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RAIO-X

Vitor Thiré, o André de “Aruanas”

Com as gravações da segunda temporada da série paralisadas, o ator aproveita para acompanhar a exibição na tevê aberta
08/05/2020 15:21 - Caroline Borges/TV Press


 

Vitor Thiré fez por onde ganhar um espaço na trama de “Aruanas”, da Globo. O primeiro contato do ator com a série foi através da atriz Thainá Duarte, que vive a Clara na história assinada por Estela Renner e Marcos Nisti. No ano passado, a atriz foi assistir à peça “Vou Deixar de Ser Feliz Por Medo de Ficar Triste?” na qual o ator atuava e, durante uma conversa nos bastidores, falou sobre o projeto. O rápido bate-papo foi o suficiente para o ator ficar fascinado pela temática ambiental abordada no enredo. “Somos amigos e ela me falou que faria a série. Quando fui pesquisar, o elenco não estava fechado. Consegui me organizar a tempo, banquei minha ida para fazer o teste em São Paulo, e voltando para fazer a peça no Rio, descobri que fui selecionado para integrar o elenco. Felicidade total”, explica o ator, que vive o ativista André. “É um personagem completamente do bem, para cima, positivo, focado, inteligente, sensível e, sobretudo, humano. Por ser ativista de campo, literalmente se joga nas ações da ONG de cabeça e vive na pele o cotidiano de um defensor das causas sociais e ambientais”, completa.

Atualmente acompanhando a série pela tevê, Vitor já estava atuando na segunda temporada de “Aruanas”, quando as gravações foram suspensas por conta das medidas combate ao avanço da Covid-19. Os trabalhos seguem sem uma data de retorno. “A ideia é retornamos assim que for possível. Infelizmente, ainda não posso falar nada sobre a nova leva de episódios. Mas está absolutamente impactante, com um time de profissionais de primeiríssima qualidade e com um roteiro de tirar o fôlego”, afirma. Aos 26 anos e natural do Rio de Janeiro, Vitor tem uma ligação por DNA com as artes. Ele é filho do ator e cantor Luiz Nicolau Maranhão e da atriz Luísa Thiré. Além disso, é bisneto da consagrada atriz Tônia Carrero, neto de Cecil Thiré e sobrinho dos atores Miguel e Carlos Thiré. “O fato de 90% de a minha família ser do meio artístico contribuiu, e muito, para que eu seguisse a mesma profissão. São todos ídolos, referências e inspirações para mim, sem dúvida. O fato de eu saber que sou desta família me dá sempre mais gás para continuar”, valoriza.

Nome: Vitor Nicolau Thiré Maranhão.

Nascimento: Em 30 de dezembro de 1993, no Rio de Janeiro.

Atuação inesquecível:No espetáculo ‘Um Estranho no Ninho’, em que interpretei o gago e perturbado Billy Bibbit”.

Interpretação memorável:A cena em que o personagem de Leonardo DiCaprio percebe que a mãe está morta no filme 'Gilbert Grape'. Ou o discurso final do personagem de Al Pacino no filme 'Perfume de Mulher'”.

Um momento marcante na carreira:Viver o cego Ventura, na novela de época ‘Liberdade Liberdade’”.

O que falta na televisão:Mais oportunidades para artistas negros”.

O que sobra na televisão:Conteúdos que não agregam à inteligência”.

Com quem gostaria de contracenar: Selton Mello.

Se não fosse ator, o que seria:Não faço a menor ideia (risos)”. 

Ator preferido: Cecil Thiré.

Atriz preferida: Tônia Carrero.

Novela preferida: “Laços de Família”, da Globo, de 2000. 

Vilão marcante:Maurinho, de ‘Laços de Família’, interpretado por meu pai, Luiz Nicolau”.

Personagem mais difícil de compor:O cego Ventura, de ‘Liberdade Liberdade’. É angustiante contracenar sem olhar nos olhos dos amigos”.

Que novela gostaria que fosse reprisada: “Liberdade Liberdade”, da Globo, de 2016.

Que papel gostaria de representar: Coringa.

Filme: “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles.

Autor: William Shakespeare.

Diretor: Amir Haddad.

Vexame:Nosso atual governo”.

Uma mania:Estalar quase todas as partes corpo”.

Um medo:Da incerteza do mundo para as próximas gerações”.

Projeto:Vontade de fazer um monólogo no teatro”.

Felpuda


Candidato a vereador caiu em desgraça, pelo menos em um dos bairros de Campo Grande, ao promover comício em ginásio de esporte, com direito a ônibus lotados e espoucar de muitos fogos de artifício.

Aí dito-cujo foi alvo de muitas críticas, tanto pela zoeira causada, como por ter mandado às favas quaisquer cuidados na prevenção da Covid-19, ao promover grande aglomeração. Irresponsabilidade é pouco, hein?!