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		<title>Correio do Estado - Correio B</title>
		
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		<lastBuildDate>Wed, 26 Aug 2026 16:00:00 -0400</lastBuildDate>
		
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				<title><![CDATA[Justiça barra repertório musical às vésperas do Festival de Inverno de Bonito]]></title>
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				<description><![CDATA[A Justiça determinou a proibição e a suspensão da execução pública de músicas e fonogramas protegidos por direitos autorais durante o 25º Festival de Inverno de Bonito 2026.

A decisão liminar, expedida pela 2ª Vara da Comarca de Bonito, atende a um pedido incidental de urgência do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad).

Apesar da restrição ao repertório musical, a organização do festival confirmou que a abertura oficial está mantida para as 20h desta quarta-feira (26).

De acordo com o magistrado Ronaldo Gonçalves Onofre, o município de Bonito e a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) devem se abster de promover ou viabilizar a execução de obras musicais e lítero-musicais enquanto não comprovarem o licenciamento junto ao Ecad.

A medida também autoriza a presença de fiscais técnicos do Ecad no evento para monitorar o cumprimento da ordem. Caso a regularização seja apresentada nos autos do processo, a proibição é derrubada automaticamente. O juiz manteve ainda uma multa cominatória em caso de descumprimento.

O próprio despacho do juiz esclarece que a decisão não cancela o Festival de Inverno de Bonito 2026. O evento pode prosseguir normalmente com todas as atividades que não envolvam o uso de músicas protegidas e sem autorização.

Na prática, palestras, peças teatrais sem trilha protegida, exposições de artes visuais e a gastronomia operam sem restrições.

A Fundação de Cultura de MS tentou argumentar no processo que estava em negociações administrativas com o órgão de arrecadação, incluindo mediações por meio da Câmara Administrativa de Solução de Conflitos (CASC/PGE-MS).

Apsar das alegações, o juiz Ronaldo Gonçalves Onofre destacou que tais providências revelam intenção de regularização, mas não equivalem ao licenciamento exigido pela legislação autoral. Oficiais de Justiça foram acionados para intimar os envolvidos com urgência devido ao início imediato do festival.

Programação 

A cerimônia oficial está prevista para as 20h, no Palco Sol. Antes, às 18h30, o Balé Municipal de Bonito e a Cia. Juvenil de Bonito apresentam o espetáculo “Luma”.

Depois da abertura, o Corpo de Dança Sesc MS apresenta “Te Amo”, às 20h30. No Palco Lua, DJ Mixxel toca a partir do mesmo horário e, às 21h, entra a Orquestra Jovem Sesc MS.

A programação segue com Karla Coronel, às 21h10, no Palco Sesc Estrela, e com a Cia. Selma Azambuja, que apresenta “Diálogo”, às 21h40, no Palco Sol.

Às 22h, o Grupo Municipal de Porto Murtinho apresenta o Touro Encantado. O show Canta Bonito começa às 22h30 e DJ Fred Canhão fecha a programação do Palco Lua, a partir das 23h30.

Shows principais

 Ferrugem está na programação de quinta-feira (27), com apresentação prevista para as 22h30, no Palco Lua.

Na sexta-feira (28), quem ocupa o mesmo palco e horário é Léo Foguete. A programação do dia também inclui atrações locais e regionais, apresentações de dança, teatro, DJs e atividades espalhadas por diferentes espaços de Bonito.

Seu Jorge é a principal atração musical de sábado (29). O cantor tem show previsto para começar às 22h30, também no Palco Lua.

O festival termina no domingo (30). Entre as atrações previstas para o último dia está a dupla Humberto e Ronaldo, com show das 21h30 às 23h.

Além dos shows, a programação dos cinco dias inclui atividades de gastronomia, artesanato, moda, literatura, cultura geek, dança, circo e artes visuais.

A identidade desta edição usa o udu-de-coroa-azul e o conceito “A Arte que Voa Alto, Pousa em Bonito”.

PROGRAMAÇÃO DE HOJE


	15h – Contação de história “Zeca Bigode e Tio Manoel”
	16h – Início das atividades do roteiro cultural
	17h – Live painting com Anelise Godoy
	17h30 – “Os Saltimbancos”, no Palco Sol
	17h30 – Cortejo de abertura, com saída da Prefeitura
	18h – Abertura do Lounge Geek-Literário e espaços de artesanato
	18h30 – Espetáculo “Luma”
	20h – Abertura oficial
	20h30 – Espetáculo “Te Amo” e DJ Mixxel
	21h – Orquestra Jovem Sesc MS
	21h10 – Karla Coronel
	21h40 – Espetáculo “Diálogo”
	22h – Touro Encantado
	22h30 – Canta Bonito
	23h30 – DJ Fred Canhão


 
]]></description>
				
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 16:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Festival de Inverno de Bonito começa nesta quarta; veja o que abre a programação]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/festival-de-inverno-de-bonito-comeca-nesta-quarta-veja-o-que-abre-a/471735/</link>
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				<description><![CDATA[Começa nesta quarta-feira (26) o Festival de Inverno de Bonito (FIB) 2026, que durante cinco dias terá apresentações e atividades por diferentes pontos da cidade. A abertura oficial será às 20h, no Palco Sol, mas a programação começa às 15h e avança pela madrugada.

O primeiro dia entretanto, não terá nenhuma das três principais atrações nacionais do festival. Ferrugem, Léo Foguete e Seu Jorge ficam para os dias seguintes. Nesta quarta, o público terá principalmente artistas de Mato Grosso do Sul, cortejo, teatro, dança e apresentações musicais.

A primeira atividade está marcada para as 15h, na Escola Municipal Vitalina Vargas Machado, com a contação da história “Zeca Bigode e Tio Manoel”, de Melina Melgar. A partir das 16h, espaços como O Guardado, Casa Espiral e Casa da Memória Raida recebem atividades do roteiro cultural.

O movimento aumenta no fim da tarde. Às 17h30, o Projeto Garoto Cidadão apresenta “Os Saltimbancos”, no Palco Sol. No mesmo horário, sai da Prefeitura Municipal o cortejo que marca a abertura do festival, acompanhado pela Banda Municipal de Bonito “Som das Águas de Bonito” e balizas.

Na Praça da Liberdade, haverá live painting com Anelise Godoy das 17h às 22h. O espaço também concentra, a partir das 18h, o Lounge Geek-Literário e os estandes de artesanato de Mato Grosso do Sul, de Bonito e dos povos originários.

Abertura às 20h

A cerimônia oficial está prevista para as 20h, no Palco Sol. Antes, às 18h30, o Balé Municipal de Bonito e a Cia. Juvenil de Bonito apresentam o espetáculo “Luma”.

Depois da abertura, o Corpo de Dança Sesc MS apresenta “Te Amo”, às 20h30. No Palco Lua, DJ Mixxel toca a partir do mesmo horário e, às 21h, entra a Orquestra Jovem Sesc MS.

A programação segue com Karla Coronel, às 21h10, no Palco Sesc Estrela, e com a Cia. Selma Azambuja, que apresenta “Diálogo”, às 21h40, no Palco Sol.

Às 22h, o Grupo Municipal de Porto Murtinho apresenta o Touro Encantado. O show Canta Bonito começa às 22h30 e DJ Fred Canhão fecha a programação do Palco Lua, a partir das 23h30.

Shows principais

 Ferrugem está na programação de quinta-feira (27), com apresentação prevista para as 22h30, no Palco Lua.

Na sexta-feira (28), quem ocupa o mesmo palco e horário é Léo Foguete. A programação do dia também inclui atrações locais e regionais, apresentações de dança, teatro, DJs e atividades espalhadas por diferentes espaços de Bonito.

Seu Jorge é a principal atração musical de sábado (29). O cantor tem show previsto para começar às 22h30, também no Palco Lua.

O festival termina no domingo (30). Entre as atrações previstas para o último dia está a dupla Humberto e Ronaldo, com show das 21h30 às 23h.

Além dos shows, a programação dos cinco dias inclui atividades de gastronomia, artesanato, moda, literatura, cultura geek, dança, circo e artes visuais.

A identidade desta edição usa o udu-de-coroa-azul e o conceito “A Arte que Voa Alto, Pousa em Bonito”.

PROGRAMAÇÃO DE HOJE


	15h – Contação de história “Zeca Bigode e Tio Manoel”
	16h – Início das atividades do roteiro cultural
	17h – Live painting com Anelise Godoy
	17h30 – “Os Saltimbancos”, no Palco Sol
	17h30 – Cortejo de abertura, com saída da Prefeitura
	18h – Abertura do Lounge Geek-Literário e espaços de artesanato
	18h30 – Espetáculo “Luma”
	20h – Abertura oficial
	20h30 – Espetáculo “Te Amo” e DJ Mixxel
	21h – Orquestra Jovem Sesc MS
	21h10 – Karla Coronel
	21h40 – Espetáculo “Diálogo”
	22h – Touro Encantado
	22h30 – Canta Bonito
	23h30 – DJ Fred Canhão
	 

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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 11:30:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Bisneto do fundador da cidade, Jozé Antônio Pereira esclarece fatos sobre a história da Capital]]></title>
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				<description><![CDATA[Antes que comecem a pipocar as manchetes dizendo dos 127 anos de “fundação”, lembro aos mais desavisados que serão 127 anos de emancipação político-administrativa de Campo Grande, pois de fundação já passaram os 154 anos no dia 21 de junho deste ano.

Orgulhoso de ver hoje a Campo Grande fundada por meus bisavô e avô, continuo zeloso em ver contada a sua história sem erros.

Campo Grande, 127 anos de emancipação político-administrativa. 

Hoje vou fazer diferente! Vou deixar que meu “bisa” conte a história da fundação! Conta aí, “bisa”!

“Bom dia! Fundei um arraial, quando aqui cheguei no dia 21 de junho de 1872, em companhia do meu filho Antônio Luiz e os camaradas João e Manoel Ribeira, além de Luiz Pinto, contratado pra nos guiar nestes sertões da província de Mato Grosso. 

Vim de Monte Alegre (MG), onde residi por muitos anos, até minha vinda para o sertão...
Nasci em 1825, na cidade de Barbacena (MG) e casei-me com Maria Carolina de Oliveira, em São João Del-Rey (MG), com a qual tive oito filhos.

Meu nome verdadeiro é Jozé (com z mesmo) , embora os historiadores teimem em me chamar de José. Não se dão ao trabalho de pesquisar nem mesmo no cartório, onde tem minha assinatura como juiz de paz, nos primeiros livros de casamentos.

Tanto fizeram que acabei virando José... só não gosto quando insistem, ao festejar o 26 de agosto, como sendo aniversário da ‘fundação’, ignorando que a data marca apenas a elevação da paróquia à condição de município, ocorrido na citada data, no ano de 1899, portanto, 27 anos depois da fundação.

Mas o que importa hoje é festejar a emancipação da paroquia a categoria de Vila. 

Olhando aqui de cima, não consigo ver qualquer vestígio da pequena Vila que fundei. Cobriram seu chão moreno, ergueram edifícios, poluíram os córregos que nos serviram água e alimentos, e transformaram tudo em uma grande cidade, com ruas e avenidas que não permitem mais o trafego dos meus carros de bois.

Ficou bonita, grande, acolhe o primeiro milhão de habitantes, tem lindas avenidas e parques, tem asfalto, jardins, belos shoppings, bares, teatros, cinemas, gente chegando, ficando, somando, gostando e tornando-se filhos adotivos da cidade.

Me homenagearam com bustos, obeliscos, prédio, rua com o meu nome, e até um museu com a minha história construíram na sede da fazenda bálsamo, herdada por minha neta Carlinda Pereira Contar, cujo local está a merecer reparos. E foi graças a lembrança de um jovem vereador (Carlos Henrique Santos Pereira) que tornei-me cidadão (mais de 100 anos depois) da cidade que fundei.

Mas isso não importa, vale mais o que fizeram os que nela se sacrificaram, lutaram e venceram, tornando Campo Grande a linda Capital desse novo Estado.

E se hoje eu pudesse pedir mais alguma coisa aos que nela vivem, gostaria que zelassem por sua limpeza, que valorizassem a história da cidade, que cuidassem para torná-la ainda mais linda, e que seus administradores atentassem para a importância que

Campo Grande tem no contexto nacional, como cidade pujante, rica e ordeira, inspirando-se na dedicação, honestidade e respeito daqueles que no passado ajudaram-me a construir essa urbe , incluindo-se aí os brasileiros de todos os rincões e estrangeiros que tanto se dedicaram ao seu progresso.

Obrigado a todos que, ao longo destes 154 anos, desde o dia em que aqui finquei o primeiro rancho, participaram e participam de minha história, ampliando e colorindo meu sonho de desbravador ou aventureiro, como queiram chamar-me”.
Jozé Antônio Pereira*.

Anexo cópia da Resolução nº 225, de 26 de agosto de 1899, que eleva Campo Grande a categoria de Vila.
Parabéns, Campo Grande!!!

Foto: Divulgação

* Por meu bisneto Eddson C. Contar. 
 
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 09:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Na corrida eleitoral, candidatos, principalmente os da direita, terão de... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/na-corrida-eleitoral-candidatos-principalmenteos-da-direita-terao/471678/</link>
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				<description><![CDATA[Leandro Karnal - Escritor brasileiro

"Pessoas elevadas falam de ideias; pessoas medianas falam de fatos; pessoas vulgares falam de pessoas”.

FELPUDA

Na corrida eleitoral, candidatos, principalmente os da direita, terão de andar com os olhos bem abertos. Adversários da esquerda já estão batendo às portas da Justiça Eleitoral para denunciar propagandas dos desafetos. Entre as reclamações estão até painéis com dimensões consideradas fora do padrão. A disputa parece ter ganho um novo instrumento: a fita métrica eleitoral. Pelo jeito, tem gente procurando milímetro por milímetro “irregularidade monumental”. E na eleição, até o tamanho do painel pode virar munição para uma boa briga jurídica.



Romaria

O escritório político de Reinaldo Azambuja tem recebido uma sucessão de lideranças interessadas em reafirmar apoio à candidatura ao Senado. Prefeitos e outras figuras políticas vêm passando pelo local em demonstrações públicas de alinhamento com o projeto eleitoral.

Mais

A movimentação revela uma campanha que procura consolidar apoios antes da reta decisiva. Azambuja, experiente na política, evita adotar o discurso de vitória antecipada. Sabe que alianças e pesquisas ajudam, mas é o último voto depositado na urna que efetivamente define o resultado.

 Luciene Orsi Abdul Ahad e Jorge Abdul Ahad - Foto: Studio Vollkopf

 

Izabella Andrade - Foto: Arquivo Pessoal

Poço

Em MS, tem candidato a deputado disputando eleição como se o orçamento público fosse um poço sem fundo. Na falta de propostas realmente novas, aparecem promessas para todos os gostos. O problema é que boa parte delas depende de recursos, convênios e liberações que não acontecem simplesmente porque o candidato prometeu. Há projetos que exigem longa peregrinação pelos gabinetes. Portanto...

Cobrança

O deputado estadual Pedro Caravina colocou na pauta um problema ambiental que vem preocupando, há muito tempo, municípios da região do Rio Pardo: a proliferação de macrófitas aquáticas. A cobrança é por explicações sobre a abertura das comportas da Usina Mimoso e o deslocamento da vegetação para áreas de Santa Rita do Pardo e Bataguassu. Caravina quer saber quais critérios técnicos foram utilizados para a operação e se os impactos ambientais estão sendo considerados. 

Aqui, não!

Moradores e comerciantes do Bairro Amambaí lotaram audiência pública promovida pela Câmara Municipal  de Campo Grande, para discutir a instalação do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua na região. A proposta prevê a mudança para o antigo prédio da Secretaria de Assistência Social. Durante a audiência, moradores protestaram e manifestaram preocupação com a segurança e os possíveis impactos.

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Carlos Alberto Peratelli,
	Dr. Luiz Antônio Saab,
	Dra. Isabella Miotello Ferrão, 
	Dr. Oclécio Assunção Júnior, 
	Yuri Andreis Boeira, 
	Antônio Benjamim Correa da Costa,
	Clóvis Martins,
	Edgar Andrade D´Avila,
	Eloina Yanez Brites,
	Moezis José dos Santos,
	Jorge Ono,
	Inêz Geralda de Magalhães Madureira,
	Marli Gauto Viliagra,
	Edson Sanches,
	Christian Maluf Victório,
	Aroldo José de Lima,
	Gilberto Veiga de Souza,
	Tauana Montier Onça Bortolini, 
	Tatiana Decarli,
	José Roberto Tedeschi,
	Dra. Rejane Alves de Arruda,
	Aloysio Moreira Salles,
	Caetano Rottilli, 
	Thiago Rieger Silverio dos Santos,
	Afonso Basso,
	Dr. Hélinton Moura Lutz, 
	Francisco Carlos Brasil Leite,  
	Suely Aparecida Morilla Alves,
	Eduardo Ferreira dos Santos,
	Maria de Fátima Vieira Andrade,
	Seiki Miiji, 
	Antônio Cavalcante, 
	Hélvio Rodrigo Gonçalves,
	Alexandre Morais Cantero, 
	Ricardo Aparecido da Silva,
	Silvia Regina da Silva,
	Laura Menzio,
	Sérgio Retumba Carneiro Monteiro,
	Moacir da Silva Queiroz,
	Janethe Leite Cardoso,
	Maria de Fátima de Souza,
	Genésio Rodrigues Corrêa,
	Aristides Brun,
	Dinalva Garcia Lemos de Morais Mourão, 
	Karla Marchitto Jacob Farias, 
	Sônia Virgínia Moreira,
	Pedro Franco Neto,
	Vera Lúcia Nogueira,
	Alcides Landfelt da Silva,
	Sueli Alves Braga,
	Altevir Soares de Alencar,
	Sônia Maria Avelino Duarte,
	Luiz Ferreira de Alencastro, 
	Elizabeth Kioko Kohatsu,
	Lutiane Machado Romero,
	Dr. Benjamin Ramos, 
	Maria de Fátima Camparin,
	Sirley de Albuquerque,
	Ricardo Luiz Silveira,
	Luiza Francisca Oliveira,
	Wilson de Paula Souza,
	Bruno Vieira Antunes,
	Clóvis Trindade Rocha,
	João Tadeu Gonçalves,
	Maria Luiza Pereira Franco,
	Francisca da Silva Tôrres, 
	Eliane Yamazato,
	Danilo Mandetta Júnior, 
	Dr. Agliberto Marcondes Rezende,
	Kleber Pinheiro da Silva,
	Ramão Gilberto Valiente,
	Mauricio Vieira Gama,
	Edson Andrade da Vila,
	Victor Scarpellini,
	Luiz Braz de Oliveira,
	Francisco Muniz Soares,
	Francisco Silva de Freitas,
	Julio Cesar Gonçalves da Silva,
	Adelaide Fernandes,
	Eva Maria Barbosa,
	Evelin Flávia Alves da Silva, 
	Zeferina de Souza Montenegro 
	de Camargo,
	Alberto Magno Ribeiro Vargas,
	Michelly de Souza Andrino,  
	Neuri Paulo Gasparetto,
	Ligia Toma,
	Anna Cristina Barros Toledo Giurizatto,
	Paulo Ricardo de Oliveira Reghin,
	Luiz Yasunaka,
	Glória Segrillo Faker,
	Gustavo Rodrigues Nacasato,
	Dr. Marcelo Oliveira dos Santos,
	Márcio Rômulo dos Santos Saldanha, 
	Valéria Martins dos Santos,
	Ariane Marques de Araújo,
	Elaine Maria dos Santos,
	Arlindo Murilo Muniz,
	Camila Morena Kudo da Silva,
	Ana Paula Gaspar Melim,
	Daniel Martins Ferreira Neto,
	Armando de Oliveira, 
	Regina Célia Goya,
	Ana Cristina Castilho Sanchez,
	Roberto Lorenzoni Neto,
	Carlos Cesar Girardi Ferreira,
	Norma Aquino Castro,
	Arildo Loper.


Colaborou com Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Show do pagodeiro Ferrugem abre a 25ª edição do Festival de Inverno de Bonito]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/show-do-pagodeiro-ferrugem-abre-a-25a-edicao-do-festival-de-inverno/471663/</link>
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				<description><![CDATA[De amanhã até domingo, Bonito recebe a 25ª edição do Festival de Inverno de Bonito (FIB), que neste ano aposta em uma programação diversificada, gratuita e espalhada por diferentes espaços da cidade.

Celebrando um quarto de século de história, o festival reunirá grandes nomes da música brasileira, espetáculos de dança e teatro, exposições, feira de artesanato, atividades formativas, cinema e atrações voltadas para toda a família.

A proposta é transformar novamente o principal destino de ecoturismo do Estado em um grande palco a céu aberto, onde a arte dialoga com a natureza, a memória e a identidade cultural brasileira.

O cantor Ferrugem abre a sequência de grandes shows nesta quinta-feira. Considerado um dos principais representantes do samba e do pagode da atualidade, o artista carioca deve levar ao palco sucessos como “Pirata e Tesouro”, “Pra Você Acreditar”, “Climatizar” e “Até que Enfim”.

No dia seguinte, será a vez de Léo Foguete. O pernambucano se tornou um dos fenômenos mais recentes da música brasileira após o sucesso de “Última Noite”, em parceria com Nattan, que dominou as plataformas digitais em 2024. Com apenas 22 anos, o cantor conquistou milhões de ouvintes e figura entre os artistas mais populares do País.

Encerrando a programação nacional já anunciada, Seu Jorge sobe ao palco neste sábado. Dono de uma carreira consolidada na música e no cinema, o artista é reconhecido por misturar samba, soul, MPB e ritmos afro-brasileiros em um repertório que reúne sucessos como “Burguesinha”, “Mina do Condomínio”, “Carolina” e “Amiga da Minha Mulher”.

ALÉM DOS SHOWS

Ao longo de sua trajetória, o Festival de Inverno de Bonito se consolidou justamente por oferecer uma programação que contempla diversas linguagens artísticas. Neste ano, essa característica será mantida com uma agenda que pretende ocupar diferentes espaços da cidade.

O público poderá acompanhar apresentações de dança, espetáculos teatrais, intervenções artísticas, exposições de artes visuais e atividades ligadas à cultura popular. A programação também contará com oficinas e ações formativas voltadas para artistas, estudantes e interessados em produção cultural.

Outra atração confirmada é uma edição especial do Cine Câmara, iniciativa que amplia o diálogo entre o audiovisual e a comunidade por meio da exibição de filmes e debates.

A tradicional feira de artesanato também retorna ao festival, reunindo artesãos de diversas regiões de Mato Grosso do Sul. O espaço costuma ser uma vitrine para trabalhos que valorizam matérias-primas locais, saberes tradicionais e a identidade cultural sul-mato-grossense.

As atividades destinadas ao público infantil e familiar também devem ocupar lugar de destaque na programação.

ARTE LOCAL

Outra característica que faz do Festival de Inverno de Bonito uma referência nacional é a valorização da produção cultural sul-mato-grossense.

A presença dos artistas locais não apenas fortalece a cena cultural do Estado, como também promove intercâmbio entre diferentes linguagens e gera oportunidades de circulação para profissionais da cultura.

Segundo o diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Eduardo Mendes, a expectativa é de que a edição comemorativa seja uma das maiores da história do festival.

“O Festival de Inverno de Bonito é um dos maiores patrimônios culturais do nosso estado. Estamos preparando uma edição que une grandes atrações nacionais à força da nossa produção artística regional, promovendo cultura, turismo e desenvolvimento econômico. A expectativa é de receber milhares de visitantes e proporcionar experiências inesquecíveis para quem vive e para quem visita Mato Grosso do Sul”, afirma.

25 anos 

Criado com o objetivo de democratizar o acesso à cultura e fortalecer a produção artística regional, o Festival de Inverno de Bonito tornou-se uma das principais vitrines culturais do Centro-Oeste brasileiro.

Ao longo de 25 edições, o evento recebeu artistas de diferentes gerações e estilos, promoveu encontros entre criadores de diversas áreas e ajudou a consolidar Bonito não apenas como destino de natureza, mas também como referência cultural.

A edição deste ano traz como conceito a ideia de que a arte nasce de muitos lugares e se manifesta de diferentes formas, conectando pessoas, territórios e histórias.

A proposta aparece também na identidade visual do festival, que tem como símbolo o udu-de-coroa-azul, ave típica da região e associada à biodiversidade local.

A escolha reforça a relação entre cultura e meio ambiente, uma das principais características do evento desde sua criação.

TURISMO

Além do impacto cultural, o Festival de Inverno de Bonito é um dos períodos mais movimentados do ano para a economia local.

Durante os dias de programação, hotéis, pousadas, restaurantes, bares, agências de turismo e o comércio registram aumento na demanda, impulsionando a geração de renda e empregos temporários.
Para o prefeito de Bonito, o festival fortalece uma vocação que já faz parte da identidade do município.

“Bonito tem uma vocação natural para receber pessoas do mundo inteiro, e o Festival de Inverno fortalece ainda mais essa identidade. É um evento que movimenta a economia, gera oportunidades para empreendedores locais e valoriza nossa cultura. Estamos felizes em receber mais uma edição desse grande encontro entre arte, natureza e comunidade”, destaca.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[A campanha eleitoral também produz situações que não estavam previstas... Leia na coluna de hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[Haruki Murakami - Escritor japonês

Mesmo se nós pudéssemos voltar atrás, provavelmente nunca terminaríamos onde começamos”.]

FELPUDA

A campanha eleitoral também produz situações que não estavam previstas no cardápio de propostas. Levantamento do Correio do Estado mostra que 15 candidatos de MS mudaram a autodeclaração de cor ou raça em relação a 2022. Entre as mudanças, oito candidatos passaram a se declarar pardos, seis brancos e um amarelo. O levantamento cruzou os registros oficiais de 2022 e 2026, com base nos dados do TSE e pelo CPF dos candidatos. A chamada metamorfose eleitoral chama atenção. Resta saber se, depois das urnas, essas mudanças produzirão algum efeito prático além da estatística.

Memória

O jornalista, poeta e historiador Edson Contar, o AlKontar, aproveita a proximidade do aniversário de Campo Grande para divulgar e resgatar histórias e curiosidades sobre a “Cidade Morena”. 

Mais

Ele faz questão de corrigir uma confusão recorrente: Campo Grande comemora sua emancipação, e não “fundação”. Com textos de memória e informação, AlKontar ajuda a preservar a história da Capital.

Foto: Divulgação

A Dra. Cristiane Tripoli Paes Barbosa integrou a equipe responsável pelo caso clínico reconhecido como Melhor Caso de Paciente em Crescimento da América Latina, na categoria Projeto Universidades, durante o LATAM Invisalign Summit 2026. Especialista e mestre em Ortodontia,ela  teve participação direta no acompanhamento e cuidado da paciente que protagonizou o caso premiado. O trabalho foi orientado pela  Dra. Paula Oltramari,  e faz parte do Programa UNOPAR–UNIDERP de ensino com alinhadores na Pós-Graduação. A premiação é resultado de um trabalho coletivo envolvendo alunos, professores, colaboradores e pacientes, além da parceria com a Align Technology por meio do Projeto Universidades.

Dra. Sabrina Bronoski - Foto: Arquivo Pessoal

 

Victor Vasconcellos - Foto: André Ligeiro

De fora

Nos meios políticos, chama atenção o fato de alguns candidatos de esquerda e direita estarem deixando de fora dos seus “santinhos” nomes que disputam cargos majoritários. A ausência não passou despercebida. Afinal, se a união é tão forte como anunciada nos palanques, por que alguns companheiros não aparecem na foto? O detalhe pode ser apenas estratégia eleitoral ou revelar que a propalada união não está tão afinada assim. Na política, até o espaço reservado no santinho pode significar muito.

Espaço

Até o início do horário eleitoral gratuito, em 28 de agosto, as redes sociais são o principal espaço de campanha dos candidatos. O Instagram lidera entre os concorrentes à Câmara Federal, com 5.973 contas declaradas ao TSE. Ao todo, 5.493 dos 7.679 candidatos utilizam a plataforma, o equivalente a 72%. Depois aparecem Facebook, TikTok, YouTube. No ranking de seguidores, o PL lidera com 110,5 milhões, seguido por PSD, MDB e Podemos. Entre os partidos de esquerda, o PT está no topo, com quase 30 milhões de seguidores.

Desafio

Nos bastidores, o comentário é que Capitão Contar chega à disputa pelo Senado com um desafio nada pequeno: a dificuldade de apresentar aos prefeitos uma relação dos benefícios destinados aos municípios. A questão poderá pesar quando os prefeitos  definirem seus apoios para a corrida eleitoral. Depois do encontro que reuniu prefeitos em torno de Reinaldo Azambuja e Eduardo Riedel, o cenário pareceu ainda um tanto quanto incerto para Contar.

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Paulo César de Matos Oliveira, 
	Karenluci Mamede Oliveira, 
	Gustavo Alcântara de Carvalho,
	Líbera Copetti de Moura Truzzi,
	José Maciel Sousa Chaves, 
	Odracir Juares Hecht,
	Dr. Aluizio Villa Maior dos Santos,
	Jaime Khalil Jacob,
	Perceu Jorge Bartolomeu 
	Monteiro Ronda,
	Luiz Neves de Azevedo,
	Maria Auxiliadora Almeida Garcia,
	Estella Fernandes Novais,
	Milton Luiz Marques,
	Luiz Cardozo de Souza,
	Clea Ceres Ramires Vilarga,
	Marcos Mendonça Ferreira Gonçalves,
	Alesandra Ayres Cordeiro,
	Bernardino Alce Chaves,
	Marlene Figueira da Silva,
	Mitiru Asami,
	Aroldo José de Lima,
	Anees Salim Saad Filho, 
	Dr. Renê Neder, 
	Henrique Attilio, 
	Maryleiza Migueis Cunha, 
	José Francisco Veloso Ribeiro, 
	Dr. Inácio Guitte Melges,
	Fábio Luis Botelho de Arruda,
	Edson Taira,
	Admir Acunha de Oliveira,
	Sergio de Araujo Philbois,
	Stephanny Alexandre da Rocha,
	Sueli Alves Queiroz Aquino,
	Luiz Nogueira do Carmo,
	Luis Lima Shirata,
	Alyne Goulart do Nascimento,
	Marcus Vinicius Garcia Júnior,
	Daniel Pereira Lescano,
	Maristela da Silva Alves,
	Sebastião Nunes da Silva,
	Mara Luiza Castro Lemos,
	Keite Mattioli de Souza,
	Wilson Borges de Barros Filho,
	Luiz Yassumoto, 
	Dra. Helenita Maria de Oliveira Liberatti, 
	Mário Eduardo Ennes de Miranda Bortotto Garcia, 
	Antônio Nogueira Filho,
	Luiz Carlos Freitas,
	Sueli Camilo Lukenezuk,
	Marilene Oliveira,
	Afonso Galvão Serra,
	Juracy Leite da Silva,
	Meire Lourdes da Rocha,
	José Nelson Martins Júnior,
	Lourisval Pereira de Morais,    
	Orlando Figueiredo Júnior,
	Neuza Fiorda Chacha,
	Ricardo Souza,
	Luiz Augusto de Moraes,
	Enilda Gonçalves Duque,
	Francisco do Amaral Pereira,
	Elizabeth de Abreu Deotti,
	Mário Dantas,
	Adolfo Maciel Rezende,
	Prenda Zucarelli Silveira,
	Rodrigo Jacobina Stephanini, 
	Dra. Nayara de Castro Wiziack,
	Vânia Verardino Silvestre, 
	Geralmir Carlos de Souza,
	Dr. Carlos Filinto de Almeida, 
	Laurenir Bezerra Chaves.
	Tânia Regina Martins da Silveira Weissinger,
	Ivaldino Poletto,
	Edison Lourival Pontieri,
	Kemila Tomissini da Silva,
	Gilberto Tezza Rosso,
	Fábio Camargo Dorta,
	Gerson Walber,
	Agostinho Tonezi da Penha,
	Donizete Pinheiro,
	Roberto Teruya, 
	Lúcio Augusto Castro,
	Dr. Jeferson Baggio Cavalcante,
	José Ferreira Lima Netto,
	Waldir Barbosa de Freitas,
	Luciano Fernandes Paes 
	de Almeida, 
	Dr. Edys Yukinori Tamazato, 
	Zilda da Penha da Silva Santos,
	Bruno Martins Ayres Ferreira,
	Marcos Alexandre Belatti,
	Thiago Suekane,
	Hélio Cavalli Gonçalves,     
	Adriana Damico Bezerra,    
	Daniel Gaban Damião,     
	Caio Dalbert Cunha de Avellar,
	Anselmo Mateus Vedovato Júnior,
	Marcelino César Medeiros Oliveira,
	Elza Maria de Queiroz Venâncio 
	de Paula,
	Luiz Massaharu Yassumoto,
	Marcos César Garcia Gasperini,
	Elenita Mendes Volpato,
	Fábio Riami Bressa,
	Fabiano Gonçalves Dias Gregório,
	Silvano Cargnin Belle,
	Frank Laurence Henrique Gomes.


Colaborou com Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Loyola Brandão participa de palestra da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras]]></title>
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				<description><![CDATA[O escritor Ignácio de Loyola Brandão participa, nesta segunda-feira (24), do Chá Acadêmico promovido pela Academia Sul-Mato-Grossense de Letras (ASL). Ocupante da cadeira 11 da Academia Brasileira de Letras (ABL), o escritor será o convidado do ciclo 2026 do projeto “ABL na ASL: Palestras Imortais”, em uma programação que também reúne música e artes visuais.

O encontro será realizado excepcionalmente nesta segunda-feira, em razão das comemorações pelo aniversário de Campo Grande. A programação começa às 19h30, no auditório da ASL, localizado na Rua 14 de Julho, nº 4653, nos Altos do São Francisco. A entrada é gratuita.

Com o tema “Conversa Literária”, Loyola Brandão deverá abordar sua trajetória na literatura e sua relação com a escrita, em um formato que privilegia o diálogo e a aproximação com o público. O encontro integra uma iniciativa que busca trazer a Mato Grosso do Sul integrantes da Academia Brasileira de Letras para compartilhar experiências e reflexões sobre literatura.

Para o presidente da ASL, Henrique de Medeiros, a presença de Loyola Brandão representa uma oportunidade de aproximar a experiência de um dos principais escritores brasileiros do cotidiano dos leitores. Segundo ele, os encontros com o autor ultrapassam o formato tradicional de uma palestra ao reunir histórias pessoais, acontecimentos do cotidiano e literatura.

A trajetória de Loyola Brandão é marcada justamente pela capacidade de transformar questões sociais, políticas e ambientais em matéria literária. Jornalista, contista, romancista e cronista, ele iniciou sua carreira na imprensa e estreou na literatura em 1965, com o livro de contos “Depois do Sol”.

Ao longo de mais de seis décadas de produção, o escritor construiu uma obra extensa, passando por diferentes gêneros, como romance, conto, crônica, literatura infantojuvenil, teatro e relatos de viagem. São cerca de 50 livros publicados, além de trabalhos adaptados para outras linguagens, como cinema, teatro e balé.

Literatura e crítica social

Entre as características mais marcantes da produção de Loyola Brandão está a presença de temas relacionados às desigualdades sociais, ao autoritarismo, à opressão e às questões ambientais. Sua literatura frequentemente parte de situações reconhecíveis da realidade para construir narrativas que questionam os rumos da sociedade.

Um dos principais exemplos é o romance “Zero”, publicado em 1975. A obra, que apresenta uma narrativa marcada pela violência e pela repressão, foi proibida pela censura durante a ditadura militar brasileira. Anos depois, em 1981, Loyola publicou “Não Verás País Nenhum”, romance distópico que imagina um futuro marcado pela degradação ambiental e pelas consequências da ação humana sobre o planeta.

Os dois livros se tornaram referências da literatura brasileira de resistência e ajudaram a consolidar o nome do escritor entre os autores que utilizaram a ficção como instrumento de reflexão sobre seu tempo.

A produção de Loyola também inclui obras como “Bebel Que a Cidade Comeu”, “Dentes ao Sol”, “Cadeiras Proibidas”, “O Beijo Não Vem da Boca” e “O Anônimo Célebre”. Sua obra alcançou leitores de diferentes países e já foi traduzida para idiomas como inglês, espanhol, alemão, italiano, húngaro, tcheco e coreano.

O reconhecimento veio também por meio de importantes premiações. O escritor recebeu o Prêmio Jabuti em diferentes ocasiões, além do Prêmio Machado de Assis, concedido pela Academia Brasileira de Letras pelo conjunto de sua obra, e do Prêmio Fundação Biblioteca Nacional.

Além da literatura, Loyola Brandão manteve uma trajetória ligada ao jornalismo e a outras manifestações artísticas. Viveu na Itália e na Alemanha, escreveu roteiros para filmes e teve obras adaptadas para o teatro e o balé.

Música e artes visuais

A programação do Chá Acadêmico não ficará restrita à literatura. A noite também terá as atividades tradicionais desenvolvidas pela ASL em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e com a Confraria SociArtista.

Na área musical, o projeto “Música Erudita e suas Fronteiras”, realizado pela ASL e pela UFMS dentro do “Movimento Concerto”, contará com a participação do Quarteto de Violões da Orquestra de Violões de Campo Grande (OVCG).

Formado a partir da tradicional orquestra, o quarteto apresenta um repertório que transita entre diferentes períodos e estilos musicais. O grupo reúne obras da música de concerto, clássicos da música popular e composições autorais de seus integrantes.

A direção artística, a regência e os arranjos são conduzidos pelo maestro Anderson Francellino. A proposta é preservar a tradição da Orquestra de Violões de Campo Grande, ao mesmo tempo em que explora diferentes possibilidades musicais.

A participação do quarteto também reforça a proposta do projeto de aproximar a música de concerto de outras manifestações culturais. A formação representa, nesse sentido, o encontro entre a tradição da música clássica e elementos ligados à identidade cultural sul-mato-grossense.

Já no campo das artes visuais, a Confraria SociArtista participa por meio do projeto “Arte na Academia”. A convidada desta edição é Lizete Medeiros de Souza, artista residente em Campo Grande.

Lizete começou a desenhar e trabalhar com pintura ainda na infância. Na vida adulta, passou a se dedicar de maneira mais intensa às artes visuais e desenvolveu interesse pela pintura abstrata sobre tela, buscando aperfeiçoar continuamente suas técnicas e explorar novas formas de expressão.

A presença da artista integra a proposta da Confraria de levar diferentes linguagens artísticas para o espaço da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras, estabelecendo relações entre literatura, música e artes visuais.

Serviço

Chá Acadêmico – ABL na ASL: Palestras Imortais
“Conversa Literária” com Ignácio de Loyola Brandão
Data: Hoje, 24 de agosto
Horário: 19h30
Local: Auditório da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras – Rua 14 de Julho, nº 4653, Altos do São Francisco
Entrada gratuita
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 13:33:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Foi dada a largada da campanha eleitoral nas redes sociais... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/foi-dada-a-largada-da-campanha-eleitoral-nas-redes-sociais-leia-na/471605/</link>
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				<description><![CDATA[François La Rochefoucald - escritor francês


"A verdadeira coragem está em fazermos
sem testemunha o que seríamos
capazes de fazer diante de todo mundo".


Felpuda

Foi dada a largada da campanha eleitoral nas redes sociais, que prometem ser o carro-chefe da propaganda,
e também nas ruas. Alguns candidatos estão irreconhecíveis nos "santinhos", como se tivessem descoberto
as fontes da "formosura" e da "juventude". Outros apostaram nos jingles, alguns de qualidade bastante duvidosa. Há ainda os que, para não correr riscos, preferiram a segurança da imagem estática, acompanhada de uma rápida biografia. É a campanha deste ano mostrando que, na política, vale quase tudo para chamar a atenção do eleitor. E, pelo jeito, criatividade não faltará...



Ponto

Na Assembleia Legislativa, a jornada dos servidores ganhou uma pitada de flexibilidade. Agora, a critério da chefia imediata, o horário poderá variar, desde que respeitada a jornada mínima prevista. A mudança promete
adaptar o expediente às necessidades de cada setor.

Mais

Ou quem sabe às necessidades de cada chefe. Afinal, ninguém conhece melhor a rotina da repartição do que quem manda nela. O novo formato também revoga um anexo do antigo ato que disciplinava a questão.
No papel, é modernização, nos corredores, campanha eleitoral.

Marcelo Alfredo Kroetz e Renata de Rezende Kroetz

Bruna Floriano

Abelhas

Nos meios políticos, já se comenta que boa parte dos candidatos de hoje pode estar apenas ensaiando os primeiros passos rumo à cadeira de prefeito da Capital em 2028. Afinal, 2027 será o ano de aquecimento
para uma eleição que promete movimentar o tabuleiro municipal.

No atual cenário, a prefeita Adriane ainda não teria um nome claramente competitivo para entrar no páreo.
E, sem um candidato forte, o Paço Municipal poderá se transformar numa espécie de pote de mel, atraindo políticos de A a Z.

Cobrança

O deputado José Teixeira levou à tribuna da Assembleia Legislativa de MS um problema que afeta diretamente quem depende da saúde pública: a dificuldade de conseguir vagas nos hospitais. Integrante da base aliada do governador, Teixeira fez questão de deixar clara sua posição. Disse que a crítica não significa
rompimento, mas a necessidade de buscar uma solução. Afinal, quando o problema envolve saúde,
a cobrança não deveria ter partido. E vaga hospitalar continua sendo urgência que não pode esperar. Só!

Palanque

Aproveitando o debate sobre a dificuldade de conseguir vagas nos hospitais, o deputado José Orcírio
fez um aparte. A manifestação, porém, foi recebida com certa ironia. Em conversas reservadas, alguns
colegas classificaram o comentário como um verdadeiro "óbvio ululante". Ou seja: nada que já não fosse de conhecimento de quem acompanha a realidade da saúde pública. Mas, na política, até alerta é usado como palanque por adversário. Principalmente em ano eleitoral.

ANIVERSARIANTES

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Rosa Maria Pedrossian,
	Dr. Marcelo de Castro Fortes,
	Luzia Abes Bello,
	Leonardo Arthur Marchini Veiga,
	Paulina Severino de Souza Xavier,
	Paulo Ezio Cuel,
	Najla Mameri Faria,
	Alberto Benedito da Silva,
	Laércio Kiomido,
	Ivone Nimer,
	Antônio de Barros Filho,
	Ovalto Rodrigues,
	Dorival Fernandes,
	Neize Borges dos Santos,
	Tânia Cristina Moraes Gaviglia,
	Atílio Hermann,
	Eny Godoy Beltran,
	Júlio Marcondes Netto,
	Jorge Helito Mendes,
	Maira Alves de Oliveira,
	Irene Gonçalves da Cruz,
	Lise Helena Muller Martins,
	Alexandre Alves Corrêa,
	Ari Paes Corrêa Junior,
	Larissa Weiber de Oliveira,
	Dra. Cristiane Gregori Mazzafera Iunes,
	Graciett Ishy Cândia,
	Jenifh de Souza Andrade,
	Dr. Roberto Bezerra do Nascimento,
	Alexandra Maria Favaro,
	Lúcia Ferreira Falcão,
	Stela Laura Teixeira Coelho Villalva,
	Carlos Pinto de Almeida,
	Luiz Tadeu Filartiga,
	Cássia Sena de Azevedo,
	Guttemberg de Castro Martins,
	Valdevino da Silva Lima,
	Andréa Quadros,
	Enilda Gonçalves Duque,
	Nélio Diniz,
	Givanildo Eleu de Paula,
	Janaina Oliveira Ribeiro,
	Joel Vilas Boas Granges,
	Tito Livio Canton,
	Francismar Vidal de Arruda,
	Dr. Gianfranco Gomes dos Santos,
	Luiz Augusto de Moraes,
	Daniel Marques Gomes Dias,
	Gracia Maria Hosken Soares,
	Clory Martinez Silva,
	Cristina Rocha do Vale,
	Marcelo Dutra Ferreira,
	Antônio Mário da Silva,
	Célia Maria Garcia,
	Ana Maira Flôres,
	Gisele Martins,
	Maria Cristina dos Santos,
	Neli Fontana Faria,
	Helena Carlona Hitz,
	Arlindo Fernando dos Santos Vale,
	José Carlos de Souza Moreira,
	Mara Lúcia do Nascimento,
	Lia Monteiro,
	Vera Lúcia Fernandes Xavier
	Rossatti,
	Kele Cristina Leite de Melo,
	Oraci Maria Garcez,
	Edna Gonçalves da Silva,
	Marcelo Seiki Inamine,
	Leonor Vieira de Azevedo,
	Maria Helena Batista,
	Ivone Saraiva,
	Maria Beatriz Soares,
	Élcio Manzano Gonçalves Moleiro,
	Vicinio Vieira Jardim,
	Ricardo Alexandre Ledesma Fonseca,
	Juaribe Gonçalves Lanzarine,
	Fernando Canedo da Silva,
	Claudete de Sena Cabral,
	Conceição dos Santos Leal,
	Altair Pereira de Souza,
	Isabel Cristina Nolasco Rodrigues,
	Rosimeyre Alves Rodrigues,
	Arnaldo Vicente Filho,
	Cláudio Antônio Lima de Freitas,
	Márcia Ferreira,
	Ewangela Aparecida Pereira
	da Cunha,
	Jefferson Siqueira dos Santos,
	José Francisco Sampaio Júnior,
	Dra. Nely Nakao Iha,
	Vanessa de Pina Lopes,
	Karine Todeschini Vieira,
	Joycelene Yamada,
	Mônica Macedo das Neves,
	Jayme Antônio Barbosa,
	Isabel Cristina Lemos,
	Anne Caroline Charles Pinto de Carvalho,
	Liliane Vilanova Rodrigues,
	Áurea Rezende Gatto,
	Elizete dos Santos Balta,
	Jaqueline Silveira da Silva,
	Mariângela Hertel Cury,
	Rosana Maciel da Cruz Costa,
	Josiane Vargas de Carvalho,
	Ruggiero Piccolo,
	Maria Aparecida Barros de Almeida,
	Carolina Maciel Nogueira,
	Ronaldo Ferreira Pereira.

]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Entrevista exclusiva com o produtor musical e empresário João Marcello Bôscoli]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/entrevista-exclusiva-com-o-produtor-musical-e-empresario-joao-marcello/471585/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/entrevista-exclusiva-com-o-produtor-musical-e-empresario-joao-marcello/471585/</guid>
				<description><![CDATA[É difícil imaginar que ainda exista uma Elis Regina a ser descoberta. Sua voz, seus discos, suas entrevistas, seus encontros históricos e até suas contradições foram revisitados tantas vezes que a impressão é de conhecermos tudo sobre uma das artistas mais importantes da música brasileira.

Elis & Eu parte justamente do que ficou fora desse registro: não tanto a cantora que o Brasil conhece, mas a mulher que existia quando o palco desaparecia.

O documentário, dirigido por André Bushatsky, estreia em 25 de agosto no Universal+ e foi inspirado em Elis e Eu: 11 anos, 6 meses e 19 dias com minha mãe, livro de João Marcello Bôscoli.

A produção combina imagens raras de arquivo, dramatizações e depoimentos de pessoas que atravessaram diferentes momentos da vida de Elis, entre elas Wanderléa, João Bosco e César Camargo Mariano, além de recuperar registros de Rita Lee, Tom Jobim, Milton Nascimento e Ronaldo Bôscoli.

A atriz Lílian Menezes interpreta Elis nas recriações, enquanto Antônio Menqui e Victor Constantino vivem João Marcello em diferentes idades.

É importante, porém, uma distinção que o próprio João Marcello faz questão de estabelecer: ele não realizou o documentário. Bushatsky leu o livro, procurou o autor e decidiu transformar aquelas lembranças em uma obra cinematográfica.

João não participou da elaboração do roteiro, das escolhas de depoimentos ou das decisões artísticas e só assistiu ao filme depois de pronto.

“A minha contribuição foi fazer o livro”, resume em um papo para o Caderno B+. Para ele, essa distância acabou tornando a experiência ainda mais inesperada. Memórias que durante décadas existiram apenas dentro de sua cabeça passaram a ter uma representação visual.

Não existe, por exemplo, registro da mãe encontrando o filho na praia ou do episódio em que, depois de roubar a carteira de Elis, o menino foi expulso de casa e acabou vivendo por algum tempo em uma barraquinha. Ver algo alusivo a essas lembranças transformado em cinema foi, segundo ele, profundamente emocionante.

O filme também acrescentou histórias que nem João Marcello conhecia. Ele cita o depoimento de Wanderléa, que reorganizou lembranças esparsas de sua infância, e relatos ligados a momentos da trajetória musical de Elis que ampliaram sua própria percepção. 

O produtor musical e empresário João Marcello Bôscoli é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Divulgação - Diagramação: Denis Felipe - Por: Ana Claudia Paixão 

É justamente essa soma de olhares que faz o documentário ultrapassar o livro sem tentar substituí-lo.

Mas o que mais interessa a João é aquilo que essa combinação permite revelar sobre a mãe. Elis Regina foi extensamente registrada como artista.

Existem entrevistas, apresentações, fotografias, gravações e relatos suficientes para reconstruir praticamente cada etapa de sua carreira. Dentro de casa, a documentação é muito menor.

E essa diferença importa porque, para João Marcello, a vida doméstica não era uma dimensão separada da artista. Era parte daquilo que alimentava sua criação.

Elis gostava, segundo ele, do termo “dona de casa”. Em determinado período, mesmo tendo condições financeiras para manter ajuda permanente, passou meses cuidando pessoalmente da casa na Serra da Cantareira: lavava roupa, limpava e se envolvia com a rotina doméstica.

Olhando para trás, João interpreta esse movimento não como uma interrupção da carreira, mas quase como um mergulho.

“A artista se alimenta muito da figura como um todo. A Elis é uma figura, é uma mãe, é uma amiga, tem o trabalho dela e tem a face pública. Essa face pública é a mais conhecida”, explica. A oposição entre a grande profissional e a mulher que cuidava da casa, portanto, talvez diga mais sobre a maneira como costumamos olhar para mulheres extraordinárias do que sobre Elis. Para ela, aparentemente, uma dimensão alimentava a outra.

Há ainda uma Elis que João Marcello gostaria particularmente de preservar: a mulher forte sem que força significasse necessariamente dureza.

Ele se lembra de episódios em que a mãe descobriu que amigos enfrentavam dificuldades financeiras e os ajudou sem transformar o gesto em notícia.

Recorda a história contada por Aldir Blanc de que Elis, antes de uma apresentação em um ginásio — quando toda a tensão estaria naturalmente concentrada no espetáculo — ainda encontrou tempo para passar pelo hospital, visitar a mãe do compositor, cantar e rezar com ela.

Já adulto, João ouviu de Lenine outra lembrança: em Recife, Elis reuniu compositores para conversar sobre a importância de protegerem seus direitos.

São histórias pequenas diante da dimensão pública de sua carreira, mas talvez justamente por isso sejam reveladoras. João cresceu em uma casa em que, como ele próprio descreve, “o poder todo estava na mão da Elis”. E o aprendizado que ficou não foi o de associar poder à violência ou à opressão.

A mãe podia ser firme, rígida, organizada, dizer palavrões e desconcertar quem estivesse perto dela, mas também era capaz de gestos de afeto enormes e inesperados. Ele encontrou uma definição especialmente bonita para essa combinação: “uma força quente”.

“Eu senti que você não precisa necessariamente ter força e essa força machucar as pessoas que estão ao lado”, diz. Na infância, aquela potência era tamanha que se transformava também em sensação de proteção.

João conta que, mesmo quando viu Elis sair de casa desacordada no dia de sua morte, sua primeira reação foi acreditar que nada poderia acontecer. “Elis Regina não morre”, pensou. A constatação posterior de que nem aquela força poderia torná-la invulnerável é uma das memórias mais dolorosas que carrega.

O produtor musical e empresário João Marcello Bôscoli é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Divulgação - Diagramação: Denis Felipe - Por: Ana Claudia Paixão 

Talvez seja por isso que, tantos anos depois, a preocupação com a permanência da mãe continue presente. João Marcello admite que uma de suas inquietações sempre foi impedir que Elis fosse esquecida.

O documentário, assim como o livro, é mais uma peça nessa transmissão de memória, agora alcançando também públicos que não viveram sua época.

E ele observa com especial entusiasmo quando artistas de gerações muito posteriores se aproximam de Elis. Na conversa, a recente homenagem da cantora espanhola Rosalía em seu show no Rio de Janeiro é recebida quase com euforia.

Para João, cada artista internacional que menciona ou canta sua mãe representa uma possibilidade de que aquela voz atravesse mais uma fronteira e encontre uma geração diferente.

“A Elis Regina é uma das últimas joias a serem descobertas pelo planeta no campo da música. E será, em algum momento”, afirma.

Depois de tantas Elis — a intérprete revolucionária, a estrela da televisão, a artista politicamente inquieta, a parceira de Tom Jobim, a voz que transformava uma canção assim que começava a cantá-la —, Elis & Eu propõe acrescentar outra sem diminuir nenhuma das anteriores.

A mãe. A amiga. A mulher que escrevia cartas, protegia compositores, lavava a própria casa, cuidava de quem amava e depois subia ao palco. Talvez não seja exatamente uma nova Elis. É a parte dela que o público teve menos oportunidades de conhecer.

Elis & Eu estreia em 25 de agosto, exclusivamente no Universal+, disponível por Prime Video, Claro TV+, Vivo TV, Meli+ e UOL Play.

 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 13:30:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[A energia do Tarô da semana entre 24 e 30 de agosto. Nada como uma boa dose de ousadia e entusiasmo ]]></title>
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				<description><![CDATA[O Cavaleiro de Paus é o grande motor do movimento para a frente no Tarô: a carta da ação ousada, da ambição inquieta e de uma energia que se lança antes mesmo de pensar em todos os detalhes — não por imprudência, mas por uma confiança instintiva no próprio impulso.

Ele não espera pelas condições perfeitas. Entende o próprio ato de avançar como aquilo que torna todo o resto possível, no melhor estilo: “primeiro você começa, depois você melhora.”

O Cavaleiro de Paus é puro ego. Ousado, impetuoso e cheio de autoconfiança, ele invade o centro das atenções como quem nasceu para estar ali, pronto para mostrar ao mundo o seu valor e a grandiosidade de suas ideias. Existe nele um charme sedutor, uma energia selvagem e magnética que torna difícil não se deixar contagiar por sua presença.

E isso pode ser muito divertido! É ótimo ter um Cavaleiro de Paus por perto. Ele anima as festas, movimenta os ambientes e sabe como colocar todo mundo para cima.

Também é estimulante estar perto de alguém com esse grau de confiança: o Cavaleiro de Paus não tem medo de dar o primeiro passo, correr riscos e fazer as coisas acontecerem. Sua coragem pode inspirar os outros a sair da inércia e embarcar em suas aventuras.

Mas, como todo cavaleiro, ele ainda está aprendendo a dominar o próprio poder. Sua energia pode se manifestar de maneira desajeitada, exagerada ou até impulsiva.

É alguém cheio de ideias e com um enorme desejo de agir, mas que nem sempre consegue parar para refletir, observar ou sentir antes de partir para a ação. A energia simplesmente corre solta, muitas vezes mais rápida do que sua capacidade de compreendê-la.

E, claro, ele pode ocupar muito espaço, grandes egos costumam fazer isso. O Cavaleiro de Paus pode ser aquela pessoa que domina os ambientes com sua necessidade de atenção, que fala alto, exige muito e, às vezes, pode soar arrogante.

Ele se afirma com confiança, mas, por trás dessa segurança toda, pode existir uma grande necessidade de reconhecimento e validação para manter a chama acesa.

Ainda assim, essa é uma figura inspiradora, que gosta de liderar e abrir caminhos. Pode ser aquela pessoa do seu círculo de amigos que parece estar sempre vivendo uma aventura, com uma vida movimentada e cheia de histórias, ou alguém cuja presença desperta em você a vontade de estar por perto.

Sua energia é contagiante, seu entusiasmo é difícil de ignorar e seu carisma natural faz com que as pessoas sejam atraídas por ele quase sem perceber.

Na prática, o Cavaleiro de Paus aparece quando uma ação ousada é necessária: lançar um projeto, perseguir uma oportunidade com rapidez e confiança, dar o passo que vem sendo construído há algum tempo, viajar em direção a algo novo.

Ele também pode representar uma pessoa que entra na sua vida trazendo essa energia: carismática, ágil, cheia de convicção e genuinamente empolgante de se ter por perto.

O que diferencia o Cavaleiro de Paus da imprudência é a qualidade do seu fogo: ele é genuíno. Ele não está fingindo confiança. De fato, acredita no caminho que escolheu, mesmo quando o mapa ainda está incompleto. É essa autenticidade que o torna tão cativante para os outros e tão eficaz no mundo.

A sombra que se esconde por trás do Cavaleiro de Paus é a velocidade. Incendiário por natureza, ele tem mais força para começar do que para sustentar, mais talento para acender uma chama do que para mantê-la viva.

Seu impulso é tão intenso que pode fazê-lo partir antes mesmo de saber exatamente onde quer chegar. E isso acontece porque o fogo é o elemento mais difícil de conter: a água pode ser dragada, represada e engarrafada; o ar pode ser bloqueado por uma parede ou expelido pela boca; a terra pode ser moldada com facilidade. Mas o fogo queima...ou se apaga.

A carta pergunta: o fogo está sendo direcionado para algo que realmente merece essa energia? E mais: existe um plano para quando o primeiro impulso começar a diminuir?

Cavaleiro de Paus no Amor e nos Relacionamentos

Se você está em um relacionamento: O Cavaleiro de Paus, em uma leitura amorosa, costuma refletir uma energia de conquista e intensidade que é genuinamente empolgante, mas que pode ter dificuldade para se aprofundar em uma intimidade duradoura.

O fogo é real. A questão é saber se ele consegue desacelerar o suficiente para construir algo que permaneça. A carta também pode falar de um período de paixão e aventura renovadas dentro de um relacionamento — o retorno da faísca, o impulso para viver algo novo e realizar ações ousadas a dois.

Se você está solteiro(a): O Cavaleiro de Paus aparece com frequência quando a atração é forte, rápida e carregada de possibilidades. A conexão tem a qualidade do fogo: intensa, vibrante, calorosa, capaz de consumir.

A carta convida você a aproveitar esse calor, mas também a se perguntar com honestidade se existe substância suficiente por trás de toda essa empolgação para sustentar algo verdadeiro.

Se você passou por uma desilusão amorosa: O Cavaleiro de Paus pode surgir depois de uma perda como o retorno do desejo e do movimento para a frente: a disposição para voltar a se movimentar, buscar, desejar e direcionar o fogo para algo novo.

A carta pede apenas que essa nova direção seja escolhida com um pouco mais de cuidado do que seria se você seguisse apenas o impulso.

Cavaleiro de Paus na Carreira e nas Finanças

Carreira: O Cavaleiro de Paus, em uma leitura profissional, é um forte sinal de ação ousada: o lançamento, a apresentação de uma ideia, a mudança de rota, o movimento que vinha sendo considerado e que agora está pronto para acontecer.

A carta favorece velocidade e confiança em vez de cautela. A oportunidade pode não permanecer disponível indefinidamente, e o Cavaleiro de Paus diz: vá agora, ajuste o caminho enquanto avança. É como diz a expressão: “trocar o pneu com o carro em movimento”.

A carta também pode apontar para um padrão de começar com muita força, mas ter dificuldade para sustentar o ritmo como, por exemplo, projetos iniciados com grande entusiasmo e depois abandonados quando a empolgação inicial desaparece.

A pergunta profissional que esta carta faz é se existe um plano para o percurso, e não apenas para a largada.

Muitas vezes, esta carta surge associada a novas propostas de trabalho, oportunidades que chegam para movimentar a vida profissional e convidar você a sair da zona de conforto. É uma energia de novidade, iniciativa e coragem para apostar em um caminho diferente. Aproveite!

Finanças: No aspecto financeiro, o Cavaleiro de Paus pode indicar decisões impulsivas — gastar ou investir movido pela empolgação, e não pela análise.

O fogo do momento pode fazer uma oportunidade parecer mais sólida do que realmente é. A carta pede pelo menos uma breve pausa para verificar se a direção é de fato segura antes de comprometer recursos com tanta rapidez.

Conselhos para a semana

Faça o movimento. Se você vem se preparando para um lançamento, uma apresentação ou alguma ação ousada, esta carta indica que as condições estão favoráveis o suficiente. Não espere pelo momento perfeito. Mova-se agora. Se jogue!

Confira a direção antes de acelerar. O maior risco do Cavaleiro de Paus é a velocidade sem propósito. Antes de colocar toda a sua energia em movimento, reserve um momento para confirmar a direção.

Não para ficar questionando a decisão indefinidamente, mas apenas para ter certeza de que toda essa força está sendo canalizada para onde você realmente quer chegar.

Reconheça o que você está deixando para trás. Partidas rápidas têm um custo. O Cavaleiro de Paus pode seguir em frente tão depressa que acaba deixando na poeira coisas que mereciam ser encerradas com cuidado.

Antes da próxima arrancada, pergunte a si mesma o que — ou quem — merece um fechamento adequado, em vez de uma saída abrupta.

Encontre uma maneira de manter o fogo aceso. Começar é a parte fácil. Crie uma estrutura, assuma um compromisso ou encontre uma forma de se manter responsável pelo que começou, para que o impulso sobreviva à explosão inicial de entusiasmo.

O Cavaleiro de Paus precisa descobrir como transformar o fogo do começo em uma chama mais constante, capaz de sustentar aquilo que está sendo construído.

Conclusão

Agosto chega ao fim deixando a sensação de que muita coisa mudou de lugar. Foi um mês de viradas e revelações. Depois do eclipse solar do dia 12, a semana termina sob a influência de um poderoso Eclipse Lunar em Peixes, na sexta-feira (28), convidando-nos a olhar para dentro e reconhecer o que precisa ser encerrado.

O Eclipse Lunar em Peixes encontra o impulso do Cavaleiro de Paus: uma combinação que pede desapego, mas também movimento. Primeiro, solte. Depois, avance. Afinal, o fogo do Cavaleiro fica mais potente quando não precisa carregar o peso do passado.

Ação ousada está sendo exigida agora. O Cavaleiro de Paus não fica sentado pensando. Ele age! Ele convida você a romper com a rotina, sair do lugar conhecido e se abrir para o novo. O mundo é vasto, cheio de possibilidades e está esperando para ser vivido e descoberto por você.

Em seus “Quatro Quartetos”, T. S. Eliot escreveu: “Não cessaremos de explorar, e ao final de toda a nossa exploração chegaremos ao ponto de partida e conheceremos esse lugar pela primeira vez.”

Talvez seja esse o convite do Cavaleiro de Paus para esta semana: avançar, experimentar, descobrir novos caminhos e, quem sabe, voltar ao ponto de partida com um novo olhar.

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 12:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pão de queijo com recheio de costela? Aprenda a fazer essa deliciosa receita em casa]]></title>
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				<description><![CDATA[MINEIRINHO DE COSTELA

Ingredientes:

Massa


	2 xícaras de chá de polvilho azedo
	½ xícara de chá de leite
	¼ xícara de chá de óleo
	1 ovo
	1 xícara de chá de queijo meia-cura ralado
	½ colher de chá de sal


Recheio de costela


	250 gramas de costela bovina cozida e desfiada
	½ cebola pequena picada
	1 dente de alho picado
	1 colher de sopa de azeite
	2 colheres de sopa do caldo do cozimento da costela
	1 colher de sopa de cheiro-verde picado
	Pimenta-do-reino a gosto


Modo de preparo

Comece aquecendo o leite com o óleo até levantar fervura. Coloque o polvilho em uma tigela e despeje a mistura quente, mexendo bem para escaldá-lo. Deixe amornar e acrescente o ovo, o sal e o queijo. Misture e amasse até obter uma massa homogênea e fácil de modelar.

Para o recheio, aqueça o azeite e refogue a cebola e o alho. Acrescente a costela desfiada e um pouco do caldo do cozimento. Refogue até a carne ficar úmida e suculenta, mas sem excesso de líquido. Finalize com cheiro-verde e pimenta.

Montagem:

Pegue uma porção da massa, abra na palma da mão e coloque uma quantidade generosa de costela no centro. Feche cuidadosamente e modele no formato de pão de queijo.

Disponha as unidades em uma assadeira, deixando espaço entre elas. Asse em forno preaquecido a 180 °C por aproximadamente 25 a 30 minutos, ou até os pães de queijo crescerem e ficarem dourados. Espere amornar e sirva.

Obs importante: Tempo de preparo: 45 minutos (Considerando a costela já cozida)
Fonte Água Doce Cachaçaria 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 09:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália?]]></title>
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				<description><![CDATA[Uma sandália preta, de linhas mínimas, que deixa praticamente todo o pé à mostra e cobre apenas o calcanhar. A história muda quando descobrimos que ela é Chanel e custa cerca de R$ 8 mil? 

Recentemente, Margaret Qualley apareceu usando o modelo e a imagem circulou pelas redes sociais. Mas, olhando para aquele sapato, fiquei pensando: se retirássemos a etiqueta Chanel, quanto estaríamos dispostos a pagar por ele?

A pergunta parece uma provocação sobre preço, mas fala de algo muito maior: como atribuímos valor às coisas que vestimos? Se encontrássemos exatamente aquela sandália sem identificação em uma pequena loja, talvez passássemos por ela sem prestar muita atenção.

Coloque o nome de uma das maisons mais desejadas do mundo e, de repente, o objeto ganha história, desejo, exclusividade e alguns milhares de reais no preço.

É claro que seria simplista dizer que uma peça de luxo vale apenas por causa da etiqueta. Quando compramos Chanel, não estamos comprando somente couro, salto e algumas tiras.

Existe por trás daquele nome mais de um século de história, savoir-faire, construção de imagem, desfiles, campanhas e uma influência enorme sobre a maneira como mulheres se vestiram ao longo de gerações. Tudo isso também compõe o valor de um produto.

Mas quanto desse valor conseguimos enxergar no objeto e quanto enxergamos porque sabemos quem o assinou?

Durante muito tempo, riqueza precisava parecer riqueza. Tecidos preciosos, bordados, joias, detalhes elaborados e peças que denunciavam imediatamente seu valor. Hoje, parte do luxo parece brincar justamente com o contrário. Uma camiseta branca pode custar milhares, um tênis pode chegar à loja com aparência de usado. Uma bolsa pode parecer propositalmente desgastada e uma sandália pode ser reduzida a quase nada.

Há nisso também uma espécie de código cultural. Quem conhece moda reconhece a peça, a coleção, a assinatura, a referência. 

A pergunta que não quer calar é: Será que desejamos determinadas peças porque realmente as consideramos bonitas e especiais ou aprendemos a desejá-las depois que descobrimos quem as criou? A moda sempre viveu de símbolos. Uma bolsa nunca foi apenas uma bolsa, assim como um relógio de luxo nunca serviu apenas para mostrar as horas. Vestir também é comunicar pertencimento, repertório, aspiração e identidade.



Não vejo problema em desejar uma Chanel. Muito pelo contrário: a moda também é feita de sonho, história e emoção. Mas talvez seja saudável, de vez em quando, retirar mentalmente a etiqueta daquilo que desejamos. Olhar apenas para o objeto e perguntar: eu ainda gostaria disso se não soubesse a marca?

Antes de pagar pela etiqueta: 5 perguntas para fazer a si mesma

1. Eu compraria se não soubesse a marca?

Faça o exercício de retirar mentalmente o logo e a etiqueta. Você ainda acha a peça bonita e especial? Se a resposta for sim, há grandes chances de existir um desejo genuíno pelo design.

2. Estou pagando por qualidade ou principalmente por desejo?

No luxo, o preço não é determinado apenas pelo material e pela fabricação. História, exclusividade, marketing e prestígio também entram nessa conta. Entender isso ajuda a fazer uma escolha mais consciente.

3. Essa peça conversa com o meu estilo?

Uma tendência pode desaparecer e uma it-piece pode perder relevância rapidamente. Antes de investir, pense em quantas vezes e de quantas maneiras aquela peça realmente entraria no seu guarda-roupa.

4. O custo por uso faz sentido?

Uma bolsa cara usada durante dez anos pode representar um investimento mais coerente do que uma peça mais barata usada uma única vez. Divida mentalmente o preço pela quantidade de vezes que imagina usá-la.

5. Eu quero a peça ou quero o que ela representa?

Talvez seja a pergunta mais difícil. Às vezes desejamos um objeto; outras vezes, desejamos pertencimento, status ou a imagem associada a ele. Nenhuma dessas respostas precisa ser julgada, mas vale saber qual delas está guiando a compra.

No fim, na minha opinião é fundamental conhecer suficientemente o próprio estilo para decidir quando uma etiqueta importa e quando ela não importa.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 17:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Como discordar da liderança sem criar conflitos? Especialista lista 6 cuidados]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/como-discordar-da-lideranca-sem-criar-conflitos-especialista-lista-6/471557/</link>
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				<description><![CDATA[Discordar de uma decisão da liderança faz parte da rotina profissional. Mudanças em projetos, divisão de tarefas, prazos, estratégias e até a maneira de executar determinada atividade podem gerar opiniões diferentes entre gestores e colaboradores.

Apesar disso, o receio de parecer insubordinado, criar um conflito ou prejudicar oportunidades futuras pode fazer com que muitos profissionais prefiram permanecer em silêncio.

Para Rafael Cunha, diretor nacional da Microlins, rede de ensino profissionalizante, apresentar um ponto de vista diferente não precisa ser encarado como um problema. Quando a conversa é conduzida de maneira respeitosa e fundamentada, a discordância pode demonstrar maturidade, pensamento crítico e comprometimento com os resultados.

“O profissional não precisa concordar com todas as decisões para manter uma boa relação com a liderança. O importante é entender como apresentar uma visão diferente, deixando claro que o objetivo não é criar um embate, mas contribuir para encontrar a melhor solução”, explica.

Segundo o especialista, saber administrar divergências está diretamente relacionado ao desenvolvimento de soft skills valorizadas no mercado de trabalho, como comunicação assertiva, inteligência emocional, escuta ativa e capacidade de solucionar problemas.

Pensando nisso, ele lista seis cuidados para discordar do chefe sem transformar a situação em um conflito.

1. Escolha o momento certo: Questionar uma decisão durante uma reunião com toda a equipe nem sempre é a melhor estratégia, principalmente quando o assunto exige uma conversa mais aprofundada. Se não houver urgência, vale solicitar um momento individual com a liderança. Além de evitar uma exposição desnecessária, isso permite apresentar os argumentos com mais tranquilidade.

2. Leve argumentos, não apenas insatisfação: Dizer que não concorda com determinada decisão sem explicar os motivos dificilmente contribuirá para a discussão. Antes da conversa, organize os pontos que sustentam sua opinião. Dados, experiências anteriores, impactos no projeto e possíveis riscos ajudam a tornar o diálogo mais objetivo. “Existe uma diferença importante entre reclamar de uma decisão e apresentar uma análise que possa contribuir para melhorá-la”, destaca.

3. Cuidado com a forma de falar: Mesmo um argumento válido pode perder força quando apresentado de maneira agressiva. Expressões acusatórias ou frases como “isso não vai funcionar” podem gerar uma postura defensiva. Uma alternativa é apresentar preocupações e possibilidades como “identifiquei este risco” ou “podemos avaliar outra alternativa?”. A escolha das palavras ajuda a manter a conversa concentrada no problema, e não nas pessoas.

4. Escute a justificativa da liderança: Nem sempre o colaborador possui acesso a todas as informações consideradas em uma decisão. Restrições financeiras, demandas de clientes, orientações estratégicas ou decisões de outras áreas podem influenciar determinada escolha. Por isso, antes de defender um posicionamento, é importante compreender os motivos que levaram a liderança ter aquela conclusão.

5. Apresente alternativas: Discordar ganha mais força quando o profissional também contribui com possíveis caminhos. Em vez de apenas apontar o que considera errado, vale apresentar uma solução ou perguntar se outras possibilidades podem ser avaliadas. Essa postura demonstra iniciativa e reforça que o objetivo da conversa é contribuir com o resultado.

6. Entenda quando a decisão está tomada: Nem toda discordância resultará em uma mudança. Depois que os argumentos foram apresentados e ouvidos, a liderança pode decidir manter o planejamento inicial. Quando a decisão não envolve uma conduta inadequada ou uma situação que deva ser reportada aos canais internos da empresa, cabe ao profissional compreender os limites de sua atuação e seguir com as responsabilidades acordadas.

Para Rafael Cunha, a maneira como o profissional se posiciona diante de uma divergência também pode contribuir para a construção de sua imagem dentro da organização.

“Empresas precisam de profissionais capazes de pensar, questionar e contribuir com novas perspectivas. Ao mesmo tempo, é necessário saber fazer isso com respeito, equilíbrio e responsabilidade. Aprender a discordar faz parte do desenvolvimento profissional e pode tornar as relações de trabalho mais maduras e colaborativas”, finaliza.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 15:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[A Bela e a Fera faz 35 anos: o clássico que mudou a Disney]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/a-bela-e-a-fera-faz-35-anos-o-classico-que-mudou-a-disney/471549/</link>
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				<description><![CDATA[A Bela e a Fera completa 35 anos em 2026 e continua lindo, emocionante, engraçado, tecnicamente impressionante e musicalmente quase impossível de superar.

E talvez seja ainda melhor quando revisto por olhos adultos, porque algumas das coisas que pareciam simplesmente românticas em 1991 revelam hoje uma inteligência muito maior sobre o amor, a liberdade, o desejo e, sobretudo, sobre a diferença entre querer alguém e achar que se tem direito a essa pessoa.

Também há uma espécie de justiça poética na história do filme. Walt Disney quis adaptar A Bela e a Fera décadas antes de ela finalmente chegar aos cinemas. Tentou desenvolver o conto ainda nos anos 1930 e voltou ao projeto nos anos 1950, mas nunca conseguiu resolver satisfatoriamente sua estrutura, especialmente a segunda metade da história.

O projeto acabou abandonado. Walt morreu em 15 de dezembro de 1966, sem ver sua versão realizada e, naturalmente, sem imaginar que 25 anos depois justamente aquele conto se tornaria o primeiro longa inteiramente animado da história indicado ao Oscar de Melhor Filme, outro sonho seu.

Essa trajetória aparece de maneira especialmente emocionante em Howard, documentário de Don Hahn que considero imperdível para quem gosta de Disney, musicais ou simplesmente de entender como grandes filmes acontecem. Porque A Bela e a Fera não nasceu pronto, muito menos inevitável.

Depois do sucesso enorme de A Pequena Sereia, em 1989, a Disney retomou o projeto, inicialmente pensado como um drama de época sem músicas. Não funcionou. Jeffrey Katzenberg mandou recomeçar o filme praticamente do zero, Richard Purdum deixou a direção, e Gary Trousdale e Kirk Wise, que nunca haviam dirigido um longa, assumiram a produção.

Foi nesse momento que Howard Ashman e Alan Menken se tornaram fundamentais. Os dois já haviam ajudado a ressuscitar a animação Disney com A Pequena Sereia, mas aqui encontraram algo ainda mais sofisticado.

Eles entenderam que as músicas não poderiam ser enfeites colocados entre uma cena e outra. Elas precisavam contar a história. Em A Bela e a Fera, praticamente nenhuma canção poderia ser retirada sem que o roteiro perdesse informação, emoção ou personagem.

“Belle”, por exemplo, faz em poucos minutos aquilo que muitos filmes levam meia hora para estabelecer. Apresenta a cidade, mostra como os moradores enxergam a protagonista, explica o que ela deseja, introduz Gaston e deixa claro que existe alguma coisa naquela vida pequena demais para ela. “Gaston” é uma aula de construção de personagem através da comédia.

A Bela e a Fera faz 35 anos: o clássico que mudou a Disney - Divulgação

“Be Our Guest” é Broadway, vaudeville, Busby Berkeley e Disney ao mesmo tempo. “Something There” transforma o começo de um sentimento em narrativa. “The Mob Song” mostra como medo e preconceito podem ser manipulados até se transformarem em violência coletiva. E “Beauty and the Beast” simplesmente não envelhece.

Angela Lansbury chegou a acreditar que sua voz não era adequada para a canção. Ashman e Menken pediram que ela fizesse ao menos uma tentativa, cantando da maneira que achasse correta. Segundo os relatos da produção, Lansbury emocionou todos no estúdio e a gravação ficou essencialmente naquela primeira interpretação.

A música depois venceria o Oscar de Melhor Canção Original. Trinta e cinco anos depois, ainda é difícil ouvir “Tale as old as time” sem imediatamente enxergar Belle de amarelo e a Fera de azul girando naquele salão.

A trilha de Alan Menken e Howard Ashman é uma das razões pelas quais A Bela e a Fera continua tão extraordinário. Não é apenas bonita. É impecavelmente construída.

Cada tema tem função dramática, cada música revela alguma coisa e Menken consegue alternar exuberância, humor, ameaça e romantismo sem que o filme pareça mudar de universo. Há muitas trilhas Disney inesquecíveis, mas poucas formam com a narrativa uma unidade tão perfeita.

Existe ainda uma tristeza impossível de separar dessa música. Ashman estava gravemente doente durante a produção. Ele havia sido diagnosticado com AIDS e parte do trabalho foi deslocada para Nova York para que pudesse continuar participando enquanto sua saúde se deteriorava. Morreu em 14 de março de 1991, aos 40 anos, oito meses antes da estreia comercial de A Bela e a Fera. Nunca viu o filme terminado.

Há uma história especialmente bonita desse período. Depois de uma exibição muito bem recebida do filme ainda em produção, integrantes da equipe visitaram Ashman. Don Hahn comentou que aquilo seria um enorme sucesso e perguntou quem poderia ter imaginado.

A resposta de Howard foi simples: “Eu”. Nos créditos finais, a Disney resumiu seu legado de uma maneira que permanece dolorosamente perfeita: Howard havia dado uma voz a uma sereia e uma alma a uma fera. Mas a revolução de A Bela e a Fera também estava em Belle.

Hoje, depois de Elsa, Moana, Mérida e tantas protagonistas que recusam abertamente o modelo tradicional da princesa Disney, é fácil subestimar o quanto Belle era diferente em 1991.

Ela começa o filme sem qualquer urgência romântica. Lê, quer conhecer o mundo, acha a vida ao redor pequena demais e não demonstra o menor interesse em aceitar aquilo que sua comunidade considera o futuro ideal para uma mulher.

Paige O’Hara foi escolhida entre centenas de candidatas, e uma das preocupações dos realizadores era que Belle soasse mais como uma mulher do que como uma menina.

É um detalhe pequeno, mas importante. Belle não foi transformada retrospectivamente em uma heroína moderna porque hoje gostamos de enxergá-la assim. Essa diferença estava sendo construída conscientemente.

E talvez seja por isso que Gaston seja ainda mais interessante quando revemos o filme já adultos. Ele não tem poderes, não lança feitiços e nem sequer parece um vilão quando aparece. É bonito, forte, popular e completamente admirado pela comunidade. Para aquele mundo, Gaston é o homem perfeito.

O problema é que está absolutamente convencido de que desejar Belle significa ter direito a ela. Ela diz não; ele ouve e simplesmente decide que o não não vale. Primeiro transforma a resistência em brincadeira. Depois, prepara o casamento antes de ter uma noiva que tenha concordado em se casar.

Quando percebe que Belle ama outra pessoa, tenta usar Maurice para chantageá-la e finalmente conduz uma multidão até o castelo para matar a Fera. O homem bonito, humano e socialmente aprovado termina revelando-se muito mais monstruoso do que o monstro.

É por isso também que nunca comprei completamente a velha brincadeira de que A Bela e a Fera seria apenas uma grande fantasia sobre síndrome de Estocolmo. Belle não se apaixona pela Fera quando ele a aprisiona, ameaça ou tenta controlá-la. Nesses momentos, ela o enfrenta. Quando ele passa do limite, ela vai embora. A relação muda porque ele muda.

Durante a construção do filme, Ashman e Linda Woolverton discutiam justamente que aquela era também a história de redenção da Fera, porque é ele quem precisa atravessar uma transformação. Belle já sabe quem é. A Fera ainda não sabe quem consegue ser.

E a transformação mais importante dele acontece muito antes de qualquer magia devolver seu rosto humano. Quando Belle descobre que Maurice está em perigo, a Fera a deixa partir. Não cobra nada. Não pede que volte. Não transforma sua liberdade numa negociação.

Ele aceita perder a mulher que ama porque finalmente compreende que amá-la significa permitir que ela escolha. É aí que ele deixa verdadeiramente de ser a Fera.

