de eu escolher o tema: ela apareceu na minha própria história como o assunto que ninguém tinha nomeado. Ali eu percebi que o problema não era falta de ciência — a ciência existe, é robusta e está publicada. O problema era falta de tradução e de escuta. Menopausa não é um evento clínico isolado: é um marco de longevidade que condiciona as décadas seguintes de saúde óssea, cardiovascular, metabólica e cognitiva da mulher”, completa.

Vanessa Costa - Divulgação

 
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 15:05:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ópera italiana "Cavalleria Rusticana" será apresentada no Teatro Glauce Rocha]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/opera-italiana-cavalleria-rusticana-sera-apresentada-no-teatro/473489/</link>
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				<description><![CDATA[A música clássica e o teatro se encontram em Campo Grande amanhã e nesta quarta-feira, com a apresentação de “Cavalleria Rusticana”, ópera de Pietro Mascagni, no Teatro Glauce Rocha.

O espetáculo, realizado pelo Coro Lírico Cant’Arte e pela Companhia de Ópera do Pantanal, começa às 19h30min nos dois dias. A entrada é solidária, mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível.

Estreada em 1890, em Roma, “Cavalleria Rusticana” é uma ópera em ato único e uma das obras mais conhecidas do chamado verismo italiano, corrente que ganhou força no fim do século 19, ao buscar representar personagens populares, conflitos sociais e situações marcadas por paixões intensas e consequências trágicas.

Com libreto de Giovanni Targioni-Tozzetti e Guido Menasci, a obra foi baseada na novela e na peça homônimas do escritor italiano Giovanni Verga.

A história se passa em um povoado da Sicília, no sul da Itália, durante o Domingo de Páscoa, e acompanha um triângulo amoroso que envolve desejo, ciúme, traição e vingança.

A trama começa com o retorno do soldado Turiddu ao povoado. Antes de partir para a guerra, ele mantinha um relacionamento com Lola, mas, durante sua ausência, ela se casou com Alfio, um carreteiro. De volta à cidade e diante do casamento da antiga paixão, Turiddu se envolve com Santuzza, uma jovem camponesa.

O relacionamento, porém, não se desenvolve de maneira tranquila. Santuzza percebe que Lola continua a se aproximar de Turiddu e passa a desconfiar de uma nova traição. A situação se agrava quando ela revela suas suspeitas a Alfio, que reage com fúria e decide confrontar o rival.

Paixão e ciúme

A ópera se desenvolve ao longo de um único ato, acompanhando os acontecimentos de um Domingo de Páscoa. Enquanto a população se reúne para a celebração religiosa, Santuzza procura Mamma Lucia, mãe de Turiddu, para falar sobre o sofrimento provocado pelo relacionamento.

A jovem conta que Turiddu amava Lola antes de ir para o exército e que, após retornar, passou a se relacionar com ela. Santuzza acredita, porém, que Lola voltou a seduzi-lo.

Quando Turiddu aparece, Santuzza tenta o convencer a não a abandonar. O diálogo entre os dois não resolve o conflito e a situação culmina na revelação feita por Santuzza a Alfio. A partir daí, o confronto entre os dois homens se torna inevitável.

Após a missa, os moradores se reúnem na taverna de Mamma Lucia. Turiddu oferece vinho aos presentes, mas Alfio se recusa a beber, fazendo uma referência à suposta traição de sua esposa. O confronto termina com o desafio para um duelo.

Antes de enfrentar Alfio, Turiddu pede a Mamma Lucia que cuide de Santuzza. O duelo acontece fora de cena e, pouco depois, uma mulher chega trazendo a notícia de que Turiddu foi morto.

Verismo

A estreia de “Cavalleria Rusticana” ocorreu em 17 de maio de 1890, no Teatro Costanzi, em Roma. A obra se tornou um marco do verismo, vertente da ópera italiana associada à representação de histórias mais próximas da realidade cotidiana e de personagens de origem popular.

Em vez de protagonistas ligados à nobreza ou a acontecimentos históricos grandiosos, a obra de Mascagni apresenta camponeses e trabalhadores envolvidos em conflitos pessoais. A narrativa também se caracteriza pela intensidade das emoções e pela presença de um desfecho trágico.

A ópera tem cinco personagens principais: Santuzza, soprano dramático ou mezzo-soprano, camponesa; Turiddu, tenor, aldeão recém-chegado do exército; Mamma Lucia, contralto ou mezzo-soprano dramático, mãe de Turiddu; Alfio, barítono, carreteiro; e Lola, mezzo-soprano, esposa de Alfio.

Em Campo Grande, a montagem será apresentada pelo Coro Lírico Cant’Arte e pela Companhia de Ópera do Pantanal, levando ao palco uma das obras fundamentais do repertório operístico italiano.

A apresentação conta com patrocínio do Correio do Estado, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Sesc-MS, APR Engenharia Elétrica e Consultoria, Concha Móveis, In Dó e Festa Fácil.

O apoio é da Academia Feminina de Letras e Artes de Mato Grosso do Sul (Aflams), da Casa de Ensaio, da Igreja Messiânica Mundial do Brasil e da Premier Viagens.

>> Serviço

“Cavalleria Rusticana”

Data: amanhã e nesta quarta-feira.
Horário: às 19h30min.
Local: Teatro Glauce Rocha, Campo Grande.
Entrada: 1 kg de alimento não perecível.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 10:15:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Presidente da Associação Brasileira de Nutrologia alerta para uso de canetas emagrecedoras]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/presidente-da-associacao-brasileira-de-nutrologia-alerta-para-uso-de/473487/</link>
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				<description><![CDATA[As chamadas canetas emagrecedoras se tornaram um dos assuntos mais presentes nas conversas sobre perda de peso. Medicamentos à base de agonistas incretínicos, desenvolvidos inicialmente para o tratamento do diabetes, passaram a ser utilizados também contra a obesidade, depois que pesquisadores observaram a capacidade dessas substâncias de reduzir o peso corporal. 

O avanço, considerado uma revolução na terapia antiobesidade pelo presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), Dr. Durval Ribas-Filho, especialista em Nutrologia, Clínica Médica e Endocrinologia, veio, no entanto, acompanhado da banalização do uso.

Durante o Congresso Brasileiro de Nutrologia 2026 (CBN), realizado de sexta-feira a domingo, o médico afirmou que a popularização desses medicamentos precisa ser acompanhada de informação e monitoramento.

Para ele, o problema não está na existência dos medicamentos, mas na transformação de uma terapia médica em uma solução rápida para quem pretende perder poucos quilos.

“Os agonistas incretínicos não deixam de ser uma revolução na terapia antiobesidade. É uma descoberta maravilhosa”, afirmou. Segundo Ribas-Filho, a mesma velocidade com que as substâncias ganharam espaço no mercado também contribuiu para que fossem utilizadas fora do contexto para o qual foram desenvolvidas.

O especialista compara o fenômeno ao que ocorreu com o minoxidil, originalmente sintetizado para o tratamento da hipertensão arterial e que posteriormente passou a ser utilizado principalmente contra a queda de cabelo.

No caso dos agonistas incretínicos, a descoberta do efeito sobre o peso abriu caminho para uma nova geração de medicamentos contra a obesidade.

A origem dessas substâncias, explica o médico, é anterior às atuais canetas. Em 1932, o médico belga Jean La Barre identificou os hormônios produzidos pelo intestino e utilizou o termo incretinas.

Décadas depois, técnicas de DNA recombinante permitiram modificar a duração da ação dessas moléculas no organismo.

O GLP-1 natural, por exemplo, apresenta ação muito curta. A partir do desenvolvimento farmacológico, surgiram moléculas com duração muito maior.

A liraglutida passou a ter ação de cerca de 13 horas, enquanto a semaglutida e a tirzepatida apresentaram ação prolongada. Dessa forma, medicamentos passaram a reproduzir mecanismos hormonais relacionados à fome e à saciedade por períodos muito maiores.

A banalização

Para Ribas-Filho, a popularização dos medicamentos revela também uma dificuldade histórica de tratar a obesidade como uma doença. O médico afirma que, durante décadas, a condição foi encarada predominantemente como uma questão estética ou como consequência de escolhas individuais.

Ele utiliza uma situação cotidiana para ilustrar a diferença de percepção. Em uma festa, segundo o especialista, uma criança com diabetes tipo 1 costuma receber imediatamente a proteção dos adultos em relação ao consumo de açúcar. Já uma criança em tratamento contra a obesidade pode ouvir que “só hoje” não há problema em comer bolo ou tomar refrigerante.

“A obesidade nunca foi considerada uma doença, e sim um problema estético”, disse.

Na avaliação do médico, essa percepção ajuda a explicar por que o uso de medicamentos para emagrecimento acaba sendo banalizado. Ele relata que, ao longo de sua experiência clínica, já atendeu cerca de 55 mil pacientes impactados pela obesidade e ouviu repetidamente relatos de pessoas que começaram a tomar medicamentos prescritos para outras pessoas.

“Quantos e quantos chegam e dizem: ‘Olha, eu vim aqui porque a minha vizinha perdeu peso. Mas eu peguei o remédio dela e comecei a tomar e achei que foi bom’”, contou.

A mesma situação, segundo ele, seria muito menos comum com medicamentos destinados ao tratamento do diabetes. Para Ribas-Filho, isso demonstra que ainda existe uma percepção de que o tratamento da obesidade pode ser feito de maneira improvisada.

O médico cita ainda situações em que pacientes chegam ao consultório após iniciarem o uso por conta própria ou sem acompanhamento adequado. Entre os possíveis problemas estão náuseas, vômitos, constipação e alterações gastrointestinais. Ele também chama atenção para casos graves, como a pancreatite, que exigem atendimento hospitalar.

“Você fica sabendo que fulano perdeu 10 quilos, ciclano perdeu 20 quilos, beltrano perdeu 30 quilos. Mas quem foi internado por pancreatite, por refluxo, por náuseas e vômitos severos, por constipação intestinal, a gente não fica sabendo. Então, o problema é esse: a banalização”, afirmou.

Obesidade não tem fim

Outro ponto destacado pelo especialista é que a perda de peso não encerra o tratamento da obesidade. Para Ribas-Filho, o maior desafio não é apenas fazer o paciente emagrecer, mas ajudá-lo a manter o peso perdido.

“Obesidade é doença crônica. Doença crônica requer tratamento crônico. Se o tratamento para, a doença volta, a doença recrudesce”, declarou.

O raciocínio, segundo ele, é semelhante ao de outras doenças crônicas, como hipertensão e diabetes. A interrupção do tratamento pode levar novamente à alteração dos parâmetros que estavam controlados.

O organismo também apresenta mecanismos de defesa contra a perda de peso. De acordo com o médico, quando uma pessoa emagrece, alterações hormonais podem aumentar a fome e favorecer a recuperação do peso. Por isso, interromper abruptamente uma terapia sem acompanhamento pode dificultar a manutenção do resultado.

Ribas-Filho afirma que ainda não existem respostas definitivas para todas as questões relacionadas à manutenção do peso após o uso dos agonistas incretínicos. Segundo ele, uma das possibilidades estudadas na prática clínica é uma redução gradual da frequência ou da dose, mas a estratégia deve ser individualizada e acompanhada por profissional habilitado. “Parar totalmente é muito, muito, muito difícil”, disse.

Desafio sanitário

A popularização das canetas também abriu espaço para um mercado paralelo, com produtos de procedência duvidosa, armazenamento inadequado e substâncias que ainda não foram aprovadas para uso.

Ribas-Filho cita como exemplo a retatrutida, que vem sendo divulgada nas redes sociais como se já estivesse disponível para tratamento. Segundo ele, a substância ainda não havia sido aprovada para comercialização como medicamento.

“A ânsia por algo novo é tão grande que as pessoas acreditam que já tem a retatrutida no mercado e que podem utilizar. Ela não foi aprovada”, afirmou.

O médico classifica a comercialização de produtos apresentados como retatrutida como um grave problema de saúde pública.

Outra preocupação está relacionada ao armazenamento e ao transporte clandestino de medicamentos. Segundo Ribas-Filho, alguns pacientes chegam ao consultório com produtos transportados de maneira inadequada, fora das condições recomendadas de conservação.

“Esses produtos são iguais à insulina, tem que ter uma boa conservação, então, nós estamos diante de um desafio sanitário”.

O problema não se restringe à origem do produto. A forma como uma substância é armazenada, transportada e administrada também pode interferir em sua segurança.

No caso de medicamentos manipulados, o especialista ressalta que a manipulação de medicamentos faz parte da prática farmacêutica regulamentada e pode ser utilizada em situações específicas, como ajustes individualizados de doses. O problema, segundo ele, está nos produtos sem procedência, comercializados irregularmente ou utilizados sem acompanhamento.

Desinformação nas redes

Outro capítulo da popularização das canetas está nas redes sociais. Para Ribas-Filho, a velocidade de circulação de informações falsas ou distorcidas é um dos maiores desafios atuais da medicina.

O especialista chama atenção especialmente para adolescentes e jovens que buscam formas rápidas de emagrecer. Segundo ele, o fenômeno guarda semelhanças com períodos em que outras substâncias eram utilizadas indiscriminadamente com a promessa de perda rápida de peso.

“A versão de um fato científico é mais forte, é mais robusta do que o próprio fato científico”, destacou.

Ele cita uma pesquisa que, segundo seu relato, comparou a reação de jovens diante de informações científicas e versões não científicas de determinados fatos. A conclusão apresentada por ele é de que a forma como uma informação é apresentada pode ter grande influência sobre a crença do público.

Para o médico, isso cria uma vantagem para conteúdos produzidos por pessoas com grande alcance nas redes sociais, mesmo quando não têm formação ou respaldo científico para fazer determinadas afirmações.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 10:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[VMA 2026 reúne Madonna, Taylor Swift e uma nova voz do pop]]></title>
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				<description><![CDATA[Madonna abriu o VMA 2026 ao lado de Sabrina Carpenter e Charli xcx, 23 anos depois de sua última apresentação na premiação. Taylor Swift encerrou a noite recebendo o prêmio de vídeo do ano. Entre uma e outra, a cerimônia de domingo (27), em Los Angeles, encontrou tempo para lembrar Dolly Parton, George Michael e Nirvana, além de apresentar ao grande público uma cantora que talvez ainda não estivesse em seu radar: Sienna Spiro.

A volta de Madonna era o acontecimento mais aguardado. Desde “Like a Virgin”, na primeira edição do VMA, em 1984, ela entende o palco e o vídeo como lugares para contar histórias, criar imagens e provocar reações.

Sua abertura com Sabrina e Charli tornou visível uma influência que atravessa gerações. Madonna também foi a maior vencedora da edição: conquistou sete prêmios, entre eles artista do ano e melhor álbum por Confessions II. Três troféus foram anunciados durante a transmissão.

Taylor saiu com vídeo do ano por “The Fate of Ophelia” e melhor direção por “Opalite”. Recebeu ainda o primeiro Artist Director Honors, concedido por sua trajetória atrás das câmeras, e aproveitou o palco para estrear “Patient Zero”, seu novo videoclipe, com Dakota Johnson e Colin Farrell.

Se Madonna ajudou a estabelecer o videoclipe como um acontecimento cultural, Taylor conhece sua vida depois da estreia: cada detalhe se torna uma conversa com os fãs, que voltam às imagens em busca de novas interpretações.

Uma das homenagens mais emocionantes foi dedicada a Dolly Parton, morta em agosto. A apresentação começou com imagens da própria cantora interpretando “I Will Always Love You”. Kacey Musgraves entrou acompanhando os últimos versos e assumiu a canção que Dolly escreveu e gravou em 1974, décadas antes de ela ganhar outra vida na voz de Whitney Houston.

Mais tarde, ao receber o prêmio principal, Taylor também dedicou sua vitória a Dolly. A homenagem, assim, continuou presente até o fim da cerimônia.

O tributo a George Michael percorreu diferentes momentos de sua carreira. Sombr abriu com “Faith” e “Father Figure”, RAYE cantou “I Knew You Were Waiting (For Me)”, parceria original de Michael com Aretha Franklin, e Teddy Swims ficou com “Careless Whisper”.

A surpresa veio no encerramento: Adam Lambert apareceu para cantar “Freedom! ’90”. Em vez de confiar uma obra tão variada a uma única voz, o VMA reuniu artistas de estilos distintos para mostrar quantas portas George Michael abriu no pop.

O Nirvana recebeu o Video Vanguard das mãos de Chuck D, do Public Enemy. Dave Grohl, Krist Novoselic e Pat Smear subiram juntos ao palco, mas não tocaram. A ausência de uma apresentação musical deu outro peso à homenagem: as imagens e a lembrança de Kurt Cobain ocuparam o espaço que uma reunião da banda jamais poderia preencher.

Novoselic falou da autenticidade que, para ele, ainda aproxima o Nirvana de novas gerações e recordou Cobain como um artista único.

Em meio a tantos nomes consagrados, Sienna Spiro ganhou o prêmio de artista revelação. A britânica cantou “Great Expectation” sobre um enorme toca-discos, começando de maneira contida antes de deixar a apresentação crescer com o acompanhamento da banda.

O troféu lhe deu visibilidade; a performance mostrou por que valia a pena prestar atenção nela. Lisa, por sua vez, venceu a categoria pop e levou ao palco um número de grande escala.

Apresentado por Snoop Dogg, o VMA passou boa parte da noite olhando para os artistas que marcaram sua história. Fez sentido: a própria premiação cresceu graças ao poder das imagens de Madonna, George Michael e Nirvana. Mas a presença de Sienna lembrou que celebrar esse passado só tem graça se ainda houver espaço para alguém subir ao palco e começar sua própria história.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 09:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Otimista que só, observador do cenário político tem dito em rodinhas... Leia na coluna de hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[François Guizot - político francês


"Nada é tão nocivo para os povos do que se darem por satisfeitos com meras palavras e aparências”.


Felpuda

Otimista que só, observador do cenário político tem dito em rodinhas de conversa que, a continuar no atual ritmo, o governador Eduardo Riedel vai nocautear os seus adversários “ainda no primeiro round”, numa referência ao primeiro turno das eleições, no dia 4 de outubro. Complementando seu palpite, o “futurólogo” ainda tem afirmado: “E de lambuja, a direita de Mato Grosso do Sul ainda vai ter duas cadeiras no Senado para chamar de suas”. É esperar para ver...



Sem culpa

A senadora Soraya Thronicke, que era de direita e se “converteu” à esquerda, declarou que não se arrependeu de ter votado em Jair Bolsonaro para presidente da República. Mas hoje está de mãos dadas com o presidente Lula, “atirando” na família Bolsonaro.

Mais

Ela sabe que é rejeitada pelos bolsonaristas e, por isso, sua reeleição corre risco. Sem contar que alguns líderes da esquerda não apoiam sua candidatura. Para justificar a mudança, ela afirma: “Eu posso até mudar de calçada, mas não mudarei de rumo”. Então, tá!...

Scheila Canto com seu filho Pedro Canto Cruz

Taynara Rayssa Martinez

"Pobrinhos"

Os candidatos, com conta bancária recheada que só, procuram sensibilizar o eleitor afirmando que eram pobres e com muita luta venceram na vida. Um diz que foi engraxate, vendia picolé, mas, se for verificar atentamente o histórico familiar, não tem nadica de nada de pobre. Os pais eram abastados. Já outros saíram fácil, fácil e “milagrosamente” da pobreza para se tornarem ricos. É cada uma!

No foco

O PP tomou decisão pela neutralidade na corrida presidencial, mas o governador Eduardo Riedel, que é do partido, contrariou a orientação partidária e entrou de corpo e alma na reta final da campanha de Flávio Bolsonaro. Riedel se uniu ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, para gravar vídeo com Flávio. A ideia é mostrar que há união de forças.

Desafio

As urnas vão atestar se ainda funciona a velha e manjada estratégia de aparecer em vídeos e fotografias ao lado dos principais candidatos à majoritária, pedindo apoio ao eleitorado na propaganda eleitoral de rádio, TV e redes sociais. A maioria deles deixou o corpo a corpo de lado em troca do minuto de glória ao lado de nomes de peso da política. Afinal, por que gastar sola de sapato se dá para pegar carona na foto? Neste caso, o voto é o senhor da razão. Literalmente.

Aniversariantes

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Mônica Morais Dias Riedel,
	Denner de Barros Mascarenhas Barbosa,
	Simone Ramos Flores Bonatto,
	Milton Insuela Pereira Júnior,
	Aparecida de Almeida,
	Antônio Carlos Albergueti Garcia,
	Adélia Leico Shimabucuro,
	Edson Kassar,
	Elzi Terezinha Garcia Corrêa,
	Dr. Francisco Gerardo de Sousa,
	Vilma Marilda de Oliveira,
	Marlene de Fátima Nazário Botelho,
	Wilson Baruki,
	Emerson de Jesus,
	Luana Ribeiro Rodrigues,
	Wellyngton Pereira Borges,
	Silvia Regina da Silva Roberto,
	Carlos Alfredo Lanteri,
	Giulia Menezes de Mendonça,
	Luiz Vieira de Albuquerque,
	Bianca Ujacow Martins Fachin,
	Carmem Batista Medina,
	Mara Elisa Navacchi Caseiro,
	Michele Ferzeli,
	Venceslada Bogarim Lopez,
	Antônio Andréa Rodighero,
	João Gabriel Merlin,
	Jackeline Antunes Malavazi,
	Oscar Mohr,
	Haroldo Vilhalva,
	Maria Madalena da Silva,
	Dr. Jonh Kleber Vendramini Duran,
	Rilton Silva Durães,
	Fernanda Charbel Sontag,
	Leopoldina Jornada Freitas,
	Eraldo Jorge Leite,
	Gil de Carvalho,
	Whelton Borges,
	Carlos Alberto Pereira,
	César Augusto de Medeiros Baréa,
	Sandra Rafaela Davanço,
	Renata Esteves Moraes,
	Ilvo Dalbosco,
	Wilson Marques,
	Edson Paulino Alves,
	Dr. Marcos Rogério Covre,
	Adriana Talgatti,
	Renilda Epifania de Brito,
	Paulo Afonso Teixeira Machado,
	Silvestre Castilho Lopes,
	Eduardo Mongelle de Araujo,
	Raquel Mongelle de Araujo,
	Leni Coelho de Almeida,
	Wenceslau Rivarola,
	Tereza Cristina Fragelli,
	Dr. Sanur Bomor Maro,
	Alexandre Pequim,
	Marcela Roman Armôa,
	Roberto Carlos Marsura,
	Venceslau Brás de Souza Álvares,
	Jorge Luiz dos Santos,
	Maria Paula Simões,
	Bruno Passos Dantas,
	Maria Neimar Amaro Motta,
	Joel Ferreira da Cunha,
	Paulo Washington Seminate Sboggio,
	Elísia Farias Ferreira da Silva,
	Margareth Rezek,
	Osvaldo José Portolese,
	Renato Karol Dias de Souza,
	José Carlos Dias Neto.,
	Rosa Gomes da Silva,
	Lincoln Buermeister,
	Dr. Pedro Altamir Pereira,
	Eunice Nakasone Ferreira,
	Valdir Isidoro de Souza,
	Antônio Carlos Videira,
	Deomedes de Rezende,
	Jurandir Rocha,
	Weruska do Couto Gonçalves,
	Gislaine Rocha e Silva,
	Sônia Maria Martinez Penitente,
	Armando Gomes Santana,
	Luiz Eduardo Brandão da Cruz,
	Surama Fuad Abdulahad,
	Cleide de Fátima de Campos Baird,
	Dra. Margareth Keisy Ramos Belmonte Pessini,
	Luis Manoel Moreira,
	Alex Augusto Derzi Resende,
	Ana Carolina Teixeira Bentivóglio,
	Rodrigo Sperancin Lopes,
	Bruna Santos Assad,
	Pietra Andrea Grion,
	João Marcelo da Cunha,
	Camilo de Medeiros Guimarães,
	Ralph Gren de Oliveira,
	Carlos Alberto da Silva Penteado,
	Cinthia Giselle Gonçalves,
	Evelyn da Cunha Graeff,
	Paulo Illas Tognini Alves,
	João Pedro Murano Borges,
	Sérgio Dressler Buss,
	Roseli Peripoli Pereira,
	Carlos Eduardo Lotfi da Costa,
	João Kiataki Sobrinho,
	Carmem Cristina Ivantes Lucca,
	Marcelo Bacchi Corrêa da Costa,
	Regina Célia Marchori,
	Suzana de Paula Bottarro.


* Colaborou Tatyane Gameiro
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 00:01:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Entrevista exclusiva com o ator, cantor e produtor Rainer Cadete]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/entrevista-exclusiva-com-o-ator-cantor-e-produtor-rainer-cadete/473450/</link>
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				<description><![CDATA[Rainer Cadete atua em televisão, cinema, teatro, literatura e música, construindo uma carreira marcada
pela diversidade de projetos e linguagens. Atualmente, integra o elenco de Quem Ama Cuida, novela das 21h da TV Globo escrita por Walcyr Carrasco e Claudia Souto, na qual interpreta o dermatologista Dr. César.

Com mais de duas décadas de trajetória, consolidou-se como um dos nomes de destaque da dramaturgia brasileira, alternando trabalhos em produções de grande alcance e projetos autorais.

Entre seus personagens mais conhecidos estão o advogado Rafael Nero, de Amor à Vida, e o booker
Visky, de Verdades Secretas. Pelo papel de Visky, recebeu o Prêmio Extra de Televisão e o Troféu Melhores do Ano, ampliando sua projeção nacional. Após o sucesso da novela, passou a integrar a lista Forbes Under 30 da revista Forbes. Rainer também se destaca por retornar a personagens em continuações de obras de grande repercussão.

Reinterpretou Visky em Verdades Secretas II e retomou o personagem Celso em Êta Mundo Melhor!, dez anos após sua participação em Êta Mundo Bom!. No streaming, integra o elenco de Arcanjo Renegado, participando da quarta temporada e retornando na quinta, prevista para 2026.

No teatro, está em cartaz com o musical Uma Babá Quase Perfeita, adaptação brasileira do sucesso da Broadway, e integra a montagem de Norma, dirigida por Guilherme Piva.

No cinema, participou de produções como Carcereiros, Intervenção, Virando a Mesa e a franquia Cine Holliúdy. Também esteve no Festival de Cannes com O Traidor, dirigido por Marco Bellocchio, e integra o elenco de Dia Útil, filmado em Brasília sob direção das irmãs Diniz.

Na música, desenvolve ao lado de Renato Luciano o projeto Leves e Reflexivas, que reúne música, humor, poesia e reflexão social em repertório voltado a temas como masculinidade, diversidade, afeto e relações humanas.

O projeto ganhou destaque com o clipe da canção Esse Negócio de Ser Macho, dirigido por Duda Maia, além da parceria musical com Vanessa da Mata. Paralelamente, prepara o lançamento de um novo trabalho dedicado a clássicos da música brasileira.

Como escritor, lançou em 2024, ao lado do filho Pietro Cadete, o livro Olhares que Filtram. A obra aborda afeto, identidade, ancestralidade e relações familiares a partir da experiência de uma família multirracial, passando a integrar projetos educacionais e debates sobre paternidade, pertencimento e questões raciais.

Pai de Pietro Cadete, Rainer frequentemente leva para sua produção artística temas ligados à paternidade, responsabilidade afetiva, relações familiares e masculinidades contemporâneas.

O ator Rainer Cadete é a Capa exlusiva do Correio B+ desta semana, e em entrevista ao Caderno ele fala sobre carreira, escolhase novos trabalhos.

O ator Rainer Cadete é Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Silas Ribeiro - Diagramação: Denis Felipe
Por: Flávia Viana

CE - O que muda quando sobe ao palco como “Rainer em Canção”?
RC - Quando interpreto um personagem, parto de uma história que chega até mim e empresto meu corpo, minha voz e minhas referências para contá-la. No “Rainer em Canção”, parto de mim. É um encontro mais direto com o público, sem um personagem entre nós. Ainda existe interpretação, claro, porque cada música também propõe um universo, mas sou eu quem conduz essa narrativa.

CE - Na atuação, sua voz dá vida ao personagem. Na música, ela revela você. Quando percebeu essa mudança?
RC - A voz sempre revelou alguma coisa minha, mesmo quando estava a serviço de um personagem. Mas, cantando, percebi que ela guarda experiências, afetos e marcas que não consigo controlar completamente. Foi quando comecei a escolher um repertório que dialogava com a minha história que entendi: eu não estava apenas cantando músicas, estava me apresentando por meio delas.

CE - O que você busca em uma canção para fazê-la sua?
RC - Primeiro, preciso acreditar no que estou dizendo. Busco uma letra que me atravesse e uma melodia que provoque alguma coisa no meu corpo. Depois vem o trabalho de descobrir por que aquela canção precisa ser cantada por mim, naquele momento. Não quero reproduzir uma interpretação que já existe. Quero encontrar o meu ponto de vista dentro dela.

CE - No palco, você interpreta a música ou deixa a música conduzir você?
RC - As duas coisas acontecem. Existe uma construção anterior, com estudo, ensaio e escolhas muito conscientes. Mas, quando o encontro com o público acontece, é preciso deixar espaço para a música respirar e me levar também. O palco é vivo. Se eu tentar controlar tudo, perco justamente o que aquela noite tem de único.

CE - Teatro, TV, música, escrita: o que conecta essas linguagens?
RC - A vontade de contar histórias e estabelecer uma relação verdadeira com quem está do outro lado. Cada linguagem tem suas regras, seu ritmo e suas ferramentas, mas todas nascem da observação do ser humano. O que me interessa é criar alguma coisa que permaneça no outro, seja por uma cena, uma canção, uma palavra ou até um silêncio.

CE - Visky, César e outros personagens atravessam questões de corpo e masculinidade. O que eles mudaram no seu olhar sobre ser homem?
RC - Eles ampliaram esse olhar. Cada personagem me colocou diante de uma possibilidade diferente de existir e me fez perceber quantas regras são impostas aos homens desde muito cedo: como devem se comportar, amar, desejar, reagir e até ocupar o próprio corpo.

Hoje, ser homem, para mim, tem muito mais a ver com liberdade, responsabilidade e consciência do que com corresponder a um modelo.

O ator Rainer Cadete é Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Lucas Ramos - Brazil News - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Como ator, você pensa também no que o personagem não diz?
RC - Muito. Muitas vezes, o que o personagem tenta esconder é mais revelador do que aquilo que ele diz. Penso no desejo que existe por trás da fala, no que ele teme, no que evita e no que gostaria de dizer, mas não consegue. É nesse espaço entre a palavra e a intenção que aparecem as contradições e as camadas mais interessantes.

CE - O que precisa acontecer entre dois atores para que o público perceba uma conexão antes mesmo da fala?
RC - Precisa existir uma qualidade de presença. Estar verdadeiramente disponível para o outro, com o corpo, o olhar, a respiração e a escuta. Quando dois atores estão inteiros naquele encontro, a conexão acontece antes da palavra. O público percebe porque presença não se simula.

CE - Depois de tantos personagens, o que o público enxerga em você que talvez você ainda não tenha percebido?
RC - Tem uma frase que eu amo: “Quanto mais eu outro, mais eu mesmo.” A arte, os personagens, a escuta ativa e a curiosidade pelo mundo me fazem mergulhar em outros universos e ampliar o meu próprio mundo interior. Mas acredito também que todo olhar carrega alguma projeção.

A gente reconhece no outro aquilo que, de alguma maneira, já existe dentro da gente. Se o público enxerga beleza, essa beleza também é dele. Se enxerga sombras ou contradições, elas também passam pelo seu próprio repertório. Talvez, quando olha para mim, o público não veja apenas a mim, mas um pouco de si mesmo.

 
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 27 Sep 2026 16:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Para celebrar a chegada da primavera, invista na Salada Primavera com Molho de Maracujá]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/para-celebrar-a-chegada-da-primavera-invista-na-salada-primavera-com/473436/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/para-celebrar-a-chegada-da-primavera-invista-na-salada-primavera-com/473436/</guid>
				<description><![CDATA[A primevera chegou, e com ela opções de receitas deliciosas para fazer em casa... Olha essa salada da Água Doce Cachaçaria do Brasil leve, saborosa e refrescante! 


SALADA PRIMAVERA COM MOLHO DE MARACUJÁ

Ingredientes:


	400 gramas de peito de frango em filés
	1 manga firme cortada em cubos
	70 gramas de alface crespa rasgada
	30 gramas de rúcula rasgada
	50 gramas de alface roxa rasgada
	100 gramas de tomate-cereja cortado ao meio
	50 gramas pepino japonês em lâminas finas
	100 gramas cenoura ralada
	100 gramas cebola-roxa em fatias bem finas
	50 gramas de queijo coalho em cubos
	2 colheres de sopa de castanhas picadas
	3 colheres de café de sal e pimenta-do-reino
	1 fio de azeite
	Molho de maracujá:
	100 gramas de polpa maracujá
	2 colheres de sopa de azeite
	1 colher de sopa de mel
	1 colher de sopa de suco de limão
	1 colher de café de sal


Modo de preparo:

Comece temperando o frango com sal e pimenta e grelhe-o com um fio de azeite até ficar bem dourado. Deixe descansar por alguns minutos e corte em tiras. Para o molho, misture a polpa do maracujá, o azeite, o mel, o limão e o sal até obter uma mistura homogênea e levemente cremosa.

Em uma travessa, faça uma base generosa de folhas e distribua a manga, o tomate, o pepino, a cenoura, a cebola-roxa e o queijo coalho. Disponha as tiras de frango por cima, finalize com as castanhas e sirva com o molho de maracujá à parte ou regado sobre a salada.

Rendimento: 4 porções

Dificuldade: Fácil

Tempo: aproximadamente 30 minutos.

 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 27 Sep 2026 12:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[A energia do Tarô da semana entre 28 de setembro e 04 de outubro. Resiliência e determinação ]]></title>
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				<description><![CDATA[A força de quem já atravessou a tempestade

Há momentos em que a vida não pede que a gente comece do zero. Pede apenas que reconheça o quanto já caminhou. O Nove de Paus chega como uma carta de resistência, experiência e perseverança.

É a imagem de quem atravessou batalhas suficientes para saber que nem toda ameaça é real, mas também aprendeu que não vale a pena baixar completamente a guarda.

O personagem da carta está ferido, enfaixado, mas continua de pé. Atrás dele, oito paus formam uma espécie de barreira.

Cada um representa uma conquista obtida com esforço, uma experiência que deixou sua marca e, ao mesmo tempo, ampliou sua capacidade de enfrentar o que vier pela frente. Ele não está no mesmo lugar de quem começou a jornada. Já sabe do que é capaz.

É justamente aí que está a força do Nove de Paus: compreender que a experiência não serve apenas para nos lembrar do que sofremos, mas para nos ensinar como seguir adiante.

Depois de algumas decepções, perdas ou dificuldades, ficamos mais atentos aos sinais, reconhecemos melhor nossas vulnerabilidades e aprendemos a preservar aquilo que levou tempo para construir.

Nesta semana, essa energia encontra um céu que fala justamente de revisão, transformação e maturidade. Vênus começa seu movimento retrógrado, colocando relacionamentos, escolhas afetivas, valores e dinheiro sob uma lente mais reflexiva.

Em vez de simplesmente avançar, somos convidados a olhar para trás e perguntar: o que ainda faz sentido? O que merece uma segunda chance? E, principalmente, o que aprendemos com aquilo que já vivemos?

Essa é uma pergunta muito Nove de Paus. A carta não fala de alguém que desconhece o caminho, mas de quem já percorreu uma boa parte dele e, por isso, tem mais consciência sobre onde pisa. Sua cautela não nasce necessariamente do medo, mas do conhecimento. Ela sabe que preservar sua energia também é uma forma de sabedoria.

O desafio está em não transformar essa proteção em rigidez. Depois de algumas experiências difíceis, podemos começar a esperar que a próxima batalha seja inevitável. A memória do que doeu pode nos fazer enxergar perigo onde existe apenas novidade.

Nem toda porta que se abre esconde uma ameaça. Nem toda mudança significa perda. Às vezes, a vida está apenas pedindo uma nova maneira de olhar para aquilo que já conhecemos.

Por isso, o Nove de Paus também fala de limites. Saber dizer não quando necessário, reconhecer quando estamos nos sobrecarregando e perceber quais situações já não merecem nossa energia são atitudes de respeito por nós mesmos.

Ter limites não significa fechar-se para o mundo, mas decidir com mais consciência o que pode entrar e o que precisa permanecer do lado de fora.

Essa consciência também precisa se voltar para dentro. O personagem da carta não enfrenta apenas aquilo que está diante dele. Existe uma batalha mais silenciosa contra a voz que questiona seu valor e insiste em dizer que não somos suficientemente bons, fortes, talentosos ou capazes.

Depois de tudo o que enfrentamos, talvez seja justamente essa voz que já não precise comandar nossas escolhas.

O Nove de Paus fala, portanto, de um orgulho que nada tem a ver com arrogância ou com a necessidade de provar alguma coisa aos outros. É a dignidade de olhar para as próprias cicatrizes e reconhecer: eu passei por isso e continuo aqui.

As marcas não são apenas lembranças das batalhas; são também provas de sobrevivência, aprendizado e transformação.

Há uma diferença importante entre estar na defensiva e saber se proteger. A primeira atitude nasce do medo de ser ferido novamente. A segunda nasce da consciência do próprio valor. O Nove de Paus convida a fazer essa distinção. Nem sempre é preciso baixar a guarda, mas também não é necessário permanecer em estado permanente de guerra.

Talvez esta seja a verdadeira vitória representada pela carta: não vencer todas as batalhas, mas chegar ao ponto em que já não precisamos lutar contra tudo. Escolher onde colocar nossa energia. Reconhecer o que merece ser preservado e o que pode finalmente ser deixado para trás. Confiar na experiência sem permitir que ela nos aprisione.

Porque existe uma força particular em quem já atravessou a tempestade. Não é a força de quem acredita que nada mais pode acontecer. É a de quem sabe que, aconteça o que acontecer, terá recursos para se levantar novamente.

O Nove de Paus nos lembra que você não está começando de novo, mas a partir de tudo o que aprendeu. E experiência não significa esperar que o passado se repita. Significa saber reconhecer os sinais, confiar mais em si mesmo e entender que uma nova história não precisa repetir a antiga.

No amor, o Nove de Paus fala de maturidade conquistada através das experiências. Mágoas e desafios podem ter deixado você mais cauteloso, mas não precisam fechar seu coração. A carta convida a preservar seus limites sem transformar proteção em defesa permanente.

Para quem está em um relacionamento, também pode indicar a disposição de atravessar dificuldades e cuidar do vínculo, com mais clareza sobre o que é saudável e o que já não deve ser tolerado.

Com Vênus retrógrada a partir de sábado, relacionamentos entram em um período de revisão: o que realmente tem valor para mim? O que quero preservar? O que já não combina com quem me tornei? Para quem está em uma relação, podem reaparecer questões antigas que precisam ser tratadas com honestidade.

No trabalho, o Nove de Paus fala de perseverança diante de desafios e pressões. As experiências difíceis fortaleceram sua capacidade de lidar com situações complexas, defender suas conquistas e reconhecer seus limites. É uma carta que pede persistência, especialmente quando o cansaço aparece, lembrando que tudo o que você atravessou também construiu o profissional que é hoje.

Marte em Leão acrescenta coragem e visibilidade. É uma boa combinação para apresentar ideias, defender um projeto, assumir autoria e mostrar aquilo que você sabe fazer. Mas Mercúrio em Escorpião pede estratégia: observar antes de falar, entender o ambiente e escolher cuidadosamente quais batalhas realmente merecem sua energia.

O Nove de Paus também traz uma mensagem importante para quem está cansado: estar perto da conclusão não significa que seja hora de desistir só porque o caminho ficou mais difícil. Às vezes, falta muito menos do que parece. Você está quase lá. Não é hora de morrer na praia.

Nas finanças, o Nove de Paus fala de prudência e preservação. Depois de possíveis dificuldades, você aprendeu a cuidar melhor do que conquistou e a evitar riscos desnecessários. É um momento de fortalecer a segurança financeira, manter a disciplina e priorizar avanços consistentes em vez de apostar alto.

