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Jogos

Videogame é diversão de várias gerações

Videogame é diversão de várias gerações

Thiago Andrade

16/01/2011 - 00h00
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1977. Este foi o ano em que apareceram os primeiros sintomas brasileiros de uma febre que, em breve, dominaria o mundo. Quase 35 anos depois do lançamento do Telejogo Philco Ford, o primeiro videogame para o mercado brasileiro, a tecnologia evoluiu de maneira tão grande, que hoje basta se movimentar em frente à tela para que o personagem no jogo seja controlado. Até 30 de janeiro, os aficionados e nostálgicos dos games podem conferir, na praça central do Shopping Campo Grande, das 10h às 22h, a exposição “Campo Grande game show”. Nela, além de relembrar alguns consoles clássicos, o público poderá conferir o que existe de mais inovador na tecnologia do entretenimento.
 
Não são apenas as crianças que ficam deslumbradas com os máquinas capazes de criar imagens e personagens controláveis. Os mais velhos também olham as vitrines com bastante carinho, lembrando do tempo em que passaram em frente às telinhas, jogando clássicos do Atari 2600, um dos consoles mais populares na década de 1980, como Pacman, Pitfall e outros. “Joguei muito durante a infância. Até hoje, quando bate a saudade, eu jogo no computador alguns clássicos do Atari. Era divertido e lúdico”, aponta a professora do Ensino Fundamental Ana Grellmann, de 33 anos, que visitava a exposição com a filha de cinco anos.
 
Aproveitando o sábado para passear, Ana deparou-se com a exposição e resolveu mostrar para a filha a evolução dos games até o Playstation, que têm em casa. “A gente percebe bem como a tecnologia se tornou cada vez mais complexa e como os jogos mudaram. Hoje, não precisa mais nem de controle”,  descreve Ana. Entretanto, segundo a mãe, a evolução em relação aos gráficos e à tecnologia trouxe um ponto negativo: “Estou vendo muita violência nos jogos atuais, é difícil escolher. Eu sou bem rígida quanto ao que entra em casa e ao que eu deixo ela jogar”, explica, referindo-se a Johannes.
 
A menina de cinco anos mantinha os olhos fixos aos consoles, que evoluíram de máquinas grandes e pesadas para pequenos dispositivos que cabem na palma da mão. “Tudo ficou pequeno e fácil de jogar”, explica, timidamente. Além de ver os inúmeros consoles nas prateleiras, mãe e filha também decidiram experimentar as máquinas. Johannes escolheu o estande com um Nintendo Wii, do qual experimentou um jogo de dança, acompanhado de controle sensível a movimentos.
 

Saudoso, o empresário Ricardo de Moraes foi com a família ao shopping e pode rever o console Atari 2600, que marcou sua infância. “É uma exposição curiosa. Lá em casa temos um Wii para minha filha, mas ele não tem nada a ver com os jogos da minha época, em que tudo que era necessário para jogar era controle com uma manivela e um botão vermelho”, aponta. Ele conta que, no momento, está atrás de uma máquina de fliperama que também fez sua diversão durante a infância.

Fim do sedentarismo

Em outro estande, no qual quem quisesse poderia se aventurar nos comandos do Kinect – acessório para o Xbox 360 que reconhece os movimentos do corpo sem nenhum controle – Judite Moraes, professora em Coxim, assistia ao filho Gabriel se divertir enquanto controlava um veículo no jogo de corrida. Para ela, esses novos equipamentos possibilitam o fim do mito de que crianças que gostam de videogames são sedentárias. Mito, pois segundo ela, em casa, o filho sabe controlar muito bem as horas em frente à tela e o tempo para outras atividades.
 
“É muito legal, a gente não precisa ficar parado, só mexendo nos controles. O controle é meu próprio corpo. Fica muito mais divertido desse jeito”, elogia Gabriel, que já avisou a mãe que quer um console igual. O menino de sete anos já deixou claro que não quer mais saber do videogame que tem em casa. “É interessante essa possibilidade de jogar com o corpo, mas o preço com que as máquinas chegam ao Brasil é absurdo”, critica Judite.
 
Como não há produção de videogames no País, o preço dos consoles é inflacionado em razão dos impostos cobrados sobre as empresas. De acordo com o jornalista Cleidson Lima, curador da exposição e editor do suplemento de informática do Correio do Estado, um dos motivos pelos quais os games não são vistos como meios de entretenimento para a família é o valor elevado dos equipamentos.
 
Um bom vício
Fã de videogames, Cleidson é dono de uma coleção de consoles que inclui desde o clássico Magnavox Odyssey, o primeiro lançado no mundo, em 1972, ao Xbox 360 e seu último acessório, o Kinect. Conhecedor da história dos games, ele conta que os equipamentos passaram por transformações, tanto tecnológicas, quanto funcionais. “O videogame voltou a ser um entretenimento familiar, que reúne pais e filhos para se divertir. Esses novos consoles que permitem o uso do corpo fazem com que todos fiquem curiosos e queiram aproveitar a brincadeira”, aponta.
 
