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Felpuda

Uma "espremidinha" aqui; um "apertãozinho" ali e uma "bitoquinha" acolá...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta sexta-feira (13)

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Guimarães Rosa - escritor brasileiro

"Se todo animal inspira ternura, o que houve, então, com os homens?"

 

FELPUDA

Uma "espremidinha" aqui; um "apertãozinho" ali e uma "bitoquinha" acolá e o cenário está armado para dar o que falar durante alguns dias, criando-se a falsa ilusão de que alguém está sendo amado que só. Tudo isso com doses generosas postagens de "eu não disse?" nas redes sociais da vida. O importante é "vender" um doce amor, mesmo que só na imaginação de quem acha que ainda tem gente que acredita em "fada madrinha transformando abóbora em carruagem". Como disse experiente político: "Com maquiagem não existe ninguém feio e há quem acredite que 2 mais 2 são cinco". Afe!

Cerco

Ou vai ou racha: a CPMI que investiga a roubalheira do dinheiro de aposentados e pensionistas do INSS, aprovou a quebra de sigilo f iscal de servidores do INSS, filhos de investigados e 36 empresas. Dos 57 requerimentos aprovados, 51 tratam de quebras de sigilo.

Mais

Os deputados e senadores ainda aprovaram o pedido de prisão preventiva e de retenção de passaporte dos suspeitos de envolvimento nas fraudes do INSS. Entidades utilizavam irregularmente acordos para descontar automaticamente valores das vítimas.

Edilson Caramalac e Valquiria Caramalac
Elaine Batista

Vai, não vai...

A reunião de Azambuja e Riedel com o presidente nacional do PL, Waldemar Costa Neto, no início de março, sacramentará o projeto político do centro e da direita em MS. Com isso, as situações do deputado federal Marcos Pollon, do deputado estadual João Henrique Catan e do Capitão Contar, também serão decididas. Lembrando que Azambuja e Costa Neto há anos militam na política e Riedel é o governador e tem uma base parlamentar muito forte.

Solitário

Embora Pollon, Catan e Contar acreditem que "se bastam", há quem diga que não é bem assim. Explicam que o primeiro é um campeão de votos, porque seu maior cabo eleitoral foi o então deputado federal Eduardo Bolsonaro, que se encontra nos EUA e não poderá "carregá-lo". Além do mais, pesa contra ele o fato de criticar, em praça pública, a cúpula do seu partido, o que resultou na sua retirada do comando do PL em MS.

Sonho meu...

Com relação a João Henrique Catan, nos meios políticos dizem que "ele brada no deserto". O parlamentar faz forte oposição ao governador Riedel, que integra o grupo político do qual seu partido, o PL, faz parte. Catan quer ser candidato ao governo pela legenda liberal, que está fechada com Riedel. Afirmam que ele deverá mudar de partido, o que colocaria em risco a sua reeleição. Já o Capitão Contar tenta ser o segundo nome ao Senado, em uma "dobradinha" com Azambuja. Nos bastidores, dizem que ele deverá ficar apenas no sonho...

