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Felpuda

Os elevadores da Santa Casa de Campo Grande estão em "petição de miséria"

Leia a coluna deste sábado (26)

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Henrique de Medeiros poeta de ms
Sem pensar esperar que os ciclos-vida venham, se estamos à frente deles, temos que encontrar formas de usar os tempos que temos dentro de nós”

Felpuda

Os elevadores da Santa Casa de Campo Grande estão em “petição de miséria”. Muitas pessoas, inclusive idosos, estão sendo obrigadas a utilizar as escadas durante as visitas. No Natal, no período da tarde, muitas foram as reclamações. Para piorar a situação, as faixas dos degraus das escadas estão gastas, o que contribui para colocar em risco a segurança de visitantes e até mesmo dos funcionários. Um visitante, em tom sarcástico, não se conteve e disse em altoe bom som: “Por fora, bela viola, por dentro, pão bolorento!” Afe!

Prós e contras

Hoje, em MS, a classe política aponta quatro nomes como competitivos para disputar as duas vagas ao Senado: Reinaldo Azambuja (PL), Nelson Trad Filho (PSD), Simone Tebet (MDB) e Capitão Contar (PL). Mas nem tudo é “só alegria” para eles, tendo em vista que vêm sendo analisados os prós e os contras que norteariam desempenho de cada um.

Nome forte

Na avaliação de quem “entende do riscado”, o ex-governador Azambuja tem como vantagem o fato de ser um nome forte no interior do Estado. O ponto considerado negativo é Campo Grande, onde ele não tem desempenho que possa deixá-lo tranquilo com a possibilidade de estar “assegurado” como detentor de uma das vagas.

Cá e lá

Com relação a Capitão Contar, a análise de políticos de diferentes matizes é que o fato de ser o primeiro voto da extrema direita é um ponto positivo. Porém, o fator negativo à sua pretensão é a rejeição que tem da esquerda em sua totalidade. Já Simone Tebet tem a seu favor o fato de ser ministra do governo atual, o que a coloca em evidência, porém, sua mudança de campo ideológico – está ligada à esquerda e ao PT – é seu saldo político negativo.

Sem rejeição

O senador Nelson Trad Filho, que se prepara para tentar a reeleição, vem pontuando positivamente em Campo Grande, onde foi prefeito por dois mandatos. Mas há certa deficiência no interior do Estado, o que ele pretende mudar com auxílio dos prefeitos. Outro ponto em que leva vantagem é não ter rejeição. O parlamentar aposta em uma dobradinha com Reinaldo Azambuja e na aliança com Riedel.

Viva!

Com tudo a que tinha direito, aconteceu a comemoração dos 7 anos de Helena, filha de Chesca Benevides. Foi no dia 25 de novembro, no Floresta Kids, com organização e supervisão do titio Marcio Martins e do vovô Marcio Benevides. Os flashes são de Marcus Moriyama.

 
 
 
 
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Aniversariantes

 

SÁBADO (27)


Noêmia Ana Frazão,
Bruno Wendling,
Tânia Helena Meldau Varela,
Marluce Borges Craveiro,
Lindolfo Leopoldo Martin
Filho,
Fábio Anache Hage,
Jair Buchara Justiniano,
José Lima Pereira,
Laerte Pinto Rodrigues,
João Izidoro Villalba,
Vivian Anny Cafure,
Valdir Flores Acosta,
Daniela Xavier,
Jacy Abreu Cardoso de Sá,
Terezinha Maria da Costa
Santos,
Wilson Amorim de Paula,
Karla Mariana Vieira,
Adriana Lúcia Escobar
Chaves de Barros,
Dr. Miguel Anzoategui,
Fernanda Molinari de Castro
Del Pino,
Eloy Paulucci,
Camila Martins,
Roberta Katayama Negrisolli,
Nicolle Miranda Teodoro,
Maria Odeth Leite
dos Santos,
Tereza Cristina Pedrossian
Cortada Amorim,
Priscilla Kodjaoglanian
Cardoso,
Roberval Maurício Cardoso
Rodrigues,
José Nina Ferreira,
Dra. Arlethe Maria de Souza,
Silvia Raquel Bambokian,
Carlita Estevam de Souza,
Karoline Medeiros de Moura,
Dr. Giuliano Rodrigo Paiva
de Santa Rosa,
Juarez Carneiro Gonçalves,
Laerte Solimon,
Agleison Alves da Silva,
Liliane Galeano Salomão,
Cláudio Antonio Cassol,
Mirna Stela Arce Tôrres,
Patrícia Mendonça Tobaru,
Guilhermo Félix Sória,
José Maurício Caetano
Fonseca,
Laura Helena Godoy,
Antonilda da Cunha
Rodrigues Diniz,
Dr. Luciano José de Ávila,
Janette de Barros,
Elci Leria Amaral da Costa,
Clóvis Rodrigues Barbosa,
Dulce Floripa Casimiro,
Ilma Monteiro Ayres,
Carlos Anzoategui Neto,
Luciana Souza Zanardo,
João Carlos Kohatsu,
Caetana Salví,
Luiz Shigueo Koyanagi,
Marilde Maciel Moreno,
Norma Nascimento Pereira,
Dr. Rodrigo Silva de Quadros,
Cândida Lucia Spolaor,
Arthur Sanson Cação,
Paulo Vicente Berti Filho,
Luiz Carlos Fernandes
Domingues,
Rodrigo José Perusso,
Jupyra Edna Alves de Oliveira
Vendramin
Katiuscia Roskosz,
Rogério Turella,
Juliana Simoniele Saldanha
Tschinkel Correia Santos,
Bárbara de Oliveira Coelho,
Juliane Cristina Colla
Bogdanovicz,
Arnaldo Nardon,
Leocyr Lima Paniago,
Christian Gonçalves
Mendonça Estadulho,
Edson Costa Chastel,
Patterson Shinzato Molicawa,
Edenice Fátima Kukiel.