Essa é uma diferença essencial entre ele e Gaston. Gaston parece homem e acredita que amar significa possuir. A Fera parece um monstro e precisa aprender que amar significa libertar. Talvez a maior sofisticação do filme esteja exatamente nessa inversão.

Ah! E ainda há a biblioteca. Sim, 35 anos depois, entregar uma biblioteca inteira para uma mulher que ama livros continua sendo uma das melhores estratégias românticas já criadas pelo cinema. Não há muito o que discutir.

Visualmente, o filme também representava uma revolução. A Bela e a Fera foi o segundo longa produzido com o sistema CAPS, desenvolvido para a Disney com participação da Pixar, e a famosa sequência do salão de baile usou justamente essa tecnologia para combinar personagens desenhados à mão com um ambiente tridimensional.

A Bela e a Fera faz 35 anos: o clássico que mudou a Disney - Divulgação

Hoje estamos habituados a universos inteiros construídos digitalmente. Em 1991, a câmera entrando naquele salão e circulando Belle e a Fera era algo assombroso.

E há uma curiosidade deliciosa: na dança final, depois que a Fera volta à forma humana, parte dos movimentos de Belle e do príncipe foi reaproveitada da dança entre Aurora e Phillip em A Bela Adormecida, de 1959. O motivo era bem menos poético do que o resultado. A equipe simplesmente estava ficando sem tempo.

Talvez nenhum episódio demonstre melhor o impacto imediato do filme do que sua exibição no Festival de Cinema de Nova York, em setembro de 1991. A Bela e a Fera ainda não estava terminado, com cerca de 70% da animação pronta; no restante, o público viu storyboards e testes a lápis.

Mesmo assim, ao final, recebeu uma ovação em pé relatada como tendo durado aproximadamente dez minutos. É uma imagem maravilhosa. Antes mesmo de estar completamente animado, o filme já havia conseguido exatamente aquilo que tantas animações lutavam para conquistar: ser visto não apenas como entretenimento infantil, mas como cinema.

Quando chegou aos cinemas em novembro de 1991, arrecadou cerca de US$ 331 milhões mundialmente em sua primeira passagem e tornou-se o primeiro longa animado a ultrapassar US$ 100 milhões nos Estados Unidos.

Depois vieram seis indicações ao Oscar, incluindo Melhor Trilha Sonora, três músicas concorrendo simultaneamente a Melhor Canção Original e, finalmente, Melhor Filme. Era a primeira vez que uma animação chegava ali.

Walt Disney estava morto havia 25 anos. Não conseguira realizar sua própria versão daquela história. Não viveu para assistir à Renascença Disney, ouvir Alan Menken e Howard Ashman ou ver Belle atravessar uma pequena aldeia francesa carregando livros enquanto todos a consideravam estranha, mas foi justamente A Bela e a Fera que chegou onde nenhuma animação havia chegado antes.

Depois vieram o musical da Broadway, que estreou em 1994 e permaneceu 13 anos em cartaz, continuações, especiais, parques, produtos, uma versão live-action bilionária e inúmeras tentativas de repetir sua fórmula. Só que, vamos admitir, nada substituiu o original.

Trinta e cinco anos depois, a animação continua linda, o salão de baile ainda emociona, Gaston talvez seja mais assustador do que parecia quando éramos crianças e Belle continua deliciosamente incapaz de aceitar a vida que os outros planejaram para ela.

E a trilha de Alan Menken e Howard Ashman continua exatamente como sempre foi: inesquecível, impecável e perfeita.

A Bela e a Fera pode ser aquilo que sua música prometeu desde o começo: uma história tão antiga quanto o tempo, mas que ainda parece viva.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 12:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Especialista explica a importância da proteína para a alimentação e como a incluir no dia a dia]]></title>
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				<description><![CDATA[O café da manhã ganha ovos, o lanche da tarde recebe whey protein e, cada vez mais, barrinhas, bebidas, iogurtes e até sorvetes passaram a destacar no rótulo a quantidade de proteína presente na composição.

A valorização do nutriente ganhou espaço entre pessoas que buscam emagrecer, ganhar massa muscular ou simplesmente adotar uma alimentação considerada mais equilibrada. Mas, diante de tantas opções e informações circulando nas redes sociais, uma dúvida aparece com frequência: é realmente necessário consumir proteína em todas as refeições para perder peso?

A resposta, segundo especialistas, não é tão simples quanto associar maior consumo de proteína a um emagrecimento mais rápido. Para adultos saudáveis, a recomendação geral de ingestão proteica é de 0,8 grama por quilo de peso corporal por dia.

Essa referência, no entanto, não representa uma prescrição específica para quem deseja perder peso e pode variar de acordo com características individuais, como composição corporal, nível de atividade física, idade e objetivos.

O interesse pelo nutriente também aparece no comportamento do consumidor. Entre janeiro e outubro de 2025, as vendas de whey protein cresceram 124% em volume, segundo levantamento da Scanntech, em parceria com a McKinsey.

De acordo com a nutricionista Fernanda Lopes, a proteína pode ser uma aliada durante um processo de redução de peso, principalmente, por contribuir para a saciedade e ajudar na preservação da massa muscular.

Isso, porém, não significa que seja necessário transformar todas as refeições em preparações altamente proteicas.

“O processo depende do equilíbrio entre diferentes nutrientes, da energia consumida e da qualidade das refeições. A proteína tem uma função importante nesse contexto, mas aumentar sua presença no cardápio não é suficiente para emagrecer nem significa que ela precise estar em tudo o que se come”, explica.

VARIEDADE

Uma das orientações da nutricionista é não depender apenas de alimentos que se tornaram populares nas dietas voltadas ao emagrecimento, como frango e ovos.

Peixes, carnes, leite e derivados, além de leguminosas como feijão, lentilha e grão-de-bico, também podem fazer parte do cardápio. A alternância permite explorar diferentes sabores, texturas e formas de preparo.

No caso das proteínas vegetais, elas podem aparecer tanto como acompanhamento quanto como ingrediente principal de determinadas receitas. O grão-de-bico pode virar salada, pasta ou bolinho assado. A lentilha pode compor sopas, saladas e ensopados. Já o feijão, tradicional na mesa brasileira, pode acompanhar o arroz ou ser utilizado em outras preparações.

“Não devemos olhar apenas para a presença da proteína no prato. A qualidade e a combinação dos alimentos também importam para construir uma alimentação que possa ser mantida no dia a dia”, afirma Fernanda.

SUPLEMENTO É COMPLEMENTO

Muito prático, o whey protein pode ser incorporado a vitaminas, iogurtes, mingaus e outras preparações, mas a nutricionista ressalta que o suplemento não deve ser tratado como um alimento obrigatório para quem deseja emagrecer.

“O whey não é um produto emagrecedor, mas pode ser útil em determinadas situações. Antes de acrescentá-lo, precisamos entender o que a pessoa já come e se existe realmente necessidade de suplementação”, orienta.
A principal função do suplemento, nesse contexto, é ajudar a complementar a ingestão proteica quando existe dificuldade de atingir a quantidade indicada por meio da alimentação convencional.

Isso significa que tomar um shake de whey sem avaliar o restante da dieta pode não trazer o benefício esperado. Dependendo da preparação, outros ingredientes podem ser acrescentados, aumentando o valor energético da refeição.

QUANTIDADE IDEAL

Outro ponto fundamental é evitar comparações. A quantidade de proteína necessária para uma pessoa não necessariamente será adequada para outra.

A recomendação geral de 0,8 g por quilo de peso corporal ao dia é uma referência para adultos saudáveis, mas necessidades individuais podem ser diferentes. Pessoas com níveis distintos de atividade física, composição corporal e objetivos nutricionais podem precisar de estratégias específicas.

Por isso, aumentar a quantidade de carne no almoço, acrescentar ovos ao café da manhã e ainda incluir um shake no lanche não significa necessariamente que o processo de emagrecimento será acelerado.

“Mais importante do que buscar um consumo elevado é entender quanto cada pessoa realmente precisa. A avaliação profissional permite definir o aporte e sua distribuição ao longo do dia de acordo com as características do paciente”, esclarece Fernanda.

A orientação profissional também permite avaliar o restante da alimentação. Afinal, não adianta aumentar significativamente a proteína enquanto frutas, verduras, legumes, fibras e outros nutrientes ficam de fora do cardápio.

EQUILÍBRIO

A popularização dos alimentos proteicos pode ser positiva quando estimula as pessoas a prestar mais atenção à alimentação, mas existe o risco de transformar um único nutriente no centro da dieta.

Uma refeição equilibrada pode reunir diferentes grupos de alimentos. No almoço e no jantar, por exemplo, legumes e verduras podem dividir espaço com uma fonte proteica e alimentos ricos em carboidratos, como arroz, batata, mandioca ou outros cereais e tubérculos. O feijão também pode participar dessa composição.

Nos lanches, frutas podem ser combinadas com iogurte, leite, queijo, ovos ou outras opções, dependendo da necessidade individual. Já no café da manhã, diferentes combinações podem fornecer energia e nutrientes para começar o dia.

Essa diversidade também abre espaço para receitas práticas e saborosas. O objetivo não precisa ser transformar cada refeição em uma preparação “fitness”, mas encontrar formas de inserir alimentos nutritivos na rotina sem abrir mão do prazer de comer.

Creme de lentilha com legumes

Foto: Pexels

Ingredientes


	 1 xícara (chá) de lentilha;
	 1 cenoura picada;
	 1 abobrinha picada;
	 1 tomate picado;
	 1/2 cebola;
	 2 dentes de alho;
	 1 litro de água;
	 1 folha de louro;
	 Sal a gosto;
	 Pimenta-do-reino a gosto;
	 Cheiro-verde a gosto;
	 1 fio de azeite.


Modo de Preparo

Refogue a cebola e o alho em uma panela com um fio de azeite. Acrescente o tomate, a cenoura, a abobrinha e a lentilha. 

Cubra com a água, adicione a folha de louro e deixe cozinhar até que a lentilha e os legumes estejam macios. 
Retire o louro e, se desejar uma textura mais cremosa, bata parte da preparação com um mixer ou liquidificador. Ajuste o sal e finalize com cheiro-verde.

Salada de grão-de-bico com atum

Foto: Pexels

Ingredientes


	 1 xícara (chá) de grão-de-bico cozido;
	 1 lata de atum em água, escorrido;
	 1 tomate picado;
	 1/2 pepino picado;
	 1/4 de cebola roxa fatiada;
	 Folhas de alface a gosto;
	 Suco de 1/2 limão;
	 1 fio de azeite;
	 Cheiro-verde a gosto;
	 Sal a gosto.


Modo de Preparo

Em uma tigela grande, misture o grão-de-bico, o atum, o tomate, o pepino e a cebola. 

Acrescente as folhas de alface e finalize com limão, azeite, cheiro-verde e uma pequena quantidade de sal. Misture delicadamente e sirva.

A preparação pode ser consumida como refeição principal ou acompanhamento, de acordo com a organização do cardápio.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 09:15:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Tem candidato apostando na tese de que só merece voto quem nasceu, cresceu... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/tem-candidato-apostando-na-tese-de-que-so-merece-voto-quem-nasceu/471518/</link>
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				<description><![CDATA[Rafael Belo - poeta de ms


"Palavras erradas estão algemadas na escolha de dizê-las,
no porquê de sacá-las tão rápido,
e atirá-las certeiras ao alvo”.


Felpuda

Tem candidato apostando na tese de que só merece voto quem nasceu, cresceu e, se depender dele, até seja enterrado na Capital. O discurso, carregado de indignação, tenta vender a ideia de que Campo Grande virou “terra de ninguém” na política. Esquece apenas um detalhe elementar: nenhum candidato, em sã consciência, despreza o maior colégio eleitoral de Mato Grosso do Sul. Nesta área, o eleitor costuma separar o CEP do currículo. É, realmente política não é para amadores.



Dourados, segunda cidade mais populosa de Mato Grosso do Sul, com 243.368 habitantes, passa por uma profunda transformação urbana. Estudo da Universidade da Grande Dourados (UFGD) mostra que a expansão da cidade criou uma configuração marcada por bairros, condomínios fechados e conjuntos habitacionais espalhados pelo local. Segundo a professora Maria José Martinelli Silva Calixto, a cidade deixou para trás a antiga divisão entre centro valorizado e periferia pobre. Hoje, existem diferentes tipos de periferia, incluindo áreas de alto padrão e regiões populares com menor acesso à infraestrutura. A expansão urbana também aproximou loteamentos fechados da Reserva Indígena, criando novas fronteiras e contradições. Dourados se tornou também um importante polo regional de comércio, serviços e infraestrutura. Para a pesquisadora, esse processo produz uma cidade mais fragmentada e marcada por desigualdades socioespaciais.

Marcos Vollkopf e Janete Vollkopf

Rener Oliveira

Prova

O candidato ao Senado Capitão Contar carrega nos ombros a responsabilidade de provar que sua escolha para a disputa, depois de muitas polêmicas, foi acertada. Ele saiu da convenção como candidato e assumiu o desafio. Agora, terá de transformar o capital político acumulado em votos. A urna será a prova definitiva.

No vermelho

A inadimplência segue em alta e acende o alerta em MS: 6,41 milhões de consumidores estão negativados no Centro-Oeste, cerca de 48,39% da população adulta. O índice supera a média nacional, de 44,75%, segundo dados de julho da CNDL e do SPC Brasil. Em um ano, o número de inadimplentes na região cresceu 6,34%, pressionando o comércio e o orçamento das famílias. As contas de água e energia lideraram a alta das dívidas, com avanço de 22%, seguidas por bancos e comunicação.

Bolão

Mais de 1,4 mil ovos serão usados no gigantesco bolo preparado pelo Sistema Comércio MS para comemorar os 127 anos de Campo Grande, no dia 26. As massas vão consumir mais de 540 quilos de ingredientes e, com recheio e cobertura, o bolo deverá ultrapassar 800 quilos. Ele terá nada menos que 32 metros de extensão, reproduzindo o letreiro Campo Grande 127 Anos.

Aniversariantes

@@NOTICIA_GALERIA@@

SÁBADO (22)


	Palmira Amélia Campos de Figueiredo Massud,
	Dra. Kátia Carine Volpe
	Jucimara Costa Pereira,
	Raquel Araujo de Oliveira Barros,
	Ronaldo Queiroz dos Santos,
	Albertin Fogolin,
	Aurora de Matos,
	Luiz Abel Piccinin,
	Genilson da Silva Amarilha,
	Jânio Luiz Golin,
	Ricardo Abrão Siufi,
	José de Paula Brandão,
	Rogério Alvares Melchior,
	Maciel Ferreira,
	Odevanil Rodrigues dos Santos,
	Shigeo Matsunaga,
	Norma Rejane Santos Ribas,
	Leoneida Ferreira,
	Darlene Barros Serra,
	Muriel Monteiro Machado,
	Karla Monteiro Machado Estrela,
	Giovana Bigolin,
	Isabela Fiori Travain,
	João Walter de Vasconcelos,
	Juliane Genova Moreno,
	Marcelo Martinusso Duarte,
	Maurício Pinto Hugo,
	Eduardo Gasperin Andriguetti,
	Thaís Aparecida Abrão Vieira,
	Catarina Ferraz da Silva Pedrossian,
	Ana Carolina Lyrio de Oliveira Hatschbach,
	Edson Seitsi Arakaki,
	Arsenio Gomes Almiron,
	Maria Alves Benitez,
	Valmir Vilas Boas,
	Tayara Guessy,
	Roberto Alcântara,
	Elizabeth de Castro,
	Rafael José Teixeira Machado,
	Julho Herminio,
	Adrianne Bertola Carvalho,
	Maria Célia Ferreira,
	Janeide Marciano Pouso,
	Maria da Rosa Salomão,
	Hélio Pinto de Almeida,
	Iracema Almeida Barbosa,
	Elina Nantes Braga,
	Patrícia Neto Braga,
	Carlos José Rodrigues Medina,
	José Antunes de Siqueira,
	Katsue Missaka Sakai,
	José Artoldo Cançado,
	Dr. Mauri Luiz Comparin,
	José Alexandre Ramos Trannin,
	Maurício Odorizzi,
	Mário William Carpes Espíndola,
	Luís Eduardo Bechuate Saffar,
	Kamila Garcia Gibim,
	Eva Figueiredo,
	Dr. Rafael Almeida da Silva,
	Dulcinéa Tavares,
	Alexandre Moraes,
	Lênis Gonçalves de Matos,
	Elmar de Almeida,
	Elizabete Fátima Pastorello Panachuk,
	Lidiane de Brito Curto,
	João Luiz Marques Salvadori,
	Thomas Piacsek,
	Márcia Maria Abdalla,
	José Nelson Paschoalim Júnior,
	Cerenita dos Santos Polati,
	Thaisa de Molon Zanin,
	Ana Cláudia Oliveira Marquês Medina,
	Miriã Leão Congro,
	Thiago Jovani,
	Bianca Maria Lorenzano,
	Solange de Cássia Minelli.


DOMINGO (23)


	Antônio Carlos Arroyo,
	Daniela Arroyo Vargas,
	Oswaldo Mochi Junior,
	Juliana Vieira de Carvalho Mandetta,
	Cláudio George Mendonça,
	Alceu Ponce Arantes,
	Camilla Rubya Gonçalves de Oliveira,
	Cláudia Davina Benites Ribeiro,
	Elio Tognetti,
	Wagner Cordeiro Chagas,
	Wanda Alves do Amaral,
	Alvarina Miranda Quevedo,
	Jayme Dias Bravo,
	Georgina Davina Ribeiro,
	Fabiano Roque Bondejam,
	Juvanil da Silva Campos,
	Sérgio Ricardo Souto Vilela,
	Elaine José Araújo,
	Sibele Soares Vasques,
	Dr. Adir Pires Maia,
	Larissa Rezek Pereira,
	Gabriela Sobral de Figueiredo Melke,
	Alda de Brito,
	Ubirajara de Oliveira,
	Vicente Gomes dos Santos,
	Amaro da Silva Santos,
	Isamara Andrighetto Hardoim,
	Dra. Jussara Arguello Rodrigues,
	Marcos Rafael Coelho,
	Valério Antunes Arguelho,
	Nelinton Cardoso Braff,
	Valcir Silva Miranda,
	Emerson Renato Milani,
	Wilson Vieira Loubet,
	Randerson Lima,
	Vilma Rodrigues de Aguiar,
	Silvio Maciel da Cruz,
	Terezinha Fernandes,
	Medson Janer da Silva,
	Israel Alves Nogueira,
	Marilene Coelho,
	Antônio Fontoura Paes,
	Irene Valdez Freitas,
	Eza Jacques Leite,
	Antônio Salmi,
	Zeni Ferreira de Andrade,
	João Jorge Moreira,
	Elisabeth Madalena da Silva,
	Dr. Flávio Augusto Bacha,
	Francisco Medeiros Rocha,
	Eloy Martins de Oliveira,
	Wagner de Albuquerque,
	Eliane Silva Oliveira,
	Grace Sílvia Tambelini,
	Uber de Souza Barbosa,
	Dr. João Bosco de Barros Wanderley,
	Gisele Cristina Rodrigues Luvizuto,
	Neuza Yamada Suzuke,
	Fernanda Luiza Cândido Stinghin,
	Christina Paula Naste Shirado,
	Francisco Jacinto da Silva,
	Juliano Barros de Souza,
	Angelo Budib,
	Gleicy Ivana Salvi Vilela,
	Vanice Godoy,
	Eduardo Serafim de Souza,
	Maria Inês Rodrigues Brasil,
	Waldir Cezaretti de Freitas,
	Adriana Sá Fichino,
	Andreya Ytacyara de Barros,
	Augusto Eiji Oshiro,
	Nilton Massao Aguena,
	Bruno Schneider Pereira Selli,
	Eduardo Azato,
	Beatriz Viegas Machado Azambuja,
	Aparecido Silva Cação,
	Duraid Yassim,
	Eliane Jacob de Brito

]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 00:01:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[As canetas emagrecedoras estão engordando a criatividade de quem insiste... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/as-canetas-emagrecedoras-estao-engordando-a-criatividade-de-quem/471448/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/as-canetas-emagrecedoras-estao-engordando-a-criatividade-de-quem/471448/</guid>
				<description><![CDATA[Fernanda Young - Escritora brasileira

"Existem pessoas que tornam a tolerância tão difícil que esta deveria ser considerada praticamente um superpoder”.

FELPUDA

As canetas emagrecedoras estão engordando a criatividade de quem insiste em encontrar atalhos, inclusive fora da legalidade. Em São Miguel do Iguaçu (PR), a Receita Federal encontrou ampolas acomodadas em buracos na sola do tênis do motorista, numa “solução” de fazer inveja à indústria calçadista. Ele disse que os produtos eram para uso próprio, mas esqueceu do pequeno detalhe chamado receita médica. Na falta de bolso, mochila ou mala, o cidadão decidiu transformar o calçado em farmácia ambulante. Pelo jeito, o desejo de emagrecer era tanto, que até o tênis entrou na dieta.



Gangorra

A divulgação dos bens dos candidatos virou espetáculo à parte nesta eleição. Alguns descobriram a fórmula da multiplicação patrimonial, depois que entraram na vida pública. Outros, parecem ter encontrado o caminho inverso e empobreceram no papel. 

Mais

Há declarações que fariam qualquer economista pedir uma calculadora e o contribuinte levantar a sobrancelha. A Justiça Eleitoral recebe os números. Já o eleitor tenta entender como certos patrimônios desafiam até as leis da matemática.

 Marcos de Lima e Ada Maria Tincani de Lima - Foto: Studio Vollkopf

 

 Monique Rosa - Foto: André Ligeiro

Medo

Comerciantes continuam afirmando que a insegurança no centro de Campo Grande “vai indo muito bem”. Os relatos de furtos, invasões e outros episódios reforçam o sentimento de apreensão entre empresários e trabalhadores. O comércio, que depende da circulação de consumidores, sente diretamente os efeitos da falta de segurança. O CDL segue cobrando medidas mais efetivas, enquanto os comerciantes perguntam até quando terão de conviver com o medo de abrir as portas.

Musculatura

Ao reunir, dia 18, prefeitos das cidades de Mato Grosso do Sul, o candidato ao Senado Reinaldo Azambuja mostrou força política. O encontro serviu para demonstrar a capilaridade das articulações no interior,  com sua proposta municipalista quando administrouo o Estado por dois mandatos. A presença dos gestores municipais reforça o peso das alianças na corrida eleitoral, que respalda a candidatura à reeleição do governador Eduardo Riedel. Ele participou do encontro, ao vivo e em cores.

Sem ruídos

A ausência de Adriane Lopes, prefeita de Campo Grande, e Marçal Filho, prefeito de Dourados, não passou despercebida. São justamente os dois maiores colégios eleitorais de MS. Ambos, porém, justificaram as faltas e mantiveram o discurso de fidelidade ao governador Riedel e ao ex-governador Reinaldo, no melhor estilo político, tipo ”desde criancinha”. A ausência, apesar de notada, não significou que esteja havendo ruídos na relação.

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Osmar Pereira Bastos, 
	Gioconda Marchini Veiga Holzschuh, 
	João Braz,
	Kênia Suen Lovizon, 
	Dr. Juliano Albuquerque, 
	Carla Maria César Oliva de Souza, 
	Afonso Garcia Filho,
	Givanildo Heleno de Paula,
	Jakson Franco Martins,
	Luiz Carlos Galhardo,
	Marcos Menqui Vilhalba,
	Wander José Cortes Villela,
	Lacy de Mello Rondon,
	Maria Estela Bonetti Felicio,
	Wilson de Souza Salim,
	Mário Sérgio de Azevedo,
	Dr. Wilson Ayach, 
	Izaltina Borges dos Santos,
	Robercy Victorio da Silva,
	Walter Fernandes Reis,
	Morikatsu Saruwatari,
	Maria Rita Ferreira,
	Rita Freire Ancelmo, 
	Virgínia Márcia Freire Palhano,
	Suria Araújo,
	Berenice Auler Krabbe, 
	Inês Pereira Esteves, 
	Flávio Henrique de Mello,
	Grimaldo de Azevedo Pereira Filho,
	Yuri da Rosa Godoy,
	Tereza Marilú Barbosa Pires Siufi,
	Eduardo Cabral Neto,
	Flávio de Souza Barros,
	Marcelo Franco,
	José Guilherme Medeiros Gonsales,
	Elizangela Marques de Lima,
	Mariosol dos Santos Barbosa,
	Célio de Queiroz Candéa Júnior,
	Orlando Guimarães,
	Maildo Santos de Assunção,
	Dr. João Roberto de Lima,  
	Rogério Evangelista Santinho,
	Luiza Andreia de Souza Ramos, 
	Durval Cava,
	Roberto Yudi Mori, 
	Edmundo Augusto Barbosa Bacha, 
	Anacleto da Silva Sobrinho,
	Fernanda Cristina Delfin Ferreira,
	Lurdes Caldeira de Carvalho,
	Valter Roniz Dias de Souza,
	Carlos Roberto Saravy de Souza,
	Claudia Elaine Peres,
	Aquino de Miranda Coelho,
	Marina Alves Oliveira,
	Maria Cristina Hvala Figueiredo,
	Nilva Ferreira de Souza,
	Sônia Maria Trindade,
	Marcelo Avalo Ferreira,
	Wilson Pereira de Souza,
	Marina Moraes da Silva,
	Giuliano Battaglin,
	Yassuo Kasai,
	Joana Francisca de Siqueira,
	Pedro Paulo Mendes Corrêa,
	Maria Cristina Tripoli Dias,
	Lourdes Barão Ramalho,
	Nancy de Almeida Braga,
	Julião Aguiar,
	Carolina Barbosa Bacha, 
	Marilene Toledo Braga,
	Marcos José Pinto,
	Maria Inês Mascarenhas,
	Luiz Hokama,
	Afonso do Vale,
	Paulo Cézar Rodrigues,
	Maria Regina Mercante,
	José Antônio Martins Filho,
	Marcela Chaves Tavares,
	Jairo Pedrosa,
	Margarida da Costa Passos,
	Elza Regina Ferreira,
	Andréa Nogueira de Rezende,
	Margareth Belmonte,
	Antônio Carlos Vieira,
	Luiz Sérgio Moreira,
	Priscila Nogueira de Almeida,
	Alberto Neiva Tôrres,
	Rosana Freitas Dias,
	João Henrique Tavares de Queiroz,
	Fernanda  Abrão Ferzik,
	César Roque Pelizza,
	Aluízio Lessa Coelho Filho, Humberto Medeiros da Silva,
	Carlos Goulart de Azevedo,
	Mirian Livia Rodrigues,
	Pedro Paulo Menezes,
	Arthur Mitsugi Koga,           
	Karina Norma Cação,  
	Paulo Sérgio Scapulatempo 
	da Rosa,
	Cláudia Regina Dias Arakaki Ishikawa,
	Celso Taissuke Okada,
	Rosemary Fernandes Del Picchia Saito,
	Luis Alexandre Figueiredo Santiago,
	Rita de Cássia Vendrami Pusch de Souza,
	Luciana Schaefer Comparin,
	Alexsandro Hideo Sakurai,
	Paulo Kazuo Oda.


Colaborou com Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Especialistas alertam para os efeitos da desidratação e dão dicas para manter o consumo de líquidos ]]></title>
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				<description><![CDATA[Quando as temperaturas caem, é comum que alguns hábitos da rotina mudem. A alimentação pode ficar mais voltada para pratos quentes, a atividade física pode ser reduzida e até o consumo de água tende a diminuir. O problema é que, enquanto a percepção de sede costuma ser menor nos dias frios, a necessidade de hidratação do organismo permanece.

A sensação de que o corpo precisa de menos água durante o inverno pode levar muitas pessoas a passar horas sem beber líquidos.

No entanto, a água continua sendo indispensável para o funcionamento adequado do organismo e deve fazer parte da rotina diariamente, independentemente da estação do ano ou da prática de exercícios físicos.

Mesmo no frio, o organismo perde água continuamente. A eliminação ocorre por diferentes vias, como a respiração, a transpiração e os processos metabólicos.

A exposição ao ar mais seco, característica de muitos períodos de temperaturas baixas, também pode contribuir para uma maior perda de umidade pelas vias respiratórias.

Segundo Carolina Sommer, diretora-executiva e responsável pela área de Pesquisa e Desenvolvimento da Equaliv, marca premium de suplementos da farmacêutica Althaia, a redução da ingestão de água durante o inverno é um comportamento recorrente que merece atenção. 

A questão não está apenas em matar a sede. A hidratação adequada participa de diferentes processos do organismo e está relacionada à manutenção do bem-estar, da concentração, da disposição, do funcionamento muscular e da recuperação corporal.

“Quando a reposição não acontece de forma correta, podem surgir sintomas como dores de cabeça, fadiga, queda de disposição, cãibras, ressecamento da pele e até alterações no funcionamento intestinal”, explica Carolina.

SINAIS DE DESIDRATAÇÃO

Um dos principais motivos para o consumo de água cair durante o inverno é justamente a redução da sensação de sede.

Em dias quentes, a transpiração e o aumento da temperatura corporal fazem com que a necessidade de beber água seja percebida com maior facilidade. No frio, porém, essa percepção pode ser menor.

Isso não significa que a necessidade fisiológica de líquidos desapareça.

A sede é um mecanismo importante de sinalização do organismo, mas não deve ser utilizada como o único indicador para determinar quando beber água. Esperar sentir muita sede pode fazer com que a pessoa passe períodos prolongados sem se hidratar adequadamente.

Para o nutricionista e pesquisador Pedro Perim, a hidratação ainda é subestimada no cotidiano. Segundo ele, o cuidado com o consumo de líquidos não deveria estar associado somente à prática de exercícios ou a situações em que a perda de água é mais evidente.

De acordo com Perim, a desidratação pode ter consequências que vão além da sensação de sede e também merece atenção quando o objetivo é preservar a massa muscular. “Hoje, sabemos que a hidratação é um fator que influencia inclusive na perda de massa muscular. E isso é muito mais comum do que imaginamos”, explica.

O especialista também chama atenção para o fato de que a sede já pode representar um sinal de que o organismo está começando a necessitar de reposição hídrica.

“O impacto metabólico da desidratação começa simplesmente a partir do fato de sentirmos sede, isso já é um sinal de desidratação”, afirma.

MUDANÇAS NO INVERNO

A relação entre frio e hidratação envolve mecanismos fisiológicos. Com temperaturas mais baixas, alterações no organismo e na atuação do hormônio antidiurético, conhecido como ADH, podem contribuir para que a percepção de sede seja diferente.

Ao mesmo tempo, o ambiente pode favorecer a perda de água. O ar frio costuma ser mais seco e, durante a respiração, o organismo aquece e umidifica o ar que entra nos pulmões. Parte dessa água é eliminada posteriormente na forma de vapor.

Os banhos quentes, outro hábito comum durante o inverno, também entram nessa equação. A água em temperaturas muito elevadas pode remover parte da proteção natural da pele, contribuindo para o ressecamento. Embora o banho não seja a principal fonte de perda hídrica do organismo, o hábito pode agravar a sensação de pele seca típica dos períodos frios.

As vias respiratórias também podem sofrer com o clima seco. Nariz, garganta e outras estruturas ficam expostos continuamente ao ar, e a baixa umidade pode aumentar o desconforto, especialmente em ambientes fechados.

Por isso, manter uma rotina de hidratação é importante mesmo quando a temperatura não provoca aquela sensação de calor e sede intensa característica do verão.

EXERCÍCIOS

Existe uma associação frequente entre hidratação e atividade física. É comum lembrar de beber água antes, durante e depois de uma corrida, caminhada ou sessão de academia. No entanto, o consumo adequado de líquidos é uma necessidade diária para todas as pessoas.

A água participa de funções essenciais do organismo e está presente em processos relacionados à circulação, digestão, regulação da temperatura corporal e ao funcionamento celular. Por isso, não é necessário esperar uma atividade física ou uma situação de calor intenso para prestar atenção ao consumo.

Carolina Sommer reforça justamente essa ideia. Para ela, a hidratação precisa ser encarada como parte da rotina, e não como uma medida pontual adotada apenas em determinados momentos.

“A hidratação costuma ser lembrada apenas durante a atividade física, mas ela é fundamental em todas as fases do dia e para pessoas com diferentes estilos de vida”, afirma.

Isso significa que pessoas que trabalham sentadas, estudam, passam boa parte do dia em ambientes fechados ou não praticam exercícios também precisam manter uma ingestão adequada de líquidos.

O mesmo vale para quem passa muito tempo em locais climatizados. Ambientes com ar-condicionado podem apresentar umidade reduzida, o que contribui para o ressecamento das mucosas e da pele. Nesses casos, manter uma garrafa de água por perto pode ajudar a transformar o consumo em um hábito mais automático.

ELETRÓLITOS

Manter a hidratação não significa apenas repor água. Em determinadas situações, especialmente quando há perdas maiores de líquidos, também pode ser necessário repor eletrólitos, como sódio, potássio, magnésio e cloreto. Esses minerais participam de funções importantes do organismo, incluindo o equilíbrio de líquidos, a atividade muscular e a transmissão dos impulsos nervosos.

Em situações comuns do dia a dia, para uma pessoa saudável que mantém uma alimentação equilibrada, a água e os alimentos geralmente são suficientes para atender às necessidades de hidratação e de minerais. Por isso, bebidas com eletrólitos não precisam substituir a água como rotina para toda a população.

A situação muda quando existe uma perda significativa de líquidos. Exercícios prolongados ou de alta intensidade, transpiração intensa, episódios de vômitos ou diarreia e exposição prolongada a determinadas condições ambientais podem aumentar a perda de água e sais minerais. Nesses casos, a reposição de eletrólitos pode ter um papel mais importante.

A atenção também é válida para quem pratica atividade física durante o inverno. A temperatura mais baixa pode fazer com que a transpiração seja menos perceptível, mas isso não significa necessariamente que ela deixe de ocorrer. Dependendo da intensidade e da duração do exercício, o corpo continua eliminando água e eletrólitos pelo suor e pela respiração.

O sódio merece destaque nesse processo porque é um dos principais eletrólitos perdidos no suor. Ele ajuda a manter o equilíbrio de líquidos no organismo e participa do funcionamento dos músculos e do sistema nervoso.

Em atividades prolongadas, a reposição adequada de líquidos e eletrólitos pode ser importante para evitar consequências relacionadas à perda excessiva de água e sais.

Outro ponto importante é evitar o excesso. Consumir bebidas esportivas ou suplementos de eletrólitos sem necessidade pode representar ingestão adicional de sódio, açúcares ou outros componentes que não são indispensáveis para uma pessoa que apenas precisa manter a hidratação habitual.

MEDICAMENTOS

Pedro Perim chama atenção ainda para o uso de medicamentos análogos de GLP-1, como a semaglutida e tirzepatida. Segundo o nutricionista, esses medicamentos podem alterar a percepção de sede e, consequentemente, fazer com que algumas pessoas reduzam a ingestão de líquidos.

“O impacto metabólico da desidratação começa simplesmente a partir do fato de sentirmos sede, isso já é um sinal de desidratação. Outro ponto importante é na era dos medicamentos análogos de GLP-1, que promove uma redução da sensibilidade da sede”, afirma.

O especialista menciona ainda uma incidência elevada de desidratação moderada entre usuários desses medicamentos. Por se tratar de medicamentos que devem ser utilizados com acompanhamento profissional, qualquer alteração relacionada à ingestão de água, à alimentação ou a sintomas deve ser discutida com o profissional responsável pelo tratamento.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Nesta campanha, alguns candidatos ainda apostam que ações inusitadas... Leia na coluna de hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[Davi Roballo - Escritor brasileiro

"Entre o odiar alguém e a distância, escolha afastar-se, visto que o ódio insaciável costuma alimentar-se de si mesmo”.

FELPUDA

Nesta campanha, alguns candidatos ainda apostam que ações inusitadas podem render votos. Um deles chegou a entrar em um “bueiro”, de pá em punho, para retirar pedras e atribuir ao material a causa de alagamentos. A cena chamou a atenção e, claro, virou comentário entre os adversários. Um deles ironizou que jamais imaginaria ver o dito-cujo trocando o sapato de cromo alemão, o relógio pomposo e as roupas de grife por uma incursão dessas. Só faltou a melancia na cabeça para tentar “aparecer” mais ainda. É cada uma!...

Surpresa!

Em Campo Grande, consumidora pediu um cheesebúrguer e recebeu, “sem custo adicional, uma barata de acompanhamento. A rede garantiu que segue rígidos protocolos de qualidade, mas o visitante indesejado ignorou.

Mais

A Justiça concluiu que controle estatístico não significa perfeição no balcão. Resultado: o lanche saiu caro, com indenização de R$ 6 mil. Fica o alerta: às vezes, o “combo” aparece sem estar no cardápio. Como o cliente sempre tem razão...

Foto: Divulgação

Neste sábado (22), no Sesc Teatro Prosa, a partir das 16h, acontecerá a contação de histórias de “Um Mundo Especial”, livro infantil da escritora Raiza Franco, inspirado em suas vivências com o filho Kalel, que tem Transtorno do Espectro Autista (TEA).  Com abordagem lúdica, a história busca aproximar as crianças do tema, estimular a empatia e mostrar que diferentes maneiras de perceber e interagir com o mundo também fazem parte da infância. A programação é gratuita, contará com intérprete de Libras e monitores para acompanhar as crianças. 

 Maria Eugênia de Noronha Anzoategui Karmouche e Mansour Elias Karmouche - Foto: Studio Vollkopf

 

 Thaise Pavan - Foto: Arquivo Pessoal

Enredo

Na corrida pelo Senado, a direita resolveu fazer as contas antes da eleição: Reinaldo Azambuja e Nelson Trad Filho caminham juntos para evitar desperdício de votos. Já a esquerda segue por outro roteiro, com Vander Loubet e Soraya Thronicke disputando o mesmo espaço político, sem sinais de desistência. Resta saber se, por esses dias, aparecerão as tradicionais “forças ocultas” que, vez ou outra, mudam o enredo da campanha. Nunca se sabe...

Dívida

O PSB de MS terá de devolver R$ 818,63 ao Tesouro Nacional por uso irregular do Fundo Partidário. O dinheiro foi utilizado para pagar juros e multas provocados pelo atraso de obrigações da própria legenda. O TRE-MS aprovou as contas de 2024 com ressalvas e determinou o ressarcimento. Outras despesas questionadas, de R$ 10 mil e R$ 328,47, foram posteriormente comprovadas pelo partido. A irregularidade mantida foi justamente a utilização do dinheiro público para bancar a inadimplência. 

Indenização

Uma passageira de 70 anos caiu ao desembarcar de um carro de aplicativo em Campo Grande depois que o motorista iniciou a marcha antes dela sair do veículo. A queda provocou fraturas no fêmur e na clavícula, internação e cirurgia na Santa Casa. A Justiça condenou a plataforma a pagar R$ 10 mil por danos morais à passageira. O episódio serve de alerta: com idosos, todo cuidado é pouco, e a pressa pode custar caro, inclusive judicialmente. Idosos merecem respeito, paciência e, sobretudo, cuidados.

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Juliana Leite Kirchner Bocalon, 
	Valentina Cogo Catan,
	Júlio César de Campos, 
	Marisa Frantchesca (Tchesca)
	Benevides Ortiz, 
	Danaila Rayol Oshiro,
	Evelyn Librelotto Sirugi, 
	Jaci Lima dos Santos,
	Nathalia Piccolo,
	Orozino Alves da Silva,
	Regina Celia Artioli Magalhães,    
	José da Mota Ferreira,
	Maria Izabel Alves Macedo,
	Arlete Magalhães Albuquerque,
	Mario Sergio Ribeiro,
	Ricardo Augusto Nogueira Alves,
	Adenil Carneiro Moreira, 
	Hugo Vidal Moreira,
	Ailson Jorge Abreu Roriz,
	Arnaldo Ferreira Leite,
	Eduardo Cabral Passos,
	Joelmyr Robson Guilhen,
	Rosimar Freitas de Jesus,
	Lutfi Wady Tanus, 
	Dra. Eliana Yonamine, 
	Dra. Daianne Ferreira de Freitas, 
	Dra. Adriana Murad Abrão, 
	Marta Soares da Cunha Fernandes,
	Dr. André de Carvalho Pagnoncelli,
	Devayr Suriano dos Santos,
	Daniele Tomadom, 
	Maria de Fátima Alves Ribeiro,
	Marcela Reis Ponzini,
	Osvaldo Gomes de Souza,
	Elídio José Del Pino,
	Gabriella Pais Pellizzer, 
	Antonio Martos,
	Antonio Marques,
	Ivani Pires Batiston,
	Rita Fonseca Lelis Santos,
	Ali Satti,
	Orlando Rocha,
	Maria Vilma Nunes Lopes 
	dos Santos,
	Frederico Moraes Silva,
	Evaldo Silveira Passos,
	Josanne Rezek Tannous Cordenonssi, 
	Dra. Maria Cristina Mitiko Tokuyama, 
	Jane Varga Antacle,
	Rostand Escobar Fernandes,
	Walquiria Salvi,
	Marcos Moraes Gomes,
	Carlota Maria Alencar Ennes,
	Naudy Castilho Fontoura,
	Dirval Pedro Godoy Pessione,
	Lindalva Soares de Oliveira,
	Maria Bernardina Cremonesi Ferreira,
	Geraldo Godoy,
	Flagg Cunha e Silva,
	Thiago Barile Galvão de França,
	José Amâncio de Souza,
	Mauritania Bezerra Chaves,
	Bernadette Fontoura Freitas,
	Tatiana Leinig Loureiro,
	Renato Honório da Silva,
	Artur Massujo Maecawa,
	Fabio Ayres Pereira Mendes, 
	Dr. Affonso Carneiro Filho, 
	Rita de Cássia Amaral,
	Fábio da Silva Alvarenga,
	Juliana Inácia Sezerio,
	Cláudia Centenaro,
	Nilva Nemerski Tsuha,
	Tabatha Fiorini Dalacosta,
	Antonio Carlos Dias Maciel,
	Amadeu Pires de Carvalho,
	Celso Ramos Reges,
	Andressa Pereira Clemente,
	Dr. Wilson Fortes,
	Angelita Inácio de Araújo,
	Clóvis Ferreira Lopes, 
	Sônia Aparecida Simões Fainer,
	Márcio Corrêa da Costa Júnior, Aparecida Lopes Santa Cruz,
	Bernardo Lino de Menezes,         
	Célia Cristina Garcia Couto,      
	Atilio Magrini Neto,
	Cleber de Oliveira Junior,        
	Paulo Rodrigues Calado,   
	Dr. Cláudio Eduardo Girão D’Ávila, Urbano Ennes Portugal,
	Tatiana Saab Pereira Fernandes,
	José Carlos Youssef Ibrahim,
	Luiz Fernandes Martins,
	Fátima Aparecida Cortez Padilha,
	Juvenal Marcos Pacheco,
	Sueli Andrade dos Santos 
	de Moraes,
	Paulo Camargo Arteman,
	Josinori Higa,
	Cassio Ribeiro Marsiglia,
	Pollyanne Andressa Oliveira 
	Rios Neckel,
	Eduardo Binotto,
	Fábio Nakao Arashiro,
	Carlos Eduardo Santoro Storti,
	Wagner Crepaldi,
	Pedro Henrique Katurchi Mendes,
	Priscila Vaz Ayub.


Colaborou com Tatyame Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Brasil perde as atrizes Glória Menezes e Laura Cardoso em um único dia]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/brasil-perde-as-atrizes-gloria-menezes-e-laura-cardoso-em-um-unico-dia/471374/</link>
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				<description><![CDATA[Morreu ontem, aos 91 anos, Glória Menezes, uma das grandes atrizes da história do Brasil e nome que marcou os palcos, o cinema e, sobretudo, a televisão brasileira ao longo de mais de seis décadas de carreira. Ela morreu em casa, no Rio de Janeiro, segundo informações da família.

Figura fundamental na formação da teledramaturgia brasileira e na modernização da interpretação audiovisual no País, Glória Menezes construiu uma trajetória que foi muito além das mocinhas e vilãs que interpretou em cerca de 40 produções televisivas. Ao longo dos anos, criou uma extensa galeria de personagens que ajudou a transformá-la em um dos rostos mais conhecidos da televisão brasileira.

A trajetória de Glória Menezes, que morreu ontem, confunde-se com a história da televisão brasileira - Foto: Divulgação

Sua carreira foi marcada pela introdução de um estilo mais naturalista e psicológico na televisão aberta, em um período de profundas transformações na dramaturgia nacional. Ao lado do marido, o ator Tarcísio Meira, Glória formou uma das parcerias mais duradouras e populares da televisão brasileira. A união afetiva e artística dos dois atravessou décadas e se tornou parte da memória cultural do País.

A televisão foi o principal palco de sua carreira, mas não o único. Glória também construiu uma trajetória relevante no teatro e teve no cinema um de seus trabalhos mais importantes: Rosa, personagem de “O Pagador de Promessas”, filme de 1962 dirigido por Anselmo Duarte e baseado na peça de Dias Gomes. O longa venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes e foi indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro.

Nascida em Pelotas, no Rio Grande do Sul, em 1934, Nilcedes Soares Guimarães recebeu um nome formado a partir da junção dos nomes dos pais, José Nilo e Mercedes. Ainda criança, mudou-se com a família para São Paulo, onde passou a viver aos seis anos. Na capital paulista, encontrou o ambiente que favoreceria sua formação artística e começou a construir a carreira que a levaria à televisão, ao teatro e ao cinema.

Na juventude, dedicou-se ao estudo do piano, mas acabou encontrando no teatro sua verdadeira vocação. Matriculou-se na Escola de Arte Dramática, embora tenha deixado o curso um ano antes da conclusão, em 1959. Durante esse período, participou da fundação do grupo Jovens Independentes, com o qual montou seus primeiros espetáculos.

Também em 1959, iniciou sua trajetória profissional sob a direção de Antunes Filho, na peça “Devoção à Cruz”, trabalho que lhe rendeu o prêmio de atriz revelação. No mesmo ano, começou a atuar em teleteatros da TV Tupi e participou de “Um Lugar ao Sol”, sua primeira novela, exibida pela TV Excelsior.

Um ano depois, já utilizando o nome artístico pelo qual se tornaria conhecida, Glória Menezes voltou a trabalhar com Antunes Filho na montagem de “As Feiticeiras de Salém”, de Arthur Miller, no Teatro Maria Della Costa. A atuação como Abigail Williams, personagem densa e controversa, lhe rendeu o prestigiado Prêmio APCA.

Foi, porém, com “O Pagador de Promessas” que a atriz ganhou projeção nacional. No filme, contracenou com Leonardo Villar e deu vida a Rosa, personagem que contribuiu para consolidar seu nome no cenário artístico brasileiro. A repercussão do longa abriu caminho para uma carreira que, a partir dali, ganharia velocidade.

Em 1963, Glória Menezes assumiu um papel central em “2-5499 Ocupado”, de Dulce Santucci, primeira telenovela de exibição diária no Brasil. Ela interpretava uma presidiária que formava par romântico com Tarcísio Meira. Pela atuação, recebeu o Troféu Imprensa de melhor atriz em 1964.

A relação com Tarcísio Meira havia começado alguns anos antes. Os dois se conheceram em 1961, nos bastidores do teleteatro da TV Tupi, durante a produção de “Uma Pires Camargo”.

Em outubro de 1964, casaram-se e iniciaram uma parceria que se estenderia por 59 anos, até a morte do ator, em 2021, aos 85 anos, vítima da Covid-19. Glória também foi internada naquele período em razão de complicações da doença.

O casal teve um filho, Tarcísio Filho, nascido em 1964 e que também se tornou ator. Glória era ainda mãe de Maria Amélia e João Paulo, filhos de um casamento anterior.

Glória e Tarcísio conquistaram o público como um dos casais mais conhecidos da televisão brasileira e passaram a dividir a cena em sucessivas produções. Na Rede Globo, trabalharam juntos em novelas e séries como “Sangue e Areia”, exibida entre 1967 e 1968, “Rosa Rebelde”, de 1969, “Irmãos Coragem”, de 1970, “Espelho Mágico”, de 1977, “Guerra dos Sexos”, de 1983, “Tarcísio & Glória”, de 1988, “Páginas da Vida”, de 2006, e “A Favorita”, de 2008.

No teatro, a parceria também se manteve. Em 1976, os dois subiram ao palco para a montagem de “Tudo Bem no Ano Que Vem”, de Bernard Slade, com direção de Flávio Rangel. A capacidade de transitar entre diferentes formatos e personagens foi uma das marcas da carreira de Glória.

Em “Irmãos Coragem”, um dos maiores sucessos de audiência da televisão brasileira, ela interpretou Lara, personagem que apresentava três personalidades diferentes. Em 1984, voltou a ocupar o centro de uma novela com “Corpo a Corpo”, de Gilberto Braga.

Alguns dos papéis mais marcantes da atriz, no entanto, vieram em trabalhos nos quais não contracenou com Tarcísio Meira. Em “Brega & Chique”, de 1987, interpretou uma dona de casa pobre que se tornava milionária após receber uma herança. Três anos depois, em “Rainha da Sucata”, viveu Laurinha Figueroa, uma mulher falida que fazia questão de preservar as aparências. A personagem protagonizou uma das cenas mais lembradas da novela, ao se suicidar após se jogar do alto de um prédio na Avenida Paulista.

A disposição para enfrentar personagens que exigiam transformações também marcou sua carreira. Em “Jóia Rara”, Glória raspou a cabeça para interpretar uma monja tibetana. A transformação voltou a ocorrer na peça “Jornada de um Poema”, de 2000, dirigida por Diogo Vilela, em que interpretou uma professora diagnosticada com câncer que falava sobre a doença no palco.

A atriz manteve sua ligação com o teatro mesmo depois de décadas de televisão. Em 2013, voltou aos palcos com “Ensina-Me a Viver”, comédia de Colin Higgins dirigida por João Falcão. A peça acompanhava a amizade entre uma octogenária e um jovem obcecado pela morte, em uma história que também permitia a Glória explorar uma personagem distante dos papéis tradicionais de sua carreira.

No cinema, depois de permanecer cerca de duas décadas afastada das telas, participou, em 2006, de “Se Eu Fosse Você...”, comédia popular dirigida por Daniel Filho. O retorno mostrou que, mesmo após tantos anos dedicada principalmente à televisão, a atriz continuava capaz de transitar por diferentes linguagens da dramaturgia.

Um de seus últimos personagens de destaque foi Stelinha, na novela “Totalmente Demais”, exibida entre 2015 e 2016. Na trama de Rosane Svartman e Paulo Halm, ela interpretou uma socialite rica, mãe de Arthur, personagem de Fábio Assunção, que chegava para transformar Eliza, vivida por Marina Ruy Barbosa, em uma estrela.

Depois disso, Glória Menezes passou a fazer participações menores em programas e atrações especiais, como “Tá no Ar: a TV na TV” e “Os Casais que Amamos”. No ano passado, foi homenageada no programa “Tributo”, dedicado à sua trajetória.

Em suas últimas aparições públicas, passou a ser vista em cadeira de rodas e acompanhada por familiares. Longe dos grandes estúdios e dos palcos que frequentou durante mais de 60 anos, Glória Menezes já havia deixado uma obra que se confunde com a própria história da televisão brasileira.

OUTRA PERDA

Laura Cardoso morre aos 98 anos 

Escreva a legenda aquiAtriz Laura Cardoso, um dos maiores nomes da dramaturgia - Foto: Divulgação

A atriz começou a carreira aos 15 anos e acompanhou de perto a transformação da dramaturgia brasileira, desde os tempos do rádio até a consolidação da televisão. Ao lado de nomes como Lima Duarte, Yara Lins, Lolita Rodrigues e Vida Alves, ajudou a formar uma geração de artistas que fez a transição entre os dois meios.

Ao longo da carreira, Laura interpretou dezenas de personagens em novelas, séries, filmes e peças de teatro. Entre seus trabalhos estão “Mulheres de Areia”, “A Viagem”, “Pão, Pão, Beijo, Beijo” e “Sol Nascente”. Seu último trabalho em uma novela foi “A Dona do Pedaço”, em 2019.

Em 2023, aos 95 anos, a atriz ainda falava sobre o futuro profissional sem estabelecer uma despedida da televisão. “Gosto de estar com a minha gente. Em um estúdio, nada me cansa. Quero morrer trabalhando”, disse em entrevista ao Estadão.

Laura era filha de portugueses e cresceu em uma família ligada às artes. O pai, comerciante e apreciador de teatro, não se opôs à escolha da filha pela profissão, mas a mãe resistiu inicialmente. Na década de 1940, segundo a atriz, havia forte preconceito contra mulheres que trabalhavam no teatro. Aos 15 anos, porém, Laura decidiu seguir o caminho que a acompanharia por mais de oito décadas. (Estadão Conteúdo)
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[O patrimônio declarado por alguns candidatos nas eleições deste ano... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/o-patrimonio-declarado-por-alguns-candidatos-nas-eleicoes-deste-ano/471336/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/o-patrimonio-declarado-por-alguns-candidatos-nas-eleicoes-deste-ano/471336/</guid>
				<description><![CDATA[Hermann Hesse - Escritor alemão

"A paz não é um estado primitivo paradisíaco, nem uma forma de convivência regulada pelo acordo. A paz é algo que não conhecemos, que apenas buscamos e imaginamos. A paz é um ideal”.

FELPUDA

O patrimônio declarado por alguns candidatos nas eleições deste ano apresenta curioso sobe e desce que merece, no mínimo, uma boa conferida. Há casos em que bens aparecem, desaparecem ou mudam de valor de uma eleição para outra. Nada de irregular, evidentemente, desde que tudo esteja devidamente declarado e possa ser explicado. Também chama atenção quando determinados bens parecem preferir permanecer longe do nome do candidato. Como declaração de patrimônio não é horóscopo, o eleitor merece saber exatamente o que está lendo, não é mesmo?



Escolinha

Entre março e julho deste ano, o Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul realizou 23 atendimentos técnicos a prefeituras, câmaras e autarquias para orientar gestores sobre a correta aplicação da legislação. Total de 15 municípios apresentaram demandas.

Mais

As principais dúvidas são sobre emendas impositivas, licitações, atos de pessoal, contratos e obras. A iniciativa integra a atuação preventiva do TCE-MS, que busca reduzir falhas administrativas e fortalecer a gestão dos recursos públicos antes da adoção de medidas de fiscalização.

 Adriana Estivalet e Henrique de Medeiros Filho - Foto: Miguel Palácios

 

 Mariam Osman - Foto: Divulgação

Só promessas

Os candidatos de todos os matizes, pelo menos neste início de campanha, não apresentam grandes novidades em suas propostas. Os da esquerda prometem corrigir o que consideram errado; os da direita defendem o que entendem ser a fórmula certa de administrar; e outros trabalham para preservar o espaço que já ocupam ou mirando cargo futuro, caso a urna lhes seja desfavorável. Ideias novas, até agora, parecem estar em falta. O velho desejo de chegar ao poder, esse continua mais vivo do que nunca.

Sem pressa

A ausência de Eduardo Riedel no debate promovido pela FM Morena e pelo Portal Primeira Página não teria sido, segundo aliados, “fuga” nem “desrespeito”. Conversa é que o governador pretende participar de apenas dois debates, ambos na segunda quinzena de setembro. A estratégia seria evitar transformar o palanque em escada para adversários interessados apenas em atacá-lo. A explicação é que, perto da eleição, o confronto tende a ter outro peso e outro endereço.

Destino

O projeto que define a aplicação dos recursos do Fundersul em 2026 tramita na Assembleia Legislativa de MS, com previsão de R$ 1,04 bilhão para investimentos. Do total, R$ 751,92 milhões, ou 72%, serão destinados a obras rodoviárias, incluindo pavimentação, restauração, implantação e conservação. Outros R$ 260,23 milhões, equivalentes a 25%, serão repassados aos municípios. A proposta consta do Projeto de Decreto Legislativo, da Mesa Diretora. Agora, o texto será analisado pelas comissões da Casa.

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Eduardo Coletto Figueiredo, 
	Ana Luiza Leal,
	Niutom Ribeiro Chaves Junior,
	Jéssica Alencar,
	Rudel Espíndola Trindade Júnior, 
	Dr. Mário Akatsuka Júnior, 
	Airton Edison de Araujo Filho,
	Emanuely Vilalba das Virgens,
	Benedito Ramão Mansilha,
	Honorio de Oliveira,
	Reginaldo Silva Santos,
	Zenilda da Costa Leite,
	Ir. Sílvia Vecellio Pais, 
	Gislaine Aparecida Loubet Brum, 
	Marcia Gisele Silva Hisano,
	Inah Maria Corrêa da Costa,
	Nedy Gonçalves Mastrageli,
	Ricardo Colombo Ferreira,
	Flávia Anache Marsiglia Cavalcanti Garcia, 
	Silvia Garcia Arguello,
	Ivan da Cruz Pereira,
	Milton Fernandes Sena,
	Valéria Caldas Chedid, 
	Letícia Alves,
	Edson Paulino Dutra,
	Kamary José Santos Silva,
	Neuza Barrozo de Almeida,
	Jeany Graciela Bichofe,
	Marcos Roberto Lopes,
	Takashiro Asato,
	Bruna Medeiros Gonçales,
	Dra. Klissia Pires Souza, 
	Manoel Martins Vieira,
	Paulo Celso Pinheiro Saraiva,
	Iza Leite Barbosa,
	Anete Serra Reinbold,
	Dra. Ângela Maria Dias Queiroz, 
	Márcia Maria Orro Gonçalves,
	Antonio Dias Pedroso,
	Antônia Rosa Holland,
	Licínio Lanteri de Almeida,
	Zeni Fratine Campos,
	Genise Molina Filartiga,
	Claudio Cericatto,
	Flauzino Gonçalves Costa,
	Rodrigo Possari, 
	Luiz Fernando Borges dos Santos,
	Neide Maria de Barros Chagas,
	Elka Batista de Souza,
	Clarice Gomes de Almeida,
	Marco Aurelio Ronchetti de Oliveira,
	Maria Helena Vieira Pinheiro,
	José Carlos da Silva Corrêa,
	Tereza Cristina Fonseca,
	Carolina Débora da Silva,
	Air da Silva Ramalho,
	Abigail Marques Souza,
	José Lima Martins,
	Antônio Matias de Souza Neto,
	Ana Luiza de Carvalho,
	Michelle Barcelos Alves Silveira,
	João Xisto Rivas Arguelho,
	Emileide Lucineia da Costa,
	Regina Célia Oshiro,
	Ailson Elias de Oliveira,
	Carlos Flag Rocha,
	Jeronimo Ricardo de Melo Falcão,
	Luiz Marques da Silva,
	Gilberto Kodjaoglanian Di Giorgio, Allyson Britto Motomiya,
	Carlos Romanini Bernardo,
	Sonia Maria Ferreira Barrueco,
	Luiz Carlos Moraes Laburu,
	Roberto Wachsmuth Rios,
	Milena Aparecida de Oliveira Gatto,
	Fernando Antônio de Oliveira Santos,
	Ulysses Pereira de Almeida Neto,
	Adão Pereira dos Reis,
	Vânia Leila Farias Parizze,
	Marluci Dutra Ferreira,   
	Ariely Garcia Moreno Lima,
	Cacilda Kimiko Nakashima, 
	Daniel Radünz,
	Gleydson Pinto Machado,  
	Dejacyr Cespedes de Souza,
	Apolianário Portela Moreira,
	Rosane Moreira Lopes,
	Eraldo Olarte de Souza,
	Gerson Luiz Martins,   
	Fausto Luiz Rezende de Aquino,
	Wellington Miyazato,
	Cléa dos Santos Almeida,
	Renata Duarte Jacomo,
	Fernando Antonio Alves da Rocha,
	Flávio Cerzósimo Souza,
	Neusa Jordão Costa,
	Valéria Rodrigues de Lacerda,
	Fernanda Suares Rocha Martins,
	Nancy Raquel Orue Pinasso,
	Larissa Lelaine Ferraz Gomes,
	Glaucia Helena Santana,
	André de Godoy Sant’ana,
	Roseli Romero,
	Gilmar Monteiro Pereira,
	Maria Aparecida Dias Pereira,
	Welder Augusto Kemp, 
	Ney Fuzeta Peres,
	Glicio Mariano de Paula,
	Rodrigo Soto Tschinkel,
	Soraya Danielli Hammoud Brandão.


Colaborou com Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Atriz Glória Menezes morre aos 91 anos]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/atriz-gloria-menezes-morre-aos-91-anos/471345/</link>
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				<description><![CDATA[Glória Menezes, uma das grandes estrelas da teledramaturgia brasileira, morreu nesta terça-feira, 18, aos 91 anos.

Nascida em 1934, na cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul, Gloria mudou-se para São Paulo ainda criança, e cursou a Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo. Nesse período, montou o grupo de teatro amador Jovens Independentes. Os projetos da companhia tomaram tempo da atriz que deixou a faculdade.

Em seu primeiro espetáculo, em 1959, venceu o prêmio de atriz revelação em um festival de teatro amador promovido pelo diretor Antunes Filho. Na televisão estreou em 1959, em Um Lugar ao Sol, e em 1962, no filme O Pagador de Promessas. O filme foi apresentado no Festival de Cannes, e ganhou a Palma de Ouro. Até hoje o primeiro filme brasileiro e sul-americano a vencer o prêmio.

Um ano depois protagonizou ao lado de Tarcísio Meira, com quem ia começar a namorar e se casar, a primeira novela diária da televisão brasileira, 2-5499 Ocupado, na TV Excelsior. Na mesma emissora, estrearam juntos A Deusa Vencida (1965) e Almas de Pedra (1966). Um ano depois foram para a Globo e o casal conquistou o sucesso em novelas como Sangue e Areia (1967), de Janete Clair, Rosa Rebelde (1969), mas também estrelaram produções separadamente como Passos dos Ventos, em que a atriz fez par romântico com Carlos Alberto, enquanto Meira atuava em A Gata de Vison, ao lado de Yoná Magalhães.

Já em Irmãos Coragem, Gloria viveu a atormentada mulher com três personalidades: a extravagante Diana, a recatada Lara e a equilibrada Márcia. Nos anos 80, estrelou em Corpo a Corpo, e Brega e Chique, ao lado de Marília Pêra, com a participação do filho Tarcísio Filho. Também protagonizou Tarcísio & Glória no seriado criado por Daniel Filho Euclydes Marinho e Antonio Calmon.

Em Rainha da Sucata, nos anos 1990, viveu a grande vilã Laurinha Figueiroa, no papel da socialite falida que fez a inesquecível cena cometendo suicídio, ao pular de um prédio. De lá, seguiu para as novelas A Próxima Vítima, Torre de Babel, Beijo do Vampiro, Senhora do Destino, Páginas da Vida e A Favorita. Nos palcos, Gloria estrelou em Navalha na Carne (1981), de Plínio Marcos, e Jornada de um Poema, na qual viveu uma paciente terminal de câncer.

Dramaturgia em luto

Também nesta terça-feira, morreu aos 98 anos a atriz Laura Cardoso, um dos maiores nomes da dramaturgia brasileira. A morte foi anunciada em seu perfil oficial no Instagram.

A publicação que comunicou a morte homenageou a atriz e ressaltou a marca deixada por ela na cultura brasileira. "Nossa grande estrela se despediu de nós. Laura Cardoso estará para sempre em nossos corações. Obrigada por tudo, nossa amada e eterna Laura Cardoso", diz o texto. Informações sobre velório e sepultamento ainda não foram divulgadas.

A atriz começou a carreira aos 15 anos e acompanhou de perto a transformação da dramaturgia brasileira, desde os tempos do rádio até a consolidação da televisão. Ao lado de nomes como Lima Duarte, Yara Lins, Lolita Rodrigues e Vida Alves, ajudou a formar uma geração de artistas que fez a transição entre os dois meios.

Ao longo da carreira, Laura interpretou dezenas de personagens em novelas, séries, filmes e peças de teatro. Entre seus trabalhos estão Mulheres de Areia, A Viagem, Pão, Pão, Beijo, Beijo e Sol Nascente. Seu último trabalho em uma novela foi A Dona do Pedaço, em 2019.

Em 2023, aos 95 anos, a atriz ainda falava sobre o futuro profissional sem estabelecer uma despedida da televisão. "Gosto de estar com a minha gente. Em um estúdio, nada me cansa. Quero morrer trabalhando", disse em entrevista ao Estadão.

Laura era filha de portugueses e cresceu em uma família ligada às artes. O pai, comerciante e apreciador de teatro, não se opôs à escolha da filha pela profissão, mas a mãe resistiu inicialmente. Na década de 1940, segundo a atriz, havia forte preconceito contra mulheres que trabalhavam no teatro. Aos 15 anos, porém, Laura decidiu seguir o caminho que a acompanharia por mais de oito décadas.

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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 16:05:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[De mala em mala]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/de-mala-em-mala/471288/</link>
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				<description><![CDATA[Lendo o artigo da colunista Becky Korich, descobri que sofro de PPV – Preguiça Pré-Viagem. Acho até que o meu caso nem é preguiça, é pânico. Não importa o lugar, nem a distância: o simples fato de ter que arrumar as malas — separar roupas (e o medo de faltar?), artigos de skincare, remédios (e são muitos, porque nunca se sabe…), adereços, sapatos… Ai, que preguiça.

Um dos meus filhos, acostumadíssimo a se deslocar de cidade e até de país por conta do trabalho, consegue arrumar uma mala em meia hora. Eu levo dois dias, no mínimo. E se chover? Se fizer frio? Mas e se estiver calor demais? E, nisto, dê-lhe acrescentar mais itens.

Mas pânico mesmo é o de sair do lugar. Deixar minha casa gostosa, com tudo de que preciso no lugar certo, a cama que me acolhe, minhas comidas preferidas na geladeira. Eu sei, é apego. E isto, vindo de alguém que adora viajar, é totalmente contraditório.

E, depois de quase tudo pronto, ainda vem mais dúvida: devo mesmo viajar? Não será melhor cancelar tudo (e arcar com o prejuízo) e ficar quietinha no meu sofá assistindo a séries? Aí vem outra voz, lá do fundo, que me diz: “Mas são as suas férias, você merece!”.

Mas férias também cansam, eu retruco. São muitas variáveis no trajeto, na estadia. Da última vez, passei cinco dias na cama de um hotel — gripada.

Quer saber? Nas três últimas também. Já fiquei de cama em um lindo Airbnb em Paris, com a tal da gripe. Na praia foi igual. Me divirto dois dias e o resto fico na horizontal, me perguntando o porquê de ter inventado mais uma viagem.

Talvez eu queira testar meus limites, desafiar meu conforto ou meu medo. Antes, quando as companhias aéreas não cobravam remarcações (bons tempos!), eu tinha o hábito de voltar antes, às vezes no meio da temporada.

Sou teimosa, só pode. Insisto em fazer tudo de novo, mesmo antevendo as situações. Mas a viagem agora é diferente, digo, tentando me convencer. Estarei com amigos, verei muitos filmes e vou comer muito chocolate. Tudo bem. Até eu saber que o tempo será frio de doer. A previsão é de zero grau.


Coloco mais um casaco na mala. Respiro fundo. Desta vez, tudo vai dar certo. Eu mereço.
 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 09:15:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Oswaldo Montenegro está de volta a Mato Grosso do Sul em sua nova turnê]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/oswaldo-montenegro-esta-de-volta-a-mato-grosso-do-sul-em-sua-nova/471321/</link>
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				<description><![CDATA[Aos 70 anos de vida e de trajetória artística, Oswaldo Montenegro revisita um dos espetáculos mais emblemáticos de sua carreira. O cantor, compositor, músico e diretor retorna aos palcos com uma nova versão de “A Dança dos Signos”, fenômeno que atravessou gerações e que agora ganha uma turnê comemorativa com elementos multimídia, música, teatro, humor e histórias sobre as relações humanas.

Em Campo Grande, a apresentação está marcada para o dia 26 de setembro, sábado, às 20h, no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo. A montagem promete unir canções conhecidas do público a uma experiência visual renovada, mantendo como eixo central a proposta de utilizar os signos do zodíaco como ponto de partida para falar sobre diferenças, encontros e convivência.

“A Dança dos Signos” transforma os 12 signos em personagens de uma narrativa que busca refletir sobre a diversidade das personalidades e a maneira como as pessoas se relacionam. Ao longo do espetáculo, Oswaldo Montenegro estabelece uma conversa direta com a plateia e alterna músicas, histórias, brincadeiras e homenagens a nomes importantes da música brasileira e internacional.

UM ESPETÁCULO

A apresentação começa com uma das músicas mais conhecidas do repertório do artista: “A Lista”. Antes de seguir para a proposta central do espetáculo, ele compartilha com o público uma história pessoal relacionada à escolha da canção para abrir a apresentação.

A partir daí, começa a travessia por “A Dança dos Signos”. Entre um signo e outro, Montenegro conduz a narrativa de maneira intimista, conversando com a plateia e introduzindo situações bem-humoradas. O roteiro também abre espaço para referências a grandes compositores e intérpretes da música mundial.

Cada signo recebe uma identidade musical própria. Para escorpião, por exemplo, aparece “A Palo Seco”, de Belchior, enquanto aquário é associado à obra de Tom Jobim, com “Eu Não Existo sem Você”. Áries recebe citações instrumentais de “Your Song”, de Elton John.

Já libra e gêmeos são atravessados por referências a nomes como John Lennon, Paul McCartney, Bob Dylan e Chico Buarque. As homenagens se juntam a músicas da própria trajetória de Oswaldo Montenegro, entre elas, “Incompatibilidade”, um dos clássicos associados à carreira do artista.

EXPERIÊNCIA VISUAL

A montagem deste ano também incorpora recursos tecnológicos que ampliam a dimensão teatral da apresentação. Um grande painel de LED integrado ao palco passa a fazer parte da narrativa, exibindo participações virtuais, jogos de sombras e coreografias que dialogam com os músicos durante o espetáculo.

A tecnologia, nesse caso, aparece como complemento à linguagem construída por Montenegro ao longo de sua trajetória. A intenção é de aproximar o teatro poético, característica presente em diversos trabalhos do artista, de uma experiência audiovisual contemporânea.

O resultado é uma montagem que procura preservar a essência de “A Dança dos Signos”, mas atualiza sua forma de apresentação para a turnê que marca os 70 anos de Oswaldo Montenegro.

PARCERIA MUSICAL

No palco, o artista estará acompanhado por músicos que fazem parte da construção da atmosfera do espetáculo. Um dos principais destaques é a presença de Madalena Salles, parceira do cantor na música e na vida, que participa da apresentação tocando flauta.

A relação dos dois é também incorporada à dinâmica cênica. A dupla protagoniza esquetes e diálogos bem-humorados, criando momentos de interação que ajudam a quebrar a distância tradicional entre artista e público.

A formação conta ainda com o multi-instrumentista Alexandre Meu Rei e com a violoncelista Janaína Salles. O conjunto de instrumentos contribui para uma sonoridade que combina as canções de Oswaldo com diferentes referências musicais apresentadas ao longo da narrativa.

A viola de 12 cordas de Montenegro ocupa lugar de destaque na apresentação. O instrumento, associado à identidade musical do artista, acompanha sua voz e se soma à flauta, ao violoncelo e aos demais elementos musicais da montagem.

SETE DÉCADAS

A nova turnê de “A Dança dos Signos” chega aos palcos em um momento simbólico da carreira de Oswaldo Montenegro. Aos 70 anos, o artista aproveita a ocasião para revisitar uma obra que se tornou uma das marcas de sua trajetória.

A escolha do espetáculo para a comemoração também estabelece uma espécie de encontro entre passado e presente. De um lado, estão as músicas e histórias que ajudaram a consolidar a carreira do compositor, de outro, uma montagem renovada, com recursos tecnológicos e uma estrutura pensada para levar o espetáculo a uma nova geração de espectadores.

O retorno de “A Dança dos Signos” também recupera uma característica recorrente no trabalho de Montenegro: a mistura de música e dramaturgia. O artista construiu parte importante de sua trajetória transitando por diferentes linguagens, aproximando canções, poesia, teatro e narrativa.

Essa combinação está presente na nova montagem, que não se limita à apresentação musical. A conversa com a plateia, os diálogos entre os integrantes do elenco, as referências a outros artistas e as projeções no palco fazem parte da experiência.

METÁFORA

Embora o título remeta diretamente à astrologia, a proposta do espetáculo vai além das características atribuídas tradicionalmente aos signos.

O zodíaco é utilizado como uma espécie de painel para discutir a convivência entre pessoas diferentes. A partir dos signos, o espetáculo propõe uma reflexão sobre personalidades, afinidades, conflitos e encontros.

A ideia é justamente tratar as diferenças não como obstáculos, mas como parte da riqueza das relações humanas. Cada signo funciona como uma porta de entrada para uma história, uma música ou uma situação, formando um mosaico que procura representar a diversidade das experiências humanas.

Por isso, a apresentação também pode ser compreendida como uma celebração da convivência. A astrologia é o ponto de partida, mas o destino da narrativa está nas relações entre as pessoas.

Foto: Divulgação

Serviço


	Oswaldo Montenegro – “A Dança dos Signos”
	Data: dia 26 de setembro (sábado).
	Horário: às 20h.
	Local: Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo.


Os ingressos podem ser adquiridos no estande do Comper Jardim dos Estados, ao lado de O Boticário, de segunda-feira a sábado, das 13h às 18h30min. Informações e atendimento pelo WhatsApp (67) 99296-6565.
Também é possível comprar pela internet pelo site www.pedrosilvapromocoes.com.br.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 08:15:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Gado é abandonado em fazenda pivô da Ultima Ratio]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/gado-e-abandonado-em-fazenda-pivo-da-ultima-ratio/471318/</link>
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				<description><![CDATA[O gado abandonado pelo antigo proprietário da Fazenda Vai Quem Quer, pivô da Operação Ultima Ratio, está vivendo de forma clandestina há mais de um mês e, por conta da falta de capim e pastagens na propriedade, está em condições de magreza extrema enquanto o seu dono se recusa a pegar os animais de volta.

No dia 24 de junho, a Fazenda Vai Quem Quer, localizada em Corumbá, passou das mãos de Vilmar Silveira para as mãos de Ricardo Pereira Cavassa de maneira oficial. Porém, o novo dono percebeu que um grande rebanho do antigo proprietário ainda permanecia na fazenda. Diante disso, solicitou a remoção do gado para uma outra propriedade que estivesse no nome de Vilmar.

Em conversa com a reportagem, Ricardo disse que fez um acordo com Vilmar, no dia 16 de julho, para que a retirada dos animais fosse feita em no máximo 30 dias, o que não ocorreu dentro do prazo estipulado. Também, por meio de um funcionário, Vilmar teria falado que só pegaria o gado de volta diante da apresentação de uma ordem judicial. 

Conforme explicado no boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil ontem, “são 420 bovinos confinados em área de 24 hectares, os quais estão com severas restrições de alimentos e água, por decorrência da superlotação do local e da condição do tempo, pois na região está com seca decorrente do período do ano”.

“No rebanho abandonado, foram constatados animais sem marcação, com marcas borradas e com marcas pertencentes a propriedades vizinhas, acreditando que possam ser fruto do crime de abigeato, fato este corroborado após vistoria e aceiros nas cercas de divisas da propriedade do sr. Ricardo, onde foram encontrados diversos logradouros”, consta no documento da denúncia.

Em contabilidade realizada pelo pecuarista, dos 420 animais deixados por Vilmar, 43 não são do antigo proprietário, e sim pertencentes a vizinhos, das propriedades Santa Fé do Rosário, Santa Helena, Dona Arminda e Fazenda Baía do Mondego.

Ainda segundo Ricardo, existem outras 200 cabeças de gado de propriedade de Vilmar que estão na invernada, uma área de pastagem cercada, delimitada por cercas ou barreiras naturais, usada para o descanso, a engorda ou a recria de bovinos, especialmente durante o período de maior escassez de alimentos ou frio. Somados, são aproximadamente 600 bois vivendo de forma ilegal na Fazenda Vai Quem Quer.

Para tentar solucionar de uma vez o problema, o proprietário acionou a Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), Polícia Militar Ambiental (PMA), Polícia Militar Rural e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Contudo, até agora, nenhuma ação efetiva foi tomada pelos órgãos.

“É só eles tirarem o gado da minha propriedade, passar a cerca e colocar na propriedade dele. Eu não posso fazer isso porque é crime, aí eu tenho que aguentar o gado dele dentro da minha propriedade”, lamentou Ricardo, que ainda disse que os animais em magreza extrema não devem durar mais de 10 dias nessas condições.

ULTIMA RATIO

A Fazenda Vai Quem Quer esteve no centro da Operação Ultima Ratio, deflagrada em outubro de 2024 pela Polícia Federal (PF).

O conteúdo de mensagens no celular do desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) Sideni Soncini Pimentel, investigado por venda de sentença, indicou uma atuação conjunta entre ele e seus colegas desembargadores Alexandre Bastos e Vladimir Abreu para manter a fazenda, de 5,9 mil hectares e avaliada em R$ 15 milhões, com um casal acusado de aplicar um golpe em Ricardo.

A decisão dos três desembargadores, que atuam na área cível, além de reformar decisão de primeira instância que invalidaria o negócio concretizado com um suposto golpe, contraria uma ação criminal de estelionato movida contra os compradores da terra – o casal Lydio de Souza Rodrigues e Neiva Rodrigues Torres – justamente pelo golpe aplicado no vendedor.

Cavassa se queixa do golpe porque as terras que o casal prometeu transferir, no município de Iguape (SP), estavam repletas de vícios, como penhoras, multas ambientais não pagas e áreas embargadas, o que inviabilizaria a fruição da propriedade.

O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) ajuizou a ação contra o casal, que responde criminalmente por não ter informado que as quatro fazendas no estado de São Paulo, oferecidas em troca da Fazenda Vai Quem Quer, estavam com gravames e bloqueios judiciais.

O conteúdo do celular de Pimentel, ao qual a PF teve acesso após as apreensões realizadas na Operação Ultima Ratio, mostrou que, entre o fim de 2022 e o início de 2023, o desembargador teve acesso à minuta do voto de seu colega Alexandre Bastos, relator do processo.

Bastos, na minuta, manteria a sentença de primeiro grau que identificava fraude na compra da fazenda e desfazia o negócio, devolvendo a posse da propriedade a Cavassa.

Ocorre que, no julgamento, Alexandre Bastos mudou a direção de seu voto e, sob um argumento que a PF considera frágil, reformou a sentença de primeira instância. Foi seguido por Pimentel e Abreu, mantendo a propriedade com o casal acusado de golpe pelo MPMS.

Em junho deste ano, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) anulou, por unanimidade, o acórdão do TJMS que, sob suspeita de venda de sentença, validou o golpe milionário e manteve a propriedade nas mãos do casal, passando a Fazenda Vai Quem Quer para o nome de Ricardo, de forma oficial.
]]></description>
				
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 08:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Pesquisas eleitorais circulam discretamente entre algumas lideranças com... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/pesquisas-eleitorais-circulam-discretamente-entre-algumas-liderancas/471286/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/pesquisas-eleitorais-circulam-discretamente-entre-algumas-liderancas/471286/</guid>
				<description><![CDATA[Graciliano Ramos - escritor brasileiro

"Quando se quer bem a uma pessoa a presença dela conforta. Só a presença, não é necessário mais nada".

FELPUDA

Pesquisas eleitorais circulam discretamente entre algumas lideranças com números bem diferentes dos divulgados ao público. Curiosamente, certos institutos parecem dominar uma matemática bastante peculiar. Sabem exatamente quando somar alguns pontos a um candidato. E, com a mesma habilidade, retirar outros de quem incomoda. Tudo, claro, dentro das margens da "estatística" de erros. Os motivos dessa aritmética seletiva seguem um mistério. Só os inocentes coelhinhos, sem dentes afiados e nem garras ameaçadoras, ainda fingem não ter descoberto as razões.

Sem desgastes

O PSD chega às eleições de 2026 com participação bem mais modesta do que projetava, mas terá como principal espaço na chapa majoritária uma suplência ao Senado. 

Mais

No caminho, a legenda ficou sem um deputado estadual e também o vice-governador, pois ambos se filiaram ao Republicanos. As mudanças, porém, ocorreram sem atritos públicos.

Foto: Divulgação

O fotógrafo Roberto Higa será o homenageado especial da sessão solene em comemoração aos 127 anos de Campo Grande, no próximo dia 25. Reconhecido por registrar, ao longo de décadas, a história da Capital e de MS, Higa recebeu a Medalha Destaques da Década Juvêncio César da Fonseca. Emocionado, o fotógrafo lembrou que acompanha o trabalho do Legislativo desde os anos 1970. Durante a solenidade de aniversário da cidade também serão entregues os títulos de Cidadão Campo-Grandense, Cidadão Benemérito e a Medalha do Mérito Legislativo José Antônio Pereira a personalidades que contribuem para o desenvolvimento de Campo Grande.

