Economia

NA HORA DA COMPRA

Brasileiro se preocupa com atendimento

Brasileiro se preocupa com atendimento

infomoney

02/02/2011 - 17h15
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Quem acredita que os consumidores consideram o preço o item mais importante na hora de comprar roupas está enganado. Uma pesquisa realizada pelo Iemi (Instituto de Estudos e Marketing Industrial), com 3.300 pessoas de todas as classes sociais de diferentes estados, revela que 51% dão preferência para o atendimento.

Em seguida, aparecem variedade de produtos, descontos e promoções, facilidades de pagamento e qualidade. O preço dos produtos ocupa apenas o nono lugar do ranking.

Motivos para não comprar
Se o bom atendimento é principal motivo para o consumidor de vestuário, o contrário também é verdadeiro. De acordo com o estudo, 76,4% dos entrevistados declararam que rejeitam um estabelecimento se o atendimento não for bom. Esta razão independe do poder de compra.

Entretanto, este quesito é ainda mais valorizado pelos consumidores das classes D e E, que normalmente já se sentem marginalizados quando têm a intenção de comprar em lugares mais sofisticados. Já para as classes A e B, além do atendimento, o que faz com que este público não retorne ao local é o preço acima da concorrência, não dar descontos, não fazer trocas, além de ter vendedoras que atendem de maneira invasiva.

“Apesar de terem poder de compra, gostam de comparar os preços e vantagens para não pagarem mais caro pelo produto”, afirma diretor do instituto, Marcelo Villin Prado.

Onde os consumidores compram
Os dados indicam ainda que as loja respondem por 90,9% das vendas do varejo para todos os perfis de consumidores de vestuário. Em seguida, estão as revendedoras (6,4%) e a internet (2,8%), que está se expandindo rapidamente, principalmente com produtos de promoção.

Na análise de todos os perfis, as compras são feitas basicamente perto de casa ou no centro da cidade. Além disso, 49,3% dos entrevistados afirmaram que compram na mesma loja somente de vez em quando.

Para os consultores do Iemi, apesar de preferir as lojas, os consumidores gostam de ter várias opções de escolha. Já comprar de revendedora é considerado mais cômodo e mais barato. Entretanto, apenas 26,6% dos entrevistados optam por este tipo de compra.

Outros motivos de adesão para o canal de venda direta é a qualidade dos produtos, confiança na revendedora, pagamento sem burocracia e a possibilidade de escolher produtos adequados para cada perfil.

Sobre a pesquisa
Para checar a estes dados, foram entrevistados 3.300 consumidores voluntários de ambos os sexos, de todas as classes sociais e diferentes estados. Para uma análise mais precisa das preferências, necessidades e motivações levadas em conta na hora da compra, o foco foi a última compra realizada. Os dados foram ponderados de acordo com o potencial de gasto com o vestuário por poder de compra, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
 

RELAÇÃO COMERCIAL

China amplia negócios com Mato Grosso do Sul e consome quase 48% da produção local

Com a habilitação de cinco novos frigoríficos, Estado passou a ter 11 plantas exportadoras de carne para o mercado asiático

20/06/2024 08h30

China negócios com Mato Grosso do Sul

China negócios com Mato Grosso do Sul Reproduzido por IA

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A China já era o principal destino de exportação da produção sul-mato-grossense, mas ampliou a participação de 42,4% para 47,8% no intervalo de um ano, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Em relação ao montante negociado, a alta foi de 4,7%. De janeiro à maio de 2023 foram negociados R$ 10,213 bilhões (US$ 1,874 bilhão) com o país asiático, já nos cinco meses de 2024 o montante passou a R$ 10,687 bilhões (US$ 1,961 bilhão). 

Já o aumento em quantidade de produtos enviados ao mercado exterior foi expressivo de 23,83% no mesmo período. Nos primeiros cinco meses do ano passado, Mato Grosso do Sul enviou 3,694 milhões de toneladas à China, enquanto no mesmo período de 2024 foram 4,574 milhões de toneladas comercializadas com o país. 

A diversificação dos produtos exportados explica o sucesso das vendas externas neste ano, mesmo em um período de preços das principais commoditties, como a soja, o milho e a carne bovina, em baixa no mercado internacional.

De acordo com o economista do Sindicato Rural de Campo Grande (SRCG), Staney Barbosa Melo, reforça que o aumento nas exportações, ocorreu em razão do preço baixo e do estoque que o produtor montou para aguardar cotações melhores.

“Com isso, os chineses estão aproveitando o momento de preços baixos para aumentarem seus estoques, o que de certa forma contribui para amortecer essa queda nos preços do grão que tanto prejudica o setor”, detalha.

