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CORREIO VEÍCULOS

Retrospectiva 2019 - Novidades em profusão

Em um ano movimentado, novos automóveis e versões ganharam as ruas brasileiras
26/12/2019 14:11 - DANIEL DIAS/Agência AutoMotrix


Ponto máximo de uma fabricante, o lançamento de um modelo totalmente novo ou de uma versão importante ditam o ritmo do que as marcas têm para oferecer ao mercado. A apresentação dos novos automóveis é um momento marcante e sempre muito aguardado. Entre as fabricantes mais tradicionais instaladas no Brasil, todas mostraram novidades em 2019, a começar pela Volkswagen. A marca alemã finalmente lançou, em fevereiro, seu primeiro SUV nacional, o T-Cross, depois de assistir a todas as outras tendo modelos em seus respectivos portfólios há muito tempo no segmento mais emergente do mundo. Outras inovações importantes deste ano entre os SUVs foram a versão Touring do Honda HR-V e a Sierra do Suzuki Jimny. Em outro segmento também bastante disputado, o das picapes, a principal novidade ficou por conta da linha 2020 da Ford Ranger, que incorporou assistentes semiautônomos na versão “top” Limited.

Em expansão no mundo inteiro, os automóveis híbridos e 100% elétricos também marcaram presença no mercado brasileiro este ano. A Nissan apresentou aos brasileiros o Leaf, a segunda geração do carro elétrico mais vendido do planeta. Dois dos mais importantes lançamentos do ano vieram com a segunda geração de dois campeões nacionais de emplacamentos: o Chevrolet Onix – o carro mais vendido do país há cinco anos – e o HB20, o projeto brasileiro da Hyundai. Atenta à concorrência, a Fiat contra-atacou com a versão aventureira do Argo, a Trekking, que ajudou a embalar as vendas da linha. Ainda no segmento de compactos, de forma mais discreta, a Renault veio com um “facelift” e introduziu um câmbio CVT na linha Sandero. Já entre os sedãs médios, o maior destaque foi o Toyota Corolla 2020, que chegou com um visual renovado e uma inédita versão híbrida.

 

Os 10 lançamentos automotivos mais marcantes no Brasil em 2019

Volkswagen T-Cross (Foto: Luiza Kreitlon/Agência Automotrix)

Volkswagen T-Cross
O primeiro SUV da Volkswagen produzido no Brasil chegou às concessionárias em março em quatro configurações, com preços de R$ 84.990 a R$ 109.990. Enquanto digeria a ideia de seu primeiro utilitário nacional, a marca alemã assistiu ao sucesso de mais de uma década e meia dos concorrentes do T-Cross. O utilitário esportivo da Volkswagen tem exclusivamente motores TSI, que combinam injeção direta de combustível e turbocompressor. As versões 200 TSI têm propulsor 1.0 com 128 cavalos de potência a 5.500 rpm e torque de 20,4 kgfm de 2 mil a 3.500 rpm, associado ao câmbio manual ou à transmissão automática (ambos com 6 marchas). A versão topo de linha Highline 250 TSI é equipada com motor 1.4 de 150 cavalos acoplado à mesma transmissão automática.

Honda HR-V Touring 2020 (Foto: Luiza Kreitlon/Agência Automotrix)

Honda HR-V Touring 2020
O SUV da Honda foi apresentado mundialmente em 2014 e chegou ao Brasil em março de 2015. Tornou-se um sucesso de vendas e conquistou a liderança entre os utilitários esportivos, só perdida no final de 2016 para o Jeep Compass. Para tentar voltar ao topo, a linha 2020 do HR-V trouxe como principal novidade a versão Touring. Sob o capô está o motor 1.5 turbo de 173 cavalos a gasolina. O aumento de quase 25% na potência em relação ao 1.8 16V FlexOne de 140 cavalos que equipa as demais versões do HR-V foi acompanhado pelo preço. Oferecido por R$ 139.900, o HR-V Touring passou a disputar com os SUVs médios.