Aniversariantes

  • Cassiane Nunes Kadri,
  • Diogo Midzuno Mishima,
  • Maria Adélia Menegazzo,
  • José Antônio Acosta Contrera,
  • Yara Morena Batistoti Andrade,
  • Ottao Pereira de Almeida,
  • Rubens Grandini,
  • Andreia Nunes Zanelato,
  • Imad Ahmad Hazime,
  • Jorge Alberto Sakai Fujimoto,
  • Katia Ferreira Rosa,
  • Leticia Lauar Soares de Sá Coimbra,
  • Marco Antonio Freitas de Oliveira,
  • Pedro Alfonso,
  • Higor Rodrigues da Vera,
  • Rogério Kio Kobayashi,
  • Moacir Fonseca Junior,
  • Yashide Okumoto,
  • Jairo Ribeiro,
  • Leandro Mascolli Benante,
  • Dr. Jair Jatobá Chita,
  • Carlos Augusto Duailibi Furtado,
  • Mário Márcio Cardoso,
  • Dr. Marcos de Lacerda Azevedo,
  • Dra. Suleimar Sousa Schroder Rosa,
  • Bruna Guimarães Moura,
  • Janete Cecilia Basegio,
  • Dr. Antônio Carlos de Almeida,
  • Aguinaldo Ferreira Vilela,
  • Altair Andrade Sasso,
  • Ahyr Maya,
  • Zalma Castilho Lopes,
  • Jary Rodrigues Sales,
  • Claudionor Duarte Neto,
  • Edson Pires Pereira,
  • Ana Luiza Silva Garcia,
  • Oswaldo Arruda Mendes Júnior,
  • Victor Saab,
  • Gleison Antonio de Freitas,
  • Anaurelina Corrêa Nogueira,
  • Lucílio Marques de Souza,
  • Jordão Bezerra,
  • Alberto Arce Tôrres,
  • Elaine Belarmino Siqueira,
  • Marlene Sguissardi da Rosa,
  • Renê França Machado,
  • Sandra Gomes de Oliveira,
  • Lairson Correa de Souza,
  • Joacyr Sebastião Silva,
  • Elda Garcia do Nascimento,
  • Jurandir Rodrigues,
  • Rodolfo Lemes,
  • Luciana Moreira de Campos,
  • Pedro Paulo Penteado,
  • Raimundo Chaves,
  • Lucila da Rocha,
  • Augusto Menezes de Resende,
  • Regina Maura Corrêa Ferreira,
  • José Antônio Alencar,
  • Ariane Alves de Oliveira,
  • Roberto Carlos de Oliveira Ferreira,
  • Meire Lúcia da Silva Teles,
  • Antenor Tavares,
  • Júlia Cordeiro Duarte,
  • Celso Teixeira da Silva,
  • Delidiana Marques de Freitas,
  • Rommel Dantas,
  • Sandra Corral Domingos,
  • Kátia da Silva Soares Barroso,
  • Eduardo Gaiotto Lunardelli,
  • Julio César Alves da Silva,
  • Carlos Alberto José da Silva,
  • Dr. Mário Sérgio D'Avila,
  • Ana Gabrielle Silva Lima Guimarães,
  • Sérgio Cardoso da Cruz,
  • Juatel Tenório Ribeiro Becker Barbosa,
  • Itamar Correa,
  • Camila Campos dos Santos,
  • Silvia Valêncio Alves Ferreira,
  • Antonio Carlos Bignardi,
  • Fernando Lúcio Barbosa,
  • Rita de Cássia Icassati do Amaral,
  • Heberty Luis Alves Marietti,
  • Helder Antonio de Melo Barbosa,
  • Jenoel Pereira Capilé,
  • Herminia Alves de Almeida,
  • Antonino Ribeiro Ayres,
  • Aguinaldo Pires Barbosa,
  • Tereza Cristina Ferreira Rodrigues,
  • Alexandre Fernandes Amaral de Oliveira,
  • Cassia Lislier da Mota Bampi,
  • Luiz Carlos da Silva Moreno,
  • Paulo Sérgio Machado,
  • Alisie Pockel Marques,
  • Osmar Cardoso Lima,
  • Carolina D´Arc Santos Pereira,
  • Rafael Heller,
  • Homero Lupo Medeiros,
  • João Glauco Alencar Arrais,
  • Kelli Domingues Passos Ferreira,
  • Lygia Mara Fleitas de Lucca,
  • Osvaldo Odorico,
  • Paulo Sleiman Rojas,
  • Wellington de Morais Ferrato,
  • Mayra Lopes,
  • Mário Sérgio Antunes Barbosa,
  • Beatriz Ribeiro de Andrade,
  • Ana Maria Soares Ribeiro,
  • Rita de Cássia dos Santos Alves,
  • Maria de Fátima Batista Nantes.

