Correio B

FESTA DE MOMO

Pré-carnavais na Capital têm data e local

Pré-carnavais na Capital têm data e local

Thiago Andrade

11/01/2011 - 00h00
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A contagem regressiva para o carnaval 2011 começou e as escolas de samba da Capital acertam os últimos detalhes para o desfile na Via Morena, que acontecerá nos dias 5 e 6 de março. Mas, antes disso, acontecerão os pré-carnavais, entre os dias 4 e 25 de fevereiro, em vários bairros (veja quadro). O lançamento oficial da festa será feito no dia 28 de janeiro, na Concha Acústica Família Espíndola, na Praça do Rádio, e contará com a presença da bateria da União da Ilha do Governador, escola do Grupo Especial do Rio de Janeiro.  

Com 10 escolas desfilando este ano, a Liga das Escolas de Samba de Campo Grande (Lienca) se reúne na quinta-feira para definir alguns pontos do regulamento para este ano, que deve incluir o número mínimo de integrantes para uma escola desfilar e como funcionará a inscrição para Rei Momo e Rainha. A revelação dos escolhidos será feita no dia do lançamento do carnaval.

Segundo Eduardo de Souza Neto, presidente da Lienca, o carnaval em Campo Grande está passando por uma fase de crescimento e profissionalização. “Quando encerramos a festa no ano passado, as escolas já começaram a se planejar e pesquisar para a criação dos enredos de 2011. É esse tipo de comprometimento que esperávamos”, elogia. O presidente brinca dizendo que depois do peru, do panetone e do estourar dos fogos de artifício, é a vez de pegar o pandeiro e seguir para a avenida.

Pontos Importantes
Continuando o processo de aperfeiçoamento, a Lienca planeja convidar profissionais de outros estados – não necessariamente do Rio de Janeiro – para ministrar oficinas de capacitação tanto para carnavalescos quanto para os jurados. “Ainda não temos um nome, mas estamos fazendo  levantamento. Como muitos estão ocupados com as atividades das próprias escolas, temos que pensar bem em quem poderíamos convidar”, descreve. De acordo com Eduardo, a carioca Regina Célia Passos é a responsável por fazer a ponte entre os carnavalescos cariocas e os profissionais de Campo Grande.

Entre o que será discutido na quinta-feira com os integrantes da Lienca, o número mínimo de integrantes é tido pela liga como um passo importante para a evolução do carnaval na Capital. “Vejo o desfile como uma grande ópera de rua. Para contar uma história precisamos de pessoas, de um mínimo delas. Sem isso, o espetáculo fica comprometido”, aponta o carnavalesco Francis Fabian, da Unidos da Vila Carvalho, escola campeã em 2010. Segundo o presidente da Lienca, espera-se fixar o número mínimo em 400 integrantes para as escolas do Grupo Especial.

Enredos
Eduardo antecipou para a reportagem do Correio do Estado os enredos das 10 escolas que participam do Carnaval 2011. Começando pelas integrantes do Grupo de Acesso, Herdeiros do Samba apresenta “Da mitologia à sabedoria, herança de todo dia”; Unidos do Aerorancho levará à avenida “Rastros de um boêmio”; Unidos do São Francisco optou por falar sobre “Mulheres” e a Unidos do Buriti tenta descobrir “Que país é esse?”.

Já no Grupo Especial, a Escola Cinderela Tradição do José Abrão escolheu como enredo “Meu sapato já furô, meu dinheiro já acabô e eu ainda vou sambar... Como é que pode?”; a Catedráticos do Samba mostra “Corumbá: passado, presente e futuro, no palco da folia traz sua história”; Tradicão do Pantanal faz uma “Viagem mascarada”; a Igrejinha apresenta “Monções: homens e remos em busca do ouro e esplendor. O Brasil cresceu por aqui”; Unidos do Bairro Cruzeiro relembra as raízes brasileiras com “Panteão dos orixás: Os deuses africanos e suas forças” e a Unidos da Vila Carvalho conta uma história sentimental com “O amor está no ar”.