Ford Ranger 2020 (Foto: Divulgação)

Ford Ranger 2020
Entre as picapes, quem mais ganhou mercado nos últimos anos foi a Ranger. Para tentar uma recuperação maior e até brigar pela liderança, a Ford apresentou em junho o modelo 2020. A picape recebeu discretos retoques estilísticos e incorporou equipamentos. Dentro da estratégia de reforçar a competitividade, a Ford fez tais aprimoramentos sem aumentar os preços, que permaneceram os mesmos da linha 2019. A Ranger manteve os dois motores a diesel da família Duratorq, o 3.2 de cinco cilindros, com 200 cavalos, e o 2.2, de 160 cavalos. Os preços partem de R$ 128.250 na versão XLS 2.2 4x2 automática e chegam a R$ 188.990 da Limited 3.2 4x4 automática, que incorpora assistentes semiautônomos de direção – uma tendência na indústria automotiva mundial, porém, ainda inéditos entre as picapes vendidas no Brasil.

Nissan Leaf (Foto: Divulgação)

Nissan Leaf
O carro 100% elétrico mais vendido do planeta é o Nissan Leaf, lançado em 2010 e com a segunda geração apresentada em 2017 – no total, mais de 400 mil unidades já foram comercializadas. A segunda geração chegou ao mercado brasileiro em junho. Importado da Inglaterra, o novo elétrico é vendido em versão única, com preço de R$ 195 mil. A nova geração oferece maior eficiência energética e maiores torque e potência em relação à anterior. O conjunto de baterias de íons de lítio oferece autonomia de 240 quilômetros no ciclo americano e proporciona desempenho linear ao entregar potência equivalente a 149 cavalos e torque de 32,6 kgfm.

Renault Sandero 2020 (Foto: Divulgação)

Renault Sandero 2020
Com o hatch compacto Sandero defasado em relação a rivais mais modernos, a Renault se decidiu por aplicar uma reestilização específica para o mercado brasileiro, em agosto, reforçando a segurança e o conforto dos passageiros e abandonando o câmbio automatizado em favor de um legítimo automático do tipo CVT. Os motores permaneceram os mesmos: 1.0 SCe 12V de três cilindros e 1.6 16V de quatro cilindros, além do 2.0 16V de quatro cilindros com 150 cavalos exclusivo da versão esportiva R.S.. O mix de versões também mudou, entrando as novas Life, Zen, Intense e a topo de linha Iconic.

Toyota Corolla 2020 (Foto: Divulgação)

Toyota Corolla 2020
Líder do segmento de sedãs médios no Brasil há cinco anos, o Toyota Corolla, no lançamento de sua décima segunda geração, em setembro, passou por um “upgrade” de verdade, apostando no desenvolvimento de duas motorizações: uma flex 2.0 Dynamic Force e outra híbrida, que combina dois motores elétricos e um 1.8 bicombustível. A nova geração do Corolla chegou ao mercado brasileiro em três versões. O motor flex 2.0 Dynamic Force estará disponível nas configurações GLi, XEi e Altis, todas com transmissão CVT Direct Shift de 10 marchas simuladas. O híbrido ficou apenas na versão topo de gama Altis. O motor 2.0 Dynamic Force Dual VVT-iE 16V DOHC Flex rende 177 cavalos de potência a 6.600 giros. No híbrido, o bicombustível é um 1.8 VVT-i 16V derivado do propulsor a gasolina do Prius, com 101 cavalos de potência e 14,5 kgfm de torque. Funciona em conjunto com dois motores elétricos que produzem 72 cavalos de potência e 16,6 kgfm de torque.