 Fátima e Dr. José Luiz Mikimba - Foto: Miguel Palácios

 

 Larissa Sequeira - Foto: Arquivo Pessoal

Se...

A possibilidade de Reinaldo Azambuja se tornar ministro de eventual governo de Flávio Bolsonaro agitou os bastidores políticos de MS. Isso porque, se acontecer, a vaga no Senado seria ocupada pelo primeiro suplente,Nelson Trad Filho. A hipótese abriu nova frente de especulações entre grupos políticos. Assim, as conversas já tratam dos possíveis efeitos dessa mudança no tabuleiro eleitoral. Mas como ainda tem muita água para passar debaixo da ponte... 

Cadeiras

O Ministério Público de MS encaminhou à Assembleia Legislativa projeto que cria 454 novos cargos, entre efetivos e comissionados. A proposta prevê impacto orçamentário anual de R$ 83,83 milhões. Do total de vagas, 354 são cargos em comissão e 100 são efetivos de analista. Segundo o MPMS, as nomeações serão gradativas e a despesa permanecerá dentro do limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Na lista

Decidido a retornar às benesses de um mandato parlamentar, o ex-deputado estadual Maurício Picarelli (PRD) tenta agora uma vaga na Câmara Federal. Depois de oito anos na Assembleia Legislativa de MS, ficou um período afastado da vida parlamentar. Em 2024, tentou voltar à política disputando uma cadeira de vereador em Campo Grande, mas não teve sucesso. Agora, aposta novamente nas urnas e coloca seu nome na disputa por uma vaga em Brasília. Integra, assim, a lista de "ex" da política que tentam voltar ao palco iluminado da vida pública.

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Eduardo Souza Leal,
	Guilherme Molento,
	Aguinaldo Oliveira,
	Gelasio Roque Lani, 
	Egles Violin, 
	Aimar Marques Ribeiro,
	Dirceu Gabriel Merlin,
	Ivo Antunes Coitinho,
	Antonio Conceição de Souza,
	Higa Nabukatsu, 
	Márcia Tomi Fuzita,
	Zoenir do Carmo Fernandes 
	da Silva,
	Vera Márcia de Almeida Senefonte,
	Felix Fernandes Brites,
	José Cláudio Soares da Silva,
	Andresa Vasconcelos,
	Elio Feranti,
	Izabel Christina Müller Colpani,
	Aquiles de Jesus Giordano,
	Nayara Ferreira Bernardino,
	Nilo Francisco Muller,
	Leonardo Furtado Loubet, 
	Samia Roges Jordy Barbieri, 
	Hectore Ocampo Filho, 
	Zelir Antonio Maggioni, 
	Lúcio Martins Lisboa, 
	Natália Rondon Bachega, 
	Jarbas Magno Miranda,
	Frederico Fukagawa,
	Inivaldo Gisoato, 
	Joaquim Rodrigues Lopes,
	Bruna Oliva,
	Andrezza Monteiro Perez,
	Carlos Antonio Marcos Pascoal,
	Edson Luiz da Silva Pinheiro,
	Jéssica Felix de Rezende,
	José Fogaça de Souza,
	Emerson Oliveira Delmonde,
	Luciano Matos Sanches,
	Maruce Yonamine,
	Arlindo Leite de Figueiredo,
	Luciano Guitierrez Brandão,
	Renato Costa Brum,
	Antonia Sabrina Ferreira,
	Aury Schneider,
	Rodrigo Jabrayan, 
	Ighor Alves Gomes da Silva,
	Luiz Carlos Louzano,
	Patrícia Rohwedder Guimarães,
	Júlio Flori Jorge,
	Marília Leite Langassner,
	Lucinei Marrissoni,
	Eny Mara Alves Sá,
	Otony Souza,
	Ilda Borges de Barros,
	Osvaldo Ortiz,
	Fernando Carlos de Luna,
	Helena Carretoni,
	Altamiro Leal,
	Maura Andrea do Amaral,
	Eneida da Silva Gomes,
	Pamela Flores Cardin,
	Rodolpho Succhi Neto,
	Luciano Bordignon Conte,
	Antônio Edson Alves,
	Luiz Sérgio Costa Ferreira,
	José Carlos Marques,
	Mônica Barbosa Batista,
	Guilherme Pasculli Barcellos, 
	Elida Fernanda dos Santos, 
	Margareth Gonçalves,
	Osmar Martins dos Santos,
	Maria de Lourdes da Silva Soares,
	João Batista Ferreira dos Santos,
	Lucila Alves de Araújo,
	Heitor Gomes da Silva,
	José Antônio Leite Marques,
	Marlos Henrique Teixeira,
	Licinio Lanteri de Almeida,
	Samia Almeida Roca,
	Maria Luiza de Araújo Barbieri,
	Isadora Borges de Rosa Silva,
	Patrícia Feitosa de Lima,
	Cleuza Trajado Budid, 
	Pedro Luiz dos Santos,
	Maria da Conceição Prado, 
	Luiz Carlos de Menezes Leal, 
	Giovanne Shoei da Silva Arakaki,
	Washington Nogueira Ramos,
	Alexandre Luis Alves Guilherme,
	Gelson Guimarães,
	Maria Inês Branco Pucci,
	Anne Grubert Fernandes,
	Marina de Oliveira Kroll Leite,
	Marisa Pinheiro Cavalcanti,
	Ricardo Cardoso Gurgel,
	Sérgio Coleti,
	Liliana Simionatto,
	Lívia Inara Akamine,
	Andrea Pereira Nardon Braga,
	Carla Roberta D'Amore,
	Altamiro Rezende do Nascimento,   
	Cristiane Gazzotto Campos,
	Tatiana Pereira Goes, 
	Deocleciano Guerreiro Gonçalves,
	Maria Elisabete Freitas Assunção,
	Jefferson Yamada,
	Celso Stahl,   
	Fábio Ricardo Trad, 
	Leila Custódia Lima Scudeller,
	Marcelo Cantizani Azambuja.


Colaborou com Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Romance com protagonista de Mato Grosso do Sul chega ao mercado francês]]></title>
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				<description><![CDATA[A escritora glória-douradense Mazé Torquato Chotil, autora de 15 livros, teve o romance policial “Na Rota de Traficantes de Obras de Arte” traduzido e publicado na França pela Hello Éditions. Com o título “Au cœur du trafic d’œuvres d’art”, a obra leva ao público francês uma história que atravessa Paris, Lyon, Marselha, Brasil e Paraguai, tendo como protagonista uma policial federal brasileira nascida em Mato Grosso do Sul.

Publicado originalmente no Brasil em 2019 pela Editora Penalux, o romance acompanha Marta, agente da Polícia Federal que chega a Paris para trabalhar em parceria com a Interpol, em Lyon, em uma investigação internacional contra uma quadrilha especializada em roubo e comércio ilegal de obras de arte.

A organização criminosa atua entre o Paraguai, o Brasil e a França, enquanto os quadros roubados chegam ao porto de Marselha antes de seguirem para Paris, onde são negociados com compradores europeus e americanos.

Mais do que uma trama policial, o livro também funciona como uma espécie de ponte entre diferentes territórios. Ao construir a investigação, Mazé incorpora elementos de sua própria origem e coloca Mato Grosso do Sul no centro da narrativa. 

“Como nasci em Mato Grosso do Sul, pensei que, na nossa fronteira com o Paraguai, passa muito contrabando, inclusive de obras de arte. Então, imaginei a história passando pela região e, mais ainda, determinei que a heroína, Marta, fosse do nosso estado”, explica a autora.

A presença do Estado na história foi também uma maneira encontrada por Mazé para apresentar ao leitor aspectos pouco conhecidos de Mato Grosso do Sul. Na narrativa, o Pantanal aparece não apenas como cenário, mas associado às memórias, aos sentimentos e à identidade da personagem principal.
“Foi uma forma de falar do Pantanal e das coisas boas que o nosso estado oferece”, afirma.

CONEXÕES

A ideia de utilizar a fronteira com o Paraguai como ponto de partida para a história surgiu da observação de uma realidade que faz parte do cotidiano da região: a circulação de mercadorias e a atuação de redes de contrabando. A partir desse contexto, a autora criou uma trama ficcional na qual o comércio clandestino de obras de arte ganha dimensão internacional.

Marta, por sua vez, foi pensada como uma personagem capaz de conectar os universos da arte, da investigação e da identidade sul-mato-grossense. 

“Imaginei que ela teria estudado Belas-Artes em Paris e decidido fazer carreira nesse mundo da proteção de obras de arte”, conta Mazé.

A escolha do tema também foi motivada pela existência de casos reais de roubos de obras de arte. Para construir o romance, a escritora realizou pesquisas em jornais e consultou informações disponibilizadas pela Interpol, buscando compreender como funciona o tráfico internacional e quais são os caminhos utilizados pelas organizações criminosas.

O resultado foi uma narrativa marcada por deslocamentos e operações em diferentes países. A escritora Claudia Marczak destacou justamente esse aspecto ao apresentar a obra, descrevendo-a como uma operação policial conduzida de maneira detalhada, na qual cada etapa da investigação acompanha os movimentos dos personagens e das redes criminosas.

Os detalhes da pesquisa também contribuíram para que a história adquirisse uma aparência de verossimilhança. Mazé relata que, recentemente, participou de uma apresentação do livro na Maison de l’Amérique Latine, em Paris, onde esteve presente uma agente da polícia francesa, uma espécie de “Marta” da vida real.

Segundo a escritora, a policial gostou da história e chamou atenção para a “veracidade” apresentada pela narrativa.

“Uma história, que já não me lembro qual, me chamou a atenção. A quantidade de roubos de obras de arte no Brasil, aqui na França e no mundo inteiro é uma realidade”, explica Mazé sobre a escolha do tema.

TRADUÇÃO FRANCESA

A publicação francesa representa também uma nova etapa para um livro lançado originalmente há sete anos. Para Mazé, ver uma obra ganhar outra língua significa ampliar as possibilidades de alcançar leitores que não teriam acesso à história em português.

“É sempre um prazer ter uma obra publicada em outra língua que não a sua. É uma forma de atingir um público maior”, afirma.

O contato com a Hello Éditions ocorreu depois que a autora enviou à editora o texto já traduzido para o francês. A editora, que está começando a conquistar espaço no mercado francês, levou alguns meses para analisar o material antes de dar uma resposta positiva.
 

Mazé acredita que um episódio recente envolvendo o roubo de joias no Museu do Louvre pode ter despertado ainda mais a atenção dos editores para uma história centrada no universo do tráfico de bens artísticos e culturais.

A edição francesa passou por etapas de tradução e edição, com ajustes e adaptações destinados ao público local. Embora a estrutura e a essência da história tenham sido preservadas, alguns detalhes precisaram ser observados para que a narrativa funcionasse culturalmente também para o leitor francês.

O novo título, “Au cœur du trafic d’œuvres d’art”, já pode ser encontrado em livrarias e também começou a chegar às bibliotecas francesas.

Para a escritora, essa circulação pode representar apenas o começo de uma nova trajetória para o romance. A expectativa é de que a obra também alcance outros territórios de língua francesa, como Bélgica, Suíça e Canadá.

A autora ainda lembra que, há cerca de uma década, participou, ao lado de Henrique de Medeiros, de uma apresentação sobre Mato Grosso do Sul na Embaixada do Brasil na França. A programação contou com poesia de Henrique traduzida para o francês, música típica e comidas tradicionais do Estado.

“Nosso estado é pouco conhecido por aqui”, afirma. Segundo ela, a experiência mostrou o interesse do público francês diante da possibilidade de conhecer uma região brasileira que normalmente não aparece com frequência no imaginário europeu.

LIVROS EM FRANCÊS

Com a chegada de “Au cœur du trafic d’œuvres d’art”, Mazé Torquato Chotil alcança a marca de seis livros publicados em francês. A relação com a língua e com o mercado editorial francês, porém, começou antes da tradução de suas obras brasileiras.

Protagonista sul-mato-grossense é quem desvenda o crime sobre o qual a narrativa se desenvolve - Foto: Divulgação

Entre os títulos publicados estão “Ouvrières chez Bidermann – Une histoire des vies”, lançado em Estaimpuis em 2010; “L’Exil ouvrier: la saga des Brésiliens contraints au départ (1964–1985)”, de 2015; “Maria d’Apparecida – Une Maria pas comme les autres”, de 2019; “Mon enfance dans le Mato Grosso”, publicado pela Le Poisson Volant em 2022; e “Sources vivantes”, da Biblio, também de 2022.

Dois desses livros foram escritos diretamente em francês. O primeiro foi “Ouvrières chez Bidermann”, por tratar de uma história francesa. O segundo nasceu da pesquisa de doutorado realizada pela autora na França, “Trabalhadores exilados”, posteriormente traduzido para o português e publicado no Brasil.

A escritora destaca, porém, que chegar ao mercado francês não é um caminho simples para autores de língua portuguesa. Segundo ela, a participação de obras traduzidas do português no mercado editorial francês ainda é pequena.

“Entre as obras traduzidas do português na França, em 2025, foram somente 0,6%! Muito pouco. Então, é sempre uma vitória quando conseguimos ultrapassar essas barreiras”, afirma.

Por isso, a publicação do sexto título em francês representa mais do que uma nova edição. É, para Mazé, a continuidade de um percurso construído entre diferentes países, línguas e experiências.

“É um passo a mais, avançando na difícil estrada da escrita, da publicação e da tradução”, resume.

PRÓXIMOS PROJETOS

A trajetória internacional de Mazé, entretanto, está longe de terminar. A escritora afirma que tem outros projetos em andamento e que há obras aguardando a oportunidade de chegar ao público francês.

O próximo projeto que ela pode adiantar é uma biografia dedicada a uma importante figura de Mato Grosso do Sul. A previsão é de lançamento no próximo ano.

A escolha reforça uma característica presente em sua trajetória: a disposição de utilizar a literatura para preservar memórias, contar histórias e apresentar personagens e lugares de Mato Grosso do Sul para além das fronteiras brasileiras.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 08:15:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Parece que a moda também chegou ao monitoramento eletrônico...Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/parece-que-a-moda-tambem-chegou-ao-monitoramentoeletronicoleia-na/471262/</link>
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				<description><![CDATA[
François Guizot - político francês

"A consciência é a faculdade que o homem tem de contemplar quanto se passa no seu íntimo, assistir à própria existência, ser, por assim dizer, espectador de si próprio”.


FELPUDA 

Parece que a moda também chegou ao monitoramento eletrônico. Se projeto que tramita na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems) for aprovado, agressores de mulheres no Estado poderão desfilar com tornozeleira cor-de-rosa, uma espécie de “coleção exclusiva” para quem confundiu força com covardia. A ideia não cria punição extra, apenas facilita a fiscalização e reforça a proteção às vítimas. De quebra, talvez ajude alguns valentões de ocasião a descobrir que violência doméstica não combina com anonimato. Afinal, o acessório poderá virar o primeiro item obrigatório do guarda-roupa. E dê-lhe!...



De improviso

O debate dos candidatos a senador promete ser um Deus nos acuda. Se no passado teve gente que perdeu voto porque ia ler projeto no caderninho e não deu tempo, imagina agora. Com microfone aberto, tempo cronometrado e adversário do lado, vai sobrar improviso e faltar conteúdo.

Mais

Tem candidato que decora discurso, mas esquece o Estado. Tem outro que fala 2 horas e não diz nada em 2 minutos. Não se pode dizer que será um circo de horrores porque, com certeza, deverão ocorrer momentos hilários. E põe momentos nisso!

Marina Maiolino - Arquivo pessoal

Charline Reidel - Arquivo pessoal

Em xeque 

A saída de Nelson Trad Filho da disputa pelo Senado provocou mudanças no tabuleiro eleitoral de Mato Grosso do Sul. Nos bastidores, a informação era que, em vários municípios, a composição desejada seria Azambuja como primeiro voto e Trad Filho como segundo. Com a desistência do senador, essa estratégia perdeu força e abriu disputa pelos votos  que estavam direcionados a ele. Assim, os demais candidatos estão tentando ocupar mais espaço. É esperar para ver.

Sinal

Reinaldo Azambuja recebeu uma sinalização pública de apoio da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, reforçando sua aproximação com o eleitorado conservador de Mato Grosso do Sul. O movimento também busca reduzir dúvidas provocadas pela antiga defesa da candidatura de Marcos Pollon ao Senado. Azambuja esteve em Brasília para gravar material de campanha ao lado do senador presidenciável Flávio Bolsonaro. O encontro reuniu cerca de 20 candidatos ao Senado e contou com a participação de Michelle.

Baixa

O PRD, que tem o ex-senador Delcídio do Amaral como candidato ao governo de MS, promoveu mudanças significativas em suas chapas eleitorais. Na composição majoritária, houve troca da candidata à vice-governadora, do candidato ao Senado e de um dos suplentes. O partido também enfrenta baixas entre os candidatos ao Legislativo. Dois postulantes à Câmara dos Deputados desistiram da disputa. Na corrida pela Alems, oito candidatos pularam fora.

Aniversariantes

@@NOTICIA_GALERIA@@

 


	Soraya Palieraqui Nemir Faoro,
	Édison Cláudio Fabiano Holzmann,
	Bernadete Manica,
	Yuri Peixoto Barbosa Valeis,
	Shirleyde Guimarães Bezerra Moura,
	Humberto Bortoletto,
	Juliana Maura Azevedo Pegogo,
	Marcos Antonio Cavalcante Leite,
	Carlos Jacinto Fonseca da Paz,
	Maria Auxiliadora Goulart dos Santos,
	Vilmuth Marks,
	Irapuã Gonzaga Carneiro,
	Elaine Maria Gobbi Campos Mello,
	Celia Maria Mello Pereira Abratte,
	Lysi Moretti,
	Evelyn Fameli,
	Elenilton Dutra de Andrade,
	Roberto Godoy Scandoglieri,
	Estela Rodrigues Santana,
	Carlos César Galvão Zoccante,
	Dr. Sérgio Renato de Almeida Couto,
	Celso Massachi Marques Inouye,
	Sarah Luana da Silva Pedrosa,
	Paulo Guilherme Francisco Cabral,
	Gal. Yvan Luiz Madruga Varjão,
	Maria Sueli Pereira de Souza,
	Judite de Novaes Ferreira,
	Inês Takayassu,
	Iracema Carretoni Figliolino,
	Dra. Ana Paula Lanza Paes,
	Wilma Salvi,
	Carlos Humberto Fialho Canale,
	Murilo Cunha,
	Edna Espíndola Cardoso,
	Maria Lúcia Muller Viegas dos Santos,
	Almir de Lima Couto,
	José Henrique Franco Pereira,
	Messias Bhering,
	Sandra Lopes da Silva,
	Odete Saab Rosa,
	Zenaide Pereira Cavalcante,
	Licineide de Macedo de Almeida,
	Jairo Lara,
	Vera Lúcia Faraco Fernandes Arruda,
	Edna Macae Arima Miyasato,
	Clara Figueiredo Bacchi de Araújo,
	Nair Souza Soares,
	Adão Flávio Ferreira,
	Hamilton Corrêa Sobrinho,
	Rubens Mello Guimarães,
	Geraldo Couto Fernandes,
	Paulo José de Andrade,
	Robson Moreira Maia,
	Telson Faraday Martinez,
	Walter Leite Pereira,
	Fernando Cordeiro do Nascimento,
	Fábio Henrique dos Santos,
	Angela Corrêa Nobre,
	Manoel Jacques Sobrinho,
	Arnaldo Vargas da Costa,
	José Gerson Chaves,
	Hilton José Braga,
	Jairo Albuquerque de Paula,
	Simone Luz da Silva,
	Liane de Arruda Corrêa,
	Rosa Maria Venhofen Martinelli,
	Neide Pereira Cota Vidoto,
	Denise Lima de Souza Nantes,
	Libério José da Silva,
	Cynthia Alves dos Reis,
	Carlos Eduardo Brandão Calvani,
	Luiz Otávio Flores da Anunciação,
	Ana Cristina Abdo Ferreira,
	Júlio César da Gama Fernandes,
	Andrea Acosta Guarachi,
	Devair Aparecido Francisco,
	Wenzel de Brito Fernandes,
	Atsumi Miyamoto Pessoa,
	Cleyton Vinicius Martinez,
	Verginia Afonso Paiva Albuquerque,
	Raquel Ortega Villarroer,
	Eulina Menezes de Souza,
	Fernando Alves da Silva,
	Adriano da Rocha Ferreira,
	Soraia Genobie da Costa,
	Adriana Souza da Silva,
	Raphael Bacchi de Barros,
	Caroline Yamazato Sumida de Medeiros,
	Kelri Molina Arguelho,
	Gabriela Minossi,
	Honorio Suguita,
	José Figueiredo Filho,
	Fabrizia Foletto,
	José Theodulo Becker,
	Nívea Peres Klafke,
	Luzinete Machado,
	Roseli Aparecida Rodrigues,
	Janaína Paula Britto da Cruz,
	Daniel Marcos Camarotti Lorenzo,
	Milton Gonçalves Lima,
	Carolina Pereira Dittert,
	Fernando Augusto Santos do Valle,
	Danielly Goncalves Vieira de Pinho,
	Elisabete da Silva Andreotti,
	Eliane Farias Caprioli Prado,
	Rogelia Ovelar.

]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 00:01:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA['Homem-Aranha: Um Novo Dia' atinge US$ 2 bi e já está entre 8 maiores bilheterias da história]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/homem-aranha-um-novo-dia-atinge-us-2-bi-e-ja-esta-entre-8/471259/</link>
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				<description><![CDATA[Homem-Aranha: Um Novo Dia atingiu cerca de US$ 2 bilhões (o equivalente a R$ 10,5 bilhões na cotação atual) em sua bilheteria global - ou seja, incluindo vendas de ingressos no mundo todo - neste domingo, 16.

De acordo com informações publicadas pela revista Variety, a soma envolve US$ 785 milhões no mercado norte-americano e US$ 1,2 bilhões no restante do planeta.

Apenas oito filmes já atingiram a marca ao longo da história, incluindo Titanic e as franquias Vingadores, Avatar e Star Wars. Um Novo Dia também superou Sem Volta Para Casa como a maior renda entre as produções do Homem-Aranha. Confira na lista abaixo.

‘Homem-Aranha’ está entre as 10 maiores bilheterias da história do cinema hoje


	US$ 2,9 bilhões - Avatar (2009)
	US$ 2,8 bilhões - Vingadores: Ultimato (2019)
	US$ 2,3 bilhões - Avatar: O Caminho da Água (2022)
	US$ 2,2 bilhões - Ne Zha 2 (2025)
	US$ 2,2 bilhões - Titanic (1997)
	US$ 2,06 bilhões - Star Wars: O Despertar da Força (2015)
	US$ 2,05 bilhões - Vingadores: Guerra Infinita (2018)
	US$ 2 bilhões - Homem-Aranha: Um Novo Dia (2026)
	US$ 1,9 bilhões - Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021)
	US$ 1,8 bilhões - Zootopia 2 (2025)
	‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’


Dirigido por Destin Daniel Cretton, Homem-Aranha: Um Novo Dia traz no elenco nomes como Tom Holland, Zendaya, Sadie Sink e Mark Ruffalo e está em seu terceiro fim de semana desde que foi lançado, em 29 de julho de 2026. Ainda não há previsão sobre quando será a estreia no streaming no Brasil.

Segundo crítica publicada pelo Estadão, o longa alcança o equilíbrio entre a ação e a emoção de forma genuinamente divertida, com Tom Holland vivendo o herói amadurecido.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 21:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Semana do Cinema terá exibição gratuita de quatro filmes nacionais em Campo Grande]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/semana-do-cinema-tera-exibicao-gratuita-de-quatro-filmes-nacionais-em/471252/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/semana-do-cinema-tera-exibicao-gratuita-de-quatro-filmes-nacionais-em/471252/</guid>
				<description><![CDATA[Entre os dias 18 e 21 de agosto, a Semana do Cinema reunirá quatro filmes brasileiros em Campo Grande, com sessões gratuitas, no Sesc Teatro Prosa. Os ingressos estão disponíveis pelo Sympla.

A programação começa na terça-feira (18), às 14h, com o Cine Maturidade e a exibição do documentário “Amazônia, a Nova Minamata?”, dirigido por Jorge Bodanzky.

 

A sessão é direcionada especialmente ao público 60+ e terá bate-papo mediado após o filme. O filme tem 75 minutos de duração e classificação indicativa de 10 anos.

Lançado em 2024, o documentário acompanha a luta do povo Munduruku contra os impactos do garimpo de ouro em seu território e aborda a contaminação por mercúrio na Amazônia. A produção estabelece uma relação com a doença de Minamata, identificada originalmente no Japão após um grave episódio de contaminação ambiental por mercúrio.

Na quarta-feira (19), às 19h, será exibido “Saudade Fez Morada aqui Dentro”, de Haroldo Borges. O filme é de 2022, tem 109 minutos e classificação de 14 anos.

O longa acompanha Bruno, um adolescente de 15 anos que vive em um ambiente marcado pela cultura machista e precisa lidar com uma doença degenerativa que provoca a perda gradual da visão. Em meio às transformações da adolescência, ele passa a enxergar as relações e diferenças sob uma nova perspectiva. 

A programação continua na quinta-feira (20), às 19h, com “Colegas”, dirigido por Marcelo Galvão, que tem 94 minutos de duração e classificação indicativa de 10 anos.

O filme conta a história de Stallone, Aninha e Marcio, três amigos com síndrome de Down que vivem em uma instituição e, inspirados pelos filmes que assistem, decidem partir juntos para realizar seus sonhos.

Lançada em 2012, a produção mistura aventura e comédia ao acompanhar a viagem dos três amigos e a perseguição policial desencadeada pela fuga.

Encerrando a Semana do Cinema, na sexta-feira (21), às 19h, o público poderá assistir a “Kasa Branca”, de Luciano Vidigal. O filme, lançado em 2024, tem 95 minutos de duração e classificação indicativa de 16 anos.

O longa acompanha Dé, adolescente da periferia da Chatuba, no Rio de Janeiro, que descobre que sua avó, Almerinda, está na fase terminal da doença de Alzheimer. Ao lado dos amigos Adrianim e Martins, ele busca aproveitar o tempo que ainda tem com ela.

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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 16:02:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Entrevista exclusiva com a atriz e escritora Ana Jeckel ]]></title>
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				<description><![CDATA[Ana Jeckel é um novo fenômeno da literatura juvenil. Com 25 anos, seu sexto livro “Kiwi e os Garotos Perdidos”, lançado em junho, já ficou em primeiro lugar em algumas categorias de mais vendidos da Amazon e já foi para sua segunda tiragem.

E, durante a Feira do Livro de São Paulo, conquistou o 3º lugar dos mais procurados de todo o catálogo da Editora Rocco. Inclusive, no mesmo evento, a gaúcha foi a segunda autora mais vendida, ficando atrás apenas de Clarice Lispector.

Agora, Ana Jeckel vai participar de vários eventos na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, em setembro. A escritora estará no estande da Rocco nos dias 5 (às 13h) e dia 13 (às 14h) fazendo tarde de autógrafos de “Kiwi e os Garotos perdidos”.

O livro conta a história de Nalu, um rapaz que se muda para Ilhabela e junta seu grupo de amigos de infância para ir atrás de um tesouro pirata escondido na ilha. Voltada para o público adolescente, a obra aborda temas como amizade, luto e a dificuldade de crescer.

Também na Bienal, em setembro, Ana Jeckel vai participar de uma mesa do estande da Skeelo no dia 8 (às 16h) e estará no estande da Editora Flyve para o lançamento de “Nadia Keane 5: A Maldição de Olho-Rubro”.

O livro conta sobre Dimitri, um garoto que é resgatado sem memórias por um navio pirata. Entre os temas abordados estão liberdade, aventura e pertencimento, além de descobertas pessoais e a busca de seus sonhos. A obra faz parte da coletânea “Nadia Keane”, que já vendeu mais de 15.000 cópias.

Com 8 anos de carreira artística, Ana Jeckel também é atriz e já participou da série “Tudo Igual… SQN”, do Disney+ , e da série “Juacas”, do Disney Channel. No Youtube, protagonizou a websérie “May@“, que lhe rendeu indicações a prêmios na Itália (vencendo como Melhor Atriz do Digital Midia Festa em 2022), na Asia e no Brasil. Seu último trabalho atuando foi no filme “Talismã”.

Ana Jeckel ainda é cantora e compositora e já lançou algumas músicas. Seus clipes podem ser vistos no seu Instagram e no Youtube. Já as canções estão disponíveis em seu canal no Spotify.

Ana é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana e em entrevista ao Caderno ela fala sobre sua carreira, literatura e Bienal do Livro.

Ana Jeckel é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Márcia Molina - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Ana Jeckel está vivendo um momento profissional de muito sucesso. Seus livros estão nos mais vendidos da Amazon e entre os mais vendidos do catálogo da Editora Rocco. Como recebe essas notícias com apenas 25 anos de idade? E como elas impactam na sua carreira de apenas 8 anos?
AJ - Estou muito feliz de poder acompanhar números tão bons na minha primeira publicação com uma Editora Tradicional. Muitos que me conheceram agora diriam que é "sorte de principiante", talvez ignorando toda a minha carga que veio antes disso.

Foram 8 anos até hoje de aprendizados na publicação independente, muita luta e esforço para ganhar espaço no mercado editorial, então é extremamente gratificante perceber que essa dedicação ao longo dos anos está dando resultado.

Sinto que é só o primeiro passo, o começo de uma nova fase. 8 anos de carreira... quer dizer, ainda sou um bebê! Tenho muitos livros ainda para escrever para me consolidar como uma grande autora nacional e isso é muito estimulante para mim. 

CE - Recentemente, você foi a segunda autora mais vendida na Feira do Livro, de SP, só ficando atrás de Clarice Lispector. Qual a sensação de estar já estar entre os nomes mais procurados da literatura brasileira? 
AJ - É surreal! Fui descobrir só muitos dias depois e fiquei chocada. Estamos falando de Clarice Lispector, a autora mais vendida da Editora Rocco, então ficar ao lado dela é uma honra sem tamanho.

É muito bom poder ver que finalmente, com meu novo livro "Kiwi e os Garotos Perdidos" indo para as grandes livrarias e eventos, o meu nome passou a um peso diferente. As pessoas estão apenas começando a ouvir falar de Ana Jeckel... mas quero aproveitar o momento para conquistar cada vez mais esse espaço.

CE - Em breve, você vai a Bienal do Livro, em SP. Como é para um autor poder participar de um evento tão grandioso? E qual a importância de estar frente a frente com seu público autografando suas obras?
AJ - A Bienal do Livro é um evento totalmente diferente de todos os outros, então sempre é muito gratificante poder participar. Leitores de todos os cantos do Brasil viajam horas, às vezes dias, para poder me encontrar por alguns minutos e autografar seus livros, e isso não tem preço para mim.

Cada história me emociona. É poder estar de frente com tudo aquilo que sempre se desejou. O processo de escrita de um livro sempre é muito solitário... e quando ficamos sabendo que um título que escrevemos está vendendo bem, milhares de cópias, não conseguimos ter a dimensão do que significam esses números até estarmos de frente com milhares de rostos.

Milhares de jovens que vem me abraçar, chorando, me presenteando com desenhos e artesanatos feitos por eles, simplesmente para me agradecer por ter mudado a vida deles com o meu livro. É nessa hora que sei que o que eu faço é mágico. E é esse sentimento que guardo no peito todos os dias.

CE - Onde busca inspiração para escrever suas obras? Como faz suas pesquisas?
AJ - As inspirações surgem como os carros passam na rua. Nunca se espera quando vão surgir de uma curva, mas às vezes te atingem em cheio, quando você menos espera.

Quando estou no banho ou prestes a dormir, me vêm diálogos completos na cabeça ou uma ideia totalmente nova para um livro novo e eu preciso mantê-la viva na minha mente até conseguir escrevê-la no papel para não esquecer.

Gosto muito de viajar também, abrir os meus horizontes para novos mundos, novas percepções, culturas e paisagens nunca antes vistas por mim. Não há melhor inspiração do que abrir os olhos e simplesmente observar o mundo ao nosso redor. E claro, leio muitos livros, estudo, ouço músicas, assisto a filmes. Repertório é tão importante quanto. 

CE - E como surgiu seu interesse por escrever? Como escolheu se dedicar aos livros para o público jovem?
AJ - Sempre gostei muito de escrever, desde que sou criança. Sempre foi a minha melhor ferramenta de comunicação e eu amo contar histórias e inventar personagens e universos desde que posso me lembrar como gente. O amor pelo público jovem vem pela minha própria experiência como leitora.

Ainda consigo lembrar da sensação mágica de abrir um livro de fantasia e aventura quando eu tinha doze anos de idade. A pré-adolescência e a adolescência são fases complicadas, muitas vezes solitárias, e o que eu mais prezo é que os meus livros possam ser, acima de tudo, um refúgio para esses jovens.

Que meus personagens se tornem amigos deles e que eles possam sorrir quando estão lendo. Gosto de escrever aquilo que eu gostaria de ter lido aos treze anos de idade. 

Ana Jeckel é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Márcia Molina - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Como é escrever para um público cada vez mais conectado?  Qual o segredo para despertar o interesse dos jovens pela literatura?
AJ - A gente se engana quando acha que o jovem não gosta de ler. Sinto que, cada vez mais, as novas gerações estão sentindo falta de uma vida que não viveram, de um tempo em que não eram nascidos. Uma nostalgia da vida analógica, fora das telas.

De histórias que conectem de verdade. Claro que a teoria e a prática são muito diferentes, porque preciso usar dos artifícios atuais para vender o meu livro que vende essa nostalgia.

Utilizo muito das redes sociais para a minha divulgação e foco muito nas referências que eu tenho em comum com o meu livro, como por exemplo, "Piratas do Caribe" e a série de livros de "Percy Jackson e os Olimpianos".

Então eu vendo a ideia de que, se eles gostam dessas coisas, provavelmente também gostarão do meu livro. E claro, eu vendo a ideia do pertencimento. Em um mundo tão "conectado", mas tão solitário que vivemos hoje em dia, tudo o que queremos é pertencer a um lugar, uma tribo, um grupo de amigos que gostem das mesmas coisas que nós.

Já perdi as contas de quantos jovens se tornaram melhores amigos por conta dos meus livros, em eventos presenciais e até em grupos on-line. Isso é sensacional!

CE - Temos visto cada vez mais livros sendo transformados em produções do audiovisual. O que você pensa sobre isso? Sonha em ver suas obras na TV e no cinema?
AJ - Meu grande sonho! Como sou atriz de profissão antes mesmo de ser escritora, na hora de escrever uma história, uma cena ou um diálogo, eu penso em audiovisual.

Eu imagino a movimentação dos personagens como se fossem atores e escrevo os capítulos em formato de roteiro antes de passar para prosa. Então, sinto que é uma questão de tempo para que as minhas histórias, que nascem para a televisão e o cinema, mas são destinadas a se tornarem livros primeiro, conquistem outras mídias. 

CE - Você também é atriz, cantora e compositora. Pensa em voltar a fazer trabalhos nessas áreas? Pensa, inclusive, em escrever algo para você mesma atuar? 
AJ - Sinceramente, nunca amei tanto uma arte como amo a escrita. Meus olhos brilham de uma maneira que não brilhavam na atuação ou na música antes.

Mas não quero deixar essas partes de mim de lado, muito pelo contrário. Quando estou escrevendo, estou atuando também. Estou me colocando no papel de cada personagem para imaginar como ele está agindo em cena. E sobre a música, eu componho para os meus livros.

Alguns deles têm letras escritas e cantadas pelos personagens nas páginas e eu até ensino os meus leitores a cantar também! É muito legal. 

Atualmente não penso em escrever algo somente para que eu possa atuar, mas nunca se sabe. Gosto da ideia, uma vez que sou uma super fã de Phoebe Waller-Bridge e da série Fleabag, que nasceu justamente assim. 

CE - Quais seus sonhos profissionais? Já tem ideias para novos livros?
AJ - Meus grandes sonhos profissionais são ver os meus livros se tornando obras audiovisuais e poder publicá-los em outros países também. Quero que as minhas histórias conquistem o mundo. Tenho leitores de e-books no Japão!

Quero que eles possam ter os meus livros físicos em mãos também. Tenho muitos potenciais leitores em Portugal e nos Estados Unidos também. Se algum dia eu puder ver as minhas histórias traduzidas por aí, vou me sentir verdadeiramente realizada.

Sobre ideias para novos livros... eu tenho dezenas! A dificuldade é escolher qual será a próxima que eu vou escrever, porque todas são tão interessantes que eu tenho vontade de escrevê-las todas de uma vez. 

CE - E o que Ana Jeckel gosta de ler?
AJ - Gosto de ler um pouco de tudo, mas sou uma grande fã de suspense e mistério, nascida no mesmo dia que a nossa rainha Agatha Christie. Um gênero que, sinceramente, acho que nunca serei boa o suficiente para escrever. Amo ler os clássicos também.

Meus livros favoritos são "Peter Pan e Wendy" de J. M. Barrie, "Capitães de Areia" de Jorge Amado,  "O Código da Vinci" de Dan Brown e "The Outsiders: Vidas Sem Rumo" de S. E. Hinton. Pode-se dizer que sou louca por histórias de jovens desajustados tentando encontrar seu lugar no mundo.

Atualmente estou lendo "Mulherzinhas" de Louisa May Alcott e, para citar alguns autores contemporâneos, sou uma grande fã de Rebecca Kuang, Donna Tartt, Maggie Stiefvater, V. E. Schwab e Holly Jackson. Todas são escritoras incríveis em quem eu me inspiro muito.

Mas talvez a minha maior inspiração seja Rick Riordan, o escritor que moldou a minha juventude com seus livros de adolescentes lutando contra monstros mitológicos e mergulhando em aventuras épicas

 

 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 13:30:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[A energia do Tarô da semana entre 17 e 23 de agosto. É hora de aprender e aperfeiçoar talentos]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/a-energia-do-taro-da-semana-entre-17-e-23-de-agosto-e-hora-de/471237/</link>
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				<description><![CDATA[Oito de Ouros: o poder de transformar talento em realização

Há semanas em que o céu parece nos convidar a sonhar, experimentar, arriscar. Outras nos pedem silêncio, recolhimento ou coragem para atravessar mudanças que não controlamos. Esta semana que se inicia pertence a uma categoria particularmente interessante: é um período de transformação da inspiração em matéria.

Depois da intensidade criativa do Sol em Leão, começamos a entrar em um território mais concreto, em que aquilo que desejamos precisa ganhar forma, método, consistência e continuidade. É por isso que o Oito de Ouros surge como a carta dos Arcanos Menores que melhor traduz o momento.

O Oito de Ouros é uma carta de construção. Em uma de suas imagens mais tradicionais, vemos uma pessoa concentrada diante de seu trabalho, produzindo, aperfeiçoando, repetindo gestos, aprendendo com a própria prática. Não há pressa nem espetáculo.

O que existe é dedicação. A carta nos lembra que talento é apenas o ponto de partida. Para que uma habilidade se transforme em realização, é preciso exercitá-la, aprimorá-la e, sobretudo, permanecer presente durante o processo.

Essa mensagem ganha ainda mais força quando observamos a passagem astrológica desta semana. A Lua chega ao Quarto Crescente em Escorpião na quarta (19), trazendo intensidade, profundidade e uma necessidade maior de agir sobre aquilo que foi percebido desde a Lua Nova em Leão.

Poucos dias depois, o Sol deixa Leão e entra em Virgem. Mercúrio também ingressa em Virgem no dia 25, reforçando uma atmosfera de organização, análise, discernimento e atenção aos detalhes.

É quase como se o céu dissesse: agora que você sabe o que quer, o que vai fazer com isso?

O signo de Leão nos lembra da importância de criar, desejar, ocupar nosso espaço e reconhecer aquilo que nos faz especiais. Virgem pergunta o que podemos fazer concretamente com esse potencial. O primeiro signo de fogo quer expressão; o segundo, de terra, quer utilidade.

Um acende a chama. O outro transforma a chama em trabalho. E o Oito de Ouros ocupa exatamente esse lugar de passagem: ele representa a pessoa que percebe que não basta ter inspiração — é preciso desenvolver a habilidade necessária para sustentá-la.

Existe uma diferença importante entre trabalhar muito e trabalhar com consciência. O Oito de Ouros não é simplesmente uma carta de esforço. É uma carta de aperfeiçoamento. Seu ensinamento não é “faça mais”, mas “faça melhor”. Existe uma inteligência na repetição representada por esse arcano.

Cada tentativa permite corrigir um detalhe, compreender um erro, ganhar segurança e descobrir uma maneira mais eficiente de realizar aquilo que se deseja. Por isso, esta pode ser uma semana especialmente favorável para estudar, organizar, revisar, editar, treinar, planejar e colocar em ordem aquilo que vinha sendo feito de maneira improvisada.

E isso também significa aceitar que nem todo crescimento é imediatamente visível.

Vivemos em uma cultura que valoriza muito o resultado final. Queremos saber quando algo vai acontecer, quanto vamos ganhar, qual será o reconhecimento, quando virá a promoção, quando encontraremos alguém, quando finalmente teremos certeza de que estamos no caminho certo.

O Oito de Ouros oferece uma perspectiva diferente. Ele fala do valor do processo. Algumas das transformações mais importantes acontecem enquanto ainda estamos trabalhando nos bastidores, sem aplausos e sem garantias.

Essa talvez seja uma das grandes lições da carta para os próximos dias: não desprezar aquilo que ainda está em construção.

A entrada do Sol em Virgem reforça justamente essa disposição para olhar para as pequenas partes que compõem um todo. O período virginiano favorece organização, trabalho cuidadoso, atenção aos detalhes e o aperfeiçoamento de habilidades.

O Oito de Ouros traduz isso perfeitamente porque sua força está na capacidade de transformar uma tarefa aparentemente pequena em parte de uma construção maior.

O desafio, porém, é não transformar aperfeiçoamento em perfeccionismo.

A sombra do Oito de Ouros aparece quando a busca por fazer melhor se transforma na sensação de que nunca está bom o suficiente. Podemos ficar presas à correção de detalhes e perder de vista o sentido do que estamos construindo.

Podemos trabalhar demais, revisar infinitamente, adiar uma entrega porque ainda não consideramos tudo perfeito.

Virgem, quando desequilibrado, pode acreditar que só merece reconhecimento depois de eliminar todas as imperfeições. O Oito de Ouros nos lembra justamente o contrário: é fazendo que aprendemos a fazer melhor.

Nesse sentido, a semana pode trazer uma pergunta bastante poderosa: o que você está disposto a aperfeiçoar porque realmente acredita que vale a pena?

A resposta é importante porque o Oito de Ouros não recomenda esforço indiscriminado. Ele fala de investimento. De escolher uma habilidade, uma relação, um projeto, uma profissão, uma direção e decidir que aquilo merece tempo e dedicação.

A carta não promete resultados instantâneos. Ela oferece algo talvez mais sólido: a possibilidade de construir competência e, a partir dela, autonomia.

No amor, essa mensagem é especialmente interessante. O Oito de Ouros não é uma carta de grandes declarações românticas, mas pode ser uma carta muito significativa para relações que desejam durar. Ele nos lembra que um relacionamento também é uma construção diária.

Não basta existir atração, sentimento ou encantamento. É preciso aprender a conversar, escutar, negociar diferenças, respeitar limites, reparar erros e criar pequenos gestos de cuidado que sustentem a relação no cotidiano.

Para quem está em uma relação, a semana pode favorecer uma atitude mais madura diante do amor. Em vez de perguntar apenas “o que eu sinto?”, talvez seja importante perguntar “o que estou fazendo para que esse sentimento tenha espaço para existir?”.

Amor também é presença. É atenção. É disponibilidade. É disposição para aprender a amar aquela pessoa específica, com sua personalidade, suas necessidades e suas diferenças.

Ao mesmo tempo, o Oito de Ouros pede cuidado com relações que parecem exigir esforço unilateral. Construção não significa carregar tudo sozinho. Se apenas uma pessoa trabalha para manter o vínculo, existe um problema. O aprendizado da carta está na reciprocidade: duas pessoas precisam estar dispostas a participar da construção.

Para quem está solteiro(a), o período pode favorecer uma percepção mais realista do amor. Talvez seja menos importante encontrar alguém que provoque uma explosão imediata de emoções e mais importante observar quem demonstra consistência. Quem aparece?

Quem procura? Quem presta atenção? Quem cumpre o que promete? Quem está disposto a construir? O Oito de Ouros prefere atitudes a discursos. Ele nos ensina que, no amor, a repetição dos pequenos gestos costuma dizer mais do que uma grande declaração isolada.

A passagem de Leão para Virgem também pode mudar a maneira como enxergamos o desejo. Depois de um período mais voltado à paixão, ao brilho e à expressão individual, começamos a perceber se existe compatibilidade entre aquilo que sentimos e aquilo que conseguimos viver.

O amor precisa caber na realidade. Precisa encontrar espaço na rotina, nos compromissos, nas escolhas e na vida concreta.

No trabalho, o Oito de Ouros encontra um de seus territórios naturais. É uma carta extremamente favorável para produtividade, aprendizado e desenvolvimento profissional. Mas sua mensagem não é simplesmente trabalhar mais horas.

É desenvolver aquilo que sabemos fazer, identificar onde ainda podemos melhorar e compreender que excelência é uma construção.

Esta pode ser uma semana excelente para revisar projetos, corrigir processos, organizar pendências, atualizar conhecimentos, aprender uma ferramenta nova ou finalmente dedicar atenção a uma habilidade que vinha sendo deixada de lado.

Também pode ser um bom momento para observar o próprio método de trabalho. O que está funcionando? O que desperdiça tempo? Onde existe retrabalho? O que poderia ser simplificado?

Na carreira, o Oito de Ouros fala de reputação construída por competência.

Nem sempre o reconhecimento chega primeiro. Muitas vezes, ele é consequência de uma série de pequenas entregas bem-feitas. A pessoa que se torna referência em determinada área geralmente não chegou ali por acaso: existe um acúmulo de experiência, estudo, prática e aperfeiçoamento. A carta nos convida a olhar para esse acúmulo.

Se você está buscando uma mudança profissional, talvez esta não seja uma semana para esperar uma resposta definitiva do universo, mas para perguntar: o que posso fazer hoje para me tornar mais preparado para a oportunidade que quero amanhã?

Pode ser atualizar o currículo, estudar, ampliar contatos, organizar um portfólio, retomar um projeto, aperfeiçoar uma habilidade ou simplesmente voltar a fazer algo que você sabe que faz bem.

O Oito de Ouros é uma carta muito poderosa para quem está construindo uma nova etapa profissional porque ela mostra que competência também é uma forma de poder.

E há algo especialmente bonito nessa perspectiva: ninguém pode tirar de você aquilo que você realmente aprendeu a fazer.

Reconhecimento externo pode desaparecer. Um cargo pode mudar. Uma empresa pode deixar de existir. Um projeto pode ser interrompido. Mas a experiência acumulada permanece. O conhecimento incorporado ao corpo, à inteligência e à prática continua sendo seu. É por isso que o Oito de Ouros também pode representar investimento em si mesmo.

No dinheiro, a carta pede uma relação mais consciente com os recursos. Não é uma energia de enriquecimento rápido ou de ganhos inesperados. É muito mais ligada à construção gradual de segurança. Dinheiro que vem do trabalho, da competência, da constância e da capacidade de transformar conhecimento em valor.

É um bom momento para olhar para as próprias finanças com objetividade. Rever gastos, organizar contas, pensar em prioridades e avaliar se os recursos estão sendo direcionados para aquilo que realmente importa. Mais do que cortar por cortar, a carta pergunta: onde vale a pena investir?

E essa pergunta pode ser aplicada também ao investimento em si mesmo. Um curso, uma formação, uma ferramenta de trabalho ou uma experiência que aumente sua capacidade profissional pode ter mais valor do que uma compra impulsiva. O Oito de Ouros entende dinheiro como energia que pode ser transformada em estrutura.

Sua sombra financeira aparece quando confundimos produtividade com valor pessoal. Trabalhar incessantemente não significa necessariamente prosperar. Às vezes, a verdadeira evolução consiste em aprender a cobrar melhor pelo que fazemos, reconhecer nossa experiência ou encontrar uma maneira mais inteligente de usar nosso tempo.

Essa é uma distinção importante: o Oito de Ouros não pede que você prove seu valor pelo excesso de esforço. Ele pede que você reconheça o valor daquilo que sabe fazer.

A proximidade do eclipse lunar de 28 de agosto acrescenta uma sensação de fechamento de ciclo à semana. O eclipse acontece com a Lua Cheia em Peixes, diante do Sol em Virgem, criando um eixo simbólico entre organização e entrega, controle e confiança, matéria e sensibilidade.

Por isso, os dias que antecedem o eclipse podem funcionar como uma espécie de preparação: aquilo que precisa ser colocado em ordem começa a pedir atenção, enquanto aquilo que já cumpriu sua função pode começar a perder sentido.

O Oito de Ouros é particularmente sábio nesse contexto porque sabe diferenciar persistência de insistência.

Persistir é continuar aperfeiçoando algo que tem potencial. Insistir é continuar fazendo a mesma coisa mesmo quando ela já não produz vida. Às vezes, a maior maturidade não está em trabalhar mais, mas em perceber que determinado trabalho terminou.

Por isso, a carta não fala apenas de fazer. Ela fala de aprender. E aprender inclui descobrir quando continuar, quando corrigir e quando mudar de direção.

Talvez seja essa a principal mensagem da configuração astrológica da semana: estamos entrando em uma fase em que pequenas escolhas podem ganhar consequências maiores. A energia não está necessariamente voltada para grandes gestos, mas para aquilo que se repete.

Um hábito. Uma conversa. Uma decisão. Uma tarefa concluída. Uma habilidade desenvolvida. Um limite estabelecido. Uma conta organizada. Um projeto retomado. Um cuidado oferecido.

Oito de Ouros é a carta que nos ensina a respeitar o tempo das coisas.

Existe um momento para desejar e existe um momento para construir. Existe um momento para imaginar quem queremos ser e outro para começar a praticar essa pessoa.

Existe um momento para mostrar nosso brilho e outro para sentar diante da bancada, pegar as ferramentas e trabalhar silenciosamente.

E talvez seja justamente aí que esteja a beleza dessa carta. Ela não promete atalhos. Promete consistência. Não diz que tudo ficará pronto rapidamente.

Diz que cada etapa importa. Não garante reconhecimento imediato. Garante que aquilo que é feito com atenção, consciência e dedicação pode adquirir uma qualidade que não depende do acaso.

Na passagem de Leão para Virgem, podemos levar conosco a chama da criatividade, mas precisamos aprender a dar forma a ela. O Sol em Leão nos lembra que temos algo único para oferecer.

O Sol em Virgem pergunta como podemos transformar esse potencial em algo útil, concreto e duradouro. O Oito de Ouros responde: praticando.

Então, nesta semana, talvez valha menos perguntar “quando vai acontecer?” e mais perguntar “o que posso aperfeiçoar hoje?”.

Porque nem todo avanço chega como uma grande virada.

Às vezes, ele chega como uma pequena correção.

Uma escolha mais consciente.

Uma habilidade que finalmente começa a amadurecer.

Uma relação que aprende a se comunicar melhor.

Um trabalho que ganha qualidade.

Um dinheiro que começa a ser administrado com mais inteligência.

Um projeto que deixa de ser apenas uma ideia e ganha forma.

E, quando percebemos, aquilo que parecia apenas repetição era, na verdade, construção.

Oito de Ouros é a arte de transformar potencial em competência, competência em confiança e confiança em realização.

Nesta semana, não tenha pressa de colher. Observe o que está sendo construído. Escolha onde vale colocar sua energia. Faça com presença. Corrija sem se punir. Aprenda sem exigir perfeição.

E lembre-se: algumas das coisas mais importantes que estamos criando para o futuro começam justamente quando ninguém ainda está olhando.

O trabalho invisível também é trabalho. E, muitas vezes, é ele que prepara o próximo grande salto.

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 12:00:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Aprenda a fazer um Cookie de Frigideira]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/aprenda-a-fazer-um-cookie-de-frigideira/471235/</link>
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				<description><![CDATA[Essa semana a Água Doce Sabores do Brasil nos presenteou com uma receita fácil e deliciosa de fazer em casa, Cookie de Frigideira Individual. Anota tudo ai...


Ingredientes:


	1 colher de sopa de manteiga
	1 colher de sopa de açúcar mascavo
	1 colher de sopa de açúcar
	1 gema
	3 colheres de sopa de farinha de trigo
	2 colheres de sopa de chocolate picado
	1 pitada de sal
	1 bola de sorvete de creme para finalizar


Modo de preparo:

Comece misturando a manteiga com os açúcares. Acrescente a gema, a farinha, o sal e o chocolate e misture até obter uma massa homogênea.

Transfira para uma frigideira pequena untada e cozinhe em fogo bem baixo, com a frigideira tampada, até as bordas ficarem firmes e o centro permanecer macio. Finalize ainda quente com uma bola de sorvete.

Dica: o segredo da apresentação é servir o cookie na própria frigideira, ainda quente, com o chocolate derretido e o sorvete começando a escorrer.

 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 10:30:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Desatando Nós: O que acontece quando os filhos crescem?]]></title>
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				<description><![CDATA[Durante anos, muitos pais organizam a vida em torno das necessidades dos filhos. A rotina, os horários, as preocupações e até os planos futuros giram em torno deles. Então, quase sem perceber, algo muda. As crianças crescem.

A adolescência traz um movimento natural e necessário de autonomia. Os filhos passam a buscar mais privacidade, valorizam a convivência com amigos e começam a construir uma identidade própria. Para eles, esse processo representa crescimento. Para muitos pais, representa um desafio emocional.

É comum que surjam sentimentos contraditórios. Existe orgulho ao ver os filhos conquistando independência, mas também saudade da fase em que dependiam mais da família. Algumas mães e pais relatam sensação de perda, inutilidade ou dificuldade para encontrar novos espaços de realização.

Essas emoções não significam falta de amor. Significam que uma etapa está chegando ao fim e outra está começando. Toda transição importante envolve algum grau de adaptação.

O problema aparece quando tentamos impedir esse movimento natural. Controlar excessivamente, invadir espaços ou resistir ao crescimento dos filhos pode gerar conflitos e dificultar a construção da autonomia que desejamos para eles.

Talvez um dos grandes aprendizados da parentalidade seja compreender que educar também é preparar para a separação saudável. Não uma separação afetiva, mas uma independência progressiva que permite aos filhos caminhar com segurança pelo próprio caminho.

Ao mesmo tempo, esse período convida os adultos a revisitarem a própria identidade. Quem somos além do papel de pai ou mãe? Quais projetos ficaram em espera? Que vínculos precisam ser fortalecidos?

Quando os filhos crescem, a família não acaba. Ela se transforma. E toda transformação traz a oportunidade de construir novos significados para os relacionamentos e para a própria vida.

@vanessaabdo7
 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 18:00:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Quando a moda encontra a estrada]]></title>
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				<description><![CDATA[O que acontece quando uma das maisons mais importantes do mundo encontra uma empresa conhecida por transformar carros clássicos em verdadeiras peças de coleção?

A resposta acaba de ser apresentada na Califórnia. A Louis Vuitton se uniu à Singer Vehicle Design, empresa especializada em restaurar e reinterpretar Porsche 911, para criar dois automóveis únicos. É a primeira vez, em seus 172 anos de história, que a maison francesa participa de um projeto automotivo co-branded.

Porém o mais interessante dessa parceria talvez não seja o carro em si. É o que ela diz sobre os novos caminhos do luxo.

Tudo começou de maneira relativamente discreta: com o pedido de um relógio para o painel. O projeto, desenvolvido a partir do universo do Tambour e da expertise da La Fabrique du Temps Louis Vuitton, cresceu até envolver praticamente todos os elementos dos veículos. 

Nasceram assim dois Porsche 911 Reimagined by Singer. O primeiro, um Classic, recebeu tons de açafrão, azul-cobalto e amarelo associados à Louis Vuitton.

O segundo, um Classic Turbo conversível, teve participação de Nicolas Ghesquière, diretor artístico das coleções femininas da maison, e aparece em branco Calcaire Lutétien, com detalhes sofisticados em madeira. 

E, claro, a experiência não termina quando se fecha a porta do carro. A Louis Vuitton criou malas sob medida, peças de vestuário, sapatos e acessórios para acompanhar os automóveis.

Até o relógio do painel pode ser removido e transformado em relógio de mesa. É quase como se carro, moda, viagem e lifestyle passassem a fazer parte de uma mesma coleção. 

                         Louis Vuitton e Singer transformam o Porsche 911 em objeto de desejo - Divulgação

Para mim, é justamente aí que essa parceria se torna interessante para além da estética.

Durante muito tempo, pensamos o luxo através de categorias muito claras: moda, joalheria, relógios, automóveis, hotelaria. Hoje, essas fronteiras estão cada vez mais diluídas.

As grandes marcas não querem apenas ocupar o nosso guarda-roupa. Querem participar da maneira como viajamos, nos hospedamos, comemos, decoramos a casa e, agora, até da maneira como dirigimos.

No caso da Louis Vuitton, existe ainda uma conexão particularmente coerente. A maison nasceu em 1854 fazendo baús e construiu sua identidade em torno da arte de viajar. Muito antes dos aviões comerciais e das malas com rodinhas, Louis Vuitton já pensava em como transportar objetos com funcionalidade, beleza e savoir-faire.

A relação com o universo automotivo também não surgiu agora. A própria história da maison registra experiências ligadas aos automóveis desde o início do século XX. 

Por isso, colocar seu savoir-faire dentro de um Porsche 911 não parece simplesmente uma ação de marketing. De certa maneira, é uma atualização da mesma pergunta que acompanha a Louis Vuitton há mais de um século: como transformar o ato de viajar em uma experiência extraordinária?

Há ainda outro aspecto dessa parceria que traduz muito bem o momento atual do mercado de luxo: a busca pela singularidade.

Louis Vuitton e Singer transformam o Porsche 911 em objeto de desejo - Divulgação

Em uma época em que produtos considerados exclusivos aparecem diariamente nas redes sociais e algumas bolsas de luxo se tornam quase onipresentes, possuir algo caro já não é necessariamente suficiente para transmitir exclusividade.

O verdadeiro luxo começa a migrar para aquilo que é difícil de reproduzir: tempo, artesanato, personalização, acesso e experiências criadas praticamente para uma única pessoa.

É justamente esse território que Louis Vuitton e Singer exploram aqui. Provavelmente o futuro do luxo não esteja apenas em lançar mais produtos, mas em criar objetos que carreguem histórias, diferentes especialidades e níveis quase obsessivos de atenção aos detalhes.

No encontro entre uma maison francesa, um ícone alemão e o trabalho artesanal de uma empresa californiana, o Porsche deixa de ser apenas um automóvel. Transforma-se em moda, design, engenharia, artesanato e viagem ao mesmo tempo, ajudando a redefinir o que chamamos de luxo hoje.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 16:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Você sabia que descolorir cílios pode perfurar os olhos?]]></title>
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				<description><![CDATA[A moda de descolorir cílios e até sobrancelhas começou nos  desfiles de  grifes de luxo e rapidamente viralizou entre influencers do TikTok. Usar descolorante para corpo ou cabelo nos olhos é muito perigoso, afirma o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, diretor executivo do Instituto Penido Burnier.

Isso porque, explica,  mesmo que o produto não penetre no olho, as glândulas que produzem  a camada oleosa da lágrima estão localizadas na borda das pálpebras superior e inferior.

“Por isso, a prática pode causar olho seco crônico, blefarite, terçol, calázio, queda e quebra dos cílios, dermatite de contato na pele ao redor dos olhos, alergia, edema e descamação das pálpebras,” salienta.

Quando o descolorante penetra no olho as alterações são ainda mais graves. Entre elas, o especialista destaca: Queimadura química na córnea e  conjuntiva, inflamação e risco de opacidade; Erosão e úlcera na córnea; Lesão no limbo, área que forma um anel ao redor da córnea  onde ficam células-tronco importantes para o restabelecimento da lente externa do olho.

Primeiros sintomas

O especialista que também é membro do CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia) afirma que os primeiros sinais de queimadura química nos olhos pelo descolorante são: dor intensa, vermelhidão, ardência no olho e na pálpebras, sensação de corpo estranho, visão embaçada, inchaço nas pálpebras, lacrimejamento e dificuldade de manter os olhos abertos.

Queiroz Neto conta que uma paciente resolveu seguir a ‘trend’ e  entrou em contato para saber o que podia diminuir a intensa dor em um dos olhos.

“Passei a ela o passo a passo dos primeiros socorros quando o olho sofre uma queimadura química e a orientei para  ir ao hospital logo após esta primeira higienização’ pontua. Quanto antes a água oxigenada e o descolorante forem completamente eliminados do globo ocular maior é a chance de não ter lesões oculares graves.

Passo a passo da higienização

As dicas do oftalmologista para eliminar descolorantes e outras substâncias tóxicas da superfície do olho são:

Incline a cabeça ligeiramente para baixo, tombe a cabeça para o lado oposto ao olho contralateral, puxe a  pálpebra superior com o dedo indicador para cima e a inferior para baixo  com o polegar para formar uma bolsa e garantir que a água entre embaixo das pálpebras onde os produtos costumam acumular e lave com água corrente continuamente, do canto interno  para o externo por 15 a 20 minutos. 

Durante a limpeza  Queiroz Neto orienta fazer movimentos circulares, verticais e horizontais com os olhos para que a água se espalhe por todos os cantos.

Tratamento clínico

O tratamento de queimaduras químicas nos olhos varia conforme a gravidade de cada caso, pontua. Pode incluir: Irrigação abundante no atendimento médico, muitas vezes com anestésico tópico para permitir abrir o olho;

Remoção de resíduos presos sob as pálpebras; Colírios antibióticos para prevenir infecção; Lubrificantes sem conservantes e, em alguns casos, soro autólogo para ajudar a regeneração;

Colírios cicloplégicos para aliviar a dor e o espasmo interno do olho; Corticoides em colírio apenas com controle médico, pois podem reduzir a inflamação, mas também trazer riscos se usados de forma errada; Vitamina C, citrato, doxiciclina ou outras medidas indicadas pelo especialista para reduzir o afinamento da córnea e favorecer a cicatrização;

Controle da pressão intraocular quando houver risco de glaucoma secundário; Lente de contato terapêutica ou lente escleral para proteger a córnea, reduzir atrito e manter a hidratação.

Cirurgias na córnea

Queiroz neto ressalta que queimaduras químicas graves que causam perfuração ou cicatriz profunda podem precisar de transplante de córnea.

Alguns pacientes que sofrem acidentes ou lesão menos  grave podem recuperar a visão pelo transplante de  limbo do outro olho sem risco de rejeição, ou pelo transplante autólogo de limbo cedido por  um doador, mas neste caso pode ocorrer rejeição.

Para quem só fica bem quando segue as tendências são opções mais seguras o rímel, o primer, extensão ou cílios postiços brancos. A moda passa, mas nossa necessidade de enxergar bem permanece e está relacionada à qualidade de vida, conclui.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 15:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Tempo seco pode agravar problemas respiratórios e de pele em cães e gatos]]></title>
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				<description><![CDATA[O tempo seco não afeta apenas a saúde humana. Cães e gatos também podem sofrer com a baixa umidade do ar, que favorece o ressecamento das mucosas, irritações respiratórias e problemas de pele, além de aumentar o risco de desidratação.

Para animais que já apresentam doenças respiratórias ou outras condições crônicas, o período exige atenção redobrada dos tutores. Segundo a docente de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Jaguariúna (UniFAJ), Aline Ambrogi, a baixa umidade compromete a proteção natural das vias respiratórias.

“O ar seco resseca as mucosas do nariz, dos olhos e das vias respiratórias, diminuindo a proteção natural contra agentes infecciosos. Além disso, favorece a desidratação e pode agravar doenças respiratórias e dermatológicas já existentes”, explica.

Entre os sinais que podem aparecer nos pets estão ressecamento do focinho, dos olhos e dos coxins, tosse e irritação das vias respiratórias. O período também pode favorecer o surgimento ou agravamento de conjuntivites, dermatites e coceiras. Em animais predispostos, a baixa umidade pode contribuir para crises de bronquite, asma felina e colapso de traqueia.

Alguns pets são mais vulneráveis

Nem todos os animais respondem da mesma maneira às condições de tempo seco. Os braquicefálicos — cães e gatos de focinho curto — estão entre os que demandam maior cuidado. Bulldog Francês, Pug, Bulldog Inglês, Shih Tzu e Persa são alguns exemplos. “Animais braquicefálicos já apresentam dificuldades anatômicas para respirar e, por isso, podem sofrer mais em períodos de baixa umidade. Cães com colapso de traqueia, idosos, cardiopatas e animais com doenças respiratórias crônicas também merecem atenção especial”, alerta a docente.

Hidratação é um dos principais cuidados

Manter os animais hidratados é uma das principais medidas para reduzir os impactos do tempo seco. A recomendação é deixar água fresca e limpa sempre disponível e estimular o consumo ao longo do dia. Quando houver indicação do médico-veterinário, alimentos úmidos, como sachês, também podem contribuir para aumentar a ingestão de líquidos.

Os passeios devem ser realizados preferencialmente nos horários de menor calor e menor ressecamento do ar, como no início da manhã ou no final da tarde. Dentro de casa, manter os ambientes ventilados e, quando possível, umidificador de ar pode ajudar.

A orientação é manter a umidade entre 40% e 60%. Recipientes com água também podem ser utilizados para contribuir com a umidificação do ambiente. A limpeza frequente da casa é outro cuidado importante, já que ajuda a reduzir a concentração de poeira, que pode irritar as vias respiratórias. Também é recomendável evitar que os animais sejam expostos à fumaça de cigarro e às queimadas.

Tempo seco pode agravar problemas respiratórios e de pele em cães e gatos - Divulgação

Quando procurar um veterinário?

Durante os períodos de baixa umidade, os tutores devem observar mudanças no comportamento e na saúde dos pets. Tosse persistente, dificuldade para respirar, secreção ocular intensa, apatia e redução do consumo de água são sinais de alerta.

“Se esses sinais aparecerem, é importante que o animal seja avaliado por um médico-veterinário. Especialmente nos animais que já possuem doenças respiratórias, cardíacas ou outras condições crônicas, não é recomendável esperar que os sintomas desapareçam sozinhos”, orienta a especialista.

Com medidas simples de hidratação, controle do ambiente e atenção aos sinais clínicos, é possível reduzir os impactos do tempo seco e proporcionar mais conforto e segurança aos animais durante o período de baixa umidade.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 14:30:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[A Morte de Robin Hood destrói a lenda para encontrar o homem]]></title>
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				<description><![CDATA[Eu achava que conhecia Robin Hood. Na verdade, talvez conhecesse sobretudo a raposa da Disney.

Não estou sozinha. Depois de mais de um século de cinema, Robin Hood se consolidou como um daqueles personagens que parecem dispensar apresentação: o fora da lei atlético e simpático, exímio arqueiro, cercado pelos companheiros da floresta de Sherwood, apaixonado por Lady Marian e disposto a roubar dos ricos para dar aos pobres.

Douglas Fairbanks, Errol Flynn, Sean Connery, Kevin Costner, Russell Crowe e tantas outras versões ajudaram a construir esse imaginário. A animação da Disney, lançada há 53 anos, talvez tenha feito isso de maneira ainda mais eficiente para algumas gerações.

A Morte de Robin Hood, que chegou finalmente aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 13 de agosto, começa justamente destruindo essa imagem.

Dirigido por Michael Sarnoski, o filme da A24 parte de uma premissa muito menos confortável: e se Robin Hood não tivesse sido o herói benevolente que aprendemos a amar?

E se tivesse sido, na verdade, um homem extremamente violento, responsável pela morte e pelo sofrimento de inúmeras pessoas, que chegou ao fim da vida tendo finalmente que responder pelo que fez?

Hugh Jackman sabe interpretar homens amargurados, tensos, feridos e cheios de arrependimento. É fácil lembrar de Logan, naturalmente, mas penso também em A Fonte da Vida, de Darren Aronofsky, com Rachel Weisz. Jackman funciona especialmente bem quando o corpo aparentemente forte esconde um personagem emocionalmente destruído.

Aqui ele leva essa característica ao extremo. Seu Robin está envelhecido, com cabelos e barba brancos, o rosto marcado por cicatrizes e um corpo que já não sustenta a imagem do herói invencível. O grande arqueiro agora sangra, sente dor, se arrasta e precisa ser cuidado por outras pessoas.

Mas a transformação mais importante não é física. Esse homem passou décadas justificando sua violência. Agora precisa olhar para as consequências dela.

Há alguma coisa de Logan no ponto de partida, mas A Morte de Robin Hood está menos interessado em recuperar o heroísmo perdido do que em perguntar se ainda existe alguma possibilidade de reparação para um homem que finalmente reconhece o sofrimento que causou.

É justamente aí que o filme se torna mais interessante. A versão medieval de Robin Hood é muito menos limpa moralmente do que a figura cristalizada pelo cinema. As primeiras baladas apresentam um fora da lei capaz de generosidade e lealdade, mas também de enorme violência.

Nos textos antigos, homens são mortos sem a coreografia elegante que posteriormente transformaria Robin em um herói de aventura.

Sarnoski, portanto, não está simplesmente inventando um “Robin Hood mau” em nome de uma releitura moderna. De certa maneira, percorre o caminho contrário ao que a cultura popular fez durante séculos.

Fomos tornando Robin mais nobre, mais romântico, mais engraçado, mais cavalheiresco e moralmente mais simples. A Morte de Robin Hood tenta arrancar essas camadas até reencontrar o homem violento que poderia existir por trás da lenda.

Talvez seja por isso que o filme cause tanto estranhamento. Mesmo as versões recentes que tentaram tornar Robin mais histórico ou realista ainda preservaram a necessidade de justificar o herói.

A atual série da MGM+ também procura desmontar algumas certezas do mito, mas continua muito mais próxima da construção heroica tradicional. Sarnoski vai além: pergunta se havia um herói para começar.

Visualmente, A Morte de Robin Hood leva essa proposta às últimas consequências. É um filme lindíssimo, filmado em película, mas também muito escuro. E quando digo escuro, quero dizer literalmente escuro. Em determinados momentos é difícil distinguir os rostos, reconhecer personagens ou perceber detalhes da cena.

Bill Skarsgård, como Little John, está quase irreconhecível. Murray Bartlett consegue ser ainda mais difícil de identificar. O ator australiano que conhecemos de Looking, The White Lotus, Physical e, mais recentemente, Maximum Pleasure Guaranteed aparece coberto por bandagens como um misterioso leproso que vive no priorado.

Bartlett é especialmente interessante justamente pela versatilidade com que transita entre personagens charmosos, desagradáveis, frágeis ou moralmente complicados. Aqui, escondido durante boa parte do tempo, constrói um dos personagens mais importantes para compreender o que Sarnoski quer dizer sobre culpa.

A Morte de Robin Hood destrói a lenda para encontrar o homem - Divulgação

Porque aquele homem é Guy of Gisborne.

Guy é tradicionalmente um dos grandes antagonistas de Robin Hood. Na antiga balada que leva o nome dos dois, Robin o mata. O filme muda radicalmente esse destino e coloca vítima e algoz diante um do outro décadas depois.

É uma liberdade enorme, mas funciona porque Guy se transforma numa espécie de espelho de Robin, um homem cujo próprio corpo carrega as consequências de uma vida anterior.

Jodie Comer também surge muito diferente do que estamos acostumados a vê-la. Com o cabelo curto, quase austero, interpreta Brigid sem procurar grandes demonstrações.

Boa parte de sua atuação está nos olhos, nas pausas e na maneira como observa Robin. É um trabalho surpreendentemente contido para uma atriz que frequentemente recebe personagens muito mais explosivos.

Na tradição da morte de Robin Hood, ele procura um priorado para ser tratado através de uma sangria e acaba morrendo depois de ser traído pela prioresa.

A história permaneceu ligada durante séculos a Kirklees e até à suposta sepultura de Robin, embora não exista evidência histórica de que aquele seja realmente seu túmulo.

No filme, Brigid deixa de ser simplesmente a mulher cruel que mata o herói. Ela também foi vítima dele, e a morte passa a significar outra coisa.

Não se trata exatamente de assassinato ou traição, mas de um acordo entre duas pessoas que finalmente reconhecem quem são uma para a outra.

Há algo próximo de uma eutanásia naquele gesto final, mas sobretudo existe a decisão de Robin de entregar o controle do próprio fim a uma mulher que teria todos os motivos para odiá-lo.

A redenção não vem porque ela decide que ele sempre foi bom. Vem porque ele finalmente admite que não foi.

É Margaret, porém, que torna esse arco realmente emocional. A filha de Little John fica órfã e poderia facilmente se transformar em outra vítima indireta da vida que Robin e seu companheiro escolheram.

Robin se apega à menina e começa a perceber nela aquilo que nunca enxergou enquanto estava ocupado construindo sua própria história: os sobreviventes.

É também através dela que Noah Jupe entra em cena como Arthur, um jovem cuja vida foi marcada pela violência de Robin e Little John e que chega carregando uma obrigação muito antiga: vingança. Jupe compreende perfeitamente a dor daquele rapaz.

Não é simplesmente um antagonista que precisa ser derrotado. É alguém que herdou uma violência que não começou com ele.

E é justamente aí que Robin consegue fazer algo diferente. Ele poderia matar outra vez e proteger Margaret repetindo exatamente aquilo que sempre fez. Em vez disso, tenta interromper o ciclo.

Talvez seja esse o verdadeiro gesto heroico do filme: não uma flecha impossível, uma vitória numa batalha ou uma demonstração final de força, mas a decisão de não transmitir a violência para a próxima geração.

É uma ideia bonita. O problema é que o filme demora bastante para chegar até ela.

Sua contemplação combina com a proposta, mas nem sempre a narrativa sustenta o ritmo que escolheu. Há silêncios que funcionam e outros que apenas alongam aquilo que já entendemos.

Existe uma diferença entre pedir que o espectador tenha paciência para entrar naquele universo e obrigá-lo repetidamente a esperar que o filme volte a andar.

A escuridão visual também passa do ponto em alguns momentos. Entendo completamente a escolha. É um mundo de lama, doença, violência e homens vivendo nas margens.

Não faria sentido transformar a Inglaterra do século XIII numa floresta ensolarada de aventura, mas quando a fotografia começa a impedir que reconheçamos quem está em cena, a coerência estética começa a cobrar seu preço. Sei que não é uma opinião popular, desculpem.

A trilha sonora é muito bonita e ajuda enormemente a construir esse ambiente sombrio. Já as canções folk, ainda que façam sentido dentro da procura por autenticidade cultural, criam uma distância curiosa para um público internacional. Funcionam mais como textura do lugar do que como elemento emocional imediatamente acessível.

A Morte de Robin Hood destrói a lenda para encontrar o homem - Divulgação

Nada disso destrói o filme, mas impede que uma ideia muito boa se transforme o tempo inteiro em um grande filme.

E então Sarnoski volta à lenda.

Depois de tantas liberdades, A Morte de Robin Hood termina resgatando uma das imagens mais bonitas associadas ao personagem: Robin pede seu arco, dispara uma última flecha e determina que será enterrado onde ela cair.

Tradicionalmente, Little John participa desse momento. O filme transfere a função para Margaret, o que faz perfeito sentido dentro da história que acabou de contar.

Porque já não interessa apenas onde Robin será enterrado. Interessa quem ficará para contar a história. Por mais de um século de cinema, vimos repetidamente o começo ou o auge da lenda. Vimos Robin pegar o arco, reunir seus homens, desafiar o xerife, apaixonar-se e tornar-se herói.

Quase nunca perguntamos como aquilo terminava. E muito menos o que aquele homem teria de enfrentar caso sobrevivesse tempo suficiente para compreender o preço de tudo que fez.

A Morte de Robin Hood é brutal, escuro, violento e mais lento do que precisava ser. Exige também que o espectador esteja disposto a abandonar uma imagem muito querida do personagem. Talvez por isso não funcione para todos.

Mas é justamente esse desconforto que o torna relevante. Sarnoski não quer nos devolver o Robin Hood que amávamos. Quer saber se existe alguma coisa de valor quando a lenda termina, o corpo envelhece, os inimigos ganham rostos e as vítimas finalmente passam a ter histórias.

A resposta que encontra é surpreendentemente terna. Robin não pode mudar o que fez, mas pode reconhecer e responder por isso. Pode tentar impedir que outra pessoa repita seus erros. E então pode finalmente morrer. Não necessariamente como o herói que conhecíamos, mas talvez, pela primeira vez, como um homem que conseguiu fazer alguma coisa boa.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 13:35:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Variedade de sorvetes para dietas mais restritivas aumenta; confira duas receitas]]></title>
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				<description><![CDATA[Na casquinha, no copo, no palito ou servido em uma taça, o sorvete ocupa um espaço especial na alimentação dos brasileiros. Em meio à variedade disponível no mercado, no entanto, surge uma dúvida comum para quem busca manter uma alimentação equilibrada: é possível aproveitar a sobremesa sem comprometer a dieta?

A resposta é sim, mas a escolha faz diferença. Pistache, frutas vermelhas, chocolate, caramelo salgado, pudim, açaí e uma série de combinações que viralizam nas redes sociais disputam espaço nas vitrines e nos freezers. Ao mesmo tempo, o consumidor encontra versões diet, light, zero açúcar, zero lactose, veganas, artesanais e os chamados gelatos.

O mercado também acompanha esse crescimento. Segundo relatório do IMARC Group publicado este ano, o mercado brasileiro de sorvetes movimentou US$ 1,467 bilhão em 2025 e deve alcançar US$ 2,156 bilhões até 2034, um avanço de aproximadamente 47%. O cenário mostra que, além de fazer parte dos hábitos de consumo, o sorvete se tornou um segmento cada vez mais diversificado.

Diante de tantas possibilidades, saber interpretar o produto é mais útil do que simplesmente escolher aquele que traz uma palavra considerada “saudável” estampada na embalagem.

Para o médico Edson Ramuth, o primeiro passo é abandonar a ideia de que um único alimento é capaz de definir a qualidade de toda a alimentação. 

“Tomar sorvete não compromete, por si só, uma alimentação equilibrada, assim como excluí-lo não garante o emagrecimento. O que realmente importa é a relação da pessoa com a comida e o conjunto de escolhas feitas no dia a dia, quando há equilíbrio, a sobremesa pode fazer parte do cardápio sem culpa”, explica.

Além da embalagem

Fotos de frutas, castanhas e outros ingredientes podem ser bastante atrativas. Um pote com a imagem de morangos, por exemplo, pode transmitir a ideia de que a fruta é um dos principais componentes do produto.

Entretanto, a aparência da embalagem não informa necessariamente quanto daquele ingrediente está presente na receita.

Por isso, uma das principais recomendações é observar a lista de ingredientes. No Brasil, eles aparecem em ordem decrescente de quantidade. Isso significa que os componentes que aparecem primeiro estão presentes em maior proporção na formulação.

“Se a fruta aparece apenas no final ou depois de açúcar, xarope de glicose e aromatizantes, provavelmente representa uma pequena parcela do conteúdo”, orienta Ramuth.

Gelato, artesanal e versões veganas

Uma alternativa para quem deseja variar a sobremesa é apostar em gelatos e preparações artesanais. O gelato tradicional costuma ter características diferentes das encontradas em muitos sorvetes convencionais.

De acordo com o Ramuth, o gelato costuma levar mais leite, menos creme e incorporar menos ar durante a produção. 

“Isso proporciona uma textura mais densa e deixa o sabor dos ingredientes mais evidente, nas produções artesanais, também pode haver maior uso de frutas, polpas e matérias-primas frescas. Já as alternativas veganas atendem quem deseja evitar derivados de origem animal”, explica.

Diet, light e zero

As palavras estampadas em letras grandes nas embalagens podem facilitar a escolha, mas também podem levar a interpretações equivocadas. Diet, light e zero têm significados diferentes e não devem ser tratados como sinônimos de “mais saudável”.

Segundo o médico, diet indica a retirada de determinado nutriente; light representa uma redução mínima de 25% de algum componente, como gordura; enquanto zero costuma indicar a ausência do componente informado, frequentemente o açúcar.

“Um sorvete zero lactose ainda pode conter açúcar e calorias, assim como uma opção diet não é obrigatoriamente menos calórica. Por isso, não se deixe levar apenas pelas palavras em destaque na embalagem”, esclarece.