Pode ser um bom período para rever gastos, renegociar, reorganizar prioridades e recuperar uma estratégia que já funcionou anteriormente. A pergunta não é apenas “quanto eu tenho?”, mas “o que vale a pena sustentar daqui para frente?”.

A mensagem financeira da carta é simples: proteja o que construiu, mas não viva em estado permanente de defesa.

O Nove de Paus chega justamente quando o céu pede revisão. Vênus olha para trás. Mercúrio investiga. Plutão transforma. Netuno intui. Marte reacende a coragem. E Saturno, no final da semana, lembra que toda liberdade também exige responsabilidade.

É uma combinação que fala menos de começar uma batalha nova e mais de compreender as batalhas antigas.

Talvez você esteja mais perto de uma virada do que imagina. Mas, para atravessá-la, será preciso distinguir duas coisas: aquilo que merece continuar sendo protegido e aquilo que já pode finalmente ser deixado para trás.

O Nove de Paus permanece de pé não porque nunca tenha se ferido, mas porque descobriu que suas feridas também carregam conhecimento.

E talvez essa seja a grande mensagem da semana: experiência não precisa ser sinônimo de medo. Pode ser, justamente, a forma mais madura da coragem. Como escreveu Friedrich Nietzsche: “Aquilo que não me mata, me fortalece.”

Por fim, o conselho do Nove de Paus é claro: estabeleça seus limites e cuide deles. Se você tem permitido que outras pessoas interfiram no seu caminho ou consumam sua energia, talvez seja hora de deixar mais claro o que você precisa para seguir em frente e alcançar seus objetivos.

Mas a carta também faz um alerta: proteção demais pode se transformar em isolamento. Quando levantamos barreiras excessivas, também impedimos que os outros se aproximem, contribuam e nos ofereçam ajuda. O verdadeiro equilíbrio está em saber o que preservar, o que compartilhar e até onde deixar alguém chegar.

Proteja o que importa e poupe suas forças para aquilo que realmente merece sua luta. Às vezes, falta apenas um último esforço para chegar onde você quer. “Não desista. Afinal, é geralmente a última chave do chaveiro que abre a porta” — Paulo Coelho

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 27 Sep 2026 12:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Entre Costuras & Cultura: Quando estar impecável demais deixa o look sem graça?]]></title>
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				<description><![CDATA[A elegância é normalmente associada a sinônimo de perfeição: cores perfeitamente coordenadas, acessórios na medida certa, nada sobrando, nada destoando. Mas será que uma imagem impecável é necessariamente uma imagem interessante?

A figurinista Marylin Fitoussi, conhecida pelo trabalho em Emily in Paris, resumiu bem essa provocação ao dizer que detesta a perfeição e prefere criar looks que despertem alguma reação.

A ideia me fez pensar em algo que vejo também na consultoria de imagem: às vezes, na tentativa de acertar tudo, eliminamos justamente aquilo que poderia tornar nossa imagem mais pessoal.

Existe uma diferença importante entre estar bem-vestida e estar previsível. Um look pode ter excelente caimento, cores harmônicas e peças sofisticadas e, ainda assim, não dizer muita coisa sobre quem o veste.

É justamente uma pequena quebra de expectativa que muitas vezes traz personalidade: um sapato inesperado com uma roupa clássica, uma joia importante usada com camiseta, uma mistura de texturas ou uma cor que interrompe uma produção neutra.

Não significa vestir algo estranho apenas para chamar atenção. Mas entender que estilo também precisa de intenção e que nem tudo precisa combinar perfeitamente.

Isso fica ainda mais interessante com o passar dos anos. Depois de décadas ouvindo regras sobre o que combina, o que emagrece, o que é apropriado e até o que uma mulher “de determinada idade” deveria vestir, talvez uma das maiores demonstrações de estilo seja justamente saber quais regras ainda fazem sentido para você.

A maturidade pode trazer essa liberdade: você já não precisa reproduzir uma fórmula de elegância. Pode usar uma peça vintage com alfaiataria, misturar uma bolsa sofisticada com uma roupa simples ou colocar uma cor intensa onde, teoricamente, entraria um neutro. Elegância não precisa significar ausência de ousadia.

Como trazer mais personalidade ao look sem perder a elegância? Comece por cinco movimentos simples: 

1. Quebre uma combinação perfeita: introduza um elemento inesperado. 

2. Escolha um ponto de personalidade: pode ser uma cor, um acessório, um sapato ou uma estampa. 

3. Misture universos: sofisticado com casual, clássico com contemporâneo, novo com vintage. 

4. Questione regras antigas: principalmente aquelas relacionadas à idade. Pergunte se elas ainda representam você. 

5. Antes de sair, observe o espelho e pense: “Onde estou nesta produção?” 

Porque o verdadeiro estilo não está em construir uma imagem na qual ninguém encontre defeito, mas uma imagem na qual seja possível reconhecer você.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 18:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Recordista brasileira, Núbia Oliveira volta à Dez Milhas Garoto para defender título histórico]]></title>
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				<description><![CDATA[A 35ª Dez Milhas Garoto terá uma das brasileiras de maior  evidência no cenário atual da corrida de rua. Núbia Oliveira, campeã da edição de 2025, retorna à prova no dia 27 de setembro, em Vitória e Vila Velha, vivendo o melhor momento de sua carreira.

Pouco depois de fazer história ao quebrar um recorde brasileiro que permanecia intocado havia 35 anos, a atleta encara novamente a tradicional disputa capixaba com um objetivo claro: defender o título e provar que a vitória do ano passado não foi por acaso.

Núbia estabeleceu recentemente a marca de 1h11min13s na meia maratona em Buenos Aires, superando o antigo recorde brasileiro de Silvana Pereira, que permanecia vigente há três décadas e meia.

O resultado colocou a corredora definitivamente entre os principais nomes da nova geração da corrida de rua brasileira e aumentou ainda mais a expectativa para sua segunda participação na Dez Milhas Garoto.

“A temporada vem sendo incrível. Estamos felizes e satisfeitos com os resultados obtidos até aqui. Recentemente quebrei o recorde brasileiro da meia maratona, que já durava 35 anos, da Silvana Pereira, com a marca de 1h11min13s”, afirma.

A vitória na edição passada teve um significado especial. Em 2025, Núbia encerrou um jejum de 18 anos sem uma brasileira no lugar mais alto do pódio feminino da Dez Milhas Garoto. Agora, volta ao Espírito Santo não apenas como campeã, mas como recordista nacional e um dos nomes brasileiros que chegam à prova com maior expectativa.

“As expectativas para a Dez Milhas Garoto são sempre as melhores. “Estou bem preparada e com vontade de ir defender esse título”, destaca.

Torcida e percurso como aliados

Será apenas a segunda participação de Núbia na Dez Milhas Garoto, mas a corredora já conhece um dos grandes diferenciais da prova: a força do público capixaba. Para ela, a atmosfera criada pelos torcedores é um combustível especialmente importante nos quilômetros finais.

“Gosto muito da torcida capixaba. A energia é incrível, principalmente na chegada, que é muito contagiante”, conta.

O percurso entre Vitória e Vila Velha também não é novidade para a campeã. Núbia reconhece os desafios da prova, mas acredita que as características do trajeto dialogam com sua preparação.

“É um percurso que tem algumas partes desafiadoras, mas tem características que encontramos muito nos nossos treinos, então me sinto preparada”, explica.

De olho na elite internacional

A 35ª Dez Milhas Garoto reunirá novamente atletas de alto nível do Brasil e do exterior, cenário que Núbia considera importante para seu próprio crescimento competitivo.

“Gosto muito de competir ao lado de atletas de alto nível, porque isso nos mostra o quanto estamos evoluindo. Correr ao lado de grandes atletas nos faz ganhar cada vez mais confiança e acreditar que também podemos estar entre eles”, afirma.

A declaração traduz o momento vivido pela brasileira: de campeã nacional a protagonista em provas de alto nível, Núbia chega à Dez Milhas Garoto disposta a medir novamente forças com a elite internacional.

Além da disputa pela elite, a 35ª edição da Dez Milhas Garoto será uma grande celebração da corrida de rua, com 20 mil participantes no tradicional percurso entre Vitória e Vila Velha.

Para Núbia, a preparação começa antes da largada e passa por algo fundamental: respeitar o planejamento.

“Que todos tenham uma boa hidratação no dia anterior à prova, coloquem em prática tudo aquilo que foi planejado com o treinador e aproveitem muito cada parte do percurso”, recomenda.

E deixa uma mensagem que resume o espírito da competição: “Corram, vivam cada quilômetro e, acima de tudo, sejam felizes durante a prova!”

Uma brasileira para ficar de olho

Reconhecida pela World Athletics e com Permit Ouro da CBAt, a Dez Milhas Garoto chega à 35ª edição, consolidada entre as principais provas de rua do calendário brasileiro. E, desta vez, terá uma atração especial no pelotão feminino: a brasileira que quebrou um recorde nacional de 35 anos volta ao palco onde fez história em 2025, agora para tentar escrever um novo capítulo — o do bicampeonato.

 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 17:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Postura corporal: como está a sua?]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/postura-corporal-como-esta-a-sua/473410/</link>
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				<description><![CDATA[Cuidar da postura não é apenas uma questão estética, é estar atento à qualidade de vida que esse cuidado proporciona no decorrer da vida.

A má postura pode gerar diversos quadros de dor, incluindo doenças ósseas e articulares, e com o passar do tempo começa a causar limitações na realização de tarefas simples como: pegar um objeto no chão, tirar malas do avião, pegar uma bolsa no banco de trás do carro. 

“Pode parecer algo bobo, ou até mesmo que não tenha ligação alguma, mas a má postura causa impacto não só na coluna, como também nos ombros e quadril. Além das dificuldades diárias, essas alterações podem impactar nas práticas esportivas, ou seja, no seu lazer”, comenta Stephanie Iara Heidorn, personal trainer,  especialista em dor e mobilidade na Bodytech Company.

Além do impacto na qualidade de vida, a postura pode influenciar a forma como os outros nos veem. Por exemplo, uma postura arqueada pode ser vista como uma pessoa desleixada e até representar falta de confiança para quem te observa.

Para aqueles que estão preocupados com a estética, a má postura pode favorecer um abdômen distendido, ou seja, aquela barriguinha mais saliente e indesejada por todos.

Boa postura no dia a dia

É importante adaptar os ambientes em que passamos mais tempo. Se você trabalha em frente a um computador, vale a pena elevar a tela até a linha do seu olhar para evitar o arqueamento da coluna e a projeção da sua cervical para a frente.

Passamos entre 6 a 8 horas dormindo, por isso, é importante ficar atento à posição do sono. Esse cuidado pode ajudar na melhora postural e na redução de quadros de dor. Deixar o ambiente confortável com a utilização de travesseiros, pode ser um bom começo.

Se você dorme de lado utilize um travesseiro entre as pernas, se dorme de abdômen para cima utilize o acessório abaixo dos joelhos, e para ambas as posições fique atento a altura do travesseiro para que sua cervical fique sempre bem acomodada, preservando um bom alinhamento.

É importante evitar permanecer sentado por longos períodos, faça pequenas pausas para beber água ou se proponha a ficar de pé sempre que utilizar o celular, revezar as posições também pode ajudar.

Além dessas recomendações é muito importante lembrar que a prática de exercício físico, principalmente os que envolvem fortalecimento muscular contribuem muito para a manutenção postural de uma maneira mais fácil e natural.

Problemas acarretados pela má postura

Os principais problemas causados pela má postura são: encurtamentos, fraquezas e desequilíbrios musculares. Os desequilíbrios sobrecarregam a coluna, cintura escapular e pélvica e podem ocasionar o aparecimento de hérnia de disco, tendinites, bursites, artrose, restrição de movimento e, consequentemente, muita dor. 

No topo dos inimigos da postura estão: longos períodos na mesma posição, falta de exercício físico e o tempo excessivo em frente às telas.

“Para amenizar as dores e auxiliar na correção da postura é essencial investir em exercícios de alongamento e mobilidade. Eles ajudam a amenizar a tensão gerada pelo desequilíbrio muscular, na hidratação e nutrição das articulações e principalmente no resgate dos movimentos. Qualquer tipo de restrição causa compensação e a compensação gera sobrecarga, causando dor”, orienta a profissional de Educação Física.

Stephanie esclarece quatro mitos e verdades relacionados à postura

1. Usar cinta para correção postural: MITO

O uso de cinta pode contribuir para o enfraquecimento muscular, uma vez que o suporte postural está relacionado ao seu uso. Os músculos precisam estar em uso para exercerem a sua função.

2. Fazer exercícios abdominais para fortalecimento do CORE e melhorar a postura: MITO

Os exercícios abdominais tradicionais, de modo geral, enfatizam a flexão de tronco, ou seja, é uma postura de arqueamento, adotada quando estamos sentados olhando para telas baixas.

Para melhorar a compreensão da região do CORE que compõe o centro de gravidade do corpo, onde todos os movimentos são iniciados, muitos autores englobam tronco, quadril e ombros como CORE também.

Os músculos dessa parte do corpo são essenciais na função e no controle de todas essas regiões, possuindo uma importante participação na estabilização da coluna. A maneira mais comum de exercitar a parede abdominal, seja no solo ou com uso de equipamentos, é por meio de flexões da coluna.

No entanto, dificilmente o músculo abdominal é utilizado dessa forma em atividades esportivas ou no dia a dia. A grande função dessa zona do corpo é estabilizar a coluna e não atuar como flexora, como é comumente nos deparamos nas academias. 

Procure realizar exercícios isométricos e de estabilização para obter melhor resultado, e para conseguir ficar mais próximo da principal função do CORE.

3. O posicionamento dos pés pode contribuir muito para a melhora postural: VERDADE

Experimente sentar-se em uma cadeira e deixar os pés soltos no chão. Agora, apoie os mesmos de maneira firme com a sola toda, perceba como sua coluna reage de maneira diferente.

4. Um jeito fácil de corrigir a postura é lançar os ombros para trás, forçando a musculatura das costas: MITO

Corrigir a postura dessa forma pode causar maior tensão na região, levando a quadros de dor e desequilíbrio. Para um ajuste mais confortável, faça um giro dos seus ombros, levando-os para a frente, para cima e posicionando-os para trás. Dessa forma, suas escápulas ficarão acomodadas no local certo e você não fará força para manter uma boa postura.

 


 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 16:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Primavera acende alerta para alergias em cães e gatos; veja quais raças são mais predispostas]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/primavera-acende-alerta-para-alergias-em-caes-e-gatos-veja-quais/473409/</link>
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				<description><![CDATA[A chegada da primavera traz mudanças nas temperaturas, na umidade e na vegetação, o que afeta diretamente a saúde e o bem-estar de cães e gatos. Para os pets que apresentam predisposição a doenças alérgicas, a estação pode representar maior exposição a agentes ambientais capazes de desencadear ou intensificar crises.

Pólens liberados durante a polinização das plantas, ácaros presentes na poeira doméstica e fungos ambientais estão entre os principais alérgenos nesse período. O clima mais quente e úmido também favorece a atividade e a proliferação de pulgas, aumentando o risco de problemas como a dermatite alérgica à saliva da pulga (Dasp).

Segundo a Dra. Flávia Jávare, médica-veterinária do Hospital Veterinário do Centro Universitário Max Planck (UniMAX Indaiatuba) e especialista em Dermatologia em Animais e Cia., a mudança de estação pode interferir diretamente na rotina de animais que já apresentam sensibilidade a determinados agentes.

“Na primavera, pode haver uma maior exposição aos alérgenos ambientais, como os pólens pela polinização das plantas. O aumento da umidade também favorece a proliferação de fungos ambientais e ácaros, aumentando a exposição aos alérgenos e causando crises nos indivíduos alérgicos”, explica a veterinária.

As alergias mais comuns nessa época está a dermatite atópica, também conhecida como atopia, uma doença crônica, inflamatória e pruriginosa.

Ela provoca coceira e pode sofrer influência de fatores ambientais e sazonais. Outro quadro que merece atenção é a Dasp, quando as pulgas encontram condições mais favoráveis para atividade e proliferação, o que pode aumentar a exposição dos animais.

Entre os principais agentes ambientais relacionados às alergias estão os ácaros da poeira doméstica, como dermatophagoides farinae e blomia tropicalis; pólens de gramíneas, como paspalum notatum e cynodon dactylon; e fungos ambientais, como aspergillus fumigatus e alternaria alternata.

O clima da primavera também pode favorecer outros problemas de pele, como piodermites secundárias, picadas de pulgas e carrapatos, dermatites de dobras, principalmente em cães braquicefálicos, e dermatofitoses, doenças causadas por fungos geofílicos que apresentam maior transmissão em condições ambientais favoráveis.

Coceira persistente nem sempre é alergia

A coceira é um dos sinais mais conhecidos de uma crise alérgica. O pet pode se coçar com as unhas, morder ou lamber excessivamente determinadas regiões do corpo. Mas o sintoma, isoladamente, não é suficiente para indicar uma alergia.

Outras doenças dermatológicas, como a escabiose, também podem provocar coceira intensa. Por isso, os tutores devem observar sinais secundários, como vermelhidão, lesões na pele, queda de pelos, descamação, mau odor e infecções de ouvido ou otites, principalmente quando esses problemas aparecem de forma recorrente. A duração, a frequência e a evolução dos sintomas também são informações importantes para a investigação.

“A coceira excessiva não significa necessariamente que o animal tenha uma alergia. Para diferenciar uma doença alérgica de outras afecções dermatológicas, é importante avaliar a distribuição e a evolução das lesões, a intensidade da coceira e os outros sinais clínicos associados. Como a alergia é uma doença crônica, inflamatória e pruriginosa, os sinais podem se intensificar ao longo do tempo e sofrer influência de fatores ambientais e sazonais”, destaca Dra. Flávia.

A investigação veterinária pode incluir exames dermatológicos, como raspados cutâneos e citologias, além de culturas, triagens alérgicas e testes cutâneos.

Quando há suspeita de alergia alimentar, pode ser necessária uma dieta de eliminação. Já os testes alérgicos podem auxiliar na identificação dos alérgenos envolvidos e na indicação da imunoterapia.

O tutor deve buscar avaliação veterinária quando o pet apresentar coceira persistente, vermelhidão, queda de pelos, descamação, lesões, mau odor ou infecções de ouvido, principalmente quando os sintomas forem recorrentes ou estiverem piorando.

Uma alergia não tratada ou não controlada pode trazer consequências para a saúde do animal, como inflamação e coceira crônicas, infecções secundárias, otites recorrentes e alterações crônicas da pele e dos ouvidos.

“A avaliação profissional é importante não apenas para controlar os sintomas, mas para investigar a causa e definir a estratégia de tratamento. Em doenças dermatológicas, identificar corretamente o problema é fundamental para evitar que um sinal aparentemente simples, como uma coceira, se transforme em um quadro persistente”, ressalta Dra. Flávia.

Quais raças são mais predispostas e como agir preventivamente?

Algumas raças de cães também apresentam maior predisposição ao desenvolvimento de alergias. É o caso de shih tzu, buldogue francês, yorkshire terrier e golden retriever. Em felinos, essa predisposição racial é menos estabelecida, mas já foi observada em gatos siamês, persa e sem raça definida (SRD).

Embora não seja possível eliminar completamente os agentes alergênicos do ambiente, algumas medidas ajudam reduzir a exposição dos animais:

- Mantenha a casa limpa e ventilada;

- Aspire regularmente locais quem os pets tenham contato

- Higienize camas, mantas, estofados e outros locais

- Realize o controle dos ectoparasitas;

Nos animais que já apresentam alergias, o controle ambiental deve estar associado ao tratamento adequado. A abordagem é individualizada e pode incluir controle de alérgenos ambientais e de ectoparasitas, além de banhos terapêuticos, medicamentos imunomoduladores, anti-inflamatórios, antibacterianos e antifúngicos quando há infecções associadas.

Em alguns casos, pode haver indicação de imunoterapia imuno-específica, que ajuda a reduzir a sensibilidade aos alérgenos e a promover o controle da doença a longo prazo.

“O objetivo do controle ambiental é reduzir a carga de exposição aos agentes alergênicos. Nos animais alérgicos, essas medidas devem estar associadas ao tratamento adequado, que precisa ser individualizado de acordo com as características e necessidades de cada paciente”, orienta a especialista do Hospital Veterinário da UniMAX.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 15:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
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				<title><![CDATA[I Play Rocky: quando o azarão de Rocky vira o próprio Stallone]]></title>
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				<description><![CDATA[Há algo quase perfeito demais em I Play Rocky. Em 1976, Sylvester Stallone escreveu a história de um homem no qual ninguém acreditava, brigou para interpretá-lo quando ninguém acreditava que fosse capaz e acabou transformando Rocky em um dos maiores fenômenos da história de Hollywood.

Cinquenta anos depois, essa mesma história volta ao cinema, agora com outro ator relativamente desconhecido tentando convencer o público de que pode ser Sylvester Stallone.

A metalinguagem é tão evidente que poderia parecer fabricada, mas a própria história de Anthony Ippolito ajuda o filme. Quando soube que uma produção sobre a criação de Rocky estava sendo preparada, ele ainda não tinha recebido convite, roteiro ou material para um teste.

Mesmo assim, pendurou um saco de pancadas no porão da avó, chamou um amigo e um primo e gravou por conta própria uma tentativa de interpretar Stallone. O material chegou à produção, que então lhe enviou o roteiro e pediu uma audição oficial. Ippolito fez novos testes e acabou conquistando o papel.

É difícil imaginar uma forma mais apropriada de chegar a I Play Rocky. O ator também traz uma curiosa especialização em interpretar lendas do cinema antes de elas se tornarem lendas. Em The Offer, minissérie sobre a tumultuada produção de O Poderoso Chefão, Ippolito viveu o jovem Al Pacino.

Agora interpreta Stallone durante a criação de outro filme dos anos 1970 que terminaria a temporada levando o Oscar de Melhor Filme. Há ainda uma pequena ligação deliciosa entre as duas histórias: Talia Shire estava em O Poderoso Chefão e seria Adrian em Rocky.

Interpretar Stallone, porém, exige muito mais do que uma boa caracterização física. Talvez ele seja um dos atores mais fáceis de imitar e, justamente por isso, um dos mais perigosos de interpretar.

A voz arrastada, a assimetria do rosto, os movimentos dos ombros, a postura e a maneira de olhar são tão reconhecíveis que basta exagerar um pouco para que a atuação se transforme em caricatura.

Ippolito passou um longo período se preparando fisicamente e estudando não apenas a voz de Stallone, mas sua linguagem corporal e, principalmente, a diferença entre o homem que conhecemos hoje e aquele ator ainda desconhecido dos anos 1970.

Esse detalhe é fundamental. Ele não está interpretando o Stallone de Rambo, das grandes franquias ou das décadas de estrelato. Está tentando encontrar o homem que ainda não sabia se algum dia chegaria lá.

Essa é também a dificuldade central de I Play Rocky: todos nós sabemos o final. Sabemos que Stallone conseguiu fazer o filme, que Rocky se tornou um fenômeno, que ele foi indicado ao Oscar como ator e roteirista e que o longa venceu Melhor Filme. Sabemos que nasceu uma franquia, depois outra com Creed, e que Stallone se transformou em um dos maiores astros de sua geração.

Peter Farrelly, portanto, não pode depender de suspense para contar essa história. Assim como no próprio Rocky, a questão nunca é realmente saber quem vence, mas entender como alguém conseguiu permanecer de pé até o último round.

O filme volta ao período em que Stallone acumulava rejeições, problemas financeiros e pequenos papéis enquanto tentava descobrir uma maneira de entrar definitivamente em Hollywood. AnnaSophia Robb interpreta Sasha Czack, que viria a ser sua primeira mulher e aparece como uma das pessoas que o incentivam a escrever os próprios roteiros. Se ninguém estivesse disposto a lhe oferecer um grande personagem, talvez fosse necessário criá-lo.

Foi assim que surgiu Rocky Balboa, mas escrever um bom roteiro resolveu apenas metade do problema. Os produtores começaram a perceber o potencial do filme e Hollywood ficou interessada. O obstáculo passou a ser outro: queriam Rocky, mas não necessariamente queriam Stallone como Rocky.

I Play Rocky: quando o azarão de Rocky vira o próprio Stallone - Divulgação

Ele não aceitou essa separação.

É daí que vem o próprio título. I Play Rocky resume a posição que transformaria a negociação em uma das histórias mais repetidas de Hollywood. Stallone podia precisar desesperadamente do dinheiro, podia não ter qualquer poder dentro da indústria e podia estar diante de produtores que enxergavam atores conhecidos como uma escolha muito mais segura, mas havia uma coisa da qual não estava disposto a abrir mão. Se o filme fosse feito, ele interpretaria Rocky.

A produção reconstrói, portanto, não apenas Stallone, mas todo o pequeno universo que participou daquele nascimento. P.J. Byrne interpreta Irwin Winkler, Toby Kebbell é Robert Chartoff e Jay Duplass assume John G. Avildsen, o diretor que percebeu que o roteiro aparentemente sobre boxe era, antes de tudo, uma história de amor, solidão e dignidade. Stephan James interpreta Carl Weathers, enquanto Kiki Seto interpreta Talia Shire e Robert Morgan assume Burgess Meredith.

Matt Dillon ocupa um lugar diferente nessa reconstrução ao interpretar Frank Stallone Sr., pai de Sylvester. A relação difícil entre os dois oferece ao filme uma explicação mais íntima para a necessidade quase obsessiva que Stallone tinha de provar seu valor. A recusa em entregar Rocky a outro ator deixa, assim, de ser apenas uma disputa profissional e passa também pela necessidade de demonstrar que todas aquelas pessoas que haviam duvidado dele estavam erradas.

Há uma camada particularmente interessante nisso porque o verdadeiro Stallone não esteve inicialmente envolvido com I Play Rocky. Quando soube que o projeto estava sendo desenvolvido, contou que ninguém havia entrado em contato com ele e que descobrira a existência do filme pelas notícias. Não era, portanto, uma cinebiografia concebida sob sua supervisão ou com sua aprovação desde o começo.

A relação mudou depois. Ippolito conseguiu conversar com Stallone durante a preparação e encontrou alguém disposto a ajudá-lo a compreender aquele período de sua vida. Quando finalmente viu o trailer, Stallone também mudou publicamente de tom e desejou sucesso ao elenco e à equipe, dizendo estar ansioso para ver o começo de sua história ganhar vida.

É uma situação curiosa para alguém que passou meio século tão ligado ao personagem que criou. Stallone teve de assistir a outro ator interpretando o momento exato em que ele tentava convencer todo mundo de que ninguém além dele deveria interpretar Rocky.

Peter Farrelly também chega ao projeto carregando sua própria relação recente com o Oscar. Green Book, seu filme anterior para os cinemas, saiu de Toronto com enorme impulso e terminou a temporada vencendo Melhor Filme. Agora ele retorna com outra história construída para provocar uma resposta emocional forte do público, novamente baseada em personagens reais e novamente chegando em plena temporada de premiações.

I Play Rocky estreou no Festival de Toronto e deixou claro que tem vocação para agradar plateias. A atuação de Ippolito surgiu como um dos elementos mais comentados, o que naturalmente aproximou o filme da conversa sobre premiações. Isso não significa prever onde ele chegará, mas é impossível ignorar a simetria: 50 anos depois de Stallone ter sido indicado ao Oscar por interpretar Rocky, outro ator chega à temporada interpretando Stallone enquanto ele criava Rocky.

Talvez o maior risco do filme esteja justamente nessa proximidade com uma história que já conhecemos tão bem. Recriar os bastidores de Rocky significa competir constantemente com nossas lembranças do original e com uma lenda que Stallone, a imprensa e Hollywood passaram cinco décadas alimentando. Quanto mais reconhecível a cena, maior a tentação de transformar a cinebiografia em uma sequência de momentos que o público já espera encontrar.

O trailer sugere que Farrelly decidiu não combater essa mitologia. Ao contrário, I Play Rocky parece abraçá-la. O filme assume a história do sujeito sem dinheiro que escutou “não” repetidas vezes, escreveu a própria oportunidade e, quando Hollywood finalmente quis aquilo que ele havia criado, preferiu arriscar tudo a entregar o papel para outro ator. A cinebiografia sobre o criador de Rocky transforma Sylvester Stallone no verdadeiro Rocky Balboa.

Até “Gonna Fly Now” volta para completar o espelho. Em 1976, a música acompanhava Rocky enquanto ele começava a acreditar que conseguiria chegar até o fim. Cinquenta anos depois, ela acompanha o homem que o inventou durante sua própria tentativa de chegar ao topo.

No Brasil, Eu Sou o Rocky estreia em 19 de novembro, praticamente junto ao aniversário de 50 anos do filme original. O momento dificilmente poderia ser mais adequado. Em 1976, Hollywood assistiu a um ator praticamente desconhecido apostar tudo na certeza de que deveria interpretar Rocky. Meio século depois, Anthony Ippolito chega ao cinema interpretando justamente aquele momento, depois de também ter criado sozinho sua primeira oportunidade de conseguir o papel.

Talvez seja essa a ideia que une melhor os dois filmes. Às vezes ninguém oferece a oportunidade que estamos esperando, e continuar esperando não resolve nada.

Stallone escreveu a sua.

Cinquenta anos depois, Hollywood resolveu fazer um filme sobre isso.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 13:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Receita de vinagrete de abacaxi pode acompanhar carnes bovinas, suínas e aves]]></title>
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				<description><![CDATA[A carne pode até ser a protagonista de um churrasco, mas os acompanhamentos têm papel importante na composição do prato. Molhos, farofas, pães, conservas e preparações com frutas ajudam a equilibrar sabores e podem transformar uma refeição feita na brasa.

Uma das opções para fugir dos acompanhamentos mais tradicionais é o vinagrete de abacaxi, que combina a acidez e o dulçor da fruta com o sabor marcante do gengibre e da pimenta.

A receita é assinada por Alê Ciasca e leva abacaxi maduro, tomate, cebola roxa, gengibre, pimenta dedo-de-moça, mel e azeite. O resultado é uma preparação refrescante, que pode ser servida fria e acompanha diferentes tipos de carne.

A sugestão chega em um momento em que o churrasco ganha espaço para novas combinações. Em Campo Grande, o Festival Internacional da Carne deste ano, que acontece até domingo, no Parque de Exposições Laucídio Coelho, dedica parte da programação justamente às possibilidades que vão além da carne.

Entre as atividades gastronômicas do evento estão oficinas do Senac MS divididas em três eixos: “Brasa sem Brasa”, “Sabores de MS” e “Churrasco 2.0”. A programação inclui preparações como manteigas de baru e bocaiuva, picles, maioneses, purês, geleias, chutneys e receitas com mandioca, milho e frutas.

A proposta é mostrar que o churrasco pode ser construído a partir da combinação de diferentes sabores e texturas.

EQUILÍBRIO NO PRATO

O abacaxi é o ingrediente que dá identidade à receita. Cortado em cubos, ele entra em contraste com o tomate e a cebola roxa, enquanto o gengibre ralado acrescenta um sabor mais intenso. A pimenta dedo-de-moça pode ser ajustada de acordo com a preferência de quem vai consumir.

O mel aparece em pequena quantidade e ajuda a reforçar o dulçor natural da fruta. Já o azeite contribui para unir os ingredientes. Sal e pimenta-do-reino completam a preparação.

Por não exigir cozimento, o vinagrete também é uma opção prática para acompanhar carnes. Basta cortar os ingredientes, misturar e deixar os sabores se integrarem por alguns minutos antes de servir.

Além das carnes bovinas, a preparação combina especialmente com cortes suínos e aves, criando um contraste entre o sabor mais intenso da carne e a característica fresca e frutada do acompanhamento.

ACOMPANHAMENTOS EM EVIDÊNCIA

A combinação de carne e acompanhamentos também estará presente na programação do Festival Internacional da Carne deste ano. A quarta edição do evento terá mais de 30 estações de carnes, além de oficinas gastronômicas, palestras, música, economia criativa e atividades para diferentes públicos.

Entre as receitas previstas nas oficinas estão pão de alho inspirado no Korean Garlic Bread, manteigas de baru e bocaiuva, risoto de costela com banana-da-terra e diferentes preparações de picles, maioneses, purês, geleias e chutneys.

Algumas atividades terão participação do público, incluindo oficinas para montagem de farofas e preparação de molhos para churrasco. O encerramento da programação gastronômica será com uma oficina-show dedicada ao risone de comitiva.

A programação musical terá oito apresentações de artistas e bandas de Mato Grosso do Sul. Na sexta-feira subiram ao palco Os Cara da Kombi e Fred e Victor. Neste sábado, será a vez de Samba Pop, Banda Seven, Naip e Chicão Castro e banda.

E neste domingo, Zé do Pantanal e Renato Pacheco encerram as apresentações.

O evento também terá a Fazendinha, espaço para crianças com animais de pequeno porte e brinquedos, além de estandes de economia criativa e a presença da Carreta da Energisa, que integra o projeto Nossa Energia.

Vinagrete de abacaxi - Foto: Divulgação

Vinagrete de abacaxi

Ingredientes:


	1 abacaxi maduro cortado em cubos;
	4 tomates sem sementes cortados em cubos;
	2 cebolas roxas cortadas em cubos pequenos;
	50 g de gengibre ralado;
	½ pimenta dedo-de-moça picada em cubos bem pequenos;
	1 fio de mel;
	1 fio de azeite;
	sal a gosto;
	pimenta-do-reino a gosto.


Modo de Preparo:

> Em uma tigela, coloque o abacaxi, os tomates e a cebola roxa. Acrescente o gengibre ralado e a pimenta dedo-de-moça. Misture delicadamente para distribuir os ingredientes;

> Em seguida, adicione um fio de mel e um fio de azeite. Tempere com sal e pimenta-do-reino a gosto e misture novamente. Leve à geladeira até o momento de servir;

> O vinagrete pode ser colocado sobre a carne ou servido separadamente, para que cada pessoa acrescente a quantidade desejada ao prato.

Lombo suíno assado com ervas - Foto: 

Lombo suíno assado com ervas

Ingredientes:


	1 quilo de lombo suíno;
	4 dentes de alho amassados;
	Suco de 1 limão;
	2 colheres de sopa de azeite;
	1 colher de chá de páprica
	1 colher de chá de alecrim;
	1 colher de chá de tomilho;
	sal a gosto;
	pimenta-do-reino a gosto;
	½ xícara de água.


Modo de Preparo:

> Coloque o lombo em uma travessa e tempere com o alho, o suco de limão, o azeite, a páprica, o alecrim, o tomilho, o sal e a pimenta-do-reino. Espalhe os temperos por toda a superfície da carne e deixe marinar por, pelo menos, 30 minutos;

> Transfira o lombo para uma assadeira e acrescente a água no fundo. Cubra com papel-alumínio e leve ao forno preaquecido a 200 °C por cerca de 40 minutos;

> Retire o papel-alumínio e volte ao forno por mais 20 minutos a 30 minutos, ou até que a superfície esteja dourada e a carne completamente assada. Durante esse período, regue o lombo com o caldo da assadeira para ajudar a manter a umidade;

> Depois de retirar do forno, aguarde alguns minutos antes de fatiar. Sirva o lombo acompanhado do vinagrete de abacaxi.

>> SERVIÇO

Festival Internacional da Carne 2026

Data: de sexta-feira a domingo.
Local: Parque de Exposições Laucídio Coelho.
Entrada: gratuita.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 11:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[A história de que voluntários estão aderindo às campanhas espontaneamente... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/a-historia-de-que-voluntarios-estao-aderindo-as-campanhas/473357/</link>
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				<description><![CDATA[Iolete Moreira - Poeta de MS

"Paisagens sorrindo à toa, na contemplação do mistério, esconde o segredo vivido. É vigilante a superlua no poema adormecido”.

FELPUDA

A história de que voluntários estão aderindo às campanhas espontaneamente, como alguns  candidatos vêm anunciando, está sendo recebida com certo ceticismo por quem conhece os bastidores eleitorais. Afinal, não parece muito razoável imaginar alguém gastando horas do seu dia, enfrentando sol, cansaço e até riscos nas ruas apenas por entusiasmo político. No mundo real, dizem os mais experientes, geralmente sempre existe alguma forma de compensação. “Menos, menos, gente!” 

Foto: Divulgação/Urãnia Planetário

Na noite deste sábado (26), a Lua cheia poderá servir como referência para localizar Saturno no céu. O planeta aparecerá como um ponto luminoso próximo da Lua e poderá ser identificado a olho nu, sem necessidade de telescópio. Oficialmente, a Lua atinge a fase cheia por volta das 12h49, no horário de MS. Cerca de duas horas  após o pôr do Sol, a orientação é procurar a Lua no horizonte leste e identificar Saturno nas proximidades. “É uma boa oportunidade para quem nunca observou Saturno no céu. A Lua funciona como uma referência muito fácil: primeiro encontramos a Lua e a partir dela, procuramos o ponto luminoso correspondente ao planeta”, explica o Professor Dr. Marcos Calil, responsável pelo Setor de Observatório da Urânia Planetário. A observação dependerá das condições meteorológicas de cada região. A Urânia Planetário realiza lives todas as terças-feiras, às 18h30 (MS), em seu canal no YouTube.

 Anderson da Silva Pereira e Adriana Paula Cândido - Foto: Studio Vollkopf

 

Carol Ribeiro - Foto: Lu Prezia

“Mala preta”

Há quem afirme que a Justiça eleitoral está de olhos bem abertos nas movimentações bancárias, visando combater a compra de votos nesse final de campanha. Assim, figuras que possuírem vínculos a partidos políticos têm que evitar ficar carregando a famosa “mala preta” por aí, pois poderão ser surpreendidos por policiais a quaisquer hora e local. Dizem que a fiscalização está atuando para valer.

Sem dó

Quem não vê sentido qualificar a posição ideológica da política é o ex-senador e hoje candidato Delcídio Amaral. Ele diz que essa história de direita e esquerda, só existe nas placas de rua. Não na política. Ah, tá?!... Em tempo: o candidato resolveu tirar o “do” da grafia de seu nome, e agora só usa “Amaral”. Excluiu o “do” sem dó.

Na fita

Quem não colocou Mato Grosso do Sul como prioridade para sua campanha eleitoral, foi o candidato a presidente Flávio Bolsonaro. Mas os seus aliados da direita não hesitaram em “voar” até Brasília para gravar vídeos e divulgarem nos horários gratuitos.

ANIVERSARIANTES 

x

SÁBADO (26)


	João Roberto Giacomini, 
	Lázara Lessonier, 
	Marcelos Antonio Arisi, 
	Mirian Fonseca Ferro,
	Cesar Rezende da Silva,
	Dahoud Robban,
	Luiz Renê Goncalves 
	do Amaral,
	Justina Conche Farina,
	Marcos Fernando Herradon,
	Maria José de Oliveira,
	Sylvio Shojin Fukuchi,
	Bartolomeu Ortega Garcia,
	Gilson Chacon Marroni,
	Marcelo Silva Boza,
	Leandro Gregório,
	Maria Eva Ferreira Espinosa,
	Dirceu Júnior Tonietti 
	de Almeida, 
	Elísio de Deus Santos,
	Mariella Mamede Duarte, 
	Carlos Américo Grubert, 
	Daniela Longo Garcia,
	Samária Rosa de Souza,
	Rosemary Gaúna de Oliveira Medeiros,
	Pamella Rodrigues Vieira,
	Francisco Silva de Freitas,
	Ana Soledade Alcova Campos, 
	Adriana Aquino Ratier, 
	Dra. Leide Célia Ottoni Nunes Toniasso, 
	Dr. Wilson Girão, 
	Aparecido Alves das Neves,
	Marcela Correa Peixoto 
	de Azevedo,
	Teldo Kasper Filho,
	Sandra Marques Fernandes,
	Fénelon Rafael Pires,
	Gilberto Coelho Ferreira,
	Nadir Pereira Borges,
	Gilvan Guilherme Carvalho,
	Emile El Saddi,
	Jucileide Flôres Baldo,   
	Lair Paes Camargo,
	Marlei Biazetto,
	Fabiane Biazetto,
	Fabricia Biazetto,
	Nilson Gomes Azambuja,
	Regina Maria Rondon,
	Marcelo Borges,
	Dirce Arakaki,
	Carmem Oliveira,
	João Carlos de Andrade,
	Dauth de Almeida Filho,
	Nadia Daniani Guenka,
	José Celso Garcez,
	Ana Maria dos Passos Azevedo,
	Vilma Hebeler Lopes,
	Maria Lúcia Barbosa Ribeiro, Tânia Espíndola,
	Maique de Oliveira,
	Aristeu Pereira Patrocinio,
	Carlos Augusto Molina,
	Dalila Bárbara Suffiatti Frozza,
	Cipriano Santos Lopes,
	Danilo Monte Negro,
	Cintia Fukuchi Soken,
	Ângela Maria Gavira Lahoud,
	Francisco Vieira de Castro Neto,
	Neuza Feico Kikuchi Kaneki,
	Edmar Fernando 
	de Figueiredo Cruz,
	Jorge Luiz Arguello,
	Diego Goulart Wyder Herradon,
	Gilmar Miguel Bottan,
	Juliana Duarte Lucas Facincani,
	Graziele de Brum Lopes,
	Giuliano Corradi Astolfi,
	Beatriz Bernadete Gusso,
	Aline Joana Linhares Gurski,
	Leonardo de Pina Bulhões 
	Di Giorgio,
	Juliano da Cunha Miranda,
	Atos Pessatto,
	Meline Paludetto Pazian.


