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				<title><![CDATA[Estado tem o menor número de queimadas em 27 anos]]></title>
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				<description><![CDATA[De janeiro a julho deste ano, Mato Grosso do Sul registrou 650 focos de calor detectados pelo satélite do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Este número é o menor já registrado para o período de toda a série histórica do órgão, desde 1999. 

Apesar de a série histórica começar em 1998, os dados só começaram a ser contabilizados a partir de junho daquele ano, portanto, só a partir do ano seguinte é que há o somatório completo do período.



O acumulado deste ano é cerca de 24% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando foram 861 focos de calor. O total dos 12 meses de 2025, inclusive, foi o menor, até então, de toda a série histórica, esse sim, desde 1998.

Este ano, nos primeiros sete meses, o mês com o maior acumulado foi julho, com 222 focos ativos. Porém, nos outros meses, apenas em janeiro houve um acumulado superior a 100 focos (111).

A queda pelo segundo ano consecutivo vem após o segundo maior acumulado em toda a série histórica. Em 2024, foram registrados 13.041 focos de calor segundo o Inpe.

Aquele ano foi muito impactado pelos incêndios florestais registrados no Pantanal, que teve a segunda maior área queimada de acordo com o Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais do Departamento de

Meteorologia (Lasa) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), chegando a 2,8 milhões de hectares queimados. Menor apenas do que foi devastado em 2020, quando o fogo chegou a 4,2 milhões de hectares.

Essa melhora pelo segundo ano consecutivo, inclusive, é muito influenciada pelo bioma, que este ano, até segunda-feira, teve apenas 90 mil hectares consumidos pelo fogo.

A chuva também tem colaborado para um bom cenário do Pantanal, como analisa o presidente do Instituto do Homem Pantaneiro (IHP), Ângelo Rabelo.

“Temos enfrentado, no Pantanal, uma série de desafios que as mudanças climáticas vêm impondo. Tivemos dois momentos desafiantes e emblemáticos, em 2020 e 2024, com uma estiagem severa e as ocorrências dos incêndios. Mas a natureza vem gerando momentos para ajudar na recuperação. E neste ano, a despeito dos efeitos que esperamos do El Niño, temos tido momentos de chuva em períodos não comuns”, declarou Rabelo. 

“Mas não podemos abaixar a guarda. O empenho da prevenção mostrou-se extremamente necessário para garantirmos recuperação do que vivemos. Além disso, as instituições vêm em um processo de amadurecimento. O combate aos incêndios é um trabalho que se faz conjunto”, completou o presidente do IHP.

INVESTIMENTOS

Matéria do Correio do Estado publicada em abril deste ano mostrou que as falhas do governo federal em mitigar e combater os prejuízos de incêndios florestais no Pantanal, principalmente em 2024, têm gerado uma intensificação de fiscalizações neste ano, no bioma, o que pode ajudar a explicar os números atuais.

O arrocho na fiscalização, mesmo em período fora de registro de incêndio, gerou inquérito criminal e operação da Polícia Federal (PF), além de autuações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), nas cidades de Anastácio, Aquidauana, Corumbá e Ladário. Até maio, as atuações administrativas ultrapassam R$ 4,7 milhões de investimento contra o fogo.

O Tribunal de Contas da União (TCU) reconheceu que a União não atende a requisitos da Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC) e do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sinpdec) desde 2024, quando o Pantanal foi atingido por intenso fogo e viveu o período mais crítico de estiagem em mais de 100 anos.

Depois de notificado a dar resposta para essas falhas, um dos pontos que sinaliza movimentação é uma maior atuação fiscalizatória, mesmo quando os riscos de incêndios são menores.

O governo de Mato Grosso do Sul suspendeu a queima controlada em todo o Estado, no período entre o dia 1º e o dia 30 de novembro. Nas áreas do Pantanal, a suspensão permanece até o dia 31 de dezembro.

* Saiba 

Como uma forma de evitar novos cenários de devastação, o governo do Estado decretou em junho estado de emergência ambiental em razão da previsão de um super-El Niño atingir Mato Grosso do Sul este ano. A medida é válida por 180 dias.
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 07:45:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Cão farejador encontra 400 cápsulas de cocaína em ônibus interestadual]]></title>
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				<description><![CDATA[Cão farejador, do Batalhão de Choque (BPMChoque), descobriu 409 cápsulas de cocaína (5,18 kg) em um ônibus interestadual, que fazia a rota Corumbá (MS)-São Paulo (SP), na madrugada deste domingo (28), no Posto de Fiscalização Porto XV, na BR-267, em Bataguassu, município localizado a 310 quilômetros de Campo Grande.

O entorpecente estava escondido em uma bolsa preta, que pertencia a uma mulher. Ela foi presa em flagrante.

Conforme apurado pela reportagem, os policiais realizavam patrulhamento tático com emprego de cão farejador na BR-267, quando deram ordem de parada a um ônibus fretado.

Durante a fiscalização no interior do veículo, o cachorro apresentou alteração em seu comportamento diante de uma determinada bolsa de cor preta, indicando a possível presença de substância entorpecente.

Em seguida, os policiais identificaram a proprietária da bagagem. Interrogada pelos militares, ela confessou que iria para São Paulo com a droga e que recebeu o entorpecente de um colombiano em Corumbá (MS) para entregar a um boliviano em São Paulo (SP).

Ela não receberia qualquer quantia pelo transporte, pois possuía uma dívida com o indivíduo, decorrente de um fato anterior, quando foi presa, em setembro de 2025, transportando aproximadamente 10 quilos de cocaína.

A mulher e o entorpecente foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil de Bataguassu, para a adoção das medidas legais cabíveis.

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 14:45:00 -0400</pubDate>
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