Cuidado com os complementos

Em uma sorveteria ou restaurante, muitas vezes o sorvete é apenas o começo. Caldas, chocolates, biscoitos, cremes, confeitos, chantilly, leite condensado e outros complementos podem transformar uma porção simples em uma sobremesa muito mais elaborada.

O problema não está necessariamente em acrescentar um ingrediente, mas na soma de vários deles.

“A base utilizada no preparo pode conter açúcar e gordura, enquanto caldas, cremes, biscoitos, chocolates e confeitos acrescentam novas camadas desses componentes”, explica o médico.

A mesma atenção deve ser dada aos milk-shakes. Dependendo da preparação, a bebida pode reunir leite, xaropes, chantilly, coberturas e uma quantidade maior de sorvete. Assim, uma opção que parece apenas uma bebida refrescante pode concentrar diversos ingredientes em uma única porção.

“Quando vários itens são combinados, o teor calórico aumenta rapidamente. Casquinhas recheadas, copos grandes e milk-shakes podem concentrar mais açúcar e gordura do que uma versão simples. Por isso, prefira tamanhos menores e limite os complementos”, recomenda.

Fazer em casa

Para quem quer ter maior controle sobre os ingredientes, preparar o próprio sorvete em casa pode ser uma opção. Além de permitir adaptar a receita ao gosto da família, o preparo possibilita escolher frutas, leite ou bebidas vegetais e outros ingredientes que façam sentido para cada pessoa.

O processo também pode se transformar em uma atividade para fazer com crianças, amigos ou familiares. Separar os ingredientes, preparar a mistura e acompanhar o congelamento torna a sobremesa parte de uma experiência, e não apenas de um momento de consumo.

“Participar de todo o processo ajuda a conhecer melhor o que será consumido e torna a relação com a alimentação mais leve”, conclui o médico.

Sorvete cremoso debanana e cacau

Foto: Pexels

Ingredientes


	 3 bananas maduras;
	 2 colheres (sopa) de cacau em pó;
	 2 colheres (sopa) de leite ou bebida vegetal;
	 1 colher (chá) de canela;
	 1 colher (sopa) de pasta de amendoim (opcional).


Modo de Preparo

Corte as bananas em rodelas e leve ao congelador até ficarem completamente firmes. Depois, coloque as bananas congeladas no processador ou em um liquidificador potente. Acrescente o cacau, o leite e a canela.

Bata até obter uma mistura cremosa e homogênea. Se necessário, acrescente o leite aos poucos para facilitar o processamento. Para uma versão com sabor mais intenso, adicione a pasta de amendoim.

A preparação pode ser consumida imediatamente, com textura semelhante à de um sorvete cremoso, ou levada ao congelador por aproximadamente uma hora para ficar mais firme.

Picolé de manga com coco

Foto: Pexels

Ingredientes


	 2 mangas maduras;
	 200 ml de leite de coco;
	 Suco de meio limão;
	 Folhas de hortelã (opcional).


Modo de Preparo

Descasque as mangas e corte a polpa em pedaços. Bata no liquidificador com o leite de coco e o suco de limão até formar um creme uniforme.

Se desejar, acrescente algumas folhas de hortelã. Distribua a mistura em forminhas próprias para picolé e leve ao congelador por pelo menos quatro horas.

Para retirar os picolés com facilidade, passe rapidamente a parte externa da forma por água morna.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 08:15:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Um pet shop de Campo Grande foi condenado pela Justiça após tentar vender... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/um-pet-shop-de-campo-grande-foi-condenado-pela-justica-apos-tentar/471150/</link>
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				<description><![CDATA[ Rossine Benício - Poeta de ms

"Os homens não viajam introspectivamente. A distância nos faz nômades dentro de nós mesmos”.

FELPUDA

Um pet shop de Campo Grande foi condenado pela Justiça após tentar vender um verdadeiro “cão fake” como se fosse de raça pura. A consumidora pagou R$ 2 mil pelo filhote e até um pedigree foi cobrado à parte, mas continuou desconfiada. A perícia judicial confirmouque o animal não atendia aos padrões da raça. Para o juiz, a loja tentou vender gato por lebre e terá de devolver parte do valor pago e indenização de R$ 5 mil por danos morais. É cada uma!...

Foto: Divulgação

Os moradores do Asilo São João Bosco viveram um dia especial durante visita ao 3º Batalhão de Aviação do Exército (3º BAvEx), em Campo Grande. Recebidos pelos militares, conheceram a estrutura da unidade, visitaram hangares, observaram aeronaves e aprenderam um pouco sobre a rotina da Aviação do Exército. Para muitos, foi a primeira oportunidade de entrar em um quartel e conhecer de perto o trabalho desenvolvido pela corporação. O passeio proporcionou momentos de integração, despertou lembranças e levou descontração aos idosos. A iniciativa faz parte das atividades promovidas pela instituição para estimular a convivência social, fortalecer vínculos e proporcionar novas experiências aos cerca de 90 residentes acolhidos pelo asilo.

 Martha dos Santos Pereira, comemorando idade nova neste sábado - Foto: Arquivo Pessoal

 

 Reis Rodrigues - Foto: Divulgação

Consenso

O conselheiro Flávio Kayatt caminha para ser reeleito presidente do TCE-MS. Sua chegada ao comando foi cercada de polêmica, após disputa com o então presidente Jerson Domingos, que tentou prorrogar sua permanência no cargo. Agora, Kayatt reúne amplo apoio entre os demais conselheiros, pois acelerou os trabalhos e mantém distância, como deve ser, das disputas político-partidárias.

Bolão

Campo Grande vai ganhar presente de peso nos seus 127 anos, dia 26 de agosto. O Sistema Comércio distribuirá um bolo de 840 quilos, suficiente para cerca de 2.500 pessoas, após o desfile cívico. A operação mobilizará equipes do Sesc e do Senac. Dependendo da disposição do público, o desafio não será assar o bolo gigante, mas fazê-lo durar alguns minutos.

Elas

A eleição do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de MS terá chapa única na eleição marcada para esse sábado (15). A única candidatura registrada é a Aurora – Vozes do Jornalismo, encabeçada por Suelen Souza Luiz Morales, com diretoria formada exclusivamente por mulheres. A eleição só será validada com quórum de 50% mais um dos associados aptos a votar.

ANIVERSARIANTES 

x

SÁBADO (15)


	Martha Barbosa dos Santos Pereira, 
	Ariane Vanuire da Rocha Lovato,
	Marcos Antônio Silva 
	de Souza (Marcão),
	Dr. Sérgio Fernandes Martins, 
	Marlene Aparecida Rocha,
	Paulo Fernando Demeterco,
	Dr. Duizio Ferreira Marques, 
	Waldeci Alves Batista,
	Itamira Assunta Bertuol,
	Dr. Márcio Cézar Toledo,
	Nair  Rodrigues Savietto,
	Moacir Antônio de Carvalho, 
	Maria Tereza Silva Oshiro, 
	Edgar Rodrigues Pereira, 
	Flávio Leandro da Silva,
	Luzia Fumiko Oshiro,
	José Tavares Sobrinho,
	Francisco Antonio Costa,
	Reinaldo José Sabadotto,
	Heyder Bartz, 
	Airton Alves Bernardes,
	Luiz Angelo Negrisolli, 
	Romeu Geraldo da Silva Lopes,
	Renata Clotilde Zanda Bodstein,
	Sandro de Lara Langaro, 
	Dr. Ary Dittmar Raghiant Neto, 
	Ariel Dittmar Raghiant,
	Nestor Pache Anache,
	Anisley Queiroz Barbosa,
	Marcelo Oliveira Provenzi,
	Euclides Archangelo Calça,
	Paulo Cesar de Arruda Cangussu,
	Maria Adelaide da Silva Curto do Nascimento, 
	Tuany Rezende Salgado,
	Valmir da Silva Ajala,
	Diva Elena Duarte,
	Ary de Souza Vasco,
	Ruth de Souza Salviano,
	Wilson Mariano,
	Tadahisa Nagato,
	Dione Santos,
	Maria Novaes Guimarães,
	Hugo César Zapatta,
	Cavalheiro,
	Maria Regina Rizzati Ferreira,
	Calixto Felipe Hueb,
	Maria das Graças Militão,
	Antônio Jorge Salomão,
	Agnes Pereira do Vale,
	José Angelo Bianhessi,
	Líbia Azambuja,
	Arnaldo Villarinho,
	Flávio Sasdelli,
	Marcelo Miglioli, 
	Dr. Alcides Trentin, 
	Déa Maria Jacques Costa, 
	Carlos Zanin de Almeida,
	Carolina Martins Pithan,
	Clotilde Romero Paré,
	Sílvia Emiko Higa Yamazake,
	Takeshi Matsubara,
	Cláudio Mario Decarli Cantelli,
	Takako Okada Natsuneda,
	João Yoshinori Suyama,
	Adalto Cézar Fregadolli,          
	Zilene Maris Mazzucco,            
	José da Silva Curto,
	Fábio Teruya, 
	Giovana Kremmer Ramires,  
	Fábio de Souza Zanella,
	Luciane Dainez Sozzi,
	Flávia Maria Assis de Rezende Bortoluzzi,
	Adriana Paula Braghin Serenario Tadano,
	Helkis Clark Ghizzi,
	Samira Kalache, 
	Miryan Saddi Lacerda Stochiero, 
	Massaomi Suguimoto,
	Tiago do Amaral Laurêncio Munholi,
	Mariana Rabelo Batoni.


DOMINGO (16)


	Dra. Rita de Cassia Severino da Silva Tavares,
	José Marques,
	Dra. Bianca Rahal Paraguassú,
	Marcos Fabiano Mariano, 
	Ronilço Cruz de Oliveira (Ronilço Guerreiro), 
	Honorio Suguita,
	João Uehara,
	Mauro Cabral,
	Nelson Nassar Rios,
	Neuda Roque Mangini Marques,
	Regina Lúcia Rodrigues 
	de Silva,
	Vanda Maria de Oliveira,
	Jefferson Kenshi Oikawa,
	Enoir Martins Adorno, 
	Ramão Duarte,
	José Cassiano Silva Junior,
	Maria Ester Kuhn Cardoso,
	Celso Yokoyama,
	Paulo Damião 
	do Nascimento,
	Lúcia Santos Fonseca, 
	Ricardo Puccio, 
	Dra. Kátia Cristina de Paiva Pinto, 
	Sebastião Carlos Teixeira, 
	Beatriz Simioli Corrêa Brock,
	Dra. Mônica Maria de Salvo Fontoura,
	Selma Lins,
	Juraci Ferreira Abdo,
	Vera Lucia de Brito Martins,
	José Carlos Leite,
	Saddy Ruiz Barros,
	Luiz Hidenoi Moroto,
	Valdo Batista de Souza,
	Stephanie Lima Maluf,
	Orivaldo Moreira Oliveira,
	Maria Aparecida Neri Leite,
	Antonio Luiz Agostinho,
	Beatriz de Medeiros,
	Sônia Mari Monteiro,
	Maria Lúcia da Silva,
	Carlos Roberto de Carvalho,
	Leda Maria Ribeiro,
	Sêmia Raslan Pettengill,
	Antônio Ferreira Vital,
	Vanda Rita dos Santos,
	Ronilson Nogueira Escobar,
	Caroline Sendy Alves 
	da Silva,
	Mizalene Ribeiro dos Santos,
	Elizabete Teruzzo Bellizone,
	Teresa Cristina Buermeister,
	Glauce Ferreira Lopes,
	Cícero Schmidt,
	Bisar Barbosa de Assis,
	Dr. André Luis Oshiro, 
	Fernanda Manica Nunes,
	Leila Gabro Karmouche,
	Hermenegildo Sanchik Túlio,
	Elaine das Graças Laport Tranzillo de Freitas,
	Eduardo Henrique Higa,
	Yassue Hara,
	Neusa Jordão Costa,
	Idalina da Luz Pereira,
	João Nery Fragoso Fagundes,
	Celestina Molina Cohrs,
	Marcos Roberto Soliani,
	Sueli Kakazu,
	Carlos Alberto Pasquali,
	Luiz Geha Pecci de Oliveira,
	Maria Heloisa Mendes,
	Diego Willians,
	Jacqueline Dourado Ferreira,
	Ricardo de Freitas Medina,
	Ana Alice Licht Thiry,
	Armando Veronese,       
	Janete Facioni Bonacina,
	Jane Marques Alem,
	Inês Luiz da Silva Makis,
	Marcelo Kayatt Lacoski,
	Fellippo Ramos Verri,
	Dr. Paulo Alfeu Puccinelli.


Colaborou com Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Programação do fim de semana reúne literatura, teatro, show de metal, feiras e mais]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/programacao-do-fim-de-semana-reune-literatura-teatro-show-de-metal/471135/</link>
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				<description><![CDATA[Quem estiver procurando opções de cultura e lazer para este fim de semana encontrará uma programação diversificada em Mato Grosso do Sul. Entre hoje e domingo, Campo Grande, Dourados, Bonito e Corumbá recebem atividades que passam por literatura, teatro, música, artes circenses, exposições, jogos, inclusão, debates sobre maternagem e ações de proteção animal.

LITERATURA

A literatura ganha destaque hoje, em Campo Grande, com o lançamento oficial de “O Código Salvador Dalí”, novo romance do escritor Ewerton Carvalho.

O evento começa às 18h, na Cafeteria Doce Lembrança, localizada na Rua Dom Aquino, nº 2.055, no Centro, e terá apresentação da obra, bate-papo com o autor e sessão de autógrafos.

Já disponível nas plataformas digitais, o livro combina suspense, investigação, fatos históricos e ficção em uma narrativa que atravessa o Brasil, a Espanha e os Estados Unidos. A história acompanha Valentina, uma médica cuja vida é profundamente marcada pelo assassinato de pessoas próximas. 

Outro destaque literário do fim de semana é o escritor três-lagoense Gilberto Arsiolli, que participa de dois encontros com leitores. Hoje ele estará em Dourados, na 6ª Feira da Literatura de Mato Grosso do Sul (Felit-MS), realizada na Câmara Municipal. Amanhã, às 14h, o autor segue para Campo Grande, onde participa de uma conversa na Hamurabi Livraria, na Rua 14 de Julho, nº 1.680, no Centro.

Os encontros têm como foco o romance histórico “Volte quando o Eco Acabar”, publicado neste ano, após cerca de uma década de construção. A obra percorre diferentes momentos da formação do território sul-mato-grossense, partindo do século 17 e chegando a 1932, período da Revolução de Maracaju.

TEATRO

Hoje será apresentado no Sesc Teatro Prosa “Vermelho, Branco e Preto”, da paulista Cibele Mateus.

A montagem utiliza elementos do Cavalo-Marinho pernambucano para construir uma narrativa que combina humor, identidade, ancestralidade e crítica social. 

Amanhã, às 16h, o espaço recebe o público infantil para “Solo Protocolo”, do carioca Ricardo Gadelha. A apresentação reúne palhaçaria, malabares, perna de pau, música e interação direta com a plateia.

Os dois espetáculos têm entrada gratuita, com ingressos disponíveis para retirada pelo Sympla.

NO INTERIOR

Em Corumbá, este sábado será dedicado à arte circense, com a quinta edição de “O Circo Tem Várias Caras”. O espetáculo começa às 19h, no Instituto Moinho Cultural Sul-Americano, e reúne professores, alunos, escolas e projetos sociais em uma apresentação no formato de cabaré artístico.

Idealizado pelo Espaço Vivart de Atividades Circenses, o evento surgiu em 2018 com o objetivo de reunir em um mesmo palco diferentes artistas e iniciativas ligadas ao circo na cidade. Desde então, passou por quatro edições, realizadas em 2018, 2019, 2023 e 2024, reunindo mais de 30 artistas e um público superior a 500 pessoas.

O teatro também ocupa espaços públicos de Bonito neste fim de semana, com novas apresentações de “Jurema e a Criação do Mundo”. Hoje, às 9h30min, a montagem será apresentada na Escola Municipal Professor Francisco Anísio Corrêa Ferreira, no distrito de Águas do Miranda.

Amanhã, às 17h, o espetáculo chega à Praça da Marambaia, em Bonito, em uma sessão gratuita com intérprete de Libras.

A peça mistura teatro, palhaçaria, música e contação de histórias para acompanhar a jornada da Palhaça Jurema em busca de respostas para uma das perguntas mais antigas da humanidade: como surgiu o mundo?

Dourados também terá uma programação especial neste sábado. O Pontão de Cultura Casulo realiza a terceira rodada do 4º Festival de Música Indígena e a 21ª edição da Feira das Pulgas. As atividades começam às 13h e seguem até as 22h, com entrada gratuita, na Rua Reinaldo Bianchi, nº 398, no Parque Alvorada.

Durante a tarde, o Festival de Música Indígena terá aulas de capoeira, oficinas de artes visuais e cineclube infantil. 

FFESTIVAL DE MÚSCA INDIGENA: Em Dourados, crianças terão aulas de capoeira, oficinas de artes visuais e cineclube infantil - Foto: Casulo

A partir das 17h, a programação se integra à Feira das Pulgas, que nesta edição selecionou 60 empreendimentos, entre mais de 100 inscritos. 

A noite terá ainda a Pupa Filosófica, às 18h, com a escritora indígena Jadi Ribeiro e a empreendedora de moda circular Juliana Mazzarim, do Ateliê Sutis. 

Às 18h30min, o grupo de rap indígena Odiados, formado por Marinn, Discreto, Vidau e Guisf, apresenta suas músicas autorais. Encerrando a programação musical, das 20h às 22h, a banda Made in 90 apresenta clássicos do rock das décadas de 1990 e 2000.

EXPOSIÇÃO

Campo Grande recebe a partir de hoje a exposição-jogo “Água de A a Z”, no Centro Cultural José Octávio Guizzo. A abertura oficial ocorre às 15h, com entrada gratuita e classificação livre.

A proposta é transformar conhecimentos sobre água, recursos hídricos, meio ambiente e sustentabilidade em uma experiência interativa e educativa. A estreia terá a participação de estudantes da rede pública.

A exposição poderá ser visitada deste sábado a 18 de setembro. De terça a sexta-feira, o espaço funciona das 8h às 18h e, aos sábados, das 14h às 20h.

JOGOS E DESAFIOS

A partir de hoje, o Shopping Bosque dos Ipês recebe o Original Games, experiência inspirada em jogos medievais, desafios de parques, carnival games, quermesses e festas populares.

A atração foi desenvolvida para pessoas de diferentes idades, entre 6 anos e 80 anos, reunindo atividades que envolvem habilidades físicas, raciocínio e competências socioemocionais.

FEIRA DE ADOÇÃO 

Para quem prefere incluir solidariedade na programação, hoje também acontecerá uma feira de adoção, organizada pela Amicats. O evento acontece das 17h às 21h, na Cobasi, em Campo Grande, reunindo 15 filhotes com idade média de 6 meses.

Os animais foram resgatados e receberam cuidados da equipe da ONG. Todos estão vermifugados e passaram por exames para FIV e FeLV, com resultados negativos. Dois já estão castrados e vacinados.

A adoção segue critérios de segurança. Os gatos devem ser destinados a lares sem acesso à rua. Em apartamentos, é obrigatória a instalação de telas em janelas e sacadas. Para casas, a família precisa comprovar que não há possibilidade de fuga.

Os interessados devem apresentar documentos pessoais e comprovante de residência, além de imagens do imóvel. Também é obrigatório levar o animal para casa em caixa de transporte.

MATERNIDADE

Entre amanhã e domingo, Campo Grande recebe a primeira edição da Materne, evento gratuito dedicado a discutir maternagem, saúde mental, direitos das mulheres e desenvolvimento infantil.

A programação será realizada no Ondara Buffet Master, na Chácara Cachoeira, e terá rodas de conversa, palestras, oficinas e cursos. A iniciativa é idealizada pela médica ginecologista e obstetra Maria Auxiliadora Budib e pretende tratar da maternidade para além da romantização e do consumo.

A entrada é gratuita, mas as vagas são limitadas a 200 pessoas por hora de programação. É necessário realizar inscrição prévia.

As inscrições podem ser feitas pelo Instagram @maternems.

LITERATURA INFANTIL

Hoje, a Associação de Pais e Amigos do Autista (AMA) recebe o lançamento do livro infantil “Um Mundo Especial”, da escritora e bibliotecária Raiza Franco. A contação de histórias começa às 14h, na Avenida Bandeirantes, nº 215, no Bairro Amambaí.

Inspirada na história do filho da autora, Kalel, a obra acompanha um dia da rotina do menino e busca apresentar o autismo de maneira leve, afetiva e acolhedora.

ROCK

Para os fãs de música pesada, o sábado reserva uma apresentação da banda brasileiro-canadense de death metal Ophiolatry, na Taberna Rock Pub, a partir das 20h.

A banda retorna à capital sul-mato-grossense após quase duas décadas. A última apresentação em Campo Grande ocorreu em 2009. Desta vez, o grupo chega com o repertório de “Serpent’s Verdict”, primeiro álbum de inéditas depois de um hiato de 17 anos.

Formada em 1998, no interior de São Paulo, a Ophiolatry construiu trajetória no underground internacional e realizou turnês pela Europa e a América do Norte.

O trabalho mais recente aborda temas como ancestralidade, resistência indígena, espiritualidade e impactos da colonização sobre os povos originários.

A apresentação integra a South America Serpent’s Verdict Tour 2026 e reúne ainda nomes da cena pesada do Centro-Oeste. O line-up terá a cuiabana Dying Order, a campo-grandense Katastrofe e a Sacratory. Ingressos disponíveis pela plataforma Articket.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ninguém estranhe se a Assembleia Legislativa de MS ganhar plateia... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/ninguem-estranhe-se-a-assembleia-legislativa-de-ms-ganhar-plateia/471093/</link>
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				<description><![CDATA[Rita Lee - escritora e cantora brasileira

"A inocência não dura a vida inteira. Brinque de ser sério e leve a sério a brincadeira”.

FELPUDA

Ninguém estranhe se a Assembleia Legislativa de MS ganhar plateia reforçada durante o período eleitoral. Nos bastidores, há quem aposte em manifestações e muito barulho, dentro e fora do plenário, combustível ideal para vídeos e narrativas nas redes sociais. Mas o roteiro poderá ter um segundo ato. Aliados do governador Riedel afirmam guardar documentos sobre cargos, salários e desempenho real à frente de órgãos ocupados pelos petistas, para citar alguns,  sobre a relação que o PT manteve com o governo. Se vier o embate, dizem, haverá resposta. E sai de baixo!...



Cadeiras

Na composição da chapa para deputado estadual, o PT vem com repeteco dos três parlamentares que já ocupam cadeiras na Assembleia de MS. A esses foram homologados mais 18 nomes das hostes petistas e três do PV.

Mais

Do total daqueles que estão na disputa, quatro são mulheres, incluindo a candidata que vai disputar a reeleição. E uma vereadora de Campo Grande entra na briga, com intenção de alçar voo para alcançar um degrau mais alto.

Luiz Antônio Saldanha Rodrigues, que hoje está comemorando 80 bem vividos anos - Foto: Arquivo pessoal

 

Marina Liberman - Foto: André Ligeiro

Na mira

Depois de ver as apostas invadirem celulares, eventos e até conversas de família, a Assembleia Legislativa de MS decidiu colocar freio nos recursos públicos destinado às bets. O projeto impede propaganda oficial e até a contratação de pessoas ligadas às plataformas de apostas. A medida chega quando o vício em jogos preocupa, e muito, inúmeras famílias. Melhor tarde do que nunca. Afinal, se o Estado combate dependências, não faz muito sentido patrocinar quem vive delas.

Boné

O bloco das desistências já começou, pouco depois das convenções e quase no apagar das luzes para o registro das candidaturas, no dia 15. Quem puxou a fila foi o vereador Veterinário Francisco. Literalmente foi às lágrimas ao anunciar que renunciou a disputa para deputado estadual. Disse que é por motivos pessoais, mas maioria sabe que o motivo se chama falta de dindim e logística. Nos bastidores, fala-se que outros nomes estariam querendo  seguir mesmo caminho. O da roça...

Mingau

As queixas dão conta de que prometeram estrutura, entregaram grupo de WhatsApp. A história política é mestre em mostrar que em eleição, quem não tem caldo vira mingau. E mingau ninguém quer na chapa. Assim, a debandada começa antes mesmo da campanha ir para as ruas. Candidato que jurava que iria “até o fim” tem trocado discurso por atestado médico. Outros inventaram viagem, problema de família, negócio novo. Tradução: não veio legenda, não veio verba, não veio voto. Candidatura fraca afoga até quem sabe nadar.

ANIVERSARIANTES

@@NOTICIA_GALERIA@@

Luiz Antônio Saldanha Rodrigues,
Isa Amélia Sá e Silva de Azambuja,
João Geraldo Abussafi (Jota),
Maria Thereza Maia dos Santos,
Euclides Piva,
Maria Edilene Paiva Da Silva,
Eliane Salete Detoni Rocha,
Gerson Miyasato,
Laureane de Queiroz Schimidt,
Helena Molina,
Lucas Adriano Lucena Avalos,
Ricardo Saab Palieraqui,
Mário Roberto Serra Portugal,
José Carlos Viana,
Cláudia Maria Lopes,
Joaquin Diez Villanueva,
Francisco Pereira de Souza,
Adeli Rose Possetti de Souza Dias,
Nely Amaral Santos Velho,
Waldir Rodrigues de Vasconcellos,
Marisa Maia Selingardi Espíndola,
Eduardo Gauna,
Irma Aguilera,
Maria Licínia Tomé Verissimo Gonçalves,
Dra. Jussimar Mendes de Aquino,
Osmar Ferreira da Luz,
Alexandre Cezar Pavon,
Maurício Serrano Machado,
Cláudio Oliveira Sobral,
Dra. Vilma Fátima de Carvalho,
Rovilson Alves Correa,
Waldir Ramos de Mendonça,
Diogo Robalinho de Queiróz,
Vivian de Oliveira,
Mário Alberto Kruger,
Wladimir de Souza Volk,
Eurípedes Ferreira Falcão,
Eduardo Galhardo,
Terezinha da Glória Bettega Bergo,
Lana Stefani Rodrigues Lopes,
Umberto Machado Araripe,
Ângelo da Silva,
Selmira Fristch Rodrigues,
Adelina Brigatti Dias,
Daniela Eloiza Bruschi,
Jean Rossi Gomes da Silva,
Annelise Guizzo Couto Comparin,
Fernanda Ávila Tussi,
Antonio Humberto Alves Pinto,
Anna Maria Simões,
Danielle Camargo,
Luiz de Morais Botelho,
Vitor Luiz Fachini,
Eusébia Nascimento Cerenza,
Maria José Santos Ferreira,
Lauro Benjamin Corrêa Quadros,
Argeu Aparecido Ricci,
Valdir Ferreira Gonçalves,
Bernadete Costa da Silva,
Cristian Marques Lacerda,
Magno Fernando Garcia de Brito,
Delfim da Graça Leite,
Inocêncio José de Oliveira,
Jamil Natalio Abrão,
Naufel Elias Seba,
Zilka Pereira Rondon,
José Tamanaha,
Andrea Bernardo,
Dra. Flávia Midori Arakaki Ayres Tavares do Couto,
Christiane Ito Gorski,
Nilson de Paula Almeida,
Mariney Azevedo da Silva,
Caio Inácio do Amaral,
Débora Monteiro Saraiva,
Patrícia Pereira da Costa Nantes,
Dra. Marlene Coura,
Murilo da Silva Corrêa,
Eduardo Tsuneo Myashiro,
Helena Ayumi Gawa,
Orasil Romeu Bandini,
Vilma Helena Krawis Vilela,
Zenilda Mariola Eugenio,
Arnon de Souza Goes,
Luiz Fernandes Accurcio,
Renato do Nascimento,
Iuslaine Fortini de Figueiredo Silva,
Luiz Claudio Candido da Cunha,
Afonso José Souto Neto,
Clarice Tiemi Ojima,
Ronaldo Miranda de Barros,
Dr. Américo Geleilate,
Américo Monteiro Salgado,
Ariana Mosele,
Cláudia Abrahão Barbosa,
Victor Hugo Pietnozka Rodrigues,
Samuel Leenkon dos Santos,
David Mário Amizo Frizzo,
Eduardo Samuel Faustini,
Gilberto Júlio Sarmento,
Tatiana Adaila Alli Nogueira,
Hildebrando Carminati Neto,
Inês Aparecida Tozetti,
Dinorah Josephina Franco Giometti,
Renata Toscano de Brito Simões Corrêa,
Cláudia Suely Egito Thomé,
Sérgio Fabyano Bogdan,
Clédina Marinelli,
Carlos Camargo Arteman,
Fabiano Pinheiro Bernardon.

Colaborou com Tatyane Gameiro
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Samuel Rosa faz show gratuito no Parque das Nações Indígenas em setembro]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/samuel-rosa-faz-show-gratuito-no-parque-das-nacoes-indigenas-em-setemb/471115/</link>
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				<description><![CDATA[Vocalista do Skunk por três décadas, Samuel Rosa se apresenta gratuitamente no dia 13 de setembro na programação especial dos 80 anos do Sesc, evento que acontece  no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande. 

A apresentação marca a nova fase da carreir do cantor. Depois da temporada de 2025, o artista voltou a percorrer o país com a “Samuel Rosa Tour”, espetáculo que combina músicas de seu primeiro álbum solo com composições que marcaram seus mais de 30 anos de trajetória à frente da banda encerrada em 2023. 

No repertório estão faixas do álbum “Rosa”, entre elas “Segue o Jogo” e “Rio Dentro do Mar”, além de canções conhecidas pelo público e músicas que Samuel gravou ao lado de outros artistas ao longo da carreira.

Samuel define o espetáculo como híbrido, com espaço para as levadas, beats e o lado mais suingado presentes no novo trabalho, sem deixar de lado as baladas e as músicas que se tornaram conhecidas ao longo das últimas décadas.

“Estou ansioso para ganhar a estrada e encontrar o público de todo o Brasil que se interessa pelo meu trabalho e, obviamente, aqueles fãs que querem ouvir as canções que eu fiz durante toda a minha carreira. Como diria Sting, é um show para fazer as pessoas se sentirem, naquele momento, no melhor lugar do mundo”, afirmou Samuel Rosa.

Em vez de interromper a agenda após décadas de apresentações frequentes, Samuel optou por continuar na estrada e consolidar essa nova formação. 

Presidente do Sistema Comércio MS, Juliano Wertheimer destaca a importância da celebração, "o Sesc completa 80 anos com atuação em cultura, educação e bem-estar em todo o Brasil. Trazer Samuel Rosa para Campo Grande é uma forma de marcar essa data e oferecer à população um grande evento gratuito no Parque das Nações Indígenas, celebrando a trajetória da instituição e o acesso à cultura."

Desde 2019, Samuel já realizava apresentações com parte dos músicos que hoje o acompanham, escolha que permitiu construir o entrosamento levado para a atual turnê. A banda reúne Doca Rolim, Alexandre Mourão, Pedro Kremer, conhecido como Pelotas, e Marcelo Dai. 

O grupo é completado pelo naipe de metais formado por Pedro Aristides, no trombone, Vinícius Augusto, no saxofone, e Pedro Mota, no trompete. Os músicos também participaram das gravações do álbum “Rosa”.

O espetáculo que preserva uma característica já conhecida de suas apresentações: energia no palco, repertório marcado pelo ritmo e espaço para as baladas que acompanharam diferentes fases de sua carreira. 

Serviço 


	Data: 13 de Setembro
	Local: Parque das Nações Indígenas
	Horário: A partir das 18h 

]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 18:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[O ator Paulo Betti esteve em Bonito e descobriu placa proibindo a entrada... Leia na coluna hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[José Saramago - escritor português

"Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos”.

FELPUDA 

O ator Paulo Betti esteve em Bonito e descobriu placa proibindo a entrada de petistas, experiência que, segundo ele, mostrou que “nós corremos risco”. A preocupação é legítima, mas Betti esqueceu que quem levou uma facada durante a campanha eleitoral foi Jair Bolsonaro. Naquele episódio, o risco era real. Agora, placa de comércio particular virou, para o ator, quase um tratado sobre democracia em perigo. Faltou apenas combinar com a realidade e talvez lembrar que polarização também tem fatos, não apenas versões.Dá licença, vai!

Foto: Divulgação

As mudanças climáticas e o avanço dos eventos extremos pautaram a edição da Sala de Guerra, realizada em Campo Grande. O encontro reuniu especialistas para discutir os possíveis impactos do El Niño em Mato Grosso do Sul e a necessidade de fortalecer ações de prevenção. A palestra foi ministrada pela meteorologista do Pará Ana Paula Paes, doutora e pós-doutora em Eletricidade Atmosférica pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que alertou para riscos como secas prolongadas, ondas de calor, tempestades severas e alterações no regime de chuvas. O debate ganhou relevância diante de tragédias recentes, como as enchentes históricas no Rio Grande do Sul, os incêndios no Pantanal, a longa estiagem no Nordeste e os desastres provocados pelos rompimentos das barragens de Mariana e Brumadinho. O diretor-presidente da AGEMS, Carlos Alberto de Assis destacou que antecipar cenários climáticos é fundamental para ampliar a capacidade de resposta do poder público e reduzir os impactos sobre a população e os serviços essenciais. O consenso entre os participantes foi de que planejamento e conhecimento científico são ferramentas indispensáveis para enfrentar os desafios impostos pelas mudanças no clima.

Klisangela Vendramin - Foto: Arquivo Pessoal

 

Alle Nascimento - Foto: Arquivo Pessoal

Bufunfa

Os candidatos ao Governo poderão movimentar até R$ 9,3 milhões cada durante a campanha eleitoral de 2026, considerando primeiro e segundo turnos. O valor representa o limite máximo estabelecido pela Justiça Eleitoral para as despesas de campanha. Isso não significa, porém, que todos terão ou pretendam gastar essa quantia. Eduardo Riedel, por exemplo, terá teto de R$ 6,22 milhões no primeiro turno e poderá acrescentar R$ 3,11 milhões caso avance para o segundo. Os demais candidatos também estarão submetidos aos mesmos limites, definidos pela legislação eleitoral.

Apagão

A Assembleia Legislativa de MS ficou sem energia elétrica dia11, provocando o cancelamento da sessão ordinária prevista para o dia. O apagão atingiu as dependências do Palácio Guaicurus e interrompeu o seu funcionamento normal. Sem luz, deputados, servidores e visitantes tiveram de lidar com uma situação pouco comum no Legislativo. A falta de energia também deixou o plenário sem condições para a realização dos trabalhos.

Do bem

A Noite de Massas do Asilo São João Bosco será realizada no sábado (15), a partir das 20h, em um evento beneficente com gastronomia, música e solidariedade. O jantar terá buffet livre e toda a renda será destinada à manutenção da instituição. Mais informações pelos telefones (67) 3345-0500 e (67) 98402-7626, também disponível pelo WhatsApp.

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@

Rodrigo do Amaral Gameiro,
Maria Celeste Correa Curado,
Rafael Nunes da Cunha Maia de Souza,
Neli Marlene Monteiro Tomari,
Elizabeth Maria de Fátima Buainain Abuhassan (Babeth),
Maria Eduarda Gregório dos Santos,
Adão Jorge Moraes Castilho,
Shirley Gennari Martins,
Celeste Molina Cors,
Eduardo Coelho Leal Jardim,
Nolasco Ribeiro dos Reis,
Gilson Benedito de Oliveira,
Elba Corrêa da Cunha,
Dr. James Celso Higa,
Hiroshi Kokubu,
Nathalie Oshiro Adania,
Márcia Perez,
Tiago Ferreira de Souza,
Benedito da Silva,
Maximo Ribeiro Fernandes,
Ricardo Augusto Pereira,
Mariana Soares e Jurgielewicz Medeiros,
Sarah Cristina Mesquita Barros,
Catarina Gomes de Oliveira,
Mariana Guimarães Sortica,
Isaias Patrocínio,
Ângela Araújo de Oliveira,
Wilson Minari,
Dr. Odair Garcia de Freitas,
Bianca Atala Machado,
Kennedi Mitrioni Forgiarini,
Claise Kleemann,
Aroldo Fonzar Toledo,
Edson Medeiros Costa Junior,
Ricardo do Nascimento,
Elson Carlos Benitez,
Paulino Straliotto,
Eliane Nobre de Miranda,
Mirandolina Barbosa,
Valdessi Neves da Rocha,
Tereza Carneiro da Costa e Oliveira,
Carmem Cinira Garcia,
Luiz Cláudio de Oliveira Lima,
Márcia Sueli Assis Andreasi,
Elizabeth Souza Freitas,
Miguel Antonio Perez Lima,
Zely Paes de Barros Gonçalves,
Ana Lúcia Morello Pacheco,
Wanderley Galvão Vasconcelos,
Nelly Lopes da Silva,
Aparecido Roberto Galdino,
Manoel Gomes dos Santos Filho,
Giuliano Cassio de Souza Rosa,
Nelson Luiz de Souza,
Cristovão de Albuquerque Filho,
Neuza Echeverria,
Raimundo Girelli,
Anete da Silva Melo,
Helena Yoshie Matsuo Dias,
Guido Dal’Acqua Neto,
Kátia Ferreira Garcia,
Rose de Andrade Kratz,
Neuza Aparecida Pompiniges,
Jean Phierre da Silva Vargas,
Frei Miguel Loffler,
Aníbal Vicente Ferreira,
Dra. Claudia Roberta Miola Canale,
Helena Pitta Sassioto,
Eli Mercedes Gheller Parzianello,
André Luis Modesto Campos,
Nilson Tamotsu Aguena,
Carlos Erildo da Silva,
Elisabeth Sydow,
Evilásio Alexandre Sobrinho,
Maria Helena Rosa Balbe,
Laura Pereira da Silva,
Elena Maria Gasques Chaves,
Carla Eleonora Sguissardi,
Gilson Ferreira Gomes,
Munir Mauad,
Luzanidia Martins Miranda,
Alício Garcez Chaves,
Cláudia Cabral Ferreira Morel,
Roberto Valentim Cieslak,
Aparecido Donizete Carrasco,
Sinthia Elena Alves de Souza,
Maria do Carmo Borges Lino,
Daniel Lucas Tiago de Souza,
Adriana Helam Corrêa,
Carlos Theodoro Andrade e Jurgielewicz,
André Heikiti Koyanagui,
Dirceu Rodrigues Junior,
André Fabiano dos Santos,
Enivaldo Pinto Polvora,
Graziela Barbosa,
Antônio Joaquim Junior,
Igor Sanches Caniatti Biudes,
Tânia Mofreita Bruno Szochalewicz Ribeiro Dantas,
Elza Corrêa da Cunha,
Márcia Maria Rodrigues Rangel,
Thalita Maria Souza Taques,
Edson Hideo Mitani,
Murillo Ferreira Barbosa,
Ilibio Amaral Nogueira Pinto,
Isa Maria Formaggio Marques,
Demétrio Salomão Abud,
José Aparecido de Oliveira.

Colaborou com Tatyane Gameiro
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Especialista explica como diferenciar uma tosse eficaz de uma obstrução grave]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/especialista-explica-como-diferenciar-uma-tosse-eficaz-de-uma/471014/</link>
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				<description><![CDATA[Um pedaço de alimento, uma bala ou até um pequeno objeto podem interromper a respiração em poucos segundos. O engasgo costuma acontecer de maneira inesperada e, quando a passagem de ar é completamente bloqueada, a situação pode evoluir rapidamente para perda de consciência e parada cardiorrespiratória.

É justamente no intervalo entre o engasgo e a chegada do socorro que a atitude de quem está por perto pode ser determinante.

O problema é que o susto também favorece erros: oferecer água, colocar a mão dentro da boca da vítima ou tentar aplicar uma manobra de forma indiscriminada são atitudes que podem piorar o quadro.

Antes de qualquer procedimento, porém, é preciso identificar se o engasgo realmente impede a passagem de ar.

Segundo o fisioterapeuta e instrutor de Suporte Básico de Vida (BLS, do inglês Basic Life Support) da CoreHelp, Denis Corrêa, uma pessoa que ainda consegue tossir com força está apresentando uma resposta importante do próprio organismo para expulsar o corpo estranho.

“Quando a vítima consegue tossir com força, falar ou respirar, significa que ainda existe passagem de ar. Nesse caso, ela deve ser incentivada a continuar tossindo, porque a tosse é o mecanismo mais eficaz para expulsar o objeto. As manobras de desobstrução são indicadas quando surgem sinais de obstrução grave”, explica.

A mudança de cenário ocorre quando a vítima deixa de conseguir falar, tossir ou respirar. Ela pode levar as mãos ao pescoço, demonstrar dificuldade intensa para puxar o ar ou tentar emitir sons sem conseguir.

Em situações mais prolongadas, a falta de oxigênio pode deixar lábios, rosto e unhas azulados e levar à perda de consciência.

Nesse momento, esperar para ver se o problema melhora sozinho pode custar minutos preciosos.

“Nessa situação, não há tempo a perder. É preciso pedir ajuda, acionar o Samu pelo telefone 192 e começar imediatamente as manobras adequadas”, orienta o especialista.

ADULTOS E CRIANÇAS

Para adultos e crianças com mais de um ano que estejam conscientes e apresentem obstrução grave, as diretrizes de 2025 da American Heart Association orientam uma sequência alternada de golpes nas costas e compressões abdominais.

São cinco golpes firmes entre as escápulas. Se o objeto não sair, devem ser feitas cinco compressões abdominais. Os ciclos continuam sendo alternados enquanto a vítima permanecer consciente e a obstrução não for resolvida.

Quando há outras pessoas no local, o ideal é dividir as tarefas: enquanto uma pessoa inicia o atendimento, outra deve ligar para o Samu, pelo 192, e seguir as orientações do serviço de emergência.

A situação muda novamente se a vítima perder a consciência. Nesse caso, ela deve ser colocada sobre uma superfície rígida e o atendimento passa para o protocolo de ressuscitação cardiopulmonar, começando pelas compressões torácicas.

Durante o atendimento, a boca pode ser observada antes das tentativas de ventilação. Há uma diferença importante entre ver o objeto e procurá-lo às cegas.

“Um dos erros mais perigosos é colocar os dedos na boca da vítima sem enxergar o objeto. Essa varredura às cegas pode empurrá-lo ainda mais para dentro e agravar a obstrução”, alerta Denis.

BEBÊS

Em bebês, as manobras devem ser mais cuidadosas, porque podem provocar lesões - Foto: Pexels

Com bebês menores de um ano, a atenção precisa ser redobrada. A técnica utilizada em adultos e crianças maiores não deve ser simplesmente reproduzida, porque as compressões abdominais podem provocar lesões nos órgãos internos.

Se o bebê não consegue chorar, tossir ou respirar, a orientação é posicioná-lo de bruços sobre o antebraço do socorrista, mantendo a cabeça mais baixa que o tórax e o pescoço sustentado. Nessa posição, são aplicados cinco golpes nas costas, entre as escápulas.

Na sequência, o bebê é virado cuidadosamente de barriga para cima, ainda com a cabeça abaixo do nível do tórax. São então realizadas cinco compressões torácicas.

Os ciclos devem continuar até que o objeto seja expelido ou o bebê perca a consciência. Em caso de perda de consciência, a criança deve ser colocada sobre uma superfície rígida e a ressuscitação cardiopulmonar deve ser iniciada.

“Os cuidados com bebês exigem uma técnica específica. Por isso, não se deve improvisar nem repetir as mesmas manobras utilizadas em adultos. Um treinamento prático ajuda a compreender a posição correta das mãos, a intensidade dos movimentos e a sequência do atendimento”, afirma o instrutor.

O QUE PODE ATRAPALHAR

Em uma situação de pânico, é comum tentar fazer alguma coisa imediatamente. Nem sempre, porém, essa iniciativa ajuda.

Dar água ou comida à pessoa que está engasgada não resolve uma obstrução das vias aéreas. Sacudir a vítima ou tentar pendurá-la pelos pés também não são procedimentos recomendados.

Outro comportamento que deve ser evitado é introduzir os dedos na boca para tentar “pescar” o objeto. Se ele não estiver visível, a tentativa pode deslocá-lo para uma região ainda mais profunda das vias aéreas.

Também não há indicação de aplicar manobras de desobstrução em alguém que ainda consegue tossir vigorosamente. A tosse deve ser estimulada e a vítima precisa ser observada, porque o quadro pode evoluir para uma obstrução completa.

A busca por ajuda, por sua vez, não deve ser deixada para depois. Em uma obstrução grave, o atendimento especializado precisa ser acionado o quanto antes, mesmo que outra pessoa esteja realizando as manobras.

QUANDO SE ENGASGAR SOZINHO

Há ainda uma situação especialmente delicada: quando a pessoa se engasga e não há ninguém por perto.

Se ainda conseguir tossir, a orientação é tentar expulsar o objeto por meio de uma tosse forte e buscar ajuda imediatamente. Se não conseguir falar ou respirar, pode tentar realizar compressões abdominais em si mesma.

Para isso, uma das mãos deve ser fechada e posicionada acima do umbigo e abaixo do osso do peito. A outra mão segura o punho e os movimentos são realizados rapidamente para dentro e para cima.

Mesmo nesse cenário, procurar ajuda é fundamental.

TREINO PRÁTICO

Saber o que fazer no papel não significa necessariamente conseguir agir diante de uma emergência. O medo, o nervosismo e a pressão do momento podem fazer com que uma pessoa esqueça informações que conhece ou execute uma técnica de maneira incorreta.

Por isso, Denis defende que o aprendizado de primeiros socorros seja acompanhado de treinamento prático.

“Durante uma emergência, é comum que o medo e o nervosismo dificultem a tomada de decisão. O treinamento permite reconhecer os sinais, entender a sequência correta e praticar as manobras antes que elas sejam realmente necessárias”, afirma.

Cursos de primeiros socorros podem ser realizados por pessoas sem formação na área da saúde e também são oferecidos para empresas, escolas e profissionais. Nas capacitações, os participantes praticam as técnicas em manequins e participam de simulações de situações de emergência.

A proposta é aproximar o treinamento de situações que podem acontecer no cotidiano, como um engasgo durante uma refeição em casa ou em um restaurante.

Além das técnicas de desobstrução, os cursos trabalham o reconhecimento de diferentes emergências, a avaliação da segurança do ambiente, o acionamento adequado do serviço de atendimento e a atuação conjunta entre os socorristas.

“O conhecimento técnico é importante, mas precisa ser colocado em prática. As simulações ajudam as pessoas a desenvolver segurança, rapidez e confiança para agir quando cada segundo faz diferença”, conclui Denis Corrêa.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 08:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[A política de Mato Grosso do Sul anda tão movimentada, que até já merece... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/leia-na-coluna-de-hoje/470972/</link>
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				<description><![CDATA[Cora Coralina - Escritora brasileira

"Nasci em tempos rudes. Aceitei contradições, lutas e pedras como lições de vida e delas me sirvo. Aprendi a viver”.

FELPUDA 

A política de Mato Grosso do Sul anda tão movimentada, que até já merece uma mostra de cinema. Há quem interprete “Missão Impossível” na tentativa de tornar sonho em realidade. Outros vivem em “Curtindo a Vida Adoidado”, como se mandato fosse lazer. Também há personagens de “O Poderoso Chefão”, especialistas em articulações de bastidores, enquanto alguns insistem em protagonizarem “Debi & Lóide” nas decisões mais simples. Sem falar nos que parecem presos em “Feitiço do Tempo”, repetindo os mesmos discursos a cada eleição. Afe!



Próximo

O Ministério Público do Trabalho em MS criou ofício especializado para atender povos indígenas e comunidades tradicionais. A iniciativa busca aproximar a instituição dos territórios, oferecendo atendimento específico, além do acompanhamento das demandas. 

Mais

O foco é ampliar o diálogo e garantir maior acesso aos direitos trabalhistas. A atuação também prevê tradução intercultural para facilitar a comunicação. A expectativa é tornar a presença do MPT-MS mais efetiva junto às comunidades.

 Carmen Cestari e Martina Cestari Arriagada - Foto: Studio Vollkopf

 

 Giulia Calbucci - Foto: Divulgação

Prova

Durante décadas, a máxima de que adversários de ontem viram aliados de hoje foi tratada como lei da política sul-mato-grossense. O problema é que surgiu uma testemunha pouco complacente: a internet. Vídeos antigos e críticas ferozes reaparecem na velocidade de um clique, desmontando romances políticos de ocasião. Tem candidato evitando até ser fotografado ao lado de antigos desafetos. Afinal, o eleitor pode até esquecer algumas promessas. As redes sociais, definitivamente, não.

Pendência

Quem está às voltas com o TRE-MS é o ex-senador Delcídio do Amaral, candidato ao Governo pelo PRD. A Justiça Eleitoral determinou inclusão do nome dele no Serasa e no Cadin pelo não pagamento integral de multa eleitoral aplicada por problemas na prestação de contas de 2022. Agora, a pendência financeira volta ao cenário eleitoral. A política ensina: antes de cuidar da campanha, é preciso acertar as contas.

Deu ruim

A senadora Soraya Thronicke e o deputado federal Lindbergh Farias entraram em terreno delicado ao acusarem o também parlamentar Alfredo Gaspar de estupro de vulnerável. O caso foi parar no STF e os dois parlamentares foram intimados à prestar esclarecimentos. A questão envolve uma acusação de extrema gravidade. Em política, denúncia sem provas pode virar problema muito maior do que o imaginado. E em ano eleitoral, então, o estrago pode alcançar muito além dos envolvidos diretamente.

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Henrique Alberto de Medeiros Filho,
	Adriana Aparecida Burato Marques Buytendorp,
	Dr. Marcos Paulo Tiguman,
	Marlady Silva Perez, 
	Dr. Marco Aurélio Ratier Jajah Nogueira,
	Waldir Ramos de Mendonça,
	Clarindo Gonçalves da Silva,
	Jorge Luis Passuelo,
	Márcio Sebastião de Paula Corrêa,
	Virgilio Otavio Marson,
	José João Pires de Oliveira,
	Sebastião Rodrigues Teixeira,
	Rosa Alves Bonifácio,
	Taine Alves Nascimento,
	Waldir Alves Moreira,
	Djanira Ferreira Barbosa,
	Norman Percival Davy Neto,
	Leny Campos,
	Maria de Lourdes Lorusso Issa, 
	Luciana Almeida Corrêa,
	Elisa Helena Leite Galvão de Melo,
	Maitê Arévalo Nunes da Cunha Peron,
	Mara Rúbia Gonino Barbosa,
	José Segundo Rocha,
	Valdelino de Oliveira Coelho,
	Gisele Gonçalves Braba Meneguzzo,
	Estela Esteves Barbosa,
	Edvaldo Finotto,
	Francisco de Assis Silva Fonseca,
	Valmir Claro Sampatti,
	Ana Clara de Oliveira Lino,
	Marisa Andrade Rocha,    
	Rosamaria de Moraes,
	José Monteiro Salgado Filho,
	Maria Cristina Calixto Mendes,
	Gilda Maria Gomes dos Santos,
	Carlos Malafaia Justino,    
	Nildo José de Barros,
	Maria Clara Lopes De Souza,
	Ambrósio de Souza Barbosa,
	José Claudionor Medeiros Rocha,
	Irandy Godoi Valadares,
	Marcus Vinicius Ramos Ollé,
	Silvia Helena Cândia Solari, 
	Rosana Fátima de Jesus,
	Ricardo Alberto de Rezende,
	Jeferson Adão de Almeida Matos,
	Albino Tomasi Filho,
	Manoel Baptista Ferreira,
	Júlio Cienkonog Martins,
	Estela Bruno de Almeida,
	Mário Ruben Meneses Moncada,
	Maria Thereza Neves Assis,
	Nádia Ribeiro da Silva,
	Meire Alves de Souza,
	Adelurde Nogueira Pereira,
	Juliane Penteado Santana,
	Ambrozina Oliveira Dutra,
	Maria Raquel Corrêa,
	José Tosta Marques,
	Lúcia Helena Katayama Tsuge,
	Maria Jussara Mendonça Barbosa,
	Manoeli Barbeta da Rosa,
	Clarita de Souza,
	Antonio de Souza, 
	Manoel Teixeira,
	Igor Navarro Rodrigues Claure,
	Gerson Jorge Wassouf,
	Flávio Alves Ferreira,
	Hélio Massaru Jyoboji, 
	Ninio Angelo Ayala,
	Irace Basílio de Lima,
	Antônio Augusto Alves da Silva,
	Fábio Ximenes Lopes,
	José Olinto Machado Silveira,
	Paulo Serrou do Amaral,
	Paula Santos Belchior dos Reis,
	Paulo Fernando Goes de Freitas,
	Alexander Runnacles,
	Orlando Guassu,
	Antônio José Correia,
	Augusto da Silva,
	Carlos Alberto Brenner Galvão Filho,
	Barcelos Silveira Filho,
	Domingos Célio Alves Cardoso,
	Rubens Gonçalves Pereira,         
	Hermes Jairo Garces da Silva,
	João Batista Ottoni,   
	Anelise Pereira Zanella, 
	Ivair Ximenes Lopes,
	Sebastião Clóvis Teixeira Neto,   
	Izabelly Staut,
	Patrícia de Carvalho Ribeiro,
	Irene Alves da Costa,
	Jairo José de Lima,
	Daniela Aparecida Demetrio,
	Joelma Rodrigues Alvares,
	Sueli Aparecida dos Santos Moreira,
	José Antônio Jorge Patrão Júnior,
	Irenilde Barbosa de Souza,
	Doracy Ferreira de Souza,
	Katiucia Cristiane Eidt,
	Luciani Coimbra de Carvalho,
	Guilherme Baldochi,
	Clélia Conrado Ormay, 
	Nelson Ubyrajara Truzzi Tupy,
	Priscila Sandri Trentin,
	Mineia Raquel Zambon.        


Colaborou com Tatyane Gameiro
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Mesa Ao Vivo MS reúne chefs de diferentes regiões do Brasil com debates, aulas, receitas e mais]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/mesa-ao-vivo-ms-reune-chefs-de-diferentes-regioes-do-brasil-com/470958/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/mesa-ao-vivo-ms-reune-chefs-de-diferentes-regioes-do-brasil-com/470958/</guid>
				<description><![CDATA[A programação do Mesa Ao Vivo MS propõe discutir, entre sexta-feira e sábado, a relação entre comida, território e memória.

Ingredientes como guariroba, cumbaru, baru, erva-mate, guavira, peixes do Pantanal, carne oreada, mel do Pantanal, queijo Nicola e linguiça de Maracaju aparecem em diferentes atividades, revelando a diversidade de produtos e preparos que ajudam a construir uma identidade gastronômica para Mato Grosso do Sul.

A agenda também abre espaço para temas contemporâneos, como presença digital de restaurantes, comunicação gastronômica, hospitalidade, sustentabilidade, cadeia produtiva e o papel das mulheres na preservação das tradições culinárias.

SEXTA-FEIRA

A programação começa às 10h, no Auditório Manoel de Barros, com a abertura oficial do evento. A solenidade contará com a participação da diretoria da revista, autoridades e apoiadores.

A partir das 11h, o público poderá acompanhar simultaneamente diferentes atividades.

Na Sala 1, das 11h às 11h45min, o chef Rodrigo Oliveira, do Mocotó, de São Paulo, apresenta o tema “O sertão e o milho”, acompanhado da receita Dadinho de São João. O chef é conhecido por trabalhar a cozinha brasileira a partir de ingredientes e referências populares.

No mesmo horário, das 11h15min às 12h, a Sala 2 recebe Ricardo Cher, chef do Restaurante Armazém Arte e Bistrô, de Mato Grosso do Sul, com o tema “Cupim de leite com farofa de cumbaru”. 

Já no Auditório Germano Barros de Souza, das 11h15min às 12h, Mohamad Hindi, da Caiena Filmes e Mohindi Produções, de São Paulo, fala sobre “Do prato à tela: presença digital para bares e restaurantes”, abordando a relação cada vez mais próxima entre gastronomia, comunicação e plataformas digitais.

Às 12h15min, o Auditório Germano Barros de Souza recebe Ivan Achcar, da HBA Hospitalidade Brasileira, para falar sobre “A casa cheia: a hospitalidade muito além do serviço”. A proposta é discutir como a experiência oferecida por um estabelecimento vai além do atendimento.

Enquanto isso, na Sala 1, das 12h15min às 13h, Cadu Evangelisti, do Broca, de São Paulo, apresenta “Cozinha sem fronteiras”, com as receitas de ceviche de jacaré e jacaré frito coreano.

Na Sala 2, das 12h30min às 13h15min, Juanita Battiani, do Restaurante Chef Juanitta, de Mato Grosso do Sul, apresenta “Da língua ao rabo – sinfonia do Pantanal”, explorando diferentes possibilidades da cozinha regional.

A programação segue às 13h30min, quando Marcos Livi, do Grupo Bah, de São Paulo e São Francisco de Paula, do Rio Grande do Sul, ocupa a Sala 1 para apresentar “Entrevero de pinhão – a conexão do tropeiro, do gaúcho que chegou a Mato Grosso do Sul”.

Na Sala 2, das 13h45min às 14h30min, Indiara Múcio, chef executiva do Origens 67, de Mato Grosso do Sul, apresenta “Territórios de Mato Grosso do Sul”, com um prato que reúne carne oreada de Aquidauana, risoto de erva-mate, creme de queijo Nicola, crocante de baru e glace de tamarindo.

Às 14h, o Auditório Germano Barros de Souza recebe Mara Salles, do Tordesilhas, de São Paulo, para falar sobre “O ingrediente e o sabor – simples assim”.

A chef, reconhecida pelo trabalho de valorização da cozinha brasileira, aborda a importância de compreender os produtos e permitir que seus sabores tenham protagonismo.

Para quem quiser combinar conhecimento e experiência sensorial, a Sala de Degustação terá, das 14h30min às 15h30min, uma aula de vinhos com Jonas Eduardo Nascimento, do Senac Campo Grande.

Com o tema “O mosaico gaúcho”, a atividade apresenta terroirs, castas e estilos que revelam a diversidade do principal polo vitivinícola brasileiro.

Na Sala 1, das 14h45min às 15h30min, Igor Yukio Suzukawa, do Aizomê, de São Paulo, apresenta “Pantanal e Japão: técnicas japonesas valorizando os sabores do Mato Grosso do Sul”, com a receita Pintado Yukke.

A atividade coloca em diálogo duas culturas gastronômicas distintas, mostrando como técnicas japonesas podem ser utilizadas para destacar ingredientes regionais.

Já na Sala 2, das 15h às 15h45min, Magda Moraes e Lídia Aguilar Leite, do Chef Pantanal Spices, apresentam “Carreteiro emperequitado, do quebra-torto pantaneiro à gastronomia de identidade”, com a receita Paçoca Pantaneira no Pilão.

A programação da tarde segue às 16h, na Sala 1, com Lucas Corazza, da Lucas Corazza Doçaria Autoral, de São Paulo. O confeiteiro apresenta “Memórias afetivas e novos produtos: como a nostalgia se renova”, acompanhado da receita Chocolate & Café.

Na Sala 2, às 16h15min, Paco Kawijian, chef do Restaurante Árabe Yallah, de Mato Grosso do Sul, apresenta “Oriente Médio encontrando a África”, criando uma ponte entre diferentes tradições culinárias.

Às 17h15min, a Sala 1 recebe Jessica Trindade, do Chez Claude e Madame Olympe, do Rio de Janeiro, com o tema “A técnica a serviço do ingrediente”, dentro do projeto Encontro de Biomas. A receita apresentada será pintado do Pantanal, beurre blanc de cumbaru, texturas de palmito e tucupi.

No mesmo período, das 17h30min às 18h15min, a Sala 2 recebe Sandro Zini, do Restaurante Sabor, e Arildo Flores, churrasqueiro de tradição e açougueiro, para apresentar duas versões do surtum soleado/selado com guariroba, com creme ou vinagrete do ingrediente.

Na Sala de Degustação, das 17h30min às 18h30min, Jonas Eduardo Nascimento retorna para uma aula com degustação de cachaça. O tema será “Rota Bioceânica dos sabores: cachaça brasileira em diálogo com a América do Sul”.

Fechando o primeiro dia, das 17h30min às 18h30min, o Auditório Germano Barros de Souza promove um debate com Dany Thomaz, Rodrigo Oliveira, Rosa Moraes e Georges Schynder, sobre “Quem tem lugar à mesa? Do campo ao prato, a realidade crua da gastronomia brasileira”. 

SÁBADO

O segundo dia do Mesa Ao Vivo MS começa às 11h, na Sala 1, com Paulo Machado e Albertina Terena, que apresentam “Lambreado pantaneiro e hi-hi”.

Às 11h15min, a Sala 2 recebe Lucas Caslu e Nilton Shimada, da Perlage Buffet, para falar sobre “Sobá de Campo Grande”, prato que se tornou um dos símbolos da identidade gastronômica da Capital.

No Auditório Germano Barros de Souza, às 11h30min, Jefferson Rueda, da Casa do Porco, de São Paulo, apresenta “Cadeia alimentar, projetos, produção de porcos, prosa pinga e frita”. A atividade aborda a relação entre produção, consumo e gastronomia.

Ao meio-dia, a Sala 1 recebe Ian Baiocchi, do Grupo Iz, de Goiânia, para a apresentação “Galhos tortos. Águas pantaneiras”, com a receita de peixe na brasa, cajuzinho do cerrado, mole branco e óleo de pimenta.

Também às 12h15min, o Auditório Germano Barros de Souza recebe o encontro “Do conteúdo à mesa”, com as Mulheres da Fronteira.

Participam Anne Bartira, Bruna Gasparini e Nadia Ayumi Arakaki, do Comer em CG; Daniele Flores, do Menu CG; e Andrea Schwarz, do Gastroidéias. A mediação será de Mariella Lazaretti, do Mundo Mesa.

Na Sala 2, das 12h30min às 13h15min, Sylvio Trujillo, chef do Bacuri Cozinha Regional, apresenta “Da fronteira onde o Brasil foi Paraguai”, com o Sashimi do Piloteiro, prato cultural dos barcos de pesca dos rios Miranda e Paraguai.

Às 13h30min, a Sala 1 recebe Camila Willig, docente e chef do Senac, com a apresentação “Travessia Bioceânica – sabores que conectam povos”.

Na Sala 2, das 13h45min às 14h30min, Marlon Libório e Maria das Graças de Oliveira apresentam “Cozinha de Dourados: das raízes quilombolas às fronteiras culturais”. Entre as receitas estão a empanada douradense com carne seca, batata-doce e erva-mate, em uma versão elevada com molho yuzu-ponzu, além do Caldo Pantaneiro.

Às 14h, o Auditório Germano Barros de Souza promove o debate “Existe hospitalidade à brasileira? Como é receber, acolher, servir num país de dimensões continentais”, com Rosa Moraes, Diogo Wendling e Ivan Achcar, sob mediação de Georges Schnyder.

No espaço de degustação, das 14h30min às 15h30min, Ana Cláudia Perroni Lima, da MS 3Corações, apresenta “Café com identidade – valorizando os sabores de Mato Grosso do Sul através da harmonização”.

A Sala 1 recebe, às 14h45min, Flávia Quaresma, chef consultora do Rio de Janeiro, com “Do tacho às fronteiras, dos produtores à mesa: um caminho feito de doces, encontros e memórias”.

A apresentação inclui duas receitas: doce de mamão tradicional com mel do Pantanal e sabayon de mate cocido e quenelle de queijo com doce de leite e renda de baru.

Na Sala 2, às 15h, Andressa Sandri e Reni Garcia apresentam “Toast do Cerrado: Memória, Hospitalidade e Panificação Artesanal do MS”.

Também às 15h, o Auditório Germano Barros de Souza recebe Ivan Ralston, do Tuju, de São Paulo, com o tema “Um território chamado Tuju”.

Às 16h, a Sala 1 atravessa a fronteira para apresentar a Cocina Paraguaya Tradicional, com Teresita O’Hara e Arami O’Hara, da O’Hara Gastronomia/Escola/Cocina, do Paraguai. A atividade terá Cocido Quemado con Chipa Mestizo mais Vori Vori.

No mesmo horário, a Sala de Degustação recebe Hipólito Lima e Regina Nuruk, da Cervejaria Prosa, para a atividade “Chope de guavira com gelato – uma experiência pantaneira”.

Às 16h15min, o Auditório Germano Barros de Souza volta a destacar o protagonismo feminino com “Mulheres da Fronteira: Vozes que Alimentam o Pantanal”.

Participam Dona Domingas Torales, Maria Adelaide de Paula Noronha, Cristina da Rocha, Lídia Aguilar Leite, Tainá Elias Lopes, Kalymaracaya e Jadi Tamasiro, com mediação de Elis Regina Nogueira.

No mesmo horário, a Sala 2 recebe Bruna Lopes e Fábio Hasegawa, chefs do Território Ristorante, para apresentar “Duo de risotos Sul-Matogrossense”.

Um dos momentos de maior destaque do encerramento acontece das 17h às 18h30min, no Auditório Germano Barros de Souza, com a exibição do documentário “Mulheres da fronteira – Uma comitiva de sabores pelo Pantanal”, dirigido pelo chef Paulo Machado.

Enquanto o documentário é exibido, a programação segue em outros espaços. Às 17h15min, na Sala 1, Gabriel Pimentel, chef e consultor de gastronomia do Sebrae, apresenta o Folhado Sul-Mato-Grossense, preparado com massa folhada, linguiça de Maracaju, banana-da-terra, queijo Nicola e mel do Pantanal.

Na Sala 2, às 17h30min, Dedê Cesco, chef do Buffet Dedê Cesco, apresenta “Mato Grosso do Céu”, encerrando a sequência de aulas práticas do evento.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 08:10:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[A pouco para acontecer mais uma eleição, a de 2024 ainda continua... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/a-pouco-para-acontecer-mais-uma-eleicao-a-de-2024ainda-continua/470920/</link>
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				<description><![CDATA[Davi Roballo - Escritor brasileiro

"Quem quiser encontrar o sentido da vida,deve preparar-se para nunca o encontrar, pois ele tem mil faces e muda constantemente”.

FELPUDA 

A pouco para acontecer mais uma eleição, a de 2024 ainda continua produzindo capítulos nos tribunais. O Ministério Público Eleitoral recorreu da decisão que rejeitou ações sobre suposta compra de votos em Naviraí, investigada pela Polícia Federal na Operação Integridade. A Justiça entendeu que as provas não foram suficientes, mas o MPE quer que o TRE-MS reavalie o caso. A democracia agradece o direito ao recurso. O eleitor, porém, espera que respostas cheguem logo. Afinal, calendários eleitoral e judicial nem sempre caminham na mesma velocidade. Assim sendo...

Congresso

Nesta quarta-feira (12), às 18h30min, acontecerá a cerimônia de abertura do V Congresso Estadual de Direito das Famílias e Sucessões do IBDFAM/MS. “Entre o Presente e o Futuro”.

Mais

Ana Maria Medeiros Navarro Santos é quem preside o Instituto Brasileiro de Direito das Famílias e Sucessões/Mato Grosso do Sul. A cerimônia será realizada no auditório do Bioparque Pantanal.

Foto: Divulgação

No último dia 5, a desembargadora Ana Carolina Ali Garcia recebeu a outorga do título de associada honorária da Associação dos Procuradores do Estado de Mato Grosso do Sul (Aprems).  A entrega foi feita  pelo presidente da entidade, Adriano Arrias de Lima. Prestigiaram a solenidade o governador Eduardo Riedel; o vice-governador Barbosinha; o ex-governador Reinaldo Azambuja; o presidente do TJMS, Dorival Renato Pavan;  a presidente da Comissão da Mulher Advogada da OAB-MS, Beatriz SampaioSanches Rahim, entre outras autoridades. 

Zaninha Palhano - Foto: Arquivo Pessoal

 

 Ana Palotta  e Filipe Tavares - Foto: André Ligeiro

Transparência

A Câmara de Campo Grande resolveu lembrar à Prefeitura que transparência não deveria depender de senha, filtro ou boa vontade. Ao derrubar o veto do Executivo, os vereadores garantiram acesso mais simples aos salários dos agentes públicos. A alegação de invasão de competência acabou derrotada pelo placar de 17 votos. Afinal, recurso público não combina com labirinto digital. Agora, resta saber se a transparência será praticada por todos. O cidadão agradece.

Cabo de guerra

A Assembleia Legislativa de MS retomou os trabalhos com ampla maioria favorável ao governador Eduardo Riedel. Dos 24 deputados estaduais, 21 integram a base de apoio ao Executivo, enquanto três parlamentares fazem oposição. A expectativa é de debates mais intensos sobre os principais projetos do governo, mas maioria governista tende a garantir aprovação das matérias de interesse do governo. O novo período legislativo promete embates políticos, especialmente em ano eleitoral.

Afeto

O mutirão “Meu Pai Tem Nome”, promovido pela Defensoria Pública de MS, transformou histórias de afeto em direitos reconhecidos. Neste ano, foram realizados 167 atendimentos em diferentes regiões do Estado, incluindo reconhecimentos de paternidade biológica e socioafetiva. A iniciativa fortalece a identidade, amplia direitos e reforça que família também se constrói pelo cuidado. Um gesto jurídico que traduz sentimentos antigos em cidadania.

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Dr. Luiz Tadeu Barbosa Silva, 
	Marco Aurélio Barros Faracco,
	Dr. José Antônio Freire Palhano, 
	Michael Mendes,
	Takao Hishie Nobu,
	Thay Pires Cardoso,
	Marco César de Souza Alcântara,
	Aldeniza Aguiar Lopes,
	Leonardo Cardoso,
	Manoel de Sousa Arruda,
	Maria da Glória Vieira Lorenzzetti,
	Artemison Monteiro de Barros,    
	José Alves Ribeiro Neto,
	Dra. Cristina Mougenot de Barros, 
	Maria Auxiliadora Curado Siufi, 
	Raíssa dos Reis,
	Dra. Maria Lygia Ferreira de Freitas, 
	Geraldo Fernandes Martins,
	Manoel Guimarães,
	Leida Maria Quadros,
	Franciele Domingues Nantes,
	Vinícios Kaue Chermont Azambuja,
	Olmar Oselane Junior,
	Renata Cox de Moura Leite, 
	Dr. Itamar Ferrúcio Borges, 
	Ademar Barros,
	Paulo Fernandes Dalastra,
	Miguel Ferreira,
	José dos Santos Gomes Prata,
	Edi Barbosa,
	Neide Ocampos,
	Rosália Corrêa Alvarenga,
	Francisco Granero,
	Márcia Huergo Bauermeister,
	Ione Camparin,
	Wilson Reis Falcao,        
	Eder Penteado,
	Kelen Stella Schneider,
	Julian Carlos Pereira da Silva,
	Dr. Murillo da Costa,
	Valdir Marini,
	Jane Alves Clemente da Fonseca,
	Dalva Kury Marques,
	Bruno Ito Gorski,
	Airton Gomes,
	Jacy Farias,
	Antônio Carlos (Caio) Moreira Turquetto, 
	Marly da Silva Almeida,
	Jane Alves Duarte,
	Eloi Panachuki,
	Nelson José Garcia,
	Pedro Luis Rocha,
	Loureiro Pereira de Queiroz,
	Domingos José Borges dos Santos,
	Elza Espíndola de Camargo, 
	Rodrigo dos Santos Vieira,
	Vadenir Nunes dos Santos,
	Dr. Ricardo Dutra Aydos,
	Tibúrcio Ramirez, 
	Cleusa Franco,
	João Batista Lacrimanti,
	Rodrigo Cesar Marconi, 
	Lausane Cristina Vicente 
	dos Santos,
	José Wilson Kleinschimitt,
	Milton Baís Barboza,
	Fernando Gabriel Lopes,
	Gilberto Macarios,
	Ana Maria Zahran Tavares, 
	Cirley Benites Farias,
	Luis Fernando Giolo,
	Oscar Raul Dias Haack,
	Robson Aparecido Barreto Fernandes,
	Andrea da Silva Pedra,    
	Suzana Dirce Gomes da Rocha,
	Gilberto Oliveira Guanaes, 
	Andréia Teresinha Schafer,
	José Flávio Camargo de Mendonça,
	Ângela Aparecida Nesso Calado 
	da Silva,
	Alciney Marins Leal Monteiro,    
	Zilmar Cavalcante de Araújo,
	Antônio Roosevelt Neves Feitosa,
	Lucélia de Fatima Cardoso 
	da Rocha,
	Cleber Paulino de Castro,
	Cleonice Maria de Carvalho,
	Josilene Gonçales Ramires,
	Cristhiane Aparecida Garcia Batistela,
	Murilo Rolim Neto,
	Juliana Caires Vargas Capobianco,
	Valmei Roque Callegaro,
	Rodrigo Bucker Ruiz,
	Patricia Mazaro,
	Jackson Farah Leiva,
	Verônica Villalba,
	Azet Fernandes Rasslan,
	Hélio Shigueru Yabunaka,
	Joyce Minami,
	Dora Maria Haidamus Monteiro,
	Jocelyn Salomão Filho,
	Éder Muniz dos Santos,
	Vanderlei Barros de Almeida Júnior,
	Fernando Fernandes,
	Marlene Shigueko Hamasaki Ferreira,
	Sônia Cristina Crivelli,
	Juliana Rondon,
	Leila Dada.


Colaborou com Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Chef de cozinha e esposa transformam história familiar em steakhouse em Ponta Porã]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/chef-de-cozinha-e-esposa-transformam-historia-familiar-em-steakhouse/470905/</link>
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				<description><![CDATA[Para chegar à mesa, uma boa carne precisa de muito mais do que fogo e tempero. Antes de virar um corte servido ao cliente, existe uma cadeia de escolhas, técnicas, histórias e experiências que ajuda a definir o sabor.

É justamente a partir dessa ideia que o casal Maira Ribeiro e Luiz Fernando Rodrigues construiu a proposta da Prime Steak House, restaurante inaugurado no sábado, em Ponta Porã, que aposta na parrilla, em cortes selecionados e em uma experiência que pretende ir além da comida.

A abertura da casa, porém, não nasceu de um plano traçado durante anos, pelo contrário, a história da Prime começou de maneira quase inesperada, a partir de uma oportunidade que surgiu justamente quando os dois imaginavam que o próximo passo seria outro.

Maira e Luiz se conheceram em Piracicaba, no interior de São Paulo, por meio de amigos em comum. Os dois estudaram no Senac Águas de São Pedro, instituição que tinha apenas dois cursos na época: Hotelaria e Gastronomia. Maira cursou Hotelaria entre 2015 e 2016, enquanto Luiz fez Gastronomia entre 2012 e 2013.

Embora tenham passado pela mesma instituição em períodos diferentes, a formação acabou se tornando um dos primeiros pontos de ligação entre os dois.

A gastronomia, no entanto, já fazia parte da história de Luiz antes mesmo da formação profissional. O chef é a sexta geração de uma família ligada ao setor e cresceu em meio à rotina de restaurantes.

Foto: Roberlânia Gonçalves

Depois da faculdade, ele trabalhou no grupo de resorts Club Med, experiência que permitiu contato com diferentes cozinhas, técnicas e culturas gastronômicas.

Foi justamente a partir dessa trajetória que surgiu a mudança que levaria o casal para Ponta Porã. Depois de quatro anos morando em Piracicaba, Luiz recebeu a proposta para retornar à cidade natal e ajudar a mãe e a avó, que mantêm um restaurante familiar há 33 anos. Maira decidiu acompanhá-lo na aventura.

“De certa forma, a gastronomia e a hospitalidade sempre fizeram parte da nossa história”, conta Maira.

Os quatro anos seguintes foram vividos em Ponta Porã, até que surgiu a possibilidade de abrir um negócio próprio. Ainda assim, o projeto não estava desenhado.

Até o dia 20 de julho, o casal acreditava que o caminho seria continuar ligado ao restaurante da família, o Verde Vida. Naquela data, porém, receberam uma proposta de conhecidos da cidade que haviam fechado um estabelecimento e pensaram nos dois como possíveis responsáveis pelo novo negócio.

A conversa evoluiu rapidamente. Eles analisaram a proposta, avaliaram as possibilidades e decidiram assumir o desafio.

“Não foi nada planejado, realmente caiu na nossa mão e nós decidimos abraçar isso tudo”, resume Maira.

A decisão significou transformar, em poucas semanas, uma oportunidade em um restaurante.

Entre assumir o espaço e colocar a Prime Steak House em funcionamento, vieram obras, definição de identidade visual, contratação e treinamento da equipe, escolha de fornecedores, aquisição de equipamentos, criação do cardápio e uma série de testes.

Para o casal, a Prime representa justamente a decisão de parar de esperar pelo momento ideal e assumir a oportunidade que apareceu.

“Poderíamos continuar esperando pelo cenário perfeito ou assumir o desafio. Escolhemos assumir o desafio”, diz Maira.

O processo exigiu uma rotina intensa. Ao mesmo tempo, permitiu que os dois colocassem em prática experiências acumuladas em diferentes momentos da vida profissional.

Para Maira, a hotelaria passou a ser uma espécie de guia para pensar o atendimento. “Na hotelaria, aprendemos que atendimento não é apenas servir bem, mas perceber detalhes, antecipar necessidades e fazer com que cada pessoa se sinta realmente bem recebida”, explica.

É essa visão que ela pretende levar para a Prime. A ideia é construir um atendimento profissional, mas sem transformar a experiência em algo excessivamente formal.

O conceito de luxo, para ela, também passa longe da ostentação. Está relacionado ao cuidado com o cliente, ao ambiente preparado, à atenção aos detalhes e à sensação de acolhimento.

“Luxo não significa necessariamente formalidade ou algo inacessível. Para mim, luxo está muito ligado ao cuidado”, afirma.

FOGO COMO PROTAGONISTA

Na cozinha, Luiz traz a experiência acumulada em resorts e diferentes cozinhas para uma proposta centrada na carne e no fogo. A parrilla é um dos elementos principais do restaurante, mas o objetivo não é simplesmente reproduzir o modelo tradicional de uma steakhouse.

A Prime trabalha com cortes clássicos, como picanha angus, ancho, chorizo, T-bone e prime rib. A casa também aposta em preparos que procuram aproximar a alta gastronomia dos ingredientes e dos sabores conhecidos pelo público da região.

Restaurante une a carne na brasa às referências da fronteira - Foto: Roberlânia Gonçalves

Um dos exemplos é o steak pantaneiro, que combina cupim, mandioca cremosa e farofa de banana. Outro destaque é a costela preparada durante 12 horas, em um processo de cocção prolongada que busca preservar a suculência e desenvolver sabor.

A intenção, segundo Luiz, é respeitar a matéria-prima e utilizar a técnica para valorizá-la, sem transformar a comida em algo excessivamente complicado.

“Quero que o cliente perceba o cuidado em cada detalhe e saia daqui lembrando não só do prato, mas da experiência como um todo”, explica o chef.

A formação e a experiência profissional também aparecem na elaboração do cardápio. Luiz explica que as referências internacionais adquiridas durante a carreira serviram como base para desenvolver pratos próprios, mas não como receitas a serem simplesmente reproduzidas.

A cozinha da Prime deve trabalhar com cocções precisas, grelhados e preparos na brasa, molhos e fundos elaborados, além de técnicas variadas para entradas e acompanhamentos.

O cardápio, entretanto, foi pensado para não ser excessivamente extenso. O casal preferiu uma seleção mais enxuta, com pratos que tenham uma razão para estar ali e possam ser executados com qualidade.

“Não quero simplesmente reproduzir receitas que aprendi ao longo da carreira. Quero usar esse conhecimento como base para criar uma identidade própria para a Prime”, afirma Luiz.

FRONTEIRA NO PRATO

A localização de Ponta Porã, cidade sul-mato-grossense que faz fronteira com o Paraguai, é um dos elementos que ajudam a explicar algumas das escolhas do cardápio.

A fronteira reúne diferentes culturas, hábitos e influências gastronômicas. Para o casal, seria incoerente ignorar esse contexto ao criar um novo restaurante na cidade.

A Prime, portanto, não se apresenta como uma casa de culinária regional, mas incorpora referências locais de maneira pontual. A sopa paraguaia, por exemplo, aparece no cardápio como acompanhamento, com uma interpretação própria preparada na parrilla.

O steak pantaneiro segue a mesma lógica. O cupim, a mandioca cremosa e a farofa de banana são ingredientes e sabores que dialogam diretamente com o imaginário gastronômico de Mato Grosso do Sul, mas aparecem dentro de uma proposta contemporânea de steakhouse.

A intenção é de que a identidade regional não seja uma decoração, mas parte natural da experiência.