DOMINGO (27)


	Dra. Thaísa Mazina Smaniotto Marin, 
	José Ricardo Barbero Biava (Zeca),
	Dra. Ana Carolina Anderson Nasser Penaforte, 
	Antônio de Moraes Ribeiro Neto,
	Fernanda  Salgueiro Zandavalli, 
	Gerson Penze de Souza,
	Lindomar Divino de Souza,
	Thiago Augusto Araujo Ramos,
	Dr. Naidor João da Silva,
	Livaldo Costa, 
	Antonio Carlos Neckel,
	Cleide dos Santos,
	Joaquim Arnaldo da Silva Neto,
	Neide Aparecida Bastos Querino,
	Valter Jeronimo Marques Queiroz,
	Sonia Maria de Souza Pinto França,
	Hudson Marcos da Cunha Gomes,
	Mônia Michelle Carvalho, 
	Julieta de Melo Pereira,
	Dra. Julita Antunes Miranda Sá, 
	Hugo Haverroth Hilgert, 
	Dr. Armando Vieira 
	de Almeida, 
	Dr. Alexandre Magno Benites Lacerda, 
	João Pedro Santana Pereira Júnior, 
	Rafael Tulux Lopes, 
	Dra. Rita de Cássia Budib Lourenço,
	Maristela Nunes Farias Portugal,
	Viki Dória, 
	Marcus Aurélius Stier Serpe,
	Alisson Lopes da Silva,
	Jesus Queiroz Baird,
	Laurinda da Silva Curto,
	Ademilton Tenório 
	de Albuquerque,
	Zonir Freitas Tetila,
	Arabutan Alves Pereira,
	Elvira Dutra Leão,
	Cesar Roberto Maksoud Cabral,
	Sahra Lima Buchara 
	de Alencar,
	Ivanir Frias Ponchio,
	Deise Cicalise Bossay Kichel,
	Fernando Alcaraz Caramalac,
	Dr. Benedito (Benê) Anache, Dr. Victor Anache Ferzeli, 
	Dr. Mauro Cosme Gomes 
	de Andrade, 
	Glauce Raquel Garcia Oliveira,
	Eunice Dib Safatli,
	Gilberto Santinoni,
	Dr. José Carlos Lopes,
	Geraldo Paschoaletto Trindade,
	Dra. Marisa Miyuri Shinzato,
	Dr. Eustáquio Marques Ferreira,
	Carolina Sanson Cação, 
	Giselle Rodovalho Palieraqui Gurgel,
	Paulo José Liberatti,
	Érica Tabata Hirose,
	Newton Cosme Figueiredo Gomes, 
	Fabiana Amaral Gurgel,
	Victor José Hackbarth,
	Clara Mayumi Kuraoka Dadoni,
	Márcia Toshiko Mori Caldas,
	Luiz Ricardo Brusamolin,
	Munir Mohamad Hassan Hajj.


Colaborou com Tatyane Gameiro 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Quase 30 bolivianos são presos ao entrar em MS com cocaína no estômago]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/quase-30-bolivianos-sao-presos-ao-entrar-em-ms-com-cocaina-no-estomago/473366/</link>
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				<description><![CDATA[Uma operação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu 37 bolivianos nesta sexta-feira (25), em Terenos. Destes, 28 estavam com cápsulas de cocaína no estômago, fazendo o trabalho conhecido como "mulas do tráfico".

O grupo foi encaminhado para a Polícia Federal em Campo Grande.

O chefe da Delegacia da PRF em Campo Grande,  Marcos Kley de Souza, disse ao Correio do Estado que a operação que culminou no flagrante estava sendo planejada há dois meses entre a delegacia da Capital, com apoio da Secretaria de Saúde de Terenos.


"O planejamento era trabalhar dois dias em Terenos, mas não possível porque, em 12 horas de operação, a gente está com 37 presos, e todos conduzidos para a Polícia Federal", disse o policial.


Kley explicou que o trabalho de inteligência identificou que havia 28 "barrigueiros", termo usado pela PRF para se referir às pessoas que fazem o transporte de droga através da ingestão de cápsulas.


"Esses ônibus clandestinos que saem da Bolívia com destino a São Paulo vêm em grande quantidade esse modo de tráfico, que são os engolidos, então a gente estava trabalhando com foco nesses ônibus clandestinos", explicou.


O ônibus entrou no Brasil através da fronteira com Corumbá e tinha como destino o estado de São Paulo.

Após a identificação dos bolivianos que faziam o transporte da droga, foi feita a retirada das cápsulas.

Em média, cada pessoa engoliu 90 cápsulas, sendo a maior quantidade 99 em uma pessoa. A droga foi apreendida e ainda será pesada para quantificar o total. 

O caso será investigado pela Polícia Federal.

 


]]></description>
				
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 13:09:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Fim de semana tem música, cinema, literatura, exposições e mais]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/fim-de-semana-tem-musica-cinema-literatura-exposicoes-e-mais/473327/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/fim-de-semana-tem-musica-cinema-literatura-exposicoes-e-mais/473327/</guid>
				<description><![CDATA[O último fim de semana de setembro reúne uma programação cultural diversificada em Mato Grosso do Sul. Entre hoje e domingo, Campo Grande recebe eventos que passam por cinema, teatro, literatura, moda, música e gastronomia, enquanto Dourados e Caracol também entram no circuito com festivais que ocupam espaços públicos e reúnem diferentes linguagens artísticas.

Cinema

Hoje, o Autocine da UFMS será reaberto com uma sessão especial do Festival Mais Cultura deste ano. A partir das 19h, serão exibidos os documentários “Jardim de Pedra – Vida e Morte de Glauce Rocha” e “Higa Ke – Olho por Olho”.

O segundo filme acompanha a trajetória do fotógrafo Roberto Higa, responsável por registrar durante décadas transformações de Campo Grande, personagens e manifestações culturais de Mato Grosso do Sul.

Dirigido por Conrado Roel e Débora Bah, o documentário também aborda a relação do fotógrafo com a memória e o avanço do Alzheimer.

“Higa Ke – Olho por Olho” foi reconhecido no Festival de Cinema de Bonito deste ano como Melhor Filme Sul-Mato-Grossense pelo Júri Popular.

Também hoje chega ao fim o 8º Desver – Festival de Cinema Universitário de Mato Grosso do Sul, realizado na UFMS. A programação do dia começa às 14h, com a oficina de preparação de elenco, e às 17h30min acontece a última sessão da Mostra Competitiva, reunindo seis curtas universitários.

O anúncio do vencedor da mostra está previsto para as 19h30min. A programação é gratuita e ocorre no Anfiteatro Marçal de Souza Tupã-Y.

Festival de Música, gastronomia e cultura

O Festival Internacional da Carne 2026 começa hoje e segue até domingo, no Parque de Exposições Laucídio Coelho, em Campo Grande. Com entrada gratuita, o evento reúne gastronomia, música, palestras, oficinas, economia criativa e atividades para crianças.

A gastronomia ocupa o centro da programação, com mais de 30 estações de carnes distribuídas pelo espaço. O festival também terá oficinas do Senac MS, que exploram molhos, conservas, vegetais, farofas, pães e outros acompanhamentos.

Hoje, às 15h, a palestra “Ao Ponto” aborda atendimento, entrega dos pratos, postura profissional e gestão de equipes. Amanhã, no mesmo horário, a palestra “A influência da tecnologia na produção de carne bovina” discute a relação entre inovação e produção pecuária.

A programação musical começa hoje com Os Cara da Kombi e Fred e Victor. No sábado, sobem ao palco Samba Pop, Banda Seven, Naip e Chicão Castro e banda. No domingo, o encerramento musical fica por conta de Zé do Pantanal e Renato Pacheco.

O festival também terá a Fazendinha, voltada ao público infantil, além de espaços de economia criativa e a Carreta da Energisa.

Moda e criação

Moda Pantanal Fashion - Evento reúne desfiles de moda autoral, exposições, gastronomia, artesanato, feira de economia criativa, oficinas e atrações artísticas no Ponto Bar - Foto: DIvulgação

O Pantanal Fashion Experience 2026 ocupa o Ponto Bar hoje e amanhã, com programação a partir das 18h. O evento reúne desfiles de moda autoral, exposições, gastronomia, artesanato, feira de economia criativa,

oficinas e atrações artísticas.
Hoje, o conceito “Origem” aborda identidade, território, memória, cultura e autoria. Entre os destaques está a participação da Anarandá, com o projeto Fênix, que leva referências dos povos originários de Mato Grosso do Sul à programação.

Amanhã, o conceito “Futuro” trabalha temas como inovação, comportamento, experimentação, diversidade e novas linguagens. A programação inclui ainda um Sunset com DJs, desfiles e uma collab entre artistas independentes.

O evento também terá duas oficinas, uma voltada a mulheres em situação de vulnerabilidade e outra conduzida por uma artesã indígena sobre construção de acessórios.

Teatro

Amanhã, o Sesc Teatro Prosa recebe duas atividades gratuitas.

Às 14h, o espaço sedia o encontro do Clube Sesc de Leitura, dedicado ao livro “Atirei uma Pedrinha na Lagoa Mansidão”, de Henrique Pimenta. A obra reúne contos inspirados no cotidiano sul-mato-grossense e trabalha elementos como medo, absurdo, ironia e humor negro.

A atividade é aberta tanto a leitores habituais quanto a quem deseja conhecer o clube e participar da discussão sobre a obra.

Às 16h, a Trupe Guavira apresenta o espetáculo infantil “Meu Vizinho, Minhas Regras!” A montagem utiliza situações do cotidiano para abordar convivência, respeito, escuta e colaboração. A classificação é livre e a atividade é voltada a crianças e famílias.

Literatura

Também amanhã, às 16h, o Recanto das Ervas, em Campo Grande, recebe o lançamento do romance “Me Coma Viva”, da escritora e jornalista sul-mato-grossense Mariana Vilela.

A obra é construída por meio da troca de cartas entre as irmãs Sarah e Marcela, que seguem caminhos diferentes entre a vida no campo e na cidade. A narrativa aborda relações familiares, questões ambientais, religiosidade e sexualidade, além de incorporar elementos da cultura popular, como cantos de trabalho, cantigas e Folias de Santo Reis.

Nascida em Três Lagoas e residente em São Paulo, Mariana Vilela também é autora de “Compulsão de Clarisse”. O novo romance recebeu texto de orelha do escritor Marcelino Freire.
A mediação do lançamento será feita pela psicanalista Hilza Ferri. O livro poderá ser adquirido diretamente com a autora.

Crianças

Para o público infantil, o Quintal do Brincar acontece amanhã, das 15h às 18h, no Shopping Bosque dos Ipês. A atividade gratuita é voltada a crianças de 3 a 11 anos.

A programação propõe uma tarde dedicada a brincadeiras que fizeram parte da infância de outras gerações, com gincanas, brinquedos de madeira e jogos clássicos. A ideia é estimular movimento, criatividade e convivência longe das telas.

Festival Mais Cultura

Hoje marca o encerramento do Festival Mais Cultura deste ano, realizado pela UFMS. A programação do dia começa às 8h, com apresentações culturais no Corredor da Saúde, e segue com atividades em diferentes espaços da universidade.

No Autocine, a partir das 14h, continuam a Feira de Economia Criativa e a Feira Geek. Às 17h, o espaço recebe o show “Alquimistas”, seguido pela apresentação de Pilotos do Oeste, às 18h.

Às 19h, a Sala Imersiva do Museu de Ciência e Tecnologia recebe teatro e roda de conversa, enquanto o Teatro Glauce Rocha apresenta, às 19h30min, “Oliver Twist – livre adaptação da obra de Charles Dickens – Ato histórico”.

No Autocine, a partir das 19h, a Mostra Autocine – Sessão Especial reúne os documentários “Jardim de Pedra – Vida e Morte de Glauce Rocha” e “Higa Ke – Olho por Olho”.

Interior

Em Caracol, amanhã o dia será marcado pela 4ª etapa do MS na Rota + CriAtiva, evento multicultural itinerante que percorre municípios ligados à Rota Bioceânica. A programação ocorre das 16h às 22h, na Praça Primeiro de Maio, com entrada gratuita.

A agenda começa com feira criativa, praça de alimentação e Espaço Kids Cult, além de oficina de artesanato com modelagem em biscuit inspirada na fauna regional. Às 17h, estão previstas uma sessão do Cine Pipoca e uma oficina de literatura com Ramona Rodrigues. A abertura oficial ocorre às 18h, seguida pelas apresentações do projeto “Primavere-se Meu Mato Grosso do Sul – Caracol”.

Na sequência, o público poderá assistir ao espetáculo teatral “A Princesa Engasgada”, de Campo Grande, e à apresentação do Samba do Caramelo. O encerramento fica por conta do Grupo Estilo Baileiro, de Caracol, às 21h.

Já em Dourados, a Praça do Cinquentenário será ocupada pelo Grito Rock Dourados, que retorna à cidade depois de seis anos. O festival acontece de hoje a domingo e reúne música, artes visuais, literatura, cinema, cultura urbana, circo, atividades infantis e sustentabilidade.

A programação é dividida em diferentes frentes, como Grito Hip Hop, Grito Slam, Grito D’Ellas, Grito Litera, Cine Grito, Circo Grita, Gritinho, Expo Grito, Grito Verde, Grito Tekoha Sapucaí e Techno Grito. O Grito Flashback também integra a programação no domingo, data em que é celebrado o Dia Municipal do Flashback em Dourados.

Entre as ações previstas está uma intervenção de graffiti na praça, com o tema “Identidade, Fronteira e Território”. O festival também terá atividades relacionadas à cultura indígena, sustentabilidade, literatura, audiovisual e produção independente.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 09:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Quando questionado o que motivou sua desistência de concorrer à reeleição... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/quando-questionado-o-que-motivou-sua-desistenciade-concorrer-a/473265/</link>
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				<description><![CDATA[Cristovão Tezza - Escritor brasileiro

"Há como que um processo de emburrecimento geral,em que Estados funcionam irracionais como pessoas e pessoas agem com a racionalidade de Estados”.

FELPUDA

Quando questionado o que motivou sua desistência de concorrer à reeleição, o senador Nelson Trad Filho tem alegado que foi uma jogada política para não prejudicar o grupo. Nos bastidores, há quem garanta que a “jogada” é ele retornar ao Senado no início de 2031, com eventual eleição, em 2030, de Reinaldo Azambuja ao Governo de MS. Se tudo estiver bem combinadinho mesmo com o eleitor, neste ano Azambuja ganharia uma cadeira de senador e daqui a 4 anos, se for eleito, de governador, Trad iria para o Senado, cumprir o restante do mandato. Vai vendo...



Automática

Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que comparecerem para votar nas eleições de outubro próxiimo, não precisarão fazer a verificação da Prova de Vida.Ela ocorrerá de forma automática. 

Mais

A verificação vai ocorrer  a partir do cruzamento das informações da Justiça Eleitoral com a base de dados do INSS. O procedimento abrange atualmente cerca de 40 milhões de beneficiários ativos, entre aposentadorias, pensões e benefícios assistenciais.

 Annalu Dibo - Foto: Arquivo Pessoal

 

 Ludimila e Oscar Emboaba - Foto: Lu Prezia

Elas

Certas lideranças políticas estão até apostando que Mato Grosso do Sul poderá eleger quase a metade da bancada federal só de mulheres. Dentro do atual cenário, opinião é de que as que mais se destacam são Rose Modesto, Mara Caseiro e Camila Jara. A bancada federal é formada  por oito deputados. Assim sendo...

Currículo

Na disputa pelo Senado, Reinaldo Azambuja (PL) apresenta trajetória política mais extensa que a dos demais candidatos. Ele já foi prefeito de Maracaju, deputado estadual, deputado federal e governador por dois mandatos. mandatos. Também conseguiu eleger seu sucessor Eduardo Riedel (PP), em 2022. Agora, Azambuja disputa uma vaga no Senado Federal. O mandato terá oito anos, o que amplia a importância da escolha do eleitor.

Na onda

Capitão Contar (PL) e Soraya Thronicke (PSB) chegaram à política pela onda bolsonarista, mas seguiram caminhos diferentes. Contar exerceu quatro anos de mandato de deputado estadual e depois disputou o Governo de MS, chegando ao segundo turno. Soraya foi eleita senadora e ao longo dos oito anos, mudou sua posição no cenário político nacional, se aproximou de setores da esquerda e filiou-se ao PSB. Agora, tenta renovar seu mandato no Senado. Já Contar mantém atuação política identificada com o campo conservador.

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Ulysses de Almeida Serra,
	Dra. Ângela Hermínia Sichinel,
	Dr. Tarley Ferreira Marques,
	Lacy Severo Pupin, 
	Igor Vilela Pereira, 
	Antonio Wilson Silveira Souza,
	Clarice Maria Nascimento Diogo,
	Seluta Tarifa Basaglia,
	Valter de Araujo Bogado,
	Zulmira Mercedes Lopes Yamada,
	Ivone Rojas Franco de Souza,
	Wender Vieira Oshiro,
	Luiz Carlos Ferreira,
	Setembrino Farias de Lima,
	Regina da Paixão,
	Moyses Carlos Camargo,
	Sinelli Karina Frederico Senna,
	Santiago Sotto Mendes Filho,
	Simone de Oliveira Elias,
	Adriana Keiko Hayafuji, 
	Silvia Marques,
	Marlene Marchesi, 
	Márcio Tuller Espósito,
	Dr. Luiz Alberto Ovando, 
	Ney Silveira, 
	Dr. Blal Yassine Dalloul,
	Adrianny de Oliveira Extrato,
	Maria Aparecida dos Santos,
	Silvio Pereira Amorim, 
	Ari Miguel Pettenan,
	Eda Jacques Costa,
	Alberto de Medeiros Guimarães,
	Seme Butrabe Beraldo,
	André Luiz Almeida de Araújo, 
	Marluce Vieira Recalde,
	João Marcello Borba Leite,
	Jorge Luiz Takahashi,
	Carolina de Souza,
	Wilson Fernando de Andrade,
	Ricardo Planez Diniz,
	Dr. Fauze Ferreira Gutierrez,
	Valda Maria Garcia Alves,
	Emerson Augusto Ramos,
	Vanda Anderson,
	Mirene Duarte Monteiro Cano,
	João Carlos Kohler, 
	Suela Mello Guerra, 
	Izauro José de Oliveira,
	Ângela Hansen dos Santos,
	Célia Franco Silvério Batista,
	Sônia Morato Carneiro,
	Antônio da Silva Lima,
	Marlene de Souza,
	Jorge Abrão Baccach Neto,
	Alberto Fortes Corrêa Meyer,
	Leonice de Fátima Borges Gomes,
	Olga dos Santos Ribeiro Kohagura,
	Telma Lima de Oliveira,
	Dr. Olímpio Giraldo,
	Paulo Dorsa,
	Andrea Braga Fontoura,
	Gislaine Sobreira de Oliveira,
	Paulo Sérgio França,
	Raquel Leite Ferraro Teixeira,
	Albari Ribeiro de Souza,
	Celene Rodrigues de Lima,
	Hamine Garcia Hadid,
	Aparecido Floriano Duarte,
	Leonildo Joe Viam,
	Maria Célia Pegolo dos Santos, 
	Ana Cristhina Balaniuc,
	Dra. Érica Abel da Silva, 
	Paulo Humberto Medeiros,
	Carolina França,
	Dra. Márcia Cristina Leal Coutinho,
	Ervino Martinez,
	João Batista Portela,
	Paulo Freire Azevedo,
	Waldner Miguel Rodrigues,
	Marileide de Oliveira Corrêa,
	Maria Luiza Fernandes,
	Francisco Gonçalves Motta,
	Pietro Falco,
	Vanda de Souza Salles,
	Afonso Celso da Silva,
	João Melo Sobrinho,
	Rosemeire Takahathi,
	Carla Abdulahad Nunes Rios,
	Ronaldo São Romão Sanches,   
	Pedro Paulo Moreira,
	Georgia Nantes, 
	Ângelo de Oliveira Fernandes,
	Dra.Milena Muzzi Grinfelder,
	Elizabeth Figueiredo de Castro, 
	Edson de Saboya e Silva Júnior,
	Luiz Felipe Santa Rita D’Athayde Gall Filho, 
	Carolina Miyuki Kurose,
	Luiz Eduardo Simioli, 
	Henrique Ribeiro de Oliveira,
	José Luiz Rodrigues Martins,  
	Alyne Alves Lemes,
	Manuela Tucunduva,
	Regina Maria Raffaele,
	Sabrina Gargioni,
	Karina Haddad Georges,
	Renato Rodrigues Gualberto Júnior,
	Etiene Queiroz Paim Osiro,
	Carlos Alberto Kazuo Kanno,
	Saulo Figueiredo Guedes,
	Thadeu Striquer,
	Vilmar Alessi.


Colaborou com Tatyane Gameiro
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Festival Internacional da Carne reúne música, gastronomia e diferentes experiências]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/festival-internacional-da-carne-reune-musica-gastronomia-e-diferentes/473248/</link>
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				<description><![CDATA[A carne é a protagonista, mas não é a única atração do Festival Internacional da Carne. A quarta edição do evento começa amanhã e segue até domingo, no Parque de Exposições Laucídio Coelho, em Campo Grande, reunindo gastronomia, música, palestras, oficinas, economia criativa e atividades para diferentes públicos. A entrada é gratuita.

Ao longo dos três dias, a programação busca aproximar diferentes etapas ligadas à cadeia da carne, do produtor ao consumidor, além de transformar o churrasco em ponto de partida para outras experiências gastronômicas e culturais.

“Mais do que celebrar a carne, o Festival Internacional da Carne celebra toda a cadeia que existe por trás dela. Quando colocamos o produtor, a gastronomia, a indústria, o empreendedor e o consumidor no mesmo espaço, mostramos a dimensão e a força da nossa atividade”, afirma Guilherme Bumlai, presidente da Acrissul.

Segundo ele, a quarta edição representa uma nova etapa do festival, que passou a incorporar ao evento não apenas a valorização da produção de carne de Mato Grosso do Sul, mas também experiências, relacionamento e promoção da pecuária.

CARNE EM DESTAQUE

No centro da programação está a gastronomia. Mais de 30 estações estarão distribuídas pelo festival para que o público possa experimentar diferentes preparações com carne, com opções a preços considerados acessíveis pela organização e uma variedade criada especialmente para o evento.

A proposta é de apresentar diferentes possibilidades de preparo e consumo da carne, ampliando a experiência para além do tradicional churrasco. O festival também terá o restaurante Entre Brasas e Taças, assinado pela 067 Vinhos, que apresenta o evento.

Neste ano, o festival terá ainda, pela primeira vez, uma marca de carne oficial. A escolhida foi a Boibras. Outra novidade é o Tempero do Tonho, responsável pelo sal utilizado nas estações do evento.

“Teremos, pela primeira vez, a carne oficial do festival, que é a Boibras, além do sal que tempera todas as estações, do Tempero do Tonho”, explica Márcia Marinho, idealizadora do festival.

A programação gastronômica também se estende ao Boteco do Bada, que funcionará durante os três dias e terá atendimento até mais tarde, ampliando as possibilidades de alimentação e convivência no espaço.

ACOMPANHAMENTOS EM EVIDÊNCIA

A programação do Senac-MS coloca os acompanhamentos no centro de uma série de oficinas gastronômicas. A ideia é mostrar que a experiência do churrasco não depende apenas da carne e pode ser construída a partir de molhos, conservas, vegetais, farofas, pães e outros ingredientes.

As atividades foram organizadas em três eixos. O primeiro, Brasa sem Brasa, apresenta preparações que fazem referência ao universo do churrasco sem necessariamente utilizar uma churrasqueira.

O segundo, Sabores de MS, valoriza ingredientes encontrados na culinária regional, como mandioca, milho, bocaiuva, baru, pequi, mel, pimentas e queijos.

Já o terceiro, Churrasco 2.0, aposta em combinações contemporâneas, com receitas de molhos, manteigas, conservas e picles para acompanhar diferentes cortes e preparações.

Entre as receitas previstas estão um pão de alho inspirado no korean garlic bread, manteigas de baru e bocaiuva, risoto de costela com banana-da-terra, além de picles, maioneses, purês, preparações à base de milho e mandioca, geleias, chutneys e sobremesas feitas com frutas assadas.

Algumas oficinas terão participação direta do público. A programação inclui atividades em que os visitantes poderão montar a própria farofa e preparar molhos para churrasco. O encerramento será marcado por uma oficina-show dedicada ao tradicional risoni de comitiva.

PALESTRAS

Além das oficinas, o festival terá palestras voltadas a temas relacionados ao trabalho com carne e ao funcionamento do setor.

Amanhã, às 15h, será realizada a palestra Ao Ponto, direcionada principalmente a assadores e participantes do festival. O encontro aborda questões como entrega dos pratos, atendimento ao cliente, postura profissional e gestão de equipe.

No sábado, também às 15h, será a vez da palestra A Influência da Tecnologia na Produção de Carne Bovina, que coloca em discussão a relação entre inovação e produção pecuária.

O Senar-MS também estará presente, com um estande destinado à divulgação dos cursos oferecidos pela instituição. A participação amplia a presença de atividades de formação dentro do festival, aproximando o público das possibilidades de capacitação relacionadas ao meio rural.

MÚSICA

A programação musical contará com artistas e bandas de Mato Grosso do Sul e terá oito apresentações ao longo do festival.

Amanhã, dia de abertura, o palco recebe Os Cara da Kombi e Fred e Victor.

No sábado, a programação musical reúne Sambapop, Banda Seven, Naip e Chicão Castro e banda, com apresentações ao longo do dia e da noite.

Já no domingo, último dia do festival, sobem ao palco Zé do Pantanal e Renato Pacheco.

DEMAIS ATRAÇÕES

Entre as atrações voltadas às famílias está a Fazendinha, espaço destinado às crianças com animais de pequeno porte e brinquedos.

A proposta é de oferecer uma alternativa de entretenimento para o público infantil enquanto os adultos acompanham as atividades gastronômicas, musicais e educativas do festival.

A programação também inclui espaços de economia criativa. Neste ano, dois estandes serão montados por meio de uma parceria com o Sebrae-MS e com a produtora Luanna Peralta, reunindo iniciativas e produtos ligados ao segmento.

Programação do festival busca aproximar diferentes etapas ligadas à cadeia da carne, do produtor ao consumidor - Foto: Skilo Filmes

O público também poderá encontrar serviços que extrapolam a programação cultural e gastronômica.

Um deles será oferecido pela Carreta da Energisa, que integra o projeto Nossa Energia, unidade móvel do Programa de Eficiência Energética da concessionária, regulamentado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

A carreta percorre municípios de Mato Grosso do Sul com ações voltadas à orientação sobre o uso seguro e consciente da eletricidade. Durante o festival, a estrutura fará parte da programação disponível aos visitantes.

>> SERVIÇO

Festival Internacional da Carne 2026

Data: de amanhã até domingo.
Local: Parque de Exposições Laucídio Coelho, na R. Américo Carlos da Costa, nº 320.
Entrada: gratuita.
]]></description>
				
									<media:content url="https://cdn.correiodoestado.com.br/img/c/300/300/dn_arquivo/2026/09/festival-internacional-da-carne-fotos-de-skilo-filmes-3.jpg" medium="image"/>
				
				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 09:15:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Está pegando fogo em certo setor dos bastidores do poder... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/esta-pegando-fogo-em-certo-setor-dos-bastidores-do-poder-leia-na/473179/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/esta-pegando-fogo-em-certo-setor-dos-bastidores-do-poder-leia-na/473179/</guid>
				<description><![CDATA[Caio Fernando Abreu - Escritor brasileiro

"Nada em mim foi covarde, nem mesmo as desistências: desistir, ainda que não pareça, foi meu grande gesto de coragem”.

FELPUDA

Está pegando fogo em certo setor dos bastidores do poder. Uma bomba-relógio ronda os corredores, pois está circulando um vídeo – bem fora, digamos, do protocolo republicano – envolvendo figurão da alta cúpula e profissional do ramo mais antigo do mundo. Segundo a rádio-corredor, se as imagens vazarem, o que não está nada bonito vai virar escândalo e ainda pode puxar o fio de uma meada bem mais grossa, e põe grossa nisso, e que nem os mais cínicos e reles mortais imaginavam. Pipoca na mão, que o filme promete...

Calote

A eleição está batendo na porta, mas até agora têm candidatos que não estão conseguindo quitar suas dívidas com os cabos eleitorais. Há quem afirme que “isso vai dar ruim”.

Mais

Muito porque as pessoas vítimas do calote estariam dispostas que só a fazer barulho daqueles. E protestar na frente dos comitês dos candidatos, agora, na reta final da campanha eleitoral. Afe!

Foto: Divulgação/Senac

A partir de amanhã (25) até o dia 27, acontecerá em Campo Grande o Festival Internacional da Carne – Do Pasto ao Prato, considerado o maior evento de churrasco de Mato Grosso do Sul. A carreta-escola de Gastronomia do Senac MS participará com 19 oficinas que exploram novas combinações para o churrasco, técnicas profissionais e sabores. A programação foi construída a partir de três eixos: “Brasa sem Brasa”, com preparações relacionadas ao universo do churrasco sem o uso de churrasqueira; “Sabores de MS”, que valoriza ingredientes como mandioca, milho, bocaiuva, baru, mel, pimentas e queijos; e “Churrasco 2.0”, dedicado a acompanhamentos contemporâneos, molhos, conservas, picles e combinações menos convencionais. O festival acontecerá no Parque de Exposições Laucídio Coelho, na sexta-feira de 18h às 23h; no sábado de 11h às 23h e no domingo de 11h às 17h.

Dra. Lizabel Gemperli, Eloisa Caiado e Marina Bandeira - Foto: Arquivo pessoal

 

Dra. Maria Eduarda Lorensini - Foto: Arquivo pessoal

Elas

Certas lideranças políticas estão até apostando que Mato Grosso do Sul poderá eleger quase a metade da bancada federal só de mulheres. Dentro do atual cenário, opinião é de que as que mais se destacam são Rose Modesto, Mara Caseiro e Camila Jara. A bancada federal é formada por oito deputados. Assim sendo...

Sinal amarelo

A indústria brasileira não teve nada para comemorar em agosto. O índice da Confederação Nacional da Indústria, que acompanha o desempenho do setor, ficou em 46,3 pontos, 4,7 pontos abaixo do registrado em julho. O resultado merece atenção porque foi o pior para esse mês desde 2015, quando o indicador marcou 42,7 pontos, em meio à crise econômica daquele período. O desempenho, portanto, acendeu mais uma luz amarela para o setor.

Em alta

Se a indústria teve motivo para ficar preocupada, a produção agrícola brasileira seguiu em direção oposta. Em 2025, o valor da produção agrícola chegou a R$ 927,2 bilhões, o maior da série histórica do IBGE. O resultado representa crescimento nominal de 18,4% em relação ao ano anterior. A produção de cereais, leguminosas e oleaginosas também bateu recorde, alcançando 345,4 milhões de toneladas. Foram 53,4 milhões a mais que em 2024. No campo, portanto, os números continuam dando motivos para comemoração.

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Mariucha Segatto Chadid Marins, 
	Luiz Cláudio Alves Pereira (Bito),
	Sidney Maria Volpe,
	Carlos Gilberto Recalde,
	Thaís Pontes Álvares,
	Hilda Fabiano Santos Assenção,
	Francisco Pereira Barbosa,
	Lidelmira Sampaio Mendonça,
	Dr. Mário Carlos Martins,
	Michael Andréas Manns,
	Rubens Pozzi Barbirato Barbosa,
	Marlene Santana da Silva,
	Sani Nacagami,
	Raquel Abrão,
	José Armando Matos de Araujo,
	Constantino Gangas Surita,
	Hérico Acosta de Freitas,
	Carol Jordão,
	Vilson de Oliveira Canofe,
	Suzuko Watanabe Yamazaki,
	Pascoalina Jacomel Fancelli,
	Cristina Tibana,
	Hesio José da Silva,
	Azir Pedra Tognini,
	Anderson Lucio da Silva Gri,
	Djair José de Queiroz,
	Zilá Maria Azevedo Pegolo,
	Paulo Roberto Oliva,
	Aparecido Alves de Souza,
	Márcio Araújo de Oliveira,
	Wandeclei de Lourdes Dias,
	André Ribeiro Corrêa,
	Cleidson de Lima Silva,
	Maria Auxiliadora Corrêa Jacob,
	Sueli de Freitas Santos,
	Marina Marques,
	Izabel Galvanin Guidio Fares,
	Jorge Fernandes Lemes,
	Letícia Maria Cardoso Coppola,
	Araê Booch,
	José Carlos Gomide,
	Luiz Itamar Castoldi,
	Rogério Cabral de Menezes,
	Luiz Rondon Pontes,
	Valdir Edson Nasser,
	Jovina Braga Ferreira,
	Dr. Celso Baptista Tabosa, 
	Vamprê Ferreira de Souza, 
	Eduardo Soares da Silva,
	João Zacarias de Carvalho Corrêa,
	Amilcar de Paula,
	Davidson Figliolino,
	Gabriel Vieira Daige,
	Maria de Lurdes Medeiros,
	Edvaldo Rodrigues Pereira,
	Dr. Dari Werneck da Costa,
	Maria Eva Souza França,
	Deolinda do Nascimento Mello,
	Jurema de Oliveira Artigas,
	Maria Antonieta dos Anjos,
	Rosana Oshiro,
	Marcus Vinicius Seabra,
	Priscila Teixeira Nunes,
	Mara Lúcia Geriddi,
	Enir Pereira Barbosa,
	Érica Galeano de Arruda,
	Geraldo Majella Pinheiro,
	Paulo Uchoa Ribeiro Filho,
	Edmilson da Silva,
	Renato Pacheco Swerts,
	Dr. Eduardo Antonio Ayub,
	Geraldo Angelo Paschoaletto,
	Flávia de Miranda Viduani,
	Helena Sakuran,
	Luzia Pessoa da Silva Van Der Lan,
	Mercedes Rodrigues,
	Amadeu Rampazzo,
	Maria Faustino Ney,
	José Oliveira Brandão,
	Ivo Arno Matthes,
	Hilário Dalpiaz,
	Joilson Santos de Paula,
	Dirson Artur Freitag,
	Fernando Augusto Oliveira Soares,
	Reinaldo Guimarães Nascimento,
	Francisco Paulo Teixeira,
	Miriam Pereira Ferreira,
	Adriana Borges de Moraes,
	Nelson Mendes Pinto,
	Amilton Aparecido da Silva,
	Silvio Tumelero de Moraes,
	André Luiz das Neves Pereira,
	Dr. Nelson Nogueira Quelho,
	Dr. Alberto Ignácio de Souza,
	Cássia Giseli Beraldo Pereira Maciel,
	Maria Helena Gehlen Balbinot,
	Sandra Maria Guerra
	Ruth Eliana dos Reis,
	Melissa Aparecida Martinelli Gaban,
	Ciro Guerra Del Barco,
	Maria Helena Couto Cavalcanti de Moraes,
	Douglas Alexandre da Silva Monteiro,
	Michele Baseggio,
	Fabiola Marquetti Sanches Rahim,
	Eliana Corvalan Barauna,
	Giovana Roberta Paniágua Zanardi Mata,
	Jean Carlos Piloneto,
	Silvana Salete Fracasso Sontag,
	Patricia Simocelli Carbonaro.


Colaborou com Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Bonito confirma show gratuito de Ícaro e Gilmar no Ano Novo]]></title>
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				<description><![CDATA[Dupla Ícaro & Gilmar é a primeira atração confirmada no Réveillon 2027 em Bonito, município turístico localizado a 297 quilômetros de Campo Grande.

De acordo com a prefeitura, o show ocorrerá na noite de 31 de dezembro de 2026, quinta-feira, na Praça da Liberdade, situada na rua Pílad Rébua, centro da cidade.

O evento é gratuito e aberto ao público. Outras atrações serão anunciadas pela prefeitura nas próximas semanas.

Além de shows, a festa de Ano Novo em Bonito promete queima de fogos silenciosa, contagem regressiva para 2027, gastronomia regional, entre outras atrações.

O anúncio foi antecipado para setembro para que turistas possam se programar com passagens, hotéis e passeios na virada do ano.

A divulgação antecipada também colabora com pousadas, agências de turismo e restaurantes, para que possam se preparar para o movimento intenso de fim de ano.


“Queremos que as pessoas tenham tempo para se organizar e planejar a viagem para Bonito. Sabemos que muitos visitantes vêm de outras regiões do Brasil e que, para uma viagem de fim de ano, é importante fazer as reservas com antecedência. Anunciar uma atração nacional como Ícaro e Gilmar também ajuda a divulgar Bonito e pode atrair ainda mais visitantes para o município, movimentando toda a nossa cadeia turística. Estamos preparando uma programação especial para a virada e, nas próximas semanas, vamos anunciar novas atrações”, pontuou o prefeito Josmail Rodrigues.


O Correio do Estado entrou em contato com a assessoria de imprensa da Prefeitura de Bonito para saber o valor que o show custou aos cofres públicos, mas, até o fechamento desta reportagem, não foi respondido. O espaço segue aberto para resposta.

@@NOTICIAS_RELACIONADAS@@
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 10:25:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Campo Grande: Tiradentes estreia feira na Lagoa Itatiaia neste domingo]]></title>
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				<description><![CDATA[Campo Grande terá uma nova feira, a partir deste domingo (27), ao redor da Lagoa Itatiaia, no bairro Tiradentes. A "Feira da Lagoa" estreia com expositores, gastronomia e shows das bandas Pagode 67 e Tribo 67, a partir das 16h.

O projeto na Lagoa Itatiaia tem como objetivo combinar a economia criativa com gastronomia, música, empreendedorismo e ocupação afetiva do espaço urbano. A proposta da Feira da Lagoa é transformar o fim da tarde de domingo em uma experiência, onde as pessoas possam chegar sem pressa, caminhar entre os expositores, conhecer marcas e produtores locais, experimentar sabores, encontrar amigos e aproveitar um dos cartões-postais naturais de Campo Grande.

A estreia reunirá empreendedores de diferentes segmentos, entre artesanato, produtos autorais, moda, decoração, economia criativa e gastronomia. 

Quem comanda o projeto

À frente do projeto estão Carina Zamboni, Denise Zamboni, Fernanda Gutierrez Steffen e Marcelo Comassetto Almeida, que reúnem experiências no empreendedorismo, na produção de feiras e também na vivência direta com os expositores.

Fernanda conheceu esse universo inicialmente como expositora e hoje também integra a organização da Feira Mixturô, Feira Bosque da Paz e Feira da Lagoa. Marcelo é empresário e aproximou-se do movimento a partir da experiência com a Feira Bosque da Paz.