Outro fator que ajudou a ampliar a participação chinesa na balança comercial de Mato Grosso do Sul foi a ampliação da habilitação de plantas frigoríficas aptas a comercializarem carne bovina para o país. Conforme publicado pelo Correio do Estado em março deste ano, a China habilitou 38 novos frigoríficos e entre eles cinco de MS. Com isso, o Estado tem 11 indústrias habilitadas.

O Estado foi o que mais se beneficiou das novas habilitações entre todas as unidades da federação, afirmou o secretário de Comércio e Relações Internacionais, Roberto Perosa, à época.

 “Mato Grosso do Sul antes tinha, do seu rebanho e dos seus frigorificos “sifados”, 11% de capacidade do abate para ser exportado para a China. Isso [porcentual] está passando para 57%. Isso é um incremento gigantesco nas possibilidades de exportação do MS, e por isso também ele foi o Estado que mais cresceu”.

Em 12 de abril, o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), esteve em Campo Grande para fazer o envio simbólico da carne bovina ao país asiático e selar a ampliação dos negócios. 

BALANÇA COMERCIAL

Dados da Carta de Conjuntura da Coordenação de Economia e Estatísticas da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc) apontam que a balança comercial de Mato Grosso do Sul registrou superávit de US$ 2,936 bilhões (R$ 16 bilhões) nos cinco primeiros meses deste ano.

Ainda segundo o levantamento, as exportações somaram US$ 4,104 bilhões de janeiro a maio, redução de 7%, em relação ao mesmo período do ano passado quando foram negociados US$ 4,412 bilhões. 
Apesar de as exportações terem recuado, as importações também diminuiram 13,8%, saindo de US$ 1,354 bilhão no ano passado e totalizando US$ 1,168 bilhão no acumulado de 2024.

Em relação aos principais produtos exportados, a soja apareceu em 1º lugar no ranking, com 27,56% do total comercializado e montante de US$ 1,131 bilhão no ano. O segundo produto da lista foi a celulose, sendo responsável por 15,16% da pauta de exportações e movimentação de US$ 622,242 milhões. 

Com a abertura de novas plantas frigoríficas, a carne bovina já aparece em destaque como terceiro maior no ranking de produtos exportados e com alta de 23,57% no volume negociado. Saindo de US$ 281,220 milhões comercializados em 2023 para US$ 347,501 milhões nos cinco meses deste ano. 

Nas importações, o gás natural destaca-se, compondo 44,47% das importações totais, seguido por adubos (9,28%) e cobre (6,77%).

O titular da Semadesc, Jaime Verruck, analisa que apesar do recuo nas vendas de produtos tradicionais como a soja, o Estado mantém uma estabilidade relativa na balança com outros produtos como a celulose e o minério. 

“Este ano a agricultura teve um forte recuo na produção que se refletiu na balança comercial de produtos. Por outro lado, temos percebido um avanço na agregação de valor a nossas matérias primas e consequentemente o crescimento na venda destes produtos”, destacou.

Saiba

Três Lagoas mantém a liderança como maior município exportador de MS, com 23,06% do total das exportações.  Na sequência aparecem Dourados (8,42%) e Antônio João (5,17%).

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LOTERIA

Mega-Sena sorteia nesta quinta-feira prêmio acumulado em R$ 60 milhões

Sorteio será realizado a partir das 20h, no horário de Brasília

20/06/2024 08h15

Foto: Arquivo

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As seis dezenas do concurso 2.739 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O sorteio terá a transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 60 milhões.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.

Quina de São João

As apostas para a Quina de São João, com prêmio estimado em R$ 220 milhões, estão sendo feitas, em qualquer volante da Quina, nas casas lotéricas de todo o país e pelo aplicativo Loterias Caixa e no portal Loterias Caixa. O sorteio do concurso 6.462, será realizado no próximo sábado, dia 22 de junho.

Cada aposta simples custa R$ 2,50. Para jogar, basta marcar de cinco a 15 números dentre os 80 disponíveis no cartão. Quem quiser, também pode deixar para o sistema escolher os números, opção conhecida como Surpresinha. Ganham prêmios os acertadores de dois, três, quatro ou cinco números.

Assim como em todos os concursos especiais das Loterias Caixa, a Quina de São João não acumula. Se não houver ganhadores na faixa principal, com acerto de cinco números, o prêmio será dividido entre os acertadores da 2ª faixa (quatro números) e assim por diante, conforme as regras da modalidade.

Caso apenas um apostador leve o prêmio da Quina de São João e aplique todo o valor na poupança, receberá mais de R$ 1,2 milhão de rendimento no primeiro mês.

A pessoa também tem a opção de realizar apostas em grupo com o Bolão Caixa. Os apostadores da Quina podem preencher o campo próprio no volante ou comprar uma cota dos bolões organizados pelas unidades lotéricas.

A novidade é que agora as cotas de bolão organizadas pelas lotéricas também podem ser adquiridas no portal Loterias Online com tarifa de 35% do valor da cota.

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