“Não queríamos simplesmente reproduzir um modelo de steakhouse que poderia estar em qualquer cidade”, explica o casal. “Estamos em Mato Grosso do Sul e em uma região de fronteira com o Paraguai, então achamos importante que isso aparecesse de alguma maneira na experiência”, destacam.

ALÉM DA CARNE

Embora o produto central seja a carne, a proposta é não limitar a casa aos apaixonados por cortes bovinos. O cardápio também conta com opções de frango e peixe, além de alternativas vegetarianas, entradas e acompanhamentos.

A estratégia é permitir que grupos com diferentes preferências consigam compartilhar a experiência.

A boutique de carnes é outro braço do projeto. Além de consumir os cortes preparados pela equipe da Prime, o cliente poderá escolher carnes selecionadas para levar para casa.

Mas, para Maira, a principal preocupação continua sendo a hospitalidade.

“Hospitalidade, para mim, é fazer alguém se sentir bem-vindo. É receber como gostaríamos de ser recebidos”, define.

Ela acredita que um cliente pode até esquecer detalhes de um prato, mas dificilmente esquece como foi tratado em determinado lugar. Por isso, o atendimento ocupa posição tão importante quanto a cozinha na concepção da Prime.

“Queremos que a pessoa se lembre da carne, dos acompanhamentos e dos drinks, mas queremos principalmente que ela se lembre de como se sentiu aqui”, afirma.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 08:15:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[A corrida eleitoral finalmente entrou na pista. Tem candidato acelerando... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/a-corrida-eleitoral-finalmente-entrou-na-pistatem-candidato/470893/</link>
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				<description><![CDATA[
George Shaw - escritor irlandês

A democracia muitas vezes significa o poder nas mãos de uma maioria incompetente"


Felpuda

A corrida eleitoral finalmente entrou na pista. Tem candidato acelerando em carrão de luxo, cercado de estrutura e apoiadores, enquanto outros aparecem empurrando o velho carrinho de rolimã, apostando mais  na criatividade do que no motor. A bandeirada já foi dada  e ninguém quer perder pista logo na primeira curva. Mas, em eleição, potência nem sempre garante vitória. O que decide a prova é a resistência, a estratégia e, claro, o voto do eleitor. Afinal, muita gente larga na pole e acaba vendo o adversário cruzar a linha de chegada primeiro. Portanto... 



Briga de cerca

Quando o assunto é terra, o plenário da Assembleia de MS às vezes parece mais uma divisa de fazenda. José Teixeira e Zeca do PT voltaram a medir forças e hectares em mais um duelo verbal. Sobrou até proposta para dividir propriedades com indígenas.

Mais

Mais um desafio que ficou só no discurso. Entre 400 hectares de um lado e 200 hectares do outro, a plateia assistiu à troca de farpas. No fim, teve mais barulho de porteira do que mudança de cerca. Como disse um parlamentar, irônico que só: "Churumelas, churumelas..."

Maria Helena Pimentel e tatiana santos Pereira Jucá - arquivo pessoal

Dra. Lívia Miranda - arquivo pessoa

Esquindô lê-lê!

Nos bastidores, começa a ganhar força o chamado "bloco dos comissionados", formado por servidores que poderão ser convocados para atuarem na campanha eleitoral. A expectativa é de que muitos deixem os gabinetes nas horas de folga para ajudar candidatos nas ruas. A questão delicada é separar trabalho público de atividade político-eleitoral, porque a fronteira não pode ser ignorada. Servidor comissionado tem função administrativa, não obrigação de virar cabo eleitoral. A conferir.

Buraqueira

Com média de 675 buracos tapados por dia em julho, a prefeitura comemora um salto que chegou a impressionantes 1.200 remendos em apenas 24 horas. Fazendo as contas, isso significa cerca  
de 50 buracos recuperados por hora, ou praticamente um tapa-buraco a cada 1 minuto e 12 segundos, sem pausa para o cafezinho. O reforço das equipes elevou a produção. Agora, promessa é ampliar as frentes de trabalho.

Fiscal

A partir deste domingo, a Justiça Eleitoral colocará em campo, o aplicativo Pardal Móvel para receber denúncias de propaganda irregular. A ferramenta permitirá que qualquer eleitor encaminhe fotos, vídeos, áudios e outras provas diretamente aos TREs, com identidade protegida por sigilo. A intenção é acelerar a fiscalização durante a campanha. Em ano eleitoral, além de pedir voto, candidatos terão de tomar cuidado com quem está do outro lado da tela. Afinal, o celular também virou fiscal das urnas.

Aniversariantes


	Mayra nemir neves, 
	Maren Jessica Costa Jeha,
	Antônio Picchioni Pereira,
	Regina nunes saad,
	Eline toniasso, 
	Nazira furquim, 
	Adriano Magalhães,
	Algemiro Claro alvares,
	Dair Jair savaris,
	Dalci Moreira Lorentz,
	Edileusa Lino de oliveira,
	Wilson Yukishigue nakase,
	José antonio gaitan guzman,
	Nei Lourenço de freitas Costa,
	Analice de toledo Barros Buainain,
	Ademir Ximenes Machado,
	Diego Luiz sorgatto,
	Lourenço Pereira de souza,
	José ferreira filho,
	Rafaela terencio, 
	Fábio Luiz Bertoni,
	Roseli da Cruz Loubet, 
	Tereza Cristina Pinto teixeira,
	Mariza olegário Caminha,  
	Fauze Bomussa,
	Angelo Baldassini neto,
	Humberto oliveira Bueno,
	Ludmila Lopes Belline Monteiro,
	Josiane arce Vieira,
	Maria rizete ferreira Costa Bezerra, 
	Jaciro alkiris,
	Mariana Medeiros Mendes,
	Aluízio Borges,
	Alessandro de almeida silva,
	Lourenço filisbino Paula,
	Maria aparecida da silva rodrigues,
	Afonso Leite figueiredo,
	Adelurde nogueira,
	Osvaldo Pegaz,
	Lourenço antunes Maciel,
	Cristiane de souza,
	João Batista rodrigues,
	Amanda almeida farias,
	Fábio Henrique da silva,
	Jacy da Costa nantes,
	Sérgio Luiz Collebri,
	Heloisa Helena Wanderley Maciel, 
	Wilian Zavala Bastos,
	Gesiane de Cássia damasceno Pereira,
	Luana Pinelli almeida,
	José Maria franco tôrres,
	Dmitri erik Palermo,
	Ana Cristina neves,
	Orialis sanches de albuquerque,
	Teresa Cardoso da silva,
	Jaciara Jacob,
	Affonso sette Lima,
	Maria Helena almeida,
	Lourdes Maria fernandes,
	Mário sérgio Lopes,
	Fernanda teixeira,
	Lúcia Helena nunes,
	Maria Cláudia oliveira,
	José Henrique Mendes,
	Carolina farias,
	Maria Henriqueta Lima,
	Cleonice flôres,
	Alex de oliveira Camargo,
	Dr.Marcelo dos santos souza, 
	Laurita anache,  
	Katleen de oliveira Camargo,
	Dair Barbosa,
	Vilmar José de Lima acosta,
	Roberto Carlos de Jesus,
	Florentina duarte Correa,
	Eurico souza Lopes,
	Pedro Paulo antunes,
	Hidina Vitor nascimento silva,
	Marcos antônio davi dos santos,
	Suzi da Cunha Honório,
	Paulo roberto da Costa nogueira filho,
	Katia rubia tinoco,
	Willian Castelo Branco,
	Germano Zampieri neto,
	Fermino otta,
	Simara rosa de freitas,
	José Mendes narchesi,
	Hilda Carvalho,
	Edson alves tenório,
	Paulo antônio da silva,
	Márcia Moreira dourado Pancini,
	Valéria Pereira Martins de araújo Katayama, 
	Andreia silva dos santos,
	Eduardo Casali Moretto,
	Elizabete eurico de sena,
	José raimundo Pereira,
	Waldir José amado,
	Ana Maria fernandes,
	Mário edson Monteiro damião,
	André floriano de Queiroz,
	Manoel Cação,
	Andréia rodrigues dos santos,
	Carlos nogarotto,
	Ana Cristina Matsunaka dos santos, 
	Fernando Martins Cavalcanti,
	Humberto Kawahata Barreto,
	Paulo roberto achucarro,
	Nestor Catelan,
	Aparecida tereza da silva Cândia


**Colaborou Tatyane Gameiro**

Assine o Correio do Estado

@@NOTICIA_GALERIA@@
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 00:01:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Entre Costuras & Cultura: As redes sociais estão deixando todo mundo igual?]]></title>
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				<description><![CDATA[Basta abrir o Instagram ou o TikTok para perceber um fenômeno curioso: pessoas que vivem em cidades, países e culturas completamente diferentes parecem vestir exatamente as mesmas roupas. A mesma calça, o mesmo tênis, a mesma bolsa, a mesma paleta de cores e até a mesma forma de posar para uma foto.

Nunca tivemos tanto acesso à informação e, paradoxalmente, nunca parecemos tão parecidos.

Os algoritmos têm um papel importante nesse processo. Eles entendem aquilo que chama nossa atenção e passam a entregar, repetidamente, versões muito semelhantes do mesmo conteúdo.

Aos poucos, deixamos de descobrir referências diversas e passamos a consumir uma estética padronizada, que acaba sendo reproduzida por milhões de pessoas ao redor do mundo.

Não há nada de errado em buscar inspiração. A moda sempre foi construída a partir de influências. O problema surge quando a inspiração substitui a identidade.

É comum encontrar pessoas que compram roupas porque “todo mundo está usando”, sem se perguntar se aquela peça realmente conversa com sua personalidade, seu estilo de vida ou seus valores. O guarda-roupa fica cheio, mas a sensação de não ter o que vestir continua.

É justamente nesse ponto que a consultoria de imagem faz diferença.

Ao contrário do que muitos imaginam, ela não existe para criar um estilo novo, muito menos para transformar alguém em uma cópia de uma tendência. Seu papel é ajudar cada pessoa a reconhecer quem é, compreender a mensagem que deseja transmitir e traduzir isso por meio da imagem.

Quando conhecemos nosso estilo, fazer escolhas fica mais simples. Compramos com mais consciência, consumimos menos por impulso e construímos um guarda-roupa que faz sentido para a nossa rotina e para a nossa essência.

Ser autêntico também significa respeitar aquilo que faz parte da sua história. A cultura em que você cresceu, sua profissão, seus objetivos, seu momento de vida e até suas preferências pessoais contam uma história que nenhuma tendência consegue reproduzir.

Provavelmente o maior luxo dos nossos tempos não seja vestir o que está em alta, mas ter clareza suficiente para escolher aquilo que realmente nos representa.

Porque tendências passam. Algoritmos mudam. Mas uma imagem construída com autenticidade permanece.

A seguir, 5 dicas para manter sua autenticidade em tempos de algoritmos

1. Inspire-se, mas não copie

Salvar referências é ótimo. Antes de comprar ou reproduzir um look, pergunte-se: eu realmente usaria isso ou estou apenas seguindo uma tendência?

2. Conheça o seu estilo

Seu estilo deve refletir sua personalidade, rotina, objetivos e valores. Quando você sabe quem é, as escolhas se tornam mais conscientes e naturais.

3. Faça compras com intenção

Antes de adquirir uma peça, pense se ela combina com o que você já possui e se faz sentido para sua vida. Um guarda-roupa coerente vale mais do que um armário cheio de tendências passageiras.

4. Valorize o que faz você único

Sua história, profissão, cultura, biotipo e preferências são parte da sua identidade. A moda deve evidenciar essas características, e não escondê-las atrás de uma estética padronizada.

5. Busque orientação profissional

A consultoria de imagem não existe para dizer o que você deve vestir, mas para ajudá-lo a descobrir como traduzir sua essência por meio da imagem. Quando a aparência comunica quem você realmente é, vestir-se deixa de ser uma obrigação e passa a ser uma forma autêntica de expressão.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 15:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Entrevista exclusiva com o ator Gabriel Chadan destaque no elenco de 'Fúria' na Netflix]]></title>
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				<description><![CDATA[O ator Gabriel Chadan atualmente integra o elenco de Fúria, série que estreou na Netflix em 29 de julho, na qual interpreta Tanque, campeão de MMA e parceiro de Malamute, personagem vivido por MC Cabelinho.

Até o fim de 2026, o ator também estreia na superprodução Ben-Hur, que será lançada pelo Disney+ e pelo Univer Vídeo. Ao mesmo tempo, Chadan está no ar na reprise de Avenida Brasil, da TV Globo, e também pode ser visto em Juacas, produção original da Disney que passou a integrar o catálogo da Netflix em junho.

Ao longo da carreira, o ator já soma em seu currículo produções como Malhação, Amor à Vida, Liberdade, Liberdade, A Lei do Amor e DNA do Crime, além de projetos para diferentes plataformas de streaming.

Paralelamente à atuação, Gabriel também construiu uma carreira na música. Ex-vocalista da banda Fulanos e Ciclanos, hoje atua como diretor artístico e produtor musical, assinando conceitos criativos, shows, videoclipes e projetos de identidade artística para artistas como Terra Blanco, Ney Matogrosso, Tonny Gordon e Winnit.

Além da música, outro aspecto importante em sua vida é a relação com o esporte. Desde a infância, sonhava em ser jogador de futebol. Hoje, o ator mantém uma rotina de treinamento físico que ajuda na preparação de seus personagens, como foi o caso de Tanque, da série Fúria.

Fora dos estúdios, o ator também vive um papel que considera transformador: o de pai. A paternidade trouxe uma nova perspectiva sobre carreira, propósito e equilíbrio entre vida pessoal e profissional, tornando-se uma dimensão importante de sua identidade e da forma como enxerga a arte, o trabalho e o futuro.

Hoje, Gabriel Chadan representa uma geração de artistas que não se limita a uma única linguagem. Ele atua, dirige, produz, compõe, cria e desenvolve projetos sempre em busca de narrativas que dialoguem com pessoas reais.

Gabriel é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana, e em entrevista ao Caderno ele fala sobre carreira, escolhas, personagens e estreias.

O ator Gabriel Chadan é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Bruno Rangel - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Fúria acaba de estrear na Netflix. Como está sendo para você acompanhar o lançamento da série e ver esse trabalho chegar ao público?
GC - Está sendo maravilhoso. A resposta do público tem sido ótima, venho recebendo mensagens de vários lugares do Brasil e do mundo. A comunidade das artes marciais também está se sentindo bem representada.

E é uma satisfação imensa, porque o processo foi muito duro, exigiu muito da gente fisicamente e psicologicamente. E tudo o que a gente faz é para esse momento, para que a obra e essas histórias cheguem às pessoas, emocionem, contem histórias e abram questões. Fúria, da Netflix, tá demais.

CE - Em Fúria, você interpreta Tanque, um lutador de MMA e parceiro de Malamute, personagem vivido por MC Cabelinho. O que mais chamou sua atenção nesse personagem quando recebeu o convite para integrar o elenco da série?
GC - Primeiro, o nível técnico, profissional e físico que ele tem enquanto atleta. Por ele ser um campeão de MMA, que representa a maior academia do Brasil na série, eu já entendi que esse cara era um super lutador, uma máquina, um tanque.

Então, o meu primeiro foco, no início das preparações, foi chegar nesse momento, nesse corpo, nessa habilidade, principalmente porque a luta do Tanque e do Malamute é a primeira luta da série.

Então, tinha uma importância muito grande. A partir daí, fui entendendo o personagem e decupando essa história interna, as emoções e as nuances que ele poderia ter durante a história toda.

CE - Interpretar um lutador de MMA deve ter exigido uma preparação física intensa. Como foi esse processo e quais foram os maiores desafios?
GC - Sim, foi uma preparação física muito dura, de segunda a sexta-feira, das nove às seis horas da tarde. Fizemos com a equipe do Piter Lee, americano, que cuidou das coreografias das lutas com os lutadores profissionais e a gente.

Além de todo o trabalho que se fazia fora do ambiente de preparação da série, como treinamentos diários na academia, recuperação e fisioterapia. Então, foram dois meses intensos, com muito trabalho, muita coreografia, muitos detalhes técnicos específicos, muita dor, mas também muito cuidado.
Grandes profissionais, uma estrutura incrível que a Zola e a Netflix forneceram para todos os atores e atletas.

Além de uma equipe multidisciplinar pessoal que eu tenho, com o nutricionista Lucas Souza, que preparou uma alimentação específica para esses meses de trabalho, tanto para aguentar o ritmo dos treinos quanto para chegar à forma estética que o personagem precisou.

Então, foi um trabalho mágico. E o maior desafio era que, no momento em que a câmera me filmasse, o público visse imediatamente um lutador e que, ao ver as cenas de luta, se sentisse emocionado, adrenalizado, como se estivesse assistindo a uma luta real.

E eu recebi diversas mensagens e feedbacks falando: “Ah, mas eu tava torcendo como se fosse uma luta”. Então, acredito que a gente tenha chegado num lugar muito bacana.

CE - Até o fim do ano você também estreia em Ben-Hur, uma superprodução do Disney+ e do Univer Vídeo. As gravações já começaram? O que você pode adiantar sobre o seu personagem?
GC - Sim, as gravações já começaram. Produção gigantesca, grandes profissionais da área do cinema e das produções de séries no Brasil, além de um elenco incrível.

Então, o público pode esperar um grande épico, grandes cenas de ação, muita emoção, com essa história que é um dos maiores clássicos da literatura mundial. Eu faço o personagem Romulus. Ele é um tribuno romano que tem uma índole duvidosa e costuma fazer um trabalho que não necessariamente serve aos outros, mas especificamente a si mesmo. Isso é o que eu posso falar agora.

E já garanto para vocês: vai ter muita emoção, muita adrenalina, e eu aposto que esse trabalho vai surpreender todo mundo.

CE - A série será inspirada em um dos maiores clássicos da literatura e do cinema, né? O que esse projeto representa para a sua carreira?
GC - Representa um momento muito lindo. Primeiro, porque é meu primeiro trabalho com esse grupo, e estou me sentindo muito feliz, muito bem-quisto e muito realizado artisticamente.

É a maior produção da casa até o momento, um investimento gigantesco, não só de dinheiro, mas de tempo e de pessoas.

E representa um momento muito lindo na minha carreira. 2026 está sendo um ano muito legal. E todo esse momento que eu venho passando na minha carreira tem sido ótimo. E, como ator, poder representar um grande épico, um grande clássico da literatura, é uma honra, um sonho.

Quando a gente começa a fazer teatro, quer fazer os grandes clássicos: Tchekhov, Shakespeare. Então, todas essas obras que fizeram parte da história do mundo, ainda mais numa grande produção como essa, me deixam muito realizado.

O ator Gabriel Chadan é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Théo Dorè - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Você já passou por novelas, séries e diferentes plataformas de streaming. Como enxerga essa diversidade dentro da construção da carreira?
GC - Eu acredito que essa diversidade é um ponto-chave na trajetória de qualquer artista, seja ele da música, das artes plásticas, do teatro, da direção ou de qualquer outro estilo.

E a minha busca sempre foi nesse sentido, de aperfeiçoar cada vez mais todas as ferramentas para que a expressão tenha a liberdade para fluir. Desde que comecei a carreira artística, seja como músico ou como ator especificamente, sempre desejei transitar e ter as formas mais potentes de me comunicar e de contar essas histórias.

Cada uma delas — o teatro, as novelas, as séries, os filmes — tem a sua especificidade, o seu detalhe e a sua forma. E nós, enquanto atores, temos que nos adaptar e entender o que cada linguagem pede para que as histórias sejam contadas da melhor forma possível.

O grande objetivo do que a gente faz é a expressão. Então, isso é algo que eu tenho desde o início. No começo é mais difícil chegar nesse lugar, mas eu venho alimentando e trabalhando isso cada vez mais e vou levar até o final. Seja nas obras das artes cênicas, escrevendo minhas poesias, compondo as minhas canções ou dirigindo outros artistas. É sobre se expressar… A arte é sobre se expressar.

CE - Além da atuação, você também atua como diretor artístico e produtor musical. De que forma a música influencia também no seu trabalho como ator?
GC - Tudo que o ator vive, o artista vive. De certa forma, abastece a sua criatividade e o seu trabalho. E poder trabalhar com grandes artistas da música durante os períodos em que eu não estou filmando, além de renovar a minha energia criativa, dar vazão à minha expressividade, faz com que cada artista desses, como Terra Blanco, Ney Matogrosso, WINNIT e Jeff.e, me abasteça de forma muito generosa para que eu saia de cada trabalho mais amadurecido, mais animado, mais reflexivo.

Então, tudo soma, tudo sempre soma. E é algo que eu amo fazer. Eu amo música e amo ajudar os artistas a potencializarem seus talentos.

CE - O esporte sempre fez parte da sua vida e da sua rotina. Como ele contribui para a preparação dos seus personagens até hoje e para a sua vida fora dos estúdios?
GC - O esporte sempre fez parte da minha vida. Primeiro com o futebol, brincadeiras de criança, cavalos, subir em árvore. Movimento sempre foi algo fundamental.

Depois que eu cheguei ao Rio, em 2008, comecei a surfar. Na pandemia, encontrei a corrida, que é algo que eu amo. Na realidade, acredito fortemente que o esporte é a base essencial para qualquer sociedade, para qualquer ser humano. Ali você aprende a perder, a lidar com as frustrações, a ganhar e entende que, quando você se dedica a alguma coisa, você melhora.

Eu acredito que a gente é feito de mente, corpo e espírito. Então, a melhor ferramenta para a gente se conectar é o movimento. E isso ajuda muito o nosso psicológico, as nossas relações pessoais e também a nossa relação de trabalho. Indo direto ao ponto em relação ao ator, é fundamental, porque o instrumento de trabalho dele é o corpo, é a voz.

Então, inevitavelmente, você vai ter que trabalhar a favor deles. Ora ficando forte porque você é um atleta, ora ficando mais magro. O corpo está a favor da história. Então, o que o personagem precisar será feito. Eu tenho como inspiração grandes artistas que passaram por grandes transformações, e isso me estimula muito.

CE - Você já afirmou que a paternidade transformou a sua forma de enxergar a carreira e a vida. O que mudou na prática desde que se tornou pai?
GC - Sim. Mudou a minha vida completamente para melhor. Na prática, mudou a forma com que eu me relaciono com o tempo, a forma com que eu me relaciono com a vida e a responsabilidade inegociável que eu tenho sobre a educação, a criação e a segurança dessa criança.

E, de formas mais afetivas, mudou também a maneira como eu me tornei mais empático com o mundo. É um amor incondicional indescritível. E eu tenho o privilégio de ser pai de uma menina, a Gaia. Acho que, para um homem, isso é um dos maiores presentes do mundo.

Porque, através das experiências dela e do contato com ela, com a minha companheira, a Terra Blanco, eu vou tendo lições e aprendizados diários sobre a minha masculinidade, sobre como a nossa sociedade é muito mais dura e muito mais difícil para uma mulher. E como essa nossa estrutura naturaliza muito tudo isso.

Então, viver com a Gaia, curtir essas experiências e estar do lado dela me faz crescer como ser humano, como homem, como marido, como pai, como amigo, enfim. E aí, através da minha arte, consigo abrir novos questionamentos, novas informações e reinaugurar, junto com todo um movimento, novas realidades. É um grande presente. Minha filha é o maior presente da minha vida.

CE - O público acompanha um artista que atua, dirige, produz e transita por diferentes áreas criativas. Quais são os próximos desafios e o que você ainda sonha em realizar na carreira?
GC - Ah, são muitos, muitos, muitos. Esse ano ainda estou terminando de filmar a série Ben-Hur. Muita expectativa. É uma série que vai ser incrível, um projeto gigantesco, épico, que eu tenho o privilégio de fazer.

E, na sequência, tem alguns projetos da música em que eu venho trabalhando forte, como os novos trabalhos da Terra Blanco. Um pouco mais à frente, quero voltar a lançar músicas e projetos autorais meus novamente. Tenho a banda Fulanos e Ciclanos há 14 anos, mais de 30 faixas lançadas, clipes e participações com grandes artistas.

E, na carreira de ator, eu quero sempre poder contar boas histórias, fazer novos personagens, circular nas melhores produtoras e empresas que rodeiam esse mundo. Então, sonho muito e quero muito. E é um passo atrás do outro.

Esse ano ainda tem muita coisa para acontecer. Tenho grandes novidades para o ano que vem, mas ainda são sigilosos. Então, o que eu posso dizer é: sonhem, sonhem, porque eu estou sonhando muito e estou sonhando alto.

 
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 13:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[A energia do Tarô da semana entre 10 e 16 de agosto. A verdadeira segurança nasce da confiança]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/a-energia-do-taro-da-semana-entre-10-e-16-de-agosto-a-verdadeira/470860/</link>
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				<description><![CDATA[Quatro de Ouros: a verdadeira segurança nasce da confiança

O Quatro de Ouros assume a regência da semana e nos convida a refletir sobre um dos maiores desafios da experiência humana: encontrar segurança sem nos tornarmos prisioneiros dela.

Em um período marcado por importantes movimentações astrológicas e pelo Eclipse Solar Total em Leão, essa carta surge como um lembrete de que construir bases sólidas é essencial, mas permanecer agarrado a elas para sempre pode impedir o crescimento.

Pertencente ao naipe de Ouros, ligado ao elemento Terra, o Quatro de Ouros fala sobre tudo aquilo que podemos tocar e construir: dinheiro, trabalho, patrimônio, corpo, estabilidade, valores e recursos. Tradicionalmente, também é associado à energia do Sol em Capricórnio, combinação que reúne a força vital do Sol com a disciplina, a responsabilidade e a necessidade de estrutura características desse signo.

Não por acaso, o número quatro simboliza estabilidade, ordem, fundação e sustentação. Depois do impulso inicial do Ás, da dualidade do Dois e da expansão do Três, o Quatro representa o momento em que aquilo que foi criado encontra forma e consistência.

Entretanto, o Tarô sempre nos lembra que toda virtude, quando levada ao excesso, transforma-se em desequilíbrio. A estabilidade pode tornar-se estagnação. A prudência pode converter-se em medo. O cuidado pode dar lugar ao controle. É justamente nessa fronteira delicada que habita a sabedoria do Quatro de Ouros.

Sua imagem é uma das mais simbólicas dos Arcanos Menores. Nela, vemos uma figura sentada, segurando uma moeda firmemente contra o peito, enquanto outra repousa sobre sua cabeça e duas permanecem sob seus pés. À primeira vista, transmite segurança e prosperidade.

Porém, basta um olhar mais atento para perceber que existe algo de inquietante nessa cena. A moeda junto ao coração revela alguém que teme perder aquilo que conquistou. A moeda sobre a cabeça sugere pensamentos constantemente ocupados pela necessidade de controle.

Já as moedas sob os pés, embora simbolizem estabilidade, também impedem qualquer movimento. A figura permanece imóvel, como se caminhar significasse correr o risco de perder tudo o que possui.

Ao fundo, normalmente aparece uma cidade, lembrando que a vida continua pulsando além daquele pequeno espaço onde a personagem escolheu permanecer. Há oportunidades, pessoas, experiências e novos caminhos esperando para serem explorados. No entanto, o medo de perder o que já foi conquistado pode ser maior do que a curiosidade pelo desconhecido.

Essa talvez seja a grande reflexão proposta por esta carta: em que momento a busca por segurança deixa de nos proteger e passa a nos limitar?

Vivemos em uma cultura que valoriza o planejamento, o controle e a previsibilidade. Economizamos para o futuro, organizamos nossas agendas, protegemos nossos bens, buscamos estabilidade financeira e emocional. Tudo isso é saudável.

O próprio Quatro de Ouros reconhece a importância da responsabilidade e da construção de uma base sólida para a vida. O problema surge quando o medo da perda passa a conduzir todas as nossas decisões. Quando evitamos mudanças apenas porque elas envolvem algum grau de incerteza.

Quando preferimos permanecer em situações conhecidas, ainda que já não nos façam felizes, simplesmente porque representam uma falsa sensação de segurança.

O filósofo Heráclito dizia que "nada é permanente, exceto a mudança". Essa afirmação, feita há mais de dois mil anos, continua extraordinariamente atual. A vida é movimento.

Tudo muda o tempo inteiro: as pessoas, os relacionamentos, as oportunidades, os sonhos e até mesmo quem somos. Resistir a esse fluxo natural costuma gerar muito mais sofrimento do que acolhê-lo com maturidade.

E talvez não exista semana mais apropriada para refletir sobre isso do que esta.

Na segunda-feira (10), Vênus forma um trígono com Plutão, aprofundando vínculos e fortalecendo conexões verdadeiras. Relações construídas sobre confiança tendem a se tornar ainda mais sólidas, enquanto laços sustentados apenas pelo controle ou pela aparência podem revelar fragilidades. É um convite para substituir o medo pela autenticidade.

No dia seguinte, Mercúrio faz oposição a Plutão, intensificando conversas, negociações e revelações. As palavras ganham profundidade e poder de transformação, mas também exigem cuidado. O desejo de convencer o outro, de manter antigas posições ou de controlar o rumo das situações pode gerar conflitos desnecessários.

O Quatro de Ouros nos lembra que nem toda discussão precisa ser vencida. Às vezes, abrir espaço para ouvir é muito mais transformador do que insistir em ter razão.

Também na terça-feira (11), Marte ingressa em Câncer, tornando nossas atitudes mais conectadas às emoções, aos afetos e ao desejo de proteção. A coragem deixa de se manifestar apenas pela ação objetiva e passa a exigir inteligência emocional. Será importante agir com sensibilidade sem permitir que o medo dite nossas escolhas.

A quarta-feira (12) concentra aspectos extremamente favoráveis à criatividade e à inovação. Mercúrio estabelece um sextil com Urano e um trígono com Netuno, ampliando a capacidade de enxergar novas possibilidades, conectar ideias e confiar na própria intuição.

Vênus também forma um trígono com Urano, favorecendo encontros inesperados, oportunidades profissionais, novas parcerias e mudanças positivas nos relacionamentos.

Mas o grande acontecimento da semana é, sem dúvida, o Eclipse Solar Total em Leão.

Todo eclipse solar ocorre durante uma Lua Nova e marca o início de um novo ciclo. Em Leão, signo associado à criatividade, à identidade, ao brilho pessoal e à coragem de ocupar o próprio lugar no mundo, esse eclipse representa um poderoso chamado para vivermos de maneira mais autêntica.

Ele ilumina aquilo que precisa nascer e, ao mesmo tempo, evidencia tudo o que já não faz sentido carregar.

Um eclipse solar total em Leão coloca em evidência temas como autoestima, expressão pessoal, reconhecimento do próprio valor e coragem para assumir quem somos e nos posicionarmos no mundo com mais verdade.

É um convite para deixar de buscar validação externa e permitir que a nossa própria luz seja a referência para os caminhos que escolhemos seguir.

É justamente aqui que o Quatro de Ouros dialoga de maneira magistral com o céu da semana.

Enquanto o eclipse pergunta quem estamos nos tornando, o Quatro de Ouros pergunta o que ainda insistimos em segurar.

Talvez sejam antigas crenças sobre nós mesmos. Talvez um trabalho que deixou de nos realizar. Um relacionamento mantido apenas pelo medo da solidão.

Um projeto que já cumpriu sua função. Ou simplesmente a necessidade de controlar cada detalhe da vida para evitar qualquer possibilidade de sofrimento.

No entanto, nenhuma transformação acontece quando permanecemos agarrados ao passado.

Como escreveu Lao Tsé: "Quando deixo de ser o que sou, torno-me aquilo que posso ser." Essa frase sintetiza perfeitamente a mensagem desta semana. Crescer exige desapego. Evoluir exige confiança. Nenhum novo ciclo encontra espaço onde tudo permanece rigidamente ocupado pelo antigo.

Nos relacionamentos, o Quatro de Ouros costuma representar vínculos sólidos e comprometidos, nos quais existe desejo de construir uma história em comum. Contudo, também alerta para o risco da possessividade, do excesso de proteção e da dificuldade de expressar vulnerabilidade.

O amor floresce quando há confiança. Quando o medo da perda se torna maior do que a liberdade de amar, o relacionamento pode transformar-se em uma fortaleza segura, porém sem ar para respirar.

Antoine de Saint-Exupéry escreveu, em O Pequeno Príncipe, que "amar não é olhar um para o outro; é olhar juntos na mesma direção". Talvez seja exatamente essa a diferença entre proteger um relacionamento e tentar controlá-lo. O verdadeiro amor não aprisiona; ele fortalece.

Na vida profissional e financeira, o Quatro de Ouros favorece planejamento, disciplina e responsabilidade. É uma excelente semana para organizar contas, rever investimentos, fortalecer reservas financeiras e agir com prudência. Entretanto, a carta também alerta para o perigo do excesso de cautela.

Empresas que nunca inovam acabam ficando para trás. Profissionais que recusam todos os desafios deixam de crescer. Pessoas que vivem exclusivamente para acumular recursos podem descobrir, tarde demais, que deixaram escapar experiências valiosas por medo de arriscar.

Espiritualmente, talvez esta seja uma das cartas mais profundas do naipe de Ouros. Ela nos lembra que a verdadeira segurança nunca poderá ser encontrada apenas nas circunstâncias externas. Nenhum patrimônio, cargo ou relacionamento é capaz de eliminar completamente as incertezas da existência.

A paz nasce quando compreendemos que somos maiores do que aquilo que possuímos. O desapego não significa abrir mão de tudo, mas desenvolver a confiança de que continuaremos inteiros mesmo quando a vida nos convidar a mudar.

Existe uma antiga frase atribuída a Buda que resume esse ensinamento: "O apego é a origem do sofrimento." Independentemente da autoria exata, sua mensagem permanece atual.

Quanto mais tentamos controlar aquilo que, por natureza, é transitório, maior tende a ser nossa ansiedade. Em contrapartida, quando aprendemos a confiar no fluxo da vida, descobrimos uma forma muito mais profunda de estabilidade: aquela que nasce de dentro.

O Quatro de Ouros não nos convida a abandonar a prudência nem a desprezar tudo o que construímos. Pelo contrário. Ele nos ensina a valorizar nossas conquistas, honrar nossos recursos e reconhecer a importância de criar bases sólidas para o futuro. Mas também nos lembra que mãos fechadas não conseguem receber nada novo.

Talvez essa seja a maior mensagem desta semana. O Eclipse Solar em Leão abre um portal para um novo ciclo de autenticidade, criatividade e expansão.

O Quatro de Ouros pergunta se estamos realmente dispostos a criar espaço para esse novo capítulo ou se continuaremos protegendo, com todas as forças, uma versão de nós mesmos que já não corresponde à nossa verdade.

Que possamos preservar aquilo que realmente tem valor, sem transformar segurança em prisão. Que saibamos construir sem endurecer, proteger sem controlar e planejar sem impedir que a vida nos surpreenda.

Afinal, a verdadeira riqueza não está apenas naquilo que conseguimos guardar, mas também na coragem de confiar que sempre seremos capazes de reconstruir quando um novo caminho se abrir diante de nós.

Às vezes, tudo o que precisamos é parar de lutar contra o que nos prende e simplesmente deixar ir. Não há motivo para temer o caminho: confie na sua força, reúna a determinação necessária e siga em frente com disciplina e vontade.

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 12:00:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Ted Lasso mostra que ser pai também é saber voltar]]></title>
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				<description><![CDATA[À primeira vista, Ted Lasso é uma série sobre futebol. Depois de alguns episódios, entendemos que o esporte é apenas o campo escolhido para falar sobre saúde mental, amizade, liderança, masculinidade e tudo o que acontece quando pessoas feridas tentam ajudar umas às outras.

Mas, olhando para a trajetória de Ted desde o início, talvez exista uma história ainda mais central: a de um homem tentando aprender a ser pai sem repetir a dor que recebeu do próprio pai.

Até aqui, mais do que futebol, Ted Lasso apresentou diferentes maneiras de ser pai e de carregar aquilo que recebemos deles. Jamie Tartt cresceu sob a violência e a humilhação de um pai abusivo. Rebecca precisou elaborar a relação com um pai mulherengo e emocionalmente ausente.

Nate passou boa parte da vida tentando conquistar o reconhecimento de um pai exigente, silencioso e incapaz de demonstrar orgulho pelo filho, uma falta que alimentou sua insegurança e o levou pelo arco mais doloroso da série. Sam Obisanya encontrou em Ola um pai carinhoso, presente e capaz de orientá-lo sem controlar suas escolhas.

Higgins, muitas vezes relegado ao papel cômico, é também um dos pais mais afetuosos e estáveis da história. Roy Kent tornou-se uma espécie de tio-pai para Phoebe, criada pela irmã solteira, oferecendo à sobrinha a presença, a proteção e a escuta que ele próprio nem sempre sabe demonstrar aos adultos.

E, no centro de tudo, está Ted: filho de um homem que morreu cedo demais e pai de um menino de quem teme estar igualmente ausente.

Ted é apresentado como alguém incansavelmente disposto a acolher. Ele escuta, observa, perdoa e encontra uma palavra de incentivo até para quem o despreza. Sua positividade parecia, no início, quase uma característica natural, como se ele simplesmente tivesse nascido mais generoso, paciente e otimista do que o restante de nós. Mas, quando conhecemos sua história com o próprio pai, entendemos que aquela luz também escondia uma ferida.

A série revelaria depois que aquela luz também escondia uma ferida. Quando Ted tinha 16 anos, seu pai morreu por suicídio. O segredo aparece na segunda temporada, durante o processo terapêutico com a dra. Sharon, e muda nossa percepção sobre tudo o que havíamos visto antes.

Ted Lasso mostra que ser pai também é saber voltar - Divulgação

Ted não tenta salvar as pessoas apenas porque é bondoso. Ele aprendeu muito cedo o que acontece quando alguém sofre em silêncio e ninguém consegue alcançá-lo a tempo.

Sua dedicação aos outros nasce, em parte, de uma promessa íntima: nunca permitir que alguém próximo se sinta tão sozinho quanto seu pai provavelmente se sentiu.

Há beleza nisso, mas também uma armadilha. Ted se torna tão competente em cuidar dos problemas alheios que demora a reconhecer os próprios.

Ajuda atletas, colegas e até adversários, enquanto atravessa ataques de pânico, o fim do casamento e a distância do filho com um sorriso que nem sempre corresponde ao que sente.

Por isso, não diria que Ted é um pai exemplar porque nunca falha. Durante boa parte da série, ele vive em outro continente e sabe o quanto sua ausência custa a Henry.

Sua grande qualidade como pai está justamente em não fingir que essa distância não importa. Ele tenta escutar o filho, percebe sua tristeza e, finalmente, aceita que o sucesso profissional já não compensa tudo o que está perdendo.

No fim da terceira temporada, Ted está no auge. Conquistou o respeito da torcida, transformou o AFC Richmond e construiu na Inglaterra uma família afetiva que o ama profundamente. Ainda assim, escolhe ir embora. Não porque tenha fracassado, mas porque compreende que nenhuma vitória devolveria os anos que deixasse de viver ao lado de Henry.

A última imagem daquela fase não mostra Ted levantando uma taça. Mostra-o à beira do campo, treinando o time do filho no Kansas. A escolha de voltar encerrou a temporada que parecia ser a última e reafirmou que, para ele, o maior sucesso nunca esteve realmente no futebol.

A quarta temporada, porém, apresenta um desafio ainda mais interessante. Ted está novamente perto de Henry, trabalhando longe do futebol e tentando ajudá-lo a se tornar a melhor versão de si mesmo.

Quando recebe o convite para voltar ao Richmond e treinar a nova equipe feminina, sua primeira reação é hesitar. Ele teme que aceitar signifique repetir a ausência que tentou corrigir.

É sua mãe, Dottie, quem oferece uma perspectiva diferente: também é importante para um menino ver o pai fazer algo que ama. A frase desloca toda a questão. Ser um bom pai não deveria exigir que Ted desaparecesse como indivíduo, abandonasse sua vocação ou transformasse a presença em sacrifício permanente.

O novo caminho será construído com Henry, e não longe dele. Ao final do primeiro episódio, Ted considera a mudança para Londres com o filho e Michelle, integrando família e trabalho de uma maneira que antes parecia impossível.

Ted Lasso mostra que ser pai também é saber voltar - Divulgação

Talvez seja esse o passo mais difícil para alguém que cresceu marcado pela perda do pai. Ted passou a vida acreditando que amar significava permanecer disponível para salvar os outros.

Primeiro, precisou aprender que não conseguiria salvar todo mundo. Depois, que deveria estar presente para o filho. Agora, começa a descorir que estar presente não significa deixar de viver.

A paternidade de Ted não é construída pela autoridade. Ele não precisa ser o homem que possui todas as respostas, esconde a tristeza ou vence qualquer dificuldade sozinho. Ao contrário, sua maior força aparece quando admite medo, procura ajuda, pede desculpas e muda de direção.

Ele também oferece a Henry algo que o próprio pai não conseguiu lhe deixar: a possibilidade de falar sobre a dor antes que ela se transforme em silêncio.

Neste Dia dos Pais, talvez por isso Ted Lasso seja uma figura tão comovente. Não porque represente um modelo perfeito, mas porque mostra que a paternidade também pode ser uma reparação.

Ted não pode mudar o que aconteceu com seu pai, nem apagar o impacto daquela perda. Pode, porém, interromper a repetição. Pode voltar. Pode ficar. E, desta vez, pode levar o filho com ele.

Feliz Dia dos Pais!
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 10:00:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Aprenda a fazer uma costelinha suína na cerveja ]]></title>
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				<description><![CDATA[COSTELINHA SUÍNA NA CERVEJA 

Ingredientes: 


	1,2 kg de costelinha suína (cortada em ripas) 
	4 dentes de alho amassados 
	1 cebola grande em rodelas 
	1 colher de sopa de mostarda 
	1 colher de sopa de molho inglês 
	1 colher de sopa de mel (ou açúcar mascavo) 
	1 lata de 350 ml de cerveja (pilsen ou escura, conforme preferência) 
	1 colher de chá de páprica doce ou defumada 
	1 folha de louro 
	Sal e pimenta-do-reino a gosto 
	Azeite ou óleo para dourar 


Modo de preparo: 

Comece temperando a costelinha em uma tigela grande, misture com o alho, sal, pimenta, páprica, molho inglês, mostarda, mel e a folha de louro. Cubra com a cerveja e deixe marinar por pelo menos duas horas, ou de um dia para o outro na geladeira.

Aqueça um fio de óleo em uma panela grande ou em uma assadeira funda, retire a carne marinada e reserve o molho e doure bem a costelinha, reserve. Na mesma panela, adicione a cebola e refogue até dourar, volte a carne para o recipiente e despeje a marinada por cima.

Tampe a panela e deixe cozinhando em fogo baixo por cerca de 40 a 50 minutos, mexendo algumas vezes até a carne ficar macia e o molho encorpado. Se desejar, pode finalizar no forno pré-aquecido a 220°C por 20 minutos, com a carne e o molho em uma assadeira, para caramelizar e criar uma crosta. Sirva.  
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 09:00:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Quinto dia útil de agosto de 2026: pagamento do salário deve ser feito até quando?]]></title>
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				<description><![CDATA[Com a chegada de agosto de 2026, muitos trabalhadores e empregadores voltam a questionar qual é o prazo correto para o pagamento dos salários. Neste ano, a dúvida é ainda mais comum porque os dias 1º e 2 de agosto caem em um sábado e um domingo, o que costuma gerar incertezas sobre a contagem do quinto dia útil. 

De acordo com a legislação trabalhista, o salário deve ser pago até o quinto dia útil do mês subsequente ao trabalhado. Para essa contagem, os sábados são considerados dias úteis, enquanto domingos e feriados oficiais ficam de fora do cálculo. 

Segundo o advogado trabalhista Carlos Alexandre Moreira Weiss, da Weiss Advocacia, o fato de o mês começar em um fim de semana pode levar muitos trabalhadores a acreditarem que o prazo será automaticamente prorrogado, o que nem sempre acontece.

“Uma das dúvidas mais frequentes é justamente sobre o sábado. Mesmo quando a empresa não possui expediente nesse dia, ele é considerado dia útil para fins de contagem do prazo para pagamento dos salários”, explica. 

Em agosto de 2026, a contagem ocorre da seguinte forma: 

1º dia útil: sábado, 1º de agosto  

2º dia útil: segunda-feira, 3 de agosto  

3º dia útil: terça-feira, 4 de agosto  

4º dia útil: quarta-feira, 5 de agosto  

5º dia útil: quinta-feira, 6 de agosto  

Assim, o pagamento dos salários deverá ser realizado até quinta-feira, 6 de agosto de 2026. 

Carlos Alexandre Moreira Weiss ressalta que o cumprimento do prazo é essencial para evitar passivos trabalhistas.

“O pagamento fora do prazo pode gerar consequências para o empregador, além de abrir espaço para questionamentos judiciais em determinadas situações. Por isso, é importante que as empresas se programem para cumprir corretamente a legislação”, afirma. 

O especialista também recomenda que trabalhadores acompanhem a data do crédito salarial e, em caso de dúvidas, busquem esclarecimentos junto ao empregador.

“Conhecer as regras sobre a contagem do quinto dia útil ajuda tanto empresas quanto empregados a evitar equívocos e garante maior segurança nas relações de trabalho”, conclui.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 17:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Quem tem endometriose pode correr? Entenda com especialista quando é preciso adaptar o treino]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/quem-tem-endometriose-pode-correr-entenda-com-especialista-quando-e/470849/</link>
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				<description><![CDATA[A corrida de rua nunca esteve tão em alta, mas nem toda mulher consegue praticá-la sem desconforto. Em pacientes com endometriose, exercícios de alto impacto podem aumentar a dor quando a doença compromete estruturas profundas da pelve. Isso não significa abandonar a atividade física, mas adaptar o treino ao quadro clínico.

Segundo o cirurgião ginecológico e pesquisador Dr. Igor Chiminacio, a atividade física não deve ser interrompida, mas individualizada de acordo com o quadro clínico de cada paciente.

"A prática regular de exercícios é importante e faz parte de uma rotina saudável. O problema não é se exercitar, mas insistir em modalidades que aumentam a dor em uma paciente que apresenta comprometimento das estruturas profundas pela endometriose", explica Dr. Igor Chiminacio.

De acordo com o especialista, a explicação está na anatomia da pelve. Pela Teoria do Polvo (Octopus Concept), desenvolvida por Dr. Igor Chiminacio e apresentada em publicação científica, o útero é sustentado por estruturas de colágeno chamadas paramétrios.

Quando essas regiões são acometidas pela endometriose, tornam-se mais sensíveis à tração provocada pelos movimentos repetitivos de impacto.

"Durante uma corrida ou um exercício com saltos, o útero se movimenta repetidamente. Se o paramétrio está inflamado pela doença, essa movimentação pode aumentar a tração sobre tecidos já comprometidos, desencadeando dor e intensificando o processo inflamatório", afirma o especialista.

Por isso, exercícios como corrida, jump e outras atividades de alto impacto podem não ser a melhor escolha para mulheres que apresentam dor ativa relacionada à endometriose.

Isso não significa que essas modalidades estejam proibidas, mas que podem precisar ser substituídas temporariamente por alternativas mais adequadas até que a doença esteja controlada.

Modalidades de menor impacto, como caminhadas, fortalecimento muscular orientado, pilates, exercícios funcionais adaptados e alongamentos costumam ser melhor toleradas durante períodos de maior sensibilidade.

A escolha, porém, deve considerar a intensidade dos sintomas, o estágio da doença e a avaliação médica.

Outro ponto que merece atenção, especialmente durante o inverno, é o aquecimento corporal. Segundo Chiminacio, iniciar a atividade física com o corpo frio pode aumentar a rigidez muscular e potencializar o desconforto em mulheres sintomáticas.

"Fazer um aquecimento antes de sair de casa, realizar alguns minutos de alongamento ou exercícios leves e manter o corpo aquecido são medidas simples que podem ajudar no controle dos sintomas. A dor persistente nunca deve ser normalizada.

Ela pode ser um indicativo de que a atividade precisa ser adaptada ou de que a doença ainda não está adequadamente tratada”, orienta.

A endometriose não deve afastar a mulher da prática de atividade física. O objetivo é encontrar modalidades compatíveis com cada fase da doença, permitindo que o exercício continue sendo um aliado da saúde, e não um fator de agravamento dos sintomas.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 14:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[O legado de Baryshnikov vai muito além da dança]]></title>
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				<description><![CDATA[Quando se ouve o nome de Mikhail Baryshnikov, é praticamente impossível pensar primeiro em qualquer coisa que não seja dança. Para várias gerações, ele representa o bailarino completo, aquele artista no qual a técnica extraordinária nunca anulou a inteligência, a personalidade ou a capacidade de transformar cada movimento em interpretação. O Baryshnikov Arts, porém, demonstra que seu legado não ficou restrito ao que fez no palco.

Criado em Nova York, em 2005, o centro apoia artistas de diferentes linguagens, oferecendo residências, espaços de ensaio, oportunidades de apresentação e condições para que ideias ainda embrionárias possam se transformar em obras.

Há dança, naturalmente, mas também teatro, música, cinema e projetos multimídia. “Acho que a palavra certa é incubadora”, explica Carlo Di Dio, ex-bailarino italiano e integrante do conselho de administração da instituição.

Di Dio esteve pela primeira vez no Brasil durante o Festival de Dança de Joinville e sua presença teve uma missão que pode se tornar importante para os artistas brasileiros: conhecer o evento, observar seus talentos e estudar caminhos para uma colaboração com instituições norte-americanas.

Antes de falar sobre essa possível ponte, entretanto, ele fez questão de explicar por que o Baryshnikov Arts não deve ser confundido com uma escola ou companhia de balé.

“A missão do centro é proporcionar oportunidades para diferentes formas de arte e para artistas que precisam desenvolver uma ideia ou um trabalho.

Podem ser coreógrafos, atores, diretores, músicos ou outros criadores. Nós oferecemos espaço e condições para que eles consigam reunir esse trabalho e sair de lá com alguma coisa sólida”, afirma.

É uma continuação coerente da trajetória de Baryshnikov. Depois de uma carreira que atravessou o Kirov, o American Ballet Theatre, o New York City Ballet, o cinema, o teatro e a dança contemporânea, ele passou a empregar seu prestígio na criação de oportunidades para outros artistas.

Aos 78 anos, permanece fundador e diretor artístico do centro e, segundo Di Dio, acompanha os projetos, conversa com os residentes e compartilha sua experiência.

“Misha ama as artes de coração. É inspirador vê-lo envolvido, conversando com os artistas, contando sua história e continuando tão relevante para o mundo atual.

É fácil pensar nele apenas como bailarino e ícone da dança, mas é importante que o mundo conheça também essa organização que ele criou. Esse é o seu legado.”

A própria trajetória de Carlo Di Dio ajuda a explicar por que ele foi chamado para participar dessa construção. Formado pela Escola de Balé do Teatro San Carlo, em Nápoles, ele dançou em companhias italianas e norte-americanas, tornou-se primeiro bailarino na Califórnia e dividiu o palco com nomes importantes da dança internacional.

Quando decidiu deixar a carreira, não seguiu o caminho mais previsível de se tornar exclusivamente professor, ensaiador ou diretor artístico.

Di Dio estudou administração, concluiu um MBA e foi trabalhar com estratégia e consultoria na PwC. A mudança, que poderia parecer um abandono da arte, nasceu justamente do desejo de compreender por que algumas instituições sobrevivem e outras desaparecem.

“Não acho que exista algo mais bonito do que estar no palco e sentir o público, mas, com o tempo, percebi que também me inspirava criar as condições necessárias para que as artes cresçam e permaneçam.

A pergunta passou a ser: como construir uma organização artística capaz de oferecer oportunidades não somente durante uma temporada, mas por gerações?”, conta.

Foi por isso que ele entrou para a consultoria. “Muitas pessoas pensaram que eu havia deixado a dança porque queria trabalhar no mundo corporativo.

Na verdade, foi o contrário. Entrei para uma empresa global porque queria entender como grandes organizações operam, como as decisões estratégicas são tomadas, como elas se sustentam e quais modelos desenvolvem. Eu não deixei as artes. Apenas ampliei a maneira como poderia servi-las.”

O legado de Baryshnikov vai muito além da dança - Divulgação

Para Di Dio, a disciplina adquirida no balé continua determinando sua atuação. A dança lhe ensinou liderança, responsabilidade, adaptação e trabalho coletivo, qualidades tão importantes em uma sala de reuniões quanto diante de uma plateia. Também ensinou que talento, por maior que seja, não resolve tudo.

“Minha professora dizia: ‘Carlo, aonde você não conseguir chegar com as pernas, chegue com a cabeça’. Nunca esqueci essa frase. É preciso ser inteligente porque esse será o seu diferencial. Talento não basta.”

Em Joinville, ele encontrou muito talento, mas se impressionou especialmente com o investimento feito para que crianças e adolescentes consigam desenvolvê-lo. A organização, a qualidade das escolas e o envolvimento das famílias revelaram uma estrutura que, em sua opinião, já pode dialogar com instituições internacionais.

O próximo passo será transformar essa impressão em um plano concreto. Entre as alternativas discutidas estão intercâmbios, cursos intensivos nos Estados Unidos, residências para coreógrafos e a vinda de artistas e professores ao Brasil.

As dificuldades atuais para a obtenção de vistos norte-americanos podem interferir no formato, mas não eliminam a possibilidade de colaboração.

“Vamos analisar onde existe alinhamento e qual é a melhor maneira de oferecer essas oportunidades. Gosto do termo parceria porque ela precisa ser uma relação de 50 a 50, com riscos e benefícios para os dois lados”, explica.

Ainda é cedo para anunciar um projeto, mas a presença de Di Dio em Joinville já estabeleceu o primeiro contato. Se a ponte avançar, ela poderá aproximar jovens artistas brasileiros não apenas do nome Baryshnikov, mas daquilo que ele decidiu construir depois de se tornar uma lenda.

Afinal, preservar a cultura não significa somente guardar a memória dos grandes artistas. Significa criar as condições para que os próximos consigam existir.

“Precisamos fazer o mundo entender que a cultura é indispensável”, resume Di Dio. Essa talvez seja a ideia que melhor explique o Baryshnikov Arts e também por que a aproximação com Joinville pode ser tão importante.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 13:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Chef Paulo Machado participa do maior circuito de experiências gastronômicas do Brasil]]></title>
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				<description><![CDATA[Mato Grosso do Sul receberá na próxima semana, nos dias 13, 14 e 15, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, o evento gastronômico Mesa Ao Vivo, o maior circuito de experiências gastronômicas do Brasil e que vai integrar chefs renomados de todo o País e profissionais da cozinha sul-mato-grossense para mostrar a riqueza dos ingredientes e das tradições da região.

Representando o Estado, o chef Paulo Machado, que trabalha com a gastronomia sul-mato-grossense há 18 anos, vai ministrar uma aula-show no dia 15, a partir das 11h, em parceria com a cozinheira de tradição e artesã Albertina Terena.

Durante a aula, será apresentado o lambreado, considerado pelo chef como um dos pratos símbolos da cozinha de fronteira.

“Ele traduz, de forma muito clara, a relação histórica entre Brasil e Paraguai, unindo a tradição da carne bovina sul-mato-grossense com influências paraguaias na técnica e no modo de preparo”, resume o chef.

“O lambreado nasceu desse encontro de culturas tão característico da nossa região. Ele representa as famílias, as festas populares, as cozinhas do interior e essa convivência cotidiana entre os dois países, em que os sabores atravessam fronteiras naturalmente”, completa.

Além de ensinar o preparo, Paulo Machado sempre faz questão de, em todas as suas apresentações, contextualizar a história de cada prato, mostrando como a gastronomia ajuda a preservar tradições e contar a história de um povo.

Sobre a culinária de Mato Grosso do Sul, o chef afirma que é resultado do encontro entre as culturas indígena, pantaneira e de fronteira e menciona o Corredor Bioceânico, previsto para entrar em funcionamento a partir do próximo ano, o que deve intensificar a “vocação fronteiriça” do Estado.

“O Corredor Bioceânico é muito mais do que uma rota logística, representa um grande corredor de integração cultural entre Brasil, Paraguai, Argentina e Chile, aproximando povos, tradições e gastronomias.

Historicamente, as grandes rotas comerciais sempre foram também rotas de circulação de ingredientes, técnicas de cozinha e culturas alimentares”, explica.

JANTAR MAGNO

Também no dia 15, a partir das 20h, no Hotel Slaviero Prime Campo Grande, Paulo Machado participará do Jantar Magno Origens 67, com nomes de destaque da gastronomia local e nacional. Na ocasião, o chef apresentará o vori-vori de pato, uma releitura contemporânea de um dos pratos mais emblemáticos do Paraguai.

“O vori-vori sempre fez parte das minhas lembranças de infância, das viagens para Ponta Porã e das refeições compartilhadas com amigos em Assunção”, comenta o cozinheiro.

A versão que será apresentada mantém a essência do prato, mas traz ingredientes e técnicas que dialogam com a cozinha pantaneira e com a gastronomia contemporânea, sendo servido com gema curada e pato defumado.

MESA AO VIVO

O evento Mesa Ao Vivo Mato Grosso do Sul terá entrada gratuita e uma programação voltada para quem gosta de cozinhar, aprender e conhecer mais sobre a gastronomia de Mato Grosso do Sul, com o tema “Sabores do Mato Grosso do Sul: uma cozinha que nasce do Pantanal, das fronteiras e da biodiversidade”. 

As inscrições são realizadas pelo site: https://www.prazeresdamesa.com.br/mesa-mato-grosso-do-sul, onde também podem ser adquiridos os convites para o Jantar Magno.

NOVO LIVRO

Paulo Machado prepara ainda para este ano o lançamento de seu novo livro de receitas, “Rota Gastronômica Pantaneira – Edição Águas”, um projeto que reúne anos de pesquisa sobre a gastronomia de Mato Grosso do Sul e a relação da nossa cozinha com os rios, o Pantanal e as comunidades que vivem nesse território.

O livro vai reunir dezenas de receitas, relatos de viagem, curiosidades, personagens e ingredientes que fazem parte da construção da cozinha pantaneira.

“É um convite para conhecer Mato Grosso do Sul por meio da gastronomia, mostrando que cada prato carrega um pedaço da nossa história, da nossa biodiversidade e da nossa cultura”, resume o chef.

Machado explica que muito mais do que ensinar receitas, quer contar a história de pratos que representam a identidade da nossa fronteira e a riqueza cultural do povo de Mato Grosso do Sul.

“Estou muito animado com esse lançamento e tenho certeza de que será uma obra importante para valorizar ainda mais a gastronomia pantaneira e inspirar novas gerações a conhecerem e preservarem esse patrimônio”, finaliza.

O projeto foi desenvolvido com apoio do Fundo de Investimentos Culturais (FIC), da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul. Apesquisa teve apoio da Fundtur MS e do Sebrae.

Uma das receitas presentes no livro é o lambreado. Confira a receita acima.

LAMBREADO DE CARNE

Por chef Paulo Machado

O lambreado é uma das receitas mais tradicionais de Porto Murtinho, na fronteira entre Brasil e Paraguai. Simples, saboroso e cheio de memória afetiva, consiste em um bife envolto por uma massa leve e frito lentamente até ficar dourado por fora e extremamente suculento por dentro.

O chef Paulo Machado gosta de servir a iguaria com um vinagrete fresco de cebola e tomate. O lambreado é um prato muito tradicional das pescarias e das viagens pelo interior do Estado, carregado de histórias e memórias afetivas. “Não dá para ir para Porto Murtinho ou para fronteira e não provar um lambreado”, comenta o chef.

Lambreado de Carne - Foto: Elis Regina

Ingredientes:

Para a carne


	6 bifes de contrafilé, fraldinha ou coxão mole;
	Suco de 1 limão;
	3 dentes de alho amassados;
	Sal a gosto;
	Pimenta-do-reino a gosto;
	Cominho a gosto.


Para a massa


	2 xícaras (chá) de farinha de trigo;
	3 ovos;
	1 pitada de sal;
	Água morna (o suficiente para dar o ponto).


Para fritar


	Óleo vegetal.


Modo de Preparo:

> Tempere os bifes com limão, alho, sal, pimenta-do-reino e cominho. Misture bem e deixe descansar por cerca de 20 minutos a 30 minutos para absorver os sabores;

> Em uma tigela, misture a farinha de trigo, os ovos e o sal. Acrescente a água morna aos poucos, mexendo sempre, até obter uma massa lisa e fluida, semelhante à de panqueca;

> Aqueça o óleo em fogo médio. O segredo do lambreado é não deixar o óleo excessivamente quente: a massa precisa cozinhar lentamente para ficar dourada e macia, sem queimar;

> Passe cada bife rapidamente pela massa, cobrindo toda a superfície, e leve imediatamente para fritar. Doure dos dois lados até que a massa esteja crocante e a carne cozida no ponto desejado;

> Escorra sobre papel-toalha e sirva imediatamente.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 08:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Na corrida pelo governo do Estado, o candidato petista ....leia na coluna de hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[Na corrida pelo governo do Estado, o candidato petista afirma que entrou na disputa para pôr fim à permanência do mesmo grupo político no comando de Mato Grosso do Sul. Segundo ele, o modelo se esgotou. O discurso é direto e busca explorar o desejo de mudança.

Curiosamente, a crítica não se estende ao cenário nacional, em que o PT acumula anos no poder do País. A diferença de régua chama atenção. Na política, pelo visto, a fadiga do poder depende do endereço. E dê-lhe!...



A programação do Mesa ao Vivo, o maior evento gastronômico de Campo Grande, que será realizado nos dias 14 e 15, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, tem programação paralela para os paladares mais exigentes.

No dia 13, às 20h, a Tasto Forneria & Pizzaria Napolitana recebe a Pizza dos Chefs, uma noite com rodízio de pratos autorais preparados por Cadu Evangelisti, Mohamad Hindi, Mara Salles, Ivan Achcar e Igor Yukio, além de DJ.

Depois acontecerão os Jantares Magnos, quando chefs convidados vão preparar menus exclusivos em parceria com restaurantes da Capital. No dia 14, o jantar será no Território Ristorante, com Rodrigo Oliveira, Ian Baiocchi, Flávia Quaresma, Marcos Livi, Jefferson Rueda (Casa do Porco) e Fábio Hasegawa.

Já no dia 15, o Origens 67, no Hotel Slaviero, recebe Paulo Machado, Mara Salles, Jessica Trindade, Mohamad Hindi, Cadu Evangelisti e Indiara Múcio.

As reservas deverão ser feitas no site do evento (@mesaaovivo.ms) ou nos contatos dos respectivos restaurantes..

Colunista Jhoseff Bulhões, comemorando graduação em Jornalismo / Arquivo Pessoal 

 

Lê Mendonça / Divulgação 

Especulações

Em MS, continua movimentando os bastidores da política a decisão do senador Nelson Trad Filho de integrar a chapa de Reinaldo Azambuja como suplente.

Entre as especulações, há quem aposte num acordo para disputar a Prefeitura de Campo Grande em 2028. Outra hipótese é que Trad assuma o Senado caso Reinaldo deixe o mandato para concorrer ao governo do Estado em 2030.

Oficialmente, nada confirmado.

Carona

O transporte dos universitários em Nova Alvorada do Sul entrou na rota da Câmara Municipal. Foram coletadas as assinaturas necessárias para instaurar CPI que vai investigar o convênio entre a prefeitura, a associação dos estudantes e a empresa responsável pelo serviço.

A comissão promete colocar o contrato no banco dos réus. Agora, resta saber se a investigação chegará ao destino ou ficará parada no acostamento da política.

Expectativa

Para o Dia dos Pais, o comércio prevê aumento nas vendas este ano. Pesquisa da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande aponta que 76% dos empresários esperam faturar mais do que no ano passado.

A maior parte projeta crescimento de até 20%, enquanto apenas 6,6% preveem queda.

Aniversariantes

@@NOTICIA_GALERIA@@

SÁBADO (8)

Sônia da Cunha Urt
Roberto Perez Filho
Eunice de Macedo Marques Dal Lago Rodrigues
Celso Ivanoe Salina
Lygia Martins Lugo
Fabiana Casavechia Grando
Mario Yasujiro Higa
Sebastião Correa da Luz
Geraldo Raimundo
Luiz Araújo Teixeira
Marcia Atanasio Fontoura Davalos
Luís Ângelo Scuarcialupi
Sidnei Antônio Arioza
Miguel Vieira da Silva
Aparecida Pedraza dos Santos
Débora Carvalho Queiroz
Placedes Sanches Silva
Rejane Terezinha Pereira Machado
Samuel Leite de Oliveira
Nayara Naulin
Claudemiro Marjotto
Felipe Ricchetti Fernandes Vitória
Maria Auxiliadora Cestari Baruki Neves
Ana Mirian Balaniuc Vilela
Milton Mori
Maria Inêz Corrêa da Costa
Eduardo Augusto Fontoura de Freitas Raslan
Dr. Ariel Farias da Silva
Josephina Abussafi Salomão
Lucas Silva Fernandes
Vaneide Vieira Barros
Valeska Vendramin Guimarães Vilela
Valdecir Catanho da Silva
Cláudio Watanabe Yamazaki
Murilo Tebet Thomé
Eduardo José da Costa
Bernardo Jansen Filho
Jair Bispo da Silva
Odete Guimarães Gonçalves
Marly Loubet da Rosa
Rogério Fernandes Reinalde
Luiz Pinto Tinoco
Elina Kamiya Malheiros
Silvia Helena Bitencourt
Hélio Peixoto do Espírito Santo
Frank George de Lima Corpa
Dra. Rejane da Costa Lessa
Heitor Torraca de Almeida
Fernando Otávio Ramos da Câmara
Tiago Wogston Coelho
Geovana Almeida Harada
Neli Tacla Saad
Dra. Dagma Paulino dos Reis
Carlos Eduardo Rigon Andrighetto
Elizeu Fernandes Bazanela
Ricardo Martins Pereira
Tereza da Costa Rosa
Miriam de Arruda
Sônia Maria Matos Leite
Edson Santos Rondon
Ivo de Goes Peixoto
Maria Cristina Pereira
Lúcia Helena Gomes
Teruo Tamai
Roberto Carlos Ferreira
Vivianne Fonseca
Liliam Cabral Mendonça
Mariza Ritz Moreira
Celanira Loubet Netto
Giullianna Santos Lima
Dra. Marien Alle Escandar
Antonio Bosco Bertoni
Silvia Sueko Makiyama
José de Alencar Santelli
Simone Yumi Endo
Jairo Morettini
Luiz Mário Pereira Rondon
Tiago Luppi Piva
Patricia Taques Rabacov Alonso Costa
Renata Faria de Souza

DOMINGO (9)

Luzia Gonçalves Kuntzel
Anailza Xavier Bento
Helita Barbosa Serejo Lemos Fontão
Zilda Vieira de Souza Hecht
Aldemir Almeida
Gustavo José Remião Maciel
João Moreira dos Santos
Maristela Santos Pereira
Dr. Adalto Marques da Costa Felix
Andreia Priscila Mateus
Karoline Silva Penteado
Dr. João Siufi Neto
Senise Freire Chacha
Gabriel Maciel de Souza
Higor Maciel de Souza
Glauber Xavier Mieres
Dagmar Cartezani Lopes
Jair Defende
Itamar Maciel de Rezende
Carmen Juliana Ascenço Araújo
Karlos César Fernandes
Luiz Henrique Molina Soares
Ernesto Antonio Figueiró Filho
Maristela Pereira da Rosa
Dra. Edna Yoshiko Ide Kohatsu
Carolina Maria Freire de Barros
Aline Cristina Silva Martins
Marcolina Ferreira dos Santos
Daniela Alves Chacha
Elmo Assis Corrêa
Walmir Gabriel Ortega
Mauro Polizer
Márcia Helena Santos Pereira
Olavo Castro Lemos
Edna Miranda de Amorim
Gustavo Bruneta dos Santos
Valdir Sader Gasparotto
Dalila Araujo Garcia
Emilio Cruz Fontanilhas
Dilso Sperafico
Limirio Taveira de Rezende
Nilo Curty Bon
Marinice Nunes Pontes
Valdemar Pimenta

Colaborou Tatyane Gameiro 
José Amâncio de Sousa Filho
Edes Ribeiro
Maria de Fátima Valadares
Dr. Luís Felipe Antunes Ribeiro
Márcia Lopes da Silva
João Nelci Lukenczuk
Maria Esther Espíndola
Francisco Rafael Militão Moraes
Dra. Maria Rita Barbato Meneghelli
Dra. Elza Rutter Albuquerque Marks
Marcos Roberto Cação
Márcio Bertin
Cláudio Alberto Andrino
Maria Dolores Zardim
Aldione Garcia de Oliveira
Gabriel Ávila
Lourdes Grillo Carvalho
Fátima Martins Cantero
Marlei Fátima Lara
Kátia de Brito Lopes
Antônio Lopes Leal
Ivan Jonair Farah
Eduardo Espíndola Braud Martins
Isabel Doering Muxfeldt
Alain Charles Edouard Moreau
Celia Mendes Mourão
Daniel Peroza Olegário
Hirone Sakae Damno
Glaucia Regina Piteri
Gustavo Estadulho Lucarelli
Gesianne de Cassia Damasceno Pereira
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Estreia de 'Vital  O Musical dos Paralamas' faz público celebrar a amizade]]></title>
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				<description><![CDATA[Estreado na última noite no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo, o espetáculo "Vital – O Musical dos Paralamas" é um daqueles dignos de agradar até mesmo quem não é fã de musicais.

Ao longo de duas horas de apresentação, os intérpretes são capazes de levar o público do riso ao choro – e do choro ao riso – de uma cena para outra. Os momentos de maior tensão da história são contrapostos pela exuberância da emoção do público, que é levado a cantar e dançar pelo auditório.

Afinal, como defende Rodrigo Salva, intérprete de Herbert Vianna, o teatro é do público, feito pelo público e para o público.

A estreia em Campo Grande confirmou o sucesso da montagem vencedora do Prêmio APTR de Melhor Musical Brasileiro. Depois de temporadas consagradas no Rio de Janeiro e em São Paulo e de uma turnê por diversas cidades do País, "Vital" chegou à Capital sul-mato-grossense para mostrar que a história de Os Paralamas do Sucesso vai muito além dos palcos e dos discos: trata-se, acima de tudo, da amizade entre Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone, construída ainda na adolescência e preservada ao longo de mais de quatro décadas.

MAIS QUE UMA BIOGRAFIA

Dirigido por Pedro Brício, com texto de Patrícia Andrade e direção musical de Daniel Rocha, o espetáculo foge da estrutura tradicional das biografias musicais.

Em vez de seguir uma ordem cronológica, a narrativa acompanha as lembranças dos personagens, alternando passado e presente. A memória conduz a história, aproximando momentos de sucesso, conflitos, descobertas e superação.

Entre os episódios retratados estão os primeiros ensaios da banda, a ascensão durante os anos 1980, a consolidação como um dos principais grupos do rock brasileiro e o grave acidente de ultraleve sofrido por Herbert Vianna em 2001, um dos momentos mais emocionantes da montagem.

Também ganha destaque a figura de José Fortes, empresário da banda desde o início da carreira e frequentemente apontado pelos próprios músicos como o "quarto Paralama".

HOMENAGEM APROVADA

Um dos grandes diferenciais de "Vital" é que a produção contou com a participação dos integrantes da banda durante o processo de criação.

Segundo Franco Kuster, que interpreta João Barone, os músicos acompanharam os ensaios e contribuíram para dar legitimidade à homenagem.

"É uma responsabilidade enorme falar de pessoas que estão vivas e continuam fazendo shows. Eles estiveram muito presentes durante o processo, assistiram ao espetáculo várias vezes e isso enriqueceu muito o nosso trabalho", afirmou.

O ator relembra que José Fortes acompanhou uma das primeiras leituras do musical antes da estreia oficial.
"Nós estávamos muito apreensivos porque aquele era um momento importante. Quando ele assistiu, ficou muito emocionado. Aquilo deu uma segurança enorme para todo mundo", contou.

Para o elenco, a proximidade com os artistas retratados tornou possível construir personagens mais humanos do que caricatos.

"A gente pôde olhar nos olhos deles e agradecer pela obra que construíram. Fazer uma homenagem em vida é muito importante", acrescentou.

RENOVAÇÃO

A temporada de 2026 marca também a chegada de Arthur Berges ao papel de Bi Ribeiro.

O ator foi escolhido após uma seleção nacional realizada de forma virtual. Ele gravou cenas, interpretou uma música dos Paralamas e precisou aprender o repertório de baixo exigido pela produção.

"Eu já conhecia o musical e sempre tive vontade de participar. Quando surgiu essa oportunidade, gravei os testes sem criar muita expectativa, porque imaginava que escolheriam alguém do Rio de Janeiro. Quando fui aprovado, fiquei muito feliz", contou o estreante.

Apesar de entrar em um espetáculo que já estava consolidado havia dois anos, Berges conta que foi recebido de forma acolhedora pelos colegas.

"Eles me abraçaram desde o primeiro dia. Essa troca acaba trazendo um frescor para a peça", afirma.

CAMPO GRANDE NO ROTEIRO

Para boa parte do elenco, esta também foi a primeira oportunidade de conhecer Campo Grande.

Antes da estreia, os atores passaram pelo Mercado Municipal, experimentaram produtos regionais e aproveitaram para conhecer um pouco da cultura sul-mato-grossense.

"Como artista, poder conhecer outras cidades e outras culturas é uma das melhores partes da turnê", destacou Rodrigo Salva.

Arthur Berges também elogiou a receptividade da Capital.

"Estou adorando a cidade. Ainda tivemos pouco tempo para conhecer tudo, mas já fomos ao Mercadão, compramos erva para tereré e queremos conhecer a Feira Central."

MÚSICA AO VIVO

Ao longo de aproximadamente duas horas, o espetáculo apresenta mais de 30 canções que marcaram diferentes fases da carreira dos Paralamas.

Clássicos como "Vital e Sua Moto", "Meu Erro", "Óculos", "Alagados", "Lanterna dos Afogados", "Busca Vida", "Romance Ideal" e "Tendo a Lua" aparecem integrados à narrativa.

Os atores também executam instrumentos ao vivo durante diversas cenas, reforçando a sensação de que o público assiste, ao mesmo tempo, a uma peça teatral e a um grande show de rock.

Essa combinação ajuda a explicar a reação da plateia na estreia. Em diversos momentos, o público acompanhou as músicas em coro, aplaudiu ainda durante as cenas e transformou o teatro em uma extensão dos shows que fizeram dos Paralamas uma das bandas mais importantes da música brasileira.

SERVIÇO

Vital – O Musical dos Paralamas
Data: Hoje
Horário: 20h
Local: Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo – Parque dos Poderes
Duração: 1h50
Classificação indicativa: 12 anos
Ingressos: disponíveis pelo Sympla
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 09:15:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Fim de semana reúne literatura, muito teatro e mais]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/fim-de-semana-reune-literatura-muito-teatro-e-mais/470780/</link>
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				<description><![CDATA[A agenda cultural de Campo Grande promete um fim de semana movimentado, com opções para todos os gostos e idades. A programação reúne lançamentos literários, espetáculos teatrais premiados, teatro musical, eventos de cultura geek, atrações infantis, festas e atividades gratuitas espalhadas por diferentes regiões da Capital.

Entre os destaques estão o lançamento do novo livro do escritor Henrique Pimenta, a passagem do musical “Vital – O Musical dos Paralamas”, a temporada de “A Última Sessão de Freud”, o retorno do Teatro no Bosque e a programação do evento Parada Nerd Pocket.

Confira a seguir as principais atividades do fim de semana.

LITERATURA

A programação do fim de semana começa hoje, às 18h, na Hámor Livraria, com o lançamento de “Atirei Uma Pedrinha na Lagoa Mansidão”, novo livro de contos do escritor Henrique Pimenta, publicado pela editora Mondrongo.

A obra encerra a chamada “trilogia do horror urbano”, em que o autor utiliza humor e ironia para retratar personagens inspirados no cotidiano de Mato Grosso do Sul. O lançamento será mediado pelos escritores Isloany Machado e Flavio Rocha.

Radicado em Campo Grande desde 1995, Henrique Pimenta chega ao sexto livro publicado. Entre seus trabalhos mais conhecidos está “Ele Adora a Desgraça Azul”, vencedor dos prêmios Guavira de Literatura e Leia.

TEATRO

Entre hoje e domingo, o Teatro Glauce Rocha recebe “A Última Sessão de Freud”, espetáculo estrelado por Odilon Wagner e Marcello Airoldi.

Inspirada no texto de Mark St. Germain, a peça imagina um encontro entre Sigmund Freud e C. S. Lewis para discutir fé, ciência, razão e os dilemas da existência. Após a estreia de hoje haverá um debate gratuito com os atores e especialistas em psicologia e psicanálise. Os ingressos estão disponíveis pelo Sympla.

Também seguem hoje as apresentações de “Três Vírgula Quatro Graus na Escala Richter”, montagem da Cia. Ofit que retorna aos palcos do Sesc Teatro Prosa discutindo relações familiares, silêncios e afetos.

O espetáculo integra as comemorações pelos 20 anos da companhia. A entrada é gratuita mediante a retirada de ingressos pelo Sympla.

O Sesc Teatro Prosa também recebe, amanhã, às 16h, o espetáculo “Gran Finalle”, da Cia. Pisando Alto.

A montagem mistura humor, palhaçaria e técnicas circenses para contar a história de um casal de idosos que revive memórias do universo do circo.

A entrada é gratuita mediante a retirada de ingressos pelo Sympla.

TEATRO MUSICAL

MUSICAL “Paralamas do Sucesso” - Montagem acompanha a trajetória de Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone com apresentação de mais de 30 sucessos da banda
Foto: Divulgação

O premiado “Vital - O Musical dos Paralamas” desembarcou em Campo Grande para apresentações no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo.

A montagem acompanha a trajetória de Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone com apresentação de mais de 30 sucessos da banda, como “Meu Erro”, “Lanterna dos Afogados”, “Alagados” e “Óculos”.

A estreia em solo sul-mato-grossense ocorreu na noite de ontem, mas ainda há uma sessão hoje às 20h. Os ingressos estão disponíveis pelo Sympla.

MÚSICA

Quem prefere música eletrônica pode aproveitar a nova edição da LOVE, festa que acontece amanhã, das 16h à meia-noite, no Parque Laucídio Coelho.

A programação reúne os DJs Diogo Bacchi, Cegonha, Nathalia Albuquerque e Tommy Menegazo em uma proposta que combina house music, pôr do sol e experiências ao ar livre.

Os ingressos estão disponíveis pelo Sympla.

CULTURA GEEK

GEEK Parada Nerd - Evento reúne campeonatos de games, concurso de cosplay, oficinas, palestras, artistas independentes e atrações
Foto: Leiliane Assis

A Feira Central recebe até domingo o evento Parada Nerd Pocket, com entrada gratuita.

O evento reúne campeonatos de games, concurso de cosplay, oficinas, palestras, artistas independentes e atrações voltadas ao universo geek.

Entre os destaques estão os dubladores Bruno Sangregório e Luana Stteger, que participam de bate-papo e sessão de autógrafos amanhã.

Também fazem parte da programação campeonatos de Tekken 8, Street Fighter 6, Fatal Fury: City of the Wolves e, pela primeira vez, um torneio oficial de Beyblade X.

PROGRAMAÇÃO INFANTIL

O Shopping Bosque dos Ipês retoma neste domingo o projeto Teatro no Bosque, oferecendo apresentações teatrais e oficinas artísticas gratuitas.

A estreia será com o espetáculo “Canta e Conta: Histórias Divertidas de Animais”, seguido de oficina de desenho ministrada por Rafael Mareco.

As atividades são gratuitas, mas exigem inscrição antecipada pelo Sympla.

SHOPPING

O Shopping Campo Grande preparou uma programação especial para o fim de semana, reunindo atrações para todas as idades.

Entre elas estão os últimos dias da experiência temática de Ladybug e Cat Noir, os parques Yupp Play e Yupp Experience, o Festival Japão-Coreia e a programação do Cinemark, oferecendo opções para famílias que desejam celebrar o Dia dos Pais juntas.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 08:10:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Morre Luis Pedro Scalise, artista e arquiteto que transformou a paisagem cultural do Estado]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/morre-luis-pedro-scalise-artista-e-arquiteto-que-transformou-a/470779/</link>
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				<description><![CDATA[Morreu na tarde de ontem, aos 58 anos, em Campo Grande, o arquiteto, artista plástico, designer e cenógrafo Luis Pedro Scalise, um dos principais nomes da produção artística e arquitetônica de Mato Grosso do Sul.

