Economia

EMPREGO

Concursos com inscrições abertas oferecem 671 vagas
e salário até R$ 7,4 mil

O Portal Correio do Estado selecionou as principais informações de cada oportunidade

GABRIEL MAYMONE

17/01/2016 - 15h30
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Concursos públicos com inscrições abertas somam 671 vagas em Mato Grosso do Sul. Dentre as oportunidades estão órgãos federais, estaduais e municipais. Os salários podem chegar a R$ 7,4 mil no INSS.

O Portal Correio do Estado selecionou as principais informações e editais dos concursos. Confira:

INSS

Um dos mais esperados pelos concurseiros, o órgão federal seleciona profissionais para dois cargos: Analista de Seguro Social (nível superior) e técnico do seguro social (médio).

Para o cargo de Analista de Seguro Social com formação em serviço social - cuja remuneração é de R$ 7.496,09 - são sete vagas (Aquidauana, Jardim, Coxim, Paranaíba, Dourados, Ponta Porã).

Para técnico do seguro social - cuja remuneração é de R$ 4.886,87 - são 12 vagas (Duas em Campo Grande e Corumbá, e uma em Costa Rica, Sidrolândia, Miranda, Cassilândia, Dourados, Ivinhema, Iguatemi e Amambai).

Para realizar a inscrição os candidatos devem acessar o site da empresa organizadora, www.cespe.unb.br, a partir das 10h do dia 4 de janeiro de 2016, até às 23h59 do dia 22 de fevereiro de 2016, considerando o horário oficial de Brasília - DF. As taxas cobradas pela participação custam R$ 65,00 e R$ 80,00, e o pagamento deve ser efetuado por meio da Guia de Recolhimento da União (GRU).

EDITAL

IBGE

Ao todo, são 460 vagas para nível médio em todo o país e 140 para nível superior. Os salários variam entre R$ 3.098,85 e R$ 8.734,88, conforme os valores de gratificação ofertados em cada cargo. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais.

As inscrições ocorrem de 4 a 28 de janeiro de 2016, pelo site da organizadora, www.fgvprojetos.fgv.br, mediante o preenchimento do formulário disponível na página eletrônica, e pagamento das taxas nos valores de R$ 49,00 ou R$ 69,00, por GRU. Podem participar profissionais com ensino médio.

Em MS, são seis vagas para Técnico em Informações Geográficas e Estatísticas .

EDITAL 01

EDITAL 02

AGEPEN

Com objetivo de preencher 438 vagas, o concurso da Agepen contempla as áreas de Segurança e Custódia (307 vagas); Administração e Finanças (87 vagas); e Assistência e Perícia (44 vagas). A remuneração é de R$ 2.940,00.

Podem participar candidatos que sejam graduados em curso de nível superior nas áreas discriminadas no edital, tenham na data da posse idade mínima de 21 anos completos e, no máximo, 40 anos completos; altura mínima de 1,60m, além de outros requisitos.

A inscrição deve ser realizada somente via Internet, no endereço eletrônico www.fapems.org.br, a partir das 8h do dia 11 de janeiro de 2016, até às 17h do dia 08 de março de 2016. Não esqueça de efetuar o pagamento da taxa de participação no valor de R$ 183,20.

EDITAL

SANESUL

Os cargos são de Operador de Tratamento de Água (3) e Operador de Subestação (2), e os salários de R$ 2.182,60, considerando a jornada de 180 horas mensais e a formação de nível médio.

O prazo para as inscrições do processo seletivo vai até o dia 20 de janeiro.

As atividades serão exercidas nos municípios de Bonito (distrito de Águas de Miranda), Miranda, Sete Quedas e Corumbá.

Os pedidos de participação serão recebidos na Gerência de Desenvolvimento de Pessoas - GEDEP da Sanesul, situada na Rua Dr. Zerbini, nº 421, Chácara Cachoeira, Campo Grande - MS.

EDITAL

FUNDAÇÃO DE SAÚDE DE DOURADOS

São 174 vagas para profissionais com níveis médio e superior nas funções de Fonoaudiólogo (1), Técnico em Imobilização Ortopédica (1), Técnico em Banco de Sangue (2) e Técnico de Enfermagem (170).

As remunerações podem variar R$ 1.010,00 a R$ 2.520,00, para atuar em jornadas semanais de 44 horas.

As inscrições devem ser realizadas até o dia 26 de janeiro de 2016, pelo site www.fapec.com. As taxas de inscrição custam entre R$ 70,00 e R$ 100,00.

