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Literatura

Henrique de Medeiros lança antologia "Nadas em Busca dos Tudos"

Noite de autógrafos será realizada na Academia Sul-Mato-Grossense de Letras

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Na próxima segunda-feira (20), o escritor Henrique de Medeiros, irá realizar uma noite de autógrafos de seu novo livro “Nadas em busca dos tudos”.

A obra é uma antologia na qual o autor intervem em formatos, sequências, sentidos das palavras, reescrevendo versos e unificando estilos da sua literatura. O livro é escrito em uma linguagem voltada para a poesia concreta, em textos fortes que tratam os fragmentos da vida e do ser.

Henrique de Medeiros afirma que a abordagem da obra traz “anseios de respostas que não se disponibilizam, no pensar do homem e seus fazeres”. Para ele, o “entendimento entre o viver e a palavra é um exercício de buscas e resgates”.

O livro, lançado pela Editora Letra Livre, traz ainda ensaios sobre sua obra pelas mãos de professores doutores, ensaístas, pesquisadores e escritores: Ana Arguelho, Ana Maria Bernardelli, Dênis de Moraes, Rubenio Marcelo e Raquel Naveira. No prefácio, um texto escrito em 1996 por Manoel de Barros a Henrique de Medeiros serve como uma sensível lembrança entre poetas.Os autógrafos serão dados na Academia Sul-Mato-Grossense de Letras, num happening a ser realizado das 19 às 22h.

“Nadas em busca dos tudos - poemas reunidos e revisitados” retrata o contexto moderno urbano, a dificuldade do encontro, a existência fragmentada. O autor reflete sobre o cotidiano singular, fragilidades das relações, das religiões, percorre as confusões do ser, ilusões da vida – entre sobrevivências, dúvidas e buscas pelo continuar.

AUTOR

Henrique Alberto de Medeiros Filho é poeta e escritor nascido em Corumbá, MS. Após sua infância, adolescência, estudos universitários e atividades profissionais como jornalista e publicitário em São Paulo e Rio de Janeiro, tornou-se partícipe da cena artística e cultural principalmente do Brasil Central. Graduado em Comunicação Social pela Universidade Gama Filho - RJ, exerce atividades criativas, multimídia, editoriais e empresariais. É autor de livros de poemas, contos, crônicas, outros escritos e biografia; faz parte, ainda, de diversas antologias e coletâneas. Imortal da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras, é seu atual presidente e ocupa a cadeira de número 10.

SERVIÇO

Noite de autógrafos do livro “Nadas em busca dos tudos”, de Henrique de Medeiros

Data: 20 de maio (segunda-feira)

Horário: das 19 às 22h

Local: Academia Sul-Mato-Grossense de Letras - Rua 14 de julho, 4653

Traje esporte

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Saúde B+: A importância de manter os estofados limpos

Especialista destaca os benefícios de contar com profissionais e compartilha dicas para conservar estofados livres de alérgenos

18/05/2024 16h30

A importância de manter os estofados limpos

A importância de manter os estofados limpos Foto: Divulgação

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O acúmulo de poeira, pele morta (a cada minuto eliminamos mais de 30 mil membranas celulares, nossa pele velha vai sendo trocada por outra novinha.

Eliminamos mais de três quilos de pele por ano), pelos de animais e outros resíduos pode ser um terreno fértil para alérgenos perigosos, podendo desencadear problemas respiratórios e dermatológicos. Sendo assim, manter os estofados limpos vai muito além de uma questão estética, é uma questão de saúde.

Apesar de parecer ser mais eficiente e prático de lavar os estofados em casa, é importante entender que essa prática pode comprometer seriamente a estrutura e estofamento do móvel. José Roberto Campanelli, diretor da Mary Help, rede de franquias de intermediação de serviços domésticos, que traz em seu portifólio limpeza e higienização de estofados, ressalta as vantagens de contratar um profissional para realizar esse serviço essencial.

“Além de ser feito no conforto do seu lar, o profissional utiliza produtos e técnicas adequadas para cada tipo de estofado, é rápido e oferece qualidade e satisfação garantidas”, pontua.

Para conservar seu estofado limpo e livre de microrganismos causadores de alergias, Campanelli compartilha algumas dicas simples:

Aspire regularmente: Utilize o aspirador de pó para remover poeira e sujeira dos estofados pelo menos uma vez por semana. Isso ajuda a evitar o acúmulo de resíduos que podem desencadear alergias.

Evite apoiar alimentos e bebidas nos estofados: Além de evitar manchas, essa prática reduz a chance de migração de alimentos e microrganismos para o tecido.

Cuide do seu pet: Escove e banhe seus animais de estimação regularmente para reduzir a quantidade de pelos soltos nos estofados.

Ventile os ambientes: Deixe os estofados expostos ao ar fresco e à luz solar sempre que possível para ajudar a eliminar odores e manter a higienização.