Fiat Argo Trekking (Foto: Divulgação)

Fiat Argo Trekking
A Fiat investe nos chamados “aventureiros” há mais de duas décadas. O mais novo representante dessa “linhagem” é o Argo Trekking, lançado em junho com o motor 1.3 e câmbio manual. Além do design inspirado nos utilitários esportivos, a nova versão do hatch trouxe diferenciais que habilitam o modelo para trilhas leves. Em dezembro, uma nova versão Trekking passou a ser oferecida com motor 1.8 E.torQ de 139 cavalos de potência e torque de 19 kgfm, transmissão automática de 6 marchas e rodas de liga leve de 15 polegadas de série. Como opcionais, a configuração tem câmera de ré e novos kits que trazem para a versão Trekking conteúdos tecnológicos de topo de gama.

Chevrolet Onix e Onix Plus 2020 (Foto: Divulgação)

Chevrolet Onix e Onix Plus 2020
A Chevrolet apresentou em setembro a segunda geração do Onix, lançado em 2012 e o carro mais vendido do país há cinco anos, e a nova versão sedã Prisma, rebatizada de Onix Plus. No entanto, o novo Onix só chegou às lojas em novembro. Foi mantida no catálogo a configuração antiga Joy em ambos os tipos de carroceria. A segunda geração do hatch e do sedã chegou com a oferta de dois motores novos da família Ecotec. Um 1.0 flex de três cilindros passa a equipar os modelos de entrada, com até 82 cavalos de potência e 10,6 kgfm de torque, associado ao câmbio manual de 5 marchas. As configurações mais sofisticadas têm um propulsor 1.0 turbo com 116 cavalos e 16,8 kgfm de torque alinhado à caixa automática de 6 velocidades. O Onix Plus sofreu um recall um mês após a estreia, em virtude de um problema que resultou em quebra de motores e em dois incêndios, um deles ocorrido no pátio do Complexo de Gravataí (RS), onde o carro é produzido. 

Hyundai HB20 2020 (Foto: Divulgação)

Hyundai HB20 2020
O HB20 e o Onix nasceram praticamente no mesmo momento, em 2012. Curiosamente, as segundas gerações dos dois rivais de mercado foram apresentadas com apenas três dias de diferença, em setembro. Entre o HB20, o HB20S (sedã) e o HB20X (aventureiro), a linha compacta da Hyundai engloba vinte e duas configurações. Os preços partem de R$ 46.690 na versão de entrada do hatch 1.0 12V Flex Sense com câmbio manual de 5 marchas. Em termos de motorizações, os flex 1.0 e 1.6, ambos aspirados, oferecem 80 cavalos e 130 cavalos de potência, respectivamente. O inédito três cilindros 1.0 turbo GDI entrega 120 cavalos de potência. No 1.0 aspirado, o câmbio é o manual de 5 marchas, enquanto o turbo é associado ao automático de 6 velocidades.

Suzuki Jimny Sierra (Foto: Divulgação)

Suzuki Jimny Sierra
Apresentada ao Brasil em outubro, a quarta geração do Jimny, chamada de Sierra no mercado brasileiro, chegou importada do Japão com preços de R$ 103.990 a R$ 122.990. A geração anterior, produzida na cidade goiana de Catalão, continua à venda, por preços de R$ 74.990 a R$ 92.990. O motor 1,5 litro a gasolina do Sierra com 108 cavalos e 14,1 kgfm de torque é totalmente novo e apresenta a inédita opção de transmissão automática de 4 marchas – antes, havia apenas o câmbio manual de 5 velocidades, que continua a ser oferecido. O baixo peso do Sierra – de 1.090 e 1.135 quilos, dependendo da versão – é outra característica que ajuda a ultrapassar terrenos arenosos e lamacentos.

Felpuda


Figurinha está trabalhando intensamente para tentar eleger a esposa como prefeita de município do interior.

Até aí, uma iniciativa elogiável. Uns e outros, porém, têm dito por aí que seria de bom tom ele não ensinar a ela, caso seja eleita, como tentar fraudar folha de frequência de servidores. 

Afinal, assim como ele foi flagrado em conversa a respeito com outro colega, não seria nada recomendável e poderia trazer sérias consequências. Só!