“Vamos falar sobre todas as formas de amar, desde o amor superior de Deus ao criar o homem e a mulher aos amores de personagens como Romeu e Julieta, Dom Quixote e Dulcinéia, encerrando com o amor brasileiro de Lampião e Maria Bonita”, aponta Francis Fabian, da Escola de Samba Unidos da Vila Carvalho. O carnavalesco está ansioso para o desfile deste ano e acredita que será o maior carnaval que Campo Grande já viu.

Pré-carnavais 2011
04/02 – Pré-carnaval das escolas Unidos do Aerorancho e União do Buriti, no Bairro Aerorancho, em frente ao Parque Ayrton Senna

11/02 – Cinderela Tradição do José Abrão, no Conjunto José Abraão, na Praça central do Conjunto.

12/02 – Tradição do Pantanal, no Bairro Santo Amaro, local a confirmar.

18/02 – Catedráticos do Samba, na Vila Ana Maria do Couto, loca a confirmar.

18/02 – Unidos do Cruzeiro, no Bairro Estrela do Sul, no centro comunitário do bairro.

19/02 - Unidos da Vila Carvalho, na Vila Carvalho, no galpão da escola.

25/02 - Igrejinha e Unidos do São Francisco, no Bairro São Francisco, no espaço da escola.

Ingressos para São Paulo e Rio
Os desfiles das Escolas de Samba de São Paulo, programados para os dias 4, 5 e 6 de março, ainda contam com ingressos disponíveis para a maior parte dos setores do Sambódromo do Anhembi. A empresa responsável pelo serviço de venda é a Ingresso Fácil e os tickets podem ser obtidos via on-line pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone 4003-2245. Os bilhetes para o setor J já se esgotaram, mas os camarotes do setor C ainda estão disponíveis. A retirada dos ingressos para o Carnaval de São Paulo 2011 será realizada a partir de fevereiro.

Rio de Janeiro
Os 24 mil ingressos disponíveis para os desfiles das escolas de samba do Grupo Especial do Carnaval 2011 do Rio de Janeiro esgotaram-se em cerca de meia-hora na manhã de ontem. Entretanto, como a comercialização acontece por telefone e só é confirmada após o pagamento que deve acontecer na quinta ou sexta-feira desta semana, ainda há possibilidade de conseguir um ingresso.

A Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) afirma que os bilhetes não pagos serão recolocados à venda no próximo dia 19. Quem ainda estiver interessado na compra e mora em Mato Grosso do Sul deverá utilizar o sistema call-center pelo telefone (0xx21) 3035-7676, com cobrança de taxa de administração. A venda dos ingressos para o sábado das campeãs irá ocorrer no dia 25 de janeiro, por meio do mesmo sistema.
 

DIA DOS NAMORADOS

Artistas falam sobre o amor durante o namoro e psicólogo contextualiza esse tipo de relacionamento

O que é? Para que serve? Como foi na primeira vez? Cinco artistas de diferentes expressões respondem às três perguntas e o psicólogo Henrique Henkin Coelho Netto contextualiza esse tipo de relacionamento afetivo que tem uma data específica no Brasil

12/06/2024 10h00

Foto: Pixabay

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Ágape (divino, incondicional), philia (próprio da amizade), eros (romântico, sexual). São apenas algumas das várias palavras com que se descrevia o amor na Grécia Antiga. “Encontro pela vida milhões de corpos; desses milhões posso desejar centenas; mas dessas centenas, amo apenas um”. Isso já é Roland Barthes (1915-1980) destilando o sentimento em um livro que se tornou um clássico sobre o assunto, “Fragmentos de Um Discurso Amoroso” (1977).

Saltando para a cidade de Campo Grande de hoje em dia, justamente na data brasileira em que se celebra o Dia dos Namorados, o psicólogo Henrique Henkin Coelho Netto busca aterrissar nas variantes possíveis da realidade a ebulição que se encerra na manifestação do afeto amoroso, a fervura de prazer e transtorno que não passa mesmo depois de quando se tem a idade dos hormônios à flor da pele. Adolescentes, adultos, idosos. Todos parecem ser vítimas de uma arriscada combustão à base de alegria e risco. A solidez ficaria para o casamento?

