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PREÇO DOS COMBUSTÍVEIS

Superintendente do Procon é ameaçado, polícia vai investigar

Marcelo Salomão denunciou ameaças que recebeu à Polícia Civil
20/02/2020 11:28 - Eduardo Miranda, Ricardo Campos Jr


 

Um dia depois de ir ao Ministério Público de Mato Grosso do Sul para subsidiar investigação de cartel dos postos de combustíveis em Mato Grosso do Sul, o superintendente do Procon-MS (Superintendência Estadual de Orientação e Defesa do Consumidor), Marcelo Salomão, desta vez foi à Polícia Civil registrar boletim de ocorrência por ameaça. Ele diz ter sido ameaçado na semana passada, e chegou a ser perseguido por uma motocicleta. Coincidentemente, o órgão que comanda deu início a uma ofensiva para impedir abuso nos preços na semana passada.

Salomão foi à Delegacia Especializada de Proteção ao Consumidor (Decon) registrar o boletim, logo depois que os peritos criminais estiveram na sede do órgão que ele comanda. Na madrugada desta quinta-feira (20), criminosos entraram no cartório do Procon e furtaram um computador com dados da próxima pesquisa de preços. Bandidos romperam o teto do local. 

"Já fiz fiscalizações importantes, em vários segmentos do mercado que praticavam irregularidades, e ameaças como estas nunca ocorreram antes", comentou. 

A blitz do Procon começou no dia 12 deste mês, quando as alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da gasolina e do etanol foram alteradas. A gasolina, cujo ICMS passou de 25% para 20%, ficou mais cara. Mas o etanol, que teve a alíquota reduzida de 25% para 20%, em vez de ter o preço reduzido, subiu nas bombas.  

Nas vistorias dos fiscais do Procon, além do suposto abuso nos preços e indícios de preços combinados, também foram encontradas outras irregularidades, como a comercialização de produtos vencidos, por exemplo.  

Além da fiscalização nos postos. Neste mês de fevereiro o Procon também foi incisivo com as empresas credenciadas para estampar placas Mercosul.

 
 

Felpuda


Lideranças de alguns partidos estão fazendo esforço da-que-les para fechar chapa com o número exigido por lei de 30% do total de vagas para as mulheres. Uma dessas legendas, por exemplo, tenta mostrar a “felicidade” das suas pré-candidatas, mas teme o fracasso, tendo em vista que o “chefe maior” é aquele que já mandou mulheres calarem a boca e disse também que a importância da sua então esposa na campanha eleitoral era porque apenas “dormia com ele”. Ô louco!