Mas, o futuro dos jogos tradicionais, que precisam de controles comuns, segundo Cleidson, não é apocalíptico. “Jogos de RPG, ação e tiro vão continuar utilizando os tradicionais joysticks. Esses jogos são voltados para um outro tipo de público, mais exigente em termos de história e envolvimento com o game”, defende Cleidson. Para o futuro, o jornalista acredita que as pesquisas em relação ao uso do corpo como acessório para os jogos se desenvolverá ainda mais. “Sei de trabalhos sobre uso de hologramas, que ainda não foram disponibilizados no mercado em razão dos custos. Logo, logo, em um jogo de luta, você vai brigar com um personagem digital no meio da sua sala”, aposta. 

CRÍTICA

Orquestra Sinfônica de Campo Grande: um aulão de música no Teatro Glauce Rocha

Dezenas de pessoas acompanharam de pé a apresentação que marcou o lançamento do 17º Festival Encontro com a Música Clássica para conferir as composições orquestrais consagradas de gênios como Bach, Mozart, Tchaikovsky e Villa-Lobos

19/06/2024 10h00

Mais de 800 pessoas estiveram no Teatro Glauce Rocha na noite de segunda-feira, a fim de acompanharem o concerto da Orquestra Sinfônica de Campo Grande, sob a regência do maestro Eduardo Martinelli

Mais de 800 pessoas estiveram no Teatro Glauce Rocha na noite de segunda-feira, a fim de acompanharem o concerto da Orquestra Sinfônica de Campo Grande, sob a regência do maestro Eduardo Martinelli Foto: Jardel Tartari

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Uma aula de música. Assim pode ser resumido o concerto realizado nesta segunda-feira, no Teatro Glauce Rocha, pela Orquestra Sinfônica de Campo Grande, sob a regência do maestro Eduardo Martinelli. 

E que aula: didática, frugal, inspirada, sensível e competente em seu propósito de seguir com a popularização da música clássica por meio da execução de temas consagrados, a exemplo das “Quatro Estações”, de Antonio Vivaldi (1678-1741).

A plateia estava completamente lotada – todas as quase 750 poltronas ocupadas e com dezenas de pessoas em pé ou sentadas no carpete do teatro – para acompanhar a apresentação, que durou em torno de 90 minutos e funcionou como uma espécie de best of dos medalhões da música de concerto desde o período barroco.

O repertório, que poderia soar manjado ou previsível, funcionou mais que a contento, dando pedal para que os instrumentistas pudessem exprimir com precisão e sensibilidade a plástica sonora de tantas partituras geniais.

Do italiano Vivaldi ao brasileiro Ernani Aguiar, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) nascido em Petrópolis (RJ), em 1950, o que se viu – e ouviu – repassou nada menos que três séculos de composições angulares que foram, a seu tempo, inovando e mudando a criação musical.

MOZART

Dos 10 compositores elencados no programa, o primeiro foi Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791). Entre os temas que levam a assinatura do austríaco foram executados “Pequena Serenata Noturna” (1787); “Eine Kleine Nachtmusik”, no original em alemão, que é um hit no TikTok; e a “Marcha Turca” (1783), terceiro movimento de uma conhecida sonata para piano do compositor, o qual, do jazz a comédia, fez a cabeça de muita gente (Dave Brubeck, Mr. Bean, etc.).

Expoente do clássico (1730-1820), com uma importância difícil de ser mensurada, transcendendo – e muito – esse período, Mozart fez sua marcha para piano solo brilhar. Mas no concerto da noite de segunda, o tema foi rearranjado, com a melodia a cargo de violinos e flautas.

Se deixa uma pontinha de saudade do som das teclas para um tema tão bem tratado por Claudio Arrau (1903-1991), Glenn Gould (1932-1982) e tantos outros virtuoses, a transcrição proposta serve para mostrar o desafio de manter o andamento da “Marcha Turca” – originalmente em allegretto – quando são propostas outras paragens.

Do mesmo modo, “Noturno”, do romântico Tchaikovsky (1840-1893) e que foi apresentado no Glauce Rocha, também ganhou transposição: para violoncelo solo (Marcelo Geronimo) e orquestra de cordas. E não deixou de agradar.

BACH

A música de Johann Sebastian Bach (1685-1750) certamente foi um dos apogeus, com Rafael Henrique Morais demonstrando mais uma vez sua incrível intimidade com o violoncelo, 
ao fazer solo durante o prelúdio de uma das seis famosas suítes que o compositor barroco criou para o instrumento.