“Todo amor é válido e digno quando todas as pessoas envolvidas estiverem de acordo. Amar é ser quem se é, e deixar o outro ser quem ele é, é dar ao outro o que ele precisa dentro das minhas possibilidades. E se isso me aproxima dele, ótimo, se me afasta, faz parte dos meus critérios de escolha, e tudo bem”, pontua o psicólogo.

“O amor é um dos conceitos mais elaborados em toda a história da humanidade, desde a Grécia Antiga, até antes, se questionava as várias formas de amar”, afirma.

“Esse amor se apresentou na forma sensual, na amizade, no amor pela humanidade, o amor pelo conhecimento, entre tantos amores. Atualmente, o amor é apresentado como um ideal romântico, que também é válido, mas não único, a busca pela alma gêmea. Mas muitas vezes é romantizado, projetado no outro um ideal que não pode ser alcançado, criando uma forma distorcida de amor”, diz Henrique. Mas e o namoro?

“O namoro em si é esse primeiro limiar, aonde são estabelecidos os contratos iniciais da relação. Após um início de grande paixão, o casal e outras formas de se relacionar definem se esse parceiro faz sentido por inúmeros fatores, afetivos, de valores, ideais de vida, e cada relação tem uma forma específica de ver isso. O amor romântico é apenas uma forma de amar, que foi instituída há poucos séculos, e cada cultura estabeleceu formas diferentes de vivenciar esse amor”, desenvolve o especialista de 35 anos que atua há 15 anos.

“Na nossa sociedade ocidental, o ideal romântico de namoro ficou muito mais forte por ideais econômicos, nas datas, filmes, livros. Apesar disso, faz parte do que somos, e, mais do que uma crítica, diria que é uma compreensão de como vivemos, pois nada que é acolhido socialmente vem apenas de fora. Esse romantismo sempre esteve presente dentro da humanidade, vide os ideais românticos representados por tantos deuses e heróis de contos”, afirma.

O AMOR NO DIVÃ

“Nos meus trabalhos no consultório, tanto no individual como em grupos, o amor é uma temática constante, seja no amor de uma mãe, de um pai, de um irmão, amigo, como nas relações românticas”, conta Henrique.

“Eu diria que o amor é o grande tema da humanidade, pois ele é questionado constantemente, seja no amor pelo outro, romântico ou não, seja por si mesmo. O grande desafio da terapia é aprender a amar o outro sem esquecer de si mesmo, é olhar para seus desejos ao mesmo tempo que se relaciona, pois somos seres sociais, não há amor sem relação, independente de qual for”, reforça.

“Cada vez mais se questiona o que é o amor romântico, visto que nossa tão jovem sociedade vê qualquer forma de amor para além da relação de casal como um tabu. O amor é a entrega, aceitar o outro sem esquecer de si, é viver aquilo que se acredita, e nem sempre será adequado para a sociedade em que vivemos”, pondera o psicólogo, que fez graduação na UCDB e tem formação em psicodrama e análise junguiana.

“O grande desafio desse momento é compreender que o amor vai para muito além do ideal de casamento, de família ideal, não excluindo essas formas de amor, mas abrindo a mente para o que o ideal das pessoas que estão se relacionando vivem. O amor é tudo aquilo que o contrato relacional permitir ser”, conclui Henrique.

O especialista convida o leitor para o encontro público Amor/es – Uma Experiência para Pessoas que Amam, no dia 22, das 15h às 17h, na Associação Entre Nós. Mais informações: (67) 98185-3350.

AMOR DE NAMORO

“É o rompimento dos gestos, das palavras. Aquilo que existe entre o silêncio. Feito de matéria escorregadia. A busca contínua de achar palavras que sejam possíveis para dizer. Espaço sem sobreviventes, rompimento do tempo e da morte”.
Febraro de Oliveira, escritor.

