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LITERATURA

Há 49 anos, Academia de Letras escreve a memória de Mato Grosso do Sul

ASL completa quase meio século de história, com diversos eventos culturais e suplemento tradicional
02/11/2020 07:00 - Naiane Mesquita


Há quase meio século, a Academia Sul-Mato-Grossense de Letras desenvolve um trabalho árduo na construção da memória literária de Mato Grosso do Sul.

Fundada no dia 30 de outubro de 1971, pelos escritores Ulisses Serra, José Couto Vieira Pontes e Germano Barros de Sousa, a instituição reuniu ao longo das décadas diversos talentos da literatura do Estado, como J. Barbosa Rodrigues, Júlio Alfredo Guimarães, Hugo Pereira do Vale e Antônio Lopes Lins.

Com 40 cadeiras e nos moldes da Academia Brasileira de Letras, a ASL busca valorizar escritores que fazem parte da história de Mato Grosso do Sul. “Acredito que a ASL traz para a sociedade, principalmente, a questão do incentivo à difusão da literatura e da cultura de Mato Grosso do Sul. Por meio das atividades e das reuniões, ocorre um movimento de valorização da cultura e da educação, além do fortalecimento da memória do Estado”, afirma o escritor Henrique de Medeiros, presidente da ASL.  

Para tornar a literatura mais presente no cotidiano dos Sul-mato-grossenses, a ASL desenvolve programas literoculturais importantes, como o Concurso de Contos Ulysses Serra e o Concurso de Poesias Oliva Enciso, que buscam novos talentos ou aqueles nem sempre reconhecidos no Estado.  

“Ainda temos outros eventos importantes, como o Chá Acadêmico e a Roda Acadêmica, em que são realizadas palestras de interesse da sociedade”, frisa Medeiros.

Suplemento

Outra tradição da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras é o Suplemento Cultural, publicado semanalmente no Correio do Estado. “É o caderno literário mais antigo, publicado de forma ininterrupta no País. São mais de 400 suplementos publicados e nós temos cerca de dez anos disponíveis no nosso site. É uma parte importante da memória da literatura do Estado”, indica.  

 

Diretoria

Todas as atividades presenciais precisaram ser interrompidas por causa da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), inclusive, a posse da nova diretoria da ASL, eleita na semana passada – foi realizada em um evento fechado para membros.  

Para o triênio 2020-2023, o escritor, publicitário e jornalista Henrique Alberto de Medeiros Filho foi reeleito para a presidência, tendo a escritora e ex-senadora Marisa Serrano como vice.  

A nova diretoria tem ainda o historiador Valmir Batista Corrêa – também atual presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul –, como secretário-geral; o escritor Samuel Xavier Medeiros, como secretário; o poeta Guimarães Rocha, como 1º tesoureiro; e o professor e escritor Américo Calheiros, como 2º tesoureiro.  

A posse da diretoria ocorreu na sexta-feira (30), às 13h30min, em sessão interna para Acadêmicos na sua sede, em decorrência da pandemia e suas normas de biossegurança, que vêm sendo mantidas pela casa cultural.

Informações sobre a academia e edições anteriores do Suplemento Cultural podem ser encontradas no site oficial da instituição

http://acletrasms.org.br/.

 

Felpuda


Comentários ouvidos pela “rádio peão”, em ondas curtas, são de que figurinha só ganharia apoio dos colegas caso pessoa agregada fosse “curtir a aposentadoria” de uma vez por todas. Como seu acordo político acabou naufragando nesta campanha, agora dito-cujo estaria querendo recuar e não ceder o lugar. 

Isso até poderia acontecer, se não fosse a sua, digamos, eminência parda. Afe!