Dono de uma trajetória de mais de três décadas, ele construiu uma carreira que ultrapassou as fronteiras entre arte, arquitetura e comunicação, deixando sua assinatura em espaços emblemáticos da Capital e em projetos realizados no Brasil e no exterior.

Scalise estava internado em estado grave na unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital Unimed, em Campo Grande. Nos últimos dias, familiares haviam informado que ele apresentava boa resposta ao tratamento e pediram orações por sua recuperação. A causa da internação não foi divulgada.

Ao longo de mais de 35 anos de atuação, consolidou um estilo próprio, caracterizado pelo uso intenso das cores, pela cenografia, pelo diálogo entre diferentes linguagens e pela valorização da identidade como elemento central da criação.

Seu trabalho transitou por artes plásticas, arquitetura, urbanismo, design de interiores, cenografia e comunicação visual, tornando-o uma das figuras mais reconhecidas da produção cultural sul-mato-grossense.

VOCAÇÃO

Natural de Florianópolis (SC), Luis Pedro Scalise encontrou em Mato Grosso do Sul o lugar onde desenvolveu praticamente toda a sua carreira. A relação com a arte começou muito cedo.

Autodidata, pintou seu primeiro quadro aos 3 anos de idade e, ainda criança, passou a frequentar o ateliê da artista plástica Inês Corrêa da Costa, que havia sido discípula de Candido Portinari.

O talento precoce logo chamou atenção. Em 1980, tornou-se o mais jovem integrante da associação de artistas plásticos de Mato Grosso do Sul, iniciando uma trajetória que o levaria a participar de inúmeras exposições individuais e coletivas ao longo das décadas seguintes.

As experiências vividas em diferentes estados brasileiros e, posteriormente, em diversos países ampliaram seu repertório estético e ajudaram a construir uma linguagem artística facilmente reconhecida.

Em suas telas, as cores vibrantes e os elementos lúdicos conviviam com referências arquitetônicas, culturais e afetivas, compondo um universo visual muito particular.

MÚLTIPLAS ARTES

A criatividade presente nas telas encontrou continuidade na arquitetura. Em 1990, Scalise se formou em Arquitetura e Urbanismo pelo Centro de Ensino Superior de Campo Grande (Cesup), atual Uniderp.

A partir daí, passou a desenvolver projetos que chamaram atenção pela originalidade e a capacidade de transformar espaços em experiências sensoriais.

Seu trabalho alcançou projeção internacional. Atuou em países como Emirados Árabes Unidos, incluindo Dubai e Abu Dhabi, Catar e Jordânia. Também viveu temporadas na Itália, na França e nos Estados Unidos, experiências que influenciaram diretamente sua produção artística e arquitetônica.

Durante a carreira, figurou entre os 100 arquitetos mais atuantes do Brasil e consolidou seu nome em diferentes segmentos da arquitetura, especialmente na criação de bares, restaurantes, espaços temáticos e projetos comerciais.

PROJETOS MARCANTES

Grande parte da memória afetiva da vida noturna de Campo Grande passa pelas mãos de Luis Pedro Scalise.

Entre seus projetos mais emblemáticos está o Pele Vermelha, inaugurado em 2002. Considerado pelo próprio arquiteto uma de suas obras mais importantes, o espaço rompeu padrões ao reunir uma floresta cenográfica, esculturas, elementos cênicos e até a carcaça de um avião suspensa na decoração.

Scalise costumava destacar que o Pele Vermelha foi o primeiro bar da Capital concebido desde o terreno exclusivamente para funcionar como casa noturna, em um período em que praticamente todos os estabelecimentos do gênero funcionavam em residências adaptadas.

Outra criação marcante foi o Grous Bar, no Jardim dos Estados, cuja estrutura remetia a um grande ninho, conceito que se tornou um dos diferenciais do projeto arquitetônico.

Também levam sua assinatura estabelecimentos como Valley, Valley Pub e Valley Tai, além de diversos bares e restaurantes em Campo Grande, Cuiabá, Goiânia e cidades do interior paulista.

Sua atuação ajudou a consolidar uma nova forma de pensar a arquitetura comercial, unindo funcionalidade, cenografia e narrativa visual.

Outro projeto que entrou definitivamente para a memória da população foi a Casa do Papai Noel.

Criada no fim da década de 1990 em sua própria residência, no Jardim dos Estados, a decoração natalina se transformou rapidamente em uma das principais atrações de fim de ano da Capital.

Inspirada na arquitetura germânica, a casa recebia milhares de visitantes a cada edição. Em 2005, segundo números divulgados pelo próprio arquiteto, mais de 148 mil pessoas passaram pelo espaço, que chegou a reunir 48 ambientes cenográficos cuidadosamente planejados.

Para muitas famílias campo-grandenses, visitar a Casa do Papai Noel se tornou tradição, reforçando o caráter afetivo presente em grande parte da obra de Scalise.

RECONHECIMENTO

A originalidade de seu trabalho também ganhou projeção nacional.

Em 2012, foi convidado pela Disney para criar um ambiente temático durante a Casa Cor São Paulo, por ocasião do lançamento do filme “Valente” no Brasil.

Inspirado na princesa Merida, o espaço de 58 metros quadrados reunia referências medievais, móveis exclusivos desenhados pelo arquiteto e até uma passagem secreta, evidenciando sua habilidade em unir arquitetura e narrativa.

No ano passado, quando completou 35 anos de carreira, recebeu uma homenagem do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Mato Grosso do Sul (CAU-MS) e do Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento de Mato Grosso do Sul (IAB-MS), em reconhecimento à contribuição deixada para a arquitetura, a cenografia e o design.

Na ocasião, amigos, colegas e profissionais celebraram uma trajetória marcada pela inovação e a construção de uma identidade própria.

PARTICIPAÇÃO NO CORREIO DO ESTADO

Além das telas e dos projetos arquitetônicos, Luis Pedro Scalise também encontrou espaço para compartilhar sua sensibilidade com os leitores do Correio do Estado.

   Ilustrações feitas por Luis Pedro Scalise para a coluna artística Mãos que Falam, do Correio do Estado - Fotos: Reprodução 

Em julho de 2018, passou a assinar a coluna Mãos que Falam, publicada em formato impresso e, posteriormente, expandida para as redes sociais.

O projeto reunia desenhos, frases, música e recursos tecnológicos para transmitir mensagens de afeto, reflexão e esperança.

Segundo o artista contou ao Correio do Estado na época do lançamento, a iniciativa nasceu de maneira espontânea durante a Páscoa, quando decidiu enviar desenhos personalizados a amigos.

A repercussão positiva fez com que continuasse produzindo novas ilustrações, incorporando trilhas sonoras e animações em vídeo, inicialmente no Instagram e depois no YouTube.

Mãos que Falam sintetizava uma característica presente em toda sua obra: a capacidade de integrar diferentes linguagens em uma única experiência artística.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 08:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Tem candidato que descobriu um novo conceito de lotação para, digamos... Leia na coluna de hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[Jey Leonardo - Escritor Brasileiro

"A verdadeira força é ser vulnerável. É reconhecer que você não pode ser forte o tempo todo. E não ter medo nenhum disso”.

FELPUDA

Tem candidato que descobriu um novo conceito de lotação para, digamos, tentar impressionar o distinto eleitorado. Publicou nas redes sociais que reuniu milhares de apoiadores, esquecendo convenientemente de informar que o público era o somatório de todas as siglas presentes na convenção conjunta. Na fotografia, parecia um ato monumental; na realidade, era um evento coletivo. Como observou um experiente analista da política: “Se a criatividade começa antes da campanha, imagine depois da posse”. Convém manter a calculadora por perto.



Ameaça?

Nos bastidores, há quem diga que a maior ameaça à reeleição de Camila Jara (PT) à Câmara Federal pode estar dentro do próprio campo aliado. O nome citado é o vereador Marcos Trad, do PV, que tem forte base eleitoral em Campo Grande, onde está o maior número de eleitores.

Mais

Marcos também carrega outro ingrediente político: é irmão de Fábio Trad, candidato do PT ao Governo de MS. Em eleição, parentesco, base eleitoral e votos costumam formar combinação nada desprezível.  Assim sendo...

Dra. Viviane Nogueira Orro - Foto: Arquivo Pessoal

 

Eleonora Perez - Foto: André Ligeiro

Escada 

Alguns protegidos crescem à sombra de grandes lideranças, ganham musculatura e depois descobrem que caminhar sozinhos é muito mais conveniente. São candidaturas descompensadas, com 99% de apoio anunciado e 1% de compromisso efetivo com quem abriu portas e segurou a escada. Na eleição seguinte, porém, a memória dos padrinhos costuma voltar rápido que só. E aí protegido descobrirá que escada também  se recolhe. Vai vendo...

Otimistas

A escolha do deputado federal Alfredo Gaspar para compor a chapa presidencial de Flávio Bolsonaro foi recebida com entusiasmo pelos bolsonaristas de MS. Nos bastidores, a avaliação é de que o PL acertou ao escalar nome com trajetória no Ministério Público e forte discurso na área da segurança pública. Gaspar ganhou projeção nacional como relator da CPMI do INSS. Entre aliados, a chapa já é tratada como “puro-sangue”.

Dilema

A Justiça agora terá uma missão incomum: decidir se um pai poderá passar o Dia dos Pais com os filhos. Jair Bolsonaro pediu ao STF autorização para receber Carlos, Flávio e Jair Renan em casa, onde cumpre prisão domiciliar. O pedido é tratado como de caráter humanitário, enquanto seguem em vigor as restrições impostas ao ex-presidente. O episódio coloca sobre a mesa um dilema que vai além do processo: onde termina o rigor da decisão judicial e começa a dimensão humana? No fim, uma simples visita familiar ganhou status de questão constitucional.

ANIVERSARIANTES


	Rita Terezinha de Queiroz Figueiredo, 
	Bruno Pagani Quadros,   
	Acy Mary Corrêa Gregol Dib, 
	Dr. Claudionor Miguel Abss Duarte, 
	Pauline Zanardo,
	Auzenete Vinagre Franjotti,
	Lauro Miyahira,
	Maurici Aparecida de Moura França,
	Joaquim Ângelo Lopes de Souza,
	Rose Mary Guidi, 
	Dr. João Luiz Pinheiro,
	Dr. Francisco José Soares Barroso, 
	Luiz Antônio de Jesus Saran,
	Maria Aucinéia de Souza,
	Anecy de Almeida Lopes,
	Delcina Goes Rodrigues de Souza,
	Rosângela Aparecida Guiraldelo Pasqualotto,
	Adriano Garcia Geraldo,
	Judenez Souza de Jesus,
	Liana Chianca Oliveira Noronha,
	Sônia Hiroko Suzuki,
	Eneu Fett de Magalhães, 
	Patrícia Manvailer Dias Lemos,
	Márcia Helena Hokama Razzini,
	Amilcar Silva Júnior,
	Gustavo Helder Vinholi, 
	Solange Martins Meira Damico,
	Dr. Antônio Martins França,
	Carlos Eduardo Cury, 
	Júlio Kenko Shimabukuro, 
	Rodolfo Alfredo Martin,
	Nilton José Barauna, 
	Terezinha Rubi Falco, 
	Marcia Cecília Serenza Ferreira Alves,
	Paula Cristaldo,   
	Aparecida Sirlei Casachi,
	Bernardes de Melo,
	Mário Antonio Barbosa dos Santos,
	Nilza Mont Serrat Oliveira Cirineu,
	Maria Helena Pires Boschilia, 
	Claudenir Gonçalves de Godoy,
	Tânia Marques Fogaça Souza,
	Natalie Arce de Sousa,
	Sônia Maria de Abreu Sirena, 
	Rosana Morilhas Corrêa da Costa,
	Marcos Roberto Arashiro,
	Ítalo Regis Pinto,
	Arminda Pereira de Souza,
	Alexandre Magno Calegari Paulino,
	Alfredo Kassar,
	Dr. Mário Gonzalo Alberto Araóz Siles, 
	Noêmia Ferreira Leite,
	Eneida Fernandes Barbosa,
	Osmar Morello Pacheco,
	Elizabeth de Oliveira,
	Tanner de Andrade,
	Zailda Rocha Zeola,
	Sônia Maria Azambuja de Almeida,
	Lourdes Rezende,
	Clotilde Martins Araújo,
	Cecília Kehdi Crepaldi,
	Joice Oliveira de Faria,
	Luiz Alberto Bochete,
	Nilva Aparecida de Azambuja Lopes,
	Jurandir Martins, 
	José João Rezek Júnior, 
	Mário Márcio Ribas Teixeira,
	Juruena de Barros,
	Helena Sônia Lechuga,
	Margarida Baptista dos Santos,
	Otilia Maria Garcia Rosa,
	Geise Souza Calves,
	Raimundo Barizon,
	Gilberto Vieira Veloso,
	Tânia Santana Casas,
	Guaracy de Miranda Corrêa,
	Paola da Rosa Siqueira,
	Gilson Sato,
	Mário Henrique Araújo Leite,
	Antonino Ferreira Chaves,
	Márcio Eduardo Oliveira Dias,
	Neila Maria Ferreira de Castro,
	Wilson Ribeiro Lopes,
	Ciriaca Freitas da Silva,
	Liana Andrea Takahashi,
	Sidney Antonio Arioza,
	Daura Rosa dos Reis Menezes,
	Ricardo Massaharu Kuninari, 
	Dra. Blanche Falcão Chauviere,
	Irineu Bacchi Neto,
	Patricia Simioli de Brito,    
	Elthon Thome Gomez, 
	Dra. Ivandia Pereira Gonzaga,
	André Luiz de Oliveira Costa,
	Ricardo Meirelles Bernardinelli,  
	Sheila Ione Martins de Abreu,
	Mônica Teixeira de Souza e Souza,
	Osvaldo Batista de Oliveira,
	Thaís Queiroz,
	Gabriela Muller Junqueira,
	Tânia Mara Silva Campos,
	Maurício Vieira Gois Junior,
	Adélia Gauna Lucas, 
	Margarete Junko Kurashige Kishinoto,
	Lúcia Silvana Norbuta Michels, 
	Lara Costa Viana.


Colaborou com Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Confira as melhores dicas de passeio para conhecer o Pantanal de Corumbá]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/confira-as-melhores-dicas-de-passeio-para-conhecer-o-pantanal-de/470729/</link>
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				<description><![CDATA[Destino consolidado de pesca esportiva sustentável, Corumbá é o maior município do Pantanal de Mato Grosso do Sul e surpreende o visitante com suas belezas naturais, rica cultura testemunhada pelos seus casarões e manifestações populares, como o Banho de São João e o Carnaval. 

Roteiros personalizados oferecem experiências incríveis e vivências em passeios fluviais e terrestres – caminhos que levam à focagem da onça-pintada, ao centro histórico, em águas cristalinas do Paraguai-Mirim e aos batuques dos quilombos e terreiros de umbanda.

Com mais de 73%, de acordo com o censo do IBGE, da população afrodescendente – resultado da forte dependência de mão de obra escravizada na isolada região, a partir do século 17 –, a denominada Capital do Pantanal, fundada em 1778, oferece um turismo histórico e sustentável diferenciado no Estado.

Conhecida também como Cidade Branca, a cidade cativante e hospitaleira é um museu a céu aberto, com expressivas referências do homem pantaneiro e do amor ao samba.

Seu entorno revela a maior planície alagável do mundo, que pode ser desbravada em barcos ligeiros ou cruzeiros de até cinco dias em embarcações com piscina, serviço de bordo cinco estrelas e conforto.

Visitar esse lugar abençoado pela natureza se completa com a gastronomia influenciada pelas fronteiras com a Bolívia e o Paraguai e o quebra-torto das comitivas de gado. O destino está preparado para proporcionar grandes emoções em terra ou na água, o ano todo.

Os serviços ofertados propiciam um leque de opções de pacotes turísticos acessíveis a todas as idades, preparado pelos operadores locais. São roteiros para desfrutar em família ou em grupos.

Para quem programa uma viagem de carro, a partir de Campo Grande (são 420 quilômetros, pela BR-262), uma dica é conhecer a Estrada Parque Pantanal (na MS-184, 100 km após Miranda), que tem uma ótima estrutura para o ecoturismo em antigas fazendas.

Os pacotes também podem ser agendados nos operadores da cidade, distante 120 km do atrativo. Turistas de outras regiões têm a opção de chegar em voos diretos da Azul, quatro dias da semana, saindo de Viracopos (SP).

Quer explorar a cidade histórica e se aventurar pelo Pantanal? Veja aqui as melhores dicas de passeios

Remar pelo Rio Paraguai

No Porto Geral, a Pantanal Paddle realiza passeios pelo Rio Paraguai em caiaques, canoas havaianas (para seis pessoas) e stand-ups, com instrutores e tempo e distância a critério do turista.

A agência é resultado da paixão de amigos pela natureza e leva o visitante a experiências para ficar na memória remando no principal rio pantaneiro. São passeios guiados ou com aluguel do equipamento, com direito a tomar banho no rio com total segurança.

A operadora também promove expedições em barcos a motor aos aquários naturais do afluente Paraguai-Mirim, distante 160 km da cidade, no coração do Pantanal, com paradas para banho e flutuação em águas cristalinas nas baias e corixos.

A região é rica em biodiversidade e conecta o visitante com as comunidades tradicionais. As trilhas aquáticas revelam o espetáculo da fauna e flora e uma profunda paz mental com o silêncio do lugar e o som dos bichos.

Forte, natureza e memória

Circuitos culturais (a pé e de carro) pelo centro histórico são realizados de segunda-feira a sábado, com degustação em uma casa de saltenha, com agendamento pela agência LR Travel Experience.

O passeio inclui prédios centenários, como a Igreja de Nossa Senhora Candelária, Casario do Porto e Casa do Artesão, e também o Museu de História do Pantanal (Muhpan), Memorial do Homem Pantaneiro e o mirante do Cristo Rei do Pantanal. Outra opção é conhecer a Caimasul, maior frigorífico de jacaré do mundo.

O receptivo também oferece viagens transformadoras e inesquecíveis pelo Pantanal, com day-use na Estrada Parque, incluindo cavalgada e almoço pantaneiro na Pousada São João, e expedições às águas cristalinas do Rio Paraguai-Mirim e ao bicentenário Forte Coimbra (passeio terrestre).

Os cruzeiros à Serra do Amolar, em barcos-hotéis, têm duração de até cinco dias. E ainda passeio fluvial todos os dias, em frente ao Porto Geral, para observação do pôr do sol.

No rastro da onça-pintada

Com a experiência sobre o ambiente pantaneiro adquirida em 28 anos de atividades, dona Luceni Alves, a Lu, pilota o barco do Expresso Zé Leôncio pelo Rio Paraguai todos os dias, levando grupos de turistas brasileiros e estrangeiros para desfrutar de passeios pela orla portuária.

A lancha para até 15 pessoas conduzida por uma mulher chama a atenção, mas Lu, de 62 anos, transmite segurança e ainda faz o papel de guia turístico durante o passeio.

“A gente conta a história da cidade, do forte [Junqueira, no alto da encosta], do Casario do Porto e da ladeira [Cunha e Cruz, onde se deu a retomada de Corumbá na Guerra do Paraguai, em 1867]”, diz ela.

A operadora realiza safári noturno para focagem de animais no Canal Tamengo, na fronteira com a Bolívia. “O turista fica maravilhado com o Pantanal e se emociona também com o pôr do sol, no porto”.

Imagine avistar uma harpia!

Durante uma das expedições pelo Pantanal em 2023, para observação de aves e da vida selvagem, os turistas fizeram um registro inédito: o flagrante da águia harpia, ou gavião-real, a maior ave de rapina brasileira.

Hoje, a Icterus Ecoturismo, que trabalha com birdwatching e opera cruzeiros de natureza, passeios fluviais, trilhas interpretativas e safáris fotográficos, lidera o monitoramento da espécie em Corumbá e atrai o mundo para o grande encontro.

Fundada pelos biólogos Gabriel Oliveira e Rafael Souza, a empresa oferece roteiros personalizados para viajantes que desejam conhecer a biodiversidade pantaneira, com acompanhamento de guias especializados.

Os roteiros incluem focagem noturna para observação de corujas, mamíferos e outros animais; expedições exclusivas para fotografia e observação de espécies raras; caminhadas em ambientes naturais e excursões à Serra do Amolar.

Foto: Divulgação

Descobrindo as raízes negras

Pelas ladeiras, ruelas, às margens do Rio Paraguai e nas pedreiras das Morrarias de Urucum os braços negros, ainda cativos, cantaram seus sonhos, suas dores e louvores a xangô.

Após a libertação, expandiram seu olhar e sua voz por meio da literatura, pelos poemas de Lobivar Matos, e nas rezas e atos de cura de Mãe Cacilda, uma das precursoras da umbanda no Centro-Oeste que atraiu milhares de pessoas nos anos de 1970 à sua tenda.

O visitante na cidade tem a oportunidade de percorrer esses caminhos e se conectar aos principais lugares e pessoas da cultura afro-brasileira.

A operadora Bela Oyá Pantanal criou um circuito destinado a explorar a Corumbá negra, com rotas que levam o turista às comunidades quilombolas, a vivências em terreiros ao som do atabaque e a eventos religiosos, como o sincretismo do Banho de São João. Também organiza passeios pelo Pantanal – Serra do Amolar e Estrada Parque.

Corumbá tem circuito turístico destinado a apresentar terreiros e comunidades quilombolas - Foto: Divulgação

Terapia é acordar no Castelo

Um roteiro que oferece pesca esportiva, contato com a natureza, sossego e a boa comida pantaneira está próximo da cidade – e a viagem até esse lugar, apenas de barco, é uma experiência única proporcionada pela paisagem exuberante margeando o Rio Paraguai.

Esse paraíso se chama Baía do Castelo, a 90 km da área urbana, e o recanto simples, mas aconchegante, é a pousada Sol do Pantanal, em operação há dois anos com 21 leitos.

Margeando a baía, o empreendimento recebe turistas brasileiros e estrangeiros atraídos pela tranquilidade do lugar. Além da estrutura para pesca, oferece trilhas e passeios de barco com parada para contemplar o pôr do sol, um dos mais belos do Pantanal.

“Acordar de manhãzinha, ouvindo os sons da natureza, o cantar de pássaros e o cheiro de mato é uma terapia”, diz a gerente Lisianne Gomes. A pousada também tem rota fluvial para o Paraguai-Mirim, 70 km rio acima.

* Saiba 

www.pantanalpaddle.com;
www.lrtravelexperience.com.br;
@ze_leonciopasseios;
www.icterusecoturismo.com;
www.belaoya.com.br;
@pousada.soldopantanal.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 08:15:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Embora o Progressistas (PP) tenha anunciado neutralidade na disputa... Leia na coluna hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/embora-o-progressistas-pp-tenha-anunciado-neutralidade-na-disputa/470689/</link>
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				<description><![CDATA[Johann Goethe - escritor alemão

"Pensar é fácil. Agir é difícil. Agir conforme o que pensamos é, de todas, a maior dificuldade".

FELPUDA 

Embora o Progressistas (PP) tenha anunciado neutralidade na disputa presidencial entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT), em Mato Grosso do Sul o roteiro é outro. Governador filiado ao PP, Eduardo Riedel deverá apoiar o herdeiro político de Jair Bolsonaro. Em contrapartida, contará com o respaldo do PL em sua caminhada pela reeleição. Nos bastidores, esse entendimento não surpreende ninguém, até porque esse acordo vem desde as eleições municipais. E, na política, continua valendo a máxima "o combinado não sai caro". Portanto, neutralidade, por aqui, parece ser apenas um detalhe geográfico.

Cabalístico

A convenção do PL deu uma prévia do tom que deve marcar a disputa eleitoral em MS. Candidato ao Senado, Capitão Contar criticou o PT e pediu "13 segundos" de silêncio, número da legenda.

Mais

Em seguida, exaltou o ex-presidente Jair Bolsonaro, principal liderança do seu grupo político. O gesto simbolizou o início de campanha, que promete forte polarização entre direita e esquerda por aqui.

Foto: Divulgação/Sesc 

Neste sábado (8), às 16h, o espetáculo infantil "Gran Finalle", da Cia Pisando Alto, estará em cartaz no Sesc Teatro Prosa. Com entrada gratuita e classificação livre, a montagem reúne humor, acrobacias e técnicas circenses para contar uma história sobre sonhos, memória e os bastidores da vida no circo. Ao explorar a rotina dos circenses de forma leve e sensível, o espetáculo convida crianças e adultos a refletirem sobre os laços familiares, o envelhecimento e a importância de preservar histórias e tradições, sem renunciar à diversão e da linguagem lúdica característica do circo. Os ingressos devem ser retirados na plataforma Sympla.

 Saviany Monteiro e Hugo Hilgert - Foto: Arquivo Pessoal

 

 Maria Fernanda Linhares - Foto: Divulgação 

Na espera

Em ano eleitoral, uma lista sempre causa estresse: a dos responsáveis por contas julgadas irregulares. O TCU encaminhou ao TSE a relação com mais de 6,1 mil nomes em todo o país, dos quais 79 são de MS. A presença na lista não significa inelegibilidade automática, mas certamente tira o sono de quem sonha com as urnas. Agora, caberá à Justiça Eleitoral analisar caso a caso. Até lá, muitos torcerão para que seus planos não sejam enterrados.

Dois pesos...

No retorno das atividades da Assembleia Legislativa de MS, PT mostrou que Bolsonaro continua ocupando espaço no debate e, é claro, em suas narrativas. Ao comentar a prisão de um grupo suspeito de planejar tumultos nas eleições, Zeca atribuiu, sem prova alguma, o episódio ao legado do ex-presidente. Já sobre a operação da Polícia Federal que, no mesmo dia, atingiu o senador Weverton Rocha, aliado de Lula, no caso dos descontos indevidos do INSS e investigações sobre Lulinha, o silêncio foi se-pul-cral.

Lenha

Ainda em plenário, Zeca sugeriu que manifestantes pela nomeação na Polícia Civil acampassem em frente à Governadoria, afirmando que a administração estadual não iria atender os pedidos, pois não tinha dinheiro "nem pra um cafezinho". A fala despertou lembranças entre observadores. Houve quem recordasse o tempo em que, durante seu governo, protestos de servidores terminaram com ação da PM e uso de gás de pimenta contra eles. A memória, como a política, costuma ser bastante seletiva, né?

ANIVERSARIANTES 


	Adriana Estivalet de Medeiros,
	Dr. Sidnei André Rigo, 
	Miriam Vânia Saad, 
	Sérgio Cruz, 
	Fermina Cordoba Casanobas 
	(Dona Mina),
	Cleuza Nunes da Cunha, 
	Marcos Augusto Netto, 
	Onice Quintana Yamashiro,
	Maria Cristina Katsuren Nakasato,
	Eurdes Carlos Garcia,
	Albana Xavier Nogueira,
	Acir Jesus Batista Fernandes,
	Marilza Helena Bissoli Medeiros,
	Shirley Taira Oshiro,
	Patrícia Ávila,
	Cláudio Guedes Xavier,
	Denis da Maia,
	Elizabeth Aparecida Ibanez,
	Hudson Thiago Garcia,
	Lucia Schmidt de Souza,
	Susy Ramos, 
	Enio Sayad, 
	Andréa Maria Assis Daros, 
	Renata Mazza Anache,
	Yonne Queiroz Corrêa, 
	Ivan Pedro Martins, 
	Carolina de Lima Cardoso, 
	Cristina Nakasato, 
	Bruna Gonino Gimenez,
	Estevão Alves Corrêa Neto,
	Everaldo Simioli Furlan,
	Antônio Pereira Lima,
	Lelaine Aparecida Poço Queiroz,
	Salviano Leite dos Santos,
	Mohamad Abdallah,
	Pedrinho Feitosa de Oliveira,
	Dr. Jamal Mohamed Salem, 
	Evaldo Lelis, 
	Jociane Mitsugi Colombo Gaiotto,
	Wilson Brum de Almeida,
	Elza Loureiro Scarseli,
	Maria Salvadora Paes e Silva,
	Laura Jane Vilanova Maia,
	Regiane Vilanova,
	Dr. Railson Valero Lucin, 
	Regina Célia Pouso Salas, 
	Ana Paula Lunardon Silva, 
	Darcy Fernandes de Souza,
	Lenira Saraiva de Oliveira,
	Manoel Dantas de Souza, 
	Bianca Gisele Moriúba,
	Carlos Roberto Mazzaro,
	Rivaldir Alberti,
	Patrícia Rezende,
	Edson Romeiro,
	Wilson Magalhães,
	Jorge Roberto Salomão,
	Luzia Oliveira Mendes,  
	Pedro Paulo Teixeira,
	Renato Figueira,
	Lucila Menezes,
	Ernest Schilings Filho,
	Afrânio Sobreira,
	Taís Pinheiro,
	Luzia Maria da Silva, 
	Márcio Oliveira Nunes,
	Luciana Moreira Vargas,
	Maiza Harumi Uemura,
	Alba Valéria de Oliveira Duailibi, Sávio Francisco Gomes,
	Carla Sampaio Costa,
	William Rodrigues,
	Daniele Fernandes da Silva,
	Allan Tristão Silva,
	Maria Georgina Gazal Muniz, 
	Paula Alves Corrêa de Queiroz, Humberto Vasquez,
	Edylson Durães Dias,
	Waldir Bento Carapia,
	Nádia Corrêa Pereira,
	Eulina da Silva,
	Leida Regina Oliveira Acosta,
	Jefferson Campos Zakimi,
	Osvaldo Montelo Jardim,
	Almir Dip,
	Márcia Cristina Borges,
	Paulo César Feitosa,
	Elza Keiko Oikawa,
	Aloísio Geraldo da Costa,
	Maria Agda Vargas Antunes,
	Arnaldo Nunes Boni,
	Dra. Vera Maria Viegas London, 
	Cléia Rocha Bossay, 
	Dr. Walter Jeffery Neto, 
	José Neri Camargo Arinos,
	César Augusto Martinotto,
	André Arruda de Castro,
	Dr. Edilberto Lima Falleiros,
	Jhonnatan Cabral Nogueira,
	Heloise Maria Zanda Grella,
	Dr. Luiz Eduardo de Rosa Silva,
	Munira Tereza Esgaib Campos,
	Anahi Loureiro de Almeida Philbois,
	Juliana Maria Gizzi Machado,
	Dr. Jocildo Rosa de Figueiredo, Carolina Vieira Nunes, 
	Andrassy Barbosa da Silva,
	Daniela Ribeiro Charro Furtado, Alberto Gaspar Neto,
	Cristiana Siliano Pettengill,
	Ilma Aparecida Menezes Schmitt.


Colaborou com Tatyane Gameiro
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Parada Nerd Pocket leva cinco dias de cultura pop gratuita à Feira Central]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/parada-nerd-pocket-leva-cinco-dias-de-cultura-pop-gratuita-a-feira/470687/</link>
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				<description><![CDATA[Desta quarta-feira (5) até domingo (9), a Feira Central de Campo Grande recebe a segunda edição do Parada Nerd Pocket, versão compacta do maior evento geek de Mato Grosso do Sul, que reúne uma programação gratuita voltada para públicos de todas as idades.

Realizado diariamente das 17h às 22h, o evento reúne competições de games, campeonato de Beyblade, oficinas, palestras, apresentações, concurso de cosplay e encontros com dubladores conhecidos nacionalmente. A iniciativa foi viabilizada por meio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura.

Segundo um dos organizadores, Flávio Nakazato, o objetivo é ampliar o acesso à cultura geek e fortalecer a comunidade que acompanha esse universo no Estado.

"Estamos muito felizes em realizar novamente o evento em parceria com a Feira Central. Neste ano trouxemos novidades, como o campeonato de Beyblade, e teremos mais uma edição do tradicional concurso de cosplay. O objetivo é fomentar ainda mais a cultura geek e proporcionar um local de encontro para o público do Estado", afirma.

Entre os destaques da programação estão os dubladores Bruno Sangregório e Luana Stteger, que participam de um bate-papo no sábado (8), a partir das 19h. Além da conversa com o público, os convidados irão realizar dinâmicas de dublagem e sessão de autógrafos.

Bruno Sangregório é conhecido por dar voz a personagens como Levi, de Attack on Titan; Bepo, de One Piece; Benimaru, de Fire Force; Manny, da adaptação em videogame de The Last of Us; e Spirit, de Soul Eater. Já Luana Stteger vem conquistando espaço na dublagem brasileira com interpretações de personagens como Mina Carolina, de Attack on Titan; Luna, de Clevatess; e Iris, de Fire Force.

Competições 

Os fãs de jogos de luta também terão espaço garantido durante o Parada Nerd Pocket. Entre sexta-feira (7) e domingo (9), acontece o Quebra Torto Pocket 2026, campeonato que reunirá disputas gratuitas de Tekken 8, Street Fighter 6 e Fatal Fury: City of the Wolves. Além de medalhas, os vencedores receberão premiação em dinheiro.

Outra novidade desta edição é o Campeonato de Beyblade X, marcado para sexta-feira, às 18h. A competição será realizada em parceria com a Organização de Beyblade do Mato Grosso do Sul (OBMS) e a Deck Store, seguindo o formato oficial 3 contra 3 utilizado em torneios da modalidade. Os três primeiros colocados serão premiados.

Já no encerramento do evento, o tradicional concurso de cosplay promete reunir mais de 80 participantes, número recorde para as edições realizadas na Feira Central. A competição distribuirá R$ 1,8 mil em premiações e será precedida por um workshop ministrado pela cosplayer Naomi Inagaki, voltado ao aperfeiçoamento de técnicas de interpretação, presença de palco e performance.

De acordo com Alex Tominaga, organizador e idealizador do Parada Nerd, o crescimento do concurso demonstra o fortalecimento da cultura cosplay em Mato Grosso do Sul.

"Este ano quebramos os recordes dos concursos que já fizemos na feira e conseguimos estender o tempo de palco para que todos possam participar. Teremos mais de 80 participantes, o que mostra como a cultura do cosplay é forte no nosso estado. Já tivemos vencedores de edições anteriores que foram para campeonatos nacionais e se destacaram", destaca.

Artistas independentes

Além das atrações principais, o evento contará com a Ala dos Artistas, espaço dedicado à produção independente, reunindo ilustradores, quadrinistas e criadores locais. Também haverá estandes de economia criativa, áreas de jogos, atividades interativas e outras experiências voltadas ao universo geek.

A proposta da organização é aproximar diferentes públicos da cultura pop, oferecendo gratuitamente atividades de entretenimento, formação artística e integração entre fãs, artistas e produtores culturais do Estado.

Serviço

O Parada Nerd Pocket 2026 acontece de 5 a 9 de agosto, das 17h às 22h, na Feira Central de Campo Grande, localizada na Avenida Calógeras. 

A entrada é gratuita, assim como a participação nas atividades e competições, mediante inscrição. 

A programação completa e as informações sobre inscrições estão disponíveis nas redes sociais do Parada Nerd.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 12:15:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Evento leva 'Tereré e Quadrinhos' para cervejaria em Campo Grande]]></title>
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				<description><![CDATA[Projeto que busca reunir e aproximar o público interessado em quadrinhos e na arte produzida localmente, o "Tereré e Quadrinhos" renasce em formato de "rolê", às 20h hoje (05), no Capivas Cervejaria. No local haverá stands e toda sorte de quadrinistas e ilustradores regionais e suas respectivas produções autorais. 

Reprodução

Como bem acompanha o Correio do Estado sobre a importância dada ao universo das histórias em quadrinhos, as populares "HQs", a 1ª edição desse evento veio batizada de Tereré, Quadrinhos e Literatura (TQL), realizada em fevereiro de 2019. 

Com apoio cultural inclusive da papelaria Arquitécnica, essa edição do evento terá como sede a Capivas Cervejaria, que fica localizada no número 1079 da rua Pedro Celestino, região central de Campo Grande. Entre os artistas aparecem: 


	Gabriella Matoso,
	Tieko Saka, 
	Very Ruim,
	Marina Duarte,
	Murillo Brittes, 
	Revista Badaró e
	Emmanuel Merlotti


Idealizador do Tereré e Quadrinhos no Mato Grosso do Sul, Emmanuel Merlotti destaca o novo formato dessa experiência que nasceu reunindo diversos quadrinistas locais para aquecer o mercado e aproximar a produção do consumidor final. 

Merlotti retoma a proposta com o desejo de, segundo ele, "compartilhar saberes sobre essa cultura com leitores e adeptos da arte de ilustração", o que serve também, inclusive, para incentivar novos autores entre o público. A noite fica completa com caricaturas sendo feitas ao vivo, e com sorteio de brindes para os presentes. 

Contra I.A

Como fica ilustrado inclusive através das publicações no perfil do TQE-MS, há um levante em oposição ao uso de Inteligência Artificial (I.A) em detrimento da arte humana, sendo o evento uma forma também de resistência dos artistas e produtores tradicionais. 

Essa luta contra a produção de arte generativa (peças produzida a partir de inteligência artificial), levanta aspectos de qualidade e  da personalidade das produções artísticas. 

Nesse sentido, para além dos stands  de quadrinistas regionais, o Tereré e Quadrinhos convida ainda os artistas locais para uma "Batalha de Desenhistas", um desafio onde as habilidades são colocadas à prova conforme os temas escolhidos pelo público.  




 


 

 



 

 


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Para maiores informações, basta seguir o perfil Tereré e Quadrinhos (@teqms_oficial CLICANDO AQUI). 
 

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:15:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Período de inverno exige cuidados redobrados com a pele, alerta dermatologista]]></title>
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				<description><![CDATA[Quando as temperaturas caem, é comum trocar a água morna por banhos mais quentes, deixar o protetor solar de lado e reduzir os cuidados com a hidratação da pele. O inverno, para muitos, transmite a sensação de que a pele está protegida dos efeitos do clima e da radiação solar.

No entanto, essa percepção é equivocada e pode resultar em uma série de problemas, que vão desde ressecamento intenso até envelhecimento precoce.

Ao contrário do que muita gente imagina, a pele não sofre menos durante os meses frios. Ela apenas enfrenta desafios diferentes dos observados no verão.

A combinação entre temperaturas baixas, vento, baixa umidade do ar e banhos muito quentes compromete a barreira cutânea, estrutura responsável por manter a hidratação natural e proteger o organismo contra agentes externos.

Segundo a dermatologista Marcela Cestari, o inverno exige adaptações na rotina de cuidados justamente porque as condições climáticas favorecem a perda de água pela pele.

“A pele não descansa no inverno, apenas enfrenta desafios diferentes. No verão, o principal agressor costuma ser a exposição solar. Já no inverno, o ressecamento ganha protagonismo por causa do ar mais seco, do vento frio e dos banhos quentes, que favorecem a perda de água e enfraquecem a barreira cutânea”, explica.

Quando essa barreira é comprometida, a pele perde parte da sua capacidade natural de reter água. O resultado aparece de forma gradual: sensação de repuxamento após o banho, aspereza, descamação, coceira e vermelhidão passam a fazer parte da rotina.

Em casos mais severos, podem surgir fissuras dolorosas, especialmente nos lábios, nas mãos, nos pés e nos calcanhares, além do aumento da sensibilidade e do risco de dermatites.

CUIDADO INDISPENSÁVEL

Entre os erros mais frequentes durante o inverno está abandonar o uso diário do protetor solar. Como os dias são menos ensolarados e as temperaturas, mais agradáveis, muitas pessoas acreditam que a proteção contra os raios ultravioleta deixa de ser necessária. A realidade, porém, é outra.

Marcela Cestari explica que, embora a incidência da radiação UVB – responsável pelas queimaduras solares – seja menor durante o inverno, os raios UVA permanecem praticamente constantes durante todo o ano.

“A radiação UVB realmente diminui no inverno. Mas os raios UVA atravessam nuvens, vidros e continuam atingindo a pele diariamente”, esclarece.

Essa diferença é fundamental para compreender por que o filtro solar não deve ser um produto restrito ao verão. Enquanto os raios UVB costumam provocar vermelhidão e queimaduras perceptíveis logo após a exposição, a radiação UVA age silenciosamente.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 95% da radiação ultravioleta que chega à superfície terrestre é composta por raios UVA. Eles penetram em camadas mais profundas da pele, estimulando alterações nas fibras de colágeno e elastina, responsáveis pela firmeza e a elasticidade cutânea.

Os efeitos não aparecem imediatamente, mas se acumulam ao longo dos anos.

Rugas, manchas, flacidez, perda de viço e alterações na textura da pele fazem parte do chamado fotoenvelhecimento.

De acordo com informações da Sociedade Canadense de Dermatologia, aproximadamente 90% do envelhecimento visível da pele está relacionado aos danos provocados pela exposição solar ao longo da vida.

PERIGO ESCONDIDO

Nada mais confortável durante o inverno do que um banho quente e demorado. No entanto, esse hábito representa um dos maiores vilões para a hidratação natural da pele.

A água em temperaturas elevadas remove parte da camada lipídica – uma fina película de gordura produzida naturalmente pelo organismo –, que atua como um escudo protetor.

Sem essa proteção, ocorre maior evaporação da água presente na pele, deixando-a mais seca e vulnerável à ação de agentes irritantes.

“A barreira cutânea funciona como uma espécie de escudo que retém água e impede a entrada de agentes irritantes. Quando a água está muito quente, essa proteção é removida, favorecendo o ressecamento, a coceira e, em alguns casos, o desenvolvimento de dermatites”, explica a dermatologista.

Além da temperatura, o tempo de permanência no chuveiro também influencia. Banhos longos potencializam a retirada dessa camada protetora, agravando ainda mais o ressecamento característico da estação.

A recomendação é optar por banhos mornos e mais rápidos, especialmente para pessoas que já apresentam pele sensível ou doenças como dermatite atópica.

OLEOSIDADE É DIFERENTE DE HIDRATAÇÃO

Existe a crença de que quem produz muito sebo naturalmente não precisa utilizar hidratantes. Na prática, porém, oleosidade e hidratação são características completamente diferentes.

“Uma pele pode apresentar excesso de oleosidade e, ao mesmo tempo, estar desidratada. Quando a hidratação é negligenciada, a barreira cutânea se fragiliza e a produção de sebo pode até aumentar como mecanismo de compensação”, DIZ a dermatologista sobre o efeito rebote.

Por isso, é recomendado que todos os tipos de pele sejam hidratados diariamente, escolhendo produtos adequados para cada necessidade.

O QUE REALMENTE AJUDA

Nos últimos anos, as redes sociais popularizaram tendências de cuidados com a pele que prometem resultados rápidos. Entre elas está o chamado skin flooding, técnica que consiste em aplicar diversas camadas de produtos hidratantes para potencializar a retenção de água.

Embora a proposta tenha conquistado milhões de visualizações, Marcela Cestari ressalta que o benefício nem sempre está relacionado à quantidade de cosméticos utilizados.

Segundo ela, um hidratante de boa qualidade aplicado corretamente costuma ser suficiente para garantir proteção adequada.

“O que realmente faz diferença é aplicar um bom hidratante enquanto a pele ainda está úmida. Um produto bem formulado já reúne ingredientes capazes de atrair água, suavizar a pele e reduzir sua perda. Muitas vezes, o excesso de etapas agrega mais marketing do que benefício real”, afirma.

Entre os ativos mais indicados para restaurar a barreira cutânea durante o inverno estão as ceramidas, ácido hialurônico, glicerina, pantenol e niacinamida. Esses ingredientes ajudam a reter água, fortalecer a proteção natural da pele e reduzir a perda de hidratação.

ÁREAS ESQUECIDAS

Embora o rosto concentre grande parte dos cuidados estéticos, outras regiões do corpo costumam sofrer ainda mais durante o inverno.

Lábios, mãos, pernas, cotovelos, joelhos, pés e calcanhares apresentam menor produção de oleosidade e ficam mais suscetíveis ao ressecamento intenso e ao surgimento de rachaduras.

As mãos, por exemplo, são constantemente lavadas e expostas ao álcool em gel, fatores que favorecem ainda mais a perda de hidratação. Já os lábios possuem uma pele extremamente fina e praticamente não contam com glândulas sebáceas, tornando-se especialmente vulneráveis às baixas temperaturas.

Nesses casos, o uso frequente de hidratantes específicos e protetores labiais pode evitar fissuras dolorosas e desconforto ao longo da estação.

BONS HÁBITOS

Apesar da quantidade de produtos disponíveis no mercado, uma rotina eficiente não precisa ser complexa.

Para preservar a saúde da pele durante o inverno, três hábitos simples fazem toda a diferença: hidratar a pele diariamente, preferencialmente logo após o banho, quando ela ainda está levemente úmida; manter o uso do protetor solar todos os dias, independentemente da temperatura ou da presença de sol aparente; e evitar banhos muito quentes e demorados.

“Regularidade é mais importante do que uma rotina complexa. Hábitos simples, quando realizados diariamente, oferecem muito mais proteção à pele do que cuidados intensivos feitos apenas de forma esporádica”, conclui Marcela Cestari.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:00:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Pelo andar da carruagem, a Justiça Eleitoral terá trabalho redobrado nas... Leia na coluna de hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[Isabel Allende - escritora chilena

"A vida é puro ruído entre dois silêncios abismais. Silêncio antes de nascer, silêncio após a morte”.

FELPUDA 

Pelo andar da carruagem, a Justiça Eleitoral terá trabalho redobrado nas próximas eleições. Adversários estarão de olho em cada movimento dos concorrentes, munidos de binóculos de alta precisão. Qualquer detalhe poderá ganhar dimensão de denúncia, dependendo do olhar de quem estiver do outro lado. E a ironia corrre solta. Tipo: Atenção! Bebeu água gelada e deu mau exemplo, afetando a garganta dos idosos? Na disputa eleitoral, até o que parece irrelevante começa a ganhar importância. E desse jeito, logo vão precisar fiscalizar até quem espirrou fora de hora. Afe!



Unha e dedo

Os adversários do PT estão se divertindo com a aproximação entre Fábio Trad e Zeca do PT, principalmente porque a memória política tem dessas coisas: não costuma respeitar alianças de ocasião. Foi Trad quem ajudou  a derrubar a aposentadoria para ex-governadores.

Mais

A medida atingiu diretamente Zeca, que na época não economizou nos adjetivos contra, digamos, o seu algoz. Hoje, porém, os dois aparecem lado a lado. O tempo cura feridas, dizem. Em ano eleitoral, parece que também fornece esparadrapo, porque os dois estão grudados que só.

 Gleda Brandão Martins de Araújo, que comemora idade nova hoje - Foto: Arquivo Pessoal

 

Barbara Guedes Nespoli - Foto: Arquivo Pessoal

Quem te viu...

Com as chapas definidas, algumas candidaturas chamam mais atenção que outras. Uma delas pertence à quem, tempos atrás, distribuiu críticas aos deputados com mais de 60 anos e chegou a dizer que a Assembleia não era “casa de repouso”. Agora, disputa vaga na Câmara Federal por um partido que abriga alguns dos veteranos que eram alvos de suas alfinetadas. Desde então, o discurso sobre renovação entrou em discreto silêncio. 

Realidade

O recuo de Nelson Trad Filho também enterrou o plano do MDB de indicar o ex-ministro Marun para a suplência ao Senado. Sem espaço na chapa majoritária, o partido oficializou apoio à reeleição do governador Riedel e voltou suas atenções para a eleição de deputados estaduais. Lideranças admitem que o cenário para a Câmara Federal é pouco favorável. O contraste evidencia a perda de protagonismo de um partido que já foi uma das maiores forças políticas de MS.

Confirmadas

O Republicanos homologou o nome do vice-governador Barbosinha para disputar a reeleição na chapa de Eduardo Riedel. A decisão confirma cenário antecipado pelo Correio do Estado ainda em julho de 2025, quando a permanência do vice na chapa já era tratada como provável. Na mesma reportagem, também foram apontadas a saída de Reinaldo Azambuja do PSDB para o PL e a reorganização do grupo governista. As previsões acabaram se confirmando um ano depois. Como se vê...

ANIVERSARIANTE 


	Gleda Brandão Martins de Araujo, 
	Joana Carvalho, 
	Guilherme Ferreira de Brito,
	Solange Regis Wanderley, 
	Luciana Rodrigues, 
	Cristiane Ramos Rodrigues Palacios, 
	Conceição Nogueira Silva, 
	Robson Jara Ottano,
	Elbio Afonso Meneghel,
	Fatima Regina Silva Correa,
	Irene Corrêa Nogueira Marques Machado,
	Jorge Massamori Miura,
	Marco Antônio Casadei,
	Pedro Isao Costa Muta,
	Magnólia D’ Mó Domelles Bordignon Tokikawa,
	Cleunir Tadeu Florêncio,
	Juvenal Valentim,
	Leonardo Planez Diniz,
	Gilberto Emanoel da Silva,
	Sílvio Colombelli,
	Lídio Nogueira Lopes, 
	Diva Maria Atallah, 
	Wellighton Fernandes Varela,
	Gervasio Tadashi Karimata,
	Marlene Vicente da Silva,
	Wesley Neres da Silva Campos,
	William Rodrigo Rechimbach Paim,
	Lucia Cristina Morel Fai,
	Eliane Teixeira de Almeida,
	Matheus Martelli, 
	Zany Pereira de Castilho,
	Eduardo Crivellente Neto, 
	Mirna Sandra Di Giacomo Adri, 
	José Carlos Manhabusco, 
	Alvaro Coelho de Paula, 
	Fauze Antônio Moaccar Orro,  
	Aparecida Borgo,
	Leila Mansur Saad,
	Ésio Vicente de Matos, 
	Gilson Alves de Souza,
	Jéssica Monteiro Ferzeli, 
	Zenilda dos Santos Alcântara,
	Loacir da Silva,
	Marcelo Câmara Rasslan, 
	Dr. Leandro Pedro de Melo,  
	Dra. Livia Maria de Souza,
	Ruth dos Santos Pires,
	Dr. Roberto Tambelini, 
	Tomaz Soares Aragão,
	Eluanyr de Lara e Souza,
	Sandra de Abreu Marques,
	Adélia Paredes Pacheco,
	Tânia Maria Albuquerque,
	Arituza Corrêa Alvarenga,
	Wolmer Tardin Filho,
	Iracema Amâncio Bezerra,
	Edimilson Malangoli,
	Luciene Estevão de Andrade,
	José Franzini,
	Sonia Maria de Andrade,
	Ítalo Borges,
	Aparício Rodrigues de Almeida Junior,
	Renato de Souza Coelho,
	Dr. Onofre Cândido Rosa, 
	César Antonio Guazzelli,
	Daniela Vieira Perez, 
	Dra. Emmanuella Nunes da Costa,
	Maria Helena Charbel, 
	Telmo Verão Farias,
	Cândido Ottoni,
	Jeferson dos Santos Souza,
	Celeido Carlos Vargas,
	Celsomilio dos Reis Fraga,
	Maria Rita Ferreira de Almeida,
	Vicente Custódio da Silva,
	Idaici Simão Kehdy Nascimento,
	Maria Cleide Espíndola da Cunha,
	Lorena Assis,
	Maria José Carvalho,
	Paula Rodrigues Lima,
	Rosa Maria Vieira,
	Meire Oliveira Bandeira, 
	Eliane Cristina Junqueira Nelli,
	Anderson Barbosa Passos,
	Débora Maciel,
	Osvaldo Consalter,
	Marcelo Crepaldi Dias Barreira,
	Soraya de Oliveira da Costa,
	Dr. Alberto Kenzi Arakaki, 
	José Benedito Martins,
	Eda Maria Furlani Piedade,
	Sandra Câmara Martins e Souza,
	Magno Pereira Ozório,
	Antonio dos Santos de Almeida Filho,
	Vanessa Fuchs Loureiro,
	Fábio Santos Ascenço,   
	Erik Nascimento Sativa,
	Marcio Kalat Mayer,
	Eneida de Araujo Schneider,
	Teresinha Roseli Borelli 
	Del Guerra,
	Marcos Andre Egami,
	Karen Miriam Ide,
	Eder Marcelo Mochiuti,
	Luiz Felipe Viegas Josgrilbert,
	Viviane Sayuri Ogura Arashiro,
	Ana Carolina Fregonese Barros.


Colaborou com Tatyane Gameiro. 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Todo mundo sabe...]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/todo-mundo-sabe/470574/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/todo-mundo-sabe/470574/</guid>
				<description><![CDATA[Sabe o que exatamente o que você deveria fazer, o que deveria pensar, como deveria reagir, que remédio tomar, que caminho seguir, onde errou e, naturalmente, como consertar a própria vida. Tudo isso antes mesmo de você terminar a primeira frase.

Ainda outro dia comecei a comentar porque prefiro viajar de um determinado jeito. Não consegui chegar ao ponto principal. Vieram logo as explicações, os conselhos e as soluções. “Você precisa relaxar.” “Está complicando demais.” “Faz assim que dá certo.”

Ninguém perguntou por que eu pensava daquela forma.

Tenho a impressão de que estamos vivendo a era dos especialistas em tudo. Há quem saiba como você deve educar os filhos, cuidar da saúde, administrar o dinheiro, enfrentar um luto, escolher um restaurante, votar, viajar e até envelhecer. Tudo em poucos segundos e sem fazer uma única pergunta.

A internet, claro, ampliou esse fenômeno. Antes, o palpiteiro de plantão ficava restrito à mesa do bar ou ao almoço de domingo. Hoje ganhou plateia, seguidores e algoritmos. Nunca foi tão fácil distribuir opiniões. Nunca foi tão difícil encontrar alguém disposto a ouvir.

O filósofo francês Michel de Montaigne escreveu que “a palavra é metade de quem fala e metade de quem ouve”. Fico pensando se não estamos perdendo justamente essa segunda metade. Já não escutamos para compreender. Escutamos apenas o suficiente para formular uma resposta.

No outro extremo estão os eternamente ofendidos. Uma opinião diferente, uma frase mal colocada, uma brincadeira que não agrada e instala-se o tribunal. Discordar virou ofensa. Contradizer passou a ser falta de respeito. Parece que desaprendemos uma das habilidades mais importantes da convivência: aceitar que o outro pense diferente de nós.

Confesso que percebo esse comportamento com mais frequência desde que entrei na terceira idade. Parece que os cabelos brancos conferem aos outros uma curiosa autoridade para nos explicar a vida. Não é exatamente desrespeito. É uma condescendência apressada, como se experiência tivesse prazo de validade. Como se envelhecer apagasse tudo o que aprendemos pelo caminho.

Curiosamente, quando eu era mais jovem, gostava de ouvir as pessoas mais velhas. Nem sempre concordava, mas havia uma curiosidade sincera sobre o que elas tinham vivido. Hoje tenho a impressão de que muita gente prefere ensinar a aprender.

Talvez o filósofo estoico Epicteto tivesse razão ao lembrar que temos dois ouvidos e apenas uma boca. A natureza parecia saber alguma coisa que nós esquecemos. E talvez seja esse o verdadeiro problema do nosso tempo. 

Não é que todo mundo fale demais. Como lembrava Rubem Alves em seus escritos sobre a arte de escutar, o grande problema é que muita gente não ouve para compreender; apenas espera a vez de falar. 

É que todo mundo já sabe.
 
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 09:15:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Residência deixou de ser refúgio e se tornou centro da vida cotidiana das pessoas]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/residencia-deixou-de-ser-refugio-e-se-tornou-centro-da-vida-cotidiana/470609/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/residencia-deixou-de-ser-refugio-e-se-tornou-centro-da-vida-cotidiana/470609/</guid>
				<description><![CDATA[A rotina das grandes cidades mudou e a forma de morar acompanhou essa mudança. Se antes a casa era o lugar para descansar depois de um dia dividido entre trabalho, academia, lazer e compromissos, hoje ela concentra praticamente todas essas atividades.

Trabalhar em home office, participar de reuniões virtuais, fazer exercícios físicos, cuidar dos animais de estimação, receber amigos, estudar e até resolver tarefas do dia a dia passaram a acontecer dentro do próprio condomínio.

Essa transformação acelerou nos últimos anos, impulsionada pelo crescimento do trabalho híbrido, pela valorização da praticidade e pela busca por mais qualidade de vida em meio aos congestionamentos e ao tempo cada vez mais escasso das grandes cidades.

Em resposta, o mercado imobiliário passou a oferecer empreendimentos que prometem reduzir a necessidade de deslocamentos, reunindo uma série de serviços em um único endereço.

Academias, espaços de coworking, lavanderias compartilhadas, pet places, minimercados, áreas gourmet, piscinas, salões de festas e ambientes de convivência já deixaram de ser considerados apenas diferenciais para se tornarem protagonistas na venda de novos empreendimentos.

No entanto, ao mesmo tempo em que os condomínios ficaram mais completos, os apartamentos encolheram.

PEQUENAS CIDADES

Segundo dados do Censo Demográfico 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 12,5% da população brasileira vive atualmente em apartamentos.

Outros 2,4% moram em casas localizadas em vilas ou condomínios, o que significa que cerca de 14,9% dos brasileiros vivem em empreendimentos condominiais. Em 2010, apenas 8,5% da população moravam em apartamentos.

Para Henrique Rossi Otto, docente do curso de Arquitetura e Urbanismo da Estácio, essa nova configuração fez com que os edifícios deixassem de ser apenas conjuntos habitacionais para se aproximarem do conceito de uma pequena cidade.

Graduado em Arquitetura e Urbanismo, especialista em Projetos Sustentáveis, mestre em Sustentabilidade e doutorando em Recursos Naturais, Otto explica que os empreendimentos passaram a redistribuir funções entre os espaços privados e coletivos.

“Hoje, acessar ambientes bem planejados e diversificados tende a ser mais relevante do que manter áreas amplas e pouco utilizadas. Nesse contexto, o morador busca, sobretudo, praticidade, eficiência e integração à rotina”, afirma.

Na prática, isso significa que a área privativa é reduzida para privilegiar espaços compartilhados. O apartamento passa a ser utilizado principalmente para dormir, descansar e realizar atividades mais íntimas, enquanto grande parte da convivência acontece nas áreas comuns.

Essa lógica acompanha uma mudança de comportamento. Em vez de investir em um imóvel grande, muitas pessoas preferem morar em apartamentos compactos localizados em regiões mais próximas do trabalho ou dos serviços urbanos.

O ganho de tempo acaba sendo visto como um benefício tão importante quanto a própria metragem.

Além disso, os condomínios funcionam como uma espécie de facilitador da rotina. Em poucos minutos é possível fazer exercícios físicos, trabalhar em um ambiente adequado para reuniões, passear com o cachorro ou encontrar amigos sem sair do prédio.

LIMITAÇÕES

Foto: Pexels

Em alguns casos, no entanto, toda essa praticidade proporcionada pelos condomínios tem um preço.

Segundo Otto, existe um limite entre otimizar espaços e comprometer a qualidade da moradia.

“Quando a unidade se torna pequena demais, há o risco de reduzir a moradia a um espaço apenas funcional, insuficiente para atender a necessidades essenciais como privacidade, recolhimento e autonomia”, alerta.

A observação chama atenção para um dos principais debates da arquitetura contemporânea. Afinal, até que ponto os apartamentos podem continuar diminuindo sem afetar a qualidade de vida?

Embora os espaços compartilhados sejam importantes, eles não substituem completamente aquilo que a residência representa.

A casa continua sendo o lugar do descanso, da intimidade e do silêncio. É onde as pessoas precisam conseguir trabalhar com tranquilidade, dormir bem, estudar, receber familiares ou simplesmente permanecer sozinhas quando desejarem.

Quando essas necessidades deixam de ser atendidas dentro do apartamento, surge uma dependência excessiva das áreas comuns.

Na teoria, um coworking equipado ou uma academia moderna representam conveniência. Na prática, porém, esses espaços precisam atender dezenas – ou até centenas – de moradores.

Em horários de maior movimento, é comum encontrar salas de trabalho ocupadas, equipamentos de academia disputados, lavanderias compartilhadas com filas de espera e áreas de convivência indisponíveis por causa de eventos ou reservas.

Assim, a promessa de uma rotina mais prática pode dar lugar a um problema conhecido das grandes cidades: a disputa por espaço.

Em vez de eliminar os desafios urbanos, alguns empreendimentos acabam reproduzindo internamente dificuldades como superlotação, espera e limitação de acesso.

Por isso, especialistas defendem que apartamentos compactos precisam ser resultado de projetos inteligentes, e não apenas da redução da área construída.

APROVEITAMENTO

Uma planta bem planejada consegue aproveitar melhor cada metro quadrado disponível. Ambientes integrados, móveis multifuncionais, armários planejados, boa iluminação natural, ventilação cruzada e o aproveitamento da altura do imóvel ajudam a ampliar a sensação de conforto mesmo em espaços menores.

Ainda assim, Otto destaca que soluções de design não substituem uma boa arquitetura.

Uma planta mal distribuída pode comprometer completamente a funcionalidade do imóvel, independentemente da decoração ou do mobiliário escolhido.

Na hora de comprar ou alugar um apartamento, a metragem também não deve ser o único fator considerado.

Especialistas recomendam observar aspectos como a distribuição dos cômodos, a proporção entre área útil e circulação, a incidência de luz natural, a ventilação, o isolamento acústico, a infraestrutura do bairro, os custos mensais do condomínio e, principalmente, a real capacidade das áreas comuns atenderem o número de moradores.

INDIVIDUALIDADES

Outro aspecto importante é compreender o próprio estilo de vida.

Quem trabalha integralmente em home office, por exemplo, tende a passar muito mais tempo dentro do apartamento do que alguém que utiliza o imóvel apenas para dormir. Nesses casos, uma planta confortável pode fazer mais diferença do que uma ampla oferta de serviços compartilhados.

Da mesma forma, famílias com crianças pequenas, idosos ou pessoas que valorizam momentos de privacidade podem sentir mais necessidade de ambientes internos bem resolvidos do que moradores cuja rotina acontece predominantemente fora de casa.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 08:15:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[O velho ensinamento de que "em casamento ou batizado não se vai sem convite"... Leia na coluna hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[Érico Veríssimo escritor brasileiro

"Eu não devia observar tanto, pensar tanto. Se vivesse mais no ar, era mais feliz. Quando a gente quer olhar tudo, acaba descobrindo o que há de feio no mundo” 

FELPUDA

O velho ensinamento de que “em casamento ou batizado não se vai sem convite” parece ter voltado à moda. Dizem as más-línguas que parlamentar tentou prestigiar, ou melhor, aproveitar um rega-bofe promovido por conhecida instituição, mas acabou barrado na porta pelos seguranças. A reação foi imediata: redes sociais, discurso de vítima e muita indignação com o tratamento considerado indigno para com a pessoa em questão. Em tempos de campanha eleitoral, qualquer contratempo rende alguns minutos de exposição. Só faltou pedir investigação sobre o cardápio...

É cada uma!...

A deputada comunista Jandira Feghali quer proteger os gamers e, de quebra, criar o Fundo Nacional de Preservação e Fomento aos Jogos Eletrônicos. O projeto ainda abre brecha para se receber incentivos pela Lei Rouanet.

Mais

A proposta prevê também regras para empresas que encerrarem servidores, com aviso prévio, alternativas aos jogadores e multas em caso de descumprimento. Pode?



Está no Senado para análise o projeto de lei que assegura aos povos indígenas e tradicionais o direito de usar elementos de indumentária, como cocares e turbantes, em fotografias de documentos oficiais de identificação. Desde que esses elementos não impeçam o reconhecimento da fisionomia da pessoa, será permitida a utilização de fotografia com indumentária tradicional em documentos como carteiras de identidade, de motorista, de trabalho e Previdência Social, além do passaporte. O projeto é de autoria da deputada Célia Xakriabá (Psol-MG) e a relatoria é da deputada Sônia Guajajara (Psol-SP). O direito deverá ser regulamentado segundo as obrigações internacionais assumidas pelo Brasil.

 Osmar Bastos, em noite de posse na Academia Brasileira  de Medicina Veterinária, reconhecimento pelo trabalho científico  e jornalístico na profissão que escolheu há 50 anos - Foto: Arquivo Pessoal

 

Vladimir Maluf - Foto: André Ligeiro

Pra valer

Encerradas as convenções, termina o espetáculo das homologações e começa a fase em que a papelada pesa mais que os discursos. Até o dia 15, partidos e federações devem registrar oficialmente seus candidatos na Justiça Eleitoral. Depois disso, cada nome será analisado quanto à documentação, elegibilidade e exigências legais. Em outras palavras, o palanque dá lugar ao processo. E nem sempre quem sobe ao palco consegue passar pela burocracia, seja por um motivo ou outro, conforme ensina a história política do Estado.

Na real

O candidato ao governo de MS pelo PT, Fábio Trad, participou da convenção que homologou a candidatura de Lula à reeleição. No material distribuído à imprensa, trecho do discurso do petista-morchamou atenção: “Eu peço desculpas pelos erros que eu cometi, peço desculpas pelas coisas que eu não fiz...” A declaração, feita durante exaltação da gestão, dividiu espaço com o reconhecimentode falhas e falsas promessas. Para adversários, um prato cheio.

Atrevidos

Nem hospital escapa mais das ações dos ladrões. Em Dourados, criminosos serraram a tubulação de cobre do Hospital da Vida durante a madrugada, provocando infiltrações e obrigando à transferência de nove leitos para os corredores. Além do prejuízo material, o furto colocou pacientes em risco e acendeu alerta para a segurança da unidade. A Polícia Civil investiga o caso. E, no fim, a conta acaba sobrando para toda a população.

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Dr. José Roberto Paquera,
	Laís Doria Passos Monteiro 
	de Barros, 
	Henrique Ceolin,
	Luciana Condi, 
	Reginaldo Alves de Araújo, 
	Roberto Arruda Amorim,
	de Almeida e Silva, 
	Artur Dias de Souza,
	Edmundo Ribeiro do Nascimento Júnior,
	Claudemir Aparecido da Silva Amaral,
	Diogo Ferreira Rodrigues,
	João Ermelino de Mello,
	Almir Dalpasquale, 
	João Pereira Filho,
	Marilene Cavalheiro Fernandes,
	Domingos Marciano Fretes,
	Carlos Eduardo Miranda Teodoro, 
	Lucas da Rosa,
	Gildo Pereira,
	Paulo César Santos Pereira, 
	Munir Saad, 
	Marcelo Michelin,
	Dr. Élio Marsiglia,
	Keyla Márcia Almeida Arruda,
	Dr. Paulo Marcos Esselin, 
	Manuel Inácio Dias,
	Wilma Brito Soares,
	Lúcia Regina da Cruz Butkevicius,
	Onildo Bezerra Pinho,
	João Yusei Uehara,
	Luciana Amizo Câmara,
	Wilson Pinheiro,
	Newton de Araujo,
	Denise de Moraes,
	Júlio Cesar Durães dos Santos,
	Marcelo Derly Amador de Souza,
	Edmar Rodrigues dos Santos,
	Vanderley Souza de Andrade,
	Luiz Felipe Ferreira dos Santos,
	João Rafael Vieira Autal,
	Kelly Cristina de Araújo,
	Adaildo José de Carvalho,
	Francisco Cubel Zuriaga,
	Dra. Ronilce Lopes Parreira Furquim, 
	Hélio Kawahira,
	Dr. Gerson Leme, 
	André Luiz Cavalcante,
	Justino Machado Nogueira,
	José Carlos Macorin,
	Adriana Police dos Santos,
	José Antônio Sanches,
	Rosângela Toledo Patay,
	Amanda Barbosa Grisoste Brandão,
	Alan Fabricio Bento,
	Nilce Alves de Oliveira Freire,
	Cleuza Aparecida Medeiros,
	Lauro Nunes da Cunha,
	Miguel da Rocha,
	Elza Prado Maia,
	Helena Lúcia de Arruda Carneiro,
	José Tiradentes Lima Neto,
	Orivaldo Cardoso Filho, 
	Elias Pereira de Souza,
	Ana Beatriz Charbel,
	Joaquim Domingos Roriz,
	Álvaro Scriptore Filho, 
	Ednar Lopes Mendes,
	Gilmar Elias Batista,
	Márcia Meira de Paula,
	Caroline Vieira Nantes,
	Nádia Nascimento,
	Mônica Pacheco Valente,
	Pedro Paulo Barbosa,
	Jairo Gonçalves dos Santos,
	Domingos Ancelmo da Silva,
	Elsa Aparecida Rosa,
	Renato Torres Assis,
	Erika Alvares dos Santos,
	Rosimeire da Conceição Pereira França,
	Micheli Buccini,
	Larissa Ferreira,
	Theresa Cristina Monteiro,
	Adriana Paula da Cruz Ribeiro Jamusse,
	Otávio Bitencourt Rosa,
	Rosimeire Alves de Oliveira,
	Ana Lúcia de Souza Leite Rachel,
	Izabel Cristina Mello Delmondes Ocampos,
	Maria do Socorro Moraes Canteiro,
	Hassan Hajj,
	Nair Irene Lamana de Oliveira,
	Jacir Vieira de Barros,
	Maria Edina Araujo da Fonseca Ubida,
	Zenilton Aparecido da Silva,
	Janice Matiko Higa Rodrigues,
	Valdai Nery de Mello,
	Leonardo dos Santos Farias,
	Renilda Rodrigues Figueiredo,
	Estevão Rocha dos Santos,
	Tânia Ferriol, 
	Nelson Duenhas,
	Renato de Aguiar Lima Pereira,
	Fernando Martins de Souza,
	Manuel Silva Rodrigues Cação,
	Humberto Luis Candeo Fontanini.


Colaborou com Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Projeto Dança da Vida transforma a autoestima de mulheres em Campo Grande]]></title>
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				<description><![CDATA[Para muitas mulheres, a dança é apenas uma atividade física ou uma forma de expressão artística, para outras, ela representa um recomeço.

Em Campo Grande, o projeto Dança da Vida tem mostrado que a dança do ventre pode ir muito além dos palcos e das apresentações, tornando-se um instrumento de acolhimento, fortalecimento da autoestima, promoção da saúde mental e inclusão social.

Idealizado pela professora e bailarina Nidal Abdul, o projeto oferece aulas gratuitas de dança do ventre em diferentes bairros da Capital e nasceu a partir de uma inquietação surgida ao longo de anos de convivência com alunas de diferentes realidades.

Ao perceber que a dança promove mudanças profundas na forma como as mulheres se relacionam consigo mesmas e com o mundo, ela decidiu criar uma iniciativa que ampliasse esse acesso para quem dificilmente conseguiria frequentar aulas particulares.

Foi assim que surgiu o Instituto Dança da Vida Nidal Abdul, uma organização da sociedade civil (OSC) criada para desenvolver projetos sociais tendo a dança como principal ferramenta de transformação.

Segundo Nidal, a proposta nasceu da observação das inúmeras experiências compartilhadas por mulheres que chegavam às aulas carregando traumas, inseguranças, baixa autoestima e diferentes tipos de sofrimento emocional.

“Comecei a perceber que algo mais genuíno poderia ser feito através da dança. Ela já transformava vidas naturalmente, mas pensei que seria possível intensificar esse processo e criar um projeto voltado especificamente para isso”, explica.

DEMOCRATIZAÇÃO

A iniciativa foi estruturada para atender mulheres de todas as realidades sociais. Não há restrições quanto à idade, profissão ou condição financeira. O objetivo é garantir que qualquer mulher tenha acesso à prática da dança, independentemente de poder ou não pagar por uma escola especializada.

Além de democratizar o acesso à cultura, o projeto também acolhe mulheres vítimas de violência, pacientes em tratamento de doenças, mães, idosas, jovens e todas aquelas que encontram na dança um espaço de pertencimento e reconstrução.

Atualmente, o projeto Dança da Vida atende mulheres nos Bairros Caiobá, Itamaracá, Ana Maria do Couto, Coophavila II e Moreninhas. A expansão já está em andamento e novas inscrições foram abertas para que a iniciativa alcance mais três bairros da Capital, chegando à meta de oito polos de atendimento.

A escolha das regiões não aconteceu por acaso. Nidal conta que realizou um levantamento para identificar bairros populosos e que pudessem atender mulheres também de regiões vizinhas.

“O objetivo foi criar polos estratégicos. Quando escolhemos um bairro como a Coophavila II, por exemplo, também conseguimos atender mulheres do Aero Rancho, do Tarumã e de outras regiões próximas. Isso facilita muito o acesso”, diz.

Como não existe limite fixo de participantes, o projeto busca acolher todas as mulheres interessadas. As aulas são totalmente gratuitas e não exigem experiência anterior com dança, basta comparecer usando roupas confortáveis para exercícios e participar.

SUPERAÇÃO

O projeto atende atualmente os Bairros Caiobá, Itamaracá, Ana Maria do Couto, Coophavila II e Moreninhas, mas será expandido para outros três novos locais - Foto: Divulgação

Ao longo dos anos, Nidal acompanhou inúmeras trajetórias de transformação, entre elas, uma das mais marcantes é a de Suzana.

Ela sofreu um grave atropelamento em 2008 e ficou paraplégica. Anos depois, em 2019, decidiu iniciar as aulas de dança do ventre. O que começou como uma tentativa de reencontrar qualidade de vida acabou mudando completamente sua trajetória.

“É emocionante ver uma mulher cadeirante se tornar uma profissional da dança. É uma história que inspira todas as outras participantes e mostra que os limites muitas vezes existem apenas quando não há oportunidades”, afirma Nidal.

Mas Suzana está longe de ser um caso isolado. A professora relata que acompanha diariamente mulheres em tratamento contra o câncer, participantes que enfrentaram relacionamentos abusivos, perdas familiares, problemas emocionais e outras situações delicadas.

Em comum, todas encontram nas aulas um ambiente seguro para reconstruir a confiança e fortalecer os vínculos sociais.

Segundo ela, as mudanças aparecem rapidamente.

“O que mais percebo é a melhora do humor, da autoestima, do bem-estar e da socialização. As mulheres passam a acreditar mais nelas mesmas, e isso acaba se refletindo em todas as áreas da vida”, pontua.

OPORTUNIDADE DE DESENVOLVIMENTO

Além das aulas semanais, todas as participantes têm oportunidade de integrar festivais, apresentações culturais e eventos realizados pelo estúdio, independentemente do bairro onde frequentam as atividades.

Essa vivência artística amplia ainda mais o sentimento de pertencimento. Muitas mulheres que nunca haviam subido num palco passam a se apresentar diante do público, superando medos e descobrindo novas capacidades.

Embora a dança do ventre ainda seja cercada por estereótipos, Nidal destaca que a modalidade trabalha consciência corporal, coordenação motora, fortalecimento muscular, postura, flexibilidade e expressão artística, respeitando os limites de cada participante.

Ao contrário do que muitos imaginam, não existe um corpo ideal para praticar a modalidade. Mulheres de diferentes idades, biotipos e condições físicas podem participar das aulas, adaptadas conforme as necessidades de cada turma.

EXECUÇÃO DO PROJETO

O projeto Dança da Vida também dialoga diretamente com políticas públicas voltadas às mulheres, ao promover inclusão, acesso à cultura, fortalecimento da autonomia, convivência comunitária e valorização da saúde física e emocional.

A iniciativa é executada pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) e pela Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura (Setesc), por meio de termo de fomento viabilizado por emenda parlamentar.

Apesar dos resultados alcançados, manter o projeto em funcionamento continua sendo o principal desafio.
Como todas as atividades são oferecidas gratuitamente, a continuidade depende da renovação dos recursos públicos e da aprovação de novos financiamentos.

“O maior desafio é manter o projeto funcionando. Os recursos têm prazo determinado e, quando encerram, precisamos buscar novas formas de financiamento para que as mulheres continuem sendo atendidas”, explica.

Mesmo diante das dificuldades, Nidal afirma que ver diariamente a transformação vivida pelas participantes faz todo o esforço valer a pena.

“Para mim, é algo sublime. A dança é a minha vida. Ver tantas mulheres mudando, recuperando a autoestima e encontrando felicidade através dela é muito mais do que um dia imaginei”, destaca Nidal.

>> SERVIÇO

As interessadas em participar podem realizar a inscrição gratuitamente pelo WhatsApp (67) 99245-0766. Não é necessário ter experiência anterior, apenas disposição para conhecer uma atividade que, para muitas mulheres, tem representado um novo capítulo de suas histórias.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 08:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Enquanto percorrem o Estado em busca de votos para garantir a reeleição... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/enquanto-percorrem-o-estado-em-busca-de-votos-para-garantir-a/470551/</link>
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				<description><![CDATA[Augusto Branco - escritor brasileiro

Lute com determinação, abrace a vida com paixão, perca com classe e vença com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito para ser insignificante”.

FELPUDA 

Enquanto percorrem o Estado em busca de votos para garantir a reeleição, três deputados já mantêm um olho voltado para outro prêmio da temporada: a presidência da Assembleia Legislativa de MS. Nos bastidores, as conversas e os cafezinhos políticos se multiplicam. Integrantes da base do governador Riedel e do ex-governador Azambuja acreditam que podem contar com importantes padrinhos  na disputa. No páreo aparecem Coronel David e Paulo Corrêa, ambos do PL, além de Pedro Caravina, do PSDB. A largada foi dada e a corrida promete fortes emoções.



 NÃO VAI

A senadora Tereza Cristina confirmou que foi convidada por Flávio Bolsonaro (PL) para integrar a chapa presidencial como candidata a vice. Segundo ela, chegou a aceitar o convite, mas a direção nacional do Progressistas decidiu manter neutralidade na disputa ao Planalto.

MAIS

Assim, seu nome ficou fora da composição. Em Mato Grosso do Sul, porém, o apoio à reeleição de Eduardo Riedel está mantido, enquanto o governador deverá apoiar a candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro.

Amigos desde sempre: Alex Fraga e João Fígar. Foto: Arquivo Pessoal

Fabiana Feferbaum. Foto: André Ligeiro

ALIANÇÃO

A maior aliança política de MS foi oficializada no sábado, durante convenção em Campo Grande. O bloco reúne União Progressista (PP e União Brasil), PL, PSDB, MDB, Republicanos e Podemos em apoio à reeleição do governador Riedel. A convenção também confirmou Barbosinha (Republicanos) como vice-governador na chapa. Reinaldo Azambuja e Capitão Contar são os candidatos ao Senado.

RECUO

Antes da convenção, o senador Nelson Trad Filho (PSD) decidiu retirar sua candidatura à reeleição e aceitou compor como primeiro-suplente de Reinaldo Azambuja (PL) para o Senado. A definição ocorreu na noite de sexta-feira, após reunião com o governador Riedel (PP) e o ex-governador. Embora, segundo dizem, contasse com apoios de vários prefeitos e lideranças municipais, o senador avaliou o cenário eleitoral deste ano e as perspectivas políticas. Já na madrugada de sábado divulgou nota oficial.

OBEDIENTE

Na nota em que anunciou a desistência da disputa pela reeleição ao Senado, Nelson Trad Filho afirmou que atendeu a uma orientação da direção nacional do PSD, comandada por Gilberto Kassab. Disse que não deu “um passo atrás”, mas “um passo ao lado” para fortalecer a aliança em torno de Reinaldo Azambuja. O senador ressaltou que a decisão prioriza o projeto político do grupo e os interesses de MS. Agora, aposta na unidade da base governista para enfrentar a disputa eleitoral deste ano. Então, tá!

