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CORONAVÍRUS

Indústrias alimentícias vão continuar produção para não prejudicar abastecimento

Órgãos estão monitorando situação dos mercados
20/03/2020 17:41 - Fábio Oruê


Para garantir que as gôndolas dos supermercados e atacadistas, as indústrias de alimentos de Mato Grosso do Sul estão mantendo o ritmo de produção e evitar o desabastecimento dos estabelecimentos.

Indústria e supermercados estão se alinhando para que não falte alimentos para os consumidores, que não precisam se desesperar e estocar mantimentos.

O recomendado é não sair de casa para evitar a propagação da doença, mas a população está superlotando os mercados aumentando o risco de propagação e esvaziando as gôndolas.

Segundo o presidente da Fiems, Sérgio Longen, que também preside a Sindicato das Indústrias de Alimentos de Mato Grosso do Sul (Siams), as indústrias de alimentação do Estado estarão de portas abertas porque as pessoas precisam comer.

“As empresas estão implantando os protocolos do Ministério da Saúde para manter a saúde dos colaboradores, pois estamos falando de vidas humanas. Além disso, a área de SST [Saúde e Segurança do Trabalho] do Sesi está orientando toda as indústrias do Estado a respeito dessa pandemia e entendemos que as empresas estão fazendo sua parte, mantendo a produção para abastecer a população”, reforçou.

Longen acrescenta que a indústria de alimentação do Estado está seguindo as orientações da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia) que, em parceria com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), criou um Comitê de Crise para acompanhar diariamente a situação do abastecimento de alimentos no País.

“O monitoramento vem sendo feito diariamente por videoconferência entre representantes das Abia e Abras para atualização sobre a situação nos pontos de vendas de alimentos [mercados, supermercados e hipermercados], com o objetivo de mapear possíveis problemas e dar maior agilidade no encaminhamento de soluções”, alertou o líder empresarial.

MINISTÉRIO

Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, informou, em vídeo publicado nesta sexta-feira (20), que a pasta está trabalhando junto com empresas da iniciativa privada para tentar contornar os impactos do avanço do novo coronavírus no setor produtivo como um todo. “Estamos desenhando cenários, vendo passos que temos que dar antes que os problemas aconteçam”, disse.

A dirigente da pasta reiterou ainda que não há risco de desabastecimento de alimentos, mas que o setor produtivo precisa fazer com que o fluxo da produção agropecuária chegue às indústrias e aos supermercados. “Tenho falado com as centrais de abastecimentos, supermercados. O Brasil é fantástico, não temos risco de desabastecimento”, comentou.

 

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!