Correio B

Parabéns

Luan Santana é comparado a Roberto Carlos por músicos e produtores

"Luan tem um algo a mais que só o Roberto Carlos tem", disse produtor

Movimento Country

13/01/2016 - 13h16
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Pelo terceiro ano consecutivo, Luan Santana coloca uma de suas músicas no topo do relatório nacional da Crowley, que divulga as canções mais tocadas no ano nas rádios de todo o país. E, em 2015, a número um foi “Escreve Aí”, que teve 68.267 execuções –nos dois anos anteriores ele havia ocupado a segunda colocação.

Tanto sucesso, segundo músicos e produtores, chega para consagrar ainda mais o jovem cantor de apenas 24 anos, que já é comparado, até mesmo, ao Rei Roberto Carlos. “Eu digo sem medo de errar: o Luan tem um algo a mais que só o Roberto Carlos tem. É algo que não tem como explicar direito, mas que faz dele e do Rei os caras mais diferenciados do país”, avalia o produtor musical João Marcello Bôscoli.

DIA DOS NAMORADOS

Artistas falam sobre o amor durante o namoro e psicólogo contextualiza esse tipo de relacionamento

O que é? Para que serve? Como foi na primeira vez? Cinco artistas de diferentes expressões respondem às três perguntas e o psicólogo Henrique Henkin Coelho Netto contextualiza esse tipo de relacionamento afetivo que tem uma data específica no Brasil

12/06/2024 10h00

Foto: Pixabay

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Ágape (divino, incondicional), philia (próprio da amizade), eros (romântico, sexual). São apenas algumas das várias palavras com que se descrevia o amor na Grécia Antiga. “Encontro pela vida milhões de corpos; desses milhões posso desejar centenas; mas dessas centenas, amo apenas um”. Isso já é Roland Barthes (1915-1980) destilando o sentimento em um livro que se tornou um clássico sobre o assunto, “Fragmentos de Um Discurso Amoroso” (1977).

Saltando para a cidade de Campo Grande de hoje em dia, justamente na data brasileira em que se celebra o Dia dos Namorados, o psicólogo Henrique Henkin Coelho Netto busca aterrissar nas variantes possíveis da realidade a ebulição que se encerra na manifestação do afeto amoroso, a fervura de prazer e transtorno que não passa mesmo depois de quando se tem a idade dos hormônios à flor da pele. Adolescentes, adultos, idosos. Todos parecem ser vítimas de uma arriscada combustão à base de alegria e risco. A solidez ficaria para o casamento?

“Todo amor é válido e digno quando todas as pessoas envolvidas estiverem de acordo. Amar é ser quem se é, e deixar o outro ser quem ele é, é dar ao outro o que ele precisa dentro das minhas possibilidades. E se isso me aproxima dele, ótimo, se me afasta, faz parte dos meus critérios de escolha, e tudo bem”, pontua o psicólogo.

“O amor é um dos conceitos mais elaborados em toda a história da humanidade, desde a Grécia Antiga, até antes, se questionava as várias formas de amar”, afirma.

“Esse amor se apresentou na forma sensual, na amizade, no amor pela humanidade, o amor pelo conhecimento, entre tantos amores. Atualmente, o amor é apresentado como um ideal romântico, que também é válido, mas não único, a busca pela alma gêmea. Mas muitas vezes é romantizado, projetado no outro um ideal que não pode ser alcançado, criando uma forma distorcida de amor”, diz Henrique. Mas e o namoro?

“O namoro em si é esse primeiro limiar, aonde são estabelecidos os contratos iniciais da relação. Após um início de grande paixão, o casal e outras formas de se relacionar definem se esse parceiro faz sentido por inúmeros fatores, afetivos, de valores, ideais de vida, e cada relação tem uma forma específica de ver isso. O amor romântico é apenas uma forma de amar, que foi instituída há poucos séculos, e cada cultura estabeleceu formas diferentes de vivenciar esse amor”, desenvolve o especialista de 35 anos que atua há 15 anos.

“Na nossa sociedade ocidental, o ideal romântico de namoro ficou muito mais forte por ideais econômicos, nas datas, filmes, livros. Apesar disso, faz parte do que somos, e, mais do que uma crítica, diria que é uma compreensão de como vivemos, pois nada que é acolhido socialmente vem apenas de fora. Esse romantismo sempre esteve presente dentro da humanidade, vide os ideais românticos representados por tantos deuses e heróis de contos”, afirma.

