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MATO GROSSO DO SUL

Com prazo acabando, mais de 147 mil ainda não declararam imposto de renda

Em Ms, foram entregues 297 mil declarações, de um total esperado de 445 mil
21/06/2020 14:01 - Glaucea Vaccari


 

Prazo para entregar a declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física 2020 termina no dia 30 de junho e mais de 147 mil sul-mato-grossenses ainda não entregaram o documento à Receita Federal.

Declaração começou a ser recebida no dia 2 de março e, até este domingo (21), a Receita recebeu 297.691 declarações em Mato Grosso do Sul. Estimativa é receber declaração de 445 mil contribuintes.

Em Campo Grande já prestaram contas ao Leão 123.082 pessoas. Já em Dourados,  28.053 contribuintes declararam o IRPF. Em Três Lagoas foram  17.298 e em Corumbá 10.386.

No Brasil, o número de transmissões chegou a 21.299.584 milhões. Estimativa é chegar a 32 milhões.

Prazo inicial para declarar o imposto de renda terminaria em 20 de abril, mas foi estendido em mais dois meses devido à pandemia do coronavírus, para atender contribuintes confinados em casa que estavam com dificuldades para conseguir documentos.  

O programa gerador da declaração está disponível no site da Receita Federal. Quem optar por dispositivos móveis, como tablets ou smartphones, poderá baixar o aplicativo Meu Imposto de Renda nas lojas Google Play, para o sistema operacional Android, e na App Store, para o sistema operacional iOS.

O Imposto de Renda deve ser declarado obrigatoriamente por quem recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano passado, o equivalente a R$ 2.196,90 por mês, incluído o décimo terceiro. A multa por atraso de entrega é estipulada em 1% ao mês-calendário até 20%. O valor mínimo é R$ 165,74.

Quanto aos lotes de restituição, o primeiro, dos cinco lotes, foi antecipado para 30 de maio e pagou R$ 28.065.652,83 a 11.407 contribuintes em Mato Grosso do Sul.

* Colaborou Bruna Aquino

 

Felpuda


É quase certo que a aposentadoria deverá ocorrer de maneira mais rápida do que se pensava em determinado órgão. O que deveria ser a tal ordem natural dos fatos acabou sendo atropelada por acontecimentos considerados danosos para a imagem da instituição. Os dias estão passando, o cerco apertando e já é praticamente unanimidade de que a cadeira terá de ter substituto. Mas, pelo que se ouve, a escolha não deverá ser com flores e bombons de grife.