LITERATURA

Procurador do Estado Carlo Fabrizio lança o livro de poemas "Como se Voassem os Peixes"

Procurador do Estado Carlo Fabrizio lança livro de poesias nascido na pandemia, com poemas que transitam entre o lúdico e o social, apostando na liberdade do leitor e na força da imaginação

04/03/2026 10h30

Divulgação

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Em meio à angústia coletiva provocada pela pandemia de Covid-19, enquanto o mundo aprendia a conviver com o isolamento e a incerteza, o procurador do Estado Carlo Fabrizio encontrava na poesia uma forma de atravessar o tempo suspenso.

O que começou como exercício em cursos de escrita criativa, iniciados em 2021, transformou-se, aos poucos, no livro “Como se Voassem os Peixes”, que será lançado amanhã, em Campo Grande, em evento organizado pela Editora Hámor.

“Ele foi sendo construído aos poucos, desde 2021. Essencialmente, foi um resultado dos cursos de poesia e de prosa que fiz durante a pandemia e que mantenho até hoje. Na verdade, foi uma resposta íntima à angústia que a pandemia me causou”, afirma o autor.

A obra nasce, portanto, de um tempo histórico específico, mas não se limita a ele. O livro reúne poemas que transitam entre o social e o subjetivo, entre o lúdico e o crítico, entre o sonho e o incômodo, sempre apostando na potência da palavra como experiência sensível.

METÁFORA

O título “Como se Voassem os Peixes” carrega uma imagem que provoca estranhamento e curiosidade. A escolha não foi imediata. Segundo Carlo, inicialmente, tanto o livro quanto o poema que o inspirou tinham outro nome. A mudança ocorreu durante o processo editorial.

“Foi baseado na primeira poesia de temática infantojuvenil que fiz. Tanto o título como a poesia são uma brincadeira com os sonhos de uma criança para seu futuro”, explica.

A imagem do peixe que voa desloca o leitor da lógica habitual. Peixes não voam, ao menos não na realidade cotidiana, mas na poesia, sim. E é justamente nesse deslocamento que o livro parece encontrar uma de suas chaves: a liberdade de imaginar o impossível como possibilidade simbólica.

TEMÁTICA

Os temas que atravessam a obra são variados. Há poemas com viés social, de tom mais crítico e até cínico. Em outros momentos, o autor mergulha em reflexões íntimas, transformando pensamentos e sensações em versos. Também há espaço para o lúdico, especialmente nas poesias de temática infantil e nos haicais.

“Às vezes, têm uma temática social, de viés mais crítico e cínico, às vezes, simplesmente são pensamentos em forma de poesia, sobre o que penso e sinto, mas também tem alguma coisa de lúdico”, resume Carlo.

Essa pluralidade temática reflete uma compreensão ampla da poesia como campo aberto, não restrito a uma única estética ou preocupação. O livro não se fecha em um manifesto, tampouco se limita a um único tom emocional. Ele oscila, provoca e acolhe.

Entre os textos que compõem o livro, dois foram especialmente desafiadores. Ambos abordam temas sensíveis: a tortura e o Holocausto.

Tratar de dores históricas e traumas coletivos em poesia exige equilíbrio entre respeito, sensibilidade e densidade estética.

O desafio, nesse caso, não é apenas técnico, mas ético. Ao abordar esses assuntos, o autor amplia o escopo do livro, que não se restringe à intimidade do eu lírico, mas também dialoga com a memória e a violência inscritas na história.

UMA BIOGRAFIA FICCIONAL

Carlo Fabrizio, procurador do Estado e autor de “Como se Voassem os Peixes” - Foto: Divulgação

Questionado se a obra é autobiográfica, ficcional ou híbrida, Carlo responde com cautela. “Toda escrita tem algo de biográfico, seja do próprio autor, do que ele experienciou, seja da vida em si, da vida de outras pessoas ou de situações observadas”, reflete.