O AMOR NO DIVÃ

“Nos meus trabalhos no consultório, tanto no individual como em grupos, o amor é uma temática constante, seja no amor de uma mãe, de um pai, de um irmão, amigo, como nas relações românticas”, conta Henrique.

“Eu diria que o amor é o grande tema da humanidade, pois ele é questionado constantemente, seja no amor pelo outro, romântico ou não, seja por si mesmo. O grande desafio da terapia é aprender a amar o outro sem esquecer de si mesmo, é olhar para seus desejos ao mesmo tempo que se relaciona, pois somos seres sociais, não há amor sem relação, independente de qual for”, reforça.

“Cada vez mais se questiona o que é o amor romântico, visto que nossa tão jovem sociedade vê qualquer forma de amor para além da relação de casal como um tabu. O amor é a entrega, aceitar o outro sem esquecer de si, é viver aquilo que se acredita, e nem sempre será adequado para a sociedade em que vivemos”, pondera o psicólogo, que fez graduação na UCDB e tem formação em psicodrama e análise junguiana.

“O grande desafio desse momento é compreender que o amor vai para muito além do ideal de casamento, de família ideal, não excluindo essas formas de amor, mas abrindo a mente para o que o ideal das pessoas que estão se relacionando vivem. O amor é tudo aquilo que o contrato relacional permitir ser”, conclui Henrique.

O especialista convida o leitor para o encontro público Amor/es – Uma Experiência para Pessoas que Amam, no dia 22, das 15h às 17h, na Associação Entre Nós. Mais informações: (67) 98185-3350.

AMOR DE NAMORO

“É o rompimento dos gestos, das palavras. Aquilo que existe entre o silêncio. Feito de matéria escorregadia. A busca contínua de achar palavras que sejam possíveis para dizer. Espaço sem sobreviventes, rompimento do tempo e da morte”.
Febraro de Oliveira, escritor.

“É o amor da descoberta, do desconhecimento, da curiosidade. O do impulso, da surpresa e das borboletas”.
Mariana Marques, cineasta.

“Pode ser um amor experimentado e vivido em um tempo limitado. Mas também pode ocorrer não apenas entre pessoas apaixonadas ou com quem estamos envolvidos romanticamente, mas convivendo em um estado de partilha, onde a gente vê aquela pessoa junto conosco, em tudo o que queremos fazer”. Salim Haqzan, ator e diretor de teatro.

“Amor de namoro é identificação, é química intelectual e física”.
Juci Ibanez, cantora.

“Quando a paixão e a admiração chegam num ponto de partilha crucial, a gente namora. Quando o amor não cabe só dentro do peito e você quer pedaços da pessoa encaixados no seu dia a dia e quer partilhar fragmentos da vida com quem se ama, sabe?”.
Marina Duarte, quadrinista.

PARA QUE SERVE

“Para que os poetas tenham sobre o que escrever, para que camisas sejam vendidas, para que chuteiras sejam trocadas, para que unhas sejam lixadas”.
Febraro.

“Serve para corar, ferver o sangue, derreter, exaltar e envolver”.
Mariana.

“Serve pra alma, pra nos sentirmos vivos de verdade. Serve também para o autoconhecimento, porque só podemos saber de nós mesmos através da relação com outra pessoa”.
Salim.

“Serve para suprir a necessidade da parceria, da boa companhia, da necessidade que temos de sermos par”.
Juci.

“Pra entrelaçar e mudar profundamente nosso íntimo. Tem a possibilidade desse encontro de almas ser lindo, ser profundo, ser raso, ser problemático. Mas nunca de ser o mesmo que foi antes. Então, pra mim, namorar tem a potência de nos moldar os olhos, o coração, a percepção de mundo. Pode perceber que, depois de um namoro, os objetos, as datas e lugares mudam totalmente de significado – talvez, depois de um namoro interrompido, uma simples árvore na via te faça chorar.

E acho que é sobre isso o amor de namoro: emprestar um pedaço nosso pra habitar a lembrança de alguém eternamente”.
Marina.

COMO FOI NA PRIMEIRA VEZ

“Foi a suspensão do nome, no escondido. Foi quando os gestos escondiam as palavras. Antes de ser palavra, amor eram apenas os gestos repetidos. Depois, por ser palavra, acabava escondendo-se nos rastros, nos destroços de uma civilização”.
Febraro.