DOMINGO (28)


Tidelcino dos Santos Rosa,
Ana Arminda Garcia
dos Santos,
Mayara Mendes Bacha Côco,
Cleide Alcântara,
Artur Rodrigues Filho,
Irene Flores Penha,
João Xavier,
Odenir Alves Ribeiro,
Leandro Silva de Alencastro,
Dr. Pedro Silva Fernandes,
Ana Alice Corrêa de Moraes,
Sérgio Diozébio Barbosa,
Paulo Dimas Amaral
Penteado,
Dr. José Goulart Quirino,
Fernando Costa,
Maria José de Almeida,
Janete Yamazato,
Valdez Alves de Oliveira,
Ana Marta Abitante,
Jefferson Levy Espíndola
Dias,
Willian Félix da Silva,
Nicholas Ghabriel Fretes
Gomes,
Izabel Maria da Silva,
Dr. José Rosendo,
Clarkson Barbosa
Coquemala,
Dilan de Andrade Hugo,
Jane Margareth Pedrossian
Cândido Cangussu,
Diana Estevam Luares,
José Arnaldo Ferreira
de Melo,
Olívia Delmondes Batistote,
Adriani Possari Lemos,
Maria Izildinha Remijo,
Boaventura Rocha
Fernandes,
Vera Regina Arakaki,
Acir Kauas,
Roberto Brandão Arguelho,
Sérgio Araujo da Silva,
Yara Ramos Costa,
Maria do Socorro Pinheiro,
Teodolmira Fernandes
Martins,
Fernando Ozório Serra Bella,
Juvenal Arantes,
Flávio Sobral Pettengill,
Wilson Cardoso,
Virgínia Barros Mello,
Rivaldo Venâncio da Cunha,
José Roberto Barbosa,
Roberto Cleber Andrade,
Rosemeire Martins Reges,
Dr. José Luiz de Crudis Júnior,
Josemir Santos Oliveira,
Steiner Jardim Neto,
Dr. Wagner Sayd Carvalho,
Antônio Luiz Fernandes,
Edvan Santos da Silva,
Maria Lucia Barbosa da Silva,
Haroldo Alves Quito,
Alaíde Arnas Bueno,
Renata Conceição Tavares,
Zenilda Auxiliadora Martins,
Raimundo Nonato Ribeiro
Braz,
Ademar Yoshiyuki Matsuda,
Alirio Villasanti,
Emilio Cesar Miranda
de Barros,
Ana Paula Busato Zandavalli,
Cintya Uesato Kawahira,
Kelly Maria Faria Delvizio,
Leopoldo Ceni,
Tatiane Navarro,
Zilmar José Zanatto,
Roaldo Pereira Espindola,
Bárbara Helene Nacati Grassi,
Rogério Asahina Suzuki,
Marilza Moura Mazzini,
Érica Cristine Perdomo,
Virginia de Barros Figueiredo,
Lucas Stefany Rigonatt Paes da Silva.

Colaborou Tatyane Gameiro

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FOLIA

Bebeu muito no Carnaval? Veja dicas de nutricionista para amenizar a ressaca

Ressaca acontece por conta de desidratação, hipoglicemia, efeitos tóxicos do álcool e acetaldeído no cérebro

15/02/2026 17h00

Pessoa com ressaca - Imagem de ilustração

Pessoa com ressaca - Imagem de ilustração

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Milhares de foliões pulam Carnaval nesta sexta (13), sábado (14), domingo (15), segunda (16) e terça (17).