No livro, há poemas que assumem explicitamente esse tom mais pessoal. Ainda assim, o autor evita rotular a obra. A poesia, nesse sentido, funciona como território de atravessamentos, onde vivências, memórias, leituras e imaginação se misturam em um mesmo fluxo criativo.

ESTRANHAMENTO

O incômodo e o prazer convivem na mesma expectativa. A literatura, especialmente a poesia, não precisa ser confortável. Ela pode provocar fissuras, deslocar certezas, tensionar percepções. Ao mesmo tempo, pode oferecer beleza, ritmo, musicalidade e emoção.

Não há, segundo o autor, uma mensagem fechada ou moral explícita. “Creio que na poesia o mais importante é apostar no leitor, confiar nele e na sua liberdade de interpretar”. A obra, assim, se completa na leitura, na experiência singular de cada pessoa que a percorre.

“Gostaria que gerasse reflexão, algum estranhamento e incômodo em algumas poesias, e também o prazer de ler algo que de alguma forma toque o sentimento do leitor”.

A ESCRITA

Conciliar a produção literária com a rotina como procurador do Estado não foi tarefa simples para Carlo. O cotidiano jurídico, marcado por prazos e responsabilidades, exige concentração e energia.

“Às vezes fica complicado, pois no dia a dia é muito difícil ter um espaço de tranquilidade para pensar a poesia. Geralmente preciso de um ambiente sossegado”, relata o autor.

A solução foi encontrar brechas no tempo: escrever à noite, durante a semana, e nas manhãs de sábado e domingo. A disciplina, nesse caso, tornou-se aliada da sensibilidade.

Embora a dedicação sistemática à poesia seja recente – cerca de cinco anos –, o envolvimento com a literatura se intensificou com os cursos realizados durante a pandemia. O livro marca, assim, uma nova fase na trajetória do autor, que passou a se dedicar de forma mais metódica à escrita poética.

As referências literárias de Carlo são múltiplas e revelam um diálogo amplo com diferentes tradições. Entre os autores que o influenciam estão os chamados “poetas malditos” franceses, como Arthur Rimbaud, Charles Baudelaire e Antonin Artaud, além de clássicos como Lord Byron e Walt Whitman.

Na literatura brasileira, ele cita nomes como Augusto dos Anjos, Sousândrade, Hilda Hilst, Cecilia Meireles, Manoel de Barros e os irmãos Augusto de Campos e Haroldo de Campos.

“Em estilo e conteúdo, os autores e autoras que leio me influenciam bastante”, reconhece Carlo.

A diversidade de influências ajuda a compreender a amplitude temática e formal do livro, que não se prende a uma única vertente estética.

Uma das perguntas mais difíceis para qualquer escritor é saber quando a obra está pronta. Para Carlo, a sensação é de permanente inacabamento.

“Há sempre algo para melhorar. Mas chega uma hora que a gente é vencido pelo cansaço: ou publica, ou arquiva e não mexe mais”, afirma.

O processo de revisão foi, segundo ele, o maior desafio da produção: um trabalho minucioso realizado em conjunto com os editores, ajustando versos, ritmos e escolhas vocabulares.

A experiência profissional também atravessa, de alguma forma, a escrita. Para o autor, toda vivência contribui para a formação do olhar. “O essencial para escrever é, primeiro, observar e viver o mundo”, destaca.

Ele enxerga, inclusive, pontos de contato entre Direito e literatura. Embora o Direito esteja fundado em dogmas e respostas, há espaço para interpretação e criatividade, elementos que também são centrais na literatura.

Ainda assim, a poesia ocupa um território mais livre. “A literatura, e principalmente a poesia, é o campo da imaginação, do sonho, da fantasia e da liberdade, onde a cor tem cheiro e uma palavra não é somente uma palavra, ela contém o mundo. Devemos ir além do literal”, pontua Carlo. A escrita e a leitura funcionam, segundo ele, como “remédio contra a aspereza do cotidiano”.