“É o amor da descoberta, do desconhecimento, da curiosidade. O do impulso, da surpresa e das borboletas”.
Mariana Marques, cineasta.

“Pode ser um amor experimentado e vivido em um tempo limitado. Mas também pode ocorrer não apenas entre pessoas apaixonadas ou com quem estamos envolvidos romanticamente, mas convivendo em um estado de partilha, onde a gente vê aquela pessoa junto conosco, em tudo o que queremos fazer”. Salim Haqzan, ator e diretor de teatro.

“Amor de namoro é identificação, é química intelectual e física”.
Juci Ibanez, cantora.

“Quando a paixão e a admiração chegam num ponto de partilha crucial, a gente namora. Quando o amor não cabe só dentro do peito e você quer pedaços da pessoa encaixados no seu dia a dia e quer partilhar fragmentos da vida com quem se ama, sabe?”.
Marina Duarte, quadrinista.

PARA QUE SERVE

“Para que os poetas tenham sobre o que escrever, para que camisas sejam vendidas, para que chuteiras sejam trocadas, para que unhas sejam lixadas”.
Febraro.

“Serve para corar, ferver o sangue, derreter, exaltar e envolver”.
Mariana.

“Serve pra alma, pra nos sentirmos vivos de verdade. Serve também para o autoconhecimento, porque só podemos saber de nós mesmos através da relação com outra pessoa”.
Salim.

“Serve para suprir a necessidade da parceria, da boa companhia, da necessidade que temos de sermos par”.
Juci.

“Pra entrelaçar e mudar profundamente nosso íntimo. Tem a possibilidade desse encontro de almas ser lindo, ser profundo, ser raso, ser problemático. Mas nunca de ser o mesmo que foi antes. Então, pra mim, namorar tem a potência de nos moldar os olhos, o coração, a percepção de mundo. Pode perceber que, depois de um namoro, os objetos, as datas e lugares mudam totalmente de significado – talvez, depois de um namoro interrompido, uma simples árvore na via te faça chorar.

E acho que é sobre isso o amor de namoro: emprestar um pedaço nosso pra habitar a lembrança de alguém eternamente”.
Marina.

COMO FOI NA PRIMEIRA VEZ

“Foi a suspensão do nome, no escondido. Foi quando os gestos escondiam as palavras. Antes de ser palavra, amor eram apenas os gestos repetidos. Depois, por ser palavra, acabava escondendo-se nos rastros, nos destroços de uma civilização”.
Febraro.

“Foi num samba com os amigos, saindo mais uma vez juntos. Ele se aproximou e eu recuei. Queria manter a compostura, mas meu corpo não ia de encontro com minhas palavras. Ele não saía do meu campo de visão, ou de perto. E dançamos, bebemos e demos risada. E eu esperava que insistisse um pouco mais, dançava em um embalo arrependido no chorinho. Mas ele só permaneceu ali ao meu lado. E por alguns dias seguimos assim, até que num rompante urgente eu disse que o queria, e muito. E nunca mais ele saiu do meu lado”.
Mariana.

“Não consigo me lembrar da primeira vez que me senti atraído por alguém e me apaixonei. Me lembro de já aos 23 anos, namorando, não conseguia me imaginar vivendo longe daquela pessoa. Tudo parecia ter sentido apenas do lado dela. E uma vontade imensa de sair gritando pra todo mundo saber do amor que a gente sentia e vivia”.
Salim.

“O namoro mais importante que se tornou amor foi com meu marido. Amor incondicional, que perdoa, que entende, que não abandona, e que, como disse Vinicius, ‘seja infinito enquanto dure’”.
Juci.