EDITAL

Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Paranaíba (Previm)

Há oportunidades de níveis Alfabetizado, Médio e Superior, nas especialidades Administrativa (1 vaga); Contabilidade (1 vaga); Advocacia (1 vaga); Agente Administrativo (2 vagas); Atendente (1 vaga); e Auxiliar de Serviços Diversos (1 vaga).

As remunerações podem variar de R$ 788,00 a R$ 2.667,49, pelo desempenho de atividades em jornadas diárias de 4h ou 8 horas.

Para participar, acesse o site da empresa organizadora do certame, www.valeconsultoriaeassessoria.com de 4 de janeiro de 2016 ao dia 4 de fevereiro de 2016, mediante o pagamento das taxas de R$ 50,00, R$ 70,00 e R$ 120,00, via boleto bancário.

CÂMARA DE IGUATEMI

Estão abertas 9 vagas para as funções de Zelador (2 vagas) ou Auxiliar de Serviços Diversos (2 vagas). Há também oportunidades com o Ensino Médio, como Assistente Administrativo (4 vagas) e Motorista (1 vaga).

Os salários variam entre R$ 800,00 e R$ 1.200,00, correspondentes a jornadas semanais de trabalho de 40h.

Acesse o site www.valeconsultoriaeassessoria.com e se inscreva para este Concurso Público, no período de 4 de janeiro de 2016 a 18 de fevereiro de 2016. Em seguida, a taxa de participação entre R$ 40,00 e R$ 70,00 deve ser paga por meio de boleto bancário.

RESULTADOS

Alckmin vê com bons olhos dados de produção agroindustrial de abril

Produção agroindustrial registrou expansão de 12,1%, se comparado ao mesmo mês de 2023

23/06/2024 08h12

Produção agroindustrial de 12,1% corresponde ao maior crescimento para abril desde 2013.

Produção agroindustrial de 12,1% corresponde ao maior crescimento para abril desde 2013. Arquivo/Correio do Estado

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Dados divulgados pelo Centro de Estudos do Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (FGV Agro) foram vistos com "bons olhos" pelo então vice-presidente, Geraldo Alckmin, que manifestou contentamento pelas redes sociais.

Ainda ontem (22), Alckmin foi até o antigo twitter publicar imagens das tabelas da FGV e apontar: 

“A agroindústria brasileira teve o melhor mês de abril em dez anos e o melhor quadrimestre desde 2018”, escreveu, em seu perfil na rede social X.

Alckmin destacou que alimentos e bebidas tiveram maior crescimento de toda a série histórica, sendo 13,2%, enquanto biocombustíveis anotaram aumento de 27,4%, enquanto nos produtos têxteis o aumento foi de 14,5%.

“Fortalecer a nossa agroindústria é compromisso do presidente Lula, pois significa agregar valor aos nossos produtos, gerando emprego e renda, e reduzir a insegurança alimentar”, escreveu o vice-presidente.

Entenda

Conforme dados da FGV Agro, referentes a abril de 2024, mostram que a produção agroindustrial registrou expansão de 12,1%, se comparado ao mesmo mês de 2023, o que corresponde ao maior crescimento para abril desde 2013.

“Ao contrário do que ocorreu em março, o número de dias úteis de abril foi maior em 2024 do que em 2023 – isso, certamente, contribuiu para o resultado positivo do mês”, avaliou a entidade.

Se comparado a março de 2024, a agroindústria também mostrou expansão, de 0,8%, já considerando os ajustes sazonais.

Diante desse balanço, até abril de 2024, a produção agroindustrial acumula alta de 4,1% frente ao mesmo período de 2023 e o melhor primeiro quadrimestre para a agroindústria desde 2018.

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ECONOMIA

Total de sindicalizados em 2023 alcança menor patamar desde 2012

Na comparação com 2022, houve queda de 7,8%

22/06/2024 21h00

Foto: CNI / José Paulo Lacerda

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O total de sindicalizados no Brasil registrou, em 2023, o menor patamar desde 2012. É o que aponta o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua - Características Adicionais do Mercado de Trabalho 2023. O levantamento, divulgado nesta sexta-feira (21), no Rio de Janeiro, indica que 8,4 milhões de trabalhadores tinham filiação a alguma entidade sindical no último ano.

A primeira edição do estudo que apurou esses dados ocorreu em 2012. O número de 2023 indica, portanto, o menor contingente de sindicalizados registrado pelo IBGE em um ano. Em comparação com 2022, houve uma queda de 7,8%, o que representa 713 mil filiados a menos. Essa redução atinge todos os segmentos da ocupação, sejam públicos ou privados.