LANÇAMENTO

O lançamento de “Como se Voassem os Peixes” será marcado por um bate-papo com o público, leitura de poemas e sessão de autógrafos. A conversa será mediada por Febraro de Oliveira, editor da Hámor, e por Oslei Bega.

A proposta é criar um espaço de diálogo aberto, em que os leitores possam compartilhar impressões e perguntas, prolongando em voz alta a experiência silenciosa da leitura.

>> Serviço

Lançamento de “Como se Voassem os Peixes”

Data: amanhã.
Horário: às 18h.
Local: Rua Amazonas, nº 1.080, Monte Castelo.

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Felpuda

Políticos acuados por consequências de malfeitos descobriram a "palavra...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (4)

04/03/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Ronald Reagan - estadista americano

"Não devemos julgar os programas sociais por quantas pessoas estão neles, mas quantas estão saindo”.

 

FELPUDA

Políticos acuados por consequências de malfeitos descobriram a “palavra mágica” na tentativa de salvar o pescoço: é a tal da “perseguição”. Quando a água está batendo na etiqueta da calça, os ditos-cujos acionam a “lâmpada maravilhosa” da imaginação para fazer surgir o “gênio”. Só que este anda um tanto cansado e está sugerindo essa palavra a torto e a direito. Resultado: há uma legião de “perseguidos” que nem sabe explicar quem são verdadeiramente os tais “perseguidores”. Essa tchurminha quer, na realidade, um salvo-conduto para poder continuar surfando nas benesses do poder.

Diálogo

Tensão

Pelo andar da carruagem, tudo indica que as pré-candidaturas no campo da direita em MS estariam começando a ser definidas para se concretizarem durante a janela partidária, de 6 de março a 5 de abril. As peças do quebra-cabeças eleitoral, porém, ainda não se encaixaram.

Mais

E a previsão é de que poderão ocorrer mudanças dos nomes que estão postos, principalmente, para o Senado. Outro detalhe: a oficialização dos “ungidos” acontecerá somente nas convenções partidárias, entre 20 de julho e 5 de agosto. Até lá, o clima ficará tenso.

DiálogoCarla Stephanini e Rozângela Tanaka
DiálogoPatricia Salles

 Quase...

A chapa da majoritária do grupo PL e União Progressista (União Brasil e PP) estaria definida em MS, em parte, segundo irônico político. Ele afirma que no campo da direita o nome é Flávio Bolsonaro como pré-candidato a presidente da República. Para governador Riedel; Azambuja para o Senado e “Especulação” como o segundo nome, para fazer “dobradinha” com ele. Afinal, não se pode esquecer que os partidos podem recorrer às prévias.

Queda de braço

A direita conservadora, formada pelos bolsonaristas raiz, está brigando entre si para disputar uma das vagas ao Senado. As duas, evidentemente, não deverá conquistar, pois em eleição o “buraco é mais embaixo”, disse um político antenado que só. Afirmou que nesse campo estão os grupos que apoiam o deputado federal Marcos Pollon, o ex-deputado Capitão Contar e a vice-prefeita Gianni Nogueira. Não se pode, segundo ele, ignorar o cenário como um todo, senão...

e?...

Nos meios políticos, a grande pergunta é qual será o caminho a ser seguido pela vice-prefeita de Dourados, Gianni Nogueira, que articulava para ser oficializada como pré-candidata ao Senado por Bolsonaro. A curiosidade é saber se deixará o PL ou se realmente migrará para o Novo em busca do seu sonho. Ela é esposa do deputado federal Rodolfo Nogueira. Em tempos passados, havia sido citada por Bolsonaro como nome para uma das vagas. Mas com a tal carta divulgada por Michelle Bolsonaro...