Já Carina e Denise acumulam a experiência da criação e gestão de projetos que ajudaram a fortalecer o circuito de feiras de economia criativa em Campo Grande.

Para Carina Zamboni, a Feira da Lagoa foi pensada a partir da própria dinâmica do espaço e da relação que a população já mantém com a região. 


“A Lagoa Itatiaia já é um lugar de encontro. Tem gente que vem caminhar, trazer as crianças, conversar, ver o pôr do sol. Então, desde o início, a nossa preocupação foi não chegar com uma feira pronta e simplesmente colocá-la ali. Queremos que a feira tenha a identidade da Lagoa e que, com o tempo, também passe a fazer parte da memória afetiva de quem frequenta o espaço”, afirma.


Para os organizadores, a estreia também representa a ampliação de uma rede que já vem movimentando pequenos negócios, artistas, produtores independentes e marcas autorais em Campo Grande.

Domingo como estratégia de encontro

A escolha pelo domingo também faz parte da estratégia do projeto. A ideia é ocupar um período em que as pessoas naturalmente procuram programas mais leves, ao ar livre e que possam ser compartilhados com a família e os amigos.


“Escolhemos o domingo porque entendemos que existe uma oportunidade muito interessante nesse horário de fim de tarde. É um momento em que as famílias estão juntas, em que as pessoas querem sair de casa, mas sem necessariamente entrar na rotina mais acelerada de sexta ou sábado à noite. A feira nasce para ser esse programa: você pode passar rapidamente, mas também pode chegar às quatro da tarde e perceber que ficou até a noite”, explica Carina.


Segundo ela, a expectativa é que a Feira da Lagoa consiga construir público próprio e, ao mesmo tempo, ampliar as oportunidades para quem vive da economia criativa.


“A nossa expectativa para esta primeira edição é muito positiva, mas queremos que esse crescimento seja orgânico. Que o público conheça, volte, indique para outras pessoas e comece a colocar a Feira da Lagoa na agenda. Para os expositores, isso significa abrir mais uma janela de comercialização e de relacionamento com o público. Para a cidade, significa ganhar mais um espaço de convivência, cultura e empreendedorismo”, completa.


Corredores temáticos

Na Lagoa Itatiaia, a organização decidiu por não reproduzir o formato tradicional das outras feiras. Desta vez, o desenho do evento foi pensado a partir das características do local, inclusive na organização espacial.

Os corredores receberam nomes que dialogam com a paisagem: Rua Horizonte, Rua Entardecer, Rua Brisa, Rua Pôr do Sol e Rua Sol Nascente. Já a área dedicada à gastronomia será a Vila dos Sabores, além do espaço reservado para o palco e a programação musical.

A intenção é fazer com que o visitante entenda a feira também como um percurso, descobrindo produtos, experiências e sabores à medida que circula pelo espaço.

 
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 09:45:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Festival Mais Cultura reúne dança, música, moda autoral e cinema na UFMS]]></title>
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				<description><![CDATA[A programação do Festival Mais Cultura deste ano entra, a partir de amanhã, em sua reta final com uma série de atividades gratuitas em diferentes espaços da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), em Campo Grande.

Com o tema “O que é Arte?”, o festival reúne linguagens como música, dança, teatro, cinema, artes visuais, moda e economia criativa, além de oficinas, palestras e atividades voltadas a diferentes públicos.

Realizado desde a segunda-feira até sexta-feira, o Festival Mais Cultura conta com mais de 100 atividades nos campus da UFMS. A proposta desta edição é ampliar a compreensão sobre o que pode ser considerado arte e aproximar a comunidade universitária e a população de diferentes formas de expressão.

A partir de hoje, a programação ocupa espaços como o Teatro Glauce Rocha, o Laboratório de Práticas Pedagógicas em Artes, Letras e Comunicação (Faalc), o Auditório para Questões Delicadas do Gramado do complexo multiúso, o Autocine UFMS e outros equipamentos da Cidade Universitária.

Na avaliação da reitora da UFMS, Camila Ítavo, a presença das manifestações artísticas integra a função da universidade.


“Universidade não é só ciência e educação, da maneira tradicional, em sala de aula. É também um mundo de oportunidades para apresentar a riqueza das expressões artísticas e todas as suas formas. É muito lindo ver a UFMS engajada com esse movimento”, afirma.


Para a pró-reitora de Extensão, Cultura e Esporte, Lia Brambilla, a diversidade da programação é uma das características desta edição.

“É uma alegria ter uma semana inteira com atividades para as famílias, para a comunidade universitária, e em todos os campus. É um momento importante de promover a arte em todos os seus sentidos e incentivar as pessoas a experimentarem tudo o que ela proporciona”, destaca.

HOJE

Nesta quarta-feira, a programação começa pela manhã com uma apresentação do Moinho Cultural, no Teatro Glauce Rocha. Intitulada “Torillo”, a atividade está marcada para as 9h30min e reúne dança e música.

Às 14h, o público poderá participar da oficina “O que é texto/arte? Oficina de leitura e criação com linguagens verbal, imagética, audiovisual e sonora”, no Faalc – Setor 1.

A programação segue às 16h30min com a conversa “Bem viver Trans”, no Auditório para Questões Delicadas do Gramado do complexo multiúso – Setor 1. A atividade propõe um espaço de diálogo sobre experiências e perspectivas relacionadas à população trans.

À noite, às 19h, o Teatro Glauce Rocha recebe a Mostra de Dança, encerrando a programação do dia dedicada às artes do movimento.

AMANHÃ

Na quinta-feira, o festival amplia a programação para diferentes áreas da Cidade Universitária.

Às 8h, o Anfiteatro do curso de Artes Visuais, no Bloco 8 – Setor 1, recebe a palestra “Do Clique à Criação – Photoshop e IA na construção da imagem”, que aborda ferramentas e processos relacionados à produção visual.

Às 8h30min, o estacionamento do Teatro Glauce Rocha recebe o Sesc em Movimento, enquanto, às 9h30min, o teatro será palco da apresentação da Banda Sinfônica Municipal Isaac Borges Capillé (IBC).

No período da tarde, às 14h, o Anfiteatro do curso de Artes Visuais recebe o minicurso “Antropologia dos museus e das artes: um sobrevoo”. Já às 15h, o Madrigal MS se apresenta no Auditório Prof. Luis Felipe de Oliveira, no curso de Música.

A programação também contempla manifestações da cultura pop. Às 16h30min, o Grupo Clover – K-Pop se apresenta no Autocine. No mesmo espaço, a partir das 17h, começa a Feira de Economia Criativa e Feira Geek, reunindo iniciativas ligadas à produção criativa e à cultura geek.

As atividades seguem à noite no Autocine. Às 18h acontece a Batalha de Random Play Dance, seguida, às 19h, pelo desfile Moda Autoral. No Teatro Glauce Rocha, também às 19h, o público poderá acompanhar o recital de música clássica brasileira “Madeiras Dedilhadas”.

Às 19h15min, o Autocine recebe um Flash Mob. A abertura do evento está prevista para 19h30min e, às 20h, o espaço recebe o show de Jonavo, um dos destaques musicais da programação.

A agenda do dia também inclui o Caminhão de Experiência Tecnológica do Sebrae-MS, integrado às atividades realizadas no Autocine.

ÚLTIMO DIA

Na sexta-feira, último dia do Festival Mais Cultura, a programação começa cedo, às 8h, com Apresentações Culturais no Corredor da Saúde, localizado no Corredor Central. Às 8h30min e às 14h, acontece o Desafio Urban – Hacking Autocine, no Autocine.

Às 14h, o Teatro de Bolso – Setor 1 recebe a oficina “Exploração sensorial por Handpan 432Hz escala D menor Kurd”. No mesmo horário, o Autocine sedia a Feira de Economia Criativa e Feira Geek, que segue movimentando o espaço.

A música toma conta do Autocine a partir das 17h com o Show Alquimistas, seguido pelo Show Pilotos do Oeste, às 18h. Também às 19h, o Auditório Prof. Luis Felipe de Oliveira recebe o Concerto-Palestra com Denise Garcia.

Ainda no período noturno, às 19h, a Sala Imersiva – Museu de Ciência e Tecnologia – Estádio Morenão recebe o Teatro e Roda de Conversa com os temas “Geni e o Zepelim: uma releitura crítica” e “Transições e Interseccionalidades em Roda: Arte, Corpo e Resistência”.

Às 19h30min, o Teatro Glauce Rocha apresenta “Oliver Twist livre adaptação da obra de Charles Dickens – Ato histórico”.

O cinema ganha destaque no encerramento. A partir das 19h, no Autocine, ocorre a Mostra Autocine – Sessão Especial, com as exibições dos documentários “Jardim de Pedra – Vida e Morte de Glauce Rocha” e “Higa Ke – Olho por Olho”.

As escolhas dialogam com a história cultural de Campo Grande. O Teatro Glauce Rocha, um dos principais espaços culturais da universidade, leva o nome da atriz campo-grandense que se destacou no teatro e no cinema brasileiro. Já Roberto Higa tem sua trajetória ligada à fotografia e à documentação da vida cultural e social de Mato Grosso do Sul.

A programação cinematográfica também reforça a proposta do festival de tratar a arte a partir de diferentes linguagens, colocando em diálogo produção audiovisual, memória e patrimônio cultural.

AÇÕES CONTÍNUAS

Ao longo de todos os dias do evento, o público pode conferir a exposição “Itinerâncias 2026”, no Foyer do Auditório Prof. Luis Felipe de Oliveira – Curso de Música, e a mostra “Reencontro de Trajetórias – pinturas e desenhos de Carla de Cápua e Darwin Longo”, na Galeria de Artes Visuais (GAV) – Bloco 8 – Setor 1.

A Mostra Bolsa Artista ocupa o Foyer do Teatro Glauce Rocha e o Autocine. Além disso, a ação “Pintura Container 1 – com Caio Green” acontece hoje, amanhã e na sexta-feira, no Autocine, mesmo local onde o Caminhão de Experiência Tecnológica do Sebrae-MS estaciona amanhã ena sexta-feira.

ARTE ESPALHADA

O Festival Mais Cultura não concentra as atividades em um único palco, mas utiliza diferentes espaços da UFMS. Entre eles estão a GAV, o Teatro Glauce Rocha, o Autocine, a Concha Acústica, a Esplanada do Morenão, o Mercado Escola, a Casa da Ciência e Cultura e os auditórios da universidade.

A Galeria de Artes Visuais, localizada no Bloco 8 da Cidade Universitária, é dedicada à produção contemporânea e recebe trabalhos de professores, estudantes e artistas convidados. O espaço também promove atividades educativas e visitas guiadas.

Já a Concha Acústica, com capacidade para cerca de 750 pessoas, é utilizada para apresentações musicais, teatrais e eventos comunitários. A Esplanada do Morenão, por sua vez, funciona como espaço aberto para shows, exposições e atividades culturais, além de abrigar o Parque da Ciência.

O Autocine UFMS, que já foi utilizado para sessões cinematográficas e atividades de lazer, também passou a receber eventos culturais de diferentes formatos. Durante o festival, o local se transforma em um dos principais pontos de encontro da programação, reunindo música, dança, feiras, tecnologia e cinema.

A iniciativa é desenvolvida pelo Programa Mais Cultura UFMS, espaço destinado à valorização, divulgação e promoção das ações culturais realizadas pela universidade. O programa busca aproximar a comunidade acadêmica da sociedade por meio de projetos, festivais, mostras, oficinas e apresentações.

>> SERVIÇO

Festival Mais Cultura 2026 – “O que é Arte?”

Data: até sexta-feira.
Local: diferentes espaços da UFMS.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Algumas figurinhas envolvidas em assuntos nada republicanos e por isso... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/algumas-figurinhas-envolvidas-em-assuntos-nada-republicanos-e-por/473121/</link>
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				<description><![CDATA[Bert Hellinger - Escritor alemão

"A vida lhe nega milagres, até que entenda que tudo é um milagre. A vida encurta seu tempo, para você se apressar em aprender a viver”.

FELPUDA 

Algumas figurinhas envolvidas em assuntos nada republicanos e por isso mesmo já conhecidas nos corredores da Justiça, estão conseguindo autorização para disputar os cargos que desejam. O cenário virou espécie de festival dos que, ironicamente, passaram a ser chamados de integrantes do “Bloco do Arame”. Afinal, mais enrolados, impossível. Enquanto uns tentam desembaraçar seus problemas nos tribunais, outros seguem firmes na corrida eleitoral, como se nada estivesse acontecendo. E assim vai se formando uma turma bastante peculiar nessa disputa.



Salto

Entre janeiro e setembro deste ano, o Ministério Público do Trabalho (MPT) registrou 376 denúncias de assédio eleitoral, superando o patamar do mesmo período de 2022, quando houve 85 casos. O problema não se restringe a contratos formais e abrange também o trabalho informal.

Mais

O salto expressivo reflete acirramento das tensões políticas nas relações profissionais. São Paulo lidera o ranking, seguido pelo Rio de Janeiro, por Minas Gerais e Goiás. O MPT define a conduta como qualquer ação para influenciar o voto de colaboradores.

Edna Guanirão - Foto: Arquivo pessoal

 

Dra. Gabriela Calazans - Foto: Arquivo pessoal

Agora vai?

A Prefeitura de Campo Grande voltou a anunciar a agilização da operação tapa buraco. É a terceira vez, desde maio, que  se anuncia ofensiva. Em promessa anterior, chegaram a informar que quase 1.600 buracos eram recuperados por dia. Se o número realmente for mantido, talvez seja possível perceber diferença nas ruas. Afinal, há muito tempo o problema deixou de ser pontual e passou a fazer parte da rotina da população. Agora é esperar para ver se desta vez  vão sair do discurso e chegar ao asfalto. Lembrete: a estação das chuvas está chegando e se não agilizar, todo esforço poderá ir por água abaixo.

"Traído"

Em vídeo que tem circulado pelas redes sociais, o ex-prefeito de Três Lagoas, Ângelo Guerreiro (PSDB), acusa de traição o atual gestor Cassiano Maia (PP). Guerreiro lembrou que Cassiano foi seu secretário na prefeitura e foi preparado para sucedê-lo. Hoje o prefeito apoia outro candidato contra o seu criador. Ele não perdoa essa traição do então amigo e aliado político. “O primeiro a ser apunhalado e traído fui eu”, desabafou.

E...

Para piorar a situação de Ângelo Guerreiro, o Tribunal de Justiça de MS rejeitou seu recurso e manteve sua inelegibilidade por oito anos, além de multá-lo em R$ 7,3 milhões. Ele  foi condenado por improbidade administrativa e perda dos direitos políticos pelo contrato irregular feito com empresa para coletar lixo, no período de 2017 a 2019.

ANIVERSARIANTES

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Raquel Naveira,
	João Paulo Cestari Grotti,
	Iolete Moreira,
	Fadel Tajher Iunes Junior,
	Maria Teresa Iunes,
	Carlos Roque Lopes Ferreira Junior,
	Lauro Benedito Polastrini,
	Marcilio Mendonça,
	Ariston Ferreira dos Santos,
	Celso Ribeiro Filho,
	Rafaela Moreira,
	Ricardo Campo Junior,
	Maria Elena da Silva Flôres,
	Eloisa Rezende Lino,
	Jorge Arguello,
	Adriel Matos Dias,
	Mauro José de Carvalho Nogueira,
	Alcir Batista de Oliveira Júnior,
	Andréia Rodrigues de Oliveira,
	Dionny Melo Amarilha,
	Isabella de Medeiros Vieira Sirena,
	Antônio Vaz Neto,
	Nil de Mello,
	Edson Giroto,
	Alba Valéria Seraphim,
	Jayro de Sousa,
	Gleuce Maria Barbosa de Oliveira Millian,
	Willian Wagner Caxias,
	Claudet Strobel da Silva,
	Alírio José Bacca,
	Regina Maria Takayassu,
	Fernando Paiva,
	Edite Akiko Teruya,
	Carolina Reginatto,
	Valério Mauro Garcia Alves,
	Tereza Berto Carmona,
	Irene Freitas Valdez,
	Paula Coelho Barbosa Tenuta de Carvalho,
	Judite Ottersbach Kuhnen,
	Manoel Rodrigues Antunes,
	Carlos Roberto Godoy,
	Kátia Regina Velasquez,
	Valdomiro de Rezende,
	Graziela de Fátima Teixeira,
	Dra. Anna Maria Duarte Miglioli,
	Aparecida Annes Nunes da Cunha,
	Gildásio Pedro de Brito,
	Paschoal Marques Junior,
	Jair Franco de Souza,
	Cleusa de Almeida Ouriveis,
	Andréa Zotta Gutierrez,
	Maria Helena Almeida,
	Elenyr Rodrigues,
	Licio Corrêa Amorim,
	João de Oliveira Simões Netto,
	Edenir dos Santos Ramos,
	Janer César Shinohara Almeida,
	Lino Lúcio Nantes,
	Rita Aparecida de Souza Leônidas,
	Adair Detoni,
	Atanagildes de Godoy,
	Goretti Milanês,
	Arisvander de Carvalho,
	Ivo César Bertollo,
	Orimar dos Anjos,
	Célia Regina Ottoni Camargo,
	Ademir de Oliveira,
	Dra. Ione Kanasiro Miyahira,
	Cláudia Higa Gil,
	Arlindo Inácio Flores,
	Carla Selingardi Lazzarini,
	Raphaela Campos Gomes da Silva,
	Edilson Carlos Araújo de Oliveira,
	Carlos Antonio Lucena,
	Valdenir Camilo,
	Uber de Souza Barbosa,
	Maria Cecília de Campos,
	Antônio Augusto Espíndola,
	Bruno Ricardo Reichardt,
	Jakson Vanderley da Silva Pereira,
	Paulo Henrique Rosseto de Souza,
	Maria Cristina Longo Pereira,
	Alberto César Batista Vieira,
	Celeste Francisco Chacarosque Marciano,
	Rosely Aparecida Molina,
	Célio de Souza Rosa,
	Benedito Elias da Silva,
	Cristiane Antero,
	Mary Coelle Arrais Leal,
	Dr. Fernando Augusto de Abreu Sampaio,
	Paulo Gustavo Pahl,
	Jaime Silva Junkes,
	Mário Marcos de Oliveira Rocha,
	Ellen Greves Giovanini,
	Thamilyn Benites Machado,
	Valéria Augusta Alves Pires Klein,
	Ludinei Vasques,
	Onofre Gomes de Azevedo Junior,
	Mônica de Queiroz Stateri,
	Gilmar Nogueira Nunes,
	Marcus Vinicius Ramos da Silva,
	Elizabeth Fátima Costa,
	Éverson Medeiros de Lima,
	Mara Cristina de Andrade e Silva,
	Karina de Almeida Batistuci,
	Felipe Cazuo Azuma,
	Paulo Tadeu de Barros Mainardi Nagata.


Colaborou com Tatyane Gameiro
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Dia Mundial sem Carro expõe desafios da dependência dos automóveis]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/dia-mundial-sem-carro-expoe-desafios-da-dependencia-dos-automoveis/473102/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/dia-mundial-sem-carro-expoe-desafios-da-dependencia-dos-automoveis/473102/</guid>
				<description><![CDATA[Celebrado hoje, o Dia Mundial sem Carro propõe uma pausa no cotidiano marcado pelos deslocamentos de automóvel e abre espaço para uma discussão mais ampla: até que ponto as cidades brasileiras oferecem condições para que deixar o carro em casa seja, de fato, uma escolha?

A data, criada para estimular a reflexão sobre os impactos da dependência dos veículos particulares, também chama atenção para a forma como ruas, bairros e serviços são planejados.

No Brasil, o debate ocorre em meio ao crescimento da frota de veículos, que se aproxima de 135 milhões de unidades registradas. Ao mesmo tempo, novas possibilidades de deslocamento, como bicicletas elétricas, patinetes e outros equipamentos de micromobilidade, passaram a fazer parte da paisagem urbana.

A existência desses meios, porém, não significa necessariamente que eles sejam alternativas acessíveis para toda a população.

Para a coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo da Estácio, professora Lusianne Azamor, a redução da dependência do automóvel está diretamente relacionada à estrutura das cidades. Para ela, a discussão não pode ser colocada apenas como uma mudança de comportamento individual.

“A primeira questão é realmente a cidade oferecer uma infraestrutura urbana adequada, que tenha segurança para que as pessoas possam fazer esse deslocamento com esses tipos de modais. A gente precisa ter calçadas adequadas, vias adequadas, ciclovias e ciclofaixas conectadas, arborização, iluminação no período noturno e um transporte público que realmente atenda essa população”, defende.

A avaliação considera que a escolha pelo automóvel, muitas vezes, está relacionada às condições oferecidas pelos demais meios de transporte.

Se caminhar significa enfrentar calçadas inadequadas, se pedalar envolve trajetos sem conexão ou segurança e se o transporte coletivo exige longos períodos de espera, o carro acaba ocupando uma posição privilegiada entre as opções disponíveis.

ALÉM DAS ALTERNATIVAS

Uma das questões centrais para diminuir a dependência dos veículos particulares é a integração entre os diferentes meios de transporte.

A construção de uma ciclovia isolada, a instalação de um novo ponto de ônibus ou a oferta de equipamentos de micromobilidade não resolvem sozinhas os problemas de deslocamento.

Na prática, uma mesma viagem pode envolver diferentes modais. Uma pessoa que vive em uma área mais afastada pode caminhar ou pedalar até um terminal, utilizar o transporte coletivo para percorrer uma distância maior e completar o trajeto novamente a pé ou de bicicleta.

Para que isso funcione, entretanto, os sistemas precisam estar conectados.

“Essa conexão é muito importante. Os modais precisam estar interligados e também ter uma relação com a própria organização urbana, para que as pessoas consigam fazer esses deslocamentos com conforto e segurança”, afirma Lusianne.

Nesse cenário, mobilidade urbana deixa de ser apenas uma questão de trânsito. Ela passa a envolver calçadas, iluminação, arborização, transporte público, ciclovias, segurança e também a localização das moradias e dos serviços.

A distribuição das atividades pela cidade influencia a quantidade e a distância dos deslocamentos. Quando moradia, trabalho, escola, comércio e serviços estão concentrados em regiões muito distantes umas das outras, aumenta a necessidade de percorrer grandes trajetos diariamente.

“Quando as pessoas moram mais próximas da sua atividade do dia a dia, do trabalho, do estudo, do comércio e dos serviços de que precisam, os deslocamentos ficam menores. Então, a gente consegue fazer esses percursos utilizando outros modais além do carro”, pontua.

A chamada cidade compacta envolve pensar na presença de diferentes usos em uma mesma região, permitindo que parte das necessidades cotidianas possa ser atendida sem grandes deslocamentos.

PLANEJAMENTO URBANO

A relação entre urbanização e automóveis não é recente.

De acordo com Lusianne, parte da configuração das cidades brasileiras atuais está ligada a um modelo de planejamento que ganhou força especialmente nas décadas de 1960 e 1970, período em que a circulação dos veículos passou a ter grande influência na organização urbana.

“Quando a gente pensa a cidade a partir da circulação somente de veículos, perde a escala das pessoas, perde a escala do caminhar, do pedalar e perde também a noção de como a gente ocupa a cidade”, afirma.

A mudança dessa lógica passa por recuperar a chamada escala humana. Isso significa considerar não apenas a velocidade e a capacidade de circulação dos veículos, mas também a experiência de quem caminha, pedala, espera o ônibus ou permanece nos espaços públicos.

Nesse sentido, elementos aparentemente simples podem determinar se uma pessoa se sente confortável para fazer um percurso a pé ou de bicicleta.

Em cidades de temperaturas elevadas, por exemplo, a arborização pode representar uma diferença importante para quem precisa caminhar durante o dia. À noite, a iluminação das ruas e calçadas também influencia a percepção de segurança e a possibilidade de utilização dos espaços.

Mas, segundo a professora, esses elementos não devem ser pensados separadamente.

“Não é simplesmente falar que precisa de árvore ou que precisa de iluminação. É pensar que tipo de iluminação, que tipo de arborização e como esses elementos se relacionam. Uma árvore que garante sombra durante o dia também não pode comprometer a iluminação à noite”, pontua.

O CENÁRIO EM CAMPO GRANDE

Em Campo Grande, o contraste entre o crescimento da frota e a redução no número de passageiros do transporte coletivo ajuda a dimensionar o desafio.

Entre 2024 e 2025, aproximadamente 26 mil veículos foram acrescentados à frota da Capital. No mesmo período, a média diária de passageiros dos ônibus caiu para cerca de 102,5 mil usuários.

O número é significativamente inferior ao registrado em 2016, quando o transporte coletivo municipal contabilizava mais de 201 mil passageiros por dia.

Outro levantamento, realizado pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Campo Grande, apontou que 63% dos usuários entrevistados chegam a gastar até quatro horas por dia considerando o tempo de espera nos pontos, passagem pelos terminais e as viagens de ida e volta.

A decisão de utilizar ou não um automóvel não depende somente da disposição de uma pessoa em optar por outro meio de transporte. O tempo gasto no deslocamento, a segurança do percurso, o conforto e a possibilidade de integração entre diferentes modais também interferem nessa decisão.

Para Lusianne, por isso, a mobilidade precisa ser analisada em conjunto com outras áreas do planejamento urbano. Habitação, segurança pública e uso do solo estão relacionados à maneira como a população se desloca.

Uma cidade que concentra empregos e serviços em determinadas regiões, enquanto mantém áreas residenciais distantes desses locais, cria necessidades de deslocamento que precisam ser consideradas pelo planejamento.

Da mesma maneira, a ausência de infraestrutura adequada em determinadas regiões pode restringir as opções disponíveis para os moradores.

O planejamento, nesse contexto, também precisa considerar as particularidades de cada comunidade e incorporar a participação da população na construção das soluções.

APROVEITAR O TRAJETO

A escolha pelo deslocamento a pé ou de bicicleta também altera a relação com a cidade. Em vez de atravessar uma região rapidamente dentro de um automóvel, o percurso permite observar as ruas, estabelecimentos, praças e outras pessoas que ocupam aquele espaço.

“Quando as pessoas começam a andar, a pedalar nas cidades, elas começam a viver um pouco mais a cidade. Passam a perceber a cidade de outra forma, a parar, olhar, vivenciar aquele momento”, afirma.

Para a professora, essa mudança pode ser percebida inclusive na região central de Campo Grande, que passou a receber diferentes formas de ocupação e circulação, inclusive durante a noite.

A presença de pessoas nas ruas pode contribuir para a movimentação dos espaços, fortalecer o sentimento de pertencimento e também beneficiar atividades comerciais.

“A pessoa que está caminhando ou pedalando percebe os comércios, os serviços, os espaços. É uma relação muito diferente daquela de quem simplesmente passa por esses caminhos dentro do carro”, explica.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[A campanha eleitoral de 2026 está a todo vapor lá pelas bandas da... Leia na coluna de hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[Bráulio Bessa - Escritor brasileiro

"Recomece! Se refaça! Relembre o que foi bom. E se um dia lá na frente, a vida der uma ré, recupere a sua fé, e recomece novamente”.

FELPUDA 

A campanha eleitoral de 2026 está a todo vapor lá pelas bandas da Prefeitura Municipal de Campo Grande. Mas engana-se quem pensar que funcionários com cargos comissionados estão engajados nas eleições para presidente, governador, senador ou deputado federal. O foco mesmo é na eleição de candidato a uma cadeira para chamar de sua na Assembleia de MS. Não se sabe se a adesão é voluntária ou “por livre e espontânea pressão”, mas os servidores mergulharam de cabeça. Como diria vovó: “O que não se faz para manter a amizade...”.

Livres

Está vigorando desde o último sábado, a proibição da prisão de candidatos que disputam eleições deste ano. A determinação vai até 48h após o encerramento da votação do primeiro turno.

Mais

A prisão ou detenção dos candidatos, durante o período da vigência da medida, que vai até o dia 6 de outubro, só poderá ocorrer em casos de flagrante delito.

Foto: Divulgação/Sesc

Nesta quinta-feira (24), às 19h, será realizado o show do Trimanos Brasil, formado pelos irmãos paraenses Gleydson, Yvison e Lohan. A jovem banda vem ampliando sua projeção nacional e acumula milhões de visualizações e seguidores nas redes sociais. Parte dessa conexão com o público está na releitura de músicas conhecidas , interpretadas a partir da identidade musical construída pelos trio. A apresentação acontecerá no Sesc Teatro Prosa. Os ingressos são gratuitos e estão disponíveis pelo Sympla.

Dra. Maria Auxiliadora Budib - Foto: Studio Vollkopf

 

Marcella Zorzo - Foto: Arquivo pessoal

Nem aí...

Na reta final da campanha eleitoral, os plenários da Câmara Municipal de Campo Grande e da Assembleia Legislativa de MS deverão ficar esvaziados, na medida em que os candidatos correm contra o tempo em busca dos votos dos indecisos. Como se a Capital não estivesse em estado de emergência e, portanto, não precisasse de atenção redobrada neste momento.

Em campanha

A tal força-tarefa anunciada em alto e bom som 24 horas após o temporal parece não ter decolado como o cidadão que paga seus impostos esperava. Na Assembleia, o assunto entre os deputados estaduais é um só: a reeleição. Todos em plena campanha para garantir mais quatro anos de mandato. Nada como viver numa cidade e num estado sem problemas, né?! Dá licença!

Resgate

Uma postagem do secretário da Casa Civil, Walter Carneiro Júnior, nas redes sociais resgatou registros de 2010 para reforçar sua trajetória na política. No resgate histórico, ele relembra a criação do Bloco de Desenvolvimento Regional e a consolidação do municipalismo como pauta central, destacando a ascensão do ex-governador Reinaldo Azambuja, hoje candidato ao Senado. Ao conectar o trabalho realizado ao longo da última década às transformações vividas pelo MS, Walter Carneiro aproveita a publicação para reafirmar seu compromisso com a gestão pública, e não por acaso, para manter o municipalismo em evidência.

ANIVERSARIANTES

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Carla Guizzo Couto Rocha de Lima;  
	Leide Simioli de Brito;  
	Giovanna Maria Assis Trad Cavalcanti;  
	Ariane Pina Ferreira Moreira;  
	Luciana Gonçalves Rolo;  
	Marcia Arashiro de Lima;  
	João Komathu;  
	Sandra Moragas Leite de Barros;  
	Mauricio Ramão Fernandes;  
	José Leite da Silva Sobrinho;  
	Mauricia de Arruda Cortez;  
	Zoleni Santos de Mattos;  
	Maria Angelica de Freitas Oliveira;  
	Florentino Edmundo Talgatti;  
	Pablo Henrique Avelino da Silva;  
	Marlene Pontim Gomes;  
	Van Hanegam Donero;  
	Edgar Calixto Paz;  
	Rubens Clayton Pereira de Deus;  
	Humberto Ivan Massa;  
	Sônia Gonçalves Kaneshige;  
	Fagner Saltarelli;  
	Jacqueline Folley Coelho;  
	Adão Rodrigo Coene;  
	Sergio Costa dos Santos;  
	Claudiney Guimarães Alves;  
	Leonardo Kling;  
	Luiz D’Ávila;  
	Domingos Alves da Silva;  
	José Luiz Forte Filho;  
	Maquielves Lopes Grison;  
	Brunella Meura;  
	Livia Alves Barcelos;  
	João Dias;  
	Cristina Hebe Scardini;  
	Norberto Antonio Soares;  
	Marco Aurélio Pallacio;  
	Paula Helena Saab Mujica;  
	Maria de Lourdes Calixto Mendes;  
	Maria Nadir Militão;  
	Marcelo Barbosa da Fonseca;  
	Leonardo Coimbra;  
	Marilda da Silva Tôrres;  
	Rafael Mendonça;  
	Gervásio Scheid;  
	Alomah Rizk;  
	Mary Radeck de Carvalho;  
	Danilo Antonio Bruschi;  
	Waldir Roma Ferreira;  
	Diana Moreira Santana;  
	Dra. Regina Célia Azuaga;  
	Simone Ribeiro Pereira;  
	Rocino Ramiro Cavalcanti;  
	José Pereira de Souza;  
	Erik Pereira de Castro;  
	Aureo Franco Vilela;  
	Maria Helena Fonseca;  
	Rosa Maria de Barros;  
	Meire Teixeira;  
	Claudete Oliveira da Vera Cruz;  
	Francisca Auzenir da Silva;  
	Ivaneide de Araújo Armoa;  
	Jean Kleber Paiva Barbosa;  
	Santos de Oliveira Junior;  
	Edson Ferreira da Silva;  
	André Luiz Ossuna;  
	Luiz Carlos de Lima;  
	Jorge Ossamo Karimata;  
	Dr. Renato Lúcio Martins;  
	Paulo Cesar de Santos de Barros;  
	Akiko Kanayama;  
	Julião Flaves Gauna;  
	Maria Eunice Corrêa;  
	Gilda Lopes Braga;  
	Rodrigo Targino de Almeida;  
	Luiz Carlos Rodrigues;  
	Antônio Henrique Nantes;  
	Juliana Nunes;  
	Adelina Tocie Miyashiro;  
	Ronivaldo Farias de Mendonça;  
	Augusto César Sepalho;  
	Gilmar Javorski;  
	Maria Cristina Coutinho da Silva;  
	Márcio Teruhiko Yamamoto;  
	Iedenilda Yocie Oyadomari;  
	Nedir Migueis Pinto;  
	Richard Alexandre Lima Siqueira;  
	Francisco Maia Nogueira;  
	Mirian Bezerra Sesper;  
	Rogério Pereira Spotti;  
	Sílvio Lucas Costa;  
	Miguel Antunes de Miranda Sá;  
	João Carlos Klaus;  
	Fábio Medeiros Szukala;  
	Lowatto Yuuichi Yamasaki;  
	Eliana de Jesus Gonçalves Tiecher;  
	Ana Helena Bastos e Silva Cândia;  
	Kleber Vieira Cação;  
	Antônio Neves de Medeiros;  
	Carlos Roberto de Faria;  
	Arianne Gonçalves Mendonça;  
	Wania Helena de Carvalho;  
	Arlindo Mariano de Farias;  
	Marilda do Carmo Rodrigues;  
	Heber Seba Queiroz;  
	Adenil José de Oliveira;  
	Maria Aparecida Corrêa Marques;  
	Fernando Tatsunori Kuboyama;  
	Andrea Luiza Tôrres de Figueiredo;  
	Macoto Okuda;  
	Alberto Angelisio Spani.


Colaborou com Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Aulas de teatro vão muito além da arte e contribuem para uma boa saúde]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/aulas-de-teatro-vao-muito-alem-da-arte-e-contribuem-para-uma-boa-saude/473046/</link>
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				<description><![CDATA[Para algumas pessoas, fazer teatro começa com o desejo de subir ao palco. Para outras, nasce da curiosidade, da vontade de conhecer novas pessoas ou até da necessidade de enfrentar uma dificuldade.

Há quem procure as aulas para melhorar a comunicação, quem queira desenvolver a expressão corporal e quem simplesmente esteja em busca de uma atividade diferente.

O que acontece depois, porém, muitas vezes ultrapassa o objetivo inicial.

Durante uma aula de teatro, decorar e interpretar um texto são apenas algumas das etapas de um processo que envolve jogos, improvisações, exercícios de expressão corporal, criação de personagens, observação, escuta e interação.

Aos poucos, o participante é colocado diante de situações que exigem presença, criatividade e disposição para experimentar – inclusive quando existe vergonha ou medo de errar.

É nesse processo que o teatro pode se tornar uma ferramenta que vai além da formação artística.

As habilidades trabalhadas em cena podem aparecer em situações cotidianas, como uma apresentação na escola ou na faculdade, uma entrevista de emprego, uma reunião de trabalho, uma conversa com desconhecidos ou simplesmente na maneira como alguém passa a perceber o corpo e a se relacionar com outras pessoas.

“Eu não acredito que todo mundo que faz teatro precisa querer ser ator”, afirma Daniel Smidt, diretor da Escola e Companhia de Teatro (Adote), que atua há 25 anos em Campo Grande.

Para ele, cada aluno pode encontrar na experiência uma transformação particular.

“Cada pessoa pode encontrar uma coisa diferente aqui. Pode ser a coragem para falar, a confiança para se posicionar, a capacidade de trabalhar em grupo, a criatividade ou simplesmente a liberdade de ser quem é”, afirma.

O PRIMEIRO APRENDIZADO

A comunicação é uma das primeiras habilidades que podem ser percebidas no trabalho teatral. No palco, não basta saber o que dizer: é preciso pensar em como aquilo será dito, compreender o espaço, perceber quem está ouvindo e utilizar voz, corpo e expressão para transmitir uma ideia.

Esse exercício pode ser levado para fora da sala de aula.

Falar diante de outras pessoas, sustentar uma opinião, apresentar um trabalho ou participar de uma conversa exigem, em diferentes níveis, algumas dessas mesmas ferramentas. O teatro permite que o aluno experimente essas situações em um ambiente de aprendizagem, no qual errar também faz parte do processo.

Daniel conhece essa transformação por experiência pessoal.

“Eu também já fui uma pessoa tímida. O teatro foi me dando ferramentas para me expressar, para me comunicar, para olhar para o outro e também para me enxergar de uma maneira diferente. Quando olho para quem eu sou hoje, percebo o quanto tudo aquilo que aprendi através da arte contribuiu para a minha vida”, reflete o diretor.

O CORPO FALA

Outro aspecto trabalhado no teatro é a expressão corporal. Antes mesmo de uma pessoa dizer qualquer palavra, sua postura, seus movimentos e sua maneira de ocupar um espaço podem transmitir informações.

Perceber isso ajuda o aluno a desenvolver consciência sobre o corpo. Em cena, ele precisa compreender como determinado movimento contribui para a construção de uma personagem ou para a comunicação de uma situação. Fora dela, essa percepção pode ajudar na forma como se posiciona e se expressa.

A estudante Charlie Budib, de 19 anos, chegou ao teatro justamente buscando enfrentar a timidez e se sentir mais segura para se expressar. A recomendação partiu de sua psicóloga e a identificação com as artes ajudou a transformar a sugestão em experiência.

“Eu buscava me abrir mais para as pessoas. Conseguir falar melhor em público, me desafiar, sair da zona de conforto. Me sentir mais segura em me expressar”, conta.

Depois das aulas, ela percebe mudanças inclusive em situações que não têm relação direta com o palco.

“O teatro mudou bastante o jeito que eu ajo. Eu me sinto muito mais tranquila sobre a minha expressão corporal no dia a dia. Coisas que antes eu não conseguiria dizer ou fazer agora são muito mais simples”, diz.
Para Charlie, a sala de aula também se tornou um espaço de segurança para experimentar.

“É um ambiente que eu me sinto acolhida. Eu posso acertar ou errar, mas no final, a gente sempre bate palmas um para o outro. Todo mundo está sempre evoluindo e se ajudando. É um lugar que eu posso realmente me soltar”, afirma.

A ARTE DO IMPROVISO

Quem nunca fez teatro pode imaginar que a atividade depende principalmente da memorização de textos. Mas a preparação de um ator envolve muito mais do que decorar falas.

Improvisações e jogos teatrais fazem parte do processo justamente porque colocam os participantes diante do inesperado. Uma proposta pode mudar no meio do exercício, uma cena pode tomar um caminho diferente do planejado e o aluno precisa encontrar uma maneira de continuar.

A habilidade de improvisar, nesse sentido, não significa simplesmente “inventar qualquer coisa”. Ela envolve atenção, escuta e capacidade de responder ao que está acontecendo naquele momento.

Essa experiência pode contribuir para que o participante lide melhor com situações nas quais não possui controle absoluto sobre o resultado.

Foi algo que Maysa Garcia encontrou nas aulas. Ela chegou ao teatro pensando na formação necessária para se tornar atriz e, posteriormente, seguir o caminho da dublagem. Procurava técnicas para trabalhar voz, postura e presença.

Mas acabou encontrando também uma forma de enfrentar inseguranças.