ANIVERSARIANTES

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Patrícia Balter de Carvalho Faracco,
	José Augusto Castro Bernardes,
	Valquíria Marques Bernardes,
	Luiz Carlos Correia de Lima (Lucas de Lima),
	Isabelli Calzolaio Motta,
	Bruno Costa Anache,
	Samuel Correa Godoy,
	Arthur Jorge Ferreira do Amaral,
	Carla Lopes Miranda,
	Hideo Motooka,
	Valdir da Silva Rosa,
	Crislene da Silva da Costa,
	França Giordanetti de Souza Firmo,
	João Raimundo da Silva,
	Leonardo Pfeifer Macedo,
	Dr. Lucas Silva Fernandes,
	Mário Sérgio Rosa,
	Álvaro Pinto de Oliveira,
	Walter Inacio Severino da Silva,
	Sérgio da Costa Corrêa,
	Fabrizio Sales Filgueiras,
	Maridulce Sanfelice Simei,
	Múcio Marinho,
	Giovanna Dalpasquale,
	Lidia Franco de Moraes,
	Joaquim Rezende de Almeida,
	Cintia Raquel Renosto Esgaib,
	Rubens Murilo Guelpa Rossi,
	Lídia Zunilda da Silva Arguelho,
	Amani Jaber,
	Luana Evellyn Oliveira Cardoso,
	Agnes Yule Patrocínio,
	Juliana Inocêncio Mendes Carli,
	Diana Lahdo,
	Rodrigo Ribeiro Corrêa,
	Paulo Roberto Ferreira Bonfim,
	Gastão Lemos Monteiro,
	Leonardo Pires,
	Lilian Espíndola,
	Estevão Rocha dos Santos,
	Virginia Almeida Braga,
	Guilherme Assis de Figueiredo,
	Eliane Calixto Dancur,
	Cleusa Costa Nasser,
	Maria Rodrigues de Oliveira,
	João Pedro Palhano Melke,
	Adriana Gruhn,
	Simoni Figueiredo Piva,
	Norma Silvério da Costa,
	Giulliano Gradazzo Catelan Mosena,
	Lídia Menegolla Parra,
	Adriana Ferreira Rosa da Silva,
	Juracy Galvão Oliveira,
	Vanderlei Rodrigues,
	Norberto Lozano Gonçalves,
	Romoaldo Jareta,
	Kleber Clajus Gutierrez,
	Mariano Chiad,
	Mauro Marcos Moraes,
	Antônio Vieira,
	Maris Lucileni Cardoso,
	Airton Xavier Nogueira,
	Luiz Carlos Costa,
	Maria Luiza Garcia,
	Dra. Delmina de Souza Campagna,
	Rui Gibim Lacerda,
	Diva Rodrigues Pereira,
	José Rodrigues de Souza,
	Dra. Maysa Gutierrez Vilela,
	Elza Cassaro,
	Regina Célia Amorim de Oliveira,
	Paulo César Souza,
	Sheila Guedes Garcez,
	Eduardo Castellari,
	Pedro Lopes,
	André Luiz Krawiec Prearo,
	Pedro de Alcântara Souza Neto,
	Maria Alice Figueira,
	Ana Maria Ferreira,
	Teresa Cristina Pereira,
	Ivanilde Santos,
	Leonardo e Silva Pretto,
	Maria Auxiliadora Franco,
	Jâne Peixer,
	Renato Oliveira,
	Elbio Gonzalez,
	Odete Ferreira Rodrigues da Silva,
	Maria Luisa Marini,
	Jorge Batista da Rocha,
	Neri Sucolotti,
	Maria Lúcia Alves Melli,
	Dr. Márcio Nasser Cubel,
	Waldirene de Souza,
	Kriscia Adriana de Souza Santana,
	Elaine Aparecida Joaquim Gusmão,
	Dr. Otair Hildebrand Avila,
	Nilo Muller,
	Paulo Roberto Zanoni,
	Sandra Marques Lucas Ferrarezi,
	Rubia Carla Mendes Quintanilha Pinheiro,
	Nelson Dourado de Azambuja Andrade,
	Maria Izabel Coutinho de Lima Zampieri,
	Sueli de Barros Toledo,
	Carlos Takashi Sogabe,
	José Eustáquio Vinhas,
	Antonio Carlos Botter,
	Renato Eiji Wassano,
	Bruno Lesniewski Pereira.


 * COLABOROU TATYANE GAMEIRO

@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 00:01:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[No Bonito CineSur, Paulo Betti defende regulamentação de streamings]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/no-bonito-cinesur-paulo-betti-defende-regulamentacao-de-streamings/470544/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/correio-b/no-bonito-cinesur-paulo-betti-defende-regulamentacao-de-streamings/470544/</guid>
				<description><![CDATA[Ao participar da cerimônia de encerramento do festival de cinema Bonito CineSur, ocorrida na noite de sábado (1º) na cidade de Bonito (MS), o ator Paulo Betti defendeu a necessidade de se regulamentar as plataformas de streaming no país.

“Eu acho que nós tínhamos que cuidar dos nossos direitos autorais para que, quando alguma coisa nossa passar, nós recebamos algo. É preciso haver uma remuneração”, disse o ator, em entrevista a jornalistas.

Para ele, os streamings devem contribuir para a produção das obras audiovisuais nacionais.

“O streaming não pode entrar aqui e não pagar nada, não ter nenhum imposto, não ter nenhuma retribuição para a nossa indústria. É preciso proteger o nosso cinema, o nosso audiovisual”, defendeu.

Segundo Paulo Betti, essa proteção a bens culturais brasileiros não deve ser um privilégio do audiovisual. “Tem que haver um incentivo e tem que haver leis que protejam o cinema, a arte, a cultura, o museu e nossos bens culturais”, disse.

Atualmente, um projeto de lei que prevê a regulamentação das plataformas de streaming está em discussão no Congresso Nacional. O texto estabelece, por exemplo, pagamento da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine) pelas empresas de streaming no Brasil e também estabelece cotas para conteúdo brasileiro nos serviços de vídeo sob demanda. Além disso, prevê o estímulo à oferta de produções independentes.

CineSur

Na noite de ontem, o festival Bonito CineSur premiou o filme paraguaio ¿Quién Mató a Narciso? como o melhor longa sul-americano na opinião do júri oficial. O filme é baseado no livro Narciso, inspirado no assassinato do jovem Bernardo Aranda, em 1959, um locutor de rádio homossexual que amava o rock and roll e que foi queimado enquanto dormia.

O crime jamais foi solucionado, mas, para a Comissão da Verdade e Justiça paraguaia, o assassinato pode ter sido tramado pelo governo militar.

   
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 02 Aug 2026 19:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Daniel Salve divide rotina entre Paulo Gustavo, Percy Jackson e os próximos passos de "Nautopia"]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/daniel-salve-divide-rotina-entre-paulo-gustavo-percy-jackson-e-os/470522/</link>
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				<description><![CDATA[Londres em julho. São Paulo em agosto e outubro. Nos últimos meses, Daniel Salve atravessou uma intensa jornada criativa em três produções bastante diferentes entre si — e também em funções igualmente distintas dentro do teatro musical.

Após realizar o workshop internacional de "Nautopia", em Londres, o artista se dedica agora à reta final de "Meu Filho é um Musical", inspirado na trajetória de Paulo Gustavo, e à direção artística da adaptação brasileira de "Percy Jackson".

Em "Nautopia", projeto autoral desenvolvido de forma independente ao longo dos últimos anos, Daniel acaba de concluir o workshop internacional realizado em Londres, etapa importante no desenvolvimento da obra antes de sua futura montagem.

Segundo ele, o processo exige uma dinâmica bastante diferente da de um espetáculo tradicional, especialmente pela necessidade constante de revisão e amadurecimento.

"Criar um musical original exige tempo, maturação, revisões, leituras, workshops, tentativas, erros, reescritas… exige que a obra possa respirar antes de chegar ao palco. No Brasil, muitas vezes, a gente ainda trabalha na lógica do &#39;precisa estrear&#39;.E aí o espetáculo acaba sendo desenvolvido já sob pressão de produção, de cronograma, de captação", explica.

Já em "Meu Filho é um Musical", primeira produção brasileira original da Touché Entretenimento, produtora comandada por Renata Borges, Daniel assina as letras e as músicas originais do espetáculo, que estreia no Teatro Renault, em São Paulo, no dia 20 de agosto, após temporada no Teatro Multiplan, no Rio de Janeiro.

Segundo o artista, um dos aspectos mais marcantes do processo tem sido justamente o contato com pessoas próximas ao humorista, como Déa Lúcia, Ju Amaral, Fil Braz e João Fonseca, o que contribuiu diretamente para a construção emocional da obra.

"O espetáculo procura olhar para o ser humano por trás da figura pública. Para o artista antes do fenômeno. Um cara cheio de humor, obviamente, mas também cheio de medo, de ansiedade, de desejo de pertencimento e de vontade de encontrar o próprio espaço", afirma.

Ao mesmo tempo, o artista também se dedica à direção artística de "Percy Jackson", adaptação da franquia literária que estreia em 10 de outubro no Teatro Liberdade, em São Paulo.

Cercado por uma comunidade de fãs extremamente ativa, o projeto trouxe para Daniel um desafio específico: construir uma experiência teatral capaz de dialogar com o imaginário já consolidado do público sem transformar o palco em mera reprodução do material original.

"Muitas vezes, por medo de decepcionar os fãs, as adaptações acabam ficando excessivamente literais. Mas acho que o público também percebe quando existe imaginação verdadeira na construção. O teatro não pode ser apenas uma reprodução ilustrativa daquilo que o público já conhece. O palco precisa trazer invenção, surpresa, linguagem, ponto de vista", observa.

Mesmo atuando simultaneamente em projetos tão diferentes, Daniel acredita que o maior desafio continua sendo evitar repetições criativas. Para ele, o amadurecimento artístico torna o processo cada vez mais exigente.

"Quanto mais a gente escreve ou compõe, mais difícil fica. A parte técnica pode até ficar mais orgânica, mas o ato de criação sempre pressupõe um desafio. E que bom que é assim", conclui.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 02 Aug 2026 16:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Entre Costuras & CuLtura: Quando a moda entra em campo]]></title>
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				<description><![CDATA[Há muito tempo o futebol deixou de ser apenas um esporte. As grandes finais se transformaram em eventos culturais globais, capazes de reunir música, moda, entretenimento e milhões de espectadores diante da mesma tela. E, quando isso acontece, cada detalhe importa, inclusive o figurino.

Na apresentação da final da Copa do Mundo de Clubes da FIFA, Shakira mostrou mais uma vez por que é conhecida como a "rainha das Copas". Mas, além da energia contagiante e da performance impecável, um elemento chamou a atenção de quem acompanha moda: o vestido que usava.

Desenvolvido especialmente para o espetáculo, o figurino foi confeccionado com mais de 200 mil cristais Swarovski, transformando a peça em uma verdadeira joia em movimento. O brilho intenso não era apenas um recurso estético.

Em produções dessa magnitude, cada cristal é pensado para refletir a luz das câmeras, valorizar os movimentos da artista e criar impacto visual para uma audiência de milhões de pessoas.

Esse é um aspecto pouco percebido pelo público: um figurino de palco não é simplesmente uma roupa bonita. Ele precisa atender a exigências muito diferentes das de uma peça de passarela.

Deve permitir liberdade total de movimentos, resistir ao ritmo intenso da coreografia, funcionar sob diferentes tipos de iluminação e, principalmente, comunicar sua mensagem mesmo para quem assiste a centenas de metros de distância ou pela televisão.

O vestido de Shakira traduz perfeitamente uma tendência que vem ganhando força na moda contemporânea: a união entre moda, tecnologia e performance. Cada aplicação de cristal, cada recorte e cada escolha de tecido fazem parte de um projeto que busca equilibrar glamour e funcionalidade.

Não por acaso, grandes maisons e marcas de luxo vêm estreitando sua relação com o universo esportivo. Louis Vuitton cria os baús dos principais troféus do mundo. Dior, Prada e Gucci vestem atletas em eventos internacionais. A moda passou a compreender que o esporte também é um dos grandes palcos da construção de imagem.

Shakira representa esse encontro como poucas artistas. Desde a Copa do Mundo de 2006, passando por "Waka Waka", em 2010, até suas apresentações mais recentes, ela construiu uma identidade visual imediatamente reconhecível.

Franjas, brilhos, recortes estratégicos e referências à dança do ventre fazem parte de uma assinatura estética que atravessa décadas sem perder contemporaneidade.

Existe também um simbolismo interessante na escolha das cores do figurino. Os tons vibrantes de rosa, laranja e dourado dialogam com a energia latina que sempre caracterizou sua carreira.

São cores associadas ao movimento, à celebração e à vitalidade.  Exatamente a atmosfera que um espetáculo esportivo procura transmitir.

Vivemos um momento em que as fronteiras entre moda, música, esporte e entretenimento praticamente desapareceram.

Um desfile pode acontecer em um estádio. Uma campanha de luxo pode ser estrelada por um atleta. E uma final de campeonato pode se tornar uma das maiores vitrines de moda do planeta.

A roupa e a imagem comunicam valores, desperta emoções, constrói narrativas e ajuda a transformar alguns minutos de apresentação em imagens capazes de permanecer na memória coletiva por muitos anos.

Porque, no fim das contas, enquanto os jogadores disputam a taça dentro de campo, a moda também entra em jogo. E, quando bem executada, conquista seu próprio lugar entre os grandes momentos da história do espetáculo.

E por fim, 3 lições de estilo que podemos aprender com Shakira: 

            1.         Movimento também faz parte da elegância.

Franjas, tecidos leves e modelagens que acompanham o corpo tornam qualquer produção mais interessante. Uma roupa bonita é, antes de tudo, aquela que permite que você se mova com naturalidade.

            2.         Cor transmite emoção.

Os tons vibrantes de rosa, laranja e dourado reforçaram a energia latina da cantora. Antes de escolher uma roupa, pense também na mensagem que deseja transmitir: cores comunicam tanto quanto palavras.

            3.         O caimento vale mais do que o preço.

O sucesso do figurino não estava apenas nos 200 mil cristais, mas na modelagem impecável. No dia a dia, uma peça bem ajustada ao corpo costuma causar muito mais impacto do que uma roupa cara que veste mal.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 02 Aug 2026 15:00:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[A energia do Tarô da semana entre 03 e 09 de agosto. Direcione a sua energia.]]></title>
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				<description><![CDATA[A Força, Vênus em Libra e Mercúrio em Leão

É a primeira semana completa da temporada de Leão, e seguimos em frente com Mercúrio finalmente livre dos efeitos da retrogradação. Agora, a energia vibrante dessa fase pode ser vivida em todo o seu potencial.

A carta que se revelou como regente da semana foi a Força e dificilmente haveria um arcano mais apropriado para este momento. Afinal, a Força é a carta tradicionalmente associada ao signo de Leão e traduz com perfeição os temas que permeiam o cenário astrológico atual: coragem, autoconfiança, vitalidade, generosidade e a capacidade de liderar a própria vida com equilíbrio e serenidade.

A entrada de Vênus em Libra, no dia 6, favorece relações mais harmoniosas, acordos e reconciliações. Assim como a mulher da carta doma o leão com serenidade, este trânsito mostra que o verdadeiro poder está na diplomacia, na escuta e na capacidade de construir pontes sem abrir mão dos próprios limites. A Força ensina que harmonia não significa evitar conflitos, mas enfrentá-los com maturidade e respeito.

Já Mercúrio em Leão, a partir de 9 de agosto, amplia a criatividade, a confiança e a expressão das ideias. O momento favorece apresentações, negociações e projetos autorais, incentivando cada pessoa a dar voz ao próprio talento. A lição da Força, porém, é lembrar que a autoconfiança se torna ainda mais poderosa quando caminha ao lado da humildade e da sabedoria para ouvir diferentes perspectivas.

A Força: o verdadeiro poder nasce de dentro

À primeira vista, a mensagem da Força parece bastante evidente: ela fala sobre força. Mas não da força física ou da necessidade de dominar pela imposição. Seu verdadeiro significado está no poder que nasce do coração, da mente e do espírito.

A imagem clássica do arcano mostra uma mulher conduzindo um leão apenas com a delicadeza de suas mãos e a coragem de sua presença. Não há correntes, armas ou qualquer demonstração de violência — apenas serenidade, confiança e domínio emocional diante de um desafio que poderia parecer intimidador.

Acima de sua cabeça, o símbolo do infinito representa a fonte inesgotável de força interior que todos carregamos. Mesmo quando acreditamos ter chegado ao limite, A Força nos lembra que sempre existe uma reserva de coragem, resiliência e sabedoria capaz de nos ajudar a seguir em frente.

Este arcano também nos lembra que a maior vitória não acontece sobre o mundo, mas sobre nós mesmos. Ele simboliza a coragem silenciosa, a confiança interior e a capacidade de enfrentar os desafios da vida sem perder a delicadeza.

A verdadeira força não se impõe pela agressividade ou pelo controle, mas pela serenidade de quem conhece o próprio coração.

Fortaleza interior é algo que se constrói todos os dias. Assim como os músculos precisam ser exercitados para permanecer fortes, nossa coragem também precisa ser cultivada continuamente. Cada vez que escolhemos agir em nosso favor, mesmo diante do medo, da insegurança ou dos velhos padrões, fortalecemos quem realmente somos.

Pense por um instante: em que momento da sua vida você se sentiu mais forte? Talvez tenha sido quando precisou recomeçar, superar uma perda, enfrentar uma mudança ou acreditar em si mesmo quando ninguém mais acreditava. Essa pessoa continua existindo dentro de você. Às vezes apenas esquecemos disso.

Todos os dias somos convidados a olhar para nossas sombras, reconhecer nossas fragilidades e escolher, mais uma vez, agir de acordo com nossa essência. A força é uma prática diária, não um destino.

Também é importante compreender que a verdadeira transformação não nasce da culpa ou da vergonha. Mudanças duradouras acontecem quando escolhemos cuidar de nós mesmos com compaixão. Corrigir um comportamento porque nos amamos é muito mais poderoso do que fazê-lo apenas por medo ou autocensura.

Muitas vezes acreditamos que somos definidos pelos nossos erros, pelos nossos medos ou pelos hábitos que repetimos há anos. A Força nos lembra que isso não é verdade. Nenhum comportamento limita quem você realmente é.

Todos os dias existe uma nova oportunidade para fazer escolhas diferentes e conduzir sua vida com mais consciência.

Talvez o primeiro passo pareça difícil. Domar o “leão interior” exige persistência, paciência e confiança. Mas, com o tempo, aquilo que parecia impossível se transforma em uma nova forma de viver. A coragem deixa de ser um esforço e passa a fazer parte da sua natureza.

Nesta semana, escolha três atitudes que reforcem a sua força interior. Pode ser dizer “não” ao que já não faz sentido, confiar mais em si mesmo, abandonar um hábito que o enfraquece ou dar um passo em direção a um sonho adiado. Pequenas decisões, repetidas diariamente, constroem uma vida extraordinária.

A verdadeira força não está em dominar o mundo. Está em conduzir, com amor e consciência, o leão que habita dentro de nós.

A energia da Força nas áreas da vida

Amor

Nos relacionamentos, a carta da Força convida a substituir reações impulsivas por diálogo, empatia e maturidade emocional. Ela mostra que o amor verdadeiro não nasce da necessidade de controlar o outro, mas da capacidade de acolher, compreender e respeitar as diferenças.

Para quem está solteiro, o arcano sugere fortalecer o amor-próprio antes de buscar uma nova relação. Quanto mais você reconhece o seu valor, mais atrai conexões saudáveis e recíprocas.

A entrada de Vênus em Libra favorece a harmonia, o romance e a aproximação. Seu charme e magnetismo estarão em evidência, facilitando novas conexões e fortalecendo os laços existentes. Aproveite essa fase para viver o amor com mais leveza e equilíbrio.

Trabalho e Carreira

No campo profissional, a carta da Força favorece a perseverança, o equilíbrio e a liderança, mostrando que as maiores conquistas serão alcançadas por quem agir com inteligência emocional, estratégia e diplomacia.

Ao longo da semana, situações desafiadoras, mudanças inesperadas ou conversas delicadas poderão testar sua serenidade, mas manter a calma e confiar na própria capacidade fará toda a diferença.

Mais do que as palavras, será sua postura diante das adversidades que transmitirá segurança, fortalecerá sua credibilidade e abrirá caminho para novas oportunidades.

Dinheiro

Nas finanças, A Força fala sobre autocontrole e disciplina. É um excelente período para rever hábitos de consumo, organizar o orçamento e fazer escolhas conscientes pensando no futuro.

A prosperidade não surge apenas por grandes oportunidades, mas principalmente pela capacidade de administrar recursos com responsabilidade. Dominar os impulsos hoje é abrir espaço para uma estabilidade maior amanhã.

A mensagem da Força

A Força nos lembra que o maior poder não está em vencer batalhas externas, mas em conquistar a nós mesmos. Quando aprendemos a conduzir nossos medos, impulsos e inseguranças com serenidade, descobrimos uma coragem que ninguém pode tirar.

Afinal, como dizia Lao Tsé: "Quem vence os outros é forte; quem vence a si mesmo é invencível."

Todos os dias temos a oportunidade de escolher entre alimentar nossos limites ou fortalecer nosso potencial. Cada decisão tomada com consciência aproxima você da sua melhor versão.

Sob a energia da Força, pergunte a si mesmo: o que você precisa domar dentro de si para crescer, qual medo já não merece conduzir suas escolhas e que atitude pode tomar hoje para fortalecer sua vida, seus relacionamentos, sua carreira e sua prosperidade?

A verdadeira força não faz barulho. Ela se revela nas pequenas escolhas diárias, na persistência, na compaixão e na coragem de continuar caminhando, mesmo quando o caminho parece desafiador. É assim que, pouco a pouco, o leão interior deixa de ser um adversário e se torna um grande aliado.

Seja qual for a situação que esta semana traga, ela será um convite para reconhecer a sua própria força. Isso significa acreditar em si mesmo e confiar que você possui coragem, sabedoria e recursos para enfrentar até os maiores desafios.

Se a vida parecer colocar sua resistência à prova, encare esse momento como uma oportunidade de permanecer firme, preservar seu equilíbrio e não desistir diante das dificuldades. Em vez de “matar um leão por dia”, aprenda a amar o seu. Acontecimentos positivos também podem surgir para lembrar o quanto você cresceu e se tornou mais forte ao longo da sua jornada.

Em qualquer cenário, mantenha a confiança, enfrente seus medos com serenidade e siga em frente com dignidade e determinação. Nem sempre será possível controlar as circunstâncias ou as atitudes das outras pessoas, mas você sempre poderá confiar na sua capacidade de responder a cada desafio com coragem, equilíbrio e fidelidade a si mesmo.

Como diria Obi-Wan Kenobi, em Star Wars: "Que a Força esteja com você." Neste mês, essa mensagem ganha um significado especial: que a Força do Tarô inspire a força que existe dentro de você.

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 02 Aug 2026 12:00:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Entrevista exclusiva com o diretor de cinema Nilson Rodrigues]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/entrevista-exclusiva-com-o-diretor-de-cinema-nilson-rodrigues/470531/</link>
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				<description><![CDATA[Quantos filmes equatorianos você conhece? Quantos venezuelanos já assistiu? E quantas produções do Paraguai, país que divide fronteira com Mato Grosso do Sul, chegaram às salas de cinema ou às plataformas brasileiras?

As perguntas lançadas por Nilson Rodrigues, idealizador e diretor do Bonito CineSur, parecem simples, mas revelam um dos grandes paradoxos culturais do continente: a América do Sul produz filmes reconhecidos nos principais festivais do mundo, mas seus países ainda conhecem muito pouco o cinema realizado pelos próprios vizinhos.

“Quantos filmes equatorianos você conhece? Quantos filmes venezuelanos já viu? Quantos colombianos ou chilenos? A gente vê muito pouco”, provoca Nilson em uma conversa exclusiva para o Caderno B+ diretamente de Bonito.

“Não é que não exista uma produção relevante. O Paraguai foi premiado em Berlim, o Chile vai ao Oscar, a Colômbia vai ao Oscar. Existe uma produção argentina incrível, uma produção brasileira muito forte. O que existe é uma enorme barreira de circulação.”

Foi para começar a romper essa barreira que o Bonito CineSur nasceu, em 2023. Em apenas quatro edições, o Festival de Cinema Sul-Americano transformou Bonito, já conhecida mundialmente por suas belezas naturais, em um território de encontro entre realizadores, produtores, atores, distribuidores, críticos e públicos de diferentes países.

Na edição de 2026, realizada entre 24 de julho e 1º de agosto, o festival recebeu o recorde de 905 filmes inscritos. Na primeira edição, foram 657, o que representa crescimento de 37%. O público também mais do que dobrou: passou de 4.200 pessoas, em 2023, para 9 mil em 2025, alta de 114%.

Antes mesmo de contabilizar os resultados deste ano, mais de 18.200 pessoas já haviam participado das atividades do CineSur.

A quarta edição selecionou 32 produções competitivas de dez países da América do Sul, distribuídas entre longas e curtas sul-americanos, cinema ambiental e filmes de Mato Grosso do Sul.

A produção regional conquistou um espaço ainda maior: oito obras sul-mato-grossenses entraram na competição, duas a mais do que no ano anterior. Mas, para Nilson, os números são apenas uma parte da história.

“A gente partiu de uma tese: reunir a produção sul-americana recente e criar um ambiente de encontro entre produtores, atores, atrizes e realizadores. Um lugar onde também fosse possível discutir projetos e estimular coproduções”, explica. “Existe uma barreira muito grande entre os países. O festival nasce para criar condições de aproximação.”

Nilson Rodrigues: Bonito CineSur faz de MS o coração do cinema sul-americano. Em sua quarta edição, festival cresce, atrai estrelas e transforma cinema em formação, encontro, memória e desenvolvimento local - Fotografando Bonito - Divulgação

Uma vida dedicada ao cinema

O CineSur também é resultado de uma trajetória de mais de quatro décadas. Produtor, exibidor e gestor cultural, Nilson Rodrigues começou a trabalhar com festivais ainda nos anos 1980.

Foi coordenador e diretor de diferentes edições do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, idealizou o Festival de Inverno de Bonito e o Festcine Pantanal, em Campo Grande, além de ter integrado a Diretoria Colegiada da Agência Nacional do Cinema, a Ancine, entre 2005 e 2009.

Como exibidor, fundou o Cine Cultura de Campo Grande e, posteriormente, o Cine Cultura Liberty Mall, em Brasília, voltado especialmente ao cinema brasileiro e à produção independente mundial. Como produtor, participou de títulos como Tainá 3 – A origem, O outro lado do paraíso e O pastor e o guerrilheiro.

Agora, vive um momento especialmente movimentado com dois novos filmes. Nilson é produtor de Honestino, dirigido por Aurélio Michiles e protagonizado por Bruno Gagliasso nas sequências dramatizadas, e de Justino – Nos Bastidores do Reino, novo longa de José Eduardo Belmonte.

Na entrevista, ele brincou com a coincidência entre os nomes: “Honestino e Justino. Honesto e justo”. “Estou muito animado. Um dos filmes entra nas salas de cinema e o outro inicia sua carreira nos festivais”, conta.

Esse trânsito entre festivais, salas de exibição, produção e políticas públicas deu a Nilson uma visão ampla das dificuldades enfrentadas pelo audiovisual.

“O mercado é ocupado pelo cinema hegemônico dos Estados Unidos, e nem pelo cinema norte-americano em toda a sua diversidade. O cinema independente dos Estados Unidos também é muito potente.

O que recebemos aqui é aquilo que vem da grande indústria”, observa. “E, da mesma forma que essa indústria ocupa o mercado brasileiro, ocupa também a Argentina, o Paraguai, a Bolívia e o Chile.”

O CineSur não pretende resolver sozinho um problema que envolve legislação, distribuição, investimento, regulação das plataformas e políticas públicas. Nilson é o primeiro a reconhecer os limites de um festival.

“O festival não resolve os problemas do mercado, da circulação ou da regulação. Mas conecta as pessoas. Estimula a produção e também a aquisição dos filmes”, afirma.

Um exemplo concreto aconteceu após a edição anterior, quando um filme chileno premiado em Bonito despertou o interesse de uma distribuidora brasileira. Para um longa que talvez não encontrasse espaço no Brasil, o encontro representou uma possibilidade real de chegar a um novo público.

“Isso tem importância. Precisamos trazer mais distribuidores para ver esses filmes, além de mais produtores. Mas isso também depende das condições econômicas do festival, da ampliação dos apoios e dos patrocínios”, diz Nilson.

Estrelas do continente em Bonito

A força de um festival também se mede por sua capacidade de reunir os grandes nomes do cinema sem afastá-los do público. Em 2026, Bonito recebeu artistas conhecidos nacional e internacionalmente, mas manteve sessões, debates e encontros com acesso gratuito.

A abertura foi apresentada por Reynaldo Gianecchini e pela atriz e coordenadora geral Andrea Freire. O primeiro fim de semana teve ainda a presença de Bruno Gagliasso e do diretor Aurélio Michiles, que apresentaram a pré-estreia nacional de Honestino, filme sobre o líder estudantil Honestino Guimarães, sequestrado e desaparecido durante a ditadura militar.

João Moreira Salles participou de uma aula magna sobre o documentário e apresentou Minha terra estrangeira, codirigido por Louise Botkay. A programação também reuniu o documentarista Vincent Carelli, criador do projeto Vídeo nas Aldeias; o cineasta Luiz Carlos Lacerda, o Bigode; além de produtores, curadores, críticos e realizadores de vários países.

Até o encerramento, o festival ainda recebe Paulo Betti, responsável por uma conversa sobre interpretação para cinema e televisão, e Valentina Herszage, atriz de Ainda Estou Aqui, que apresenta com ele a cerimônia de premiação.

A grande homenageada da edição foi a chilena Paulina García, vencedora do Urso de Prata de melhor atriz no Festival de Berlim por Gloria. Atriz, diretora teatral e dramaturga, ela recebeu o Troféu Pantanal na abertura, que exibiu Querido Trópico, coprodução de Panamá e Colômbia na qual interpreta uma mulher que enfrenta o avanço da demência.

“Paulina é uma atriz incrível, maravilhosa, um orgulho para a América Latina e para a América do Sul”, afirma Nilson. “Esses momentos são especiais porque nos colocam diante daqueles que fizeram e continuam fazendo a história do nosso cinema. São artistas que revelam a grandeza da nossa produção.”

O festival também celebrou o cineasta argentino Luis Puenzo com uma sessão de A História Oficial, primeiro filme latino-americano a vencer o Oscar de melhor produção internacional. Lançada em 1985, a obra expôs o sequestro de crianças durante a ditadura argentina e ajudou o país a enfrentar uma memória que ainda estava aberta.

“O impacto desse filme na Argentina foi enorme”, ressalta Nilson. “Quando A História Oficial revelou o sequestro das crianças e a brutalidade dos militares, contribuiu para que o país olhasse para aquilo que havia acontecido.”

Nilson Rodrigues: Bonito CineSur faz de MS o coração do cinema sul-americano. Em sua quarta edição, festival cresce, atrai estrelas e transforma cinema em formação, encontro, memória e desenvolvimento local - Fotografando Bonito

Cinema que chega à comunidade

Embora as estrelas ajudem a projetar o evento nacionalmente, uma das iniciativas mais importantes do CineSur acontece longe dos tapetes vermelhos.

O Bonito CineSur Educa oferece gratuitamente oficinas, palestras, debates e sessões dirigidas especialmente a estudantes, crianças, jovens, profissionais do audiovisual e moradores da cidade.

Nesta edição, a programação formativa incluiu oficinas de realização de documentário, roteiro, desenvolvimento de projetos audiovisuais e mercado. As chamadas “charlas cinematográficas” discutiram temas como protagonismo feminino, aquisição e licenciamento de conteúdo, crítica de cinema, memória, interpretação e os 40 anos do projeto Vídeo nas Aldeias.

Uma oficina de cinema de animação foi levada ao Projeto Garoto Cidadão, iniciativa que atende no contraturno escolar crianças e adolescentes da rede pública e em situação de vulnerabilidade social. Durante cinco manhãs, os participantes tiveram contato com técnicas de criação e produção de animações.

Os trabalhos desenvolvidos pelas crianças serão apresentados ao público na Mostra Comunidade, ao lado dos documentários realizados por moradores durante o festival.

A iniciativa muda a relação da população com o evento. Em vez de apenas receber artistas e filmes vindos de fora, Bonito também passa a produzir suas próprias imagens, registrar suas histórias e formar novos realizadores.

O festival promoveu ainda sessões infantojuvenis gratuitas, com filmes como Colegas e o herdeiro, Eu e meu avô Nihonjin e Dentro da caixinha – Mundo de Papel. Ao abrir espaço para crianças que muitas vezes não têm acesso regular a uma sala de cinema, o CineSur transforma a experiência cultural em uma ação de inclusão.

“Precisamos produzir cinema, produzir séries e nos ver”, resume Nilson. “É muito estranho viver em um país e ficar experimentando apenas aquilo que supostamente acontece nos Estados Unidos. Precisamos das nossas imagens e das nossas histórias.”

Meio ambiente, identidade e território

Realizar um festival em Bonito também significa assumir uma responsabilidade ambiental. Por isso, o CineSur criou uma mostra competitiva dedicada ao tema, reunindo filmes que discutem mudanças climáticas, contaminação das águas, exploração de recursos naturais, preservação dos territórios e resistência dos povos originários.

“A gente não poderia fazer um festival de cinema em Bonito sem criar uma mostra ambiental”, diz Nilson. “O cinema é uma grande ferramenta de debate e reflexão sobre a necessidade de preservação do planeta e sobre as responsabilidades ambientais que temos.”

O diretor destaca que as urgências não são iguais em todos os países. O Chile enfrenta determinadas questões, enquanto a Amazônia brasileira, colombiana e equatoriana apresenta outras. Bolívia, Argentina e Paraguai também chegam ao festival com seus próprios conflitos ambientais.

“Nos filmes, você vê cada país trazendo suas urgências. O cinema participa desse debate e permite que a gente conheça realidades diferentes das nossas”, afirma.

Nilson Rodrigues: Bonito CineSur faz de MS o coração do cinema sul-americano. Em sua quarta edição, festival cresce, atrai estrelas e transforma cinema em formação, encontro, memória e desenvolvimento local - Divulgação

Impacto além das telas

O CineSur também movimenta hotéis, restaurantes, transporte, serviços técnicos e profissionais da economia criativa. Em 2025, a programação reuniu 63 filmes de dez países, somou 120 horas de atividades gratuitas e envolveu 60 instituições públicas e privadas.

Foram contratados 250 serviços profissionais ligados à produção, equipamentos, hospedagem, alimentação e deslocamento. O evento alcançou 9 mil pessoas presencialmente e mais de 619 mil nas redes sociais.

Os resultados ajudam a demonstrar que cultura e turismo não são forças concorrentes. Ao contrário: um festival amplia o calendário da cidade, atrai visitantes, gera renda, cria empregos temporários e oferece novas experiências a quem chega a Bonito.

A logística, porém, é um desafio. Passagens aéreas caras, distâncias e a necessidade de transformar espaços em salas com padrão de exibição cinematográfica aumentam os custos.

“É claro que fica mais caro. Trazer as pessoas para cá é desafiante. Mas Bonito está no coração da América do Sul”, defende Nilson. “Mato Grosso do Sul faz fronteira com dois países. O festival tinha que ser feito aqui. Estamos construindo, aos poucos, um território de encontro dessas cinematografias sul-americanas. Nunca tive dúvida disso.”

As próximas pontes

Para a quinta edição, Nilson quer ampliar a presença de distribuidores, instituições de fomento e autoridades responsáveis pelas políticas cinematográficas dos países. O objetivo é avançar não apenas nas coproduções, mas também na codistribuição.

“A coprodução é fundamental porque, quando um filme é realizado entre dois países, ele passa a ter duas nacionalidades e pode ser tratado como produto nacional nos dois lugares”, explica. “Ainda fazemos poucas coproduções entre os países sul-americanos.”

O próximo passo seria criar mecanismos para que os filmes também fossem distribuídos em conjunto.

“Já temos alguns programas e editais de coprodução entre Brasil, Argentina e Uruguai, mas precisamos avançar. Está faltando pensar a codistribuição: criar estímulos para que o filme seja distribuído lá e aqui. Assim ampliamos as possibilidades de conhecer aquilo que produzimos.”

Nilson lembra uma frase de Luiz Carlos Barreto, homenageado na abertura do festival poucos dias depois de sua morte: um país que não produz seu próprio cinema é como uma casa sem espelhos, na qual as pessoas não conseguem se ver.

O Bonito CineSur amplia essa imagem. Um continente que não assiste ao próprio cinema também perde a capacidade de se reconhecer.

Em quatro anos, o festival ainda não derrubou todas as barreiras de circulação, e jamais prometeu fazer isso sozinho. Mas já mostrou que, entre as fronteiras de Mato Grosso do Sul, é possível criar um espaço no qual a América do Sul finalmente começa a olhar para si mesma.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 02 Aug 2026 11:00:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Filme sobre a ditadura paraguaia vence Festival Bonito CineSur]]></title>
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				<description><![CDATA[O filme paraguaio ¿Quién Mató a Narciso? foi escolhido pelo júri oficial como o grande vencedor da categoria de melhor longa sul-americano do festival de cinema Bonito CineSur. A cerimônia de encerramento do festival foi realizada na noite de sábado (1º) no Centro de Convenções, na cidade de Bonito (MS).

¿Quién Mató a Narciso? é um filme dirigido por Marcelo Martinessi e baseado no livro Narciso, escrito pelo jornalista paraguaio Guido Rodríguez Alcalá.

Narciso é inspirado no assassinato do jovem Bernardo Aranda, em 1959, um locutor de rádio homossexual que amava o rock and roll e que foi queimado enquanto dormia. O crime jamais foi solucionado, mas, para a Comissão da Verdade e Justiça paraguaia, o assassinato pode ter sido tramado pelo governo militar.

Considerado a ditadura mais longa da América do Sul, o governo militar comandado pelo general Alfredo Stroessner promoveu quase 20 mil prisões arbitrárias ou ilegais, 59 execuções, 336 desaparecimentos e torturou quase 19 mil pessoas durante os 35 anos em que ele permaneceu no poder. Além disso, 3.470 pessoas precisaram ser exiladas, segundo dados divulgados em 2003 pela comissão. Entre os grupos que mais sofreram violações nesse período estavam os formados por pessoas LGBT+, como Aranda.

“De verdade, este prêmio proporciona um desfecho mais do que lindo”, disse o ator Diro Romero, que interpreta Narciso no cinema. “Todos queremos colaborar e continuar contando histórias. Valorizamos nossas narrativas e acreditamos que é preciso contá-las e mostrá-las ao mundo. Temos muito a contar, muitas mensagens a transmitir.”

Em entrevista à Agência Brasil logo após a premiação, o ator reforçou que é preciso contar a história sobre as ditaduras sul-americanas para que elas jamais voltem a se repetir.


“Dizemos que a ditadura terminou há vários anos, mas não somente sentimos que há indícios de que ela segue entre nós, como também estamos começando a ter certos sinais no mundo para os quais temos que estar alertas. Então, este é o momento de abrir os olhos e nós, através do cinema, vamos fazer com que isso não chegue novamente no futuro”, destacou.


Três estatuetas

Outro grande premiado da noite pelo Bonito Cinesur foi o diretor colombiano Alejandro Calderón, que levou três estatuetas para casa. O primeiro troféu conquistado por ele foi por Hipopótamos, el Arca de Escobar, selecionado como melhor curta-metragem de cinema ambiental escolhido pelo júri.

Além disso, ele conquistou mais duas estatuetas pelo longa-metragem Páramos II: El Origen, escolhido tanto pelo público quanto pelo júri oficial como o melhor filme de cinema ambiental. No documentário, Alejandro Calderón reúne um grupo de especialistas para explicar a formação desses ecossistemas e sua importância para o ciclo hídrico, citando os riscos que esse bioma corre por causa da exploração de seus recursos para a mineração, a monocultura e a pecuária.


“Isso é incrível [ser premiado]. Sinceramente, nunca imaginei que isso aconteceria. Estou muito empolgado e isso é também uma recompensa pelos anos de esforço da equipe viajando pela Colômbia, atravessando montanhas, páramos e rios, enfrentando muitas dificuldades e perigos, pois esse é um trabalho de alto risco”, disse ele à reportagem.


Ao receber os prêmios, Calderón prestou uma homenagem especial a 150 ativistas ambientais colombianos que foram assassinados nos últimos três anos. “A Colômbia é o país com o maior número de assassinatos de líderes ambientais – pessoas que dependem do meio ambiente”, citou ele, ao discursar.

“Muitos dos diversos líderes ambientais retratados em nossos filmes sofreram ameaças e alguns deles nos pediram para que déssemos mais visibilidade ao seu trabalho. Eles encaram a visibilidade como uma forma de proteção: em vez de permanecerem ocultos, querem que o mundo saiba quem são e o que fazem, para que todos possamos trabalhar juntos em sua proteção”, disse o diretor à reportagem.

O festival

Na quarta edição, o Bonito CineSur apresentou 32 filmes de dez países sul-americanos entre curtas e longas. Além disso, o festival promoveu aulas, debates, atividades de formação, encontros com realizadores e sessões especiais em homenagens à atriz Paulina Garcia e aos cineastas Vincent Carelli e Luiz Puenzo.

Já para as próximas edições, destacou o diretor do festival Nilson Rodrigues, a expectativa é conseguir reunir ainda mais países sul-americanos, de modo que se forme um bloco para produção e divulgação audiovisual.


“Nós precisamos ser um bloco, precisamos criar condições para circular os nossos produtos entre nossos vizinhos. Se a Europa se transformou em um bloco, quando circulam produtos, pessoas e a economia se desenvolve, nós também haveremos de ser um bloco, na América do Sul. Mas cedo ou mais tarde nós seremos”, disse ele, durante a cerimônia de premiação.


“O festival é um espaço onde a gente pode ver os filmes, pode celebrar, pode trocar ideias, pode criar conexões, mas ele não resolve as coisas. Nós queremos mais coproduções, nós queremos codireção. Para isso, é preciso que as instituições se envolvam. No ano que vem nós queremos trazer aqui para o festival os ministérios da Cultura desses países e suas organizações para criar programas bilaterais ou multilaterais para que a gente possa se conhecer mais e para que a gente possa ter o direito de se ver nas telas de cinema”, acrescentou Rodrigues.

Confira a lista com todos os filmes premiados pelo festival Bonito CineSur:

Melhor filme sul-mato-grossense


	Higa Ke – Olho por Olho (escolhido pelo júri popular)
	Natasha (escolhido pelo júri oficial)


Melhor curta de cinema ambiental


	Buen Vivir – Ñutse Canseye, do Equador (escolhido pelo júri popular)
	Hipopótamos, el Arca de Escobar, da Colômbia (escolhido pelo júri oficial)


Melhor longa de cinema ambiental


	Páramos II: El Origen, da Colômbia (escolhido pelo júri popular)
	Páramos II: El Origen, da Colômbia (escolhido pelo júri oficial)


Melhor curta sul-americano


	A Vida de Jerônimo Dentro e Fora da Casca, do Brasil (escolhido pelo júri popular)
	Sukua, da Colômbia (escolhido pelo júri oficial)


Melhor longa sul-americano


	Naira, do Peru (escolhido pelo júri popular)
	¿Quién Mató a Narciso?, do Paraguai (escolhido pelo júri oficial)

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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 02 Aug 2026 10:30:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Sempre ativo: o corpo não foi feito para ficar sentado]]></title>
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				<description><![CDATA[Passar muitas horas sentado virou parte da rotina de muita gente, seja no trabalho, no trânsito ou em casa. O problema é que o corpo não foi feito para isso.

"Quando permanecemos muito tempo na mesma posição, especialmente sentados, reduzimos a atividade muscular, pioramos a circulação e aumentamos a rigidez das articulações. Ao longo do tempo, isso impacta não só a postura, mas também a saúde metabólica, elevando riscos que vão além das dores nas costas. E um ponto importante: mesmo quem treina regularmente não está imune aos efeitos do comportamento sedentário", alerta Eduardo Netto, diretor técnico da Bodytech Company.

Do ponto de vista muscular, o organismo começa a se reorganizar de forma pouco eficiente. Os glúteos, fundamentais para a estabilidade e a força, tendem a "desligar". O core profundo perde eficiência, comprometendo a sustentação da coluna.

Ao mesmo tempo, músculos como os flexores do quadril e os peitorais encurtam, levando o corpo a posições cada vez mais fechadas. Esse desequilíbrio cria um ambiente propício para dores, desconfortos e perda de funcionalidade.

O profissional de Educação Física reforça que a solução não está apenas em "se exercitar", mas em restaurar o funcionamento do corpo. Exercícios que trabalham a extensão de quadril, a estabilidade do core e a mobilidade torácica são essenciais.

Movimentos simples, como ponte de glúteo, exercícios de controle de tronco e abertura de peito, ajudam a reequilibrar o sistema. Mais importante do que a complexidade é a consistência e a qualidade do movimento.

Outro ponto fundamental é a frequência. Não adianta treinar uma hora por dia e passar o restante do tempo completamente parado. Interromper o tempo sentado ao longo do dia faz muita diferença.

Levantar a cada 30 ou 60 minutos, caminhar um pouco e realizar alguns movimentos simples já ajuda o organismo a sair do estado de inatividade. Pequenas pausas ao longo do dia têm um impacto maior do que se imagina.

"Muita gente ainda acredita que o alongamento resolve tudo, mas não é bem assim. Embora seja importante, o alongamento isolado não corrige o problema se o corpo não estiver forte e bem ativado. Por isso, o fortalecimento, combinado à mobilidade, deve ser a base. O corpo precisa reaprender a gerar e controlar força nas posições corretas", pontua Netto.

Sempre ativo: o corpo não foi feito para ficar sentado - Divulgação

A boa notícia é que não é preciso ir à academia no meio do expediente para começar a mudar esse cenário. Levantar-se, caminhar, fazer alguns agachamentos, movimentar a coluna e ajustar a posição dos ombros já são atitudes simples e eficazes. O objetivo não é se cansar, mas manter-se ativo ao longo do dia.

Quando falamos em dores, especialmente na lombar e no pescoço, a prevenção passa por três pilares: movimento, força e ergonomia.

Ajustar a altura da cadeira e do computador ajuda, mas não resolve o problema sozinho. O mais importante é evitar permanecer muito tempo na mesma posição e manter o corpo preparado para as demandas do dia a dia.

Treinos curtos, de 10 a 15 minutos, também têm seu valor. Eles melhoram a mobilidade, promovem a ativação muscular e ajudam a reduzir os efeitos do comportamento sedentário.

Mas é importante entender que não compensam totalmente um dia inteiro sentado. São uma ferramenta útil, mas não a única estratégia.

Outro ponto que merece atenção é a postura. Sentar-se corretamente ajuda a reduzir a sobrecarga momentânea, mas não substitui o movimento.

Não existe postura perfeita mantida por horas: o corpo precisa de variação. Alternar posições ao longo do dia é mais eficaz do que tentar manter uma única forma de sentar.

Entre os erros mais comuns estão tentar compensar tudo em um único treino intenso, focar apenas no alongamento e ignorar a necessidade de pausas durante o dia.

O organismo responde melhor a estímulos frequentes e consistentes do que a intervenções pontuais e extremas.

A boa notícia é que as respostas aparecem relativamente rápido. Em uma ou duas semanas, já é possível perceber melhora na mobilidade e redução dos desconfortos. Em poucas semanas, o corpo começa a responder com mais controle e eficiência. O segredo está na regularidade.

"No fim das contas, o problema não é sentar-se, mas ficar tempo demais sem se mover. E a solução não é complicada: basta lembrar que o corpo foi feito para o movimento", finaliza Netto.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 02 Aug 2026 09:00:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Memória afetiva à mesa: prepare a receita de Frango com Quiabo especial]]></title>
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				<description><![CDATA[Memória afetiva na comida é a capacidade que o sabor, o cheiro ou a textura de um prato têm de despertar lembranças de momentos bons, pessoas queridas e sensações de aconchego. Isso acontece porque os sentidos se ligam à emoção, fazendo com que uma refeição traga de volta o sentimento de pertencimento e carinho. 



- O aroma entra pelo nariz e ativa rápido a parte do cérebro que guarda sentimentos e recordações antigas.

- Sensação de conforto: O prato traz paz e alegria, lembrando um abraço ou um momento de segurança.

- História de vida: Mostra quem somos, de onde viemos e quais tradições nossa família tem

O Divino Fogão nos ajudou a resgatar essas lembranças através desse receita de frango com quiabo deliciosa para compartilhar com amigos e família. 


FRANGO COM QUIABO

Ingredientes:


	1,5 kg de coxa e sobrecoxa ou frango em pedaços 
	Suco de 1 limão 
	4 dentes de alho amassados 
	1 cebola grande picada 
	2 tomates picados 
	2 colheres de sopa de óleo ou banha 
	1 colher de chá de colorau 
	Sal e pimenta-do-reino a gosto 
	Cheiro-verde picado 
	500 gramas de quiabo 
	1 colher de sopa de óleo 


Modo de preparo:

Comece temperando o frango com alho, limão, sal, pimenta e colorau. Deixe marinar por no mínimo 30 minutos. Aqueça o óleo em uma panela e doure bem os pedaços de frango. Acrescente a cebola e refogue até ficar transparente. Adicione os tomates e cozinhe até desmancharem.

Coloque cerca de uma xícara de água quente, tampe a panela e cozinhe em fogo baixo por 35 a 45 minutos, até o frango ficar macio. Enquanto isso, lave e seque bem o quiabo. Corte em rodelas de aproximadamente dois centímetros.

Refogue o quiabo em outra frigideira com um fio de óleo por cerca de 10 minutos, mexendo delicadamente. Isso ajuda a reduzir a baba. Junte o quiabo ao frango nos últimos 10 minutos de cozimento. Finalize com cheiro-verde.

Rendimento: 6 porções

Tempo de preparo: 1h15
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 02 Aug 2026 08:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Adeus ao cabelo sem volume? Tendência resgata fios mais encorpados e naturais]]></title>
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				<description><![CDATA[Durante anos, a busca pela aparência perfeita esteve concentrada no rosto. Preenchimentos, bioestimuladores de colágeno, toxina botulínica e procedimentos minimamente invasivos passaram a fazer parte da rotina de milhares de brasileiras.

Agora, um novo movimento começa a ganhar força: o cabelo deixa de ser um detalhe e passa a ocupar um papel central na construção da imagem.

Especialistas apontam que cresce a procura por cabelos com mais densidade, movimento e naturalidade. Diferentemente da tendência de alguns anos atrás, quando o objetivo era conquistar fios extremamente longos e volumosos, o foco hoje é equilibrar o visual de forma discreta, respeitando as características de cada mulher.

Segundo Tati Cordeiro, CEO do MegaHairInvisível, a mudança acompanha uma transformação no comportamento das consumidoras.

"Percebemos que as mulheres não chegam mais ao salão pedindo apenas um cabelo comprido. Elas querem um resultado que converse com o formato do rosto, com o tom da pele, com o estilo de vida e até com a personalidade. O cabelo passou a fazer parte da construção da imagem, assim como acontece com os procedimentos faciais."

Esse novo olhar fez crescer a procura por técnicas capazes de devolver volume e densidade sem comprometer a naturalidade dos fios. Em muitos casos, o objetivo nem é aumentar significativamente o comprimento, mas preencher laterais, recuperar pontas ralas ou criar mais equilíbrio entre rosto e cabelo.

"Existe uma diferença enorme entre colocar megahair para transformar completamente a aparência e utilizá-lo para corrigir proporções. Hoje fazemos muitas aplicações em que quase ninguém percebe que existe um alongamento. As clientes querem ouvir que estão bonitas, não que colocaram megahair.", explica Tati.

A tendência acompanha um movimento observado também na moda e na beleza, conhecido pelo visual "menos exagerado". Se antes cabelos extremamente volumosos dominavam as redes sociais, agora a preferência recai sobre fios leves, com caimento natural e aparência saudável.

Segundo a especialista, essa mudança também influencia a escolha das técnicas utilizadas. "O excesso perdeu espaço. Hoje buscamos distribuir o volume de forma estratégica, respeitando o corte, a estrutura dos fios e o formato do rosto. O resultado precisa parecer que aquele cabelo sempre foi da cliente."

Outro fator que impulsiona essa procura é o afinamento capilar, realidade cada vez mais comum entre mulheres de diferentes idades. Alterações hormonais, estresse, pós-parto, emagrecimento acelerado e procedimentos químicos frequentes podem reduzir a densidade dos fios, fazendo com que muitas mulheres procurem soluções que devolvam volume sem recorrer a mudanças radicais.

Para Tati, esse movimento representa uma mudança importante na forma como o cabelo é percebido. "Assim como aprendemos que pequenas mudanças no rosto podem trazer mais equilíbrio para a aparência, as mulheres descobriram que o cabelo também tem esse poder. Muitas vezes, devolver volume na medida certa rejuvenesce a imagem e aumenta a autoestima sem que seja necessário recorrer a transformações exageradas."

Para a especialista, o futuro do mercado passa justamente por essa personalização. "A beleza dos cabelos está cada vez mais ligada à individualidade. O objetivo é encontrar o equilíbrio entre volume, movimento e naturalidade, respeitando a identidade de cada mulher. Quando o resultado conversa com quem ela é, o impacto vai além da estética e se reflete na forma como ela se sente."
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 17:06:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Honestino volta ao presente pelas mãos de Bruno Gagliasso]]></title>
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				<description><![CDATA[Há nomes que permanecem na História e, ainda assim, correm o risco de perder aquilo que um dia tiveram de mais concreto: um rosto, uma família, amigos, desejos, medos e uma vida interrompida.

Honestino Guimarães tornou-se símbolo da resistência à ditadura militar brasileira, mas foi também um jovem que escrevia poemas, estudava, amava e imaginava um futuro que lhe foi roubado.

Foi esse homem anterior ao símbolo que Bruno Gagliasso procurou encontrar em Honestino, filme dirigido por Aurélio Michiles e apresentado na noite de sábado, 25 de julho, durante o Bonito CineSur.

A produção mistura documentário e ficção para reconstruir a trajetória do líder estudantil, presidente da União Nacional dos Estudantes e um dos desaparecidos políticos do regime militar.

Honestino foi preso e perseguido por sua atuação política. Desapareceu em 1973, depois de ser capturado por agentes da repressão, e seu corpo jamais foi encontrado. Mais de cinco décadas depois, sua história continua marcada não apenas pelo que se sabe, mas também por tudo aquilo que o Estado brasileiro ainda não foi capaz de responder.

Aurélio Michiles parte dessa ausência para construir um filme que não pretende encerrar a história, mas devolvê-la ao presente. Para isso, utiliza cartas, poemas, documentos, imagens de arquivo e depoimentos de pessoas que conviveram com Honestino.

Nas sequências dramatizadas, Bruno Gagliasso assume o papel do líder estudantil, dando corpo e voz a um jovem cuja imagem ficou durante muito tempo limitada aos registros da militância e da repressão.

O homem antes do símbolo

Após a sessão, Bruno explicou que seu desafio não era interpretar apenas um personagem político conhecido, mas encontrar a pessoa que existia antes de Honestino se transformar em um nome da resistência brasileira.

Essa escolha muda a relação do público com a história. Em vez de apresentar Honestino somente como mártir, o filme procura recuperar sua juventude, sua sensibilidade e suas relações afetivas.

A violência da ditadura se torna ainda mais concreta quando percebemos que ela não eliminou somente um opositor político. Eliminou um filho, um irmão, um amigo e todas as possibilidades de uma vida que ainda estava começando.

Bruno também falou sobre a responsabilidade de participar de um projeto como esse. Ao comentar a violência sofrida por Honestino e por tantos outros perseguidos pelo regime, resumiu a urgência do filme em uma frase: “Não pode normalizar”.

A afirmação diz respeito ao passado, mas inevitavelmente alcança o presente. A memória não é apenas uma forma de homenagear aqueles que desapareceram. É também uma maneira de reconhecer os mecanismos que permitiram que prisões ilegais, torturas, assassinatos e desaparecimentos fossem cometidos em nome do Estado.

Honestino volta ao presente pelas mãos de Bruno Gagliasso - Divulgação

Um desaparecimento que permanece

A história de Honestino guarda uma das feridas mais dolorosas da ditadura brasileira: a ausência de um corpo e de uma resposta definitiva para sua família.

Não houve despedida, sepultamento ou conclusão. O desaparecimento se prolonga no tempo porque impede que o luto encontre um ponto final.

É nessa falta que o filme de Aurélio Michiles encontra sua força. Honestino não transforma documentos em uma enumeração fria de acontecimentos.

Ao aproximar os registros históricos das lembranças de familiares e amigos, mostra que a política atravessa vidas individuais e deixa consequências que permanecem muito depois do fim oficial de um regime.

O longa também ajuda a aproximar essa história de gerações que não viveram a ditadura e, muitas vezes, conhecem seus crimes apenas de maneira superficial.

A presença de Bruno Gagliasso certamente amplia o alcance do filme, mas o ator não tenta se sobrepor ao personagem. Seu trabalho está justamente em devolver humanidade a um nome que os documentos oficiais tentaram apagar.

O cinema como memória

A exibição no CineSur ganhou um significado particular por acontecer em um festival dedicado ao encontro entre diferentes cinematografias da América do Sul, continente marcado por ditaduras, perseguições políticas e disputas permanentes em torno da memória.

Ao trazer Honestino para Bonito, o festival reafirma que o cinema não serve apenas para representar o passado. Também pode questionar as versões oficiais, recuperar histórias interrompidas e devolver espaço àqueles que foram silenciados.

Aurélio Michiles e Bruno Gagliasso não apresentaram apenas um filme sobre um jovem desaparecido em 1973. Apresentaram uma obra sobre a dificuldade brasileira de encarar plenamente sua própria história.

Enquanto famílias ainda esperarem respostas e crimes de Estado forem tratados como detalhes distantes, personagens como Honestino continuarão pertencendo tanto ao passado quanto ao presente.

O cinema talvez não consiga preencher todas as ausências. Mas pode impedir que elas sejam esquecidas.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 16:10:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Nutricionista explica benefícios do consumo da tangerina e ensina como escolher a fruta]]></title>
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				<description><![CDATA[Com aroma marcante, casca fácil de remover e sabor que equilibra doçura e acidez, a tangerina é uma das frutas mais aguardadas do inverno.

Entre abril e setembro, período que concentra sua principal safra no Brasil, ela ganha espaço nas feiras, supermercados e mesas dos brasileiros, oferecendo não apenas praticidade, mas também uma combinação de nutrientes que favorecem a saúde.

Também conhecida como mexerica ou bergamota, dependendo da região do País, a tangerina pertence ao grupo Citrus reticulata, que reúne diferentes variedades, como poncã (ou ponkan), murcott, carioca, montenegrina e verona.

É o segundo grupo de frutas cítricas mais cultivado no planeta, ficando atrás apenas das laranjas e respondendo por aproximadamente 25% da produção mundial de citros.

Segundo a nutricionista Adriana Stavro, além do sabor agradável, a fruta apresenta uma composição nutricional bastante interessante.

Uma unidade média, com cerca de 88 gramas, fornece aproximadamente 47 calorias, cerca de dois gramas de fibras, vitaminas A e C, vitaminas do complexo B – como B1, B6 e folato –, potássio e diversos compostos bioativos responsáveis por grande parte dos seus efeitos benéficos.

Entre esses compostos estão flavonoides como hesperidina, narirutina, naringenina, nobiletina e tangeretina, além de carotenoides e outros compostos fenólicos que têm ação antioxidante e anti-inflamatória.

Outro destaque é o elevado teor de água. Cerca de 85% da composição da fruta é formada por água, tornando a tangerina uma aliada também na hidratação do organismo, especialmente durante dias secos, comuns em boa parte do inverno brasileiro.

BENEFÍCIOS

Um dos principais benefícios associados ao consumo da tangerina está na sua elevada capacidade antioxidante.

A vitamina C, com os flavonoides e carotenoides presentes na fruta, ajuda a neutralizar os radicais livres, moléculas produzidas naturalmente pelo organismo, mas que, em excesso, favorecem o envelhecimento precoce das células e aumentam o risco para diversas doenças crônicas.

Ao reduzir o estresse oxidativo, esses compostos ajudam a proteger tecidos e células, contribuindo para uma melhor manutenção da saúde ao longo da vida.

Os flavonoides presentes na tangerina também exercem importante papel na redução de processos inflamatórios.

De acordo com Adriana Stavro, essas substâncias auxiliam na diminuição da produção de citocinas inflamatórias e combatem o estresse oxidativo.

Além disso, embora nenhum alimento seja capaz de prevenir doenças isoladamente, uma alimentação equilibrada fortalece o sistema imunológico.

Nesse contexto, a vitamina C da tangerina desempenha papel importante ao participar da atividade das células de defesa do organismo, contribuindo para uma resposta imunológica mais eficiente.

Por isso, a fruta pode ser uma excelente opção para compor os lanches e sobremesas durante os meses mais frios do ano.

A vitamina C também participa diretamente da produção de colágeno, proteína responsável pela firmeza da pele, elasticidade dos tecidos e cicatrização.

Seu consumo adequado favorece ainda a manutenção da integridade dos vasos sanguíneos e auxilia nos processos naturais de reparação do organismo.

Cada tangerina também fornece aproximadamente dois gramas de fibras alimentares. Essas fibras ajudam a regular o trânsito intestinal, contribuem para prevenir a constipação e favorecem o equilíbrio da microbiota intestinal, conjunto de microrganismos essenciais para diversas funções do organismo.

Além disso, promovem maior sensação de saciedade, podendo auxiliar no controle da fome entre as refeições.

Apesar do sabor adocicado, a tangerina apresenta baixo índice glicêmico quando consumida inteira.

Isso acontece porque suas fibras reduzem a velocidade de absorção dos carboidratos.

Estudos experimentais também sugerem que alguns flavonoides presentes na fruta, especialmente a naringenina, podem contribuir para melhorar a sensibilidade à insulina e favorecer o metabolismo da glicose.

Entretanto, esses efeitos ainda dependem de mais pesquisas em humanos para serem plenamente confirmados.

Outro benefício importante está relacionado com a absorção de ferro. A vitamina C potencializa o aproveitamento do ferro não heme – aquele encontrado em alimentos de origem vegetal, como feijão, lentilha, espinafre e couve.

Consumir uma tangerina após refeições ricas nesses alimentos pode favorecer a absorção do mineral e contribuir para prevenir a deficiência de ferro.

Os flavonoides presentes na fruta, especialmente a hesperidina e a nobiletina, vêm sendo associados à melhora da função dos vasos sanguíneos.

Aliados a uma alimentação rica em frutas, verduras e legumes, esses compostos podem contribuir para reduzir processos inflamatórios e o estresse oxidativo relacionados com as doenças cardiovasculares.

Embora não substituam hábitos saudáveis nem tratamentos médicos, representam mais um motivo para incluir a fruta na alimentação diária.

COMO ESCOLHER

Na hora da compra, alguns detalhes ajudam a identificar frutas de melhor qualidade.

A orientação da nutricionista é escolher unidades firmes, pesadas para o tamanho e com casca íntegra.

A cor, entretanto, nem sempre indica o grau de maturação, já que varia conforme a variedade cultivada.

Depois da compra, elas podem permanecer alguns dias em temperatura ambiente. Para aumentar sua durabilidade, basta armazená-las sob refrigeração.

Suco de tangerina anti-inflamatório - Foto: Pexels

SUCO DE TANGERINA ANTI-INFLAMATÓRIO

Ingredientes:


	1 tangerina descascada e sem sementes;
	Suco de 1 limão;
	1 pedaço pequeno de gengibre (cerca de 2 cm x 2 cm);
	100 ml de água filtrada ou água de coco;
	Gelo a gosto.


Modo de Preparo:

> Bata todos os ingredientes no liquidificador ou mixer até obter uma bebida homogênea. Sirva imediatamente. Se preferir, não coe o suco para preservar as fibras.

SALADA DE FOLHAS COM TANGERINA E CASTANHAS

Salada de folhas com tangerina e castanhas - Foto: Pexels

Ingredientes:


	2 xícaras (chá) de folhas verdes;
	2 tangerinas em gomos;
	1/4 de xícara (chá) de castanhas picadas;
	Queijo branco em cubos (opcional);
	Azeite de oliva, limão, sal e pimenta-do-reino a gosto.


Modo de Preparo:

> Misture as folhas, acrescente os gomos de tangerina, as castanhas e o queijo. Tempere com azeite, limão, sal e pimenta. Sirva imediatamente.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 08:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lençóis, na Chapada Diamantina (BA), pode colocar o Brasil em evidência no... Leia na coluna de hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[Rubenio Marcelo - Poeta de MS

"Que uma palavra não seja salva se for mal dita... Que uma só palavra não seja dita se não for digna”

FELPUDA

Na corrida pelo Governo do Estado, o candidato petista afirma que entrou na disputa para pôr fim à permanência do mesmo grupo político no comando de Mato Grosso do Sul. Segundo ele, o modelo se esgotou. O discurso é direto e busca explorar o desejo de mudança. Curiosamente, a crítica não se estende ao cenário nacional, onde o PT acumula anos no poder do país. A diferença de régua chama atenção. Na política, pelo visto, a fadiga do poder depende do endereço. E dê-lhe!...

Foto: Divulgação

Lençóis, na Chapada Diamantina (BA), pode colocar o Brasil em evidência no turismo sustentável mundial. O município foi selecionado pelo Ministério do Turismo para disputar o selo “Melhores Vilas Turísticas”, concedido pela ONU Turismo, reconhecimento voltado a destinos que conciliam preservação ambiental, cultura e desenvolvimento econômico. A candidatura destaca iniciativas como o projeto do Geoparque Serra do Sincorá, candidato a Geoparque Global da UNESCO. Outro diferencial é o uso de tecnologia para gestão do turismo, com monitoramento da visitação e inclusão de mais de 300 guias locais. Para participar da seleção, Lençóis apresentou materiais em português e inglês. O resultado será divulgado em dezembro e se conquistar o selo, o município passará a integrar uma rede global de destinos referência em turismo sustentável. Com pouco mais de 11 mil habitantes, Lençóis reforça a tendência de valorização de cidades que apostam na preservação do patrimônio natural e cultural como estratégia para atrair visitantes do mundo inteiro.

Gerson Claro e Kátia Claro - Foto: Wagner Guimarães

 

Alessandra Braggioni - Foto: André Ligeiro

Palanque

O ex-ministro Carlos Marun chegou a ser cotado para uma das suplências de Nelson Trad Filho ao Senado. O problema é que seu MDB está no mesmo palanque de Eduardo Riedel, enquanto Nelson Trad Filho segue em outra composição. Embora não haja resolução específica do TSE sobre o caso, existe consulta tratando das restrições entre coligações diferentes. Na política, portanto, não basta querer...

Só?

Por falar em Nelson Trad Filho, o PSD formaliza neste sábado (1º) a sua candidatura à reeleição ao Senado, e sem lançar chapas para deputados federal e estadual. Isso dá a impressão de que o senador estará sozinho na disputa. Dizem por aí que é só impressão, porque ele conta com uma rede de prefeitos e vereadores que pode pesar bastante na eleição, principalmente porque estarão em jogo duas cadeiras no Senado. A conferir.

Em cartaz

A Cia. Ofit tem apresentações marcadas com o espetáculo teatral “Três Vírgula Quatro Graus na Escala Richter”, direção de Nill Amaral, nos dias 5, 6 e 7 de agosto, sempre às 19h, no Teatro Prosa do Sesc Horto, em Campo Grande. Mais informações podem ser obtidas pelo Instagram @ofitcia.

ANIVERSARIANTES

@@NOTICIA_GALERIA@@

Sábado (01)

Dra. Elisangela Cristina Nery,
Luiz Carlos da Silva Feitosa,
Horácio Pereira Andrino,
Alexandrina Marques Barbosa,
Dheuds Carmelino Pereira Nantes,
José Eduardo Porto Rodrigues,
Marcela Molinar de Castro Guimarães,
Antônio Gomes Flores,
Dalva Maia Siravegna,
Isabella Fernandes Catonio,
Edson Batista do Nascimento,
Osvaldo Demenciano,
José Ferreira Ribas,
Livio Guimarães da Silva,
Marcina Ferreira do Carmo Aratani,
José Joaquim Correa Lopes,
Luiz Dodero Junior,
Flavio Fontoura,
Izabela Jornada Pereira,
Adalberto Tavarez de Almeida,
Daniela Cristiane Ota,
Ronaldo Dias dos Reis,
Everton Heiss Taffarel,
Priscila Mayumi Moroto,
Eva Maria Bucker Froes,
Dr. André Ferreira de Brito,
Roseli Maria Del Grossi Bergamini,
Waldir Godoy Filho,
Gabriel José Barbosa Luckemeyer de Melo,
Luiz Carlos Saldanha Rodrigues,
Elizabeth Nogueira da Costa Fonseca,
Aluízio Angelo de Deus,
Elídio Morales Júnior,
Rosário Congro Flôres Filho,
Rodrigo Zanatto da Cunha,
Sylvio Carlos Faria Hidalgo,
Bárbara de Souza Gameiro,
Sandra Amaral Marcondes,
Cibele Maria Barbosa Pereira Thiago,
José Wilson Ferreira de Lira,
Fabiana Merlo de Oliveira,
Antonio López,
José Wilson Siqueira Campos,
Irene Caroline e Moura,
Luciene Muniz Daguila,
Marcelo Dallamico,
Luiz Yoshimura,
Dulce Brandt Yoshimura,
Rachel Augusta Elkhoury,
Dr. Francisco Otaviano Wehling Ilgenfritz,
Margarida Gomes Ortiz,
Carlos Eduardo Ito Tadano,
Augusto Hide Sakihama,
Fábio Aquino Brum,
Dr. Adauto Ferreira,
Dr. Bruno Mangiapelo,
José Horácio Porto de Figueiredo,
José Carlos Renosto,
Carlos Higa,
Alexandre Ramos Baseggio,
Estevaldo Laguilhon,
Mariane Medeiros Horn, Alisson Henrique do Prado Farinelli,
Antonio César Bauermeister de Araújo,
Lyane Moretti,
Diego Augusto Granzotto de Pinho,
Fabiana de Moraes Cantero e Oliveira,
Heizer Ricardo Izzo,
Estela Mara Casarin Guilherme,
João Carlos de Figueiredo,
Oscar Haruo Mishima,
Carlos Israel Pereira da Silva Junior.

Domingo (02)

Oclécio Assunção,
José Teixeira de Oliveira,
Dra. Rosana Dorsa Vieira Pontes Regis,
Michelle Cândia de Sousa Tebcharani,
Thiago Augusto Schoenherr,
Claudio Aparecido Capitulino,
Dr. Hamilton Carli,
Marcelo Vercelino,
Jurema Freitas de Lima,
Nair Barbosa de Oliveira,
Jayme Vieira de Resende Filho,
Brail da Silva Lima,
João Ângelo Sanchez Varela,
Omar Goulart Onça,
Dr. Marcos Costa Vianna Moog,
Dr. Hernani Trefzger Cândido,
Aldir Sbaraini,
Fábio Pacheco,
Elizabeth Santos Farias,
Emerson Belan,
Polliana Mendes Cândia Scaffa,
Maria Inês Loureiro Gurgel,
Dr. Aécio Pereira,
Guilherme Bertoldo,
Edna Maria Souza Guarinão,
Graziela de Brito Napi,
Leonir Canepa Couto,
Ana Carolina de Souza Salomão Griesel,
Paola Mendes Burkhart,
Margarida Maria Fontanella Gaiher,
Kleber George Sanches Hernandes,
Afonso Garcia Leite,
Terezinha de Jesus Secco,
Nerindo Pelegrinelli,
Vanilton de Melo Galdino,
Maria Angélica Mendonça,
Armando Ferreira Lima,
Olivia Simone Serrou Queiroz Botelho,
Daniela Vasques,
Carlos Roberto de Almeida,
Luís Landes da Silva Pereira,
Valdevino Santiago,
João Pedro Pasqual Neto,
Vilson Pradeboni,
Afonso Lopes,
Fabio Dantas Martins,
Jezilene Duarte Passos de Oliveira,
Marcos Pereira dos Santos,
Eunice de Oliveira Trelha,
Sônia Midori Hashimoto,
Dr. Celso Roberto Spengler,
Juvenal Coelho Ribeiro,
Milton Garcia Leal,
Silvio Luiz Martin,
Carlos Roberto Giacomelli,
Vicente Paulo Ferreira,
Seleide Fernandes Alves,
Liney Barbosa,
José Altair Gonçalves Braga,
Maria Cristina Hvala,
Afonso da Costa Rondon,
Jaqueline Lombardi Kassar,
Newton Corrêa da Silva Júnior,
João Chama,
Ricardo Akiyoshi Hayashida,
Nasir Salum,
Claudinei Zimermann Silveira,
Cristiane Aparecida Pedroso da Silva,
Fátima Suzue Gonçalves Matsushita,
Dr. Geraldo Moretzsohn de Castro Filho,
Aldo Heishin Oshiro,
Fernanda Caccia,
Natália Schmaedecke.

Colaborou Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Programação tem shows nacionais, como o de Alexandre Pires, feira, teatro e muito mais]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/programacao-tem-shows-nacionais-como-o-de-alexandre-pires-feira/470427/</link>
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				<description><![CDATA[Este fim de semana promete movimentar Campo Grande com uma programação diversificada, reunindo música, teatro, circo, gastronomia, empreendedorismo, cultura e lazer para públicos de todas as idades.

Entre os destaques está a chegada de Alexandre Pires com o show “Pagonejo Bão”, que desembarca na Capital neste sábado, além de apresentações gratuitas, feira criativa, espetáculos infantis e atrações espalhadas pela cidade.

Quem gosta de música terá opções que vão da MPB à música eletrônica, passando pelo samba, sertanejo, ritmos afro-brasileiros e sonoridades contemporâneas. Já as famílias poderão aproveitar atividades para crianças, parques temáticos, cinema e experiências culturais.

SHOW “Pagonejo Bão” - Espetáculo de Alexandre Pires nasceu da proposta de unir o pagode e o sertanejo
Foto: Divulgação

“PAGONEJO BÃO”

A principal atração do fim de semana acontece amanhã, quando Alexandre Pires sobe ao palco do Bosque Expo, no Shopping Bosque dos Ipês, para apresentar o projeto “Pagonejo Bão”.

O espetáculo nasceu da proposta de unir dois dos gêneros mais populares do país: o pagode e o sertanejo. No repertório, o cantor revisita sucessos da carreira solo, clássicos da época do Só Pra Contrariar e releituras em formato acústico, aproximando as canções da sonoridade sertaneja.

Recentemente apontado pela Billboard como o único brasileiro entre os 100 maiores artistas latinos do século 21, Alexandre Pires define o projeto como um reencontro com diferentes gerações.

“‘Pagonejo Bão’ é um projeto de coração. É resgatar memórias, mostrar que música boa atravessa estilos e celebrar o público que canta comigo há décadas”, afirma o artista.

Os portões serão abertos às 20h e a expectativa da organização é de casa cheia. Os bangalôs já estão esgotados, mas ainda há ingressos para os setores A, B e C, Área VIP e Bistrôs.

Um dos diferenciais do evento será o open bar de cerveja Corona disponível em todos os setores, oferecendo a mesma experiência de bebidas ao público, independentemente do espaço escolhido.

Os ingressos continuam à venda no Stand Pedro Silva Promoções, localizado no Comper Jardim dos Estados, e também pela internet. A classificação é para maiores de 18 anos.

Antes e depois do show principal, quem assume o comando da pista é a DJ sul-mato-grossense Nathalia Albuquerque.

Com 13 anos de carreira e presença frequente em eventos ao lado de artistas como Alok, Djavan, Ney Matogrosso, Paula Toller, Paralamas do Sucesso e Humberto Gessinger, Nathalia prepara um set exclusivo para conectar a música eletrônica ao universo do pagode e do sertanejo.

Segundo ela, o desafio foi justamente construir uma experiência que dialogue com a identidade do evento.

A DJ também é produtora musical e ficou conhecida, entre outros trabalhos, pelo remix de “Trem do Pantanal”, lançado durante as comemorações dos 125 anos de Campo Grande.

SESC

O Sesc Teatro Prosa também preparou uma programação especial. Hoje, às 19h, a cantora Lívia Nestrovski e o músico Fred Ferreira apresentam o espetáculo “Na Carne da Pêra”, reunindo canções brasileiras e internacionais em um repertório que mistura música popular, erudita, guitarra elétrica, sintetizadores e experimentações sonoras.

Já no sábado, às 16h, é a vez do espetáculo circense “Balança, mas não cai!”, estrelado por Társila Bonelli.
A peça acompanha a personagem Tarzica em uma aventura repleta de humor, equilíbrio e imaginação, convidando crianças e adultos a refletirem sobre sentimentos, descobertas e a infância.

Toda a programação tem classificação livre e entrada gratuita, mediante retirada antecipada de ingressos pelo Sympla.

FEIRA

Hoje, a partir das 17h, acontece a sétima edição da Feirinha Casa Hub.

O evento, que já se consolidou como um dos encontros mais tradicionais de pequenos empreendedores da Capital, reúne aproximadamente 20 expositores oferecendo hambúrgueres, choripan, cachorro-quente, pizzas, doces, cafés, cervejas artesanais, brownies, artesanato, acessórios, caricaturas e diversos produtos criativos.

Além da gastronomia, a programação terá apresentação musical do cantor Tierri Borges, que passeia por estilos como MPB, pop rock, chamamé, músicas internacionais e sertanejo raiz.

Segundo os organizadores, a proposta é fortalecer a economia criativa local e abrir espaço para novos empreendedores desenvolverem seus negócios. A entrada é gratuita.

CULTURA AFRO-BRASILEIRA

Outra opção cultural é o espetáculo “Africanidades – O Chamado dos Tambores”, que marca a nova fase artística da Banda BatuqueCanta.

Espetáculo “Africanidades” - Show une percussão sustentável, instrumentos produzidos com materiais recicláveis e um repertório que celebra a ancestralidade negra
Foto: Divulgação

Produzido pelo Centro Cultural Instituto Projeto Livres, reconhecido como Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura, o show une percussão sustentável, instrumentos produzidos com materiais recicláveis e um repertório que celebra a ancestralidade negra.

A cantora, compositora e educadora Professora Rô interpreta músicas autorais e clássicos de nomes como Dona Ivone Lara, Leci Brandão, Virgínia Rodrigues, Mariene de Castro e Lazzo Matumbi.

Canções inéditas, como “Racismo Velado”, também fazem parte do espetáculo, propondo reflexões sobre identidade, memória, resistência e transformação social.

SHOPPING

Quem pretende aproveitar o fim de semana em família encontra diversas opções no Shopping Campo Grande.

Na Praça Central, a atração temática Miraculous leva o universo de Ladybug e Cat Noir para crianças de 2 anos a 13 anos, com piscina de bolinhas, escorregadores, brinquedos infláveis e circuito interativo.

Já o Yupp Play promove atividades especiais para os pequenos, incluindo distribuição gratuita de pipoca, algodão-doce e balões durante o período da tarde.

Para quem busca mais aventura, o Yupp Experience oferece 22 atrações indoor, entre trampolins, fliperamas, brinquedos, esportes interativos e réplicas gigantes de dinossauros.

Outro destaque é o Festival Japão-Coreia, que reúne gastronomia típica, bebidas importadas, doces, utensílios orientais, porcelanas, objetos decorativos e produtos tradicionais da cultura asiática.

No Cinemark, a principal estreia da semana é a animação “Minions & Monstros”, voltada ao público infantil.

Além disso, hoje marca o último dia da Campanha do Agasalho realizada pelo shopping em parceria com o Fundo de Apoio à Comunidade (FAC), que recebe doações de roupas e cobertores para pessoas em situação de vulnerabilidade.

ESCOLA PELEZINHO

Encerrando a agenda, o sábado também será marcado pelo Baile dos 40 Anos da Escola Pelezinho.

A celebração acontece no Clube Estoril e reunirá ex-alunos, professores, colaboradores e famílias em um jantar dançante para comemorar a trajetória da instituição.

A animação ficará por conta de Regina BomBom e Banda, além de DJ convidado. O ingresso antecipado inclui jantar completo e pode ser adquirido pelo Sympla.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 08:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Tem muita gente suando em bicas depois que vieram à tona os diálogos da... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/tem-muita-gente-suando-em-bicas-depois-que-vieram-a-tona-os-dialogos/470398/</link>
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				<description><![CDATA[Allan Kardec - escritor francês

"A vida nem sempre é como sonhamos, mas nem sempre sonhamos o que queremos viver”.

FELPUDA 

Tem muita gente suando em bicas depois que vieram à tona os diálogos da quadrilha investigada por trocar vagas na saúde por livros, em esquema que teria causado prejuízo superior a R$ 27 milhões aos cofres públicos. Os nomes citados são conhecidos da política e alguns já ensaiavam discursos de pré-campanha. Agora, a prioridade parece ser outra: encontrar uma explicação que convença eleitores e, principalmente, a Justiça. Tem pré-candidato estourando mais que pipoca em óleo quente. E, pelo visto, o barulho da panela ainda está longe de acabar.



Fora

A insistência do PT em manter Bolsonaro como alvo principal dos ataques, mesmo com o ex-presidente fora da campanha e enfrentando condenação pesada, parece estar produzindo mais irritação do que votos nos rincões de Mato Grosso do Sul. 

Mais

Durante uma reunião com um candidato do PT à reeleição, dois participantes não gostaram nada de ouvir o lulista chamar Bolsonaro de “canalha” e a conversa quase terminou em vias de fato. Pelo jeito, tem chute político que continua passando longe do gol.

Eloisa Caiado e Sarah Genta - Foto: Arquivo Pessoal

 

Paula Saric - Foto: Divulgação

Prontos

As convenções estaduais do Progressistas (PP) e do Partido Liberal (PL), marcadas para 1º de agosto, em Campo Grande, vão oficializar as principais candidaturas da base governista em Mato Grosso do Sul. O PP deverá homologar a candidatura do governador Eduardo Riedel à reeleição, além das chapas para deputados federal e estadual. Os eventos também servirão para consolidar a aliança entre os partidos que sustentam o atual governo estadual na disputa de 2026. Riedel reúne a maior base política nas eleições deste ano.