Mas, muitos aproveitam a festa como se não houvesse amanhã e exageram na dose alcoólica. Como consequência, a ressaca é a primeira a 'dar as caras' no dia seguinte.

Ressaca é um conjunto de sintomas físicos e mentais, que causam dor de cabeça, sensibilidade à luz e som, fadiga, sede, tontura, náusea, vômito, boca seca, cansaço, sudorese e falta de apetite.

O álcool, em excesso, afeta a alteração da absorção de nutrientes, causa sobrepeso e aumento da barriga, altera a flora intestinal, interfere na imunidade, prejudica a pressão arterial e causa cirrose.

Em entrevista ao Correio do Estado, a nutricionista pós-graduada em Nutrição Esportiva, Lauana Emanuela Oliveira, afirmou que o fígado é o órgão do corpo que mais sofre com o excesso de álcool.

"O fígado é responsável por transformar substância tóxicas em não tóxicas no nosso organismo e o álcool é uma substância tóxica. Quando o álcool chega no fígado, é transformado em ácido acético, que é uma substância que não nos faz mal. Mas, antes desse processo acontecer, ele é transformado em acetaldeído, que é algo mais tóxico ainda. Então, o nosso organismo não fica apenas exposto apenas a uma substância tóxica, mas sim a duas", explicou.

"A sensação de mal estar é causada pelo acetaldeído. O fígado ficou trabalhando para processar o álcool e deixou de executar funções importantes, como liberar glicose nos momentos de jejum. O cansaço do dia seguinte é resultado de um corpo intoxicado que ficou lutando contra os baixos níveis de açúcar no sangue", finalizou.

As dicas que a especialista dá, para amenizar a ressaca, são:

  • Comer melancia, melão, abacaxi e laranja (frutas com alto teor de líquido)

  • Tomar bastante água

  • Ficar em repouso

  • Se alimentar bem

  • Tomar café preto

Coma alcoólico

Coma alcoólico é quando se ultrapassa o limite de metabolização do álcool pelo fígado. Com isso, o órgão não consegue mais realizar seu papel e o nível de álcool continua alto no sangue, causando intoxicação nos órgãos internos e no cérebro.

O excesso ocorre quando há mais de uma grama de álcool por litro de sangue e depende não apenas da dosagem que é consumida, mas também do peso, altura, alimentação e constituição física da pessoa. 

A partir das três gramas por litro, já é possível aparecer problemas cardiorrespiratórios, perda de consciência, desmaios, convulsão e hiportermia.

Capa da semana Correio B+

Entrevista exclusiva com a atriz Gabi Spaciari, ela interpreta a saudosa Elke Maravilha em filme

"Viver Elke Maravilha foi um trabalho de observação e detalhes muito grandes"

15/02/2026 16h00

Entrevista exclusiva com a atriz Gabi Spaciari, ela interpreta a saudosa Elke Maravilha em filme

Entrevista exclusiva com a atriz Gabi Spaciari, ela interpreta a saudosa Elke Maravilha em filme Foto: Arturo Cordero

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Celebrando 15 anos de carreira, Gabi Spaciari pode ser vista em duas produções recentes do streaming: Na Netflix, a atriz interpreta Elke Maravilha no longa “Silvio Santos vem aí”, ao lado de Leandro Hassum. Já na Prime Video, ela pode ser vista nos filmes “O armário mágico” e “Um caso de outro mundo”, que protagoniza ao lado de Glauce Graieb e Nívea Maria.

Paranaense, Gabi também é produtora. Entre seus projetos está o curta-metragem "Broken Hills", dirigido por Edmilson Filho. A obra, que ela escreveu e estrelou, recebeu diversos prêmios e indicações de Melhor Atriz em festivais internacionais. Atualmente, a artista está em fase de pós-produção do documentário longa-metragem "Mom Street", que dirigiu e produziu, abordando a comunidade de Skid Row, em Los Angeles, e possíveis soluções para a situação das pessoas em situação de rua.

Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Gabi Spaciari também atuou nos longas brasileiros "Love in Quarantine" e “Fora de Cena”.  Ela ainda tem trabalhos na Espanha, nos Emirados Árabes e nos Estados Unidos, onde participou da série americana "The Bold and the Beautiful", exibida pela CBS, e da peça "Paisaje Marino con Tiburones y Bailarina" - vencedora do Encore Award no Hollywood Fringe Festival (2018).

Gabi também tem no currículo campanhas para marcas nacionais e internacionais, como O Museu do Luvre, Warner Bros, Museu Sheik Zayed, e participações em videoclipes “Maresia", do cantor português Gohu, e "One Last Time", da cantora canadense Maggie Szabo.