“Me deu mais confiança para viver o mundo como eu mesma, de realmente ocupar um espaço sem culpa”, relata. Para ela, o teatro ajudou a transformar uma orientação comum dentro das aulas – enfrentar uma cena mesmo quando existe medo – em uma postura que também pode ser aplicada à vida.

“O teatro nos ensina: se está com medo, vai com medo mesmo. Isso é para a cena, mas na nossa vida isso também se aplica”, pontua.

ABRAÇO ÀS DIFERENÇAS

O teatro também pode ser uma experiência de inclusão. Cada participante chega com características, habilidades e dificuldades únicas e a aprendizagem não acontece necessariamente no mesmo ritmo.

É o caso de Evelyn Machado, que tem deficiência intelectual e participa das atividades da Adote há alguns anos.

Ela conta que, no início, tinha dificuldades principalmente para memorizar, falar diante de outras pessoas e realizar atividades novas. O nervosismo e a vergonha também apareciam, mas não impediram sua permanência.

“No teatro eu encontrei um espaço onde eu posso fazer as coisas do meu jeito, aprender no meu tempo e também ser incentivada a tentar”, conta.

Ao longo desse período, Evelyn participou de apresentações, atividades e festivais. Também recebeu duas premiações em competições.

“Para mim foi uma felicidade muito grande, porque eu nunca imaginei que poderia subir em um palco, competir e ainda receber um prêmio”, relata.

A experiência, segundo ela, também contribuiu para a comunicação e a autoconfiança.

“O teatro me ajudou muito. Eu fiquei mais comunicativa, perdi um pouco da vergonha e passei a acreditar mais em mim. Cada vez que eu entro no palco é uma conquista”, pontua.

Para Evelyn, a deficiência não define o que ela é. “Eu tenho minhas dificuldades, assim como todo mundo tem as suas, só que algumas coisas para mim são mais difíceis e eu preciso de mais tempo ou de ajuda. Mas também tenho minhas capacidades e gosto muito quando as pessoas acreditam em mim e me dão oportunidade”, destaca.

EXPERIÊNCIA COMPARTILHADA

Se para alguns o teatro é uma descoberta individual, para Miriam Amada de Oliveira, de 54 anos, que faz teatro ao lado do marido, Sueiyoshi Altino de Lima, de 55 anos, a atividade também se tornou uma experiência compartilhada.

Os dois decidiram fazer o curso juntos. Sueiyoshi chegou interessado pela relação entre cinema e atuação.

Queria entender como funciona o processo de construção de um ator e descobriu, nas aulas, que interpretar vai muito além de decorar e repetir falas.

Miriam, por sua vez, carregava desde jovem a curiosidade de conhecer os bastidores e entender como uma pessoa se prepara para atuar.

Fazer o curso lado a lado acrescentou uma dimensão inesperada à experiência: conhecer melhor um ao outro.

“Então, o fato de fazer o teatro junto com minha esposa fez eu conhecer mais um lado dela que não está ali no cotidiano, no dia a dia. Eu consigo ver mais a pessoa, a parte mais criativa dela, outras partes que a gente não vê no dia a dia”, conta Sueiyoshi.

Miriam também percebeu mudanças na relação.

“Quando a gente tem as mesmas vontades, tudo fica melhor”, afirma. Segundo ela, os dois passaram a conversar sobre os exercícios, ensaiar em casa e discutir as atividades realizadas nas aulas.

Para ela, o teatro ampliou a admiração que já existia entre os dois. “Você começa a conhecer o outro lado dela [da pessoa]. Então foi muito bom a gente fazer juntos, porque assim como ele vê como eu interpreto, como eu faço os exercícios, ele também vê esse meu lado, eu vejo o lado dele”, relata.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 09:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Durante coletiva de imprensa da prefeita Adriane Lopes, realizada para...Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/durante-coletiva-de-imprensa-da-prefeita-adriane-lopes-realizada/473030/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/durante-coletiva-de-imprensa-da-prefeita-adriane-lopes-realizada/473030/</guid>
				<description><![CDATA[JOHANN GOETHE - ESCRITOR ALEMÃO

"O que passou, passou. Mas o que passou luzindo, resplandecerá para sempre”

FELPUDA

Durante coletiva de imprensa da prefeita Adriane Lopes, realizada para anúncio da força-tarefa após o temporal, comentário geral era de que os vereadores presentes haviam “caído de paraquedas” por lá, na tentativa de mostrar o que não fazem na prática: discutir e elaborar um plano de trabalho de longo prazo, com o Executivo, no planejamento de projetos que evitem o caos a cada temporal que cai em Campo Grande. Não faltaram trocadilhos e piadinhas a respeito de mais um jogo de cena dos nobres edis. Dá licença, vai!...



Preocupante

Mais de 50% dos jornalistas no Brasil apresentam sintomas de depressão. O dado faz parte da pesquisa Condições de Trabalho e Saúde Mental de Jornalistas no Brasil, lançada durante reunião do Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso, no Senado.

Mais

A pesquisa contou com a participação de 257 jornalistas brasileiros, que responderam a um questionário on-line. Ainda de acordo com os dados, 47,8% dos entrevistados informaram sofrer com estresse e 47,9% têm insônia.

Nádia Bana Povh e Miguel Povh Filho, que hoje comemoram 63 anos de casamento (Bodas de Sândalo). Foto: Arquivo Pessoal

Maisa Monseff. Foto: Arquivo Pessoal

Afinados

Caso sejam eleitos, o ex-governador Azambuja e o governador Riedel terão papel importante na escolha do futuro presidente da Assembleia Legislativa. O grupo político que reúne aliados de ambos e alimenta pretensões para comandar o Legislativo terá de estar muito bem afinado com os dois. Afinal, a palavra de quem ocupa posição de liderança costuma pesar, e muito, nesse tipo de escolha. Quem imaginar que basta contar votos e ignorar as articulações políticas poderá acabar descobrindo que a conta não fecha. Para ser ungido, será preciso mais do que vontade. Caso contrário, é apenas ilusão. A conferir!

Sonho meu...

O deputado federal Vander Loubet (PT) começou a fazer as contas dos votos que poderá receber na disputa por uma cadeira no Senado nas eleições deste ano. Depois de somar, multiplicar e tirar a “prova dos nove” de cada região de Mato Grosso do Sul, há quem diga que ele já começou a sonhar com a segunda vaga de senador. Se o seu cálculo estiver correto, quem estaria com a eleição ameaçada seria o Capitão Contar (PL), bolsonarista de carteirinha. Sei não...

Cara de pau

Que coincidência, hein?! Bastou o nome de Flávio Bolsonaro ganhar um pouco mais de fôlego nas pesquisas, para o Planalto descobrir que “há espaço fiscal” no caixa. O governo anunciou reajuste de 15% no Bolsa Família e na maior cara de pau ainda informa que não tem nada a ver com o “calendário eleitoral”. Pode?

ANIVERSARIANTES

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Ana Carolina Pires de Rezende Coutinho,
	Geise Helena da Silva,
	Renan Vera de Almeida,
	Celina Colman de Oliveira,
	Rafaela de Queiroz Rodrigues da Cunha Feitosa,
	Luis Adriano Garcia Corrêa,
	Efigenia Gavilan Franco,
	João Henrique Souza Guerino,
	Mateus Garcia Pires,
	Maria Lice Fernandes Couto Citino,
	José Valeriano de Souza Fontoura,
	Maucir Pauletti,
	Wanderlan Marques Dorneles Silveira,
	Amanda Denise de Lima,
	Wolmir Silva de Farias,
	Ademir Koki Tibana,
	Antonio Foletto,
	Derly Ramão Lopes,
	Osvaldo Francisco dos Santos,
	Cristiane Gomes,
	Eduardo Esgaib Campos,
	Guilherme Ferreira Dutra Júnior,
	Oilton Albres da Silva,
	Yone Silveira de Mello,
	Rafael Arnaldi,
	Carolina Dalpasquale Gomes,
	Valrícia Miranda de Oliveira Moraes,
	Felix Sorgatto,
	Laura Regine Silveira,
	Alvaro Ramos do Amaral,
	José Marcos Maksoud,
	Dra. Paulinne de Souza Arruda,
	Vera Lúcia Castelli,
	Elton Soares Timoteo,
	Agnaldo dos Santos Souza,
	Manoel Ferreira Nery,
	Augusto Martinho,
	Othavio Fernandes Siqueira,
	Dr. Francisco Wilson Rocha,
	Vânia Aparecida dos Santos Mugartt,
	Aline Rodrigues Zacarini,
	Lúcia de Toledo Câmara Neder,
	Lucy Kosurian Sayegh,
	Francisca Galvão,
	Walter Augusto Martinho,
	Adair Aparecido de Freitas,
	Aryovaldo Maria Bento,
	Norman Gomes,
	Zirley de Moraes Lima,
	Cristovão Espíndola,
	César Augusto Herwiny,
	Doroteia Aparecida da Glória Terencio,
	Joana Molina Rodrigues,
	Liliane Paschoaletto Trindade,
	Cleber Teixeira Mello,
	Marco Aurélio Pallacio,
	Ruggero Barbosa Ferraz,
	Fernando João Rosa Serra,
	Adair Garcia Anache,
	Roberto Alexandre Ajul Rezende,
	Leonardo Farias da Silva,
	Josevaldo Cordeiro Manso,
	Nelson Ribeiro Peres,
	Otavio Adami Gomes,
	Pierangelo Camillo,
	Luiz Edmundo Ramos Freire,
	Sandra Regina Motta,
	Raul Vítor dos Santos,
	Márcio Vieira Menezes,
	Rodrigo Lima Arakaki,
	Dra. Rosa Cristina Miranda Zimmermann,
	Marcelo Ribeiro Vorus,
	Rosângela Yule Queiroz,
	Francisco Carlos Nogueira de Rezende,
	Inácio Clacier Roeder,
	Aldenir Lima da Silva,
	Valdeir Marques dos Santos,
	José Martins Coutinho,
	Efigênia Espindola Gimenes,
	Rosa Maria Iazer,
	Ana Fátima Belalian Corrêa da Silva,
	Orlando Teixeira,
	Giulliano Lima da Cunha,
	Isaac Rodrigues dos Santos,
	Mohamad Akrama Eljaji,
	Leandra Henriques Bunazar Abes,
	Orivaldo Pereira,
	Dielze Almeida Rosa,
	Eliza Yule,
	Flávio Casarim Moretti,
	Ana Paula Dyszy,
	Hermes Bocca Salineiro,
	Carla de Fátima Monteiro Corrêa Machado,
	José Orlando Marques Pedrosa,
	Michael Luiz Menuci,
	Jucli Teresinha Stefanello Peruzo,
	Aislan Luis Massoni,
	Juliano Folle,
	Diego Gatti,
	Roberto Carlos Zulato,
	Valter Carlos Rossignollo Venditti,
	Henrique Ribeiro Benatti,
	Jaqueline Duarte Yusuf,
	Valdir Matos Betonti.


COLABOROU TATYANE GAMEIRO *
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 00:01:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Entre Costuras & CuLtura: Por que algumas mulheres parecem elegantes até de camiseta?]]></title>
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				<description><![CDATA[Você provavelmente já encontrou uma mulher vestindo apenas camiseta branca, jeans e uma sandália simples e pensou: como ela consegue parecer tão elegante com tão pouco? Enquanto isso, outra pessoa pode estar usando peças caras, bolsa de grife e uma produção muito mais elaborada não consegue transmitir a mesma impressão.

A diferença está em algo que repito com frequência no meu trabalho: elegância não está necessariamente na roupa, mas na maneira como fazemos a roupa funcionar a nosso favor.

Existe uma tendência de associarmos sofisticação à formalidade. Como se fosse necessário um blazer, um salto ou uma peça especial para que uma mulher pareça bem-vestida. Mas, muitas vezes, são justamente as produções mais simples que revelam melhor o cuidado com a imagem.

Quando há menos elementos para chamar atenção, percebemos mais facilmente o caimento, a qualidade do tecido, os acabamentos, os acessórios e, principalmente, quem está usando aquela roupa.

Uma camiseta, por exemplo, parece a peça mais básica do mundo, mas existem enormes diferenças entre elas. A posição da manga, a abertura da gola, o comprimento, a gramatura do tecido e a maneira como ela acompanha o corpo interferem completamente no resultado.

E não existe uma modelagem universalmente perfeita: existe aquela que funciona melhor para o seu corpo, seu estilo e a mensagem que você deseja transmitir.

Aos detalhes da roupa soma-se algo que não compramos em nenhuma loja: postura. A maneira de caminhar, sentar, falar e ocupar um espaço participa da nossa imagem tanto quanto aquilo que vestimos.

Não adianta procurar a peça perfeita se ela está amassada, mal conservada ou se quem a veste parece desconfortável dentro dela. Elegância também tem relação com cuidado e naturalidade.

As mulheres que já entenderam isso,  não precisam acrescentar informação o tempo inteiro para construir uma imagem mais elegante e de presença. Existe coerência entre roupa, corpo, personalidade e ocasião. A roupa não tenta transformá-las em outra pessoa; apenas acompanha quem elas são.

Sabrina Sato - Divulgação

5 detalhes que deixam até a camiseta mais elegante

1. Observe o caimento antes da etiqueta

Veja onde a manga termina, como a gola se posiciona e se o tecido acompanha o corpo sem apertar ou criar volume onde você não deseja. Uma pequena alteração de modelagem pode mudar completamente uma peça básica.

2. Preste atenção ao estado da roupa

Bolinha, gola deformada, tecido transparente demais, manchas e peças excessivamente amassadas comprometem rapidamente uma produção. Básicos precisam estar especialmente bem conservados.

3. Use acessórios com intenção

Um bom brinco, um relógio, um colar, um cinto ou uma bolsa podem dar acabamento ao look. Não é preciso usar tudo ao mesmo tempo: muitas vezes, um único elemento bem escolhido é suficiente.

4. Cuide da postura e da presença

Ombros, maneira de caminhar, tom de voz e até a forma como você se senta interferem na leitura da sua imagem. Nenhuma roupa trabalha sozinha.

5. Busque coerência, não perfeição

A mulher elegante não é necessariamente aquela que está impecável o tempo inteiro. É aquela cuja imagem parece fazer sentido: para sua personalidade, para seu corpo, para sua rotina e para o ambiente em que está.

No fim, a pergunta mais importante é: quanto da elegância que admiramos realmente vem da roupa? A roupa pode ser a moldura, mas é a maneira como nos apresentamos ao mundo que completa a imagem.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 16:00:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Entrevista exclusiva com o ator Gustavo Falcão destaque em 'Ben Hur' da Record TV]]></title>
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				<description><![CDATA[Gustavo Falcão é um dos destaques do filme ‘Elize: Sombras de Uma Mulher’, que estreou no dia 22 de julho na Netflix. Dando vida a Heitor, melhor amigo de Marcos Matsunaga, ele mergulhou na complexidade emocional de seu personagem, um homem que caminha entre as sombras e a luz. Ele revela: “Heitor é um personagem que representa uma área cinzenta.

O maior desafio foi retratar seu lado animalesco e instintivo, mantendo sua humanidade. Ele é perigoso e sedutor, sempre observando ao seu redor, pronto para capturar novas oportunidades. É esse estranhamento que eu busquei transmitir ao público”.

Além do filme, Gustavo também está presente na nova adaptação de &#39;Ben Hur&#39;, que estreia em outubro na Univer, e em seguida na RecordTV. Nela interpreta Élio, o governador romano da Judeia. "Élio é extremamente hedonista e adora o poder. Ele é um político habilidoso, que sabe que a roda da política gira rapidamente, e esse conhecimento o torna ainda mais astuto e perigoso", comenta.

Ele descreve seu personagem como alguém que tem prazer em explorar os meandros do poder e que, por isso, se destaca em meio ao ambiente de tensões entre romanos e judeus. "A liberdade criativa que tive nesta produção foi uma experiência deliciosa, permitindo-me dar vida a um personagem sarcástico e multifacetado."

Natural de Recife, Falcão destaca a importância de sua terra natal em sua trajetória. "Cresci em um ambiente cultural rico, onde artistas como Ariano Suassuna e Francisco Brennand foram grandes influências. A cena artística pernambucana me moldou e me deu as bases para a carreira que tenho hoje", afirma. Ele começou sua trajetória profissional em 1995, com a peça "Os Biombos", de Jean Genet, dirigida por Antonio Cadengue. "Esse foi meu primeiro contato com o palco e uma experiência transformadora", relembra.

Com 31 anos de carreira, ele continua conectado com sua comunidade e está atualmente desenvolvendo um projeto especial lá. "Estou trabalhando na adaptação para o cinema da vida do pintor pernambucano Cícero Dias, em parceria com meu irmão e a REC Produtores", compartilha. "Queremos filmar grande parte da história no Recife, trazendo à tona não só a figura de Cícero, mas também a riqueza cultural da nossa cidade", enfatiza.

Em novelas o ator de 50 anos deixou sua marca como Faísca em "As Filhas da Mãe", onde encarnou um surdo mudo com uma sensibilidade própria, além de interpretar Jonas em "Cobras & Lagartos", um jovem dividido entre a religiosidade e a malandragem de sua família. "Ambos os papéis exigiram um equilíbrio delicado entre drama e humor, e me permitiram explorar áreas muito diferentes da atuação", destacou.

Gustavo também é um diretor ativo, tendo liderado montagens como "Partiu 90!" e a remontagem de "A Máquina". "Dirigir essas peças foi um processo enriquecedor que ampliou minha visão sobre a atuação e a colaboração entre os elencos", enfatiza ele. Além disso, dirigiu e roteirizo o curta metragem ‘30 Moedas’ ao lado de Marcos Arzua Barbosa, a produção narra um embate no meio do mar entre dois personagens de classes sociais distintas e orientações ideológicas deformadas pela corrupção política, religiosa e social sistêmica dos tempos atuais.

"Criar um ambiente onde a arte possa florescer e impactar a vida das pessoas é uma missão que me motiva profundamente", completa.

Gustavo é a Capa do Correio B+ desta semana, e em entrevista exclusiva ao Caderno, ele fala sobre papéis, carreira e estreias.

O ator Gustavo Falcão é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Gabí Souza - Diagramação: Denis Felipe
Por: Flávia Viana

CE - Você tem 31 anos de carreira, como você vê sua trajetória até agora?
GF - Vejo minha trajetória profissional repleta de realizações, mas também olho em frente. Ao mesmo tempo, penso no passado e também no futuro. Percebo que construí uma carreira sólida e realizei trabalhos diversos e muito especiais em tantas frente, mais de uma centena de projetos em cinema, teatro, tv, audiolivros, arte e educação, atuando, produzindo, dirigindo, dando aulas e oficinas - mas também miro o que ainda desejo fazer.

Depois de tanto tempo de estrada - e o percurso de um artista é inevitavelmente dinâmico, repleto altos e baixos, de recomeços e redescobertas - tenho muita consciência do que já fiz e vivi, mas também do que ainda quero viver e fazer.

CE - Além de atuar em diferentes frentes do audiovisual, você tem um trabalho junto ao Lunático. Pode falar mais dele?
GF - O Lunático é um espaço cultural que fundei no Rio em 2007 com minha companheira e parceira Juliana Féres, dedicado ao ensino e difusão das mais diversas manifestações culturais, em vários formatos - cursos, oficinas, exposições, palestras, mostras, espetáculos…

Hoje estamos em 17 instituições de ensino do Rio de Janeiro com aulas de circo, tecido acrobático, cinema, teatro, stop Motion. É gratificante compartilhar continuamente vivências artísticas com quase trezentas crianças e adolescentes e promover a transformação que a arte provoca na vida delas.

CE - Fala mais sobre o seu personagem em &#39;Ben hur&#39;?
GF - Élio é o governador romano da região que compreende a Judéia, cuja capital é Antioquia, uma das maiores cidades do Império Romano no oriente naquele tempo (séc. I). Devido às agitações provocadas pela resistência dos judeus, que não aceitam se submeter às regras de Roma - especialmente as religiosas - Élio se transfere para Jerusalém a fim de acompanhar mais de perto a questão.

Ele é uma personagem que tem fascínio pelo poder, e um gosto particular pelos jogos políticos. A relação com Pôncio Pilatos, funcionário do império responsável pela região da Judeia, por exemplo, se sustenta em uma tensão constante de colaboração e rivalidade.

Élio é estratégico, astuto e gosta de ser sarcástico. Gosta de submeter seus antagonistas, gosta de levar vantagem e se dar bem em tudo que faz. Gosta também de aproveitar ao máximo os prazeres, inclusive os carnais, que advém de sua posição. 

CE - Você também estará em &#39;Lá na minha terra&#39;, próxima trama das 18h. O que pode falar do seu personagem (sem dar spoilers).
GF - Ainda não posso revelar muito, mas aqui vai uma breve apresentação: Josias é um dos vilões da trama de Mário Teixeira, dirigida por Allan Fiterman. Comparsa de Celestina (Lilia Cabral), inicia na novela trabalhando no Jóquei paulistano, onde conhece Ismalia (Camila Morgado). Nascido em São Paulo, sempre teve de se virar pra sobreviver, nem sempre de forma lícita ou legal. 

CE - Você também teve um personagem no filme sobre Elize Matsunaga que estreou na Netflix em julho. Como foi a recepção do público a sua participação?
GF - Foi surpreendente a resposta de público ao meu personagem e ao filme. Sabia do potencial pelos apelos da história, o projeto tinha uma equipe e elenco incríveis e a havia uma boa expectativa. O filme ficou incrível, mas ainda assim fiquei surpreso.

O sucesso foi gigantesco. O longa ficou 3 semanas no primeiro lugar como filme mais assistido no mundo inteiro em língua não inglesa dentro da Netflix. A repercussão em torno de meu trabalho foi muito positiva, e fiquei feliz com isso, já que busquei construir um personagem complexo - denso, torpe e com um humor perverso. 

O ator Gustavo Falcão é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Record TV - Diagramação: Denis Felipe
Por: Flávia Viana

CE - O teatro tem um papel bem importante na sua carreira. O que você destaca nesses anos?
GF - O teatro é fundamental pra mim. Preciso voltar a ele sempre. É o começo de tudo, e é também recomeço, me nutre de uma forma muito particular. Não dá pra ficar muito tempo longe. Ano passado tive a felicidade de fazer dois espetáculos, e completamente distintos: ‘O Pequeno Circo de Mediocridades’, uma crítica ácida à mesquinhez humana, e o ‘De Perto Ninguém é Normal’, uma comédia divertidíssima inspirado no clássico cinematográfico Arsênico e Alfazema.

CE - Além disso, você também tem uma ligação muito forte com sua terra natal e vai produzir projetos lá. O que pode adiantar deles?
GF - Estou o tempo inteiro pensando em maneiras de realizar projetos no Recife e em Pernambuco. No momento estou desenvolvendo um projeto sobre episódios da vida extraordinária do pintor pernambucano Cícero Dias, em parceria com uma produtora pernambucana. Espero que possamos produzir o filme nos próximos anos.

CE - Como você vê esse ano de 2026 na sua carreira?
GF - Este tem sido um ano de muito movimento. Filmei a série ‘Ben Hur’, estou começando a novela ‘Lá na minha Terra’, lancei o audiolivro ‘Odisseia’ pela Cia das Letras, participei de uma mesa da FLIP como convidado pela primeira vez, dirigi diversas práticas de montagem, além da coordenação do projeto com o Lunático, meu espaço cultural, que segue em expansão.

CE - Você menciona a importância do longa &#39;Arido Movie&#39; na sua carreira e como ele te levou para diferentes públicos. Pode falar mais dessa experiência?
GF - O ‘Arido Movie’ foi minha primeira experiência em longa-metragem, que rodamos em 2003. Então foi algo especial em minha vida e um marco em minha carreira. Até ali só tinha feito em cinema alguns curtas e tinha experiência em TV, com a novela As Filhas da Mãe, da Globo, de 2001. O Arido foi marcante, era um roteiro sensacional, primorosamente bem dirigido por Lírio Ferreira, com um super elenco.  

CE - Com tantos novos trabalhos chegando no final de 2026, o que você espera de 2027?
GF - Espero que 2027 seja um ano de ainda mais trabalho e que a gente siga com o crescimento do setor cultural, tanto em termos das políticas públicas quanto da conexão do público brasileiro com a arte que fazemos no Brasil. É para e pelas pessoas que nos assistem que fazemos o que fazemos e a arte é uma forma de um povo construir sua identidade, se conhecer e entender melhor, como indivíduo e em sua coletividade.

 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 15:12:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ballet Livre Adulto celebra 10 anos com espetáculo La Esmeralda em São Paulo]]></title>
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				<description><![CDATA[Escola que transformou o ballet adulto em espaço de arte, acolhimento e realização celebra uma década de história com apresentação nos dias 26 e 27 de setembro, no Teatro Ítalo-Brasileiro.

Há dez anos, o BLA – Ballet Livre Adulto nasceu com uma proposta que ia muito além dos passos, das posições e da técnica do ballet clássico: mostrar que não existe idade para dançar, aprender, se desafiar e realizar sonhos.

Ao longo de uma década, o BLA que tem como sócias a bailarina, professora e coreógrafa Márcia Ylana, e as bailarinas Thais Natale e Larissa Santo André que construíram uma trajetória marcada pela paixão pela dança, pelo incentivo de bailarinos adultos e, principalmente, pela criação de um ambiente em que diferentes histórias se encontram em torno de um mesmo propósito: viver a experiência do ballet de maneira plena e transformadora.

Para celebrar seus 10 anos de existência, o BLA leva ao palco o clássico La Esmeralda e Divertissement, espetáculos que serão apresentados nos dias 26 e 27 de setembro, no Teatro Ítalo-Brasileiro, em São Paulo.

Inspirado na obra Notre-Dame de Paris, de Victor Hugo, La Esmeralda é um dos grandes títulos do repertório do ballet clássico. A história de amor, paixão, conflitos e preconceitos envolvendo a jovem Esmeralda ganha vida no palco por meio da dança, da música e da interpretação.

A montagem representa também um momento especial para os bailarinos do BLA.
Para um grupo formado por adultos, muitos dos quais retomaram a dança após anos de afastamento ou iniciaram a prática já na vida adulta, estar em cena em uma obra clássica de grande porte representa a realização de um sonho que, por muito tempo, pareceu distante

As sócias do BLA – Thais Natale – Márcia Ylana e Larissa Santo André – Foto: Sérgio Bemfica

“O BLA nasceu para mostrar que o ballet não precisa ter idade. Cada pessoa chega com uma história, um sonho e um motivo diferente para dançar. Ao longo desses dez anos, fomos construindo uma família através da dança e provando que sempre é tempo de começar, recomeçar e se permitir viver o palco”, destaca a direção do Ballet Livre Adulto.

Mais do que uma celebração, os dez anos do BLA representam uma trajetória de dedicação, amizade, superação e amor pela dança. O grupo se tornou um espaço de encontro para pessoas que encontraram no ballet uma nova forma de expressão e também uma maneira de se reconectar consigo mesmas.

A escolha de La Esmeralda para marcar essa data especial reforça a essência do projeto que nasceu há 10 anos, sendo o primeiro espetáculo da escola a subir no palco, que agora vem com nova roupagem, elenco, maturidade e as três sócias do BLA: Márcia Ylana, Larissa Santo André e Thaís Natale que estarão entre as oito Esmeraldas do espetáculo.
  
Uma nova oportunidade para unir a tradição do ballet clássico à realidade e à potência dos bailarinos adultos.

Em cena, técnica, emoção e histórias de vida que se encontram para celebrar uma década de BLA e reafirmar uma mensagem que acompanha o grupo desde sua criação: dançar é também realizar sonhos — em qualquer idade.

Ballet Livre Adulto celebra 10 anos com espetáculo La Esmeralda em São Paulo - Foto: Sergio Bemfica

SERVIÇO

BLA – Ballet Livre Adulto | 10 anos

Espetáculo: La Esmeralda (sábado) e Divertissement (domingo)

 26/09 – 19h e 27/09 – 17h30

 Teatro Ítalo-Brasileiro – São Paulo (SP)

BLA – Ballet Livre Adulto

Ingressos à venda: https://ingresso-master.com/70/la-esmeralda-divertissement-spazio-italia/



 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 14:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Além das flores: conheça 5 destinos na América do Sul para viver a primavera com os cinco sentidos]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/alem-das-flores-conheca-5-destinos-na-america-do-sul-para-viver-a/473011/</link>
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				<description><![CDATA[As paisagens do Hemisfério Sul ganham novas cores com a chegada da primavera, que, neste ano, se inicia no dia 22 de setembro. Mas uma viagem pode ser marcada por muito mais do que aquilo que se vê. O aroma das flores, um sabor descoberto à mesa, um som percebido apenas no silêncio ou uma sensação difícil de reproduzir fora daquele lugar também podem se transformar em lembranças especiais das férias.

O B+ e a Booking.com, empresa de reservas de hotéis, aluguel de temporada, voos e outros serviços de turismo, selecionou cinco destinos na América do Sul para explorar a estação por meio dos cinco sentidos.

Ver Buenos Aires ganhar novas cores

Belas paisagens naturais e atividades ao ar livre são uma motivação de viagem para 94%* dos viajantes brasileiros, e a primavera oferece uma oportunidade de enxergar Buenos Aires sob novas cores. No Rosedal de Palermo, dentro do Parque Tres de Febrero, cerca de 18 mil roseiras de diferentes variedades compõem um dos cenários mais coloridos da capital argentina. Inaugurado em 1914 e considerado um dos jardins de rosas mais importantes da América Latina, o espaço reúne caminhos arborizados, lagos, pontes e pérgolas cobertas por flores.

A primavera é uma das melhores épocas para visitar o roseiral, quando ele está em plena floração. Fora do parque, vale olhar para cima durante os passeios: no fim do inverno, os lapachos começam a florescer em pontos como a Avenida Figueroa Alcorta e, em novembro, os jacarandás tingem de azul-violeta vias e parques da cidade. Entre um passeio e outro, atrações como a Casa Rosada, o Caminito e o Teatro Colón ajudam a completar a visita à capital. Para se hospedar, o BE Jardin Escondido By Coppola, em Palermo, conta com jardins que reforçam as cores da primavera portenha.

Ouvir o silêncio do Atacama

Para os 94% dos turistas do Brasil que buscam desacelerar mentalmente durante as férias, uma visita ao Deserto do Atacama, no Chile, pode ser uma oportunidade de parar e prestar atenção aos sons mais sutis do ambiente — ou à própria ausência deles. A cerca de 13 quilômetros de San Pedro de Atacama, o Valle de la Luna reúne dunas e formações de pedra, areia e sal moldadas ao longo de milhões de anos na Cordillera de la Sal.

Com as variações de temperatura do deserto, as formações ricas em sal podem produzir pequenos estalos e rangidos que, em determinadas condições, são percebidos em meio ao silêncio. Além das trilhas do Valle de la Luna, quem visita o destino pode conhecer os Geysers del Tatio, onde colunas de vapor e água quente compõem outro cenário característico do Atacama. Ali, o Hotel La Casa de Don Tomás oferece ambientes tranquilos e piscina ao ar livre.

Sentir o aroma das flores de Medellín

Conhecida como a “Cidade da Eterna Primavera”, Medellín, na Colômbia, tem nas flores uma parte importante de sua identidade. O passeio pode começar pelo Jardín Botánico de Medellín, onde fica o Orquideorama, estrutura arquitetônica projetada para abrigar e exibir orquídeas e outras espécies. Para ampliar o contato com a natureza, o Parque Arví, nos arredores da cidade, conta com trilhas e áreas de bosque, ideais para observação de pássaros e piqueniques.

A cerca de 18 quilômetros de Medellín fica Santa Elena, área rural considerada o berço da cultura dos silleteros, tradição ligada ao cultivo de flores e à criação dos arranjos típicos conhecidos como silletas. Ali, diversas fazendas silleteras mantidas por famílias locais recebem visitantes ao longo do ano para apresentar seus cultivos e contar a história desse costume. Na cidade, o Sui Boutique Hotel combina design colombiano, arte e elementos naturais.

MedellínMedellín - Divulgação

Provar os sabores do Vale de Casablanca

A gastronomia também pode influenciar a escolha de um destino: 90% dos viajantes brasileiros afirmam que experimentar a cultura gastronômica local é uma motivação para viajar. No Vale de Casablanca, entre Santiago e a costa do Pacífico, essa descoberta por uma das principais áreas vinícolas de clima frio do Chile, conhecida especialmente pela produção de Sauvignon Blanc e Chardonnay.

Vinícolas da região promovem visitas aos vinhedos e às adegas, onde é possível conhecer os processos de produção antes das degustações. E o interesse vai além da taça: entre os viajantes brasileiros interessados em gastronomia, 42% pretendem visitar uma vinícola, cervejaria ou cafeteria local durante uma viagem.

Algumas propriedades de Casablanca também contam com restaurantes e menus harmonizados, que combinam os vinhos do vale com pratos da culinária chilena. Para a hospedagem, o Hotel Boutique Lagunillas Casablanca é uma dessas opções e tem um restaurante que serve menu degustação harmonizado com vinhos da região.

Jalapão - Divulgação

Sentir o corpo flutuar no Jalapão

No Jalapão, no Tocantins, os fervedouros proporcionam uma vivência que precisa ser sentida na pele. Em locais como o Fervedouro Bela Vista e o Fervedouro do Ceiça, a água subterrânea brota com pressão suficiente para dificultar que o corpo afunde, criando uma sensação de flutuação.

O contato com a água continua na Cachoeira do Formiga, com sua piscina natural de águas cristalinas em tons esverdeados, e nas praias de água doce do Rio Novo. Já nas Dunas do Jalapão, formadas por areias douradas, a experiência ganha outra textura e ainda oferece uma vista ampla do Cerrado. Viajantes podem se hospedar na Pousada Águas do Jalapão, que conta com piscina ao ar livre e jardim.

As paisagens do Hemisfério Sul ganham novas cores com a chegada da primavera, que, neste ano, se inicia no dia 22 de setembro. Mas uma viagem pode ser marcada por muito mais do que aquilo que se vê. O aroma das flores, um sabor descoberto à mesa, um som percebido apenas no silêncio ou uma sensação difícil de reproduzir fora daquele lugar também podem se transformar em lembranças especiais das férias.



 
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 14:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Receita de Banana Caramelizada com Cachaça e Canela]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/dia-2209-celebramos-o-dia-mundial-da-banana-que-tal-uma-banana/473007/</link>
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				<description><![CDATA[Essa semana celebramos a fruta mais consumida pelos brasileiros e uma das mais importantes para a segurança alimentar do planeta. O país é um dos maiores produtores mundiais de banana, que tem seu dia comemorado no dia 22, onde ela se destaca também na agricultura familiar, e as mais populares no Brasil são a nanica, prata, da terra e ouro. Para a semana, o B+ com o Divino Fogão oferecem e ensinam uma receita simples e deliciosa com essa fruta tão importante e consumida no mundo.

BANANA CARAMELIZADA COM CACHAÇA E CANELA

Ingredientes:


	10 bananas-prata maduras, porém, firmes 
	100 gramas de açúcar 
	50 gramas de manteiga 
	80 ml de cachaça 
	1 colher de chá de canela em pó 
	Suco de 1/2 limão 
	50 ml de água 


Modo de preparo:

Comece cortando as bananas ao meio, no sentido do comprimento. Em seguida, derreta a manteiga em uma frigideira grande, acrescente o açúcar e deixe cozinhar até formar um caramelo claro. Adicione a água cuidadosamente e misture.

Na sequência, coloque as bananas e cozinhe até dourarem dos dois lados. Acrescente o suco de limão e a canela. Depois, adicione a cachaça e deixe cozinhar até que o álcool evapore e se forme um molho caramelizado. Sirva as bananas ainda quentes, regadas com o próprio molho.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 12:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[A energia do Tarô da semana entre 21 e 27 de setembro. Embates e situações para tomar atitudes.]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/a-energia-do-taro-da-semana-entre-21-e-27-de-setembro-embates-e/473009/</link>
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				<description><![CDATA[O Cinco de Paus rege uma semana de movimento, tensão e confronto de forças. Sua energia é dinâmica, provocadora e inquieta. Nada parece completamente estável e, justamente por isso, torna-se difícil permanecer à margem do que acontece.

Diferenças vêm à tona, posições se chocam e somos chamados a encontrar maneiras mais conscientes de lidar com o conflito, transformando a tensão em impulso para avançar.

A simbologia da carta combina especialmente com o céu deste período. O Sol entra em Libra, signo associado ao equilíbrio, à diplomacia, às relações e à necessidade de considerar o outro.

Ao mesmo tempo, a Lua Cheia em Áries acende a individualidade, a iniciativa, a coragem e o desejo de agir sem esperar que todos concordem. É o encontro de duas forças complementares, mas nem sempre confortáveis: o eu e o nós.

O Cinco de Paus surge justamente nesse intervalo entre essas duas necessidades. De um lado, existe a vontade de defender o próprio território, dizer o que se pensa e lutar pelo que se deseja.

De outro, existe a consciência de que nenhuma relação, parceria ou projeto se sustenta quando apenas uma pessoa tem espaço para existir. O desafio da semana está menos em eliminar os conflitos do que em descobrir o que eles estão revelando.

Nos Arcanos Menores, o número cinco introduz uma quebra na estabilidade. O quatro representa uma estrutura já estabelecida, uma forma que encontrou algum tipo de organização. O cinco chega para movimentá-la.

É o ponto em que aquilo que parecia resolvido começa a ser experimentado pela realidade. Por isso, os cincos do Tarô costumam carregar algum grau de tensão, crise, mudança ou desconforto. Não necessariamente porque algo deu errado, mas porque permanecer exatamente como estava deixou de ser suficiente.

Na numerologia, o cinco está ligado ao movimento, à liberdade, à experiência e à descoberta. É um número que não gosta de ficar confinado. Entre o quatro, que organiza, e o seis, que procura uma nova harmonia, o cinco funciona como passagem.

Ele provoca a mudança necessária para que uma estrutura possa ser revista. Seu lado luminoso está na capacidade de experimentar, improvisar, adaptar-se e descobrir novas possibilidades. Seu lado desafiador aparece quando a necessidade de movimento se transforma em inquietação, impulsividade ou dispersão.

É interessante pensar nisso diante de uma Lua Cheia. Ela simboliza um momento de culminação e visibilidade: aquilo que vinha crescendo chega a um ponto de maior intensidade. Em Áries, essa intensidade ganha uma qualidade direta.

O que estava sendo contido pode querer sair. O que estava sendo adiado pode exigir atitude. O que incomodava silenciosamente pode finalmente encontrar palavras. Há uma espécie de urgência no ar, como se determinadas questões já não aceitassem permanecer apenas no território das intenções.

Por isso, o Cinco de Paus não precisa ser interpretado como uma carta de briga. Seria uma leitura estreita demais. Na imagem tradicional, vemos personagens envolvidos em uma disputa, mas não existe ali necessariamente um vencedor ou um derrotado.

Cada um segura seu bastão e participa de uma movimentação coletiva. É quase como se todos estivessem testando forças, experimentando posições, descobrindo até onde podem avançar.

Essa é uma das grandes mensagens da carta: nem todo confronto é uma guerra.

Há conflitos que nascem da competição, mas também há conflitos que produzem criatividade. Uma ideia é contestada e, justamente por isso, fica melhor. Uma pessoa apresenta uma opinião diferente e obriga outra a rever sua certeza.

Uma negociação se complica e, no processo, revela uma solução que ninguém havia considerado. Uma relação chega a um ponto de tensão e finalmente permite que duas pessoas digam aquilo que vinham evitando.

O problema começa quando a disputa deixa de ser instrumento de transformação e passa a ser uma finalidade. O Cinco de Paus pode alimentar a necessidade de provar que se está certo, vencer uma discussão ou conquistar espaço apenas para demonstrar força.

Sob sua influência, é fácil confundir posicionamento com confronto. Também é possível interpretar qualquer resistência como uma ameaça, quando, às vezes, ela está apenas mostrando que existe mais de uma maneira de olhar para determinada questão.