Aniversariantes

Regina Maura Pedrossian,
Valdir João de Oliveira Gomes,
Sérgio Dias Campos (Jacaré),
Hélio Fogolin,
Sérgio Cândia Scaffa (Paxá),
Celso Bejarano Junior,
Ednéia de Fátima Urzedo Costa,
Ezaldino Xavier,
Francisco Fernandes da Costa,
Graciela Simone de Souza,
Amauri Palmiro,
Dayane Higa Shinzato,
Joel Marques Gomes Dias,
Dr. Romeu Arantes Silva,
Elizete Vieira Carneiro,
Liana Helena de Souza Cury,
Vitória de Rosa Silva Dacal,
Andréia Castanheira,
Marise Cicalise Bossay,
Adriana Pereira,
Aline Ayoub,
Sérgio Antonio Braghim,
Guilherme Augusto Zan,
Patricia Reis Vendramin,
Dr. Cesar Augusto de Oliveira,
Fernanda Maciel Mendonça,
Dr. Casimiro Mendes,
Zuleica Maciel Oliveira,
Ligia Braga Hvala,
César Fróes,
Robson Rodrigues Arantes,
José Pereira Filho,
Lucimar Gonçalves,
Dalton Albuquerque,
José Barbosa Batista,
Leondina da Silva Soares,
Taís Alvarez Machado,
Waldir Ramires,
Eneida Maciel Chama,
Ayrton Bachi de Araujo Neto,
Paulo Cesar Bezerra Alves,
Edilon Rolim,
Fábio Moura Ribeiro,
Leandro Teixeira,
Mário Gonçalves da Costa Lima,
Vera Brandão de Souza,
Dr. Durval Batista Palhares,
Luiz Eduardo Rodrigues dos Reis,
Maria Aparecida Kuffner dos Anjos,
Olívio Zago,
Eva Rute de Souza Vaz Almoas,
Maria Madalena Godoy Amada,
Israel Rabelo Guimarães,
Badya Bourdokan,
Carolina Maria Heliodora de Góes
Araújo Feijó Braga,
Mahiele Gomes de Freitas Perondi,
Tâmara de Mattos,
Nereu Alamini,
Ana Maria Ribeiro da Rocha,
Cristiano de Sousa Carneiro,
José Maria Torres,
Ruth Gusmão Nunes,
Lindomar Silva de Souza,
Riverton Barbosa Nantes,
Gerson Hiroshi Yoshinari,
Átila de Mello Paleo,
Maria Helena Tourinho,
Luiz Alberto Miralles de Oliveira,
Fábio de Oliveira Camillo,
Marcelo Henrique de Mattos,
Jeferson Rivarola Rocha,
Evanir Serra Rodrigues,
Gerson Pereira,
Nauir Correa Amarilha,
Waldir Vargas,
Jeronymo Ivo da Cunha,
Daniel José de Josilco,
Luciene Dias Ferreira Dutra,
Ilário Hissashi Suematsu,
Marcela Mari Higahi Hirata,
Daniel Rezende e Silva,
Márcia Lúcia Clemente Neto Aleixo,
Maria Auxiliadora Pereira Martins,
Daniel de Almeida,
Rosa Maria Aquilino Lani,
Adair Hardmann,
Maki Aparecido Lanzarini,
Osmil Luiz Tonini,
Sidney Lopes Benites,
Marlene de Cerqueira Rodrigues,
Walter Ferreira Azambuja,
Pietra Escobar Yano,
Carlos Augusto de Pinho,
Ewerton Araújo de Brito,
Izabel Cristina dos Santos Peres,
Luiz Aurélio Adler Ralho,
Tarik Alves de Deus,
Wesley Lemes de Melo,
Helena Alves Ferreira,
Wilson Carlos de Abreu,
Mariza Dutra da Silva,
Silmara Luiza Ribeiro,
Ronaldo Vieira Moreira,
Mário Sérgio Rocha Vale,
Vânia Barbosa Mattos,
Jorge Luiz de Arruda,
Tânia Mara Dias Rodrigues,
Eduardo Martins de Almeida,
Carmem Lúcia da Cunha,
Luiz Henrique Cardoso,
Carla Dias Pereira.

COLABOROU TATYANE GAMEIRO 

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