“Foi num samba com os amigos, saindo mais uma vez juntos. Ele se aproximou e eu recuei. Queria manter a compostura, mas meu corpo não ia de encontro com minhas palavras. Ele não saía do meu campo de visão, ou de perto. E dançamos, bebemos e demos risada. E eu esperava que insistisse um pouco mais, dançava em um embalo arrependido no chorinho. Mas ele só permaneceu ali ao meu lado. E por alguns dias seguimos assim, até que num rompante urgente eu disse que o queria, e muito. E nunca mais ele saiu do meu lado”.
Mariana.

“Não consigo me lembrar da primeira vez que me senti atraído por alguém e me apaixonei. Me lembro de já aos 23 anos, namorando, não conseguia me imaginar vivendo longe daquela pessoa. Tudo parecia ter sentido apenas do lado dela. E uma vontade imensa de sair gritando pra todo mundo saber do amor que a gente sentia e vivia”.
Salim.

“O namoro mais importante que se tornou amor foi com meu marido. Amor incondicional, que perdoa, que entende, que não abandona, e que, como disse Vinicius, ‘seja infinito enquanto dure’”.
Juci.

“Sempre fui apaixonada por outras formas de ver o mundo e sorrisos que me viram do avesso. Por óbvio, daí que sou uma mulher namoradeira. 
O que considero meu primeiro namoro foi com alguém que eu tinha profunda amizade, já era apaixonada por sua forma de viver a vida e nossa combinação. Eu era muito nova, vivi momentos divertidos dos quais nunca me esqueço – e desde sempre passei a entender que amar também é deixar ir e aceitar o que fica.Tenho em mim fragmentos de pessoas que me ensinaram, aos pouquinhos, às vezes com boas lembranças, às vezes não tão boas, como amar e como quero ser amada. E acho que namoro é isso”.
Marina.

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Diálogo

Confira a coluna Diálogo na íntegra, desta quarta-feira, 12 de junho de 2024

Por Ester Figueiredo ([email protected])

12/06/2024 00h01

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Carlos Hilsdorf escritor brasileiro

Sucesso e prosperidade são consequências,
prêmios pelo esforço e pela atitude
sincera e verdadeira de caminhar.

 

FELPUDA

Só faltou a musiquinha para o imponente salão se transformar em um arraiá verdadeiro, pois tinha de tudo por lá: gente com chapéu de palha desfiada solenemente na mesa, outros dando gargalhadas, talvez pensando se pediria emprestada a gravata mais exuberante do colega para compor a fantasia para a dança, e outros perguntando se na festa haveria barraca de pescaria. Um mais empolgado, equilibrando o saquinho de paçoquinha, cantava, feliz que só, trecho da composição de Ary Toledo: “Aaai... mataram meu carneiro, aaai e cortaram os quatro pés..’’. Pois é!...

Menor

O Dia dos Namorados em Campo Grande será no estilo “escorpião no bolso’’, pela pesquisa divulgada pela CDL CG. A data vai ser, digamos, mais econômica. A média de gasto por presente será em torno de R$ 213,61.

Mais

Já no ano passado, a média ficou em R$ 229,43. Dentre os mimos mais procurados estão roupas (38%), perfumes (22%) e flores (18%). Para a data, a entidade prevê vendas no total de R$ 87,14 milhões na Capital.

Bruno Wendling, Marcelo Freixo e Theresa Hilcar
Alvaro Landi, Sofia Wagner e Suada Rrahmani

Elas

Nas análises de experientes políticos, no segundo turno há grande chance de que a disputa pela Prefeitura de Campo Grande seja entre duas mulheres e com possibilidades de se aumentar o número da bancada feminina na Câmara Municipal. Isso acontecendo, dizem que o eleitorado feminino, que é o maior em MS, estará avançando nas lides políticas, o que poderá se repetir em 2025.

Índices

De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MS), o eleitorado em Campo Grande é de 646.555 pessoas. O universo feminino desbanca os homens nos números: são 349.409 mulheres, enquanto os homens somam 297.146, o que equivale a dizer que representam 45,958% dos que têm direito a voto, enquanto o índice delas é de 54,042%. É esperar para ver o futuro desempenho.

Na lista

Com a possibilidade cada vez maior do PL fazer aliança com o PP, ocupando a vice na chapa,
na disputa pela Prefeitura de Campo Grande, a vaga seria para indicação do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na bolsa de apostas políticas, o nome que desponta com maiores chances é de Ana Cláudia Portela, filha de Aparecido Andrade Portela, o Tenente Portela, suplente da senadora Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, do Progressistas. Ana Cláudia é presidente municipal da legenda. A conferir.