A entrada do Sol em Libra oferece justamente o contraponto. Libra lembra que ter razão não é a única questão em jogo. Existe também a qualidade da relação, a consequência das palavras e a capacidade de construir algo que contemple mais de uma perspectiva.

Mas Libra, quando levado ao excesso, pode cair na tentativa de evitar qualquer desconforto, adiar decisões ou silenciar desejos para preservar uma aparência de harmonia. E é aí que Áries aparece para lembrar: equilíbrio não significa silêncio.

Áries ensina Libra a se posicionar; Libra ensina Áries a considerar o outro.

O Cinco de Paus coloca as duas perguntas na mesma mesa: “O que eu realmente quero?” e “Como podemos fazer isso juntos?”. Talvez essa seja uma das questões mais importantes da semana. Nem sempre será possível agradar todo mundo.

Nem toda negociação produzirá unanimidade. Algumas escolhas inevitavelmente provocarão resistência. O equilíbrio libriano não precisa significar a eliminação das diferenças; pode significar encontrar uma maneira justa de conviver com elas.

No amor, o Cinco de Paus coloca diferenças em evidência e pode trazer à tona tensões acumuladas. Em relações estáveis, o conflito pode indicar a necessidade de rever acordos e encontrar novas formas de convivência.

O cuidado é não transformar a relação em disputa: quem cede mais, quem tem razão? Olhar além do confronto ajuda a compreender o que cada pessoa está tentando defender.

Para quem está solteiro, a carta pode indicar desafios na conquista e a atração pelo que parece difícil de alcançar. Mas é importante distinguir conexão de conquista: o que existe além da adrenalina da disputa?

No trabalho, a energia da carta pode ser fértil. Opiniões diferentes, disputas de espaço e a necessidade de defender uma ideia podem provocar soluções melhores. Uma boa ideia não precisa sair intacta de uma discussão para continuar sendo boa. Às vezes, precisa justamente ser questionada para ganhar consistência.

Também pode haver competição por reconhecimento, visibilidade ou protagonismo. O desafio é não transformar toda oportunidade em disputa pessoal. Existe uma diferença entre competir para crescer e competir para diminuir o outro.

O primeiro movimento amplia habilidades; o segundo consome energia tentando impedir que alguém avance. O Cinco de Paus favorece a troca, a criação e a capacidade de defender uma posição sem se tornar prisioneira dela.

Na carreira, o Cinco de Paus convida a sair do terreno conhecido e aceitar desafios que coloquem suas capacidades à prova. Pode haver concorrência, inclusive em um processo seletivo, mas a disputa também pode estimular criatividade, aprimorar habilidades e abrir novas oportunidades. O importante é não encarar o desafio apenas como um confronto, mas como uma chance de descobrir do que você é capaz.

Vale observar também a relação entre dinheiro e competição. Alguma compra está sendo feita para acompanhar o padrão de outras pessoas? Algum gasto nasce da necessidade de provar alguma coisa?

Na vida cotidiana, essa energia pode aparecer de maneiras muito menos dramáticas do que a imagem da carta sugere. Uma discussão no trânsito, uma conversa que esquenta, pessoas interrompendo umas às outras, um grupo tentando decidir algo sem que ninguém queira abrir mão da própria opinião.

Mas pode aparecer também de maneira muito mais construtiva: numa conversa animada, numa troca de ideias, numa aula em que todos participam, numa atividade esportiva ou numa equipe criativa em que diferentes referências produzem uma solução inesperada. Existe vida no atrito.

O Cinco de Paus nos lembra que harmonia não é ausência de diferenças. Uma orquestra não produz música porque todos os instrumentos são iguais. Uma conversa interessante não nasce quando todos concordam. Uma relação madura não depende da inexistência de conflitos, mas da capacidade de atravessá-los sem transformar diferença em ameaça.

O desafio, portanto, não está apenas no que nos confronta, mas na maneira como respondemos ao confronto. É nesse ponto que o conflito pode revelar aquilo que ainda nos limita.

A competição constante pode esconder uma necessidade de validação. A necessidade de vencer pode revelar o medo de não ser suficiente. A dificuldade de ceder pode estar ligada ao receio de perder espaço. Perceber essas estruturas internas é também uma forma de recuperar a liberdade.

Por isso, o Cinco de Paus pode ser visto como uma carta de treinamento. Os conflitos colocam você diante de habilidades que precisam ser desenvolvidas: cada divergência exige comunicação, cada disputa ensina sobre limites e cada provocação revela algo sobre o próprio temperamento.

A questão deixa de ser “como faço para ninguém me contrariar?” e passa a ser: “o que esta situação está me ensinando sobre a maneira como reajo quando sou contrariado?”

Essa mudança de perspectiva transforma a experiência.

Porque talvez não seja possível controlar o barulho ao redor. Pessoas terão opiniões. Desejos vão se chocar. Planos poderão mudar. Alguém pode discordar. Uma conversa pode sair diferente do esperado. O que está sob nosso controle é a qualidade da resposta.

A Lua Cheia em Áries pode aumentar a vontade de agir imediatamente. O Sol em Libra lembra a importância de considerar as consequências. Entre os dois, o Cinco de Paus propõe uma terceira via: não fugir do confronto, mas escolher quais batalhas realmente merecem energia.

Há uma diferença enorme entre reagir e responder. Reagir é entregar o volante ao impulso do momento. Responder é reconhecer o impulso sem necessariamente obedecê-lo. Se algo provocar irritação, observe antes de atacar.

Se uma opinião contrariar, escute antes de descartá-la. Se surgir uma disputa, pergunte o que está realmente sendo disputado. Se alguém desafiar seu espaço, perceba se é necessário lutar ou apenas reafirmar seus limites. E, principalmente, não transforme toda diferença em ameaça.

O fogo de Áries pode dar coragem para dizer o que precisa ser dito. Libra pode oferecer a medida necessária para escolher como dizer. E o Cinco de Paus lembra que, depois do choque inicial, ainda existe a possibilidade de construir alguma coisa nova.

Talvez essa seja a verdadeira sabedoria da carta para os próximos dias: não é preciso vencer todas as disputas. É possível competir pelo prazer da experiência, aprender com a resistência, defender aquilo que importa e, ao mesmo tempo, permanecer aberto àquilo que ainda não conhece.

A liberdade do cinco não está em ter todas as respostas. Está em poder experimentar. Em descobrir que uma estrutura pode ser modificada sem que tudo precise ser destruído. Em perceber que uma escolha pode nascer justamente quando uma certeza é colocada em dúvida. Nem todo conflito veio para separar. Alguns vieram para movimentar.

O Cinco de Paus não promete uma semana tranquila. Ele oferece algo diferente: a oportunidade de descobrir, no meio do movimento, quais forças realmente merecem a nossa energia e que pessoa podemos nos tornar quando finalmente aprendemos a usar essa energia a nosso favor.

Lembre-se: você não precisa vencer em tudo para ter valor. Cada um de nós possui uma combinação única de talentos. Talvez você não seja o melhor em cada habilidade que possui, mas ninguém no planeta reúne exatamente a mesma combinação de talentos, competências e capacidades que você.

Portanto, procure ser uma versão de primeira qualidade de si mesmo, em vez de uma versão de segunda qualidade de outra pessoa. Afinal, como diz uma frase atribuída a Theodore Roosevelt: “A comparação é a ladra da alegria.”

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 12:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["É inegável que a crise desgastou a nossa campanha"]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/opiniao/e-inegavel-que-a-crise-desgastou-a-nossa-campanha/472995/</link>
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				<description><![CDATA[Pesquisas previam vida fácil de Lula. Mas a realidade...

A duas semanas do primeiro turno em 2022, o Datafolha previa Lula 12 pontos à frente de Jair Bolsonaro no primeiro turno e o Ipec (que era Ibope) chutava vitória de 15 pontos do petista.

Nas urnas, o placar válido foi 48,4% a 43,2%. No segundo turno, o Datafolha previa vitória de Lula com 16 pontos de vantagem, enquanto o ex-Ibope calculava vitória do petista por 19 pontos. Na realidade, a vantagem foi de 1,8% no 2º turno.

Repeteco?

A 15 dias da eleição de 2026, o Datafolha prevê Lula com 39% a 35% de Flávio Bolsonaro no primeiro turno e 46% a 44%, no segundo.

Muro estreito

O Quaest viu vitória de 8% de Lula em 2022 nos dois turnos. Agora prevê Lula à frente por 5% no primeiro, mas derrotado no segundo turno.

Instituto fechou

A duas semanas da eleição 2018, o Ibope errava em 18% o resultado de Bolsonaro no 1º turno. E ainda previu empate com Haddad no 2º turno.

Chegou perto

O instituto Paraná Pesquisa foi quem mais acertou em 2022. A 14 dias da eleição previa vitória de Lula por quatro pontos no primeiro turno.

Especialista vê presidência de Moraes como surreal

Próximo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), segundo a tradição, Alexandre de Moraes pode ter o comando da Corte sob impedimento perante a opinião pública, é o que avalia à coluna o professor, mestre e doutor em Direito Constitucional da USP Rubens Beçak, caso o Supremo abra investigação contra o magistrado.

Beçak diz ainda que os ministros deveriam examinar administrativamente se Moraes poderia continuar com os processos relacionados ao Master.

Peça o boné

Para Max Kolbe, advogado especialista em Direito Constitucional, Moraes deveria até se abster de disputar a presidência, caso investigado.

Situação surreal

Kolbe considera “estarrecedor” um investigado comandar a instituição responsável por supervisionar a apuração da própria conduta: “surreal”.

Não dá

No campo político, as críticas ao ministro são ainda mais incisivas, “é um escárnio com a cara do povo”, disse à coluna Rodrigo Valadares (PL-SE).

Tradição não é regra

Por tradição, o presidente o Supremo Tribunal Federal é o ministro mais antigo que ainda não tenha ocupado o posto. A eleição para sucessão de Edson Fachin deve ocorrer em agosto de 2027. Kassio Nunes Marques é o próximo da fila após Alexandre de Moraes.

Caravana

A chapa Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar, do PL, tem investido no Nordeste nestes dias. A meta é percorrer os nove estados da região, tida como prioridade para a campanha.

Arruda no TSE

Derrotado no TRE-DF, José Roberto Arruda (PSD) tenta no TSE validar a indeferida candidatura ao governo do Distrito Federal. Quem vai relatar o recurso na mais alta corte eleitoral é o ministro Dias Toffoli.

Sangria na pauta

O julgamento do dissídio coletivo dos funcionários dos Correios, sem dó da combalida estatal, será nesta segunda-feira (21). Os grevistas querem coisas tipo adicional de 70% sobre férias e 200% sobre repouso ou feriado trabalhado, além de manter regalias tipo vale extra de Natal.

Picadeiro ocupado

Na polêmica sessão do STF que deveria definir se Alexandre de Moraes será investigado pela relação com Daniel Vorcaro, Gilmar Mendes falou durante mais tempo que Cármen Lúcia e André Mendonça... somados.

Foi pouco

Segundo a oposição no Congresso, o aumento do auxílio anunciado por Lula (PT) poderia ser maior do que 15%. “Desde que o imenso rombo da corrupção e do empreguismo público fosse eliminado”, diz um auxiliar.

Nome dado

Rogério Marinho (PL-RN) revelou ao Jornal Gente, da Bandeirantes, que o então líder do governo Lula, Jaques Wagner (PT-BA), recebeu ligação do decano do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, reclamando e “cobrando” após o Senado aprovar projeto que o STF não gostou.

Detalhe

O projeto que os ministros e Gilmar Mendes não gostaram, disse Rogério Marinho, determinava prazo curto para o plenário do STF analisar decisões monocráticas, aquelas expedidas por um só ministro.

Pensando bem…

... no Brasil, nada mais real do que o surreal.

PODER SEM PUDOR

O delegado professor

O jovem Tancredo Neves foi ser promotor em São João Del Rey. Foi chegando e arranjando uma namorada. Mal sabia que o delegado havia proibido namoro nas praças, por isso ele se misturou aos muitos casais que ocupavam um dos jardins públicos da cidade.

A polícia chegou de repente e expulsou todo mundo. Tancredo já ia protestar quando o delegado o percebeu. Rápido, o policial mostrou que tinha muito a ensinar a ele: “Doutor, botei esse pessoal para fora para deixar o senhor à vontade...”. Ah, bom.

 

Assine o Correio do Estado
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				<category>Colunistas</category>
				<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 07:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Espetáculo Cinderella, estrelado por Oksana Bondareva e Leonardo Di Checchi, chega a São Paulo ]]></title>
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				<description><![CDATA[Em outubro, a magia de Cinderella chegará a São Paulo, com uma montagem inédita da The Moscow Ballet. A grandiosa produção será estrelada por dois nomes consagrados da cena internacional: Oksana Bondareva, solista do lendário Teatro Mariinsky e reconhecida por sua expressividade e presença magnética no palco, e o italiano Leonardo de Checchi, aplaudido por sua técnica refinada e pelas conquistas em competições de prestígio mundial.

Ambos foram laureados com o Capri Danza International 2025, um dos prêmios mais respeitados da dança europeia, e chegam ao País para encantar o público ao lado de um elenco de 18 grandes bailarinos russos e italianos. As apresentações serão nos dias 06 e 07, às 20h, no Teatro Bradesco.

Com figurinos luxuosos, cenários encantadores e coreografias de alto nível técnico e artístico, Cinderella apresenta ao público um universo mágico. Além da delicadeza e do virtuosismo da dança, a plateia se surpreenderá com a atuação cênica dos bailarinos.

“Criamos esta montagem levando em consideração as habilidades e características dos nossos artistas. Conseguimos revelar a individualidade de cada bailarino, mostrando, em alguns momentos, a técnica de balé e, em outros, o talento para a atuação.

O espetáculo é muito teatral, com muitos momentos divertidos e emocionantes. Também existe uma história de amor — a verdadeira história de Cinderella e do príncipe”, conta Oksana Bondareva, que também assina a direção artística do espetáculo, junto a Andrey Lyapin.

Entre os pontos altos do espetáculo, Oksana Bondareva destaca a cena do baile, que reúne todo o elenco em um dos momentos mais grandiosos da montagem.

A sequência combina dinamismo, humor e emoção e, segundo a bailarina, ganha ainda mais força na transição para a “meia-noite”, quando a passagem do tempo é traduzida de maneira especialmente criativa pelos artistas. O momento em que Cinderella precisa deixar o baile reserva, assim, uma das surpresas cênicas da produção.

Para Oksana, é uma grande oportunidade e sorte poder apresentar Cinderella ao público brasileiro neste mês tão especial. “Queremos que as crianças acreditem nos contos de fadas, no amor e que saibam distinguir o bem do mal. E que vivam sempre com fé em seus corações.

E que, cada pessoa, depois de assistir ao espetáculo, saia do teatro com o coração maior, cheio de amor, alegria e calor humano”, define a bailarina.

Inspirada no clássico conto de Charles Perrault, a produção mantém como trilha sonora a genial música de Sergei Prokofiev, composta especialmente para o balé Cinderella, apresentado pela primeira vez em 1945, no Teatro Bolshoi, com a grande Galina Ulanova no papel da princesa.

A história de Cinderella vem, ao longo dos séculos, despertando fascínio em pessoas de todas as idades. “Todos nós queremos acreditar em contos de fadas, até mesmo os adultos. Todos esperamos da vida uma recompensa por nosso trabalho árduo ou por nossos sofrimentos.

E Cinderella nos permite sonhar com um milagre, em qualquer uma de suas formas. Ela nos dá esperança de que, depois de todo o esforço e trabalho, seremos recompensados com felicidade e amor”, conclui Oksana.

Com produção de alto nível e uma proposta artística sofisticada, Cinderella transporta o público para um mundo encantado inspirado no clássico conto de fadas que atravessa gerações, sendo uma experiência inesquecível para toda a família.

O espetáculo será apresentado, de primeiro de outubro a primeiro de novembro, em: Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, São Paulo, São José dos Campos, Piracicaba, Campinas, Belo Horizonte, Cascavel, Maringá, Chapecó, Jaraguá do Sul, Criciúma, Novo Hamburgo, Passo Fundo, Caxias do Sul, Porto Alegre, Juiz de Fora, Rio de Janeiro.

Serviço:

Cinderella – The Moscow Ballet
Data: 06 e 07/10/2026
Horário: 20h
Local: Teatro Bradesco - Bourbon Shopping Săo Paulo - R. Palestra Itália, 500 - 3° Piso - Perdizes, São Paulo - SP
Classificação Etária: Livre (menores de 16 anos acompanhados dos pais ou responsáveis)
Ingressos: a partir de R$90
Vendas na Uhuu: https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/the-moscow-ballet-cinderella-16670 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 17:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Toda mulher sentir cólica é normal? Até onde essa afirmação é verdadeira?]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/toda-mulher-sentir-colica-e-normal-ate-onde-essa-afirmacao-e/472990/</link>
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				<description><![CDATA[A cólica menstrual faz parte da vida de muitas mulheres. Desde a adolescência é comum ouvir que sentir dor durante a menstruação é normal e que basta aprender a conviver com ela. A intensidade do sintoma e o impacto que ele provoca na rotina podem indicar quando é necessário investigar a causa.

Para o cirurgião ginecológico e pesquisador Dr. Igor Chiminacio a dor menstrual não deve ser analisada apenas pela presença ou ausência de cólica, mas também pela sua intensidade, frequência e pelos efeitos que provoca no cotidiano.

“Nem toda mulher que sente cólica tem endometriose, mas uma dor intensa e recorrente não deve ser simplesmente normalizada. Sentir dor não é normal”, afirma.

Um dos obstáculos para o diagnóstico da endometriose é justamente a naturalização desses sintomas. Chiminacio relata atender pacientes que convivem durante anos com dores antes de descobrir a causa. Em alguns casos, segundo ele, o intervalo entre o surgimento dos sintomas e o diagnóstico chega a oito ou dez anos.

A localização da dor também pode dificultar o reconhecimento da doença. Além da região pélvica, pacientes com endometriose podem apresentar sintomas em áreas como lombar, virilha e pernas. A relação dessas manifestações com o período menstrual pode ser uma informação importante durante a investigação.

“Antes de olhar uma imagem, eu quero entender o que a paciente sente, quando sente e onde dói. Os sintomas podem dar pistas importantes sobre a localização da doença”, explica o médico.

A investigação da endometriose não depende exclusivamente dos exames de imagem. Embora ultrassonografia e ressonância magnética possam ajudar a identificar e localizar a doença, a avaliação clínica também é considerada importante.

A história da paciente, a descrição dos sintomas e o exame físico podem contribuir para levantar hipóteses sobre a localização dos focos e direcionar a investigação. Por isso, um exame sem alterações não deve ser interpretado isoladamente. A avaliação médica precisa considerar o conjunto de informações apresentado pela paciente.

Uma forma diferente de explicar a anatomia da dor

Para explicar por que a endometriose pode provocar dores em diferentes regiões, Dr. Igor Chiminacio desenvolveu o que chama de “Teoria do Polvo”.

A comparação parte da anatomia da pelve feminina. Nela o útero é representado como a cabeça de um polvo, enquanto os tecidos que dão sustentação ao órgão, conhecidos como paramétrios, são comparados aos tentáculos.

A proposta é facilitar a compreensão de como a localização da endometriose pode estar relacionada aos diferentes sintomas apresentados pelas pacientes. Segundo o médico, o comprometimento dessas estruturas pode envolver regiões próximas aos nervos e ajudar a explicar por que a dor nem sempre fica restrita à região pélvica.

O conceito foi apresentado por Dr. Igor Chiminacio no Congresso Global da AAGL, realizado em 2025, em Vancouver, em trabalho publicado no Journal of Minimally Invasive Gynecology.

Quando a cólica merece investigação?

Não existe uma única característica capaz de determinar se uma cólica está dentro do esperado ou se está relacionada à endometriose. A intensidade da dor, sua recorrência e o impacto na rotina são alguns dos aspectos que devem ser considerados.

Quando a mulher deixa de trabalhar, estudar, praticar atividades físicas ou realizar atividades do dia a dia por causa da dor menstrual, o sintoma merece atenção.

A recomendação é procurar avaliação médica diante de dores intensas ou persistentes, especialmente quando elas se repetem ao longo dos ciclos menstruais ou aparecem acompanhadas de outros sintomas.

A principal mensagem, segundo Dr. Igor Chiminacio, é que sentir dor não deve ser automaticamente considerado parte obrigatória da experiência de menstruar. A investigação adequada pode ajudar a diferenciar uma cólica menstrual comum de sintomas que merecem uma avaliação mais aprofundada, incluindo a possibilidade de endometriose.

Mais do que descobrir se toda mulher sente cólica, a questão é entender quando a dor deixa de ser apenas um desconforto menstrual e passa a exigir investigação.

Em tempo: Dr. Igor Chiminacio lança o livro A Endometriose, Deus e as Redes Sociais, obra que reúne experiências de sua trajetória profissional e pessoal, reflexões sobre diagnóstico e tratamento da endometriose, além de discutir o impacto das redes sociais na forma como mulheres acessam informações sobre a doença. Toda a renda obtida com a venda do livro será integralmente destinada ao WHR – Women’s Health Research, para fomentar pesquisas científicas em saúde feminina.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 16:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Hábitos da vida moderna afetam a troca de pelos dos pets na primavera?]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/habitos-da-vida-moderna-afetam-a-troca-de-pelos-dos-pets-na-primavera/472983/</link>
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				<description><![CDATA[Mais pelos espalhados pela casa costumam anunciar a chegada de uma nova estação para quem tem animais em casa. Isso porque, com a aproximação da primavera, o aumento da luz solar e da temperatura influenciam o ciclo dos folículos, resultando na renovação da pelagem. 

No entanto, as temperaturas cada vez mais irregulares, com oscilações menos previsíveis, além das mudanças da rotina moderna – em que os pets passam boa parte do dia sob luz artificial e ar-condicionado – fazem com que a troca de pelos não acompanhe, necessariamente, a transição das estações.

“Podemos observar ciclos de troca menos definidos e uma renovação da pelagem mais distribuída ao longo do ano, mesmo em animais de raças com troca de pelos naturalmente mais sazonais. Porém, não podemos afirmar que as mudanças climáticas, isoladamente, sejam responsáveis por determinada alteração de pelagem”, explica a médica-veterinária Nathália Starek, CEO da Vidaá Care.

Mesmo assim, a chegada da primavera não deixa de influenciar a pelagem. A forma como essa mudança aparece em cada animal depende de uma combinação de fatores, como raça, genética, tipo de pelo e ciclo folicular.

“Raças com pelagem dupla e subpelo abundante, por exemplo, tendem a apresentar uma troca sazonal mais evidente. Em outros tipos de pelagem, a renovação dos fios pode ocorrer de maneira menos concentrada”, completa Starek.

Nessas raças, como o spitz alemão, o subpelo e o pelo primário fazem parte do sistema natural de proteção da pele e são responsáveis pelo isolamento térmico. Por isso, a simples retirada dessa pelagem não deve ser encarada como solução para as altas temperaturas.

Mantê-la desembaraçada e retirar os fios mortos por meio de escovação são medidas que podem integrar a rotina durante o período de renovação intensa.

“A pelagem não é apenas estética. Ela funciona como uma barreira de proteção entre a pele do cão e o ambiente, participa da proteção física e térmica, e está em constante renovação. Primavera e verão modificam os estímulos ambientais, e os cuidados precisam acompanhar a fisiologia do animal. Também são essenciais a oferta de água, sombra, hidratação e proteção contra exposição excessiva ao calor”, avalia a CEO.

A retirada dos fios que já se desprenderam também merece atenção. A rotina de escovação feita em casa, com frequência e escova adequadas para cada raça, auxilia na retirada natural dos fios mortos. “Não é necessária a remoção mais intensa do subpelo para evitar o ‘abafamento’’ da pele ou simplesmente para diminuir a quantidade de pelos que o animal solta, pois a tração da remoção forçada pode retirar também fios saudáveis”, explica Nathália.

Brilho e tonalidade com o sol
Quando a troca sazonal acontece, a diferença percebida pelo tutor não se resume à quantidade de fios espalhados pela casa. A transição para os meses mais quentes provoca uma renovação fisiológica do ciclo folicular que pode alterar densidade, volume, textura e aparência do brilho da pelagem. 

Além disso, a radiação ultravioleta pode promover alterações oxidativas nas proteínas e nos pigmentos da haste, contribuindo para ressecamento, perda de brilho e até mudanças de tonalidade.

A atenção deve ser redobrada para animais de pelo branco ou claro. A menor presença de melanina no fio reduz a proteção pigmentar, tornando essas pelagens mais vulneráveis à combinação de sol, calor e ressecamento. “Não significa que os cães não possam tomar sol. A recomendação é evitar exposição excessiva, principalmente nos períodos de maior incidência de radiação”, aponta Starek.

Pólen de ‘carona’
Se dentro de casa as condições ambientais podem suavizar os sinais da mudança de estação, do lado de fora a primavera traz um elemento importante para a saúde da pele: o aumento da presença de pólen e outras partículas ambientais. A pelagem funciona como uma barreira para que essas partículas não entrem em contato com a pele, mas elas ainda podem ficar aderidas aos fios.

“Em cães predispostos a alergias ambientais, isso pode representar maior exposição aos alérgenos. É importante reforçar que isso não quer dizer que ele precise, necessariamente, ser tosado ou tomar mais banhos, pois a pele possui uma barreira natural e uma microbiota próprias, que também podem ser prejudicadas por procedimentos excessivos ou pelo uso inadequado de produtos”, afirma a especialista.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 14:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Slow Horses está voltando e é a série imperdível do mês]]></title>
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				<description><![CDATA[Durante muito tempo, Slow Horses foi uma das melhores séries que pouca gente parecia assistir. Quem descobria se apaixonava, indicava para os amigos e passava a esperar ansiosamente pela temporada seguinte, mas ela ainda permanecia em uma espécie de excelente nicho.

Isso mudou. A produção britânica foi crescendo a cada ano, conquistou espaço no Emmy e chega à sexta temporada como uma das séries mais respeitadas da televisão.

Os novos episódios estreiam em 16 de setembro na Apple TV, com lançamento semanal até 21 de outubro. Serão apenas seis, como já virou tradição, mas Slow Horses nunca precisou de muito tempo para contar suas histórias. O roteiro é econômico, os diálogos são brilhantes e cada temporada funciona quase como um filme de espionagem dividido em capítulos.

Baseada nos livros de Mick Herron, a série acompanha um grupo de agentes do serviço secreto britânico enviados para a Slough House, o departamento para onde o MI5 manda aqueles que cometeram erros graves e não podem ser oficialmente demitidos.

São espiões humilhados, esquecidos e tratados como inúteis, liderados pelo malvestido, grosseiro, aparentemente bêbado e invariavelmente brilhante Jackson Lamb, interpretado por Gary Oldman.

É praticamente uma série anti-James Bond. Não há glamour, carros luxuosos ou agentes impecáveis pedindo martíni. Há escritórios imundos, documentos burocráticos, operações que dão errado e profissionais que carregam traumas, ressentimentos e fracassos.

Mesmo assim, ou justamente por isso, quando o perigo aparece são aqueles rejeitados que quase sempre precisam salvar o dia.

A sexta temporada adapta Joe Country e Slough House, sexto e sétimo livros da série literária. Desta vez, Diana Taverner, vivida por Kristin Scott Thomas, envolve os cavalos lentos em um jogo de retaliação e vingança que coloca toda a equipe em fuga.

A grande surpresa é o retorno de Sid Baker, personagem de Olivia Cooke, cuja história ficou em aberto desde o início da série. No universo de Mick Herron, aliás, ninguém está realmente protegido. Personagens importantes morrem, desaparecem ou retornam quando menos esperamos, e essa permanente sensação de risco é parte de sua força.

O crescimento de Slow Horses também pode ser medido pelo Emmy. Depois de passar quase despercebida em suas primeiras temporadas, recebeu nove indicações em 2024, venceu pelo roteiro de Will Smith e entrou pela primeira vez na disputa de Melhor Série Dramática.

Em 2025, voltou à categoria principal e ganhou o prêmio de direção com Adam Randall. Neste ano, chegou novamente a nove indicações, completando três nomeações consecutivas como Melhor Drama, além de reconhecer Gary Oldman, Jack Lowden e Jonathan Pryce.

É significativo porque o Emmy finalmente alcançou uma série que o público vinha descobrindo sozinho. Oldman é extraordinário como Lamb, mas Jack Lowden cresceu diante dos nossos olhos como River Cartwright e hoje consegue trabalhar ombro a ombro com ele, o que não é pouca coisa. Em torno dos dois, há um dos melhores elencos da televisão, sem personagens decorativos ou atuações no automático.

Com humor britânico, suspense, política, traições e uma completa falta de reverência pelo mundo dos espiões, Slow Horses consegue melhorar sem abandonar a própria identidade.

É inteligente sem ser pedante, engraçada sem virar comédia e tensa sem depender apenas de explosões. Se você ainda não entrou na Slough House, setembro é o momento perfeito. Para quem já faz parte dessa crescente nação de fãs, a melhor série de espionagem da televisão está finalmente voltando.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 13:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Frutas e hortaliças fornecem compostos importantes para o corpo, mas não substituem cuidados]]></title>
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				<description><![CDATA[A chegada da primavera muda não apenas a paisagem, mas também a oferta de frutas, verduras e legumes. Com dias mais quentes e maior exposição à radiação solar, a alimentação pode ser uma aliada na manutenção da saúde da pele, desde que seja entendida como parte de um conjunto de cuidados. Entre os alimentos que podem compor esse cardápio estão jabuticaba, abobrinha, mamão, morango e cenoura, fontes de vitaminas, fibras, carotenoides e outros compostos bioativos.

A jabuticaba ganha destaque neste período por estar no pico da safra. A fruta de casca escura é rica em antocianinas, pigmentos responsáveis por sua coloração e associados à ação antioxidante. Segundo a professora Roseane Leandra da Rosa, coordenadora do curso de Nutrição da Uniasselvi, esses compostos ajudam a proteger as células contra o estresse oxidativo.


“Esses compostos ajudam a proteger as células contra o estresse oxidativo, processo que está relacionado ao envelhecimento celular e que também pode ser agravado por fatores como exposição à radiação ultravioleta, poluição e hábitos alimentares inadequados”, afirma.


A casca concentra uma quantidade significativa desses compostos e, por isso, pode ser aproveitada na alimentação. Estudos indicam que a atividade antioxidante da casca é superior à da polpa. A recomendação, nesse caso, é consumir a fruta integralmente quando possível, depois de realizar uma higienização adequada.


“Quando a descartamos, perdemos boa parte dos nutrientes”, explica a nutricionista.


A fruta pode aparecer em preparações diferentes das tradicionais. Além de ser consumida in natura, a jabuticaba pode ser utilizada em vitaminas, geleias com pouco açúcar, sobremesas e até molhos para acompanhar saladas.

PRATO COLORIDO

Embora a jabuticaba seja uma das estrelas da estação, a alimentação não precisa se concentrar em um único alimento. A variedade é um dos principais pontos para garantir uma oferta mais ampla de nutrientes.

A abobrinha, por exemplo, apresenta alto teor de água e também fornece fibras, vitaminas e carotenoides. Em dias quentes, pode integrar preparações mais leves, como saladas, acompanhamentos e pratos grelhados.


“A abobrinha é um ótimo exemplo de que alimentos cotidianos também podem contribuir para uma alimentação protetora”, ressalta Roseane.


A forma de preparo também pode fazer diferença. Grelhar, saltear ou cozinhar no vapor são alternativas que reduzem o tempo de exposição ao calor e à água. A casca, quando bem higienizada, também pode ser consumida.


“De maneira geral, quanto menor o tempo de cocção e menor a exposição à água, melhor tende a ser a preservação de alguns nutrientes e compostos sensíveis”, destaca a professora.


Mamão, morango e cenoura completam a lista de alimentos que podem aparecer no cardápio da primavera. Eles oferecem diferentes vitaminas e compostos bioativos, incluindo vitamina C e carotenoides.


“O segredo está na variedade. Quanto mais cores no prato, maior a diversidade de vitaminas e minerais”, orienta Roseane.


CUIDADO ESSENCIAL

A relação entre alimentação e saúde da pele, no entanto, não deve ser interpretada como uma espécie de proteção solar interna. Os antioxidantes presentes nos alimentos participam de processos importantes do organismo, mas não formam uma barreira capaz de substituir o uso de protetor solar.

A alimentação também não deve ser tratada como solução isolada para prevenir os efeitos da exposição ao sol. A proteção adequada envolve medidas como uso de filtro solar, atenção aos horários de maior radiação, roupas e acessórios de proteção e acompanhamento dermatológico quando necessário.

A chamada nutrição funcional pode contribuir para uma alimentação que priorize variedade e qualidade nutricional, mas seus efeitos precisam ser compreendidos dentro do contexto geral da dieta. Não há um alimento único capaz de compensar uma alimentação desequilibrada ou substituir outros cuidados de saúde.
Para Roseane, o cuidado com a saúde e a aparência passa por diferentes aspectos da rotina.


“A beleza e a saúde também são construídas de dentro para fora, mas isso não significa que a alimentação substitua cuidados dermatológicos. Sono, hidratação, atividade física e proteção solar fazem parte de uma abordagem mais completa”, afirma.


Salada refrescante com molho de jabuticaba

Ingredientes 

Para a salada:


	1 abobrinha média;
	1 cenoura média;
	1 xícara (chá) de mamão mais firme em cubos;
	1 xícara (chá) de morangos fatiados.


Para o molho:


	1 xícara (chá) de jabuticabas frescas;
	3 colheres (sopa) de azeite de oliva;
	1 colher (sopa) de suco de limão;
	sal a gosto;
	pimenta-do-reino a gosto.


Modo de Preparo

Comece pelo molho. Coloque as jabuticabas em uma panela pequena e pressione levemente as frutas para que liberem o suco. Acrescente duas colheres (sopa) de água e cozinhe em fogo baixo por cerca de cinco minutos, até que as frutas murchem.

Coe a mistura e reserve apenas o líquido. Espere esfriar e misture com o azeite, o suco de limão, o sal e a pimenta-do-reino.

Para montar a salada, corte a abobrinha em fitas finas com o auxílio de um descascador de legumes. Corte a cenoura em fitas ou rale. Distribua as duas em uma travessa e acrescente o mamão em cubos e os morangos fatiados.

Finalize com o molho de jabuticaba frio imediatamente antes de servir.

Smoothie de morango e mamão

Ingredientes


	1 xícara (chá) de morangos, preferencialmente congelados;
	1 xícara (chá) de mamão em cubos;
	200 ml de água ou água de coco gelada;
	gelo a gosto.


Modo de Preparo

Coloque os morangos, o mamão, a água ou água de coco e o gelo no liquidificador. Bata até obter uma bebida cremosa e homogênea. Sirva imediatamente.

Assine o Correio do Estado
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 10:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Um candidato a deputado estadual enfrenta denúncias no Ministério Público... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/um-candidato-a-deputado-estadual-enfrenta-denuncias-no-ministerio/472921/</link>
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				<description><![CDATA[Henrique de Medeiros - poeta de MS

"Acreditar no amanhã. Mas, nunca esquecer que hoje pode ser o último dia, a última noite do tempo”.

FELPUDA

Um candidato a deputado estadual enfrenta denúncias no Ministério Público por supostos desvios de conduta durante seu mandato em  Câmara Municipal do interior de MS. Conhecido que só por não medir consequências e “atirar pedras para todos os lados”, ele deve responder a sindicância administrativa por, entre outras irregularidades, desvio de função de servidores lotados em seu próprio gabinete. Como bem ensina o provérbio: “Quem tem telhado de vidro não atira pedras ao do vizinho”.

À mil

Dizem que vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, não para: tem rodado o interior de MS à mil por hora, divulgando  resultados da gestão do governador  Riedel. Nem chuva, frio ou sol forte conseguem frear seu ritmo, que é tão eclético quanto a agenda, que vai de conversas sobre futebol a torneios de truco, sem deixar de lado as “aulas” de política.

Cadeiras

Nas eleições de 4 de outubro, 54 das 81 cadeiras do Senado estarão em disputa. São duas vagas por estado e pelo Distrito Federal. Entre os ocupantes dessas cadeiras no mês de setembro, 32 tentam a reeleição, 9 participam das eleições concorrendo a outros cargos ou como suplentes e 13 não são candidatos. As outras 27 cadeiras não estão em disputa neste ano.

Tops

Se a tendência se mantiver, o carro elétrico BYD Dolphin deverá ser o veículo mais vendido em MS no mês de setembro. Até agora, o compacto da multinacional chinesa já vendeu 53 unidades, segundo dados  da Fenabrave, mesma quantidade do Volkswagen Tera. A diferença é que o Tera está vendendo 13,1% menos neste mês. Na terceira posição, aparece o híbrido chinês Haval H6. No mês passado, o  TOP3  dos carros mais vendidos por aqui  ficou na seguinte ordem: VW Polo, VW Tera e BYD Song.

Mais

A renovação ocorre dessa forma porque o mandato de senador dura oito anos.  A cada quatro anos, as eleições alternam a escolha de um terço e de dois terços dos integrantes da Casa. Em 2022, foi escolhido um senador por unidade da Federação. Neste ano, cada eleitor poderá votar em dois candidatos ao Senado. Os dois mais votados em cada estado e no Distrito Federal serão eleitos, sem segundo turno.

Dupla comemoração

 Cercada do carinho dos familiares e amigos, a benquista professora Reni Domingos dos Santos comemorou mais um ano de vida. Foi no último dia 6, na residência de sua filha Neca Bumlai, que na mesma data completou 25 anos de casamento (Bodas de Prata) com Fernando Bumlai. Como de costume, tudo estava impecável. Os cliques são de Renan Kubota.

Foto: Arquivo pessoal

ANIVERSARIANTES

@@NOTICIA_GALERIA@@

Sábado (19)


	Henrique da Silva Lima,
	Alessandra  Laura de Matos Sousa,
	Flávio Eduardo Buainain,
	Regiane Peixoto Albuquerque Schunemann,
	Isabel Ferreira,
	Fabiano Ramires,
	Camila Santos Belchior de Barros,
	Jorge José de Souza,
	Maria das Dores Cerqueira Costa,
	Dr. Seinei Inamine,
	Waldir Motti,
	Humberto Lapa Ferri,
	Deila Lúcia Garcia de Rezende Rocha,
	Izabel Ferreira,
	Roberto Trevisan da Silva,
	Sandro Luis Fracaro,
	Gillyard Pietro Both Palermo,
	Getúlio Furtado Barbosa,
	Reynaldo de Arruda,
	Dra. Dulce Regina dos Santos Pedrossian,
	Maria Magali Calipso,
	Maria Goretti Dal Bosco,
	Jardelino Ramos e Silva,
	Dr. Lairson Ruy Palermo,
	Celso Panoff Philbois,
	Jennifer Guimarães Leal,
	Ricardo Fortes Corrêa Meyer,
	Maria Aparecida Melo,
	Alberto Jorge de Oliveira,
	Adenilson Pereira Camargo,
	Paulo Roberto Barbosa Évora,
	Antonio Vicente Queiroz Filho,
	Waldemar Barbosa da Silva,
	Oneide Benevides Rocha,
	Maria Célia Medeiros Rocha,
	Rafael Maikon Torres de Noronha,
	Dário Nantes,
	Waldemar de Souza,
	Dauth Pinto de Almeida,
	Lúcio Pereira de Souza,
	Waine Bernardes Fonseca,
	Nadir Gomes Esteche,
	Dr. Marcelo Alfredo Salum,
	Eikiti Tomi,
	Florivaldo Rodrigues Furtado,
	Rosilda Silva Bini,
	Émerson Gonçalo Pereira Filho,
	Ana Maria Guimarães Ávila,
	Christiane Bilo,
	Flávia Marcon,
	Carlos Eduardo Abdo Villalba,
	Joaci Corrêa de Mello,
	Nadir Sugui Matsubara,
	Regina Lúcia Pereira Alle Hollender,
	Adhemar Portocarrero Naveira,
	Aline Akiko Malheiros Kawai,
	Cassio Guilherme Bonilha Tecchio,
	Antonio Franco da Rocha Junior,
	Diogo Sant’ana Salvadori,
	Jefferson Dobes,
	Fabrícia Daniela Calvis Moraes,
	Odir Garcia de Freitas,
	Felipe Ferrari Marcolin,
	Camila Estela Hanna,
	Carlos Alberto Gath,
	Sigfrit Metz,
	Márcia Matsico Tibana,
	Juliana Fernandes Bianchi,
	Luiz Carlos Giovanini,
	Suellen Leão Palaoro,
	Faissal Barakat,
	Walter Bortoleto,
	Valeska Pagani Quadros Pavel,
	Renilda Ota Miyasato.


