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ALTA DE 6,54%

Após retração em fevereiro, cesta básica de Campo Grande é a mais cara do País em março

Tomate foi o vilão, com aumento de 58,44%
30/03/2020 15:17 - Glaucea Vaccari


 

Depois de registrar a maior retração do País em fevereiro (-2,75%), a cesta básica de Campo Grande teve o maior percentual de aumento entre as capitais do Brasil no mês de março, com alta de 6,54%.Pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgada nesta segunda-feira (30), traz dados até o dia 18 de março, quando o levantamento foi suspenso por conta da pandemia de coronavírus.

Conforme a pesquisa, a cesta teve custo de R$ 474,53, o que representa aumento de R$ 29,13 em relação ao valor desembolsado para aquisição dos alimentos no mês de fevereiro, que foi de R$ 445,40.

A majoração foi puxada pelo tomate, que ficou 58,44% mais caro. Também foi registrada alta nos preços da batata (23,35%), banana (14,19%), arroz (8,48%), leite (7,10%), açúcar cristal (5,08%), farinha de trigo (1,65%), manteiga (1,08%), óleo de soja (0,93%) e carne bovina (0,24%)

Deflação aconteceu nos valores do pão francês, cujo preço médio passou de R$ 11,13 para R$ 10,87, variação de -2,34%; e no feijão carioquinha, que passou de R$ 5,45 para R$ 5,43, queda de -0,37%.

Café não apresentou variação, permanecendo o preço médio de 500 gramas do produto na casa dos R$ 7,09.  

No ano, a cesta básica vendida em Campo Grande acumula alta de 5,43%. Apesar da cesta de Campo Grande ter tido a maior variação percentual no mês, o conjunto de alimentos da Capital foi o 8º mais acessível em reais.  

A cesta básica familiar, com itens que podem suprir uma família composta por dois adultos e duas crianças, apresentou custo de R$ 1.423,59, aumento de R$ 87,39 na comparação com o mês anterior.

 

Felpuda


Devidamente identificadas as figurinhas que agiram “na sombra” em clara tentativa de prejudicar cabeça coroada. Neste segundo semestre, os primeiros sinais começarão a ser notados como reação e “troco” de quem foi atingido. Nos bastidores, o que se ouve é que haverá choro e ranger de dentes e que quem pretendia avançar encontrará tantos, mas tantos empecilhos, que recuar será sua única opção na jornada política. Como diz o dito popular: “Quem muito quer...”.