O Sindivest (Sindicato Intermunicipal das Indústrias do Vestuário, Tecelagem e Fiação de Mato Grosso do Sul) e o Senai viabilizaram, hoje, com o IEL o encaminhamento de alunos dos cursos de educação profissional técnica de nível médio na área do vestuário para estágio nas indústrias Cativa Têxtil, Tip Top, IMB Têxtil, Universo Íntimo, Kabrioli, Nilcatex e Shoulder.
O convênio nesse sentido foi assinado no 5º andar do Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande, pelo presidente do Sindivest/MS, José Francisco Veloso Ribeiro, pelo diretor-regional do Senai, Jaime Verruck, pelo superintendente do IEL, Bergson Amarilla, e pelos representantes das sete indústrias.
Para Francisco Veloso, essa será uma excelente oportunidade para os alunos aplicarem na prática os conhecimentos adquiridos durante o curso do Senai. “A intenção é que esse aluno ingresse na empresa como estagiário e futuramente passe integrar o quadro de funcionário”, disse, acrescentando que a criação do curso técnico do vestuário foi uma demanda da indústria do setor, que precisa constantemente de mão-de-obra qualificada.
Já o diretor-regional do Senai, Jaime Verruck, reforçou que a união das entidades possibilita o crescimento profissional do aluno. “Para o aluno, essa é uma excelente oportunidade de iniciar a carreira, com chances de se destacar na empresa e ser contratado quando concluir o curso. Para o empresário é importante ter clareza de que essa é uma ação que visa o futuro trabalhador e que ele está participando do processo de formação do profissional”, declarou.
Na avaliação do superintendente do IEL, Bergson Amarilla, a reunião desta terça-feira foi importante para esclarecer aos empresários sobre a nova lei do estágio e verificar o interesse das indústrias em receber os alunos. “O estágio é a oportunidade que o aluno precisa para ingressar no mercado de trabalho e colocar em prática tudo o que aprende durante o curso”, pontuou.
Segundo o empresário Gilberto Romanato, proprietário da Universo Íntimo, a possibilidade de manter estagiários é boa para os dois lados. “Para o empresário é importante porque consegue preencher a necessidade e para o estudante é a oportunidade de adquirir a experiência que não teria em outro lugar”, avaliou.