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TRANSPORTE TERRESTRE

Hidrovia para na Bolívia desde setembro e gera congestionamento na fronteira com Corumbá

Sem via fluvial, rodovia passou a ser única opção e impacto econômico chega a US$ 100 milhões
21/10/2021 14:26 - Rodolfo César


A Rodovia Romão Gomes, em Corumbá, e a BR-262, vias terrestres que ligam a Bolívia a Mato Grosso do Sul, devem registrar nos próximos dias um novo volume grande de caminhões. Isso porque o transporte de soja, ureia, couro, carne, combustível entre outros produtos deixaram de ser escoados pela hidrovia do rio Paraguai entre Bolívia e Brasil. 

Com isso, a fronteira entre Puerto Quijarro e Corumbá passou a ser mais demandanda por meio terrestre, o que está gerando congestionamento do lado boliviano.

 A fila de veículos ultrapassa o 1,5 km desde esta quarta-feira (20), com espera de mais de um dia para despacho aduaneiro.

Conforme apurado, a Hidrovia Paraguai-Paraná (HPP) deixou de ser uma opção de transporte para produtos vindos da Bolívia para o Brasil e deve causar um impacto de US$ 100 milhões, que é valor estimado a ser transportado até janeiro de 2022. 

Por meio terreste, o custo das empresas aumenta. O sistema hidroviário no Brasil é uma das principais vias para o comércio exterior da Bolívia realizar a exportação via Oceano Atlântico. 

A ferrovia na Bolívia está em funcionamento, mas sua utilização no Brasil não está adequada porque a Malha Oeste segue sem condições de uso comercial contínuo.

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