Gabi é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana, e em entrevista ao Caderno ela fala sobre carreira, trabalhos e seu papel como a icônica Elke Maravilha em filme. 

Entrevista exclusiva com a atriz Gabi Spaciari, ela interpreta a saudosa Elke Maravilha em filmeA atriz Gabi Spaciari é Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Arturi Cordero - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Gabi você interpreta Elke Maravilha no filme “Silvio Santos Vem ai’”, que está disponível na Netflix. Como foi dar vida a esse ícone nacional? Como a caracterização impactou na sua atuação?
GS -
 Foi uma delícia! Não tem como colocar um ornamento na cabeça de 30 centímetros e agir naturalmente, imediatamente a gente vira Elke! Elke tem muitas camadas, nesse filme a gente vê só a caracterização. 

CE - Você também pode ser vista nos longas “O armário mágico” e “Um caso de outro mundo”, do qual é protagonista, na Prime Video. Como você observa o espaço que streaming dá para produções e artistas hoje?
GS -
Acho que é uma via de mão dupla, custa tanto para fazer uma produção que ter uma quantidade tão diversa de filmes, sem precisar produzir é extremamente lucrativo para os streamings. E para os filmes é essencial exposição. Então, acho que ambos se beneficiam.

CE - Apesar de vários filmes no currículo, você ainda não tem novelas. Sonha em trabalhar nesse tipo de produção no Brasil?
GS -
Claro que sim! Poder ir ao set durante meses seguidos deve ser uma delícia para o ator. No cinema, as produções que participei duraram de 2 semanas a 2 meses. 

CE - Acha que fazer novela e TV aberta são ainda fundamentais para a visibilidade dos artistas?
GS -
 Depende do país que estamos falando. Se for Brasil, com certeza, já que somos o país das telenovelas. Ao redor do mundo, não. Os programas mais vistos não são novelas.

CE - Você fez vários trabalhos pelo mundo, como nos EUA e na Espanha. O que enxerga de diferente no mercado internacional? E como é se manter trabalhando fora do país?
GS -
 Cada país difere muito em termos de produção audiovisual. Os EUA são mais estruturados e acessíveis em termos de acesso aos castings, por exemplo. A Espanha é um mercado aquecido da Europa, onde já fiz comercial. Mas, em qualquer parte do mundo, oO caminho é sempre o mesmo: agências, testes, conhecer gente, manter material atualizado, continuar aprendendo…

CE - Em Paralelo à vida de atriz, você é produtora e tem curtas em festivais e está finalizando outros. Como é assumir as rédeas de projetos pessoais? 
GS -
 É gratificante ver ideias que eram só suas ganhando vida e sendo abraçadas por outras pessoas. Acho que esse é o poder da comunicação. Acredito que é uma necessidade contar histórias e, às vezes, elas ainda não foram abordadas por determinado ângulo. Então, surge daí a minha necessidade de contá-la.

Entrevista exclusiva com a atriz Gabi Spaciari, ela interpreta a saudosa Elke Maravilha em filmeA atriz Gabi Spaciari é Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Divulgação - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Você está festejando 15 anos de trajetória artística. Qual avaliação você faz da sua carreira até aqui? 
GS -
 Às vezes, eu olho pra trás e parece que já vivi várias vidas. A menina que fazia teatro na cidade de 6 mil habitantes é muito diferente da que trabalhou em Los Angeles. Sempre o que me motivou foi o aprendizado como ser humano para ser uma artista melhor. Acredito que ter morado e trabalhado em várias culturas ao redor do mundo transformou muito minha visão e trajetória enquanto artista.

CE - Você mora em Dubai. Como é a vida por ai? Como é atravessar oceanos pra fazer trabalhos como atriz?
GS -
 Sim! Em Dubai trabalho em comerciais e fotos para marcas bem conhecidas como Museu do Louvre e Warner Bros, por exemplo. Também como assistente de direção em produções locais. Sempre se ganha algo e se perde algo! Aqui as produções cinematográficas são quase inexistentes. 

CE - Quais seus sonhos profissionais?
GS -
 Quero continuar produzindo histórias com senso crítico social, como o documentário que estou trabalhando sobre Skid Row. E participar de filmes e projetos que sejam interessantes! De história, de equipe, mais do que quantidade estou buscando alinhamento e qualidade. 

CE - Quais os próximos projetos a caminho?
GS - 
Mom Street, meu documentário que está em pós-produção. Ele tem direção e produção assinadas por mim e aborda a comunidade de Skid Row, em Los Angeles, e possíveis soluções para a situação das pessoas em situação de rua.

 

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