Economia

ENERGIA ELÉTRICA

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Consumo deve ter menos de 8% de crescimento

Consumo deve ter menos de 8% de crescimento

AGÊNCIA BRASIL

22/12/2010 - 16h13
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Sondagem divulgada hoje (22) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) mostra que o consumo de energia elétrica no Brasil cresceu 4% em novembro, acumulando, no ano, alta de 8,1%. “É um crescimento bastante expressivo”, analisou em entrevista à Agência Brasil o presidente da EPE, Maurício Tolmasquim. Ele estimou que, em 2010, o crescimento do consumo deverá ficar um pouco abaixo de 8%.

No que diz respeito ao consumo residencial, ele destacou que o aumento está sendo puxado pelas regiões Nordeste e Norte. “Só na Região Nordeste, no ano, o consumo cresceu 12%, o que é significativo”. Tolmasquim informou que o crescimento do consumo no Nordeste está relacionado ao aumento de ligações oriundas do programa federal de universalização do acesso à rede elétrica Luz para Todos, além do aumento da renda da população.

O consumo residencial nacional evoluiu 3,9% em novembro em comparação ao mesmo mês de 2009, apesar da influência de temperaturas mais amenas no Sudeste e no Sul.

No setor industrial, Tolmasquim observou que houve também manutenção do alto nível da atividade, com expansão de 6,2% em relação ao consumo de novembro do ano passado. Disse que as regiões que mais expandiram o consumo foram a Norte, puxada pelo Polo Industrial de Manaus, e a Nordeste, onde “está havendo expansão do consumo, sobretudo devido ao crescimento das indústrias têxtil e de minerais não metálicos”.

Ele descartou a necessidade de expandir a oferta para evitar desabastecimento de energia no curto prazo. “Nos próximos dez anos, nós estaremos com uma situação muito tranquila, porque já contratamos mais de 70% do necessário para atender ao crescimento do consumo de energia elétrica no Brasil”.

Grande parte das usinas hidrelétricas contratadas já se acha em fase de construção, caso de Jirau e Santo Antonio (RO), ou está perto de ter as obras iniciadas, como a Usina de Belo Monte (PA).

CPF NA NOTA

Nota Premiada sorteia R$ 300 mil nesta quinta-feira em Mato Grosso do Sul

Sorteio é realizado mensalmente para consumidores que pedirem CPF nas notas de compras

29/02/2024 11h01

Sorteio é realizado todos os meses para quem pediu o CPF na nota de compras Foto: Arquivo

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A Nota MS Premiada sorteará R$ 300 mil nesta quinta-feira (30) para consumidores de Mato Grosso do Sul, através das dezenas do concurso da Mega-Sena.

Concorrem ao prêmio consumidores que pediram a inclusão do CPF nas notas de compras feitas no mês de janeiro no comércio de todo o Mato Grosso do Sul.

O prêmio total é de R$ 300 mil. Deste valor, R$ 100 mil é dividido para os contribuintes que fizerem a sena e R$ 200 mil ficam entre aqueles que fizeram a quina. 

O sorteio é sempre no mês posterior à emissão da nota fiscal. Ou seja, as notas emitidas em janeiro concorrem em fevereiro, as emitidas em fevereiro concorrem em março, e assim sucessivamente. 

Não havendo sorteio do concurso da Mega-Sena no dia especificado no calendário, devem ser utilizadas as dezenas sorteadas no concurso da Mega-Sena imediatamente seguinte.

O consumidor pode acompanhar todo o processo, como as dezenas geradas, datas e conferir se foi contemplado pelo site do Nota MS Premiada.

Não há necessidade de guardar os cupons fiscais das compras realizadas.

A participação nos sorteios do programa é automática a todos que pedem a inclusão do CPF.

Como participar

Para participar basta pedir a inclusão do CPF nas notas de compras.

Com isso, oito dezenas que permitem concorrer ao sorteio mensal são emitidas automaticamente.

O sorteio é realizado sempre no mês posterior à emissão da nota fiscal, ou seja, as notas emitidas em agosto concorrem em setembro, por exemplo.

Lista com o CPF dos ganhadores é divulgada no site do programa, até o terceiro dia útil subsequente à realização de cada sorteio.

A Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) de Mato Grosso do Sul não faz a comunicação aos premiados e o consumidor deve estar atento para conferir suas dezenas. 

Para saber se foi o contemplado, basta digitar o CPF no campo indicado.

Ganhadores devem efetuar um cadastro e informar os dados bancários até o dia 15 do próximo mês, para que o pagamento seja realizado até o dia 20.

Se o cadastramento e a validação forem feitos do dia 16 em diante, o prêmio será pago até o dia 5 do próximo mês.

Prazo é de 90 dias e se o ganhador não fizer o cadastro em até cinco dias antes deste período ele perde o direito ao prêmio. 

Mensalmente, são distribuídos R$ 300 mil reais em prêmios para os consumidores que acertarem seis ou cinco números no referido sorteio da Mega-Sena.  

Confira o calendário de sorteios para 2024:

Período de apuração Data do Sorteio da Mega-Sena
Janeiro 2024 29/02/2024
Fevereiro 2024 30/03/2024
Março 2024 30/04/2024
Abril 2024 30/05/2024
Maio 2024 29/06/2024
Junho 2024 30/07/2024
Julho 2024 31/08/2024
Agosto 2024 28/09/2024
Setembro 2024 31/10/2024
Outubro 2024 30/11/2024
Novembro 2024 31/12/2024
Dezembro 2024 30/01/2025

PNAD

Taxa de desemprego fica em 7,6% no trimestre até janeiro, afirma IBGE

Em igual período de 2023, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 8,4%

29/02/2024 09h13

Renda média real do trabalhador foi de R$ 3.078 no trimestre encerrado em janeiro Marcelo Victor/Correio do Estado

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No Brasil, a taxa de desocupação ficou em 7,6% no trimestre encerrado em janeiro, conforme os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados nesta quinta-feira, 29, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado ficou abaixo da mediana das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, de 7,8%. O intervalo de projeções ia de 7,4% a 8,6%.

Reprodução/Agência IBGE Notícias

Em igual período de 2023, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 8,4%. No trimestre encerrado em dezembro de 2023, a taxa de desocupação estava em 7,4%.

A renda média real do trabalhador foi de R$ 3.078 no trimestre encerrado em janeiro. O resultado representa alta de 3,8% em relação ao período homólogo.

A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 305,125 bilhões no trimestre até janeiro, alta de 6,0% ante igual período do ano anterior, segundo o IBGE.

Desocupação|Brasil - 2012/2024

 

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