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MOMENTO CULTURAL

Jovens da Orquestra da Maré visitam e se apresentam no Pantanal

Intercâmbio cultural resultará em documentário com a curadoria da WWF Brasil
06/12/2020 16:02 - Flávio Veras


Orquestras do Rio de Janeiro e do Pantanal Jovens da Orquestra Maré do Amanhã, do Rio de Janeiro, visitam Mato Grosso do Sul para conhecer a cultura regional, o bioma pantaneiro e vivenciar uma experiência única do encontro entre música e meio ambiente.  

O grupo conheceu duas Organizações Não Governamentais (ONGs), o Instituto Homem Pantaneiro (IHP), que trabalha pela preservação e recuperação do Pantanal e o Instituto Moinho Cultural Sul-Americano, que atende crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social e transforma vidas por meio da música, dança, literatura e tecnologia, ambas em Corumbá/MS, fronteira com a Bolívia.

Com o projeto Vozes da Mata, este é um movimento que os levam pelos biomas do Brasil com ações diversas protagonizadas por jovens embaixadores da Orquestra. Entre as atividades se incluiu intercâmbio musical. No Moinho Cultural eles tocaram juntos com a Orquestra de Câmara do Pantanal, momento único vivenciado a beira do rio Paraguai e sob o pôr do sol.

“Este encontro do Moinho Cultural, por meio da Orquestra de Câmera do Pantanal e a Orquestra da Maré do Amanhã, é algo que estamos rompendo todas as barreiras. Estamos conquistando algo que faz parte da nossa missão e especialmente da nossa visão como instituição, que é dar voz aos jovens da fronteira”, revelou a diretora do Moinho Cultural, Márcia Rolon.

Os registros de viagem do grupo se resultará em um documentário que tem como realizadores a Escarlate, Inpirartes Cultural, Orquestra do Amanhã e curadoria da WWF Brasil. A direção é de Lygia Barbosa e Ligia Feliciano. Realizadores chegaram ao nome do Moinho Cultural por intermédio da advogada do setor cultural, Marina Mandetta.

Segundo o diretor e fundador da Orquestra Maré do Amanhã, uma das maiores surpresas foi conhecer um projeto cultural como o Moinho presente na fronteira. “Para nós que estamos na área Cultural, que militamos pela transformação da sociedade, foi uma surpresa encontrar este tesouro, esse prédio lindo. Uma escola maravilhosa que forma músicos, dançarinos e profissionais de tecnologia. Todo mundo precisaria conhecer este trabalho”, avalia Carlos Eduardo Prazeres.

Todas as medidas de segurança foram tomadas para que fosse possível essa ação, o Moinho Cultural conseguiu parceria com a Prefeitura de Ladário para que todos os envolvidos passaram antes por teste da Covid-19.

Serviço: Orquestra de Câmera do Pantanal e Orquestra Maré do Amanhã fazem intercâmbio e material audiovisual integrará documentário que tem como curadoria a WWF Brasil. Mais informações sobre o projeto acesse a página do instagram @vozesdamata. Informações sobre o Moinho Cultural no site moinhocultural.org.br ou no instagram @moinho_cultural