Domingo (20)


	Dra. Eymar Angélica Bandeira,
	Gilberto (Giba) Navarro Santos,
	Dra. Vanessa Puccinelli Dotti,
	Lúcia Magalhães Ferreira,
	Willy Pertinhes,
	Nayara Moraes Barbosa,
	Berenice Prestes Gomes,
	Yolanda Samudio Herrero,
	Paulo Takehiko Yoshizumi,
	Glaucea Regina Franco,
	Dr. Paulo Sukehiro Yonamine,
	Carmelo Interlando Neto,
	Afrânio Martinez Marques,
	Debbie Cruz Cano,
	Mirian da Silva Santos,
	Nilo Taira,
	Rejane Rose Di Giácomo Adri,
	Gustavo Santiago Torrecilha Cancio,
	Lívia Regina Viero Rezek,
	Márcia Maria Souza Costa Moura de Paula,
	Paulo de Tarso Azevedo Pegolo,
	Eva de Souza Salmazo,
	Cicero Barros da Silva,
	Andréa Rezende Pache de Souza,
	Enrico Carlos Rodrigues Feitosa,
	Irene Vieira de Rezende,
	Rosângela Pereira de Oliveira,
	Mayara Barbeta Vieira,
	Valdomiro Aparecido Vieira,
	Mário Hugo Esteves do Nascimento,
	Sérgio Maia Miranda,
	Gilberto Roberto Motta,
	Sônia Regina Saab,
	Yara Barnabé da Silva,
	Edilson Amaral da Rosa,
	Janaína da Rocha Benites,
	Nilza Peluslle,
	Thainara Farias Rocha,
	Leandro Hungria do Bom Despacho,
	Celso Vargas Pereira,
	Izaura Corbucci Peters,
	Mauro José Tôrres Carpes,
	Júlio Maria da Silva,
	Inácio Franco Júnior,
	Joaquim de Souza Gomes,
	Felisberto Silvestre dos Santos,
	Willcand Lemes Zampieri,
	Dr. Leonildo Herrero Perandré,
	Ivone Pacheco Alencar,
	Gisele Castello Zahran,
	Dilmar Pereira da Silva,
	Elio Luiz Bobato,
	Mariane Viana Pereira,
	Maria Conceição Vilela,
	Aluízio Alves Teixeira,
	Wilson Campos da Costa,
	Dulce Vieira Martinez,
	Eva Ribeiro da Vila,
	Mauro Marcondes Ribeiro,
	Hélio de Azevedo,
	Maria Aparecida Neves,
	José Amâncio de Souza,
	Artur dos Santos Vigário,
	Herminio Gonçalves da Silva,
	Jiulhianny Maia,
	Marco Aurélio Pallacio,
	Gabriel Moreno Galvanini,
	Marco Antonio Renzi,
	Antonio Saonetti,
	Wilma Maria Leal Vendramini,
	Laurinda da Silva Curto Cação,
	Adolfo Valério Pedra,
	Paulo César Nunes da Cunha,
	Mauricio Rodrigues Camuci,
	Malcon Douglas Cappellari.


Colaborou com Tatyane Gameiro.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Fim de semana terá espetáculos, sessão gratuita de cinema e opções de lazer para diferentes públicos]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/fim-de-semana-tera-espetaculos-sessao-gratuita-de-cinema-e-opcoes-de/472908/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/fim-de-semana-tera-espetaculos-sessao-gratuita-de-cinema-e-opcoes-de/472908/</guid>
				<description><![CDATA[O fim de semana chega a Campo Grande com uma programação cultural que passa pela literatura, pelo teatro, pelo cinema e pelas brincadeiras.

Entre hoje e domingo, a Capital recebe espetáculos voltados às crianças, sessões gratuitas de filmes, feira de brechós e atividades para famílias, além de atrações em shopping centers.

Entre os destaques está o retorno de Márcio de Camillo ao Teatro Glauce Rocha com “Crianceiras Mário Quintana”, espetáculo que transforma poemas do escritor gaúcho em música e teatro.

A agenda também inclui apresentações infantis no Sesc Teatro Prosa e no Bosque dos Ipês, além de novidades nas programações dos shoppings Campo Grande e Bosque dos Ipês.

MARIO QUINTANA NO PALCO

Depois de circular por diferentes cidades brasileiras e chegar também às escolas, o projeto “Crianceiras”, criado pelo cantor e compositor Márcio de Camillo, retorna ao local onde nasceu.

Nos dias 19 e 20 de setembro, às 16h, o Teatro Glauce Rocha recebe “Crianceiras Mário Quintana – Poesias Musicadas por Márcio de Camillo”.

POESIA Crianceiras - Montagem teatral feita pelo cantor e compositor Márcio de Camillo marca os 120 anos de nascimento do poeta Mario Quintana
Foto: Divulgação

A montagem marca os 120 anos de nascimento do poeta Mario Quintana e combina música ao vivo, teatro e recursos visuais inspirados no toy theater, conhecido também como teatro de papel.

No palco, figuras de papelão criam cidades e paisagens que acompanham a narrativa. A cenografia é assinada pelo designer e artista gráfico Carlo Giovani e a direção geral é de Luiz André Cherubini, do Grupo Sobrevento.

A história começa em um ambiente cinzento e solitário e acompanha sua transformação até uma celebração da primavera. A escolha do período da apresentação também estabelece uma relação direta com a narrativa do espetáculo.

“Eu tenho muitas histórias nesse teatro e respeito muito esse espaço. Para mim, é um dos grandes teatros da cidade e do Brasil”, afirma Camillo.

A relação do músico com Quintana, porém, começou ainda na juventude, quando recebeu de seu professor de literatura, Mestre João, uma edição da “Antologia Poética de Mario Quintana”.

A experiência também se relaciona com a proposta educacional do projeto, que passou a ser utilizado por professores para aproximar crianças e adolescentes da poesia.

“Eu cheguei à poesia por causa da educação. Então, essa homenagem também é para os educadores, que às vezes são responsáveis pelo sonho de uma pessoa”, diz.

O repertório reúne poemas como “Canção de Junto de Berço”, “Cidadezinha”, “Canção da Ruazinha Desconhecida”, “Canção de Nuvem e Vento”, “Cantiguinha de Verão” e “Canção da Primavera”, apresentados em ritmos como valsa, forró, jazz e rock.

A formação musical conta com Camillo na voz, violão e viola caipira; Nath Calan na percussão e bateria; Tiago Sormani no teclado, sanfona, flauta e clarinete; e Denise Ferrari no violoncelo.

Com 55 minutos de duração, a apresentação tem classificação livre. Os ingressos estão disponíveis pelo link bit.ly/CrianceirasMarioQuintanaCG. Não será permitida a entrada após o início do espetáculo.

SESC

Encerrando a Semana do Cinema no Sesc Teatro Prosa, hoje, às 19h, a programação termina com “Folhas de Outono”, filme finlandês dirigido por Aki Kaurismäki.

A comédia dramática acompanha Ansa, estoquista de supermercado, e Holappa, um ex-alcoólatra, que se conhecem por acaso em um bar de karaokê em Helsinque.

O encontro entre os dois dá início a uma relação marcada por solidão, dificuldades e mal-entendidos.

Os ingressos para as sessões são gratuitos e podem ser retirados pela plataforma Sympla.

Amanhã, às 16h, o Sesc Teatro Prosa recebe “O Colecionador de Brincadeiras”, da Trupe Teatro de Brincar.

A montagem reúne cantigas, histórias, brinquedos e personagens ligados à cultura popular brasileira.

A apresentação nasceu do encontro de Edu Brincante com as mestras Lydia Hortélio e Lucilene Silva e apresenta referências de diferentes infâncias do Ppaís. Música, brinquedos, histórias e imaginação são utilizados para aproximar crianças e adultos das brincadeiras tradicionais.

A proposta também busca recuperar memórias de brincadeiras e estimular a participação do público durante a experiência.

Os ingressos estarão disponíveis pelo Sympla.

SHOPPINGS

TEATRO Tin Dô Lê Lê - Espetáculo utiliza bonecos, personagens, músicas e brincadeiras para criar uma experiência de interação entre crianças e familiares
Foto: Divulgação

A programação infantil também chega ao Shopping Bosque dos Ipês no domingo. Às 16h, o projeto Teatro no Bosque apresenta “Tin Dô Lê Lê – Edição Bonecos e Fantasias”, com Edu – Teatro de Brincar.

Voltado especialmente para crianças de 0 a 5 anos, o espetáculo utiliza bonecos, personagens, músicas e brincadeiras para criar uma experiência de interação entre crianças e familiares.

Depois da apresentação, às 16h40min, acontece a oficina “Desenhando a História”, na qual as crianças poderão transformar em desenhos os personagens e momentos vistos no espetáculo.

O teatro e a oficina são gratuitos, mediante inscrição antecipada.

Amanhã, o shopping também recebe o Campeonato Estadual de Xadrez Veteranos 2026, promovido pela Federação Sul-Mato-Grossense de Xadrez (Fesmax). A partir das 14h, acontece ainda o tradicional futebol de mesa, em parceria com a Federação de Futebol de Mesa de Mato Grosso do Sul (Fefumems).

Entre as atrações que permanecem no local está o Original Game, experiência destinada a participantes de 6 anos a 80 anos e inspirada em jogos medievais, parques, quermesses e festas populares. O Parque da Galinha Pintadinha, na Praça Central, também continua como opção para as crianças.

A programação religiosa inclui Santa Missa amanhã, às 17h30min, e no domingo, às 11h.

A partir de amanhã, o estacionamento do Shopping Campo Grande, próximo ao Detran, recebe o Adoleta Jump Park. A atração ocupa uma área de 1.600 m² e reúne 22 atividades, entre circuito de obstáculos, rampas, escorregadores e estruturas para escalada.

O espaço é destinado a pessoas a partir de 2 anos e conta com monitores. Os ingressos custam a partir de R$ 49,90 para 20 minutos e R$ 69,90 para 40 minutos. Pessoas com deficiência têm 50% de desconto mediante apresentação de carteirinha ou laudo.

O parque funciona de terça-feira a sábado, das 16h às 22h, e aos domingos, das 16h às 21h.

Outra atração em funcionamento é a Arena Transformers, voltada para crianças de 2 anos a 13 anos. O espaço tem piscina de bolinhas, inflável com escorregador, cama elástica, kids play e um portal inflável inspirado nos personagens.

Para crianças com menos de 5 anos, a presença de um responsável é obrigatória, sem cobrança de ingresso adicional para o adulto.

Os ingressos variam conforme o tempo de permanência: R$ 60, por até 40 minutos; R$ 70, de 41 a 80 minutos; R$ 80, de 81 a 120 minutos; e R$ 90, de 121 a 160 minutos.

Crianças com deficiência e pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) têm direito à meia-entrada mediante apresentação de carteirinha ou laudo médico.

A Arena funciona de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 12h às 22h.
Nas salas de cinema, a programação da semana inclui animação, suspense e terror.

“Gatos no Museu 2: Tesouros do Egito” acompanha novamente o gato Vicent e o rato Maurice em uma aventura ambientada no Egito. A dupla busca um poderoso gênio enquanto percorre pirâmides e as margens do Rio Nilo. A animação tem classificação de 6 anos.

Já “Antártida” é um thriller psicológico brasileiro ambientado na Estação Comandante Diniz, no Polo Sul.

Durante o rigoroso inverno polar, a cientista Inês sofre uma violência sexual na primeira noite do confinamento, sem conseguir identificar o agressor. A partir daí, a base é tomada pela desconfiança enquanto a subcomandante Elisabeth conduz uma investigação.

O elenco reúne Andréa Beltrão, Lázaro Ramos e Marina Ruy Barbosa, entre outros nomes.

A programação também conta com mais um capítulo da franquia de terror “Resident Evil”. 

DESAPEGA CG

A 28ª edição do Desapega CG será realizada amanhã, das 8h às 16h, no Parque Jacques da Luz, nas Moreninhas. A feira, promovida pelo Coletivo Nós Amamos Brechó, estava inicialmente prevista para o Parque Ayrton Senna, no Aero Rancho.

A mudança ocorreu após as fortes chuvas que atingiram Campo Grande. As quadras do Parque Ayrton Senna foram interditadas na quarta-feira, o que levou a organização a buscar outro espaço para manter o evento na data prevista.

O novo endereço fica na Rua Barreiras, s/n, na Vila Moreninha III. Segundo os organizadores, a feira deve reunir cerca de 25 mil itens, entre roupas, calçados, acessórios, objetos e outros produtos.

A entrada é gratuita.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 09:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Em campanha política, vale quase tudo por um minuto de glória nas redes... Leia na coluna de hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[Victor Hugo - Escritor francês

"Seja como os pássaros que, ao pousarem um instante sobre ramos muito leves, sentem-os ceder, mas cantam! Eles sabem que possuem asas”.

FELPUDA

Em campanha política, vale quase tudo por um minuto de glória nas redes sociais, até mesmo transformar promessa de campanha em motivo de baixaria. Foi o que aconteceu entre duas candidatas. Uma delas tentou protagonizar troca de farpas em busca de holofotes e, claro, votos. A reação da outra foi responder calmamente, mantendo exemplar postura. Assim, quem provocou o embate acabou vendo o tiro sair pela culatra. A tão esperada repercussão não veio, resultando em muito barulho e pouco holofote. Aí nenhum eco foi notado e a barraqueira de plantão ficou frustrada que só.



Quem diria?

A ministra Cármen Lúcia (STF) pediu desculpas ao país por não ter conseguido ajudar a conter a crise institucional na Corte, marcada por denúncias públicas entre ministros, um dos momentos mais delicados da história recente do tribunal. Ela expressou constrangimento e tristeza.

Mais

Lamentou o fato de o país estar mais atento às disputas internas do STF do que às escolhas eleitorais. Segundo a ministra,o que gerou “intranquilidade” e “mal-estar cívico”.  Certamente não foi só ela que se sentiu assim, mas a maioria da população brasileira. Lamentável, mesmo!

 Marcos Henrique Derzi Wasilewski com a amiga Luciana Barros - Foto: Wagner Guimarães

 

Cris Carpenedo - Foto: Arquivo Pessoal

“Pobrinha”

Por todos os lugares, a reclamação geral é que a eleição de 2026 está sendo uma das mais “pobres” dos últimos anos. Dindin mesmo, só do fundo partidário, e ainda assim, ele está chegando, digamos, devidamente contado.  A campanha eleitoral magra tem deixado muita gente frustrada, e existem candidatos que estão economizando até a sola do sapato, andando muito pouco, sem pedir votos e só “cumprindo tabela”. É grave a crise!

Assim, ó...

Desde o início do ano, a prefeita Adriane Lopes (PP) e o seu marido deputado Lídio Lopes (Avante), tem fortalecido a aproximação com o deputado federal Vander Loubet (PT). Foi ele quem levou a prefeita ao ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e articulou o reconhecimento do pedido de emergência  para Campo Grande, devido ao temporal que destelhou casas, escolas, a Esplanada Ferroviária, e deixou famílias desabrigadas. 

Críticas

O Departamento de Estado dos EUA divulgou um relatório assinado pelo presidente Donald Trump avaliando o combate global a cartéis de drogas. O documento critica o governo brasileiro por não enfrentar o PCC e o Comando Vermelho, organizações que os EUA classificam como “terroristas estrangeiras”, acusando o Brasil de ter se tornado um centro do fluxo global de cocaína. Em contraste, o relatório elogia governos de direita  latino-americanos alinhados aos EUA, que estariam tomando medidas mais firmes contra o narcotráfico. Mal, mal...

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Maria Eduarda Pedrossian 
	Faria Gatti, 
	Dr. Fernando Mauro Moreira Marinho, 
	Dra. Carolina Rebello Hilgert, 
	Caio de Pádua Machado,
	Norma Suely Freitas Barbosa,
	Eduardo Elias Seba,  
	Walter Ferreira Cruz,
	Jeronymo Almeida Muniz, 
	Josivan Lourenço Pereira,
	Gutemberg (Guy) Judson Salgado Machado,
	Maria Aparecida Vieira,
	Karollyne Aparecida Castoldi Brotto,
	José Soares Ribeiro,
	Edson Luiz de David, 
	Ivan Carlos do Prado Polidoro,
	Veronica Daúde Monaco, 
	Neyre Moraes Barbosa,
	Regis Domingos Peruzzo,
	Dulce Pandin,
	Dr. Antônio Gentil Neto, 
	Dr. Carlos Alberto Langassner, 
	Alessandra Pereira Terra Costa, 
	Maria Nilene Badeca da Costa,
	Rodrigo Alejandro Serrada Benevides,
	Laura Cristina Moura Savioli,
	Dirce Estsuko Miyahara Lara,
	Archimedes Francisco Delgado, 
	Cleuza Pereira Duarte Bicglia,
	Juarez Canhete Costa,
	Kuniko Kamimura,
	Taylise Romero Balbino,
	Isabel Maria Munari,
	Priscila Menezes Rodrigues Baziliche, 
	Adela Garcia Rocha,
	Carlos Roberto Takayassu,
	Maria de Lourdes Lino Menezes,
	Jeomeire da Silva Valdez,
	Ciro de Melo Neto, 
	Olga Luiza de Campos Soares,
	Ana Maria Kemp Falcon, 
	Eneida Cangussu Soares, 
	Nelson Alves Filho,
	Eronilde Nunes Rodrigues,
	Fatima Maria Nunes Rosa,
	Antonieta Ferreira,
	Adelaide Pereira Andrade,
	Dayla Granero,
	Marlene Terezinha Mourão,
	Leonete Espírito Santo,
	Aikel Nakazato,
	Leomir Albuquerque Cândia,
	Vânia Maria de Souza Rosa,
	Marizete Pereira de Souza,
	Cleuza Flôres Taborda,
	Marta Marques Petrônio,
	Isis Pereira de Oliveira,
	Joaquim Lopes de Oliveira,
	Maria de Lourdes de Souza,
	Neide Cristina Soares Lima,
	Miguel Afonso de Almeida,
	José Carlos Meneses Alves,
	Humberto da Costa,
	Uilson da Silva Torres,
	Maria Cristina de Souza Desiderio, 
	Carlos Wilson Tavares,
	Aldeir Moreno Filho,
	José Antônio Lopes,
	Aparecido Vieira da Silva,
	Eunice Silva Santos,
	Fábio Moreira Carneiro,
	José Cruz Solles Neto,
	Milton Costa Farias,
	Ramão Renato Garcia,
	Iran Motti da Silva,
	Marco Antonio Duarte Cazzolato,
	André Louis Pires Bastos,
	Maria Celina Abdala,
	Ivone de Jesus Souza,
	Mauricio de Paula Jacinto,
	Nilza da Silva Cabalheiro,
	Dr. Amauri Ferreira de Oliveira,
	Elizete Cardoso,
	Judiclei Lopes Alonso,
	Anderson Luiz Paim,
	Paulo Roberto Rodrigues da Silva Santos, 
	Dr. Joel Miyahira, 
	Álvaro Alves Lorentz,
	Veraluce de Souza Pereira,
	Luiz Quirino de Oliveira,
	Maria Alves Siqueira Neves,
	Adolfo Wagner Areco Gonzales,
	Alexandre Duarte Esposito,        
	Dr. Luiz Carlos Areco,
	Heraldo Bojikian,   
	Antonio Annibelli Neto,
	Antonio Rosário Migliorini,
	Fernando Henrique Luchetti Rodrigues,
	Humberto Chelotti Gonçalves,
	Laerte José Prietto,
	Maria Cecília Ferreira Abdo,
	Manuelle Senra Colla,
	Rosa Nadime Saueia,
	Marcelo Salles Munerato,
	Ayres Cândido de Paula Neto.


Colaborou com Tatyane Gameiro
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Maior parque inflável do Brasil chega a Campo Grande; veja datas e valores]]></title>
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				<description><![CDATA[Adoleta Jump Park, o maior parque inflável do Brasil, vai desembarcar nos próximos dias em Campo Grande.

O parque estreia neste sábado (19) no estacionamento do Shopping Campo Grande, localizado nos altos da avenida Afonso Pena, número 4909, bairro Santa Fé.

Funciona de terça-feira a sábado, das 16h às 22h e aos domingos, das 16h às 21h.

O circuito possui 1.600 m² de pura diversão com 22 atrações: circuito de obstáculos, infláveis gigantes, rampas, escorregadores, escaladas radicais e muito mais.

O espaço conta com monitores treinados e especializados que ficarão de olho na criançada.

O limite de idade é de 2 a 102 anos, portanto, a diversão está garantida para crianças, adolescentes, adultos e idosos. É obrigatório o uso de meias para brincar.

Há dois tipos de ingresso:


	20 minutos – R$ 49,90
	40 minutos – R$ 69,90


* vale ressaltar que pessoas com deficiência (PCD) tem 50% de desconto, mediante apresentação de carteirinha ou laudo médico

Os ingressos são vendidos na hora na bilheteria ou antecipadamente neste site. Se chover, o parque não funcionária por medidas de segurança.

A única regra é se divertir sem limites: basta ter muito ânimo e vontade de pular, correr e escorregar.

Maior parque inflável do Brasil. Foto: divulgação/Sato Comunicação

@@NOTICIAS_RELACIONADAS@@
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 10:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Em novo livro, a escritora Marlene Figueira resgata textos guardados desde a infância]]></title>
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				<description><![CDATA[Durante boa parte da vida, escrever foi uma atividade feita em silêncio. Entre aulas, trabalho, responsabilidades domésticas e a criação do filho, Marlene Figueira da Silva encontrava pequenos intervalos para colocar no papel aquilo que pensava e sentia.

Os versos escritos ainda na infância deram lugar, mais tarde, a textos guardados em gavetas, longe dos olhos de outras pessoas. Agora, décadas depois, parte desse material começa a ganhar o mundo pelas páginas de “Quando o Coração Escreve”.

Advogada especialista em Direito Administrativo, professora e gestora, Marlene é atualmente Secretária de Gestão de Pessoas da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems).

Também é integrante do PEN Centro-Oeste, braço regional do PEN Internacional, entidade que reúne escritores de mais de 100 países e atua na defesa da liberdade de expressão e na promoção da literatura.

Aos poucos, a literatura passou de uma atividade particular para ocupar um espaço cada vez mais importante em sua rotina.

Depois de publicar, em agosto do ano passado, “Até o Último Dia... Deixa Eu Viver do Meu Jeito! Assim é que Sou Feliz”, dedicado à memória do marido, Marlene prepara o lançamento de sua segunda obra. O encontro será realizado no dia 24, em evento aberto ao público na cafeteria Doces Momentos.

QUANDO O CORAÇÃO ESCREVEU

A relação com a escrita começou cedo. Ainda criança, Marlene conta que costumava aproveitar os momentos em que a aula era interrompida para escrever pequenos versos no caderno.

“Desde menina, eu ia para a escola, ficava na sala de aula e, enquanto parava um pouco a aula, eu estava escrevendo versinho no meu caderno”, recorda.

A escrita, entretanto, nunca foi a atividade principal. A necessidade de trabalhar e garantir o sustento acabou ocupando grande parte de sua vida. Marlene chegou a trabalhar em três períodos, conciliando atividades profissionais durante manhã, tarde e noite. Nos fins de semana, as obrigações continuavam dentro de casa.

“Eu trabalhava demais. Eu cheguei a trabalhar três períodos. De manhã, à tarde, à noite e, quando chegava o fim de semana, como eu sou dona de casa também, eu tinha que cuidar da casa, do filho, do marido. Então, não tinha tempo”, relata Marlene sobre a tripla jornada.

Mesmo assim, a escrita permanecia. Quando encontrava algum espaço, Marlene produzia um poema, uma reflexão ou outro tipo de texto e guardava. A gaveta acabou se tornando o lugar onde ficaram muitos desses registros.

LIVRO-PROMESSA

A retomada mais efetiva da literatura aconteceu quando Marlene passou a dispor de mais tempo. Ela deixou de dar aulas no período noturno e também parou de advogar. Foi então que decidiu cumprir uma promessa feita ao marido.

Ele havia vivido uma história marcada por dificuldades. Criado sem pai e sem mãe, ficou sozinho ainda aos seis anos de idade e precisou encontrar seus próprios caminhos. Ao longo do relacionamento, costumava pedir que Marlene registrasse suas memórias.

“Ele sempre falava para mim: ‘Você vai escrever, fazer umas memórias minhas?’ Eu falava assim: ‘Um dia eu vou’”, conta Marlene.

Depois da morte dele, a escritora decidiu que era hora de transformar as lembranças em narrativa. O resultado foi o primeiro livro, publicado em agosto de 2025.

A obra, segundo Marlene, teve uma recepção positiva e marcou o início de uma nova etapa. Até então, ela já havia escrito livros e materiais técnicos relacionados à sua formação e à experiência profissional, especialmente sobre temas como planos de cargos e salários e estatutos.

A literatura, porém, permitiu outro tipo de escrita.

“Eu sempre estava escrevendo a parte técnica. E agora a gente vai chegando a uma idade que vai falar: ‘Ah, agora eu quero fazer o que eu gosto’. E o que eu gosto mesmo é de escrever. É de expor a minha criatividade”, confidencia.

A decisão de continuar veio também do incentivo de pessoas próximas à literatura.

Entre elas, estão Ana Maria Bernardelli, ligada à Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), responsável pelas correções dos textos, e Delasnieve Daspet, presidente da Academia Feminina de Letras e Artes de Mato Grosso do Sul (Aflams), que, segundo Marlene, a incentivou a publicar o que escrevia.

DO CORAÇÃO À RAZÃO

Se o primeiro livro partiu da memória e da história pessoal do marido, o segundo reúne diferentes facetas da autora. A publicação começa com poemas e passa por crônicas e textos de natureza mais reflexiva, até chegar a conteúdos relacionados à sua formação profissional.

A proposta é justamente não separar completamente a escritora da advogada e da gestora pública. Na obra, os diferentes lados da autora convivem.

Entre os poemas estão textos como “A Crença”, “Fidelidade” e “Criador”. Há também uma parte dedicada à busca pelo conhecimento e à reflexão sobre a própria existência. Na sequência, aparecem textos que dialogam com a experiência profissional de Marlene.

Ela aborda a importância da participação da sociedade no poder público, a relevância do voto, a valorização do serviço público e a necessidade de oferecer uma prestação de serviço de excelência, relacionando esses temas também ao Parlamento sul-mato-grossense.

A escolha faz parte da identidade da obra. Para Marlene, não faria sentido deixar de lado a experiência acumulada durante décadas de atuação profissional.

“É um livro que mistura emoção também, mas um pouco de razão. As poesias são todas saídas do coração”, destaca.

A apresentação do livro também procura evidenciar essa combinação. O texto de apresentação é assinado pelo médico cardiologista e escritor Ewerton Carvalho de Souza.

O prefácio é do médico psiquiatra e escritor Marcos Estevão S. Moura. Ana Maria Bernardelli comenta os poemas e introduz as diferentes partes da publicação.

LITERATURA COMO EXERCÍCIO

A relação de Marlene com os livros também passa pela preocupação com os hábitos de leitura em uma época marcada pela presença constante das telas. Para ela, a facilidade proporcionada pela internet pode acabar diminuindo o exercício da memória e da criatividade quando substitui a construção própria do pensamento.

Ela defende que a tecnologia pode ser uma ferramenta importante, mas não deveria eliminar o esforço de criar, escrever e raciocinar.

“Acho que a internet é muito boa. Só que está estragando a memória da gente, principalmente do jovem. Porque vai lá, copia tudo. O ideal é a gente criar, é a gente escrever aquilo que sai do coração, aquilo que sai do conhecimento da gente”, defende.

Para a escritora, preservar o contato com os livros é importante para que as crianças desenvolvam o gosto pela leitura.

“É tão gostoso folhear um livro, né? O cheiro do livro, sabe? Tudo é gostoso”, declara.

Ela também procura manter o hábito. Integrante do PEN Centro-Oeste, acompanha as publicações dos demais escritores da entidade e procura ler os livros lançados pelos colegas. O tempo é curto, mas a leitura encontra espaço entre as outras atividades.

“Quando a gente gosta, a gente acha jeito. Não é mesmo?”, reflete a autora.

>> SERVIÇO

Lançamento do livro “Quando o Coração Escreve”, de Marlene Figueira da Silva

Data: dia 24.
Horário: às 17h.
Local: Cafeteria Doces Momentos – Rua Dom Aquino, nº 2.055.
Onde comprar: após o lançamento, estará disponível na Amazon, no site da Editora Life e na Livraria Leitura.

“Até o Último Dia... Deixa Eu Viver do Meu Jeito! Assim é que Sou Feliz” está disponível nos mesmos canais.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[A história de que voluntários estão aderindo espontaneamente às campanhas... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/leia-na-coluna-de-hoje/472810/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/leia-na-coluna-de-hoje/472810/</guid>
				<description><![CDATA[Umberto Eco - Escritor italiano

"Nem todas as verdades são para todos os ouvidos, nem todas as mentiras podem ser reconhecidas como tais”.

FELPUDA

A história de que voluntários estão aderindo espontaneamente às campanhas, como alguns   candidatos vêm anunciando, está sendo recebida com certo ceticismo por quem conhece os bastidores eleitorais. Afinal, não parece muito razoável imaginar alguém gastando horas do seu dia, enfrentando sol, cansaço e até riscos nas ruas apenas por entusiasmo político. No mundo real, dizem os mais experientes, geralmente sempre existe alguma forma de compensação. “Menos, menos!” Dizem os mais experientes. Afinal...

Foto: Divulgação - UFMS

As casas de madeira que marcaram a ocupação de Naviraí nas décadas de 1960 e 1970 estão no centro de uma pesquisa desenvolvida pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – UFMS. O projeto Casas de madeira de Naviraí: ocorrências, conservação e memória reúne professores e estudantes do curso de Arquitetura e Urbanismo daquela cidade. Coordenada pelos professores Ricardo Bitencourt e Camila Amaro, a pesquisa surgiu a partir dos levantamentos realizados por estudantes da disciplina Ateliê de Projeto Integrado 5, em 2023 e 2025. Todas as edificações identificadas estão concentradas no octógono central de Naviraí, área correspondente ao núcleo original da cidade. A distribuição dos imóveis também permitiu compreender que esse setor urbano já abrigou um número significativamente maior de casas de madeira. Segundo os pesquisadores, os dados revelam acelerado processo de descaracterização dessas construções e reforçam a fragilidade desse patrimônio diante da inexistência de políticas públicas específicas para sua preservação. Os resultados mostram um cenário que inspira atenção. Das 229 casas identificadas, apenas 27 apresentam estado muito bom de conservação. Outras 166 estão em condição intermediária, enquanto 36 já apresentam estado ruim. A pesquisa segue em andamento com a sistematização dos dados coletados, ampliação do acervo documental e levantamento de registros históricos junto à Fundação de Cultura de Naviraí.  A equipe também trabalha na consolidação das análises para elaboração de um artigo científico e do relatório final da pesquisa.

Mariana Cervan e Dalva Cervan - Foto: Arquivo Pessoal

 

 Patricia Salvador - Foto: Arquivo Pessoal

De olho

Em 2030 haverá apenas uma vaga em disputa para o Senado, além da eleição para governador, e a classe política já começou a mirar essas cadeiras. Não há, entre os mais atentos do meio político, quem esteja tratando eleição deste ano com ingenuidade suficiente para ignorar o futuro. Os movimentos atuais já são avaliados também pela repercussão que poderão ter quatro anos depois. Nomes e  alianças de agora podem pesar na composição das próximas disputas. A sucessão começa muito antes de a urna ser aberta.

Antes tarde...

Chama atenção o fato de o presidente Lula só ter endurecido o discurso contra as casas de apostas agora, porque o endividamento e a dependência em jogos de apostas já vinham sendo denunciados há pelo menos dois anos, período que coincide com o seu mandato. 

Do que nunca!

A pergunta que fica é: por que o governo não agiu antes, quando o cenário de vulnerabilidade financeira de milhões de brasileiros já era evidente? Agora, em plena campanha da reeleição, o presidente foi às redes sociais afirmar: “Bets não é jogo. É indução ao vício. O Estado brasileiro não vai fechar os olhos para o sofrimento dessas pessoas e de suas famílias. Estamos tomando decisões e, em breve, vamos anunciar novas medidas para enfrentar esse problema e proteger o povo brasileiro.” Então, tá! Como diria vovó: “Depois da porta arrombada, não adianta colocar fechadura”.

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Rames Nassar Tebet, 
	Viviane Carnevali Ortiz, 
	Rodrigo Nassar Tebet,
	Ingrid Sibele Brandemburg Stephanini, 
	Dijan de Barros Rosa, 
	Daniel Godinho de Oliveira, 
	Helena Bitancourt Gianotti,
	Jader Cardoso da Silva,
	Maria de Lourdes Silva Silveira,
	Antonio Carneiro de Souza,
	Jane Valeria dos Santos,
	Renato Cândido Viana,
	José Gonçalves da Silva,
	Anderson Eveste da Silva Dias,
	Renato Rodrigues Gualberto,
	Laura Karollinny Silva Lima,
	Paulo Cézar Pacheco da Silva,
	Naymi Salles Fernandes Silva Tôrres,
	Marciano Tôrres Farias, 
	Clovis Santos da Silva,
	Luiza Pitthan,
	Eduardo Folley Coelho, 
	Fernando José de Paula Noronha,
	Cristina Vega Higa,
	Dr. Hideyasu Sakihama,
	Anna Claudia Jorge Amaral,
	Joaci Nonato Rezende, 
	Ana Lúcia da Silva Tavares Costa, 
	José Carlos Vinha, 
	João Parroni Maria,
	Fabiano Ribeiro Rodrigues,
	Luis André Pasqualotto,
	Giovana Oliva,
	Clair do Valle Júnior,
	Eduardo Rosalvo Costa,
	Riovaldo Pires Martins,
	Iracilda Ferreira dos Santos Oliveira,
	Tatiana Jafar,
	Rubens Dantas de Souza,
	Estevão Gabriel da Silva,
	Virginia de Toledo Câmara Neder,
	José Pinto de Almeida,
	Leonardo Simioli Gutierres,
	Thiago Biscaya de Souza,
	Dr. Moisés Jajah Nogueira, 
	Irene Maria Almeida Reis,
	Leopoldo Mendes Chacha,
	Edwino Raimundo Schultz,
	Juarez Jorge Budib,
	Marlene Martins de Souza,
	Kátia Regina Martins de Souza,
	Ivan Marques,
	Maria Lúcia Fonseca Nunes,
	Dr. Leonardo Rodrigues Resende, 
	Lucila Ribeiro Alcântara,
	Alberto Youssef Filho,
	Afrânio de Oliveira Thomaz,
	Valderez Oliveira,
	Idalina Balbino de Oliveira,
	José Soares Chagas,
	Arley Martins Luscura,
	David Ferreira de Freitas,
	Alda Rodrigues Dornele Abdo,
	Fernando Ferreira,
	Maria Elenice de Oliveira,
	Liel Brum Jacques,
	Teodoro Cândido de Oliveira Júnior,
	Maria Lúcia Mansour Echeverria,
	Anésia Hiane Yamaura,
	Denivaldo Tavares de Lima,
	Elisa Bernades Altounian,
	Evando Silveira Alves,
	Gilberto Antonio Mosena,
	Marcos Hiroshi Inoue,
	Luzia Pereira de Almeida,
	Wagner Neroni,
	Jaqueline Wink Soligo,
	Airton Rossato,
	Maria Inês Escobar,
	Pedro Rodrigues das Neves,
	Maria Lúcia de Fátima Oliveira,
	Elenir Alves Pinto,
	Jaqueline Ferreira dos Santos,
	Sidney Kock,
	Dr. Augusto Ken Sakihama, 
	Aécio Luna de Alencar,
	Claudiney Serrou dos Santos,
	Flávio Augusto de Melo, 
	Luiz Theodoro Bassani,            
	Danuza Sant’ana Salvadori Mochi,
	Wagner Leão do Carmo, 
	Ademir do Espirito Mansilha, 
	Eugênio Rafael Rouledo Moretti,
	Ana Paula Ascenço de Araújo,      
	Nilo Ferreira da Silva,
	Hélia Taemi Hirokawa de Lima,
	Fernando Orempuller Pulchério,
	Dr. Hiran Sebastião Meneghelli Filho,
	Paulo Renato Kovalski,
	Júlio Francisco Janeiro Negrello,
	Luceimar Souza Schroder Rosa,
	Maria Cláudia Gelio Matarezi Martins Batista,
	Glaucia Marques Mariani,
	Lenita dos Santos Terra,
	Ana Paula Bittencourt Ibe,
	Maria Lúcia Espicaski,
	Rosângela Lieko Kato,
	Wilson Saenz Surita Junior.


Colaborou com Tatyane Gameiro
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA['Feito Pipa' é escolhido para representar o Brasil no Oscar 2027]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/feito-pipa-e-escolhido-para-representar-o-brasil-no-oscar-2027/472814/</link>
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				<description><![CDATA[O filme Feito Pipa, dirigido por Allan Deberton, foi escolhido nesta quarta-feira, 16, para representar o Brasil na disputa por uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional do Oscar 2027. O anúncio foi feito pela Academia Brasileira de Cinema.

O longa foi selecionado por uma comissão formada exclusivamente por membros da Academia e disputou a indicação com outras 14 produções.

Na semana passada, Feito Pipa avançou para o segundo turno da votação ao lado de 100 Dias, de Carlos Saldanha; A Fabulosa Máquina do Tempo, de Eliza Capai; A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo; Nosso Segredo, de Grace Passô; e Vicentina Pede Desculpas, de Gabriel Martins.

Segundo Clélia Bessa, presidente da Comissão de Seleção, o filme apresenta uma história com alcance universal e, ao mesmo tempo, elementos ligados à identidade brasileira.

“O filme Feito Pipa, de Allan Deberton, tem uma narrativa sensível que comunica universalmente e, ao mesmo tempo, traz uma forte identidade brasileira a partir de uma cidade do interior do Ceará. É sobre a família, a cumplicidade entre avó e neto, infância, finitude e já foi premiado em festivais internacionais importantes”, afirmou.

Quando Feito Pipa estreia?

O filme chega aos cinemas brasileiros em 5 de novembro, com distribuição da Paris Filmes.

A cerimônia do Oscar 2027 está marcada para 14 de março de 2027. A indicação brasileira ainda precisa avançar pelas etapas de seleção da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas até a definição dos indicados à categoria de Melhor Filme Internacional.

História de avó e neto

Feito Pipa acompanha Gugu, interpretado por Yuri Gomes, um menino que gosta de futebol e dança e vive com a avó Dilma, personagem de Teca Pereira, no sertão do Ceará.

Criado pela avó de forma livre e afetuosa, o garoto precisa lidar com a possibilidade de deixar a vida que conhece para morar com o pai, Batista, vivido por Lázaro Ramos.

O filme é produzido pela Deberton Filmes e Biônica Filmes e conta ainda com Carlos Francisco, de O Agente Secreto, e Georgina Castro, de O Céu de Suely, no elenco. A produção também apresenta as crianças Luan Vasconcelos, Beatriz Carwile, Nathyel Martins, Manuela Paulino, Pablo Vinícios e Enzo Uejo.

Filme acumula prêmios internacionais

A escolha para representar o Brasil no Oscar acontece após uma sequência de reconhecimentos em festivais. Feito Pipa teve a première mundial em fevereiro, durante o Festival Internacional de Cinema de Berlim, onde recebeu o Urso de Cristal de Melhor Filme, concedido pelo Júri Jovem, e o Grande Prêmio do Júri Internacional da mostra Generation Kplus.

