Não ter conta corrente, cartão de crédito, cheque especial e limite de crédito parece pouco provável no mundo tecnológico de hoje, onde a cédula de papel tem cada vez mais sido substituída pelo dinheiro de plástico (cartão) e pelas telas de computador – onde se pode comprar e pagar tudo apertando apenas uma tecla.
Guardar dinheiro debaixo do colchão virou coisa de um passado remoto, mas ainda há sim quem consiga viver – e bem – fora do cadastro bancário e desfrutando dos inúmeros serviços que essas instituições oferecem. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 31,2% da população do Centro-Oeste, onde está Mato Grosso do Sul, não tem conta-corrente; os “sem-banco” representam 39,5% dos brasileiros.
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