Seguindo essas dicas simples e contando com a ajuda de profissionais especializados, é possível manter os estofados limpos e livres de alérgenos, garantindo um ambiente mais saudável para toda a família.

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Cinema B+: Franklin e Manhunt: aula de história na versão de Hollywood

Série estrelada por Michael Douglas estuda período menos comentado na vida do inventor e político americano

18/05/2024 14h00

Série estrelada por Michael Douglas estuda período menos comentado na vida do inventor e político americano

Série estrelada por Michael Douglas estuda período menos comentado na vida do inventor e político americano Foto: Divulgação

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A plataforma da Apple TV Plus tem fortes doses de sci-fi e em 2024 vem incluindo conteúdos de época, transformando períodos importantes da História americana em thrillers, uma novidade que pode ser percebida em Manhunt e Franklin, as duas séries que estão se destacam no acervo, mas com resultado morno.

Em tempos tão turbulentos no mundo, olhar para trás com base no que se sabe hoje é uma opção obvia da programação da plataforma. Com produções caras, que reconstituem épocas importantes, a Apple TV Plus traz um estudo curioso da origem de muitos conflitos. Por que não fez mais sucesso?

Manhunt transforma a Guerra Civil em thriller

A ordem de lançamento não foi cronológica. Manhunt retrata o fim da guerra civil americana, quando acabou a escravidão e o país se dividiu. Uma adaptação do livro de James L. Swanson, a trama se concentra nos 12 dias nos quais o assassino de Abraham Lincoln ficou foragido e a caçada por sua prisão agitou os bastidores políticos abalados sem seu líder.

Para não americanos e esquecidos de História, o assassino do presidente americano foi um ator, que na época era conhecido, John Wilkes Booth que, com apoio de outros Conspiradores, se recusou a acertar o fim do conflito e a derrota do Sul.

Quem liderou sua prisão foi o Secretário de Guerra e amigo de Lincoln, Edwin Stanton (Tobias Menzies), cujas investigações comprovaram que Booth puxou o gatilho, mas que o atentado foi orquestrado por “Wall Street”, melhor dizendo, os ricos fazendeiros que enriqueciam tanto com a especulação como com a escravidão.

Transformar a busca de duas semanas em thriller é uma opção interessante, ainda mais porque sugere que nada mudou. Aliás, esse é o objetivo subliminar da série: estudar a intolerância e a manipulação econômica atrás de todos conflitos políticos.

Tobias Menzies como Edwin Stanton, e Harry Crosby, como Booth, têm ótimas atuações, mas não engajam um público maior no exterior.

                    Franklin e Manhunt: aula de história na versão de Hollywood - Divulgação

Franklin promete render elogios à Michael Douglas

Ter Michael Douglas como Benjamin Franklin não deixa de ser uma escolha curiosa, dado que ele está longe do tamanho físico do diplomata, inventor e jornalista americano, mas Franklin tem justamente pela presença dele no elenco, maior atratividade mundial.

Também uma adaptação de um livro vencedor do Pullitzer, Uma Grande Improvisação: Franklin, França e o Nascimento da América, escrito por Stacy Schiff, a série estreou na metade de abril de 2024, liberando os três primeiros episódios e a trama é sobre a viagem de Franklin à França, para ganhar apoio financeiro e político para a Independência Americana

Assim como Manhunt, Franklin trabalha contra o fato de que sabemos o resultado transformando nos anos nos quais o protagonista ficou em Paris em um drama com pitadas de suspense. Não há grandes explicações de quem é quem, você precisa de google ou ter sido um grande aluno de História, mas, como Douglas esbanja carisma, nos envolve mais rapidamente.

A crítica não enalteceu profusamente a produção, embora tenha grande qualidade de produção e fotografia, mas gosta da originalidade da história, afinal há poucas referências no cinema ou na TV (há peças e musicais no teatro) que lembrasse dos quatro anos nos quais a política internacional decidiu o destino dos Estados Unidos.

Mais uma vez comparando, se Manhunt explora a fragilidade e instabilidade política da secessão, Franklin relembra que meses depois da assinatura da Declaração de Independência ainda havia muito risco que a democracia não passasse de fogo de palha.

Faltava dinheiro, armamento e homens para resistir às forças britânicas, e Franklin (Michael Douglas) tem a missão de reverter o quadro. São aspectos pouco conhecidos e menos explorados da Revolução Americana ou mesmo da vida de Franklin, por isso mesmo interessante.

Uma das queixas que até têm ponto, para ambas as séries, é o ritmo, dando muitos detalhes à subtramas que esticam a ação e não sustentam muita curiosidade. No caso de Franklin, ainda é cedo para afirmar isso. Nos três primeiros episódios a narrativa é envolvente o suficiente e faltam ainda cinco para confirmar sua qualidade. No mínimo, nos deixa mais cultos.

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