Ou então no momento em que a Orquestra Sinfônica de Campo Grande executou a “Ária da Quarta Corda” (1717-1723), em um crescendo orquestral de arrepiar e que fez mais de um espectador ir às lágrimas.

Falando no barroco, talvez tenha feito falta o cravo, provavelmente pelo uso do teclado eletrônico utilizado para substituir o som do antigo instrumento de origem medieval.

Deu uma vontade danada de pedir para a classe política que estava presente – a senadora Soraya Thronicke, a prefeita Adriane Lopes e a secretária municipal de Cultura, Mara Bethânia Gurgel – sanar a lacuna.

(Reconhecendo: a senadora propôs uma emenda parlamentar para alavancar a música de concerto em todo o Estado e a Orquestra Sinfônica de Campo Grande, coordenada pelo maestro Jardel Tartari, é uma iniciativa bancada prioritariamente pela prefeitura da Capital. Que venham, então, muitos cravos para MS. No momento, até onde se sabe, não há nem sequer um exemplar do instrumento em território sul-mato-grossense.)

VALSA E BRASILEIROS

A noite teve ainda muito mais: “Danúbio Azul”, a valsa de Johann Strauss II (1825-1899) eternizada no cinema por Stanley Kubrick (1928-1999); “Dança Húngara”, de Johannes Brahms (1833-1897), com direito a acompanhamento de palmas da plateia na versátil e simpática condução de Martinelli; o norueguês Edvard Grieg (1843-1907); e ainda três brasileiros.

Além de Ernani Aguiar, teve também o modernista Heitor Villa-Lobos (1887-1959) e César Guerra-Peixe (1914-1993) – outro filho de Petrópolis –, de quem se ouviu uma vibrante releitura do maracatu pernambucano.

Se a missão era marcar o lançamento da 17ª edição do Festival Encontro com a Música Clássica, que ocorrerá entre os dias 26 e 30 de agosto, o concerto desta segunda foi mais que próspero. Uma festa e tanto para os sentidos.

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Diálogo

Confira a coluna Diálogo na íntegra, desta quarta-feira, 19 de junho de 2024

Por Ester Figueiredo ([email protected])

19/06/2024 00h01

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Cecilia Sfalsin escritora brasileira

"Não permita que a ignorância alheia roube a delicadeza
do seu sorriso e nem a sensibilidade do seu coração...
Isto é ter equilibrio, isto é ter pés no chão, isto é saber viver”.

FELPUDA

Adversários estão rindo que só da atitude de figurinha política que mais parece ioiô em suas posições nesse período de pré-campanha. Primeiro foi contra candidatura própria, mas depois decidiu aceitar o lançamento dela, mesmo a contragosto. No momento, está dizendo por aí que poderá integrar a chapa majoritária. Apesar das gargalhadas de uns, há quem afirme que tudo não passa de jogo de cena, pois o nome preferido é outro.

Vantagem

Técnico da equipe masculina da Aldeia Amambai-Guarani, que disputa os Jogos Escolares da Juventude de MS, o indígena guarani-kaiowá Ismael Morel explica porque o time leva maior vantagem em cima dos adversários.

Estratégia

“Nós temos uma grande diferença, que é falar na nossa língua materna, que é o guarani-kaiowá. Então, a gente fala o guarani e usa isso como estratégia para armar a jogada e os não indígenas não entendem. Para nós é uma grande vantagem”.

Time

O candidato Beto Pereira (PSDB) está com apoio de cinco partidos, que têm a missão de auxiliá-lo a tentar conquistar a Prefeitura de Campo Grande. Um deles, o Cidadania, é presidido em MS por Édio Viegas, superintendente no governo do Estado. Outro, o PSD, tem no comando estadual o senador Nelson Trad Filho, que foi eleito pelo então PTB em 2018, na coligação com a chapa tucana. Beto ainda tem o apoio do Republicanos, braço da Igreja Universal do Reino de Deus, chefiado pelo deputado estadual Antonio Vaz.

Mais

Outras siglas que formam o arco de alianças da pré-candidatura de Beto Pereira são o PSB e o Podemos. O primeiro tem como presidente o deputado estadual Paulo Duarte. Já o segundo partido tem à frente a senadora Soraya Thronicke, mas segundo os bastidores, quem tem o leme nas mãos é o deputado estadual Pedro Caravina, do PSDB, que é muito ligado ao governador Eduardo Riedel.

Julia Bumlai e Maria Eduarda
Livia Nunes

Em formação

A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, que tentará reeleição, ainda está com o time reduzido para a disputa eleitoral. No momento, estaria apenas contando com o apoio do Avante, comandado pelo procurador Sergio Haurfoche. Ela se filiou ao PP, levada pelas mãos da senadora Tereza Cristina, que articula apoio do PL ao nome de sua “pupila política’’ junto a Jair Bolsonaro. Se conseguir, ele deverá ser o mais forte cabo eleitoral de Adriane.