O primeiro levantamento - realizado em 2012 - constatou 14,4 milhões de trabalhadores sindicalizados. Na época, eles representavam 16,1% do total de pessoas ocupadas. Os dados de 2023 indicam que, ao longo de uma década, a sindicalização perdeu quase metade de sua força entre os trabalhadores. No ano passado, apenas 8,4% das pessoas ocupadas possuíam filiação sindical.

Em toda a série histórica apurada pelo IBGE, apenas em dois anos houve alta na comparação com o ano anterior: em 2013 e em 2015. Desde 2016, portanto, a sindicalização enfrenta sucessivas quedas. Esse cenário ocorre mesmo com a recuperação do mercado de trabalho nos últimos anos, após um período de retração. Em 2023, a população ocupada somou 100,7 milhões, o maior patamar desde 2012.

Reforma trabalhista

Pesquisadores do IBGE envolvidos no levantamento consideram que a implementação da última reforma trabalhista - através da Lei Federal 13.467/2017 - pode ter influência sobre a queda do número de associados aos sindicatos, tendo em vista que a contribuição sindical se tornou facultativa e houve uma intensificação de contratos mais flexíveis.

Segundo eles, a análise dos dados deve levar em conta mudanças na forma de inserção no mercado de trabalho, que envolve alternativas de ocupação que não passam pela carteira assinada e também o aumento da informalidade.

Um crescimento de contratos temporários tem sido registrado, por exemplo, em áreas como administração pública, educação, saúde humana e serviços sociais. Também chamam atenção dos pesquisadores que atividades que tradicionalmente registram maior associação sindical, como a indústria, vêm retraindo sua participação total no conjunto de trabalhadores.

As maiores taxas de sindicalização em 2023 foram registradas entre empregados no setor público: 18,3% do total estavam vinculados a alguma entidade. Mesmo entre esses trabalhadores, no entanto, houve queda: eram 19,9% em 2022 e 28,1% no início da série histórica em 2012. Já as menores coberturas sindicais estavam entre os empregados no setor privado sem carteira assinada (3,7%) e os trabalhadores domésticos (2,0%).

Atividades

No recorte por atividades, o grupamento de transporte, armazenagem e correio foi o setor que registrou a maior queda na taxa de sindicalização na comparação entre 2012 e 2023. A redução foi de 12,9 pontos percentuais, saindo de 20,7% para 7,8%. Uma hipótese levantada pelos pesquisadores do IBGE é de que o surgimento dos motoristas por aplicativos tenha contribuído para elevar a informalidade na atividade de transporte, impactando na sindicalização desse grupamento.

Na sequência, aparece a indústria geral: os sindicalizados, que eram 21,3% do total de trabalhadores, passaram a ser 10,3%. Uma queda de 11 pontos percentuais. O terceiro maior recuo foi anotado no grupamento de administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais. A proporção de associados aos sindicatos caiu de 24,5% para 14,4%. São 10,1 pontos percentuais a menos.

Outro grupamento que também acusou queda significativa entre 2012 e 2023 é o de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura. São atividades que historicamente registram grande participação dos sindicatos de trabalhadores rurais. Ao longo do período, a proporção de sindicalizados saiu de 22,8% para 15%.

Os pesquisadores observam que as taxas de sindicalização não estão associadas necessariamente ao tamanho da população ocupada. Segundo eles, deve-se observar a forma de atuação dos trabalhadores, bem como as relações trabalhistas mais comuns em cada setor. Um exemplo é o comércio. Embora reúna 18,9% das pessoas ocupadas no país, é um setor sem tradição de sindicalização. Os dados de 2023 mostram que apenas 5,1% desse contingente está associado a algum sindicato.

Gênero e região

O levantamento também apresentou um recorte de gênero. No país, 8,5% dos homens ocupados possuem filiação sindical. Entre as mulheres, a proporção é de 8,2%. Em duas regiões, contrariando a tendência nacional, a taxa de sindicalização em 2023 foi maior entre a população ocupada feminina.

No Nordeste, 10,1% delas encontram-se vinculadas a algum sindicato, contra 9,1% entre os trabalhadores do sexo masculino. No Sul, a taxa é de 9,5% entre as mulheres e de 9,3% entre os homens.

Tradicionalmente, as duas regiões são também as que registram os maiores percentuais totais de sindicalização. No Nordeste, 9,5% da população ocupada tinha vínculo como alguma entidade em 2023. No Sul, a taxa era de 9,4%. No entanto, na comparação com 2022, elas tiveram os maiores recuos entre todas as regiões do país.

*Com informações da Agência Brasil

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