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EMENDAS

Em Brasília, Azambuja pede liberação de R$ 60 milhões para agricultura familiar

Governador se reuniu com a ministra Tereza Cristina e também pleiteou verba para o pós-pandemia
26/08/2020 14:26 - Glaucea Vaccari


Governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, pediu a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, a liberação de quase R$ 60 milhões de emendas parlamentares para a agricultura familiar.

Encontro entre Azambuja e Tereza ocorreu nesta quarta-feira (26), em Brasília.

Mato Grosso do Sul tem mais de 70 mil agricultores familiares entre assentados, quilombolas e agricultores tradicionais.

Conforme o Executivo estadual, verba será usada para compra de maquinários da chamada linha amarela, que costumam ser usados na recuperação de estradas vicinais, manutenção de represas e movimentação de calcário e fertilizantes.

Pacote também prevê compra de caminhões e implementos agrícolas.

Azambuja afirmou que o encontro foi produtivo e que a ministra, por ser do Estado, compreende as demandas.  

“Ela tem um olhar diferenciado para Mato Grosso do Sul e entende a necessidade do nosso Estado e dos agricultores familiares”, disse o governador.

 
 

Pós-pandemia

Na capital federal, Azambuja também se reuniu com o senador Márcio Bittar, relator do Orçamento Geral da União para 2021.

O objetivo do encontro foi a liberação de emendas para o período pós- pandemia.

“Estamos nos antecipando ao pós-pandemia, quando vamos ter um crescimento maior que o de outros estados”, afirmou.  

Governador cita levantamento da Tendências Consultoria Integrada, que aponta que o Estado estará entre os cinco entes federados a encerrar o próximo ano com crescimento no Produto Interno Bruto (PIB).  

Projeção é de que o Estado deve crescer 2,7% no próximo ano em relação a 2019.

Além de MS, devem registrar crescimento: Pará, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Goiás.    

 

Felpuda


Comentários ouvidos pela “rádio peão”, em ondas curtas, são de que figurinha só ganharia apoio dos colegas caso pessoa agregada fosse “curtir a aposentadoria” de uma vez por todas. Como seu acordo político acabou naufragando nesta campanha, agora dito-cujo estaria querendo recuar e não ceder o lugar. 

Isso até poderia acontecer, se não fosse a sua, digamos, eminência parda. Afe!