Em agosto, no Festival de Cinema de Gramado, o longa recebeu quatro Kikitos: Melhor Direção para Allan Deberton, Melhor Atriz para Teca Pereira, Melhor Ator Coadjuvante para Lázaro Ramos e Melhor Filme pelo Júri Popular. Yuri Gomes também recebeu uma Menção Honrosa.

A produção passou ainda pelo Festival Internacional de Cinema de Cartagena das Índias, na Colômbia, onde Yuri Gomes venceu o prêmio de Melhor Interpretação na mostra competitiva Cine de los Barrios.

No Festival Internacional de Cinema de Guadalajara, no México, Feito Pipa recebeu o Prêmio Maguey de Melhor Filme. Teca Pereira e Yuri Gomes também foram reconhecidos com o Prêmio Maguey de Melhor Interpretação.

O longa ainda tem exibições previstas no Giffoni Film Festival, na Itália; no Frameline, em São Francisco, nos Estados Unidos; e no Shanghai International Film Festival, na China.

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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 15:00:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Médicos explicam os efeitos do inverno na saúde capilar e alertam para cuidados]]></title>
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				<description><![CDATA[Com a queda das temperaturas, é comum que homens e mulheres percebam uma quantidade maior de fios de cabelo no ralo do banheiro, na escova ou sobre as roupas. A impressão de que o inverno provoca uma queda capilar mais intensa, porém, não corresponde necessariamente ao que acontece com o ciclo dos fios.

Segundo especialistas, não existe uma regra que determine que a queda de cabelo aumente no frio para todas as pessoas. Na realidade, estudos dermatológicos apontam que o fenômeno pode ser mais intenso durante o verão.

Uma das hipóteses para essa variação está relacionada à exposição solar. O ciclo dos cabelos sofre influência de diferentes fatores e pode apresentar alterações sazonais em algumas pessoas.

A maior exposição do couro cabeludo à radiação solar durante os meses quentes é apontada como uma possível explicação para uma queda mais acentuada nessa época do ano, embora o mecanismo ainda envolva diferentes fatores.

Se o inverno não necessariamente faz os cabelos caírem mais, por que a queda parece tão evidente durante os meses frios? Um dos motivos está nos hábitos adotados durante a estação.

Com as temperaturas mais baixas, muitas pessoas diminuem a frequência de lavagem dos cabelos. Dessa forma, os fios que já se desprenderam naturalmente permanecem entre os cabelos até o próximo banho.

A queda, portanto, pode parecer maior quando os cabelos finalmente são lavados. Isso acontece porque uma pessoa pode perder, naturalmente, cerca de 100 fios por dia. Se a lavagem ocorre com menor frequência, uma quantidade maior de fios se acumula e é eliminada de uma só vez durante o banho.

CICLO DOS FIOS

De acordo com o dermatologista dr. Hudson Dutra, as mudanças sazonais podem interferir no ciclo capilar de algumas pessoas, mas não são suficientes para provocar, por si só, uma rarefação acentuada dos cabelos.

“Estamos falando de um tipo de queda capilar chamado eflúvio telógeno, que, por definição, não é capaz de causar rarefação importante no couro cabeludo ou falhas pontuais. Caso isso aconteça, outros diagnósticos devem ser investigados”, explica o médico.

O eflúvio telógeno é caracterizado pelo aumento temporário da quantidade de fios que entram na fase de queda. O quadro pode aparecer após diferentes tipos de alterações no organismo e, em muitos casos, apresenta evolução transitória.

A observação do comportamento dos fios ao longo dos meses é importante justamente porque nem toda queda significa calvície. A quantidade de cabelo encontrada no banho ou na escova, isoladamente, não é o suficiente para determinar a causa do problema.

ATENÇÃO AO BANHO

Embora o frio não seja necessariamente responsável pelo aumento da queda, alguns hábitos comuns durante o inverno podem prejudicar o couro cabeludo. Um dos principais é o banho excessivamente quente.

Quando a água está muito quente, pode ocorrer remoção da oleosidade natural que ajuda a proteger a pele e os fios. A consequência pode ser um couro cabeludo mais ressecado e irritado. Em algumas pessoas, o hábito também pode agravar quadros de dermatite seborreica.

“O banho quente não provoca calvície, mas pode comprometer a saúde da microbiota do couro cabeludo. Quando a barreira natural da pele é agredida, surgem condições que favorecem inflamação, coceira, ressecamento ou aumento da oleosidade. Por isso, recomendamos banhos com água morna. Isso, porém, não interfere diretamente na queda de cabelo”, orienta o dr. Hudson Dutra.

O inverno também costuma alterar outros hábitos relacionados aos cabelos. O uso mais frequente do secador em temperaturas elevadas, por exemplo, pode contribuir para o ressecamento dos fios.

Outro comportamento que merece atenção é dormir com o couro cabeludo ainda úmido, especialmente quando os cabelos são lavados à noite.

A menor frequência de lavagem também pode favorecer o acúmulo de oleosidade, resíduos e células no couro cabeludo. Por isso, a recomendação é manter uma rotina de higiene compatível com as características de cada cabelo, sem reduzir excessivamente as lavagens apenas por causa do frio.

QUANDO FICAR ALERTA?

A perda diária de fios faz parte do funcionamento natural do organismo. O problema aparece quando a queda se torna persistente, muito intensa ou passa a ser acompanhada por outros sinais.

Alterações como perda de peso, febre e dores nas articulações, por exemplo, podem indicar que a queda está relacionada a alguma condição de saúde que precisa ser investigada. Entre as possíveis causas estão desde deficiências nutricionais até doenças autoimunes.

A deficiência de vitamina D pode estar relacionada a alterações capilares, enquanto doenças mais complexas, como o lúpus sistêmico, também podem apresentar manifestações nos cabelos. Por isso, não é recomendável tentar identificar a causa apenas pela quantidade de fios perdidos.

A avaliação dermatológica pode determinar se existe uma alteração no ciclo capilar e, quando necessário, indicar exames complementares para investigar possíveis causas.

QUEDA OU CALVÍCIE?

Outra dúvida frequente é como diferenciar uma queda temporária de um quadro de calvície. De maneira geral, o comportamento dos fios ao longo do tempo ajuda nessa identificação.

Em situações como eflúvio telógeno, alterações nutricionais, mudanças importantes de peso ou outros fatores transitórios, a queda pode começar de maneira gradual, apresentar piora ao longo de dois ou três meses e depois melhorar lentamente nas semanas seguintes.

Já a alopecia androgenética, conhecida popularmente como calvície, costuma provocar redução progressiva da densidade dos fios. Nesse caso, o couro cabeludo passa a ficar mais visível conforme os cabelos se tornam mais finos e menos numerosos.

“É importante observar a evolução do quadro nos últimos meses e realizar uma avaliação dermatológica cuidadosa, uma vez que o eflúvio telógeno e a alopecia androgenética, mais conhecida como calvície, frequentemente coexistem”, explica o dr. Hudson Dutra.

Uma queda súbita e intensa, portanto, pode apontar para um processo diferente daquele observado na calvície. Por outro lado, perceber que os cabelos estão ficando progressivamente mais finos ou que determinadas áreas do couro cabeludo estão mais aparentes merece avaliação profissional.

TRATAMENTOS

Identificar a origem da queda é fundamental para escolher o tratamento. Atualmente, existem diferentes possibilidades terapêuticas, que podem envolver medicamentos, terapias físicas, protocolos clínicos individualizados e mudanças de hábitos.

Em situações mais avançadas, nas quais existe perda significativa dos folículos, o transplante capilar também pode ser considerado. O procedimento, entretanto, não é indicado indistintamente para qualquer pessoa que apresente queda.

“Quando a queda de cabelo se torna excessiva ou persistente, é fundamental buscar a avaliação de um médico para identificar a causa e definir o tratamento mais adequado. Em casos selecionados, o transplante capilar pode ser uma alternativa eficaz e segura para restaurar a densidade dos fios, desde que haja indicação clínica e expectativas alinhadas com os resultados do procedimento”, explica o cirurgião referência em transplante capilar dr. Thiago Bianco Leal.

A avaliação individual é necessária porque diferentes tipos de alopecia podem apresentar sintomas semelhantes.

Além disso, como o eflúvio telógeno e a alopecia androgenética podem ocorrer simultaneamente, isso torna a investigação importante para que o tratamento não seja direcionado apenas a um dos problemas.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Tem promessa de candidato que já deveria estar tombada pelo patrimônio... Leia na coluna de hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[Euclides da Cunha - Escritor brasileiro

"Estamos condenados à civilização. Ou progredimos ou desaparecemos".

FELPUDA

Tem promessa de candidato que já deveria estar tombada pelo patrimônio histórico. De tanto passar eleição, eleição e mais eleição, algumas ganharam poeira, teias de aranha e até aquele cheirinho de coisa guardada no fundo do armário. São os mesmos problemas, as mesmas soluções milagrosas e, depois da posse, o mesmo velho esquecimento. E há ainda alguns candidatos, que disputam vagas nos Legislativos, prometendo que "vão executar" obras e até fazer chover. No fim, a única obra que muitos realmente executam é a promessa. E essa, infelizmente, nunca sai do papel.



Com bolsa

Nesta quinta-feira (17), serão encerradas as inscrições do curso de formação e atualização para Cuidadores de Pessoas Idosas, do Programa UFMS 60+, que oferece vagas tanto para a comunidade universitária como para os demais interessados. 

Mais

A formação será realizada na UFMS de Campo Grande, Aquidauana, Coxim, Chapadão do Sul, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã, Três Lagoas e do Pantanal. Os participantes devidamente matriculados e regulares no curso receberão bolsa de até R$ 300.

Roberto Cunha e Lorena - Foto: Arquivo Pessoal

 

 Zulma Marques Alvares e Algemiro Claro Alvares,  comemorando hoje 66 anos de casamento Bodas de Ébano - Foto: Arquivo Pessoal

Espaço 

A corrida pelo Governo também revela procura por espaço político fora dos grupos tradicionais. Alguns candidatos chegam à disputa depois de passagens pelo Legislativo; outros, vindos da iniciativa privada, educação ou administração municipal. A maioria já experimentou outras eleições e conhece, portanto, o peso de uma campanha majoritária. Mas disputar a eleição é uma coisa; administrar a máquina pública é outra.

A escolher

Dos oito nomes colocados na disputa pelo Governo de MS, Eduardo Riedel (PP) é o único com experiência no Executivo.  Delcídio do Amaral (PRD) foi senador; Fábio Trad (PT), deputado federal; e João Henrique Catan (PL) exerce  mandato na Assembleia. Renato Gomes (DC) tem formação em Economia e Finanças  pela FGV. Daniel Lemes (PCO) é professor e candidato indígena. Lucien Rezende (PSOL) já ocupou  secretaria municipal em Ribas do Rio Pardo. Jefferson Bezerra (Agir) é jornalista. 

Mudança

Depois de seis mandatos como deputado federal, o petista Vander Loubet decidiu disputar uma vaga no Senado. Sua trajetória política está diretamente ligada à história do seu partido em MS. Durante governos petistas, manteve forte presença nas articulações políticas do Estado. Também participou da administração Eduardo Riedel. Naquela fase, nomes ligados a Vander chegaram a ocupar secretarias e outros cargos. O relacionamento político, porém, terminou em rompimento. 

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Dra. Viviane Almeida Nogueira Orro,
	Edil Afonso Albuquerque, 
	Livia Vollkopf,
	Johnny Guerra Gai, 
	Regina Helena de Souza Campos Martins, 
	Humberto Rezende Pereira Filho,
	Dr. Amantino Soares Rocha,
	Marcus Vinicius Romero Nobre Leal,
	Eliza Maria Albuquerque Palhares,
	Maria de Fátima Targino Viegas,
	Vera Lucia de Brito Martins,
	Edy Assis de Barros Amaral,
	Jamilson Name,
	Safira Ribeiro da Rocha,
	Afif Queder,
	Reinaldo da Rosa Silveira,
	Mabel Regina Menezes Kaczan,
	Maria Aparecida Ortiz,
	Nivia de Paula Moraes Oliveira,
	Jaime Batalha Filho,
	Alessandra Fortes Rodigheri, 
	Eduardo Alcântara, 
	Moema Borges de Oliveira Lima, 
	Tânia Maria Nóbrega, 
	Maria Aparecida Gil Alvarenga Flor, 
	Wilson Cabral Tavares,
	Gabriela Dória,
	Juber Nantes Coelho Junior,
	Pedro Alves de Oliveira, 
	Pe. Wilson Gualberto dos Santos, 
	Tereza Nunes da Silva, 
	Cândida Maria Corrêa Pereira Prates,
	Fabrina Antônia Almeida 
	de Macedo Coelho,
	Rhaiza Rejane Neme de Matos,
	Elisabete Aparecida Nogueira Queiroz Campos,
	Nilton Luciano dos Santos Junior,
	Robson Borges Batalha,
	Maria Tamae Yamakawa Takamura,
	Daniela Domingos Alves,
	Marco Antonio Guimarães Falcão, 
	Baltazar Soares da Silva,
	Adélia Garcia Rocha,
	Dra. Georgiana Silva Nascimento Zahran, 
	Maria Aparecida Martins de Souza,
	Dr. Paulo Roberto Santos Azambuja Gomes Rea Junior,
	Dr. João Siqueira,
	Maria Gichek Salimon,
	Antônio de Castro,
	Adalberto Silva de Oliveira,
	Carlos Augusto Georges,
	Edison Lorenzetti,
	Aida Fonseca Vieira,
	Aparecida Marcílio Gamba, 
	Cristiane Soares,
	Maria de Fátima Costa Torres,
	Clarindo Santos de Rezende,
	Francisco Assis Borges,
	Elias Londres,
	Maria Salete Nascimento,
	Dr. Clébio Pereira Vasconcellos, 
	Kelly Cristina Silva Nakasone,
	Meire Carolina Santos,
	Janice Nascimento,
	Dr. Roosevelt Louback de Carvalho,
	Dr. Renate Vogl Hargesheimer, 
	Ivo Meireles Bueno,
	Dr. Carlos Roberto Moreira, 
	Jaime dos Santos,
	Antônio Sérgio Ribeiro Arruda,
	Rosemeire Aparecida Dolce,
	Silmo César Paulon,
	Luiza Vieira Conde,
	Maria Lúcia Ferreira,
	Valtedon Martins de Novaes,
	Márcia Brandão de Lima,
	Maria Aparecida Bica,
	Luciene Margot de Araújo Silva Teles,
	Pedro de Souza Pinto Neto,
	Walquiria Carvalho Capusso,
	Luiz Hidenoi Moroto,
	Cristina Barbosa dos Santos,
	Elza Coelho da Silva,
	Ana Rosa Pedrosa Vera Martins,
	Davi da Silva Cavalcanti,
	Caio Vinicius Trindade,
	Dr. Miguel Duailibi Neto, 
	Edson Luiz Coelho das Neves,
	Marcos Luiz de Oliveira João,
	Luiz Roberto Silveira Maia,
	Horácia Doxinha Rafael Tamasato, 
	Paola Gianotto Braga,
	Josilene Paulon Tosta Canteiro,
	Kátia Katsumi Arakaki,
	Keila de Lima Arar,
	Juliana Maria Bruno,
	Guilherme Rohwedder Neto,
	Leila Abrão,
	Ronaldo Silveira Cobianchi, 
	Paulo Pereira de Alcântara,
	Maria Regina de Castello Branco,
	Guilherme Jiro Tsuge,
	Michel Cordeiro Yamada,
	Rafael Kenny Kiatake,
	Lúcia Taniguchi Takeuti,
	Vantuir Antonio Grasseli.


Colaborou com Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Famosa avenida de Campo Grande recebe 1º Festival Gastronômico]]></title>
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				<description><![CDATA[Na noite desta segunda-feira (14), Campo Grande deu início ao 1º Festival Gastronômico da Avenida Bom Pastor, famosa rua gastronômica da Capital sul-mato-grossense. O evento segue até o domingo (20) e conta com a participação de mais de 50 restaurantes. A realização é da União dos Empreendedores e Comércio de Mato Grosso do Sul (UNECOM-MS). 




A avenida gastronômica tem uma grande variedade de comida, para todos os tipos, entre elas estão: hambúrguer, pizza, sushi, espetinho, açaí, sorvete e muito mais.

A proposta é transformar a avenida em um grande ponto de encontro para famílias, amigos e amantes da boa gastronomia, com incentivo ao público para conhecer novos sabores e prestigiar os restaurantes e empreendedores que movimentam a região.

Além da experiência, o festival também busca fortalecer o comércio local e destacar a importância da Avenida Bom Pastor para a economia e para a cultura gastronômica de Campo Grande.

Entre os restaurantes que se destacam na Avenida Bom Pastor estão: Pedaço da Pizza, Bom Parmê, Vila Gastronômica Pira, Mínimo&#39;s, Oshent Sushi, Vera&#39;s Bar, Poiá e a gelateria Sésamo.

Confira algumas promoções do festival:


	Bom Parmê - 10% de desconto no parmê de filé mignon
	Oshent Sushi - rodízio completo para casal no valor de R$ 249,90
	Sésamo Gelato e Café - na compra de um copinho com dois ou três sabores ou de um cascão com dois sabores e mais R$ 1, o cliente ganha um mini cone recheado, nas opções de ninho trufado e chocolate belga
	Burger Oceanic - combo de hambúrguer de siri, batata frita e refrigerante no valor de R$ 39,90
	Traíra&#39;s Bar e Restaurante - a primeira opção contém seis long necks (das marcas participantes) e mais uma porção de mandioca spice no valor de R$ 65; na segunda alternativa, o cliente compra uma porção de peixe frito e ganha três long necks.
	Vera&#39;s Bar - chopp por R$ 7,99


O corredor gastronômico, cultural e turístico da Avenida Bom Pastor é um dos locais mais tradicionais em Campo Grande, onde são encontrados sabores regionais e de várias partes do mundo.

A rua conta com uma variedade de bares, restaurantes, conveniências e food trucks ideais para quem quer curtir a noite com os amigos, família ou mesmo sozinho.

 
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 09:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Confia! ]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/confia/472926/</link>
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				<description><![CDATA[Nos últimos dias tenho frequentado bastante o hospital, visitando amigo. As vezes as visitas são mais longas e duram o dia inteiro. Revezo com os dois filhos que trabalham muito e vão quando podem. É a segunda vez que ele interna. A primeira durou 28 dias. Foi difícil fechar o diagnóstico, cada hora um sintoma diferente. Hospitais não são os melhores lugares do mundo para se frequentar.  

Mas este é até bonito arquitetonicamente e limpíssimo, com belos posteres nas paredes de gente sorrindo. Confesso que isto me intriga um pouco, é difícil ver alguém sorrindo nos sobe e desce dos elevadores ou mesmo nos corredores. Mas o marketing deve ter pensado que isto ajuda o moral dos pacientes. Vai saber.  

Enfermeiros e enfermeiras, técnicos e técnicas, médicos e médicas, todo o staff do hospital faz o possível para deixar o paciente confortável. São gentis, mas só conversam o essencial. Por mais que você questione certos protocolos ou tenha dúvidas sobre processos, eles só vão dizer o mínimo que você precisa saber. Nada de excessos, de frases complexas ou explicações extensas. A palavra ali é confiar, como bem disse a doutora, cujo in-paciente teimava em lhe dizer que a IA (doutora dos leigos) tinha dado outro diagnóstico.

Não deve ser fácil ser um profissional da saúde. Ser um paciente, tampouco. É como se você deixasse toda a sua autonomia, vergonha, pruridos, tudo do lado de fora. Confia! As agulhas intermináveis, remédios no meio da noite, o pijama manchado pela manhã, fraldas, soros e banhos sob vigilância. Quem está na cama perde a noção do dos dias e das horas. E começa a repetir as histórias, a conversa com os médicos, esquece que comeu.  

Recentemente fui visitar outro amigo, num hospital público. Não tinha gravuras nas paredes, nem beleza arquitetônica, só a boa vontade dos – poucos – profissionais. Meu amigo jazia na cama da UTI, com tubos no corpo e na boca e cercado por dezenas de pacientes como ele. Nenhuma visita em dois meses de internação. Falei o que me veio à cabeça, da forma mais amorosa e tranquila que pude. Ele ouviu tudo, mas não pode responder nada. Prometi voltar na semana seguinte, mas viajei e tive que adiar. No aeroporto soube da sua partida. Ainda bem que fui vê-lo, pensei.

As atendentes da recepção do hospital que tenho frequentado ultimamente, sempre me perguntam o grau de parentesco que tenho com o paciente. E quando respondo – ex-mulher - elas sempre me olham com surpresa e interrogação. Às vezes, quando tenho paciência, explico que é o pai dos meus filhos. Imagino que elas devam achar a situação inusitada. Não deixa de ser. Mas é assim que é. Não, eu não gosto de hospitais. Sempre rezo para não precisar de um. Mas cá para nós, depois de conhecer duas realidades, não há como deixar de compará-las. Se é sorte poder se internar num bom hospital ou destino de quem não pode se preparar para as adversidades, eu não sei. Mas os primeiros, com certeza, são os sortudos.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 09:15:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Festival do Chamamé reúne participantes de Brasil, Paraguai e Argentina em Mato Grosso do Sul]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/festival-do-chamame-reune-participantes-de-brasil-paraguai-e/472724/</link>
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				<description><![CDATA[A partir desta quinta-feira, começa a 8ª edição do Festival Cultural do Chamamé, da Polca Paraguaia e da Guarânia. Até domingo, a programação reúne artistas dos três países em shows, apresentações de dança, feira gastronômica e de artesanato e um concurso dedicado à dança de salão no estilo chamamé.

A abertura será realizada na quinta-feira, às 19h, no Centro Cultural José Octávio Guizzo. A entrada é gratuita mediante a doação de 1 quilo de alimento não perecível.

Entre as atrações estão a Pareja Oficial do festival, Enzo e Bianca Alarcon, de Corrientes, na Argentina; o instrumentista brasileiro Marcelo Loureiro; o Ballet Folclórico da Municipalidad de Capiatá, do Paraguai; o harpista paraguaio César D’Apollo; a cantora paraguaia Miriam Beatriz e a dupla Verônica Benitez y Nicolás Gaona, que apresenta a tradicional Danza das Botellas.

A noite termina com o espetáculo “Brasil, meu Brasil brasileiro – Laços de Amor e Amizade”, com produção e direção de Rebecca D’Albine.

Para o produtor geral do festival, presidente do Instituto Cultural Chamamé MS e apresentador do programa A Hora do Chamamé, Orivaldo Mengual, a integração entre diferentes comunidades é o principal sentido do evento.

“A integração entre as culturas é o pilar que sustenta todo o nosso trabalho. Não estamos falando só de entretenimento, mas de políticas públicas de cultura que conectam histórias. Ver o intercâmbio cultural acontecer em tempo real, com artistas de diferentes países dividindo o mesmo palco, é a prova viva que Chamamé é a língua que falamos sem sotaque, unindo brasileiros, argentinos e paraguaios”, afirma.

RITMO QUE APROXIMA

A programação segue na sexta-feira, desta vez na Colônia Paraguaia, no Bairro Pioneiros, das 19h à 1h30min. A noite será marcada por apresentações de artistas e grupos de Mato Grosso do Sul, Argentina e Paraguai.

Voltam ao palco Enzo e Bianca Alarcon, além do harpista Fábio Kaida, do Ballet Folclórico de la Municipalidad de Capiatá, Lito Delgado y Conjunto Folclórico e Los Caminantes del Chamamé. O encerramento fica por conta do Baile Pantaneiro, com o Grupo Surungo Bueno, de Dourados.

A escolha de Campo Grande para sediar o encontro também dialoga com a presença do chamamé na identidade cultural sul-mato-grossense.

O gênero, associado especialmente à região de Corrientes, na Argentina, estabeleceu relações com manifestações musicais e culturais presentes em Mato Grosso do Sul, território marcado pela proximidade geográfica e histórica com o Paraguai.

Foto: Divulgação

DANÇA OCUPA A PISTA

No sábado, além das apresentações musicais, o destaque será o Concurso de Dança Chamamé, marcado para as 15h, na Colônia Paraguaia. As inscrições podem ser feitas somente até hoje e são gratuitas.

A competição será dividida em duas categorias: Livre, destinada a casais com mais de 18 anos, e 60+. A iniciativa procura reunir diferentes gerações em torno da dança e valorizar tanto quem está começando quanto aqueles que mantêm a tradição há mais tempo.

Cada dupla terá entre três e quatro minutos de apresentação, utilizando como trilha sonora “Campo Grande Chamamezeiro”, do artista Santhyago Rios. A música será a mesma para todos os participantes, deixando a avaliação concentrada na interpretação de cada casal.

Um júri técnico formado por até cinco avaliadores atribuirá notas de 5 a 10. Serão analisados ritmo, sincronismo, expressão, diversificação de passos e vestimentas. Vence a dupla que alcançar a maior soma de pontos.

Em caso de empate, o primeiro critério de desempate será a nota de ritmo. Depois, serão considerados diversificação de passos e sincronismo. Se a igualdade permanecer, os casais empatados passarão por uma terceira etapa, com outra música no estilo chamamé.

A roupa também faz parte da avaliação. Para as mulheres, a orientação é utilizar saia rodada ou vestido longo e amplo, que favoreça os movimentos dos giros, além de blusa ou camisete discreto.

Para os homens, a recomendação é bombacha ou calça tradicional, larga nos quadris e ajustada no tornozelo, acompanhada de camisa de botão.

A organização e curadoria do concurso estão sob responsabilidade dos professores Michele Veruska e Fernando Quadros.

As inscrições devem ser feitas pelo WhatsApp (67) 99102-3717, com envio do nome completo dos dois participantes, datas de nascimento, cidade, CPF e telefone para contato.

Depois do envio, a organização encaminha a ficha de inscrição, que precisa ser preenchida e devolvida para confirmar a participação. As vagas são limitadas.

FEIRA

Ainda no sábado, a programação começa às 12h, com a abertura da Feira Gastronômica e da Feira de Artesanato e das atividades em comemoração ao Dia Estadual do Chamamé.

Ao longo do dia, o público poderá acompanhar apresentações de representantes de diferentes regiões e países. Entre os nomes previstos estão Pajarito Silvestri y Grupo Enramada, Lito Delgado y Conjunto Folclórico, o Ballet Folclórico de Capiatá, Simon Morales e Fuelles Correntinos.

A programação termina com outro Baile Pantaneiro, desta vez comandado por Danilo da Gaita e Grupo.

ENCHAMIGADA

O encerramento acontecerá no domingo, a partir das 10h, com a tradicional Enchamigada Chamamezeira. A programação reúne feira de artesanato e gastronomia e almoço com comida de comitiva. O convite para o almoço poderá ser adquirido na portaria da Colônia Paraguaia.

A agenda musical começa às 11h, com Simon Morales, da Argentina, seguido pelo Grupo Chama Campeira, de Camapuã.

Danilo da Gaita, de Campo Grande, sobe ao palco às 14h. Às 16h, a programação recebe Desidério Souza, de São Luiz Gonzaga, no Rio Grande do Sul. Às 18h, será a vez do Grupo Fama, de Campo Grande. O encerramento do festival está previsto para às 20h.

O evento é realizado pelo Instituto Cultural do Chamamé MS e pelo programa A Hora do Chamamé e conta com apoio da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura (Setesc), Governo da Cidade de Assunção, ASU Cultura e Turismo, Dirección de Acción Cultural e Comunitária, TV Educativa MS e FM 104.7.

>> SERVIÇO

8º Festival Cultural do Chamamé, da Polca Paraguaia e da Guarânia de MS

Data: quinta-feira a domingo.
Local: Centro Cultural José Octávio Guizzo e Colônia Paraguaia.

Concurso de Dança Chamamé

Data: Sábado.
Horário: às 15h.
Local: Colônia Paraguaia.
Inscrições: até hoje pelo WhatsApp (67) 99102-3717
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Petista que posa de vestal da moral e dos bons costumes vem colecionando... Leia na coluna de hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[Margaret Thatcher - Política britânica

"Estar no poder é como ser uma dama. Se tiver que lembrar às pessoas quem você é, você não é”.

FELPUDA 

Petista que posa de vestal da moral e dos bons costumes vem colecionando revés na Justiça Eleitoral. Em vez  de apresentar propostas e mostrar ao eleitor o que pretende fazer na Câmara Federal, caso seja eleito, prefere se perder em intrigas e tentativas de desestabilizar adversários, segundo político que conhece bem os bastidores. A estratégia, pelo visto, tem sido mais de conversa do que de conteúdo. Detalhe: o dito-cujo, a cada eleição, tenta conquistar um mandato, mas nunca consegue. Como se vê, discurso inflamado nem sempre é suficiente para convencer o eleitor.

Foto: Reprodução

Disponível gratuitamente para toda a população, a AEDO – Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos – feita em cartório pode ser consultada, via CPF do falecido, pelos responsáveis do Sistema Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde, diretamente na Central Nacional de Doadores de Órgãos. A iniciativa, que busca ajudar as pessoas que atualmente aguardam na fila por transplante de órgão, pode ser solicitada digitalmente em qualquer um dos Cartórios de Notas do Brasil. O interessado preenche um formulário diretamente no site www.aedo.org.br, que é recepcionado pelo cartório selecionado. Em seguida, o tabelião agenda uma sessão de videoconferência para identificar o interessado e coletar a sua manifestação de vontade. Por fim, o cidadão e o notário assinam digitalmente a AEDO, que fica disponível para consulta do Sistema Nacional de Transplantes. É possível ainda escolher qual órgão deseja doar –medula, intestino, rim, pulmão, fígado, córnea, coração ou todos. No Brasil, a maioria das pessoas na fila única nacional de transplantes aguarda a doação de um rim, seguido por fígado, coração, pulmão e pâncreas, Pela legislação vigente, quem autoriza a doação em caso de morte encefálica é a família, que precisava estar ciente da intenção da pessoa em doar seus órgãos e/ou tecidos. Com a AEDO esta manifestação de vontade fica registrada dentro de uma base de dados acessada pelos profissionais da Saúde, que terão em mãos a comprovação do desejo do falecido para apresentar à família no momento do óbito. A plataforma está acessível 24 horas por dia, 7 dias por semana, de qualquer dispositivo com acesso à internet.

 Mônica, Marcela e Eduardo Riedel - Foto: Arquivo Pessoal

 

 Dra Juliana Lusvarghi - Foto: Arquivo Pessoal

Termômetro

A sucessão da prefeita Adriane começa a entrar no radar político de Campo Grande com vistas a 2028, embora a movimentação mais efetiva deva ocorrer a partir de 2027. Ainda não se sabe  se os partidos que hoje integram o arco de alianças do governador Riedel estarão novamente do mesmo lado. Algumas figuras já andam assanhadas e ensaiam colocar o bloco na rua. A eleição deste ano poderá servir para medir força e espaço dos candidatos. 

Cadeiras

Se for reeleito, o governador Riedel poderá entrar na disputa por uma das vagas ao Senado em 2030. A cadeira que estará em jogo será a da senadora Tereza Cristina, com o final do seu mandato. Ela, por sua vez, também poderá entrar na disputa pelo Governo de MS. Assim, as eleições deste ano já produzem reflexos sobre a montagem do cenário de 2030. Como na política ninguém costuma olhar apenas para a próxima curva...

Responsa

Está nas mãos dos irmãos Fábio e Marcos Trad, hoje em partidos de esquerda, parte importante da responsabilidade de ampliar o espaço político da família nestas eleições. Fábio disputa o Governo, enquanto Marcos busca uma vaga na Câmara dos Deputados. O senador Nelson Trad Filho, por sua vez, desistiu do confronto direto e agora integra uma chapa majoritária como suplente. Se os dois irmãos não obtiverem sucesso nas urnas, o legado político da família poderá sofrer um forte revés. A eleição, portanto, servirá para medir a força do sobrenome.

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Leni Fernandes, 
	Déo José Rimoli Filho,
	Neiba Ota,
	Marcus Vinicius Saucedo Perez, 
	Dalila Felix Damian Miragaia, 
	Adirson Moreno Peixoto,
	Gete Ottano da Rosa,
	Francisca Cosma de LIma Cordeiro,
	João Yossimitu Chimabuco,
	José Pereira de Viveiros,
	Oilson Rizzo,
	Paulo Cesar Coelho,
	Rodrigo Seabra Gomes,
	Josefina Antonia Toledo da Silva,
	Julianne de Souza Espindola,
	Cleusa Araujo Clark,
	Yassuo Noguchi,
	Silvia Kozima,
	Gilza Nuria Marroni,  
	Paulo Sergio França,
	Jurandir Calixto da Cruz,
	Osny Duarte Ribeiro,
	Carlos Hamilton Pereira,
	Dr. José Rizkallah, 
	Dr. Jorge Eduardo Rodrigues,
	Mauro Antônio Zaionc, 
	Eliane Del Greco Michelazzo,
	Roberto Pinheiro de Lima,  
	Wilson Marques Barbosa,     
	Ana Cecília Mascarenhas Moreira,
	Vanir Pato dos Santos,
	Ricardo Ferreira,
	Sueli Higa, 
	Orlando Costa Marques Leite,
	Rochelle Costa,
	Vanildo Neves Barbosa,
	Raimundo Nonato Teixeira,
	Lecir Regenold Martins, 
	João Pereira Guimarães Neto,
	Gislene Maria de Macedo,
	Maurilio Nicomedes da Cunha,
	Neuza Maria Trindade Benites,
	Luiza Miyahira,
	Eliane Novaes Guimarães,
	Hélio Arthur Bacha,
	Alex Addor,
	Nelson Buianain Filho, 
	Arides Gonçalves Gattis,
	Dr. Victor Hugo Andrade de Oliveira,
	Cleber José Ferreira Aguilar,
	João Nunes,
	Ramão Barbosa de Souza,
	Josias dos Santos Rosa,
	Cleiton Alves Rodrigues,
	Roberto de Paula Almeida, 
	Vera Brum,
	Dr. Aristóteles Ferreira,
	Maria Cristina Andrade Lopes,
	Wilson Gomes,
	Anibal do Nascimento Reis,
	Maria Antonieta Assunção,
	Silvio Bezerra Silva,
	Edison Nepomuceno,
	Rosiane Nogueira Escobar,
	Hilda Silveira Gomes,
	Marisa Mendes Gonçalves,
	Orcílio Pereira de Queiroz,
	Dácio Barbosa,
	Antônio Cotrim Júnior,
	Dra. Jussara Toshie Hokama, 
	Elsi Abussafi dos Santos,
	Márcio César Gonzaga,
	Pedro Sorrilha Nantes,
	Sérgio Adalberto Oliskovicz,
	Hudson Oliveira,
	Maria de Lurdes Teófilo Tavora,
	Pedro Paulo Batista,
	Carmem Fonseca,
	Soraia Aparecida Chrun Silva,
	Cristina Xavier da Silva,
	Emanuel Kilkner Xavier Correa,
	Altair Carvalho de Oliveira,
	César Glauco dos Santos Braga,
	Hans Edgar Bacahenheimer Aguilera,
	João Edson Vitti,
	Arnaldo Oscar Drews,
	João Sguissardi da Rosa,
	Milton dos Santos de Souza,
	Roseli Douxera Aquino,
	José Carlos Oliveira Junior,
	Manoel Afonso, 
	Janete Bellini D´Oliveira,
	Plinio de Arruda Junior,
	José Carlos Sena,
	Zito Manuel da Silva,
	Fabiano Battiston,
	Oscar Aparecido Santana,
	Waldelino Pereira Fernandes,
	Alexandre Rodrigues Favilla,   
	Nailor Holsback Pereira,          
	Ayrton Assunção Matos Júnior,     
	Cassiano Zambam Biglia,
	Jair de Almeida Serra Neto,
	Laralice da Rocha Aidar,
	Jucyliana Cristine Arantes,
	Mozart Stefani, 
	Taís Gouvêa Assunção, 
	Lourdes Peres Benaduce,
	Roberta Moreschi,
	Samanta Viki Ramos,
	Marlene Meneses de Almeida.


Colaborou com Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Cidade Afeto]]></title>
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				<description><![CDATA[Ao aceitar o convite  de Henrique Medeiros, presidente da Academia de Letras de Campo Grande e da amiga   e acadêmica Theresa Hilcar para uma palestra, a memória revirou.  Não imaginava que viveria tantas emoções em dois dias. Momentos diferentes de minha vida vieram à tona. 

Marcia, minha esposa,  e eu percorremos o que foi possível da cidade, a qual estou ligado desde os anos 1970-1980, quando reunido com autores de minha geração atravessávamos o País   fazendo palestras a estudantes e professores em escolas, pátios, quadras, porões, calçadas, praças, estações ferroviárias, resistindo a um regime que tentava nos calar.

Para mim, esta ida, agora, semanas atrás, me trouxe Berlim, onde morei nos anos 1980. Acabara de me separar de  Bia, minha esposa, e ela mudara para o Mato Grosso com meus filhos. Comunicávamo-nos por telefone. Eu fazia a ligação para Daniel e André, à noite nos orelhões berlinenses. Era muitíssimo mais barato. Havia os fusos, porém os meninos me aguardavam ansiosos para transmitir tudo da  cidade deles, tão verde. Enquanto eu estava enregelado, ele ardiam de calor, e riam, não entendiam a diferença. Eu dizia: “estou com um pouquinho de neve na mão”, e eles queriam saber: “Qual  é o gosto da neve”. Berlim era gelada e gelado e Campo Grande, ardia. 

Eu acompanhava as escolas deles, dos jogos de futebol nos terrenos vagos em torno da casa na Rua da Paz, dos passeios.  Contavam dos campeonatos de futebol de salão no colégio. Estavam felizes, a cidade os acolheu. Eu me adaptava a Berlim,  eles a Campo Grande. Havia afeto. Lembro-me rindo de um “castigo” para alunos  rebeldes.  Eram trancados na biblioteca. Daniel e André faziam arrelia para serem  fechados e ali ficavam lendo. Eu sabia da Rua da Paz, onde tinham morado,  jogando futebol nas ruas de terra. Hoje avenidas asfaltadas, em bairro de classe média alta, a casa em que os meninos moravam, desapareceu.

Circulei por uma cidade dominada por um verde exacerbado que me atordoava, eu lembrando o romance “Não Verás País Nenhum”, hoje um clássico da questão ambiental. Assim  circulei em torno do cerrado conservado, milhares de árvores  me envolvendo e ouvia, sim, uvia,  todo aquele verde me  agradecendo pela imensa reserva do Cerrado.  Apego à natureza. 

Aquela época lá atrás foi a  do muro de Berlim com seus belvederes  (observatórios)  aos quais  subíamos do lado de cá, dito democrático, para  observar os “comunistas” do “lado de lá”. Como se fossem animais de zoológico. Loucuras da Guerra Fria.

Na semana passada, em   acordo entre a Academia Brasileira e a de Campo Grande  falei por duas horas para uma sala lotada. Ou seja, as academias estão  se   abrindo,  multiplicando encontros pelo País inteiro.
Terminados os autógrafos  fomos levados para o Território Ristorante, do filho de Theresa Hilcar , Diogo Wendling ,que ficara aberto para nos receber. Lá estavam os chefs e cozinheiros, fora de seus horários, em homenagem à literatura. Os matogrossenses tem ideia do tesouro raro que tem?  Calculam o valor de uma cozinha superior aos mais medalhados de São Paulo, Rio, Nova York? Diogo na cozinha se  pauta pela inovação  sem esquecer o regional.  É um olhar contemporâneo à gastronomia italiana. Marcia e eu hesitamos entre o Torteille di Ossobuco e o Entrecôte di Angus ala Grigia. Decidimos pelo Risoto Pantaneiro que leva carne seca, banana-da-terra, parmesão e pangrattato.  Disputando palmo a palmo com os parisienses “L’Atelier” ou o “Le Perocope”, ”Le Meurice”ou o “JulesVerne”Comida é afeto. Falar é formar leitores  Campo Grande, cidade afeto.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 15:05:00 -0400</pubDate>
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