Sacramentados

O PL aproveitará a convenção estadual para confirmar sua participação na coligação de apoio à reeleição de Eduardo Riedel e homologar seus candidatos ao Senado. A expectativa é de que sejam lançados o ex-governador Azambuja e o Capitão Contar para as duas vagas em disputa. Marcos Pollon já teria jogado a toalha e deverá tentar a reeleição. 

Na sombra

O que deveria ser um quarteto de lideranças da direita em MS poderá virar trio. No palanque, deverão aparecer Riedel, Tereza Cristina e Azambuja. Adriane Lopes, por sua vez, dizem, deverá ficar com participação bem mais discreta. Nos bastidores, o argumento é que a prefeita não teria acumulado resultados suficientes para ganhar lugar de destaque e, assim, a vitrine parece não estar tão iluminada. Em política, até o palanque tem seus lugares disputados e alguns ficam, literalmente, na sombra.

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Elza Maria Verlangieri Loschi (Tai),
	Dr. José Ivan Albuquerque Aguiar, 
	Priscila Virginia Schneider Sanches,
	Dr. Wilson Sami Saauma Ibrahim, 
	Ledir Marques Pedrosa,
	Dr. Andrew Robalinho da Silva Filho,
	Edna Graciliano Arguello Nunes,
	Fernando Luis Aono,
	Júlia Orikassa Noguchi,
	Aparicio Ramão Silveira,
	Michel Issa Filho,
	Dr. Odair Rodrigues de Barros,
	Paulo Takamura,
	Dra. Itaneide Cabral Ramos, 
	Alécio Antônio Tamiozzo,
	Noemi Leite de Barros,
	Willian Tapia Vargas,
	Fernando Orue,
	Daniel Regis Rahal, 
	Roberto Santos Durães, 
	Luiz Carlos Iunes Monteiro,
	Maria Aparecida Cano Lopes,
	Marcello Massao Izeki Mendes,
	Augusto dos Santos Ayres, 
	Fatima Gomes Santana,
	Heico Tsuha,
	Janaína Mecchi, 
	Roberto Alves Vieira,
	Marcos Antônio Moura Cristaldo,
	Rilton Silva Durães Junior,
	Newton Marcos Galache,
	Altino Lima da Silva,
	Camila Pereira Pacheco,
	Leodir Antonio da Cunha,
	Vanildo Bovolin,
	Ancelmo Tasoniero,
	Dr. Marcelo de Souza Pedro, 
	Paulo de Oliveira,
	Analice Lopes Moraes,
	Cleide Teles,
	Sílvio Oliveira Nunes,
	Urania Motti Gate,
	Ildo Furtado de Oliveira,
	José Elodir Bender, 
	William Brias Umar,
	Jamir Nedeff,
	Dra. Maria do Socorro Medeiros 
	de Freitas Abrão, 
	Dr. Stéfferson Almeida Arruda,
	Luiz Antônio Franco,
	Marcelo Bertoni,
	Olga Therezinha Bianchi Zacarias,
	Jorge Alberto Lezeu,
	Dr. Clóvis Emílio Santiago,
	Paulo Roberto Teixeira Lacerda,
	Laurianníe de Souza Faria, 
	Elce André Silveira Leite,
	Venício Rodrigues Ferreira,
	Rosana dos Santos Zorato,
	Luiz Fabiano Coelho de Oliveira,
	Geny Nogueira Cubel,
	Teresa Maria Vieira,
	Ana Cristina Fontoura Corrêa,
	Adilson Moreira Moura,
	Carolina Saraiva,
	Eudes Beirão Rodrigues,  
	Maria Gorete Militão,
	Sandi Cristina Fernandes Moreira Senna,
	Carolini Satiko Tanaka,
	Elaine Lima Yule,
	Carlinda Silva,
	Keila Pontes de Almeida,
	Neiva Teixeira,
	Hudson Mendes,
	Maria Auxiliadora Lima,
	Mara Lúcia Cardoso,
	Humberto Vieira,
	João Venâncio Lopes,
	Victor Souza de Almeida,
	Renata Teixeira Gomes,
	Geisa Vieira,
	Cleuza Santos da Silva,
	Carolina da Silva Pereira,
	Maria Lúcia Nantes,
	Lorena Ferreira,
	Célia Regina Nogueira,
	Jorge Ullony,
	Mercio Antonio Milanetti,
	Najla Barbieri Gomes Catarineli,
	José Inácio Branco, 
	Alexandre Pierin de Barros,
	Regina Eleusis Silveira dos Santos, 
	Paula Mayumi Yamakawa Takamura, 
	Sônia de Freitas Barbosa Figueiredo,
	Ana Lucia Carducci Gouvea Mancuso,
	Luiz Humberto Fernandes,        
	Rogério Monteiro de Barros,
	Elizabeth Marques Coelho,
	Fernanda Maria Bosso Pinheiro,
	Iunes Tehfi,
	Fabiana Silva da Cunha,
	Márcia Luiza Aparecida Paterlini,
	Sandra Megumi Kato Kuchida,
	Jacinto Rodrigues da Cunha,  
	Helena Britto Bacchi de Araújo,
	Fabricio Collares,
	Kellyne Laís Laburú Alencar de Almeida.


Colaborou com Tatyane Gameiro
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Espetáculo de dança transforma a inquietação de Lídia Baís em poesia corporal]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/espetaculo-de-danca-transforma-a-inquietacao-de-lidia-bais-em-poesia/470377/</link>
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				<description><![CDATA[Antes de contar a história de Lídia Baís, o espetáculo “L’Existence” prefere fazer outra pergunta: o que permanece de um artista depois que sua vida termina?

Em vez de seguir uma cronologia ou reconstituir episódios biográficos, a montagem, que estreia na terça-feira, no Teatro Glauce Rocha, em Campo Grande, aposta na força da dança para revisitar a memória, a imaginação e o legado de uma das artistas mais importantes da história de Mato Grosso do Sul.

Inspirado na trajetória da pintora campo-grandense, “L’Existence – Lídia Baís” propõe uma experiência sensível, na qual personagens inspirados em suas pinturas surgem como fragmentos de uma existência que continua ecoando.

O espetáculo tem sessão única, às 20h, e é realizado com recursos do Fundo de Investimentos Culturais (FIC) do governo de Mato Grosso do Sul.

Mais do que contar quem foi Lídia Baís, a criação convida o público a sentir sua inquietação, sua coragem e a liberdade que marcaram sua produção artística e forma de viver. É um mergulho poético na vida de uma mulher que escolheu fazer da arte a própria existência.

LINGUAGEM DA MEMÓRIA

A riqueza de camadas de Lídia Baís foi o que inspirou a diretora artística e coreógrafa Monique Paes durante o processo de criação de “L’Existence”.

Segundo ela, a montagem nasceu de uma longa imersão na vida e na produção artística da pintora, envolvendo pesquisas históricas, observação de suas obras e experimentações corporais.

“A criação de ‘L’Existence’ nasceu de um mergulho profundo no universo de Lídia Baís. Estudei sua história, contemplei suas obras, ouvi inúmeras trilhas e, acima de tudo, aprendi a me escutar. Cada escolha coreográfica surgiu desse diálogo entre a pesquisa e aquilo que sua trajetória despertava em mim”, explica.

Monique também integrou a equipe do longa-metragem sobre Lídia Baís, atualmente em produção em Mato Grosso do Sul. A experiência ampliou sua compreensão sobre a artista e acabou influenciando diretamente a construção da linguagem cênica do espetáculo.

“Algumas de suas pinturas tornaram-se ponto de partida para a linguagem corporal do espetáculo. Em nenhum momento quisemos biografar sua vida. A intenção sempre foi de revelar ao público o quanto sua trajetória é rica, cheia de camadas, contrastes e perguntas que continuam ecoando no tempo”, afirma.

A proposta, segundo a coreógrafa, é permitir que cada espectador encontre seu próprio caminho dentro da obra.

“Acredito que a arte ganha força quando nos permite sentir antes de compreender. Mais do que contar uma história, buscamos criar uma experiência sensível. Com respeito, admiração e licença poética, apresentamos ‘L’Existence’”, conclui.

INTERPRETAR SEM PALAVRAS

Toda a narrativa do espetáculo se dá a partir da morte de Lídia Baís e da repercussão póstuma de sua obra - Foto: Milena Yuka

No centro dessa experiência está a bailarina e diretora artística Ana el Daher, responsável por interpretar Lídia Baís em cena.

Ela conta que conhecia apenas superficialmente a artista antes de iniciar o projeto. A pesquisa transformou completamente sua percepção.

“Lídia se tornou para mim uma mulher muito à frente do seu tempo. Ela não aceitava viver dentro das regras impostas pela sociedade, pela família e pelo lugar onde estava. Ela queria muito mais. Foi uma mulher ousada, que foi atrás dos próprios sonhos e das próprias vontades. Hoje, vejo alguém que talvez tenha inspirado muitas outras mulheres na forma de pensar e de agir”, declara.

Levar uma personagem histórica ao palco sem recorrer às palavras foi um dos maiores desafios enfrentados durante o processo criativo.

“A dança não tem o poder da fala. A gente precisa mostrar tudo com a alma. Pouco se sabe exatamente sobre como Lídia era, então, tivemos muito cuidado para construir uma personagem respeitosa e, ao mesmo tempo, sensível. Foi um processo baseado em pesquisas, nos diários, nas pinturas, em relatos e também na orientação de uma historiadora profundamente dedicada ao universo da Lídia”, destaca.

A construção da personagem exigiu um delicado equilíbrio entre fidelidade histórica e liberdade artística. Em vez de reproduzir gestos ou comportamentos documentados, o espetáculo procura traduzir sentimentos, inquietações e estados de espírito presentes na obra da pintora.

CORAGEM

Durante a pesquisa, um aspecto chamou especialmente a atenção da intérprete: a coragem com que Lídia enfrentou as limitações impostas às mulheres de sua época.

“O que mais me marcou foi perceber que ela não se rendia às obrigações impostas para ela. Mesmo sabendo das consequências, ela escolhia viver do jeito que acreditava. Em uma época em que isso era quase proibido para uma mulher, ela teve coragem de romper padrões e seguir o próprio caminho”, pontua Ana.

Essa dimensão da artista ultrapassa a biografia e dialoga com questões ainda muito presentes na sociedade contemporânea. Liberdade, pertencimento, autonomia e identidade aparecem como temas centrais da montagem, que pretende provocar reflexões sem oferecer respostas prontas.

Para Ana, esse talvez seja o maior legado deixado por Lídia. 

“Espero que o público saia curioso para conhecer mais sobre Lídia, mas também sobre si mesmo. Que cada pessoa se pergunte se está vivendo no lugar ao qual realmente pertence. Lídia era inquieta, e gostaria que essa inquietude também permanecesse com quem assistir ao espetáculo”, deseja a artista.

REALIDADE E IMAGINAÇÃO

A estrutura dramatúrgica parte de um ponto simbólico: o último suspiro de Lídia Baís.

A partir desse instante, memória, imaginação e criação passam a se entrelaçar em uma narrativa não linear, em que personagens inspirados em suas pinturas surgem como fragmentos de uma existência que continua viva.

Em vez de apresentar fatos históricos em sequência, o espetáculo cria imagens poéticas que dialogam diretamente com o universo visual da artista. A fronteira entre realidade e fantasia desaparece, permitindo que o público caminhe por um espaço onde as obras parecem ganhar corpo e movimento.

Essa escolha estética também dialoga com a produção de Lídia, marcada por figuras enigmáticas, atmosferas oníricas e uma permanente busca espiritual. Assim como suas telas nunca entregam todas as respostas, “L’Existence” convida cada espectador a construir sua própria interpretação.

@@NOTICIA_GALERIA@@

ALÉM DE SEU TEMPO

Nascida em Campo Grande em 22 de abril de 1900, Lídia Baís ocupa um lugar singular na história da arte brasileira.

Dona de uma produção marcada por simbolismos, elementos surrealistas, expressionistas e forte espiritualidade, ela rompeu padrões sociais em uma época em que poucas mulheres conseguiam construir uma trajetória artística independente.

Ainda jovem, convenceu o pai a permitir que estudasse pintura no Rio de Janeiro, onde teve aulas com mestres como Henrique Bernardelli e Osvaldo Teixeira.

Na década de 1920, também passou uma temporada na Europa, especialmente em Berlim e Paris, cidades que ampliaram seu contato com movimentos artísticos modernos e influenciaram profundamente sua produção.

Ao longo da vida, Lídia construiu uma obra repleta de simbolismos, personagens misteriosos e reflexões existenciais. Também protagonizou escolhas que desafiaram convenções sociais. Casou-se apenas aos 38 anos, alterando sua idade para parecer mais jovem, e desfez o casamento apenas 15 dias depois.

Mais tarde, voltou-se aos estudos religiosos e filosóficos, adotando o nome de Irmã Trindade e dedicando seus últimos anos à espiritualidade.

SERVIÇO

Espetáculo “L’Existence – Lídia Baís”

Data: na terça-feira (4 de agosto).
Horário: às 20h.
Local: Teatro Glauce Rocha, na UFMS.
Ingressos: à venda na bilheteria do teatro e pelo link disponível na bio do Instagram @ciaselmazambuja.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Os vídeos tirados do baú começaram a fazer mais estragos que... Leia na coluna de hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[Clarice Lispector - escritora brasileira

"Que ninguém se engane, só se consegue a simplicidade através de muito trabalho”.

FELPUDA 

Os vídeos tirados do baú começaram a fazer mais estragos que discurso de palanque. Em tempos de redes sociais, o passado costuma aparecer sem pedir licença e no pior momento possível. Há político reforçando a equipe de assessores para produzir “notas de esclarecimento” capazes de explicar o inexplicável. O problema é que nem sempre a versão convence mais do que a imagem. Em ano pré-eleitoral, um vídeo antigo vale mais que mil promessas novas. E, para alguns, o calmante já virou item de campanha. Também, pudera!...

Transparência

 Circula pela Assembleia de MS, projeto que obriga a divulgação detalhada dos gastos com viagens custeadas pelo poder público estadual, além de exigir ressarcimento se uso for indevido.

Mas...

Resta saber se depois de aprovada a regra será efetivamente cumprida ou se acabará engrossando a já extensa coleção de leis que existem apenas no papel. É esperar para ver!

Foto: Senac/Divulgação

A professora Silvana do Valle Leone, do Senac de Mato Grosso do Sul, criou Salas de Inovação, com ambientes que reúnem quadro interativo, impressora 3D e realidade virtual, pensados para colocar o aluno no centro do processo. Com metodologias como Sala de Aula Invertida e Design Thinking, a professora conduziu também os alunos do curso Técnico em Administração no desenvolvimento do aplicativo “Corumbá na palma da mão”, voltado ao turismo local. O projeto colocou Silvana entre as finalistas do prêmio nacional Educador Transformador, na região Centro-Oeste. Todas as práticas que ela desenvolve partem das demandas reais do empresariado e da economia, conectando educação, tecnologia e desenvolvimento.

Dra. Bianca Rahal Paraguassú com seu amigo José David - Foto: Studio Vollkopf

 

Andrezza Alencar - Foto: André Ligeiro

Em falta

Alguns candidatos puxadores de votos querem saber mesmo da estrutura que terão para disputar a eleição. A queixa entre políticos experientes é direta, porque há partidos montando chapas consideradas fracas para uma guerra que promete ser pesada. O problema é encontrar nomes fortes dispostos a entrar na disputa e garantir musculatura eleitoral. Como dizem nos bastidores, está faltando caldo de mocotó e sobrando mingau. Na política, chapa fraca costuma cobrar a conta justamente na hora em que a urna fecha.

Fraude

A Justiça de Mato Grosso do Sul condenou novamente quatro empresários envolvidos na venda de máscaras hospitalares ao Estado durante a pandemia da Covid-19. A 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande reconheceu fraude na contratação pública, fornecimento de produtos falsificados e prejuízo aos cofres estaduais. Segundo a sentença, o Estado pagou R$ 29,99 por cada máscara, enquanto o preço médio de mercado era de apenas R$ 2,92.

Mais

Parte dos produtos ainda teria sido fabricada por empresa apontada como inexistente e sem registro regular. Auditorias concluíram que as máscaras não atendiam às especificações e colocavam profissionais de saúde em risco. A decisão determinou o ressarcimento de R$ 599,9 mil ao erário e aplicou multas que somam R$ 1,199 milhão. O total das condenações financeiras chega a R$ 1,799 milhão.

ANIVERSARIANTES

@@NOTICIA_GALERIA@@

Roberta Ferrairo Kuroce,
Alberio Alves de Araujo Lucena (Begèt de Lucena),
Rilziane Guimarães Bezerra de Melo, 
Nill Amaral,
Giovana Zulim,
Odete Maria Ferronato, 
Nivaldo Niheuns, 
Priscilla Harumi Higa, 
Maria Amelia Vianna Ramos,
Dr. Adeil Marcelo Pirani,
Oelson Rodrigues de Santana,
Carlos Ferreira de Oliveira,
Dr. Fábio da Silva Carli,
Maria das Graças de Santana Victor,
Ilidia Dan,
Roberto Alves Vieira,
Ursulino Jara,
José Roberto Micheloni,
Gerson Colim,
Alcindo Vicente Carvalho,
Ninfa Estela Gregor Chaparro,
Nadja Gonçalves Martins, 
Dra. Maria de Lourdes Cunha Aguiar, 
José Mauro Chaves,
Paulo Eduardo Piemontes,
Mirna Torres Figueiró,
Clayton Bernardino Gordo de Oliveira,
Luiz Abel de Almeida, 
Gilmara Loubet,
Almir Jares Dias,
Antônio Cândido de Oliveira,
Laércio Alves de Carvalho,
Sandra Regina Martins Esteves,
Eneida Brito Rodrigues,
Larisa Righetti,
Marcos Antônio Silveira,
Maria Salette Fialho Velasque,
Janny Ferreira Soares,
Vandir Rodrigues Yassumoto,
Maria Lúcia Corrêa Neves,
Maria do Carmo Souza Drumond,
Eufrasina Alves Corrêa,
Dr. Fernando Augusto Tibau de Vasconcellos Dias, 
Dr. Randolfo Braga, 
Andreia Suzana Novaes,
Ercilia Alves Mota, 
Leila Albuquerque Vasques,
Mariza Fátima Gonçalves Calixto,
Thelma Gomes Farias,
Almira Aparecida Santos da Costa, 
Joaquim de Oliveira Lino,
Eiky Yamazato,
José Inácio dos Santos,
Paulo Cardoso Lima,
Ana Moreira Pinto,
Armando Leal Peduto,
Paulo César Marques da Silva,
Maris Sandra Brandão Arruda,
Teresa Cristina Soares da Silva,
Marcelo Mendes Fonseca,
Rodrigo Nardera de Souza,
Nélio Márcio Moreira da Silva,
Gilberto Chena Rolon,
Pedro Paulo Matinhos,
Jane Burlamaqui Spengler, 
Dr. Carlos Vasques, 
Lilian Maria Vieira,
Mário Márcio de Souza Tôrres,
Hudson Gonçalves Pires,
Keila Soares Assis,
Antonia Jesus Marques,
Francisco de Almeida Tôrres,
Donizetti da Silva Maia,
Regina Maria de Souza,
Elayne Tavares Rocha,
Neuza Lima Alves,
Lázaro Roosevelt Nascimento,
Eurídice Teixeira,
Pedro Martins Verão,
Nelson Gomes de Almeida,
Maria Auxiliadora Mendes,
Adriana Pereira da Silva,
Rosemary Almeida,
Teresa Cristina de Souza,
Maria Rita de Souza Melo,
João Vitor de Paula Souza,
Simone Beatriz Gonçalves, 
Dr. Nelson Passaia,
Camila Vallezzi Cavalcante,
Leizilene Lima Fernandes,
Eliane Regina Galvão de Souza,
Rianez Claudia Gonçalves Bandeira de Melo,
Rafael Guimaraes Rosa,
Antônio João Pereira Figueiró,
Maria Madalena de São José Sançana,
Jânio Bastos,
Carlos Eduardo Ogeda Cacho,
Geiselene da Silva Rodrigues,
Adonis Cáceres,
Silvio Iran da Costa Melo,
Angelo Silva Onça,
Fausto Torres Muranaka,
Christiane Gomes Camargo Farinelli,
Analice Aparecida Cândido.

Colaborou com Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Espetáculo da Cia. Ofit retorna aos palcos em uma nova montagem entre os dias 5 e 7 de agosto]]></title>
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				<description><![CDATA[Há terremotos que não derrubam prédios, mas transformam vidas inteiras. São aqueles que acontecem dentro de casa, nas relações familiares, nos afetos desgastados e nas palavras que nunca chegam a ser ditas.

É justamente essa metáfora que inspira “Três Vírgula Quatro Graus na Escala Richter”, espetáculo da Cia. Ofit que retorna aos palcos em uma nova montagem entre os dias 5 e 7 de agosto, sempre às 19h, no Sesc Teatro Prosa, em Campo Grande.

Com entrada gratuita e classificação indicativa de 12 anos, a peça marca não apenas a volta de um dos trabalhos mais significativos da trajetória da companhia, mas também integra as comemorações pelos 20 anos da Cia. Ofit, fundada em 2006.

A remontagem também representa um reencontro entre passado e presente, preservando a potência da dramaturgia original enquanto incorpora novos artistas, novos olhares e um processo criativo baseado na formação continuada.

Escrita por Éder Rodrigues especialmente para a companhia em 2015 e dirigida por Nill Amaral, a obra acompanha uma família aparentemente comum que se vê diante de uma decisão capaz de alterar definitivamente sua dinâmica.

Aos poucos, aquilo que permaneceu escondido durante anos começa a emergir, revelando tensões, ressentimentos e verdades que resistiam ao tempo.

Longe de apostar em grandes acontecimentos ou reviravoltas espetaculares, o espetáculo concentra sua força dramática naquilo que costuma permanecer invisível: os silêncios, as ausências, os pequenos gestos e as despedidas que insistimos em adiar.

A própria referência ao título ajuda a compreender essa proposta. Um terremoto de 3,4 graus na Escala Richter dificilmente provoca grandes destruições, mas é suficiente para ser sentido.

Da mesma forma, a peça investiga os pequenos abalos emocionais que, mesmo discretos, transformam profundamente a vida das pessoas.

Segundo o diretor Nill Amaral, são justamente esses terremotos íntimos que tornam a montagem permanentemente atual.

“Os terremotos da trama são aqueles que acontecem quando deixamos de dizer o que precisa ser dito. As relações se acomodam, as distâncias aumentam e, quando percebemos, o tempo já revelou aquilo que tentamos esconder. É uma peça sobre a estranheza do lar e sobre tudo o que fingimos que continua vivo”, afirma.

FORMAÇÃO

A nova temporada nasce também de um processo coletivo de pesquisa desenvolvido ao longo deste ano. Em março, a companhia iniciou o workshop A Expansão da Palavra em Cena, uma investigação sobre o trabalho do ator que, além de oferecer formação artística, serviu como espaço de seleção para parte do elenco da remontagem.

A iniciativa integra o projeto P.E.S.S.O.A.S., reafirmando uma das características que acompanham a história da Cia. Ofit: transformar processos pedagógicos em experiências efetivas de criação artística.
Para Nill Amaral, teatro e formação caminham juntos.

“O teatro se constrói nesse trânsito entre pesquisa, aprendizagem e criação. É na sala de ensaio que as ideias são testadas, abandonadas e reinventadas”, explica.

O resultado desse processo é um elenco que reúne diferentes gerações e experiências de palco, promovendo um encontro entre artistas já consolidados e novos integrantes que chegam à companhia justamente por meio desse projeto de formação.

Uma das estreantes é Jurema de Castro, que interpreta Marta. A atriz conta que o desejo de conhecer a metodologia da companhia já existia há bastante tempo e que participar da seleção foi uma oportunidade inesperada.

“Eu sempre tive curiosidade de conhecer o método de trabalho do Nill. Quando fui selecionada, fiquei em choque. O processo tem sido uma loucura boa, completamente diferente de tudo o que vivi. Cada artista deixa um aprendizado, e encontrei nesse workshop um caminho para voltar ao teatro e fazer o que amo”, relata.

Também escolhida durante o workshop, Fernanda Almeida interpreta Lana, personagem responsável por desencadear conflitos que modificam profundamente a estrutura familiar apresentada na peça.

Para ela, a experiência ampliou sua percepção sobre aquilo que comunica em cena para além do texto.

“Aprendemos a comunicar muito além da palavra. O corpo, o gesto e a presença também contam a história. Mesmo quando não falamos, precisamos continuar acontecendo diante do público”, destaca.

Essa valorização do corpo e do silêncio dialoga diretamente com a proposta dramatúrgica do espetáculo. Em vez de explicar sentimentos ou apresentar respostas prontas, a montagem convida o espectador a ocupar os espaços vazios, interpretando aquilo que permanece nas entrelinhas.

Remontagem da peça faz parte das celebrações dos 20 anos da Cia. Ofit - Foto: Vaca Azul

A PEÇA

A sinopse apresenta uma família que vê suas certezas abaladas por uma revelação. Em meio a um jogo de papéis e representações, os personagens percorrem não apenas os cômodos da casa, mas também os “incômodos” que carregam dentro de si.

A tradição familiar começa a ser colocada em risco à medida que antigas convenções deixam de sustentar vínculos que já não existem da mesma forma.

A peça propõe uma reflexão sobre os relacionamentos que insistimos em preservar apenas por hábito, medo ou conformismo. Ao longo da narrativa, torna-se evidente que muitas relações permanecem vivas apenas na aparência, enquanto emocionalmente já chegaram ao fim há muito tempo.

Essa abordagem torna “Três Vírgula Quatro Graus na Escala Richter” uma obra que ultrapassa o contexto específico da família retratada.

O espetáculo dialoga com qualquer pessoa que já tenha experimentado conflitos silenciosos, despedidas adiadas ou a dificuldade de romper com estruturas afetivas que perderam seu sentido.

Além da direção de Nill Amaral e da dramaturgia assinada por Éder Rodrigues, a montagem reúne um elenco formado por Nadja Mitidiero, Jurema de Castro, Leandro Faria, Karine Araújo, Fernanda Almeida e Gabriel Mikyo.

A equipe técnica também reúne profissionais com longa trajetória nas artes cênicas sul-mato-grossenses. A iluminação e a visualidade são assinadas por Gil Esper e Rodrigo Bento, enquanto a assistência de direção é de Carlos Anunciato.

Os figurinos são de Marciana Brunetto, a trilha e os efeitos sonoros de Gabriel de Oliveira Jr., a produção de Diva Palhano, a coordenação do workshop de Samuel Mello, a identidade visual da Vaca Azul e a assessoria de imprensa da Arruda Comunicação.

A realização é da Associação Cultural Oficina de Interpretação Teatral (Ofit).

A montagem integra o projeto P.E.S.S.O.A.S., financiado pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro (FomTeatro), da Fundação Municipal de Cultura de Campo Grande (Fundac), com apoio do Sesc, Fecomércio MS, Casa de Cultura e Centro Cultural José Octávio Guizzo.

SERVIÇO

Espetáculo “Três Vírgula Quatro Graus na Escala Richter”


	Datas: dias 5, 6 e 7 de agosto.
	Horário: às 19h.
	Local: Sesc Teatro Prosa – Rua Anhanduí, nº 200, região central de Campo Grande.
	Ingressos: gratuitos, disponíveis pelo Sympla.
	 

]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[O tabuleiro da disputa pelo Senado começa a ganhar forma e os pré... Leia na coluna de hoje]]></title>
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				<description><![CDATA[Charles Chaplin - Ator e produtor inglês

"Pensamos demasiadamente e sentimos muito pouco. Necessitamos mais de humildade que de máquinas. Mais de bondade e ternura que de inteligência. Sem isso, a vida se tornará violenta e tudo se perderá”.


FELPUDA 

O tabuleiro da disputa pelo Senado começa a ganhar forma e os pré-candidatos já afiam os discursos. Têm representantes da direita, da direita conservadora, do centro-direita, da esquerda e da esquerda mais à esquerda. Ideologias à parte, todos compartilham o mesmo objetivo: conquistar os votos dos mais de dois milhões de eleitores de Mato Grosso do Sul. Até as convenções, o movimento é de cálculo e cautela. Depois delas, o jogo será de ataque. Resta saber quem dará o xeque e quem acabará levando xeque-mate nas urnas. É esperar para ver.



Ruídos

A relação do PT de MS com os indígenas, seus eleitores tradicionais, começa a dar sinais de desgaste antes mesmo de a campanha ganhar as ruas. O que até então parecia uma parceria política sólida já enfrenta ruídos, cobranças e descontentamentos. 

Mais

E o problema não ficará restrito aos gabinetes, pois ruas, avenidas, praças e aldeias também serão palco da disputa. Na eleição, discurso bonito precisa resistir ao teste das realidade e memória do eleitor. Se a relação continuar se deteriorando, o prejuízo político será inevitável. 

Francisca Viana da Silva e Petrucio Narciso da Silva, que hoje comemoram 55 anos de casamento (Bodas de Ametista) - Foto: Arquivo Pessoal

 

Maria Braz - Foto: Divulgação

Não basta

Na guerra pelo voto do distinto eleitor, alguns candidatos com mandato estão mergulhando na prestação de contas de tudo o que fizeram. Mostrar trabalho é obrigação, mas transformar campanha eleitoral em relatório de atividades não garante voto. O eleitor quer saber o que mudou na vida dele e não apenas quantos requerimentos foram apresentados. Afinal, quem ocupa cargo público não está fazendo favor, pois é empregado do povo. 

Fico

Para alegria dos pré-candidatos a deputado federal da direita, o Coronel David (PL) decidiu não disputar uma das oito cadeiras da Câmara Federal. O parlamentar vai mesmo buscar a reeleição e já comunicou sua decisão ao presidente do Partido Liberal, Reinaldo Azambuja. Com isso, encerram-se as especulações.

Ligeira

A Federação PSOL-Rede foi a primeira de MS a registrar oficialmente sua chapa para as eleições de 2026 no DivulgaCandContas, do TSE. Lucien Rezende aparece como candidato a governador e está entre os primeiros que disputam tal cargo já cadastrados pela Justiça Eleitoral no país. 

Juntos

O vereador Marcos Trad é um dos seis nomes da chapa do PT para disputa da Câmara Federal. Assim, ele estará com seu irmão Fábio Trad, candidato a governador, na mesma trincheira da esquerda.

ANIVERSARIANTES 

@@NOTICIA_GALERIA@@


	Artur Fernandes Filho (Tuca),
	Luciana Tavares Marcondes de Souza,
	Leôncio de Souza Brito Neto,
	Patricia Carvalho Pereira Chaves,
	José Armando Cerqueira Amado,
	Milton da Costa Lima,
	Claydêe Ignacio Ribeiro,
	Dra. Djanir Corrêa Barbosa Soares, 
	Marcos Ramirez Meza,
	Pedro Roberto Sanches,
	Maria Luisa da Conceição Martins,
	Veimar Seabra Santana,
	Genésia Rodrigues de Oliveira Sayd Pinto,
	Silvestre Pereira da Silva,
	Primos Zafari de Cauli,
	Maurício Antunes Strang,
	Rosely Torres Alves da Rocha,
	Diana Francisca de Oliveira Melges,
	Abel Conceição,    
	Elisandro Cerioli, 
	Marco Antônio Martins,
	Isabella de Castro Bertelli, 
	Camila Ávila Corrêa da Costa Cance,
	Juliana Magri, 
	Luiz Marques Vieira,
	Cláudio Duailibi,
	Pedro Mendes Couto,
	Carlos Dódero Duailibi,
	Dra. Denise da Silva Viégas,
	Cristiana Junqueira Mendes,
	Beatriz Sanches Pimentel,
	Domingos Garde Filho,
	Jéferson Matas Ibrahim,
	Dilma de Medeiros Baréa,
	Odácio Pereira Moreira,
	Tainná Martins Escobar,
	Ana Daiana Grunewaldt,
	Marcelino Tadashi Akimura,
	José Roberto Brun Filho,
	Cely Maura Uehara,
	Mauro Brisola Girão,
	Jeny Ferreira Soares,
	Ademar Rotili Nunes Junior, 
	Marta Zierman Landfeldt,
	Teresa Cristina Buainain Balbuena,
	Victorino Martos Caetano Fonseca,
	Dr. Benedito Dutra Pimenta, 
	Márcia Regina Rezek,
	Nacif Matheus Chacha, 
	Maria Luisa Caldas Corrêa da Costa,
	Selene Rocha Zeola,
	Sandra Regina Zeola,
	Ary Fernando Bittar,
	Deize Benevides,
	Honorio Pimentel Alencar,
	Maria Madalena Carvalho,
	Silvia Helena Franzini,
	Luiz Fernando de Souza Oliveira,
	Marisa Galdeiro Alencar,
	Rodrigo Marques Moreira,
	Lázaro Corrêa da Costa Filho,
	Ivone Cardoso Ramalho Gomes,
	Maurílio Vieira Tôrres,
	Antônio de Oliveira Resende Filho,
	Itamar de Souza Novaes,
	Iderli de Souza,
	Maria Regina França, 
	Maria Rosa Anderson Nasser, 
	Carla Cristina Ferreira de Almeida,
	Maria do Carmo Oliveira Nunes,
	Lucas Arruda dos Santos,
	João Luiz Fontes de Castro,
	Maria Janete Dutra,
	Luiz Antônio Corrêa da Silva,
	Zuleide Menezes Arruda,
	Luiz Salgado de Almeida,
	Maria Rita de Oliveira,
	Cândida Maria de Souza,
	Tathiane Franzoni da Silveira,
	Aderbal Luis Lopes de Andrade,
	Jari Francisco Souza,
	Luiza Castro,
	Maria Aparecida Leite,
	Luana Martins de Oliveira,
	Sueli Zaneide Furine,
	Lindinalva da Silva Leal,
	Cajamar Paulo da Silva,
	Zulma Paula da Silva,
	Maria Dalva Portilho de Souza,
	Rafael Antonio Mauá Timoteo,
	Camila Andrigheto Meneghel Hage, Nelida Home Dias,
	Hélio Augusto Lazzarini Pereira,
	João Paulo Avansini Carnelos,
	Cristiana Jerônimo Diniz Junqueira,
	Rodrigo de Oliveira Mecca,
	Maria Lucia de Souza Morais,
	Rogério Vilmar Castilho Guedes,
	Valdemiro Mendes Arguilheira,
	Célia Figueiras Hairrman, 
	Tomaz Yukio Shishido,
	Cassia de Lourdes Lorenzett,
	Luana Ueti Barasioli Brustolin,
	Marley Lima de Oliveira Mota,
	Leny Baptista Ferreira Bizelli,
	Ruth Elizabeth Tormena,
	Claudia Hideko Matsusita Nakasato,
	Ellen Clea Stort Ferreira Cervieri,
	Edison Luiz Bazan Miglioli,
	Wladimir Aldrin Pereira Zandavalli.

]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Corumbaense resgata a arquitetura moderna da cidade no livro "Ladeira do Porto Acima..."]]></title>
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				<description><![CDATA[Quando se fala em patrimônio arquitetônico de Corumbá, é comum que as primeiras imagens remetidas à memória coletiva sejam os casarões históricos, as fachadas neoclássicas do Porto Geral e os edifícios erguidos durante o auge econômico da navegação fluvial no fim do século 19.

No entanto, existe uma outra cidade construída ao longo do século 20, marcada pelas linhas retas, pelos volumes geométricos e pelos princípios da arquitetura moderna, que permanece pouco conhecida, pouco estudada e, principalmente, pouco protegida.

É justamente esse patrimônio que ganha protagonismo em “Ladeira do Porto Acima... Arquitetura Moderna e Memória de Corumbá”, livro do arquiteto e urbanista corumbaense Bosco Delvizio, que será lançado hoje, às 19h, na Casa de Cultura, em Campo Grande, com entrada gratuita.

A publicação, realizada pelo Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento de Mato Grosso do Sul (IAB-MS), com patrocínio do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Mato Grosso do Sul (CAU-MS) e selo da Life Editora, é fruto de uma adaptação da dissertação de mestrado desenvolvida por Delvizio na Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), em 2004.

Mais do que uma revisão acadêmica, a obra transforma uma extensa pesquisa em um convite para revisitar Corumbá por meio de suas edificações e compreender como a arquitetura também constrói memória, identidade e pertencimento.

Natural de Corumbá, Bosco Delvizio, hoje aos 72 anos, acumula quase cinco décadas de atuação profissional.

Formado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro (RJ), iniciou a carreira participando de projetos imobiliários e institucionais na capital fluminense antes de retornar a Mato Grosso do Sul.

Em Campo Grande, atuou na administração pública, na iniciativa privada, em entidades profissionais e também como professor universitário, sempre mantendo vivo o interesse pela cidade onde nasceu.

Segundo o autor, publicar o livro representa um compromisso pessoal com sua terra natal.

“A realização e a publicação do livro, decorrente do desenvolvimento em versão adaptada da minha pesquisa de mestrado, me leva a compreender que, muito mais que uma escolha, esse trabalho se revela como meu compromisso em destacar a importância do rico e desconhecido patrimônio arquitetônico de minha cidade natal, especialmente centrado na produção da arquitetura moderna”, afirma.

ALÉM DOS CASARÕES

Sem a intenção de realizar um inventário completo das construções existentes em Corumbá, Delvizio seleciona edifícios que ajudam a compreender as transformações urbanas do município ao longo do século 20.

O objetivo é mostrar que a história arquitetônica da Cidade Branca não terminou com o período áureo da navegação fluvial.

Pelo contrário, ela continuou sendo escrita por arquitetos e engenheiros que trouxeram novas linguagens estéticas, novos conceitos construtivos e uma visão moderna para os espaços públicos e privados.

A pesquisa analisou 15 edificações representativas, organizadas em três grandes grupos: arquitetura neoclássica, art déco e arquitetura moderna.

A escolha foi proposital, permitindo estabelecer um contraste entre diferentes estilos para compreender como os próprios moradores reconhecem – ou deixam de reconhecer – o valor patrimonial de cada um deles.

Ao longo do estudo, Delvizio entrevistou cerca de 200 corumbaenses, de diferentes idades e perfis, numa espécie de consulta pública sobre o patrimônio arquitetônico da cidade.

O levantamento investigou o conhecimento da população sobre os edifícios históricos, sua importância cultural e o grau de identificação dos moradores com essas construções.

O resultado revelou que a arquitetura neoclássica continua sendo a mais valorizada pelos entrevistados.

Entretanto, também evidenciou que existe um importante conjunto de edifícios modernos praticamente invisível para boa parte da população, apesar de seu enorme valor histórico.

“Corumbá conta com um acervo histórico e cultural representativo da arquitetura moderna, mas sem proteção legal”, alerta o arquiteto.

Segundo ele, as constantes transformações urbanas colocam em risco construções que representam momentos importantes da história brasileira.

NIEMEYER EM CORUMBÁ

Entre os exemplos apresentados no livro, um ocupa posição de destaque: a Escola Estadual Maria Leite, considerada a primeira obra da arquitetura moderna em Corumbá.

Projetada por Oscar Niemeyer em 1952 e inaugurada em 21 de setembro de 1954, a escola representa um marco não apenas para a cidade, mas para toda a arquitetura moderna em Mato Grosso do Sul.

Para Bosco Delvizio, trata-se de um patrimônio cuja importância ainda precisa ser mais conhecida pela sociedade.

“É necessário reconhecer e divulgar junto à população o valor representativo dessa e de tantas outras obras”, ressalta.

Casa do ex-prefeito e arquiteto José Sebastião Cândia - Foto: Bosco Delvizio

Depois dela, outras obras passaram a incorporar os princípios do movimento moderno internacional, especialmente durante as décadas de 1950 e 1960. Entre elas está a antiga sede da Receita Federal, instalada na Alfândega do porto, cuja linguagem arquitetônica rompe visualmente com os edifícios históricos do século 19.

O período coincide com um momento de forte incentivo ao desenvolvimento nacional, quando o governo federal investia na modernização das cidades brasileiras e na construção de edifícios públicos alinhados aos novos conceitos arquitetônicos.

Corumbá acompanhou esse movimento graças também ao trabalho de profissionais que, após estudarem fora do Estado, retornaram para aplicar novas referências em sua cidade natal.

O ARQUITETO PREFEITO

Entre esses personagens está José Sebastião Cândia, figura de destaque na história urbana corumbaense.

Arquiteto e prefeito de Corumbá entre as décadas de 1950 e 1960, Cândia foi um dos responsáveis por introduzir a arquitetura moderna na cidade. Sua atuação administrativa caminhou lado a lado com sua produção arquitetônica, ajudando a transformar a paisagem urbana naquele período.

Edifício I.O.S.A., inaugurado em 1959, com 13 andares, foi a primeira grande obra de verticalização na cidade - Foto: Bosco Delvizio

Delvizio resgata uma memória pessoal que ajuda a explicar seu fascínio pela profissão.

Quando criança, durante as aulas de desenho ministradas pelo padre Lourenço, costumava observar um homem que desenhava na escola. Algum tempo depois, ao ver uma fotografia publicada em um jornal, percebeu que aquele desenhista era também o prefeito da cidade. Era José Sebastião Cândia, autor do projeto do novo edifício de sua escola.

“Fiquei admirado ao reconhecer ele em uma foto no jornal. Na mesma pessoa, prefeito e ‘homem que desenhava’, estava lá o arquiteto José Sebastião Cândia. Quanta coisa fazia o arquiteto!”, recorda o autor.
Esse episódio se tornou uma das inspirações que o levaram a seguir a carreira de arquiteto.

A SUBIDA DA LADEIRA

O próprio título da obra carrega uma metáfora profundamente ligada à cidade.

“Ladeira do Porto Acima...” faz referência às tradicionais ladeiras que conectam o Porto Geral à parte alta de Corumbá.

Para Delvizio, subir essas ladeiras significa muito mais do que vencer um desnível físico.

“Como tantas vezes escalei as do Porto Geral de Corumbá, subir uma ladeira exige constância, fôlego e concentração, mas amplia o olhar, muda perspectivas. Trago aqui visibilidade a essa arquitetura que é vista na parte alta da cidade quando se sobe as ladeiras do porto”, pontua.

Ao revisitar essas lembranças, o arquiteto afirma reencontrar também os caminhos da própria infância.
“Hoje, com o livro em mãos, vejo atalhos da minha infância”, destaca.

SERVIÇO

Lançamento do livro “Ladeira do Porto Acima... Arquitetura Moderna e Memória de Corumbá”
Data: hoje.
Horário: às 19h.
Local: Casa de Cultura de Campo Grande – Avenida Afonso Pena, nº 2.270, Centro.
Entrada: gratuita.
]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Uma enxurrada de ações judiciais deve começar contra Estado e... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/uma-enxurrada-de-acoes-judiciais-deve-comecar-contra-estado-e-leia/470230/</link>
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				<description><![CDATA[Cecilia Sfalsin - escritora brasileira

"Não permita que a ignorância alheia, roube a delicadeza do seu sorriso e nem a sensibilidade do seu coração... isto é ter equilibrio, isto é ter pés no chão, isto é saber viver”.

FELPUDA

Uma enxurrada de ações judiciais deve começar contra  Estado e Municípios, conforme se ouve nos bastidores. Motivo: famílias que perderam alguém esperando vaga e não conseguiram atendimento. O motivo é simples e revoltante, no caso,  prefeituras se recusaram a comprar livros da organização familiar criminosa, segundo as investigações. Quem não entrou no esquema teria ficado sem recursos, sem contratos e sem leitos. Enquanto isso, quem pagou a propina teve prioridade e agora gestores envolvidos no esquema estão com “boca de siri”. Na Justiça, ao que se sabe, a desculpa não cola.

Diferença

A matemática da política nem sempre fecha a conta da família. Eduardo Rocha sobe no palanque do governador Riedel, que nessas eleições apoia Flávio Bolsonaro para presidente da República.

Mais

Já a ex-ministra Simone Tebet, esposa de Rocha, segue  o projeto de Lula na disputa pelo Senado por São Paulo. Como cada um toca uma música, resta saber quem conseguirá manter o compasso.

Foto: Divulgação

Pesquisadores da Embrapa Amazônia Oriental e da Universidade Federal do Pará sequenciaram, pela primeira vez, o genoma do açaí, um dos principais produtos da bioeconomia amazônica. A conquista permitirá acelerar o melhoramento genético da cultura, identificando genes ligados à produtividade, maior concentração de antioxidantes, resistência a doenças e adaptação ao cultivo em terra firme. Com as informações genéticas, o tempo necessário para desenvolver novas cultivares poderá cair de mais de duas décadas para cerca de 10 anos. Os pesquisadores também apontam potencial para produção sustentável de corantes naturais e compostos de interesse das indústrias farmacêutica e cosmética por meio de rotas biotecnológicas.

Ana Carolina de Rezende Coutinho e Zoroastro Coutinho Netoi - Foto: Studio Vollkopf

 

Camila Avesani - Foto: André Ligeiro

Ringue

A guerra das pesquisas já começou e não é apenas entre candidatos. Institutos, marqueteiros e partidos também entraram no ringue eleitoral. Cada número vira manchete e tem quem comemore 2% como se fosse 20%, enquanto outros, por estratégia, escondem 20% como se fossem apenas 2%. Aí, pesquisa passou a ser munição para animar aliados e provocar adversários. Mas, quando a urna chegar, o que realmente valerá será a apuração dos votos.

No gargarejo

Animados que só, o governador Eduardo Riedel e o pré-candidato ao Senado, ex-governador Reinaldo Azambuja, participaram da convenção que oficializou Flávio Bolsonaro como candidato à presidência pelo PL. A presença de Riedel deu o tom de como será sua campanha eleitoral. Ele está fechadíssimo com o candidato liberal, para quem pedirá voto, embora o Progressistas, seu partido, tenha declarado neutralidade no primeiro turno.

Vai entender...

A repercussão da convenção do PL nacional foi grande e deu de tudo, principalmente menosprezo da esquerda, que acha que o filho de Bolsonaro está “desidratando” em praça pública. Liberal de quatro costados ironizou gritaria dos esquerdistas, dizendo que como isso seria possível se os grandes institutos mostram que os dois candidatos, Flávio e Lula, estão embolados nas pesquisas. E lembra um detalhe: o petista é quem administra o país e, em tese, deveria estar ano-luz nos índices nesse período de pré-campanha.

Aniversariantes

@@NOTICIA_GALERIA@@

Aluízio Louzada da Cruz, 
Kamila Diniz Mello Falkine,
Kelson Salazar Cação,
Edna Contelli,
Dendry Rios,
Dr. Altino Gonçalves Soares,
Claudio Pagnoncelli,
Jorge Nilson Nunes dos Santos,
Vilto Chiarello,
Valdir de Oliveira Teixeira,
Cicero Lacerda Faria,
Maria Gracia Lopes Villamayor,
Edney Silva Fuchs,
João Silva Leite,
Cristiano Vieira Canato,
Lucila Degani Neder Meneghelli,
Gabriela Fernanda Wagner da Silva,
Sérgio Luiz do Nascimento Cabrita,
Dr. Djalmir Seixas César, 
Olímpio Stiehler, 
José Zani Carrascosa,
Milton Pupin,
Victor Manuel Lopes Figueiras,
Mariluce Anache Anbar Cury,
Dra. Filomena Aparecida Depólito Fluminhan, 
Danilo Santos Pereira,
Márcio Massato Yanaze,
Carlos Alberto dos Santos Batistote,
Patricia Moraes Gomes,
Renata da Costa Paim,
Ernestina Santana,
Luiz Borges Filho,
Odete Alves Bueno,
Kelly Arayo,
Félix Nazário Portela,
Regina Helena Neves Sampaio,
Ilka Necenas Oshiro,
Ronaldo Furtado Borges,
Ivanilda Baliego,
Kimiko Yamanada dos Santos,
Marco Túlio Schneider Pereira,
Ramona Bruch Pereira,
Raul Serra,
Arnaldo de Araujo Vilela,
Luiz Inácio Abrão, 
Dr. Celso Massaschi Inouye, 
Dr. Carlos Augusto de Oliveira Botelho, 
Valter Pereira Alves,
Rosa Gomes de Castro,
Eulália Pereira da Silva,
Júlio Celso de Vasconcelos,
Margarida Nunes Miranda,
Vanessa Oliveira Assis,
Aldilene de Souza Teixeira,
Patricia Andrade Parra,
Vanessa de Oliveira Santos,
Maria Carolina de Souza,
Azanélio José Rezende Junior,
Arão Antônio Moraes,
Ariane Torres Ribas, 
Fábio Rogério Canatto Coimbra,
Vanda Miranda Castilho de Oliveira,
Paulo de Souza Taveira,
Franklin Garcia Magalhães,
Silvia Helena Figueiredo da Silva,
Roberto Galante,
Aderli Lappe do Prado,
Marlene Rezende Perez, 
Adriana Catelan Skowronski,
Dayene Regina Peixoto Lancine,
Antônio Vieira,
Marco Roberto Dibres Sampaio,
Arnaldo Gedro Machado,
Ericson Galeano Paschoal,
Victor Olavarria e Silva,
Fernando Villa de Paula,
Cleverson Alves dos Santos,
Luiz Fernando Dall’Onder,
Alessander Protti Garcia,
Gustavo Henrique Cardoso,      
Alessandra Souza Fontoura,
Manoel Góes Pache,
Sérgio Pacheco,
Cristiane Parreira Renda de Oliveira Cardoso,
Vera Lúcia Pereira de Almeida,
Edson Luiz Nunes, 
Danilo Meira Cristofaro,
Vandir Zulato Jorge,
João Carlos Dias, 
Geovana Costa de Souza Pimentel,
Eloine Pilegi Pareja,
Jerdilei Aparecido dos Santos, 
Luciana Piroli Maia,
Fernando César Bernardo,
Hiadas da Costa Reis,
Mayara Bendô Lechuga,
João Guilherme Barbosa Elias,
Rosely Aparecida Stefanes Pacheco,
Joderly Dias do Prado Junior,
Daniela Maria Vendrame,
Juliano Cavalcante Pereira,
Rodrigo Cabrera Borges,
Leticia Teixeira Sanches,
Solange das Graças Rodrigues da Cunha Bento,
Patricia Insfran Carramanho,
Willyan Rower Soares,
Laura Helena Menezes,
Lídia de Oliveira Lima.

Colaborou Tatyane Gameiro
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 00:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["Vital", o musical que conta a história de Os Paralamas do Sucesso, chega a Campo Grande]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/vital-o-musical-que-conta-a-historia-de-os-paralamas-do/470216/</link>
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				<description><![CDATA[Há bandas que ultrapassam o sucesso comercial e conquistam um lugar permanente na história da música brasileira. É o caso de Os Paralamas do Sucesso, trio formado por Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone, que há mais de quatro décadas influencia gerações com um repertório marcado pela mistura de rock, reggae, ska, MPB e ritmos latino-americanos.

Agora, essa trajetória ganha vida nos palcos com “Vital – O Musical dos Paralamas”, espetáculo premiado que desembarca em Campo Grande para duas apresentações, nos dias 6 e 7 de agosto, às 20h, no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo, no Parque dos Poderes.

Depois de temporadas de sucesso no Rio de Janeiro e em São Paulo e de percorrer diversas cidades brasileiras em turnê, o musical chega à capital sul-mato-grossense reunindo teatro, música e emoção para contar uma história que vai muito além da carreira de uma das maiores bandas do País.

A montagem celebra, sobretudo, a amizade entre Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone, vínculo que permanece sólido desde a adolescência e que se tornou o principal alicerce da longevidade dos Paralamas.

BIOGRAFIA DA AMIZADE

Embora revisite momentos marcantes da carreira da banda, “Vital” não pretende ser apenas uma biografia musical.

Com direção artística de Pedro Brício, texto de Patrícia Andrade e direção musical de Daniel Rocha, o espetáculo escolhe como fio condutor justamente a amizade construída entre os integrantes ao longo de mais de 40 anos.

A dramaturgia acompanha os primeiros encontros entre Herbert, Bi e Barone, os ensaios ainda na juventude, os primeiros shows, o crescimento artístico, a explosão nacional na década de 1980 e os desafios enfrentados ao longo da trajetória.

Entre eles está o grave acidente de ultraleve sofrido por Herbert Vianna em 2001, um dos episódios mais delicados da história da banda e que também integra a narrativa.

Outro personagem fundamental da montagem é José Fortes, empresário dos Paralamas desde o início da carreira e considerado pelos próprios músicos como uma espécie de “quarto Paralama”. Sua importância na consolidação da banda também é homenageada ao longo do espetáculo.

Segundo a dramaturga Patrícia Andrade, o musical é, acima de tudo, uma história sobre relações humanas.
“Esta é uma história sobre amizade, sobre a longevidade de uma banda que começa quando os integrantes eram adolescentes e está aí até hoje. E também sobre memória, seja ela afetiva ou seletiva, que toca a cada um de diferentes formas. É um espetáculo essencialmente emocional”, resume a autora.

MEMÓRIA

Diferentemente de muitas biografias musicais, “Vital” não segue uma ordem cronológica dos acontecimentos.

O texto foi estruturado em um fluxo narrativo que alterna passado e presente, conduzido pelas lembranças dos personagens.

A memória funciona como elemento dramatúrgico central, fazendo com que diferentes momentos da vida dos músicos se misturem constantemente.

Essa construção permite que acontecimentos históricos da carreira convivam com momentos íntimos e emocionais, criando uma narrativa dinâmica, cinematográfica e sensível.

Segundo o diretor Pedro Brício, parte dessa perspectiva nasce justamente da memória de Herbert Vianna, especialmente durante o período de recuperação após o acidente.

Em alguns momentos, o público é levado a questionar se determinadas passagens representam lembranças reais ou delírios provocados pelo estado emocional do personagem.

REPERTÓRIO

Ao longo de aproximadamente 1 hora e 50 minutos de apresentação, o público acompanha mais de 30 canções que marcaram diferentes fases da carreira dos Paralamas do Sucesso.

Entre os clássicos presentes estão “Vital e sua moto”, música que inspirou o nome do espetáculo, além de sucessos como “Meu Erro”, “Óculos”, “Alagados”, “Lanterna dos Afogados”, “Busca Vida”, “Romance Ideal”, “Tendo a Lua”, “Caleidoscópio” e muitas outras.

Para a autora Patrícia Andrade, escolher quais canções fariam parte do roteiro foi uma das tarefas mais difíceis durante a criação da montagem.

A extensa discografia dos Paralamas obrigou a equipe a deixar de fora diversas músicas importantes, mas a seleção final busca representar todas as fases da banda e sua constante evolução artística.

QUASE UM SHOW

Um dos diferenciais de “Vital” é justamente equilibrar a linguagem teatral com a energia de um grande show de rock.

O diretor musical Daniel Rocha desenvolveu novos arranjos especialmente para a montagem, preservando a identidade sonora dos Paralamas, mas adaptando as músicas à linguagem do teatro musical.

Os atores interpretam os personagens e também executam instrumentos ao vivo durante diversas cenas, recriando apresentações históricas da banda.

Em determinados momentos, apenas o trio protagonista toca em cena. Em outros, toda a companhia participa das execuções ao lado da banda formada por músicos profissionais.

A diversidade rítmica dos Paralamas também aparece nos arranjos. Canções como “Alagados” incorporam elementos de percussão inspirados em escolas de samba, enquanto “Vamos Bater Lata” utiliza instrumentos confeccionados com peças metálicas.

Daniel Rocha destaca que os Paralamas foram pioneiros ao misturar rock com ritmos brasileiros, música latina, reggae, ska, funk e influências africanas muito antes de essa combinação se tornar comum na música nacional.

ESCOLHA DO ELENCO

Os protagonistas do musical foram selecionados em uma concorrida audição nacional que reuniu mais de 600 candidatos vindos de diferentes regiões do País.

Herbert Vianna é interpretado por Rodrigo Salva, enquanto Franco Kuster vive João Barone e Gabriel Manita interpreta Bi Ribeiro. O elenco conta ainda com Hamilton Dias no papel do empresário José Fortes, além de Barbara Ferr, Herberth Vital, Maria Vitória Rodrigues, Pedro Balu e Rodrigo Vechi.

A produção optou por não buscar uma imitação física ou vocal dos músicos reais.

Segundo Pedro Brício, a proposta foi captar a essência, a energia e os aspectos humanos de cada personagem, permitindo que os atores construíssem interpretações próprias sem recorrer ao simples mimetismo.

RECONHECIMENTO

Idealizado pelos produtores Gustavo Nunes e Marcelo Pires, “Vital – O Musical dos Paralamas” foi desenvolvido com acompanhamento da própria banda desde sua concepção.

Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone participaram das primeiras conversas sobre o projeto, acompanharam o desenvolvimento do texto e também colaboraram na escolha do elenco principal.

O resultado foi reconhecido pela crítica especializada.

A montagem conquistou o Prêmio APTR de Melhor Produção em Teatro Musical e recebeu indicações aos prêmios Shell, Bibi Ferreira e Destaque Imprensa Digital, consolidando-se como um dos principais espetáculos brasileiros do gênero nos últimos anos.

Além do reconhecimento artístico, o musical também chama atenção pelo compromisso com a inclusão. A produção incorporou ao elenco o ator com deficiência Herberth Vital, reforçando a importância da representatividade nos palcos e dialogando diretamente com um dos momentos mais marcantes da trajetória de Herbert Vianna.

Serviço

“Vital – O Musical dos Paralamas”


	Datas: dias 6 e 7 de agosto (quinta e sexta-feira).
	Horário: às 20h.
	Local: Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo – Parque dos Poderes.
	Duração: 1 hora e 50 minutos.
	Classificação indicativa: 12 anos.
	Ingressos: disponíveis pelo Sympla.
	 

]]></description>
				
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 08:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Se a largada da campanha fosse hoje, o governador Eduardo Riedel... Leia na coluna de hoje]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/se-a-largada-da-campanha-fosse-hoje-o-governador-eduardo-riedel/470198/</link>
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				<description><![CDATA[BENJAMIN FRANKLIN - ESCRITOR AMERICANO

"Achar que o mundo não tem um criador é o mesmo que afirmar que um dicionário é o resultado de uma explosão numa tipografia"

FELPUDA

Se a largada da campanha fosse hoje, o governador Eduardo Riedel entraria na pista com confortável vantagem. Lidera as pesquisas mais consistentes, reúne o maior arco de alianças e, por enquanto, assiste aos adversários tentando encontrar o ritmo da corrida.

Nos bastidores, o clima é de otimismo entre seus aliados. Mas política não distribui troféu por desempenho em treino. Pesquisa fotografa o momento, a urna conta a história. Até outubro muita água vai rolar, e agora Riedel corre na frente, enquanto muita gente ainda amarra o tênis. Como política não é para amadores...



Enfeite, não!

Senador bom sabe que mandato dura oito anos e imprevistos acontecem. Por isso, escolhe suplente com experiência e voto próprio. Não é para ser cabo eleitoral fantasma nem alguém que "tope qualquer coisa". O problema é quando o eleitor vota num nome e recebe outro goela abaixo.

Mais

Aí o suplente assume e ninguém sabe de onde saiu nem o que pensa. É democracia de surpresa: você aperta o 1 e vem o 3. No Senado, cadeira vazia custa caro. Melhor preencher com gente, não com favor. E por aí vai...

Dr. Alexandre Branco Pucci e Ketlen Cordeiro. Foto: Studio Miguel Palácios

 Junia Lopez. Foto: divulgação

 Desafio

A convenção que confirmará Eduardo Riedel como candidato à reeleição promete reunir verdadeira frente ampla de aliados. PSDB, PP, União Brasil, PL, MDB, Republicanos e Avante dividirão o mesmo palco e os mesmos aplausos. Em caso de vitória, o desafio começa depois da posse, quando chegar a hora de repartir espaços na administração. Isso porque não existe almoço de graça. Na política, alianças são construídas com discursos. Governos, quase sempre, com cargos.

Na mira

O deputado Zeca do PT passou a enfrentar mais um foco de desgaste na pré-campanha. Lideranças políticas avaliam recorrer ao Ministério Público Eleitoral após a divulgação de gravações atribuídas a uma reunião com indígenas da Aldeia Lalima, em Miranda. Nos áudios, que circulam nas redes sociais, adversários afirmam haver pressão relacionada ao apoio eleitoral à deputada Camila Jara. Ele ainda poderá apresentar sua versão.

Reação

A repercussão da reunião na Aldeia Lalima, em Miranda, ganhou novo capítulo, após uma liderança indígena publicar vídeo nas redes sociais, manifestando indignação com a postura atribuída ao deputado Zeca do PT. Segundo o relato, foram usadas palavras consideradas ofensivas, inclusive de baixo calão. O cacique afirmou que a deputada Camila Jara é bem-vinda à comunidade, assim como qualquer outro candidato, independentemente do partido.

ANIVERSARIANTES

@@NOTICIA_GALERIA@@

Dra. Flávia de Albuquerque Furlani,

Dr. Mário Cesar Mangiolardo,

Maria Emília Ramalho Sulzer,

Euzébio Valiente Maximovitch,

Ana Paula Costa Morilhas,

Nancineide Cássia da Silva Gonçalves,

Madalena Maria de Souza Vargas,

Olinda Shiroma Matsuda,

Hiyotata Catuyama,

Joel Douradode Assis,

Roberto Seijin Utima,

José Antônio Brandão,

Lucinete de Sena Borgo,

Jaqueline Cruz,

Mauro Benante Junior,

Gilda Santa Cruz,

Renata Letteriello,

Silvana Gonçalves Marques,

Edson Yoshizaki,

Diego Souza,

Mylla Rodrigues,

Israel Vitor Holmes,

Natália Gabriela Martin Duailibi Younes,

Dr. José Tadachi Sugai,

Dr. Bianco Latorraca,

Janete Rosane Schenkel,

Iara Trindade,

Nilton Vieira,

Antônio Tiago Machado,

Dr. Alberto Moraes de Souza,

Luiz Carlos Algaranhães Antunes,

Kethlin Lima Portela,

Joice Ana Palma,

Dr. Adão Vieira Nogueira,

Lauro José e Sá,

José Antônio Fernandes,

Mara Eliane Barbosa Freitas,

Ana Fátima Pizzato de Souza,

Joseny de Castro Coimbra Peters,

Marco Aurelio Claro,

Jeruza Rezende Ramos,

Luiz Arthur Serra Reinbold,

Antonio Gerson de Saboia,

Flávio Silveira Cury,

Ivone Coelho Masruha,

Dr. Roberto de Aquino Lopes Júnior,

Gleicy Saad,

José Domingos,

Emílio Corrêa de Souza,

Paulo Henrique de Mattos,

Vitória Franco,

Ilza Rezende Rodrigues,

Maria Gonçalves,

Claudio Santos,

Maria Madalena da Silva Conrado,

Maiza Abalen Bernard,

Antônio Castelani Neto,

Ademir Garcia da Silva

Maria Aparecida Limeira,

Humberto Sousa Silva,

Luiza de Almeida,

Beatriz Vieira Lourenço,

Vilma Guimarães,

Jesualdo D'Aurea,

Dirceu Vicente Rossettini Costa,

Kátia Rejane Branquinho da Costa Ornellas,

Maria da Graça Albertini Prechitko,

Feliciana Barbosa Abath,

Bruno Miragaia Gaeti,

João Catarino Tenório Novaes,

Romulo Guerra Gai,

Hiroshi Matsubara,

Olimpio Simião da Silva,

Eustáquio Jeovan de Figueiredo,

Loan Lima Harada,

Fábio da Silva Magalhães,

André Luiz Mariano de Oliveira,

Pedro Constantino Rozales Neto,

Roberto Silva Junior,

Ângela Maria Carlini Garcia de Oliveira,

Joaquim da Mota Longo,

Marlene de Aguiar Justino da Cruz,

Rossana Xavier Machado,

Antonio Lincoln Carvalho de Siqueira,

Rilton Alexandre Araújo,

Henrique Thomé Baptista,

Ayrton Pires Maia,

Bianca Della Pace Braga Medeiros,

Alberto Vieira Rossi,

Rozilei Foizer,

Bruno Carlos de Rezende,

Felipe Lakatos Melo,

Takeo Ohira,

Zarife Cristina Hamdan,

Carlos Eduardo Oliveira de Souza,

Sérgio Queiroz Serra,

Cleiton Dahmer,

Coriolando Bachega,

Éder Mosciaro Barreto,

Talita Ertzogue Marques,

Farley Augusto da Silva Venturelli,

Eduardo Guimarães Mercadante,

James Erison Canova,

Kariny Rocco Moreira Berton,

Juliana Campos Veronesi,

Joice Ana Mosele,

Leonardo Anacleto Chaves.

 * COLABOROU TATYANE GAMEIRO
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 00:01:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Coluna Desatando Nós: Educar meninos para sentir também é proteção]]></title>
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				<description><![CDATA[Durante muito tempo, muitos meninos cresceram ouvindo mensagens semelhantes: “engole o choro”, “seja forte”, “homem não demonstra fraqueza”. Embora essas frases pareçam inofensivas, elas ensinam algo profundo: que sentir deve ser escondido.

O problema é que emoções não desaparecem quando são reprimidas. Elas apenas encontram outras formas de se manifestar. Muitas vezes surgem como irritação, agressividade, isolamento ou dificuldade para construir relacionamentos saudáveis.

Quando falamos sobre prevenção da violência, saúde mental e relações mais equilibradas, também estamos falando sobre educação emocional. Ensinar meninos a reconhecer, nomear e expressar sentimentos não os torna mais frágeis. Ao contrário. Amplia seus recursos para lidar com desafios da vida.

A cultura costuma valorizar nos homens características como autonomia, coragem e firmeza. Todas elas são importantes. Mas podem coexistir com empatia, sensibilidade e capacidade de pedir ajuda. Uma habilidade não exclui a outra.

Pais, mães e educadores têm papel fundamental nesse processo. Quando acolhem emoções em vez de ridicularizá-las, ajudam a construir uma relação mais saudável com o próprio mundo interno. Quando demonstram que tristeza, medo e vulnerabilidade fazem parte da experiência humana, oferecem uma importante ferramenta de proteção emocional.

Isso também contribui para relações futuras. Adultos que conseguem identificar sentimentos tendem a comunicar necessidades com mais clareza, lidar melhor com frustrações e construir vínculos mais respeitosos.

Educar meninos para sentir não é apenas uma questão individual. É uma escolha que impacta famílias, relacionamentos e a sociedade como um todo. Afinal, homens emocionalmente conectados consigo mesmos costumam ser mais capazes de se conectar de forma saudável com os outros.

Talvez uma das maiores formas de proteção que possamos oferecer seja permitir que eles descubram que sentir não diminui ninguém. Humaniza.

Vamos desatar esses nós?
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 26 Jul 2026 14:00:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Por que os italianos continuam elegantes mesmo com 35 graus?]]></title>
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				<description><![CDATA[Há alguns dias estou vivendo novamente o verão italiano. E, mesmo depois de tantos anos frequentando o país, uma cena continua chamando minha atenção: enquanto os termômetros ultrapassam os 35 graus, homens e mulheres caminham pelas ruas de cidades italianas com uma elegância que parece quase intuitiva.

Não se trata de um dom, muito menos de uma questão financeira, o segredo está nas escolhas.

Frequentemente associamos calor a roupas excessivamente informais ou ao desconforto de quem acredita que elegância exige sacrifício, os italianos mostram justamente o contrário: é possível vestir-se bem sem abrir mão do conforto.

A explicação começa pelo tecido. No verão italiano, dificilmente encontramos pessoas usando tecidos sintéticos de baixa qualidade durante o dia. O linho, algodão, seda leve e viscose de boa procedência dominam as vitrines e os guarda-roupas.

São materiais que permitem a circulação do ar, absorvem melhor a umidade e acompanham o movimento do corpo.

O curioso é que o linho, tão valorizado pelos italianos, ainda desperta certa resistência no Brasil por amarrotar com facilidade.

Como consultora de imagem acredito que uma das maiores lições seja aceitar que alguns tecidos carregam naturalmente as marcas da vida. Um linho levemente amarrotado transmite autenticidade. É muito mais elegante do que um tecido sintético impecavelmente esticado, mas que denuncia desconforto.

Outro detalhe quase imperceptível para quem visita a Itália é a predominância das cores suaves durante o verão.

Brancos, beges, areia, azul-claro, verde-sálvia, terracota suave e tons inspirados na própria paisagem mediterrânea aparecem constantemente.

Além de refletirem melhor o calor, essas cores conversam entre si. Isso significa que praticamente todas as peças do guarda-roupa podem ser combinadas. O resultado é uma imagem sofisticada sem esforço.

Enquanto muitas pessoas acreditam que precisam de dezenas de roupas para enfrentar uma estação, o italiano demonstra exatamente o oposto.

Existe uma lógica muito presente na cultura italiana: comprar menos e comprar melhor. Ao invés de um armário repleto de tendências passageiras, é comum encontrar poucas peças de excelente qualidade que funcionam em diferentes combinações.

Uma camisa de linho pode ser usada aberta sobre uma camiseta pela manhã, fechada para um almoço, dobrando as mangas para um passeio no fim da tarde ou combinada com um blazer leve para o jantar.

O mesmo vestido muda completamente com um cinto, uma bolsa ou uma sandália diferente.

Essa versatilidade é uma das maiores expressões da elegância contemporânea.

Outro aspecto importante é o caimento.

Roupas excessivamente justas aquecem mais, limitam os movimentos e frequentemente criam uma imagem de desconforto.

Os italianos preferem modelagens que acompanham o corpo sem apertá-lo. Vestidos fluidos, calças amplas em linho, camisas levemente soltas, bermudas de alfaiataria e peças com estrutura bem construída permitem que o ar circule naturalmente.

O importante é a roupa trabalhar a favor do corpo, e não contra ele. Na Itália, a elegância está muito ligada à naturalidade.

Vestir-se -se de maneira apropriada para cada ocasião é respeitar o próprio corpo, o clima e o contexto.

Há beleza em quem caminha confortavelmente por uma praça histórica, toma um café em uma cafeteria de bairro ou atravessa a cidade de bicicleta usando roupas simples, mas bem escolhidas.

O verdadeiro segredo da elegância italiana não está no guarda-roupa. Mas na consciência de que vestir-se bem não significa impressionar os outros, mas viver melhor dentro das próprias roupas.

E por fim 5 lições da elegância italiana para enfrentar o calor com estilo. 

1. Priorize tecidos naturais

Linho, algodão, seda e viscose de qualidade permitem que a pele respire, absorvem melhor a umidade e proporcionam conforto mesmo nos dias mais quentes. Antes de comprar uma peça, leia a etiqueta: a composição faz toda a diferença.

2. Aposte em uma cartela de cores coordenada

Branco, off-white, bege, areia, azul-claro, verde-oliva e tons terrosos claros combinam entre si e facilitam a criação de diversos looks com poucas peças, além de transmitirem frescor e sofisticação.

3. Escolha modelagens que favoreçam o movimento

Peças muito justas retêm calor e limitam a mobilidade. Prefira camisas de linho, vestidos fluidos, calças de pernas amplas e bermudas de alfaiataria com bom caimento. Elegância também é sentir-se confortável.

4. Monte um guarda-roupa inteligente, não um guarda-roupa cheio

Invista em peças versáteis que conversem entre si. Uma camisa de linho, uma calça de alfaiataria leve, um vestido atemporal e uma boa sandália podem render inúmeras combinações. Na moda italiana, qualidade supera quantidade.

5. Lembre-se: elegância é atitude, não sacrifício

A maior lição do verão italiano talvez seja esta: vestir-se bem não significa sofrer com o calor. Estar adequado ao clima, à ocasião e à sua personalidade transmite uma imagem muito mais refinada do que insistir em tendências ou peças desconfortáveis.
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 26 Jul 2026 13:00:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Entrevista exclusiva com a atriz Flávia Alessandra]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/correio-b/entrevista-exclusiva-com-a-atriz-flavia-alessandra/470168/</link>
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				<description><![CDATA[Flávia Alessandra é mais do que uma atriz renomada; ela personifica talento, carisma e popularidade. Com uma trajetória profissional que se estende por mais de três décadas, a artista estabeleceu um legado sólido na indústria do entretenimento e do empreendedorismo. Com um extenso currículo, a atriz brilhou em mais de 20 novelas, 17 programas e minisséries, além de ter participado em 13 longas-metragens, incorporando inúmeras personagens memoráveis.

Além de sua destacada atuação nas telas, Flávia empreende com sucesso em diversas frentes. É protagonista de campanhas publicitárias para marcas de renome, como Mundial, Jorge Bischoff e TikTok. Em 2019, junto a seu marido, o apresentador, ator e empresário Otaviano Costa, fundou a Agência Family, responsável pela gestão exclusiva de carreira, imagem e negócios do casal, com um time inovador nas áreas de planejamento, digital, comercial e produção.

A Family conta com uma equipe dividida por áreas e estrutura para execução, como Estúdios Family, que é um laboratório de criação de conteúdo para os artistas. A artista também é sócia da Royal Face, maior rede de estética facial e corporal do Brasil, e também integra a rede de salões Marcos Proença. Além de suas realizações no mundo dos negócios, Flávia atua como embaixadora da Brazil Foundation desde 2015 se envolvendo nos leilões, projetos sociais e eventos.

Em 2024, Flávia Alessandra assumiu o papel de apresentadora no reality show "Ilha da Tentação", uma produção da Prime Video, gravado no México, ao lado de seu marido, Otaviano Costa.

Ela também lançou "Lia & Léo", primeira série de dramaturgia dela com Otaviano para internet. No ano seguinte, Flávia também se tornou apresentadora do "Viva Bem", programa de saúde do UOL.

Destacando-se pela inovação, em 2025 Flávia apresenta ao lado da filha, Giulia Costa, o "Pé No Sofá Podcast", podcast que recebe diversos convidados para conversas honestas, sinceras e espontâneas. O programa já atingiu o topo dos podcasts de entretenimento mais escutados do Brasil. Atualmente, Flávia também se dedica à atuação vivendo Fábia em "Quem Ama Cuida", atual novela das 21h da Rede Globo.

Exercendo sua vertente como comunicadora, ela também percorre o país com a palestra "Sonhar Com Os Pés No Chão", uma conversa inspiradora que conecta histórias de vida e práticas reais, oferecendo insights valiosos para quem deseja tirar ideias do papel e construir um futuro sólido.

Flávia Alessandra é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana, e em entrevista ao Caderno ela fala sobre família, trabalhos e sua personagem no folhetim das 21h na TV Globo.

A atriz Flávia Alessandra é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Felipe Censi - Diagramação: Denis Felipe 
Por: Flávia Viana

CE - Há cinco anos você estampava a capa do Correio B+, em um momento de incertezas por causa da pandemia. De lá para cá, sua carreira tomou caminhos inesperados. Quando olha para trás, o que mais mudou na Flávia?
FA - Acho que a maior mudança foi entender que a carreira pode ser muito mais ampla do que eu imaginava. A pandemia fez todo mundo desacelerar e repensar prioridades. Depois daquele período, me permiti experimentar novos formatos, novos desafios e descobrir outras versões de mim.

Me dediquei muito ao empreendedorismo, algo que por tempo mesmo nunca consegui por em prática. Continuo apaixonada pela atuação, sou e sempre serei atriz, mas hoje também me vejo como comunicadora, empresária e alguém que gosta de construir projetos do zero. Foi um tempo de muito aprendizado.

CE - Nesse intervalo você apresentou realities, investiu no podcast, fortaleceu seus negócios e voltou às novelas. Você sente que vive hoje a fase mais plural da sua carreira?
FA - Sem dúvida. Nunca gostei de me limitar. Sempre tive curiosidade de experimentar coisas diferentes e acho que o público também gosta de acompanhar essa evolução.

Cada projeto alimenta o outro. O podcast me tornou uma comunicadora melhor, o empreendedorismo ampliou meu olhar sobre gestão e criatividade, e tudo isso acaba enriquecendo meu trabalho como atriz.

CE - Depois de interpretar a inesquecível Sandra, em "Êta Mundo Melhor!", você volta ao horário das nove com uma personagem completamente diferente: a Fábia, de "Quem Ama Cuida". O que mais te encantou nela?
FA - A Fábia é divertida porque ela chega causando uma impressão muito específica, mas aos poucos vai revelando outras camadas. Ela é extravagante, vaidosa, engraçada, sensual, mas também é uma mulher cheia de camadas.

Eu adoro personagens que geram conversa entre o público. Ela provoca risadas, mas também desperta reflexão. Eu sou parada na rua com "amo os looks da Fábia" até "quem é ela? qual o passado dela?". É uma personagem que dá para se explorar muito.

CE - Sua parceria com Walcyr Carrasco já atravessa diferentes momentos da sua carreira. O que torna esse encontro artístico tão especial?
FA - O Walcyr e a Claudia Souto escrevem personagens femininas muito potentes e muito humanas. Existe uma verdade ali.

A própria Fábia, existem várias mulheres como ela. É muito prazeroso receber um texto deles porque você sabe que vai encontrar nuances, humor, emoção e grandes desafios como atriz.

Não é um papel plano onde todo dia você vai fazer a mesma coisa e o personagem não sai daquele lugar. Muito pelo contrário. É um personagem que vivo que tem muitas possibilidades.

CE - Além da atriz, o público conheceu uma Flávia apresentadora no "Ilha da Tentação" e no "Pé no Sofá Podcast". O que a comunicação despertou em você?
FA - Descobri que adoro ouvir histórias. Como atriz, estou acostumada a contar histórias por meio dos personagens. Como apresentadora e entrevistadora, passei a conhecer pessoas, ouvir experiências e trocar de uma maneira muito genuína. Isso ampliou muito minha visão de mundo.

Inclusive, no Pé No Sofá especificamente, eu não sou apenas apresentadora, eu sou a produtora. Foi um projeto que nós desenvolvemos e tiramos do papel, fazendo o função de diretora também.

CE - O empreendedorismo ganhou espaço na sua vida. O que mais te motiva nesse universo?
FA - Empreender é um exercício constante de criatividade. Gosto de participar das decisões, pensar estratégias e entender como uma ideia pode se transformar em algo que faça sentido para as pessoas. É desafiador, mas também muito estimulante. Acho que essa inquietação sempre fez parte de mim.

A atriz Flávia Alessandra é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Felipe Censi - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Você costuma falar sobre bem-estar, autoestima e maturidade. A relação com o tempo mudou?
FA - Muito. A própria Fábia por exemplo. É uma mulher no auge da sua maturidade e a internet pira com as cenas mais sensuais dela e eu recebo umas mensagens que não querem ser sexualmente ativas assim ou que não sabiam que poderiam ser assim aos 50 anos. Eu fico chocada.

O mundo mudou minha gente. A maturidade não é o fim da vida, muito pelo contrário. É o momento que a mulher na maioria das vezes está mais segura de si, ou deveria pelo menos.

E uma mulher confiante trabalha, viaja, sai com as com as amigas, sai com o namorado, beija na boca e se diverte. Uma mulher confiante é dona de si para fazer o que quiser.

CE - Sua presença nas redes sociais também evoluiu bastante. Como é encontrar equilíbrio entre compartilhar sua vida e preservar sua intimidade?
FA - É um aprendizado diário. Gosto de dividir os bastidores do trabalho, momentos divertidos e algumas experiências pessoais, mas acredito que preservar determinados espaços é fundamental. Nem tudo precisa ser exposto. Acho importante manter uma parte da vida só para quem realmente faz parte dela.

CE - O público acompanha uma Flávia em constante transformação. Existe algum sonho profissional que ainda falta realizar?
FA - Sempre existem. Tenho muita vontade de produzir cada vez mais, desenvolver projetos desde a concepção e contar histórias que me emocionem. Também gosto da ideia de continuar transitando entre diferentes plataformas. Hoje não penso mais em carreira de forma linear. Acho bonito poder me reinventar.

CE - Se aquela Flávia que estampou a capa do B+ em 2021 encontrasse a Flávia de hoje, o que você diria para ela?
FA - Eu diria para confiar ainda mais no processo. Às vezes a gente faz muitos planos e a vida apresenta caminhos completamente diferentes e, muitas vezes, melhores. Acho que aprendi a ter menos medo das mudanças. Entendo que se reinventar não significa abandonar quem você é, mas descobrir novas possibilidades de continuar crescendo.

 
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				<category>Correio B</category>
				<pubDate>Sun, 26 Jul 2026 12:00:00 -0400</pubDate>
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