Aniversariantes

  • Alex Sander Bachega,
  • Dra. Eloah Ribeiro Rondon,
  • Ednéa Paschoaletto Gimenes,
  • Desiree Janotto,
  • Laires Josué Locatelli,
  • Luciana Mendes Saraiva de Abreu,
  • Dr. Augusto Ishy,
  • Camyla Dias da Rocha Macedo,
  • Meire Tsuyako Kawasoko Taguti,
  • Suely Fusae Arashiro,
  • César Julião Gonçalves,
  • Ersilia Castrillon Cestari,
  • Ivone Bossay Corrêa,
  • Willian Carvalho dos Santos,
  • Érico de Oliveira Duarte,
  • Fernando Luiz Claudino de Oliveira,
  • Milton Lauro Schimidt,
  • Pedro Henrique Avesani Spengler,
  • Cleomar Ferreira de Oliveira,
  • José Carlos Barros,
  • Norberto Antonio Borro,
  • Renato Carvalho Amorim,
  • Juliana Corrêa da Luz,
  • Janete Souza Morais,
  • Dr. Mário Akatsuka Júnior,
  • Dra. Andréa de Siqueira Campos Lindenberg,
  • Maria Isabella Oliveira Saldanha, Ricardo Davet,
  • Juliana da Fonseca e Suzano,
  • Leandro Aparecido da Silva,
  • Vagner Ribeiro,
  • Luiz Edson Pereira de Carvalho,
  • Marcelo Bichat Pinto de Arruda,
  • Leonardo Zenan França dos Santos,
  • Vagner Gabriel Rosa
  • do Nascimento,
  • José Geraldo Balejo Jara,
  • Marina Pereira de Azambuja,
  • Renata Fernandes Xavier,
  • Luiz Carlos Brandão,
  • Mariinha Vilalba Duarte,
  • Antonio Arantes Netto,
  • Edna Batista Soares Gonçalves,
  • Ivani Nascimento Rodrigues,
  • Tânia de Almeida Barbosa,
  • Marlene Lisete Ritter Hans,
  • Dra. Mara Regina Franchin
  • Moreira Correia,
  • Valteci Ribeiro de Castro Júnior, Antonia Moreira Miranda,
  • Juliana Gondim Brandão Alves,
  • Carlos Prado de Abreu,
  • Hugo Corrêa,
  • Maria Júlia Darzi,
  • Flora Uezato,
  • Maria Fernanda Juvelino,
  • José Geraldo de Bodas,
  • Maria Nilza Vieira Ferreira,
  • Alexandro Lopes da Silva,
  • Neila Aparecida Freitas Lopes,
  • Célia Regina Eleutério de Souza Ribeiro,
  • Evelyn Guesse Ascenço,
  • Carlos Alberto Paes da Silva,
  • Roseli Soares de Oliveira,
  • Gislaine Nascimento Furtado Tosta,
  • Marina de Barros Pinheiro,
  • Cassandra Szuberski,
  • João Carlos Nigro Veronezi, Luzinete do Nascimento Araújo,
  • Carolina Greco Albres,
  • Nei Maciel Signorelli,
  • Maria Regina Dourisboure Neto,
  • Cláudia Batistoti,
  • André Luis de Moura Corso,
  • Elaine Cristina Arashiro Taira, Lorena Vieira,
  • Silvia Elisa Parizi Merege,
  • Josilmar de Queiroz Blini Signori,
  • Gustavo Nobrega Cordeiro,
  • Elize Regina Cardoso Fernandes,
  • Maria Elisa Cordeiro Lima,
  • Alayr Mascarenhas Corrêa,
  • Laís Pereira Torres,
  • Vilane Teodoro da Silva Mastroyannis,
  • Camila Vieira Mello,
  • Armstrong do Amaral,
  • Maria Rosiane Alves,
  • Jorge Luiz Perin Cioccia,
  • Edgar Leal Loureiro,
  • José Inácio Dias Schwanz Júnior, Lauro Takeshi Miyasato,
  • Omar Zakaria Suleiman,
  • Layla Cristina La Picirelli de Arruda,
  • Carlos Estevão Midon,
  • Eriberto Florentim Meza,
  • Jules Augusto Espíndola,
  • Sandra Mara Sagove Versal,
  • Patricia Lorena de Oliveira,
  • Regina Paes de Mattos,
  • Alain Rafael Bottega,
  • Francisco de Assis Moura,
  • Karini Ferreira Miranda Artigas,
  • Laerte Rogério Giglio,
  • Ruy Barbosa da Silva,
  • Marilda Covre Lino Simão Martim,
  • Daniele Cardoso Nunes,
  • Fernanda Elias Junqueira,
  • Larissa Lissoni Nani,
  • Achilles da Palma e Mello Júniori.

 

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