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LITERATURA

Stephen King 'pede desculpas' por 'prever' pandemia em seus livros nos anos 1970

Uma das obras conta a história de um vírus que gera transformações na sociedade
09/05/2020 04:00 - Estadão Conteúdo


Em entrevista à Stephen Colbert, no The Late Show, na quarta-feira, 6, Stephen King se desculpou, em tom bem-humorado, por ter 'previsto' um cenário que remete à pandemia do novo coronavírus em seus livros.

Uma das obras que o escritor citou foi o A Dança da Morte, de 1978, que conta a história de um vírus que gera transformações na sociedade.

"Sinto muito por isso. Quando eu escrevi aquele livro, havia acabado de acontecer um vazamento químico em Utah [Estados dos EUA]. Fui a um médico que eu conhecia e perguntei: 'como seria se uma pandemia matasse 98% da população do planeta? Os olhos dele brilharam. Médicos amam projetar esses cenários apocalípticos, quando são hipotéticos", conta.

Em outro momento, ele relembrou do seu clássico Zona Morta, um romance de suspense sobrenatural lançado em 1979.

"No livro, tinha um personagem, uma espécie de comediante popular, que dizia aos americanos que conseguiria resolver o problema da poluição 'mandando ela toda para o espaço', falou King, referindo-se à declaração de Donald Trump sobre injetar desinfetante nas veias para se proteger do novo coronavírus. A orientação do presidente é uma fake news, inclusive autoridades médicas alertaram que a prática pode causar morte.

 

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!