A boa notícia é que os preços dos fertilizantes continuam em movimento de queda aí após o atentamento do plantio da safra americana de primavera e o fim do período de compras pelos Estados Unidos.
As informações são do radar agro do Itaú BBA.
A soja tem uma relação de troca por fertilizante bastante favorável aí, mesmo com a queda de preços do grão, dado que a redução das cotações dos fertilizantes foram mais intensas segundo o pessoal do BBA.
No caso do algodão, a queda do preço fertilizante também favoreceu a relação de troca com algodão, que no início do ano tava acima da média.
Em maio o indicador dos três macronutrientes ficou próximo das mínimas no intervalo médio dos últimos cinco anos.
No caso do milho as cotações dos milhos a queda do milho foi mais intensa e isso prejudicou a relação de troca com os fertilizantes, a relação de troca tem é a pior desde abril o trigo, a sustentação, os preços do trigo, mesmo patamares menores que no início do ano, colaborou para que a relação de troca se mantivesse abaixo da média histórica dos últimos cinco anos.
Arroz, mesmo os mais recentes quedas dos preços de arroz em casca no Rio Grande do Sul, as relações de troca estão atrativas segundo o pessoal do BBA, próximas ou até abaixo da mínima histórica dos últimos cinco anos.
E por fim, o boi mesmo com as recentes quedas no preço do boi gordo em São Paulo, as relações de trocas estão atrativas segundo o pessoal do BBA Itaú, próximos ou até abaixo da mínima histórica dos últimos cinco anos. Isso falei das relações de troca de produtos agrícolas por fertilizantes.
O assunto agora é a cana, até dois mil e quarenta as novas tecnologias a serem disponibilizadas pela ciência da cana podem elevar a produtividade média do setor entre e trinta e três por cento.
Passamos de setenta e cinco toneladas por hectares para cem toneladas por hectare.
A projeção é do centro de tecnologia canavieira o crescimento da produtividade pode gerar pode gerar um adicional de vinte e dois bilhões, milhões de crédito de descarbonização de biocombustíveis no período criada em dois mil e dezessete, a Política Nacional de Biocombustíveis, a chamada RenovaBio, está ajudando o país a atingir as metas de redução das emissões de CO2.
De acordo com o relatório de sustentabilidade do CTC, o aumento da produtividade da cana poderá evitar expansão de cerca de três milhões de hectares de plantio.
Isso representa trinta e seis por cento da área de cana que deve ser colhida no Brasil na atual safra que é de oito vírgula quatro milhões de hectares reduzindo também o consumo de diesel, defensivos e fertilizantes.
Segundo Denise Francisco, diretora financeira de relações com os investidores do CTC, as tecnologias estão focadas no desenvolvimento e melhoramento genético, biotecnologia, solução de plantio de projeto sementes, entre outras técnicas disruptivas para o setor sucroenergético.
Segundo Denise ao desenvolver novas tecnologias que proporcionam maior eficiência na produção de alimentos e energia limpa, o CTC contribui para competitividade e o crescimento sustentável da economia brasileira, reduzindo o impacto ambiental da lavoura de cana e vai investir em sua produtividade com melhores variedades traz muito mais benefício ao meio ambiente.
Olha aí o feijão pode recuperar áreas de plantio com a queda no preço da soja e do milho, produtores podem avaliar melhor o aumento da produção de feijão na próxima safra.
Nos últimos anos as áreas de plantio de feijão vem perdendo espaço ano a ano, gradualmente aí pra soja e milho o Instituto Brasileiro do Feijão Pulses e Coletes Especiais, o IBRAF vem abordando essa questão constantemente e buscando alternativas pra aumentar o plantio de um dos principais itens da cesta básica pros brasileiros que é o feijão porém esse cenário pode mudar nos meses de março e abril desse ano os produtores tanto de soja quanto de milho tiveram maior dificuldade no escoamento da produção, a gente tá vendo aí uma grande safra de milho que vai ser colhida e que vai ter problema de preço e de logística.
Os preços caíram, os estoques tão cheios e é uma grande dificuldade e logística para exportação desses grãos. Consultor de mercado da Brandalise Consulting, Glamir Glandalize, é um especialista aí no ramo de commodities prevê uma tendência positiva para um aumento das áreas de plantio de feijão.
Segundo o Vlamir o mercado de soja e milho tem enfrentado vários fatores negativos como o cenário financeiro econômico internacional, quebra de bancos americanos, banco suíço e a continuidade da guerra e a maior oferta de grãos do leste europeu fazendo cenário recuar bastante.
Segundo ele a queda do preço no Brasil é decorrente da grande oferta, porque o produtor comercializou pouco antecipadamente e oferta se acumulou enquanto a demanda não foi tão grande.
Segundo ele nós estamos trabalhando com as menores cotações dos últimos dois anos.
Lembra que a soja teve uma evolução de três anos seguidos graças ao fato de ser uma cultura com produtividade maior e riscos menores quanto ao feijão apesar do custo de produção ter aumentado se a comercialização da saca do carioca se mantiver entre trezentos e cinquenta e quatrocentos e o do preto entre duzentos e cinquenta e trezentos a cultura se torna bastante competitiva em relação a soja.