“Sempre fui apaixonada por outras formas de ver o mundo e sorrisos que me viram do avesso. Por óbvio, daí que sou uma mulher namoradeira. 
O que considero meu primeiro namoro foi com alguém que eu tinha profunda amizade, já era apaixonada por sua forma de viver a vida e nossa combinação. Eu era muito nova, vivi momentos divertidos dos quais nunca me esqueço – e desde sempre passei a entender que amar também é deixar ir e aceitar o que fica.Tenho em mim fragmentos de pessoas que me ensinaram, aos pouquinhos, às vezes com boas lembranças, às vezes não tão boas, como amar e como quero ser amada. E acho que namoro é isso”.
Marina.

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Diálogo

Confira a coluna Diálogo na íntegra, desta quarta-feira, 12 de junho de 2024

Por Ester Figueiredo ([email protected])

12/06/2024 00h01

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Carlos Hilsdorf escritor brasileiro

Sucesso e prosperidade são consequências,
prêmios pelo esforço e pela atitude
sincera e verdadeira de caminhar.

 

FELPUDA

Só faltou a musiquinha para o imponente salão se transformar em um arraiá verdadeiro, pois tinha de tudo por lá: gente com chapéu de palha desfiada solenemente na mesa, outros dando gargalhadas, talvez pensando se pediria emprestada a gravata mais exuberante do colega para compor a fantasia para a dança, e outros perguntando se na festa haveria barraca de pescaria. Um mais empolgado, equilibrando o saquinho de paçoquinha, cantava, feliz que só, trecho da composição de Ary Toledo: “Aaai... mataram meu carneiro, aaai e cortaram os quatro pés..’’. Pois é!...

Menor

O Dia dos Namorados em Campo Grande será no estilo “escorpião no bolso’’, pela pesquisa divulgada pela CDL CG. A data vai ser, digamos, mais econômica. A média de gasto por presente será em torno de R$ 213,61.

Mais

Já no ano passado, a média ficou em R$ 229,43. Dentre os mimos mais procurados estão roupas (38%), perfumes (22%) e flores (18%). Para a data, a entidade prevê vendas no total de R$ 87,14 milhões na Capital.

Bruno Wendling, Marcelo Freixo e Theresa Hilcar
Alvaro Landi, Sofia Wagner e Suada Rrahmani

Elas

Nas análises de experientes políticos, no segundo turno há grande chance de que a disputa pela Prefeitura de Campo Grande seja entre duas mulheres e com possibilidades de se aumentar o número da bancada feminina na Câmara Municipal. Isso acontecendo, dizem que o eleitorado feminino, que é o maior em MS, estará avançando nas lides políticas, o que poderá se repetir em 2025.

Índices

De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MS), o eleitorado em Campo Grande é de 646.555 pessoas. O universo feminino desbanca os homens nos números: são 349.409 mulheres, enquanto os homens somam 297.146, o que equivale a dizer que representam 45,958% dos que têm direito a voto, enquanto o índice delas é de 54,042%. É esperar para ver o futuro desempenho.

Na lista

Com a possibilidade cada vez maior do PL fazer aliança com o PP, ocupando a vice na chapa,
na disputa pela Prefeitura de Campo Grande, a vaga seria para indicação do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na bolsa de apostas políticas, o nome que desponta com maiores chances é de Ana Cláudia Portela, filha de Aparecido Andrade Portela, o Tenente Portela, suplente da senadora Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, do Progressistas. Ana Cláudia é presidente municipal da legenda. A conferir.