Aniversariantes

  • Artur de Azevedo Perez Filho,
  • Gisele Furquim,
  • Adriana de Araújo Ovelar,
  • Celina Maria de Jesus,
  • Maria Rosa Ortega,
  • Edson Antonini,
  • Eduir Loubet,
  • Junio Hideo Sasaki,
  • Anelza Leite Campos,
  • Aline Tatiana Bachega,
  • Antonio Vieira Martins,
  • Diego Albuquerque Correa,
  • Robson Espíndola Dias,
  • Luciana Mecchi,
  • Celso Higa,
  • Silmara Ferreira,
  • Adonis Guimarães Lima (Dodô),
  • Noemi Karakhanian Bertoni,
  • Odilon Coral Ferreira,
  • Cassia Fatima de Emilio,
  • Eloar Vieira de Lara,
  • Keila Soares Trad,
  • Jéssika Silva Candelário,
  • Laila Casimiro Zahran Silveira,
  • Dr. Alexandre Frizzo,
  • Yasmin Ferzeli Graciuzo,
  • João José Binelo Batista,
  • Guilhermina Valente Lopes,
  • Mariel Marcio Oliveira Vilalba,
  • Roseli do Carmo de Souza,
  • Caroline Xavier Siqueira,
  • José Facundo da Silva Mota,
  • Antonia Cândida Duarte,
  • Fábio Rosemberg de Mattos,
  • Thalyssa Bastos Nogueira,
  • Abadio Marques de Rezende,
  • Iracema Souza Mendonça,
  • Juan Milciades Cazal Pedrozo,
  • Shirlei Aparecida Gibertini,
  • Lorival Antônio Bagio,
  • Antônio Arguelho,
  • Aline Weiller de Medeiros,
  • Antônio Crispin Alves da Cunha,
  • Edson Espíndola Cardoso,
  • Fátima Coelho de Oliveira,
  • Wellington Araujo da Silva,
  • Dr. Leolino Teixeira Junior,
  • Dr. Mauro Garicoi Pedraza,
  • Élio Vasquez Aristimunha,
  • Dr. Antônio Luiz Netto,
  • Maura Marcondes Ribeiro,
  • Antônio Luiz de Souza Mello,
  • Wilma Pinto Ribeiro,
  • Wilson da Vila,
  • Joana Villalba,
  • Reginaldo Martinez,
  • Eunice Silva,
  • Lúcia Camilo Silva,
  • Carlos Ortiz,
  • Valda Barros da Silva,
  • Evaldo Russel Vieira,
  • Cladis Sanches Lopes,
  • Karina de Lima,
  • Carla de Araújo Mello,
  • Maria Antonieta Teixeira Albaneze, Dr. Paulo de Tarso Guerrero Muller, Inês Regina Costa Gaeta,
  • Lorivaldo Antônio de Paula,
  • Aline Paula Horta Marques,
  • Annelise Jardim,
  • Guilherme Oshiro Taira,
  • David Ferreira Nantes,
  • Zilda Rotela de Jesus,
  • Miriam Gonçalves Queiroz,
  • Aníbal Ortiz Ramires,
  • Ketty Susy Paixão,
  • Raissa Amaral Espinola,
  • Helcio Simonato Barbosa,
  • Disney da Costa Rezende,
  • Leonardo Jose da Costa,
  • Augusto Vissoto Filho,
  • Carolyne de Souza Fonseca,
  • Sérgio Felga Junior,
  • Darci Ribeiro dos Santos,
  • Rosângela Falcão de Oliveira,
  • Delaide Maria Smaniotto,
  • Reinaldo Borges de Moraes,
  • Rosa Manara Arakaki,
  • Sandra Regina Martins Ferraz e Lopes,
  • Angela Priscila Junqueira de Lima Silva,
  • Dr. José Benedito Geraldes de Lima, Antonio Adão Manvailler Vendas, Maria Luiza Scaffa Chelotti,
  • Roberta Albertini Gonçalves,
  • Éllen Ribeiro Lacerda Alves,
  • Monique Fioravanti Sansão Bazan,
  • Rodrigo de Oliveira Lusena,
  • Júlio Celestino Ribeiro Fernández,
  • André Costa Ferraz,
  • Fábio de Oliveira Fagundes,
  • Raphaela Silva Modeneis Reis,
  • Filomena Castro Andrade,
  • Hudson Mário Pereira,
  • Antônio Elias Galo,
  • Walberto Laurindo de Oliveira Filho,
  • Selma Francisca Cardena Rocha, Enio Canteiro Arce,
  • Lusimery da Costa Borges,
  • Nelita Antônia de Oliveira,
  • Fabiane Ortiz de Araújo de Lima.

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