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AFTOSA

Decreto sobre risco sanitário na fronteira de MS é uma ação preventiva, diz sindicato rural

Resolução leva em consideração a intensificação do trabalho em regiões de fronteira internacional
15/03/2020 02:00 - Da Redação


Diante das dezenas de questões que chegaram ao Sindicato Rural de Campo Grande, Rochedo e Corguinho (SRCG), a entidade esclarece aos seus associados que, o decreto divulgado, na última quarta-feira (11) em Diário Oficial, sobre o alto risco sanitário, trata-se de uma ação preventiva que permitiu a resolução nº 696, na quinta-feira (12), a fim de incrementar em 15% os pagamentos de profissionais que trabalharão na região de fronteira, mantendo o status de MS como livre de aftosa.

A medida atende exigências do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) inerentes aos Estados, dentro do Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA), que prevê a retirada da vacinação contra a doença em todo País. Em Mato Grosso do Sul a retirada da vacina está prevista para 2021.

A resolução assinada pelo Secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, Jaime Verruck, leva em consideração a intensificação do trabalho em regiões de fronteira internacional, mais especificamente nos municípios de: Antônio João, Aral Moreira, Bela Vista, Caracol, Coronel Sapucaia, Corumbá, Japorã, Ladário, Mundo Novo, Paranhos, Ponta Porã, Porto Murtinho e Sete Quedas.

A ação acrescerá os pagamentos aos profissionais da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), que atuarão nos municípios citados.

“A medida que tomamos não altera o status sanitário de nenhum município, continuamos ‘livre de febre aftosa com vacinação’ nos 79 municípios do Estado e também não altera nenhum procedimento por parte da Iagro para com o produtor. Nada mudou. Nenhum produtor será afetado, ao contrário, serão todos beneficiados pois tratamos aqui de mais investimentos para as ações de retirada definitiva da vacinação ”, afirma Verruck.

Felpuda


Devidamente identificadas as figurinhas que agiram “na sombra” em clara tentativa de prejudicar cabeça coroada. Neste segundo semestre, os primeiros sinais começarão a ser notados como reação e “troco” de quem foi atingido. Nos bastidores, o que se ouve é que haverá choro e ranger de dentes e que quem pretendia avançar encontrará tantos, mas tantos empecilhos, que recuar será sua única opção na jornada política. Como diz o dito popular: “Quem muito quer...”.