O orçamento da Capital terá decréscimo de 3% para 2018, conforme previu projeto de Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO).
Na audiência realizada hoje, o secretário explicou que, embora a arrecadação municipal tenha crescido, em torno de 13%, outras importantes receitas, como Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Fundeb (educação) tiveram queda expressiva.
“Enquanto a nossa receita aumentou, os repasses dos governos estadual e federal caíram em torno de 3%. O problema é que elas correspondem a dois terços de toda a nossa receita”. O ICMS recuou 6% e o Fundeb, 3,5%, por exemplo.
CORTES
A administração prevê economizar R$ 10 milhões mensais somente com folha de pagamento, que hoje corresponde a 75% de todos os gastos da máquina. A folha consome em torno de R$ 107 milhões/mês. Deste total, explicou o secretário, 50% é composto por salário-base, que não pode ser alterado. Os outros 40% são rubricas, gratificações benefícios, adicionais, etc, conquistados por cada categoria.
A prefeitura também prevê enxugamento do custeio da máquina e revisão e economia com alguns contratos com prestadoras de serviços. Em alguns casos, a meta é reduzir o valor em até 20%.