Aniversariantes

  • Artur de Azevedo Perez Filho,
  • Gisele Furquim,
  • Adriana de Araújo Ovelar,
  • Celina Maria de Jesus,
  • Maria Rosa Ortega,
  • Edson Antonini,
  • Eduir Loubet,
  • Junio Hideo Sasaki,
  • Anelza Leite Campos,
  • Aline Tatiana Bachega,
  • Antonio Vieira Martins,
  • Diego Albuquerque Correa,
  • Robson Espíndola Dias,
  • Luciana Mecchi,
  • Celso Higa,
  • Silmara Ferreira,
  • Adonis Guimarães Lima (Dodô),
  • Noemi Karakhanian Bertoni,
  • Odilon Coral Ferreira,
  • Cassia Fatima de Emilio,
  • Eloar Vieira de Lara,
  • Keila Soares Trad,
  • Jéssika Silva Candelário,
  • Laila Casimiro Zahran Silveira,
  • Dr. Alexandre Frizzo,
  • Yasmin Ferzeli Graciuzo,
  • João José Binelo Batista,
  • Guilhermina Valente Lopes,
  • Mariel Marcio Oliveira Vilalba,
  • Roseli do Carmo de Souza,
  • Caroline Xavier Siqueira,
  • José Facundo da Silva Mota,
  • Antonia Cândida Duarte,
  • Fábio Rosemberg de Mattos,
  • Thalyssa Bastos Nogueira,
  • Abadio Marques de Rezende,
  • Iracema Souza Mendonça,
  • Juan Milciades Cazal Pedrozo,
  • Shirlei Aparecida Gibertini,
  • Lorival Antônio Bagio,
  • Antônio Arguelho,
  • Aline Weiller de Medeiros,
  • Antônio Crispin Alves da Cunha,
  • Edson Espíndola Cardoso,
  • Fátima Coelho de Oliveira,
  • Wellington Araujo da Silva,
  • Dr. Leolino Teixeira Junior,
  • Dr. Mauro Garicoi Pedraza,
  • Élio Vasquez Aristimunha,
  • Dr. Antônio Luiz Netto,
  • Maura Marcondes Ribeiro,
  • Antônio Luiz de Souza Mello,
  • Wilma Pinto Ribeiro,
  • Wilson da Vila,
  • Joana Villalba,
  • Reginaldo Martinez,
  • Eunice Silva,
  • Lúcia Camilo Silva,
  • Carlos Ortiz,
  • Valda Barros da Silva,
  • Evaldo Russel Vieira,
  • Cladis Sanches Lopes,
  • Karina de Lima,
  • Carla de Araújo Mello,
  • Maria Antonieta Teixeira Albaneze, Dr. Paulo de Tarso Guerrero Muller, Inês Regina Costa Gaeta,
  • Lorivaldo Antônio de Paula,
  • Aline Paula Horta Marques,
  • Annelise Jardim,
  • Guilherme Oshiro Taira,
  • David Ferreira Nantes,
  • Zilda Rotela de Jesus,
  • Miriam Gonçalves Queiroz,
  • Aníbal Ortiz Ramires,
  • Ketty Susy Paixão,
  • Raissa Amaral Espinola,
  • Helcio Simonato Barbosa,
  • Disney da Costa Rezende,
  • Leonardo Jose da Costa,
  • Augusto Vissoto Filho,
  • Carolyne de Souza Fonseca,
  • Sérgio Felga Junior,
  • Darci Ribeiro dos Santos,
  • Rosângela Falcão de Oliveira,
  • Delaide Maria Smaniotto,
  • Reinaldo Borges de Moraes,
  • Rosa Manara Arakaki,
  • Sandra Regina Martins Ferraz e Lopes,
  • Angela Priscila Junqueira de Lima Silva,
  • Dr. José Benedito Geraldes de Lima, Antonio Adão Manvailler Vendas, Maria Luiza Scaffa Chelotti,
  • Roberta Albertini Gonçalves,
  • Éllen Ribeiro Lacerda Alves,
  • Monique Fioravanti Sansão Bazan,
  • Rodrigo de Oliveira Lusena,
  • Júlio Celestino Ribeiro Fernández,
  • André Costa Ferraz,
  • Fábio de Oliveira Fagundes,
  • Raphaela Silva Modeneis Reis,
  • Filomena Castro Andrade,
  • Hudson Mário Pereira,
  • Antônio Elias Galo,
  • Walberto Laurindo de Oliveira Filho,
  • Selma Francisca Cardena Rocha, Enio Canteiro Arce,
  • Lusimery da Costa Borges,
  • Nelita Antônia de Oliveira,
  • Fabiane Ortiz de Araújo de Lima.

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