Depois de uma semana de movimento fraco, a véspera do Dia das Mães foi de grande volume de pessoas circulando no Centro de Campo Grande, mas com poucas sacolas nas mãos. O cenário confirma pesquisa feita Federação do Comércio de MS (Fecomércio) e a Fundação Manoel de Barros, que apontou previsão de queda de, em média, 14,3% no faturamento da data no Estado, frente o ano passado, reduzindo de R$ 222,2 milhões, para 190,4 milhões.
“Está mais para Dia da Madrasta da Branca de Neve do que para Dia das Mães. Conversei com muitos lojistas e é unânime: todos estão reclamando das vendas fracas”, disse o presidente da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), Omar Aukar.
Apesar da brincadeira com o nome da data, ao tratar do assunto o representante demosntra preocupação, já que esta é considerada a segunda melhor data lucrativa para o varejo, perdendo apenas para o Natal. “Os empresários, por conta disso, investiram em estoques maiores e, mesmo sem vendê-los, agora terão que pagar a conta”, pondera Aukar.
A expectativa inicial do segmento era de crescimento nas vendas entre 5,5% e 7,5% frente o ano passado, porém, por conta do endividamento das famílias e desaquecimento da economia, o comércio deve fechar a data vendendo pelo menos 13% menos e, em alguns casos, até atingindo até 20% de decréscimo.
Leia mais no jornal Correio do Estado

